
Nome civil: Tarcisio Motta de Carvalho · 51 anos
Bananômetro
89/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 88% dos deputados · média do partido: 82
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 91%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 98%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 84%das 808 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 882 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.tarcisiomotta@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5413
- Gabinete
- Gabinete 413, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 374 de 391 sessões
Votou nas votações
91%
Registrou voto em 1.024 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 38 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
84%
Em 808 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
514 discursos na tribuna · de 28/02/2023 a 02/09/2026.
- 02/09/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 4.952, de 2026, sobre a transformação dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) de Minas Gerais e do Rio de Janeiro em universidades federais de ciência e inovação, ressaltando a qualidade do ensino oferecido e o desejo de mais de vinte anos das instituições por essa mudança. Destacou a importância de manter o ensino técnico e tecnológico integrado nas novas universidades e registrou preocupações da associação de docentes quanto à continuidade da carreira do ensino básico, técnico e tecnológico (EBTT). Anunciou o voto favorável da bancada do PSOL e propôs a realização de audiência pública para debater os desdobramentos da aprovação da lei. Por fim, cobrou autonomia orçamentária para as instituições federais de ensino, de modo a reduzir a dependência de emendas parlamentares.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG),Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/RJ),Universidade federal,transformação,favorável,Audiência pública Instituição federal de ensino,Autonomia orçamentária,Defesa
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu pediria para acrescer mais 3 minutos ao meu tempo de Líder, para falar deste assunto que é tão importante. Reitor Maurício Saldanha Motta, que está aqui nos acompanhando, talvez o senhor não saiba, mas eu fiz concurso para o Cefet e fiquei na lista de espera. Quase me tornei professor do Cefet. Fui chamado, antes, pelo Colégio Pedro II e hoje sou, orgulhosamente, professor de um colégio da Rede Federal de Educação. Mas conheço bastante o Cefet no Rio de Janeiro e sei, inclusive, que essa proposta, esse pedido, esse desejo de o Cefet se tornar universidade, é um desejo de longa data, de mais de 20 anos. Sei também da excelência da educação que é oferecida aos jovens e adultos que passam pelos bancos escolares do Cefet Rio de Janeiro. Eu, por exemplo, estive visitando, Deputada Jandira Feghali, o Campus Valença, do Cefet, que é o campus que oferece cursos como engenharia de alimentos, técnico em química. E eu estava numa aula inaugural do curso de mestrado acadêmico em pedagogia, em educação, e lá estavam professores de toda aquela região do Rio de Janeiro, que agora passariam a ter acesso a um curso de mestrado acadêmico em pedagogia, com excelência. Ao mesmo tempo, visitei vários laboratórios, laboratórios de qualidade, com alunos que tinham algo que é fundamental e que quem hoje está falando contra este projeto não tem ideia: alunos com brilho nos olhos e orgulho de fazer parte de uma instituição como o Cefet. Isso é muito empolgante para nós que defendemos educação, para nós que somos professores, profissionais de educação. Não há o que se falar. A qualidade de educação da nossa rede federal, do ensino técnico e tecnológico e do ensino superior é muito boa. É uma pena que, sim, aqueles que hoje aqui falam contrário, quando a gente está brigando por mais recursos para os institutos federais, para as universidades federais, aleguem que o arcabouço fiscal não deixa, que a responsabilidade fiscal daqui e acolá não deixam. Se deixassem, estariam voando muito mais em tecnologia, em ciência, em inovação, porque há educação de qualidade. Nesse ponto de vista, a transformação dos Cefets em universidade atinge algo que é importante, Deputada Jandira. Como eles nem eram universidade, nem faziam parte da rede dos IFs, constituída dessa forma, eles estavam num lugar em que não eram nem uma coisa nem outra. E aqui há uma decisão: torná-los universidade de ciência e inovação, mas, ao mesmo tempo, sem abandonar o ensino técnico e tecnológico de forma integrada. Essa é a chave deste projeto. Eu, inclusive, estive conversando com representantes da associação de docentes do Cefet, tanto do Rio de Janeiro quanto de Minas. Há preocupações com o projeto que, na nossa opinião, deveria ter amarrado melhor a continuidade e manutenção da carreira do ensino básico, técnico e tecnológico dentro dos Cefets, porque agora nós teremos uma universidade de ciência e inovação e uma escola técnica vinculada a essas universidades. Isso é bom, mas é preciso garantir que a missão e a identidade dessas novas universidades não deixem para trás o ensino básico, técnico e tecnológico, sobretudo naquilo que é o modo integrado, que é o que defendemos, que é a ideia da formação integrada, integral, também no ensino técnico, alcançando aquilo que nós chamamos da politecnia. E é exatamente nos Cefets, agora universidades assim esperamos , e nos institutos federais onde isso é devidamente possível. Não foi possível que nós chegássemos ao texto perfeito, eu reconheço. A bancada do PSOL vai votar favoravelmente e vai propor que a gente realize, logo depois das eleições, uma audiência pública para falar sobre os desdobramentos da aprovação dessa lei, para firmarmos os compromissos com o MEC para garantia da manutenção da carreira EBTT e daqueles quadros dos seus servidores absolutamente dedicados. Que a gente possa discutir, da forma mais coletiva possível, as consequências dessa transformação, que, na minha opinião, será boa para o Estado do Rio de Janeiro, para o Estado de Minas Gerais e para o Brasil. São mais vagas e mais autonomia administrativa e pedagógica para a universidade pública de qualidade no Brasil. Essa é a tarefa de um mandato meu. Eu passei 4 anos debatendo esse assunto e debatendo mais recursos para a educação. É preciso que a gente garanta os mínimos constitucionais de recursos para a educação e, mais do que isso, que essas escolas, os institutos federais de educação e as universidades tenham financiamento e orçamento suficientes para manter os seus cursos e não depender mais de emendas parlamentares. Infelizmente, hoje, a tarefa de muitos desses reitores é estar aqui em busca de emendas parlamentares para conseguir manter funcionando os seus cursos. Quero lançar um desafio. Vamos garantir autonomia orçamentária decente para todas essas universidades e institutos e para as novas universidades, e nós veremos nossa juventude voando e nossos servidores valorizados. Só a luta muda a vida. Vivam as universidades de ciência e inovação do Rio de Janeiro! - 02/09/2026
