
Nome civil: Marcos Sborowski Pollon · 45 anos
Bananômetro
94/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 97% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 90%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 98%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 91%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 21%das 787 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 90%das 661 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.marcospollon@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5976
- Gabinete
- Gabinete 976, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 374 de 391 sessões
Votou nas votações
90%
Registrou voto em 1.018 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 216 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
21%
Em 787 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
210 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 16/06/2026.
- 22/11/2023
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 1.768, de 2023, que reabre prazo para repactuação de dívidas de crédito rural abrangidas pela Lei nº 11.322, de 13 de junho de 2006 (Lei Eunício Oliveira), e estende as condições nela previstas a dívidas contraídas por Microempreendedor Individual. Defendeu que os benefícios fiscais destinados à Região Norte e Nordeste fossem estendidos aos demais Estados e Regiões, criticando a política tributária discriminatória do Governo Federal.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária Política fiscal,Governo federal,Benefício fiscal,Região Norte,Região Nordeste,Região Sul,Princípio da isonomia,Região Centro-Oeste,Agricultura familiar
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Mais uma vez ocupo esta tribuna para exarar a minha preocupação com o endividamento rural que se estende em todo o território nacional. Como bem pontuou a Deputada Julia Zanatta, Santa Catarina e Rio Grande do Sul estão debaixo d'água. Os produtores rurais estão sofrendo as mesmas agruras que outros tantos Brasil afora agora, por excesso de chuva. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul estão sofrendo por conta da seca. O Norte e o Nordeste também têm os seus problemas e dificuldades. Agora, o que eu me pergunto é por que esta Casa quer olhar exclusivamente para o Norte e para o Nordeste enquanto a agricultura familiar está em todo o Brasil, enquanto a agricultura familiar está presente em todos os cantos do Brasil. Há agricultura familiar em Santa Catarina. A Deputada Julia sabe. Eu conheço muito bem o Estado de Santa Catarina. Estou sempre no Estado de Santa Catarina. Nós encontramos as famílias de colonos que estão há 3 ou 4 gerações em pequenas propriedades com uma agricultura quase artesanal sobrevivendo a duras penas. Simplesmente porque o ditador o protótipo de ditador em exercício fala que a culpa da pobreza do Brasil é de gente branca de olho azul e trata com discriminação os catarinenses, só olham para o Norte e o Nordeste. Sim, devemos cuidar do Norte e do Nordeste. Mas e o Rio Grande do Sul, Deputado Zucco e Deputado Bibo? E Santa Catarina? E o Mato do Grosso do Sul e o Paraná? Que se exploda o Brasil, então? Vamos legislar só para o Norte e o Nordeste? Então, vamos resolver o seguinte: não é preciso mais haver Deputado nos outros Estados; é preciso só no Norte e no Nordeste. Tudo o que se faz acabamos de votar um projeto aqui de incentivo fiscal é para o Norte e o Nordeste. Agora o projeto é de prorrogação da dívida para o Norte e o Nordeste. Repito, é importante cuidar do Norte e do Nordeste. Mas e o resto do Brasil, o que faz? E os produtores, o que fazem? E as outras famílias que passam necessidade, o que fazem? Ou a culpa do catarinense é ser gente branca de olho azul? A culpa do gaúcho, Deputado Bibo, é ser gente branca de olho azul? A culpa do sul-mato-grossense é por acordar cedo para trabalhar? Nós lavramos a terra. Nós cultivamos o solo. Nós cuidamos das criações. Todos os brasileiros trabalham. Agora, toda hora o foco é exclusivamente o Norte e o Nordeste. Repito pela quinta vez só neste pronunciamento: devemos cuidar do Norte e do Nordeste? É evidente que sim. O Deputado Cabo Gilberto Silva, meu amigo, sabe da minha preocupação com todos os nossos irmãos do Nordeste. Agora, pelo amor de Deus, e a agricultura familiar do resto do Brasil? E o endividamento agrícola do resto do Brasil? Nós precisamos tratar o Brasil como um país, e não como pequenos feudos segregados. Obrigado, Presidente. - 22/11/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 1.768, de 2023, que reabre prazo para repactuação de dívidas de crédito rural abrangidas pela Lei nº 11.322, de 13 de junho de 2006 (Lei Eunício Oliveira), e estende as condições nela previstas a dívidas contraídas por Microempreendedor Individual.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,liberação,Bancada parlamentar
