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Detector de Bananada
Foto de Tadeu Veneri

Deputado · Câmara

Tadeu Veneri

PT · PR

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Antonio Tadeu Veneri · 73 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 85 de 100, Cara Bom0406080100

85/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 79% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 98%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 84%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 94%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 97%das 749 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 98%das 776 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.tadeuveneri@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5952
Gabinete
Gabinete 952, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

98%

Esteve em 385 de 391 sessões

Melhor que 84% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

84%

Registrou voto em 944 de 1.128 votações nominais

Melhor que 57% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 17 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 9 em andamento · 6 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

97%

Em 749 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 89% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

293 discursos na tribuna · de 08/02/2023 a 13/10/2026.

  • 10/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado defendeu a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, destacando sua importância histórica e seu papel na prestação de serviços públicos em todo o território nacional. Em seguida, argumentou que a análise da empresa não deveria se limitar à lógica do lucro, ressaltando a relevância das agências instaladas em pequenas cidades e regiões afastadas, onde muitas vezes não existem alternativas de atendimento bancário ou postal. Ademais, afirmou que a perda de receitas decorrente do fim de serviços como o Banco Postal contribuiu para as dificuldades financeiras da estatal. Por fim, manifestou apoio aos trabalhadores dos Correios, criticou propostas de fechamento de agências e redução da estrutura da empresa e defendeu medidas para fortalecer a instituição e preservar sua função social.

    Palavras-chave oficiais: Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Empresa pública,Banco postal,Serviço postal,Lucro,Função social,Trabalhador

    Ler a transcrição oficial
    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas. Sr. Presidente, nós temos tido já, de forma recorrente, uma crítica que vem acontecendo à empresa mais antiga do nosso País, que tem mais de 300 anos e que presta serviço ao nosso País durante todo esse tempo. Eu estou me referindo à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos — ECT. Não há mais o telégrafo, mas é a empresa brasileira de Correios. Falo isso, Sr. Presidente, porque os Correios têm vindo com um déficit e com um prejuízo sistemático durante os últimos anos. O que não se vê e não se fala é como recuperar — não me refiro à credibilidade, porque essa não foi perdida — o caixa dos Correios sem fazer aquilo que muitas vezes os liberais ou os ultraliberais pregam: vender a empresa e praticamente fechar todas as agências dos Correios — isso eles não dizem — onde não houver, de alguma forma, retorno financeiro. Acontece que os Correios vão além de ser simplesmente uma empresa que gera lucro, e não deve gerar prejuízo, absolutamente, mas não pode ser vista apenas sob a ótica do lucro. Eu quero citar dois casos aqui, Sr. Presidente. Primeiro, Deputada Heloísa, quando os Correios perderam o Banco Postal, perderam mais de 10 bilhões de reais de receita para o Banco Central, justamente o que os Correios faziam num convênio com o Banco do Brasil e o Bradesco, chegando a locais aonde ninguém chegava. Agora, o que falam? É preciso fechar as agências deficitárias. Ora, essa lógica eu já vi no Banco do Brasil em 1990, quando eu estava lá, quando diziam que as agências deficitárias do Banco do Brasil deveriam ser fechadas e que ficariam apenas agências que davam lucro. O que dá lucro não são as agências das pequenas cidades, o que dá lucro são as agências que ficam onde existe competitividade, nos grandes centros. Existem algumas coisas que a gente precisa dizer. "Ah, mas existe o correspondente, existe a franquia." V.Exas. sabiam que quem pagou todos os aposentados que foram fraudados, que a CPMI apontou, inclusive pelo Banco Master, foram os Correios? Não foi o Bradesco, não foi o Banco do Brasil, não foi a Caixa Econômica, não foi qualquer outro banco, foram os Correios. E por que os Correios são uma empresa pública e estatal? Porque as franquias não pagam, as franquias não fazem pagamento, as franquias têm outra tarefa. Presidente Hildo, V.Exa. que é de um Estado que tem as agências dos Correios como uma necessidade, quando eu vejo dizerem que é preciso fechar a empresa, eu fico me perguntando: o que nós vamos fazer quando não houver mais os Correios no interior do Acre, no interior do Amazonas, no interior dos Estados do Nordeste, em pequenas cidades que muitas vezes não têm nenhum banco, nenhuma agência bancária? Essas pessoas vão receber a sua aposentadoria como? Lá não existe franquia, porque não dá lucro. Então, é preciso que a gente coloque hoje um debate muito sincero, muito honesto, mas sem o viés apenas do lucro pelo lucro, porque, se for o lucro pelo lucro, fecha-se tudo. "Ah, mas os Correios têm 338 anos e, durante esse período, já passou por dificuldades e superou." Vai superar, mas é preciso que o Governo, nós aqui na Câmara e a população brasileira reconheçamos o papel dos Correios. Nós perdemos, por conta inclusive de todas as novas empresas que fazem entregas. Não é que não devam existir, mas a gente tem que olhar isso. As entregas são rápidas, as entregas são feitas, as empresas têm espaço, mas nós sabemos que muitas dessas empresas, Sr. Presidente, não contratam terceirizados, elas contratam pessoas para fazerem entregas à noite, à tarde, com o seu veículo, sem nenhum vínculo, pessoas que atuam como MEI. Os Correios não podem trabalhar nessa lógica. Os Correios são uma empresa pública. Os Correios são uma empresa que presta serviço à população. Os Correios são um patrimônio da nossa Nação, uma empresa que, como eu disse, tem mais de 300 anos e, nos períodos mais difíceis, sempre prestou serviço. Por isso, todo o meu apoio, Sr. Presidente, aos trabalhadores dos Correios, empresa brasileira que, além de ser histórica e ter um patrimônio, já deu muito lucro ao nosso País. Ela precisa ser olhada de forma diferente. Não adianta você pensar: "Ela tinha cem mil funcionários, e tem 80 mil funcionários. Vamos deixar 20 mil, 10 mil, com 5 mil funcionários". Ora, é melhor fazer o que fazem as fintechs: ter nenhum funcionário e muito lucro. Mas, com isso, ela seria os Correios. Sr. Presidente, peço que o meu pronunciamento seja divulgado em todos os órgãos de comunicação da Casa.
  • 09/06/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Decreto Legislativo nº 570, de 2026, que aprova o texto do Acordo de Livre Comércio entre o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e os Estados da Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), assinado no Rio de Janeiro, em 16 de setembro de 2025.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de decreto legislativo,Governo,Base de apoio político,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Governo orienta "sim", Sr. Presidente, porque esse projeto é um projeto que faz um acordo de livre comércio entre o Mercosul e os Estados da Associação Europeia de Livre Comércio — EFTA com países que não estão naqueles processos anteriores e que são países que têm alta renda e, certamente, vão possibilitar abertura de mercados, vão possibilitar trocas de tecnologia e vão abrir mercados num período em que muitas das nossas negociações têm se mostrado com dificuldades e com tarifas, inclusive com os Estados Unidos, para que nós possamos, nesses mercados, colocar os produtos do Brasil. Por isso, a orientação é "sim", Sr. Presidente.
  • 09/06/2026

