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Foto de Nilto Tatto

Deputado · Câmara

Nilto Tatto

PT · SP

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Nilto Ignacio Tatto · 63 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 84 de 100, Cara Bom0406080100

84/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 75% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 92%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 27%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 88%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 98%das 813 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 98%das 821 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Fale com Nilto Tatto

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E-mail
dep.niltotatto@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5502
Gabinete
Gabinete 502, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 377 de 391 sessões

Melhor que 67% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

92%

Registrou voto em 1.034 de 1.128 votações nominais

Melhor que 86% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 44 projetos apresentados (0%)

1 avançaram · 37 em andamento · 6 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

98%

Em 813 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 92% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

460 discursos na tribuna e 2 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 13/02/2019 a 07/07/2026.

  • 03/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 3.904, de 2023, que institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. Ademais, destacou que a proposição está em consonância com as políticas do Governo Lula, que reduziram em 50% o desmatamento na Amazônia e aumentaram em 11% a produtividade nacional. Criticou ainda Parlamentares que apoiam desmatadores e invasores de terras públicas e indígenas, ressaltando que o Governo Federal tem conciliado crescimento econômico e preservação ambiental.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto favorável Política ambiental,Política econômica,Governo federal,Presidente da República,Desmatamento,Floresta Amazônica,Produtividade,Oposição política,Invasão de propriedade,Terras indígenas,Crescimento econômico,Preservação ambiental

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Governo orienta "sim", porque este projeto vai na linha daquilo que o Governo do Presidente Lula já está fazendo. Diminuiu em 50% o desmatamento na Amazônia. Nesse período, aumentou a produtividade no Brasil em 11%. Olhem este dado: diminuiu o desmatamento e aumentou a produtividade. Isso mostra o caminho que se tem que fazer. É isso. Evidentemente, há Parlamentares que defendem aqueles 1,8% de criminosos que desmatam, que invadem terra pública e terra indígena. Esses ficam com os Parlamentares que votam contra, por exemplo, esta política, e não votam de acordo com a política do Presidente Lula, que está promovendo o aumento da produtividade e obtendo o reconhecimento do mundo inteiro, que está abrindo novos mercados, porque adota uma política de cuidado com o meio ambiente. O Governo orienta "sim" à política agroecológica.
  • 03/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 3.904, de 2023, que institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria orienta "sim". É importante dizer que a agricultura sempre precisou de subsídio do poder público, senão ela não se desenvolve, e sempre vai precisar. O problema é para aonde vai o subsídio. É só olhar para quem vai o subsídio: para quem produz, e não paga imposto nenhum para exportar, para quem usa todos os insumos químicos com taxas menores de impostos para importação. Para aonde vai o subsídio hoje? Não é para a agricultura orgânica, não é para a agricultura agroecológica. Então, que vá menos para aqueles que dizem que o Estado vai intervir. Só falta dizer que plantar mandioca tem um viés ideológico.
  • 03/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 3.904, de 2023, que institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Orienta "sim", porque este projeto é muito simples. Na verdade, ele está trazendo para a lei — e nós estamos aprovando aqui a urgência para a sua tramitação — aquilo que o Brasil e o mundo todo gostariam que houvesse: a produção de alimentos que não traga impacto para a saúde e para o meio ambiente. É engraçado, porque quem produz sem a química, até porque às vezes não têm nem recurso para isso, são os pequenos agricultores. Há quem ache isso errado, ou seja, que, de repente, na compra institucional, pague-se um pouco mais para quem produz alimento que não vai provocar doença. Esse é o argumento usado aqui. Então, é importante que os pequenos produtores e os agricultores familiares vejam o discurso de determinados Parlamentares, para quem eles estão votando.
  • 03/11/2025

