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Foto de Sanderson

Deputado · Câmara

Sanderson

PL · RS

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Ubiratan Antunes Sanderson · 56 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 93 de 100, Cara Bom0406080100

93/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 95% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 90%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 95%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 85%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 22%das 785 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 90%das 646 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.sanderson@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5354
Gabinete
Gabinete 354, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 374 de 391 sessões

Melhor que 60% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

90%

Registrou voto em 1.014 de 1.128 votações nominais

Melhor que 81% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 67 projetos apresentados (0%)

15 avançaram · 44 em andamento · 8 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

22%

Em 785 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 4% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

272 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 15/07/2026.

  • 05/05/2025

    O Deputado manifestou preocupação com denúncias de fraude na Previdência Social, apontando descontos indevidos que lesaram aposentados em bilhões de reais. Criticou a substituição do Ministro da Previdência por um subordinado, classificando a mudança como ineficaz e simbólica de uma gestão confusa. Além disso, anunciou a apresentação de requerimento para abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito com o objetivo de investigar o caso. Também comentou a demissão da Ministra das Mulheres, mencionando denúncias de assédio a servidoras. Ao concluir, afirmou que os episódios refletem a conduta do Governo Federal, especialmente em momentos de crise social e econômica.

    Palavras-chave oficiais: Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Previdência social,Aposentado,Ministro de Estado,Ministério da Previdência Social,Requerimento de criação de comissão parlamentar de inquérito,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Ministério das Mulheres

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Nós estamos acompanhando com bastante preocupação os últimos acontecimentos, sobretudo aqueles relacionados à fraude na Previdência: descontos covardes, que resultaram em bilhões de reais tungados da população brasileira, dos aposentados, daqueles que mais precisam. O Ministro da Previdência foi substituído por seu subordinado. Houve uma troca de seis por meia dúzia. Aquilo que nós esperávamos, o que a população esperava, que era um choque de gestão, não aconteceu. Ao contrário, piorou, porque dentro do Ministério da Previdência haverá dois chefes, o que saiu, o que foi demitido, e o que está lá servindo de preposto, de subordinado ao Presidente do PDT. Esse é um absurdo que nós não podemos aceitar. Já apresentamos um requerimento para abrir uma CPI. E essa CPI, sim, vai apurar os fatos em toda a sua extensão. Não dá para aceitar, neste momento tão difícil por que passa a população, essa tungagem, esse roubo, que já foi estimado em 6 bilhões de reais, mas, ao que tudo indica, vai ser muito maior. Hoje a Ministra das Mulheres foi também demitida. Segundo consta, no Ministério das Mulheres, ela assediava mulheres e assediava servidores. É algo inadmissível, próprio do Governo do PT.
  • 29/04/2025

    O Deputado criticou o Governo do PT por sua abordagem em relação à segurança pública, questionando a moralidade do Partido para tratar do tema. Destacou o recente desvio de R$ 6 bilhões no INSS, afetando aposentados, e lembrou que o Presidente Lula vetou leis importantes para as polícias militar e civil. Também manifestou oposição à Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025, que altera os art. 21, art. 22, art. 23, art. 24 e art. 144 da Constituição, para dispor sobre competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios relativas à segurança pública, afirmando que a bancada da segurança pública rejeita a proposta, considerando-a inadequada. Reforçou a falta de credibilidade do Governo no que diz respeito à segurança pública.

    Palavras-chave oficiais: Política de segurança pública,Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Crítica Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, estamos acompanhando as ações do Governo relativas à PEC da Segurança Pública. Vemos o Governo do PT falar em segurança pública. Isso chega a ser uma piada. Eles não têm autoridade moral para falar em segurança pública. O Governo do PT tem moral e autoridade para falar sobre corrupção, sobre roubalheira, sobre desvio de dinheiro público. Olhe o que está acontecendo agora, por exemplo, no INSS. Foram desviados 6 bilhões de reais, e são recursos daqueles que mais precisam, os aposentados. O Governo do PT e a Esquerda jamais gostaram de segurança pública. A prova disso é que Lula vetou a Lei Orgânica da Polícia Militar, que aprovamos aqui, e, depois, com muita cara de pau, também vetou a Lei Orgânica da Polícia Civil. Agora querem falar em segurança pública? Não têm moral para falar. Nós da bancada da segurança pública já estamos trabalhando para rejeitar essa proposta, que não tem outro destino a não ser o lixo.
  • 15/04/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou a decisão da Suprema Corte de anular os processos contra o Presidente Lula em 2021, chamando-a de "golpe de Estado" e "heresia jurídica". Apesar da anulação, ressaltou que as provas de corrupção e lavagem de dinheiro ainda estão presentes, apresentando uma lista detalhada de documentos e depoimentos que comprovariam os crimes. Acusou o Supremo Tibunal Federal (STF) de proteger Lula, enquanto defendeu a aprovação de uma anistia para pessoas inocentes, mas sem perdão para criminosos como o Presidente. Concluiu afirmando que, enquanto o STF não fez justiça, o Congresso deve assumir essa responsabilidade em favor da população brasileira.

    Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),anulação,Processo judicial,contra,Presidente da República,Corrupção,Lavagem de dinheiro,Crime,favorecimento,parcialidade,Congresso Nacional,anistia,Preso,manifestação,Janeiro,Brasília (DF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Cumprimentos a todos os Parlamentares que aqui estão. Hoje quero registrar o transcurso de uma data trágica, meu amigo Deputado Carlos Jordy, Deputado Sargento Fahur e meu campeão Luiz Lima. No dia 15 de abril de 2021, a Suprema Corte brasileira, com três votos contrários apenas, anulou de forma absurda uma condenação, anularam, na verdade, três processos que tramitavam já em grau de recurso, no terceiro grau, por assim dizer, contra o Lula. Foi algo nunca visto no Brasil, a maior heresia jurídica que nós vimos até hoje. O verdadeiro golpe de Estado foi praticado no dia 15 de abril de 2021, quando, em plena luz do dia, de forma descarada, tiraram da prisão aquele contra o qual havia fartas provas, denunciado que foi pelo Ministério Público Federal por corrupção e lavagem de dinheiro. Hoje nós vemos esse sujeito no Palácio do Planalto. Deputados Luiz Lima, Carlos Jordy, Sargento Fahur e Coronel Assis, eu tenho assistido a alguns debates e vejo agentes da Esquerda, interlocutores do lulismo, do petismo, mentirem, apontarem algumas provas, indicarem Bolsonaro como golpista. Eu fui lê-las e vi que não existe nada. Eu fui analisar a tal da minuta do golpe, e vi que não existe nenhuma minuta de golpe. É uma pseudominuta apócrifa que traz, no seu teor, a minuta de um decreto legislativo, ou de uma mensagem que seria supostamente encaminhada para o Congresso Nacional, Sr. Presidente. Não há nada que prove qualquer tipo de ato delitivo por parte do Bolsonaro. Agora, por outro lado, eles anularam o processo contra Lula, mas as provas ainda estão lá. Se V.Exa. me permitir, Sr. Presidente, eu quero ler a relação que fiz. Eu tive o cuidado de buscar as provas e vou relacioná-las daqui, para a população ouvir, porque é algo interessante. O título do documento que produzi é este: Provas consideradas nos processos para condenar Lula — e ele teve direito à ampla defesa, à plena defesa. Eram três os processos: o do caso do tríplex no Guarujá, o do sítio de Atibaia e o do desvio de dinheiro público no Instituto Lula. São 17 os apontamentos registrados pela acusação, pelo Ministério Público, que foram confrontados na Justiça de primeiro grau, com contraditório, na de segundo grau e que chegaram até o Superior Tribunal de Justiça. Por isso eu digo que, embora eles tenham anulado o processo, a prova material de corrupção e lavagem de dinheiro ainda está no mundo. 1 - Documentos apreendidos na casa de Lula sobre o tríplex — e isto tudo está juntado aos processos, porque os processos foram anulados tecnicamente, mas não foram incinerados, estão lá; 2 - Documentos apreendidos na sede da cooperativa Bancoop; 3 - Documentos apreendidos na OAS; 4 - Notas fiscais da OAS contendo itens da reforma do imóvel tríplex no Guarujá, em São Paulo; 5 - Mensagens de celular do Sr. Léo Pinheiro, que na época era o Presidente da OAS, referindo-se ao projeto do 'chefe', entre aspas, e para marcar com a 'madame', também entre aspas; 6 - Mensagem no celular de Paulo Gordilho, arquiteto e ex-Executivo da OAS, citando reformas em 'sítio' e 'praia", entre aspas — são mensagens achadas nos celulares dessas pessoas, que, na época, inclusive fizeram delação premiada; 7 - Testemunhos de Paulo Gordilho, declarando que tinha conhecimento de que o tríplex estava reservado para Lula desde 2011; 8 - Mensagem no celular de Marcos Ramalho, Executivo da OAS, citando visita ao tríplex de Fábio Luiz, filho de Lula, em 2014; 9 - Testemunhos de funcionários da OAS, que disseram que a empreiteira não costumava personalizar imóveis à venda; 10 - Testemunho de gerente da OAS, que disse ter acompanhado visita de Lula e Marisa Letícia ao tríplex, no início de 2014; 11 - Testemunho de engenheira da OAS, que disse que acompanhou visita de Marisa Letícia e seu filho Fábio ao apartamento, em agosto de 2014; 12 - Testemunho de funcionário da empresa Kitchens, que confirmou a contratação para duas cozinhas, uma no tríplex, no Guarujá, e outra no sítio, em Atibaia; 13 - Testemunho de sócio da empresa Talento, que disse que acompanhou visita de Marisa Letícia e seu filho Fábio ao tríplex; 14 - Testemunho de zelador do Edifício Solaris — edifício esse em que está situado o tríplex no Guarujá —, que confirmou a visita de Lula e Marisa Letícia ao tríplex; 15 - Depoimento de Léo Pinheiro, ex-Presidente da OAS, confirmando o esquema de corrupção na Petrobras e que se reuniu com Lula para tratar do tríplex, em 2014; 16 - Depoimento de Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Diretor da Área de Óleo e Gás da construtora OAS, confirmando o pagamento de propinas da Petrobras e que ouviu que o tríplex no Guarujá e o sítio em Atibaia seriam debitados do crédito do PT com vantagens indevidas; 17 - Nota do Instituto Lula, de 2014, com incongruências. E assim vai. Eu poderia ficar, talvez, por mais meia hora, se tivesse esse tempo, relacionando as provas — não são indícios —, as provas materiais que levaram Lula à condenação por corrupção e lavagem de dinheiro. Hoje, 4 anos após, nós estamos, sim, diante de uma crise política enorme, porque precisamos anistiar perseguidos políticos que nada cometeram. Não há prova de crime algum contra essas pessoas, como regra, e mesmo assim temos que ver agentes políticos da Esquerda, lulistas, apontarem o dedo para elas, quando, na verdade, eles não têm moral para apontar dedo porque o líder político deles voltou à cena do crime nos braços de Ministros do Supremo Tribunal Federal. Um deles, nesta semana, o Gilmar Mendes, disse que tem o maior orgulho de ter acabado com a Operação Lava-Jato. A população brasileira ouve isso e fica indignada. O nosso papel aqui no Parlamento brasileiro, no Congresso Nacional, todos os dias, é o de fazer as pessoas de bem serem prestigiadas, e os maus, os canalhas, os corruptos, os ladrões de dinheiro público serem, como são, desprezados pela população brasileira. Essa chicana feita 4 anos atrás, no dia 15 de abril de 2021, não foi esquecida pelo povo brasileiro e jamais será esquecida. Cito os três Ministros — Luiz Fux, Marco Aurélio Mello e Nunes Marques — que registraram o voto "não". Eles disseram: "Nós não aceitamos a anulação, porque há provas". Independentemente das questões formais, nós estamos diante de um criminoso, de um corrupto, de um lavador de dinheiro, e a população brasileira não aceita passação de pano, como o STF na época quis fazer e fez, passou pano. Então, voltaram à cena do crime, e nós, no Parlamento, temos esta missão, a de distinguir o joio do trigo. Vamos aprovar a anistia para as pessoas inocentes? Sim, vamos, porque isso é mais do que um dever, é uma obrigação nossa. Já que a Suprema Corte não faz justiça, nós vamos justiça aqui, sim. Sr. Presidente, desculpe-me por ter ultrapassado o tempo que me concedeu. Muito obrigado.
  • 09/04/2025

    O Deputado reforçou a urgência de atenção aos produtores rurais do Rio Grande do Sul, destacando a presença de representantes do movimento SOS Agro RS na Câmara. Informou que as líderes Grazi Camargo e Fernanda Mendes defenderam a aprovação de dois projetos: o Prpjeto de Lei nº 341, de 2025, que dispõe sobre a securitização das dívidas de produtores rurais cujos empreendimentos tenham sido impactados por eventos climáticos adversos a partir de 2021 e dá outras providências, e o Projeto de Lei nº 716, de 2025, que autoriza a postergação do pagamento de parcelas vencidas e vincendas em 2025 relativas às operações de crédito rural que especifica. Apelou ao Congresso Nacional para acelerar a tramitação e garantir apoio ao setor agropecuário afetado por estiagens e cheias.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Securitização,Dívida agrária,Produtor rural,Fenômeno meteorológico adverso Projeto de lei ordinária,adiantamento,Pagamento,Crédito rural,Rio Grande do Sul

