
Nome civil: Antonio Tadeu Veneri · 73 anos
Bananômetro
85/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 79% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 98%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 84%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 94%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 97%das 749 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 98%das 776 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.tadeuveneri@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5952
- Gabinete
- Gabinete 952, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
98%
Esteve em 385 de 391 sessões
Votou nas votações
84%
Registrou voto em 944 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 17 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
97%
Em 749 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
293 discursos na tribuna · de 08/02/2023 a 13/10/2026.
- 19/08/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 615, de 2025, que aprova o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Secretariado da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, do Protocolo de Quioto e do Acordo de Paris sobre a Trigésima Sessão da Conferência das Partes na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a Vigésima Sessão da Conferência das Partes servindo como Reunião das Partes no Protocolo de Quioto, a Sétima Sessão da Conferência das Partes servindo como Reunião das Partes no Acordo de Paris, das Sessões dos Órgãos Subsidiários e Outras Reuniões da UNFCCC, também chamado de Acordo de Sede da COP30, assinado em Bonn, Alemanha, em 20 de junho de 2025. Ademais, criticou os Deputados do Pará que falaram mal de seu próprio Estado e de sua capital Belém (PA).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de decreto legislativo,Maioria parlamentar,Voto favorável Deputado federal,Discurso parlamentar,Pará (Estado),Belém (PA)
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria orienta "sim", Sr. Presidente. Algo me chama a atenção. Acho que cabe aqui, inclusive, um desagravo ao Pará. Eu sou do Paraná, e nunca vi Deputados do Paraná falarem mal do Paraná. Agora, Deputados de outros Estados, inclusive do Pará, falam mal do Pará, falam mal de uma cidade como Belém, que conheço desde a década de 70. Falam mal, dizem que a cidade está caindo aos pedaços. Não é por conta disso que a COP vai deixar de existir. Parece-me que, por esse raciocínio vira-lata, não teríamos nada no Brasil, absolutamente nada. Não haveria nada no Rio de Janeiro, porque grande parte da população mora em favelas; não haveria nada em São Paulo, porque o PCC está por lá; não haveria nada em outros Estados. Francamente, eu não entendo que alguém que foi eleito pelo Pará, alguém que recebeu votos em Belém, cidade que já foi uma das mais importantes do Brasil, a porta de entrada da Amazônia, venha aqui falar mal do Pará, falar mal da própria cidade. É inadmissível. O voto é "sim", Sr. Presidente, contra o complexo de vira-lata. - 19/08/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Mensagem do Poder Executivo nº 914, de 2025, que submete à Consideração do Congresso Nacional o texto do Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Secretariado da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, do Protocolo de Quioto e do Acordo de Paris sobre a Trigésima Sessão da Conferência das Partes na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a Vigésima Sessão da Conferência das Partes servindo como Reunião das Partes no Protocolo de Quioto, a Sétima Sessão da Conferência das Partes servindo como Reunião das Partes no Acordo de Paris, das Sessões dos Órgãos Subsidiários e Outras Reuniões da UNFCCC, também chamado de Acordo de Sede da COP 30, assinado em Bonn, Alemanha, em 2025.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Mensagem do Poder Executivo,Maioria parlamentar,Voto contrário
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Maioria orienta "não", porque não há como se retirar a matéria de pauta. Nós somos, sim, favoráveis ao acordo. Não há como manter a COP 30, se nós não votarmos isso. Eu não entendo exatamente quais são as razões, embora eu as respeite. Quais são as razões para que não se vote um protocolo? Pode-se ser favorável ou contra ele, mas por que não se pode votar o protocolo, a não ser que a intenção seja postergar o processo? Os debates podem ser feitos, até mesmo quando nós estivermos votando o projeto. Agora, não se pode dizer que não é possível votar um protocolo que foi assinado em Bonn, em 2025. Isso é bastante difícil de entender, Sr. Presidente. É claro que a Oposição tem seus motivos, tem suas razões. Nós respeitamos isso, mas é claro que nós vamos orientar "não", porque queremos votar o projeto ainda hoje e aprová-lo. O voto é "não". Obrigado, Sr. Presidente. - 12/08/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 1.707, de 2024, que altera a Lei nº 12.087, de 11 de novembro de 2009, para incluir cooperativas solares entre as entidades elegíveis para a garantia de risco às operações de crédito do Fundo de Garantia de Operações - FGO, nas condições que especifica. Além disso, classificou como hipocrisia os que defendem a democracia, mas participaram de atos golpistas em 8 de janeiro, reiterando que o ex-Presidente Jair Bolsonaro será responsabilizado e que o País seguirá avançando.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Base de apoio político,Governo,Voto favorável Ato antidemocrático,Defesa,Golpe de Estado,Democracia,Ex-presidente da República,responsabilização
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Governo entende que o projeto é importante. Nós precisamos ter, de fato, energia limpa. O projeto do Deputado Pedro Uczai prevê que as cooperativas agrícolas e V.Exa. as conhece bem de pequenos agricultores tenham acesso. Não é verdade que todo pequeno agricultor ou todo Município têm acesso através da rede privada. Não é verdade que os créditos estão disponíveis dentro da rede privada. Por isso, é importante o apoio estatal. E eu me surpreendo, Sr. Presidente, ao ouvir algumas pessoas dizerem que determinadas atividades não precisam de apoio público. Digo isso porque, na hora de pegarem o dinheiro do crédito agrícola, esses são os primeiros a correrem para os bancos, porque o crédito é subsidiado. Essas são as mesmas pessoas, Sr. Presidente, que falam em democracia, mas tentaram dar um golpe no dia 8 de janeiro e tentaram dar um golpe na Mesa, o que não conseguiram e não vão conseguir, porque a hipocrisia tem limites. E essa hipocrisia que está colocada pelo lado de lá certamente será derrotada, o Bolsonaro irá para a cadeia, e nós continuaremos tocando o País. Obrigado, Presidente. - 17/07/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda nº 3 do Senado Federal, apresentada ao Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre o licenciamento ambiental, regulamenta o inciso IV do § 1º do art. 225 da Constituição Federal; altera as Leis nºs 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e 9.985, de 18 de julho de 2000; revoga dispositivo da Lei nº 7.661, de 16 de maio de 1988; e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Partido dos Trabalhadores (PT),Voto contrário