O Deputado anunciou o voto favorável da Federação PSOL REDE ao Projeto de Decreto Legislativo nº 995, de 2026, que escolhe o Senador Rodrigo Otávio Soares Pacheco para o cargo de Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Ressaltou a importância de que o órgão mantenha rigor técnico e autonomia e sinalizou a intenção de debater com o futuro Ministro temas como a fiscalização das emendas parlamentares, a democratização do Orçamento e o controle social do uso dos recursos públicos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de decreto legislativo,indicação,Senador,Ministro do Tribunal de Contas da União,Voto favorável,Federação PSOL REDE,fiscalização,Emenda,Orçamento público,Recursos públicos
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. A Federação PSOL REDE orienta o voto favorável ao Senador Rodrigo Pacheco. Nós da Federação PSOL REDE temos a concepção de que o Tribunal de Contas, mesmo sendo um órgão acessório do Poder Legislativo, precisa guardar rigor técnico e autonomia. E esperamos que o Senador Rodrigo Pacheco, ao estar no cargo de Ministro, possa manter essas características. Por exemplo, o nosso partido, essencialmente crítico à lógica de como são hoje as emendas parlamentares, espera poder debater com o Senador e garantir a possibilidade do rigor do Tribunal de Contas na fiscalização do uso do dinheiro público e na lógica que a gente precisa de democratização do Orçamento e do controle social. Nesse ponto de vista, a orientação da Federação PSOL REDE é favorável ao Ministro Rodrigo Pacheco. - 01/09/2026
O Deputado criticou o escândalo envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master, apontando que o caso evidencia como parte da classe dominante brasileira acumula riqueza por meio de fraude e corrupção. Citou conexões com figuras da Direita, como Ciro Nogueira, Nikolas Ferreira, Tarcísio de Freitas, Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Cláudio Castro e Ibaneis Rocha. Além disso, cobrou investigações sem dois pesos e duas medidas e ressaltou que foi a Polícia Federal, sob o Governo Lula, que desbaratou o esquema. Por fim, afirmou que o PSOL não mantém vínculos com banqueiros corruptos.
Palavras-chave oficiais: Banqueiro,Banco Master,Riqueza,Fraude,Corrupção,Direita política,Senador,Deputado federal,Governador,São Paulo (SP),Ex-presidente da República,Ex-governador,Rio de Janeiro (Estado),Distrito Federal (Brasil),investigação,Polícia Federal (PF),Governo federal,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Hildo Rocha. O tema de hoje aqui em Brasília devia ser o Plano Nacional de Cultura, mas nós sabemos que o tema é outro. E o que revela esse escândalo envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master? Desde antes, revela o poder econômico de uma parte da classe dominante brasileira que tem uma ascensão da sua riqueza de forma meteórica por causa de fraude, roubo, corrupção. Essa mesma classe dominante adora posar de meritocrática, mas constrói a sua riqueza usando e usurpando o dinheiro e o trabalho da própria população brasileira. E é claro, se é fraude, roubo e corrupção, isso acaba se manifestando nos interesses dessa fração de classe dominante no aparelho de Estado, nos governos. Há muita gente envolvida, e não dá para ter dois pesos e duas medidas, não dá para passar pano para ninguém. Lá está o Ciro Nogueira, Chefe da Casa Civil de Bolsonaro, e a emenda que beneficiou o Vorcaro. Lá estão os voos do Nikolas Ferreira no jatinho que era do Vorcaro e do seu amigo, o tal do Zettel. Lá está o dinheiro desse mesmo Zettel, operador do esquema do Vorcaro, nas campanhas do Tarcísio de Freitas e do próprio Jair Bolsonaro. Lá estão os milhões e agora aparecem cada vez mais milhões no tal filme Dark Horse, que é intermediado pelo Flávio Bolsonaro, hoje candidato à Presidência da República. Lá estão os milhões de dinheiro dos aposentados do Rio de Janeiro colocados no Banco Master a mando do Cláudio Castro, Governador do Partido Liberal. Lá está o escândalo do BRB aqui em Brasília envolvendo o Ibaneis Rocha. Então, vamos lá. Hoje a Direita vem aqui ao púlpito ficar falando da Esquerda para lá e da Esquerda para cá, e todas essas questões não fazem mais sentido? O dinheiro só é público quando há indícios envolvendo o Gonet, o Mendonça ou sei lá mais quem? Pois que Gonet, Mendonça e quem quer mais que seja sejam investigados! Seja investigado o Alexandre de Moraes. Sejam investigados e tenham o direito a se defender dentro do devido processo legal, mas sejam responsabilizados! Agora, o que ninguém aqui pode negar é que foi a Polícia Federal do Lula que prendeu o Vorcaro, que iniciou as investigações, que desbaratou esse esquema. Foi essa Polícia Federal e o Ministério da Fazenda do Haddad que não deixaram que Vorcaro continuasse. E isso V.Exas. não podem negar. Exatamente por isso, nós do PSOL somos aquele partido que não tem relação com esse tipo de banqueiro corrupto e covarde. "Eu tenho rabo de cavalo, mas não tenho rabo preso", eu já dizia desde a campanha de 2014. E, assim, nosso partido segue. - 01/09/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 5.894, de 2025, que institui o Plano Nacional de Cultura para o decênio 2025-2035, classificando-o como conquista histórica para os direitos culturais da sociedade brasileira. Destacou o papel do Governo Lula na retomada do Ministério da Cultura e do Sistema Nacional de Cultura, além de relembrar a importância da Lei Aldir Blanc e da Lei Paulo Gustavo. Ressaltou que cultura é direito social fundamental, gera emprego e renda, e não pode estar sujeita a ataques de governos. Por fim, relatou participação pessoal na construção do plano, desde conferências municipais no Rio de Janeiro até a 4ª Conferência Nacional de Cultura.