    O Deputado esclareceu o debate na CCJ sobre a Proposta de Emenda à Constituição nº 32, de 2015, que altera a redação dos artigos 14 e 228 da Constituição Federal, para estabelecer a plena maioridade civil e penal aos dezesseis anos de idade, e contestou argumentos que considerou baseados em desconhecimento. Além disso, apresentou dados do sistema prisional, afirmando que o Brasil tinha 888 mil pessoas privadas de liberdade, 157 mil com tornozeleira e 12 mil menores de 18 anos, número inferior ao de 2017. Também comparou a reincidência de 24% entre adolescentes em medidas alternativas com 48% no sistema prisional e defendeu cautela para evitar afirmações fantasiosas, citando o relatório do Sinase.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Maioridade penal,esclarecimento,Sistema carcerário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero só fazer um esclarecimento. Hoje nós estávamos fazendo um debate na CCJ a respeito de uma PEC de redução da maioridade penal de 18 anos para 16 anos. O debate foi suspenso, porque se inciou a Ordem do Dia. Há alguns argumentos que estão sendo colocados aqui por desconhecimento. Eu não gosto de falar má-fé, porque acho que não é má-fé, é desconhecimento. O Brasil tem hoje 888 mil pessoas privadas de liberdade, 157 mil com tornozeleira. Dessas 888 mil pessoas, 12 mil têm menos de 18 anos. Em 2017, nós tínhamos 27 mil pessoas, hoje temos 12 mil. Nós temos apenas 24% de reincidência dos meninos e meninas de menos de 18 anos com prisão temporária ou com tornozeleira. No sistema prisional, é 48% a reincidência. Não há que se falar em proteger bandido, em proteger isso, proteger aquilo. Inclusive eu convido o Deputado a ler o relatório do Sinase. O relatório de Sinase é completo e mostra exatamente quem está sendo hoje vítima desse processo. Não há que se falar em proteger bandido, senão a população fica achando que alguns defendem bandido. Ora, se fosse assim, nós teríamos outras razões para fazer debate. Sr. Presidente, eu acho que a gente precisa ir com calma, para não fazer afirmações que são fantasiosas, que não são verdadeiras. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 09/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a proposta de redução da maioridade penal em debate na Comissão de Constituição e Justiça e classificou a medida como inconstitucional. Comentou a suspensão de pesquisa eleitoral por decisão do Ministro Nunes Marques e questionou a reação de aliados do ex-Presidente Jair Bolsonaro ao episódio. Também mencionou declarações de Eduardo Bolsonaro sobre o Pix e acusou adversários políticos de tentarem desviar o foco das denúncias envolvendo o Banco Master.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Maioridade penal,redução,Inconstitucionalidade Ministro do Tribunal Superior Eleitoral,Pesquisa eleitoral,interrupção,Crítica Estados Unidos,Ex-deputado federal,Partido Liberal (PL),declaração,Pagamento Instantâneo (Pix),alteração,Banco Master,Fraude,envolvimento

    Ler a transcrição oficial
    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, está acontecendo, agora, sessão da CCJ em que se faz debate a respeito de um tema, obviamente, contraditório — a meu ver, totalmente inconstitucional —, que é a redução da maioridade penal. Eu quero aqui colocar não a questão da redução da maioridade penal, porque isso nós vamos debater lá na CCJ, mas por que esse tema está vindo agora, neste mesmo momento em que nós acompanhamos o fato de, por uma iniciativa do Ministro Nunes Marques, o candidato Senador Flávio Bolsonaro, ou o "Tariflávio" Bolsonaro, ter suspensa a pesquisa que o apontava bem abaixo do Presidente Lula nas eleições de agora, no primeiro turno — a pesquisa da AtlasIntel. Mas o interessante é o fato de esse mesmo candidato, que chamava o STF de "ditadura do STF", ter-se calado diante da suspensão. Parece que ela é conveniente. Agora, haverá uma nova pesquisa, já dita com um viés de baixa do candidato "Tariflávio": a pesquisa da Quaest. Será que vão pedir também para suspender a pesquisa da Quaest? Vão ter que suspender todas elas, porque não há pesquisa que dê jeito neste candidato que foi aos Estados Unidos pedir que nós fôssemos tarifados; que foi aos Estados Unidos dizer — e o irmão dele falou claramente isso — que eles deveriam implantar aqui, como alternativa ao nosso PIX, o seu modelo, que é pago, diga-se passagem, e que só pode ser usado se você for cliente do banco para o qual a transação será executada. Eduardo Bolsonaro falou claramente alguns meses atrás, quando fugiu para os Estados Unidos, que era possível que ele tivesse que queimar a floresta toda, para ser vencedor. Ele disse que iria destruir o País e, ainda assim, seria vencedor. Eu me pergunto: este é o camarada que quer ser Presidente da República? Este candidato não fala absolutamente nada sobre projetos ou programas e diz que quer apenas para barrar o PT. Este candidato arruma, na cara dura, todo dia uma desculpa para tirar o foco do Banco Master e das suas implicações. Aliás, amanhã os senhores saberão o que diz novamente o Intercept e os recibos que o Intercept tem. Acho que todos aqui sabem que o Pix movimentou 30 trilhões de reais no último ano e que o Mastercard, o Credicard e o Visa recebem 2% nesse tipo de transação, ou seja, 600 bilhões de reais seriam transferidos para os Estados Unidos se esses cartões tivessem sido utilizados em vez do Pix. No meu Estado do Paraná, o aliado maior de Bolsonaro, o Sérgio Moro; e o seu lugar-tenente, o Deltan Dallagnol; o candidato que pretende ganhar as eleições; e o Governador Ratinho estão no modo silencioso, absolutamente super bonder. Não abrem a boca, Sr. Presidente, para dizer absolutamente nada. Parece que fizeram voto de silêncio, um silêncio conveniente que mostra de que lado estão: do lado da corrupção, do lado dos que roubaram o Banco Master, do lado dos que se beneficiaram com a corrupção. Por isso, Sr. Presidente, nós vamos denunciar todos os dias o silêncio obsequioso, o silêncio conveniente desses que passaram super bonder na boca. Obrigado.
  • 03/06/2026

    O Deputado criticou a atuação de Flávio Bolsonaro em reuniões nos Estados Unidos e associou a agenda do Parlamentar a medidas anunciadas pelo Governo norte-americano, como a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas e a imposição de novas tarifas ao Brasil. Argumentou que essas ações poderiam gerar impactos para empresas e instituições financeiras brasileiras, além de atingir mecanismos como o Pix. Também questionou a coerência de setores da oposição ao tratar do combate ao crime organizado e mencionou vínculos atribuídos pela esquerda ao bolsonarismo com milícias. Por fim, criticou propostas do Partido Novo, contestou a gestão de Minas Gerais e acusou a oposição de disseminar informações enganosas para influenciar a opinião pública.

    Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,Senador,Partido Liberal (PL),Organização criminosa,Organização terrorista,classificação,Comércio exterior,Tarifa,envolvimento,Crítica Minas Gerais,Partido Novo (NOVO),Gestão administrativa,Crítica,Notícia falsa (fake news)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Srs. Deputados, é necessário que a gente faça algumas correções de discursos feitos aqui. Quando nós falamos "Tariflávio" — antes se falava "Bolsomaster" —, o pessoal reclama. Mas vamos lá: Reclama de quê e por quê, Sr. Presidente? Nós recebemos aqui a notícia de que Flávio Bolsonaro fez reunião na Casa Branca no dia 26 de maio. No dia 28 de maio, 2 dias depois, o Governo dos Estados Unidos classificou o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, interferindo inclusive em assuntos internos e prejudicando empresas e instituições financeiras brasileiras. Eu lembro àqueles que acham que isso é ótimo que inclusive bancos brasileiros poderão ser proibidos de se instalar nos Estados Unidos. Eu quero ver os Deputados, as Deputadas e o tal do Flávio explicarem que não pode haver banco Itaú ou Banco do Brasil nos Estados Unidos. Vamos ver como é que explicam isso. Mas, como são incoerentes o tempo todo, vão dizer que não sabiam. No dia seguinte, 29 de maio, Eduardo Bolsonaro afirmou, abro aspas, "há mais por vir", fecho aspas, ressaltando que, abro e fecho aspas, "pediu mais coisas" nas reuniões que ele e Flávio Bolsonaro tiveram nos Estados Unidos. No dia 2 de junho, nesta semana, os Estados Unidos anunciaram um novo tarifaço contra o Brasil e uma série de países e ameaçaram o Pix, justamente porque o Pix cria para a população uma situação de não ficar dependente de bandeiras, principalmente bandeiras americanas, como Visa, Master e outras. Depois de anunciar esse tarifaço, de fazer esse processo contra o Pix, Trump posta foto com quem? Com "Tariflávio". Os bolsonaristas ainda querem que as pessoas acreditem que eles não sabiam de nada. É engraçado, Deputada Erika, que Flávio Bolsonaro e seu irmão fugido vão para lá e falam que é preciso, sim, fazer com que Comando Vermelho, PCC sejam organizações terroristas. Pelo menos do ponto de vista de relações internacionais, eles não têm essa configuração, porque são compostos por bandidos. São ladrões, são criminosos, mas não têm comportamento ideológico, não têm uma pauta religiosa, que são o que qualifica o terrorismo. Agora, é engraçado que Flávio Bolsonaro, o tal do "Tariflávio", que tanto elogiou as milícias — o Capitão Adriano foi condecorado pela sua família —, não acha que as milícias do Rio de Janeiro podem ser também consideradas terroristas. Por que será? Será porque a relação dele era tão próxima a ponto de ter pessoas da milícia liberadas pelo seu mandato? Será porque a "rachadinha" beneficiava determinadas pessoas próximas a ele, tão próximas que estavam dentro do seu gabinete, eram seus principais assessores? Será que o tal do Flávio — agora não adianta escapar, é Tariflávio — viu a bobagem que fez e agora tenta recuar? Como eu falei antes, parece aqueles cachorrinhos aguapeca, que latem e, quando alguém bate o pé, correm. Mas agora é tarde, Flávio. Agora o senhor está diante de uma população que sabe exatamente o que o senhor pensa. Sabe inclusive o que o PL pensa, o que o NOVO pensa. O NOVO é aquele que diz que é preciso acabar com o Estado, mas por que não começa propondo que acabem com os 600 bilhões de reais de isenção fiscal que milhares de empresas e de pessoas têm? Por que não cita Minas Gerais, que é governada pelo NOVO e teve um déficit, um buraco enorme no seu orçamento? Parece que o NOVO, com toda a sua vontade de privatização, privatizou em São Paulo, privatizou em Minas Gerais, mas Minas Gerais não parece, Sr. Presidente, ter, em todas as suas cidades, todos os seus domicílios atendidos com água, esgoto, energia elétrica; todas as suas ruas asfaltadas; educação atendendo 100% da população. Então, essa falácia que fazem aqui, esse discurso falso que fazem aqui, só tem um objetivo: enganar a população e tentar fazer voltar aqueles que mataram 700 mil pessoas durante a pandemia. Não voltarão, Sr. Presidente.
  • 03/06/2026

    O Deputado comentou o requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 957, de 2024, que trata da responsabilidade da exploração da lavra mineral. Citou viagem de Jair Bolsonaro aos Estados Unidos durante seu mandato e declarou que o então Presidente havia manifestado disposição para permitir a exploração de recursos da Amazônia, incluindo terras raras e minerais críticos, por interesses estrangeiros. Também criticou integrantes da Oposição por associarem ao Governo atual decisões que, em sua avaliação, foram tomadas pela gestão anterior. Sustentou que os responsáveis por essas iniciativas não poderiam transferir ao Presidente Lula as consequências de seus próprios atos.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,exploração,Lavra mineral

    Ler a transcrição oficial
    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero só lembrar que nós entendemos que é preciso, sim, que a gente discuta melhor o projeto. Agora, não dá, como foi feito aqui, para colocar na conta do Presidente Lula aquilo que não é a conta do Presidente Lula. Quem foi aos Estados Unidos quando ainda era Presidente foi Jair Bolsonaro, para dizer que eles podiam explorar a Amazônia, que ele estava disposto a entregar aquilo que fosse necessário, e que as terras raras, os minerais críticos daqui seriam extremamente úteis a países como Estados Unidos, Canadá e Austrália. Então, não dá para o "Tariflávio" e a sua turma quererem colocar no colo do Presidente Lula e deste Governo algo que eles mesmos fizeram. Agora se eles fizeram e se arrependeram, paciência; não estão mais no Governo. Então, não adianta chorar, não adianta espernear, não adianta fazer nada, porque, na verdade, vocês são pai, mãe, filho, família inteira do "Bolsomaster" e do "Tariflávio".
  • 03/06/2026

    O Deputado comentou reportagem da revista Piauí sobre supostas relações entre agentes políticos e Daniel Vorcaro, mencionando trechos de mensagens atribuídas ao Senador Ciro Nogueira. Além disso, associou o episódio a críticas que vem fazendo sobre o que denominou de “BolsoMaster”, sustentando que novas informações continuariam surgindo sobre o caso. Por fim, questionou o teor das conversas divulgadas e ironizou a forma como algumas das mensagens teriam sido redigidas, reforçando suas críticas aos envolvidos.

    Palavras-chave oficiais: Banco Master,Corrupção,investigação,Agente público,Revista,Reportagem,Senador,divulgação

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    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, o bonde do "BolsoMaster" e dos seus partidos aliados continua a todo vapor. Cada dia há uma novidade. Hoje, a Piauí revela uma matéria de mais de 40 páginas. Pelo menos um trechinho, Sr. Presidente, eu vou ler, e não só por aquilo que nós já sabemos, mas por aquilo que nós acabamos também vendo, quando se revela a forma como o Senador Ciro Nogueira conversa com o Daniel Vorcaro. Senador Ciro Nogueira: "Bom dia amigo". "Bom dia, meu irmãozão". Há uma mensagem deletada do Senador Ciro, depois, Senador Ciro Nogueira: "Para te dar uma explicação, eu comprei um apartamento agora para a Flávia. Ela vai sair lá do Fasano para mim — poderia melhorar o português, não é? — poder devolver o apartamento, só que ainda tem que botar piso, essas coisas todas". Lá na frente o Daniel Vorcaro volta a falar com ele e diz: "É que eu te dou porque eu pensei quei ia ficar aí até o final do ano" — explica e pede uma quantia módica para ver se ele consegue dar uma ajuda. Ciro Nogueira: "Mas, sério, meu irmão. Se tu precisares me avisa que eu dou um jeito aqui, está bom?" O SR. PRESIDENTE (Silvio Antonio. PL - MA) - Peço que conclua, Deputado. O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR) - O bonde do "Bolso Master" cada dia é uma surpresa. Agora, o que me surpreende é que, com tanto dinheiro, não consegue fazer um cursinho mínimo para aprender a falar português.
  • 03/06/2026

    O Deputado rebateu críticas à renovação de convênio entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), contestando a atribuição de responsabilidade ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ressaltou que a entidade permaneceu apta a firmar acordos por não ter sido condenada em investigações ou processos relacionados ao caso. Ainda, sustentou que a habilitação da CONTAG observou a legislação vigente e recomendações decorrentes dos trabalhos da CPMI. Ao encerrar, afirmou que a regularidade jurídica da entidade afastava questionamentos sobre a celebração de novos convênios.

