
Nome civil: Marcos Sborowski Pollon · 45 anos
Bananômetro
94/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 97% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 90%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 98%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 91%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 21%das 787 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 90%das 661 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.marcospollon@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5976
- Gabinete
- Gabinete 976, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 374 de 391 sessões
Votou nas votações
90%
Registrou voto em 1.018 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 216 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
21%
Em 787 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
210 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 16/06/2026.
- 23/04/2024
O Deputado criticou o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, denunciando suas decisões inconstitucionais e violação ao devido processo legal e aos direitos humanos. Alertou para o desrespeito à liberdade de expressão e para tentativas de intimidação contra Parlamentares e jornalistas. Além disso, denunciou a censura ao youtuber Allan dos Santos. Por fim, recriminou o indiciamento de Parlamentares que chamaram o Presidente Lula de ladrão e reforçou a luta política da Direita.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Inconstitucionalidade,Direitos humanos,Devido processo legal,Liberdade de expressão,Censura,intimidação,Parlamentar,Jornalista,Youtuber Profissional,Direita política,indiciamento,Presidente da República,Criminoso,Investigação criminal
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente ambos do Sul, ambos advogados. O colega que me antecedeu teceu, do outro lado do plenário, uma ode ao Ministro Alexandre Moraes. Já é um problema mesmo o fato de este Parlamento tratar da atuação de um Ministro do Supremo. Isso mostra como as coisas estão destemperadas. O fato de esse assunto ser pauta aqui já é um absurdo. Eu, desde o começo da minha atuação, tenho denunciado os arroubos, o desrespeito ao devido processo legal e uma centena de ordens inconstitucionais que rompem e desrespeitam direitos fundamentais. Agora a situação parece que se agrava. Uma situação insustentável nós observamos. Eu sou advogado há mais de 20 anos e tive a honra de ser professor de direito em faculdades e em pós-graduações. E me causa ojeriza a situação em que o Brasil se encontra. Nós não temos sequer liberdade de expressão. Os Deputados sobem a este púlpito com medo de se manifestar, porque amanhã cedo podem ter a Polícia Federal nas suas casas. Há jornalistas exilados do País, há uma juíza exilada do País. O garoto Monark está exilado porque denunciou o rompimento, o desrespeito, a falta de liberdade de expressão. E a censura tem cavalgado a passos largos. O Allan dos Santos teve a sua empresa destruída aqui no Brasil, teve a sua vida destruída aqui no Brasil, teve que se refugiar nos Estados Unidos. E isso não foi o suficiente, porque agora, segundo o novo relatório da GESTAPO que é manejada pelo Sr. Alexandre Moraes, que se esconde atrás do Supremo Tribunal Federal, e, para qualquer crítica que é tecida aqui, eles usam a narrativa de dizer que foi um ataque, e não é ataque, é crítica, e criticar é meu direito constitucional, sim , qualquer ambiente que o receba, qualquer outro perfil que o receba, além de censurado, vai ser investigado também. Ele está tendo toda a sua voz calada. Ele não pode se manifestar em nenhuma plataforma, de nenhuma outra pessoa, de nenhuma outra situação. E qualquer um que conversar com ele, qualquer um que convidá-lo também vai ser investigado, também vai ser perseguido. Há colegas Parlamentares sendo investigados, processados e indiciados porque chamaram o Presidente em exercício Lula de ladrão. Querem nos colocar medo. Querem nos intimidar. Não teremos medo! Não nos intimidaremos! Se essa é a régua... É ladrão, sim! É ladrão, ladrão, ladrão e ladrão. E, se for para sustentar a ditadura de vocês, vocês vão colocar o temor em cima desta Casa, mas nós da Direita não nos curvaremos. Ladrão, ladrão e ladrão! - 16/04/2024
