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Detector de Bananada
Foto de Rodrigo Rollemberg

Deputado · Câmara

Rodrigo Rollemberg

PSB · DF

Centro-esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Rodrigo Sobral Rollemberg · 67 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 91 de 100, Cara Bom0406080100

91/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 94% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 89%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 76%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 86%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 94%das 244 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 98%das 132 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.rodrigorollemberg@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5542
Gabinete
Gabinete 542, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 128 de 129 sessões

Melhor que 89% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

89%

Registrou voto em 314 de 352 votações nominais

Melhor que 78% dos deputadosMédia do partido: 81%

Iniciativas que viraram lei

0

de 30 projetos apresentados (0%)

5 avançaram · 24 em andamento · 1 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

94%

Em 244 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 84% dos deputadosMédia do partido: 92%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

138 discursos na tribuna · de 07/08/2025 a 03/09/2026.

  • 26/03/2026

    O Deputado criticou a gestão do Governo do Distrito Federal e associou a administração a uma sequência de denúncias envolvendo operações financeiras e contratos públicos. Citou o caso do Banco Master, a tentativa de aquisição pelo BRB e um acordo com o PicPay para crédito consignado a servidores, mencionando repasses ao escritório ligado ao Governador Ibaneis Rocha. Também relatou decisão do Tribunal de Contas que considerou ilegal o contrato com a instituição financeira e apontou conexões entre a Vice-Governadora Celina Leão e Daniel Vorcaro. Afirmou que havia expectativa em torno de esclarecimentos sobre os fatos e cobrou providências diante de possíveis prejuízos ao patrimônio público do Distrito Federal.

    Palavras-chave oficiais: Governador,Distrito Federal (Brasil),Banco Master,Banco de Brasília (BRB),Vice-governadora

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, no próximo dia 28, o Governador Ibaneis Rocha deixa o Governo do Distrito Federal, mas os escândalos não deixam o Distrito Federal. É impressionante a sucessão de escândalos que envolvem o Governador Ibaneis. Nunca vivemos isso no Distrito Federal, com essa intensidade. Vejam que, depois do Master, da compra de 12 bilhões de reais em títulos inexistentes, da tentativa de compra do Banco Master pelo BRB, de Vorcaro ligando da casa do Governador dizendo que iniciaria uma operação de guerra para garantir a compra do Banco Master pelo BRB, agora a imprensa noticia o acordo do PicPay. O GDF fecha um acordo com o banco PicPay, um banco ligado à JBS, para oferecer crédito consignado aos servidores do Distrito Federal. Quatro dias depois, 1 milhão de reais estavam na conta do escritório de Ibaneis. E, depois, a cada mês, mais 1 milhão. Foram retirados 84 milhões de reais das contas de servidores do GDF, segundo matéria publicada hoje. Mas não é só isso, Sr. Presidente. O Tribunal de Contas entendeu como ilegal o contrato do GDF com o PicPay. E agora há a revelação de várias ligações entre a Vice-Governadora Celina Leão, que é do partido do Presidente Ciro Nogueira, e o Sr. Daniel Vorcaro. Onde vamos parar, Sr. Presidente? Eu tenho convicção de que o Governador Ibaneis está antecipando sua saída porque não quer ser Governador no dia 31 de março, quando o BRB terá, ou teria, que publicar o seu balanço, que vai demonstrar o rombo fruto da roubalheira desse Governador e desse Governo Ibaneis! Trata-se de verdadeira roubalheira contra a população do Distrito Federal. E o que percebemos é uma verdadeira inércia do Governador quanto à resolução do problema. Ele faz uma cena, manda para a Câmara um projeto de lei que permitiria a utilização de patrimônio público para cobrir o rombo, o roubo provocado por seu Governo, mas, até hoje, não tomou nenhuma providência em relação aos conselhos das estatais, para poder aprovar tanto a utilização de terrenos de sua propriedade quanto parte dos dividendos, dos recursos, dos lucros dessas estatais, para cobrir o rombo, o roubo do BRB. Sr. Presidente, é muito importante essa delação de Daniel Vorcaro. Estou muito curioso a respeito dessa delação. É muito importante que Daniel Vorcaro conte tudo, diga como foi a participação do Governador Ibaneis, quais são os conteúdos desse diálogo com a Vice-Governadora Celina Leão, quem ganhou e quanto ganhou por essa fraude bilionária contra o BRB, que é um patrimônio da população de Brasília. A população aguarda respostas.
  • 26/03/2026

    O Deputado elogiou o Deputado Rafael Prudente pelo relatório da Medida Provisória nº 1.326, de 2025, que dispõe sobre o reajuste da remuneração das forças de segurança pública do Distrito Federal, da remuneração da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar dos ex-Territórios Federais e do antigo Distrito Federal e do valor do auxílio-moradia dos militares que especifica e sobre a extinção de cargos efetivos vagos. Ademais, destacou o acolhimento de emenda de sua autoria que garante a ascensão a um posto acima para policiais militares e bombeiros no momento da passagem para a reserva. Além disso, parabenizou a Senadora Leila Barros e a bancada do Distrito Federal pelo trabalho conjunto pela aprovação da matéria. Por fim, reconheceu o apreço do Presidente Lula pelas forças de segurança do Distrito Federal.

