
Nome civil: José Carlos Becker de Oliveira e Silva · 48 anos
Bananômetro
76/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 47% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 92%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 80%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 72%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 97%das 706 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 98%das 705 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.zecadirceu@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5613
- Gabinete
- Gabinete 613, Anexo IV, 6º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
92%
Esteve em 359 de 391 sessões
Votou nas votações
80%
Registrou voto em 900 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 9 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
97%
Em 706 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
196 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 03/12/2025.
- 07/03/2023
Transcurso do Dia Internacional da Mulher. Corroboração do compromisso de combate à violência, preconceitos e discriminações contra a mulher brasileira.
Palavras-chave oficiais: Bancada Feminina,atuação,Deputado federal,Atuação parlamentar,Defesa,Mulher
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O SR. ZECA DIRCEU (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero rapidamente reconhecer aqui o esforço e o trabalho das mulheres Deputadas da bancada feminina na Câmara. Diante da chegada do dia 8 de março, quero reafirmar aqui o meu compromisso de luta ao lado das mulheres contra qualquer tipo de preconceito, discriminação e violência. Estaremos sempre, não só no dia 8 de março, ao lado das mulheres, formando aqui uma trincheira de luta, que se revela exitosa quando temos uma pauta como a desta semana, com vários projetos de interesse das mulheres, e quando conseguimos aprovar uma medida como essa que acabou de ser discutida aqui a aprovada. Eu tenho certeza de que ela é importante para todo o nosso País. Vivam as mulheres! - 13/12/2022
Defesa de punição rigorosa dos responsáveis por atos de terrorismo e vandalismo ocorridos em Brasília, Distrito Federal. Confiança no restabelecimento da ordem democrática pelo Governo Luiz Inácio Lula da Silva.
Palavras-chave oficiais: manifestação,Brasília (DF),Extrema direita,Vandalismo,Terrorismo
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Terrorismo. Vandalismo. Quebra-quebra. Não há outra medida que não seja o cumprimento da lei. As polícias, do Distrito Federal ou de qualquer outra parte do Brasil, precisam agir com o rigor que a lei determina. O Ministério Público, o Poder Judiciário, outras instâncias de poder do Brasil não podem tolerar, não podem permitir que o que aconteceu ontem em Brasília ônibus incendiados, shoppings e restaurantes invadidos, pessoas sendo ameaçadas com armas nas ruas seja algo tolerável, até porque não foi um fato isolado. A violência, ações criminosas disfarçadas de liberdade de expressão já viraram rotina neste País há mais de 1 ano. Ocorreram também durante o período eleitoral. Mas o eleitor brasileiro foi de uma dignidade, de uma coragem enorme, porque, mesmo sob ameaça, sob influência do poder financeiro, foi às urnas e votou de maneira diferente, elegeu Lula Presidente. É hora de muita serenidade, é hora de colocar água fria, é hora de calmaria, porque nós queremos governar o País, melhorar a vida das pessoas, mas não é hora de nenhum tipo de tolerância com aqueles que agem fora do que preza a lei. Da minha parte, com muita tranquilidade, não confundo quem votou no nosso adversário, no adversário do Presidente Lula, com aqueles que estão hoje compondo minoria criminosa que pratica atos como os que vimos acontecer ontem em Brasília, atos que, na verdade, em escalas diferentes, estão acontecendo em quase todos os Estados do nosso País. Espero que ninguém fique reclamando das decisões do Supremo Tribunal Federal, porque, em cada um dos Estados, quando quem tem a responsabilidade de resolver na ponta atos criminosos não toma providências, cabe sim ao Supremo Tribunal Federal adotar as medidas que são necessárias. Que a ordem se restabeleça neste País, que Lula tome posse, governe e que o Brasil volte a ser feliz de novo! - 22/11/2022Breves Comunicações
Imperiosidade da aprovação da chamada PEC do Bolsa Família.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,transição,aumento,Valor,Bolsa Família
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Faço uma saudação aqui aos Deputados e Deputadas e também àqueles que estão chegando para a próxima legislatura. A PEC do Bolsa Família é sem dúvida nenhuma a tarefa mais importante que o Congresso Nacional tem para cumprir neste restante de ano. A população brasileira precisa ser esclarecida sobre o que significa essa proposta de emenda à Constituição. Para mim está muito claro: é uma ação que não atende apenas o eleitor que votou no Presidente Lula; ela atende também o eleitor que votou no Bolsonaro. Todos votaram diante de uma proposta que era muito clara: no ano que vem, todos que têm direito receberiam 600 reais no programa de transferência de renda. Na nossa proposta, melhorada pelo Presidente Lula, haveria também um acréscimo de 150 reais. Não aprovar a PEC, não permitir que o Bolsa Família seja implantado no ano que vem, não liberar os recursos orçamentários que são necessários para pagar a transferência de renda é inaceitável do ponto de vista até da democracia. Se 100% dos eleitores foram lá e votaram porque isso estava proposto, cabe sim a nós fazermos a vontade das urnas. E não há o que ficar lamentando, fazendo pânico sobre teto de gastos. Se há alguém que estourou o teto de gastos por 4 anos foi o Bolsonaro. E estourou entregando muito pouco em ações que de fato impactassem positivamente a vida da população. Com o Presidente Lula nós temos a garantia de que o recurso disponibilizado não vai ser usado para ações não republicanas. Ele vai ser usado como já foi usado nos dois Governos do Lula: para melhorar a vida do povo, para devolver os programas de que a educação necessita, para ampliar as ações que são importantes no Sistema Único de Saúde, para reajustar a merenda escolar, para retomada de obras e investimentos. O País tem 14 mil obras inacabadas. Além disso, nós temos a tarefa de retomar o Minha Casa, Minha Vida e temos uma tarefa maior que, com certeza, a decisão que será tomada aqui sobre a PEC vai nos proporcionar implementar: fazer o País voltar a crescer. - 08/11/2022Breves Comunicações
Agradecimento aos eleitores paranaenses pela reeleição do orador. Necessidade de adoção, por parte do Poder Judiciário, do Ministério Público e das instituições policiais, de providências a respeito de manifestações realizadas no País contra o resultado das urnas.
Palavras-chave oficiais: Reeleição,Mandato parlamentar,agradecimento Poder Judiciário,Segurança pública,providências,manifestação,Resultado eleitoral
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, todos e todas, nossos Deputados e Deputadas, quem está nos vendo e ouvindo pela TV Câmara e pela Rádio Câmara, eu quero, neste discurso, fazer algo que fiz muito nas últimas semanas, mas não tinha feito em plenário, que é agradecer. Foram 123.033 paranaenses que me confiaram o voto para um quarto mandato, como Deputado Federal, depois de ter sido, no início da minha trajetória política, duas vezes Prefeito da minha cidade, Cruzeiro do Oeste, no noroeste do Estado. Com a experiência adquirida, tenho muita facilidade em compreender a importância histórica deste momento que vive o Brasil. Terminou a eleição, o resultado está proclamado, Lula será o próximo Presidente da República, mas os ataques à democracia, os ataques à normalidade do País infelizmente prosseguem. Não dá mais para tolerar isso. E, para quem compreende a democracia, não dá para se calar neste momento. Portanto, eu venho aqui agradecer ao povo do Paraná, mas, ao mesmo tempo, fazer um chamado: quem é democrata, quem respeita as leis, quem entende a importância da normalidade, do funcionamento das instituições, que se posicione, que se manifeste! Não é mais hora, em situação como esta, de olharmos apenas o lado partidário, o posicionamento de cada um na eleição. Tudo isso é válido, é necessário. Todo mundo vai continuar tendo um partido. Todo mundo vai continuar tendo seus posicionamentos políticos e ideológicos, em razão do que aconteceu na eleição. Mas quem é democrata, quem respeita as instituições, quem sabe reconhecer o resultado das urnas precisa urgentemente se posicionar. Eu estou recebendo do Paraná vídeos e relatos de violência. Caminhoneiros estão sendo agredidos, assim como comerciantes estão sendo agredidos e obrigados a fechar as portas do comércio, porque alguém quer fazer manifestação em determinada avenida da cidade. Isso não é razoável! Isso não é tolerável! Isso não é aceitável! O Poder Judiciário, o Ministério Público e as polícias devem tomar providências, precisam agir rapidamente. E aqui não podemos nos calar. Eu continuarei defendendo que nós possamos restabelecer a paz no País, o diálogo, o entendimento e o respeito principalmente a quem é e pensa diferente de cada um de nós. Espero que isso prevaleça nas sessões do Congresso, nas decisões que nós vamos ter que tomar, porque é isso que vai fazer o Brasil voltar a avançar, crescer e se desenvolver. Obrigado, Presidente. - 07/11/2022Breves Comunicações
Anúncio, pelo Governo eleito do PT, de reajuste do salário mínimo acima da inflação, aumento para 600 reais do valor do auxílio emergencial e recomposição do orçamento da área educacional. Esperança de apoio do Parlamento às propostas governamentais favoráveis à população mais carente. Acerto das medidas adotadas pelo Poder Judiciário diante dos protestos contra o resultado das eleições presidenciais. Compromisso de atuação pelo restabelecimento da paz, do diálogo e da liberdade de opinião.
