
Nome civil: Ubiratan Antunes Sanderson · 56 anos
Bananômetro
93/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 95% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 90%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 95%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 85%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 22%das 785 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 90%das 646 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.sanderson@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5354
- Gabinete
- Gabinete 354, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 374 de 391 sessões
Votou nas votações
90%
Registrou voto em 1.014 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 67 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
22%
Em 785 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
272 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 15/07/2026.
- 08/07/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o Governo Federal por promover sucessivos aumentos e criações de tributos desde 2023. Informou que o Presidente Lula e o Ministro Fernando Haddad implementaram 24 mudanças tributárias, incluindo o aumento do IOF, do IPI sobre armas e da alíquota do Imposto de Importação para aço e ferro. Afirmou que a alta carga tributária atinge principalmente a população mais pobre, ao contrário do que o Governo alega. Também chamou o atual momento de "corrida de taxação" e responsabilizou a Gestão Federal por desperdício de recursos públicos. Por fim, defendeu que, diante da crise fiscal, o Governo deveria cortar gastos em vez de repassar a conta para o contribuinte.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,aumento,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI),Arma,Imposto de Importação,Aço,Crítica,Contingenciamento,Defesa
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Estamos presenciando uma verdadeira corrida de taxação, de criação de impostos no Brasil. Desde 2023, o Governo do pai dos pobres o que, na verdade, é uma grande mentira, porque ele não tem nada de pai dos pobres; ele é o pai da taxação, é aquele que produz pobreza para, com a pobreza, se manter no poder criou ou aumentou 24 vezes impostos no Brasil. É isso mesmo que os senhores ouviram. Lula e Haddad, que inclusive apelidaram de "Taxad", aumentaram ou criaram impostos 24 vezes no Brasil, mexendo, entre outros, no IOF, no IPI para armas de fogo e em outros tributos, como PIS e Cofins. Toda semana há uma medida do Governo Lula para esfolar o contribuinte, para botar a faca no pescoço do contribuinte brasileiro. Foi feito um congelamento do Orçamento no valor de 31 bilhões de reais em maio deste ano. Mesmo com esse congelamento do Orçamento, eles insistem em aumentar a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras, pois gastam demais, torraram todo o dinheiro do contribuinte brasileiro. E, ao contrário do que agentes do Governo e interlocutores petistas têm dito, quem paga a conta do IOF alto é justamente a população mais pobre. Não é o empresário, a pessoa jurídica ou o rico que paga o IOF, mas os pobres. Quando eles aumentam o IOF, eles estão jogando toda a conta desse aumento tributário para os pobres. Eles mentem para a população mais carente, dizendo que a estão protegendo, quando na verdade a estão atacando. Eu estava fazendo uma relação dos impostos que Lula e Haddad criaram ou aumentaram desde o início do Governo. É uma sanha arrecadatória nunca vista. Se eu fosse ler tudo, eu ficaria aqui, provavelmente, além do tempo de que disponho para fazer a minha explanação. Trata-se de 24 alterações de tributos, entre elas: o fim do Perse; o aumento do IOF, como eu disse; o aumento de 25% no Imposto de Importação para aço e ferro; o imposto mínimo de 15% sobre o lucro de multinacionais; o "imposto do pecado"; o IVA, estimado em 28%, o maior IVA do mundo, estabelecido pelo Governo Lula; a volta do PIS e da Cofins sobre diesel e biodiesel; a tributação de rendimentos no exterior; o limite ao uso de Juros sobre Capital Próprio; a ampliação do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas; o fim da isenção para importação de veículos elétricos; o aumento de Imposto de Importação de painéis solares; a elevação do IPI para armas de fogo; e outros. Essas 24 medidas adotadas por Lula e sua caterva deletéria fazem o Brasil ter hoje a maior carga tributária do mundo. E quem paga essa conta? É o trabalhador que o Lula, mentindo, diz proteger. Congresso Nacional, Câmara e Senado, precisamos agir para acabar com essa farra de arrecadação tributária. O SR. PRESIDENTE (Paulo Folletto. Bloco/PSB - ES) - Encerre, por favor, Deputado. O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS) - Como o Governo não tem condições de arcar com as despesas, o que ele precisa fazer? Cortar gastos, e não repassar esse rombo para a conta do contribuinte. Obrigado, Sr. Presidente. - 02/07/2025
O Deputado afirmou que o País vive um apagão orçamentário provocado pela irresponsabilidade do Governo Lula e pela falta de capacidade do ministro Fernando Haddad em conduzir a política econômica. Disse que, após ultrapassar limites de gastos e tentar elevar o IOF, o Executivo recorreu ao Supremo Tribunal Federal, ignorando o Parlamento, que já havia barrado o aumento. Enfatizou ainda que a ida da Advocacia-Geral da União à Suprema Corte resultou de um acordo entre Lula e o Ministro Alexandre de Moraes, configurando manobra para validar novos impostos. Por fim, declarou que o Congresso não aceitará aumentos tributários nem interferência judicial sobre competência legislativa.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Política orçamentária,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Supremo Tribunal Federal (STF),Advocacia-Geral da União (AGU),Tributação,Usurpação de competência,Congresso Nacional
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Altineu. Nós estamos diante de um verdadeiro apagão orçamentário, produzido a partir da irresponsabilidade do Governo Lula, a partir da falta de capacidade intelectual e operativa de Fernando Haddad, que não tem a menor condição de levar adiante qualquer política econômica. Por isso, o Brasil hoje se encontra num impasse. O Governo Lula, não tendo dinheiro, não tendo orçamento estourou todos os limites, gasta demais, gasta mal, é um Governo perdulário , tentou aumentar o IOF, mas o Parlamento não permitiu. Agora o que faz o Governo do PT, o que faz Lula? Nega a política e vai para o STF. É um Governo negacionista no aspecto político. Leva à Suprema Corte matéria que não é da Suprema Corte, é matéria deste Parlamento. Nós no Parlamento não aceitaremos qualquer manobra ou chicana que venha do STF. Trata-se de manobra ensaiada. Ali há uma jogada ensaiada. A AGU só foi ao STF depois de ajuste ter sido feito por Lula e Ministro do STF, tanto que a matéria caiu para o Ministro Alexandre de Moraes. Não aceitaremos mais aumento de imposto, como quer o Governo do PT. Por isso, não aceitaremos essa ação lá no STF. - 18/06/2025Breves Comunicações
O Deputado alertou para a grave crise enfrentada pelo Rio Grande do Sul em razão das enchentes que devastaram dois terços do Estado, afetando profundamente o setor agropecuário. Criticou a omissão do Governo Federal, que nada fez em mais de seis meses de negociações, e reprovou a inação do Ministro da Agricultura. Além disso, condenou a postura do Governador Eduardo Leite, que prioriza sua imagem pública e patrocina o carnaval do Rio de Janeiro (RJ) enquanto o Estado carece de recursos para sua reconstrução. Defendeu a união da bancada gaúcha no Congresso, independentemente de partidos, para exigir medidas emergenciais, como a securitização ou a moratória das dívidas do setor primário. Por fim, cobrou que o Governo Federal disponibilize recursos para salvar a economia do Estado.
