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Foto de Túlio Gadêlha

Deputado · Câmara

Túlio Gadêlha

PSD · PE

Centro-direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Túlio Gadêlha Sales de Melo · 38 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 86 de 100, Cara Bom0406080100

86/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 81% dos deputados · média do partido: 73

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 92%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 79%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 86%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 83%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 90%das 718 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 94%das 772 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.tuliogadelha@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5360
Gabinete
Gabinete 360, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

92%

Esteve em 359 de 391 sessões

Melhor que 34% dos deputadosMédia do partido: 93%

Votou nas votações

79%

Registrou voto em 896 de 1.128 votações nominais

Melhor que 43% dos deputadosMédia do partido: 75%

Iniciativas que viraram lei

2

de 34 projetos apresentados (6%)

4 avançaram · 22 em andamento · 6 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

90%

Em 718 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 77% dos deputadosMédia do partido: 79%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

225 discursos na tribuna · de 25/02/2019 a 07/07/2026.

  • 07/07/2026

    O Deputado celebrou a aprovação de Projeto de Lei Complementar nº 41, de 2026, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres e a destinação de recursos às ações de enfrentamento ao feminicídio e de garantia da vida de meninas e mulheres, além de criticar a cultura red pill e seus efeitos misóginos nas escolas e redes sociais. Também elogiou a Governadora Raquel Lyra, que ampliou recursos para a proteção da mulher, centros de referência, creches, casas de passagem, cozinhas comunitárias e ações de emancipação financeira em Pernambuco.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,enfrentamento,Violência contra a mulher,Aprovação,Elogio Governadora,Pernambuco,Política pública,proteção,Mulher,Elogio

    Ler a transcrição oficial
    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/PSD - PE. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Presidente, estimados colegas, este Parlamento, mesmo esvaziado da forma como está, faz história no dia de hoje: a gente conseguiu aprovar um projeto de lei que valoriza as mulheres, combate a violência, mas, acima de tudo, garante orçamento, dinheiro para uma política pública. Este é um dia histórico. Mas eu queria falar do problema que é a lógica dessa cultura red pill, que invade as escolas, que faz com que as crianças que acessam as redes sociais possam se encontrar e multiplicar esse discurso misógino contra as mulheres. É importante a gente investir na educação cidadã, é importante a gente dar atenção às crianças, mas, sobretudo, construir um Estado brasileiro com políticas públicas eficazes. Por isso, ao aproveitar o dia de hoje, em que a gente garante orçamento para políticas de proteção às mulheres, eu queria dizer que, no meu Estado de Pernambuco, a Governadora Raquel Lyra já vem fazendo isso no seu Governo. Eu lembro que, quando a Governadora assumiu, o orçamento reservado para as mulheres era de aproximadamente 22 milhões de reais. A Governadora conseguiu triplicar esse orçamento e garantir 85 milhões de reais de investimentos em veículos para a proteção da mulher, em centros de referência da mulher brasileira — CRMBs. Se a delegacia da mulher consegue encontrar o agressor, puni-lo e prendê-lo, quem cuida da mulher que foi agredida? É por isso que a gente precisa pulverizar centros de referência da mulher brasileira em todas as cidades do País. Em Pernambuco, em toda a história do Estado, foram 31 centros construídos. Em 3 anos e meio, a primeira mulher eleita Governadora construiu mais trinta, dobrou o número de centros de referência da mulher brasileira. É isso que garante uma política de assistência à mulher, a política de assistência psicológica, de assistência social e também de assistência jurídica, para que a mulher possa conhecer seus direitos e também se afastar do agressor. Presidente, precisamos de recursos públicos investidos na proteção à mulher. Precisamos ter, cada vez mais, festivais de empreendedorismo para que as mulheres possam se emancipar financeiramente — e, em Pernambuco, há dezenas desses festivais. Precisamos também de mais casas de passagem, para que aquela mulher tenha um abrigo temporário enquanto reflete sobre a vida, sobre a sua relação conjugal e até cuida dos seus filhos. Mas precisamos de creches — e é de creche de verdade que a gente precisa. A gente não precisa de galpão de criança; a gente não precisa de crianças que façam rodízio nas creches. A gente precisa da vaga garantida em cada cidade, desde as menores cidades, para aquela criança cuja mãe precisa trabalhar, precisa arrumar um emprego, precisa garantir o pão na mesa. E é por isso, Presidente, que a gente precisa fazer com que essa cultura e essa política de creches possam ser capilarizadas no Brasil. Pernambuco vai construir mais de cem creches este ano. Creches com uma pia pequenininha para que a criança possa aprender a escovar os dentes; creches com sala de aula, com cadeiras pequenininhas; creches com profissionais de verdade para educar essas crianças. Olha, não é depósito de criança, é creche de verdade. Eu aproveito a Presidência do Deputado Coronel Meira, que está aqui e sabe da realidade de Pernambuco, para dizer que nós precisamos cada vez mais investir no cuidado à mulher — e isso também passa, Coronel, pela construção de mais cozinhas comunitárias. Essas cozinhas hoje entregam 70 mil refeições àqueles pernambucanos que estão em situação de vulnerabilidade. Isso faz com que a mulher não só economize o dinheiro da feira, mas também tenha mais tempo para ficar com a sua família, para ajudar o filho na lição e para poder, quem sabe, até arrumar um emprego, se ela estiver desempregada. Se virmos que a mulher vai ter mais tempo dentro de casa para cuidar da casa, ela vai conseguir, sem dúvida, ajudar na educação do filho — e as cozinhas cumprem essa função. E é por isso, Presidente, que a gente finaliza parabenizando a Governadora Raquel Lyra pelo trabalho que vem fazendo em Pernambuco em defesa da mulher, com política pública de verdade, com políticas afirmativas e com recursos. Parabéns, Raquel.
  • 07/07/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei Complementar nº 41, de 2026, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres e a destinação de recursos às ações de enfrentamento ao feminicídio e de garantia da vida de meninas e mulheres.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Bloco parlamentar,União Brasil,Progressistas (PP),Republicanos (partido político),Movimento Democrático Brasileiro (MDB),Federação PSDB Cidadania,Podemos (PODE) (2016),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/PSD - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nosso bloco orienta "sim". Nosso bloco tem preocupação com a realidade do Brasil hoje, com o aumento da criminalidade e da violência contra a mulher, mas também com a falta de políticas públicas em muitos Municípios do nosso País. A gente observa, Presidente, cada vez mais as redes sociais inflamando homens contra mulheres, um debate de ódio, um debate que essas gerações, essas crianças estão levando para a escola por terem acesso nas redes a esse tipo de conteúdo. É por isso que a gente precisa investir na educação e sobretudo combater com políticas públicas a violência. Por isso, Presidente, o nosso bloco orienta "sim". Eu peço o tempo de Líder após a orientação de cada colega aqui.
  • 27/05/2026