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, na verdade, é muito importante a rediscussão do endividamento rural e, dadas as circunstâncias, também do microempreendedor. Em essência, o projeto trata de um assunto que efetivamente precisa ser cuidado no nosso País. O relatório da eminente Relatora converge em um sentido muito positivo de dar guarida e fôlego aos produtores rurais do Brasil. Contudo, Sr. Presidente, mais uma vez se restringe o benefício ao Norte e ao Nordeste. Santa Catarina tem endividamento rural também. Rio Grande do Sul também tem. Mato Grosso do Sul tem. Mato Grosso também tem. O Sul está debaixo d'água. O Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul estão ardendo na seca. Não há nada em relação àqueles Estados. Não há por que excluir esses Estados. A Minoria libera. - 22/11/2023
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda única do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 4.416, de 2021, que altera a Medida Provisória nº 2.199-14, de 24 de agosto de 2001, para fixar novo prazo para a aprovação de projetos beneficiados com incentivos fiscais de redução e reinvestimento do imposto sobre a renda e adicionais nas áreas de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,liberação
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, foi levada ao meu conhecimento a sensibilidade do Relator, que, ouvindo os Governadores do Centro-Oeste, de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás, se empenhou de forma árdua para tentar atender ao meu Estado. No entanto, também chegou ao meu conhecimento que quem impediu a inclusão da SUDECO foi o Governo Federal, na pessoa... Perdão, Presidente, foi o regime em exercício, na pessoa do Sr. Luiz Inácio. Alguém que fala que vai combater a pobreza e levar desenvolvimento faz justamente o contrário e usurpa do celeiro do Brasil, que é o Centro-Oeste, a possibilidade de desenvolvimento. Manifesto o meu respeito ao Relator. Lamento estarem jogando o Centro-Oeste à bancarrota. Por essa razão, a Minoria libera, Sr. Presidente. - 22/11/2023
O Deputado discutiu a Emenda única do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 4.416, de 2021, que altera a Medida Provisória nº 2.199-14, de 24 de agosto de 2001, para fixar novo prazo para a aprovação de projetos beneficiados com incentivos fiscais de redução e reinvestimento do imposto sobre a renda e adicionais nas áreas de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,Emenda,Senado Federal,favorável
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, de fato, há um problema na política de incentivo fiscal do Brasil, uma vez que não se olha nunca o todo, o olhar é sempre fracionado, sem levar em conta as características específicas de cada Região. É justo que o Norte e o Nordeste, como o Deputado Capitão Alberto demonstrou aqui, recebam esse auxílio justamente por conta das suas peculiaridades locais. No entanto, isso não espelha a realidade do País, uma vez que nós temos Municípios que necessitam do mesmo cuidado em diversos Estados do Brasil. Estive agora mesmo conversando com o Deputado Domingos Sávio, e ele relatava a dificuldade do norte de Minas. O Brasil tem que parar de ser tratado como se tivesse pequenos feudos. Tem que tratar de uma política tributária séria, que efetivamente reduza a carga de tributos, para gerar emprego, renda e desenvolvimento, o que só pode ser feito com a diminuição do tamanho do Estado. O Estado brasileiro é inchado e, com esse regime, incha ainda mais, tendo uma posição perdulária. Trata-se de um Estado glutão, que precisa ceifar dos nossos bolsos o dinheiro para se manter. Isso aí é um grandessíssimo absurdo. Mas o mais absurdo nesse ponto é que nós temos que levar em conta que, segundo os últimos estudos relativos à reforma tributária, o Mato Grosso do Sul vai ficar disputando o segundo lugar e o terceiro lugar dentre todos os Estados da Federação que mais vão ser prejudicados com a reforma tributária. A queda de arrecadação do meu Estado chega a ultrapassar 25%. E aí se continua com esse fatiamento do País, de maneira que não existe uma política sólida de construção e favorecimento ao empreendedorismo. Embora eu não ache a via desse fracionamento a mais adequada, saiu desta Casa um olhar específico para o Norte e Nordeste, e o Senado cuidou de inserir o Centro-Oeste no texto. Então, ele saiu daqui com a SUDAM e a SUDENE, e o Senado inseriu a SUDECO. E, por estar preocupado com o desenvolvimento do meu Estado do Mato Grosso do Sul, mas especialmente do Brasil, eu acho que não só a SUDECO deveria estar fazendo parte dessa realidade, como todo o País, sem exceção. Então, por essa razão, nós nos posicionamos contra a retirada do acréscimo do Senado, uma vez que ele torna a medida ainda mais ampla do que se tivesse simplesmente o Norte e o Nordeste. Obrigado, Presidente. - 22/11/2023Breves Comunicações
O Deputado expressou preocupação com a situação atual do Brasil, citando a morte de Cleriston Pereira da Cunha, detido na Penitenciária da Papuda por participação nos atos antidemocráticos em Brasília, como um exemplo do estado sombrio em que o país se encontra. Criticou a suposta prática de libertar pessoas somente após confessarem e fazerem acordos, considerando isso uma vergonha e uma forma de tortura pelo Estado. Mencionou a disparidade no tratamento dado pelo sistema judicial a corruptos e cidadãos comuns, destacando que essas preocupações são compartilhadas pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.