Palavras-chave oficiais: Enchente,Inundação,Rio Grande do Sul,Agropecuária,Governo federal,Ministro de Estado,Ministério da Agricultura e Pecuária,Governador,Promoção pessoal,Carnaval,Rio de Janeiro (RJ),Bancada estadual,Congresso Nacional,Atuação parlamentar,Medida de emergência,Securitização,Moratória,Dívida agrária,Recursos públicos,Economia
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Cumprimento os nossos Parlamentares aqui da Câmara Federal. Eu quero chamar a atenção do Parlamento brasileiro e também da população brasileira como um todo para o seguinte. O Rio Grande do Sul, nosso Estado, todos sabem, desde o ano passado, está passando por uma série de dificuldades devido às enchentes. Praticamente, dois terços do Rio Grande do Sul foram assolados por uma enchente que destruiu tudo, inclusive a produção rural. Os produtores rurais, que plantam soja, trigo, milho, que produzem proteína animal, que produzem riquezas para o Rio Grande do Sul, que é a quarta economia do País, estão com grandes dificuldades. E essas dificuldades foram trazidas aqui para o Governo Federal. O Governo Federal, por sua vez, através do Ministro da Agricultura, até agora, passados mais de 6 meses das chamadas negociações, nada fez. Absolutamente nada foi feito pelo Governo do PT para salvar os produtores rurais do Rio Grande do Sul. Por outro lado, o Governador do Rio Grande do Sul, que poderia também ajudar, inclusive na cobrança, vindo a Brasília, exigindo do Governo Federal uma solução para o setor primário gaúcho, que está em petição de miséria, nada faz. O que ele gosta de fazer é TikTok, videozinho. Ontem, uma matéria revelou que o Governador do Rio Grande do Sul, o Sr. Eduardo Leite, vai patrocinar o carnaval do Rio de Janeiro. Deputado Helio Negão, Deputado Helio Lopes, o nosso Estado do Rio Grande do Sul está em petição de miséria, como se diz, muito mal, e o nosso Governador vai patrocinar o carnaval da Portela. Nada contra o carnaval do Rio de Janeiro, mas o Rio Grande do Sul não tem dinheiro nem para a reconstrução do Estado, e o Governador do Rio Grande do Sul quer patrocinar com dinheiro público, dos gaúchos, o carnaval do Rio de Janeiro? Isso nós encaramos como um tapa na cara de todos os gaúchos. Sr. Governador Eduardo Leite, primeiro o senhor tem que ter vergonha na cara e parar de se colocar como um ator de Hollywood. Ele mais parece um ator de Hollywood do que um gestor público. E, agora, querendo aparecer para o Brasil inteiro, quer que nós gaúchos patrocinemos o carnaval do Rio de Janeiro. Onde nós estamos? Para superar tudo isto, a omissão do Governo Federal e a omissão e a covardia do Sr. Eduardo Leite, Governador do Rio Grande do Sul, nós, Deputados e Deputadas Federais do Rio Grande do Sul, precisamos nos unir e achar uma solução para o setor primário gaúcho, que não vai sobreviver se não houver uma securitização da renegociação das dívidas e, digo mais quem sabe? , uma moratória. Somente uma moratória pode salvar o nosso Estado do Rio Grande do Sul. Inclusive, desde ontem, voltaram as chuvas, e vários Municípios estão com grande preocupação porque as enchentes voltaram, infelizmente. Esse é um cenário desastroso, e é preciso dizer isso. Nós nem resolvemos os problemas das enchentes do ano passado, e as chuvas voltaram. Então, aquilo que já era um caos pode piorar ainda mais. Precisamos do apoio do Governo Federal, que tem que deixar de lado as ideologias. Lula, Gleisi Hoffmann, deixem de lado as ideologias e ajudem os produtores rurais de todos os tamanhos, o grande, o médio e o pequeno. Se eles não tiverem condições de fazer a safra, o Estado vai quebrar. Se somos a quarta economia do País, o Brasil também vai ter grandes dificuldades na questão econômica. Diante desse panorama trágico pelo qual passamos, o Congresso brasileiro precisa agir, a Câmara dos Deputados precisa agir. A bancada como um todo, os 31 Deputados Federais e os três Senadores, independentemente de partidos políticos, precisamos achar uma saída e cobrar do Governo Federal. E os Deputados estaduais do Rio Grande do Sul têm que cobrar do Governador do Rio Grande do Sul, que só quer fazer videozinho, curtir o TikTok e surfar nele e patrocinar o carnaval do Rio de Janeiro. Ele não fez nada até agora por enquanto só pantomima, só discurso. Então, ele que inicie uma grande cruzada de pressão sobre o Governo Federal, que tem dinheiro. O Orçamento da União é de 8 trilhões de reais. O Governo não vai ter 35 bilhões de reais, 40 bilhões de reais para ajudar os produtores do Rio Grande do Sul, que não vão receber o dinheiro, inclusive, a fundo perdido? Não se trata de dinheiro doado, e sim de financiamento que vai ser devolvido, inclusive, com juros. Povo do Rio Grande do Sul, vamos acreditar. Há remédio para tudo isso, mas a solução passa pela nossa união e pela cobrança, seja do Presidente da República, aqui no âmbito federal, seja do Governador de Estado, que fala muito, mas não faz nada. Há um monte de bajulador à volta dele, há um monte de gente mamando em teta em torno dele, mas solução para o povo gaúcho sofrido, até agora nada. - 11/06/2025
O Deputado criticou o Governo Lula por tentar aumentar a carga tributária, classificando a medida como uma covardia contra o povo brasileiro. Condenou a proposta de criação de Imposto de Renda sobre operações de crédito do agronegócio e do setor imobiliário, além do aumento do IOF. Ademais, afirmou que o Governo Federal não possui projetos para segurança, saúde, educação ou integridade da máquina pública, citando o escândalo de corrupção no INSS como exemplo. Por fim, reforçou o compromisso da Câmara dos Deputados em barrar as iniciativas que aumentem os impostos.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Carga tributária,Política fiscal,Imposto de renda,Operação de crédito,Agronegócio,Mercado imobiliário,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Corrupção,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Câmara dos Deputados,Atuação parlamentar