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 895, de 2023, que dispõe sobre sanções administrativas e restrições aplicadas aos ocupantes e invasores de propriedades rurais e urbanas em todo o território nacional. Ademais, criticou o Abril Vermelho, condenando o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), a Via Campesina, a Liga dos Camponeses Pobres (LCP), entre outros, como criminosos e terroristas.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável Movimento social,Reforma agrária,Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Criminoso,Terrorista,Abril Vermelho,Terrorismo
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Mais uma vez, o Brasil acompanha atônito o que delinquentes, criminosos, terroristas, com suas práticas reiteradas de crimes de invasão e extorsão muitas vezes, homicídio e tortura , chamam de Abril Vermelho. E dizem, em alto e bom tom, que não interessa nenhum movimento que possa ser feito para atendê-los, continuarão perpetrando os seus crimes. Com o intuito de trazer paz no campo e, de alguma forma, consolar aqueles que realmente produzem em nosso País, foi apresentado o presente projeto de lei, cuja urgência é votada neste momento, principalmente por conta da situação emergencial que a medida assim impõe. Fato é que esse grupo terrorista é denominado por diversas siglas, entre elas MST, MT alguma outra coisa, e vários outros movimentos, como Via Campesina e aqueles outros, como LCP, Liga dos Camponeses Pobres, que nada mais são do que um conglomerado de bandidos, de criminosos, que usam da leniência do poder público para perpetrar e continuar praticando seus crimes. Ora, é jocoso o fato de se posicionarem lado a lado das instituições como o INCRA, entre outras tantas, para institucionalizar o crime de invasão de terras no Brasil, atacando proprietários com posse consolidada, olvidando ou desprezando, muitas vezes, o devido processo legal. Ora, essas pessoas zombam da lei, zombam da boa-fé, zombam do Estado Democrático de Direito. Querem, à força e na mão grande, destruir o nosso País, começando pela sua estrutura básica, que moldou toda a estrutura da civilização ocidental, que é o direito à propriedade. Por essa razão, Sr. Presidente, nos seguintes projetos de lei, que versam sobre a mesma questão, traz-se a necessidade de se impedir que quaisquer desses criminosos tenham acesso a quaisquer benefícios do Governo Federal, ou ainda a qualquer outro, dando ensejo para limitar, assim, a sua vasta atuação criminosa. Por essa razão, é fundamental a aprovação do regime de urgência, para que, trazendo derradeiramente o mérito a este Plenário, seja aprovada a matéria, numa maneira de refrear tais criminosos que zombam na cara do Estado Democrático de Direito, zombam na cara da sociedade, invadindo, destruindo, matando, escravizando, vilipendiando e trazendo terror ao campo brasileiro e ao Brasil. Obrigado, Sr. Presidente. - 16/04/2024Breves Comunicações
O Deputado saudou a presença na Câmara dos Deputados do advogado Bruno Anderson, pré-candidato a Vereador no Município de Amambai (MS).
Palavras-chave oficiais: Saudação,Pré-candidato a cargo eletivo,Vereador,Amambai (MS),Advogado,Eleições,Câmara dos Deputados
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero aproveitar esta ocasião para registrar a presença do meu amigo e colega de conselho da OAB, Bruno Anderson. Nós estivemos juntos durante a nossa jornada de política institucional na OAB do Mato Grosso do Sul. E, hoje, eu tenho orgulho de ombrear com ele, uma vez que é pré-candidato a Vereador na cidade de Amambai. Ele, que é uma pessoa correta, advogado de sucesso, empresário na sua cidade, com certeza carrega em seu coração os valores que nós advogamos nesta Casa: a defesa de Deus, da Pátria, da família e da liberdade. Seja muito bem-vindo à Câmara Federal, meu amigo Bruno! Espero que, num futuro próximo, possamos estar ombreando também neste plenário. Deus o abençoe! Eu o saúdo nessa jornada. Um forte abraço. - 27/03/2024
O Deputado, membro do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, relatou um incidente no qual o Deputado Abilio Brunini, de Mato Grosso, confrontou um ato antissemita que incluía a pintura da bandeira de Israel de vermelho. Destacou a importância de defender a dignidade da Casa e repudiou o ocorrido, expressando solidariedade ao Parlamentar. Enfatizou sua defesa dos valores cristãos, do povo judeu e da integridade da Câmara dos Deputados.
