
Nome civil: Marcos Sborowski Pollon · 45 anos
Bananômetro
94/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 97% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 90%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 98%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 91%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 21%das 787 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 90%das 661 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.marcospollon@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5976
- Gabinete
- Gabinete 976, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 374 de 391 sessões
Votou nas votações
90%
Registrou voto em 1.018 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 216 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
21%
Em 787 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
210 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 16/06/2026.
- 07/11/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 1.874, de 2015, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Minoria parlamentar
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu faço questão de firmar a orientação da Minoria, porque, mesmo antes da minha campanha, nós já atuávamos neste tema, por termos vários amigos com filhos com transtorno do espectro autista. Há cerca de 3 semanas, participamos de audiência pública na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul conduzida pelo Deputado Estadual Neno Razuk, meu correligionário, que tem dois filhos com transtorno do espectro autista. Essa foi uma bandeira que levantamos durante a campanha. Muitas mães e famílias nos procuram pedindo suporte, e sempre nos colocamos à disposição. Esta noite é uma das poucas em que saio daqui com a sensação de dever cumprido por poder verificar a aprovação de uma lei que vai dar mais dignidade às crianças com transtorno do espectro autista. Obrigado, Presidente. Parabéns ao Deputado Neno Razuk, de Mato Grosso do Sul. - 26/10/2023
O Deputado criticou o Governo Lula por promover, segundo ele, perseguição política e não garantir segurança pública. Condenou alegadas ações de vingança contra setores como o garimpo e o tiro esportivo e acusou o Governo de utilizar narrativas políticas em detrimento da justiça e segurança. Mencionou, ainda, cortes orçamentários em setores vitais e descreveu o Governo como a personificação do ódio.
Palavras-chave oficiais: Garimpo,Tiro esportivo,Política de segurança pública,Perseguição política,Partido dos Trabalhadores (PT),Governo federal
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Muitíssimo obrigado, Sr. Presidente. É com sensação de pesar e nó na garganta que eu ocupo esta tribuna hoje. Nenhum brasileiro tem repousado seus olhos na paz do seu lar desde que este regime tomou o poder em nosso País. O crime avançou de maneira assustadora. Vimos o banho de sangue no Rio Grande do Norte, no Rio de Janeiro, na Bahia, e vimos movimentos ligados ao crime organizado prosperando de forma assustadora. O movimento terrorista dos sem-terra, que invade terras, extorque pessoas, tortura, vilipendia, mata, trata como escravas as pessoas e as utiliza como massa de manobra, só tem aumentado a sua atuação Brasil afora. Índios fabricados por ONGs estão fomentando a violência no campo, com o apoio do crime organizado. O cidadão não tem tido um segundo de paz. Mas sou obrigado a dar o braço a torcer, porque cometi um equívoco na minha fala. O cidadão cumpridor da lei não tem tido um minuto de paz, porque os criminosos e os agentes dos papos cabulosos têm prosperado de maneira nunca antes vista no País. O que será do petrolão e do mensalão neste novo regime despótico? Há um Governo de benesses aos amigos e cupinchas, e vingança a todo aquele que ousa cumprir a lei. Nobre Deputada, eu ouvi seu pronunciamento. O garimpo legal é perseguido pelo atual regime por vingança. Não interessa quanto gera de imposto, renda, emprego, é vingança. O mesmo ocorre com o agronegócio brasileiro, vítima da sanha vingativa de um criminoso, não bastassem os atiradores esportivos, o esporte mais tradicional do Brasil, o mais antigo, a primeira medalha de ouro da história do esporte brasileiro, serem perseguidos incansavelmente. Imagine, Deputada, você não poder, na sua loja ou na sua atividade econômica, atuar desde janeiro deste ano! Todos estão condenados por medidas arbitrárias e autoritárias. Por exemplo, são impedidos de, próximo a estabelecimentos de ensino, instalar clubes de tiro, sem qualquer nexo causal entre a violência das escolas e os clubes. Exclusivamente, Presidente, utiliza cadáveres de crianças e jovens inocentes como composto de narrativa para fechar os clubes, uma vez que é impossível, dentro do perímetro urbano, qualquer estabelecimento estar a mais de 1 quilômetro de uma escola. Mais de 95% dos clubes do Brasil serão fechados, por vingança, por perseguição. Enquanto a violência descamba e destrói o País, a preocupação do Ministro é exclusivamente com os clubes de tiro e com o tiro esportivo no Brasil. Enquanto o sangue de pessoas é derramado, esses cadáveres são utilizados como narrativa e elemento de palanque. Sobe sobre os cadáveres para se utilizar do palanque. Muito pior do que isso, não faz o seu trabalho e enfoca toda a sua fúria naquelas pobres senhoras que ousaram clamar a Deus por justiça, tratadas como terroristas, condenadas a mais de 17 anos de prisão, presas arbitrariamente, sem o devido processo legal, enquanto aqueles terroristas que botam fogo em ônibus no Rio de Janeiro, em menos de 24 horas, estão nas ruas. É a época do papo cabuloso, é a época da destruição do Brasil. Mas, enfim, comemoremos! A democracia voltou! O grande democrata, o líder mundial, o futuro Nobel da Paz está à frente de todos os brasileiros, não é mesmo? Ou não seria o bom e velho: Acuse-os do que você faz e xingue-os do que você é? Onde estão os signatários da carta da democracia, quando nós vemos no jornal Folha de S.Paulo, que faz parte do consórcio que protege o déspota "Lula volta a estimular que militância pressione políticos em suas casas" , Lula incentivando a violência contra seus opositores? Onde estão, quando Lula minimiza a ditadura de Ortega na Nicarágua, e o compara a Angela Merkel? Ou ainda quando diz Lula, ao ser questionado sobre a Venezuela, que democracia é um conceito relativo? Esse é o democrata. E ainda traz o seu ranço, fazendo piada com o seu próprio Ministro da Justiça, quando alude a Flávio Dino: Vamos trazer pouca comida para ele. Isso me lembra da fala capacitista de que as pessoas com necessidades especiais têm problema de parafuso. A doença de Lula não pode ser diagnosticada, porque é uma doença da alma. É o mal que impera nele, a ponto de agradecer, na África, o trabalho escravo por mais de 350 anos; ou ainda por admitir que pediu a Fernando Henrique Cardoso e ao Senador Renan Calheiros que soltassem os sequestradores de Abílio Diniz, o que mostra que sua empatia com o crime organizado não é de hoje. Mais do que isso: apoiado pela militância LGBT, diz que a ideia de banheiro unissex saiu da cabeça de Satanás. E eu presenciei nesta semana, Presidente, no Conselho de Ética, um colega ser acusado de transfobia simplesmente por não conduzir um pronome de tratamento aos moldes do que a colega Parlamentar queria. Na economia, nem se fala. Poderíamos dizer: pelo menos a economia vai bem. Não, não vai. São bilhões, trilhões de reais gastos, levando o Brasil à bancarrota. Há cortes na saúde, assim como foram cortados mais de 100 milhões de reais da educação, e mais de 700 milhões de reais da segurança pública. Ainda ousam dizer que o amor venceu o ódio. Não há frase, hoje, na história do País que carregue um conteúdo de mentira, desgraça e perfídia como essa locução criada. Não, o amor não venceu o ódio; este Governo é a personificação do ódio. Obrigado, Presidente. - 26/10/2023