    Palavras-chave oficiais: Relator,Medida provisória,Reajuste salarial,Remuneração,Política salarial,Política de segurança pública,Governo do Distrito Federal,Polícia militar,Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF),Relatório (processo legislativo),Senadora,Atuação parlamentar,Bancada parlamentar,Distrito Federal (Brasil),Emenda,Autor (proposição legislativa),Deputado federal,reserva,Policial militar,Bombeiro militar,Presidente da República

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Mais uma vez, Sr. Presidente, quero reconhecer o trabalho do Relator Rafael Prudente e dizer da minha satisfação quanto à emenda que apresentei para garantir a ascensão do policial militar ou do bombeiro militar a um posto acima no momento em que vai para a reserva. Como V.Exa. disse, essa é uma reivindicação antiga, é uma reivindicação justa e reconhece a importância do papel que os policiais militares, os bombeiros militares, os profissionais das forças de segurança exercem ao longo da carreira. Muito obrigado a V.Exa. Parabéns à Senadora Leila, ao Relator da matéria e a todos os membros da bancada do Distrito Federal, que trabalharam conjuntamente para que essa matéria fosse aprovada. Registro o reconhecimento ao Presidente Lula. É muito importante registrar o apreço e o respeito que o Presidente Lula tem demonstrado às forças de segurança do Distrito Federal. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 26/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de destaque de preferência para votação do texto original da Medida Provisória nº 1.326, de 2025, que dispõe sobre o reajuste da remuneração das forças de segurança pública do Distrito Federal, da remuneração da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar dos ex-Territórios Federais e do antigo Distrito Federal e do valor do auxílio-moradia dos militares que especifica e sobre a extinção de cargos efetivos vagos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de destaque de preferência,Texto legislativo,Medida provisória,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1987),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PSB vai orientar "não". Nós queremos aprovar a medida provisória como foi aprovada na Comissão Mista. Lembro que o Relator acatou uma emenda de nossa autoria que garante que, quando vão para a reserva, sobem um posto o policial militar e o bombeiro. Mas também quero lamentar, porque duas outras emendas apresentadas por nós não foram acolhidas. Uma delas trata do serviço voluntário como verba indenizatória, não como verba remuneratória — com isso, não incidiriam taxas ou impostos. A outra garante que o auxílio-moradia seja igual para todos, independentemente do tamanho da família. Infelizmente, essas últimas não foram acolhidas, mas a emenda que faz com que subam um posto o policial militar e o bombeiro no momento em que vão para a reserva foi acolhida. Nós queremos votar o texto com essas emendas. Portanto, a gente orienta "não", para que a gente possa votar o texto aprovado na Comissão Mista.
  • 24/03/2026Homenagem

    O Deputado discursou na sessão solene destinada ao lançamento da Agenda Legislativa da Indústria 2026. Ressaltou o papel integrado entre indústria, ciência e inovação diante de desafios globais, como conflitos, mudanças climáticas e protecionismo. Além disso, destacou a reconfiguração do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial — CNDI e a aprovação do Acordo Mercosul-União Europeia. Apontou avanços recentes no crescimento industrial e a importância de políticas públicas estruturadas para reverter a desindustrialização. Também defendeu a consolidação de uma política industrial como política de Estado, com foco em inovação, sustentabilidade e competitividade. Ademais, informou sobre a tramitação do Projeto de Lei nº 4.133, de 2023, acerca de diretrizes industriais, e reforçou a necessidade de segurança jurídica e estímulo ao investimento.