Palavras-chave oficiais: Discussão,favorável,Projeto de lei ordinária,Plano Nacional de Cultura (PNC),Governo federal,retomada,Ministério da Cultura,Sistema Nacional de Cultura (SNC),Lei Aldir Blanc (2020),Lei Paulo Gustavo (2022),Direitos sociais,Geração de emprego,Renda,Conferência Nacional de Cultura (CNC)
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Boa noite a todas as pessoas presentes. Uma boa-noite especial à Ministra Margareth Menezes. Uma boa-noite e um abraço com muita alegria, Deputado Pedro Uczai, por estar aqui relatando este projeto. Assim como V.Exa., eu vou me orgulhar muito deste ano legislativo em que a gente ajudou a construir e a aprovar o Plano Nacional de Educação e agora o Plano Nacional de Cultura. O Sistema Nacional de Cultura é uma das conquistas mais importantes para a sociedade brasileira quando a gente fala dos direitos culturais. E o Governo Lula, com sua gestão, Ministra Margareth, dedicou-se imensamente a constituir, fortalecer e dotar o sistema dos seus instrumentos fundamentais. E hoje, nesta noite, ao aprovarmos o Plano Nacional de Cultura, nós lembramos e mostramos a todo mundo que cultura não é adereço, cultura é parte constitutiva da nossa cidadania, é um direito social fundamental. Exatamente por isso, a cultura não pode estar ameaçada e sujeita a vontades momentâneas de governos A ou B de atacarem a cultura, como a gente viu acontecer no período anterior. No Governo Lula, a cultura voltou, voltou o Ministério, voltou o sistema nacional, e agora nós vamos ter o Plano Nacional de Cultura. Juntamente com conquistas fundamentais, este Congresso eu não estava aqui , com as Deputadas Jandira e Benedita, alcançou a Lei Aldir Blanc e a Lei Paulo Gustavo, e poderá dar mais um passo decisivo para que a sociedade brasileira não tenha mais nenhuma dúvida de que cultura gera trabalho, gera emprego e renda, constitui cidadania, pertencimento, identidade, disputa valores e sentidos em todo o território nacional. Eu tenho orgulho de ter participado desde o início. Eu estava lá no Rio de Janeiro, construindo inclusive as primeiras conferências temáticas municipais, ainda como Vereador. Aliás, é uma pena que o meu Município, Rio de Janeiro, não tenha o Plano Municipal de Cultura aprovado na Câmara dos Vereadores. Apesar de termos enviado o projeto, o então Prefeito Eduardo Paes, agora Eduardo Cavalieri, ainda não colocou em votação na Câmara Municipal de Vereadores, como a gente aqui agora está aprovando. Participei inclusive como delegado da 4ª Conferência Nacional de Cultura. Estive ao lado de produtores, artistas, fazedores de cultura, trabalhadores da cultura, de todos os lugares do País, construindo a minuta não só deste projeto, Deputado Pedro Uczai, mas também formando a base para que o Ministério e o Poder Executivo editem os decretos regulamentadores, ouvindo Estados e Municípios e movimentos sociais a partir daqui. Portanto, eu encerro com um viva a cultura! Viva a participação social! Viva... (Desligamento do microfone.) - 01/09/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 4.921, de 2026, que dispõe sobre a transformação de cargos vagos no quadro permanente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 18ª Região, sem aumento de despesas. Na oportunidade, considerou legítima a proposição do Poder Judiciário, por estar fundamentada em dados de produtividade e demanda e não apresentar impacto orçamentário.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto favorável
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Federação PSOL REDE orienta "sim" a esse PL. É uma proposição legítima do Poder Judiciário, tecnicamente justificada, com dados objetivos, inclusive com índices de número de produtividade e demanda, e sem impacto orçamentário. A orientação é "sim". - 12/08/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 230, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, para vedar a limitação de empenho e movimentação financeira das despesas relativas ao Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), e a Lei nº 9.998, de 17 de agosto de 2000, para os fins que especifica e defendeu o uso integral dos recursos do Fust para ampliar a conectividade e a inclusão digital.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust),Limitação de empenho,Despesa,Federação PSOL REDE,Voto contrário
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, este projeto tenta atacar um problema que é real. Nós temos uma subexecução histórica do Fust, um fundo cujo objetivo era levar exatamente conectividade às escolas. Então, esse ponto do relatório da minha querida companheira da Comissão de Educação, a Deputada Maria Rosas, é muito bom. Mas notem como este Plenário é contraditório: o primeiro projeto que nós apreciamos aqui visava vedar que houvesse vinculações legais para além da questão do arcabouço fiscal, visava subordinar as vinculações legais ao arcabouço fiscal e permitir contingenciamento de recursos com vinculações legais. Este projeto faz o oposto, ele diz que a vinculação legal do Fust não pode ser contingenciada. Nós temos um problema, Deputada Maria Rosas, que não é a defesa da educação, é o debate de orçamento. Não dá para a gente, na hora em que está falando em gastos sociais, fazer contingenciamento, e, na hora em que a gente está falando de outras coisas, como neste caso que, embora seja para as escolas, é definido por um conselho gestor da própria empresa , não poder contingenciar. Nessa contradição, o PSOL fica com os direitos sociais e vota "não" a este projeto. - 12/08/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 80, de 2026, que altera a Lei nº 14.301, de 7 de janeiro de 2022, para prorrogar o prazo de vigência da não incidência do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) prevista no art. 17 da Lei nº 9.432, de 8 de janeiro de 1997, nas navegações de cabotagem, interior fluvial e lacustre, desde que a origem ou o destino seja porto localizado na Região Norte ou Nordeste do País.