    O Deputado defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho. Além disso, criticou Parlamentares contrários à medida, acusando-os de apoiar propostas que ampliariam a carga horária semanal dos trabalhadores. Também argumentou que a redução da jornada para 40 horas semanais não comprometeria a produtividade, citando experiências internacionais e defendendo que trabalhadores com mais tempo de descanso, qualificação e convivência familiar tendem a apresentar melhor desempenho. Ademais, destacou os impactos do tempo de deslocamento, da urbanização e do avanço tecnológico sobre a saúde dos trabalhadores, mencionando o aumento de afastamentos por transtornos mentais. Por fim, atribuiu ao Presidente Lula e a setores progressistas a defesa histórica dos direitos trabalhistas e da melhoria das condições de vida da classe trabalhadora.

    Palavras-chave oficiais: Aprovação,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Produtividade,Saúde mental,Economia,Convivência familiar,Avanço tecnológico,Direitos do trabalhador,Qualidade de vida,Presidente da República,Direita política

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/PSD - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A minha fala, Pastor Otoni, vai no sentido de fazer justiça aos que lutam, de fazer justiça àqueles que pensam no coletivo. A gente viu aqui tentativas, Pastor Otoni, de enganar a população brasileira. A gente viu aqui Parlamentares do outro lado que se dizem homens de Deus, que se denominam pastores, mentirem para a população. A tentativa destes ao falar que defendem o trabalhador, mas, há algumas horas, colocaram a digital numa emenda que aumenta a carga horária para 52 horas semanais. Isso mostra a incoerência, mostra o desatino, mostra a capacidade que esse lado da política tem, muitas vezes, de atacar os direitos dos trabalhadores e querer posar de bonzinho. Pastor Otoni, eu estou aqui entre pastores, numa tribuna abençoada. Mas, quando a gente fala de trabalho, a gente precisa falar de ciência, a gente precisa entender que o homem não é uma máquina e que a redução da carga horária não implica necessariamente redução da produtividade; que o trabalhador descansado, em todos os países que foram estudados, consegue produzir mais e melhor; que o homem, quando vive com a família e consegue ter tempo de se qualificar, pode sonhar em ter empregos melhores. Presidente, quando falam do mercado, das indústrias e do trabalho, poucos falam da rotatividade no Brasil. O nosso país é um dos países onde o trabalhador passa menos tempo numa empresa, principalmente no setor de varejo. Os caixas de supermercado, os gerentes, são estas as pessoas que nós estamos defendendo aqui. Essa rotatividade existe porque o trabalho ainda é uma carga muito pesada. E, quando a gente fala de reduzir para 40 horas, a gente não está sonhando com o mundo ideal; a gente está mostrando que outros países fazem a mesma coisa, os países do G20 fazem a mesma coisa. E é por isso que não tem como a gente sonhar em discutir a qualidade do trabalho sem olhar para o trabalhador, discutir a produtividade do País sem olhar para a condição de trabalho. Presidente, num momento como este, a gente vê que o Brasil cresceu. Quando a Constituição de 1988 foi escrita, Pastor, nós tínhamos um país com 140 milhões de brasileiros, um país em que 73% da população estava em centros urbanos. Hoje vivemos em um outro país, um país com 213 milhões de brasileiros, um país que tem 87% da população em centros urbanos e um país que foi expulsando a classe trabalhadora para a periferia. O que não se fala aqui é do tempo de deslocamento do trabalhador até o trabalho, das horas que ele passa preso no trânsito. Isso nunca foi computado como horário de trabalho. Isso é tempo de vida desperdiçado, tempo de vida que nunca é calculado. Pastor, a tecnologia, que muitos dizem que veio para facilitar, também veio para cobrar, para estressar. A tecnologia veio para o mundo atual e, junto com a carga exaustiva de trabalho, tem adoecidos os brasileiros. Em 2025, 576 mil trabalhadores foram afastados por transtorno mental, por ansiedade, por estresse, por burnout. São esses trabalhadores que precisam ser defendidos aqui. Quando a gente vê a extrema direita, com todo atrevimento, com desatino, com mau-caratismo, falar que defende os trabalhadores, é importante que a gente diga quem sempre esteve defendendo a classe trabalhadora no Brasil: o Presidente Lula, o campo progressista, aqueles que querem ver uma qualidade de vida melhor para quem produz de verdade. Presidente Hugo Motta, a gente precisa unir os diferentes. A gente consegue olhar para a política brasileira e a polarização. Enquanto alguns tentam construir muros, nós precisamos construir pontes. Precisamos construir pontes com os evangélicos, que muitas vezes são enganados por esses que estão aí; construir pontes com as forças de segurança, que muitas vezes caem no discurso falacioso e raso de que bandido bom é bandido morto; construir pontes com aquelas pessoas conservadoras, que estão vendo seus valores indo por água abaixo pela corrupção de alguns que guardam dinheiro em casa, centenas de milhares de reais, e se acham o dono da ética, paladinos da ética. Por isso, a construção de pontes para a reeleição do Presidente Lula é mais do que necessária: é estratégica. Por isso, a gente está hoje entre homens de fé, pessoas que sabem o que falam e pessoas que nunca tentaram enganar o povo brasileiro. Salve a luta do trabalhador! Salve a luta do povo! Salve o Presidente Lula, que trouxe esse projeto para o Parlamento! Contem com a gente.
  • 27/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda Aglutinativa nº 1 apresentada à Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o Art. 7º inciso XII da Constituição Federal, para reduzir a duração máxima semanal do trabalho.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda aglutinativa,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Social Democrático (PSD) (2011),Voto favorável

