
Nome civil: Francisco Alexandre Filho · 56 anos
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Números de Legislatura atual (2023–2027)
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2 discursos na tribuna · de 09/06/2022 a 20/06/2022.
- 20/06/2022breves comunicaçõesBreves Comunicações
Protesto contra a não reintegração de policiais militares, policiais civis e agentes penitenciários do Estado de São Paulo absolvidos em processos judiciais. Tramitação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo da Proposta de Emenda à Constituição nº 6, de 2020, sobre a readmissão após perda da função pública por atos administrativos, mas absolvidos posteriormente pela Justiça.
Palavras-chave oficiais: POLICIAL MILITAR, POLICIAL CIVIL, POLICIAL PENAL, SÃO PAULO (ESTADO), REINTEGRAÇÃO, PODER JUDICIÁRIO, ABSOLVIÇÃO, PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO, ASSEMBLEIA LEGISLATIVA.
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O SR. SARGENTO ALEXANDRE (PODE - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, boa tarde. Sr. Presidente, gostaria de chamar a atenção da sociedade brasileira e, principalmente, do povo paulista para a situação em que vivem os policiais militares, os policiais civis e os policiais penais do Estado de São Paulo. Cerca de quinhentos policiais dessas corporações, que haviam sido exonerados de suas instituições, foram absolvidos na Justiça, e não conseguem reintegração. Eles não conseguem retornar aos seus empregos, ainda que a Constituição do Estado de São Paulo determine que aquele que foi absolvido na Justiça, porque havia sido exonerado, deve ser reintegrado. Hoje, temos a PEC 6, que tramita na Assembleia Legislativa. Parece redundante, mas a referida PEC repete o que diz a própria Constituição de São Paulo em seus arts. 136 e 138, que determinam a reintegração. Nós temos um grupo organizado de policiais militares, policiais civis e policiais penais, integrantes dos grupos Cinza Bandeirantes, Injustiçados, Policiais para Sempre e Ondas, que apresentaram essa proposta de emenda à Constituição do Estado de São Paulo para fazerem valer os seus direitos. Esses são policiais militares, policiais civis e policiais penais que estão passando fome, que não conseguem manter a si mesmos e às suas famílias, que não têm condições de pagar as custas de um processo para reintegrá-los às respectivas forças. Por isso, eu chamo a atenção para a situação em que vivem esses cidadãos, que hoje passam por essa situação extremamente difícil. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 09/06/2022pela ordemOrdem do Dia
Agradecimentos pela posse do orador no cargo de Deputado Federal. Trajetória de vida do Parlamentar. Bandeiras de luta no exercício do mandato pelo orador.
Palavras-chave oficiais: SARGENTO ALEXANDRE, DEPUTADO FEDERAL, POSSE, BALANÇO, ATUAÇÃO PARLAMENTAR.
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O SR. SARGENTO ALEXANDRE (PODE - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, é com o coração transbordando de alegria que subo a esta tribuna e com a imensa responsabilidade de representar milhares de paulistanos que acreditaram em mim e me confiaram o direito de representá-los neste Parlamento. Primeiramente, agradeço a Deus pela oportunidade de vida, pela saúde, pela família e pelos amigos que eu tenho. Em segundo lugar, agradeço também à Presidente Nacional do Podemos, a ilustre Deputada Renata Abreu, que tem um trabalho espetacular à frente do Podemos, um dos partidos que mais cresceu em números de filiados, e também enquanto Deputada Federal, defendendo, entre tantas bandeiras importantes, os direitos das mulheres e a ocupação dos espaços de poder. Pois bem, Sr. Presidente, chego a esta Casa de Leis para dar andamento às causas que defendo e em que acredito: a defesa dos direitos dos policiais militares, dos guardas municipais, a causa animal, a valorização do terceiro setor e da advocacia e também o combate à alienação parental. Sou nordestino com muito orgulho, pernambucano de alma e coração. Devido às adversidades da vida, acabei me mudando para São Paulo, em busca de crescer e de conquistar dias melhores. Morei nas ruas, passei fome, até que fui acolhido por uma família de nordestinos que morava na Freguesia do Ó. Sou filho de três mães: Tereza, mãe biológica, que me criou até os 7 anos de idade; minha tia Silvia Maria, que me adotou aos 7 anos, mudando o meu nome, que era Paulo Roberto da Silva, para Francisco Alexandre Filho; e minha terceira mãe, D. Edileuza, mãe Nena, que me resgatou aos 15 anos das ruas de São Paulo e me adotou como filho. Ir para a cidade grande é a realidade de milhões de brasileiros. Sou policial militar aposentado, advogado, professor e avô da Isabella, a maior benção que Deus me concedeu depois da vida. A "raça de Tereza", como eram conhecidos os filhos de minha mãe quando chegavam à casa dos vizinhos ou amigos, hoje chegou à Casa do Povo. E vai ser essa raça que vai dar voz a milhares de brasileiros que não têm oportunidade de fazer valer seus direitos e sonhos de chegarem até aqui. Alguns dos temas que trabalharei nesta Casa são: a defesa dos animais, dos policiais militares, dos advogados, do terceiro setor e o combate à alienação parental. Muito obrigado a todos.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 31/08/2022. Como calculamos: metodologia.