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Detector de Bananada

Contexto econômico

A Bananada do Poder de Compra

Quanto valia o salário mínimo em cada governo e quanto subiram comida, moradia, transporte e saúde. Os fatos ficam lado a lado com a política; a conclusão é sua.

Contexto, não culpa: preços dependem de dólar, petróleo, clima, guerras e muito mais. Os números aparecem lado a lado com a política, sem relação de causa. Por isso não damos selo nem nota a ninguém nesta página.

Salário mínimo hoje

R$ 1.621

Valor nominal em out/2026 · Banco Central do Brasil — SGS, série 1619

O mínimo de 2003 em reais de hoje

R$ 738

R$ 200 em jan/2003, corrigido pelo IPCA até set/2026

Ganho real desde então

+119,7%

Quanto o mínimo de set/2026 compra a mais que o de jan/2003

O salário mínimo em reais de hoje

Cada mês corrigido pelo IPCA até set/2026. As faixas verdes mostram cada governo; as hachuradas, crises e choques.

Lula 1-2DilmaTemerBolson.Lula 3R$ 0R$ 875R$ 1.750200320072011201520192023

Faixa em destaque: Pandemia de COVID-19 · mar/2020–mai/2022 · fonte: Ministério da Saúde — Portaria GM/MS nº 913/2022

Faixas hachuradas: crises e choques (contexto, não causa)

  1. Crise financeira global e recessão de 2008–2009 · out/2008–mar/2009 · fonte: FGV IBRE — Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (CODACE)
  2. Recessão de 2014–2016 · abr/2014–dez/2016 · fonte: FGV IBRE — Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (CODACE)
  3. Greve dos caminhoneiros · mai/2018 · fonte: IBGE — Agência de Notícias (Pesquisa Industrial Mensal, maio/2018)
  4. Recessão de 2020 · jan/2020–jun/2020 · fonte: FGV IBRE — Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (CODACE)
  5. Crise hídrica e bandeira de escassez hídrica · set/2021–abr/2022 · fonte: Governo Federal / ANEEL — fim da bandeira de escassez hídrica
  6. Guerra na Ucrânia e alta dos combustíveis · fev/2022–dez/2022 · fonte: ONU News — início da ofensiva em 24/02/2022
  7. Enchentes no Rio Grande do Sul · mai/2024 · sobretudo no RS · fonte: Defesa Civil Nacional — Portaria nº 1.354, de 02/05/2024

Fontes: Banco Central do Brasil — SGS, série 1619 (até out/2026) e IBGE — SIDRA, tabela 1737 (até set/2026).

Cada governo, do primeiro ao último mês

Salário mínimo no começo e no fim do mandato, ganho real (acima da inflação) e quanto cada grupo de preços subiu no período.

  • Lula (3º mandato)

    jan/2023 – set/2026 (em curso)

    Salário mínimo
    R$ 1.302 → R$ 1.621 (+4,7% real)
    Inflação geral
    +18,9%
    Alimentação e bebidas
    +16,9%
    Habitação
    +20,7%
    Transportes
    +17,3%
    Saúde e cuidados pessoais
    +25,1%

    Este mandato inclui: enchentes no Rio Grande do Sul (mai/2024; regional: RS).

  • Jair Bolsonaro

    jan/2019 – dez/2022

    Salário mínimo
    R$ 998 → R$ 1.212 (-4,3% real)
    Inflação geral
    +26,9%
    Alimentação e bebidas
    +46,3%
    Habitação
    +23,8%
    Transportes
    +25%
    Saúde e cuidados pessoais
    +23,6%

    Este mandato inclui: recessão de 2020 (jan/2020–jun/2020); pandemia de COVID-19 (mar/2020–mai/2022); crise hídrica e bandeira de escassez hídrica (set/2021–abr/2022); guerra na Ucrânia e alta dos combustíveis (fev/2022–dez/2022).

  • Michel Temer

    ago/2016 – dez/2018

    Salário mínimo
    R$ 880 → R$ 954 (+0,2% real)
    Inflação geral
    +8,2%
    Alimentação e bebidas
    +1,9%
    Habitação
    +12,5%
    Transportes
    +11%
    Saúde e cuidados pessoais
    +13,7%

    Este mandato inclui: recessão de 2014–2016 (abr/2014–dez/2016); greve dos caminhoneiros (mai/2018).

  • Dilma Rousseff

    jan/2011 – ago/2016

    Salário mínimo
    R$ 540 → R$ 880 (+10% real)
    Inflação geral
    +48,2%
    Alimentação e bebidas
    +57,4%
    Habitação
    +45,2%
    Transportes
    +21,2%
    Saúde e cuidados pessoais
    +44,3%

    Este mandato inclui: recessão de 2014–2016 (abr/2014–dez/2016).