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero registrar mais uma vez a necessidade de os produtores rurais gaúchos serem olhados pelo estamento público, Parlamento e Poder Executivo. Estão aqui conosco hoje duas líderes do SOS Agro RS, duas mulheres guerreiras, incansáveis na defesa dos produtores rurais gaúchos, a Grazi Camargo e a Fernanda Mendes. Elas buscam aqui, primeiro, o projeto de lei de securitização, o Projeto de Lei nº 341, de 2025, do nosso amigo Deputado Federal Pedro Westphalen. Este projeto precisa ser, no menor tempo possível, votado e aprovado aqui na Câmara Federal. É um projeto que renegocia as dívidas dos produtores rurais atingidos por intempéries, secas, estiagens e cheias. E elas buscam também o Projeto de Lei nº 716, de 2025, do Deputado Federal Marcelo Moraes, que estabelece a suspensão da dívida dos produtores rurais. Parlamentares brasileiros, vamos trabalhar para salvar a produção rural gaúcha.
  • 09/04/2025

    O Deputado destacou, durante audiência pública no Auditório Nereu Ramos, a luta dos profissionais socioeducativos pelo reconhecimento de seu trabalho na custódia de menores infratores. Informou que exigem tratamento digno e a inclusão no art. 144 da Constituição, como policiais penais. Ressaltou que, na Comissão de Segurança Pública, foi aprovado o Projeto de Lei nº 3.387, de 2019, que altera a Lei nº 13.675, de 11 de junho de 2018, que disciplina a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública, nos termos do § 7º do art. 144 da Constituição Federal; cria a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS); institui o Sistema Único de Segurança Pública (Susp); altera a Lei Complementar nº 79, de 7 de janeiro de 1994, a Lei nº 10.201, de 14 de fevereiro de 2001, e a Lei nº 11.530, de 24 de outubro de 2007; e revoga dispositivosda lei 12.681, de 4 julho de 2012, visando integrar esses profissionais ao Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). Apesar de o projeto estar pronto para ser enviado ao Senado, a Deputada Erika Kokay (PT-DF) recorreu, pedindo que fosse votado no plenário da Câmara, o que resultou na paralisação da proposta.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Sistema Único de Segurança Pública (Susp),Agente de segurança socioeducativa,integração

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, muito obrigado pelo espaço importante. Nós hoje, durante o dia inteiro, no Auditório Nereu Ramos, tivemos uma audiência pública espetacular com os profissionais socioeducativos, aqueles que fazem a custódia dos menores infratores. Os profissionais socioeducativos do Brasil inteiro estão, através da nossa frente parlamentar na Câmara dos Deputados, exigindo tratamento digno por parte do estamento público, a fim de incluí-los no art. 144 da Constituição Federal, como policiais penais. Nós aprovamos, na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e na CCJ, o Projeto de Lei nº 3.387, de 2019, para incluir os profissionais socioeducativos no Sistema Único de Segurança Pública — SUSP. A matéria estava submetida ao poder conclusivo das Comissões e iria diretamente para o Senado, quando a Deputada Federal Erika Kokay, do PT do Distrito Federal, entrou com um recurso, pedindo que o Projeto de Lei nº 3.387, de 2019, fosse votado no plenário da Câmara dos Deputados, e o projeto está parado. Já conversamos sobre isso com o Presidente Hugo Motta e esperamos que essa matéria seja votada no plenário da Câmara o quanto antes. Nós temos votos suficientes para incluir os profissionais socioeducativos no SUSP. Depois, a matéria seguirá para o Senado.
  • 08/04/2025

    O Deputado criticou a Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública apresentada pelo Governo, classificando-a como um "engodo" por não conter, em sua visão, medidas concretas e eficazes no combate à criminalidade. Com base em sua experiência na área, defendeu que o texto precisa abordar temas como a redução da maioridade penal, a restrição da progressão de regime, além da discussão sobre prisão perpétua ou pena de morte. Reforçou a necessidade de valorização dos policiais, destacando a baixa remuneração em alguns estados, como a Paraíba. Alertou que a criação de ouvidorias pode, na prática, engessar a atividade policial. Concluiu que, sem mudanças estruturais e investimentos reais, a proposta não trará resultados efetivos para a segurança pública e poderá ser rejeitada.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,Governo federal,Política de segurança pública,Maioridade penal,Progressão de regime prisional,Prisão perpétua,Pena de morte,Polícia,valorização,Paraíba

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Nós estamos acompanhando com muita atenção essa iniciativa do atual Governo, relacionada à PEC da Segurança Pública. Conheço a matéria, gosto da matéria, tenho me dedicado, nos últimos 30 anos, a estudar e a praticar a segurança pública, tenho inclusive experiência internacional e digo que essa PEC é um engodo. Depois de ler essa PEC, vi que ali não há nada de pragmático quanto ao enfrentamento da criminalidade. O Deputado José Nelto falou agora com muita propriedade. Se não estiver prevista nessa PEC, por exemplo, a diminuição da maioridade penal, a dificultação da possibilidade de progressão de regime; se não tratarmos, na discussão dessa PEC, de prisão perpétua ou, quem sabe — por que não?—, de pena de morte; se não tratarmos de valorização dos policiais militares, até porque há muitos Estados que pagam dois salários mínimos, como é o caso do Estado da Paraíba, onde um policial militar recebe isso para levar tiro de vagabundo e de bandido, essa PEC será uma grande mentira. Querem valorizar a segurança pública? Vamos então investir, vamos fazer com que, lá na ponta, os profissionais de segurança pública e a população brasileira sejam, de fato, os destinatários dessa proposta, e não criar ouvidorias para, inclusive, engessar a atividade policial. Vamos, com muita atenção, estudar, deliberar e, se for o caso, rejeitar integralmente essa PEC da Segurança Pública, que é um grande engodo.
  • 01/04/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Medida Provisória nº 1.268, de 2024, que abre crédito extraordinário, em favor dos Ministérios da Justiça e Segurança Pública, da Saúde, do Meio Ambiente e Mudança do Clima, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, da Integração e do Desenvolvimento Regional, do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, e da Pesca e Aquicultura, no valor de R$ 938.458.061,00, para os fins que especifica. Ressaltou que a Oposição está em obstrução, utilizando instrumento legítimo e previsto no Regimento Interno. Destacou respeito e confiança no Presidente Hugo Motta, a quem creditou equilíbrio e compromisso com a Justiça. Defendeu a urgência na votação do projeto de anistia, que busca reparar omissões do Supremo Tribunal Federal (STF) e garantir justiça a quem foi injustamente penalizado pelos atos de 8 de janeiro.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Medida provisória,Oposição política,Voto favorável Obstrução parlamentar,Regimento Interno da Câmara dos Deputados,Presidente da Câmara dos Deputados,Diálogo político Projeto de lei ordinária,concessão,anistia,participação,Manifestação pública,Ato antidemocrático,Supremo Tribunal Federal (STF),Pena injusta