O Deputado expressou respeito pelos colegas parlamentares e pelo Ministro Flávio Dino, destacando que nunca foi desrespeitoso. Solicitou ao Deputado Pastor Henrique Vieira que considerasse o impacto da generalização acerca da criminalidade sobre os moradores das favelas e criticou a postura do Ministro Flávio Dino em relação ao tiro esportivo, acusando-o de atuar pela extinção do esporte e de causar prejuízos sociais e econômicos ao setor.
Palavras-chave oficiais: Decoro parlamentar,Atuação parlamentar Favela,Habitante,Criminalidade Tiro esportivo,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muitíssimo obrigado pela generosidade, Sr. Presidente. Muitíssimo obrigado pela finesse, Deputado Celso Russomanno. Eu gostaria de falar antes que o Deputado Pastor Henrique Vieira saísse. O Deputado Pastor Henrique sabe que em momento algum eu desrespeitei um Parlamentar desta Casa. Nunca o fiz. Estou falando da minha pessoa. Converso com ele regularmente. Quando o Ministro Flávio Dino esteve aqui, em momento algum fui desrespeitoso ou deselegante. Eu queria pedir ao Deputado Pastor Henrique que levasse à reflexão do seu grupo político e do Ministro a mesma coisa que ele disse, que se demonizam as pessoas que vivem nas favelas, quando, na verdade, os criminosos não são todos. Por uma razão extremamente injusta, o Ministro Flávio Dino tem atribuído todas as mazelas da humanidade ao tiro esportivo no Brasil e tem atuado fortemente para a extinção de um dos esportes mais tradicionais da história do País. Isso é lamentável e está gerando fome, miséria e a destruição de um segmento. - 26/10/2023
O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei nº 3.696, de 2.023, que altera a Medida Provisória nº 2.228-1, de 6 de setembro de 2001, que estabelece princípios gerais da Política Nacional do Cinema, e a Lei nº 12.485, de 12 de setembro de 2011, que dispõe sobre a comunicação audiovisual de acesso condicionado, para prorrogar o prazo de obrigatoriedade de exibição comercial de obras cinematográficas brasileiras – a política de cotas de tela na TV paga –, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O cinema como mercado, no Brasil, já tem enfrentado sérias dificuldades. O regime de cotas, impondo obrigações ao setor privado, só assevera ainda mais as dificuldades do segmento. Os filmes de qualidade, independentemente de cota, prosperam. Independentemente de orçamento milionário, eles prosperam. O problema dos filmes produzidos no Brasil não é resolvido por cota, que vai sacrificar ainda mais a indústria cinematográfica brasileira. O problema dos filmes produzidos no Brasil é que a indústria, ou parte dela, tem um fetiche por fazer militância no cinema. E os filmes de militância não vendem, e não vai ser a cota que vai resolver isso. As salas vão ficar esvaziadas e os cinemas vão quebrar, como já estão quebrando no Brasil. Por essa razão, a Minoria orienta "não", Presidente. - 25/10/2023
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 19, apresentada ao Projeto de Lei nº 4.173, de 2023, que dispõe sobre a tributação da renda auferida por pessoas físicas residentes no País em aplicações financeiras, entidades controladas e trusts no exterior.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, essa narrativa de que se tributarão os super-ricos e os ricos é só o substrato da inveja da Esquerda. O problema deles não é distribuição de riqueza, não é fazer com que as pessoas se desenvolvam, é a inveja de ter gente ganhando dinheiro, e esse dinheiro não poder ser roubado. Sempre que se tributa o gerador de emprego, isso redunda em diminuição de investimento, diminuição de emprego e evasão de divisas. O dinheiro sai do País e vai ser blindado de outra forma. É simples! Essa é a mesma mentira de quando tributaram a Shein e falaram: "Não, as empresas pagarão o tributo". Não, é sempre o pobre que acaba pagando a maior fatia. Por isso, a Minoria orienta "sim". - 25/10/2023
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 27 apresentada ao Projeto de Lei nº 4.173, de 2023, que dispõe sobre a tributação da renda auferida por pessoas físicas residentes no País em aplicações financeiras, entidades controladas e trusts no exterior.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é impressionante a habilidade que a Esquerda tem para destruir o País. A cada mês a arrecadação tem diminuído por conta dessa sanha arrecadatória do atual Governo. E agora atacam o setor que fatalmente vai se esquivar dessa bitributação através de estratégias tributárias legais estabelecidas por escritórios de advocacia. Isso vai redundar em duas coisas: fuga de capital e de investimentos em nosso País e, claro, enriquecimento de escritórios de advocacia bem conceituados em estratégias e programações de planejamento tributário. Sucesso aos advogados que enriquecerão derrubando, alterando, reformulando e alertando as pessoas para esse absurdo. A Minoria orienta "sim", Presidente. - 24/10/2023
O Deputado expressou sua indignação com a recusa do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, em comparecer a uma convocação da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, considerando isso um desrespeito à Casa e um crime de responsabilidade. Criticou o argumento do Ministro de que temia por sua segurança ao entrar na Câmara dos Deputados, mencionando sua coragem ao visitar áreas perigosas no Rio de Janeiro. Também condenou as políticas de segurança pública do Governo, apontando para o aumento da violência e dos índices de homicídios em Estados como Rio de Janeiro e Bahia, governados pelo PT. Mencionou a narrativa do Governo sobre a culpa dos cidadãos que compram armas legalizadas, destacando que a maioria deles cumpre a lei e faz o recadastro de suas armas. Concluiu expressando sua esperança de que os Ministros do Governo não passem a chamar os parlamentares de covardes.
Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO),ausência,Crime de responsabilidade,segurança Presidente da República,Bahia,Rio de Janeiro (Estado),Organização criminosa,Governo,Partido dos Trabalhadores (PT),Cidadão,Armamento
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, infelizmente, hoje nós vivemos mais um episódio lamentável na história deste Parlamento: o Ministro da Justiça Flávio Dino se recusou, mais uma vez, a comparecer a uma convocação da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, um tamanho desrespeito a esta Casa e um desprestígio para com todos nós, que aqui detemos 100% dos votos válidos. O Ministro gosta muito de falar que eles ganharam a eleição. Eles ganharam a eleição por menos de 1%, uma margem apertadíssima. Aqui nesta Casa nós detemos 100% dos votos válidos. Ele demonstrou total desrespeito. Não bastassem todas as ocasiões em que aqui esteve tratando de forma jocosa e desrespeitosa os colegas Parlamentares confesso que não sofri esse distrato, mas muitos colegas o sofreram , ele simplesmente não compareceu à reunião para a qual foi convocado, o que, evidentemente, é crime de responsabilidade. E fica pior: a justificativa é que ele temia pela sua segurança. Logo alguém tão corajoso quanto o Ministro, que entra numa das favelas mais perigosas do Brasil, a Favela da Maré, onde nem a polícia tem coragem de entrar, dizer que tem medo de entrar nesta Casa. Ele entra na Favela da Maré sem seguranças, mas aqui nem com seguranças o faz. Isso é um desrespeito ao meu amigo Estrela, da Polícia Legislativa, porque não confia no senhor, não confia em toda equipe da Casa, dizendo que os Parlamentares entram armados nesta Casa, o que é proibido regimentalmente. Que disparate, Sr. Presidente! Que absurdo, que broma! Chega a ser jocoso o tom. Não tem medo dos Parlamentares, não. Talvez o medo seja do enfrentamento da verdade, porque, graças à ação do então Ministro, a segurança pública do Brasil está cada vez pior, com índices de homicídios aumentando, a violência galopando, seja no Rio de Janeiro, seja na Bahia, que é o Estado governado pelo PT há mais de 16 anos. E como se não bastasse, a culpa é do cidadão que cumpre a lei, segundo a narrativa desse mesmo Ministro. A culpa é de quem compra arma legalizada, e mais de 99% dos têm armas compareceram para fazer o recadastro. Milhares, dezenas, centenas de empregos destruídos, clubes e lojas que foram sobrepujados pela narrativa desarrazoada e inverídica do atual Ministro. Eu espero que ele não faça o mesmo que o Ministro Luiz Fux fez outrora, que em alto e bom som, Sr. Presidente, chamou-nos de covardes. Só falta isto: que os Ministros deste Governo comecem a nos chamar de covardes. Obrigado. - 24/10/2023Breves Comunicações
O Deputado repudiou discurso proferido por Parlamentar do PT do Piauí contra o acesso às armas de fogo, à legítima defesa, ao tiro esportivo e ao direito à liberdade. Argumentou que o desarmamento é uma política típica de ditaduras e destacou que, durante o Governo Bolsonaro, houve uma redução de mais de 30% no número de homicídios no Brasil. O orador enfatizou que não se deve permitir discursos baseados em fake news.
Palavras-chave oficiais: Contestação,Deputado federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Arma de fogo,Política de segurança pública,Tiro esportivo,Legítima defesa,Notícia falsa (fake news),Defesa,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Dados,redução,Homicídio
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Peço a palavra para fazer esta intervenção de 1 minuto porque há pouco ouvi uma das manifestações mais ignóbeis que já ocorreram neste Parlamento. O Deputado do PT do Piauí criticou o acesso a armas de fogo atacando a segurança pública, atacando a legítima defesa, atacando o tiro esportivo e atacando o direito à liberdade. Todos sabemos que as ditaduras que correm mundo afora são os maiores baluartes do desarmamento da história, algo absurdo, algo que compõe uma excrescência inominável. Os números mostram que durante o Governo Bolsonaro o número de homicídios foi reduzido em mais de 30% no nosso País. Não bastasse isso, posicionava-se junto com um dos maiores defensores da liberdade e da democracia. Não podemos admitir discursos fundados em fake news. - 27/09/2023
O Deputado elogiou o presidente em exercício por sua conduta e paciência na condução dos trabalhos. Além disso, ele apoiou um discurso do Deputado Chico Alencar sobre a necessidade de os parlamentares se valorizarem e não se submeterem a pautas sem a devida antecedência. Destacou que o Parlamento brasileiro representa todos os votos válidos do País e que é fundamental preservar a importância desta instituição.