    Palavras-chave oficiais: Sessão solene,Agenda legislativa,Indústria,inovação,Ciência e tecnologia,Política industrial,Competitividade,sustentabilidade,desenvolvimento,Segurança jurídica,Investimento,Projeto de lei ordinária,Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Brasileira,Acordo Provisório de Comércio entre o Mercado Comum do Sul - Mercosul e seus Estados-Partes, de um lado, e a União Europeia - UE, de outro (2026),Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Para discursar. Sem revisão do orador.) - Cumprimento o prezado Presidente Deputado Sergio Souza, o prezado Ricardo Alban, Presidente da Confederação Nacional da Indústria, o prezado Deputado Gastão. Cumprimento todos os autores deste requerimento; todos os Presidentes de federações, na pessoa do Sr. Jamal Jorge Bittar, Presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal — Fibra; e todos os convidados. Inicio, Ricardo Alban, lembrando a potência da indústria nesta sessão. Nesta legislatura, eu ainda não tinha visto este plenário tão cheio, tão prestigiado, como está hoje. Parabéns a todos vocês! Ontem, nós tivemos aqui uma sessão em homenagem aos 75 anos do CNPq. Hoje, temos aqui esta sessão em homenagem à Confederação Nacional da Indústria, lembrando que ciência, tecnologia, inovação e indústria sempre têm que caminhar juntas. Vivemos um dos momentos mais desafiadores da história da humanidade e, portanto, também do Brasil: guerras, fim do multilateralismo, protecionismo, mudanças climáticas no ambiente externo e juros escorchantes no ambiente interno. Isso traz desafios enormes para a indústria brasileira. Daí a importância de estarmos todos reunidos em torno de uma agenda que não é uma agenda para a indústria; é uma agenda para o Brasil, é uma agenda para o desenvolvimento do Brasil. Tive a oportunidade de servir ao Brasil, recentemente, como Secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, sob a liderança do Vice-Presidente e Ministro Geraldo Alckmin. Percebi ali como é importante esse diálogo permanente entre setor produtivo, Governo e comunidade científica. Não por outro motivo, foi reconfigurado, reinaugurado, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial — CNDI. Ele contribuiu para a elaboração de uma nova política industrial, a Nova Indústria Brasil, sustentada em dez missões. Isso é extremamente importante. Nós podemos e devemos celebrar os avanços ao longo desses 3 anos. A indústria cresceu 1,7% em 2023; 3,1% em 2024; e 1,4% em 2025. Embora esses números sejam modestos, é importante registrar que eles acabaram com uma tendência de desindustrialização severa que o Brasil vinha experimentando ano a ano. Recentemente, esta Câmara aprovou um dos projetos que já estão definidos como prioritários dessa agenda, o Acordo Mercosul-União Europeia. Se, por um lado, a aprovação desse acordo é extremamente importante, porque cria um mercado comum enorme, um dos maiores do mundo, por outro lado, isso também traz desafios que precisamos enfrentar, somados aos desafios da geopolítica mundial, que eu já tinha colocado anteriormente. Daí a importância de termos uma política industrial que seja política de Estado, e que não seja apenas política do Governo; que dê tranquilidade, dê segurança jurídica para aqueles que querem investir no Brasil. Uma política que tenha como diretrizes a inovação, a sustentabilidade, a produtividade, o estímulo ao mercado interno, utilizando a competitividade nas cadeias globais de valor; que também possamos usar todos os instrumentos da política pública, como crédito subsidiado, propriedade intelectual, uso de poder de compra do Estado, subvenção econômica para o desenvolvimento tecnológico. É com muita alegria que anuncio, Sr. Presidente, que há 2 semanas atrás aprovamos o requerimento de urgência para apreciarmos o PL de autoria do Deputado Heitor Schuh e da bancada do PSB, PL do qual sou o Relator, que é o PL 4.133/2023, que define diretrizes para a política industrial. Nós já temos uma versão do relatório pronta, construída junto com a CNI, junto com o Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Estamos fazendo pequenos ajustes com o Governo para que possamos apresentar, e votar, Deputado Arnaldo Jardim, já na primeira semana de abril, esse projeto que é indispensável para proteger e promover a indústria brasileira. Proteger e promover a indústria brasileira é proteger e promover o Brasil. Estamos juntos nessa luta. Parabéns, Alban, parabéns a todos vocês por esta sessão, que nos mobiliza, a todos, em defesa da indústria, em defesa do Brasil. Muito obrigado.
  • 18/03/2026

    O Deputado elogiou o Relator do Projeto de Lei nº 6.894, de 2013, que dispõe sobre a vinculação de bolsistas de iniciação científica para ensino superior e médio, estudantes de escolas técnicas federais e prestadores de serviço militar obrigatório, ao Regime Geral de Previdência Social e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Segurado obrigatório,Aluno bolsista,Educação superior,Ensino médio,Serviço militar obrigatório,Escola técnica federal,Regime Geral de Previdência Social (RGPS),Elogio,Relator

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu quero cumprimentar o Relator Ricardo Galvão pelas explicações que trouxe aqui. O Deputado é um patrimônio da ciência brasileira. Este projeto demonstra o compromisso do Brasil com a ciência brasileira. Ao permitir que os alunos de pós-graduação, de mestrado e de doutorado já possam fazer as suas contribuições para a Previdência, que esse tempo já possa contar para a aposentadoria, isso demonstra um apreço, um respeito com aqueles que dedicam sua vida a seguir uma carreira científica, que é absolutamente estratégica para o País. Qualquer brasileiro que queira o bem deste País, que queira um país soberano, que queira um país em que se invista com qualidade deve apoiar este projeto. Eu fiz questão de reiterar nossa posição, e lhe agradeço, Presidente, para dizer que nós votaremos "sim", em benefício do Brasil, apoiando o relatório do Deputado Ricardo Galvão.
  • 17/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2021, que altera a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, para permitir o enquadramento como Microempreendedor Individual (MEI) de pessoa com receita bruta anual igual ou inferior a R$ 130.000,00 (cento e trinta mil reais), bem como para permitir que o MEI contrate até 2 (dois) empregados.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1987),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero cumprimentar V.Exa. por ter pautado esta matéria, que é da maior importância. Um dos primeiros projetos que apresentei, quando retornei a esta Casa, foi exatamente para aumentar o limite de faturamento dos microempreendedores individuais. A proposta que está apensada a este projeto, cuja urgência estamos votando, é da maior importância para fazer justiça aos microempreendedores individuais de todo o País. É importante registrar que esse é um segmento estratégico para a economia brasileira. Eles estão em todos os locais do Brasil e, certamente, votar a urgência hoje e votar ainda esta semana ou na semana que vem o mérito deste projeto vai lhes fazer justiça e impulsionar a economia real em todos os cantos do País. O PSB vota "sim".
  • 10/03/2026