Palavras-chave oficiais: Representação contra deputado,Conselho de Ética e Decoro Parlamentar,Bandeira,Israel,Antissemitismo
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu sou membro titular do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar desta Casa. Hoje, eu presenciei um processo sui generis de representação contra o Deputado Federal Abilio Brunini, de Mato Grosso. No dia em que quase todos os Deputados de direita estavam acompanhando o Embaixador de Israel, o Deputado Abilio, diligentemente, tomou conhecimento, ao passar pelo corredor das Comissões, de que estava sendo feito um chamado, entre aspas, "ato de protesto", em um total show de horrores, em uma excrescência antissemita, pregando a extinção dos judeus, tingindo, de fato, a bandeira de Israel de sangue, pintando-a de vermelho. Não foi no sentido figurado. Eu não estou dizendo que é uma alegoria. Pegaram a bandeira de Israel e a tingiram de vermelho. O Deputado Abilio, diligentemente, adentrou o recinto e, educadamente, pediu apenas que se retirasse o símbolo, a bandeira de Israel, daquele ato. O nazismo feriu toda a humanidade, Sr. Presidente. Eu tenho ascendência judia por parte de mãe e dói no nosso coração ver que isso está refletindo de um partido que está defendendo terroristas e pregando a morte de judeus. O Deputado Abilio disse, quando concluiu sua defesa, que, se custasse o seu mandato ser cassado por ter defendido os cristãos e o povo judeu e, principalmente, a dignidade desta Casa, ele seria cassado de bom grado. Isso entristece o meu coração, Sr. Presidente, por um motivo só pela primeira vez, isso aconteceu comigo desde que tomei posse nesta Casa: o de não ter estado junto com o Deputado Abilio por não ter tomado conhecimento do que acontecia. E digo que eu seria cassado, com orgulho, junto com o Deputado Abilio, porque ele fez o que devemos fazer. - 27/03/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou a utilização política do assassinato da Vereadora Marielle Franco pela Esquerda para prejudicar o ex-Presidente Bolsonaro, lembrando que em 2019 a então Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, indicou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) os suspeitos no caso. Também fez menção histórica ao modus operandi da Esquerda, comparando-o a regimes autoritários como o de Stalin e associando o partido nazista à semelhança do nome com o Partido dos Trabalhadores. Encerrou o discurso com uma observação sobre a perda de móveis atribuída ao Presidente Lula.
Palavras-chave oficiais: Homicídio,Vereadora,Rio de Janeiro (RJ),Esquerda política,Ex-presidente da República,Procuradora-Geral da República,Superior Tribunal de Justiça (STJ),Suspeito Mobiliário,Presidente da República,perda Nazismo,Partido dos Trabalhadores (PT)
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu já peço a esta Mesa que o meu pronunciamento seja veiculado no programa A Voz do Brasil. Eu vou me pronunciar para aqueles que nos escutam agora pelo rádio do carro, em movimento, deslocando-se para a sua casa, para os seus compromissos. Então, você que está ouvindo o programa A Voz do Brasil aumente o volume, porque o recado que tenho para passar é importante. Preste bem atenção nesta data: outubro de 2019. Sim, em outubro de 2019, a então Procuradora-Geral da República Raquel Dodge indicava para o STJ que os suspeitos do assassinato da então Vereadora Marielle eram o Sr. Brazão e o seu pessoal. Já percebendo que havia uma obstaculização na Justiça Estadual por causa das aproximações políticas que havia com o então Governador, inimigo de Bolsonaro à época, que o perseguia lá no Rio de Janeiro, nós