Palavras-chave oficiais: Presidente da Câmara dos Deputados,Elogio,independência,Parlamentar,Atuação parlamentar
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, em primeiro lugar, quero agradecer e celebrar a sua paciência, hombridade e elegância na condução dos trabalhos. Isso é muito importante. Mas também quero cumprimentar o colega Deputado Chico Alencar, que teceu uma autocrítica importante: nós devemos nos dar ao respeito e não nos submeter a pautas no afogadilho. Temos o direito e a prerrogativa de que as pautas sejam publicadas com antecedência. Tanto é assim que, apesar de o colega ser de uma posição ideológica diametralmente oposta à minha, eu fiz questão de aplaudi-lo, como muitos, porque o que está em jogo não é simplesmente a importância de um projeto de lei, mas a importância de todo o Parlamento brasileiro, que concentra, colega Deputado Chico, 100% dos votos válidos nesta Casa aqui. Nós temos que nos valorizar e nos dar ao respeito. E faço coro com V.Exa. no que diz respeito ao seu pronunciamento. Para concluir, Sr. Presidente, repito: esta não é uma questão de direita ou de... (Desligamento do microfone.) - 27/09/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do parecer da Comissão Mista quanto ao não atendimento dos pressupostos constitucionais de relevância e urgência e à adequação financeira e orçamentária da Medida Provisória nº 1.177, de 2023, que abre crédito extraordinário em favor do Ministério da Agricultura e Pecuária, no valor de R$ 200.000.000,00 (duzentos milhões de reais), para o fim que especifica.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Parecer contrário,Pressuposto constitucional,Medida provisória,Obstrução parlamentar,Oposição política Prerrogativa constitucional,Poder Legislativo,Usurpação de competência,Supremo Tribunal Federal (STF),Crítica,Atuação parlamentar
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é imprescindível, neste momento crítico que o País vive, que nós possamos nos afastar pelo menos por alguns segundos da polarização. É evidente que é importante este tema. O tema é fundamental. Mas nós precisamos fazer um trabalho de análise de pesos e medidas do que está em jogo neste momento. Nós estamos defendendo a democracia, a República, as prerrogativas do Poder Legislativo, que vêm sendo usurpadas dia a dia. Repito: há menos de uma semana, um Ministro do STF nos chamou de covardes. Temas importantes teremos todos os dias. Neste momento, impera a necessidade de união desta Casa e que por alguns dias deixemos de lado as nossas diferenças para restabelecermos o prestígio da Câmara dos Deputados. Por isso, estamos em obstrução. - 27/09/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do parecer da Comissão Mista quanto ao atendimento dos pressupostos constitucionais de relevância e urgência e à adequação financeira e orçamentária da Medida Provisória nº 1.177, de 2023, que abre crédito extraordinário em favor do Ministério da Agricultura e Pecuária, no valor de R$ 200.000.000,00 (duzentos milhões de reais), para o fim que especifica.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Parecer favorável,Pressuposto constitucional,Medida provisória,Minoria parlamentar,Obstrução parlamentar Ministro do Supremo Tribunal Federal,declaração,Atuação parlamentar,Crítica Aborto,Nascituro,Código Civil (2002),Código Penal (1940)
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, mais uma vez, edição da Gazeta do Povo do dia 14 de setembro publica, entre aspas: "'STF decide questões que o Parlamento não tem coragem de assumir', diz Fux". O Ministro do STF chama a todos nós Direita, Esquerda, Centro, não interessa de covardes e avança sobre questões já decididas por esta Casa. A questão do aborto está presente no Código Civil, na proteção do nascituro; está presente no Código Penal, na criminalização do ato; está presente na Convenção Interamericana de Direitos Humanos, que foi abarcada pelo direito brasileiro como norma supralegal. Nós precisamos, urgentemente, restabelecer a respeitabilidade desta Casa. Por isso, "obstrução". - 27/09/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento, por uma sessão, da votação da Medida Provisória nº 1.177, de 2023, que abre crédito extraordinário em favor do Ministério da Agricultura e Pecuária, no valor de R$ 200.000.000,00 (duzentos milhões de reais), para o fim que especifica. Na ocasião, o Orador expressou indignação com as declarações do Ministro Luiz Fux, que acusou o Parlamento de covardia por não assumir certas questões. O Parlamentar defende que o STF está usurpando as competências do Legislativo e faz acusações falsas de omissão em matérias já legisladas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Medida provisória,Partido Liberal (PL) Supremo Tribunal Federal (STF),Usurpação de competência,declaração,Ministro do Supremo Tribunal Federal,atuação,Poder Legislativo
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, vou orientar pelo PL. Abre aspas: "STF decide questões que o Parlamento não tem coragem de assumir". Vou repetir o que disse o Ministro Luiz Fux na semana passada: "STF decide questões que o Parlamento não tem coragem de assumir". Ele nos chama de covardes! Eles invadem as nossas prerrogativas; usurpam as nossas competências; de maneira falsa, acusam-nos de nos omitirmos em matérias que já foram legisladas por esta Casa; e nos chamam de covardes. Não se trata, colega Deputado, dos interesses do agro; trata-se dos interesses do Brasil, trata-se dos interesses da República. É fundamental, neste momento, obstruir as votações para restabelecer as prerrogativas deste Parlamento. - 27/09/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Medida Provisória nº 1.177, de 2023, que abre crédito extraordinário em favor do Ministério da Agricultura e Pecuária, no valor de R$ 200.000.000,00 (duzentos milhões de reais), para o fim que especifica. Na ocasião, o orador defendeu que o Parlamento não tem sido omisso em relação ao aborto, citando leis e acordos internacionais que já abordam o tema, contestando uma publicação da Gazeta do Povo que sugere que o STF está tomando decisões que o legislativo evita.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Medida provisória,Minoria parlamentar,Obstrução parlamentar Repúdio,Supremo Tribunal Federal (STF),Usurpação de competência,Poder Legislativo,julgamento,descriminalização,Aborto,Reportagem