    Palavras-chave oficiais: legalidade,Convênio,Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, foi colocado aqui que houve uma renovação, ou a possibilidade de uma renovação, da Contag com o INSS, atribuindo-se isso ao Presidente Lula. Primeiro, eu tenho que dizer que a Contag não foi condenada, Sr. Presidente, diferente do Banco Master, cujo ex-dono está condenado e preso, aquele banco que fez o patrocínio do filme cujo dinheiro ninguém sabe aonde foi parar. Alguns acham, inclusive — segundo alguns jornais —, que foi parar na conta de Eduardo Bolsonaro, mas isso quem tem que apurar é a Polícia Federal. Agora, aqui foi feito CPMI, e não houve nenhum tipo de condenação à Contag, nem aos seus dirigentes. O choro é livre. Pode espernear, pode choramingar, pode bater boca, pode fazer o que quiser, mas a Contag hoje está legalmente habilitada a fazer convênios, conforme dispõe não só a legislação, mas também as recomendações da CPMI. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 03/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a atuação do Senador Flávio Bolsonaro e do ex-Deputado Eduardo Bolsonaro em temas relacionados às relações entre Brasil e Estados Unidos, atribuindo à família Bolsonaro iniciativas para prejudicar o Governo Federal e a economia do País. Além disso, contestou as críticas da Oposição às declarações do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, argumentando que expressões semelhantes já haviam sido utilizadas pelo ex-Presidente Jair Bolsonaro em discursos políticos. Também classificou Flávio Bolsonaro como responsável por ações contrárias aos interesses nacionais e afirmou que eventuais impactos de novas tarifas norte-americanas sobre produtos brasileiros deveriam ser explicados pelo Senador. Por fim, defendeu a atuação diplomática do Governo Federal e creditou ao Presidente Lula esforços para reduzir barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos.

    Palavras-chave oficiais: Direita política,Senador,Ex-deputado federal,Ex-presidente da República,Estados Unidos,Tarifa,Indústria nacional,declaração,Presidente da República,Economia,Eleição,Comércio exterior

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    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, eu acho engraçado, Sr. Presidente, que o "Tariflávio" agora se sinta ofendido, porque se disse que ele deveria ser isso ou aquilo, quando ele foi lá pedir... Primeiro a família Bolsonaro foi pedir, — não sei se dá para chamar de família — a família Bolsonaro primeiro foi pedir — não se esqueçam — para que nós tivéssemos aqui no Brasil bombardeio na Baía de Guanabara por conta de uma suposta ação dos Estados Unidos contra o tráfico. Parece que se esquerdeceram disso. Depois, Eduardo Bolsonaro pediu que houvesse, sim, tarifas contra o Brasil, porque as tarifas iriam impedir que o Governo continuasse prosseguindo no seu trabalho, inviabilizaria a campanha do próprio Bolsonaro. Agora esquecem. "Nossa, pediram para enforcar", que é uma figura de retórica, obviamente. Mas e Bolsonaro quando, no Acre, pegava o microfone e falava: "Vamos metralhar a petezada", e todo mundo dava risada? Parece que a memória é seletiva e curta. E, engraçado, além de ser seletiva e curta, não é nem memória, é amnésia. Porque o Bolsonaro filho, agora, — porque temos uma quantidade de filhos querendo arrumar cargo ali, cargo aqui — esse "Tariflávio", é o cara que foi lá falar com o Presidente Trump uma série de coisas, e quando sai que vai haver taxação ele corre, parece aqueles guapequinhas, esses cachorrinhos guapeca, que latem, e quando a gente bate o pé, correm. Ué, ele não foi lá nos Estados Unidos pedir para que se inviabilizasse o Governo? Que ele estava alinhado com a extrema direita, que ele quer isso e quer aquilo? Agora, quando falam que ele é, sim, traidor da pátria... Flávio Bolsonaro é traidor da pátria. Um homem que vai aos Estados Unidos pedir para que nós sejamos taxados, pedir para que se inviabilize o Governo, a família pedir para que bombardeiem a Baía da Guanabara, pedir para que haja uma intervenção, se for necessário, no nosso País, o que é? Eu gostaria de perguntar, e aqui temos vários Deputados e Deputadas que são das Forças Armadas, são generais, coronéis, sargentos, temos Deputados da Polícia Militar, o que aconteceria se um sargento da Polícia Militar fosse lá e dissesse: "Eu quero que se inviabilize a Polícia Militar. Eu quero que bombardeiem nosso quartel". Ele seria expulso e preso. Expulso e preso. Não haveria alternativa. Agora, o bonitão, acha que não, que dá para falar tudo que dá na sua "telha", fazer a sua campanha para o seu grupinho, e ficar sem resposta. Não vai ficar! O "Tariflávio" vai ver o que vai acontecer aqui no Brasil, quando começarem a subir os preços das nossas mercadorias. Talvez por ignorância, mas ele deveria saber que o Brasil, com a relação que tem com os Estados Unidos, tem 423 milhões de dólares de superávit na balança comercial. O Brasil é credor na balança comercial. Deputada Erika, é surpreendente como o pessoal dessa família e aqueles que ficam no seu entorno, os que batem palmas para eles, parece que não sabem ter o mínimo de coerência nas coisas que falam. Inclusive, refiro-me ao candidato Senador Sergio Moro, candidato a Governador do Paraná. Ele falava horrores com relação à família Bolsonaro, falava horrores com relação a taxações. Agora, não abriu o bico. Parece que passaram aquela ColaTudo — um negócio que ainda existe — a Super Bonder. Parece que passaram Super Bonder na boca de Sergio Moro, porque ele não fala absolutamente nada. Passaram Super Bonder na boca de um monte de gente que até ontem batia palmas para esse tipo de gente. Hoje, não sabem o que dizer, afinal, o tal do "tariflávio" está tentando se explicar, puxando para lá, puxando para cá. Ele vai ver quando começarem a tarifar aqui! Vai cair! Vai ter que explicar na Federação das Indústrias de São Paulo, vai ter que explicar na Federação do Comércio, vai ter que explicar, em tudo quanto é canto por onde ele anda fazendo média, que ele foi uma das pessoas que pediu, que conversou, que falou que tínhamos que ter um Governo amigo e que o Governo do Presidente Lula não é amigo dos Estados Unidos. Quem resolveu o problema do tarifaço de Trump, na primeira rodada, foi justamente o Presidente Lula. Todo o nosso processo foi protocolar para reduzir isso. Isso vai acontecer novamente, Sr. Presidente, mas não é por causa do "tariflávio", é por causa do Lula.
  • 26/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado rebateu críticas de Parlamentares contrários à PEC da Escala 6 por 1, classificando como inverídica a afirmação de que a proposta impediria o trabalhador brasileiro de trabalhar. Argumentou que a medida visa eliminar a obrigatoriedade da jornada de seis dias semanais, com cargas horárias de até 80 horas, e não restringe o trabalho como pessoa jurídica (PJ), como microempreendedor individual (MEI) ou a realização de horas extras. Também assinalou que os opositores da proposta seriam os mesmos que, desde a Constituição de 1988, impedem a redução da jornada para 40 horas semanais, já prevista no texto constitucional. Por fim, reafirmou o voto favorável à PEC e declarou que a escala 5 por 2 seria aprovada.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Defesa