Palavras-chave oficiais: Preso,Falecimento,Presídio,Ato antidemocrático,Processo judicial,Ministro do Supremo Tribunal Federal
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, obrigada pela gentileza de mais uma vez me conceder a palavra para alertar o Brasil de que estamos vivendo o momento mais sombrio desde a chamada redemocratização desta República. Segunda-feira o Sr. Cleriston foi assassinado. Ousam dizer que foi um mal súbito. Sim, foi um mal, mas não foi súbito; foi uma tragédia anunciada, que vem se arrastando desde janeiro. Um homem que não teve sequer individualização de conduta, num foro incompetente, desrespeitando o juiz natural. Cleriston estava encarcerado, até que se consumou o seu assassinato. E quem o matou foi o aparato estatal brasileiro. Isso está muito longe de ser uma democracia. Isso deveria estar no inquérito, igual ao que tivemos aqui para sabermos o que se passou. "As pessoas só eram soltas, liberadas, depois de confessarem e fazerem acordo. Isso é uma vergonha e nós não podemos ter esse tipo de ônus. Coisa de pervertidos. Claramente se tratava de prática de tortura usando o poder do Estado." É disso que se trata, vamos chamar as coisas pelos nomes. Sem dúvida alguma se trata de pervertidos, incumbidos de funções públicas. "É uma vergonha. Eu acho que o CJF (...) deveria investigar, a despeito deles já terem deixado as funções, porque se trata de corrigir para que isso jamais se repita." Mais uma vez, vou repetir: "As pessoas só eram soltas, liberadas, depois de confessarem e fazerem acordo. Isso é uma vergonha e nós não podemos ter esse tipo de ônus. Coisa de pervertidos. Claramente se trata de prática de tortura usando o poder do Estado". São palavras duras, Sr. Presidente. São palavras duras. E o mais assustador, Sr. Presidente, é que essas palavras não são minhas, são do Ministro Gilmar Mendes, ao julgar o Habeas Corpus nº 208.699, de Sergio Souza Boccaletti. Este é o duplo pensar do Supremo: para os corruptos, o garantismo penal; para os pobres coitados, cidadãos brasileiros, o peso da mão implacável de um estado de exceção. Obrigado, Presidente. - 21/11/2023
O Deputado abordou o falecimento de Cleriston da Cunha, o Clezão, vítima de um sistema que utiliza a defesa da democracia como pretexto para ações ditatoriais. Ressaltou a importância do respeito aos direitos individuais e ao devido processo legal, criticando a atuação do Estado na repressão a manifestantes. Ele denunciou casos de detenções arbitrárias, morte de inocentes, medidas de confisco de bens e desarmamento, apontando para um regime à margem da ditadura. Além disso, destacou a necessidade de ação do Senado Federal para o restabelecimento da ordem democrática.
Palavras-chave oficiais: Falecimento,Preso,Presídio,Ditadura,Direitos individuais,Confisco de bens,Desarmamento,Senado Federal,Democracia
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu não poderia ocupar esta tribuna para fazer um pronunciamento que não fosse sobre o falecimento do Clezão. Cleriston da Cunha, nordestino, pai de família, deixa uma viúva desconsolada, duas filhas desesperadas e uma mãe enlutada porque foi atropelado, assassinado por um sistema que reiteradamente usa como desculpa para sua sanha ditatorial a defesa da democracia. Isso não é coincidência, Presidente, porque, ao longo da história, todos os ditadores que atacaram direitos e garantias individuais usaram como escudo a narrativa do direito à democracia, da defesa da democracia. Quando o DOI-CODI criava inquéritos ilegais para levar pessoas ao cárcere na fase inquisitorial, antes mesmo da instauração do processo, a defesa também era a democracia, e muitos dos que estão aí do outro lado do plenário vociferam sobre como foi terrível, sobre como foi catastrófico romper direitos e garantias individuais. Eu, desde o primeiro dia em que entrei nesta Casa, tenho ocupado esta tribuna, quase todas as vezes, para tratar do perigo que é desrespeitarmos direitos e garantias de primeira geração, direitos e garantias individuais, em específico, neste caso, o devido processo legal. E o que é o devido processo legal? É o emaranhado de obstáculos ao Estado de garantias que dão a possibilidade da ampla defesa e do contraditório, entre outras garantias tantas, para que as pessoas possam mitigar essa avassaladora força do Estado persecutório, da invencível força da ação penal. Por essa razão, desenvolveram-se várias teorias, entre elas a do garantismo, que o STF aplica com maestria. São estupradores, traficantes, assassinos, latrocidas, ladrões, corruptos soltos pela porta da frente, afinal de contas nos orgulhamos por ter uma Corte garantista. Essa Corte garantista levou ao cárcere um homem de 46 anos, nordestino e pai de família, que, naquele fatídico dia, trabalhou em seu comércio até meados das 4 horas da tarde. Crendo tratar-se de uma manifestação pacífica, dirigiu-se mais uma vez para exercer o seu direito constitucional e democrático de se manifestar contra uma vertente política ou outra, um governo ou outro, mais um direito fundamental violado. Durante a balbúrdia que se instalou, do cenário absurdo que nós presenciamos naquele fatídico dia, buscou guarida em um dos prédios para se proteger. Sem qualquer vestígio, sem qualquer resquício de qualquer prática delitiva, foi conduzido, junto com centenas de brasileiros, a um campo de concentração onde foi tolhido o seu direito à audiência de custódia, que nunca foi tolhida para qualquer marginal ou bandido nos mais distantes rincões do Brasil. Mas, na Capital Federal, aquelas pessoas começaram tendo tolhido o seu direito à audiência de custódia. E dali, foi para pior. Conduzidos ao cárcere, a uma prisão multitudinária, por um crime sem ter sequer individualização de conduta, ficaram meses presos