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Detector de Bananada
Foto de Marcos Pollon

Deputado · Câmara

Marcos Pollon

PL · MS

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Marcos Sborowski Pollon · 45 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 94 de 100, Cara Bom0406080100

94/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 97% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 90%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 98%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 91%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 21%das 787 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 90%das 661 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.marcospollon@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5976
Gabinete
Gabinete 976, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 374 de 391 sessões

Melhor que 60% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

90%

Registrou voto em 1.018 de 1.128 votações nominais

Melhor que 82% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 216 projetos apresentados (0%)

23 avançaram · 160 em andamento · 33 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

21%

Em 787 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 2% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

210 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 16/06/2026.

  • 16/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o julgamento de Eduardo Bolsonaro pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), classificando-o como processo de viés político e sem fundamento jurídico. Argumentou que o Ministro Alexandre de Moraes, ao se colocar como vítima, estaria legalmente impedido de atuar como julgador no caso. Além disso, apontou que tribunais da Argentina, da Espanha, dos Estados Unidos e da Itália já teriam reconhecido irregularidades no processo. Por fim, afirmou que Deputados estariam sendo perseguidos por posição política e que o País atravessaria o momento mais grave de sua história democrática.

    Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Ex-deputado federal,Partido Liberal (PL),julgamento,Crítica,Perseguição política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Nós vivemos o momento mais catastrófico da história do Brasil. Hoje, mais uma vez, os membros da 1ª Turma do Supremo esfaqueiam o que sobrou de democracia, uma vez que aniquilaram completamente o devido processo legal, e se propõem hoje a julgar Eduardo Bolsonaro. E qual o crime inventado dessa vez? Suposta obstrução de justiça, suposta coação, sendo que ele não tem meios para fazer isso. A única coisa que o Eduardo fez foi relatar para outros países o absurdo que está acontecendo no Brasil, a catástrofe que o Judiciário, na pessoa de alguns Ministros, como Alexandre de Moraes, tem se dedicado a causar, destruindo a legislação e a Constituição brasileira, o que deveria ser conhecido como devido processo legal. Tentam — olha o absurdo, conforme as notícias que saíram — dar um recado para o mundo. Julgamento não é para dar recado; julgamento é para fazer justiça. Isso é o típico processo-show. E o que é um processo-show? É aquele processo que tem o viés político, que quer mostrar ou sinalizar alguma coisa, típico de ditadura, como em Cuba, Venezuela e outros regimes que assassinam a sua população todos os dias. Ora, que poder tem um Deputado que está foragido do Brasil para se defender, para escapar da mão dos ditadores, ou de impor ao Presidente da nação mais poderosa do mundo qualquer decisão? Foi apenas comunicar o absurdo, que já foi reconhecido pelos tribunais da Argentina, pelos tribunais da Espanha, pelos tribunais dos Estados Unidos e, agora, da Itália. trata-se de um completo desserviço, a destruição absoluta da segurança jurídica e das garantias constitucionais que hoje já não existem mais. Há colegas Deputados sendo perseguidos e presos apenas por posição política; pessoas inocentes sendo aprisionadas exclusivamente por cometerem o crime que é ser de direita. Afinal de contas, parece que a única coisa que dá cadeia hoje no Brasil é dever pensão alimentícia e ser de direita, porque, no mais, os criminosos são soltos a rodo pelo mesmo tribunal que está perseguindo as pessoas. Vejam, Alexandre Moraes se coloca como vítima dessa suposta coação, e, agora, mais uma vez, é o juiz, o que afastou a imparcialidade e mostrou a ilegalidade de vários outros julgamentos. O mais tenro, o mais inepto aluno de Direito do 1º ano sabe que o juiz que se coloca como vítima afetada por atos — ainda que em tese, pois são atos que não existiram, foram inventados pela narrativa do Alexandre de Moraes — não pode, está legalmente, absolutamente impedido de julgar. Isso é uma escarrada no rosto da imagem da Têmis, o que uma vez ousaram chamar de justiça. Tenho dúvidas de qual é a alegoria que aquela estátua sentada à frente do Supremo representa, porque não há mais justiça num país onde o tribunal é 100% político e persegue seus opositores.
  • 09/06/2026

    O Deputado criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter um Desembargador no Governo interino do Estado do Rio de Janeiro, em desacordo com a linha sucessória constitucional. Ademais, repudiou ataques à reputação do Deputado Estadual Douglas Ruas. Por fim, alertou que a intervenção do STF no caso abre precedente perigoso para a democracia e para os demais Estados da Federação.

    Palavras-chave oficiais: Decisão judicial,Supremo Tribunal Federal (STF),Desembargador,Governo estadual,Rio de Janeiro (Estado),Deputado estadual,Democracia,Estado (ente federado)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, acabamos de ouvir aqui um colega do Rio de Janeiro tentando validar mais uma situação de ilegalidade e abuso do STF, com ataques à reputação do Deputado Douglas Ruas. Eu fico muito feliz que ele ainda esteja no plenário para explicar algo muito básico no Estado de Direito, no que chamam de Estado Democrático de Direito. O texto constitucional é muito claro ao estabelecer a linha sucessória no caso de vacância em cargos do Executivo, e não há nenhum motivo plausível para se desprezar o texto constitucional, rasgar a Constituição e viabilizar uma interferência desse nível pelo Supremo. Sr. Presidente, se autorizarmos o Supremo a meter uma canetada e, no tapetão, rasgar todos os votos e a representatividade de um Estado, nós o estaremos autorizando a fazer isso com todos. Isso é um risco muito grande para a democracia, porque hoje isso acontece no Rio, e amanhã pode acontecer em qualquer outro Estado da Federação. Obrigado, Presidente.
  • 28/04/2026

    O Deputado criticou a defesa, por Parlamentar evangélico, da indicação do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que o indicado contribuiu para o procedimento de assistolia fetal. Ademais, contestou a justificativa de Messias sobre sua atuação contra os manifestantes dos atos de 8 de Janeiro de 2023. Ao final, afirmou que o então Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, prevaricou ao não fornecer as filmagens das câmeras de segurança dos prédios públicos e do entorno de Brasília (DF).

