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Detector de Bananada
Foto de Pauderney Avelino

Deputado · Câmara

Pauderney Avelino

UNIÃO · AM

Direitapor que esse rótulo?Fora de exercício

Nome civil: Pauderney Tomaz Avelino · 72 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 76 de 100, Tá no Caminho0406080100

76/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 47% dos deputados · média do partido: 74

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 100%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 83%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 67%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 81%das 404 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 92%das 264 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Redes oficiais de Pauderney Avelino

Fora de exercício: o gabinete não atende mais. Restam as redes informadas à Câmara.

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

100%

Esteve em 191 de 191 sessões

Melhor que 94% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

83%

Registrou voto em 526 de 631 votações nominais

Melhor que 56% dos deputadosMédia do partido: 79%

Iniciativas que viraram lei

0

de 3 projetos apresentados (0%)

0 avançaram · 3 em andamento · 0 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

81%

Em 404 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 51% dos deputadosMédia do partido: 75%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

51 discursos na tribuna e 19 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2024 a 02/03/2026.

  • 02/03/2026

    O Deputado, no âmbito da apreciação do Projeto de Lei nº 6.139, de 2023, alertou para riscos de inadimplência em financiamentos à exportação de serviços e afirmou que novos contratos poderiam gerar prejuízos ao povo brasileiro caso países beneficiados deixassem de honrar compromissos. Em seguida, ponderou que, embora considerasse votar favoravelmente ao projeto, manteve ressalvas quanto ao financiamento de obras, especialmente de engenharia, em nações com histórico de descumprimento contratual. Ademais, citou episódios envolvendo a Odebrecht no exterior, inclusive no Peru, como exemplo de controvérsias passadas. Ao concluir, defendeu maior cautela para evitar impactos financeiros ao País.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Comércio exterior,Financiamento,Risco comercial,ressalva,Obra civil,País estrangeiro,Inadimplente

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Nós estamos aqui tentando esclarecer o projeto. Deputado Governador do Distrito Federal, meu amigo, nada impede que outros países a quem formos vender o serviço, a quem formos levar o financiamento, tornem-se também inadimplentes, deem calote. E quem paga a conta? O povo brasileiro. Eu gostaria que isso ficasse bastante claro. Eu até quero votar a favor do projeto, mas é preciso deixar claro que nós não podemos, a meu ver, financiar para determinados países sobretudo obras de engenharia, porque nós sabemos o que aconteceu no passado, inclusive o que aconteceu no Peru, onde um ex-Presidente, eu me lembro agora, deu um tiro na cabeça por conta dos rolos com a Odebrecht.
  • 02/03/2026

    O Deputado afirmou que tinha disposição para votar a favor do Projeto de Lei nº 6.139, de 2023, que estabelece o sistema brasileiro de apoio oficial ao crédito à exportação, mas expressou preocupação com experiências anteriores de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para obras executadas por empresas brasileiras no exterior. Segundo ele, houve casos de inadimplência por parte de países que receberam esses serviços, citando exemplos como Venezuela, Cuba, Moçambique e Bolívia. Lembrou que o financiamento às exportações também foi usado por empresas brasileiras de setores industriais, como a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), defendendo que operações desse tipo podem ser positivas quando fortalecem a indústria nacional. No entanto, manifestou preocupação com o volume de recursos destinado a grandes construtoras brasileiras para obras no exterior e pediu maior clareza nas regras do projeto antes de apoiá-lo.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Financiamento,Exportação,Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES),Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer),Indústria nacional