  • Lula (1º e 2º mandatos)

    jan/2003 – dez/2010

    Salário mínimo
    R$ 200 → R$ 510 (+62,7% real)
    Inflação geral
    +56,7%
    Alimentação e bebidas
    —
    Habitação
    —
    Transportes
    —
    Saúde e cuidados pessoais
    —

    Este mandato inclui: crise financeira global e recessão de 2008–2009 (out/2008–mar/2009).

Inflação por grupo: IBGE — SIDRA, tabelas 1419 (2012–2019) e 7060 (2020 em diante), disponível a partir de jan/2012 (no governo Dilma, os grupos cobrem só de jan/2012 em diante; a inflação geral cobre o mandato inteiro). Transportes inclui gasolina, diesel e etanol; Saúde inclui remédios. Mandato em curso: até o último mês publicado. Ganho real = quanto o mínimo do último mês compra a mais que o do primeiro, depois de descontar a inflação.

Quanto 1 salário mínimo compra de combustível e gás

Preço médio mensal de revenda no Brasil (ANP — Levantamento de Preços de Combustíveis (série histórica mensal)), dividido pelo salário mínimo do mesmo mês.

Litros de gasolina por salário mínimo

247,9

Gasolina a R$ 6,54 o litro em set/2026 · ANP

Botijões de gás (13 kg) por salário mínimo

14,2

Botijão a R$ 114,33 em set/2026 · ANP

Litros de gasolina que 1 salário mínimo comprava, mês a mês

Lula 1-2DilmaTemerBolson.Lula 30 L151 L200320072011201520192023

Faixa em destaque: Pandemia de COVID-19 · mar/2020–mai/2022 · fonte: Ministério da Saúde — Portaria GM/MS nº 913/2022

Faixas hachuradas: crises e choques (contexto, não causa)

  1. Crise financeira global e recessão de 2008–2009 · out/2008–mar/2009 · fonte: FGV IBRE — Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (CODACE)
  2. Recessão de 2014–2016 · abr/2014–dez/2016 · fonte: FGV IBRE — Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (CODACE)
  3. Greve dos caminhoneiros · mai/2018 · fonte: IBGE — Agência de Notícias (Pesquisa Industrial Mensal, maio/2018)
  4. Recessão de 2020 · jan/2020–jun/2020 · fonte: FGV IBRE — Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (CODACE)
  5. Crise hídrica e bandeira de escassez hídrica · set/2021–abr/2022 · fonte: Governo Federal / ANEEL — fim da bandeira de escassez hídrica
  6. Guerra na Ucrânia e alta dos combustíveis · fev/2022–dez/2022 · fonte: ONU News — início da ofensiva em 24/02/2022
  7. Enchentes no Rio Grande do Sul · mai/2024 · sobretudo no RS · fonte: Defesa Civil Nacional — Portaria nº 1.354, de 02/05/2024
  • Lula (3º mandato)

    jan/2023 → set/2026

    Gasolina (litros)
    257,8 → 247,9
    Botijões de gás
    12 → 14,2

    Este mandato inclui: enchentes no Rio Grande do Sul (mai/2024; regional: RS).

  • Jair Bolsonaro

    jan/2019 → dez/2022

    Gasolina (litros)
    233,8 → 243,9
    Botijões de gás
    14,4 → 11,1

    Este mandato inclui: recessão de 2020 (jan/2020–jun/2020); pandemia de COVID-19 (mar/2020–mai/2022); crise hídrica e bandeira de escassez hídrica (set/2021–abr/2022); guerra na Ucrânia e alta dos combustíveis (fev/2022–dez/2022).

  • Michel Temer

    ago/2016 → dez/2018

    Gasolina (litros)
    241 → 218,6
    Botijões de gás
    16,7 → 13,8

    Este mandato inclui: recessão de 2014–2016 (abr/2014–dez/2016); greve dos caminhoneiros (mai/2018).

  • Dilma Rousseff

    jan/2011 → ago/2016

    Gasolina (litros)
    206,7 → 241
    Botijões de gás
    14,2 → 16,7

    Este mandato inclui: recessão de 2014–2016 (abr/2014–dez/2016).

  • Lula (1º e 2º mandatos)

    jan/2003 → dez/2010

    Gasolina (litros)
    92,6 → 196
    Botijões de gás
    6,8 → 13,4

    Este mandato inclui: crise financeira global e recessão de 2008–2009 (out/2008–mar/2009).

ProdutoHojeJan/2003 em R$ de hoje
Gasolina comum / litroR$ 6,54R$ 7,97
Etanol hidratado / litroR$ 4,08R$ 5,11
Óleo diesel / litroR$ 6,70R$ 5,64
Gás de cozinha (botijão de 13 kg) / botijãoR$ 114,33R$ 108,28

Fonte: ANP — Levantamento de Preços de Combustíveis (série histórica mensal) (até set/2026); salário mínimo: Banco Central (SGS 1619). Valores de 2003 corrigidos pelo IPCA até set/2026. Preço depende de petróleo, dólar, impostos e muito mais: aqui é contexto, não culpa.