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Cristão,indicação,Advogado-Geral da União,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Assistolia fetal,Ato antidemocrático,Prevaricação,Ex-,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,filmagem,Edifício público,Brasília (DF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Poucos minutos atrás, nós fomos obrigados a ouvir um Deputado que se posiciona como evangélico defendendo a nomeação, para o Supremo, do "Bessias", que viabilizou o assassinato de bebês com o emprego de um produto químico que não pode ser utilizado nem sequer em animais. Mas o mais assustador é que ele justifica o terror do 8 de Janeiro dizendo que, se ele não tivesse feito o que fez, teria prevaricado. O assustador é que o "Bessias" não só fez esse absurdo, como também ainda se vangloria disso. A verdadeira prevaricação, Sr. Presidente, ocorre quando o Ministro da Justiça à época, Flávio Dino, subtrai, esconde, não fornece as filmagens das câmeras de segurança do 8 de Janeiro. Todo o ambiente de Brasília — todos os prédios públicos e o entorno — está sob vigilância atenta de câmeras de segurança. Por que esse material está escondido até hoje?
  • 15/04/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Senado, afirmando que a Casa falhou em conter abusos institucionais. Em seguida, criticou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, associando-o a episódios da Operação Lava Jato e a parecer sobre aborto. Também mencionou o Ministro Flávio Dino e o Presidente Lula, citando o aparelhamento judicial da Suprema Corte. Além disso, atribuiu a Jorge Messias responsabilidade por pedidos de prisão relacionados aos atos de 8 de janeiro, classificando as prisões como ilegais. Ademais, comparou essas prisões a denúncias envolvendo o caso Banco Master. Ao concluir, defendeu a renovação do Senado como medida para restaurar a normalidade institucional.

    Palavras-chave oficiais: Senado Federal,renovação,indicação,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Esquerda política,Judicialização da política,Banco Master,Participação política,aparelhamento,Supremo Tribunal Federal (STF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. O Senado precisa ser renovado urgentemente. Com raríssimas e honrosas exceções, nós vemos o Senado mergulhar o Brasil no seu período mais terrível de toda a história da República. Com uma sucessão de omissões, e omissões dolosas, eu diria, eles têm nos colocado num capítulo assustador da nossa história. E aquilo que está muito ruim no Brasil, com certeza, sempre pode piorar. Há o desenho de que nos próximos dias será sabatinado, e é claro, a gente sabe que quando chega à sabatina já está acordado nos bastidores o seu resultado, a aprovação do novo Ministro do Supremo, o Bessias. Não bastasse terem levado para lá o advogado pessoal do então ex-condenado Lula, em seguida levaram um comunista declarado, que todos sabemos que o comunismo é o maior regime genocida da história da humanidade, Flávio Dino, nos presenteiam com esse absurdo: Bessias. Quem é Bessias? É o sujeito que burlaria a Lava-Jato levando o papel para o Lula, no caso de emergência ou de busca e apreensão. Entretanto, a situação se torna ainda pior ao se ver o desenrolar da carreira lamentável desse cidadão. Hoje, no Brasil, um elemento, um veneno que é proibido de ser usado em animais, foi autorizado por um parecer do Bessias ser injetado no coração de crianças antes de nascer. Prestem atenção no absurdo, é proibido usar em bicho porque é cruel. Agora, por conta de um parecer dele, autoriza-se matar crianças no ventre das mães com esse veneno, injetando no coração do bebê para que ele morra de maneira agonizante. E ainda dizem que ele é evangélico. Que tipo de cristão é esse que viabilizou o assassinato de crianças? A situação ainda se torna pior quando se vê que não só ele foi o responsável declarado pelas prisões absurdas do 8 de Janeiro, como ele se vangloria. Existem vídeos circulando na Internet, mais de um, nos quais ele conta vantagem, vangloria-se de ter sido o patrocinador dos pedidos de prisão dessas pessoas. Mulheres como a Débora do Batom, que simplesmente escreveu de batom numa estátua, outros que sequer aqui estavam, empresários que por darem 100, 200 reais para custear um ônibus para manifestação pacífica, sem envolvimento nenhum, condenados a mais de 14 anos. E ele se vangloria desse absurdo. Uma coisa é a atuação lá atrás. A gente pode até pensar "ah, foi erro técnico". Não, é crueldade, crueldade de um militante, crueldade de um serviçal de um regime nefasto e assassino. E é esse homem que querem colocar no Supremo, condenando o Brasil a mais algumas décadas de aparelhamento judicial, onde nós sabemos que os julgamentos infelizmente serão exclusivamente políticos e, com um lado, o lado da destruição, o lado da morte, o lado da Esquerda. Enquanto nós vemos todos os dias notícias de desvios de bilhões roubados de velhinhos a favor do filho do Lula, o Lulinha, de bilhões desviados, no caso Master, de forma assustadora envolvendo todos os Poderes da República de maneira que nunca se viu tanto dinheiro roubado em toda a história do País, algo que supera a Lava-Jato, pessoas estão sendo presas por conta de escrever com batom numa estátua ou fazer um Pix de R$ 100, R$ 200 para custear um ônibus. E o pior: o futuro possível novo Ministro do Supremo, o Sr. Bessias, que viabilizou o aborto, se vangloria, comemora essas prisões ilegais. Com certeza será mais um conivente, se não patrocinador de corruptos. O episódio é lamentável, e só há uma Casa, um Poder, segundo a Constituição Federal, capaz de frear esses arroubos, esse absurdo. É o que nós conhecemos como Casa Alta, o Senado, porque eu disse, com raras exceções, a grande maioria precisa ser substituída para que nós retomemos a normalidade institucional no Brasil, resgatando assim, de maneira definitiva, o que se entende por democracia. Obrigado, Presidente.
  • 10/12/2025