e muitos ainda se encontram no cárcere sem sequer ter a individualização da conduta, preceito básico do devido processo legal. Muitos mal sabem o motivo de estar sendo perseguidos. Outros tantos que foram condenados há mais de 17 anos de prisão sequer estavam na Esplanada naquele dia, como já fora demonstrado. Um processo midiático em que a Justiça deu lugar a um show, a um recado que um ditador pretende dar aos brasileiros: tenham medo, se encolham. E, nesse caldo de destruição da civilização ocidental, da destruição das instituições deste País, da destruição do devido processo legal e dos direitos e garantias fundamentais, estava o indivíduo Clezão, o indivíduo esmagado pelo Estado. Tenho dito, desde o primeiro dia, que estamos em um regime, não é mais um governo, às margens de uma ditadura. E eu dizia: falta apenas o confisco de bens. Falta apenas o desarmamento absoluto. Falta apenas o assassinato de inocentes. Desde ontem, não falta mais. Hoje, na convocação da Ministra do Meio Ambiente, ela falava com orgulho das mais de 3 mil cabeças que confiscaram no Pará. Está instalado o confisco de bens. Na semana passada, o Governo publica uma portaria proibindo até o calibre 22, o ínfimo calibre 22. Estamos às margens do desarmamento absoluto da população. E, ontem, o Estado brasileiro, personificado na pessoa do Sr. Ministro Alexandre de Moraes, assassina um inocente que teve mais de 37 intervenções médicas, enquanto estava indevidamente preso, que estava há mais de 2 meses aguardando uma manifestação sobre o seu pedido de liberdade provisória, que inclusive tinha todos os requisitos para responder em liberdade, coisa que foi dada à primeira-dama do tráfico, mas a um pai de família foi negado. Na sexta-feira foi encaminhado ao Senado um requerimento para que o Senado tomasse providências, pois é o contrapeso no sistema de freios e contrapesos para refrear esses arroubos, e nada foi feito. E chegou essa segunda-feira fatídica, quando um cidadão brasileiro foi assassinado pelo STF, foi assassinado pelo Alexandre de Moraes e foi assassinado pela omissão do Senado. Pior que isso, outros sete estão na mesma situação, outros sete aguardam o julgamento do mesmo pedido. Ainda na semana passada, eu estive no sistema prisional de mulheres na penitenciária feminina da minha cidade, em Campo Grande, onde encontrei uma amiga de longa data que está nas ruas lutando contra esse regime tirânico desde meados de 2012, a minha amiga Soraia Bacciotti. Eis a foto dela. (Exibe foto.) Ombreamos, de 2013 a 2022, na luta por um Brasil mais justo uma simples professora de LIBRAS. Olhem a diferença do semblante dela nessa foto. (Exibe foto.) Essa simples professora de LIBRAS foi acusada de ser a financiadora dos pseudoatos antidemocráticos. Uma professora de LIBRAS. Esse é o trabalhador que vocês dizem defender, é o trabalhador que vocês dizem proteger, uma pessoa da classe C, que vive como intérprete de LIBRAS. Ela foi acusada de ser a financiadora porque alguém, inadvertidamente, divulgou o Pix dela, e ela recebeu um depósito de estrondosos 200 reais. Soraia é bariátrica, não consegue sequer a perícia médica e infelizmente, a continuar da forma que o Brasil caminha, será mais uma assassinada pela inação e ação do Sr. Alexandre de Moraes e pela omissão do Senado brasileiro. Como os senhores dormem, Srs. Senadores? Aos senhores cabe a responsabilidade de refrear esse tiranete que assola o Brasil. Obrigado. - 21/11/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do art. 441-G do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 5.496, de 2013, que acrescenta artigos à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para dispor sobre o contrato de trabalho por prazo determinado para admissão de jovens entre 16 (dezesseis) e 24 (vinte e quatro) anos de idade que não tenham tido vínculo empregatício anterior, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu começo repetindo a fala da Relatora: precário é não ter emprego. Cria-se a falácia de que essa redução vai afetar a aposentadoria das pessoas, partindo-se do princípio de que o que você paga é investimento que você receberá no porvir, como se fosse uma previdência privada, mas não é. O sistema previdenciário brasileiro se assemelha mais a um sistema Ponzi, a uma pirâmide financeira, por meio do qual os novos entrantes financiam a aposentadoria dos atuais beneficiários. Então, essa redução em nada afetará, conforme os números apresentados pela Relatora, a aposentadoria dessa pessoa que está ingressando no mercado. Qual é a outra opção? Que ela fique desempregada? Ora, como a Relatora disse, foi feito um acordo com o próprio partido do Governo. Precário é não ter emprego; precário é passar fome. E é isso o que eles pretendem impor à população brasileira. A Minoria orienta "sim", Presidente. - 21/11/2023
O Deputado encaminhou a votação do art. 441-G do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 5.496, de 2013, que acrescenta artigos à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para dispor sobre o contrato de trabalho por prazo determinado para admissão de jovens entre 16 (dezesseis) e 24 (vinte e quatro) anos de idade que não tenham tido vínculo empregatício anterior, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. É de causar espanto, se não fosse o usual nesta Casa, a Esquerda sempre se posicionar contra o desenvolvimento do País e contra o pleno emprego. Não bastasse, vem de encontro ao que fora acordado. Eu estava agora com a Relatora do projeto e fui informado que a alíquota inicial era bem menor que essa, era de 3% ou 5%, e 10% foi a construção feita através de um acordo. E, mais uma vez, mantendo a tradição de quem não respeita acordo, trazendo à voga a máxima "engana-se quem tenta negociar com a