Palavras-chave oficiais: Salário mínimo,reajuste,Inflação,Auxílio emergencial,Educação,Partido dos Trabalhadores (PT) manifestação,contra,Resultado eleitoral,Poder Judiciário
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputados, Deputadas e quem nos assiste e nos ouve pela TV Câmara ou pela Rádio Câmara, finalmente, as boas notícias começam a voltar a fazer parte do dia a dia da vida do povo brasileiro: reajuste real do salário mínimo, acima da inflação; garantia do auxílio emergencial de 600 reais para cada uma das famílias no ano de 2023; volta da educação como grande prioridade do País. Depois de 6 anos, 7 anos de cortes no orçamento da educação, ele vai ser recomposto, vai voltar a crescer ano a ano, assim o País vai voltar a ter merenda escolar de qualidade e a estruturar o transporte escolar, vai concluir as mais de 2 mil obras paralisadas de creches e escolas e, principalmente, vai poder valorizar, remunerar e qualificar professores e professoras. Essas decisões são lideradas pelo Presidente Lula, coordenadas pelo Vice-Presidente Geraldo Alckmin, que compõe e lidera a nossa equipe de transição. E caberá ao Congresso Nacional, a este Parlamento, ter muita sensibilidade política, ter muita responsabilidade, olhar para o que é melhor para o Brasil e pensar no quanto as pessoas mais humildes, pobres, que ficaram fora do orçamento do País ao longo dos últimos anos, precisam sim definitivamente voltar a ser incluídas nele. Que bom que muita gente que não esteve conosco, que não votou no Presidente Lula, começa a perceber a importância dessas decisões e desses movimentos e a apoiá-los. Assim se faz a boa política. E uns poucos, é claro, que ainda insistem na baderna, em ações criminosas em rodovias, bloqueando o direito de ir e vir, tentando prejudicar o funcionamento da produção do País, do emprego, da renda, começam a ser tratados pela polícia e pelo Judiciário como devem ser tratados. Quem comete crime tem que ser tratado como criminoso. Quem quer protestar proteste livremente. Ocupe praças, ocupe frentes de quarteis, mas não atente contra a democracia, não atente contra o resultado das urnas. Isso de nada vai adiantar. Nós vamos manter a nossa serenidade ao lado do Presidente Lula e daqueles que nos elegeram. Vamos, sim, honrar o compromisso de reconstruir a paz neste País, de restabelecer o diálogo, de restabelecer a serenidade e até mesmo o respeito por quem é e pensa de forma diferente de cada um de nós. É isso o que o Brasil espera deste Congresso e é isso o que nós temos que ofertar ao nosso País. - 31/05/2022Breves Comunicações
Corte de recursos orçamentários destinados ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT. Importância dos investimentos governamentais nas áreas de educação, ciência e tecnologia. Não liberação ao Ministério da Saúde, pelo Presidente Jair Bolsonaro, dos recursos necessários para enfrentamento à pandemia de coronavírus.
Palavras-chave oficiais: GOVERNO, JAIR BOLSONARO, PRESIDENTE DA REPÚBLICA, RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS, REDUÇÃO, MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÕES, FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO (FNDCT). LUIZ INACIO LULA DA SILVA, EX-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, PRIORIDADE, CIÊNCIA E TECNOLOGIA, EDUCAÇÃO. ZECA DIRCEU, DEPUTADO FEDERAL, EX-PREFEITO, CRUZEIRO DO OESTE (PR), GESTÃO.
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Bolsonaro segue com o seu projeto de destruição do Brasil. Eu li atentamente o decreto orçamentário publicado nos últimos dias: 8,2 bilhões de reais de cortes orçamentários no momento em que o País bate recorde de arrecadação de impostos. Como Bolsonaro tem um projeto que é contra o conhecimento, os cortes maiores acontecem justamente naquelas áreas mais importantes para o desenvolvimento do País e para a vida da população. O Governo Federal informou que cortará 3 bilhões de reais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Desse total, 2,5 bilhões de reais foram retirados do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Esse valor é aproximadamente 50% de todo o orçamento do FNDCT, dinheiro indispensável para pesquisa, para extensão, para desenvolvimento de tecnologia e inovação. A história do mundo prova, mas só Bolsonaro não enxerga, não vê que nenhum país deu certo ao cortar dinheiro da educação, nenhum país deu certo sem investir pesadamente em ciência e tecnologia. Nós estamos a 4 meses do processo eleitoral. Eu me empolgo, entusiasma-me ver que o Presidente Lula tem uma visão totalmente diferente de Bolsonaro. Com Lula nós temos certeza de que a educação voltará a ser uma grande prioridade neste País. Com Lula nós temos certeza de que jamais teremos cortes nas áreas de ciência e tecnologia, na pesquisa, na inovação, tão necessárias para a geração de emprego e para o crescimento. Eu tenho comigo a minha experiência de Prefeito, além da do Parlamento aqui. Eu fui Prefeito por duas vezes da minha cidade Cruzeiro do Oeste. Tive que tomar medidas duras, enfrentei momentos difíceis, de baixa arrecadação, muitas despesas, mas carrego comigo o orgulho, a honra de nunca ter cortado um centavo da educação, de nunca ter tirado dinheiro do SUS, da saúde. Infelizmente, essa é uma marca também deste Governo, que, mesmo na pandemia, morrendo gente aos montes, não colocava os recursos necessários no Ministério da Saúde para o enfrentamento da pandemia. A nós aqui do Congresso não cabe outra coisa: denunciar, barrar esse decreto imoral e fazer com que a educação, a ciência e a tecnologia sejam respeitadas no nosso País. Obrigado, Presidente. - 03/05/2022Breves Comunicações
Endividamento das famílias brasileiras. Ameaças à democracia, conflitos e ódio como marcas do Governo Jair Bolsonaro. Cenário de fome, desemprego e inflação reinante no País. Inexistência de motivos para comemoração do Dia do Trabalho. Não realização de investimentos públicos nas áreas de educação e saúde. Inexistência de políticas públicas de geração de emprego e renda, com inclusão social. Inexistência de plano para a agricultura familiar, no âmbito da Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO de 2022. Não implementação, pelo Governo Federal, da Lei nº 14.275, de 2021, (Lei Assis Carvalho II), sobre as medidas emergenciais de amparo à agricultura familiar, para mitigação dos impactos socioeconômicos decorrentes da Covid-19.