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Nós estamos muito preocupados com mais uma tentativa do Governo Lula, ou daquilo que chamam de desgoverno Lula, de aumentar a carga tributária no Brasil. O Governo Lula não tem projeto nenhum para o País. Não tem projeto para a segurança pública, que está um caos. Não tem projeto para a saúde pública os hospitais todos estão em petição de miséria. Não tem projeto para a educação a nossa educação nunca esteve tão ruim. Não tem projeto para a integridade, para a decência da máquina pública. Vejam esse escândalo no INSS, com corrupção dentro do Governo Federal. E, agora, ainda quer criar um imposto de renda sobre operações de crédito do agronegócio e operações de crédito imobiliário. Isso é uma covardia que estão fazendo com o povo brasileiro. Nós não vamos aceitar isso, assim como não vamos aceitar o aumento do IOF. Essa é mais uma covardia que Lula, Haddad e Gleisi Hoffmann estão fazendo com o contribuinte, que sofre ao ter que pagar 5 meses de imposto e, agora, mais essa carga de 5% de Imposto de Renda para o agronegócio que, aliás, vai muito mal. Portanto, a Câmara dos Deputados tem o compromisso de não permitir essa covardia que Haddad quer fazer com o povo brasileiro. - 02/06/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o Governo Federal por não atender às demandas dos produtores rurais do Rio Grande do Sul, que enfrentaram sucessivas estiagens nos últimos cinco anos e, mais recentemente, uma enchente devastadora. Denunciou a ausência de medidas concretas para renegociar dívidas e implementar a securitização, e acusou o Governo Lula de ter feito promessas vazias durante visita ao Estado. Reprovou o discurso do Líder do PT, Deputado Lindbergh Farias, por divulgar valores inflados sobre os repasses federais. Reiterou ainda apoio aos protestos realizados nas rodovias por produtores em situação de miséria e cobrou providências do Congresso Nacional, do Ministério da Fazenda e do Palácio do Planalto. Por fim, defendeu a concessão de uma moratória como medida emergencial para renovar as esperanças do povo gaúcho.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Governo federal,demanda,Produtor rural,Rio Grande do Sul,Estiagem,Enchente,Securitização,Líder do partido,Partido dos Trabalhadores (PT),Deputado federal,repasse,Recursos públicos,Movimento de protesto,Rodovia,Atuação parlamentar,Congresso Nacional,Ministério da Fazenda,Moratória,Dívida agrária,Medida de emergência
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Cumprimento a população brasileira. Quero falar de modo especial à população do Rio Grande do Sul, aos gaúchos, que há 5 anos têm enfrentado períodos de muita dificuldade. Enfrentamos estiagens, secas, uma enchente que destruiu praticamente dois terços do Rio Grande do Sul e assolou a população de sul a norte do Estado. Agora nós enfrentamos um problema com os produtores rurais do Rio Grande do Sul, que precisam do apoio do Governo Federal, que precisam da securitização, da renegociação das dívidas firmadas nesses últimos 5 anos. O Governo Federal, insensível, não tem ajudado. Por incrível que pareça, o Governo Lula esteve no Rio Grande do Sul, junto com a Primeira-Dama Janja. Na época, o então Ministro Paulo Pimenta também esteve lá. Mas nada passou de promessas vazias. A irresponsabilidade dessa gente é tal, que até hoje eles não tiveram sequer a capacidade de retornar lá e dizer: "Não, nós não vamos ajudar. Nós estávamos mentimos para vocês. Na verdade, nós não temos condições financeiras, ou não temos condições políticas, ou não queremos ajudar o povo gaúcho e os produtores rurais do Rio Grande do Sul". É para enfrentar essa falta de sensibilidade que os produtores rurais do Rio Grande do Sul estão, desde a semana passada, fazendo protestos nas rodovias, nos trevos de acesso às cidades maiores do Rio Grande do Sul, é para chamar a atenção de todo o Brasil, sobretudo do Governo Federal e deste Parlamento. Discursos foram feitos de forma irresponsável, inclusive aqui na Câmara Federal, um deles o discurso do Líder do PT, o Deputado Lindbergh Farias, que dizia que haviam sido destinados 100 bilhões de reais ao Rio Grande do Sul, quando, na verdade, não foi destinada nem a décima parte disso. Por isto estamos com essas manifestações lá no Rio Grande do Sul, para fazer com que o Ministério da Fazenda, o Palácio do Planalto, a Câmara e o Senado façam algo concreto em prol dos produtores rurais do Estado, que estão em petição de miséria e se viram obrigados a fazer esses protestos nas rodovias. Não há mais a quem recorrer, infelizmente. O Comitê de Política Monetária COPOM tomou uma medida agora, insuficiente, uma ação paliativa, que não vai resolver em nada a situação caótica e falimentar dos produtores rurais do Rio Grande do Sul. Mais uma vez, meus cumprimentos, meus parabéns aos incansáveis, corajosos e valentes produtores que estão fazendo esses protestos, paralisando rodovias e chamando a atenção, sim, de todos os brasileiros, que precisam estar atentos a esse descaso promovido pelo Governo Federal. Precisamos da securitização. Os produtores rurais do Rio Grande do Sul precisam ter suas dívidas renegociadas. Eu até vou adiante. Nós precisamos inclusive de uma moratória. Uma moratória renovaria as esperanças do povo gaúcho, dos produtores rurais gaúchos, que estão clamando a ajuda do Brasil. Parabéns! Sigam em frente! - 28/05/2025
O Deputado repudiou a tentativa de cassação do Deputado Eduardo Bolsonaro, classificando-a como perseguição política covarde. Afirmou que o Parlamentar não cometeu crime algum e que sua atuação nos Estados Unidos é legítima, especialmente diante de abusos praticados por autoridades brasileiras. Por fim, defendeu que, como Deputado Federal mais votado da história do País, com 1,84 milhão de votos, Eduardo Bolsonaro tem a obrigação de denunciar as violações cometidas no País pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Palavras-chave oficiais: cassação,Perda de mandato parlamentar,Deputado federal,Perseguição política,Crime,Atuação parlamentar,Estados Unidos,Denúncia,Abuso de autoridade,Ministro do Supremo Tribunal Federal
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Essa perseguição abjeta, nojenta e covarde que tem sido praticada contra Eduardo Bolsonaro não começou agora; começou há muito tempo. Lembrem-se de que, no ano passado, nós acompanhamos, pela imprensa, uma mensagem que vazou, dando conta de que era, entre aspas, "para pegarem Eduardo Bolsonaro". Essa mensagem teria sido dita no âmbito do tribunal do Alexandre de Moraes. Agora surge este discurso covarde sobre alguém que não cometeu um único crime: "Tem que ser preso. Tem que ser cassado. Tem que ser levado às últimas instâncias". Este discurso que diz respeito à cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro é uma grande covardia, que nós, na Câmara Federal, não vamos aceitar. Lá nos Estados Unidos, onde ele está, ele tem a obrigação de denunciar aquilo que está acontecendo no Brasil. Se o Eduardo Bolsonaro, lá no estrangeiro, não fizesse o que vem fazendo, nós é que o cobraríamos. Sabendo das injustiças e das perseguições, ele tem que levar adiante as denúncias. O Deputado Federal mais votado da história do Brasil, Eduardo Bolsonaro, com 1 milhão e 840 mil votos, tem a obrigação de levar verdades por onde anda. Por isso, lá nos Estados Unidos, ele tem buscado denunciar os abusos cometidos aqui no Brasil pelo Alexandre de Moraes. - 26/05/2025