tentamos federalizar isso para poder dar celeridade ao caso. Mas o que a Esquerda fez? Utilizou o cadáver de uma vítima de um ato absurdo, de um crime terrível para que eles entendam o meu português, um crime cabuloso de quem faz diálogo cabuloso , usou esse caixão como palanque e segurou as investigações para poder sangrar Bolsonaro por 6 anos, atribuindo-lhe falsamente esse crime, uma vez que a própria PGR apontou o Brazão lá em 2019, antes daquele evento do porteiro, que até agora é arrotado aqui nesta Casa de uma maneira despreocupada com a verdade daqueles que só fazem mentir e criar narrativa. Aí você que está aí no carro nos ouvindo se pergunta: "Mas a Esquerda participou do assassinato de outra pessoa da Esquerda?" É praxe, é o modus operandi dela. O sujeito que mais matou comunista no mundo se chama Stalin. Veja o que aconteceu com Celso Daniel, veja o que aconteceu com todas as vítimas do Holodomor e de todas as tragédias. Não se esqueça de que o nome do partido nazista é Partido dos Trabalhadores, o que guarda similaridade com o então Partido dos Trabalhadores brasileiros. Ora, é incrível a forma como eles esquecem e confundem a realidade. Perdem fatos, tumultuam situações. Perderam, Sr. Presidente, 260 móveis, atribuindo, mais uma vez, toda a culpa do mundo ao Presidente Bolsonaro. Presidente, eu já vi pinguço perder a carteira, já vi pinguço perder a chave do carro, mas pinguço perder 260 móveis é a primeira vez. Obrigado, Presidente. - 26/03/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou o uso político do caso Marielle Franco, enfatizando que a Procuradora-Geral da República identificou os autores do crime em 2019, antes dos recentes eventos. Ele condenou a manipulação da tragédia para atacar o ex-Presidente Bolsonaro, destacando a falta de respeito à memória de Marielle.
Palavras-chave oficiais: Homicídio,Vereadora,Rio de Janeiro (RJ),Adversário político,manipulação,Ex-presidente da República,Procuradoria-Geral da República (PGR),identificação,Criminoso
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, infelizmente, fizeram, como sempre, do cadáver da Marielle um palanque. Desde antes daquele incidente em que a TV Globo, de forma mirabolante, naquele caso do porteiro, disse que um dos partícipes do evento residia no condomínio em que mora o Presidente Bolsonaro, antes disso, a Procuradora-Geral da República em exercício, que era Raquel Dodge, já havia diligenciado no sentido de apontar como autores e participantes do crime os que hoje estão identificados. Então, isso foi solucionado em 2019, antes ainda daquele fato relativo ao porteiro. Se isso se arrastou até hoje foi exclusivamente para endossar a narrativa absurda dos ataques ao Presidente Bolsonaro. Eles não têm o menor pudor de fazer isso e tripudiam sobre o cadáver de uma companheira de partido, exclusivamente para atacar o Presidente Bolsonaro. Obrigado, Sr. Presidente. - 20/03/2024
O Deputado expressou preocupação, destacando os 44 anos de existência do Partido dos Trabalhadores (PT) como uma organização criminosa. Embora reconheça que nem todos os membros do Partido sejam corruptos, enfatizou a dimensão dos escândalos de corrupção que envolveu o PT e sua responsabilidade na destruição do Brasil. Ressaltou a importância da disseminação de informações pela internet e redes sociais para combater a influência do Partido, criticando tentativas de censura e regulamentação dessas mídias. Acusou o PT de se infiltrar em diversos partidos políticos em busca de votos e alertou para a ironia de suas acusações contra outros grupos. Terminou reafirmando a visão do PT como uma organização criminosa.
Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),Aniversário de fundação,Corrupção,Organização criminosa,Liberdade de expressão
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu vou pedir, logo no começo, a veiculação deste pronunciamento especialmente no programa A Voz do Brasil, porque hoje eu vou falar para quem está nos escutando no carro: aumente o volume e preste bastante atenção, porque eu estou falando com você! Hoje eu recebi uma notícia estarrecedora: a maior organização criminosa do mundo, o maior grupo criminoso que atua em todo o planeta, a maior máfia que existe completou 44 anos no Brasil. Sim, o chamado Partido dos Trabalhadores, uma organização criminosa, hoje completou 44 anos no Brasil. Deputado Delegado Éder Mauro, V.Exa. sabe por que o diabo é o diabo? Porque ele é velho, ele tem experiência. Esse povo tem experiência. São os responsáveis pelo maior escândalo de corrupção da história da humanidade. Destruíram o nosso Brasil e voltaram à cena do crime. No entanto, Deputado Alberto Fraga, eu acho injusto dizer que todo petista é ladrão. Não é certo dizer que todo petista é ladrão. Como disse o encantador de jumentos que agora ocupa aquele espaço ali, atravessando a rua, como ele disse, numa fala capacitista, alguns têm problema de parafuso. Então, realmente, a grande maioria é ladrão, um pedaço tem problema de parafuso e um pedacinho que sobrou, que é cada vez menor, é ignorante. Só que essa ignorância vem sendo mitigada por conta da informação descentralizada e distribuída. O que eu quero dizer com isso? Com as redes sociais e a Internet, cada vez menos pessoas estão sendo enganadas por essa ORCRIM, por essa organização criminosa. Por isso, eles querem regular as redes. Por isso, eles querem impedir que você fale na Internet. Por isso, eles tentaram passar aqui o PL da Censura. Por isso, eles levaram adiante, via TSE, o projeto da censura para calar as redes sociais. As pessoas, cada vez mais, estão escapando de serem enganadas por essa organização criminosa, que tem como prática se infiltrar em tudo. Hoje estão infiltrados em vários partidos, para pegar o voto da Direita, para pegar o voto dos incautos, para poder deitar e rolar em cima do povo, como legítimos criminosos. Xingam os outros de corruptos, mas são os pais da corrupção. Eles é que inventaram a corrupção. Xingam os outros de fascistas, mas fascistas são eles. E digo mais: dizem que os outros são nazistas, mas pasmem! o nome do Partido Nazista é Partido dos Trabalhadores Alemães. Então, eles nos xingam do que são e nos acusam do que fazem. É isto que eles são: uma organização criminosa. Obrigado, Sr. Presidente. - 20/03/2024Breves Comunicações
O Deputado contestou a associação feita pelo Deputado do Partido dos Trabalhadores (PT) entre fascismo e seu partido, destacando que o fascismo de Mussolini implementou políticas que foram adotadas no Brasil, como a CLT. Criticou a repetição do termo "fascista" pelos oponentes, sugerindo que investiguem o verdadeiro significado de fascismo no Google.
Palavras-chave oficiais: Pronunciamento,Deputado federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Fascismo
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Quero 30 segundos, que eu não vou usar na minha fala, só para deixar claro que o fascismo de Mussolini criou a CLT italiana, que foi copiada aqui por vocês e é aplaudida até hoje. É o fascismo que aumenta o tamanho do Estado, igual a vocês. É o fascismo que advoga para movimentos totalitários, igual a vocês. Então, V.Exas. não têm a menor ideia do que é fascismo. Ficam como um ventríloquo, repetindo: "fascista, fascista". Façam-me um favor: olhem no Google o que significa fascismo. Os senhores vão encontrar lá as mesmas características do que o senhor chama de partido. - 19/03/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do Requerimento de urgência para o Projeto de lei nº 3.874, de 2023, que dispõe sobre a proibição de aquisição de posse e porte de armas de fogo e munições por indivíduo que tenha registro de agressão contra mulher em inquérito e processo judicial.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria orienta "não" exclusivamente porque ele está querendo criminalizar a fase de inquérito. Esse projeto trata do fato de proibir o acesso à aquisição de arma de fogo por quem estiver envolvido em inquérito ou processo de violência contra mulher. Somos totalmente favoráveis à matéria da proteção da mulher, agora, a fase inquisitorial, o inquérito, é um momento muito frágil para gerar esse tipo de consequência. Então, acreditamos que, removendo a parte de inquérito do texto, é possível, sim, realizar um consenso nesse ponto, porque, do processo para frente, já há um pouco mais de elemento de convicção. Então, por essa razão, por essa antecipação e premeditação que impõe o fato de uma simples acusação já gerar esse nível de consequências na vida de uma pessoa, a Minoria orienta "não". - 19/03/2024Breves Comunicações