Palavras-chave oficiais: GOVERNO, DADOS, ENDIVIDAMENTO, POPULAÇAO, AUMENTO, INFLAÇÃO. GOVERNO, JAIR BOLSONARO, PRESIDENTE DA REPÚBLICA, GESTÃO, ECONOMIA, CRISE ECONÔMICA. PROJETO DE LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS, LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS (LDO), REDUÇÃO, RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS, EDUCAÇÃO. LEI ASSIS CARVALHO II, AUXÍLIO EMERGENCIAL, AGRICULTURA FAMÍLIA, DESCUMPRIMENTO, GOVERNO FEDERAL.
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Setenta e sete por cento das famílias brasileiras estão endividadas. Esse não é um dado meu, é um dado do próprio Governo Federal, do IBGE e do Ministério da Economia, que prova que o Brasil de Bolsonaro bate recorde de tragédia, de desgraça, de coisa negativa. O endividamento, obviamente, não é fruto do acaso. Nós sabemos que, na grande maioria das famílias brasileiras, seus integrantes estão trabalhando cada vez mais, ganhando cada vez menos, e a conta não fecha no final do mês. Está aí a inflação de abril, com dados do próprio Governo também: recorde, maior inflação desde 1995. São quase 3 décadas de controle da inflação que desmoronam agora diante da inconsequência, da incapacidade, da insanidade, da má-fé com que Bolsonaro governa o País, apostando no ódio, no conflito e nas ameaças, inclusive ameaças à democracia brasileira. Não dá para não se indignar. Não dá para ter clareza do que temos que fazer ao longo desses próximos 5 meses, até a eleição. Nunca foi tão fácil comparar. Vamos comparar os primeiros 4 anos de Lula, os primeiros 8 anos dos Governos do PT, com o Lula, com essa tragédia, com esse desgoverno que é o Bolsonaro, o governo da fome, do desemprego, dos recordes de inflação, da falta de prestígio internacional, da falta de um projeto de País. O que foi esse Primeiro de Maio? Não há um motivo para o Brasil comemorar. Salário, emprego e condições de vida estão sendo deteriorados em todo o nosso País. Sabemos que estamos diante de um País muito rico, que tem petróleo, minérios, solo fértil e que produz muito. Temos dados aqui e sabemos que estamos diante de um País que está batendo recorde de arrecadação de impostos, ou seja, há muito dinheiro, mas o que vemos é que o dinheiro não chega mais na ponta. Não há mais investimento na educação. Não há investimento consistente na saúde, como vimos durante a pandemia. Não há política pública nem econômica para gerar emprego e renda, fazer inclusão social, dar condição de consumo ao povo, controlar a inflação. É um desgoverno. Não existe governo. Não existe o mínimo de sensibilidade. Nós acabamos de receber, Sr. Presidente, a LDO, a proposta do Governo Federal. Ali está claro que não temos governo. Mais uma vez - e isso está acontecendo desde 2015, 2016 -, tiram o dinheiro da educação. Qual nação do mundo se desenvolveu e foi próspera sem investir pesado na educação, na pesquisa, na tecnologia, na inovação, na ciência? A LDO mostra que não há um plano para apoiar a agricultura familiar. Aprovamos aqui a Lei Assis Carvalho e até hoje o Governo não a implementou. Estamos tendo que buscar no Supremo Tribunal Federal o cumprimento de uma lei que está aprovada e sancionada desde dezembro, que o Bolsonaro já tinha vetado em 2020 e vetou novamente em 2021. Os preços disparam e faltam alimentos também por falta de política pública para a agricultura familiar. Pelo que está apresentado na LDO, infelizmente, isso pode prosperar ao longo do próximo ano. Nós vamos reagir! - 27/04/2022Breves Comunicações
Caráter eleiçoeiro da Medida Provisória nº 1.076, de 2021, sobre a criação do Benefício Extraordinário destinado às famílias beneficiárias do Programa Auxílio Brasil, instituído pela Medida Provisória nº 1.061 de 2021. Apresentação de emenda à proposição destinada à elevação do valor do benefício para 600 reais. Elevação dos índices inflacionários e dos preços de combustíveis, de alimentos, do gás de cozinha, das tarifas de água e energia elétrica.
Palavras-chave oficiais: ELEIÇOES, APOIO POLÍTICO, MPV 1076/2021, MEDIDA PROVISÓRIA, CRIAÇÃO, BENEFÍCIO EXTRAORDINÁRIO DESTINADO ÀS FAMÍLIAS BENEFICIÁRIAS DO PROGRAMA AUXÍLIO BRASIL, FAMÍLIA DE BAIXA RENDA, ANALISE. INFLAÇÃO, ALIMENTO, COMBUSTIVEL, GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GLP), TARIFA DE ÁGUA, TARIFA DE ENERGIA ELETRICA, REAJUSTE DE PREÇOS, ANALISE.
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, todos os que nos acompanham pela TV Câmara e pela Rádio Câmara, está na pauta de hoje a votação da medida provisória que trata do Auxílio Brasil, de algum tipo de auxílio extra, que, na verdade, nós sabemos o que é e temos que denunciar: é o auxílio eleição - é provisório, é só para o ano eleitoral, não é mais permanente e, obviamente, é um valor insuficiente para o Brasil do Bolsonaro. Tudo está caro no nosso País. Não é só supermercado, combustível, água, luz. Qualquer produto, que atenda a qualquer necessidade de consumo da família do trabalhador, da trabalhadora, da pessoa mais humilde, teve, nos últimos 3 anos, uma inflação recorde. Saiu agora o dado de abril: o Brasil registra a maior inflação para abril em 28 anos! É isso que Bolsonaro representa! Foi esse caos que ele criou no nosso País! Por mais que essa seja uma medida eleitoreira, nós vamos provar que jamais prejudicaremos a população, e o nosso voto será favorável a ela. Mas apresentaremos as emendas necessárias, para ver quem, aqui no Congresso, está mesmo do lado do povo: quem quer um auxílio eleição, que só vale para o ano da eleição, e quem topa resgatar aquilo que foi o Bolsa Família, uma política permanente de transferência de renda, que não pode funcionar sozinha; tem que funcionar como o Presidente Lula fez: com geração de emprego, com geração de renda, com crescimento da economia do País. Vamos apresentar a emenda para que o auxílio não seja só de 400 reais, mas, no mínimo, de 600 reais. Se nós olharmos o que aconteceu de 2020 para cá, é fácil de perceber: 20 milhões de famílias brasileiras foram excluídas e precisam, necessitam receber um auxílio. Não necessitam só por causa da pandemia ou por causa da guerra, como alguns tentam justificar agora. São famílias que, em janeiro de 2020, já sentiam o peso da inflação - e não havia a COVID. São famílias que, em janeiro e fevereiro de 2020, já viam o desemprego bater recorde. São famílias que, em janeiro e fevereiro de 2020, quando não havia a COVID, viam que a economia do Brasil estava no caminho errado; viam que 6 meses antes a reforma da Previdência tinha havido uma farsa, do mesmo jeito que fizeram com a reforma trabalhista e fazem hoje, mentindo para população - disseram que isso ia gerar crescimento, ia gerar renda. Às vésperas da COVID, o Brasil não gerava emprego e não gerava renda. Por isso, fora, Bolsonaro! - 16/03/2022Breves Comunicações
Presença do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva no ato de filiação do ex-Senador Roberto Requião aos quadros do PT. Visita do líder petista ao Assentamento Eli Vive, no Município de Londrina, Estado do Paraná. Apoio do ex-Presidente da República à agricultura familiar. Gestão desastrosa do Presidente Jair Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, EX-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, CURITIBA (PR), FILIAÇÃO, ROBERTO REQUIÃO, EX-SENADOR, PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT). LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, EX-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, PESQUISA ELEITORAL, REGIÃO SUL, ELEIÇÕES, PRESIDENTE DA REPÚBLICA, RESULTADO POSITIVO, VISITA, LONDRINA (PR). GOVERNO, JAIR BOLSONARO, PRESIDENTE DA REPÚBLICA, GESTÃO, CRÍTICA.