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PT vota "não" à retirada e vota "sim" à vida. Na verdade, o destaque prevê que se possa, inclusive, retirar aquilo que para nós é importante, ou seja, a manutenção do licenciamento como nós temos hoje. Então, votamos "não", Sr. Presidente. - 17/07/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre o licenciamento ambiental.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria orienta "sim" à retirada de pauta, Sr. Presidente. Há pouco nós ouvimos sobre a tragédia do Rio Grande do Sul e, depois, a comemoração por ter saído daqui um recurso para o Rio Grande do Sul. Há poucos dias também nós ouvimos Deputados reclamarem da tribuna que havia uma campanha contra esta Casa, especificamente contra a Câmara dos Deputados. Agora eu me pergunto: como é que nós queremos que a população nos veja diferente se nós agimos justamente contra aquilo que temos talvez de mais sagrado, que é o meio ambiente? Será um retrocesso histórico se esta Casa aprovar isto, que só beneficia aqueles que querem destruir o meio ambiente. Nós entendemos desde o início que é preciso resistir aqui e, se for necessário, judicializar. Não reclamem depois, não venham com chororô. Na verdade, o que se está cometendo aqui é uma violência contra o Estado brasileiro, contra a população brasileira. A orientação é de voto "sim" à retirada de pauta. - 16/07/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 5.464, de 2023, que altera a Lei nº 12.409, de 2011, para dispor sobre as normas que regulam o Seguro Habitacional do Sistema Financeiro da Habitação (SH/SFH). Na oportunidade, alertou que a medida pode gerar ações judiciais em massa, comprometer o erário e prejudicar o papel social da Caixa Econômica Federal (CEF) como financiadora da habitação.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu nem vou subir à tribuna, só quero fazer algumas ponderações. Na verdade, há uma preocupação em relação a esse projeto, porque ele traz... (O Sr. Presidente faz soar as campainhas.) O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Eu entendo a euforia e a alegria, mas estamos em votação. Eu gostaria de pedir extrema atenção, pois há um orador na tribuna fazendo uso da palavra. O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR) - Obrigado, Sr. Presidente. Talvez muitos não tenham acompanhado o projeto, mas ele prevê que uma pessoa que tenha tido financiamento habitacional, seja pela Caixa, seja por qualquer outra instituição, mas especificamente pela Caixa, que tenha tido o seguro, que era obrigatório muitos aqui tiveram, há 20 anos, 30 anos , que pagou o financiamento, portanto, não tem mais dívida com a Caixa, que pagou o seguro, não tem mais seguro com a Caixa, depois de 20 anos ou 30 anos, se ocorrer qualquer problema no imóvel, poderá acionar esse seguro, que antes a Caixa podia negociar. Pelo projeto, ela é obrigada a aceitar, mesmo que esse seguro e esse contrato já não existam mais. E nós estamos falando de 30 bilhões de reais previstos, de cerca de 500 mil pessoas e 70 mil contratos. Primeiro, vão criar uma situação absurda para a Caixa Econômica e para o próprio Erário. Segundo, ao fazerem isso, inviabilizam e talvez não tenha sido este o propósito do projeto de lei inclusive o sentido da própria Caixa Econômica e do seu principal papel, que é ser financiadora habitacional. Então, nós encaminhamos contrariamente, porque entendemos que há outros mecanismos para se fazer isso. Agora, eu não posso fazer a Caixa Econômica, por ela ter sido justamente o agente financeiro, ser punida por algo de que não tem mais responsabilidade. E é isso que se pretende. Tanto eu quanto a Deputada Erika viemos de bancos. Eu via, um pouco antes, o debate que foi feito a respeito da situação dos agricultores do Rio Grande do Sul e me lembrei de muito do Banco do Brasil, quando aconteciam situações semelhantes e era ele que, na época, dava cobertura com recurso do Governo, mas dava cobertura. Agora nós estamos repetindo a mesma coisa na Caixa. Talvez, Sr. Presidente, ainda haja tempo de fazermos um debate sobre o que significa isso. Centenas de milhares de pessoas ou, pelo menos, milhares de pessoas vão entrar na Justiça e vão acionar a Caixa Econômica e, consequentemente, o Erário, para receberem algo a que, teoricamente, não têm mais direito, porque o seu contrato, que vigia há 10 anos ou 20 anos, não existe mais, o seu seguro não existe mais. Apesar de V.Exa. ser médico e não advogado, V.Exa. sabe que o seguro só existe enquanto está vigendo inclusive o seu pagamento. A partir do momento em que não há mais pagamento por qualquer razão, ele deixa de existir. Mas, por este projeto, o contrato não deixa de existir, continua sendo acionado, e a Caixa Econômica continua sendo responsável pelo pagamento de qualquer situação que haja no imóvel, o que é surreal. Como a Caixa e o Erário podem ser responsabilizados por algo que já aconteceu? O contrato já se extinguiu há 20 anos ou 30 anos, e a Caixa é responsável, neste momento, por algo de que ela, juridicamente, não tem nenhuma responsabilidade. Por isso, nós não encaminhamos contrariamente. - 16/07/2025
O Deputado manifestou indignação com a situação em Gaza, ressaltando que o conflito iniciado em outubro, após o ataque do Hamas a Israel, resultou em mais de 300 mil mortes, incluindo mais de 30 mil crianças. Classificou as ações israelenses como genocídio e crime de guerra, exemplificando a morte de civis, crianças, mulheres e homens, quando na busca por alimento. Além disso, afirmou que o sionismo em Israel prejudica a imagem dos judeus mundialmente, e que os judeus no Brasil são contrários ao que está ocorrendo em Gaza. Por fim, destacou o apoio à criação de dois Estados e apelou pelo fim imediato das hostilidades, em prol da paz e da sobrevivência do povo de Gaza.