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, tenho muito respeito pelo Deputado Arlindo Chinaglia, meu colega de vários mandatos. Eu até estava disposto a votar a favor deste projeto, mas esse programa foi criado em 2012, ainda no Governo da Presidente Dilma, e nós tivemos muitos problemas com o financiamento do BNDES para obras em alguns países, que deram calote no banco, que deram calote no Brasil. Eu cito alguns, Deputado Arlindo Chinaglia. A Venezuela deu um calote de 1,7 milhão de dólares ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, portanto ao Governo brasileiro, ao Brasil. Cuba nos deu um prejuízo de 3 bilhões de reais de um financiamento que não foi pago. Moçambique nos deu um prejuízo de 700 milhões de reais. A Bolívia nos deu um prejuízo enorme. Enfim, vários países em que recursos foram aportados para obras com financiamento do BNDES deram calote. Sr. Presidente, de uma coisa eu me lembro. Eu fiz uma conta em 2014, ou em 2015. Aliás, essa conta foi feita vis-à-vis a Embraer, que é a terceira maior empresa de aviação do mundo e tinha exportado naquele ano em torno de 6 bilhões de reais graças a financiamento do BNDES. E eu concordo plenamente, porque, se não tivesse havido financiamento do BNDES, teria havido de algum banco de um país qualquer, uma vez que o BNDES teria que igualar o percentual do juro cobrado. Então, o.k., 6 bilhões para a Embraer vender aviões. Agora, não dá para entender, como eu não entendi na época... O SR. PRESIDENTE (Icaro de Valmir. PL - SE) - Peço que conclua, Deputado. O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM) - ... o Governo Federal, através do BNDES, emprestar para a Odebrecht, para Norberto Odebrecht, 12 bilhões de reais, na época, para obras no exterior, Deputado Arlindo Chinaglia — 12 bilhões! Nós temos que ter clareza neste projeto para seguirmos adiante. Era isso que eu queria dizer. Muito obrigado.
  • 02/03/2026

    O Deputado solicitou esclarecimentos do Relator Arlindo Chinaglia sobre os efeitos do Projeto de Lei nº 6.139, de 2023, que estabelece o sistema brasileiro de apoio oficial ao crédito à exportação em relação ao financiamento de obras no exterior. Além disso, questionou se a proposta permitiria que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiasse projetos realizados em outros países, o que poderia resultar na geração de empregos fora do Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Exportação,Financiamento,Empresa nacional,Comércio exterior,Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES),Geração de emprego,Relator

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, seria interessante que o Relator, o Deputado Arlindo Chinaglia, pudesse esclarecer, por exemplo, o caso de financiamento de obras em outros países. Caberia também um financiamento do BNDES se a obra fosse feita em outro país e gerasse emprego em outro país? Nesse caso, caberia também o financiamento do BNDES? Gostaria que S.Exa. explicasse.
  • 02/03/2026

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 5.764, de 2025, que altera a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, e a Lei nº 1.079, de 10 de abril de 1950, para assegurar a transparência ativa de gastos públicos e coibir a classificação indevida ou imoral de despesas sob alegação de sigilo.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, este projeto vem ao encontro dos anseios da sociedade brasileira. Tem que se acabar com essa história de sigilo, como disse o Deputado Marcel van Hattem. Portanto, concordamos plenamente com que esta urgência seja aprovada. Sr. Presidente, neste País não dá para se continuar estabelecendo, por qualquer motivo, sigilo de 50 anos, de 100 anos. O assunto ou merece sigilo ou não merece. Este projeto vai fazer com que isso aconteça. Com relação ao requerimento de urgência anterior, como V.Exa. não realizou votação nominal, eu quero aqui declarar o meu voto contrário, porque a subvenção que o Governo tem que aportar vai pressionar ainda mais o Orçamento da União. E nós entendemos que, como o Orçamento já está muito comprometido, não devemos concordar em ampliar despesas para subvenção desse seguro rural.
  • 02/03/2026

    O Deputado declarou que, após ouvir atentamente os esclarecimentos do Deputado Dr. Zacharias Calil, relator da proposta, e compreender melhor o conteúdo do projeto, decidiu rever sua posição inicial. Manifestando respeito e admiração pelo colega, a quem considera um dos melhores profissionais da Medicina do País, anunciou a mudança de entendimento e afirmou que votará favoravelmente ao requerimento de urgência apresentado ao Projeto de Lei nº 2.158, de 2023.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,entendimento,Proposição legislativa,Deputado federal,Relator,Médico

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, ouvi atentamente os esclarecimentos do Deputado Zacharias Calil, que eu reputo ser um dos melhores profissionais da medicina deste País e por quem tenho muito respeito. O Deputado Zacharias Calil é Relator desse projeto e já me explicou o escopo principal dele. Portanto, mudei o meu voto e o meu raciocínio a respeito do projeto. Votarei a favor da urgência, também em homenagem ao Deputado Zacharias Calil.
  • 02/03/2026