O Deputado relatou a retirada da obstrução e a liberação da bancada da Oposição na votação do Projeto de Lei nº 9.263, de 2017, que institui a Política e o Plano Nacional de Juventude e Sucessão Rural e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Plano Nacional de Juventude e Sucessão Rural,Política pública,Obstrução parlamentar,retirada,Oposição política,liberação,Bancada parlamentar
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós acabamos de conversar com o representante da FPA, que pediu que nós da Oposição retirássemos essa obstrução pontual. Vamos liberar a bancada: cada Parlamentar da Oposição vota da maneira que quiser. E nós vamos retirar a obstrução. - 26/05/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do artigo 2º, do Projeto de Lei nº 6.366, de 2019, que institui o Dia Nacional das Defensoras e Defensores de Direitos Humanos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Oposição política
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Oposição orienta "não". Eu ouvi o Parlamentar que nos antecedeu, da Situação, dizer que o Brasil é um dos países que enfrentam mais problemas com direitos humanos. É importante lembrar que nos últimos 30 anos nos últimos 30 anos! apenas o Governo Bolsonaro, que durou 4 anos, foi de direita. FHC, Lula, Dilma, Temer, todos foram governos de esquerda. Todos! Isso quer dizer que a própria Esquerda de FHC, comunista, marxista; de Lula não dá para dizer nem que Lula é comunista; não sabemos nem o que Lula é; de Dilma, marxista e comunista, não fez nada, absolutamente nada para mudar esse quadro. Ou vão dizer que nesses 30 anos fizeram alguma coisa? Não fizeram nada. Agora querem, num projeto de lei, entregar uma resposta, num simbolismo fajuto. No ano de 1990, no Rio Grande do Sul, um cabo chamado Valdeci foi degolado com uma foice pelo MST. Até hoje, a família desse cabo passa fome. Direitos humanos para ela não existe. Direitos humanos são só para a Esquerda. Por isso a nossa revolta e a nossa indignação. A Oposição orienta o voto "não". - 26/05/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da expressão "Dia Marielle Franco", constante do artigo 1º do substitutivo para fins de sua supressão, apresentado ao Projeto de Lei nº 6.366, de 2019, que institui o Dia Nacional das Defensoras e Defensores de Direitos Humanos. Em seguida, afirmou que a narrativa em torno do assassinato da Vereadora foi inicialmente usada para tentar incriminar o ex-Presidente Jair Bolsonaro, acusação que teria perdido força após a identificação do real mandante do crime. Também criticou o silêncio em torno de outras vítimas da violência, como o jornalista Tim Lopes, assassinado por traficantes em 2002, afirmando que casos como esse não receberam a mesma atenção.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto contrário Ex-vereadora,Homicídio,Ex-presidente da República,Jornalista,Violência,Traficante,investigação
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Nós, obviamente, votamos contra o destaque, porque, como outros Parlamentares já disseram, esta matéria foi politizada de maneira exacerbada. Vejam que essa narrativa com o nome de Marielle Franco ganhou grande proporção porque a ideia inicial era incriminar o Presidente da República Jair Bolsonaro. Inúmeros Parlamentares, como vimos sobretudo em discursos na Legislatura anterior, apontaram Jair Bolsonaro como um dos engendradores, ou organizadores do assassinato de Marielle. Ficaram nessa cantilena por várias e várias semanas, ou melhor, por vários e vários meses, até que se viu quem era o verdadeiro autor intelectual do assassinato de Marielle Franco. Só aí pararam de falar. Vários Parlamentares tinham nas portas dos seus gabinetes cartazes com a pergunta "Quem matou Marielle?" No dia em que viram que quem tinha matado Marielle era alguém que tinha inclusive votado em Dilma Rousseff, tiraram os cartazes e pararam de dizer que Jair Bolsonaro era o autor intelectual do assassinato. Por isso, porque eles politizaram essa matéria, nós estamos orientando contra. E, para fazer justiça, houve um sujeito chamado Tim Lopes, assassinado em 2002 dentro da favela, pelo crime organizado... O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Peço vênia a V.Exa., mas V.Exa. já extrapolou o tempo. Já lhe demos um pouco mais de tempo. Vou lhe dar 10 segundos para concluir o encaminhamento. O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS) - Em 2002, Presidente Hugo Motta, Tim Lopes foi assassinado por traficantes dentro de uma favela, jornalista negro, e nunca ninguém saiu em defesa dele. Então, votamos "não". Obrigado, Presidente. - 26/05/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 6.366, de 2019, que institui o Dia Marielle Franco (Dia Nacional das Defensoras e Defensores de Direitos Humanos). Na oportunidade registrou o expressivo número de policiais assassinados no Brasil e defendeu a valorização da categoria.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável Policial,Polícia,Homicídio,Categoria profissional,valorização,Adicional de periculosidade
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Oposição, obviamente, orienta "sim" ao requerimento de retirada de pauta. Gostaria de registrar aqui também, como muitos falaram, de forma simbólica e emblemática a nossa mensagem no sentido de que direitos humanos têm que ser para todos, não apenas para a esquerda, não apenas para aqueles que comungam dessas ideologias marxistas de esquerda. Eu digo isso porque quatrocentos policiais são assassinados no Brasil por ano. Não existe nada igual no mundo inteiro. O Brasil é o país, em todo o planeta, que tem o maior número de policiais assassinados em serviço ou em razão dele. E eu não me lembro de ninguém nunca sair em defesa desses policiais, que ganham já muito pouco. Quando morrem em serviço, a viúva ou pensionista fica recebendo menos do que 1 salário mínimo. Por isso, é importante este registro. É claro que direitos humanos são para todos. O Congresso Nacional inclusive está em dívida com a família policial, que todos os dias tem um policial assassinado em serviço. E nada se fala nesse sentido. Votamos "sim" ao requerimento. - 26/05/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 1.694, de 2025, que dispõe sobre a transformação de cargos vagos no quadro permanente do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, sem aumento de despesas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto contrário