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente e todos os que nos acompanham pela TV Câmara, pela Rádio Câmara e quem está aqui no plenário, o Paraná está em festa. Lula vai ao Paraná, e Roberto Requião vai para o PT, para o Partido dos Trabalhadores. Na próxima sexta-feira, receberemos o nosso Presidente Lula em Curitiba, para um ato de filiação que é histórico e muda muito as correlações de forças no nosso Estado, inclusive porque Requião, que já foi Senador duas vezes, Governador três vezes e Prefeito de Curitiba, é pré-candidato ao Governo do Estado. Para Bolsonaro, que dizia que era imbatível no sul do País, que seu problema era o Nordeste, as pesquisas hoje são muito claras: Lula ganha no Rio Grande do Sul, ganha em Santa Catarina e já ganha também no Paraná. No sábado, acompanharei o Presidente Lula e nossas lideranças a Londrina, no interior do Estado. Eu, que sou do interior, nasci e vivo até hoje em um pequeno Município, Cruzeiro do Oeste, onde fui Prefeito duas vezes, tenho muita clareza da importância da agricultura familiar, da agricultura camponesa, dos nossos assentamentos, da produção de alimento de verdade, que é o que chega à mesa das pessoas no café da manhã, no almoço e na janta. Por isso, no sábado, levaremos Lula a um dos locais que durante a pandemia produziu alimentos não só para comercializar - alimentos sem agrotóxicos, com qualidade -, mas alimentos que foram doados, toneladas e toneladas, de tempos em tempos, durante os anos de 2020 e 2021. Lá em Londrina, o Presidente Lula visitará o Assentamento Eli Vive e vai reafirmar os seus compromissos com quem de fato trabalha, com quem de fato produz, com quem de fato gera renda e emprego no nosso País, que é a agricultura familiar, onde 80% dos empregos da agricultura estão concentrados, que é do pequeno e do médio empresário, onde 60%, 70% dos empregos que ainda restam neste País estão estabelecidos. Vamos, é claro, aproveitar o momento para desfazer as mentiras, essas fake news constantes que Bolsonaro diz ao País ao querer colocar a culpa na guerra, ao querer colocar a culpa na COVID. Foi um desastre o seu Governo! Em fevereiro de 2020 - vale lembrarmos isso muitas vezes -, a inflação já havia disparado, o dólar estava nas alturas! Em fevereiro de 2020, o desemprego já batia recorde, e o Brasil já tinha 20 milhões de pessoas passando fome. Os problemas do País são fruto de um Presidente inconsequente, irresponsável, que infelizmente está à frente do nosso País, mas que com Lula e Requião nós haveremos de mudar! Obrigado, Presidente. - 22/02/2022Breves Comunicações
Razões da liderança do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em pesquisas de opinião de voto ao Palácio do Planalto.
Palavras-chave oficiais: PESQUISA ELEITORAL, ELEIÇÕES, LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, EX-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, PLATAFORMA POLÍTICA, DIÁLOGO POLÍTICO, ALIANÇA POLÍTICA, APOIO POLÍTICO. CRÍTICA, GOVERNO FEDERAL, JAIR BOLSONARO, PRESIDENTE DA REPÚBLICA, DISCRIMINAÇÃO, VIOLÊNCIA, DISCURSO DE ÓDIO.
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero saudar todas as Deputadas e todos os Deputados e cumprimentar a quem nos ouve pela Rádio Câmara e a quem nos assiste pela TV Câmara. Eu quero começar celebrando. Hoje nós tivemos a divulgação de mais uma pesquisa eleitoral, e a população brasileira se manifesta mais uma vez nas pesquisas mostrando que a esperança está de volta. Lula lidera com uma ampla vantagem, consolida cada vez mais - e não só nesta pesquisa de hoje, mas em todas as demais pesquisas, em todos os institutos - o seu favoritismo. Obviamente, sentimos o desejo da população, mas temos clareza da dificuldade, do tamanho do desafio que teremos nesses próximos 7 meses de pré-campanha e, depois, de disputa eleitoral. Lula está apresentando novamente à população brasileira propostas, soluções, ações concretas, compromissos de que, de fato, o Brasil vai ser feliz de novo. Lula está mostrando quanto nosso País é rico e quanto essa riqueza pode voltar novamente a tocar a vida de cada brasileiro e brasileira, com salário, com renda, com emprego, com políticas públicas na educação, na saúde, na área social, que, de fato, melhorem a vida das pessoas. Ao mesmo tempo em que se consolida como favorito, no primeiro lugar nas pesquisas, Lula mostra toda a sua habilidade política e toda a sua humildade para construir uma grande aliança, para construir um grande entendimento nacional, inclusive com aqueles que não são do nosso campo, até porque, sabemos, o Brasil hoje está com a sua democracia ameaçada. O Brasil está vivendo, desde a eleição de Bolsonaro, um tempo em que o racismo, o preconceito, o ódio, a discriminação, a violência foram ganhando tons cada vez mais fortes no dia a dia da vida pública brasileira. Por isso, a mensagem que a população nos apresenta é a de que caminhada que nós estamos fazendo, com muita humildade, com muito pé no chão, com fé, luta e trabalho, pode se transformar na construção de condições para que o Brasil seja um país melhor e para que nunca mais se repita um Governo genocida, um Governo irresponsável, um Governo insano, como o que nós estamos vendo no Brasil ao longo desses últimos anos, com Bolsonaro. Obrigado, Sr. Presidente, pela oportunidade. Viva o Lula! Viva o Brasil! - 10/02/2022Breves Comunicações
Descaso do Governo Jair Bolsonaro com os agricultores familiares. Não implementação da Lei nº 14.725, de 2021, a chamada Lei Assis Carvalho, sobre as ações emergenciais de amparo à agricultura familiar para mitigação dos impactos socioeconômicos decorrentes da Covid-19. Confiança na retomada de ações em prol dos produtores rurais, no caso de retorno do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao poder. Transcurso do 42º aniversário de fundação do PT.
Palavras-chave oficiais: AGRICULTURA FAMILIAR, ALIMENTO, PARANÁ, SECA, CRÍTICA, GOVERNO FEDERAL, POLÍTICA AGRÍCOLA, REGULAMENTAÇÃO, LEI ASSIS CARVALHO, PRODUTOR RURAL, AGRICULTOR FAMILIAR, ELEIÇÕES, LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, EX-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, CRÉDITO RURAL, POLÍTICA AGRÍCOLA, POLÍTICA PÚBLICA, FOME, ALIMENTO, AGRICULTURA FAMILIAR. HOMENAGEM, ANIVERSÁRIO DE FUNDAÇÃO, PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT), MILITANTE POLÍTICO.
