
Nome civil: Ubiratan Antunes Sanderson · 56 anos
Bananômetro
93/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 95% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 90%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 95%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 85%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 22%das 785 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 90%das 646 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.sanderson@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5354
- Gabinete
- Gabinete 354, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 374 de 391 sessões
Votou nas votações
90%
Registrou voto em 1.014 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 67 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
22%
Em 785 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
272 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 15/07/2026.
- 28/10/2025Breves Comunicações
O Deputado manifestou preocupação com o avanço do crime organizado no Rio de Janeiro, elogiando a atuação das polícias Civil e Militar no enfrentamento às facções criminosas. Atribuiu o fortalecimento dessas facções à omissão do Governo Federal nos últimos três anos, afirmando que o Executivo tem se recusado a classificar grupos de narcotraficantes como organizações terroristas, o que dificultaria ações de combate e extradições. Relatou ainda ter participado de um seminário sobre segurança pública nos Estados Unidos, onde foi questionado sobre essa postura do Brasil, e defendeu que o Congresso aprove com urgência a proposta que equipara facções criminosas a grupos terroristas, fortalecendo as forças de segurança no combate à criminalidade.
Palavras-chave oficiais: Rio de Janeiro (Estado),Crime organizado,Polícia civil,Polícia militar,Organização criminosa,Traficante,classificação,Terrorista,Governo federal,omissão,Seminário,Estados Unidos,questionamento,Órgão de segurança pública,Segurança pública,Criminalidade
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Srs. Parlamentares, povo brasileiro, hoje acompanhamos com muita preocupação esse enfrentamento, necessário e legítimo, que fazem os valorosos policiais civis e os valorosos e incansáveis policiais militares do Rio de Janeiro contra o crime organizado. O crime organizado, as facções se agigantaram nos últimos anos, produto da omissão do Estado, notadamente do Governo Federal. Essa é uma matéria que eu conheço. Posso asseverar que o Governo Federal, nesses últimos 3 anos, deu inúmeras mensagens e recados, ao ponto de as facções se agigantarem. Estão agigantadas as facções no Brasil! Nunca se tratou tanto de facções criminosas no Brasil como nesses últimos 3 anos. Semana passada, eu e outros três Deputados Federais o Presidente da Frente Parlamentar da Segurança Pública, Deputado Coronel Alberto Fraga; o Presidente da Comissão Especial da PEC da Segurança Pública, Deputado Aluisio Mendes; e o Relator da PEC da Segurança Pública, Deputado Mendonça Filho estivemos num seminário sobre segurança pública nos Estados Unidos, no Colorado, em Denver. Nas oficinas de que participamos, algumas delas com policiais norte-americanos, muitos nos perguntaram a razão de o Brasil ter tanta dificuldade para enfrentar as facções criminosas que manejam o narcotráfico. Inúmeras autoridades dos Estados Unidos nos perguntaram por que razão o Brasil ainda não assinou aquele protocolo que classifica as facções de narcotraficantes como grupos terroristas. Nós não podíamos mentir, então mostramos a realidade. Dissemos que ainda não havia sido assinado o protocolo, que inclusive facilita a extradição de narcotraficantes, porque o Governo Lula, Governo do PT, não quer! O Ministro da Justiça disse com todas as letras que não quer e que não vai fazer isso. Então, nós aqui no Congresso Nacional, sobretudo diante desse caos que estamos vivendo com o agigantamento das facções criminosas, temos a responsabilidade de, no menor tempo possível, classificar as facções criminosas como grupos terroristas, para que as forças de segurança consigam fazer o enfrentamento desse câncer que atinge o Brasil que são as facções criminosas, que manejam o narcotráfico, que manejam a pirataria, que manejam o contrabando de armas, que manejam execuções que nós não podemos aceitar. Então, parabéns ao Estado do Rio de Janeiro, que consegue enfrentar com altivez, em nome do Estado brasileiro e da democracia, esses covardes faccionados que colocam comunidades carentes de joelhos e agem sob a complacência do Governo Federal, que deveria atuar, mas só faz discurso; na prática, nada. Parabéns à Polícia Civil do Rio de Janeiro e parabéns à Polícia Militar do Rio de Janeiro! - 14/10/2025Breves Comunicações
O Deputado relatou sua participação na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da fraude aos aposentados, que ouviu o ex-Presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por mais de dez horas. Criticou o depoente por se recusar a responder perguntas e, posteriormente, mentir aos Parlamentares, desrespeitando o Relator e os membros da comissão. Ademais, condenou a proteção concedida aos investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de habeas corpus, que lhes confere o direito de permanecerem calados ou omitirem informações. Ao final, alertou que o relatório da CPMI poderá ser prejudicado pela interferência do Governo Federal e do STF.
Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Fraude,Aposentado,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Depoimento,Ex-,Presidente,Atuação parlamentar,Deputado federal,Habeas corpus,Supremo Tribunal Federal (STF),Investigado,Direito ao silêncio,Relatório (processo legislativo),interferência,Governo federal
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, ontem, acompanhamos, das 16 horas até as 3 horas da madrugada por mais de 10 horas , o depoimento do ex-Presidente do INSS na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, que tentava buscar informações que levassem à autoria delitiva desse rombo bilionário, desse assalto, dessa tungagem feita a aposentados e pensionistas. No início dos nossos trabalhos, o depoente chegou a dizer que não responderia nada. O Relator Alfredo Gaspar perguntou-lhe: "Em que ano o senhor entrou no serviço público?" Ele disse: "Não vou falar. Eu me reservo o direito de permanecer calado. Tenho respaldo de um habeas corpus do STF". Nós pensamos que se ele não poderia dizer nem a data em que ingressou no serviço público, é porque estava de má-fé. Apresentamos, então, um pedido para que ele fosse preso em flagrante, como testemunha porque não estava ali como indiciado, como investigado, e tinha o dever de falar a verdade. Ele, então, consultou o seu advogado e disse que falaria. Na verdade, entretanto, usou uma estratégia muito covarde, porque não falou a verdade, mas mentiu o tempo inteiro. Das 16 horas às 3 horas da madrugada, esse sujeito mentiu de forma descarada e, inclusive, foi desrespeitoso com os Deputados e Senadores que ali estavam. Chegou a botar o dedo na cara do Relator. Eu nunca tinha visto, numa CPI, onde os Parlamentares que ali estão são investigadores, um Relator sendo ameaçado por aquele que está prestando depoimento. Sabem por que isso ocorre? Porque ele tem certeza de que está blindado, ele tem certeza de que tem as costas quentes e sabe que sua atitude não vai dar em nada. Senhores brasileiros, acompanhem essa CPMI do roubo aos aposentados. Ela não vai dar em nada, porque o STF está blindando essa turma toda. Sequenciais habeas corpus têm sido concedidos para que esses pilantras permaneçam calados ou sigam mentindo na CPMI. É o povo brasileiro sendo tratado como otário! Isso não dá para aceitar. É algo inadmissível. Alertei ontem o Relator, Deputado Alfredo Gaspar, muito correto, e o próprio Presidente, Senador Carlos Viana, para que fiquem atentos, porque muito provavelmente essa blindagem vai fazer com que o relatório se é que vai haver relatório , lá na frente, seja derrotado. Meia dúzia de Deputados governistas ontem ficaram 10 horas blindando esse senhor, que estava ali só para mentir. Ele era o Presidente do INSS e dizia que nada sabia. (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Peço que conclua, Deputado. O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS) - Imagine, se o Presidente do INSS, que tinha a caneta, que tinha senhas, não sabe como 6 bilhões de reais foram furtados, foram levados, foram objeto de peculato, quem vai explicar isso? Povo brasileiro, fique atento, porque esse roubo ao INSS muito provavelmente dará em pizza, porque todos eles estão blindados pelo sistema, pelo Governo e pelo STF também. - 09/10/2025