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós temos que fazer um registro quanto à necessidade de as Comissões serem prestigiadas. Eu ouvi o Deputado Hildo Rocha, e ele tem toda razão. Está aqui o Presidente da CCJ. Essa matéria teria de passar pela CCJ, para haver a discussão quanto à constitucionalidade ou não, e, anteriormente, ainda passar pela Comissão de Finanças e Tributação. Então, independentemente de entrarmos no mérito, se haverá aumento de custos ou não, não há urgência, porque essa matéria, como eu verifiquei, chegou aqui no dia 15 de abril de 2025, e, até agora, nem tem despacho com a destinação para as Comissões. Eu busquei na árvore do processo legislativo em quais Comissões o projeto deveria tramitar, mas não há essa informação. Isso sempre aparece na árvore do processo legislativo, mas não aparecem quais são as Comissões, porque a matéria não tem urgência. Nós estamos criando uma urgência fictícia para matéria que não é urgente e que precisa passar pelas Comissões. Por isso, a Oposição orienta "não". - 26/05/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós vamos orientar a favor do requerimento de urgência. Neste momento, nós estamos tratando do mérito, e é importante deixar isso registrado. A Relatora, Deputada Caroline de Toni, está buscando conversar com todos os segmentos da Câmara dos Deputados, para que cheguemos a um bom termo. É muito importante essa fala do Deputado Federal General Girão, porque 37 anos após a Constituição de 1988, finalmente, nós vamos aprimorar questões relacionadas ao território e às demarcações. Essa não é uma questão só da Amazônia. Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso também têm áreas de fronteira e precisam desse aprimoramento na legislação, que ocorrerá, tenho certeza. A Oposição vota "sim". - 26/05/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de lei nº 638, de 2019, que dispõe sobre a inclusão da economia do cuidado no sistema de contas nacionais, usado para aferição do desenvolvimento econômico e social do país para a definição e implementação de políticas públicas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto contrário
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós estamos votando favoravelmente a todos os projetos até agora, mas, no caso deste projeto, peço que os oposicionistas e aqueles que compõem o PL votem contrariamente, porque esta matéria precisa ser mais bem discutida. Ela passou apenas pela Comissão da Mulher, mas precisa passar por outras Comissões. Neste sentido, pedimos que esta matéria não siga pelo regime de urgência. Por isso, orientamos em sentido contrário à urgência deste projeto de lei. Muito obrigado. - 26/05/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 1.283, de 2025, que altera a Lei nº 13.260, de 16 de março de 2016 (Lei Antiterrorismo), para ampliar as motivações do crime de terrorismo, especificar infraestruturas críticas e serviços de utilidade pública, estender a aplicação da lei a organizações criminosas e a milícias privadas que realizem atos de terrorismo, além de estabelecer majorante para ato de terror cometido por meio de recurso cibernético. Além disso, saudou o Presidente da Câmara, Deputado Hugo Motta, e os colegas presentes, destacando o esforço em aprimorar a legislação brasileira no combate ao crime organizado e à prática de atos terroristas. Assinalou a importância de o Congresso oferecer uma resposta efetiva à sociedade diante da crescente violência. Relatou ainda que, na semana retrasada, os Estados Unidos solicitaram ao Brasil o reconhecimento formal de facções criminosas como organizações terroristas. Informou que a resposta do Governo brasileiro foi negativa, o que considerou uma decisão equivocada, tendo em vista a gravidade das ações promovidas por esses grupos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Oposição política Segurança pública,Crime organizado,Terrorismo,Estados Unidos
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Meus cumprimentos ao Deputado Hugo Motta, Presidente da Câmara, e meus cumprimentos aos Parlamentares que, nesta segunda-feira, estão em Brasília para aprimorar a legislação brasileira com relação ao crime organizado e à ação antiterrorista. Precisamos dar uma resposta porque a sociedade brasileira espera isso de nós. Presidente Hugo Motta, Srs. Deputados, na semana retrasada nós vimos um episódio relacionado justamente a questões terroristas ou antiterroristas, quando autoridades dos Estados Unidos solicitaram administrativamente que o Brasil, as autoridades brasileiras, sobretudo o Ministério da Justiça, declarassem que facções criminosas notoriamente envolvidas no crime organizado fossem classificados no Brasil como agentes terroristas. A mensagem do Governo foi no sentido contrário, de que não aceitaria esse tipo de classificação, o que nós achamos ruim. Por isso, nós estamos votando favoravelmente ao requerimento de urgência. Quando tivermos a oportunidade de fazer a discussão do mérito e o autor do projeto de lei está aqui , nós vamos discutir a classificação das 88 facções criminosas que aterrorizam o Brasil como agentes terroristas. Relator, vamos tratar de classificar essas organizações criminosas como agentes terroristas. - 20/05/2025
O Deputado registrou a presença do Presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, durante a Marcha dos Prefeitos em Brasília (DF). Destacou a importância do encontro, que reuniu cerca de 15 mil agentes políticos, entre Prefeitos, Vice-Prefeitos e Vereadores de todo o País. Ressaltou o papel de Ziulkoski como liderança municipalista e afirmou que a Câmara dos Deputados e o Congresso Nacional estavam de portas abertas para os representantes dos Municípios, reforçando o compromisso do Parlamento com as pautas do desenvolvimento local e do fortalecimento da gestão municipal.