O Deputado levantou questões sobre a conduta do Governo, referindo-se ao Presidente Lula como "pinguço" e questionando se é permitido chamá-lo de machista, genocida e perdulário. Criticou a gestão do Presidente da República, acusando-o de falta de ação em questões como a dengue e a vacinação, além de reduzir o Bolsa Família e perseguir os pobres. Expressou frustração com alegadas tentativas de censura no Parlamento e destacou a importância da liberdade de expressão.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,gestão,Crítica,Parlamento,Liberdade de expressão
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Parlamentares, eu ocupo esta tribuna neste momento para fazer algumas indagações que julgo pertinentes. Tomei conhecimento, recentemente, de que o pinguço deu uma esfrega na Ministra da Saúde, e ela saiu chorando. Então eu pergunto aos colegas Parlamentares se já está liberado chamar o pinguço de machista, porque um colega nosso está respondendo processo porque o chamou de ladrão. Também, os números da dengue mostram que várias pessoas estão vindo a óbito por falta de estrutura. E o pinguço se recusou a comprar vacina do Japão, para tentar viabilizá-la pelo Instituto Butantã. Não conseguiu e depois, com 6 meses de atraso, acabou adquirindo a vacina. Além disso, as mortes dos ianomâmis aumentaram mais de 50%. Então, eu pergunto ao meu colega Deputado Alberto Fraga: Deputado Fraga, está liberado chamar o pinguço de genocida? Porque não podemos chamá-lo de ladrão. De genocida pode? E de machista, porque deu uma esfrega na Ministra, pode? Mais do que isso, ele reduziu o Bolsa Família, está perseguindo os pobres, está perseguindo motorista de Uber. Presidente, será que está liberado chamar o pinguço de perdulário? Para quem nos ouve e não sabe o que é perdulário, é aquele sujeito que não respeita o dinheiro, que gasta absurdamente e que tem uma ganância absurda. Viaja de maneira desmedida com gastos absurdos, destruindo o Brasil e nos afundando numa dívida que vai ultrapassar 1 trilhão de reais. E o pior, Presidente, não se vê uma construção, não se vê uma obra, não se vê infraestrutura. Só se vê boquinha. Eu acho que o pinguço deveria mudar o nome dos Ministérios. Em vez de Ministério do Governo, Ministério da Casa Civil, etc., deveria criar o "Ministério da Boquinha", o "Ministério do Ajeito", o "Ministério do Arranjo", o "Ministério do Jeitinho", porque é só isso o que nós vemos nesse regime de exceção. Repito, um colega Parlamentar meu está sendo processado porque o chamou de ladrão. Agora, nós passamos 4 anos ouvindo a Esquerda cometer todo tipo de impropério neste Plenário, xingando todo mundo, depreciando todo mundo, distorcendo fatos, manipulando informação, e, agora, simplesmente quer tolher a voz dos Parlamentares. E mais: este ano, vi um Parlamentar agredir outro colega neste Plenário, e nada aconteceu. Porém, querem cercear a nossa voz. Em resumo, eu pergunto, Deputado André Fernandes: está liberado chamar o pinguço de ladrão? Está liberado chamar o pinguço de genocida? Porque é isso o que ele está fazendo, assaltando o Brasil, destruindo a nossa Nação e assassinando o povo brasileiro de todas as formas possíveis. E, entre as mais vis de todas, está a avacalhação com a economia e com a inflação e a destruição da estabilidade jurídica do País. Obrigado, Presidente. - 06/03/2024
O Deputado criticou a reação da esquerda política e da imprensa com relação ao acesso ilegal de cerca de 5 mil pessoas com antecedentes criminais a armas de fogo, no período de 2019 e 2022, segundo relatório produzido pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Argumentou que os órgãos de controle do Estado falharam na concessão das autorizações de aquisição e desafiou a apresentação de qualquer política pública com um índice de falha tão baixo. Destacou outras estatísticas, como o aumento das mortes de ianomâmis e o déficit em áreas como saneamento básico e saúde pública, para questionar a postura crítica da esquerda em relação a uma porcentagem mínima de falha.