    O Deputado manifestou preocupação com a votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 2.158, de 2023, cujo conteúdo, ele desconhecia. Apesar de respeitar a posição do Deputado Dr. Zacharias Calil, defendeu a suspensão da votação para que os Parlamentares possam analisar previamente a matéria antes de deliberar sobre a urgência. Considerou temerária a apreciação açodada do tema, especialmente por se tratar de assunto sensível, ressaltando a necessidade de maior cautela e conhecimento do texto antes da decisão.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Votação,ausência,conhecimento,Assunto,análise,Proposição legislativa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu só queria chamar a atenção para algo. É claro que eu respeito a opinião do meu ilustre e querido amigo Deputado Zacharias Calil, mas acho temerário votarmos a favor desta urgência. Honestamente, não sei do que trata o projeto de lei. Sendo assim, não posso votar a favor desta urgência. Eu gostaria que suspendêssemos a votação deste requerimento, para que possamos tomar conhecimento desse projeto de lei e, em seguida, fazer a votação da urgência. Acho extremamente preocupante votar desta forma, de maneira açodada, um projeto como esse — V.Exa. também é médico —, mesmo que seja a urgência.
  • 25/02/2026

    O Deputado criticou a retirada de recursos do Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal (FUNAPOL) durante a votação do Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que altera a Lei nº 12.850, de 2013, o Código Penal, o Código de Processo Penal, a Lei nº 8.072, de 1990, a Lei nº 7.960, de 1989, e a Lei nº 7.210, de 1984, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País; denominado PL Antifacção, afirmando que esses valores fortaleceriam o combate ao crime organizado. Também questionou a condução da votação, apontando que não houve votação nominal e que teria se posicionado contra a exclusão dos recursos. Por fim, defendeu que valores arrecadados com apostas (bets) poderiam ser direcionados para a segurança pública, apesar de se declarar contrário aos jogos.

    Palavras-chave oficiais: Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal (FUNAPOL),Projeto de lei ordinária,alteração,Código Penal (1940),Código de Processo Penal (1941),Organização criminosa,Crime organizado,Aprovação,Segurança pública,Aposta esportiva,Arrecadação tributária

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, votamos ontem o PL Antifacção. O PL foi aprovado, mas uma emenda retirou recursos do Funapol. A destinação desses recursos deveria ter permanecido no texto do Relator, o Deputado Derrite. Infelizmente, o Presidente Hugo Motta atropelou o Plenário e não fez a votação nominal. Eu teria votado contra a exclusão dos recursos do Funapol, da Polícia Federal. Quanto mais recursos a Polícia Federal tiver, melhor combaterá o crime. Refiro-me, sobretudo, aos recursos vindos das bets. Eu sou contra jogo. Esse dinheiro poderia ajudar no combate às facções.
  • 11/02/2026Breves Comunicações

    O Deputado denunciou o que classificou como um dos maiores escândalos financeiros da República, envolvendo o suposto banqueiro Daniel Vorcaro e instituições como o Banco Master e o Fictor. Questionou a atuação do Banco Central diante de operações que teriam causado prejuízos bilionários a fundos públicos e privados, citando perdas de R$ 56 milhões no Amazonas, R$ 400 milhões no Amapá e R$ 1 bilhão no Rio de Janeiro, além de R$ 12,2 bilhões investidos pelo BRB. Informou que o Fundo Garantidor de Créditos poderá desembolsar mais de R$ 50 bilhões. Cobrou transparência do Supremo Tribunal Federal e divulgação das investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, defendendo responsabilização dos envolvidos.