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM),Navegação de cabotagem,Região Norte,Região Nordeste,procedência,Federação PSOL REDE,Voto contrário
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Federação PSOL REDE compreende que essa é a prorrogação de um benefício tributário já existente. E isso, em certa medida, alivia parte do problema. Mas, com todo o respeito que tenho e o tenho ao Presidente da nossa Comissão de Educação, Deputado Benes Leocádio , a gente considera que todo benefício tributário deveria vir acompanhado de algum tipo de contrapartida, algum tipo, inclusive, de modulação, por exemplo, em que os grandes, nesse caso, possam capturar menos aqueles que são os pequenos, em determinados ramos, daquele benefício tributário existente. Diante disso a bancada da Federação PSOL REDE, inclusive encarando que em outros momentos, como na própria reunião no plenário de hoje, quando votamos o PLP 114, está falando de esforço de ajuste fiscal. Portanto, a bancada da Federação PSOL REDE vai votar contra o PLP hoje, encaminha "não". - 12/08/2026
O Deputado registrou orientação da Federação PSOL REDE pelo voto “não” à Emenda de Plenário nº 1, apresentada ao Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, que reduz as alíquotas de tributos federais sobre a importação, a produção e a comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação. Afirmou que a emenda do Partido Novo contrariou a lógica do projeto, cujo objetivo foi permitir que as receitas ajudassem a conter o preço dos combustíveis.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei complementar,fixação,Renúncia fiscal,Receita orçamentária,Impacto econômico,Mercado internacional,Fonte de energia,Petróleo,Combustível,Federação PSOL REDE
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, essa emenda do Partido Novo contraria completamente a lógica, sobretudo a lógica positiva desse projeto, que é garantir que essas receitas possam permitir a contenção do preço dos combustíveis. Com isso, a emenda não faz qualquer sentido. A Federação PSOL REDE indica "não" à emenda. - 12/08/2026
O Deputado orientou a Federação PSOL REDE contrariamente ao Substitutivo do Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, que trata da redução das alíquotas de tributos federais sobre a importação, a produção e a comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação. Além disso, reconheceu o avanço na alteração do art. 14, que passou a garantir a manutenção dos mínimos constitucionais destinados à saúde e à educação. Por fim, justificou a orientação contrária com base em dispositivos sobre ajuste fiscal e sobre fertilizantes que suscitam preocupações ambientais.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Renúncia fiscal,Combustível,Combustível de aviação,Alíquota,Tributo federal,Percentual constitucional,Saúde pública,Educação pública,Recursos públicos,Ajuste fiscal,Fertilizante,Proteção ambiental,Federação PSOL REDE,Voto contrário
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu queria, primeiro, começar reconhecendo o avanço que nós tivemos na conversa agora aqui no plenário, porque o principal problema do PSOL com este projeto era o art. 14, que dava margem para a relativização dos mínimos constitucionais de saúde e educação, tanto no seu inciso I quanto no seu inciso II. Por isso, fomos vários de nós à tribuna chamar a atenção para isso. Apresentamos uma redação que garante que os mínimos constitucionais serão mantidos e que a redistribuição daquilo que é o excedente da questão do petróleo, do óleo poderá ser investido ainda dentro daquilo que determina a legislação. Por isso, retiramos o nosso destaque. Estamos, portanto, tranquilos com relação ao art. 14. O problema é que o projeto tinha outros problemas, outras questões que sequer a gente teve tempo de discutir devido ao debate sobre a questão desse do art. 14. Nesse ponto de vista, como ele mantém ainda algumas características do ponto de vista de um ajuste fiscal antecipado, com liberações na questão do fertilizante nós tivemos uma série de problemas historicamente na bancada do PSOL quanto à questão da pauta ambiental , neste momento, a Bancada do PSOL, não mais pelo art. 14, mas por outras questões, orienta o voto "não". - 12/08/2026
O Deputado solicitou a retirada do destaque de bancada do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) ao Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, que reduz as alíquotas de tributos federais sobre a importação, a produção e a comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação.