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero saudar todos que nos assistem ou nos ouvem pela TV Câmara ou Rádio Câmara e cumprimentar os Deputados que estão na sessão virtual e também no plenário. Durante o recesso, tive a oportunidade, de uma maneira mais intensa, de percorrer várias regiões do Estado do Paraná para conversar com a população e com as nossas lideranças. E me chamou atenção, em especial, a situação da agricultura familiar, que gera de 70% a 80% de todos os empregos do setor da agricultura e coloca na nossa mesa de 80% a 90% de todos os alimentos que nós consumimos no café da manhã, no almoço e no jantar. É assustadora a situação. No Paraná, durante vários meses, houve uma seca jamais vista, arrasadora. E o que fez Bolsonaro? O que fez o Governo Federal? Nada. Absolutamente nada. Nós lutamos por 2 anos para a Lei Assis Carvalho ser aprovada e sancionada, ela está sancionada desde o dia 26 de dezembro, e o Governo faz de conta que a lei não existe, desrespeitando a democracia e o Congresso, pois se trata de uma lei federal aprovada. O Governo não dá nenhum tipo de assistência aos nossos agricultores, aos nossos pequenos produtores, que produzem justamente o alimento que está faltando na mesa de 20 milhões de brasileiros e brasileiras, justamente o alimento que está escasso na mesa de 50, 70 ou 80 milhões de pessoas que já estão em insegurança alimentar. Quero dizer aos agricultores que a volta do Presidente Lula vai significar, sim, a volta do crédito. O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal vão voltar a cumprir o seu papel, não vão ser empresas exclusivamente com o objetivo do lucro. Terão lucro, como sempre tiveram nos nossos Governos, mas farão o crédito chegar para quem quer produzir, para quem quer gerar emprego. Quero dizer aos nossos agricultores que o Brasil voltará a ter um Ministério do Desenvolvimento Agrário, assistência técnica, apoio na comercialização, apoio na agroindustrialização das pequenas cooperativas. O Presidente Lula representa isso e muito mais. Quero dizer a quem hoje está indignado com o fato de o Brasil ter voltado para o mapa da fome que o Presidente Lula, nós todos juntos vamos, sim, com essas políticas públicas, tirar o Brasil do mapa da fome. O alimento vai estar disponível. O alimento vai ser produzido de forma organizada, planejada, com o Governo Federal desempenhando o seu papel central de coordenador, de articulador, de planejador e de grande apoiador da agricultura familiar, junto com entidades, cooperativas, Estados e Municípios. Temos muito a fazer diante do pouco ou, eu diria até, do nada que o Governo Federal e Bolsonaro têm feito. Na data de hoje, o PT completa 42 anos. Quero mandar um abraço muito forte para toda a nossa militância, saudar e abraçar cada um e cada uma. Um grande abraço aos nossos dirigentes, aos nossos representantes nos Municípios, nos Estados e também no Congresso Nacional. Estamos em um período de luta, de resistência, de denúncia, mas já começamos e faremos cada vez mais um processo de apresentar propostas, soluções para reconstruir o Brasil, ao lado de Lula, ao lado de todos que são democratas, de todos que querem o Brasil feliz de novo. Obrigado, Presidente. - 14/12/2021Breves Comunicações
Participação do orador em reunião do Parlamento do Mercado Comum do Sul - PARLASUL, em Montevidéu, Uruguai. Desafio do Brasil de implantação de projeto destinado à geração de emprego e renda. Papel desenvolvido pelo MERCOSUL como parceiro estratégico do País.
Palavras-chave oficiais: ZECA DIRCEU, DEPUTADO FEDERAL, ATUAÇÃO PARLAMENTAR, PARLAMENTO DO MERCADO COMUM DO SUL (PARLASUL), URUGUAI. MERCADO COMUM DO SUL (MERCOSUL), PARCERIA COMERCIAL, GERAÇÃO DE EMPREGO, INDÚSTRIA, GOVERNO FEDERAL, NEGOCIAÇÃO, DEFESA.
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, coube a mim a tarefa, na semana passada, de representar a Câmara dos Deputados, o Brasil, no Parlamento do MERCOSUL, em Montevidéu. É impressionante o tamanho da preocupação que os Parlamentares dos diferentes países do MERCOSUL apresentam em relação a este momento que vive o Brasil. O MERCOSUL tem um entendimento com a União Europeia que não avança, entre outras coisas, justamente pelo papel que o Brasil tem desempenhado, ou não tem desempenhado, em relação ao meio ambiente, em relação à proteção da natureza. As queimadas e a destruição da Amazônia e de outros biomas do nosso País são conhecidas no mundo todo e, é claro, foram pauta de debate entre nós no Parlamento do MERCOSUL. O grande desafio do Brasil é, sem dúvida nenhuma, neste momento, gerar emprego, gerar renda para o seu povo, um salário digno. E o MERCOSUL até hoje ainda é o principal parceiro comercial do Brasil para a aquisição de produtos industrializados, ou seja, aqueles produtos que geram muito emprego no nosso País. É claro que a relação comercial com os Estados Unidos é maior, é claro que a relação comercial principalmente com a China é maior, mas não é uma relação comercial de venda de produtos industrializados do Brasil a eles. Então, eu quero aqui reafirmar a importância de entendermos cada vez mais o MERCOSUL como um parceiro estratégico do Brasil. Tenho acompanhado algumas tratativas entre os Presidentes, o que foi motivo de preocupação também nas nossas conversas bilaterais com os Deputados do Uruguai, da Argentina, do Paraguai, da Venezuela, da Bolívia, mas principalmente da Argentina. O Brasil, pela figura insana do nosso Presidente, muitas vezes acha que tem o direito de impor aos países membros do MERCOSUL as suas vontades. Quem ouve as declarações do Paulo Guedes vê que ele tem certeza disso - e nós sabemos que não é assim. Há um tratado, há um acordo comercial. E só vão se promover mudanças, avanços, se forem no diálogo, no consenso, no entendimento. Foi para isso que dedicamos 3 dias lá em Montevidéu, no Uruguai, dando a nossa contribuição. Esperamos que o Governo Federal também faça o mesmo, sentando à mesa de negociação. Obrigado, Presidente. - 23/11/2021Breves Comunicações
Queda da qualidade de vida do povo brasileiro. Repúdio à pauta econômica do Governo Jair Bolsonaro. Redução salarial dos trabalhadores brasileiros. Elevação dos índices inflacionários e de desemprego no País. Defesa de inclusão da população brasileira no orçamento público federal. Caráter falacioso do Programa Auxílio Brasil, lançado pelo Governo Federal.
Palavras-chave oficiais: GOVERNO, JAIR BOLSONARO, PRESIDENTE DA REPÚBLICA, PREJUÍZO, QUALIDADE DE VIDA, INFLAÇÃO, DESEMPREGO, PROGRAMA AUXÍLIO BRASIL, REDUÇÃO, BENEFICIÁRIO, POLÍTICA ECONÔMICA, CRÍTICA, INCLUSÃO, POPULAÇÃO, ORÇAMENTO PÚBLICO, DEFESA.