    Palavras-chave oficiais: Banco de Brasília (BRB),Banco Master,Corrupção

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, sinceramente, eu não sei medir, mensurar o tamanho da indignação que toma conta não apenas de mim, mas do povo brasileiro em relação ao maior escândalo de que se tem notícia na República brasileira. Sinceramente, eu não consigo admitir, eu não consigo entender como um suposto banqueiro montou um banco e, em 5 anos, fez tantos trambiques, tantos malfeitos, isso, obviamente, com a conivência de muitos, porque não é possível fazer tanta coisa errada sem conivência. Eu, que defendo a autoridade monetária e a política monetária, pergunto: onde estava o Banco Central quando esse cidadão começou a aplicar os golpes? É golpe por cima de golpe. É o dito, meu caro Deputado Fraga: "Puxa-se uma pena, e vem o galinheiro inteiro". Isso é o que está acontecendo. Até lá no meu Estado, 56 milhões de reais do fundo de previdência dos servidores públicos viraram pó; 400 milhões de reais do Amapá viraram pó;1 bilhão de reais do Rio de Janeiro virou pó. O mesmo ocorreu em mais quinze Prefeituras e outros Estados, de que a gente nem sabe ainda, porque fundo aplica em fundo que é administrado pelo Master, sem falar no BRB daqui de Brasília, em que 12,2 bilhões de reais foram investidos, e a contrapartida eram CDBs falsos, CDBs fabricados parece até em fundo de quintal. Onde estava a autoridade monetária que precisava fiscalizar? Eu vejo as implicações generalizadas. Já são mais de 50 bilhões de reais que o fundo garantidor vai ter que aportar para ressarcir aqueles investidores de boa-fé, pessoas físicas que investiram até 250 mil reais. São 40 e poucos bilhões de reais do Master e mais 5 bilhões de reais do Fictor. Fictor é banco? Fictor é uma entidade que ninguém sabia quem era, que fez proposta para comprar o Master, que também está em liquidação extrajudicial. Meu Deus do céu, onde vamos parar?! Eu quero saber, meu caro amigo Deputado Alberto Fraga, o que há nos telefones que foram apreendidos desse cidadão chamado Daniel Vorcaro. Temos que saber o que a Polícia Federal está descobrindo. Isso tem que vir a público! O Supremo Tribunal Federal não pode manter sigilo sobre esse caso! O Supremo Tribunal Federal tem que prestar um serviço à Nação brasileira! Não há como manter sigilo em um caso tão danoso para a sociedade brasileira como esse. Eu lamento pelos servidores públicos do Distrito Federal, eu lamento pelos acionistas do Banco de Brasília também, porque, dos 12,2 bilhões de reais, já foram confirmados mais de 5 bilhões de reais em créditos podres dados em garantia de empréstimo. Lamento profundamente tudo isso. Governador Ibaneis, onde é que o senhor estava? Onde é que o senhor estava quando mandou fazer esse negócio? Enfim, senhores, nós precisamos de respostas, precisamos ver o resultado dessa ação. Não pode acontecer uma Operação Abafa coisíssima nenhuma! Se há políticos envolvidos, e há muitos políticos envolvidos, sim — dizem que presidentes de partido estão envolvidos com esse Daniel Vorcaro —, temos que ter conhecimento de todos os nomes, de absolutamente todos os nomes. É por isso que eu confio nessa investigação da Polícia Federal, do Ministério Público Federal, que não pode se omitir e tem que buscar a verdade. Precisamos saber a verdade para que nós possamos, pelo menos, dormir em paz com as nossas consciências, para que nós possamos, pelo menos, entender que se vai fazer justiça no Brasil. E a justiça que tem que ser feita é pegar esse cidadão e metê-lo de volta na cadeia, pegar os bens que lhe restam e vendê-los para pagar as dívidas que ele fez as pessoas contraírem, independentemente de... (Desligamento do microfone.)
  • 10/02/2026

    O Deputado avaliou que o Projeto de lei nº 6.133, de 2025, não deveria tramitar com urgência por ausência de previsão no Orçamento da União. Defendeu que a análise financeira precedesse qualquer deliberação legislativa. Também cobrou esclarecimentos sobre denúncias relacionadas ao Banco Master, citando supostos prejuízos bilionários e possíveis irregularidades envolvendo operações financeiras. Ao final, afirmou que os fatos precisavam ser apurados e que os responsáveis deveriam responder por eventuais ilegalidades, ressaltando a necessidade de investigação e acompanhamento pelo Congresso Nacional diante da gravidade das acusações apresentadas.

    Palavras-chave oficiais: Universidade Federal do Esporte (UFEsporte),Projeto de lei ordinária,Regime de urgência,contrário Banco Master,Operação financeira,irregularidade,Congresso Nacional,atuação

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    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós vamos liberar o bloco, porque entendemos que esse projeto não está previsto no Orçamento da União. O projeto de lei não tem previsão orçamentária. Portanto, tem que haver, primeiro, uma previsão orçamentária para, depois, aprovar o projeto. Enquanto isso, não precisa de urgência. Eu gostaria também de dizer que nós precisamos chegar a uma definição sobre o que aconteceu neste País com relação ao Banco Master. O roubo de dezenas de bilhões de reais que esse banco e os seus cúmplices fizeram é um absurdo e não pode ficar impune. Só no BRB, por enquanto, o rombo é de mais de 5 bilhões de reais.
  • 10/02/2026

    O Deputado apresentou protesto em Plenário contra a ausência de espaço para discursos e Comunicações Parlamentares durante a sessão. Afirmou que a condução dos trabalhos desrespeitou o Regimento Interno da Câmara e comprometeu o rito tradicional das manifestações dos Deputados. Também defendeu a garantia do direito de fala e a preservação dos procedimentos previstos para as Comunicações Parlamentares, ressaltando a importância do respeito às regras da Casa para assegurar o funcionamento regular das atividades legislativas.