Palavras-chave oficiais: Retirada de proposição em tramitação,Destaque de bancada,Projeto de lei complementar,Renúncia fiscal,Combustível,Combustível de aviação,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, para facilitar o nosso procedimento, queremos que a votação seja do projeto sem nosso destaque. - 12/08/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, que dispõe sobre regras para renúncias de receita com o objetivo de mitigar os impactos econômicos causados pelo choque no mercado internacional de energia decorrente do conflito no Oriente Médio. Além disso, criticou o arcabouço fiscal e apontou que o projeto sobre combustíveis teria incluído “jabutis” que fragilizaram os mínimos constitucionais de saúde, educação, BPC e aposentadoria, subordinando direitos sociais à lógica fiscal.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,Renúncia fiscal,Petróleo,Guerra,Oriente Médio,Discussão,contrário
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, pessoas aqui presentes e todos que nos acompanham, eu tenho ouvido, nos últimos discursos do Presidente Lula, a preocupação da questão orçamentária e a necessidade de haver mais recursos discricionários para fazer política e para garantir os direitos da população. Eu quero dizer que isso precisa se traduzir nas legislações que a gente vota aqui no Congresso. Senão, viram palavras ao vento, e eu não quero que isso aconteça. Sou base desse Governo, de um partido que apoiou grande parte das medidas desse Governo, mas que foi contrário ao arcabouço fiscal quando ele foi encaminhado aqui no primeiro ano de mandato, dizendo, em todas as letras, que o Governo estava criando uma camisa de força para si mesmo, que limitaria a sua capacidade de investimento para garantir direitos da população. Pois bem, chegamos agora a um projeto que tinha o objetivo de resolver uma questão dos combustíveis, que precisava corrigir uma injustiça com o etanol, e aí resolveram colocar não apenas um jabuti, mas uma família inteira de jabutis aqui, uma família grande de jabutis neste projeto. Resolvem colocar um jabuti, na minha opinião, muito grave. Eu fiquei aqui tentando discutir com a assessoria e não tenho dúvidas: trata-se de uma fragilização da garantia constitucional dos mínimos de gasto de direitos sociais, de saúde, de educação, do BPC. Isso é muito grave, é o contrário daquilo que a gente acredita por princípio na política. Eu quero dizer que é bom que cada Deputado e cada Deputada aqui pensem: por que existem as vinculações orçamentárias? Exatamente para que, em momentos de problema fiscal, os direitos sociais sejam garantidos. A gente mantém mínimos condicionais mesmo em regimes de déficit, em problemas de déficit, porque a gente diz: "o direito à educação e à saúde não pode estar submetido a oscilações orçamentárias, porque o povo tem direito à educação, à saúde, ao BPC, à aposentadoria". É disso que se trata. Esse projeto inverte a lógica, pois coloca vinculações legais subordinadas à questão fiscal. Ele inverte, portanto, um princípio orçamentário brasileiro de muito tempo. Nesse ponto de vista, a bancada da Federação do PSOL/REDE não pode ser favorável a esse projeto, porque este artigo corrompe todo o problema. Porque, inclusive, o projeto tem uma série de isenções fiscais, uma série de isenções de verba, mas lá, para os direitos sociais, é contenção, limite, vinculação à questão fiscal. E quero dizer, Presidente, só para terminar, que ontem, no Colégio de Líderes, eu fiz essa pergunta diretamente ao Presidente Hugo Motta quando ele, ao citar aquilo que entraria nesse projeto, fazia referência que podia ser aos mínimos constitucionais. Deputado Glauber Braga, eu perguntei ao Presidente Hugo Motta: "o projeto vai mexer no mínimo constitucional?". Ele falou: "não, vai mexer só na receita que é extra, na receita do petróleo". Pois não é. Nós estamos vendo, aqui, uma fragilização das vinculações legais para a garantia de direitos sociais. Com isso, não podemos. E vamos apresentar o destaque de preferência para retirar esse artigo do projeto. - 15/07/2026
O Deputado criticou o que chamou de sequestro da execução orçamentária pelo Legislativo, afirmando que o modelo atual de emendas parlamentares enfraquece o planejamento público, favorece interesses eleitoreiros e abre espaço para corrupção. Afirmou que a Federação PSOL REDE responderá ao Ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, negando que seus Presidentes partidários indiquem emendas, e disse que o partido seguirá atuando contra o orçamento secreto e suas derivações, como as emendas de Comissão. Defendeu também mais transparência, rastreabilidade e uma redução drástica dos valores das emendas parlamentares, argumentando que a concentração desses recursos no Legislativo compromete até a função fiscalizatória dos Deputados. Por fim, criticou eventuais reuniões informais sobre emendas e cobrou que qualquer discussão sobre o tema seja feita de forma transparente.