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 3.904, de 2023, que institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Presidente, colegas Parlamentares, nós já temos um plano nacional de apoio à produção orgânica, de apoio à agricultura agroecológica, que foi retomado com bastante intensidade agora no Governo do Presidente Lula. Este projeto serve, na verdade, para a gente transformar esse plano numa política permanente. Todos nós sabemos dos impactos no clima, das mudanças climáticas que a agricultura convencional provoca com o uso de fertilizantes, de defensivos, de agrotóxicos e com a forma de manejar o solo. Nós sabemos também dos impactos na saúde provocados pelo uso de química na agricultura. Houve aumento de casos de TEA, de Alzheimer, de Parkinson, de câncer, enfim, de várias doenças que trazem sofrimento para o povo brasileiro e pesam no orçamento público. Cada vez mais se gasta dinheiro para curar as doenças causadas pelo veneno contido no alimento que a gente consome no dia a dia. Por isso, é importante que transformemos em lei esta política, para podermos trabalhar cada vez mais os subsídios para a produção na perspectiva agroecológica, que tem experiências extraordinárias no Brasil inteiro, que inclusive é desenvolvida por movimentos como o MST, por várias organizações, e que já demonstrou claramente, inclusive em grandes propriedades que trabalham também na perspectiva agroecológica, que gera maior produtividade e maior rentabilidade, com menos impacto para o meio ambiente — aliás, sem nenhum impacto negativo para o meio ambiente, muito menos para a saúde. Então, é importante que seja aprovada a urgência para a tramitação deste projeto do Deputado Valmir Assunção, bem como que seja aprovado o mérito dele, porque ele dá diretrizes gerais sobre como e para aonde deve caminhar a agricultura brasileira, que estão de acordo com aquilo que está caminhando em boa parte dos países do mundo todo, ou seja, transformar a forma como se produzem os alimentos. Obrigado.
  • 03/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 2.947, de 2025, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para atribuir à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (Cipa) o dever de promover a educação climática voltada à prevenção e à resposta a desastres. Ademais, elogiou o Governo Lula como exemplo no enfrentamento da crise climática, destacando a redução de 50% do desmatamento na Amazônia e de 17% das emissões de gases de efeito estufa entre 2023 e 2024. Por fim, elogiou o investimento do Governo Federal em desenvolvimento sustentável e a presidência da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) como instrumento para mobilizar a responsabilidade global.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto favorável Governo federal,Presidente da República,Crise climática,Desmatamento,Floresta Amazônica,Gases de efeito estufa,Desenvolvimento sustentável,Mudança climática,Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança de Clima (COP) (30:2025, Belém (PA)).

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Governo orienta "sim", porque vem dando exemplo de como se enfrenta a crise climática. Já diminuiu em 50% o desmatamento na Amazônia; reduziu em 17%, de 2023 a 2024, as emissões de gases de efeito estufa, que provocam o aquecimento global. É por isso que, no Governo do Presidente Lula, o Brasil é reconhecido no mundo todo como uma autoridade no enfrentamento da crise climática. E é isso que é importante fazer. O Governo do Presidente Lula, para enfrentar a crise climática, está apostando no desenvolvimento sustentável como uma agenda de oportunidade para o Brasil e está recebendo e presidindo a Conferência do Clima para chamar a atenção do mundo todo e chamá-lo à responsabilidade.
  • 03/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 2.947, de 2025, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para atribuir à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (Cipa) o dever de promover a educação climática voltada à prevenção e à resposta a desastres.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria orienta "sim", porque esse projeto é importante para aqueles, evidentemente, que acreditam na ciência, para aqueles que acreditam que o planeta está aquecendo e que está havendo eventos climáticos extremos em decorrência do aquecimento do planeta. Quem acredita nisso sabe que, em todos os setores da sociedade, é importante tomar parte desse debate, conhecer o que está acontecendo, com base na ciência e nas evidências. Quem não acredita fica usando o argumento de que isso vai ter um custo a mais. Não vai haver nenhum centavo de custo a mais. É só ver a forma como tratam. É importante que a Cipa, as religiões, as igrejas, as escolas, todo mundo debata esse tema.
  • 03/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para tramitação do Projeto de Lei nº 2.947, de 2025, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para atribuir à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (Cipa) o dever de promover a educação climática voltada à prevenção e à resposta a desastres. Além disso, destacou o esforço para contemplar todos os partidos em projetos com agenda positiva na área ambiental, incluindo urgências previstas para o esforço concentrado da agenda ambiental pré-COP.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL) Pauta (processo legislativo),Proposição legislativa,Preservação ambiental,Meio ambiente,Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) (30: 2025, Belém (PA))

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós orientamos "sim". É importante dizer que toda semana nós votamos urgências de projetos encaminhados por todos os partidos políticos. Inclusive, há urgências cuja votação está prevista para este esforço concentrado pré-COP, em que trataremos da agenda ambiental. Foi feito um esforço para contemplar todos os partidos políticos em projetos que têm agenda positiva na área ambiental. Então, não é novidade a pauta desta semana incluir a urgência e também o mérito de alguns projetos. E eu gostaria de dizer que o projeto em discussão se refere às empresas que já têm Cipa. Portanto, não haverá nenhum custo a mais. E o texto não está dizendo que tipo de educação ambiental cada Cipa ofertará — o projeto não está dizendo isso. Houve Deputado que disse que não é o Estado que deve dar educação ambiental, mas o setor privado. Indago: neste caso não é o setor privado?!
  • 03/11/2025