    O Deputado discutiu a Representação nº 2, de 2025, em desfavor da Senhora Deputada Carla Zambelli, em razão de condenação criminal transitada em julgado.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Representação contra deputado,contrário,Deputada federal,Condenação criminal transitada em julgado

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres colegas Parlamentares, começo parabenizando o Deputado Diego Garcia pelo seu trabalho técnico. O trabalho técnico pode ser feito por qualquer pessoa que tenha o mínimo de dedicação ao estudo. Um sujeito que se assenta na academia, se prepara, ou, então, se cerca de uma equipe bem preparada e a coordena pode fazer um bom trabalho técnico. Isso não é mérito, isso é obrigação. No entanto, o que é mérito é a coragem do Deputado Diego Garcia. No momento em que o Brasil está achincalhado pelo que Olavo de Carvalho chamava de "homens de geleia", em que ouvimos que conservadorismo não é feito para homens de geleia, nós encontramos um homem de cerne, de fibra, de estirpe, que se coloca à frente de qualquer temor que possa recair sobre esta Casa de outro Poder, como já é useiro e vezeiro, e enfrenta, defendendo a verdade, defendendo a justiça e, mais que isso, defendendo as prerrogativas deste Parlamento. E, ao se cassar um Deputado, e, neste caso, a mais votada do Estado de São Paulo, não se cassa apenas um Parlamentar, mas se corta um naco, um pedaço, como se fatia um salame, dos poderes desta Casa. Mais que isso: o que é um homem corajoso, Sr. Deputado? É aquele que enfrenta o mais forte para defender o mais fraco, sem interesse próprio. E o que é um homem covarde, Sr. Deputado? É o que achincalha o mais fraco estando mais forte, por interesse próprio. E o senhor dá uma aula ao Brasil, aos Deputados e a todas as pessoas de bem sobre o que é ser um homem corajoso em tempos de crise, o que é ainda mais grave, porque nós sabemos a pressão que V.Exa. sofreu. A Deputada Carla Zambelli foi vítima de uma perseguição, de um processo secreto, a cujos autos até agora não se teve acesso, similar ao que aconteceu com o ex-Ministro de Finanças de Cuba recentemente, que foi julgado e condenado à prisão perpétua por traição ao regime, num processo secreto. São inúmeros processos secretos. Para concluir, Sr. Presidente, peço 30 segundos de cortesia... (Desligamento do microfone.)
  • 10/12/2025

    O Deputado relatou seu conflito entre convicção pessoal e dever de representação, afirmando que, como advogado, aprendeu a submeter sua vontade ao interesse das partes que representa. Declarou ainda conhecer pessoas presas pelas manifestações de 8 de janeiro, denunciou abusos cometidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e relatou ter recebido pressões contraditórias quanto ao voto sobre o Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas. Ademais, destacou que a sua posição favorável decorreu de determinação do ex-Presidente Bolsonaro. Ressaltou, contudo, que considera a anistia a solução mais adequada. Ao final, afirmou votar para preservar a unidade da Direita.