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/PSD - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o PSD orienta "sim", em defesa de uma política que seja feita com base na ciência, olhando para os 546 mil trabalhadores que adoeceram; olhando para aquelas pessoas que vivem com um salário mínimo e que precisam ter uma carga horária justa, uma jornada semanal justa. Presidente, nós fazemos coro com o Partido dos Trabalhadores e com tantos outros partidos que pedem que possamos reduzir esta carga horária, olhando para aquele trabalhador que precisa do emprego, do salário, mas também olhando para a sua família, para a dignidade deste trabalhador. Nós defendemos, Presidente, que o trabalho seja justo, digno, sem exploração. Por isso, orientamos "sim".
  • 28/04/2026

    O Deputado defendeu o Sistema Único de Assistência Social como uma política pública que substitui a lógica da caridade pela garantia de direitos. Afirmou que o sistema representa um Estado forte cuidando de quem precisa e criticou falas de colegas contra políticas sociais como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Bolsa Família. Ao final, disse que assegurar recursos ao SUAS é garantir dignidade para milhões de brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Sistema Único de Assistência Social (SUAS),Política pública,garantia,direitos,Política social,Bolsa Família,Benefício de Prestação Continuada (BPC)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/PSD - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, pouca gente sabe, mas o Suas substituiu a lógica da caridade pela lógica da garantia de direitos, da política pública. O Suas é o Estado forte cuidando de quem precisa. É uma tristeza, Presidente, ouvir falas de colegas eleitos pelo povo que atacam essas pessoas, que atacam as políticas públicas, programas como o BPC, como o Bolsa Família, programas que dão assistência a quem não consegue pagar uma conta de energia elétrica. Ouvimos falas, falas misóginas, inclusive falas que desvalorizam a pessoa que tem menos recursos, que é mais vulnerável, e não valorizam uma política de Estado tão importante. Garantir recursos para os Suas é garantir dignidade para milhões de brasileiros. Por isso, parabenizo este Parlamento, parabenizo o autor, o Deputado Danilo Cabral, e parabenizo todos os que constroem a luta por justiça social.
  • 07/04/2026

    O Deputado solicitou apoio para a tramitação do Projeto de Lei nº 5.312, de 2016, que altera o art. 9º-A da Lei nº 11.530, de 5 de outubro de 2006, para dispor sobre a redução da jornada de trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias. Destacou que a proposta previa carga horária de 30 horas semanais, com base nas condições de trabalho da categoria. Informou que apresentou requerimento de urgência e que o tema chegou a ser incluído na pauta, mas foi retirado. Também relatou pedido feito na reunião de Líderes e defendeu articulação entre parlamentares para avançar na votação da matéria e atender às demandas dos profissionais da atenção básica.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Jornada de trabalho,Agente comunitário de saúde,Agente de combate às endemias

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/PSD - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, agradeço ao Deputado Bohn Gass, orador inscrito. Agradeço a V.Exa. Eu queria, Presidente, hoje fazer o pedido que fiz na reunião de Líderes relativo ao Projeto de Lei nº 5.312, de 2016. Esse projeto de lei tramita há 10 anos nesta Casa. Ele pede reconhecimento aos agentes comunitários de saúde e aos de combate às endemias, para que possam ter uma jornada de 30 horas. O projeto reconhece a jornada exaustiva, a jornada insalubre, a jornada que é necessária ao povo brasileiro, à Atenção Básica, e reconhece que esses profissionais precisam ter o cuidado do Estado. Por isso, Presidente, fiz esse pedido na reunião de Líderes e apresentei o requerimento de urgência. Conseguimos colocar o requerimento em pauta, mas ele saiu da pauta hoje. Queria pedir ao Presidente Hugo Motta, aos Líderes que estão aqui que a gente some forças e defenda esses profissionais que são tão importantes para o Brasil. Muito obrigado, Presidente.
  • 18/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei nº 6.894, de 2013, que dispõe sobre a vinculação de bolsistas de iniciação científica para ensino superior e médio, estudantes de escolas técnicas federais e prestadores de serviço militar obrigatório, ao Regime Geral de Previdência Social e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Federação PSOL REDE