    O Deputado anunciou que o PSB ingressou no Supremo Tribunal Federal com ação que solicitou o afastamento do Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e a abertura de investigação sobre sua atuação. Citou reportagens que apontaram ligação entre escritório do Governador e o fundo Reag, investigado na Operação Carbono Oculto, associada a apurações sobre o Banco Master. Também mencionou a relação de outro escritório com sócio do Secretário da Casa Civil do Governo local. Informou que o pedido ao STF incluiu investigação de crimes como corrupção passiva, tráfico de influência, advocacia administrativa, gestão temerária, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Relatou ainda que apresentou mandado de segurança para cobrar a instalação da CPI do Banco Master na Câmara dos Deputados.

    Palavras-chave oficiais: afastamento,Governador,Distrito Federal (Brasil),Banco de Brasília (BRB),Banco Master,Fraude,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, quero apenas anunciar que o PSB entrará neste momento com ação no Supremo Tribunal Federal solicitando o afastamento do Governador Ibaneis e a abertura de uma investigação contra ele. Hoje, saiu mais uma matéria mostrando a ligação do escritório do Governador Ibaneis com o fundo Reag, que é aquele fundo que está sendo investigado pela Operação Carbono Oculto, uma operação de 38 milhões de reais, e que faz parte da estrutura central do escândalo envolvendo o Banco Master. Agora jornais acabam de publicar que também o outro escritório envolvido nesta questão é o escritório do sócio do Secretário da Casa Civil do Governo Ibaneis, o Gustavo Rocha. Nós solicitaremos ao Ministro André Mendonça — e o faremos, por prevenção, porque queremos que o processo vá para ele — que investigue crimes previstos no Código Penal como corrupção passiva, tráfico de influência, advocacia administrativa, gestão temerária de instituição financeira, crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Nós, Sra. Presidente, não podemos admitir que fique sem investigação este megaescândalo do Banco Master. Nesse sentido, ontem, impetramos mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal para determinar que o Presidente Hugo Motta imediatamente instale a CPI do Banco Master, porque, como eu já disse aqui, não há nenhuma razão para que não o faça, já que cumprimos o art. 58, § 3º, da Constituição Federal e o Regimento Interno da Casa. Não existe nenhuma CPI em funcionamento neste momento. O que poderia impedir a instalação da CPI seria o funcionamento simultâneo de cinco Comissões Parlamentares de Inquérito. Portanto, não há nenhuma razão para não ser instalada a CPI, a não ser a falta de vontade política de investigar esse que é o maior crime financeiro da história do Brasil. A gente, aos poucos, vai vendo aquilo que a gente já vinha dizendo: o envolvimento, até o pescoço, do Governador Ibaneis Rocha com esse que foi o maior crime financeiro da história do Brasil. Alguém consegue imaginar que um banco — que era um banco sério até então, Sra. Presidenta — como o BRB possa comprar 12 bilhões de reais de títulos inexistentes? A SRA. PRESIDENTE (Daniela do Waguinho. Bloco/UNIÃO - RJ) - Peço-lhe que conclua, Deputado. O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF) - Depois de uma operação dessas, que foi defendida com tanto entusiasmo pelo Governador Ibaneis, que, conforme depoimentos e gravações reveladas, esteve na casa do Vorcaro, e o Vorcaro esteve na casa dele, ou seja, combinaram pessoalmente toda essa transação, é claro que isso não pode ficar impune. A população do Distrito Federal e a população brasileira exigem a investigação e a punição.
  • 10/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 533, de 2024, que institui a Política Nacional “Mais Cultura nas Escolas” e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1987),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O PSB orienta "sim". Eu fico surpreso — e eu gostaria que a população brasileira prestasse atenção nisso — como alguns partidos podem ser contrários à cultura nas escolas. Nós temos uma imensa diversidade neste País, que faz a riqueza deste País e que é fundamental para a construção da identidade nacional. Isso é que faz o Brasil um país respeitado em todo o mundo. Eu não consigo entender como é que há partidos políticos que orientam contra um projeto que dispõe sobre mais cultura nas escolas. O PSB quer mais cultura nas escolas. Portanto, orienta "sim" ao projeto de autoria da Deputada Jandira Feghali.
  • 03/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta  do Projeto de Lei nº 5.490, de 2025, que dispõe sobre a criação de cargos efetivos, cargos em comissão e funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Conselho Nacional de Justiça.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1987),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PSB orienta "não" à retirada de pauta. Nós estamos falando da criação de cargos que serão preenchidos por concurso público em um órgão que fiscaliza a Justiça. É importante lembrar algumas ações recentes do CNJ no sentido de punir desembargadores que não cumpriram a sua missão como deveriam. Nós não queremos a retirada de pauta e queremos aprovar a matéria. Quero aproveitar para cumprimentar o Presidente da Associação dos Servidores da Justiça do Distrito Federal — Assejus, Fernando Freitas, que atuou fortemente para que houvesse a aprovação do projeto que aprovamos há pouco para a recomposição salarial do MPU — Ministério Público da União e também deste projeto enviado pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal para a criação de cargos no Conselho Nacional de Justiça. O nosso voto é "não" à retirada de pauta.
  • 03/03/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 3.879, de 2024, que altera a Lei nº 13.316, de 20 de julho de 2016, que dispõe sobre as carreiras dos servidores do Ministério Público da União e as carreiras dos servidores do Conselho Nacional do Ministério Público.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, vou mais uma vez repetir e deixar claro: nós não estamos aqui tratando de qualquer aumento que extrapole o teto constitucional. Nós não estamos tratando aqui de qualquer penduricalho. É muito importante que a população brasileira saiba efetivamente o que está sendo discutido neste momento. O que nós estamos tratando aqui é da recomposição salarial de uma categoria que teve uma defasagem salarial nos últimos anos de 35%. Portanto, este reajuste não será capaz sequer de recuperar o conjunto das perdas. Por outro lado, é uma questão de isonomia. Nós já tivemos aqui a avaliação do projeto do Poder Judiciário, do Tribunal de Contas, do Congresso Nacional. Portanto, é uma questão de isonomia. Agora, é muito importante registrar que essa recomposição salarial é para os servidores do Ministério Público, não é para promotor, não é para procurador, é para servidores que cumprem uma tarefa extremamente importante nas diversas áreas de ação do Ministério Público, como a de investigar a boa aplicação do recurso público. Portanto, é importante que tenhamos servidores bem remunerados, motivados, ganhando dentro do teto constitucional. É muito importante registrar isso. Eu quero aproveitar aqui para fazer um registro da atuação do Renato Cantoni, que, desde que eu cheguei aqui — sou autor do requerimento de urgência para apreciação desse projeto de lei —, procurou as lideranças Parlamentares, sempre mostrando com argumentos muito claros a importância de se fazer essa recomposição salarial. Cumprimento todos aqui e solicito sensibilidade, porque fortalecer o serviço público e o servidor público, sempre dentro dos limites do teto constitucional, é extremamente importante para a valorização desses servidores tão importantes na prestação desses serviços. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 03/03/2026