    Palavras-chave oficiais: Voto favorável,Projeto de lei ordinária,Dosimetria da pena,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Preso,Ato antidemocrático,abuso,Supremo Tribunal Federal (STF),anistia,Direita política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu sou advogado há mais de 20 anos. O momento mais difícil na carreira de um advogado é quando a parte lhe pede algo de que ele discorda. Mesmo compreendendo que há amparo legal para o direito, o advogado não advoga para si um direito que não é seu; ele advoga segundo o interesse da parte. E, por essa razão, ele deve submeter a sua vontade e a sua convicção ao que entende a parte. Meus amigos estão presos; eu conheço as pessoas encarceradas. Eu vi os horrores da tortura das masmorras do STF pessoalmente. Recebo ligações tanto de advogados dessas pessoas quanto de uma centena dessas pessoas. E hoje, ao longo do dia, recebi um misto de solicitações: para que me manifestasse e votasse contra a dosimetria; e para que, pedido por muitos mais, votasse a favor. Até que, neste Plenário, por meio do Líder Sóstenes e também de outros Deputados, foi atestado, em claro e bom tom, que essa é a determinação do nosso Presidente Bolsonaro, um dos maiores atingidos por essa injustiça. Assim, como já senti esse amargor no exercício da minha advocacia, experimento agora, como representante dessas pessoas. Mesmo mantendo a minha convicção de que a dosimetria não resolve e não resolverá os problemas mais urgentes da Nação... E, sim, a anistia deveria ser o remédio necessário, tanto que respondo a dois processos éticos em decorrência de ter chegado à exaustão por clamar pela anistia — e todos me conhecem pela manutenção do respeito ao decoro. Foram duas as ocasiões: em uma, eu me exaltei; na outra, eu acompanhei mais de setenta Deputados em um ato legítimo de obstrução. Mesmo com essas condições, sou obrigado a ceder às minhas convicções e observar o interesse das partes que eu represento. Espero, sinceramente, que o mais cedo possível todas essas pessoas voltem às suas casas e essa injustiça seja reparada. Faço parte de um time. Nós sempre clamamos e advogamos pela união da Direita, e não serei eu o elemento de desunião. Não, sinceramente, não estou feliz. Estou um pouco frustrado e até envergonhado, mas espero que essa seja a melhor decisão tomada. Que Deus tenha misericórdia do Brasil!
  • 12/11/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que dispõe sobre o combate às organizações criminosas, encaminhado pelo Ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, por criar a figura do "crime organizado privilegiado" e promover o desencarceramento. Ademais, condenou o Governo Federal por usar a comoção causada pelos elevados índices de violência para favorecer criminosos. Além disso, elogiou o Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, por atribuir a relatoria ao Deputado Derrite. Adicionalmente, defendeu a equiparação das facções criminosas às organizações terroristas, alegando que exercem dominação política e torturam e executam os eleitores do ex-Presidente Bolsonaro. Repudiou ainda a pressão do mercado financeiro contrária à equiparação ao terrorismo bem como a sua possível declaração de inconstitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ao final, defendeu que a Câmara dos Deputados enfrente o tema sem concessões.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Organização criminosa,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Crime organizado,Governo federal,Criminoso,Presidente da Câmara dos Deputados,Relator,equiparação,Terrorismo,Organização terrorista,Tortura,Eleitor,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Homicídio,Mercado financeiro,Inconstitucionalidade,Supremo Tribunal Federal (STF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Presidente, de antemão, já peço que meu pronunciamento seja endereçado a todos os meios de divulgação desta Casa e ao programa A Voz do Brasil, porque hoje falo para a população, para fazer um verdadeiro alerta, a partir desta tribuna. Percebam o seguinte: o Governo Federal, por meio do Ministro Lewandowski, enviou para esta Casa — e V.Exa., Presidente, é um especialista em segurança pública — o projeto de lei da passação de pano para o crime organizado, criando a figura do crime organizado privilegiado, ou do tráfico privilegiado, que redundaria no grande objetivo deles, chamado de desencarceramento. Para você que está nos ouvindo, o que é desencarceramento? É tirar vagabundo, ladrão, bandido, traficante da cadeia! Então virou essa cama de gato. Eles querem usar toda a comoção social gerada pelos índices de violência no Brasil, onde um em cada quatro brasileiros está sob o domínio do crime organizado, sob o controle de facções, para passar pano para o crime e tirar bandido da cadeia. Por sorte, em uma medida muito bem direcionada — apesar das eventuais diferenças que tenho com o Presidente Hugo Motta por conta da anistia, enalteço o seu posicionamento —, a relatoria foi passada ao Deputado Derrite, e ele salvou o projeto, que agora efetivamente irá combater o crime. No entanto, há uma pequena dissonância que tenho escutado nos corredores. Fui alertado pelo Deputado José Medeiros, há pouco, neste Plenário, sobre a questão de se considerar esses criminosos como terroristas. O que é uma organização terrorista? É aquele que causa terror, pânico e destruição por razões políticas. A gente sabe que, historicamente, quem criou o Comando Vermelho, a antiga Falange Vermelha, foram os narcoguerrilheiros que existiam à época do regime militar, quando ficaram presos junto com criminosos comuns e os transformaram em milicianos, fazendo com que se constituíssem de modo organizado. Nós sabemos que a atuação deles, nos territórios dominados, é política, sim, chegando a executar e torturar quem votava no Bolsonaro. Lembrem-se de que um quarto da população brasileira — um em cada quatro brasileiros — não pode manifestar apoio à Direita, sob o risco de ser assassinado. Portanto, são terroristas, sim. Cabe a nós verificarmos a quem interessa passar esse pano. Como disse o Deputado José Medeiros, o STF disse que, se isso for aprovado, vai declarar a lei inconstitucional. Pois que declare, que assine o recibo e mostre ao Brasil inteiro de que lado está. Se existe alguém que ainda não entendeu isso, é bom que fique claro. Procuraram o Presidente desta Casa, juntamente com o Deputado Derrite. Saiu no Metrópoles ontem, que o mercado financeiro, vulgo Faria Lima, procurou o Presidente desta Casa e disse que declarar as facções criminosas como organizações terroristas iria diminuir os investimentos no País. Isso se dá por um fato só: o Brasil é o paraíso da lavagem de dinheiro. Pela extensão territorial, pelo tamanho que ocupa na economia mundial, não é fácil rastrear a lavagem de dinheiro que ocorre no Brasil. Por isso, todas as organizações criminosas do mundo lavam dinheiro aqui. Este é o momento de esta Casa dar um basta nisso, porque lavagem de dinheiro não é investimento. Ou nós vamos considerar lavagem de dinheiro como investimento? Se for assim, já que entendem que esse é um dinheiro de investimento, que façamos um projeto e votemos a regularização da lavagem de dinheiro como investimento. É isso que eles querem? Quando impedem a declaração expressa de que as facções criminosas são terroristas, o que visam é manter a possibilidade de lavar dinheiro, o que é muito mais difícil de fazer quando se trata de organização terrorista.
  • 22/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado defendeu a Deputada Carla Zambelli, afirmando que ela foi alvo de uma injustiça judicial. Criticou a decisão que a condenou por suposto envolvimento em invasões ao site do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e falsificações ideológicas, alegando ausência de provas e nexo de causalidade. Além disso, enfatizou que a condenação se baseou apenas em um e-mail sem comprovação de autoria ou conteúdo relevante. Também argumentou que houve erro na dosimetria da pena e que o caso deveria ser considerado crime impossível por falta de potencial para enganar autoridades. Por fim, pediu à Comissão de Constituição e Justiça e ao Relator Diego Garcia que garantissem a manutenção do mandato de Zambelli por justiça e coerência.