O Deputado criticou o Governo Lula por adotar 25 medidas voltadas à criação ou aumento de tributos desde o início do mandato, citando exemplos como a taxação de itens do varejo (“taxa da blusinha”) e a tentativa de elevação do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF), que foi rejeitada pela Câmara. Argumentou que o aumento da carga tributária, próxima de 40%, penaliza especialmente as classes mais vulneráveis, ao repercutir nos preços de itens essenciais. Ademais, assinalou que a expansão de Ministérios e o aumento de gastos públicos estão gerando desequilíbrio fiscal, e acusou o Governo de usar o Supremo Tribunal Federal (STF) como instrumento para tentar reverter derrotas legislativas. Ainda, declarou que, caso a proposta de aumento do IOF volte pela via judicial, a Câmara deverá rejeitá-la novamente. Por fim, afirmou que o combate à corrupção foi abandonado e tachou como escárnio o retorno à política de figuras condenadas por corrupção, como André Vargas, José Dirceu e Sérgio Cabral, contrastando esses casos com a ausência de acusações contra o ex-Presidente Jair Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: Crítica,Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),aumento,Imposto,Tributação,Taxa das Blusinhas (2024),Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Carga tributária,Desequilíbrio fiscal,Política fiscal Crítica,Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Supremo Tribunal Federal (STF),Rejeição,Câmara dos Deputados,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) Crítica,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Corrupção,Condenado,Operação Lava Jato,Absolvição,Ex-presidente da República
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós ficamos impressionados com o nível de desprezo que Lula e seus asseclas têm pelo povo brasileiro. Eles não têm o mínimo de respeito ao contribuinte. Eles têm certeza, parece, que o povo é otário. Só pode ser isso. Desde que Lula voltou à cena do crime, já foram editadas 25 medidas voltadas a aumentar tributos ou a criar novos impostos, desde a taxa da blusinha até o IOF, que nós derrubamos ontem. Eles não têm vergonha na cara ao querer que o Brasil passe por um estágio tão complicado? A carga tributária brasileira é uma das maiores do mundo. Nós estamos com quase 40% de carga tributária, e vem Deputado defender aqui que se deve aumentá-la ainda mais, como o IOF ou outro tipo de tributo. Isso é algo inaceitável. É fazer pouco caso mesmo da inteligência do povo brasileiro achar que aumentar IOF não vai repercutir nos supermercados e na cesta básica. É claro que vai repercutir. E isso afeta diretamente, inclusive, as classes mais vulneráveis. Quem tem musculatura econômica e fôlego não se preocupa com marola inflacionária. Quem precisa se preocupar é justamente a classe mais desfavorecida. E Lula, mentiroso, que se diz o pai dos pobres, mas que na verdade é o pai da pobreza, vai lá e diz: "Não, vamos aumentar, e aumentar, e aumentar a carga tributária no Brasil". Isso para arcar com o rombo fiscal que ele mesmo criou. Essa farra de gastança pública pode muito bem ser travada, pode ser bloqueada, se colocarmos um freio de arrumação do Governo. Agora, com quarenta Ministérios, com gastança, com torração de dinheiro, nós nunca vamos conseguir atingir meta fiscal alguma. Não dá para aceitar a proposta de ontem, que nós derrubamos. Se ela voltar através do STF, porque eles vão usar os companheiros do STF para tentar restabelecer essa pauta do aumento do IOF, a Câmara dos Deputados vai derrubá-la de novo e jogar na lixeira, porque é o local para esse tipo de matéria. Se me permite, Presidente, só para concluir, ainda existe corrupção no Brasil, mas o combate a ela, não. O combate à corrupção, o enfrentamento à corrupção faz-se de forma efetiva, intensa, ostensiva e preventiva, mas isso não está acontecendo. A prova disso é um fato recente: o ex-Deputado Federal André Vargas, que atualmente é o Secretário-Geral do PT no Paraná o primeiro condenado da Lava-Jato; ele era Deputado Federal, foi cassado e condenado a 24 anos de reclusão por corrupção e lavagem de dinheiro , disse que vai voltar a ser Deputado Federal. Como José Dirceu, também condenado por corrupção, vai voltar a ser Deputado Federal. Sérgio Cabral, condenado a 400 anos, vai voltar a ser Deputado Federal. Isso é um escárnio do povo brasileiro. Mas a culpa dos problemas do Brasil é de Jair Bolsonaro, que não tem envolvimento com corrupção, enquanto corruptos voltam a ocupar espaços de poder. Não dá para aceitar! A Câmara dos Deputados e o Congresso Nacional exigem, assim como a população, respeito daqueles que pretendem representar o povo brasileiro. Obrigado. - 09/10/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o Governo Federal e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), acusando o Executivo de privilegiar o movimento com quase 1 bilhão de reais em recursos a fundo perdido, enquanto produtores rurais enfrentavam dificuldades para acessar crédito. Também condenou a criação de vagas exclusivas para o MST no curso de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sem vestibular, afirmando que a medida tinha viés ideológico. Além disso, denunciou a invasão da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul por integrantes do MST, alegando o uso de crianças em protesto, e informou ter acionado o Ministério Público e a Procuradoria-Geral da República para investigar o caso.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Produtor rural,Universidade Federal de Pernambuco (UFPE),Assembleia Legislativa,Rio Grande do Sul,Ideologia política,Ministério público,Procuradoria-Geral da República (PGR),Criança,Financiamento rural,Medicina,Curso (educação),Exame vestibular