Esquerda, porque eles não cumprem", o PT apresenta agora um destaque para rever isso aí, sob a falácia, sob a mentira de que as pessoas estariam desguarnecidas da aposentadoria, por conta dessa redução que vai a 10%. Ora, esse é um incentivo ao empregador para que efetivamente realize a contratação, que não impactará, de maneira nenhuma, no tempo de contribuição do empregado, não impactará, de maneira nenhuma, no valor de aposentadoria do empregado. Mas eles levantam como se estivessem defendendo direitos. Ao contrário, eles têm método, há uma intenção obscura por trás disso, que se desnuda a cada dia: a de manter as pessoas cativas da miséria e escravas do desemprego, porque a balbúrdia, a desordem e a bancarrota econômica do País empurram os eleitores para a Esquerda, que depende do voto com o estômago para sobreviver. É esse o verdadeiro intuito desse destaque, que desrespeita, reitero, um acordo construído, e muito bem construído pela nobre Relatora. "Ora, está-se abrindo mão de direitos!" Isso é uma inverdade absurda, uma mentira atroz de quem quer ceifar a tentativa de se viabilizar o pleno emprego, especialmente para os jovens que buscam o seu primeiro emprego. "Ah, mas é o empregador quem paga!" Mentira! Nunca é o empregador quem paga, tudo sai da conta do empregado, porque o cálculo é feito conforme a despesa. Obrigado, Presidente. - 21/11/2023
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 3.268, de 2021, que declara feriado nacional o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, é inequívoco, tanto nesta Casa quanto fora dela, a importância de tratarmos com respeito e distinção todas as pessoas, todas as raças, de maneira até especial as pessoas da raça negra, como a colega Parlamentar que me antecedeu falou. Aproveito o momento para repudiar a fala do Sr. Presidente em exercício, que comemorou os 350 anos de escravidão, como a própria Deputada falou. Isso é um absurdo, isso é uma chaga que macula o nosso País. É algo que deve ser lembrado para não ser repetido. É algo que tem que ser repudiado e mostrado como um tempo sombrio da história do País, e jamais enaltecido. No entanto, com toda a vênia que presto à nobre colega que me antecedeu, pretende-se agora criar mais um feriado. Eu não consigo compreender a bancada do Governo, que, mesmo depois de seu líder dizer que a economia foi mal por conta do excesso de feriados, agora quer criar mais um feriado. Meu amigo Deputado Zucco, querem criar mais um feriado. O PIB não subiu por causa dos feriados, e eles querem criar mais um feriado, Deputado Gilberto. E assim vão criando feriados e mais feriados, em um país que já tem excesso de feriados. Eu acredito que esta Casa deveria se debruçar sobre o assunto, para que nós extirpássemos do calendário todos os feriados, para o Brasil efetivamente trabalhar e produzir riqueza. Em verdade, a fixação do dia, a homenagem e o reconhecimento são algo a que não há por que se opor. Agora, se o próprio líder maior deles, o Presidente em exercício, atesta que o PIB andou mal por conta do excesso de feriados, a única conclusão lógica que se tem desse projeto de lei é que a bancada do Governo quer que a economia ande ainda pior, aumentando a quantidade de feriados. Das duas, uma: ou o PIB não andou mal por conta de feriados, e não faz diferença nenhuma encher o calendário de feriados, ou realmente se deve limitar a quantidade de feriados. Isso inviabiliza a produtividade, mormente na atual situação em que se reestrutura a questão do trabalho nos fins de semana, o que vai tirar o emprego de muita gente e vai afetar diretamente o PIB. Reitero: não temos absolutamente nada contra a importância de se reconhecer a data. A que nós nos opomos é a mais um feriado. - 08/11/2023
O Deputado, em nome da Oposição e da Minoria, defendeu o cumprimento dos acordos de procedimento e a divulgação da pauta a ser apreciada com antecedência.
Palavras-chave oficiais: Pauta (processo legislativo),Partido Novo (NOVO),Oposição política,Minoria parlamentar,acordo
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, em verdade, os ânimos se acirram sempre, uma vez que há divergência de ideias. Contudo, creio não haver divergência de ideais. Eu sou obrigado a fazer esta intervenção, Presidente, por uma questão que me pesa: o fato de que, dentre todos os que conheci neste Parlamento, V.Exa. é o mais cortês e o mais justo. Então, se, em algum momento, V.Exa. sentiu que pesou a mão, eu digo que não pesou. V.Exa. é extremamente equânime, V.Exa. é extremamente cortês, V.Exa. é extremamente ponderado. Por isso, nestas condições, faço, no meu último pronunciamento, nos 15 segundos que me restam, uma forma de apelo. Oposição e Minoria aqui nesta Casa são a parte hipossuficiente, e o pouco que nos resta, como migalha de esperança em fazer algo eficaz, são esses acordos. Temos esperança de que possam ser cumpridos. O mais aclamado pelo NOVO em todas as reuniões é o da antecedência da pauta. Eu compreendo V.Exa. quando diz que seria muito mais adequado pedirmos a revisão de pauta, mas, enfim, resta-nos o apelo, resta-nos o pedido. No mais, agradeço imensamente a oportunidade de estar aqui e de conhecer V.Exa., o que engrandece muito a minha pessoa. Obrigado, Presidente. - 08/11/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 3.557, de 2023, que dispõe sobre a criação do espaço do ciclista, nas dependências das empresas, com infraestrutura física e operacional de apoio ao trabalhador que utiliza bicicleta como meio de transporte ao trabalho.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto contrário