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, no dia 14 de setembro próximo, foi publicado na Gazeta do Povo: "STF decide questões que o Parlamento não tem coragem de assumir". Vou repetir, meu colega Deputado Icaro: "STF decide questões que o Parlamento não tem coragem de assumir". Sr. Presidente, a repugnância ao aborto está espelhada no Código Civil Brasileiro, em seu art. 2º. O aborto é reconhecido como crime no Código Penal e foi acolhido como norma supralegal no Pacto de San José da Costa Rica. Então, não há omissão legislativa, não há essa covardia que o Ministro diz. E, por essa razão, nós orientamos "obstrução". - 26/09/2023
O Deputado, de início, parabenizou o Deputado Marco Bertaiolli pela indicação para assumir cargo de importância. A seguir, reiterou sua preocupação com um sentimento comum à maioria dos brasileiros: a usurpação da competência legislativa da Casa pelo Supremo Tribunal Federal, ferindo pressuposto essencial à democracia representativa. Negou, com indignação, que haja inépcia do Parlamento no ato de legislar. Citou interferências da Corte, como o caso de mudança de interpretação de dispositivo do Estatuto do Desarmamento e os julgamentos sobre a legalização das drogas e do aborto. Enfatizou que a falta de consenso e o próprio silêncio do Parlamento em determinados temas é expressão de uma vontade legislativa. O orador reafirmou que a maior parte da população, representada na Casa, posiciona-se contra medidas desarrazoadas que afrontam a democracia.
Palavras-chave oficiais: Congratulação,Deputado federal,Eleição,Conselheiro,Tribunal de contas estadual,São Paulo (Estado) Pesquisa de opinião,Crítica,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Usurpação de competência,Poder Legislativo,julgamento,Supremo Tribunal Federal (STF),Arma de fogo,legalização,Porte de droga para consumo próprio,descriminalização,Aborto
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Mais uma vez, parabéns, nobre colega Deputado Marco Bertaiolli, por ter alçado a oportunidade de um cargo tão importante. Eu venho mais uma vez a esta tribuna incontáveis vezes já denunciei este absurdo alertar os meus amigos Parlamentares e ecoar um sentimento que é comum à maioria dos brasileiros. Segundo pesquisa publicada esta semana, 30% temem a atuação dos Ministros da Suprema Corte. Por quê? Porque alguns membros dessa instituição não me refiro à instituição, mas a alguns de seus membros têm, de maneira catastrófica, assassinado a democracia. E uma das formas mais abjetas de se assassinar a democracia é usurpar as competências desta Casa. Sim, porque é pressuposto essencial à existência da democracia o respeito à representatividade. Dentro desta Casa, nós temos 100% repito, 100% dos votos válidos do Brasil (palmas), razão pela qual somos nós os responsáveis pelas alterações legislativas, e não representantes de instituição que são alçados a ela por indicação e que hoje vêm alterando a legislação deste País sob a falsa pecha de que esta Casa não legisla. Mentira! Inverdade abjeta e absurda! Quando trataram da limitação à aquisição de arma de fogo, julgaram contra legem. O voto do Ministro Fachin diz que o termo "declarar" do art. 4º do Estatuto do Desarmamento significa "demonstrar", "comprovar". Alterou o texto da lei, no que ele chamou de interpretação conforme. Agora pretendem legalizar as drogas, o que é crime no Brasil. Portanto, não há inépcia deste Parlamento. Pretendem autorizar o assassinato de bebês no ventre de suas mães, legalizando o aborto, quando há legislação contrária. É crime! Portanto, é falsa a alegação de que esta Casa não legisla, é mentira, é uma inverdade! Ainda que não se legislasse, no direito brasileiro o silêncio tem tônus de manifestação da vontade. Somos 513, e, com muito custo, trazemos para este plenário matérias com o mínimo de convencimento de uma maioria razoável. A falta desse consenso é, sim, vontade legislativa. O silêncio, nesse caso, é, sim, vontade legislativa. Quando há silêncio nesta Casa, o que significa é que não há consenso para a matéria. Nesse ponto, a maior parte da população, representada nesta Casa, posiciona-se contra todos esses impropérios e todas essas medidas desarrazoadas, que afrontam e massacram o que se entende por democracia. Presidente, quero solicitar a V.Exa. que o meu pronunciamento seja divulgado pelos meios de comunicação da Casa, em especial pelo programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 20/09/2023Breves Comunicações
O Deputado destacou a estreia do filme Som da Liberdade no Brasil, uma produção que denuncia o alarmante desaparecimento e tráfico de crianças no País e no mundo. O Brasil ocupa o segundo lugar em desaparecimentos infantis, muitos dos quais resultam na exploração sexual ou na venda de órgãos. O Parlamentar expressou sua indignação com aqueles que se opõem ao aumento de penas para os responsáveis e ressaltou a necessidade urgente de proteção às crianças. Fez um apelo para que as pessoas assistam ao filme e tomem consciência da gravidade do problema, criticando a distração com temas menos urgentes.