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência para tramitação do Projeto de Lei nº 2.947, de 2025, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para atribuir à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (Cipa) o dever de promover a educação climática voltada à prevenção e à resposta a desastres.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Presidente, o projeto é muito parecido com aquele que colocava no currículo das escolas a educação climática. Neste caso, nós estamos falando das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes e de Assédio das empresas do setor privado, que têm, na Consolidação das Leis do Trabalho — CLT, definidas suas responsabilidades e a razão da sua existência. É importante que o tema da emergência climática seja trabalhado no âmbito das Cipas, dentro das empresas. Por isso, a proposição pretende alterar a CLT para atribuir mais esta responsabilidade às Cipas. Todos, evidentemente, estão acompanhando o aumento do número de eventos climáticos, que estão cada vez mais extremos, e é fundamental que todos os setores da sociedade trabalhem e tomem conhecimento do que é necessário fazer tanto para enfrentar a crise climática como para se adaptar a esses eventos extremos. Então, dentro das organizações, dentro das empresas, será mais uma responsabilidade que essas comissões terão. É muito importante que tenham, entre os seus papéis, também o de promover a educação climática.
  • 03/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para tramitação do Projeto de Lei nº 4.949, de 2024, que altera a Lei nº 14.026, de 15 de julho de 2020, para estabelecer critérios de prioridade para Municípios em situação de vulnerabilidade social na execução dos serviços de saneamento básico.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O PT, o PV e o PCdoB orientam o voto "sim". Eu queria dialogar com o Líder do MDB, porque problemas de técnica legislativa são muito comuns, mas podem ser acertados no relatório. Não é verdade que o projeto acaba com a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Ao aprovarmos a urgência, nós não estamos aprovando o mérito. Não querer aprovar a urgência por causa de um problema de técnica legislativa é não estar de acordo com a tese que eu havia citado aqui. Esse projeto de lei quer regulamentar que a política de saneamento que nós aprovamos nesta Casa e no Senado e que virou lei deve, sim, priorizar as populações e as comunidades mais vulneráveis. Então, a tese é essa que está no projeto. E é isso o que nós vamos debater. Nós não vamos destruir...
  • 03/11/2025

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência para tramitação do Projeto de Lei nº 4.949, de 2024, que altera a Lei nº 14.026, de 15 de julho de 2020, para estabelecer critérios de prioridade para Municípios em situação de vulnerabilidade social na execução dos serviços de saneamento básico.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Presidente e colegas Parlamentares, este projeto cuja urgência nós estamos votando — espero que votemos o seu mérito nesta semana — faz uma alteração no Marco do Saneamento Básico para que a execução dos serviços de saneamento básico priorize os Municípios em situação de vulnerabilidade social, conforme definido pelo Ministério do Desenvolvimento Social, com base em indicadores de pobreza, saúde pública e acesso a serviços essenciais, a fim de garantir que esses Municípios recebam investimentos em primeiro lugar, para a universalização do saneamento. Será que, no Plenário, algum Parlamentar ou algum partido político vai se opor a dar prioridade àqueles que mais precisam da política pública do saneamento? Eu até gostaria que fosse por unanimidade a aprovação deste requerimento, para mostrar ao conjunto da população o quanto todo o conjunto de Deputados aqui quer, sim, fazer com que aqueles que mais precisam das políticas públicas, dos investimentos em serviços públicos, em especial de saneamento, sejam priorizados na hora de se implementarem essas políticas e o Orçamento, dentro da perspectiva da universalização, principalmente do saneamento. Obrigado.
  • 03/11/2025

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência para tramitação do Projeto de Lei nº 4.553, de 2025, que institui o Portal Nacional de Informações Estratégicas Socioambientais, Climáticas e Territoriais - “INFOCLIMA-TERRA-BRASIL”, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Presidente, caros colegas Parlamentares, acho que todos vêm acompanhando o aumento da incidência dos eventos climáticos extremos. Nesta semana, na América Central, houve aquele furacão, mas todos têm na memória a seca na Amazônia e as enchentes no Rio Grande do Sul, que trouxeram muito sofrimento para as populações, em especial os grupos mais vulneráveis; e é assim em toda parte do mundo. No Brasil, não foi diferente com ribeirinhos, povos indígenas, quilombolas e extrativistas na Bacia do Rio Negro, dada a seca na Amazônia. Enfim, nós precisamos, cada vez mais, organizar e sistematizar essas informações para que o Estado possa trabalhar. É papel do Estado, é papel do poder público organizar essas plataformas para poder rapidamente levar essas informações ao conjunto da sociedade, em todos os lugares do País. Se a gente quiser, principalmente, se precaver e adotar políticas públicas de adaptação para esses eventos extremos, é fundamental que a gente avance cada vez mais na construção de plataformas, usando tecnologias para disseminar informações corretas — e não fake news, mentiras, por meio das redes sociais. Vamos disseminar, sim, informações que sirvam, que protejam as pessoas, que ajudem as pessoas a ajudarem os outros, a se organizarem para olhar para o bem comum. As pessoas, municiadas de informações, podem contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, uma sociedade sustentável do ponto de vista ambiental. Quando a gente constrói esses espaços para disseminação das informações corretas, todo mundo ganha. A sociedade ganha. Por isso, é importante que a gente avance e aprove esse projeto ainda nesta semana, nesta Casa.
  • 03/11/2025