Palavras-chave oficiais: Faixa de Gaza,Israel,Genocídio,Crime de guerra,Sionismo,Judeus,Paz,Hamas
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu acredito que nós não gostaríamos de repetir algo que, há quase 3 anos, estamos vendo: a situação em Gaza. Neste plenário, parece que as coisas não existem mais. Gaza continua sendo destruída. Desde outubro, quando o Hamas entrou em Israel, cometeu um crime, matou milhares de pessoas, de lá para cá, Gaza perdeu mais de 300 mil pessoas. Dentre elas, havia mais de 30 mil crianças. Hoje, lá, há somente civis. O que Israel está fazendo é um genocídio, é um crime de guerra contra Gaza. O que se vê agora, nessa maior tragédia, não se viu nem durante o período nazista, na Segunda Guerra Mundial. Estão fazendo com que as pessoas tenham que buscar comida. Crianças, mulheres e homens estão sendo mortos ao procurarem comida. Por isso, é preciso lembrar sempre: Gaza vai sobreviver. Sr. Presidente, Gaza vai sobreviver. O que o sionismo faz em Israel repercute contra os judeus no mundo todo. Os judeus aqui no Brasil são contrários ao que acontece dentro de Gaza. Nós queremos, sim, que haja dois Estados. Nós queremos que haja paz em Gaza. Nós queremos o fim do genocídio. Enquanto isso não acontecer, Sr. Presidente, nós vamos ter várias versões e, todos os dias, haverá civis mortos, inclusive crianças e mulheres, o que é lamentável. - 15/07/2025Breves Comunicações
O Deputado relatou casos de violência extrema contra indígenas no Paraná, destacando a decapitação de Everton, filho do cacique da aldeia de Guaíra, e de outro indígena, com ameaças deixadas em cartas à força de segurança e defensores dos direitos humanos. Criticou a ausência de resposta do Governo do Paraná diante dos fatos e afirmou que a Polícia Federal assumiu a investigação por se tratar de área de fronteira. Relacionou a escalada da violência à possível aprovação do chamado Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre o licenciamento ambiental, regulamenta o inciso IV do § 1º do art. 225 da Constituição Federal, e dá outras providências. Também comentou a denúncia contra o ex-Presidente Jair Bolsonaro, refutando declarações de aliados que defenderam sua permanência no País para responder às acusações, classificando essa posição como covarde diante dos crimes que lhe são imputados.
Palavras-chave oficiais: Violência,Ameaça,Indígena,Paraná,Homicídio,Governo estadual,Polícia federal,Investigação criminal,Projeto de lei ordinária,Licenciamento ambiental,Política de segurança pública,Direitos humanos Denúncia,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Fuga (direito penal),Processo penal
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, na última semana, nós tivemos, pela segunda vez, um acontecimento lamentável no Paraná em ambos foi utilizado o mesmo método. Estou me referindo à morte do Everton, um indígena filho do cacique da aldeia de Guaíra, Sr. Presidente. Ele foi encontrado decapitado, assim como já aconteceu com outro indígena, e a sua cabeça, colocada em um pedaço de madeira justamente no caminho que leva à aldeia. Seu corpo, separado, foi deixado com alguns pertences e com uma carta, Sr. Presidente V.Exa. é da Comissão de Segurança Pública , em que se ameaçava a força de segurança, a Força Nacional; em que se ameaçava de morte os outros indígenas que estão lá; em que se ameaçava também todos aqueles da área dos direitos humanos que se insurgirem contra essa prática. Isso é terrorismo, Sr. Presidente. Nós não estamos aqui para acusar ninguém nem queremos fazê-lo, absolutamente, mas é preciso que o Governador do Estado do Paraná se manifeste. Eu digo que o Governador do Paraná, o Ratinho, é "Ratinho, o Omisso", porque parece que não aconteceu nada no Estado. Parece que não houve decapitação de dois indígenas, com as suas cabeças colocadas da mesma forma em uma estaca de madeira, parece que não foram feitas ameaças aos demais indígenas. O Governador continua achando que está tudo bem. A Polícia Federal inclusive solicitou ontem à Secretaria de Segurança Pública do Paraná a condução do caso, porque a área em que ele ocorreu é de fronteira. Eu espero que ela identifique os verdadeiros criminosos e que e o Judiciário os puna. Há, na região, uma disputa por terra, sem dúvida nenhuma, mas nada justifica a barbárie que estão cometendo. E ela vem na esteira, Sr. Presidente, dessa disputa que ficará muito mais intensa a partir do momento em que for aprovada, se isso acontecer e tudo indica que acontecerá , o PL da Devastação. Eu quero também, Sr. Presidente, fazer uma lembrança. Nós vivemos tempos muito esquisitos. O ex-Presidente Jair Bolsonaro, denunciado ontem, poderá pegar até 40 anos de cadeia. A extrema direita pula para lá e para cá, tentando justificar o que disse o