Palavras-chave oficiais: Tribunal de Contas da União (TCU),Pessoa,Antecedente criminal,Arma de fogo,autorização,Porte de arma
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Esta semana, nós acompanhamos a imprensa, repercutida por toda a Esquerda, escandalizando-se, estarrecida, porque algo em torno de 5 mil pessoas com antecedentes criminais tiveram acesso a armas de fogo de origem ilícita. Segundo levantamento do TCU, esse número de 5 mil pessoas causou uma comoção na imprensa e na Esquerda. Ficaram horrorizadas quando, na verdade, tentaram imputar aos atiradores esportivos, aos CACs, alguma culpa coletiva por conta de uma falha que é do Estado. Os órgãos de controle e não sabemos se SIGMA ou SINARM, se Polícia Federal ou o Exército falharam na concessão de 5 mil autorizações para aquisição de arma de fogo. Então, foi uma falha de Estado e não das pessoas. Causa estranheza o fato de não conhecerem o básico de porcentagem, coisa que aprendemos, delegado, na 4ª série do ensino fundamental, quando aprendi que 5 mil pessoas, no universo de 1 milhão, equivale a 0,005%, ou seja, 0,5%. E eu desafiei ontem aqui que mostrassem qualquer política pública que tivesse um índice de falha de 0,5%, o que não existe. Ao contrário de demonstrar a ineficácia do controle, mostra o alto índice de eficácia. E nós já oficiamos o TCU para ter acesso a esses autos e ver quem falhou e por que nessa fiscalização, uma vez que, é lógico, queremos, como pessoas que cumprem a lei, que ela tenha eficácia de 100%. Agora vamos lembrar outras porcentagens à Esquerda, especialmente ao PT, que gosta de brincar com números. Se esse 0,5% os escandalizou, que tal lembrá-los de que o aumento de mortes de ianomâmis foi à monta de mais de 50%? Que tal lembrá-los de que o saneamento básico do País tem um déficit superior a 50%? Ou ainda que as mortes por câncer de mama e ineficácia na saúde pública do Brasil ultrapassam 16%? Ou, então, que a insegurança alimentar neste desgoverno ultrapassa 10%? Ou que o Bolsa Família teve uma redução de quase 8%? Ou ainda que a vacina da dengue e vocês são os grandes defensores da importância da vacina tem um déficit de -86%? Por muito menos do que isso, o Presidente Bolsonaro foi chamado de genocida. Parece que o jogo virou, não é mesmo? Ou, então, que as áreas queimadas no Brasil tiveram um aumento de mais 248%? Ou os crimes não solucionados que superam 66%? Ora, e escandalizam-se com 0,5% de uma narrativa. Sr. Presidente, só gostaria de pedir a V.Exa. que veicule este pronunciamento nos órgãos de comunicação da Casa, especialmente no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 06/03/2024Breves Comunicações
O Deputado ressaltou a importância da liberdade de expressão no País, especialmente para os Parlamentares, conforme estabelecido na Constituição Federal. Ele expressou sua preocupação com um Deputado do PT que utilizou a tribuna para incitar crimes, referindo-se a convocações para invasões de propriedades. Enfatizou a necessidade de impor limites ao discurso parlamentar, rejeitando qualquer incentivo ao crime dentro do Congresso Nacional.