Renda por faixa da população

Rendimento médio mensal domiciliar per capita: a renda da casa dividida por quem mora nela. Valores de cada ano corrigidos pelo IPCA até set/2026.

Em 2025, em reais de set/2026

  • 10% mais pobresR$ 282

    R$ 268 por mês a preços médios de 2025

  • Faixa do meio (P40–P60)R$ 1.513

    R$ 1.436 por mês a preços médios de 2025

  • Média geralR$ 2.386

    R$ 2.264 por mês a preços médios de 2025

  • 10% mais ricosR$ 9.610

    R$ 9.117 por mês a preços médios de 2025

  • 1% mais ricoR$ 26.324

    R$ 24.973 por mês a preços médios de 2025

Fonte: IBGE — PNAD Contínua anual, SIDRA tabela 7531. PNAD Contínua de 2025; correção pelo IPCA até set/2026. A barra de cada faixa é proporcional ao valor.

10% mais ricos ÷ 10% mais pobres, 2025

34,1×

Em 2025, o rendimento médio dos 10% mais ricos foi 34,1× o dos 10% mais pobres (R$ 9.117 contra R$ 268 por mês, a preços de 2025).

Fonte: IBGE — PNAD Contínua anual, SIDRA tabela 7531.

Ano a ano, em reais de set/2026

  • 202510% mais ricos ÷ 10% mais pobres: 34,1×
    10% mais pobres
    R$ 282
    Meio
    R$ 1.513
    Média geral
    R$ 2.386
    10% mais ricos
    R$ 9.610
    1% mais rico
    R$ 26.324
  • 202410% mais ricos ÷ 10% mais pobres: 32,1×
    10% mais pobres
    R$ 275
    Meio
    R$ 1.437
    Média geral
    R$ 2.233
    10% mais ricos
    R$ 8.837
    1% mais rico
    R$ 23.941
  • 202310% mais ricos ÷ 10% mais pobres: 35,8×
    10% mais pobres
    R$ 243
    Meio
    R$ 1.345
    Média geral
    R$ 2.128
    10% mais ricos
    R$ 8.698
    1% mais rico
    R$ 23.650
  • 202210% mais ricos ÷ 10% mais pobres: 39,5×
    10% mais pobres
    R$ 196
    Meio
    R$ 1.214
    Média geral
    R$ 1.908
    10% mais ricos
    R$ 7.735
    1% mais rico
    R$ 20.917
  • 202110% mais ricos ÷ 10% mais pobres: 61,3×
    10% mais pobres
    R$ 124
    Meio
    R$ 1.087
    Média geral
    R$ 1.785
    10% mais ricos
    R$ 7.604
    1% mais rico
    R$ 21.030
  • 202010% mais ricos ÷ 10% mais pobres: 43,8×
    10% mais pobres
    R$ 182
    Meio
    R$ 1.209
    Média geral
    R$ 1.921
    10% mais ricos
    R$ 7.980
    1% mais rico
    R$ 22.610
  • 201910% mais ricos ÷ 10% mais pobres: 54,4×
    10% mais pobres
    R$ 158
    Meio
    R$ 1.228
    Média geral
    R$ 2.009
    10% mais ricos
    R$ 8.597
    1% mais rico
    R$ 24.863
  • 201810% mais ricos ÷ 10% mais pobres: 54×
    10% mais pobres
    R$ 158
    Meio
    R$ 1.198
    Média geral
    R$ 1.981
    10% mais ricos
    R$ 8.536
    1% mais rico
    R$ 24.208
  • 201710% mais ricos ÷ 10% mais pobres: 50,1×
    10% mais pobres
    R$ 162
    Meio
    R$ 1.169
    Média geral
    R$ 1.911
    10% mais ricos
    R$ 8.121
    1% mais rico
    R$ 22.402
  • 201610% mais ricos ÷ 10% mais pobres: 45,9×
    10% mais pobres
    R$ 176
    Meio
    R$ 1.158
    Média geral
    R$ 1.905
    10% mais ricos
    R$ 8.077
    1% mais rico
    R$ 22.023
  • 201510% mais ricos ÷ 10% mais pobres: 39,1×
    10% mais pobres
    R$ 204
    Meio
    R$ 1.202
    Média geral
    R$ 1.930
    10% mais ricos
    R$ 7.978
    1% mais rico
    R$ 21.814
  • 201410% mais ricos ÷ 10% mais pobres: 38,4×
    10% mais pobres
    R$ 216
    Meio
    R$ 1.230
    Média geral
    R$ 1.995
    10% mais ricos
    R$ 8.305
    1% mais rico
    R$ 22.123
  • 201310% mais ricos ÷ 10% mais pobres: 41,2×
    10% mais pobres
    R$ 199
    Meio
    R$ 1.186
    Média geral
    R$ 1.942
    10% mais ricos
    R$ 8.195
    1% mais rico
    R$ 22.461
  • 201210% mais ricos ÷ 10% mais pobres: 44,7×
    10% mais pobres
    R$ 180
    Meio
    R$ 1.130
    Média geral
    R$ 1.880
    10% mais ricos
    R$ 8.053
    1% mais rico
    R$ 22.764