    Palavras-chave oficiais: Ordem do Dia do Plenário,Breves comunicações,ausência

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    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, na mesma linha do Deputado Cabo Gilberto Silva, Líder da Oposição, eu quero deixar registrado aqui o meu protesto por não termos os discursos, de acordo com o Regimento Interno da Casa, proferidos nesta sessão. Nós precisamos cumprir o Regimento Interno, e as comunicações parlamentares devem seguir o rito normal. Portanto, fica o registro da indignação que me traz a esta tribuna para tratar desse assunto.
  • 02/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do art. 6º do Projeto de Lei de Conversão nº 11, de 2025, apresentado à Medida Provisória nº 1.308, de 2025, que dispõe sobre o licenciamento ambiental especial, visando à consecução eficiente e eficaz de atividades e empreendimentos estratégicos. Aproveitou para defender a melhoria da infraestrutura rodoviária na Região Norte.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,União Brasil,Infraestrutura rodoviária,Região Norte

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    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Lula da Fonte, V.Exa. não chamou a Liderança do Bloco do União Brasil. Eu quero aqui apenas dizer o seguinte: é fundamental manter esse texto para a reconstrução e para possibilitar, com a LAE, a reconstrução de estradas. Amazonas e Roraima são os dois únicos Estados brasileiros que não têm ligação terrestre com o restante do País. É fundamental que mantenhamos no texto o art. 6º. Portanto, vamos aprová-lo e vamos rejeitar o destaque.
  • 02/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do parecer apresentado à Medida Provisória nº 1.308, de 2025, que dispõe sobre o licenciamento ambiental especial, visando à consecução eficiente e eficaz de atividades e empreendimentos estratégicos, nos termos que especifica.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Parecer (proposição legislativa),Medida provisória,Bloco parlamentar,União Brasil,Progressistas (PP),Partido Social Democrático (PSD) (2011),Republicanos (partido político),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós entendemos que esta medida provisória vai fazer justiça, com celeridade e simplicidade, onde havia muitos atropelos, muitos interesses e muitos problemas. Nós somos favoráveis à aprovação do parecer. Vamos continuar votando assim, para que esta medida provisória seja aprovada ainda no dia de hoje.
  • 29/10/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da votação do Projeto de Lei nº 3.899, de 2012, que institui a Política Nacional de Estímulo à Produção e ao Consumo Sustentáveis.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Projeto de lei ordinária,Voto contrário,União Brasil

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós somos contra o adiamento desta votação por entendermos que é uma matéria relevante e precisa ser votada. Portanto, o voto é "não" ao requerimento.
  • 29/10/2025

    O Deputado criticou a empresa Log-In Logística Integrada por desobedecer à decisão da Agência Nacional de Transportes Aquaviários que suspendeu a cobrança da chamada “taxa da pouca água”, de mais de 10 mil reais por contêiner. Afirmou que a justificativa da empresa, a estiagem do Rio Amazonas, é infundada, já que o rio continua navegável. Considerou a taxa uma forma de extorsão para ampliar lucros em operações já subsidiadas e defendeu que os valores pagos indevidamente sejam ressarcidos. Concluiu reafirmando que o Brasil tem leis e que elas devem ser cumpridas.