Bolsonaro; afirmando que o que ele disse não tem nada a ver com o que Trump está falando. O que mais me chamou atenção, entretanto, foi a declaração de um aliado ou, pelo menos, ex-aliado de Bolsonaro chamado Malafaia. Malafaia disse nas suas redes sociais até onde tudo indica, foi ele que é uma covardia abandonar o País. Que Bolsonaro deveria ficar aqui para responder às acusações e, se for o caso, ser condenado ou não ser condenado, ser anistiado. Acontece que Bolsonaro não tem perfil para isso, Sr. Presidente. A covardia dessa família está se expressando todos os dias, e a covardia daqueles que vão defender Bolsonaro do outro lado é muito maior. Por isso, surpreende-me que o Pastor Malafaia, um aliado de primeira hora, todos sabem, hoje tenha dito que é covardia de Bolsonaro abandonar o País. É covardia daquele que colocou, inclusive, lá na Papuda, lá na Colmeia nós faremos uma visita 13 de agosto, pela Comissão de Direitos Humanos pessoas que lá estão, as quais certamente devem pensar: "Ué, mas eu vim aqui porque o capitão disse que era para resistir". Agora, o capitão e seus filhos só pensam numa coisa: desistir e fugir, como todos os covardes fazem. - 14/07/2025
O Deputado confirmou o posicionamento contrário ao Projeto de Lei nº 2.694, de 2015, mas reconheceu o acordo estabelecido para permitir o avanço da votação, com a expectativa de ajustes no Senado. Ressaltou que há pelo menos três pontos de divergência, incluindo o monitoramento por tornozeleiras e o transporte de pessoas privadas de liberdade, mesmo dentro das unidades penais. Ademais, afirmou que, caso o texto não seja alterado pelo Senado, a alternativa será manter eventual veto presidencial a esses dispositivos.
Palavras-chave oficiais: Ordem do Dia do Plenário,acordo,Votação,Projeto de lei ordinária,Lei de Execução Penal (1984),Execução indireta,Serviços,Estabelecimento penal,Segurança pública,monitoramento,Transporte,Senado Federal,Veto presidencial
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Essa é a mesma lógica que nós entendemos, Sr. Presidente. Nós já registramos o voto contrário, mas é possível que, com esse acordo, sejam analisados pelos menos três pontos em que há divergência. Como já disse o Deputado Isnaldo, estão entre esses pontos o monitoramento por tornozeleira e a locomoção de presos para outros locais, mesmo internamente. Então, feito esse acordo, nós esperaremos o projeto retornar do Senado para retirar esses pontos ou, se houver o veto, faremos com que o veto seja mantido. - 14/07/2025
O Deputado destacou que o Projeto de Lei nº 847, de 2025, permite o uso de R$ 22 bilhões atualmente parados, com potencial para impulsionar a inovação nas empresas por meio de operações de crédito com recursos da Finep. Ressaltou que a medida pode reduzir o custo do dinheiro em um cenário econômico turbulento. Também informou ter recebido uma informação da Federação das Indústrias do Paraná e enfatizou que a exigência de contrapartida nas operações reembolsáveis pode estimular novos investimentos privados. Ao concluir, salientou que a proposta representa uma oportunidade estratégica para fortalecer a indústria nacional.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,FNDCT,Operação de crédito,Economia,Indústria nacional,Paraná,inovação,Contrapartida financeira,Investimento
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero deixar registrado que o projeto, na verdade, prevê que possamos usar os 22 bilhões de reais que hoje não estão sendo utilizados. Eu acabo de receber uma informação da Federação das Indústrias do Estado do Paraná. Por isso, eu acho importante que façamos alguns esclarecimentos. A medida amplia a oferta de financiamento para a inovação nas empresas, pois os recursos da Finep poderão ser usados nas operações de crédito. No momento em que temos o custo do dinheiro tão alto, é importante que valores como estes que não estão sendo utilizados possam vir a sê-lo. Da mesma forma, ressalto que o fato de as operações exigirem contrapartida econômica e financeira, no caso da ampliação das operações reembolsadas, isso propicia novos investimentos diretos e privados. Acho que é importante registrar que nós estamos vivendo um período de turbulência e que, justamente com este PL, talvez nossa indústria possa ter recursos a um custo mais baixo. Muito obrigado. - 14/07/2025
O Deputado criticou Parlamentares que apoiam a sobretaxa imposta pelo Presidente norte-americano Donald Trump aos produtos brasileiros, acusando-os de priorizar interesses políticos em detrimento da soberania nacional. Além disso, classificou como absurda a ideia de um Presidente estrangeiro ditar regras ao Brasil. Por fim, defendeu a postura do Presidente Lula de negociar com firmeza, preservando os interesses e a autonomia do país.