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, é importante que combatamos fake news aqui. Não existe desconto de bolsa de estudante. Outro ponto, o Brasil tem 320 mil bolsistas de mestrado e doutorado. Destes, 60% têm, de fato, alguma bolsa remuneratória. É importante, Presidente, que façamos um debate franco com as pessoas que estão aqui. A ANPG tem ajudado muito na construção desse texto. Construímos um texto que garante ao estudante e ao pesquisador que possa se aposentar, contribuindo com 11% do salário mínimo, além de garantir auxílio-maternidade e auxílio-doença, se preciso. A realidade é que no Brasil, Presidente, muitos pesquisadores vivem da bolsa que recebem. É importante que essas pessoas tenham os direitos previdenciários garantidos. Por isso, orientamos "sim".
  • 04/03/2026

    O Deputado discutiu a Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025, que altera os art. 21, art. 22, art. 23, art. 24 e art. 144 da Constituição, para dispor sobre competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios relativas à segurança pública.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Proposta de Emenda à Constituição,contrário

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE. Sem revisão do orador.) - Presidente, Deputado Hugo Motta, estimados colegas, antes de mais nada, eu queria trazer alguns avanços que tivemos no nosso País, avanços normativos: a proibição do nepotismo, em 2003; o reconhecimento do casamento civil homoafetivo, em 2013; a audiência de custódia; a política antimanicomial; o controle da atividade policial. Nenhuma dessas normativas passou por esta Casa Legislativa. Essas normativas surgiram de resoluções do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público. Na prática, Presidente, o discurso do Deputado Relator é muito bonito, e há de fato artigos importantes no texto, mas na prática mesmo o texto dá superpoderes a este Parlamento. Eu escuto alguns colegas falarem o seguinte: "Mas é competência do Legislativo sustar atos". Fazemos isso, com um PDL, um projeto de decreto legislativo, em relação a atos do Poder Executivo. Só que fazemos isso quando o Poder Executivo exorbita das suas prerrogativas e fazemos isso porque cabe ao Poder Legislativo fiscalizar o Poder Executivo. O que está acontecendo aqui, Presidente Hugo Motta, é uma tentativa de sustar atos que não são do Poder Executivo. Tenta-se aqui sustar atos do Poder Judiciário, porque o CNJ e o CNMP são conselhos vinculados ao Judiciário. Presidente Hugo, essa é a preocupação que eu tenho com relação a este texto. Uma PEC não pode tudo, uma PEC não pode ir contra cláusulas pétreas, uma PEC não pode ir contra a separação de Poderes. Este Parlamento tentou fazer isso recentemente, bem recentemente, em setembro de 2025. Quem aqui se lembra da PEC da blindagem, que sustava atos do Poder Judiciário, ações penais que comprometiam Parlamentares, Deputados e Senadores? V.Exas. viram a resposta do Senado Federal: a votação unânime contra a PEC da blindagem. Colegas, neste texto existe exorbitação dos poderes desta Casa. É muito importante destacar as resoluções dos últimos anos do CNJ e do CNMP, resoluções que resultaram em avanços que, infelizmente, eu posso dizer isto, esta Casa normativamente nunca conseguiria alcançar. Eu tenho certeza de que quem está em casa agora, que vê o reconhecimento de uma união estável ou de um casamento homoafetivo — isso por resolução —, não concordará em ver a maioria dos Deputados se juntar aqui para sustar avanços importantes para o País, para a legislação, avanços que vão acolher pessoas que, infelizmente, são excluídas, muitas vezes por Parlamentares que estão aqui. Presidente Hugo, para concluir — e eu quero ser breve —, quero dizer que não podemos concordar com o art. 49. Se o Relator quer de fato sustar atos do Poder Judiciário, que ele faça uma nova Constituição, porque a separação de Poderes é cláusula pétrea, e só a Assembleia Nacional Constituinte pode alterar uma cláusula pétrea. Nenhuma PEC pode acabar com a normativa de uma constituição cidadã como a Constituição de 1988. Por fim, Presidente, quero dizer que espero o bom senso dos colegas. Existem avanços importantes no texto, mas não podemos usurpar prerrogativas e invadir competências de outros Poderes. Muito obrigado.
  • 03/03/2026
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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Antes de encerrar, eu queria saudar e abraçar todos os poetas e poetisas do Pajeú. Não há como em pouco tempo falar de todos eles, mas eu não posso deixar de citar Beatriz Eduarda, Pinto do Monteiro, Marinho, o grande Marinho, Paulo Barba, Jairinho, Marcos Nunes. Presidente, essa é uma conquista desta Casa. Em poucos momentos, a gente viu um painel assim com todos os partidos orientando favoravelmente. Este é um momento raro nesta Casa. Por isso, a gente precisa valorizar. É mais uma prova de que a cultura une, a cultura constrói pontes. Por isso, a gente vem aqui saudar a poesia do Pajeú e aqueles que fazem cultura. Obrigado, Presidente. Parabéns a todos e todas! Vamos aprovar esta matéria!
  • 03/03/2026