Palavras-chave oficiais: Presidente,Confederação Nacional de Municípios (CNM),Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, esta semana estamos vivendo um período bastante significativo em termos de política, porque os 5.500 Prefeitos do Brasil inteiro estão aqui reunidos, no centro de poder do Brasil. Hoje a Câmara dos Deputados tem a grande honra de receber o meu conterrâneo gaúcho, o meu amigo Presidente da Confederação Nacional dos Municípios CNM, o Dr. Paulo Ziulkoski, que é o grande líder dessa congregação que reúne 5.500 prefeituras e Prefeitos. Se reunirmos todos os Prefeitos, Vice-Prefeitos e Vereadores, serão mais de 15 mil agentes políticos, que inclusive estão em Brasília durante esta semana. Seja muito bem-vindo, Dr. Paulo Ziulkoski! A Câmara dos Deputados o cumprimenta e lhe dá um grande abraço! Colocamos a Câmara Federal de portas abertas para os agentes políticos dos Municípios. Tenha certeza de que o senhor tem todo o apoio da Câmara Federal e do Congresso Nacional. Seja muito bem-vindo a Brasília! Os 15 mil agentes políticos são muito bem-vindos ao Congresso Nacional. - 20/05/2025Breves Comunicações
O Deputado denunciou um esquema de fraudes contra aposentados e pensionistas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), classificando-o como ação de uma “grande quadrilha” instalada no País. Defendeu a criação urgente de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara dos Deputados para investigar os desvios, argumentando que a prioridade legal estabelecida pelo Estatuto do Idoso permite que essa CPI seja analisada antes de outras já protocoladas. Criticou a possibilidade de que apenas o Senado conduza uma “Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) chapa branca”, que não traria consequências reais. Por fim, reforçou o apelo ao Presidente da Câmara, Hugo Motta, para autorizar a instauração da CPI.
Palavras-chave oficiais: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Estatuto da Pessoa Idosa (2003),Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Fraude,Corrupção
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, estamos presenciando um momento bastante complicado no âmbito da República Federativa do Brasil. Estamos sob a égide de uma grande quadrilha, organizada e especializada em roubar aposentados e pensionistas. A tungagem praticada no âmbito do INSS é algo imperdoável e, a par do que vem sendo feito pela Polícia Federal e pela Justiça Federal de primeiro grau, se fosse o STF, talvez a operação nem acontecesse, mas, a par desta investigação, nós precisamos, na Câmara Federal, instaurar a CPI do roubo aos aposentados. Hoje, li uma matéria que dá conta de que o Presidente da Câmara já disse que a Câmara dos Deputados não pode instaurar essa CPI porque há uma fila com doze pedidos de CPIs na frente do nosso requerimento que pede a instauração da CPI do roubo ao INSS. Para superar esta polêmica, nós apresentamos um requerimento baseado na prioridade etária do Estatuto do Idoso, uma lei de 2003, que prioriza todo e qualquer procedimento ou processo, seja administrativo, seja judicial, na esfera pública ou privada, que tenha o envolvimento de idosos. Portanto, não vamos, no Plenário da Câmara dos Deputados ou nas Comissões, ou mesmo no Congresso Nacional, desprezar uma lei federal aprovada pelo próprio Congresso Nacional! O Estatuto do Idoso estabelece prioridade no tratamento, e, por isso, nosso requerimento de instauração desta CPI, apresentado e capitaneado pelo Deputado Federal Coronel Chrisóstomo, tem que ser priorizado: ele ter que sair da 12ª colocação na fila e passar à primeira colocação. A Câmara dos Deputados precisa apurar este crime abjeto em toda a sua extensão, com muita celeridade e seriedade, porque, se permitirmos que apenas o Senado, através de uma CPMI chapa branca, faça a investigação, nós sabemos que não acontecerá nada com ninguém. Assim, este será mais um vexame a que o Congresso Nacional estará se submetendo, ao fazer uma investigação, movimentando a Câmara e o Senado, para não dar em nada. Nossos aposentados assaltados, que tiveram bilhões e bilhões de reais tomados na mão grande, não podem continuar no prejuízo. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Conclua, Deputado. O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS) - Presidente Hugo Motta, vamos instaurar a CPI do roubo no INSS, do roubo aos aposentados! Nós temos autorização jurídica, legal e fática para isso. Nós apresentamos o requerimento, está na sua mesa, para que o Estatuto do Idoso, na prioridade etária, resolva esta questão da fila. Basta o Presidente da Câmara dos Deputados, o Deputado Hugo Motta, querer. Vamos investigar todos, doa em quem doer! (Palmas.) - 20/05/2025
O Deputado registrou o protesto dos produtores rurais do Rio Grande do Sul, que bloquearam rodovias e acessos a Municípios devido à omissão do Governo Federal em atender suas demandas. Criticou a narrativa oficial que afirma apoio a esses produtores, mas não contempla as necessidades reais da categoria, que tem enfrentado enchentes, secas e outras adversidades climáticas. Além disso, destacou a urgência da securitização das dívidas e da autorização para renegociação, bem como a suspensão temporária dos pagamentos, sob risco de a produção rural gaúcha entrar em colapso. Ao final, manifestou solidariedade aos produtores rurais gaúchos.
Palavras-chave oficiais: Movimento de protesto,Produtor rural,Rio Grande do Sul,Governo federal,Securitização,Dívida agrária,renegociação,Pagamento,Fenômeno meteorológico adverso
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero registrar aqui que, nesta semana, produtores rurais do Rio Grande do Sul se obrigaram a protestar publicamente e ostensivamente, inclusive com paralisação de rodovias e fechamento de acessos a Municípios do Estado, por causa de uma omissão covarde do Governo Federal, que mente ao dizer que está ajudando os produtores rurais gaúchos, quando na verdade não está fazendo isso. Então, aqui fica a nossa absoluta solidariedade aos produtores rurais do Rio Grande do Sul, os quais, pelo quinto ano consecutivo, enfrentam intempéries, enchentes e secas e precisam da securitização ou da autorização para que suas dívidas sejam renegociadas. E eles precisam, também, que haja suspensão do pagamento dessas dívidas por um período determinado, sob pena de o agronegócio gaúcho, de a produção rural gaúcha entrar em situação de miséria. Parabéns aos valentes e valorosos produtores rurais do Rio Grande do Sul! - 07/05/2025
O Deputado registrou a visita de uma delegação do Município de Carlos Barbosa (RS) à Câmara dos Deputados, liderada pelo Prefeito Everson Kirch, acompanhada dos Vereadores Giovani Silveira e Raimundo dos Reis Raí, além do Coordenador Fabio Dolzan. Destacou que Carlos Barbosa possui o melhor IDH do Rio Grande do Sul e é sede da empresa Tramontina. Fez o convite para a Festiqueijo, tradicional festa do queijo da cidade, que começará em 26 de junho. Parabenizou a população local e desejou boas-vindas à delegação.