Palavras-chave oficiais: Produto importado,Estados Unidos,Tarifa,Soberania nacional,Interesse nacional,Presidente da República,Crime contra a segurança nacional,Princípio da soberania nacional
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é como já falamos na semana passada: seria cômico se não fosse trágico o que está acontecendo no Brasil. Pela primeira vez, em quase 200 anos de relações que nós temos com os Estados Unidos, um Presidente americano resolve dizer o que deve ser feito aqui dentro. E o pior: alguns Deputados apoiam isso. O mais trágico ou o mais cômico, não se sabe exatamente, é isto: como Deputados aqui no Brasil apoiam medidas tomadas, ou pelo menos sinalizadas para serem tomadas, por um Presidente americano para prejudicar a economia brasileira, porque não querem que prendam aquele que tentou o golpe de Estado. Eu não entendo exatamente o que passa na cabeça das pessoas que defendem isso. Aliás, diz Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos: "Não vou voltar para o Brasil para não ser preso". Ora, se cometeu crime, será preso mesmo. Então, Sr. Presidente, está certo o Presidente Lula. Nós vamos negociar, mas vamos manter a soberania brasileira. Obrigado, Sr. Presidente. - 09/07/2025
O Deputado discutiu, em turno único, o Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 3.062, de 2022, que altera a redação dos arts. 14, 17 e 18 da Lei nº 11.794, de 8 de outubro de 2008, para dispor sobre a vedação da utilização de animais em atividades de ensino, pesquisas e testes laboratoriais com substâncias para o desenvolvimento de produtos de uso cosmético em humanos e aumentar os valores de multa nos casos de violação de seus dispositivos. Na oportunidade, também criticou a lentidão em projetos semelhantes, como o que trata das condições de animais criados para consumo — galinhas confinadas em espaços mínimos, porcos e outros animais submetidos a extremo sofrimento — defendendo que a produção de alimentos deveria evoluir para respeitar o bem-estar animal. Por fim, fez críticas à desinformação em discursos parlamentares, ironizando declarações da extrema direita sobre diplomacia brasileira, e encerrou com um apelo à lucidez e ao respeito à verdade.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,favorável,Proteção animal Extrema direita,Diplomacia
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, depois de ouvirmos tantas coisas que não têm absolutamente nada a ver com a realidade no início da noite de hoje, um projeto como esse nos traz um mínimo de conforto. Saber que não haverá mais sofrimento animal, pelo menos no que diz respeito a cosméticos, e que esse projeto, como já foi dito aqui, não afeta vacina e outras formas de utilização, mas, sim, o sofrimento, é um passo importante. Agora eu quero me referir também a outras situações. A Deputada Luciana, que está aqui, tem um projeto que nós não conseguimos aprovar nem na Comissão da Agricultura, um projeto que trata do sofrimento do animal criado para produção: produção de ovos, em que as galinhas ficam durante meses em um local do tamanho de uma folha A4; produção de carne; produção de leite; produção de carne animal a partir de suínos, que são colocados em extremo sofrimento e que sabem que vão ser colocados em sofrimento. Talvez chegue o momento em que o ser humano deixe de produzir tanto sofrimento em animais para se alimentar e para ter o desperdício que nós temos hoje. Então, este é um passo importante, pois estamos há 12 anos esperando por este momento. Eu falava há pouco que isso era muito comum, Deputada Luciana, quando nós fazíamos faculdade. No biotério, nós trabalhávamos com ratos, com exercícios feitos em ratos, para resposta de um conceito de ação e reação. Os ratos morriam de tanto fazer esforço para conseguir água. Hoje não se fala mais nisso, mas se continuam fazendo determinados tipos de experiência, como se fosse normal tratar os animais como seres que apenas servissem para nos servir. Então, este é um passo importante. Neste último minuto, Sr. Presidente, eu não posso deixar, em um dia como hoje, de lembrar não só a barbaridade feita pelo Presidente americano, mas também a celebrada pela extrema direita. Eu ouvi um discurso aqui em que falaram que o Brasil tem relações apenas com países de ditadura, tem relações com Israel, tem relações com a Arábia Saudita, tem relações com a França, tem relações com a Inglaterra. Às vezes, a ignorância é tanta que, para conseguir argumentos, ela é exposta de forma até patética. Se olhassem minimamente as relações que o Brasil tem, inclusive com a Indonésia, num almoço que foi feito hoje, não falariam tanta besteira. Como se pode falar besteira livremente, falam tudo que podem, depois vendem e ouvem aquilo que não deveriam ouvir. Viva o projeto que retira o sofrimento dos animais! Talvez um dia esses que falam tantas besteiras nos poupem... (Desligamento do microfone.) - 09/07/2025
O Deputado criticou a postura da oposição durante debate sobre gratificações para servidores efetivos e comissionados do STF. Destacou a contradição de Parlamentares que se manifestam contra benefícios para funcionários, mas se omitem quando a discussão envolve a taxação de supersalários de magistrados, promotores e outras carreiras privilegiadas, além da cobrança sobre bancos e grandes fortunas.