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Infelizmente, a vida de cada brasileiro e de cada brasileira piora dia a dia, mês a mês, ano a ano. Qualquer liderança política, por mais distraída que esteja, tem a obrigação de perceber isso com muita facilidade. Enquanto isso, Bolsonaro segue cultivando o ódio, apostando no conflito, propagando a mentira, fazendo piada com o dia a dia da vida pública. Infelizmente, enquanto a vida do povo piora, a todo momento, a maioria aqui do Congresso insiste de forma equivocada em apoiar uma pauta econômica do Governo, que está destruindo qualquer possibilidade de vida digna de cada brasileiro e de cada brasileira. A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE tem o Projeto Salariômetro, que mede as negociações salariais de tempos em tempos. Dois terços das negociações salariais ficaram abaixo do índice de inflação. Organismos internacionais diversos fizeram um levantamento de 44 países importantes no mundo. O Brasil é o 4º país com maior índice de desemprego. O maior, inclusive, entre os países do G-20. O Brasil tem uma inflação superior a 83% de todos os países de todo o mundo. Somos quase o primeiro em inflação. Não dá para não ficar indignado com uma situação tão dramática como esta. Não dá para sentar aqui nessas cadeiras e votar a favor desse Governo e da sua política econômica insana, criminosa. Não dá para ficar assistindo a uma situação tão dramática por que passa o nosso País. As nossas propostas continuarão sendo apresentadas aqui, porque nós queremos que o povo seja de novo incluído no orçamento público federal. É esse também o desejo do ex-Presidente Lula. Nós queremos que o Brasil volte a gerar emprego, volte a distribuir renda, tenha programas sociais de verdade, como era o Bolsa Família, e não essa farsa do Auxílio Brasil, que vai deixar dezenas de milhões de fora. Este momento exige de nós a denúncia firme aqui, exige da população a percepção de quem está de que lado, e exige do País, exige de todos nós reação. O Brasil não pode continuar semana a semana, mês a mês estampando notícias tão negativas para a vida as pessoas, como a inflação, o desemprego, que nós estamos vendo se acumular. - 08/11/2021Breves Comunicações
Participação do orador na Comissão Geral destinada ao debate das perspectivas do setor cultural brasileiro, ao ensejo da celebração do Dia Nacional da Cultura. Aversão do Governo Jair Bolsonaro à cultura. Vantagens econômicas advindas dos investimentos no setor cultural. Falta de transparência nos gastos do Presidente da República com o cartão corporativo.
Palavras-chave oficiais: COMISSÃO GERAL, SETOR CULTURAL, PARANÁ, CRÍTICA, GOVERNO FEDERAL, DISCURSO DE ÓDIO, EDITAL, CULTURA (ARTES), TRANSPARÊNCIA, CARTÃO DE CRÉDITO CORPORATIVO, EMENDA, RELATOR, ORÇAMENTO FEDERAL. COREIA DO NORTE, POLÍTICA CULTURAL, ECONOMIA, CULTURA (ARTES). LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, EX-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, GOVERNO, POLÍTICA CULTURAL, ELOGIO.
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, todos que nos assistem pela TV Câmara e nos ouvem pela Rádio Câmara, hoje, neste plenário, houve uma importante Comissão Geral para tentarmos refletir sobre perspectivas para o setor cultural. Quero, na pessoa da Deputada Benedita da Silva, que está aqui no plenário, parabenizar todos que organizaram a realização dessa Comissão Geral e que militam na defesa da cultura. Aproveitando a Comissão Geral, eu ouvi um pouco os que promovem a cultura no Paraná, as lideranças que organizam esse setor e, obviamente, me deparei com a dificuldade de ter perspectivas. Nós temos um governo no País que é alicerçado no ódio. Por mais insano que possa ser, tem ódio da educação, tem ódio da cultura, não consegue compreender a importância para a vida das pessoas de serviços, de ações, de segmentos como esse. Trago aqui o exemplo da Coreia do Norte, um país que apostou na cultura há 1 década, há 2 décadas, não apenas pensou naquilo que é claro ou importante, que é promover alegria, momentos de lazer, de diversão ao seu povo, mas pensou na cultura como uma atividade econômica para gerar emprego e renda. Hoje a Coreia do Norte colhe frutos econômicos muito fortes, com grandes sucessos na música, no cinema, nas séries que surgiram a partir do investimento na cultura. Trago, Deputada Benedita, lá do Paraná também a crítica ao Governo Federal pela maneira como conduz os poucos editais, os poucos recursos que estão disponíveis para a área cultural. Permanece o conceito da ausência total de transparência, que é uma marca do Bolsonaro, já que ninguém conseguiu descobrir como foram gastos os 50 milhões de cartão corporativo. Nós estamos aqui ouvindo as críticas e o debate sobre o orçamento secreto. Na área da cultura, com os editais da cultura não tem sido diferente. Alertaram-me que o mesmo está acontecendo nas estatais, que tinham no seu sites os editais publicados com clareza. Mas quem estava sendo beneficiado agora, na área da cultura, esconde para onde está indo o dinheiro. Nós temos que investigar, nós temos que questionar e nós temos que propor e defender mais investimentos na área da cultura e que eles sejam democratizados, para que cheguem aos pequenos Municípios, cheguem aos Estados mais distantes, sejam utilizados para as atividades culturais das periferias das grandes cidades e das metrópoles. O Brasil já provou que isso é possível. Lembro-me bem da época em que governava o País o ex-Presidente Lula. A cultura era diversa, era democrática, era transparente, e o País ampliava investimentos, diferentemente do que acontece agora. - 03/11/2021Breves Comunicações
Quadro de inflação, desemprego, fome e mortes decorrentes da Covid-19 no País. Extinção do Programa Bolsa Família e do auxílio emergencial, por irresponsabilidade e incompetência do Governo Jair Bolsonaro. Posicionamento do PT contrário à Proposta de Emenda à Constituição nº 23, de 2021, sobre a alteração do regime de pagamento de precatórios pela União.
Palavras-chave oficiais: CRÍTICA, GOVERNO FEDERAL, EXTINÇÃO, BOLSA FAMÍLIA, AUXÍLIO EMERGENCIAL, PANDEMIA, CORONAVÍRUS, MORTALIDADE, POLÍTICA SOCIAL, FOME. BANCADA PARLAMENTAR, PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT), VOTO CONTRÁRIO, PEC 23/2021, PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO, PARCELAMENTO, PRECATÓRIO.
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Presidente, o futuro é incerto, mas o futuro nunca foi tão incerto como neste momento no País. É evidente que a vida do povo brasileiro está cada vez mais dura, cada vez mais difícil: inflação, desemprego, fome, recorde de mortes durante a pandemia de COVID. A incompetência e a irresponsabilidade de Bolsonaro e de seu Governo levaram ao fim o programa Bolsa Família, assim como o auxílio emergencial, que nós criamos aqui, que só existiu no ano passado e neste ano por decisão do Congresso Nacional, que obrigou o Governo Federal a pagá-lo. O Bolsa Família foi criado pelo ex-Presidente Lula, reagrupando e melhorando programas já existentes, ampliando programas criados em Governos anteriores. A realidade do dia de amanhã é que a população brasileira não tem garantia, não tem certeza alguma. Fala-se do Auxílio Brasil, fala-se da PEC dos Precatórios - a "PEC do Calote" -, fala-se em alternativas, mas não há nada decidido, não há nada de concreto. Nossa posição, como bancada, como partido, obviamente é contra o calote, é contra a PEC dos Precatórios. Nós temos responsabilidade social, compromisso com o povo, e estamos aqui decididos e dispostos a votar e a aprovar qualquer tipo de auxílio, qualquer tipo de programa que olhe para os 20 milhões de brasileiros que estão passando fome, que olhe para outros muitos milhões que ainda não estão passando fome, mas que já não conseguem honrar suas contas, a conta do mercado não fecha, o dia a dia da família não flui. Nós estamos aqui decididos a dar todo o apoio necessário, mas é óbvio que cabe a nós denunciar irresponsabilidades. Decisões que estão sendo articuladas agora poderiam ter sido pensadas há 3 meses, há 6 meses. Estas são as marcas do Bolsonaro: a irresponsabilidade e a incompetência. Ele destruiu um programa como o Bolsa Família, que sempre deu certo. Não era apenas um programa social, mas um programa econômico, que levava dinheiro para as pequenas cidades, para a periferia das grandes metrópoles. Talvez isso vá ficar marcado na história como uma das grandes irresponsabilidades que Bolsonaro cometeu no período em que foi Presidente. Sr. Presidente, peço que minha fala fique registrada e conste no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação da Casa. Muito obrigado. - 27/10/2021Breves Comunicações
Aplausos ao canal Youtube e ao Facebook pela interrupção de transmissão ao vivo de declaração do Presidente Jair Bolsonaro sobre a vinculação da vacina da Covid-19 ao vírus da AIDS. Condenação de Vereador da Câmara Municipal de Curitiba, Estado do Paraná, por insultos, mentiras e difamações contra professores. Coibição da disseminação de fake news em pleitos eleitorais. Transcurso do 76º aniversário natalício do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Palavras-chave oficiais: FACEBOOK, RETIRADA, VÍDEO, JAIR BOLSONARO, PRESIDENTE DA REPÚBLICA, VACINA, AIDS, NOTÍCIA FALSA (FAKE NEWS), ELOGIO. CONDENAÇÃO CRIMINAL, VEREADOR, CURITIBA (PR), OFENSA, PROFESSOR, REDE PÚBLICA DE ENSINO. TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE), PERDA DE MANDATO ELETIVO, DEPUTADO ESTADUAL, NOTÍCIA FALSA (FAKE NEWS), PARANÁ, ELEIÇÕES. HOMENAGEM, ANIVERSÁRIO DE NASCIMENTO, LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, EX-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, ELEIÇÕES.