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Meus amigos e minhas amigas, nós, ainda no período eleitoral de 2022, assistimos a sandices por parte de Lula, que, na sua campanha, dizia que era contra o agronegócio, que o agronegócio era fascista. Ali ele já indicava que atacaria, como está atacando de fato, os produtores rurais de todo o Brasil. Agora, passados praticamente 3 anos do desgoverno Lula, vimos que aquela promessa que ele fizera realmente está sendo cumprida. Em 2025, destinaram quase 1 bilhão de reais em investimentos ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, enquanto produtores rurais, não só do Rio Grande do Sul, mas também de todo o Brasil, mendigam recursos, a título de fundo e linhas de crédito. Não são recursos a fundo perdido, como é o caso do que é oferecido ao MST: quase 1 bilhão de reais a fundo perdido, para investir no que quiser. Nós buscamos recursos para refinanciamento, para renegociação de dívidas, mas não conseguimos. Esse recado, Presidente, vem muito claro agora, com o avanço das pautas ilegítimas e ilegais do MST, que invade propriedades e recebe a outorga, a autorização para a criação ilegal isto é inconstitucional de oitenta vagas, sem vestibular, para o curso de Medicina na Universidade Federal de Pernambuco, exclusivamente para o MST. A prova de que isso tem viés ideológico é esta: se quisessem investir na produção primária dos assentados, criariam vagas em cursos para engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas, engenheiros ambientais. Não. Estão criando um curso exclusivo de Medicina para o MST, sem vestibular! Por quê? Para ocupação de poder? Para dentro da Medicina também destruírem a família, para destruírem inclusive as próprias famílias dos assentados? Não é isso o que nós aqui no Parlamento vamos aceitar. Não há condições de concordar com esse tipo de ação. Houve um evento lá na Universidade Federal de Pelotas, um equipamento público federal, com a autorização, muito provavelmente com certeza, eu diria , da Reitoria da Universidade Federal de Pelotas, uma aula inaugural do curso de Veterinária, em que disseram: "Vamos destruir o agronegócio gaúcho e brasileiro". Por quê? Qual é a intenção do MST, com o apoio e o aval do Governo Federal, ao pregar a destruição da produção primária? Qual é o interesse do MST em destruir a produção agrícola brasileira, tudo com apoio do Governo Federal, se não é criar o caos, criar a desgraça para, a partir da desgraça, no caos, dominar o Brasil por inteiro? São absurdos que não dá para aceitar. Hoje de manhã, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, num protesto, o MST tomou conta da assembleia, utilizando crianças, na minha visão, como escudo humano. Repito: o MST, utilizando crianças menores, invadiu o espaço da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, para causar balbúrdia. Os responsáveis por essa invasão, por esse protesto disfarçado de manifestação política, têm que ser investigados, porque crianças menores, impúberes, crianças de colo não podem participar de protestos políticos, porque isso coloca sua integridade física em grave e sério risco. O Estatuto da Criança e do Adolescente, uma lei de 1990, diz que a proteção à criança é integral. E hoje, o MST, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, usou crianças como escudo humano. Vão ter que pagar por isso. Eu já estou oficiando essa situação ao Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul e ao PGR, para que os responsáveis, inclusive os pais, respondam por esse ato, porque não dá para aceitar invasão do MST com dezenas de crianças não uma ou duas crianças, mas dezenas sendo utilizadas como escudo humano. Isso é inadmissível! Nós, aqui no Congresso, precisamos agir imediatamente para acabar com essa cruzada de invasões que o MST tem promovido Brasil afora, no Rio Grande do Sul, no interior de São Paulo, no interior de Mato Grosso. Isso não dá para aceitar. Parece que vem aí uma estratégia para, em dezembro, pintar de vermelho o Brasil, ocupar e invadir várias propriedades Brasil afora. Teriam inclusive o respaldo do Governo Federal e até da Suprema Corte. Isso é inadmissível. - 07/10/2025Breves Comunicações
O Deputado alertou para a grave crise enfrentada pelos produtores rurais, destacando o aumento do endividamento no campo e o número crescente de suicídios entre agricultores gaúchos. Ademais, criticou a falta de sensibilidade do Governo Federal e do Partido dos Trabalhadores (PT) diante das sucessivas quebras de safra provocadas por estiagens e enchentes. Além disso, lembrou que a Câmara dos Deputados já aprovou o Projeto de Lei nº 5.122, de 2023, que trata de securitização e renegociação de dívidas rurais, no valor de cerca de 35 bilhões de reais, e condenou o Governo Lula por paralisar sua tramitação no Senado. Ao final, apelou pela aprovação imediata da proposta para evitar novas tragédias e garantir a sobrevivência do agronegócio nacional.
Palavras-chave oficiais: Crise econômica,Produtor rural,Rio Grande do Sul,Dívida agrária,Suicídio,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Estiagem,Enchente,Produção agrícola,Projeto de lei ordinária,Securitização,renegociação,tramitação,Senado Federal,Agronegócio
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. O campo e os produtores rurais estão sofrendo demais, e os resultados são, infelizmente, os piores possíveis. Ontem mais um produtor rural do Rio Grande do Sul, o vigésimo quinto, abreviou a própria vida, envergonhado com o endividamento. Os produtores rurais de todo o Rio Grande do Sul estão constrangidos com a falência do campo. Desde o ano passado, nós já temos buscado fazer com que o Governo Federal, com que o Governo do PT se sensibilize com a questão do endividamento rural dos produtores rurais do Rio Grande do Sul e de outros Estados, mas nenhuma sensibilidade vem por parte do Palácio do Planalto. Vimos programas sociais se ampliando, como o do vale-gás, o Pé-de-Meia e o Bolsa Família. Bilhões e bilhões de reais estão sendo destinados a esses segmentos, e não há problema, mas precisamos destinar recursos para quem produz alimento no Brasil. O produtor rural do Rio Grande do Sul e de todo o Brasil não controla o clima, não controla o tempo. Não tem como evitar, por exemplo, enchentes, não tem como evitar estiagens. Por 6 anos consecutivos o setor teve quebras nas safras, em especial no Rio Grande do Sul. Apresentamos na Câmara dos Deputados um projeto de securitização, de renegociação das dívidas. O projeto passou aqui na Câmara. São cerca de 35 bilhões de reais que serão destinados a títulos de financiamento. Não é dinheiro a fundo perdido, são linhas de crédito para que os produtores possam saldar suas dívidas. O projeto está parado no Senado, e nós sabemos que está parado no Senado porque há pressão do Governo Federal, do Governo do PT, para que esse projeto não ande. Se os produtores rurais do Rio Grande do Sul e de todo o Brasil quebrarem, certamente o Brasil não se sustenta economicamente. Se o próprio Estado do Rio Grande do Sul, que é a quarta economia do País e tem na base da sua economia o agronegócio, a produção primária, se o Rio Grande do Sul sucumbir, se entrar em falência, o Brasil inteiro entrará em falência, porque não tem como sustentar produtores sem respaldo algum do Estado. Quando precisam, não têm respaldo; ao contrário, são jogados à própria sorte. Para resolver esse problema, para evitar que mais pessoas tirem suas próprias vidas, o Congresso tem que agir. A Câmara já deu a sua mensagem. O Senado precisa imediatamente aprovar o projeto de securitização e renegociação das dívidas, que vai ser determinante para os produtores não só do Estado do Rio Grande do Sul, mas também de todo o Brasil, para seguirem produzindo divisas, alimentos e riquezas. Ou o Brasil certamente vai afundar, vai sucumbir. Portanto, Srs. Parlamentares, prestem atenção! Vamos ser responsáveis e estender a mão aos produtores rurais do Brasil inteiro, que estão quebrados! - 30/09/2025
O Deputado registrou a presença de lideranças do Rio Grande do Sul na Câmara dos Deputados. Destacou a participação do Vereador Marcos Mattos, de Panambi (RS), de Cristiel Lemos, Presidente do PL de São José do Norte (RS), e do Vereador Francesco Dalenogare, de Tuparendi (RS). Ressaltou que o gabinete está à disposição da população gaúcha e deu boas-vindas aos visitantes em Brasília (DF), reforçando a importância da aproximação entre representantes locais e o Parlamento federal.