Palavras-chave oficiais: Proposição legislativa,Supremo Tribunal Federal (STF),Quadro de pessoal,Função comissionada,Grande fortuna,Tributação,Oposição política,Debate,Crítica
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, agradeço esse 1 minuto. Na verdade, Sr. Presidente, ontem eu ouvi aqui uma reclamação sobre o projeto que nós votamos que concede uma gratificação aos funcionários efetivos do STF, àqueles comissionados. Eu estranho que essa reclamação seja feita sempre por aqueles que, quando nós falamos em fazer um debate para taxar ou limitar os supersalários que são os dos juízes, promotores, desembargadores, do segmento mais privilegiado , não se manifestam a favor. Eles fazem proselitismo, e gritam, gritam, gritam, mas, na hora de taxar os super-ricos, na hora de taxar os bancos, na hora de taxar as grandes fortunas, ficam quietinhos. Então, acho que essa esquizofrenia da extrema direita revela, de fato, o seu caráter antinacional e a favor dos ricos. Obrigado, Sr. Presidente. - 08/07/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 769, de 2024, que dispõe sobre a criação de funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Supremo Tribunal Federal.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto contrário
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, existem algumas coisas que a gente não consegue entender. Quando alguém defende que é muito pagar 3 mil reais... Não sei se eu entendi errado, mas, pelo que eu entendi, é muito pagar. Eu pergunto quanto custa, então, um Deputado, que ganha 46 mil? Então, nós temos que votar. É claro que nós vamos votar "não", Sr. Presidente, porque a impressão que me dá é de que quando falam: "Ah, vocês defendem os pobres, não defendem os pobres". Ora, ninguém tem monopólio sobre os pobres. Agora, parece que sentiram muito quando começaram a colocar aquilo que, de fato, alguns aqui defendem e que, depois, quando chega a hora de fazer campanha, negam que estão defendendo. Ora, já falei que o STF tem recursos próprios. Aqui temos recursos próprios. Se resolverem fazer concurso e eu espero que façam , o senhor sabe que temos condições de fazer e pagar. O STF tem condições de fazer e pagar. Agora, dizer que é muito 3 mil reais, ganhando 46 mil reais? Pelo amor de Deus, Sr. Deputado! - 08/07/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Requerimento de retirada da Ordem do Dia do Projeto de Lei nº 769, de 2024, que dispõe sobre a criação de funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Supremo Tribunal Federal. Além disso, criticou Parlamentares que votaram pelo aumento do número de Deputados, mas rejeitam a criação de cargos no STF, apontando contradição. Destacou que os Poderes são independentes. Ressaltou que quem era contra aumento de despesas deveria ter votado contra a ampliação da Câmara, o que não aconteceu.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto contrário Deputado federal,Voto favorável,Projeto de lei complementar,aumento,quantidade,Parlamentar,Despesa pública
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Maioria vota para que se mantenha o projeto. Votamos "não". Eu fico surpreso, Sr. Presidente, porque aqueles que falam em aumento de despesas em relação ao STF trata-se de cargos comissionados para funcionários e de cargos de concurso público são os mesmos que, há dias, votaram para aumentar o número de Deputados. Neste pode; no outro Poder, que é independente, não pode. Eu não entendo exatamente qual é a lógica. Mas, como são Poderes separados, Sr. Presidente, nós entendemos que há orçamento, que há condições de fazer isso e que vão fazer. Se não queriam aumentar despesa, deveriam ter votado aqui, até para dar o exemplo, contra o aumento do número de Deputados, coisa que não fizeram. Então, parece-me que isso fica meio contraditório, meio sem pé nem cabeça. Alguns gritam ali do lado, Sr. Presidente, mas acho que gritam porque não têm microfone. O voto é "não", Sr. Presidente. - 08/07/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do art. 26 do substitutivo ao Projeto de Lei (PL) nº 2.583, de 2020, que institui a Estratégia Nacional de Saúde objetivando estabelecer uma estratégia nacional para incentivo às indústrias nacionais que produzam itens essenciais ao sistema de saúde nacional, bem como a pesquisa e desenvolvimento de produtos, insumos, medicamentos e materiais, com vistas a dar autonomia ao nosso País quanto a produção destes itens. Além disso, questionou a postura da Oposição, que, apesar de criticar a carga tributária e defender melhorias para o País, evita debater medidas como a redução de isenções fiscais, estimadas em R$ 600 bilhões para o próximo ano. Criticou ainda a resistência à taxação dos super-ricos e das casas de apostas (bets), bem como à revisão das emendas parlamentares, classificadas como uma excrecência, cujo valor alcança R$ 53 bilhões.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Base de apoio político,Voto favorável Oposição política,Carga tributária,Isenção tributária,Tributação,População rica,Jogo de azar,Aposta esportiva
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Governo orienta "sim", mas é importante nós entendermos o que está acontecendo neste momento. Nós ouvimos muito grito do lado de lá, muito grito de todo lado. A verdade é que eu já ouvi aqui dizerem que A, B ou C é contra isso, contra aquilo e contra aquiloutro. Ser contra é um direito, mas o que não dá para entender é por que as pessoas que estão aqui falam tanto, por que a Oposição fala tanto que quer melhorar o País, diz que já há muitos impostos, que já existe isso e aquilo, mas não entra logo no debate, para que tenhamos a redução das isenções feitas, que chegam a 600 bilhões no ano que vem. Por que a Oposição não é a favor de taxar os super-ricos? Por que não é a favor de taxar as bets? Por que não é a favor de rediscutir as emendas parlamentares, que são uma excrecência: 53 bilhões? (Desligamento do microfone.) - 03/07/2025Breves Comunicações
O Deputado defendeu uma agenda progressista voltada à inclusão dos mais pobres no orçamento e à taxação dos mais ricos, como bilionários, bancos e empresas de apostas. Relatou o caso de uma trabalhadora grávida da Brasil Foods que perdeu os filhos após ter negado o pedido de afastamento, ilustrando as consequências da precarização laboral. Criticou a concentração de renda, citando lucros bilionários de bancos e a distribuição de dividendos sem tributação. Além disso, rejeitou os altos salários no Judiciário e a resistência da elite econômica à redução da jornada de trabalho e à justiça tributária. Reforçou a importância da aprovação da proposta que isenta do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil.