Fonte: IBGE — PNAD Contínua anual, SIDRA tabela 7531. Cada linha é a PNAD Contínua daquele ano, com os valores a preços médios do ano corrigidos pelo IPCA até set/2026. Faixa do meio = pessoas entre os 40% e os 60% da distribuição de renda. A renda domiciliar per capita soma rendimentos de todas as fontes (trabalho, aposentadorias, aluguéis, programas sociais etc.).

Como ler as faixas de crise

Metodologia desta página

As faixas hachuradas marcam crises e choques com data conferida em fonte oficial (recessões pela datação do CODACE/FGV; pandemia pelo Ministério da Saúde; crise hídrica pela ANEEL etc.), numa tabela pública que qualquer pessoa pode revisar. Elas são contexto: mostram o que acontecia no país e no mundo, sem dizer que um governo causou ou resolveu a crise.

Ver todos os eventos, com datas e fontes
  1. Pandemia de COVID-19 (mar/2020–mai/2022). Primeiro caso confirmado no Brasil em 26/02/2020; a OMS declarou pandemia em 11/03/2020. A Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional terminou com a Portaria GM/MS nº 913, de 22/04/2022, em vigor em 22/05/2022. Fonte: Ministério da Saúde — Portaria GM/MS nº 913/2022.
  2. Crise financeira global e recessão de 2008–2009 (out/2008–mar/2009). A crise financeira que começou nos Estados Unidos chegou ao Brasil. O CODACE (FGV) data a recessão brasileira do 4º trimestre de 2008 ao 1º trimestre de 2009. Fonte: FGV IBRE — Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (CODACE).
  3. Recessão de 2014–2016 (abr/2014–dez/2016). Recessão longa da economia brasileira. O CODACE (FGV) data a recessão do 2º trimestre de 2014 ao 4º trimestre de 2016 (na datação mensal, de abr/2014 a dez/2016, 33 meses). Fonte: FGV IBRE — Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (CODACE).
  4. Greve dos caminhoneiros (mai/2018). Paralisação nacional do transporte rodoviário de cargas, de 21 de maio até o fim de maio de 2018. Faltaram combustível e alimentos em várias cidades; a produção industrial caiu 10,9% em maio, segundo o IBGE. Fonte: IBGE — Agência de Notícias (Pesquisa Industrial Mensal, maio/2018).
  5. Recessão de 2020 (jan/2020–jun/2020). Recessão curta e profunda, ligada à pandemia. O CODACE (FGV) data a recessão do 1º ao 2º trimestre de 2020. Fonte: FGV IBRE — Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (CODACE).
  6. Crise hídrica e bandeira de escassez hídrica (set/2021–abr/2022). Seca nos reservatórios das hidrelétricas levou à bandeira tarifária extra de escassez hídrica (R$ 14,20 a cada 100 kWh), de setembro de 2021 a 15 de abril de 2022. Fonte: Governo Federal / ANEEL — fim da bandeira de escassez hídrica.
  7. Guerra na Ucrânia e alta dos combustíveis (fev/2022–dez/2022). A Rússia invadiu a Ucrânia em 24/02/2022 e o preço do petróleo subiu no mundo todo. A guerra continuou depois; a faixa marca só 2022, o ano do choque nos combustíveis. Fonte: ONU News — início da ofensiva em 24/02/2022.
  8. Enchentes no Rio Grande do Sul (mai/2024). Chuvas intensas desde 24/04/2024 levaram o RS a decretar calamidade pública em 1º/05/2024 (Decreto estadual nº 57.596), reconhecida pelo governo federal em 02/05/2024. Afetou sobretudo o Rio Grande do Sul. Fonte: Defesa Civil Nacional — Portaria nº 1.354, de 02/05/2024.

Tabela completa: /api/v1/eventos (arquivo dados/eventos.toml no código aberto).

Em breve

Fontes ainda em validação: só publicamos número com fonte oficial conferida.

Cestas básicas

O DIEESE publica o custo da cesta por capital só em um formulário interativo, sem arquivo ou API aberta estável. Entra quando houver uma fonte baixável oficial.