Palavras-chave oficiais: Vereador,Panambi (RS),São José do Norte (RS),Tuparendi (RS),Saudação
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, obrigado. Quero registrar aqui a presença de três líderes de grande importância no Rio Grande do Sul: o Marcos Mattos, Vereador de Panambi; o Cristiel Lemos, Presidente do PL de São José do Norte; e o Francesco Dalenogare, Vereador de Tuparendi. Sejam muito bem-vindos à Câmara dos Deputados e a Brasília! O nosso gabinete está sempre, absolutamente, à disposição do povo gaúcho. Obrigado. - 30/09/2025Breves Comunicações
O Deputado manifestou preocupação com o avanço das facções criminosas no Brasil e defendeu o Projeto de Lei nº 4.708, de 2025, que altera a Lei Antiterrorismo de 2016 para classificar essas organizações como grupos terroristas. Além disso, alertou que o crime organizado já se infiltrou na política, no Judiciário e em órgãos da administração pública, citando o risco de o Brasil se tornar um “narcoestado”, como ocorreu em El Salvador. Por fim, defendeu que reconhecer as facções como terroristas dará ao Estado instrumentos mais eficazes para combater seu crescimento e proteger a democracia.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Lei,Terrorismo,Organização criminosa,Terrorista,Crime organizado,Política,Poder Judiciário,Administração pública,infiltração,Narcoterrorismo,El Salvador,combate,Crime,Democracia
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Cumprimento a população brasileira. Expresso a nossa preocupação, na Câmara dos Deputados, notadamente na Comissão de Segurança Pública, quanto ao tema de projeto de lei que apresentei nesta semana. Ele visa alterar a Lei Antiterrorismo, de 2016, para considerar as facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. Todos nós sabemos que o crime organizado entrou, há muito tempo já, na política e também no estamento público, inclusive no Poder Judiciário e em setores importantes da administração pública. Imagine um agente de uma facção criminosa atuando dentro da Polícia Federal, ou dentro do Poder Judiciário, ou dentro do Ministério Público. Isso é algo inadmissível, e está acontecendo. Precisamos, portanto, identificar esses faccionados, achar maneiras legais de isolá-los e, depois de um processo, encaminhá-los aos tribunais, porque não dá para aceitar esse imbricamento, a entrada das facções no Estado. Se isso se estabelecer, representará o fim do Estado brasileiro. Isso aconteceu, por exemplo, em El Salvador estive lá em 2023 , onde os pandilheiros, integrantes das chamadas pandilhas, os faccionados, entraram no Exército, na Polícia, no Poder Judiciário, no Ministério Público e no Parlamento. A partir desse ingresso nas instituições, eles corromperam todo o país, estabelecendo em El Salvador o que se chama de narcoestado. No Brasil, não podemos aceitar a real possibilidade de que o nosso País se transforme num narcoestado. O referido projeto de lei já tramita na Comissão de Segurança Pública da Câmara, para estabelecer que essas facções sejam consideradas como organizações terroristas. O Estado precisa ter condições de conter o crescimento do crime organizado, que se organiza exatamente porque o Estado não está organizado. Quando o Estado não ocupa seu espaço, o crime organizado preenche essa lacuna. Ocorre então verdadeira balbúrdia, que ataca inclusive a democracia brasileira. Chamo a atenção, portanto, para o Projeto de Lei nº 4.708, de 2025, que busca classificar todas as facções criminosas, de caráter interestadual ou internacional, como grupos terroristas. - 23/09/2025
O Deputado manifestou preocupação com o que classificou como incitação à violência em evento da Universidade Federal de Pelotas. Relatou que discursos durante a aula inaugural de um curso de medicina veterinária defenderam o fim do agronegócio gaúcho e brasileiro. Destacou que a instituição recebe recursos provenientes de impostos, inclusive gerados pelo setor primário, e questionou a posição apresentada. Informou que já acionou a Procuradoria-Geral da República para investigar possíveis responsabilidades criminais, administrativas e civis de estudantes, professores, dirigentes da universidade e outros envolvidos. Ressaltou que a apuração seria necessária para identificar se houve participação da reitoria ou da direção da instituição.
Palavras-chave oficiais: Violência,Universidade Federal de Pelotas (UFPel),Estudante
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Nós, no Rio Grande do Sul, estamos muito preocupados com a promoção do ódio que está sendo realizada pela Esquerda no Rio Grande do Sul e em todo o Brasil. Inclusive já pedi à PGR que apure um crime cometido, chamado incitação à violência. Nós queremos a investigação para ver quem o cometeu, se foram só os alunos da Universidade Federal de Pelotas ou se houve a participação da Reitoria e da Direção da UFPel. Eu tenho aqui os discursos dizendo que eles precisam trabalhar para derrotar e acabar com o agronegócio gaúcho brasileiro. Onde é que nós estamos? As universidades federais, em especial a UFPel, que recebe dinheiro do agronegócio, do setor primário, produto dos impostos, diz: "Não, vamos acabar com o agronegócio gaúcho brasileiro." Aonde é que nós vamos chegar com isso? Não dá para admitir isso. Isso é algo inaceitável! Por isso, já oficiei à PGR solicitando que instaure imediatamente uma investigação para apurar responsabilidades criminais, administrativas e até civis de todos os envolvidos, seja estudante, seja ideólogo de esquerda que quer o caos para, no caos, perpetuar-se no poder, seja Reitoria, seja administração, seja professor desse evento. Aula inaugural da sexta turma especial de medicina veterinária discute a reforma agrária e a destruição do agronegócio gaúcho brasileiro. - 18/09/2025Breves Comunicações
O Deputado afirmou que a votação do dia 18 de setembro marcou uma resposta da Câmara dos Deputados ao que classificou como uma “cruzada autoritária” do STF e do Ministro Alexandre de Moraes, supostamente articulada pelo Presidente Lula para enfraquecer opositores. Afirmou que a aprovação da urgência da anistia por 311 votos expressou a vontade da maioria da população e desmentiu pesquisas que apontavam rejeição à medida. Também citou eleições municipais anteriores como prova de rejeição à Esquerda e defendeu a anistia como caminho para a pacificação.