    Palavras-chave oficiais: Empresa,Logística,desrespeito,Decisão,Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ),Cobrança indevida,Taxa,Rio Amazonas,Estiagem,Extorsão,ressarcimento

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    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sim, Sr. Presidente Fraga, vamos avançar na pauta. Antes disso, eu trago aqui em mãos um comunicado da empresa Log-In Logística Integrada, do dia 28 de outubro, que ousa desafiar uma decisão da Agência Nacional de Transportes Aquaviários — Antaq de suspender a cobrança adicional temporária da seca, a chamada "taxa da pouca água", de mais de 10 mil reais por contêiner. Esta taxa foi suspensa por uma decisão da Antaq, numa ação da Associação Comercial e nossa. Esta absurda taxa não cabe neste ano. O Presidente da Antaq constatou que as premissas da empresa eram equivocadas, genéricas. O Rio Amazonas, mesmo em estiagem, continua plenamente navegável. Essa taxa é uma invenção para extrair lucros de operação, já subsidiada, destas empresas que fazem o transporte logístico para Manaus. É um absurdo, é uma extorsão o que estão querendo fazer. Vamos trabalhar para manter a suspensão e ressarcir aqueles empresários que foram extorquidos, que pagaram estes valores adicionais de 5 mil dólares por contêiner. Nós não permitimos esse absurdo. O Brasil tem lei, tem ordem, e vamos cumprir.
  • 15/10/2025

    O Deputado registrou a visita ao Parlamento do ex-Vereador de Manacapuru (AM), Joãozinho Conceição, e do empresário do setor pesqueiro Raimundo Chicó, ex-Prefeito de Anamã (AM). Em seguida, destacou a importância dos visitantes para o Estado do Amazonas e agradeceu a parceria e o apoio recebidos. Enviou ainda uma saudação especial ao povo de Manacapuru (AM), reafirmando seu vínculo com a região.

    Palavras-chave oficiais: Saudação,Ex-vereador,Manacapuru (AM),Empresário,Ex-prefeito,Anamâ (AM),Amazonas

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    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Dr. Zacharias Calil, estamos recebendo as honrosas visitas do ex-Vereador de Manacapuru Joãozinho Conceição e do grande empresário da pesca, o maior no meu Estado, Raimundo Chicó, que foi Prefeito do Município de Anamã e é também um grande parceiro. Eu gostaria de deixar registrado que eles estão nos visitando hoje, junto com outros parceiros de Manacapuru. Nós lhe agradecemos a visita. Representantes do nosso querido povo de Manacapuru, recebam o abraço sincero do Parlamento brasileiro.
  • 14/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado destacou a entrega pelo Relator, Deputado Moses Rodrigues, do parecer ao Projeto de Lei nº 2.614, de 2004, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2024-2034, à Presidente da Comissão Especial, Deputada Tabata Amaral. Afirmou que o plano, que será votado nas próximas duas semanas, é fundamental para avançar na educação infantil, fundamental e no acesso ao ensino médio e universitário, garantindo que crianças e jovens aprendam a ler corretamente, completem cursos profissionalizantes e ingressem na universidade. Também cumprimentou a Reitora da Universidade Federal do Amazonas, Tanara Lauschner, o Vice-Reitor Geone Corrêa, e os Diretores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Por fim, prestou homenagem ao Dia dos Professores.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Plano Nacional de Educação (PNE),Comissão especial,Parecer do relator Universidade Federal do Amazonas (Ufam),Reitor,Plenário,Saudação,Dia do Professor,Homenagem

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    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, exatamente no dia de hoje, recebemos, juntamente com a Presidente da Comissão Especial, a Deputada Tabata Amaral, das mãos do Relator, o Deputado Moses Rodrigues, o relatório do parecer do Plano Nacional de Educação, que é de fundamental importância. Cumprimos uma etapa. Precisamos melhorar a educação do Brasil, a educação infantil, a educação fundamental, precisamos fazer com que crianças e jovens cheguem ao ensino médio e cheguem à universidade. Hoje temos um plano nacional, um parecer que deverá ser votado nas duas próximas semanas. Esse plano será analisado. E nós vamos fazer o acompanhamento, vamos fazer com que as metas e os objetivos sejam cumpridos. É de fundamental importância que o plano seja acompanhado. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, as famílias brasileiras almejam ter seus filhos bem educados, lendo na idade certa e sabendo o que estão lendo, ingressando no ensino médio, tendo um curso profissionalizante e, a partir disso, uma profissão, ingressando na universidade, que tem formado milhões de jovens no nosso Brasil. Eu quero cumprimentar a Reitora da Universidade Federal do Amazonas — Ufam, que está presente aqui hoje neste plenário, visitando a Câmara dos Deputados, a Reitora Tanara Lauschner, juntamente com o Vice-Reitor, o Geone Corrêa, com os Diretores da Ufam nos Municípios, a Nayana Teles, diretora em Itacoatiara; a Fernanda Priscila, diretora em Parintins; a Marinete Mota, diretora em Benjamin Constant; a Vera Lúcia Bentes, diretora em Coari; e o Jorge Almeida, diretor em Humaitá. Com essas palavras, eu cumprimento os professores no seu dia. Parabéns a todos os professores do Brasil!
  • 07/10/2025