Palavras-chave oficiais: Precarização do trabalho,Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF),Política fiscal,Mulher,Gestante,Concentração de renda,Banco,Instituição financeira,Lucro,Falecimento Poder Judiciário,Salário,Teto salarial,População rica,Jornada de trabalho,Justiça tributária Isenção tributária,Imposto de renda
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, precisamos fazer um debate minimamente racional, porque não adianta, Deputada Erika, acreditar ou deixar de acreditar nas coisas, quando elas de fato existem. Mesmo aqueles que não têm capacidade cognitiva para entendê-las, acabam tendo que se submeter a elas. Nós trabalhamos muito tempo com bancários e não há por que não trazermos números que justifiquem o fato, Sr. Presidente, de termos uma agenda progressista no Brasil, uma agenda que possa incluir os mais pobres no orçamento e os mais ricos no Imposto de Renda. Não são pessoas individualmente, Sr. Presidente. Quero passar o porquê de nós termos uma agenda que seja minimamente civilizatória. Semana passada, uma funcionária da Brasil Foods, em Lucas do Rio Verde, com salário de 1.975 reais, jornada de 8 horas de trabalho, das 3h30min às 13h30min, teve negado o pedido para se afastar do trabalho. Ela estava com 8 meses de gestação e se sentia mal. Às 3h40min da madrugada, ela saiu da empresa, por conta própria, para tentar pegar um ônibus e procurar um médico. Não conseguiu, teve os dois filhos na rua e os dois foram a óbito. Por isso, Sr. Presidente, é preciso que nós tenhamos um mínimo de dignidade para com as pessoas. Essa elite que não aceita a redução da jornada de trabalho, que não aceita taxar os ricos, que não aceita taxar bancos, que não aceita taxar BBBs bilionários, bancos e bets, é a mesma elite que não quer os subsalários. Só no Judiciário, o aumento foi de 46% este ano, chegando ao absurdo de termos juízes, promotores e desembargadores ganhando 150 mil reais. Mais do que isso, Deputada Erika, Sr. Presidente, os quatro maiores bancos, no primeiro trimestre de 2025, tiveram lucro de 28 bilhões de reais. Em 2024, o lucro foi de 108 bilhões de reais: Itaú, 40 bilhões de reais; Santander, 12 bilhões de reais; Bradesco, 19 bilhões de reais; Banco do Brasil, 35 bilhões de reais. Eles pagaram em dividendos 222 bilhões de reais. E vale a pergunta: será que esse pessoal da extrema direita tem cérebro? Eu pergunto, porque é difícil acreditar que alguém que tenha um mínimo de inteligência não consiga entender que distribuir 222 bilhões de reais, sem pagar 1 centavo de imposto, é contra tudo e qualquer lógica. Mais ainda, a Petrobras distribui 100 bilhões de reais em dividendos, e metade disso fica fora do País. Vocês defendem isso! Não pagam 1 centavo de imposto. "Ah, mas o Lula gasta muito". Nós assumimos o País com mais de 250 bilhões de reais de furo no Orçamento. O Imposto de Renda mínimo incide sobre a riqueza dos 0,2% mais ricos! Sr. Presidente, é inadmissível que eles não queiram pagar nada! E pior, os Deputados que estão aqui, na maioria, são quase que subalternos aos megarricos, aos BBBs. São subalternos a eles, porque também não são megarricos. Alguns se acham, mas não o são, tanto que estão aqui. Sr. Presidente, espero que nós possamos votar, na semana que vem, o projeto de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais; que nós tenhamos a clareza de que é preciso taxar dividendos e juros sobre capital próprio; e que o Congresso de fato possa legislar em favor da população, e não contra ela, como muitos estão fazendo hoje. Peço que o meu pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil, Sr. Presidente, e em todos os órgãos de comunicação da Casa. Não aos megarricos! Sim à isenção do Imposto de Renda até 5 mil reais. Obrigado, Sr. Presidente. - 02/07/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a atuação da extrema direita no Parlamento, acusando-a de criar factoides para desviar o foco de investigações sobre o uso irregular de emendas parlamentares, as chamadas “emendas Pix”. Informou que mais de 5 mil emendas estão sob apuração pelo Ministro Flávio Dino. Contestou a narrativa de que o Governo Lula seria responsável por fraudes no INSS, afirmando que os desvios começaram no Governo Bolsonaro. Também defendeu a taxação de bilionários, a redução das isenções fiscais e a continuidade de pautas como o fim da escala 6 por 1. Por fim, afirmou ainda que votar contra o IOF é votar contra os aposentados e contra o povo brasileiro.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Emenda,investigação,Extrema direita,atuação Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Responsabilidade Contribuinte de alta renda,Tributação,Renúncia fiscal,redução Proposição legislativa,Jornada de trabalho,redução,Pauta (processo legislativo) Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Decreto,Câmara dos Deputados,sustação,População,Prejuízo
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Srs. Deputados e Sras. Deputadas, é impressionante como a extrema direita busca formas de enganar, de iludir, de criar factoides, como agora há pouco aconteceu. Cria um projeto que sabe que tem apelo popular, mas sabe também que é um projeto com uma série de contradições. E por que põe esse projeto para ser votado agora? Deputado Cabo Gilberto, o senhor acabou de dizer que não pode sair do contribuinte o recurso que foi roubado durante o Governo Bolsonaro e que deve ser devolvido aos aposentados. Por que não dizem isso publicamente nos seus Estados? Por que não dizem que são contra o IOF? Por que não dizem que são a favor dos bilionários e não querem taxá-los? Por que não dizem que são a favor e continuam a favor das isenções tributárias, que somam quase 800 bilhões de reais? Por que não dizem que hoje tentam inviabilizar o Governo de todas as formas, inclusive com projetos para tentar tirar o foco mas não vão conseguir? A verdade é que, hoje, o que está em risco aqui e é por isso que os senhores estão muito alterados e alguns muito preocupados é que, segundo alguns jornais, 5.449 emendas estão sendo investigadas pelo Ministro Flávio Dino, porque teriam sido utilizadas de forma irregular, aquelas tais emendas Pix. É esse o problema! É esse o centro da questão, porque, de fato, na hora em que isso aparecer e se aparecer com o nome de Deputado, Sr. Presidente, estejam onde estiverem, ex-Deputados ou atuais Deputados, não interessa o partido , vai ter muita gente de cabelos em pé. É justamente por isso que a extrema direita cria todo dia um novo factoide, é porque está perdendo o debate, Sr. Presidente. Achou que bastaria dizer: "Nós não vamos votar o IOF" e estaria a salvo. Não! Isso significa votar contra o povo brasileiro, mostrar de fato a que veio. Esse voto foi como se dissessem claramente, como disse o Líder do PL: "Nós vamos impedir que seja devolvido o dinheiro dos aposentados". E volto a dizer: dinheiro que foi roubado principalmente durante o Governo Bolsonaro; o roubo se iniciou no Governo Bolsonaro e foi investigado pelo Governo do Presidente Lula. Porém isso não vai adiantar. Nós vamos continuar discutindo o fim da escala 6 por 1; vamos continuar dizendo que é preciso reduzir as isenções fiscais; vamos continuar dizendo, sim, que o rico tem que pagar imposto, que banco tem que pagar imposto, que bilionário tem que pagar imposto, e vocês vão continuar fazendo factoides. Obrigado, Sr. Presidente. - 01/07/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou propostas de ajuste fiscal que visariam cortar investimentos em saúde, educação, salário mínimo e benefícios sociais, enquanto mantêm isenções fiscais para os mais ricos. Defendeu que banqueiros, bilionários e empresas de apostas (bets) devem contribuir com impostos justos, ao invés de sobrecarregar os mais pobres. Além disso, apoiou a decisão do Presidente Lula de acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) contra o Congresso pela derrubada do aumento do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF), e cobrou que a disputa política revele claramente quem defende os interesses populares e quem protege os privilégios das elites econômicas.