Palavras-chave oficiais: Município,Eleição,Esquerda política,Rejeição Proposição legislativa,Manifestação pública,participante,anistia,Aprovação,População,interesse,Supremo Tribunal Federal (STF),Câmara dos Deputados,Princípio da separação dos Poderes
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Hildo Rocha. Cumprimento todos os Parlamentares no plenário da Câmara. Hoje, dia 18 de setembro, subo a esta tribuna, depois da noite histórica em que a Câmara dos Deputados disse "não" a essa cruzada autoritária promovida pelo STF, por Alexandre de Moraes. Como sabemos, tudo foi encomendado sob medida por Lula para afastar oposicionistas. Essa é uma velha estratégia usada há muito tempo na China. Há 100 anos é usada essa estratégia na China. A Venezuela usa essa receita há 15 anos. E agora o Brasil faz a mesma coisa, não aceita oposição. O que eles tentam fazer? Calar a oposição. Tentam calar até o Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. É normal que um Governador, de forma republicana, faça articulação política. Mas querem criminalizar a atuação do Governador Tarcísio Gomes de Freitas. Eles, no entanto, podem tudo, envolvimento em corrupção, envolvimento com o PCC, com facções, com pedofilia. Ontem o Plenário da Câmara deu uma grande resposta. Vimos que caíram por terra aquelas mentiras que foram ditas aqui ontem. Foi dito que 60% da população brasileira é contra a anistia. Eu conheço os 311 Deputados que votaram a favor da urgência da anistia. Eu, todos nós olhamos nossas redes sociais Twitter, Instagram, grupos de WhatsApp. Isso é uma espécie de termômetro. Todos nós, em relação a qualquer tema, procuramos conhecer o interesse do nosso eleitor. Dos 513 Deputados Federais, 311 votaram a favor da anistia. Isso representa 60% da população brasileira. Foi dito que há uma pesquisa. É tudo mentira. Ontem, aqui, provamos que isso é uma grande mentira. Essa mentira também caiu por terra nas últimas eleições, no ano passado, quando 70% da população, nas eleições municipais, disseram não à Esquerda, disseram não aos projetos comunistas, aos projetos de Estado gigante, de protecionismo, que não leva o Brasil a lugar nenhum. No ano passado, as eleições municipais indicaram sim que a população brasileira não quer que Lula e seus asseclas deem o norte para o Brasil. Ela quer, sim, paz. A pacificação se estabelece, sim, com anistia ampla, geral e irrestrita. E sabemos que os da Esquerda não querem a pacificação, porque é no caos e na tragédia que eles conseguem se manter no poder. Parabéns à Câmara dos Deputados, que deu um grande recado. Parabéns aos 311 Parlamentares que enviaram ontem uma grande mensagem à população brasileira. Enviaram também uma mensagem à Suprema Corte. Cada um deve ficar no seu quadrado. Atribuição do Parlamento é legislar. Atribuição do Judiciário é apenas julgar, sem se intrometer no Parlamento, sem usurpar funções do Legislativo, que são sagradas e foram consagradas na Constituição Federal. Muito obrigado. - 17/09/2025
O Deputado condenou a perseguição política articulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra adversários políticos da Esquerda, do Governo Lula e do comunismo. Ademais, afirmou que visitaria o ex-Presidente Bolsonaro, após sua alta hospitalar, para manifestar o apoio de boa parte do Congresso Nacional e da população. Por fim, expressou confiança na aprovação do requerimento de urgência e do mérito do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política, ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta Lei, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Perseguição política,Supremo Tribunal Federal (STF),Processo penal,Oposição política,Esquerda política,Governo federal,Presidente da República,Comunismo Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Apoio político,Congresso Nacional,População,Requerimento de urgência,Mérito,Projeto de lei ordinária,anistia,Ato antidemocrático
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós todos estamos acompanhando essa tragédia que assolou o Brasil, que é o processo farsante adotado para calar adversários políticos da Esquerda, de Lula e de todo o sistema que está montado para dominar o Brasil de forma definitiva, tendo como base o comunismo. Jair Bolsonaro saiu hoje do hospital, ainda sofrendo as consequências da facada que levou em 2018. E ele tem uma grande missão pela frente, que é resistir. Amanhã, vou visitá-lo. Recebi autorização para visitar não só o ex-Presidente, mas o amigo Jair Bolsonaro. Vou dizer a ele que ele tem todo o apoio do Congresso Nacional, de boa parte do Congresso Nacional e da população brasileira. Nós, aqui na Câmara dos Deputados, hoje inclusive vamos aprovar o regime de urgência para o projeto de lei da anistia e, em momento oportuno, aprovaremos a anistia contra essa barbaridade que foi montada sob medida lá no STF para afastar opositores de Lula. - 17/09/2025
O Deputado apresentou questão de ordem, argumentando que a Medida Provisória nº 1.300, de 2025 estava sendo votada no último dia de vigência, o que inviabilizaria que eventuais modificações fossem analisadas pelo Senado e devolvidas à Câmara dentro do prazo regimental. Alegou que a situação violaria o devido processo legislativo e pediu a suspensão da votação para garantir a legalidade.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Medida provisória,Votação,vigência,inviabilização,alteração,análise,Senado Federal,Câmara dos Deputados,Processo legislativo,Prazo,apreciação
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - É uma questão de ordem que o nosso gabinete elaborou. Questão de ordem com base na Resolução nº 1, de 2002, do Congresso Nacional e com base no art. 65 da Constituição Federal. O SR. PEDRO UCZAI (Bloco/PT - SC) - Sr. Presidente, já está vencida essa questão de ordem. Essa questão já foi feita. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Deputado Sanderson... O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS) - Presidente, por gentileza, zere o meu tempo. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Prossiga, por favor... Estou seguindo o Regimento, Deputado Cabo Gilberto Silva. Esta Presidência vai seguir o Regimento. V.Exa., por favor, Deputado Pedro Uczai, respeite a palavra. Agora eu vou pedir a compreensão de todos aqui, porque precisamos seguir o rito. Estamos atrasando a nossa votação. O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS) - Presidente, por gentileza, retome meu tempo. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Pode prosseguir. O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS) - Presidente, a Medida Provisória nº 1.300, de 2025, está sendo votada no último dia todos os senhores sabem que isso não é possível do seu prazo de vigência. Se nós fizermos alguma modificação aqui, a matéria volta para o Senado? Não. O art. 7º, § 4º, da Resolução nº 1, de 2002, do Congresso Nacional, estabelece prazo de 3 dias para que a Câmara dos Deputados aprecie as modificações feitas pelo Senado Federal. Ora, considerando que a votação neste momento, no último dia, nas últimas horas faltam 4 horas ou 5 horas para que caia a medida provisória , anula a possibilidade de o Senado analisar a matéria, se for o caso, e enviá-la de volta para a Câmara com emendas, na forma do art. 65, parágrafo único, e, principalmente, anula a possibilidade de nós, Deputados Federais da Câmara dos Deputados, cumprirmos nosso prazo regimental de apreciação das emendas, esta situação, além de violar diretamente a Resolução nº 1, de 2002, do Congresso Nacional, viola também o devido processo legislativo, prejudicando o debate democrático e o devido rito processual legislativo. Para garantir a legalidade do processo e o respeito à Resolução do Congresso Nacional e à Constituição, como acima eu citei, solicito que a votação seja suspensa e a matéria, por inobservância do prazo... O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Deputado Sanderson, V.Exa. formulou uma questão de ordem similar à anterior, do Deputado Coronel Chrisóstomo, e também à impetrada pelo Deputado Rodrigo da Zaeli. Com base no art. 95, inciso III, esta Presidência não vai conceder a palavra para nenhuma questão de ordem mais, e vamos seguir o Regimento e passar para a orientação de bancadas. Orientação da bancadas. V.Exa. quer orientar pelo PL, Deputado Sanderson? A questão de ordem de V.Exa. está indeferida, com base no Regimento. V.Exa. quer orientar pelo PL? - 16/09/2025Breves Comunicações
O Deputado classificou como farsa o julgamento que condenou o ex-Presidente Jair Bolsonaro e outros réus, afirmando que o processo foi marcado por ilegalidades e ausência de provas concretas. Criticou a postura dos Ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino, acusando-os de parcialidade e de comemorar a condenação. Também acrescentou que o Supremo Tribunal Federal não seria o juízo competente para analisar o caso, e a atuação de Moraes violaria o Código de Processo Penal por conflito de interesse. Diante disso, defendeu que o Congresso Nacional discuta e aprove a anistia ampla, geral e irrestrita, sustentando que o Parlamento tem legitimidade para corrigir o que chamou de escárnio cometido pelo STF.
Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Militar,Golpe de Estado,julgamento,parcialidade,incompetência,Crítica,anistia,Defesa
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, nós assistimos na semana passada à maior pantomima dos últimos 100 anos no Brasil, a uma farsa disfarçada de processo, da qual, ao final, dois Ministros, dois juízes da Suprema Corte saíram rindo. Eu nunca vi um juiz, depois de definir uma sentença condenatória, sair rindo, comemorando. Um agente do Ministério Público, que é um órgão acusador, eu até já vi comemorar. Agora, um juiz, um magistrado comemorar a condenação a 27 anos do ex-Presidente Jair Bolsonaro, sem uma prova...? Não há e eu acompanhei todo o processo , não há uma única prova material, concreta, objetiva, a apontar qualquer ilicitude por parte de Bolsonaro ou de qualquer um dos outros sete réus. Mesmo assim, o Ministro Flávio Dino e o Ministro Alexandre de Moraes saíram do recinto comemorando, rindo. Em boa parte do julgamento, aliás, a que eu assisti, eles fizeram graça, fizeram piadas, deram risada. Aquilo ali era algo de que se dá risada, era um circo, um teatro, um escárnio disfarçado de processo. E é por isso, por ser um escárnio, que nós aqui na Câmara dos Deputados vamos tratar, deliberar, discutir e, se Deus quiser, aprovar a anistia ampla, geral e irrestrita, porque nós aqui no Parlamento brasileiro não podemos aceitar aquela farsa realizada lá no STF. Foi um processo que, desde o início, contou com uma série de ilegalidades. Primeiro, o próprio Ministro Luiz Fux, no seu voto lapidar, inclusive, deixou isto muito claro: a Suprema Corte não é o juízo natural para julgar pessoas que não têm foro privilegiado. Segundo, Alexandre de Moraes, por ser desafeto, inimigo e todos sabem de Jair Bolsonaro, é impedido. O nome de Alexandre de Moraes aparece em várias situações dentro do processo, e o art. 252 do Código de Processo Penal diz que quem é parte não pode julgar. Foi um show de horrores ao que nós assistimos na semana passada! Sem direito a recurso, um julgamento feito a toque de caixa, em primeiro e último grau. É exatamente por isso que nós do Congresso brasileiro, do Parlamento que tem, sim, a soberania do voto, com os representantes legais da população brasileira , vamos, ainda esta semana, tratar de aprovar a urgência para a anistia e, no momento oportuno, aprovar a anistia ampla, geral e irrestrita. - 02/09/2025
O Deputado classificou o julgamento do ex-Presidente Jair Bolsonaro como a maior farsa processual da história do Brasil, afirmando que não havia provas concretas, apenas narrativas usadas para afastar opositores e calar adversários. Também criticou a investigação por buscar ligações inexistentes com crime organizado ou narcotráfico. Ademais, assegurou que o processo não enfraqueceu a Direita, que permanece unida e fortalecida. Concluiu enfatizando que o Brasil merece dias melhores e que não haverá desistência na defesa de seus princípios políticos.
Palavras-chave oficiais: julgamento,Ex-presidente da República,Direita política,Contestação,Processo judicial
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Hoje, 2 de setembro, é um dia marcante para o Brasil, porque, infelizmente, estamos diante da maior farsa processual da história brasileira. Qualquer um que se dedica ao direito sabe que nós estamos diante de uma pantomima, de uma enganação, de um engodo. Mesmo com pesca probatória covarde, nada, nada foi encontrado, nem uma mala de dinheiro, nem uma ligação com o PCC, nem um envolvimento com o narcotráfico. Apenas narrativas covardes são usadas para afastar opositores, para calar adversários. Isso de nada adianta, porque, independentemente de afastarem ou não Bolsonaro nessa farsa disfarçada de processo, nós, da Direita, estamos mais fortes do que nunca e seguimos em frente. O Brasil merece dias melhores, e nós não vamos desistir. - 26/08/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a ineficiência da máquina pública brasileira, apontando que o País ocupa posição quase final no ranking mundial, superando apenas a Venezuela. Também ressaltou que bilhões de reais são desperdiçados por inchaço, acomodações políticas e ausência de meritocracia. Além disso, afirmou que a falta de eficiência compromete saúde, segurança e educação, destacando que os países mais eficientes também são os que mais investem em educação de qualidade. Criticou as universidades por priorizarem ideologias em vez de formação profissional e defendeu que o Congresso Nacional lidere mudanças estruturais, eliminando indicações políticas e priorizando critérios técnicos na gestão pública.