    O Deputado defendeu a Proposta de Emenda à Constituição nº 14, de 2021, que altera o art. 198 da Constituição Federal para estabelecer o Sistema de Proteção Social e Valorização dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, a aposentadoria especial e exclusiva, e fixar a responsabilidade do gestor local do SUS pela regularidade do vínculo empregatício desses profissionais.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Sistema de Proteção Social e Valorização dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias,Defesa

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    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero apenas fazer uma declaração de voto, não levarei mais do que 30 segundos. Quero cumprimentar os agentes comunitários de saúde e os agentes de endemias. Eu tive a honra de presidir a instalação desta PEC e, hoje, tenho imensa satisfação em vê-la aprovada. Cumprimento os 1.060 agentes de saúde e agentes de endemias do meu Estado do Amazonas, como também cumprimento todos os agentes comunitários de endemias de todo o Brasil. Minha homenagem sincera a esses guerreiros da saúde! Obrigado a V.Exa.
  • 07/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado destacou o papel estratégico da Moto Honda da Amazônia, instalada em Manaus (AM) desde 1976, que em breve completará 50 anos. Informou que a empresa receberá aporte de R$ 1,6 bilhão entre 2026 e 2029 para ampliar a produção e diversificar modelos, gerando mais de 300 empregos e totalizando quase 10 mil empregos no Estado. Também ressaltou a produção prevista de 1,6 milhão de motocicletas e enfatizou a necessidade de melhorias logísticas, citando a importância do reasfaltamento da BR-319 para integração e transporte de mercadorias, destacando a relevância de conciliar desenvolvimento econômico com preservação ambiental.

    Palavras-chave oficiais: Indústria,Motocicleta,Manaus (AM),Geração de emprego,Amazonas,Infraestrutura,Logística,Transporte,Asfalto,Rodovia federal,Desenvolvimento sustentável

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    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é importante relatar aqui, nesta tribuna, um dos orgulhos que nós temos na nossa cidade, Manaus, no Estado do Amazonas. Em 1976, a Honda Motors, vinda do Japão, se instalou no Distrito Industrial, em Manaus, com o nome de Moto Honda da Amazônia. Serão completados 50 anos no ano que vem. Sr. Presidente, esta indústria, a maior fabricante de motocicleta do mundo fora do Japão, produz motos para o Brasil inteiro e também as exporta. Do ano de 2026 até o ano de 2029, será aportado 1,6 bilhão de reais a mais para a ampliação e a diversificação de modelos que serão produzidos no Distrito Industrial de Manaus, na planta da Moto Honda da Amazônia. Esse aporte vai gerar mais de trezentos novos empregos, que serão somados aos quase 10 mil empregos que esta empresa oferece no nosso Estado. Sr. Presidente, serão produzidas 1,6 milhão de unidades de motocicletas, a partir deste novo investimento. Essa produção hoje está em torno de quase 1,5 bilhão de unidades, mas serão acrescidos novos modelos, novas matrizes, para que esta empresa possa atingir o seu objetivo. Tenho certeza de que nós teremos, ainda por muito tempo, empresas como a Honda produzindo no nosso Estado. Seria mais fácil produzir, mais barato produzir, se tivéssemos uma logística melhor. Venho agora de uma audiência pública, onde ouvimos o Ibama, o Ministério dos Transportes e outros participantes, que foram relatar as questões do reasfaltamento da BR-319, que liga ou ligaria Manaus ao restante do Brasil. Não há como nós entendermos uma situação como essa. É necessário, pois, que o Governo Federal converse entre si, porque me estarreceu a afirmação de que o Ibama não concedeu a licença prévia porque o Ministério dos Transportes não requisitou essa licença. Ora, Sr. Presidente, nós precisamos dessa estrada. Nós temos que ter a estrada. É claro que tem que ter os cuidados. Nós não somos a favor do crime de se tocar fogo na floresta, não somos a favor do desmatamento, pelo desmatamento, não somos a favor disso. É necessário a estrada pronta até para facilitar essa fiscalização. Portanto, é importante que nós tenhamos, em nossa vista, que empresas, como a MotoHonda e outras tantas grandes empresas, estejam instaladas no nosso polo, fazendo o transporte pela via rodofluvial ou marítima, já que é pesado e não dá para transportar via aérea, e esperar que o Governo Federal possa... (Desligamento do microfone.)
  • 01/10/2025