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu fiz, recentemente, uma observação sobre um projeto de uma colega nossa e manifestei minha preocupação com a facilidade que o Parlamento e o poder público têm de jogar a responsabilidade no setor privado. Eu tive uma ideia genial: acho que todo funcionário tem o direito, num dia quente, acima de 30º, numa empresa com mais de dois funcionários, de chupar cinco picolés! Então, vamos obrigar todas as empresas a ter um carrinho de picolé. Bicicleta é muito bom. Então, vamos obrigá-las a ter um bicicletário. Vamos obrigá-las a ter um aquário, a ter um feng shui. É só obrigação para destruir a livre iniciativa! Eu conheço uma senhora que tem uma pequena confecção, com aproximadamente 70 senhoras costureiras, que trabalham juntas. Ela não vai expandir a confecção, senão terá que construir um bicicletário para as senhoras. Para defender os poucos que ainda empreendem no Brasil, o PL orienta "não". - 08/11/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do inciso II, do artigo 2º, do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 2.721, de 2023, que dispõe sobre a prestação de serviços postais aos órgãos públicos federais da administração direta e indireta.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário,Dispositivo legal
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é jocoso um sujeito que xinga os colegas Parlamentares, que agride seus colegas Parlamentares e que tem a pachorra e a cara de pau de vir ao plenário dizer que está defendendo o povo, dizer que está defendendo os trabalhadores dos Correios. O Deputado Cabo Gilberto falou ali de um acordo de colocar todos os parentes dentro dos Correios e da TELEBRAS para ganharem salários de 40 mil. Arrebentaram o fundo de pensão dos Correios e roubaram 12 bilhões dos trabalhadores dos Correios, Presidente 12 bilhões! E têm a cara de pau de dizer que estão defendendo os trabalhadores dos Correios, quando querem criar um monopólio para gerar contrato sem licitação e poderem, assim, desviar ainda mais dinheiro. Por isso, a Minoria orienta "não". - 08/11/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 2.721, de 2023, que dispõe sobre a prestação de serviços postais aos órgãos públicos federais da administração direta e indireta.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Substitutivo,Obstrução parlamentar,Partido Liberal (PL)
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, durante todo este ano, a Oposição e o PL é o maior partido do Brasil e ficou firme na oposição, em defesa dos interesses do País viveram algumas semanas de bálsamo na alma quando obstruíram os trabalhos desta Casa em defesa do Brasil e das pessoas de bem. Então, para relembrar esses poucos dias de alento numa vida tão difícil dos que defendem o Brasil em meio a uma Maioria que quer destruí-lo, o PL, mais uma vez, orienta "obstrução". - 08/11/2023
O Deputado encaminhou a votação do Substitutivo do Senado ao Projeto de Lei nº 2.721, de 2023, que dispõe sobre a prestação de serviços postais aos órgãos públicos federais da administração direta e indireta.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Encaminhamento de votação,Substitutivo
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu estou tão emocionado com esta defesa dos Correios que, na minha primeira exposição, meu isqueiro caiu atrás da tribuna. (Pausa.) Pronto, achei. E o que um isqueiro diz se não lembrar Waldomiro Diniz, aquele que, sempre feliz, locupletava-se com o dinheiro do povo? Será que é por isso que agora, de novo, querem mais uma vez roubar da galinha o ovo? Fico impressionado com esse ímpeto já descarado de poder impor a contratação de uma empresa pública sem licitação. É impossível que alguém tenha um pingo de noção de algo de extrema contradição. Se o problema é a eficiência da prestação do serviço, ora, o livre mercado resolve isso. Eu fico extremamente constrangido de poder ter ouvidos neste momento e escutar. Talvez melhor fosse ser surdo a ouvir a defesa repito outra vez aqui da democracia, do serviço público, da eficiência, da economia, impedindo a concorrência, que gera a verdadeira eficiência e a economia de produto. Como o Deputado Gilson falou aqui, parece uma brincadeira, parece algo jocoso: "Vamos obrigar você a comprar. Assim, o serviço melhora. Você é obrigado a comprar determinada coisa de determinado fornecedor. Eu prometo que vai ser melhor para todo o mundo". Vai ser melhor para quem precisa daquele salário de 40 mil reais, Deputado Cabo Gilberto Silva. Vai ser melhor para quem precisa dar uma mordidinha no instituto de previdência dos Correios, o POSTALIS. Vai ser melhor para todos que não podem ver dinheiro público que começam a salivar. Vai ser melhor para todo o mundo, mas só não vai ser melhor para o povo, que efetivamente vai ver, de novo, o seu dinheiro escorrendo pelo ralo. É realmente constrangedor, Presidente, encontrar pessoas de extrema coragem, pessoas cuja coragem é tanta que têm a desfaçatez de afirmar que impedir a licitação e favorecer a corrupção é fazer a defesa do povo, é fazer a defesa da democracia. Roubar, agora que o PT tomou o poder, mudou de nome. Roubo, agora, se chama democracia. Acho que por isso... (Desligamento do microfone.) - 08/11/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento, por 1 sessão, da votação do Projeto de Lei nº 2.721, de 2023, que dispõe sobre a prestação de serviços postais aos órgãos públicos federais da administração direta e indireta.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Projeto de lei ordinária,Obstrução parlamentar,Minoria parlamentar
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Sr. Presidente, eu estou comovido com esse patriotismo da Esquerda em defender os Correios. É lindo isso! É muito emocionante! Talvez essa preocupação não seja real, porque foi justamente no Postalis, o fundo de previdência dos Correios, onde houve um rombo de mais de 12 bilhões de reais. Hoje, um sindicalista ligado ao PT vai presidir o Postalis, o fundo de pensão dos correios. Quebraram o fundo de pensão dos Correios, quebraram a PREVI e estão quebrando de novo. Agora querem, através de contratos, repito, sem licitação, engordar de novo o porquinho, para sangrá-lo de novo. Por isso, a Minoria orienta "obstrução". - 08/11/2023