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 2.809, de 2024, que altera a Lei nº 7.797, de 1989, a Lei nº 9.795, de 1999, e a Lei nº 12.187, de 2009, para incluir a previsão de educação para reação a desastres climáticos.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Presidente, caros colegas Parlamentares, o mérito deste projeto é importante, porque trata de trabalharmos também no sistema de ensino a adaptação aos eventos climáticos. É fundamental que toda a população fique sabendo com antecedência o que é necessário fazer quando ocorre um evento extremo, em especial nos lugares mais sensíveis a chuvaradas, a desmoronamentos, a vendavais ou mesmo a secas prolongadas. Esse projeto ajuda a pensar diretrizes de educação para educar especialmente crianças e adolescentes a como se precaver, a como se socorrer nos momentos em que acontecem esses desastres. O projeto não faz nada além de colocar no sistema de educação as formas de precaução em caso de eventos climáticos extremos. Na verdade, isso já deveria fazer parte do sistema de ensino, por isso é fundamental aprovar esta urgência e, nesta semana, demonstrar para toda a sociedade brasileira o papel deste Parlamento.
  • 03/11/2025Breves Comunicações

    O Deputado destacou a vitória do movimento popular Trem Varginha Já, da Zona Sul de São Paulo (SP), que lutou por mais de 10 anos pela construção de uma estação de trem na periferia da cidade. Ressaltou o papel de lideranças locais e o apoio dos mandatos da família Tatto, comemorando a mobilização popular que garantiu essa melhoria no transporte público para os trabalhadores da região metropolitana. Em seguida, comemorou o fato de o Brasil sediar a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), em Belém (PA), destacando a decisão do Presidente Lula de levar a conferência para a Amazônia como um gesto simbólico e político. Disse que realizar o evento em Belém é reconhecer a importância de discutir as mudanças climáticas a partir da perspectiva dos países em desenvolvimento, que sofrem mais com os eventos climáticos extremos, mas historicamente não foram os principais responsáveis pelas emissões de gases de efeito estufa. Além disso, defendeu que os países ricos devem contribuir mais financeira e tecnologicamente para o enfrentamento da crise climática, e relacionou o tema à justiça tributária e social, argumentando que as populações mais pobres são sempre as mais afetadas por enchentes, secas e desastres. Concluiu afirmando que a COP 30 trará protagonismo ao Brasil e ajudará a influenciar o debate climático global sob uma ótica de justiça social e ambiental.