    O Deputado encaminhou a votação do Projeto de Lei nº 4.254, de 2025, que reconhece a Poesia do Pajeú, expressão cultural da região do Pajeú, no Estado de Pernambuco, como manifestação da cultura nacional.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Projeto de lei ordinária,favorável

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. É importante que nós compreendamos nossa cultura como algo plural e grande do nosso País. O Brasil é um país que se destaca pela sua cultura. No Pajeú, a cultura é efervescente. Eu estou de frente para o nosso Deputado Carlos Veras, Relator desta matéria. Quem já foi ao Pajeú, quem conhece o Pajeú sabe que, se formos a uma padaria, se conversarmos com um padeiro e lhe pedirmos um poema, ele nos mandará um poema. Vemos uns velhinhos jogarem dominó na praça, pedimos, às vezes, até um mote, e eles fazem uma rima. Presidente, o Sertão do Pajeú é muito rico na cultura. Este é o reconhecimento que nosso País devia àquele povo, o reconhecimento de que esta cultura pode, sim, emancipar as crianças, se conseguirmos levar a cultura e a poesia para as escolas. Com este reconhecimento de manifestação cultural nacional, nós podemos construir um acervo nacional da cultura do Pajeú, das rimas e dos versos. Presidente, este é um dia muito importante para esta Casa. Não há quem possa ser contra uma matéria que valoriza nossa identidade e quem nós somos. Que possamos fazer desta matéria algo de fato valorizado, uma valorização nacional. É importante destacar que o País devia esta homenagem à poesia do Pajeú. Estas poesias formam muito mais do que rimas com suas palavras: elas formam crítica social, formam consciências esclarecidas. É também por isso que nós precisamos preservá-las. Por fim, Presidente, eu queria fazer uma grande saudação aos Municípios de Afogado da Ingazeira, Brejinho, Calumbi, Carnaíba, Flores, Iguaraci, Ingazeira, Itapetim, Quixaba, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, São José do Egito, Serra Talhada, Solidão, Tabira, Triunfo e Tuparetama. Todos eles são Municípios do nosso Sertão do Pajeú. Eu não poderia deixar de falar também daqueles que foram e continuam sendo nossa referência, como Lourival Batista, o Louro do Pajeú; Dimas Batista, Otacílio Batista, Rogaciano Leite e Zé Dantas. São tantos poetas, até os mais novos, os mais recentes! Eu posso dizer aqui do meu amigo Vinícius Gregório, de Marquinho da Serrinha e até do nosso Vereador Vicente de Vevéi, um baita poeta que nos ajudou a construir este projeto de lei, que serve de inspiração para o Brasil, para a preservação da nossa cultura e da identidade do povo do Sertão e do povo do Pajeú. Parabéns, Deputado Carlos Veras! Parabéns a todas e a todos! Obrigado. (Palmas.)
  • 26/02/2026

    O Deputado denunciou uma confusão ocorrida na CPMI do INSS, que teria envolvido troca de agressões físicas entre Parlamentares e deixado Deputados machucados. Atribuiu o episódio a uma fraude em votação conduzida pelo Senador Carlos Viana, que presidia a reunião, alegando que o resultado anunciado não corresponderia ao placar real. Concluiu, defendendo a apuração dos fatos e a aplicação de punições, afirmando que episódios desse tipo não condizem com o ambiente democrático de debate parlamentar.

    Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Violência física,Parlamentar,Fraude,Votação,apuração,punição

    Ler a transcrição oficial
    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu venho a este plenário fazer uma denúncia gravíssima. Acabou de acontecer na CPI do INSS uma confusão, com troca de socos entre Parlamentares, uma confusão generalizada. Deputados foram agredidos. O Deputado Rogério Correia levou um soco. Isso tudo aconteceu por conta de uma fraude. O Senador que presidia a reunião, o Senador Carlos Viana, de Minas Gerais, fraudou uma votação por contraste. Numa votação cujo resultado foi 14 votos a 7, ele deu vitória para os que conseguiram apenas 7 votos. A confusão terminou com pessoas machucadas. Presidente, três Deputados participaram dessa confusão e agrediram outros Deputados. O Deputado Alfredo Gaspar, de Alagoas, o Deputado Evair de Melo, do Espírito Santo, e o Deputado Luiz Lima, do Rio de Janeiro, estiveram lá. Não podemos permitir que ações como essa aconteçam num ambiente em que se debatem ideias, num ambiente em que deveríamos debater projetos de lei para a população brasileira. Num período em que o Brasil se encontra num ambiente de política acirrada, de polarização, esse é o exemplo que damos às pessoas que estão em casa? Presidente, não podemos compactuar com isso. Precisamos exigir a punição — no mínimo, suspensão — desses Parlamentares que agrediram outros Deputados e do Senador que fraudou uma votação. Obrigado.
  • 24/02/2026

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de encerramento de discussão e encaminhamento da votação do Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que trata do Marco Legal de Combate ao Crime Organizado e altera a Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013, o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 – Código de Processo Penal, a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, a Lei nº 7.960, de 21 de dezembro de 1989, e a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de encerramento de discussão,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,contrário,Senado Federal