O Deputado discutiu o Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei n°2.721, de 2023, que dispõe sobre a prestação de serviços postais aos órgãos públicos federais da administração direta e indireta. Ademais, criticou os argumentos da Esquerda na defesa do monopólio dos Correios, lembrando casos de corrupção e apoiando a liberdade de mercado.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei ordinária Esquerda política,Democracia,Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Corrupção,Licitação,Monopólio,Livre concorrência
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, segurem-se na beirada da cadeira, preparem-se nos seus assentos para não caírem na gargalhada, porque esta aqui que eu vou soltar é boa: a Esquerda está defendendo os Correios para defender a democracia. Ê! Palmas para eles! Muito bem! Espera aí: essa é a mesma empresa que eles quebraram ou é aquela empresa com relação à qual estourou a CPI dos Correios lá atrás, com um dos maiores escândalos de corrupção da história da República? Não, não! É para defender a democracia que eles querem a preferência, o monopólio, para não haver licitação. V.Exas. sabem para que serve licitação? Serve para controlar a corrupção nos contratos públicos. "Mas é para defender a democracia!" Eles vêm dizer que o livre mercado é ruim porque vai destruir os Correios. Essa empresa é tão boa que precisa do monopólio para funcionar, porque, se a FedEx entrar aqui, ela quebra. É extremamente eficiente! E, defendendo a democracia, eles são contra o livre mercado. Eu guardo, no meu gabinete lá em Campo Grande, um telefone daquele grandão, preto, de discar, da década de 50, para me lembrar de quando uma linha de telefone tinha preço de imóvel e você tinha que alugar antes de conseguir comprar. E aí a terrível privatização da comunicação fez com que todo mundo tivesse uma, duas, três linhas de telefone. "Mas é para defender a democracia! A população tem que ter acesso aos serviços. Mas eu vendo para empresa pública, sem licitação, para defender a democracia." É sempre a mesma conversa fiada: a população, a democracia, o acesso ao serviço público de qualidade. E todo mundo aqui sabe, não precisa ser um gênio, é só ter dois neurônios que não estejam brigados entre si e que façam o mínimo de sinapse, para entender que essa conversa fiada de proteger a democracia é para esconder a intenção nefasta de enfiar as mãos no dinheiro público e se locupletar com o dinheiro que nos é roubado de impostos. Afinal, é sem licitação. E, sem licitação, é sempre mais gostoso para o corrupto. Obrigado, Presidente. - 08/11/2023Breves Comunicações
O Deputado expressou frustração com as políticas do Governo para controle de armas, acusando-o de perseguição ideológica e autoritarismo. Protocolou um pedido de impeachment e pediu apoio de seus colegas parlamentares.
Palavras-chave oficiais: Arma de fogo,controle,Desarmamento,Governo federal,Impeachment,Ideologia política
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, mais uma vez, tomado pela frustração e tristeza, ocupo esta tribuna. Num regime de exceção, Presidente, não se luta pela vitória, porque a vitória, mais que improvável, é quase impossível. Num regime de exceção, luta-se para não se esquecer dos seus ideais e valores, para reafirmar aqueles princípios norteadores que o fazem levantar da cama todos os dias e para, ao olhar no espelho, enxergar um homem de bem. Sr. Presidente, o atual regime jogou à bancarrota milhares de empresas. Saiu na imprensa hoje que quase 50 mil pessoas estão desempregadas por conta da pauta ideológica de perseguição às armas com registro lícito. Utilizando-se de narrativas, em seu decreto inconstitucional, imiscuíram-se na atribuição exclusiva dos Municípios de legislar sobre ocupação do zoneamento urbano e funcionamento das instituições e empreendimentos que atuam no Município. De forma açodada, perseguem os cidadãos que cumprem a lei, fecham lojas e clubes de tiro de maneira desarrazoada, com proibições exclusivamente ideológicas. Alegam que os equipamentos dos CACs abastecem o crime organizado. Mentira! Convocado o recadastramento, 99,6% dos equipamentos que estão na mão dos atiradores, colecionadores e caçadores foram registrados novamente. Os criminosos não farão isso. Alegam que a criminalidade aumenta com as armas lícitas. Mentira! Os índices de homicídios reduziram em mais de 30%. Há um sem-número de mentiras e atrocidades exclusivamente levadas por questões ideológicas, perseguindo pessoas que cumprem a lei e querem apenas trabalhar, pessoas que pagam imposto, pessoas que exercem atividade que há mais de 100 anos existe no Brasil, que faz parte da nossa cultura, da nossa tradição, com mentiras e leviandades, com o puro suco do que há de pior no mundo, que é o espírito ditatorial e antidemocrático. Por essa razão, Presidente, hoje eu protocolei um pedido de impeachment, porque isso é crime de responsabilidade, sim! Peço aos colegas Parlamentares que se ombreiem comigo em mais essa jornada, para que salvemos o Brasil desse ditador, desse déspota, desse tirano, que, como Maduro, Idi Amin, Fidel, Hitler e outros tantos ditadores sanguinários desarmaram seus povos antes de trucidá-los, vem agora desarmar o cidadão de bem do Brasil. Obrigado. - 07/11/2023