Palavras-chave oficiais: Gestão administrativa,eficiência,Brasil,Meritocracia,Educação,Recursos públicos,Ideologia política,Proselitismo político,Universidade,Congresso Nacional
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Cumprimento a população brasileira. Quero trazer hoje aqui um tema que atinge muito a sociedade brasileira: a ineficiência na máquina pública, no estamento público do nosso País. É algo muito fácil de ser resolvido, mas há décadas sequer é motivo de atenção. Eu tenho aqui matéria que diz que Brasil só perde para a Venezuela entre os países com os piores índices de eficiência da máquina pública. Isso quer dizer que o nosso País, mesmo tendo a décima economia do mundo, desperdiça bilhões, bilhões e bilhões de reais por falta de eficiência, por inchaço da máquina pública, por acomodação de apaniguados políticos e partidários. Em vez de agir assim, deveria favorecer a meritocracia. É por isso que o Brasil, mesmo tendo a décima economia do mundo, não tem saúde de qualidade, não tem segurança pública de qualidade, não tem educação de qualidade. Quero me referir agora à educação. O primeiro, segundo e terceiro países mais eficientes do mundo são justamente o primeiro, segundo e terceiro países que mais investem em educação. E não há só investimento material, há incentivo do Estado, incentivo do estamento público na educação de qualidade. Em nosso país, sobretudo nas universidades, locais de formação profissional, há dedicação quase exclusiva à formação de militantes. Ideologias são pregadas dentro das universidades. Assim, a nossa eficiência cai, vai lá para baixo. Só a Venezuela, de Nicolás Maduro, amigo de Lula, não é mais ineficiente que o Brasil. Nós precisamos mudar esse cenário em nosso País. Quanto a isso, o Congresso Nacional, Câmara e Senado, tem papel fundamental. Não podemos ficar esperando que o Palácio do Planalto, os Governos Estaduais ou as Prefeituras façam essa modificação. Nós, o Congresso Nacional, temos essa responsabilidade. Precisamos melhorar efetivamente, não só no discurso, a educação no Brasil. Precisamos melhorar esse índice, que é aterrorizante. De duzentos países, o Brasil é o penúltimo em eficiência. Para melhorarmos o grau de eficiência, precisamos retirar da máquina pública as acomodações, que são típicas do Brasil. Um candidato, por exemplo, a Deputado Estadual que não se elege, independentemente do partido, independentemente de partido A, B, C ou D, é colocado dentro da máquina pública. Não podemos usar a máquina pública para fazer acomodações. Máquina pública, para dar certo, tem que ter os melhores. Por isso, nós precisamos definitivamente prestigiar a meritocracia, que há muito tempo foi abandonada no Brasil. Obrigado. - 13/08/2025
O Deputado questionou o resgate de uma ex-Primeira-Dama do Peru, realizado pelo Governo Federal, e pediu investigação ao Procurador-Geral da República sobre a legalidade da operação. Afirmou que a viagem foi custeada com recursos públicos e considerou o ato um ataque à soberania do Peru. Também defendeu a instauração de um pedido de impeachment contra o Presidente Lula, argumentando que o resgate teria ocorrido à revelia das autoridades judiciárias peruanas, classificando o procedimento como criminoso e exigindo uma resposta rápida do PGR.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Peru (País),Primeira-dama,Força Aérea Brasileira (FAB),Traslado,Procuradoria-Geral da República (PGR),investigação,Impeachment,Defesa
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Nós estamos bastante preocupados. Encaminhei ao PGR uma solicitação de abertura de investigação para apurar o resgate feito pelo Governo Federal, pelo Governo Lula, de uma peruana, ladra, corrupta, ex-Primeira-Dama lá do Peru, que foi trazida para cá a expensas de recursos do povo brasileiro, em um avião da FAB. Está aqui protegida, inclusive sendo custeada, ela e um filho, com dinheiro do contribuinte brasileiro. É algo que chama muito a atenção. Então, esperamos que o PGR, no menor tempo possível, verifique a legalidade desse procedimento, que, a nosso ver, é um procedimento criminoso feito por Lula, utilizando avião da FAB, inclusive, e atacando a soberania, de que tanto falam o PT, o Lula e os seus asseclas. Cadê a soberania do Peru, que foi invadida pelo Governo brasileiro? PGR, são 30 dias já! Esperamos uma notícia sobre essa investigação, que, a meu ver, é muito fácil de ser feita. É só verificar se aconteceu realmente esse resgate. Se aconteceu, precisamos imediatamente instaurar um pedido de impeachment e já existe pedido nesse sentido contra o Lula da Silva , porque ele resgatou uma criminosa do Peru, à revelia da vontade das autoridades judiciárias. É criminoso! Por isso, nós no Congresso não podemos ficar calados. Obrigado. - 07/08/2025Breves Comunicações
O Deputado avaliou que o País atravessa momento difícil e exaltou a força de uma Oposição unida. Relatou que o plenário da Câmara dos Deputados foi ocupado por dois dias, de forma pacífica e ordeira, sem impedir o acesso do Presidente a sua cadeira. Além disso, citou reportagem de 2019 do jornal O Globo e declarações do ex-Ministro Antonio Palocci para acusar o Presidente Lula de corrupção e criticar a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). Defendeu que o Congresso retomasse sua predominância política. Por fim, afirmou que a maioria dos Parlamentares deseja votar o Projeto de Lei nº 2.858, de 2022, e apensados, que tratam de anistia aos envolvidos em atos antidemocráticos e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 333, de 2017, que extingue o foro especial por prerrogativa de função no caso dos crimes comuns.
Palavras-chave oficiais: Oposição política,obstrução,Plenário da Câmara dos Deputados,Presidente da Câmara dos Deputados,Atuação parlamentar,Congresso Nacional,predominância,Política Corrupção,Presidente da República,Reportagem,Ex-ministro de Estado,Supremo Tribunal Federal (STF) Projeto de lei ordinária,anistia,Ato antidemocrático,Proposta de Emenda à Constituição,Foro privilegiado,Maioria parlamentar,Votação
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós estamos numa quadra bastante difícil da Nação brasileira. Todos nós aqui acompanhamos o que aconteceu ontem e anteontem. Vimos a iniciativa da Oposição. E não é uma Oposição pequena, não é aquela Oposição da época do PT, que tinha o PSDB com meia dúzia de Deputados mornos, não. Agora temos uma Oposição forte, unida, com mais de cem Deputados Federais, todos muito fortes socialmente, todos potentes nas redes sociais. Foi isso que fez com que, por 2 dias, ocupássemos pacificamente e ordeiramente este plenário da Câmara. Não impedimos que ninguém entrasse. Não impedimos que ninguém subisse à Mesa. Em nenhum momento é importante que isto seja dito, Presidente Cabo Gilberto , em nenhum momento, impedimos a entrada do Presidente ou que o próprio Presidente se sentasse na cadeira da Presidência. É imperioso agora falando para todo o Brasil dizer por que isso está acontecendo. Qual é a raiz do problema? Por que a população brasileira, em sua maioria, está tão indignada? Se voltarmos um pouco no tempo, fazendo uma digressão, perceberemos como tudo começou. Eu tenho aqui uma notícia de 2019, do jornal O Globo, daquele grupo que gosta de aplaudir corruptos. Até O Globo, em 19 de janeiro de 2019, colocou em sua capa: "Palocci diz que Lula recebia propina até no avião presidencial". Está aqui. Isso a população brasileira nunca aceitou. O STF fez chicana e mascarou decisões para dizer que ele era inocente. Tiraram o sujeito da cadeia e o colocaram no Palácio do Planalto. Isso a população nunca aceitou e nunca vai aceitar! A população de bem jamais aceitará isso, senhores! É claro que a Esquerda deletéria diz que Lula é um estadista, é um homem honesto. Eles só não provam como um sindicalista que nunca pregou um prego na vida se tornou um homem milionário. De onde vem a fortuna do Lula? De onde vem a fortuna do Lula se não for de negócios espúrios, de corrupção? Inclusive, o Ministro de confiança de Lula, o Palocci, disse o quê? "Lula recebia propina até dentro do avião presidencial." Compreender esse cenário é determinante para