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    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Srs. Deputados, Sras. Deputadas, é impressionante como a extrema direita tenta modificar as coisas a seu bel-prazer. Tentam modificar a realidade. Há aqueles que acreditam que a Terra é plana, aqueles que acreditam que vacinas provocam doenças, aqueles que acreditam que "dei uma fraquejada e, por isso, nasceu uma menina". É natural que pensem assim. Eu fico surpreso, Sr. Presidente, com Deputados que vão à tribuna para distorcer — para não dizer "mentir" — os fatos, pois mal-informados não estão. Disseram que nós vamos aprovar aqui o fim da escala 6 por 1 e que isso vai impedir que os brasileiros trabalhem. Isso é uma mentira deslavada! Isso é uma mentira deslavada! O que nós vamos fazer? Nós vamos aprovar uma forma de trabalho que não obrigue as pessoas a trabalharem 6 dias por semana, que não obrigue as pessoas a terem uma jornada de 60 horas, 70 horas, 80 horas por semana, que não obrigue as pessoas a receberem um salário irrisório. "Ah, mas o PT vai impedir que o trabalhador brasileiro trabalhe mais". Ele não pode ser PJ? Ele não pode ser MEI? Ele não pode fazer hora extra? Pode, mas eles não querem pagar hora extra, não querem contratar pessoa jurídica e não querem contratar microempresário. Então, o que eles querem? Eles querem é o trabalho escravo. Eles querem, de fato, que nós continuemos tendo uma mão de obra quase gratuita. "Ah, mas eu escutei do trabalhador que, no sexto dia, ele vai arrumar outro emprego." Qual é o problema? Não são vocês que defendem a liberdade? Ele não pode trabalhar mais um dia? Nós voltamos a dizer que é preciso que o trabalhador possa, sim, trabalhar 5 dias por semana e tenha direito a lazer, tenha direito a estudo, tenha direito a saúde, tenha direito à convivência com a família, que vocês negam. Vocês não querem isso! Vocês querem que a pessoa fique lá durante 6 dias, quase como um escravo, com uma correntinha na perna, trabalhando para que o patrão tenha muito lucro. Isso é uma hipocrisia, Sr. Presidente! Quando nós vemos isso, nós recordamos que esses que ontem pediram vista para que não pudéssemos fazer a discussão e votar hoje mesmo o projeto são os mesmos que, durante todos esses anos, desde a Constituição de 1988, vêm impedindo que tenhamos a redução, que está na Constituição, para 40 horas; são os mesmos que, de forma hipócrita, tentam mudar aquilo que já é uma realidade. Nós vamos aprovar aqui o fim da jornada 6 por 1! Chorem o quanto quiserem. O choro é livre. A escala 5 por 2 vai passar! Obrigado, Sr. Presidente.
  • 20/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado condenou a emenda à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho e altera a escala 6 por 1 para 5 por 2, por considerar que a medida prejudica os trabalhadores e favorece compensações a empresários. Além disso, criticou os quinze Deputados do Paraná que assinaram a emenda e apontou que alguns deles nunca trabalharam na vida. Ao final, convocou a população a pressionar os Parlamentares e participar da mobilização nacional pelo fim da escala 6 por 1, defendendo a aprovação da PEC.

    Palavras-chave oficiais: Emenda,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Direito do trabalho,Política trabalhista,Deputado federal,Paraná,Apoio político,Mobilização nacional,Aprovação,Condições de trabalho

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    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, a Comissão Especial que analisa a PEC, aliás, as PECs que reduzem a jornada de trabalho, alteram a escala 6 por 1 para 5 por 2, deve fazer a leitura do parecer e a votação dele já na semana que vem, na quarta-feira, para votá-la aqui, em plenário, na quinta-feira. Esse é o cronograma. Eu quero aqui dizer, Sr. Presidente, que me surpreendem muito as emendas à PEC, porque são um horror. A forma como são apresentadas é um horror. Aliás, elas tornam a situação pior do que é hoje. É um escárnio! Alguns Deputados chegam a dizer que os empresários têm que ser compensados. Isso me lembra 1888, quando diziam que havia acabado a escravidão, mas que o Governo tinha que pagar para os donos de escravos por aquilo que eles estavam perdendo. É assim que pensam esses empresários. Eles pensam que são donos do trabalho, como se nós fôssemos escravos, e querem que o Estado os recompense. Alguns chegam a dizer que é preciso que aumente para 52 horas a jornada de trabalho, tamanha é a aberração do que propõem esses Deputados quando assinam essas emendas à PEC. Mas o que é mais grave? Eu li o nome, Sr. Presidente, Srs. Deputados, de todos os Deputados do Paraná que assinaram esta emenda, são quinze os Deputados que assinaram. E faço aqui um apelo e um convite para que todos os eleitores do Paraná leiam também. Aliás, está na nossa página, entrem lá, leiam e vejam quem são os Deputados. Alguns nunca trabalharam na vida, nunca! Nunca trabalharam nem 1 dia, nem 2 dias, nem 3 dias, nem 5 dias, nem 10 dias com carteira assinada. Alguns já estão aposentados — e é um direito —, outros vivem de renda. Agora, dizer que não pode acontecer o fim da escala 6 por 1, que isso vai gerar prejuízo, é muito cinismo daqueles que viveram, muitas vezes, empregados pela família, empregados pelas suas empresas, empregados ou não empregados, mas vivendo sempre no poder público, trabalhando justamente porque o poder público tem essa prerrogativa de escala 5 por 2. E agora dizem que não, que não podemos fazer, que isso vai atrapalhar a União, vai atrapalhar o Estado, vai atrapalhar os Municípios. Ora, não há nenhuma explicação, Sr. Presidente, para que isso aconteça, a não ser o processo eleitoral. Talvez queiram agradar alguns, talvez queiram mostrar para outros que são fiéis o tempo todo. Sr. Presidente, no domingo nós vamos fazer um grande movimento no Brasil inteiro pelo fim da escala 6 por 1 e pelo início da escala 5 por 2. Faço um convite a todos aqueles que querem a escala 5 por 2 que participem dessa mobilização e que também liguem para os Deputados — falo dos Deputados do meu Estado. Frei Betto dizia, Deputada Heloísa, que política é como feijão na panela: só funciona na pressão. É hora de a população pressionar os Deputados. É hora de ligar para os Deputados do Paraná e perguntar: por que o senhor vai querer que eu trabalhe, quando eu fico 5 horas dentro de um ônibus, dentro de um trem? Por que o senhor quer que eu trabalhe 6 dias ou 7 dias? Por que o senhor quer que eu adoeça, quando o senhor, na sua infância, juventude, adolescência e já como adulto, nunca trabalhou em jornada 6 por 1? Por que o senhor, que vive como aposentado, quer que eu faça isso? Por que o senhor, que passou a vida inteira no poder público fazendo jornada 5 por 2, quer que eu continue fazendo 6 por 1? É preciso, sim, cobrar os Deputados. O Deputado, quando está em campanha eleitoral, é muito bonzinho, é bacana, é simpático. Quando chega a hora de votar, parece que esquece, Sr. Presidente, todo o compromisso que assumiu. O compromisso é de melhorar a vida da população, e não piorar. Por isso, registro aqui, mais uma vez, o apelo: liguem para os Deputados, convoquem os Deputados, cobrem dos Deputados, façam valer o seu voto, façam valer a sua posição enquanto cidadão e façam com que nós aprovemos aqui, na próxima quinta-feira, o fim da escala 6 por 1, mas não com essa aberração que querem alguns, e, sim, com o benefício para a maioria da população. Peço que o meu pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Obrigado, Deputado Charles.
  • 19/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Senador Flávio Bolsonaro por declarações contraditórias relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro e ao Banco Master. Em seguida, afirmou que o Parlamentar tentou justificar episódios envolvendo pedidos de recursos e encontros com investigados, além de associar o caso à refinaria Refit e ao Governo do Rio de Janeiro. Também afirmou ter assinado pedidos de Comissão Parlamentar Mista de Inquérito e classificou a tentativa de retomada dos debates sobre a redução da maioridade penal como uma estratégia de adversários políticos para desviar o foco do debate no Congresso Nacional. Por fim, comentou o desgaste do Senador Sérgio Moro e do PL diante do cenário político.