    O Deputado esclareceu que a recomposição salarial de 8% prevista no Projeto de Lei nº 3.879, de 2024, que altera a Lei nº 13.316, de 20 de julho de 2016, que dispõe sobre as carreiras dos servidores do Ministério Público da União e as carreiras dos servidores do Conselho Nacional do Ministério Público, não beneficia Procuradores nem Promotores. Ademais, enfatizou que a confusão resulta de matéria jornalística sobre salários extrateto de membros do Ministério Público e que a proposição em apreço não trata de penduricalhos, mas de recomposição salarial de servidores da instituição.

    Palavras-chave oficiais: Recomposição salarial,Projeto de lei ordinária,Servidor público,Ministério Público da União (MPU),Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP),Promotor de Justiça,Procurador,Reportagem,Teto constitucional,Remuneração

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero apenas fazer um esclarecimento, pois está havendo um mal entendido. Esse aumento — na verdade, essa recomposição salarial de 8%, dividida em três vezes — atende apenas aos servidores do Ministério Público, não atende nem a procuradores, nem a promotores. Essa confusão ocorre em função de uma matéria que saiu num jornal de grande circulação nacional falando que alguns procuradores e promotores recebem acima do teto. Não é o caso dos servidores do Ministério Público. Nós não estamos tratando de extrateto, de penduricalho, mas de recomposição salarial dos servidores do Ministério Público. É bom isso ficar claro para todos os Parlamentares aqui presentes.
  • 03/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 3.879, de 2024, que altera a Lei nº 13.316, de 20 de julho de 2016, que dispõe sobre as carreiras dos servidores do Ministério Público da União e as carreiras dos servidores do Conselho Nacional do Ministério Público.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1987),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PSB orienta "não" à retirada de pauta. É importante que a população brasileira saiba que nós estamos tratando aqui de uma recomposição salarial. Nos últimos anos, a perda salarial dos servidores do Ministério Público foi de 35%. E o que nós vamos aprovar aqui é uma reposição de 8% ao ano, durante 3 anos. A gente já sabe que há um acordo com o Presidente da República, que já vetou os aumentos dos anos seguintes. Mas é fundamental garantir a aprovação desta matéria e essa reposição de 8% para os servidores do Ministério Público, até por uma questão de isonomia. Nós fizemos isso com o Poder Judiciário, nós fizemos isso com os servidores do Tribunal de Contas, da Câmara e do Senado, e, por uma questão de isonomia, devemos fazer com o Ministério Público. Aqui não há penduricalho, aqui há recomposição salarial.
  • 02/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 6.139, de 2023, que estabelece o sistema brasileiro de apoio oficial ao crédito à exportação e altera a Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012; a Lei nº 9.818, de 23 de agosto de 1999; e a Lei nº 10.184, de 12 de fevereiro de 2001.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1987),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, em defesa da Nova Indústria Brasil, em defesa de empregos qualificados e bem remunerados, em defesa do Brasil, o PSB orienta "sim".
  • 02/03/2026

    O Deputado esclareceu ao Deputado Pauderney Avelino sobre um item do Projeto de Lei nº 6.139, de 2023, que trata de financiamentos à exportação de serviços. Na sequência, leu dispositivo que proibia novas operações de crédito entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e entes públicos externos inadimplentes com a República Federativa do Brasil, salvo em caso de renegociação formalizada da dívida. Além disso, afirmou que a preocupação apresentada pelo Parlamentar foi contemplada no texto, ao estabelecer regra clara para evitar concessões a devedores em situação irregular. Por fim, sustentou que o projeto afastou riscos quanto à celebração de novos contratos nessas condições.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Comércio exterior,Financiamento,País estrangeiro,Inadimplente,Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES),renegociação