Palavras-chave oficiais: Ajuste fiscal,Saúde,Educação,Salário mínimo,Benefício assistencial,Isenção tributária,População rica,Banqueiro,Aposta esportiva,Tributação,Supremo Tribunal Federal (STF),Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Política fiscal
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, nós entramos num período em que as coisas vão ficar cada vez mais definidas. Fala-se muito em fazer ajuste fiscal. Ontem, ocorreu uma reunião na casa de uma pessoa bastante influente em São Paulo. A informação que há dessa reunião é que houve a proposta de que o Governo faça cortes. Foi o que eu ouvi aqui: "É preciso que o Governo faça cortes". No entanto, onde querem que o Governo faça cortes? Na saúde, na educação, no BPC, no salário mínimo. Querem que o Governo desvincule o reajuste do salário mínimo do reajuste para os aposentados, que vão receber menos do que um salário mínimo. Esse é o discurso da extrema direita e da Direita. Nós queremos, Sr. Presidente, que os ricos paguem a conta. Nós queremos que banqueiros, bilionários e bets o BBB paguem o que devem para o País. É um absurdo que alguém ainda defenda que haja 600 bilhões de reais em isenção fiscal; que os ricos não paguem nada; que banqueiros continuem ganhando o que ganham e não paguem nada; que as bets, nas quais tanta gente está viciada, fazendo com que famílias sejam prejudicadas, não paguem nada. No lombo do pobre, pode? Quando é para discutir aqui 5 mil reais de isenção do Imposto de Renda, dão pulo daquele tamanho, porque não se pode isentar, senão vai ter que se cobrar dos ricos. Quando é para nós falarmos que é preciso começar a pagar já, como quer o Governo, aqueles que foram roubados dentro do INSS o que, aliás, começou em Jair Bolsonaro e só foi investigado em Lula , "ah, não pode, porque nós não vamos deixar, porque vamos obstruir". Pois que, então, obstruam! Que vão para a rua dizer que são contra pagar o salário mínimo para aqueles que precisam! Que vão para a rua dizer que são contra pagar a isenção de até 5 mil reais do Imposto de Renda! Que vão para a rua dizer que querem que não recebam nada aqueles que foram lesados naquele salário, e que não poderiam ser lesados! Por isso, Sr. Presidente, de forma correta, ontem o Presidente Lula disse que vai entrar e tem que entrar mesmo o Governo contra a decisão desta Casa de não permitir que se faça a política do IOF. Então, vamos fazer, de fato, o jogo limpo aqui, vamos fazer o jogo aberto: vamos ver quem está a favor do povo e quem está a favor dos banqueiros, quem está a favor dos bilionários, quem está a favor das bets, quem está a favor da isenção de 600 bilhões de reais de impostos, quem defende os ricos, quem defende que as coisas continuem como estão, quem defende que os lesados não possam receber aquilo que devem receber do INSS. Sr. Presidente, eu peço que seja colocado no programa A Voz do Brasil e em todos os órgãos de divulgação da Casa meu pronunciamento. Nós vamos colocar a limpo, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, quem defende quem. Nós achamos, sim, que os ricos têm que pagar imposto. Não é só no Brasil, no mundo inteiro os ricos têm que pagar impostos aqui no Brasil não querem pagar. E os seus aliados da extrema direita ainda fazem festinha, dizendo que está muito pesado para eles e que isso vai fazer com que nós não tenhamos dinheiro para a infraestrutura. Os pobres não podem continuar carregando nas costas aqueles que sempre se beneficiaram de um Estado que só olha para o benefício dos ricos. Enquanto isso, continua aquela miséria que nós sempre vimos e com a qual o Presidente Lula quer acabar. Obrigado, Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas. - 26/05/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da votação do Projeto de lei nº 1.708, de 2025, que autoriza o Banco do Nordeste do Brasil S.A. a constituir subsidiárias integrais ou controladas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto contrário
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O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria, Sr. Presidente, orienta "não" ao adiamento, porque nós entendemos que o Banco do Nordeste é importante para o Nordeste e é importante para o Brasil. Pelo Nordeste, pelo Brasil, pelo desenvolvimento de uma região sempre esquecida, inclusive por esses que fazem discursos aqui, Sr. Presidente, para acabar com o banco e depois levam gente ao banco para fazer empréstimos, o nosso voto, a nossa orientação é "não", pelo Nordeste e pelo Brasil.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.