    Palavras-chave oficiais: Senador,Declaração falsa,Banqueiro,Banco Master,Governo estadual,Rio de Janeiro (Estado),Refinaria,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),redução,Maioridade penal,Partido Liberal (PL),Congresso Nacional

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    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, como nós sempre dizemos, o choro é livre. A verdade é que Flávio Bolsonaro hoje tentou explicar o inexplicável. Ele literalmente queimou o filme. Depois de pedir dinheiro para o seu irmão; depois das lojinhas de chocolate, que agora a gente sabe que não eram só de chocolate; depois de dizer que era mentira o que diziam dele e de se retratar, dizendo que talvez fosse verdade; depois de dizer que não havia falado com ninguém, agora já diz que visitou o Vorcaro. Logo, logo, ele vai encontrá-lo, a gente sabe disso, mas na cadeia, porque o que Flávio Bolsonaro fez e não conta que fez é muito mais grave, Sra. Presidente. Há no Rio de Janeiro uma refinaria chamada Refit, com a qual o Governador Cláudio Castro tem um envolvimento enorme. Tanto é que a Polícia Federal fez agora, no Governo Cláudio Castro, uma devassa na Refit, que é a maior devedora de ICMS do Brasil. Ninguém tem a menor dúvida de que é questão de tempo encontrarem Flávio Bolsonaro também enrolado nas histórias com a Refit. Parece que a família inteira não tem outra coisa a fazer a não ser rolo, confusão, mentiras. É justamente por isso, Sra. Presidente, que Flávio Bolsonaro caiu sete pontos nas pesquisas em 2 dias. Agora inventaram que é preciso ressuscitar a proposta de redução da maioridade penal, para tentarem tirar o foco desse processo. Também dizer: "Queremos que instalem a CPMI". Ora, eu assinei o requerimento de CPMI! Assinei os dois. Não assinei aquele para uma CPI "Mandrake", laranja, só para investigar esse ou aquele. Nós assinamos o requerimento de CPI que a Deputada Fernanda Melchionna apresentou e assinamos o requerimento de CPI apresentado pelo Deputado Rollemberg. As CPMIs, como sabem os senhores e as senhoras, vão revelar talvez aquilo que todo mundo já sabe: Flávio fez coisas que não poderia contar; Flávio pegou coisas que não poderia pegar; e Flávio, o Bolsonaro, que aliás havia virado apenas Flávio, já não era mais nem Bolsonaro, sabe que hoje não adianta correr para o papai. O papai está lá na sua casa, agora, cumprindo pena. É presidiário. Está esperando para ver o que vai acontecer. Os amiguinhos que estavam na Papuda e na Colmeia já não sabem bem o que vai acontecer também, porque achavam que seriam soltos e não vão ser. E Flávio, o Bolsonaro, sabe que o seu caminho está muito próximo, mas muito próximo daquele que já foi trilhado por seu pai. Flávio, o Bolsonaro, sabe hoje que é uma grande farsa. Eu não posso aqui, Sra. Presidente, deixar de registrar a cara com a qual ficou o Senador do meu Estado e candidato a Governador Sergio Moro. O homem que era indestrutível, combatia a corrupção, falava isso e aquilo, hoje estava lá quase com uma cara de funeral, porque sabe de que lado ele está, assim como o Deputado que é pré-candidato ao Senado no Paraná. Sra. Presidente, eu acho que hoje vimos um espetáculo de horrores, tentando justificar o injustificável: Flávio Bolsonaro tentava se explicar naquilo que não é mais possível explicar; do lado dele, Sergio Moro olhava como quem diz "Onde é que eu fui me enfiar?" E agora o PL está sem saber o que dizer. Afinal, tem um candidato que caminha, cada dia mais, para o fundo do poço, tem um Senador que olha a situação com cara de tristeza e tem um correligionário preso que em breve irá encontrar o filho no mesmo lugar. Obrigado, Sra. Presidente.
  • 05/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou Sérgio Moro, pré-candidato ao Governo do Paraná, apontando contradições entre o discurso moralista e as escolhas políticas do ex-juiz. Assinalou que Moro, após condenar o ex-Presidente Lula sem provas e integrar o Governo Bolsonaro, filiou-se ao PL, partido que anteriormente associava à corrupção. Além disso, reprovou o voto de Moro pela derrubada do veto presidencial que, segundo a Folha de S.Paulo, poderia liberar duzentos mil presos, e responsabilizou a Operação Lava-Jato pelo suicídio do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina, acusado sem que nada fosse provado. Por fim, previu derrota eleitoral de Moro nas eleições para o Governo do Estado e concluiu que discurso sem ação não basta na política.

    Palavras-chave oficiais: Paraná,Senador,Governador,Pré-candidato,Operação Lava Jato,Suicídio,Partido Liberal (PL),Filiação,Derrubada de veto,Crítica Projeto de lei ordinária,Manifestação pública,motivação política,participante,anistia

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    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o candidato do Paraná mais incoerente da história, o homem da moral, aquele que falava mal de todo mundo, que não andava, levitava junto com seu fiel escudeiro chamado Deltan Dallagnol, cassado nesta Casa — obviamente, estou me referindo a Sergio Moro —, ontem, numa propaganda gratuita do seu atual partido, porque ele já passou por vários, este que agora o aceitou, o PL, disse que aceitava todos, menos bandidos e petistas. Quero dizer ao Sr. Sergio Moro, primeiro, que de bandido ele entende, porque está no partido em que há mais gente acusada de corrupção. Ele está no PL depois de ter sido expulso e escorraçado do Governo Bolsonaro, de ter sido juiz e, como um juiz sem provas, ter condenado Lula para que Bolsonaro fosse candidato, dizendo que jamais entraria para a vida política. Depois de ter participado da política como Ministro de Bolsonaro e de ter sido escorraçado por Bolsonaro, quando resolveu investigar rachadinhas, os filhos e o próprio Bolsonaro, agora está lambendo as botas do PL e de Flávio Bolsonaro. Este mesmo senhor que entregou o País à extrema direita e agora é o puxadinho da extrema direita e de Flávio Bolsonaro, esse mesmo senhor que saiu escorraçado dos partidos é o que quer dar uma de moralista. Fez a cantilena de moralista, sem moral nenhuma, acusou Bolsonaro e hoje está junto com ele. O Zero Um, que era o homem mais corrupto do mundo, segundo o próprio Sergio Moro, hoje é seu chefe, porque está junto com ele e é para ele que ele faz campanha no Paraná. Esse mesmo senhor, que não fala absolutamente nada sobre seu projeto de Governo do Paraná, a única coisa que tem para falar, já que não sabe o que fazer, é falar mal do PT. Esse mesmo Sergio Moro, que aqui foi acusado várias vezes de juiz ladrão — eu não gosto de falar isso porque, para dizer isso, nós temos que provar; então, não o considero assim, enquanto não houver nenhuma prova contundente —, ficou calado na última votação neta Casa. O mesmo Sergio Moro que disse que não aceita bandido e que não quer nada votou para derrubar o veto aposto pelo Presidente Lula, e isso, segundo a Folha de S.Paulo, poderá liberar 200 mil presos. Onde é que está a moral de Sergio Moro?! Onde é que está a moral do homem que dizia que ia acabar com a corrupção no Brasil?! Esse Sergio Moro, por culpa dele e da Lava-Jato, levou nosso reitor da Universidade Federal de Santa Catarina ao suicídio, porque foi acusado e depois nada foi provado. Este mesmo Sergio Moro agora não sabe bem o que faz, porque está no PL. Como é que ele faz, Sr. Presidente? Está no PL, junto com todo mundo que ele acusava de ladrão. Esse Sergio Moro que agora lambe as botas de Flávio Bolsonaro é aquele que quer ser Governador do Estado! Sr. Presidente, a Sergio Moro só restou uma coisa: falar mal do PT. Ele não conhece o Estado, ele pula de partido em partido na política, ele fala mal de todo mundo, ele acha que ainda é alguma coisa, mas é insignificante: é o puxadinho da extrema direita. E quem diria: em outubro, ele será derrotado nas eleições do Governo do Estado. Terá politicamente um fim miserável e vai cair no esquecimento. Fica a lição: não basta fazer discurso, é preciso ter ação.
  • 28/04/2026Breves Comunicações

    O Deputado tratou da votação sobre a manutenção do veto presidencial a projeto relacionado à dosimetria de penas e criticou a possibilidade de redução de punições para condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito. Afirmou que a proposta poderia beneficiar não apenas envolvidos nos atos de 8 de janeiro, mas também outros condenados, incluindo crimes graves, ao permitir diminuição significativa das penas. Também defendeu que os responsáveis por atos de depredação e violência cumpram integralmente as punições estabelecidas.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Manifestação pública,motivação política,participante,anistia,Veto presidencial,manutenção