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    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu tenho profunda admiração pelo Deputado Pauderney Avelino, sei que é um grande representante do Estado do Amazonas. Deputado, o § 4º do art. 8º do diz: "É proibida, nos financiamentos à exportação de serviços, a concessão de novas operações de crédito entre o BNDES e as pessoas jurídicas de direito público externo inadimplentes com a República Federativa do Brasil, exceto nas hipóteses em que houver a formalização da renegociação da dívida". Portanto, essa preocupação de V.Exa., preocupação justa, correta, está contemplada no projeto. Não há risco de acontecer isso. O projeto está muito claro no que diz respeito à preocupação de V.Exa.
  • 02/03/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 6.139, de 2023, que estabelece o sistema brasileiro de apoio oficial ao crédito à exportação e altera a Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012, a Lei nº 9.818, de 23 de agosto de 1999, e a Lei nº 10.184, de 12 de fevereiro de 2001. Na oportunidade, ressaltou ou a política de reindustrialização do país lançada em 2024, denominada Nova Indústria Brasil (NIB), coordenada pelo Vice-Presidente Geraldo Alckmin; a atuação da equipe liderada por Aloizio Mercadante na condução das políticas de financiamento ao setor produtivo; e o apoio de instituições como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável,Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil),Programa de Financiamento às Exportações (PROEX),Nova Indústria Brasil (NIB),Reindustrialização,Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)

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    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, em janeiro de 2024, o Presidente Lula lançou a Nova Indústria Brasil, a nova política de industrialização, liderada pelo Vice-Presidente, o Ministro Geraldo Alckmin. Como parte desse processo, foi recriado o Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial — CNDI, que tem a participação do setor produtivo, que tem a participação da academia, que tem a participação do Governo. O Brasil, depois de um processo severo de desindustrialização, começou a recuperar sua indústria. A Nova Indústria Brasil foi construída em cima de seis missões e vem tendo sucesso muito positivo. Nós tivemos no ano de 2025, já como resultado dos anos de 2024 e 2025, resultados significativos na retomada da indústria brasileira, no crescimento da indústria brasileira. Nesse processo, tivemos uma atuação muito forte da CNI, tivemos uma ação muito forte da Apex e uma ação excepcional do BNDES. É preciso registrar aqui que o ex-Senador Aloizio Mercadante montou um time de primeira qualidade no BNDES, que vem sustentando o desenvolvimento da indústria no Brasil. Como tive a oportunidade de ressaltar, mesmo em um momento conturbado da geopolítica mundial, países como Reino Unido, França, Estados Unidos têm uma indústria muito mais forte que a do Brasil, países como Índia e Vietnã têm políticas de estímulo à exportação, porque isso é do interesse nacional. E o que nós estamos aqui defendendo é o interesse nacional. É importante registrar aos Parlamentares de Oposição que o autor desta proposição é um Senador do Republicanos, o que demonstra claramente que aqui nós não estamos falando de partido A, B ou C, de esquerda ou de direita. Nós estamos falando do interesse nacional. Portanto, essa medida é extremamente importante para o crescimento da nossa indústria, para o fortalecimento da nossa indústria, especialmente do setor exportador, que é extremamente agregador de valores, no momento em que há uma disputa mundial por mercados. Portanto, eu peço a todos o apoio a este projeto.
  • 02/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 6.139, de 2023, que estabelece o sistema brasileiro de apoio oficial ao crédito à exportação e altera a Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012, a Lei nº 9.818, de 23 de agosto de 1999, e a Lei nº 10.184, de 12 de fevereiro de 2001. Argumentou que políticas públicas de apoio às exportações são adotadas por diversas economias, citando Reino Unido, França, Estados Unidos, além de países em desenvolvimento como Vietnã e Índia. Além disso, ressaltou apoio de entidades do setor produtivo, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Por fim, defendeu que o Congresso priorize o debate sobre políticas de desenvolvimento econômico e fortalecimento da competitividade do país.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1947),Voto contrário Exportação,Comércio exterior,Confederação Nacional da Indústria (CNI),Desenvolvimento econômico,Competitividade internacional,Pauta (processo legislativo),Congresso Nacional