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, aos poucos, aqueles que propagam a mentira, a desinformação, as fake news; aos poucos aqueles que cultivam e exploram o ódio, em especial na Internet, começam a ser punidos. Quero enaltecer a atitude do Youtube e do Facebook, que retiraram do ar uma transmissão ao vivo do Presidente Bolsonaro, em que ele mais uma vez propagava mentira, de forma insana, inconsequente, vinculando o vírus da AIDS com a vacina para a COVID. No Paraná, um Vereador de Curitiba acaba de ser condenado à detenção, por 25 dias, por difamar, mentir, agredir e insultar professores da rede pública de ensino. Esse Vereador foi condenado porque é reincidente, pois já tinha feito isso outras vezes. No TSE, caminha a cassação de um Deputado também do Paraná - e a votação está em 3 a 0 pela cassação, mas ainda temos que aguardar o resultado - justamente por ter propagado fake news à exaustão, inclusive no dia da eleição. E o Paraná teve agora cassado um Deputado Estadual, no TSE, se não me engano do PSL. É claro que a cassação na Justiça Eleitoral, de qualquer eleito, nunca deve ser comemorada. O que nós queremos é preservar a vontade e a decisão do povo. Mas é óbvio que a Justiça, em especial a Justiça Eleitoral, porque vamos ter eleições no ano que vem, não pode mais tolerar a mentira, não pode mais ser conivente com fake news. Aqueles que construíram a carreira política com base em fake news estão com os dias contados. Vai sobrar espaço na política para quem construiu a carreira alicerçado na verdade e em realizações que de fato tenham mudado a vida do povo. Por isso Lula lidera as pesquisas. Por isso, hoje, estamos comemorando os 76 anos de idade dele, com Lula de cabeça erguida, porque é um líder público que construiu a carreira pautado pela verdade e para melhorar a vida do povo. Abaixo as fake news! Viva o aniversário do Presidente Lula! - 26/10/2021Breves Comunicações
Descaso do Governo Jair Bolsonaro com o País, notadamente com o Estado do Paraná. Cobrança de pedágios abusivos nas rodovias federais paranaenses.
Palavras-chave oficiais: GOVERNO, JAIR BOLSONARO, PRESIDENTE DA REPÚBLICA, OMISSÃO, RENOVAÇAO, PRAÇA DE PEDÁGIO, PEDÁGIO, RODOVIA, PARANÁ.
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres Deputados e Deputadas, todos que nos acompanham e assistem a esta sessão pela TV Câmara e nos ouvem pela Rádio Câmara, o descaso do Governo Bolsonaro com o Brasil, em especial com o meu Estado do Paraná, não tem fim. Nós percebemos isso semana a semana, mês a mês. Nos dias 27 e 28 de novembro, no Paraná, encerram os contratos mais criminosos de pedágio que já ocorreram na história do Brasil e, talvez, na história do mundo. O povo do Paraná, assim como o povo brasileiro, ou seja, quem passa pelas rodovias federais do Paraná, foi obrigado, nesses 25 anos, a pagar o pedágio mais caro do mundo, o pedágio mais caro do planeta. A data era certa há muito tempo, e, estranhamente, o Governo Federal não tomou as providências. Nós estamos na véspera desse encerramento - falta pouco mais de 1 mês - e não há sequer um edital publicado de uma nova licitação, que tem sido anunciada nos órgãos de imprensa, tem sido anunciada em eventos políticos, mas não existe no papel. Fala-se muito de um novo modelo de pedágio. Dizem que isso vai reduzir custos para quem usa as rodovias federais e, agora, infelizmente, algumas rodovias estaduais que foram incorporadas no Paraná. Mas isso não está no papel. E eu desconfio do porquê de não estar no papel: é uma fake news institucional, é uma grande mentira o que estão pregando para o povo do Paraná e para quem usa aquelas rodovias. Não há nada de novo no modelo. É o velho modelo das concessionárias, que ganham muito dinheiro; é o velho modelo das obras que nunca saem do papel; é o velho modelo do povo pagando uma tarifa de pedágio absurda. Em algumas praças, o pedágio chega hoje a 19 reais, 25 reais, quase 30 reais. O Governo Federal peca por omissão nesse caso. Nós não vamos deixar isso barato. Apresentei uma série de iniciativas aos órgãos de controle e, se necessário, apresentarei ao TCU e ao Supremo Tribunal Federal, para que possamos inclusive desmascarar essa tese do novo pedágio. Querem criar 15 novas praças de pedágios! Enganam o povo diminuindo o valor em algumas praças que já existem, mas é óbvio que, quando as pessoas fizerem a conta do pedágio, perceberão que o custo para circular vai ficar muito mais caro. Querem manter concessionárias que não cumpriram contratos, que não fizeram obras, que respondem na Justiça. Isso é um absurdo! Isso é inaceitável! O povo do Paraná quer ficar livre de pedágios abusivos e criminosos. O povo do Paraná quer ficar livre de tarifas abusivas e irreais. Para isso, nós sabemos qual é o modelo ideal: o modelo da disputa entre as empresas que escolha exclusivamente a concessionária pela menor tarifa e pelo menor preço. É isso que nós vamos defender até o último dia. - 21/10/2021Breves Comunicações
Caráter eleiçoeiro do Programa Auxílio Brasil. Desestruturação do Programa Bolsa Família e de outros programas sociais pelo Presidente Jair Bolsonaro. Agravamento da fome e da miséria no País. Subordinação da política econômica do Ministro Paulo Guedes ao capitalismo.
Palavras-chave oficiais: PROGRAMA AUXÍLIO BRASIL, CRITICA. PAULO GUEDES, MINISTRO DE ESTADO DA ECONOMIA, GESTÃO, ECONOMIA, AUMENTO, FOME, EXTREMA POBREZA. AUXILIO EMERGENCIAL, PANDEMIA, CORONAVÍRUS, VALOR.