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    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, vamos imaginar uma situação hipotética em que um grupo de pessoas se reúne dentro de um determinado espaço de um condomínio e, porque perdeu a eleição, resolve quebrar todos os apartamentos. Além disso, essas pessoas resolvem quebrar os outros apartamentos que estão em frente, os dos vizinhos, os de todo mundo. Obviamente, elas serão responsabilizadas, presas e terão penas que deverão ser cumpridas. Eu estou me referindo a isso, Sr. Presidente, porque na quinta-feira nós vamos votar aqui se mantemos ou não o veto do Presidente Lula ao projeto da dosimetria, aprovado nesta Casa. Dosimetria nada mais, nada menos é do que a redução de penas daqueles que atentaram contra o Estado Democrático de Direito; a redução de penas daqueles que quebraram este espaço, quebraram o plenário, quebraram esta Casa, quebraram o Palácio do Planalto, quebraram o STF. Depois, alguns se arrependeram, Sr. Presidente. Aliás, um dia desses, numa das cidades do nosso Estado, uma pessoa saiu chorando e chamando a mãe: "O que eu fiz? O que eu fiz?". Deveria saber o que fez quando veio para cá; deveria saber o que fez quando quebrou tudo. Agora, eu me pergunto: será que essas pessoas não sabiam que estavam cometendo crime? "Ah, sabiam, mas não achavam que seria tão grave". Não acharam que seria grave bater nos funcionários desta Casa, bater em policiais? Não acharam que seria grave quebrar tudo e, pior do que isso, dizer que era preciso intervenção militar para que nós, hoje, inclusive, tivéssemos esta Casa, este Plenário fechado, Sr. Presidente? Não há que se falar em dosimetria. Quem cometeu crime tem que cumprir a pena que lhe foi determinada. A dosimetria não atinge só os fascistas do 8 de Janeiro; atinge todo o sistema prisional. É preciso que a população saiba que, se derrubarmos o veto, nós permitiremos que pessoas que estão condenadas a 20 anos, a 30 anos tenham sua pena reduzida pela metade. Estupradores, ladrões, traficantes, todos terão redução de penas. É assim que está escrito no projeto. Ele não estabelece que a redução de penas é só para os autores de crimes cometidos em 8 de janeiro. Aliás, qualquer advogado sabe que essa redução será estendida a todos. Eu fico me perguntando como, diante de tudo isso, há ainda um silêncio cúmplice. No nosso Estado, o Governador Ratinho não fala nada. Parece que está tudo certo: dosimetria, o.k.; se não passar, o.k. Para o ex-juiz Sergio Moro, o herói dos pés de barro, candidato pelo PL — que disse que o PL era corrupto, que disse que Jair Bolsonaro era corrupto, e agora está junto com o PL —, também parece que não aconteceu nada. Sr. Presidente, nós vamos fazer, sim todo esforço para que não seja derrubado o veto, de modo que quem cometeu crime seja responsabilizado. Obrigado, Sr. Presidente, Srs. Deputados.
  • 15/04/2026Breves Comunicações

    O Deputado relatou avanços recentes em negociações com o Governo Federal, mas destacou que pendências relacionadas aos técnicos administrativos em educação (TAEs) permaneceram sem solução. Afirmou que a categoria, presente em institutos federais, universidades e hospitais universitários, está em greve e reivindicou atendimento a demandas consideradas simples, incluindo medidas sem impacto financeiro imediato. Destacou que sindicatos do Paraná e de outras regiões defendem a retomada do diálogo para encerrar a paralisação. Também mencionou a redução de quadros em instituições federais e problemas estruturais na carreira. Por fim, fez apelo ao Governo Federal e ao Ministério da Gestão e Inovação para reabrir negociações e buscar uma solução para a categoria.

    Palavras-chave oficiais: Técnico de Administração,Ministério da Educação,Greve,Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos,negociação

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    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Nós tivemos grandes avanços nas últimas negociações que fizemos com o Governo Federal, Deputado Elton, com várias categorias, mas há um problema que ficou para ser resolvido posteriormente e que agora cria, de certa forma, um ruído. O Deputado Chico Alencar, que acompanhou as negociações, sabe que hoje nós temos os TAEs, os técnicos administrativos, dentro dos institutos, dentro das universidades e dentro dos hospitais universitários. E é preciso, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, que o Governo Federal, e eu sei que há um esforço para isso, não só receba a Comissão — e falei, inclusive, com a Deputada Alice Portugal, para nós buscarmos um entendimento e abrirmos as negociações com o Governo Federal —, mas atenda todas as reivindicações ou pelo menos uma parte, que é simples de ser atendida. Eu falo isso, Sr. Presidente, porque nós sabemos que nós sempre estivemos do lado dos trabalhadores e das trabalhadoras. E não é possível que, em um momento em que há uma greve nacional, que já paralisa as bibliotecas, já paralisa parte dos institutos, já paralisa parte das nossas universidades, nós tenhamos dúvida e não saibamos de qual lado nós temos que estar. E isso não significa que nós não tenhamos que dar apoio ao Governo, mas nós precisamos dar apoio principalmente àqueles que constroem o Governo. E aqueles que o constroem, de fato, estão dentro desses espaços trabalhando e hoje em um número, inclusive, reduzido, Deputado Welter. No Estado do Paraná, nós temos o Sinditest, temos o Sindutf-PR, da UTFPR, temos o sindicato dos institutos federais e todos eles são unânimes em dizer: "Nós queremos terminar a greve, mas nós precisamos ter, obviamente, se não no todo, uma parcela de atendimento às nossas indicações", que são simples, algumas delas não incluem valor, inclusive, monetário, portanto, simples de serem resolvidas. Eu diria, Deputado Chico Alencar, que é preciso, sim, não só boa vontade, mas também coragem, assim como o Presidente Lula teve coragem de mandar para cá um projeto que altera e reduz a escala 6 por 1, para que deixe de existir, passe a ser 5 por 2, como já foi dito aqui, sem redução de salário, com 2 dias consecutivos de descanso. É preciso que nós tenhamos a mesma coragem para abrir esse diálogo, porque hoje há institutos que deveriam ter 25 TAEs, mas estão com doze. Nós aumentamos o número de institutos, o que é uma revolução no ensino brasileiro, mas não basta aumentar o número de institutos. Nós resolvemos, há 20 dias, o problema do EBTT, que seria um grande problema, no nosso caso específico, para a nossa Universidade Tecnológica Federal, porque não permitiria que professores, mesmo professores com doutorado e pós-doutorado, dessem aula para curso superior, só poderiam dar para ensino médio. Agora isso foi resolvido. O Ministro Nardes entendeu que é possível. Por isso, nós estamos resolvendo pontualmente esses problemas, mas nós precisamos, volto a dizer, resolver definitivamente o problema dos TAEs. É a carreira que tem o menor salário, tem a maior carga horária e são pessoas que estão em todos os locais, volto a dizer, nos institutos, na UTFPR, nas universidades, nos hospitais e estão em greve. E não é possível que a gente não enxergue isso! Portanto, faço aqui um apelo ao MGI, um apelo ao Governo Federal, um apelo ao nosso colega de bancada, Chefe da Casa Civil agora, para que reabra as negociações e tenha um final que possa ser para todos, sem distinção, favorável. Era isso. Peço que este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil e em todos os órgãos de divulgação da Casa. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 07/04/2026

    O Deputado relembrou a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva há oito anos, destacando que ele permaneceu preso por 380 dias. Afirmou que o Presidente Lula manteve sua dignidade durante o período, recusou prisão domiciliar e sempre declarou sua inocência. Por fim, criticou o ex-juiz e Senador Sergio Moro, mencionando sua atuação no caso e posterior entrada na política.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Prisão,Perseguição política,Prisão domiciliar,recusa,Política,Interesse individual,Ex-juiz