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    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o que está colocado aqui é de interesse do País. Nós não vamos entrar nesse debate de baixo nível que ofende a população brasileira. É importante registrar que países como Reino Unido, França, Estados Unidos e países em desenvolvimento como Vietnã e Índia têm políticas industriais de apoio à exportação. Isso é de interesse do País. Não é por outro motivo que a Confederação Nacional da Indústria está apoiando essa matéria. É lamentável ver Parlamentares que defenderam as taxas impostas pelo Governo Trump à indústria brasileira, à economia brasileira e ao agronegócio brasileiro não quererem ajudar um setor importante da economia brasileira, que é o setor exportador. Portanto, "não" à retirada de pauta. Vamos votar o projeto, vamos deixar questões menores de lado e defender o interesse nacional. Muito obrigado.
  • 02/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 6.139, de 2023, que estabelece o sistema brasileiro de apoio oficial ao crédito à exportação e altera a Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012, a Lei nº 9.818, de 23 de agosto de 1999, e a Lei nº 10.184, de 12 de fevereiro de 2001.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1947),Voto contrário

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    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, há um equívoco. Eu lamento muito a posição do NOVO nessa matéria. O Brasil vinha vivendo um processo de desindustrialização terrível, avassalador. A partir do lançamento da Nova Indústria Brasil, o País tem recuperado a sua indústria, a partir da liderança do Vice-Presidente Ministro Geraldo Alckmin. Os indicadores estão aí para demonstrar isso. O que me chama atenção é que todos os países desenvolvidos têm políticas de incentivo à exportação. Hoje, nós temos uma disputa por mercados internacionais. Votar contra esse projeto é votar contra a indústria nacional, é votar contra a economia nacional. Portanto, nós fazemos um apelo a todas as Lideranças de partidos para que pensem no Brasil e votem "não", pela não retirada de pauta. Espero que possamos aprovar essa matéria indispensável para o desenvolvimento brasileiro.
  • 02/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 5.764, de 2025, que altera a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, e a Lei nº 1.079, de 10 de abril de 1950, para assegurar a transparência ativa de gastos públicos e coibir a classificação indevida ou imoral de despesas sob alegação de sigilo.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1987),Voto favorável

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    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero lembrar que o PSB é o autor da Lei da Transparência, a Lei Capiberibe. E tenho a honra de dizer que eu era o Líder do PSB na Câmara dos Deputados quando priorizamos essa agenda, que obriga que todos os gastos, todos os pagamentos do poder público fiquem à disposição da população em tempo real. Essa é uma grande conquista que surgiu a partir desse projeto do Senador João Alberto Capiberibe. Portanto, defendemos a transparência total. É por isso que nós queremos que seja criada a CPI do Banco Master, para esclarecer todos os pormenores à população brasileira. Nós encaminhamos o voto "sim".
  • 25/02/2026

    O Deputado cobrou esclarecimentos sobre o reajuste anunciado para servidores terceirizados da Câmara. Relembrou que, em sessão anterior, o Presidente Hugo Motta informou a concessão de aumento no auxílio-alimentação, a adoção do modelo de conta vinculada e um reajuste salarial entre 10% e 12%. Informou que trabalhadores o procuraram para relatar que o percentual não constou nos contracheques. Solicitou à Presidência a verificação do caso, apontando a possibilidade de as empresas contratadas não terem repassado o valor informado. Destacou a importância dos terceirizados para o funcionamento da Casa e afirmou aguardar retorno oficial sobre a situação.