nós chegarmos a uma solução. Presidente, para concluir, peço só mais 30 segundos. O SR. PRESIDENTE (Cabo Gilberto Silva. Bloco/PL - PB) - Conclua, Sr. Deputado. O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS) - Para acharmos uma solução, o Congresso precisa agir. É preciso que o Congresso volte a ter predominância política no Brasil. Essa predominância não é do STF, que hoje tem uma configuração que favorece Lula e seus asseclas. Isso faz muito mal ao País. Para devolver a democracia aos brasileiros, é preciso devolver a força para o Parlamento. E o Parlamento só terá força quando todos nós Deputados soubermos que canalhas, corruptos e ladrões não podem ocupar cargos de importância, como é o cargo de Presidente da República. É isso o que nós temos que entender. Fizemos aqui um protesto pacífico e ordeiro, que chamou a atenção não só do Brasil, mas do mundo inteiro. Ou o Congresso Nacional assume o seu papel, ou nós acabaremos de vez com o nosso País. Seguiremos sempre em frente, de cabeça levantada. Estamos certos de que, agora, sim, vamos votar a anistia, porque essa é a vontade da maioria dos Parlamentares. Não é a vontade de uma minoria. Nós temos maioria para votar a anistia e também para votar o fim do foro privilegiado, que empodera uma Suprema Corte covarde, que nada tem de suprema e que atua como jagunços, como capangas de Lula, para perseguir adversários, como Jair Bolsonaro. - 17/07/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da subemenda de redação apresentada às emendas do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre o licenciamento ambiental; regulamenta o inciso IV do § 1º do art. 225 da Constituição Federal; altera as Leis nºs 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e 9.985, de 18 de julho de 2000; revoga dispositivo da Lei nº 7.661, de 16 de maio de 1988; e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O PL, Partido Liberal, é o maior partido da Câmara dos Deputados e tem levado adiante toda a responsabilidade no Plenário da Câmara. Estamos hoje encerrando um semestre muito importante. Mais uma vez, Presidente, cumprimentamos V.Exa. pela resiliência e sobretudo pela responsabilidade com as pautas que são importantes não para nós do PL, mas para o povo brasileiro. Parabéns! O PL obviamente vota e orienta "sim". - 17/07/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda nº 3 do Senado Federal, para fins de supressão, apresentada ao Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre o licenciamento ambiental; regulamenta o inciso IV do § 1º do art. 225 da Constituição Federal; altera as Leis nºs 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e 9.985, de 18 de julho de 2000; revoga dispositivo da Lei nº 7.661, de 16 de maio de 1988; e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Minoria orienta "sim". É importante fazer um registro aqui. Nós ouvimos alguns relatos, e nós, no Rio Grande do Sul, Presidente, estamos enfrentando, há muito tempo, problemas burocráticos, que dizem respeito ao licenciamento quanto ao desassoreamento dos rios, que contribuíram de forma fundamental para as enchentes. O arcabouço legal que nós estamos aprovando aqui vai, inclusive, retirar, sem flexibilizar, o excesso de burocracia para licenciamentos ambientais de toda sorte, inclusive possibilitando as autorizações e as licenças ambientais para o necessário desassoreamento dos rios de todo o Brasil. Por isso, nós da Minoria orientamos "sim" e comemoramos também a aprovação do texto principal. - 16/07/2025
O Deputado encaminhou a votação do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 5.122, de 2023, que dispõe sobre a liquidação, anistia, renegociação e rebate de dívidas originárias de crédito rural para agricultores, pecuaristas, piscicultores, pescadores e carcinicultores, em geral, e dá outras providências. Além disso, elogiou a sensibilidade e o compromisso do Presidente da Câmara por manter na pauta e garantir a votação do projeto que beneficia produtores rurais, especialmente do Rio Grande do Sul. Agradeceu ao Relator Afonso Hamm, aos Deputados da bancada gaúcha e aos líderes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) pelo empenho. Por fim, enfatizou que o projeto não representa favor, mas sim um dever do Estado diante do sofrimento dos produtores afetados por crises climáticas.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, se V.Exa. me permitir, gostaria de fazer um registro aqui. São muito importantes hoje a responsabilidade e a sensibilidade que V.Exa. teve em colocar em votação essa matéria, em manter a pauta como tinha sido registrada e publicada nessa votação que é muito importante. Os produtores não só do Rio Grande do Sul, mas também de vários Estados não teriam mais tempo a esperar. Hoje, a Câmara dá uma resposta muito importante para aqueles que produzem alimentos, para aqueles que produzem riquezas, para aqueles que produzem receitas para os Municípios, os Estados e a União. Vale dizer que são os produtores rurais do setor primário que produzem, que geram educação, segurança pública, saúde pública. Então, os meus cumprimentos a V.Exa. Essa matéria não podia não ser votada hoje. E o Presidente da Câmara teve esse compromisso e manteve a pauta, apesar da pressão governista, apesar da pressão de agentes da Esquerda, do PT, representantes de Lula, que não queriam a votação porque são insensíveis. Os meus cumprimentos a V.Exa. e, mais uma vez, ao Relator Afonso Hamm, o nosso incansável Deputado Federal Afonso Hamm, que foi um verdadeiro incansável na busca dessa solução, juntamente com o Deputado Pedro Westphalen, o Deputado Alceu Moreira, o nosso Líder, o Deputado Federal Luciano Zucco e tantos outros. E, aqui, destaco também o Deputado Pedro Lupion, que é o Presidente da Frente Parlamentar da Agricultura, e também o Deputado Rodolfo Nogueira, que é o Presidente da Comissão de Agricultura, que, juntos com o Deputado Marcelo Moraes, Coordenador de toda a bancada gaúcha, com 31 Deputados e mais três Senadores, fizeram com que chegássemos hoje a ponto de votarmos o projeto. Teremos aqui, Deputado Osmar Terra, pelo menos 330 votos de Deputados e Deputadas responsáveis, sensíveis a uma demanda que não é favor; ao contrário, é um dever do Estado estender a mão num momento difícil em que os produtores do País precisavam, e hoje a Câmara Federal dá a sua resposta. Parabéns! - 16/07/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 5.122, de 2023, que dispõe sobre a liquidação, anistia, renegociação e rebate de dívidas originárias de crédito rural para agricultores, pecuaristas, piscicultores, pescadores e carcinicultores, em geral, e dá outras providências, bem como altera a Lei nº 14.554, de 2023, que altera as Leis nºs 13.999, de 18 de maio de 2020, 14.166, de 2021, 11.540, de 2007, e 14.042, de 2020, para tratar do refinanciamento de dívidas e altera a Lei nº 7.827, de 1989, a fim de sanar omissão legislativa. Na ocasião, alertou que, se o agronegócio colapsar, todo o país seria impactado.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário,Agronegócio
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O SR. SANDERSON (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Minoria orienta "não". É importante dizer que a votação, hoje, da securitização, da renegociação, do alongamento das dívidas deveria ter acontecido há muito tempo porque os produtores gaúchos não só os do Rio Grande do Sul, mas também os produtores de vários Estados assolados por intempéries, por secas, por estiagens, por enchentes não aguentam mais esperar. Eles estão agindo em estado de necessidade. Não há mais espaço para nada. A Minoria quer votar o mérito. A Câmara precisa votar o mérito. Nós vamos trabalhar para que Senado, no menor tempo possível, também vote esta securitização. Como eu disse, trata-se de um estado de necessidade, de urgência urgentíssima, sob pena de todo o setor primário, em especial o do Rio Grande do Sul, sucumbir. Se o agronegócio sucumbir, o Brasil inteiro vai falir. A orientação é "não" ao requerimento de adiamento.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2020 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.