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Bom dia, Presidenta. Nossa saudação aos demais colegas, a todos que assistem à sessão e nos ouvem pela TV Câmara e pela Rádio Câmara. Nosso papel sempre foi e tem que ser o de mostrar à população brasileira a verdade. Nesses últimos tempos, é claro, cada vez mais tem sido uma tarefa nossa no Parlamento desfazer as mentiras que nós vivemos sobre um Governo eleito em 2018 a partir de fake news, um Governo que conduz o País, desde 2019, também pautado pela mentira, pautado pelas fake news. Eu quero chamar a atenção de quem está assistindo à sessão, de quem está nos ouvindo sobre o propagado Auxílio Brasil. Está claro, está provado, está evidente que é uma medida eleitoreira, eu diria até criminosa. Bolsonaro, junto com Paulo Guedes, está criando um programa que não pode ser chamado de programa porque é temporário. Pode até não estar no papel, mas, na cabeça deles, tem data para acabar: dia 2 de outubro de 2022. Bolsonaro sempre atacou o Bolsa Família. Bolsonaro sempre fez de tudo para destruir programas sociais. Lança o Auxílio Brasil até como um gesto de desespero de quem tem, a cada pesquisa, a sua rejeição aumentada, de quem vê, cada vez mais, diminuir a sua base de apoio político e eleitoral. Nós temos que nos preocupar é com a população brasileira. A população brasileira está passando fome! O Brasil voltou a ter um contingente gigantesco de pessoas que estão vivendo na miséria. Da nossa parte, a nossa luta seguirá sendo a mesma: dinheiro na mão do povo! Enquanto o Brasil não vencer a pandemia, enquanto nós continuarmos com essa política econômica criminosa, equivocada, subordinada aos milionários e aos banqueiros de Paulo Guedes, haverá auxílio, sim. No que depender de nós, não vai ser uma migalha de 400 reais. Tem que ser 600 reais, 1.200 reais para algumas famílias mais carentes. Provamos que o Brasil pode, sim, pagar, pois pagou muito bem no ano de 2020. Então, fica aqui o meu repúdio e a minha indignação à atitude eleitoreira, mas registro do meu compromisso de ajudar o povo a ter dinheiro no bolso para poder minimamente sobreviver. - 19/10/2021Comissão Geral
Debate de políticas públicas em apoio e defesa dos direitos das vítimas da Covid-19. Incompetência do Presidente Jair Bolsonaro e do Ministério da Saúde no enfrentamento à epidemia de coronavírus. Apresentação pelo orador do Projeto de Lei nº 907, de 2021, a respeito da garantia de reabilitação, pelo Sistema Único de Saúde - SUS, de sequelados pela Covid-19.
Palavras-chave oficiais: COMISSÃO GERAL, DEBATE, POLÍTICA PÚBLICA, PROTEÇÃO, DEFESA, DIREITOS, VÍTIMA, PANDEMIA, CORONAVIRUS. PL 907/2021, PROJETO DE LEI ORDINÁRIA, GARANTIA, REABILITAÇÃO, PACIENTE CONTAMINADO, PANDEMIA, CORONAVÍRUS, SEQUELA, SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS), DEFESA. JAIR BOLSONARO, PRESIDENTE DA REPÚBLICA, MINISTÉRIO DA SAÚDE, ATUAÇÃO, COMBATE, PANDEMIA, CORONAVÍRUS, CRÍTICA.
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR) - Sr. Presidente, eu quero parabenizá-lo pela importante iniciativa desta Comissão Geral e quero parabenizá-lo pela criação dessa associação nacional que já está defendendo as vítimas da COVID, da pandemia. Todos nós sabemos que são vítimas não apenas do coronavírus, da pandemia; são vítimas da irresponsabilidade, da insanidade, da inconsequência, da incompetência do Bolsonaro e do Ministério da Saúde ao conduzirem a ação e a reação que o Brasil deveria ter. Eu queria pedir apoio e queria chamar a atenção para o projeto de lei que apresentei no início deste ano. Já faz 1 ano e meio que pessoas estão ficando com graves sequelas em razão da COVID e, até hoje, o Ministério da Saúde não fez a sua obrigação. Depois de 1 ano e meio, o Ministério da Saúde não fez o mínimo que cabe ao Ministério, que é criar uma política pública nacional de atendimento, integrada ao SUS, às pessoas que ficaram com sequelas em razão da COVID. É inacreditável que o Ministério da Saúde não tenha feito isso! Criar uma política nacional para que Estados e Municípios, dentro de uma ação do SUS, tenham mais equipamentos, tenham mais profissionais de saúde, tenham a contratação de um número maior de serviços para atender as pessoas que ficaram com sequelas é algo tão óbvio que nem necessitaria de um projeto de lei. Mas, como o Ministério da Saúde não faz isso, eu apresentei esse projeto de lei, que está apensado a vários outros projetos de lei, iniciativas importantes de outros Deputados e Deputadas. Com essa lei aprovada, nós vamos obrigar o Ministério da Saúde a fazer a sua obrigação. E as pessoas que hoje estão sofrendo muito em razão das sequelas da COVID, com dificuldades enormes de atendimento, não vão mais precisar passar por esse dissabor. O meu pedido é de apoio ao projeto de lei, mas é (falha na transmissão) a Comissão de Seguridade Social e Família. Ele deveria vir imediatamente ao Plenário. Este é o meu pleito. Este é o pleito de quem ficou... (Desligamento automático do microfone.) - 13/10/2021Breves Comunicações
Responsabilidade do Presidente Jair Bolsonaro pelos sucessivos aumentos nos preços de combustíveis e dos componentes da cesta básica. Contradição entre a alta lucratividade alcançada pela empresa Petróleo Brasileiro S/A - PETROBRAS; pela Companhia Paranaense de Energia - COPEL; e pela Companhia de Saneamento do Paraná - SANEPAR e o quadro de fome e miséria reinante no País. Necessidade de abertura, pela Casa, de processo de impeachment contra o Presidente Jair Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: JAIR BOLSONARO, PRESIDENTE DA REPUBLICA, AUMENTO, PREÇO, COMBUSTÍVEL, CESTA BÁSICA, FOME, POBREZA, IMPEACHMENT. LUCRO, PETRÓLEO BRASILEIRO (PETROBRAS), COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA (COPEL), COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANÁ (SANEPAR).
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O SR. ZECA DIRCEU (PT - PR. Sem revisão do orador.) - Saúdo todos os Deputados, Deputadas e aqueles que nos assistem ou ouvem pela TV Câmara e Rádio Câmara. Por irresponsabilidade de Bolsonaro, mais uma vez, o preço dos combustíveis foi reajustado. Com esse reajuste, também é reajustado o preço dos serviços de transporte. E, com esse reajuste no custo dos transportes, obviamente, o custo de todos os produtos sobe. Quem tem ido ao supermercado e visto os produtos e a cesta básica cada vez mais caros, precisa saber, sim, que isso tem relação com as decisões de Bolsonaro, com as decisões da PETROBRAS. Por exemplo, a postura do Paraná, por meio da COPEL e da SANEPAR, nossas empresas de energia e água, é de uma inconsequência sem tamanho. As contas de água e luz também estão cada vez mais caras. Enquanto isso, o que nós vemos ao fim de cada ano? A PETROBRAS, a COPEL e a SANEPAR terem bilhões de lucro. E esses bilhões estão sendo divididos para meia dúzia de bilionários, que ficam cada vez mais bilionários. E à custa de quê? À custa da volta da fome. Já são 20 milhões de brasileiros que passam fome. A miséria voltou com força ao País. Isso é inaceitável. É inaceitável que empresas públicas, como a PETROBRAS, a SANEPAR, a COPEL e tantas outras nos demais Estados, sangrem o bolso de cada brasileiro e brasileira, elevem os custos da produção, o que afeta os custos da indústria e das demais cadeias de suprimento no País. O Congresso Nacional precisa ter uma posição mais firme. O Congresso Nacional precisa reagir. E eu não consigo ver outra reação que não seja abrir as centenas de pedidos de impeachment que temos no Congresso Nacional. Bolsonaro e quem está na PETROBRAS precisam entender que essas atitudes insanas, irresponsáveis e inconsequentes têm reação por parte do Congresso. O povo brasileiro não pode ficar com um custo de vida cada vez mais alto, as famílias não podem mais continuar se endividando. Por isso, a responsabilidade dessa reação é nossa, do Congresso Nacional.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.