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, a Oposição está em obstrução, todos sabem. O Brasil inteiro está acompanhando a utilização desse instrumento regimental, constitucional inclusive, que é entregue à Oposição, às Minorias. Considerando que, neste momento, a obstrução perdeu objeto, nós estamos pedindo o voto "sim" à retirada de pauta. Presidente Hugo Motta, nós precisamos registrar aqui que temos muito respeito por V.Exa., confiamos, admiramos o seu trabalho aqui na Câmara dos Deputados e confiamos em V.Exa. para que a justiça seja feita. Quem teme votações é porque tem medo da verdade. Esse projeto de anistia tem que ser votado porque vai fazer justiça à Justiça, que, inclusive, a Suprema Corte não está fazendo. Por isso, "sim" à anistia. A Oposição orienta "sim".
  • 26/03/2025

    O Deputado fez um apelo em defesa dos produtores rurais do Rio Grande do Sul, destacando que o Estado enfrenta há anos uma grave crise climática, com estiagens, secas e enchentes, que têm levado muitos à beira da falência. Criticou o Governo Federal, acusando-o de negligência e falsas promessas, e defendeu o Projeto de Lei nº 320, de 2025, apresentado pelo Senador Luis Carlos Heinze, que propõe a securitização e a renegociação das dívidas rurais. Cobrou urgência do Congresso para aprovar a proposta, afirmando que não se pode contar com o atual Governo para resolver a situação.

    Palavras-chave oficiais: Produtor rural,Rio Grande do Sul,Crise climática,Crise econômico-financeira,Governo federal,Negligência,descumprimento,compromisso,Senador,Proposição legislativa,renegociação,Dívida agrária,Securitização

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Cabo Gilberto Silva, eu quero falar ao povo gaúcho, à população do Rio Grande do Sul, aos produtores rurais que sofrem há 5 anos com a estiagem, há 4 anos com a seca e há 1 ano com enchentes. O Rio Grande do Sul, a quarta economia do Brasil, está em petição de miséria. Muitos produtores rurais, de todos os tamanhos, estão à beira do abismo, prestes a quebrar, tudo porque o Governo Lula, o Governo do PT e seus puxadinhos, não ajuda. O pior: mente que está ajudando, mas não ajuda coisa nenhuma. Por isso, o Senador Luis Carlos Heinze, um gaúcho, apresentou no Senado o Projeto de Lei nº 320, de 2025, que trata da securitização, da renegociação das dívidas dos produtores rurais gaúchos que, como eu disse, há 5 anos vêm sofrendo com estiagens, secas e enchentes. Para superar, para vencer estas dificuldades e recolocar o Rio Grande do Sul no rumo do desenvolvimento, nós precisamos que o Congresso brasileiro faça sua parte, ou seja, aprove o projeto de securitização, de renegociação dessas dívidas. Estou dizendo isso porque, se tivermos que esperar por Lula, Gleisi Hoffmann, Haddad ou esse Ministro incompetente da Agricultura, nós vamos ter que esperar sentados, e será tarde demais. Sim, nós temos pressa para votar e aprovar o projeto da securitização!
  • 26/03/2025

    O Deputado defendeu a inclusão da Proposta de Emenda à Constituição nº 333, de 2017, que propõe o fim do foro privilegiado, na pauta do Plenário da Câmara. Afirmou ter apresentado dez requerimentos desde 2019 com esse objetivo e criticou os ex-Presidentes da Casa por não avançarem com a proposta. Ressaltou que o foro privilegiado tem sido usado para proteger aliados e perseguir opositores, com destaque para a atuação de Ministros que seriam militantes políticos utilizando o Judiciário como ferramenta de repressão. Ao concluir, enfatizou que, o fim do foro é essencial para restaurar a imparcialidade institucional.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Direitos fundamentais,Garantias fundamentais,extinção,Foro privilegiado,Crime comum,imparcialidade,Perseguição política,Supremo Tribunal Federal (STF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero só registrar que nós apresentamos ontem um requerimento pedindo a inclusão na pauta do Plenário da Câmara, a inclusão na Ordem do Dia da Proposta de Emenda à Constituição nº 333, de 2017, aquela que impõe o fim do famigerado foro privilegiado. Essa não é uma situação casuística, não. Desde 2019, quando aqui chegamos, até ontem ou até hoje, já apresentei dez requerimentos pedindo que essa proposta de emenda à Constituição, que já foi aprovada no Senado, seja incluída aqui na pauta. Os dois Presidentes anteriores da Câmara, os Deputados Rodrigo Maia e Arthur Lira, fizeram ouvidos moucos e não incluíram na pauta o fim do foro privilegiado. Agora, Deputado Federal Hugo Motta, a população brasileira exige o fim do foro privilegiado, para evitar essas barbaridades que estão acontecendo no STF, quando Ministros, como eu tenho dito, militantes disfarçados de magistrados, usam a Suprema Corte, usam a máquina pública para perseguir adversários. O STF hoje virou uma delegacia de polícia para perseguir adversários e opositores. Para resolver isso, o Parlamento tem que agir, acabando de vez com esse desgraçado foro privilegiado, que produz, sim, perseguição. Tudo para os amigos do rei e para a panelinha, e toda a força do Estado para perseguir e impor cadeia, perseguição e prejuízos aos adversários políticos. Então, fim do foro privilegiado já!
  • 26/03/2025Breves Comunicações

    O Deputado classificou como farsa a aceitação, em 26 de março, da denúncia que tornou réus o ex-Presidente Jair Bolsonaro e aliados, no processo que apura uma denúncia de tentativa de golpe de Estado. Ressaltou que a ação penal não se sustenta juridicamente e é movida por motivação política, com base em uma denúncia sem provas materiais. Também acusou integrantes do Judiciário de atuarem como militantes políticos e citou nomes diretamente envolvidos na condução do caso, apontando inimizade com os acusados e, portanto, com impedimentos legais. Destacou que o processo visa retirar adversários do caminho do Governo, em um cenário de perseguição a opositores. Além disso, enfatizou que o País vive um cenário de autoritarismo semelhante a regimes de Esquerda em outros países e cobrou reação do Parlamento frente ao abuso de poder vigente.