Palavras-chave oficiais: Emenda,Execução orçamentária,Poder Legislativo,Corrupção,Federação PSOL REDE,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Orçamento secreto,Emenda de comissão,transparência,rastreabilidade,função fiscalizadora,Deputado federal
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. O sequestro da execução orçamentária pelo Legislativo é um atentado à democracia. Isso é um absurdo e é, ao mesmo tempo, uma porta aberta para a corrupção. O Ministro Flávio Dino, do STF, acaba de convocar todos os líderes partidários a responderem, perdão, Presidentes de partido, a responderem uma série de questões sobre se indicam ou não a destinação de emendas parlamentares. O nosso partido, a Federação PSOL REDE, vai responder e vai responder dizendo que Valdemar Costa Neto mente ao dizer que todos os Presidentes de partido estão indicando emendas, pois aqui, no PSOL, isso não acontece. Digo mais do que isso. Nós, do PSOL, estivemos e estaremos na linha de frente contra o orçamento secreto e seus filhotes. O filhote mais recente são as tais emendas de Comissão, que são aprovadas sem que ninguém saiba direito de onde vieram, para onde vão e como serão. E nós vamos seguir denunciando isso. O orçamento executado pelo Legislativo perde planejamento, perde coerência, torna a lógica da execução do dinheiro público a partir de interesses paroquiais, eleitoreiros e abre portas para a corrupção. Já passou do tempo para este Congresso Nacional avaliar o mecanismo das emendas parlamentares. Houve uma aposta na questão do orçamento impositivo. Eu ouvi aqui o nobre Deputado dizendo "mas é o Presidente quem paga, é o Lula quem paga". Não! O orçamento hoje é impositivo das emendas. Não há discricionariedade no Poder Executivo. Eu vi o Líder Sóstenes Cavalcante e ele que venha aqui me desmentir cobrar na reunião de Líderes que as emendas saíssem para todos os partidos. Essas cobranças aqui têm uma lógica, uma conivência deste Plenário com mecanismos que hoje são mecanismos graves de corrupção. É preciso que este Parlamento reflita sobre isso. É preciso não só garantir transparência e rastreabilidade, mas hoje é preciso que a gente tenha coragem de defender a redução drástica dos valores das emendas parlamentares, porque é dinheiro do orçamento público que devia estar nas mãos do Poder Executivo, daquele que ganha a eleição para executar o orçamento, senão a nossa própria função de fiscalizar está prejudicada. Se eu indico, se eu executo, quem é que fiscaliza? Eu mesmo? Concluo, Sr. Presidente, ele precisa ser revisto. Hoje, a imprensa me perguntou sobre uma reunião de Líderes para discutir emenda. Eu não fui chamado para reunião de Líderes nenhuma. Se essa reunião está acontecendo, ela é uma reunião entre aqueles que usam esse mecanismo, não uma reunião formal da Câmara dos Deputados. E se isso está acontecendo, nós também temos que denunciar. Ou é feito de forma transparente, ou está devendo alguma coisa. - 15/07/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 3.381, de 2015, que dispõe sobre a comercialização de sinalizador náutico em todo o território nacional. Na oportunidade, assinalou que o texto respondia ao Caso da Fábrica de Fogos de Santo Antônio de Jesus (BA) perante a Corte Interamericana de Direitos Humanos e vedava a fabricação familiar e residencial de explosivos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto favorável,Santo Antônio de Jesus (BA),Fábrica,Fogo de artifício,Corte Interamericana de Direitos Humanos,Explosivo
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Este projeto não trata apenas da questão do uso dos chamados fogos de artifício, etc., que são destaques, inclusive, apresentados aqui por vários Parlamentares para defender a urgência. Trata também da questão de características e regras para a fabricação, inclusive definindo potencial explosivo, etc. É, inclusive, uma resposta a um caso registrado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos, o Caso da Fábrica de Fogos de Santo Antônio de Jesus, inclusive vedando a fabricação familiar, residencial de fogos de artifício, de explosivos. Por toda essa importância, a bancada da Federação PSOL-REDE é favorável à urgência hoje, para que a gente trabalhe no texto que veio do Senado, que já é um bom texto, tem elementos positivos destacados até por quem é contra a urgência. Por isso, nós somos favoráveis à urgência agora. - 15/07/2026
O Deputado registrou a presença de representantes da Embaixada da Noruega no Brasil. Deu as boas-vindas à comitiva e mencionou, em tom de descontração, a participação da seleção norueguesa na Copa do Mundo, agradecendo a visita dos diplomatas ao Congresso Nacional.