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    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, neste dia, 8 anos atrás, o então Juiz Sergio Moro decretava a prisão do Presidente Lula. Há 8 anos, num domingo, o Presidente Lula chegava a Curitiba — nós estávamos esperando o Presidente lá —, onde ficaria 380 dias preso. Em uma das frases que mais lembram o Lula, ele disse que ficaria o resto da vida preso, mas não abriria mão da sua dignidade e provaria a sua inocência. O mesmo juiz que prendeu o Lula e, depois, foi Ministro de Bolsonaro falou mal do PL e, hoje, é candidato a Governador do Paraná pelo PL. Hoje ele é chamado de falso juiz e de uma grande mentira que aconteceu no Brasil pelo jornal O Estado de S.Paulo. Veja que não é qualquer jornal e que não é um jornal de esquerda, Sr. Presidente! Agora isso fica provado. A história mostra aqueles que, de fato, resolveram enfrentar com dignidade as suas horas mais difíceis, Sr. Presidente, e aqueles que, ao contrário, preferiram ficar o tempo todo buscando saídas que não fossem cumprir aquilo que determinava a Justiça. O Presidente Lula não quis prisão domiciliar. O Presidente Lula disse que não era pombo para usar tornozeleira eletrônica. O Presidente Lula cumpriu o que foi determinado, até o dia da sua liberdade — nós estávamos novamente lá —, todos os dias dizendo "bom dia", "boa tarde", "boa noite". Hoje, ele é o Presidente da República mais querido da nossa história. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 26/03/2026

    O Deputado alertou para os impactos da guerra envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos na economia brasileira, especialmente no aumento do preço dos combustíveis e na escassez de fertilizantes. Destacou a dependência do Brasil de importações de fertilizantes e informou a suspensão das exportações pela Rússia, além da interrupção do fornecimento pelo Irã. Ademais, criticou as decisões dos Governos Temer e Bolsonaro que produziram o fechamento de fábricas nacionais de fertilizantes e apontou a retomada da produção nacional pelo Governo Lula, destacando a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FAFEN) no Paraná e em Três Lagoas (MS). Por fim, sustentou investimentos em fertilizantes nacionais para garantir a produção agrícola, sobretudo do pequeno agricultor.

    Palavras-chave oficiais: Guerra,Irã,Estados Unidos,Israel,Economia,Brasil,Preço,Combustível,Fertilizante,Importação,Rússia,Exportação,Governo,Ex-presidente da República,Produção nacional,Fábrica,fechamento,Governo federal,Presidente da República,Paraná,Três Lagoas (MS),Produção agrícola,Política agrícola,Pequeno produtor rural,Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (FAFEN-PR)

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    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós todos estamos acompanhando, obviamente, o que acontece na guerra entre Irã, Israel e Estados Unidos. Vai impactar diretamente não só o preço dos combustíveis no Brasil. Nós importamos praticamente 90% dos fertilizantes. Ontem a Rússia suspendeu a venda de fertilizantes para o Brasil até o dia 21 de abril, porque ela está priorizando a safra da primavera na Rússia. Vinte por cento dos fertilizantes no nosso País eram trazidos do Irã. Não há mais fertilizante do Irã. O Brasil, no período de Temer e no de Bolsonaro, acabou com as nossas fábricas de fertilizantes. No Governo do Presidente Lula, nós retomamos duas delas e estamos para reassumir a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados — Fafen do Paraná e a fábrica de fertilizantes em Três Lagoas, Sr. Presidente. Já deveria estar pronta, mas foi impedida, durante o Governo do Presidente Bolsonaro, por Sergio Moro, de ser construída em Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul. Talvez ela entre em operação em 2028. Estou dizendo isso, Sr. Presidente, para mostrar a tragédia que pode acontecer, e está acontecendo, quando se tomam decisões erradas. A suspensão das fábricas de fertilizantes e a opção pela importação se mostram agora extremamente erradas. Por isso, é preciso investir em fertilizantes brasileiros para que o agro e principalmente o pequeno agricultor possam ter como produzir a sua safra, vender a sua safra e não ter as surpresas que teremos a partir de agora.
  • 26/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de votação nominal do requerimento de retirada de pauta da Medida Provisória nº 1.326, de 2025, que dispõe sobre o reajuste da remuneração das forças de segurança pública do Distrito Federal, da remuneração da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar dos ex-Territórios Federais e do antigo Distrito Federal e do valor do auxílio-moradia dos militares que especifica e sobre a extinção de cargos efetivos vagos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de votação nominal,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Medida provisória,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário

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    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Federação orienta contra a retirada, primeiro, porque nós entendemos que esta medida provisória tem um prazo. Se nós não a votarmos hoje, ela perderá, inclusive, a sua validade. Certamente, na semana que vem, ficará muito difícil, e nós já entramos no período eleitoral. Segundo, há aqui um debate que precisa ser feito de forma mais transparente. Com todo o respeito às posições divergentes, lembro que o Governo Federal paga os policiais de Brasília porque esta cidade, por ser a Capital da República, tem um fundo constitucional para ampará-la. É diferente de São Paulo, é diferente do meu Estado, o Paraná, onde as Assembleias Legislativas têm por obrigação, por meio de mensagem de seus Governadores, fazer os devidos reajustes quando necessários, quando entendidos como sendo pertinentes. Então, não cabe nós fazermos as comparações entre o Distrito Federal e, obviamente, a responsabilidade do Governo Federal e a dos Estados. Por isso, nós somos contra a retirada e mantemos o pedido de urgência, para que nós possamos votar essa matéria ainda hoje.
  • 18/03/2026

    O Deputado elogiou o acordo com o autor da proposição para que fossem aumentadas as penas do furto e do furto qualificado no Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 3.780, de 2023, que altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 1940 (Código Penal), a fim de majorar as penas previstas para os crimes de furto, roubo, receptação, receptação de animal e interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública, bem como para tipificar os crimes de recepção de animal doméstico e de fraude bancária.

    Palavras-chave oficiais: Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Código Penal (1940),Aumento da pena,Furto,Roubo,Receptação,Receptação de animal,Interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública,recepção,Animal doméstico,Fraude bancária,acordo,Autor (proposição legislativa),Furto qualificado

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    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero apenas deixar registrado que nós entendemos que está sendo aproveitado aquilo que veio do Senado. Saiu desta Casa de uma forma, e o Senado modificou "furto" e "furto qualificado". Nós já temos hoje uma pena de 1 ano e uma pena de 2 anos. O Senado aumentou para 1 ano e 6 meses; e 2 anos e 6 meses. É o acordo que nós fizemos com o autor do projeto. Por isso, ele mantém o que o Senado havia feito, o que, no nosso entendimento, melhora o projeto. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 18/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Recurso nº 6, de 2026, contra parecer terminativo da Comissão de Constituição de Justiça e Cidadania à Emenda de Plenário nº 3, oferecida ao Projeto de Lei nº 3.880, de 2024, que altera a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), para incluir a violência vicária dentre as definições de violência doméstica e familiar contra a mulher de que trata o respectivo art. 7º.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Recurso (proposição legislativa),Projeto de lei ordinária,Base de apoio político,Governo,Voto contrário

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    O SR. TADEU VENERI (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Governo orienta "não", por entender que nós estamos trabalhando... Volto a dizer: nós não podemos pegar a exceção e torná-la regra. A regra é que homem mata pessoas para punir mulheres que se recusam de alguma forma a manter relações com ele, a continuar uma relação com ele. Mulheres, excepcionalmente... E nós não podemos pegar a exceção e transformar a exceção em regra. O que se quer fazer aqui é tornar iguais tanto um caso que acontece em mil quanto outro que mil vezes acontece. Tratar de forma igual os desiguais é manter a desigualdade. Por isso, nossa orientação é "não", Sr. Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.