Palavras-chave oficiais: Prefeito,Vereador,Carlos Barbosa (RS),Saudação
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós estamos recebendo hoje, em Brasília, na Câmara dos Deputados, uma delegação de Carlos Barbosa, sede da empresa Tramontina, cidade que tem o melhor IDH do Rio Grande do Sul. Por meio do Prefeito Everson Kirch, assim como dos Vereadores Giovani Silveira e Raimundo dos Reis Raí, e também do Coordenador da Prefeitura Municipal, Fabio Dolzan, cumprimento toda a população de Carlos Barbosa. Aproveito para estender o convite que o Prefeito Everson Kirch acabou de me fazer. No dia 26 de junho, terá início a Festiqueijo, a festa do queijo de Carlos Barbosa, e todos estão convidados. Parabéns à população da cidade! Prefeito Everson e delegação, sejam sempre muito bem-vindos à Câmara Federal. - 06/05/2025
O Deputado criticou Projeto de Lei Complementar nº 177, de 2023, que fixa o número de Deputados Federais; estabelece normas para a distribuição das vagas da Câmara dos Deputados entre os Estados e o Distrito Federal; e revoga a Lei Complementar nº 78, de 1993. Explicou que aumentar o número de Deputados Federais, representaria um gasto bilionário e injustificável diante do cenário de crise econômica, má gestão e baixa efetividade do Governo Federal. Citou como exemplo a falta de investimentos em segurança pública, saúde e educação, além do excesso de Ministérios, como sinais de ineficiência administrativa. Além disso, comparou o número de Parlamentares brasileiros com o de países, como Estados Unidos, Índia e Portugal, ressaltando que o Brasil tem uma das maiores representações legislativas do mundo. Reforçou que os Deputados Federais representam o povo e não os Estados, e acusou defensores da proposta de propagarem narrativas falsas. Por fim, conclamou os colegas da Oposição a rejeitarem o projeto, destacando que é dever do Parlamento ouvir e respeitar a vontade da população, que preferiria menos políticos e mais eficiência.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,alteração,Lei complementar,quantidade,Deputado federal,Representação política,contrário,Despesa pública eficiência,Administração pública,Estados Unidos,Índia,Portugal,Brasil,comparação,Parlamentar,quantidade,Parlamento,Deputado federal
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Srs. Deputados Federais, Sras. Deputadas Federais, hoje é um dia marcante não só para nós, mas para a sociedade brasileira. Nós ouvimos narrativas, na minha observação, absurdas, como a de uma Parlamentar que disse que não há segurança pública para se fazer o censo no Rio de Janeiro. Ora, se nós não temos condições de investir em segurança pública no Rio de Janeiro para o IBGE subir os morros, com que cara vamos nós Parlamentares gastar 50 milhões de reais a mais por ano só na Câmara Federal, fora os desdobramento nas Assembleias e nas 5.500 Câmaras de Vereadores? O gasto, senhores, não é milionário, é bilionário, e nós não temos dinheiro nem para garantir segurança para o IBGE subir os morros e acessar a população mais vulnerável. Outro Parlamentar disse aqui que nós não temos coragem. O que não nos falta é coragem, e, além de ter coragem, nós respeitamos a sociedade brasileira, que não aceita, neste momento tão difícil, nós aumentarmos o tamanho da Câmara Federal. Nós temos um Governo que gasta demais, e gasta mal, é perdulário. Não entrega nada para a saúde pública; não entrega nada para a educação a educação está toda em petição de miséria , e investe zero em segurança pública, e a nossa legislatura ainda vai entregar para a população brasileira um aumento no tamanho da Câmara Federal? Mas onde é que nós estamos?! Fosse um Governo austero o que estivesse no Planalto, com uma máquina enxuta, um Governo pequeno, ainda assim nós não teríamos legitimidade nem propriedade para aumentar o tamanho da Câmara Federal. Imaginem, então, num momento desastroso como este, o Brasil com quarenta Ministérios, essa gastança toda, e esses Parlamentares virem com discurso falacioso, mentiroso, cheio de narrativas falsas e premissas fajutas, e ainda dizerem que nós temos medo, que nós não temos coragem de enfrentar. Não, nós temos é respeito com a população brasileira. Aqueles que, como nós, andam Brasil afora sabem que o que a população quer agora não é aumentar o tamanho do Congresso. O Deputado Federal Zucco, o nosso Líder da Oposição, já falou aqui, mas eu faço questão de assinalar que nós precisamos apenas de dez votos para mudar a votação do requerimento de urgência. Se nós revertermos dez votos, não vamos fazer o Congresso Nacional passar essa vergonha, esse vexame. Os Estados Unidos, por exemplo, um país civilizado e ordeiro, com 300 milhões de habitantes, tem 435 Deputados Federais. A Argentina, nosso país vizinho, tem 257 Deputados Federais. Vamos a outras populações. A Índia, Deputada, com 1,5 bilhão de pessoas, tem quinhentos Deputados. Não posso citar a China, que é parceira da Esquerda brasileira, porque nem parlamento tem. A China não tem parlamento. Cuba também não tem parlamento, nem Venezuela. Mas vamos lá. Portugal então, que é a nossa pátria-mãe, tem 230 Parlamentares. A Espanha tem 350 Deputados Federais. O Uruguai, um país vizinho, pequeno, civilizado, tem 99 Deputados Federais. A Nigéria país que, até esses dias, era pouco populoso, e hoje é muito populoso, já ultrapassou o Brasil em população tem 360 Deputados. Então, as narrativas que foram apresentadas aqui são falsas, não podem ser utilizadas para convencer a população brasileira de que ela tem que pagar 200 milhões de reais, a cada legislatura, só na Câmara Federal porque vai haver desdobramento nas Assembleias Legislativas. Haverá desdobramentos também nas Câmaras de Vereadores, Srs. Deputados e Sras. Deputadas. Outra falácia colocada aqui: "Ah, é apenas um reajuste operacional de 13,5%". Se for assim, em 20 anos, então, nós estaremos com seiscentos Parlamentares na Câmara. É isso o que V.Exas. querem? Não é isso o que a população brasileira quer! Muitos aqui, claro, vivem