    Palavras-chave oficiais: Processo judicial,Condenação judicial,Deputada federal,Crime impossível,Dosimetria da pena,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),Mandato parlamentar,Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Nesta tribuna, eu me dirijo primeiro aos meus colegas do PL. Nós precisamos falar de uma situação muito importante e grave que está acontecendo com a nossa colega Carla Zambelli. É uma injustiça das mais absurdas já vistas hoje no Brasil. Percebam que um criminoso, um criminoso reiterado, réu confesso, tira uma foto com ela, simula uma relação com ela, da qual não existe prova nenhuma nos autos, e, graças a isso, querem imputá-la como mandante de 16 invasões ao site do CNJ e 13 falsificações ideológicas de documentos específicos. Perceba o nível de gravidade, Sr. Presidente. É como se alguém pegasse um criminoso contumaz e simulasse uma relação com V.Exa., tirando uma foto — quantas fotos nós não tiramos todos os dias com pessoas desconhecidas? — para dizer que V.Exa. foi mandante de um crime. Agora, o mais absurdo não é só isso, qual é a prova que se tem desse nexo, qual é a prova dessa ligação? A mais ridícula possível. Entre milhares de documentos, encontra-se um e-mail que foi supostamente enviado pelo criminoso para ela. Consta que ela abriu o e-mail, mas não dá para saber sequer se ela verificou o conteúdo dele, que era de apenas dois documentos, dos treze citados. Não há nenhum mando, nenhum nexo de causalidade. Mas a situação fica ainda pior: foram dezesseis invasões e treze documentos, ou seja, ela foi condenada dezesseis vezes por um crime só, o das invasões, e treze vezes pelos documentos. Juridicamente, Presidente, essa é a tal dosimetria da pena. É aqui que entra a atribuição do Judiciário de se fazer a dosimetria, porque, como se trata exclusivamente de atos contínuos, é, na pior das hipóteses, concurso formal, ou seja, aplica-se um delito só em continuidade delitiva. Mais que isso: como a suposta falsidade ideológica seria crime-fim e a invasão seria crime-meio, aplica-se a absorção ou o princípio da consunção, que, quando é para traficante, terrorista, assassino, eles o usam, graças ao tal do garantismo penal. Então, veja, Sr. Presidente, que, na pior das hipóteses, ela deveria ser condenada exclusivamente, admitindo-se em grau de argumentação que exista esse nexo de causalidade, que não existe, por um crime de falsidade ideológica. Agora fica ainda pior: a jurisprudência é pacífica em assegurar que, quando se trata de documento que não é apto a induzir as autoridades a erro, é crime impossível. É a mesma coisa de eu ameaçar dar um tiro em alguém com uma fruta, como uma banana. Trata-se de crime impossível, por impossibilidade material do meio. O documento era jocoso; não tinha o condão de ludibriar absolutamente ninguém; não há nexo de causalidade; e não há liame entre ela e o criminoso. Portanto, não há crime. Dentre todas as possibilidades absurdas que se pode imaginar em uma decisão, essa engloba todas. Cabe a nós agora, via CCJ, decidirmos — não homologarmos — sobre a sorte do mandato da nossa colega Carla Zambelli. É imperioso que o Sr. Relator Diego Garcia, do PSD, tenha coragem de fazer constar isso em seu relatório e, por questão de justiça e ombridade desta Casa, manter o mandato da Deputada Carla Zambelli. Obrigado, Presidente.
  • 23/09/2025

    O Deputado apresentou no plenário o Deputado Estadual do Ceará, David Vasconcelos, destacando sua trajetória como instrutor de tiro, prestação de serviço militar e coordenador do Proarmas no Ceará, atendendo atiradores, caçadores, colecionadores, clubes e lojas ligados ao direito à legítima defesa.

    Palavras-chave oficiais: Deputado estadual,Ceará,Instrutor de tiro esportivo,Serviço militar,Movimento social,Arma,Atirador,Caçador,Legítima defesa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Hoje, com incomensurável orgulho e satisfação, apresento a V.Exa. o Deputado Estadual David Vasconcelos. David é um rapaz humilde, instrutor de tiro, que ingressou no mundo do tiro como catador de estojo. Prestou serviço militar e, há mais de 5 anos, tornou-se coordenador do Proarmas no seu Estado, o Ceará, fazendo esse trabalho de atendimento a todos os atiradores, caçadores, colecionadores, e também a todas as lojas e clubes e àqueles que querem ter acesso a um meio de legítima defesa. Assim, ele conseguiu cravar seu nome na história do Ceará e se elegeu Deputado Estadual nesse belíssimo Estado. Então, é com muita honra que eu aqui trago o meu amigo, David Vasconcelos, Deputado Estadual do Ceará, que acreditou no Proarmas. David, que Deus lhe dê longa vida sobre a Terra!
  • 03/09/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do art. 9° do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.546, de 2024, que altera a Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, para dispor sobre exigência de escritura pública, instrumento particular com firma reconhecida ou assinatura eletrônica qualificada, para autorização de desconto de mensalidades de associações e demais entidades de aposentados legalmente reconhecidas em benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Oposição política,Substitutivo

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    O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, para o Brasil entender, atenção, Brasil! O artigo que o Relator colocou protege o Bolsa Família, principalmente o BPC. Eles querem tirar isso. Eles querem proteger as regalias, querem proteger a gastança. E ainda tiveram a cara de pau de dizer que não iriam usar o tempo do encaminhamento porque queriam acelerar a votação. São 23h51min. Lembrem-se de que, quando é do interesse deles, é tudo muito rápido: "Os que concordam permanecem como estão, aprovado!" Mas agora se arrastam, e, para não passar vergonha, furaram o disco: "Faria Lima! Faria Lima!" Exato! É do seu Faria que foi roubado, é do velho Lima que foi roubado. Esse é o Faria Lima que roubaram aqui. Estamos protegendo o BPC, e o Ministro disse que tem que cortar 1 milhão de pessoas que têm esse valor para comer. Eu já disse lá na Comissão que trata dos PCDs, presidida pelo meu colega Duarte Jr., muito bem presidida, que não é pauta política minha. Eu entrei porque depois de uma denúncia tem uma enxurrada de gente desesperada sem ter o que comer porque o Governo tem que cortar 1 milhão. É "sim", Presidente.
  • 03/09/2025

    O Deputado encaminhou a votação do inciso VII, do art. 115, da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, alterada pelo art. 6º do Substitutivo do Relator (PRLP), com finalidade de suprimir o dispositivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.546, de 2024, que altera a Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, para dispor sobre exigência de escritura pública, instrumento particular com firma reconhecida ou assinatura eletrônica qualificada, para autorização de desconto de mensalidades de associações e demais entidades de aposentados legalmente reconhecidas em benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,contrário