    Palavras-chave oficiais: Movimento social,São Paulo (SP),Trem,Estação ferroviária,Periferia urbana,Transporte público,Região metropolitana,Família,Mandato parlamentar Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) (30: 2025, Belém (PA)),Belém (PA),Mudança climática,Fenômeno meteorológico adverso,Efeito estufa,Crise climática,Justiça tributária,Justiça social,População de baixa renda,Enchente,Seca,Desastre ambiental,Meio ambiente,Governo federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. Eu venho a esta tribuna celebrar a conquista de um movimento popular da Zona Sul de São Paulo, o Movimento Trem Varginha Já, que foi liderado pela Sueli, pelo Claudinei, pelo Gordinho e pela Val. E teve o apoio do nosso mandato, do mandato do Deputado Estadual Enio Tatto e do Vereador Arselino Tatto, a conquista de uma luta de mais de 10 anos para a construção de uma estação de trem na periferia de São Paulo. Os Governos que passaram — e mesmo os que continuam — no Estado de São Paulo não têm essa sensibilidade de levar o transporte coletivo, como o metrô e o trem, para a periferia de São Paulo ou para as cidades da região metropolitana, onde mora a maioria dos trabalhadores que vão até a capital. Por isso, quero aqui celebrar essa vitória, essa conquista. Valeu a pena a luta. Valeu a pena toda a mobilização. Valeram a pena as audiências públicas, as caminhadas. O movimento Trem Varginha Já tem mesmo que celebrar esta vitória. E eu venho celebrá-la na tribuna da Câmara Federal. Contudo, Presidente, eu quero celebrar também o fato de o Brasil estar recebendo a 30ª Conferência do Clima, a COP 30, em Belém, no Pará, na Amazônia. Que coisa extraordinária essa conferência ser trazida para cá! Eu já participo de várias COPs, e a COP do Clima é o maior evento no âmbito da ONU. Para vocês terem uma ideia, trata-se da única conferência que acontece todos os anos. Em Belém, devem se juntar mais de 50 mil pessoas de quase todos os países do mundo. As COPs geralmente acontecem em cidades com a melhor infraestrutura. Aqui no Brasil, a COP seria feita em Brasília, ou em São Paulo, ou no Rio de Janeiro, mas o Presidente Lula tomou a decisão de fazê-la na cidade de Belém, porque aquela cidade não é diferente de nenhuma outra cidade de toda a Bacia Amazônica — refiro-me aos nove países que têm o bioma da Amazônia —, que tem problemas de infraestrutura, problemas de déficit em políticas públicas de saúde e de educação. A cidade de Belém não é diferente da grande maioria das cidades de todo o Sul Global, da América Latina, da África e de boa parte dos países da Ásia. Por que o Presidente tomou essa decisão? Para se fazer o debate sobre o enfrentamento da crise climática a partir da perspectiva daqueles que estão sofrendo mais com os eventos climáticos extremos, que são os países em desenvolvimento, que não contribuíram com o aquecimento global, pois historicamente não emitiram os gases de efeito estufa, que provocam aquecimento global, e que precisam de recursos, de tecnologia, de inovação, de apoio dos países ricos para poderem cuidar do seu povo. Um furacão como o que atingiu países da América Central semana passada faz um estrago danado, pois a intensidade dele tem a ver com as mudanças climáticas, e eles não têm como acudir o seu povo. O Presidente Lula traz a COP 30 para Belém, na Amazônia, porque ele quer debater o tema a partir da perspectiva da relação entre países. Os países ricos precisam contribuir mais, precisam emitir menos gás de efeito estufa e precisam destinar recursos para os países em desenvolvimento. O conceito de Norte e Sul também precisa ser debatido dentro de cada país. A justiça tributária, pela qual o Presidente Lula trava uma luta e que precisa ser debatida nesta Casa, tem a ver também com esse debate do clima, porque quem perdeu a vida no Rio Grande do Sul, quem perdeu a vida em Petrópolis, quem perdeu a vida no litoral norte e quem passou sede e fome com a seca na Amazônia foram as populações mais vulneráveis. É a partir dessa perspectiva que nós precisamos debater justiça tributária e justiça climática, é para quem precisa de mais recursos do Orçamento. Quero celebrar a Conferência do Clima, que começa na próxima semana e que vai inovar e influenciar o debate no mundo todo, com grande protagonismo do Brasil e do Presidente Lula. Muito obrigado, Presidente.
  • 15/10/2025

    O Deputado homenageou os professores pela conquista da aprovação, na Câmara dos Deputados, do piso salarial nacional dos professores contratados (Projeto de Lei nº 672, de 2025), os quais enfrentam condições de trabalho precarizadas em mais da metade dos Estados brasileiros. Assinalou que a valorização desses profissionais é essencial para a construção de um País justo e sustentável. Por fim, reforçou que o combate à desigualdade requer investimento em educação e, prioritariamente, na valorização dos profissionais da área.

    Palavras-chave oficiais: Congratulação,Professor,Aprovação,Câmara dos Deputados,Projeto de lei ordinária,Piso salarial,Professor temporário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, venho aqui para fazer uma saudação às professoras e aos professores, que ontem conseguiram uma bela vitória nesta Casa com a aprovação do piso salarial nacional especialmente para os professores que têm contrato temporário. Todo mundo sabe quanto vem sendo precarizada a contratação de professores na maioria dos Estados do Brasil, onde mais de 50% dos professores não têm a garantia e a estabilidade necessárias para o trabalho que as professoras e os professores fazem, que é fundamental para a construção do País justo e sustentável que todos nós almejamos. Para enfrentar a desigualdade, precisamos fazer investimento em educação, e investir em educação é, em primeiro lugar, investir na valorização dos profissionais da educação, sobretudo das professoras e dos professores. Obrigado.
  • 14/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado destacou a saída do Brasil do Mapa da Fome pela segunda vez, resultado das políticas públicas implementadas nos Governos do Presidente Lula e da mobilização social iniciada nos anos 1980. Alertou para a votação, no Congresso Nacional, dos vetos ao Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre o licenciamento ambiental, o chamado “PL da Devastação”, que ameaça o meio ambiente e representa retrocesso às vésperas da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), em Belém (PA).