Palavras-chave oficiais: Noruega,Embaixada estrangeira,Representante,Plenário,Saudação
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Otoni de Paula. Eu queria registrar a presença de representantes da Embaixada da Noruega aqui no Brasil, que estão visitando o nosso Plenário hoje. Eu queria agradecer. É claro que eles prefeririam estar neste momento de Copa do Mundo com o time ainda presente, mas estão aqui. Eu gostaria, portanto, apenas de registrar isso. - 14/07/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 2 apresentada ao Projeto de Lei nº 3.085, de 2026, que regulamenta o regime de relevância das questões de direito federal infraconstitucional para admissão dos recursos especiais no Superior Tribunal de Justiça — STJ e altera o Código de Processo Civil.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto favorável
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, ouvindo a fala do Líder Pedro Uczai, eu me lembrei de uma coisa. A gente tem votado uma série de projetos aqui que reforçam a estrutura do Judiciário exatamente para ampliar o acesso à Justiça. Agora, do ponto de vista processual, votamos um projeto de lei que, ao fim e ao cabo, vai dificultar esse acesso à Justiça. Isso é uma incoerência deste Plenário hoje. A emenda apresentada pela Federação do PT, PCdoB e PV corrige um ponto e diminui o dano que este projeto trará aos mais pobres. Por isso, a orientação da Federação PSOL REDE é o voto "sim" à emenda. - 14/07/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 3.085, de 2026, que regulamenta o regime de relevância das questões de direito federal infraconstitucional para admissão dos recursos especiais no Superior Tribunal de Justiça — STJ e altera o Código de Processo Civil.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto contrário
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, economia processual, celeridade na questão da justiça não podem se confundir com falta de acesso dos mais pobres à justiça. Por conta disso, a Federação PSOL REDE vota "não". - 14/07/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 3.085, de 2026, que regulamenta o regime de relevância das questões de direito federal infraconstitucional para admissão dos recursos especiais no Superior Tribunal de Justiça e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Boa noite. Sr. Presidente, Sras. Deputadas, Srs. Deputados, todas as pessoas que nos acompanham aqui no plenário, que nos acompanham pela TV Câmara, confesso que votar esse projeto em regime urgência, Deputado Patrus, é muito temerário. Isso porque é um projeto deveras complexo, que necessitaria de mais tempo para que a gente pudesse formar opinião, modificar o texto do seu substitutivo, entender o equilíbrio entre aprimorar o processo jurídico, a questão do rito processual e os precedentes e fortalecer a produção de precedentes na sociedade brasileira, sem deixar e sem prejudicar, diria melhor, o acesso dos mais pobres à Justiça. A democracia tem um desafio, Deputado Chico Alencar: sempre criar condições para que os mais pobres, os mais vulneráveis acessem os direitos da mesma forma que os poderosos, os privilegiados e os mais ricos de sempre. Essa é a questão da democracia desde a Atenas clássica, do século V, antes de Cristo. E aqui, Deputado Tadeu Veneri, na minha opinião, o maior problema, o maior perigo desse projeto de lei está neste ponto: ao criar este filtro de admissibilidade no STJ, vai permitir que grandes litigantes, grandes empresas e pessoas que têm condições de contratar advogados e grandes escritórios de advocacia consigam evitar que seus processos sigam ou fazer os processos seguirem, enquanto aqueles que dependem da Defensoria Pública ou que dependem de políticas públicas que ampliem o acesso à Justiça ficarão presos neste filtro, que, mais uma vez, será um filtro de classe social. Isso impedirá que os mais pobres possam recorrer, mais uma vez, sob essa lógica de que agora devem ter relevância nacional os temas para que um recurso especial seja admitido. Nós sabemos, por exemplo, que muitas questões previdenciárias podem não ter relevância nacional, mas são repetidas muitas vezes. E, se elas não produzirem precedentes, elas continuam deixando aquelas pessoas à mercê das decisões dos juízes de primeira ou de segunda instância, sem que se façam possíveis recursos especiais a Cortes Superiores. É nesse sentido, em um sentido em que esse texto mereceria mais tempo de debate mas não há, porque foi aprovada a urgência, e nós estamos no mérito , que a bancada da Federação PSOL REDE hoje é contrária, votará contrária a esse projeto e terá acordo no destaque apresentado também pelo Líder Pedro Uczai. Obrigado, Sr. Presidente. - 14/07/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Decreto Legislativo nº 171, de 2026, que susta os efeitos do Decreto nº 12.887, de 23 de março de 2026, que amplia a Estação Ecológica de Taiamã, localizada nos Municípios de Cáceres e Poconé, Estado de Mato Grosso.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de decreto legislativo,Federação PSOL REDE,Voto contrário
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente e demais Parlamentares, uma das perguntas que deveríamos responder a respeito de cada requerimento de urgência é esta: a matéria tem urgência de fato? Neste caso, a minha resposta, mais uma vez, é não. Com esta urgência se quer atacar mais uma vez o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, atacar o meio ambiente, sob a alegação de supostos prejuízos econômicos, que não estão acontecendo. Cada projeto como esse contraria a questão relativa a desastres socioambientais que atingem a própria sociedade. Essa é uma das regiões hidrologicamente mais sensíveis de todo o Pantanal. Exatamente por isso, é necessário ampliar a área de conservação, o que agora esse PDL tenta sustar. Projeto de decreto legislativo deveria existir apenas quando o Poder Executivo exorbitasse de seus poderes. Hoje, aqui, não é esse o caso. A bancada da Federação PSOL REDE orienta "não" a este requerimento e é contra esse PDL. - 08/07/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 1.845, de 2025, que altera a Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, para dispor sobre o cálculo da tarifa do serviço de abastecimento de água em condomínios com múltiplas unidades imobiliárias e medidor único.