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    O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Mais uma vez, Presidente, um absurdo se levanta contra o texto do Relator, o Deputado Danilo Forte. Eu não vou nem usar os 3 minutos de que disponho, porque quero que passe o texto. Veja: levantam a questão de que as pessoas mais pobres vão estar sujeitas a fraudes. Corroboro a preocupação do nobre Deputado Duarte Jr. Nós temos que proteger essas pessoas. Agora, a antecipação é feita dentro do mês. Ao contrário do que falou o meu colega e, até posso dizer, amigo, o Presidente da tão nobre CPD, a Comissão de Defesa dos Diretos das Pessoas com Deficiência, não se trata de antecipar o 13º Salário em 1 ano, mas sim dentro do mês, como esclareceu o Relator. Eu venho de uma realidade muito difícil. Graças a Deus, prosperei. Mas não foram uma vez nem duas vezes que, antes da primeira quinzena do mês, a geladeira ficou vazia. Mas querem proibir a antecipação no mês. Não foram uma vez nem duas vezes que se precisou de remédio, e não havia de onde tirar recursos. Então, sabiamente, o Deputado Relator Danilo Forte permite a antecipação dentro do mês. Por isso, mais uma vez somos pela manutenção do texto do Relator.
  • 03/09/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do parágrafo § 1º, constante do art. 3º do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.546, de 2024, que altera a Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, para dispor sobre exigência de escritura pública, instrumento particular com firma reconhecida ou assinatura eletrônica qualificada, para autorização de desconto de mensalidades de associações e demais entidades de aposentados legalmente reconhecidas em benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Oposição política

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    O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu posso ter sido um pouco complexo com o meu vernáculo, por ser professor de Direito. Então, como o meu colega Deputado Duarte Jr. me indagou, pelo fato de nós termos votado juntos, por que o voto foi ''sim'', eu vou tentar explicar ao cidadão brasileiro o que está acontecendo de uma forma mais simples. O texto do Relator, o Deputado Danilo Forte, diz que, se houver a fraude, se houver o roubo, o sujeito vai buscar o sindicato. Ele não existe? O INSS paga. O que a emenda, o que a alteração pretende fazer? "Se houver a fraude, se houver o roubo, põe na conta do Amadeu. Se ele não pagar, nem eu." É isso o que nós estamos tentando evitar. Olha o absurdo: os sujeitos que apresentaram esta emenda nojenta, que vai deixar o cara que já está lesado e que precisava do BPC sem acesso a absolutamente nada, querem agora "dar um perdido" nele, para ele ter que entrar com uma ação de regresso que vai levar 10 anos, 20 anos, 30 anos para ser concluída. Então, o voto é pela manutenção do texto.
  • 03/09/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do parágrafo § 1º, constante do art. 3º do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.546, de 2024, que altera a Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, para dispor sobre exigência de escritura pública, instrumento particular com firma reconhecida ou assinatura eletrônica qualificada, para autorização de desconto de mensalidades de associações e demais entidades de aposentados legalmente reconhecidas em benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL)

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    O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, votamos "sim", pela manutenção do texto. Eu quero destacar para todo mundo que está nos acompanhando que eles são os disseram que eram favoráveis. São 10h40min da noite, ficam buscando oposições, mas não encontraram sequer alguém que se dignasse a defender esse absurdo. Essa sucessão de discursos é para levar o texto à derrubada por falta de quórum.
  • 03/09/2025

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 1.546, de 2024, que altera a Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, para dispor sobre exigência de escritura pública, instrumento particular com firma reconhecida ou assinatura eletrônica qualificada, para autorização de desconto de mensalidades de associações e demais entidades de aposentados legalmente reconhecidas em benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária

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    O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Para ser ladrão tem que ser canalha; para roubar velhinho tem que ser canalha para caramba; mas, Deputado Danilo Forte, para defender a perpetuação da roubalheira, beira o inferno. O capeta treme porque nunca viu tamanho absurdo. Roubaram velhinhos, roubaram enfermos, e agora, com a maior desfaçatez, todos ficam enfileirados dizendo: "Somos a favor, somos a favor". É uma artimanha antiga dizer que são a favor. Percebam que, quando é do interesse deles, a votação funciona assim: "Os que concordam permaneçam como estão. Aprovado". Quando querem obstruir, fazem discurso em cima de discurso: "Vou usar o tempo de Liderança, Sr. Presidente, para dizer que sou a favor e botar a culpa no Bolsonaro". É a única coisa que eles conseguem fazer, Relator. Agora, olhe que interessante: vão colocar nas tais emendas de texto meios para que os mesmos mecanismos de roubo de velhinhos permaneçam. É isso que eles querem. Quando forem recompor o que foi roubado, não pensem os senhores que o dinheiro virá das viagens da Janja; não pensem os senhores que ele virá da mobília do Lula ou do cartão corporativo com gastos secretos. O dinheiro virá do BPC e do Bolsa Família, e esse plano já está em curso. Olhem aqui o que estão fazendo com os PCDs do Brasil! Olhem isto aqui: o Ministro Wellington Dias disse que pretende economizar 9 bilhões. Como vai fazer isso? Cortando gastos, Deputado Marcel? Não! Cortando 1 milhão de beneficiários do BPC. Todos os dias, eu recebo dezenas de reclamações de crianças autistas que passam fome, que vivem do BPC e que estão tendo o seu benefício negado; de pessoas com doenças raras; de deficientes físicos permanentes que têm seus laudos invalidados. Isso ocorre para que ocorra mais justiça? Não, Deputado Sargento Fahur. É feito para economizar dinheiro? Não! É para sobrar para eles roubarem, Deputado Sargento Gonçalves. Vejam o que está acontecendo na CPI. Vejam o tal do Frei Chico. É Lula! Cadê o tio do biscoito? É Lula! Lula!
  • 26/08/2025

    O Deputado criticou a decisão judicial que autorizou reforço policial na prisão domiciliar do ex-Presidente Jair Bolsonaro. Classificou a medida como inédita e humilhante, afirmando que Bolsonaro nunca demonstrou intenção de fuga e que nenhum criminoso no País foi submetido a tal situação. Ademais, destacou que, além do reforço externo, teria sido solicitado o ingresso de policiais dentro da residência do ex-Presidente, o que considerou um atentado contra direitos fundamentais e contra o art. 5º da Constituição. Enfatizou que a decisão representa mais um passo na ditadura instaurada no Brasil e uma afronta direta à democracia e às liberdades individuais.

    Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Prisão domiciliar,Polícia Federal (PF),Supremo Tribunal Federal (STF),Constituição Federal,Liberdade individual,Democracia,Direitos fundamentais

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    O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, acabei de tomar conhecimento de mais um absurdo na ditadura que se instaurou no nosso País: foi deferido o reforço policial à prisão domiciliar do Presidente Bolsonaro. Isso é completamente inacreditável! Trata-se de alguém que já deixou mais do que claro que não tem qualquer objetivo de se evadir e, agora, tem vilipendiada a sua casa, com o deferimento do reforço policial, pasme, em uma prisão domiciliar. Nenhum criminoso na história do País passou por isso. Agora alguém que não cometeu crime nenhum, o Presidente Bolsonaro, está passando por essa humilhação. No Brasil, tudo que é ruim ainda pode piorar. Tomei conhecimento de que, ainda hoje, foi requerido também que os policiais ingressem no interior do domicílio. No Brasil, não há mais direito fundamental, não há mais art. 5º, não há mais Constituição. O STF declarou a Constituição inconstitucional, Presidente.
  • 26/08/2025Breves Comunicações

    O Deputado ressaltou que a diferença entre ditadura e democracia está no devido processo legal, que garante a prevalência da lei sobre vontades individuais. Criticou a atuação do Ministro Alexandre de Moraes por descumprir princípios como a ampla defesa e o juiz natural. Além disso, apontou atropelo regimental na aprovação em regime de urgência do Projeto de Lei nº 2.628, de 2022, de proteção das crianças, que teria limitado o debate e configurado censura. Assinalou que cada Deputado tem o direito de ver respeitado o processo legislativo e informou ter impetrado mandado de segurança para assegurar esse direito. Por fim, declarou que a proteção das crianças é consenso, mas reafirmou que o respeito ao devido processo legal é condição essencial para a democracia.

    Palavras-chave oficiais: Ditadura,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Devido processo legal,descumprimento,Democracia,Direito à ampla defesa Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,proteção,Criança,Processo legislativo,desrespeito,Mandado de segurança

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    O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - O que diferencia uma ditadura de uma democracia? Basicamente, o que se entende por devido processo legal. O nome é complexo, mas o conteúdo é muito simples. O que é devido processo legal? É fazer com que as coisas atuem sob o domínio da lei, e não sob o domínio de uma pessoa que acredita estar acima da lei. Um exemplo básico: em um jogo de futebol, escolher o juiz, mudar as regras, alterar o regulamento significa infringir o que se tem por devido processo legal. Nós muitas vezes ocupamos esta tribuna para denunciar os arroubos, os desrespeitos do Ministro Alexandre de Moraes em relação ao descumprimento do devido processo legal, ferindo normas da ampla defesa, do juiz natural, entre outras tantas. Mas, na semana passada, nós vivenciamos um episódio lamentável nesta Casa, quando se atropelou o Regimento e se passou, de bate-pronto, a urgência do PL de proteção das crianças. É evidente que todos são a favor da proteção das crianças, mas, dentro do conteúdo — e eu não vou entrar nos pontos do conteúdo —, havia elementos que vão culminar na censura e não vão resultar no pretendido, que é a proteção das crianças. No entanto, pouco adianta nós levantarmos a voz contra os desrespeitos ao devido processo legal por parte de Alexandre de Moraes e nos quedarmos silentes em relação ao desrespeito ao devido processo legal legislativo. Cada Parlamentar, individualmente, tem o direito de que se respeite as normas procedimentais para todas as votações. E, ao que parece, algo que nos causa espécie, vota-se, numa votação a jato, a urgência, o que prejudicou um enriquecimento do debate, uma amplitude do texto, um albergue de temas mais relevantes que poderiam estar ali dentro. Fomos tolhidos pela pressa desta Mesa, que mais uma vez deu um exemplo de desrespeito às normas preestabelecidas ao devido processo legal. Por essa razão, eu, individualmente, não a Oposição, mas eu, como Parlamentar, no gozo das minhas prerrogativas, com o direito que tenho ao devido processo legal, impetrei um mandado de segurança reclamando o meu direito ao devido processo legal legislativo, uma vez que ficou claro nas filmagens que Deputados pediram a votação nominal e não foram deferidos nesse ponto. Não vou entrar no mérito sobre os aspectos da censura, não vou entrar no mérito sobre o desvirtuamento da lei e o cavalo de troia para perseguir aqueles que se comunicam. É evidente que todos somos favoráveis à proteção das crianças, mas resguardar o devido processo legal é pressuposto absoluto para quem pretende existir numa democracia.
  • 21/08/2025Breves Comunicações

    O Deputado conclamou o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, a agir com coragem e altivez, afirmando que ser homem vai além da condição biológica, exigindo bravura, lealdade e princípios. Ademais, condenou o Ministro Alexandre de Moraes por praticar atos coatores passíveis de mandado de segurança e a Polícia Federal por criminalizar a advocacia, criticando também a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) por se omitir. Por fim, apelou ao Ministro André Mendonça para que decida o mandado de segurança, impetrado pelo advogado Chiquini, contra os atos do Ministro Alexandre de Moraes.

    Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,julgamento,Mandado de segurança,Polícia Federal (PF),criminalização,Advocacia,Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)