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE. Sem revisão do orador.) - Presidente, estimados colegas, eu queria trazer aqui um pouco da minha perplexidade com a fala de um colega que me antecedeu. O Deputado disse aqui: "A Esquerda é favorável aos criminosos". Eu queria dizer a esse Deputado que usou esse termo se referindo a nós que somos da Esquerda, do campo progressista, que não é nosso partido que tem um terço de Deputados sendo investigados ou réus em ação penal. Eu queria dizer a esse Deputado que nós não somos favoráveis aos criminosos, porque nós não apoiamos esse partido que está aí, porque nós não votamos pela PEC da blindagem ou da bandidagem. Eu queria dizer a esse colega que não é a Esquerda que defende bandido neste País. Presidente, o que mais causa perplexidade na fala desses colegas é que eles não leram o texto que foi escrito. Não há necessidade de encerrar essa discussão sem debater com profundidade alguns artigos. O inciso I do art. 3º diz que constitui crime, com pena de 12 a 20 anos de reclusão, a práticas das seguintes condutas: Art. 3º ............................................................................ I - promover ou fundar organização criminosa ultraviolenta, paramilitar ou milícia ou a eles aderir, assim como apoiá-los de qualquer forma; Presidente, aqui diz "de qualquer forma". O que cabe de subjetividade no termo "apoiar de qualquer forma"! Continua o texto: II - der abrigo ou guarida ou auxiliar a quem tenha praticado ou esteja em via de praticar ato previsto no art. 2º desta Lei. Presidente, se uma dona de casa recebe na porta um traficante com uma arma na cabeça dela, e esse traficante, fugindo de uma perseguição policial, pede para ela guardar armas, essa dona de casa pode ser culpada e pegar uma pena de 12 a 20 anos. Sabe por quê? Porque quando existe incompatibilidade legal, vence a hierarquia entre as leis; quando as leis estão em mesma hierarquia, o que cabe é a discussão da especialidade da lei. E aqui o substitutivo foi muito específico: ele disse "der guarida". Presidente, isso no direito penal é coação moral irresistível. Isso não está sendo tratado pelo autor com a devida cautela. É por isso que a gente não quer encerrar a discussão. Existem muitos conflitos entre leis que foram escritas aqui e leis que já existem. Não é possível que a gente encerre essa discussão tão importante.
  • 03/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do § 5° do art. 9- A do Projeto de Lei nº 6070, de 2025, que altera a Lei nº 12.300, de 2010, para modificar o Plano de Carreira dos Servidores do Senado Federal, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto contrário

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Federação REDE PSOL — especialmente a REDE, com a Deputada Heloísa Helena, com o Deputado Ricardo Galvão — debateu profundamente esta matéria. A gente defende o servidor público, a valorização do servidor público, do professor que está na sala de aula, do enfermeiro que está no hospital, mas a gente sabe que em nosso País existe uma casta. A gente não pode valorizar ainda mais essas castas e não olhar para o pequeno, para quem ajuda a população, para quem está ao lado dela. Por isso, Presidente, a gente apresentou este destaque para que não haja furação nenhuma de teto, para que o teto seja respeitado, conforme estabelece a Constituição brasileira. A Federação REDE PSOL apresenta este destaque na intenção de convencer os colegas a evitarem que esta Casa fure o teto e para que, com isso, a gente consiga valorizar, sim, os servidores, mas aqueles pequenos, que precisam ser valorizados. Muito obrigado.
  • 16/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de encerramento da discussão e do encaminhamento da votação do Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Projeto de lei complementar,Federação PSOL REDE,Voto favorável

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Federação PSOL REDE orienta "sim". Aproveito este momento para conversar com a bancada evangélica, que está votando contra uma matéria que vai aumentar a taxação das bets. É importante dizer, Presidente, que jogo de aposta não é coisa de Deus. Quem gosta de jogo de aposta não pode ser da bancada evangélica. Eu queria pedir aos colegas que fazem parte dessa bancada que votem "sim" a esta matéria, para que a gente possa fazer a consolidação. Trata-se de 3% a mais de tributação, que vão para saúde, para previdência social, para assistência social, para políticas públicas, como o Programa Bolsa Família, como o BPC, para aposentadoria. Presidente, esta é uma matéria que busca consenso, e a gente orienta "sim".
  • 16/12/2025

    O Deputado argumentou que a Federação Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) Rede se manifesta pela deliberação imediata do Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento). Sustentou ainda que o processo legislativo pode iniciar com a deliberação dos requerimentos para retirada de pauta, entre outros, e que as votações podem ir avançando ao longo da noite ou terminar no dia seguinte, conforme o caso.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,Benefício fiscal,Política fiscal,Pauta (processo legislativo),Votação,Requerimento (proposição legislativa),Federação PSOL REDE,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, primeiro quero dizer que é de bom tom a fala de alguns colegas que querem mais tempo para estudar o texto, para aprofundar o debate. A gente entende isso, mas o texto chegou, as assessorias estão trabalhando, e existem muitos requerimentos ainda, por exemplo, para retirada de pauta. A gente pode iniciar o debate a partir desses requerimentos, avançar o debate e ir consensuando um limite, para que a gente continue amanhã, se for o caso, mas eu acredito que a gente já está acostumado a trabalhar à noite. A gente trabalhou até 4 horas da manhã em um dia; em outro dia, até 2 horas; em outro, até meia-noite. Ainda são 22h20min. Acho que a gente consegue avançar um pouco mais aqui. Há muitos Deputados resistentes já, culturalmente, por conta das últimas sessões, e a gente pretende continuar avançando. A Federação da REDE e do PSOL quer debater a matéria.
  • 16/12/2025

    O Deputado levantou questão de ordem defendendo que o Plenário só poderia deliberar com acesso ao texto da matéria e apoiou o pedido de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento). Afirmou que a continuidade da Sessão sem o conteúdo disponível comprometeria o debate. Por fim, alertou que o adiamento poderia impedir a discussão sobre a taxação de apostas e fintechs, com impacto no início de vigência da lei.

    Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Mérito,Projeto de lei complementar,Parecer (proposição legislativa),Pauta (processo legislativo),Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu acho que é de bom-tom a gente tentar construir aqui um ambiente de debate com base no que vai votar. Para isso, a gente precisa ter acesso ao texto. Este é um pedido. Eu acredito que uma vez a cada 5 anos eu concorde com o Partido Novo. Esse dia chegou. Então, eu queria dizer que eu concordo com o Deputado Gilson, concordo com o Partido Novo, que está aqui, porque não faz sentido... Muito obrigado, Deputado Kim. Não faz sentido, Presidente, a gente dar continuidade, a gente abrir uma sessão se não existe este texto hoje. Eu acredito que esta é uma matéria de interesse do Parlamento. Acredito também que quem empurra esse tema com a barriga para que ele não seja discutido no dia de hoje não quer taxar as bets e as fintechs, porque, se isso não acontecer neste ano, se acontecer no próximo, a lei só valerá para 2027. Então, não é interessante para o Parlamento brasileiro não aprofundar esse debate sobre a taxação das bets e das fintechs. O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC) - Mas o texto não fala nada de fintechs e bets. O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE) - Mas eu acredito que talvez venha a falar. Então, Presidente, o que eu queria pedir é bom senso, que a gente possa aguardar que o texto suba para debatê-lo aqui no plenário. Eu acredito que a gente vai entrar madrugada adentro hoje fazendo um bom debate. Obrigado.
  • 16/12/2025

    O Deputado encaminhou a votação do inciso II, § 2º, Art. 422, inserido pelo Art. 174 do Substitutivo do Senado ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD).

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei complementar,contrário

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, estimados colegas, o Deputado que me antecedeu, Deus o perdoe, porque ele não sabe o que diz! O imposto que as bebidas açucaradas passarão a pagar será equivalente ao da água mineral. Pior, será mais baixo do que o da água mineral. Presidente, colocar um teto de 2% para o imposto sobre bebidas açucaradas, como refrigerantes, compromete a saúde de crianças. No nosso País, temos 712 mil crianças obesas, acima do peso, crianças e adolescentes. O colega precisa entender que, se esse é um produto consumido pelas classes C, D e E, é porque é um produto facilmente acessível, porque é um produto barato. E quem paga depois a conta do SUS somos nós, os brasileiros. Todos os anos, o Brasil gasta bilhões com remédios, medicamentos, cirurgias, para cuidar da saúde dessas pessoas que ingerem açúcar além da sua capacidade. O colega fala do açúcar granulado na cesta básica, mas ele precisa entender que aquele açúcar a pessoa pode escolher usar uma colher, duas colheres ou encher metade do copo de açúcar se quiser tomar uma bebida mais doce. Uma colherzinha de açúcar não faz mal como faz mal um copo de refrigerante, que está repleto de açúcar. A gente está falando aqui da saúde do povo brasileiro. Sabemos do poder do lobby das grandes empresas. Foi graças a esse lobby que os alimentos ultraprocessados não entraram na lista do Imposto Seletivo. Deveriam ter entrado, mas não entraram. Não é porque erramos ali que vamos errar aqui também. O Imposto Seletivo serve para que se reduza o consumo desses alimentos, para que se aumente a arrecadação e com esse aumento se possa compensar o gasto que o Brasil tem com o SUS, de 3 bilhões de reais por ano. Então, colega, perdoe-me, mas é um equívoco estabelecer para bebidas açucaradas um teto de 2% do imposto. A bebida açucarada faz mal à saúde, assim como o cigarro faz mal à saúde, assim como a bebida alcoólica faz mal à saúde, e precisa pagar Imposto Seletivo. Presidente, eu peço aos colegas que, antes de votar, coloquem a mão na consciência e pensem no impacto que isso causa na saúde do povo mais pobre. Muitos dizem que vai aumentar o preço da "Coquinha" — eu já ouvi esse discurso antes —, mas eu quero ver se esses Deputados dão para o filho deles de 3 anos, de 4 anos um copo de Coca-Cola.
  • 16/12/2025Breves Comunicações

    O Deputado saudou a posse da ex-Senadora Heloísa Helena como Deputada Federal, em substituição ao Deputado Glauber Braga. Ademais, enalteceu a trajetória política da Parlamentar, marcada pela combatividade, lealdade a seus ideais e atuação em defesa dos mais vulneráveis, afirmando que sua chegada fortalece a bancada da Rede Sustentabilidade e suas bandeiras. Além disso, ressaltou a expectativa de um mandato voltado ao combate à desinformação e ao extremismo da Direita. Ao final, celebrou a ampliação da bancada para quatro Deputados.