O Deputado expressou frustração em relação a medidas que impedem o funcionamento de empresas relacionadas ao comércio de armas e clubes de tiro. Argumentou contra a justificativa dessas medidas e criticou a falta de ação em relação ao instrumento que poderia resolver a situação, segundo ele, o Projeto de Lei nº 3.723, de 2019, que altera a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas - Sinarm e define crimes.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Estatuto do Desarmamento (2003),Arma de fogo,CAC (Caçador, Atirador e Colecionador)
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, obrigado pela generosidade de me conceder o tempo em tão adiantada hora. Eu sei que todo o mundo está cansado, pois começamos o período das Breves Comunicações pouco antes das 14 horas e tivemos uma extensa pauta. Agora temos um plenário praticamente vazio. Tirando V.Exa., temos aqui mais 3 Deputados dos 513 Deputados. (Pausa.) Eu vou retomar o raciocínio. Parei porque estava escutando a história de Ulysses Guimarães ali na porta. Presidente, temos o plenário vazio o fim do ano se avizinha, pois já estamos no começo de novembro nesta Casa, que deveria ser a Casa do Povo. Eu confesso, Sr. Presidente, que a única sensação que tenho tido neste ano que se passou, somada ao cansaço das extenuantes jornadas neste Parlamento, é de total frustração. E hoje se avizinha o desespero. Eu gastei de 40 minutos a 1 hora conversando com um colega Parlamentar ali, sem câmera, sem lacre, sem registro, tentando explicar para ele que não é razoável que famílias fiquem 1 ano com a sua atividade comercial impedida de funcionar exclusivamente por uma pauta ideológica. Exclusivamente por perseguição ideológica, lojas de armas e clubes de tiro estão impedidos de funcionar regularmente desde 1º de janeiro, sem qualquer razão que o justifique. "Ah, as armas dos CACs vão para o tráfico!" Mentira! Mentira! O recadastramento do Flávio Dino observou 99,6% de armas recadastradas. Na última vez em que apuraram esses números no Rio de Janeiro, viram que 0,0017% das armas apreendidas com o crime tinham origem lícita. "Ah, as armas aumentam o número de crimes!" Mentira! Mentira! Mentira! Durante o período em que a legislação de armas vigorou de forma mais branda, o número de homicídios caiu em mais de 30%. Pessoas estão indo à bancarrota e famílias estão passando fome por causa de mentiras. Há 1 ano, Presidente, eu não consigo cerrar os olhos; há 1 ano, eu não consigo descansar sobre o travesseiro, porque vejo mentiras destruindo a vida de pessoas honestas e honradas apenas mentiras. Nós estamos aqui, Deputado Cabo Gilberto o Deputado Caveira já se foi, porque está tarde, e só restamos nós dois , lutando para tentar salvar essas pessoas que honestamente viviam e trabalhavam, e estão sendo destruídas por esse regime ditatorial. Nós não conseguimos dormir, por conta da frustração e da sensação de impotência de não conseguir o mínimo, que é derrubar um decreto lixo, inconstitucional, absurdo. Os Srs. Senadores têm um projeto de lei que repousa, que dorme desde 2019 e que poderia ter resolvido tudo isso: o Projeto de Lei nº 3.723. Onde vocês estão? Aqui só restou frustração e desespero por causa de mentiras. - 07/11/2023
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 3, apresentada ao Projeto de Lei nº 2.757, de 2022, que altera a Lei nº 11.952, de 25 de junho de 2009, para determinar a extinção das cláusulas resolutivas constantes de títulos de domínio expedidos anteriormente a 10 de outubro de 1997.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Minoria parlamentar
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, para variar, o PT, o PCdoB e o PV querem que o Brasil volte ao sistema feudal: "Vamos plantar na mão! Cada um pega a sua enxadinha e vai plantar na mão!". Só falam de propriedade pequena. Afinal de contas, são contra a tecnologia, são contra a mecanização, que é o que alimenta o mundo. O agronegócio de alta tecnologia, o agronegócio de alta mecanização é o que alimenta o mundo. Esse discurso sobre pequeno produtor, sobre produtor familiar é muito romântico, mas não funciona, não é eficaz. Querem destruir o Brasil, e não é por acaso, é com método. Quanto mais miserável, quanto mais pobre e quanto mais desprovido de dignidade o povo se tornar, mais fácil será implementar sua ditadura, porque barriga vazia não vota de forma consciente. A Minoria orienta "sim". - 07/11/2023
O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva Global ao Projeto de Lei nº 4.968, de 2020, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para determinar que as empresas disponibilizem a seus empregados informações sobre campanhas oficiais de vacinação, sobre o papilomavírus humano (HPV) e sobre os cânceres de mama, de colo do útero e de próstata.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva global,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,liberação,Bancada parlamentar
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, vou seguir mais ou menos pela mesma senda do Partido Novo. Só que, por conta da multiplicidade de entendimentos entre nós, eu queria começar dando os parabéns pela capacidade de articulação à Deputada Soraya e pelo seu comprometimento com a pauta de defesa da mulher e, é claro, da saúde da mulher, o que é fundamental. Mas se dezenas, centenas ou milhares de mulheres estão vindo a óbito, a culpa não é do setor privado, a culpa é do Estado ineficiente. Por princípio, jamais, em hipótese alguma, eu poderia fazer coro com qualquer obrigação que seja colocada sob a iniciativa privada, porque no Brasil o Governo rouba no imposto, rouba o dinheiro do imposto, rouba a saúde, rouba a educação, não entrega nada e joga a responsabilidade sobre o setor privado. Então, de forma respeitosa, por ser a Deputada Soraya e por ter havido acordo, a Minoria libera.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.