    Palavras-chave oficiais: julgamento,Ex-presidente da República,Supremo Tribunal Federal (STF),Golpe de Estado (crime),Militância política,Magistrado,Processo judicial,Perseguição política,Esquerda política,Governo federal,Parlamento,Autoritarismo,Abuso de poder

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    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Srs. Parlamentares que estão aqui, população brasileira, hoje, dia 26 de março, é o dia da farsa, é o dia da mentira! Na semana que vem, teremos o dia 1º de abril, que tradicionalmente no Brasil é o dia da mentira. Mas hoje nós temos, de forma institucionalizada, a maior mentira praticada na República Federativa do Brasil, quando militantes disfarçados de juízes, tentando enganar, sobretudo, a comunidade estrangeira, fazem um processo farsante para abrir uma ação penal sem base jurídica. A denúncia da PGR é uma piada. Não há uma única prova material apontando para a materialidade delitiva nem para a autoria criminosa. E, naquela pantomima a que nós assistimos hoje, esses militantes, extensão do Palácio Planalto, que alguns dizem "puxadinho" do PT, vão lá e recebem essa denúncia teratológica. Aceitar Flávio Dino, que, como todos sabemos, é inimigo político, é desafeto de Bolsonaro e de tantos outros, como um juiz magistrado neste caso é um absurdo! Aceitar Alexandre de Moraes, que todos nós sabemos quem é, desafeto e inimigo de Bolsonaro, desafeto e inimigo de Anderson Torres, desafeto e inimigo do General Braga Netto, desafeto e inimigo visceral do Deputado Federal Alexandre Ramagem, é uma piada! Esses senhores teriam que imediatamente se identificar como suspeitos e impedidos e sair deste caso, mas, não. O próprio Alexandre de Moraes disse: "Eu não estou impedido de atuar no caso", mesmo todo mundo sabendo que isso é uma piada. Um aluno do primeiro ano de Direito sabe que esse processo todo é uma farsa. Eles estão cuspindo na Constituição Federal brasileira, estão pisoteando o Código de Processo Penal brasileiro. Não têm a menor condição sequer de estarem lá no STF quanto mais de julgar um processo ou de atuar numa ação penal dessa magnitude. Isso tudo deixa evidenciado que, sim, esses 25 anos, 30 anos de comunismo, de marxismo, de esquerdismo no Brasil produziu essas joias, como Flávio Dino, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin. Isso tudo faz com que o Brasil hoje seja visto, no âmbito mundial, como um pária dentro do processo judicial, um pária no combate à corrupção. O SR. PRESIDENTE (Cabo Gilberto Silva. Bloco/PL - PB) - Peço que conclua, Deputado. O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS) - Quando nós colocamos dinheiro público, energia estatal para perseguir adversários políticos, a mando do lulismo, a mando do esquerdismo, em vez de combatermos corrupção... E existe muita corrupção neste Governo, nós sabemos. Eu mesmo já denunciei inúmeras situações ao TCU, à PGR. Aliás, mandar representação ao PGR pedindo que ele investigue Ministros de Lula ou o próprio Lula, mandar representações ao PGR pedindo que ele faça investigações para apurar desvios de conduta do PT é quase uma perda de tempo, porque o PGR nada faz quando é contra o petismo e bota todo o esforço para perseguir adversários, para perseguir aqueles que eles identificam como inimigos políticos. O SR. PRESIDENTE (Cabo Gilberto Silva. Bloco/PL - PB) - Peço que conclua, Deputado. O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS) - Portanto, hoje, dia 26 de março, o dia da mentira, uma verdadeira farsa, um verdadeiro engodo foi praticado para que o petismo retire adversários e opositores da sua frente. É sempre assim. Os comunistas, os marxistas sempre governam sem oposição. Quando não conseguem tirar a oposição, eles prendem, perseguem, fazem como fizeram na Venezuela, na Rússia, na China, na Nicarágua, em Cuba. Vou concluir. O Brasil hoje, como disse o Presidente Bolsonaro, vive, sim, uma ditadura. Aqueles que dizem que o Brasil hoje vive uma normalidade política estão mentindo. Então, Parlamento brasileiro — Câmara Federal e Senado —, vamos dar uma resposta à sociedade brasileira, que não quer mais abusadores, que não quer mais autoritários e ditadores disfarçados de juízes.
  • 18/03/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 22, de 2025, que dispõe sobre extensão do prazo para liquidação de restos a pagar não processados de que trata o art. 172 da Lei nº 14.791, de 29 de dezembro de 2023 (Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024). Ademais, afirmou que a Oposição continuará lutando pela democracia e não aceitará perseguição nem os gastos abusivos do Governo Lula. Além disso, lamentou o autoexílio do Deputado Eduardo Bolsonaro devido à perseguição política.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,Oposição política,Voto contrário Governo federal,Presidente da República,Perseguição política,Oposição política,Deputado federal licenciado,Estados Unidos,Atuação parlamentar

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    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Oposição orienta "não", mas eu quero, neste 1 minuto, registrar que o Governo Lula, o Governo petista quer governar sem oposição. Eles não aceitam oposição. Governaram, antigamente, com uma oposição dúbia, fraca, morna. Agora existe oposição para dizer "não" aos abusos de Lula e seus asseclas. Querendo ou não querendo, eles têm que respeitar a Oposição, que não aceita gastos excessivos desse desgoverno e não aceita também perseguições políticas. Eduardo Bolsonaro, Deputado mais votado da história do Brasil, tem que se autoexilar para evitar constrangimentos, perseguições e até a apreensão do seu passaporte. É isso que nós, Oposição, jamais vamos aceitar, e contra isso nós continuaremos lutando aqui, a favor da democracia brasileira.
  • 12/03/2025

    O Deputado criticou a reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul por utilizar sua posição para fazer militância política de Esquerda e comunista dentro da universidade. Destacou que, embora como pessoa física ela tenha direito à liberdade de expressão, como reitora, não deveria promover ideologias políticas, especialmente no ambiente acadêmico. Repudiou, ainda, o uso de "linguagem neutra", como o termo "todes", afirmando que isso causa confusão e indignação na comunidade acadêmica e entre os pais.