    O Deputado afirmou que o Relator do Projeto de lei nº 1.087, de 2025, em discussão, Deputado Arthur Lira, previu compensações de FPM e FPE, com eventual aumento de receita, e que, caso isso não ocorra, o Governo Federal recomporá os valores. Destacou que o déficit de cerca de 3 bilhões será compensado pelo Executivo, garantindo que Estados e Municípios não sofram perdas relacionadas à folha de pagamentos.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM),redução,Contribuinte de alta renda,Tributação,Ente federado,Deficit,Poder Executivo,compensação

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    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quanto a essa questão dos Municípios e dos Estados, o que o Relator Arthur Lira fez foi uma compensação de FPM e FPE, com eventual aumento de receita. E, caso não aconteça esse aumento, o próprio Governo irá recompor as receitas de Estados e Municípios. Há ainda um déficit de cerca de 3 bilhões, que será, sem dúvida nenhuma, de acordo com o texto do Deputado Arthur Lira, compensado pelo Executivo, para que não haja perda para Estados e Municípios em decorrência da folha de pagamentos, que fica... (Desligamento do microfone.)
  • 01/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado destacou a importância da votação do Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, que altera a legislação do imposto sobre a renda para instituir a redução do imposto devido nas bases de cálculo mensal e anual e a tributação mínima para as pessoas físicas que auferem altas rendas, e dá outras providências. Informou que proposta previa a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até 5 mil reais e a redução para rendimentos de até 7.350 reais, com compensação de cerca de 12 bilhões de reais pelo Fundo de Participação de Estados e Municípios e 3 bilhões adicionais arcados por governos locais. Ressaltou que a medida promovia justiça fiscal, beneficiando trabalhadores e profissionais, ao mesmo tempo em que ajustava a tributação de dividendos de altos rendimentos, garantindo equilíbrio econômico e incentivando a geração de empregos e negócios no País.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM),avaliação

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    O SR. PAUDERNEY AVELINO (Bloco/UNIÃO - AM. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje vamos votar o PL 1.087/2025, de cuja Comissão Especial participei. O Relator, Deputado Arthur Lira, fez um bom trabalho, depois de inúmeras audiências públicas das quais vários segmentos da sociedade participaram. Fizemos reuniões com empresas, com trabalhadores, com Prefeitos, com Governadores. As Prefeituras e os Estados, que, na prática, cobram o Imposto de Renda na folha de pagamento, terão uma compensação de cerca de 12 bilhões de reais. Essa compensação se dará através do Fundo de Participação de Estados e Municípios. Sobrarão ainda em torno de 3 bilhões de reais, que serão arcados pelos cofres municipais e estaduais. Nós temos que aprovar esse projeto de lei, porque ele vai isentar de Imposto de Renda quem ganha um pouco mais de 3 salários mínimos, até 5 mil reais, e vai promover uma redução do imposto para quem ganha até 7.350 reais. Sras. e Srs. Deputados, nós vamos fazer com que este País seja mais justo. Essas pessoas receberão essa isenção, mas também aquelas que ganham mais, aquelas que não apenas têm um salário maior, mas também recebem dividendos, irão contribuir para que as que ganham menos possam ter essa isenção. Temos que fazer algumas correções, como, por exemplo, a relacionada às empresas instaladas no Brasil que têm correspondências em países que não tributam pessoas jurídicas, mas apenas as pessoas físicas, quanto aos dividendos. Por meio de um destaque a emenda apresentada neste plenário, nós precisamos corrigir essa distorção, a bem da economia brasileira, a bem da geração de empregos e de negócios no nosso País. Vamos aprovar esse projeto de lei que interessa a todos os brasileiros, sejam eles trabalhadores da indústria, trabalhadores do campo, profissionais liberais, empresários. Vamos aprovar esse projeto importante para o Brasil. Parabenizo o Presidente Hugo Motta por pautar essa matéria.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 03/12/2003 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.