em bolhas, não saem às ruas, não vão a um supermercado ou a um campo de futebol, não frequentam clubes de serviço. Por onde nós caminhamos, vemos que 100% da população, que é quem nós representamos não estamos aqui falando por nós mesmos; falamos em nome da população brasileira , não quer aumento; ao contrário, quer a diminuição. O limite é de 513 Deputados. Se tem que se fazer algum ajuste e tem que se fazer , é dos 513 Deputados para baixo, não para cima; até porque, fazendo para cima, nem haverá correção na proporção. E por falar em proporção, vi aqui Parlamentares falarem que os Deputados representam o Estado. Ora, que absurdo! O art. 45 da Constituição Federal é muito claro ao dizer que os Deputados Federais representam o povo. Então, não existe Deputado de Santa Catarina nem da Paraíba, Deputado Cabo Gilberto. Existe Deputado Federal, e Deputado Federal é do povo brasileiro. Quem representa os Estados, segundo o art. 46 da Constituição Federal, são os Senadores da República; Deputado Federal é Deputado de todo o Brasil. E há essa mentira sobre Deputado ser do Rio Grande do Sul. O meu Estado, o Rio Grande do Sul, perde duas cadeiras. Para nós, seria muito fácil votar contra a matéria, mas nós estamos olhando para o interesse de S.Exa. o povo brasileiro. E, pelo que eu vi aqui, a maioria não está fazendo isso. Nós da Oposição discutimos bastante os prós e os contras e chegamos a um veredicto. Isto aqui não é discurso de acaso ou casuísta. Nós chegamos a um veredicto técnico de que nós da Oposição temos responsabilidade com o Brasil e, por isso, não aceitamos o aumento da Câmara dos Deputados, ainda mais neste momento tão difícil por que passa o nosso País. Obrigado, Presidente. - 06/05/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a atuação do Governo Federal em diversas áreas, com ênfase na falta de diálogo com o setor agrícola. Informou que produtores rurais do Rio Grande do Sul enfrentaram sucessivos desastres climáticos nos últimos anos e não receberam o apoio necessário. Diante disso, anunciaram manifestações públicas a partir de 13 de maio, cobrando medidas como a securitização e renegociação de dívidas. Também denunciou desvios no INSS e defendeu a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso, afirmando que os valores subtraídos dos aposentados podem ultrapassar R$ 100 bilhões.
Palavras-chave oficiais: Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Corrupção,Aposentado,Pensionista,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) Política agrícola,Rio Grande do Sul,Crítica,Produtor rural
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Cumprimentos aos Parlamentares. Nós temos uma dificuldade muito grande de conversar com o atual Governo em qualquer uma das pastas segurança pública, agricultura, infraestrutura, educação. A dificuldade da população brasileira e nossa, como Parlamentares, de dialogarmos com esse desgoverno é algo muito aparente. Há uma má vontade gritante. Mas, na questão da agricultura, da produção rural, do agronegócio, nós chegamos ao fundo do poço. Para fazer o enfrentamento e buscar soluções, a Câmara dos Deputados e o Senado estão, há muito tempo, tentando achar soluções, mas nada anda, não caminha porque há muita má vontade do Ministro Haddad, do Palácio Planalto. Há muita má vontade e falta de qualificação também do Ministro da Agricultura, que se esconde atrás de uma falta de alçada e não decide nada. Por isso, os agricultores do Rio Grande do Sul, os produtores rurais do Rio Grande do Sul, que não aguentam mais tanto descaso, vão agora, no dia 13 de maio, em todo o Rio Grande do Sul, iniciar manifestações ostensivas, públicas, para dizer basta ao descaso do Governo Federal. As manifestações, obviamente, serão pacíficas, mas terão apenas data de início. Só irão parar quando o Governo Federal efetivar o projeto de securitização, de renegociação, já que os produtores rurais gaúchos de todos os tamanhos pequenos, médios e grandes estão em petição de miséria e só quem pode salvar a agricultura gaúcha, que é a quarta economia do Brasil, é o Governo Federal. Não fazem porque não querem, têm má vontade. Há, inclusive, discursos ideológicos, deletérios contra os produtores rurais gaúchos, que enfrentaram, nesses últimos 5 anos, intempéries, desastres climáticos, chuvas intensas, enchentes, estiagens. E para fazer esse enfrentamento, então, para buscar concretamente esse apoio e ajuda governamental, iniciam essas manifestações agora, no dia 13 de maio, em todo o Rio Grande do Sul. Parabéns aos corajosos e valorosos produtores rurais do Rio Grande do Sul, que, não aceitando, não aguentando mais tanto descaso e desrespeito, vão agora para as ruas, para as praças públicas, para as rodovias fazer aquilo que o Governo deveria ter feito. Tomar soluções e achar uma saída para o agronegócio gaúcho brasileiro, que está, como eu disse, em petição de miséria. Permita-me, Presidente. Ainda nesse sentido, com tanta falta de recursos, nós vimos agora essa trágica, essa desastrosa cruzada de corrupção dentro do atual Governo, dentro do INSS, dentro do Ministério da Previdência. A Polícia Federal e a CGU estão apresentando os relatórios. Esses 6 bilhões de reais são apenas a ponta do iceberg. Alguns falam em mais de 100 bilhões de reais tungados dos aposentados, roubados dos aposentados. Para apurarmos isso em toda a sua extensão, precisamos sim, Presidente da Câmara, instaurarmos a CPI do roubo no INSS, e, aí sim, fazermos justiça. Meus cumprimentos a todos aqueles que assinaram o requerimento. E vamos entregar justiça aos aposentados, que vivem com 1 salário mínimo, na sua grande maioria, e foram roubados covardemente por prepostos do Planalto, prepostos do Ministro da Previdência. Fizeram ali uma troca de seis por meia dúzia. O atual Ministro é preposto, é subordinado ao Ex-Ministro. Então, cabe a nós aqui, Câmara dos Deputados, uma CPI já.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2020 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.