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Mais uma vez, boa noite. Presidente Altineu, para V.Exa. ver, eu subo à tribuna para elogiar um projeto do Carlos Jordy relatado pelo Kim Kataguiri. Trata-se de um problema para a minha base, mas eu não deixarei de fazer isso aqui hoje, porque o projeto é justo e é correto. Ainda bem que fui precedido pelo Deputado Pompeo de Mattos, que inclusive no seu belo discurso já apontou uma série de questões que eu vinha trabalhando aqui. Bom, primeiro, a água é um princípio básico da sustentação da vida, da vida humana, da vida de cada ser humano, mas também da vida humana em sociedade, e esse princípio basilar é fundamental. Nós da Federação PSOL REDE, que sempre defendemos ou sempre lutamos contra a privatização das empresas de fornecimento de água, sempre partimos deste princípio, de que ao Estado deveria competir a garantia do direito à água para todos os cidadãos e, obviamente, a cobrança aumentada daqueles que mais consomem e que têm mais condições de contribuir, para que todos tenham água na medida do necessário. Por isso, inclusive, sempre defendemos a instituição de tarifas sociais da água, para que ninguém seja impedido de ter acesso à água só porque não tem dinheiro, porque a água não é e não pode ser uma mercadoria. Na pandemia, um momento dramático para a vida de todos nós, nós vimos o quanto a água é fundamental para a manutenção da vida humana, inclusive, em situações de calamidade e pandemia, como vivemos na pandemia da Covid-19. Lá no Rio de Janeiro, o agora inelegível Cláudio Castro vendeu a companhia de águas, a chamada Cedae, a famosa Cedae, que era criticada por muitos cidadãos. Com a Cedae, foi feito aquilo que Governos neoliberais adoram fazer: primeiro, sucateiam o serviço, param de garantir a qualidade do serviço, porque estão sucateando os servidores e a infraestrutura daquela empresa, para então garantir apoio popular na privatização e na venda daquele ativo. Aliás, foi vendida como forma de garantia das dívidas que o Estado do Rio tinha com a União. E o que diz a população hoje? Eu estive em Miguel Pereira, no interior do Estado do Rio de Janeiro, no último fim de semana. Lá, conversando com moradores, eles diziam: "Privatizaram, prometendo que a água ia estar mais limpa, melhor, que ia haver saneamento. A única coisa que mudou foi que a conta aumentou!" Em todos os lugares do Estado do Rio de Janeiro, a gente tem visto isto: aumento da conta de água para todo mundo. Esse projeto tem o potencial de resolver uma parte deste problema. Nós queremos, no Rio, a reestatização da Cedae, mas este projeto vai no caminho correto de garantir à população que ela não continue a pagar essa tarifa mínima que se vai pagar independente de quanto consumiu. Isso tem que acabar, e o Deputado Kim Kataguiri teve correção ao colocar isso no relatório do projeto. Esse elemento, para nós, é decisivo. Contudo, é preciso colocar uma trava para que a parte fixa desta tarifa, que será, portanto, composta por dois elementos, não supere e não seja muito grande onerando ainda mais o consumidor final, porque água é direito, água é vida, água não é mercadoria. Obrigado, Sr. Presidente. Vamos à aprovação do projeto. - 08/07/2026
O Deputado prestou homenagem a Plínio de Arruda Sampaio, político do PSOL falecido em 2014, destacando sua trajetória de 60 anos de vida pública coerente, que incluiu mandato de Deputado em 1962, participação na Assembleia Constituinte de 1988 e candidatura presidencial em 2010. Exaltou seu legado de defesa da reforma agrária, da utopia transformadora e da capacidade de inspirar a juventude a acreditar no impossível.
Palavras-chave oficiais: Homenagem póstuma,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Ex-deputado federal
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O SR. TARCÍSIO MOTTA (Bloco/PSOL - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. "Jovens, pensem grande, não pensem pequeno. Não acreditem no impossível, porque o impossível torna-se possível se vocês quiserem. Sessenta anos de vida pública. Viva o Brasil. Viva a juventude brasileira." Assim terminava Plínio de Arruda Sampaio seu discurso de encerramento no debate presidencial da principal emissora de TV brasileira quando foi candidato em 2010. Hoje nós lembramos que Plínio de Arruda Sampaio nos deixou em 2014, Deputado Glauber. Plínio fez aquela campanha, uma campanha do meu partido, do Partido Socialismo e Liberdade, cativando a juventude brasileira a sonhar grande, a pegar aquilo que parecia impossível e dizer "É possível se você quiser'. E era a coroação, sim, de 60 anos de vida pública honrada e coerente. Plínio de Arruda Sampaio foi Deputado em 1962, no Governo João Goulart, eleito, então, pela Democracia Cristã. Depois, em 1988, fez parte da Assembleia Nacional Constituinte, da Comissão de redação da Constituinte, inclusive como observador vinculado à CNBB, no momento em que a Igreja Católica olhava para a Constituição brasileira. Plínio de Arruda Sampaio, que nunca deixou de defender a reforma agrária, foi Relator do projeto de reforma agrária, das reformas de base no Governo João Goulart. Participou ativamente de vários governos em São Paulo e disputou várias eleições. Plínio nos deixou, mas deixou um legado de uma coerência de vida de quem entrou para a vida pública por um conjunto de ideais que nunca se negou a dialogar com todos os setores sem perder a radicalidade de quem acreditava num mundo estruturalmente diferente, de quem acreditava, sim, na revolução, na possibilidade de superação do capitalismo, a partir da construção de uma hegemonia, a partir da construção de um projeto que cativasse e convencesse a população brasileira. Em 2014, distante daquilo que seus sonhos fizessem, ainda assim ele seguia dizendo que era preciso que o legado da luta, do sonho, da utopia, que faz você caminhar, de um Brasil justo e fraterno. Ainda que esse sonho estivesse distante, era preciso continuar a caminhar em busca desse sonho. Em 2014, eu disputei minha primeira eleição como candidato a Governador do Rio de Janeiro. Hoje, no mês 8 de julho, naquelas lembranças que aparecem nas redes sociais, apareceu uma foto da caminhada inicial daquela campanha, que ninguém acreditava que ia levar a lugar nenhum, contra quatro grandes medalhões da política fluminense, em que a gente levou o legado de Plínio de Arruda Sampaio à frente. E espero que o nosso partido, Deputado Glauber, Deputada Sâmia, continue a honrar a memória de Plínio de Arruda Sampaio. Plínio, presente!
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.