    Palavras-chave oficiais: Posse,Deputada federal,Ex-senadora,Atuação parlamentar,Bancada parlamentar,Rede Sustentabilidade (REDE),Mandato parlamentar,Notícia falsa (fake news),Extrema direita

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE. Sem revisão do orador.) - Presidente, a gente recebe, na tarde de hoje, uma das vozes mais potentes que passou neste Congresso Nacional: a ex-Senadora Heloísa Helena, que hoje tomará posse como Deputada Federal no lugar do Deputado Glauber, afastado por esta Casa, contra o nosso voto. Aqueles que comemoraram a saída do Deputado Glauber pensando que não haveria uma voz tão potente que a substituísse, essas pessoas se enganaram, porque Heloísa muito nos orgulha pela sua forma de fazer política, pelo seu lado em defesa de quem mais precisa e pela sua história de combatividade e lealdade a seus ideais. Hoje a gente recebe aqui a empossada Deputada Heloísa Helena, que vem compor, que vem fortalecer nossa bancada, nossas bandeiras, nosso ideal. Acima de tudo, Presidente, ela vem nos ajudar a fazer a boa política, combatendo a desinformação, combatendo o extremismo da Direita, que muitas vezes dissemina ódio nesse ambiente. A gente tem a convicção de que será um mandato brilhante. Por mais que ela só tenha 6 meses de trabalho — talvez até menos com o recesso —, a gente terá, com certeza, dias de muita combatividade, de muita entrega ao povo brasileiro. Ficamos entusiasmados com a quarta Deputada que vem compor a nossa bancada. Estava sozinho aqui, chegou o Deputado Prof. Ricardo Galvão, depois o Deputado Lucas e agora a Deputada Heloísa Helena. Agora somos quatro Deputados. A Deputada está sendo agraciada pelo nosso Deputado Ricardo Galvão com uma orquídea. Queria pedir uma salva de palmas, Presidente. (Palmas.) Este será um ambiente de muita entrega, de muita combatividade da nossa bancada. Por fim, Deputada Heloísa, quero te dizer que a gente te recebe de braços abertos, que a gente lamenta — e eu sei que V.Exa. também lamenta — o episódio que aconteceu com o Deputado Glauber, que é afastado não pelos seus defeitos, mas por suas qualidades. E a gente sabe que vem alguém à altura de Glauber aqui para se sentar nessa cadeira e usar a mesma tribuna que o Deputado usou ao longo desses anos. Seja bem-vinda, Deputada! Contamos com V.Exa., firme e forte conosco, nessa bancada. Uma salva de palmas à Deputada. Estamos juntos, Deputada Heloísa Helena. Seja bem-vinda! Obrigado.
  • 16/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo do Senado Federal apresentado ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços - CG-IBS, dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos - ITCMD, e dá outras providências, com parecer pela rejeição, ressalvados os destaques. Ademais, defendeu o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) de críticas por ocasião da inauguração de um canal de notícias e ressaltou que o Presidente Lula foi convidado nos mesmos termos de outros Presidentes da República de diferentes espectros políticos. Ao final, parabenizou o Presidente Lula e a emissora pela iniciativa.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei complementar,Federação PSOL REDE,Voto contrário Sistema Brasileiro de Televisão (SBT),inauguração,Canal de televisão,Notícia jornalística,Presidente da República,Contestação,Crítica

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Federação PSOL REDE orienta "não". E aproveito este momento para dizer que a empresa SBT, que criou agora um canal de notícias, um programa para falar sobre o Brasil, vem sofrendo ataques infundados, por diversas vezes o ex-Presidente da empresa, o apresentador Silvio Santos, ter recebido vários Presidentes para entrevistas. Mas o extremismo, que é disseminado muitas vezes nesta Casa, e o ódio no discurso de alguns contaminam os ignorantes. Eu lamento que um cantor sertanejo, no auge da sua ignorância, venha a atacar uma emissora por conta disso. O Presidente Lula foi eleito pelo povo e exerce o papel que precisa exercer. E ele foi convidado, assim como muitos outros de diversos espectros políticos o foram, para a inauguração daquele programa. Então, eu quero parabenizar o Presidente Lula e parabenizar a emissora pelo seu novo programa. Obrigado.
  • 15/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo do Senado Federal oferecido ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD), e dá outras providências. Na oportunidade, defendeu a tributação de bebidas açucaradas com base em argumentos de saúde pública, destacando que o Brasil tem cerca de 16 milhões de pessoas com diabetes.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei complementar,Maioria parlamentar,Voto favorável Tributação,Bebida açucarada,Saúde pública

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    O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo, a Maioria orienta "sim". É importante dizer que as bebidas açucaradas no Brasil são prejudiciais à saúde porque o nosso País é um dos que mais consomem bebida açucarada. Temos 16 milhões de pessoas com diabetes, e, olhe, Presidente, desses 16 milhões, 3,4 milhões não têm diagnóstico sobre isso. O SUS gasta dezenas de milhões de reais com remédios para diabetes. Outra coisa, Presidente: alguns colegas falam aqui que se trata de uma bebida da classe D, da classe E. Isso pode até ser, mas eu duvido que o Deputado que defende esse imposto baixo dê essa bebida para o filho dele de 3 anos, para uma criança de 5 anos. A realidade no Brasil é que 93% das crianças consomem produtos açucarados, produtos industrializados, ultraprocessados, bebidas açucaradas. E a gente pode combater isso com... (Desligamento do microfone.)

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.