Palavras-chave oficiais: Filme cinematográfico,Tráfico de crianças,ranking,Brasil,desaparecimento,Criança,Exploração sexual,Tráfico de órgão ou tecido,Aumento da pena
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Parlamentares, amanhã estreia no Brasil um filme chamado Som da Liberdade. Assistam a esse filme. Por iniciativa do colega Deputado Federal Mario Frias, foi exibida uma pré-estreia ontem do referido filme, quando eu tive oportunidade de conhecer o seu conteúdo. É muito mais que um filme, Sr. Presidente; é uma denúncia grave de algo que acontece no mundo todo, e, infelizmente, nos rincões do nosso País. O Brasil é o segundo lugar no mundo em desaparecimento de crianças. Lamentavelmente, essas crianças estão sendo sequestradas e vendidas como mercadoria, seja para o mercado da exploração sexual de crianças, para satisfazer pedófilos, verdadeiros monstros e animais, que destroem a vida de milhares de crianças, seja para a comercialização de órgãos. É catastrófico que isso ainda exista no mundo! É assustador!. É assustador encontrarmos pessoas dentro deste Parlamento contrários à majoração de pena desses monstros. Nós precisamos urgentemente dar uma resposta eficaz à sociedade. Não podemos permitir que toquem em nossas crianças e, aqueles que o fizerem, que fiquem pelo menos 50 anos em cárcere para tirar as suas patas imundas delas. Sr. Presidente, tanto eu quanto o senhor temos filhos e os criamos. E não conseguimos imaginar a dor que é você encontrar no quarto do seu filho uma cama vazia. Mas essa dor é compartilhada por dezenas de milhares de pais e mães brasileiros e de outros tantos pelo mundo, que tiveram seus filhos roubados para serem vendidos e comercializados como mercadoria. A droga é vendida como produto e se exaure. Mas a criança é vendida centenas, dezenas, às vezes. milhares de vezes. Eu faço um apelo a todos que acompanham meu trabalho e que me escutam pelos meios de divulgação desta Casa: assistam a esse filme. Sim, Sr. Presidente, o filme é perturbador, o filme é chocante, mas desnuda uma realidade que muitos de nós sequer têm coragem de encarar. É absurdo perdemos tempo com temas irrelevantes, enquanto crianças estão sendo sequestradas e vendidas como mercadoria no nosso País. Sr. Presidente, nobres Deputados e todos que nos escutam: os filhos de Deus não são mercadoria. Nós lutaremos até o fim para cessar essa desgraça que acomete o mundo todo. Vocês não tocarão nas nossas crianças! Sr. Presidente, eu peço a V.Exa. que o meu pronunciamento seja divulgado pelos meios desta Casa, em especial no programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 19/09/2023Breves Comunicações
O Deputado destacou a importância do devido processo legal como pilar fundamental do Estado Democrático de Direito. Reforçou que não é uma questão de orientação política, mas sim a essência da democracia. Esclareceu que o devido processo legal inclui princípios como ampla defesa, contraditório e juiz natural, que servem para conter o poder do Estado e proteger os cidadãos. Afirmou que esse princípio democrático tem sido desrespeitado no Brasil, com pessoas comuns, advogados e até mesmo parlamentares temendo a atuação autoritária do Poder Judiciário. O orador expressou sua preocupação com a postura do Supremo Tribunal Federal, que estaria agindo sem nenhum amparo jurídico legal.
Palavras-chave oficiais: Defesa,Devido processo legal,Estado Democrático de Direito,Crítica,Poder Judiciário,Supremo Tribunal Federal (STF)
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Presidente. A situação que nós vivemos hoje no Brasil está cada dia mais assustadora. Eu tive a satisfação de ombrear o curso de direito com V.Exa. éramos colegas de classe. Desde os anos iniciais do curso de direito, nós conhecemos conceitos que deveriam nortear o direito constitucional e, principalmente, o devido processo legal. Eu me especializei em processo civil, me tornei professor de direito e lecionei inúmeras vezes sobre o devido processo legal. O que seria esta abstração chamada devido processo legal? As pessoas estão ouvindo que o devido processo legal está sendo jogado por terra, e não compreendem o que é. É muito simples! Eu digo aos colegas Parlamentares que estão do outro lado que o devido processo legal não é nem de direita, nem de esquerda: ele é a essência do Estado Democrático de Direito. Não há Estado Democrático de Direito sem o devido processo legal. É o devido processo legal que bota freios na atuação desmedida e autoritária do Estado. São princípios como a ampla defesa, o contraditório e o juiz natural que integram a composição do devido processo legal. No entanto, a única coisa que nós conseguimos observar nos últimos meses, quiçá nos últimos anos, é o desrespeito reiterado por todos os elementos que compõem o valor denominado devido processo legal. Do cidadão comum aos advogados, que não têm acesso aos autos que tramitam na Corte Suprema, até os Parlamentares, estamos todos, sem exceção, temendo a mão pesada do Judiciário, que hoje no Brasil não tem nenhum limite. Nós estudamos que a Constituição e o direito positivo, pautado nos ensinamentos de Kelsen, constituem uma pirâmide em cujo topo está a Constituição. Essa pirâmide vai descendo e forma o conteúdo normativo de um país, sempre pautado nos princípios fundamentais do devido processo legal. Acima da Constituição não haveria nada, ou haveria apenas a norma hipotética fundamental de Kelsen, um conceito subjetivo e abstrato. Mas hoje no Brasil, Presidente, é a Suprema Corte a norma hipotética fundamental, porque, infelizmente, constitucional no Brasil é aquilo que eles querem, simplesmente porque querem, sem nenhum amparo jurídico legal. Obrigado. - 24/08/2023
O Deputado expressou preocupação em relação à suposta invasão de competência do Judiciário e à falta de liberdade de expressão no Brasil. Argumentou que no Brasil, quem denuncia crimes é preso, e destacou a falta de devido processo legal, contraditório e ampla defesa. Ao final, questionou como alguém ousa pretender um País melhor em um ambiente supostamente marcado pela corrupção.