    Palavras-chave oficiais: Reitor,Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS),comportamento,Militância política,Esquerda política,Comunismo,Linguagem inclusiva de gênero,Repúdio

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    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós temos acompanhado Brasil afora alguns agentes públicos que, por ocuparem essa função, têm usurpado e ultrapassado esse mister e fazem militância política, como é o caso que aconteceu e tem acontecido com a reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que, invariavelmente, tem feito militância política de esquerda, comunista e marxista dentro da Universidade Federal. Ela, como pessoa física, pode se manifestar da maneira que quiser. No entanto, como reitora, não pode fazer o que vem fazendo, falar publicamente para milhares de alunos, manifestar-se contra a anistia e a favor da linguagem neutra. Uma professora ou uma reitora não pode ensinar ou tentar ensinar algo errado para os alunos. No Brasil, na língua portuguesa, no vernáculo brasileiro, não existe a linguagem neutra, não existem pronomes de tratamentos neutros, como todes, e ela tem dito: "a todos, todas e todes". Isso causa um verdadeiro alvoroço na comunidade acadêmica. Inclusive, os pais todos estão indignados. Por isso, repudiamos, aqui na Câmara Federal, as ações irresponsáveis dessa reitora, que, como eu disse, como pessoa física, pode se manifestar da maneira que quiser. No entanto, como reitora, ela não pode fazer militância com o único objetivo de lacrar em redes sociais, de causar nas mídias. É uma pessoa disfarçada de professora, disfarçada de reitora, mas que, na verdade, faz militância comunista e de esquerda, o que não contribui em nada para o aprimoramento da educação brasileira. Então, fica aqui o nosso repúdio.
  • 12/03/2025

    O Deputado registrou a presença de Vereadores do Rio Grande do Sul na Câmara Federal, destacando o trabalho do Vereador Antônio Worst, de Estância Velha (RS), pela dedicação às forças de segurança pública. Também parabenizou a Vereadora Beti Griebeler, de Estância Velha, e os vereadores Coronel Lermen e Franciere, de Itaara (RS), pelo trabalho que realizam em suas respectivas cidades. Ao finalizar, reforçou que a Câmara dos Deputados está à disposição para apoiar as demandas dos representantes municipais.

    Palavras-chave oficiais: Presença,Vereador,Vereadora,Estância Velha (RS),Itaara (RS),Segurança pública,Atuação parlamentar

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    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Quero registrar a presença aqui na Câmara Federal dos Vereadores lá do Rio Grande do Sul que estão visitando gabinetes de Deputados Federais. Nós aqui, de forma muito especial, saudamos o Vereador Antônio Worst, de Estância Velha. Ele é um Vereador muito dedicado às forças de segurança pública lá de Estância Velha. Parabéns pelo trabalho! Saúdo a Vereadora Beti Griebeler, também de Estância Velha, que acompanha a comitiva; o Coronel Lermen e a Advogada Franciere, Vereadores de Itaara, que fazem um belíssimo trabalho também e estão representando a população de Itaara. Um abraço a todos! A Câmara dos Deputados está absolutamente à disposição dos senhores.
  • 11/03/2025

    O Deputado criticou a postura do Governo Federal em relação ao agronegócio, afirmando que o setor tem sido negligenciado. Mencionou declarações do Presidente Lula sobre o agronegócio e destacou a insatisfação de produtores durante a Expodireto. Além disso, afirmou que o Rio Grande do Sul enfrenta crises climáticas há quatro anos sem apoio federal e comparou a ausência de recursos para o setor com os investimentos em outras áreas, como a Lei Rouanet e o programa Pé-de-Meia.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Agronegócio,Negligência,Rio Grande do Sul,Crise climática,Recursos orçamentários

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    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós acompanhamos, já desde a época das eleições, as falas do pseudopresidente da República, o Lula da Silva, dizendo que o agronegócio brasileiro era fascista. Em maio de 2023, ele, já Presidente, disse que o agronegócio brasileiro era fascista, negacionista e mau-caráter. Eu estive ontem na Expodireto, que é uma das maiores feiras do agronegócio brasileiro, e lá a reclamação é uma só, de que o Governo Federal virou as costas para o agronegócio brasileiro, que está praticamente em petição de miséria. Lá no Rio Grande do Sul, o agronegócio gaúcho está há 4 anos enfrentando intempéries, estiagens, secas, enchentes, e o Governo Federal simplesmente não mandou um único recurso para o enfrentamento dessa crise e desses problemas todos. Há dinheiro para a Lei Rouanet, 16 bilhões de reais; há recursos para publicidade, 3,5 bilhões de reais; há recursos para o programa eleitoreiro que quer cativar a juventude, o Pé-de-Meia, 15 bilhões de reais. Agora, para ajudar o produtor rural, para ajudar os agricultores, é zero. Esse é o Governo do amor.
  • 11/03/2025

    O Deputado criticou a possibilidade de apreensão do passaporte do Deputado Eduardo Bolsonaro, classificando a medida como abusiva e uma forma de intimidação política. Afirmou que Eduardo Bolsonaro é um dos Parlamentares mais qualificados e honrados da Câmara, destacando sua responsabilidade em denunciar o que chamou de "ditadura bolivariana, lulista e comunista" no Brasil. Também comparou a situação com casos de Parlamentares anteriormente acusados de corrupção e absolvidos por "chicanas jurídicas". Por fim, declarou que o Parlamento não aceitará esse tipo de ação, alegando que não há base jurídica para a apreensão do passaporte de Eduardo Bolsonaro.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Passaporte,apreensão,Atuação parlamentar

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    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Altineu Côrtes, nós temos ouvido também aqui no plenário da Câmara manifestações abusivas por parte da imprensa no sentido de que estariam engendrando a apreensão do passaporte do Deputado Federal Eduardo Bolsonaro. É muita falta de vergonha na cara! Parlamentares que até esses dias eram acusados de corrupção, de desvio de dinheiro público, foram absolvidos por chicanas jurídicas; e têm a cara de pau de querer fazer isso com um Deputado do tamanho de Eduardo Bolsonaro, um dos Parlamentares mais qualificados, dignos e honrados desta Casa, um homem que tem muita responsabilidade com o Brasil e tem a obrigação, é um dever, de, todas as vezes que for para os Estados Unidos ou para o exterior, falar, narrar a ditadura bolivariana, lulista, comunista que está implantada no Brasil. Então, não vamos aceitar. O Parlamento brasileiro jamais vai aceitar esse tipo de intimidação. E é intimidação, porque não há nenhuma base jurídica para cassar o passaporte de um homem honesto, de um homem digno. Não acharam nada contra ele no aspecto criminal e "ah, vamos lá, então, tirar o passaporte do Eduardo Bolsonaro". Todos sabem que ele é um dos grandes responsáveis por levar a verdade para fora do Brasil.
  • 26/02/2025

    O Deputado comentou sobre a aprovação de um projeto na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos que visa proibir a entrada no país de autoridades estrangeiras responsáveis por censura a cidadãos norte-americanos. Afirmou que essa medida pode afetar o Ministro Alexandre de Moraes, criticando suas ações no Brasil que ultrapassam as competências de um magistrado. Questionou a omissão do Senado Federal em lidar com as ações de Moraes e defendeu que o Ministro, assim como outras figuras políticas, não pode estar acima da lei. Por fim parabenizou o Parlamento dos Estados Unidos pela iniciativa.

    Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Censura,Parlamento estrangeiro,Senado Federal,Abuso de poder,entrada,País

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    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Pompeo de Mattos, santo-augustense de coração, mas, na verdade, missioneiro de origem e de tradição. Nós acompanhamos, na tarde de hoje, uma situação inédita. Até hoje, não tínhamos visto a possibilidade de se proibir um Ministro da Suprema Corte brasileira de ingressar nos Estados Unidos. Uma Comissão da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, a Câmara dos Deputados daquele país, aprovou um projeto que, de forma direta, proíbe autoridades estrangeiras que impuseram censura a cidadãos norte-americanos de entrarem nos Estados Unidos e estabelece que, se estiverem lá, sejam deportadas. Essa matéria, é claro, ainda irá ao Plenário da Câmara dos Deputados de lá, depois será deliberada pelo Senado americano e irá à sanção do Presidente Trump, mas, muito provavelmente, nós teremos essa situação, que pode alcançar Ministros daqui, ou melhor, um Ministro especialmente. Eu me refiro ao Ministro Alexandre de Moraes, que, mundo afora, já é conhecido como um ditador, alguém que usa e abusa de poderes que não possui. Afinal, ele não é promotor, não é policial; ele é um magistrado; mas age como se fosse o dono do mundo. Abusando das atribuições de um magistrado, ele vai aos Estados Unidos e diz para fazerem isso, fazerem aquilo, ordena ações que não estão sob sua esfera. No Brasil, nós já sabíamos disso. Acompanhamos, há alguns anos, as ações abusivas, autoritárias e abjetas deste Ministro Alexandre de Moraes. Agora o mundo está sabendo. Aqui ainda não temos força para tirá-lo dessa posição de militante ideológico disfarçado de juiz. Essa situação poderia ser resolvida pela "polícia do STF". Eu me refiro ao Senado Federal. Quem deveria fazer o papel de corregedor do STF, segundo a Constituição brasileira, era o Senado, mas não o faz. Há 4 anos, 5 anos, estamos presenciando absurdos desse militante disfarçado de magistrado. E o Senado, que deveria fazer algo, não o faz. É covardia? É omissão? O fato é que nós presenciamos a prisão injusta de 1.500 pessoas, tratadas como se bandidas fossem, e nada é feito contra ele. Temos 1 dúzia de agentes políticos presos, e nada é feito contra esse abusador. O candidato a Vice-Presidente na última eleição, o General Braga Netto, está preso há quase 3 meses, sem uma única prova, sujeito a um grande abuso de autoridade. Para que alguém seja preso preventivamente, é preciso, primeiro, que haja materialidade delitiva consagrada, flagrante. Não há! Além disso, é necessário pelo menos um indicativo de que o sujeito vai fugir ou destruir provas. Não há! Qual é a razão de Braga Netto estar preso? E digo mais: se a denúncia oferecida pelo PGR, uma denúncia absurda, teratológica, sem nenhuma base jurídica e fática, for recebida — e tudo indica que será —, nós teremos pelo menos dois ou três juízes impedidos. Eles não poderiam estar agindo nesse processo. Esse show de horrores que estamos presenciando no Brasil vai ser bloqueado lá nos Estados Unidos. Teremos uma espécie de sanção, já que aqui em nosso País o Senado Federal não consegue ou não quer fazer isso, por uma série de razões. A Câmara tem responsabilidades? É claro que sim. Mas, segundo a Constituição, não compete à Câmara qualquer atuação como uma espécie de corregedoria de Ministros do STF. Eles não podem estar acima da lei. Hoje não temos a quem recorrer das decisões, mesmo esdrúxulas e absurdas, tomadas por Ministros do STF. Lá nos Estados Unidos, pelo que nós estamos vendo, eles vão agir, evitando, pela primeira vez na história do Brasil, que um Ministro do STF pise no país que tem a maior economia e atrai turistas do mundo inteiro. Parabéns ao Parlamento norte-americano!
  • 26/02/2025

    O Deputado destacou a presença de uma comitiva de Prefeitos e Vereadores do Rio Grande do Sul na Câmara, mencionando especialmente a Prefeita Gisele Caumo, de Santa Tereza (RS), a Prefeita Fabiana Giacomin e o Vereador Sidimar Capitânio, de Dois Lajeados (RS) e o Vereador Roaldo Jeep, de Entre-Ijuís (RS). Elogiou a atuação dessas lideranças diante da grande enchente que afetou o Vale do Taquari, ressaltando o impacto da tragédia, que resultou na perda de vidas e na destruição de cidades. Reconheceu a força e a resiliência dos gestores municipais e reafirmou seu compromisso em apoiar o povo gaúcho a partir de Brasília (DF).

    Palavras-chave oficiais: Comitiva,Prefeito,Vereador,Santa Tereza (RS),Dois Lajeados (RS),Entre-Ijuís (RS),Enchente,Administração municipal,Rio Grande do Sul

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    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente, Deputado Pompeo de Mattos, meu conterrâneo santo-augustense. Recebemos aqui uma comitiva belíssima de Prefeitos e Prefeitas e Vereadores do Rio Grande do Sul. Eu destaco a presença aqui da Prefeita Gisele Caumo, a cidade de Santa Tereza, da Prefeita Fabiana Giacomin, da cidade de Dois Lajeados, do Vereador Sidimar Capitânio, de Dois Lajeados, e do Vereador Roaldo Jeep, da cidade de Entre-Ijuís. Saudando vocês, eu saúdo todos os valorosos Prefeitos e Prefeitas, todos os Vereadores e Vereadoras do nosso Estado. Na pessoa da Gisele, quero desejar sorte e sucesso a vocês. Enfrentamos uma enchente que assolou o Estado inteiro. A Gisele, naquela região do Vale do Taquari, enfrentou talvez uma das maiores tragédias, porque vidas foram embora, boa parte das cidades da região do Vale do Taquari também foram perdidas, mas ali apareceu a força de homens e de mulheres como a Gisele e como a Fabiana, que, contra tudo e contra todos, fizeram com que a coisa acontecesse, salvando vidas e os Municípios. Parabéns a vocês! Contem conosco aqui em Brasília. Estamos sempre à disposição para proteger o nosso valoroso povo gaúcho.
  • 26/02/2025

    O Deputado registrou a visita do Vereador Marcelo Bagé, de Pelotas (RS). Informou que Bagé, o segundo Vereador mais votado da cidade e o mais votado pelo PL, foi recebido pela bancada gaúcha do partido. Além disso, destacou a importância da renovação do contrato de pedágio da BR-116, que afeta negativamente a região de Pelotas (RS), Rio Grande (RS) e São Lourenço do Sul (RS), trazendo prejuízos à população e dificultando investimentos. Mostrou-se atento à situação e afirmou que trabalhará para evitar a renovação do pedágio, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento da região.