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Mapa da Fome,Política pública,implementação Projeto de lei ordinária,Licenciamento ambiental,Obra civil,plano,implantação,Veto presidencial,Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) (30: 2025, Belém (PA))

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    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Lula. Nesta semana a gente celebra a Semana Mundial da Alimentação e evidentemente a gente celebra o fato de o Brasil, Deputado Chico Alencar, ter saído pela segunda vez do Mapa da Fome. O Brasil é um país que sempre teve fome na sua história, mas, graças ao Presidente Lula, aos Governos progressistas, aos Governos do PT, a partir de uma mobilização muito bonita dos movimentos populares, da sociedade civil, na década de 1980, quando a sociedade civil se mobilizou — depois, com o Presidente Lula, virou política pública — o Brasil conseguiu em 2014 o feito de ter saído do Mapa da Fome. Depois do golpe, tiraram a Presidenta Dilma, desmontaram um conjunto muito grande de políticas públicas, e o Brasil voltou a ter milhões de pessoas passando fome. Em janeiro de 2023, quando o Presidente Lula assumiu este atual mandato, nós tínhamos mais de 32 milhões de pessoas passando fome. Em 2 anos e pouco, o Brasil sai do Mapa da Fome novamente. Este é um alerta para que não haja mais retrocessos neste País, porque quem mais sofre com retrocessos é o povo que mais precisa de política pública. Eu venho aqui à tribuna também para chamar a atenção. Está marcada para esta semana sessão do Congresso Nacional. Na pauta, está colocada a análise dos vetos do Presidente Lula ao PL da devastação, o projeto de licenciamento ambiental, a principal lei ambiental que nós temos no Brasil, aquela que estabelece os processos, os procedimentos para avaliar se os empreendimentos são viáveis, quais os impactos positivos, quais os impactos negativos, a partir da perspectiva do poder público, da vontade da população, pelo poder público, pelo Estado, pelo Ibama, pelos órgãos ambientais estaduais. No entanto, aqui se aprovou uma lei que representa retrocesso, que destrói esta lei, que coloca em risco o meio ambiente, a flora, a fauna, a vida das comunidades tradicionais, das comunidades rurais, da própria população e que não dialoga com aquilo que todos nós precisamos fazer para enfrentar a crise climática. Por isso, eu quero aqui chamar a atenção para o assunto. Há um movimento muito grande dos partidos conservadores, do Centrão, para derrubar esse veto a menos de 1 mês de o Brasil receber a Conferência do Clima. No momento em que o Brasil preside a Conferência do Clima, o maior e principal evento no âmbito da ONU, não podemos dar um sinal para o mundo de que nós não estamos fazendo a nossa lição. Eu fico aqui perguntando: o que esta Casa, o que este Parlamento, o que o Presidente vai apresentar, por exemplo, na COP? O que a Câmara vai fazer? Por isso, deixo este alerta: não votar... (Desligamento do microfone.)
  • 23/09/2025Breves Comunicações

    O Deputado celebrou o discurso do Presidente Lula na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), ressaltando feitos como a retirada do Brasil do Mapa da Fome, a liderança no enfrentamento da crise climática e a defesa da redução da desigualdade social. Destacou que Lula chamou a responsabilidade da comunidade internacional, em especial dos Estados Unidos e da extrema Direita, para fortalecer a ONU, os acordos multilaterais e o pacto climático. Ao final, apontou que as manifestações populares recentes confirmaram apoio às pautas do Governo Federal, como ao fim da escala de trabalho 6x1 e ao Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, que dispõe sobre a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até cinco mil reais, descontos maiores para rendas entre cinco e sete mil reais, taxação de bilionários, bancos, fintechs e casas de apostas.

    Palavras-chave oficiais: Discurso político,Presidente da República,Assembleia geral,Organização das Nações Unidas (ONU),Brasil,Mapa da Fome,Crise climática,Desigualdade social,Estados Unidos,Extrema direita,Acordo internacional Manifestação pública,Pauta (processo legislativo),Governo federal,Jornada de trabalho,Projeto de lei ordinária,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Tributação,População rica,Aposta esportiva,Banco,Fintech

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    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente, Deputado Charles Fernandes. Como é bom vir à tribuna e celebrar o discurso do Presidente Lula na Assembleia-Geral da ONU. Afinal, ele tem o que dizer ali. São poucos os países que conseguem o feito de tirar do Mapa da Fome parte da população. Lula anunciou para o mundo todo esse feito do Brasil. São poucos os países que têm um líder que está fazendo a lição de casa para o enfrentamento da crise climática. Ele foi à ONU e chamou à responsabilidade o mundo todo. São poucos os países que têm um líder como o Brasil tem, o Presidente Lula, que coloca em pauta e na prática políticas públicas para enfrentar a desigualdade, e vai à ONU chamar à responsabilidade o mundo todo. Nós precisamos destinar recursos para enfrentar as desigualdades, e não para a guerra. Poucos países têm um líder político como o Presidente Lula, que tem a visão geopolítica de que precisa chamar à responsabilidade o mundo todo, em especial a extrema direita, e principalmente os Estados Unidos, e falar que é preciso fortalecer a ONU, fortalecer as instituições multilaterais, fortalecer o acordo do clima. Por isso, a gente celebra. E celebra como o povo brasileiro fez no domingo, indo para as ruas, dizendo que a pauta que interessa não é essa pauta que a extrema direita quer: a anistia para defender uma família. O povo foi às ruas para dizer que quer defender a democracia, quer fortalecer as instituições democráticas. Ele quer a pauta principal, que é votar a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais; descontos maiores para quem ganha de 5 mil a 7 mil reais; taxação dos bilionários, das bets, dos bancos, das fintechs, para ajudar mais de 10 milhões de pessoas. São 150 mil pessoas que precisam começar a pagar Imposto de Renda, ou pagar mais, porque pagam pouco, para beneficiar mais de 10 milhões de pessoas. Também precisamos acabar com a escala 6 por 1. Não tem cabimento, em pleno século XXI, uma pessoa, mulher ou homem, trabalhar 6 dias por semana e ter apenas 1 dia da semana para organizar a casa, ir à igreja ou ao templo, fazer um esporte, ter lazer e cultura. Enfim, é essa pauta que interessa ao povo, e é isso o que o povo quer.
  • 09/09/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei 4.392, de 2025, que altera o Estatuto do Pantanal, que dispõe sobre o uso, a conservação, a proteção e a recuperação do bioma Pantanal, para reforçar as medidas de proteção à integração entre planalto e planície.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável

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    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria, Presidente, vota "sim". O Pantanal, nos últimos 30 anos a 40 anos, perdeu dois terços da sua capacidade de água, e este projeto dialoga com legislações específicas já elaboradas, tanto em Mato Grosso quanto em Mato Grosso do Sul. Portanto, cabe uma legislação nacional que incentive atividades econômicas sustentáveis, que contemplam a diversidade étnica e cultural do Pantanal, as suas atividades tradicionais. É fundamental que esta Casa também dê um passo no sentido de tudo aquilo em que a sociedade civil organizada, os setores produtivos, os Governos dos dois Estados já avançaram em legislação específica. Agora cabe também a esta Casa, ao Congresso Nacional, trabalhar nesse rumo, para não perdermos esse bioma que vem sofrendo muito nos últimos anos.
  • 02/09/2025

    O Deputado defendeu a aprovação do Rec nº 7, de 2024, que se trata de recurso contra a tramitação conclusiva do Projeto de Lei nº 10.273, de 2018, que altera a Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, que "Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências", para adequar a incidência da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental — TCFA. Ademais, sustentou a importância da taxa destinada ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para garantir atividades de fiscalização e controle. Além disso, criticou a tentativa de encaminhar o projeto diretamente ao Senado, evitando o debate pelo Plenário da Câmara dos Deputados. Ao final, destacou a necessidade de preservar o papel essencial do poder público na fiscalização de empresas que utilizam recursos naturais ou possuem potencial poluidor.

    Palavras-chave oficiais: Recurso (proposição legislativa),tramitação,Poder conclusivo,Projeto de lei ordinária,Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA),Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),Debate,Plenário da Câmara dos Deputados,Senado Federal,Poder público,supervisão,Empresa,Recursos naturais,Poluição ambiental

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    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente e caros colegas Parlamentares, em cada Comissão por que este projeto passou, foi aprovado um relatório diferente. Esta taxa é fundamental para o funcionamento e para as atividades normais do Ibama, as atividades de fiscalização e de controle. Por isso, é fundamental que esta Casa faça um bom debate, antes de mandá-lo para o Senado. É fundamental que o projeto passe por este plenário. Aqueles que querem encaminhá-lo direto para o Senado é porque aprovaram um relatório na Comissão de Justiça completamente contrário à fiscalização. É importante que se mantenha o papel essencial do poder público de fiscalizar empresas que, por acaso, usem recursos naturais e que tenham potencial de poluição. Por isso, é fundamental que o debate passe por esta Casa.
  • 02/09/2025Breves Comunicações

    O Deputado afirmou que a condenação dos responsáveis pela tentativa de golpe é necessária para proteger a democracia e garantir a continuidade do trabalho do Parlamento. Alertou que o mesmo grupo político ainda atua contra o Brasil, citando o impacto do tarifaço sobre a economia e o desemprego, além da atuação do Governador de São Paulo, que prometeu conceder indulto a Bolsonaro se eleito. Também criticou a sonegação bilionária de ICMS envolvendo a Ultrafarma. Por fim, citou o Pix no contexto de fake news difundidas por um grupo político ligado ao ex-Presidente Bolsonaro e que essas notícias falsas sobre o sistema de pagamentos instantâneos tiveram como objetivo desviar a atenção da população e encobrir irregularidades financeiras descobertas pela Polícia Federal, incluindo atuação de fintechs e fundos de financiamento que estariam trabalhando a serviço do crime organizado.

    Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Golpe de Estado,julgamento,Defesa,São Paulo (Estado),Governador,Indulto,Crítica Farmácia,Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS),Sonegação fiscal Polícia Federal (PF),investigação,Fintech,Fundo de financiamento,Crime organizado,Pagamento Instantâneo (Pix),Notícia falsa (fake news),envolvimento

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    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu venho a esta tribuna não para celebrar que vão ser condenados aqueles que tentaram dar o golpe, porque isso é muito triste. No entanto, é necessário! É necessário que sejam condenados, porque se tivesse dado certo o golpe, provavelmente nós não estaríamos aqui trabalhando e representando o povo brasileiro. É importante dizer que esse mesmo grupo político ainda continua atuando contra o Brasil. Está aí o exemplo do tarifaço, comandado pelo filho daquele que vai ser condenado nesse processo agora, o ex-Presidente Bolsonaro, atuando contra o Brasil, contra a economia, contra o povo brasileiro. E as atitudes que ele está tendo lá vão gerar desemprego aqui. E é importante também saber que faz parte desse mesmo grupo político o Governador de São Paulo, que, em entrevista nesse final de semana, disse que, se eleito Presidente, daria o indulto para Bolsonaro, no caso de ser condenado por tentativa de golpe. Esse mesmo Governador, o Tarcísio, no primeiro semestre do seu Governo em São Paulo, no ano retrasado, editou um decreto que criou as condições para o maior escândalo do ICMS, envolvendo a Ultrafarma, que sonegou 1 bilhão de reais dos cofres do Governo paulista. Esse mesmo grupo político, alguns meses atrás, espalhou e difundiu uma fake news, uma mentira, atacando o Pix, e o que se viu agora é que aquela tentativa era para acobertar aquilo que a operação da Polícia Federal descobriu: fintechs, fundos de financiamento, que fazem vista grossa e trabalham a serviço do crime organizado. Aliás, há o envolvimento de setores do próprio agro. Aquilo que sempre alertamos e condenamos aqui sobre o "ogronegócio", e que muitos Parlamentares defendem, como também ajudaram a propalar aquela fake news. É esse agrupamento político que tentou dar o golpe e que continua trabalhando contra o povo brasileiro. Por isso, precisamos ficar atentos. E quero chamar a atenção, porque a mesma mídia tradicional acoberta aquilo que lá em São Paulo está se produzindo e que também propiciou a atuação do crime organizado no Estado. Obrigado. Sr. Presidente, eu gostaria que meu pronunciamento fosse divulgado pelos meios de comunicação da Casa e também pelo programa A Voz do Brasil.
  • 27/08/2025

    O Deputado proferiu parecer à Emenda de Plenário nº 1, apresentada ao Projeto de Lei nº 1.707, de 2024, que altera a Lei nº 12.087, de 11 de novembro de 2009, para incluir cooperativas solares entre as entidades elegíveis para a garantia de risco às operações de crédito do Fundo de Garantia de Operações - FGO, nas condições que especifica.

    Palavras-chave oficiais: Parecer (proposição legislativa),Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Sociedade cooperativa,Energia solar,Crédito rural,Fundo Garantidor de Operações (FGO),Prazo,Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf),Subemenda substitutiva

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    O SR. NILTO TATTO (Bloco/PT - SP. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - Presidente, vou direto ao voto do parecer às emendas. "I - Voto do Relator Durante a discussão da matéria, foi apresentada uma emenda de Plenário. A Emenda de Plenário nº 1, de autoria do nobre Deputado Pedro Lucas Fernandes, propõe o prazo de vigência de 5 (cinco) anos para os incisos II a VI do § 1º do art. 15 do substitutivo apresentado. Nos termos dos incisos supracitados, serão consideradas para o financiamento do Programa Nacional de Desenvolvimento de Sistemas Agroflorestais de Base Agroecológica as operações de crédito destinadas a investimentos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), os recursos anualmente destinados ao Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, os recursos anualmente destinados ao Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), os fundos constitucionais previstos na Lei nº 7.827, de 27 de setembro de 1989, e os recursos da conversão de multas em serviços ambientais efetivada no âmbito do Governo Federal. Após amplo diálogo com diversos Líderes partidários, consideramos que a Emenda de Plenário nº 1 deve ser aprovada, uma vez que se faz necessário estipular o prazo máximo de vigência para as vinculações de receitas, nos termos do art. 137 da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Minas e Energia, somos pela aprovação da Emenda de Plenário nº 1, na forma da subemenda substitutiva anexa. Na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, somos pela aprovação da Emenda de Plenário nº 1, na forma da subemenda substitutiva apresentada pela Comissão de Minas e Energia (CME). Na Comissão de Finanças e Tributação, somos pela adequação financeira e orçamentária da emenda de Plenário; e, no mérito, por sua aprovação, na forma da subemenda substitutiva apresentada pela Comissão de Minas e Energia (CME). Por fim, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa da Emenda de Plenário nº 1 e da subemenda substitutiva apresentada pela Comissão de Minas e Energia (CME)."

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 15/12/2015 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.