Palavras-chave oficiais: Poder Judiciário,competência,Liberdade de expressão,Crítica,Pronunciamento parlamentar,ausência,Devido processo legal
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu ia me manifestar sobre o manejo e o abate de javali, mas o colega que me antecedeu, o Deputado Márcio Correa, pontuou algo que tem preocupado a todos os brasileiros: a invasão de competência do Judiciário nesta Casa. O que me estranhou com relação ao pronunciamento dele, um pronunciamento muito sereno e muito correto, foi o fato de ele não ter saído preso da tribuna. Deputado Márcio, eu achei que a Polícia Federal iria vir e levar V.Exa. preso, porque V.Exa. ousou dizer a verdade num País de mentirosos, V.Exa. ousou apontar para o Supremo o descalabro que ele tem feito no nosso País. Nós estamos numa ditadura, Deputado. Como V.Exa. ousa ocupar a tribuna da Câmara dos Deputados para dizer a verdade? Quem V.Exa. pensa que é para dizer a verdade assim, à luz do dia? V.Exa. está numa ditadura. V.Exa. poderia ter saído daqui para um campo de concentração, como aquelas mais de mil pessoas que foram levadas, sem contraditório, sem ampla defesa, sem devido processo legal, sem individualização de conduta. Mais de mil pessoas, Deputado Pompeo V.Exa. é advogado como eu , foram conduzidas ao cárcere sem nem sequer terem individualização de conduta. Deputado Marcio, V.Exa. ousa subir nesta tribuna para falar a verdade? Eu cuidei de olhar o painel para ver de que Estado era esse insano, de que partido era esse maluco, porque como pode alguém subir, nos dias de hoje, na tribuna da Câmara Federal para falar a verdade? Faltam 10 minutos para o meio-dia. V.Exa. é insano, Deputado? Como pode V.Exa. desnudar um regime ditatorial em plena tribuna da Câmara Federal? V.Exa. não tem receio do que será da sua família? Digo isso porque, no Brasil, quem denuncia crimes vai preso. No Brasil, quem ousa dizer a verdade vai preso. Num país onde não há mais devido processo legal, onde não há mais contraditório, onde não há mais ampla defesa, quem ousa ser honesto vai preso. Como diz a velha máxima de Dostoiévski em Crime e castigo, "o crime sem castigo redunda no castigo sem crime". Como V.Exa. ousa, Deputado? Como V.Exa. ousa pretender um País melhor no meio dessa corja de corruptos? - 24/08/2023Breves Comunicações
O Deputado expressou sua preocupação com uma situação grave que ocorreu durante a semana envolvendo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e o controle do javali no Brasil. Segundo o Parlamentar, o órgão anunciou a suspensão do manejo ou controle do javali em vários estados, gerando confusão e até prisões ilegais. Ao final, insinuou que essa confusão poderia estar direcionada para prejudicar e perseguir o agronegócio brasileiro.
Palavras-chave oficiais: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),suspensão,Controle populacional,Javali,Decisão,contrário
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu preciso registrar, no dia de hoje, algo que aconteceu no decorrer desta semana e que é muito grave. Depois, quando for o momento de eu ocupar a tribuna, eu vou esmiuçar isso, embora talvez eu não consiga fazê-lo no dia de hoje, porque, afinal de contas, o plenário está bem movimentado. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente IBAMA fez o anúncio em vários Estados de que suspenderia o manejo ou o controle do javali. Os prejuízos que essa peste tem causado ao Brasil são inúmeros. E, de forma inadvertida, o IBAMA suspendeu, sem prazo determinado, o controle do javali. Isso fez surgir, em vários Estados, situações que chegaram ao ponto de algumas pessoas terem sido até presas ilegalmente em função dessa informação equivocada de suspensão do controle do javali sem tempo para acabar. E suspensão sem tempo para acabar é proibição. Anteontem, foi publicada uma espécie de portaria do IBAMA, dizendo que as guias emitidas até 21 de julho seriam respeitadas, que o controle do javali poderia continuar sendo realizado e que as novas autorizações deverão obedecer aos critérios do decreto. Eu não sei quem foi que escreveu isso! As autorizações anteriores, ou as guias, eram idênticas às estabelecidas pelo decreto. Então, isso visa exclusivamente perseguir o agronegócio e destruir um setor que produz e gera renda no Brasil. Obrigado. - 16/08/2023
Protesto contra a comparação de políticos da Direita a monstros, pelo Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. Natureza violenta e sanguinária dos líderes comunistas mundiais. Inoperância do Ministro Flávio Dino contra o crime organizado. Não recebimento pelo orador de resposta a pedido de informações encaminhado à Pasta sobre a compra de armas de fogo para as forças policiais. Defesa do aborto e da liberação das drogas pelo governo petista.
Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Ideologia política,Comunismo,China,Esquerda política,avaliação negativa Nazismo,Genocídio,Crime organizado,Segurança pública
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Eu fico muito feliz de poder fazer esta manifestação sob a Presidência de V.Exa., alguém a quem respeito e admiro. Venho pela primeira vez, desde que tomei posse no meu mandato, fazer um pronunciamento a respeito do Sr. Ministro da Justiça, Flávio Dino, que mencionou recentemente que monstros da Direita estariam se levantando na América Latina monstros. Se nós da Direita somos monstros, quem seriam os heróis do Sr. Ministro? O que ele define como monstruosidade? É o fato de protegermos a família ou de defendermos a vida do nascituro, dos bebês e das crianças desde o ventre materno? Seria essa a nossa monstruosidade? Ou estaria a monstruosidade no combate às drogas e ao crime organizado? Ou ainda na defesa da Pátria, na defesa da liberdade e dos valores judaico-cristãos que cunharam a civilização ocidental? A monstruosidade estaria na defesa do livre mercado ou na defesa da liberdade religiosa? Ora! São estes os chamados de monstros pelo Sr. Ministro: aqueles que defendem os valores mais básicos da existência e da dignidade do ser humano; que defendem o indivíduo antes do coletivo; que defendem a liberdade antes da escravidão estatal, que eles pretendem impor ao Brasil. São esses os monstros do Sr. Ministro. No entanto, convém trazer à baila quais seriam os heróis desse ex-magistrado elevado a Ministro, após vencer uma eleição para Senador, com formação suficiente para entender os personagens importantes da história e, de peito aberto, afirmar ser comunista. Seus heróis comunistas mataram muito mais do que Adolf Hitler, que é o quarto na escala de genocidas. Quem nos chama de monstros admira e tem em sua prateleira personagens como Mao Tsé-Tung, que na China assassinou, e até hoje seu regime nefasto assassina, mais de 70 milhões de pessoas. A China detém denúncias desde roubo e assassinato para comercialização de órgãos até a manutenção de campos de concentração para genocídio étnico. Na sequência, Josef Stalin, da União Soviética, com seus mais de 40 milhões de mortos matou e destruiu com mão de ferro ucranianos. E a cortina de ferro chegou ao país dos meus antepassados, a Polônia, esmagada por esses genocidas. Estariam ainda, na Mongólia, mais de 40 milhões de mortos; Adolf Hitler, com seus 20 milhões abjetos e sua política do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. Temos aqui uma lista infindável de verdadeiros monstros. No entanto, não vemos o Ministro tecer uma linha sobre os traficantes, que destroem, ceifam vidas e desfilam abertamente com seu armamento pesado nas comunidades Brasil afora. Não seriam esses os verdadeiros monstros? Se os monstros são os que defendem a família, a vida, a propriedade, o cristianismo, o que seriam aqueles que traficam drogas, que andam com armas, expondo fuzis e munição vasta, para matar policiais, para escravizar homens e estuprar mulheres? Seriam esses os anjos de quem nos chama de monstros? Até agora, desde o começo da gestão do Sr. Ministro, não há sequer uma declaração contra o crime organizado. Não há sequer um ato contra o crime organizado. E o que se viu foi uma licitação para adquirir uma série de fuzis e kits para determinada força de polícia, sobre o que nós oficiamos ao Ministério pedido de informações, pois cada kit desses custa a módica monta de cerca de 20 mil dólares, enquanto se encontra no mercado algo similar no valor aproximado de 5 mil a 10 mil dólares, já com a tributação. O Governo, Deputado Gayer, não paga imposto quando faz alguma aquisição para as forças policiais. Então, estamos curiosos por saber do Sr. Ministro o que é esse kit tão especial, na composição de armamento para as polícias, que passou de 20 mil dólares. Pedimos a informação, e ela nos foi negada, porque, assim como os vídeos do 8 de janeiro, ela é estratégica. Então, nós que queremos a verdade e queremos a transparência somos chamados de monstros, mas aqueles que defendem a liberação das drogas, o desencarceramento, o assassinato de bebês no ventre de suas mães e o crime organizado como gerador de emprego eu ouvi isso de um deles recentemente são os heróis que ombreiam com outros supostos heróis, como Mao Tsé-Tung, Josef Stalin e outros tantos que assassinaram, e assassinam até hoje, as pessoas. E, agora, pretendem derramar sangue com sua mão de ferro, fazer um banho de sangue no Brasil, dizendo ainda que o amor venceu. Que amor é esse que tem buscado o assassinato de bebês? Que amor é esse que tem promovido a liberação das drogas? Que amor é esse que prestigia os marginais, enaltece os criminosos e subjuga toda a classe produtiva do Brasil, subjuga todos aqueles que cumprem a lei no Brasil, subjuga todo aquele que defende a ética, a moral e os valores que construíram a nossa Nação? Seriam esses os monstros do Ministro? Seus heróis, Sr. Ministro, devem ter morrido de overdose, como dizia Cazuza. Se nós somos os monstros, quem são seus heróis, Sr. Ministro? Quem são seus heróis? - 16/08/2023
Orientação de bancada na votação do substitutivo oferecido pelo Relator da Comissão de Educação ao Projeto de Lei nº 1.482, de 2023, sobre a instituição da Política Nacional de Promoção da Cultura de Paz nas Escolas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, de fato, é fundamental a cultura de paz. Nós devemos lutar e trabalhar dia a dia para a pacificação das pessoas e dos povos, sob o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Que paz se pretende em um País que está às portas da liberação das drogas? Que paz se pretende em um País que está às portas da autorização do assassinato de bebês no ventre de suas mães, um verdadeiro tributo a Moloque? Que paz é essa que sacrifica professores e vilipendia alunos? Nós somos, sim, a favor da paz, como a paz que há nas escolas cívico-militares, covardemente destruídas por este desgoverno. Por essa razão e com pesar pelos rumos que o País têm tomado , orientamos o voto "sim", Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.