    Palavras-chave oficiais: Trabalhador terceirizado,Câmara dos Deputados,Reajuste salarial

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    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, na sessão do dia 3 de fevereiro, quando iríamos votar o reajuste dos servidores da Câmara, o Presidente Hugo Motta anunciou que, no início da sua gestão, tinha concedido, para a alegria dos servidores terceirizados da Casa, o aumento do auxílio-alimentação e a instituição do modelo de conta vinculada para todos os contratos de terceirizados, medidas que foram extremamente importantes. Mas ele anunciou também que, no início da sua gestão — e eu ainda tentei fazer essa observação na presença dele —, esses servidores terceirizados teriam recebido um aumento de 10% a 12% em seus salários. Eu fui procurado pelos servidores terceirizados, que dizem que esse aumento não chegou aos contracheques deles. Portanto, seria importante, Presidente Dr. Zacharias Calil, Presidente Hugo Motta, conversar, averiguar isso, porque pode ser que as empresas estejam recebendo a mais e não estejam repassando o salário reajustado aos terceirizados, como o Presidente Hugo anunciou aqui, para a alegria deles. É uma alegria o reconhecimento dos terceirizados em relação ao aumento do auxílio-alimentação e à instituição do modelo de conta vinculada, mas há uma decepção, uma tristeza, porque, de fato, o aumento de 10% a 12% não foi... (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Dr. Zacharias Calil. Bloco/UNIÃO - GO) - Peço-lhe que conclua, Deputado, por favor. O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF) - Segundo os servidores, esse aumento de 10% a 12% anunciado pelo Presidente Hugo Motta não apareceu nos salários deles. Esses servidores são os mais simples desta Casa, que recebem os menores salários, mas que prestam serviços extremamente relevantes, indispensáveis para o bom funcionamento da instituição. Deixo esse registro, aguardando o retorno da Presidência.
  • 25/02/2026Breves Comunicações

    O Deputado cobrou a instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar denúncias envolvendo o Banco Master e questionou a ausência de resposta do Presidente da Câmara ao seu pedido de esclarecimento. Afirmou que o Governador Ibaneis Rocha enviou projeto à Câmara Legislativa prevendo a oferta de terrenos públicos como garantia para empréstimo destinado a cobrir prejuízo estimado em R$ 6,6 bilhões relacionado a operação entre o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master. Por fim, defendeu a apuração dos fatos, eventual responsabilização dos envolvidos e criticou impactos sobre serviços públicos no Distrito Federal.

    Palavras-chave oficiais: Banco Master,Denúncia,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),instalação,Distrito Federal (Brasil),Governador,Banco de Brasília (BRB),Prejuízo

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    O SR. RODRIGO ROLLEMBERG (PSB - DF. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, eu apresentei uma questão de ordem recentemente, ainda não respondida pelo Presidente Hugo Motta, indagando por que ainda não foi instalada a Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar os escândalos do Banco Master. Nós vamos cobrar isso do Presidente Hugo Motta hoje na sessão, mas eu quero adiantar, Sr. Presidente, o absurdo que nós estamos vivendo. O Governador do Distrito Federal, que foi o grande garoto-propaganda dessa operação, encaminhou um projeto à Câmara Legislativa colocando oito terrenos como garantia de um empréstimo de 6,6 bilhões de reais para cobrir o rombo provocado por ele e pelo Presidente do BRB. Ele tinha colocado, primeiro, um terreno numa área de reserva biológica do Guará. Com a nossa denúncia, ele teve que retirar esse terreno e encaminhar outro projeto. Vejam: ele está reconhecendo um prejuízo de 6,6 bilhões de reais com a atitude irresponsável, a falcatrua entre o BRB e o Banco Master, tanto é que ele está colocando o patrimônio público como garantia. Eu pergunto: não vai acontecer nada com o Governador Ibaneis? Não vai acontecer nada com o Presidente Paulo Henrique? Vai ficar por isso mesmo? Onde está a justiça deste País? Vai se permitir um rombo de 6,6 bilhões de reais, já declarado — há uma expectativa de que ele seja ainda maior —, e essas pessoas vão continuar impunes? A população do Distrito Federal está alarmada com o que está acontecendo. Nós estamos vendo uma degradação, uma deterioração da qualidade dos serviços públicos no Distrito Federal. No final do ano passado, Deputado Fraga, o Hospital da Criança, um hospital que é referência internacional, ficou sem receber recursos e teve que fechar leitos. Agora o GDF vai usar 6,6 bilhões de patrimônio público para cobrir um rombo provocado pelo Presidente do BRB com o apoio do Governador do Distrito Federal. Não vai ficar por isso! Nós queremos o sequestro dos bens dos responsáveis, para reduzir o prejuízo da população do Distrito Federal. Daí a importância, Sr. Presidente, da instalação desta CPI. Será uma vergonha se a Câmara dos Deputados não tiver coragem de instalar a Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar esse escândalo! De que a Câmara Federal tem medo? Por que a Câmara Federal não quer instalar esta CPI? Sr. Presidente, é um direito da população brasileira saber o que aconteceu no Banco Master, quem está envolvido no escândalo do Banco Master, quem são as pessoas que se beneficiaram. E é obrigação desta Casa dar essas respostas. Se não, esta Casa ficará desmoralizada perante a opinião pública brasileira.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 21/11/2007 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.