    Palavras-chave oficiais: Vereador,Pelotas (RS),Saudação Pedágio,Rodovia federal,Rio Grande do Sul

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    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Quero registrar a estada em Brasília e a visita à Câmara Federal do Vereador Marcelo Bagé, de Pelotas. Ele é o segundo Vereador mais votado de toda a cidade de Pelotas, que é a terceira maior cidade do Rio Grande do Sul, e o mais votado pelo PL. Seja muito bem-vindo à Câmara Federal! Nós todos da bancada gaúcha do PL — somos cinco Deputados Federais — recebemos sempre todos os Vereadores de braços abertos. Pelotas tem uma demanda muito importante relacionada à renovação do contrato do pedágio da BR-116. Há 25 anos, foi feito esse contrato, e hoje a população da região sul do Estado — Pelotas, Rio Grande, São Lourenço do Sul — não quer esse pedágio, porque ele traz uma série de prejuízos para a região e afasta inclusive investidores. Por isso, estamos atentos, Vereador Marcelo Bagé, para que não haja a renovação do pedágio lá da BR-116 e, aí sim, possamos fazer da região de Pelotas e Rio Grande novamente uma região pujante e desenvolvida. Parabéns, Marcelo Bagé! Seja bem-vindo a Brasília!
  • 25/02/2025

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 4.187, de 2024, que institui o dia 17 de fevereiro como Dia Nacional da Axé-Music.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário

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    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Srs. Parlamentares, eu fiz uma orientação anterior dizendo que aqueles que acompanham a mídia, a imprensa, enfim, as redes sociais, e pessoas da nossa relação também, próximas, familiares, vizinhos, amigos, cobraram de nós, na semana passada: "Deputado Sanderson, então nós elegemos Parlamentares para tratar de questões importantes, e vocês vão lá para tratar de axé-music?" Como disse aqui o Deputado Gilson, é óbvio que a axé-music é importante, assim como a música gauchesca é importante, como o forró é importante, mas são situações notórias, não precisam de uma lei para dizer "A axé-music é importante". Quando nós temos que recorrer a esse tipo de instrumento, nós estamos praticamente assinando um atestado de idiotice e de incapacidade. Vamos tratar de questões importantes. Nós estamos aqui, agora, às 10 horas da noite. Isso é simbólico. Para nós, seria muito mais fácil dizer: "Vamos aprovar, vamos liberar", mas isso é simbólico para que a Câmara dos Deputados passe a tratar de questões importantes. A capital da axé-music é Salvador, na Bahia, enfim, esse Estado maravilhoso que foi a primeira capital do Brasil. Aliás, Deputado Tarcísio Motta, V.Exa., que é historiador e professor, sabe que Salvador foi a primeira cidade brasileira planejada, organizada. Então, ela tem o nosso respeito. A Bahia é maravilhosa. Nós sulistas vamos lá curtir as nossas férias. Não tem nada a ver com o mérito, a questão é emblemática. Houve uma troca de comando na Presidência. Assumiu o Deputado Hugo Motta, um jovem Parlamentar, um sujeito que tem o respeito de todos nós aqui, e nós esperamos, com muita sinceridade, que haja essa troca de comando de canal e de azimute, para que as coisas sejam tratadas com seriedade. Alguns falaram aqui — como os Deputados Bilynskyj e Gilson — sobre a questão do pão e circo. É isto: pão e circo. Eu estava vendo — minha área é a segurança pública: das 50 cidades mais violentas do Brasil, 11 estão na Bahia, que é o Estado da axé-music. Então, vamos nos debruçar... Onze, entre as 50 cidades mais violentas do Brasil, estão na Bahia, sendo as cinco primeiras na Bahia. Nós estamos com... O SR. JOSÉ ROCHA (Bloco/UNIÃO - BA) - Não fale da Bahia, não. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Deputado José Rocha, por favor, vamos garantir a palavra ao Deputado Sanderson. V.Exa. terá a oportunidade de se expressar também. O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS) - Pois é, então, vamos tratar de coisas sérias. Vamos fazer com que a Bahia... O primeiro ato civilizatório do Brasil ocorreu em Salvador, Bahia, que foi nossa capital por 200 e poucos anos. Que ela seja respeitada, mas não pautando um projeto de lei para dizer que a Bahia agora é a capital da axé-music, que teremos um dia nacional e que, com isso, os problemas serão resolvidos. Não, temos muito mais para fazer. Aliás, vejam o IDH da Bahia. Como eu disse, o primeiro ato civilizatório do Brasil está na Bahia. Das 27 unidades federativas, a Bahia está em 22º lugar. Ela está entre os últimos lugares. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Peço que conclua, Deputado Sanderson. O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS) - Então, a Oposição, com muita responsabilidade, pede que votemos. Para aqueles que acompanham o nosso trabalho aqui, com muita seriedade, vamos votar contrariamente ao projeto.
  • 25/02/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 4.187, de 2024, que institui o dia 17 de fevereiro como Dia Nacional da Axé-Music.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável

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    O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, depois nós queremos, na Câmara dos Deputados, no Parlamento brasileiro, exigir respeito à população brasileira. Eu estava lendo aqui, fazendo uma pesquisa e vi que temos dezenas e dezenas de projetos importantes parados, aguardando votação, e eu cito, repetindo o que o Deputado Gilson Marques assinalou, a proposta do foro privilegiado, que está parada aqui há 8 anos, a possibilidade da prisão após a segunda instância ou o novo Código de Processo Penal, que está parado há 12 anos na Câmara dos Deputados — foi votado e aprovado pelo Senado, e nós ficamos aqui na Câmara de braços cruzados, sem nos debruçar sobre essa matéria importante. Aí vamos votar um projeto dessa natureza? Nós não entramos no mérito da proposta, não discutimos se merece ou não. A questão é de prioridade. Nós precisamos encarar os problemas brasileiros com seriedade, e não estamos fazendo isso quando colocamos em pauta um projeto dessa natureza. Aliás, semana passada, a população brasileira, nas mídias e na imprensa, detonou o Parlamento por ter aprovado — não com o nosso voto — a urgência desse projeto. Se a Câmara é a representação do povo brasileiro, nós não podemos fazer ouvidos moucos para aquilo que a população tem de interesse. Sem entrar no mérito, a Oposição vota "sim", vota favoravelmente à retirada desse projeto, porque, neste momento, havendo outros projetos a apreciar, isso é inconveniente e inoportuno.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2020 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.