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    O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Ministro André Mendonça, está escrito em 1ª Reis, capítulo 2, versículo 2: "Seja homem". No contexto da passagem em que Davi se despedia de seu filho, pois se avizinhava da morte, ele disse: "Estou pronto para seguir o caminho de toda a terra. Por isso, seja corajoso e seja homem". Esto vir, como ensina a Igreja Católica, é torne-se homem. E ser homem vai muito além da condição biológica. O homem se torna homem à medida que se comporta como tal, agindo com altivez, com coragem, com bravura, com lealdade aos seus princípios e valores. Mas o que é coragem, Sr. Ministro? Coragem é se levantar contra os poderosos, em que pesem as consequências, em defesa dos mais fracos, ainda que não ganhe nada com isso. O que é covardia, Sr. Ministro? É se dobrar diante dos poderosos e perseguir os mais fracos para proteger o seu cargo, ou a sua condição, ou algum outro benefício. Eis que o Ministro Alexandre de Moraes tem perpetrado vários atos coatores passíveis de mandado de segurança. E, com coragem, o advogado Chiquini impetrou o mandamus, o remédio constitucional adequado, o mandado de segurança, para coibir o ato ilícito. Eis que, com covardia, a Polícia Federal criminaliza a advocacia. Mais que isso, atos coatores do Ministro Alexandre de Moraes mostram a sua covardia ao se levantar contra os pequenos, contra os inocentes e contra os mais fracos. E a OAB demonstra ainda mais covardia ao se ajoelhar diante de tamanho absurdo, uma vez que a advocacia tem sido jogada na lama por esses ditadores de toga. André Mendonça, eis que está em suas mãos a oportunidade de mudar o curso da história do nosso País. Eis que está em suas mãos a oportunidade de demonstrar que V.Exa. é fiel a seus valores e princípios e, principalmente, que tem coragem. Engodo dizer que a jurisprudência do Supremo não permite o julgamento de mandamus, ou mandado de segurança, por decisão de outro magistrado. Ora, se é ele autoridade coatora, na pior forma de covardia, coação por omissão, ato ilícito por omissão, eis que incumbe a V.Exa. mais um ato de bravura, um ato de coragem, não se submetendo às ameaças e coações que estão lhe sendo impostas neste momento. Ministro André Mendonça, eis que faço um apelo a V.Exa. Esto vir! Seja homem! Que o terrivelmente evangélico, levantado ao tribunal mais alto deste País, mostre a todos que se comporta terrivelmente como homem, terrivelmente corajoso, terrivelmente justo.
  • 21/08/2025

    O Deputado leu um salmo como uma forma de oração para o Presidente Lula, invocando a justiça de Deus contra os soberbos e iníquos. Ao final, declarou que a justa paga aos criminosos será dada pelo Senhor dos Exércitos.

    Palavras-chave oficiais: Oração,Presidente da República

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    O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Deputado Otoni de Paula falou há pouco na tribuna que se sentia muitas vezes coagido ao fazer uma oração para o Presidente e que foi chamado de traidor. Eu quero retificar isso aí e vou fazer uma oração. Como eu não sei rezar vou pegar uma pronta do Rei Davi para o Presidente: Ó Senhor Deus, a quem a vingança pertence, ó Deus, a quem a vingança pertence, mostra-te resplandecente. Exalta-te, tu, que és juiz da terra; dá o pago aos soberbos. Até quando os ímpios, Senhor, até quando os ímpios saltarão de prazer? Até quando proferirão e falarão coisas duras e se gloriarão todos os que praticam a iniquidade? Reduzem a pedaços o teu povo, ó Senhor, e afligem a tua herança. Matam a viúva e o estrangeiro, e ao órfão tiram a vida. Contudo, dizem: o Senhor não o verá; nem para isso atentará o Deus de Jacó. Atendei, ó brutais dentre o povo; e vós, loucos, quando sereis sábios? Aquele que fez o ouvido não ouvirá? E o que formou o olho não verá? Enganam-se os que pensam que aquele que cuida do povo brasileiro dorme. Quem nos vigia não dorme, quem nos protege não dorme e quem vai dar a justa paga a esses criminosos é o Senhor dos Exércitos.
  • 20/08/2025

    O Deputado registrou voto contrário à votação simbólica ao Projeto de lei nº 2.628, de 2022, em discussão, citando três razões: considera que a alegação de proteção à criança é uma narrativa usada por quem, segundo ele, apoia aborto e sexualização infantil; teme que a lei resulte em censura contra a Direita, acusando-a de perverter instituições.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Internet,Ambiente virtual,Criança,proteção,contrário

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    O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Só queria deixar registrado que, embora seja uma votação simbólica, eu quero que conste dos Anais o meu voto contrário, por três razões. Primeiro, porque eles alegam a proteção da criança por pura narrativa. São eles que são a favor do aborto e da sexualização de crianças. Segundo, porque vai recair sobre a Direita qualquer ato de censura e de limitação de comunicação, uma vez que foram eles que instrumentalizaram e perverteram todas as instituições. E, terceiro e mais importante, eu acho um acinte, um desrespeito, um descalabro se falar em acordo nesta Casa enquanto não se cumpre o que foi prometido na semana retrasada, quando nós ocupamos essa Mesa. Obrigado.
  • 17/06/2025

    O Deputado registrou a dispensa da revalidação periódica de laudos médicos e a garantia da indenização a famílias de crianças com microcefalia. Destacou ainda o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Questionou a motivação do Governo para vetar medidas voltadas a pessoas em situação de vulnerabilidade, como aquelas que dependem do BPC. Relatou sua própria condição como autista de nível 1 e criticou a insensibilidade do Executivo diante das necessidades da população mais pobre e com deficiência.

    Palavras-chave oficiais: revalidação,revisão periódica,Laudo médico Indenização,Vítima,Microcefalia,Zika vírus Benefício de Prestação Continuada (BPC),Pessoa em situação de vulnerabilidade social

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    O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Hoje comemoramos a derrubada do veto ao projeto sobre a dispensa da revalidação do laudo médico e também a derrubada do veto ao projeto de lei sobre a indenização a famílias com crianças com microcefalia. Falta ainda o Veto nº 46, ao projeto sobre o BPC — Benefício de Prestação Continuada. Comemoro com muito pouca efusividade. Esta é a pergunta que eu faço, Sr. Presidente: que espécie de monstro tem coragem de vetar esse tipo de benefício? Eu sou autista nível 1 de suporte e, graças a Deus, tenho condições de manter as minhas necessidades básicas, mas quem busca esse tipo de suporte ganha até um quarto do salário mínimo bruto. Que tipo de monstro, eu pergunto à Esquerda, tem coragem de vetar um benefício a uma classe tão paupérrima e tão sofrida? Que monstro é esse que ousa governar o Brasil?

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.