Palavras-chave oficiais: Liberdade de expressão,Imunidade parlamentar,Partido dos Trabalhadores (PT),Deputado federal,Incitação ao crime,Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Invasão de propriedade
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Presidente, é notória a importância da liberdade de expressão no País, mais ainda a liberdade do Parlamentar, que deveria ser respeitada, afinal de contas está na Constituição. A tribuna é o local do exercício mais amplo da democracia, onde os representantes do povo se manifestam. Agora, nós não podemos admitir que um Deputado do PT ocupe a tribuna, como acabou de acontecer aqui, incitando o crime. É isso mesmo que os senhores colegas ouviram. Um Deputado do PT ocupou aquela tribuna, convocando invasões de propriedade, incitando as pessoas a cometerem crimes, crime de invasão, depredação, que acabam culminando em agressões, assassinatos, extorsões, toda uma série de infrações que compõem esse modelo de crime organizado desse grupo terrorista chamado MST. Então, tem que haver limite. É inadmissível que se ocupe a tribuna, para incentivar o crime. - 05/03/2024
O Deputado abordou o tema da política de armas no Brasil, respondendo a críticas veiculadas pela imprensa sobre o acesso de pessoas com antecedentes criminais a armas de fogo. Ele enfatizou que, considerando o universo de 1 milhão de pessoas registradas no Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (SIGMA), apenas 5 mil apresentaram antecedentes criminais, o que representa menos de 1% de falha na fiscalização. Desafiou qualquer setor a apresentar uma política pública com índice de falha tão baixo. Ele solicitou acesso ao estudo do Tribunal de Contas da União (TCU) para verificar detalhes sobre os casos de acesso irregular a armas. Por fim, classificou tais críticas como tentativas antidemocráticas e totalitárias.
Palavras-chave oficiais: Política pública,liberação,Autorização para aquisição de arma de fogo,Certificado de Registro de Arma de Fogo,Pessoa,Antecedente criminal,Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (SIGMA),Estudo,Tribunal de Contas da União (TCU),Arma de fogo
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a imprensa nacional veiculou hoje que 5 mil pessoas com antecedentes criminais dos mais diversos tipos tiveram acesso a armas de fogo devidamente registradas no Brasil. E isso causou um clamor na "petezada", que até se rasgou: "Ai, meu Deus, 5 mil!" São 5 mil de um universo de 1 milhão! São 5 mil de um universo de 1 milhão! E isso porque eu estou considerando só o Sistema de Gerenciamento Militar de Armas SIGMA. Se eu considerar o Sistema Nacional de Armas SINARM, dá mais. É menos de 1%, é 0,5%. Eu faço um desafio a todos os órgãos de imprensa, eu faço um desafio a toda a Esquerda, eu faço um desafio a qualquer pessoa que venha falar da política de armas no Brasil: qual política pública tem um índice de falha de menos de 1%? O que o TCU mostrou nada mais foi do que: os órgãos fiscalizadores falharam em 0,5%. São 5 mil pessoas de um universo de 1 milhão, o que dá 0,5%. Na saúde, quais são os índices de ineficácia? Na criminalidade, por exemplo, nós sabemos que o índice de resolução de crimes de homicídio, por exemplo, não ultrapassa 30%, nos melhores índices; então, o índice de ineficácia na resolução de crimes de homicídio é de 70%. Em alguns outros estudos, apresenta-se um índice de resolução de 8%; então, o índice de ineficácia é 92%. Eu desafio qualquer setor, qualquer segmento que tenha um índice de falha dos órgãos fiscalizadores de menos de 1%, no caso, 0,5%, o que mostra que a esmagadora maioria das pessoas que tiveram acesso a armas de fogo lícitas são pessoas que cumprem a lei. Agora, se o Estado falhou em fiscalizar, se os órgãos fiscalizadores que são dois no Brasil, a Polícia Federal e o Exército brasileiro falharam na fiscalização, que se apurem as responsabilidades. Eu estou oficiando o TCU para ter acesso a esse estudo, para saber: primeiro, esses números são do SIGMA ou do SINARM? São do Exército ou da Polícia Federal? Quais organizações militares OMs falharam e por quê? Quais delegacias da Polícia Federal falharam e por quê? Quais sistemas falharam e por quê? Agora, demonizar mais de 1 milhão de brasileiros pacíficos e ordeiros, exclusivamente por vingança eleitoreira, por vingança de pauta de um regime totalitário e antidemocrático, é um absurdo, típico de uma ditadura que pretende agora fechar, inclusive, emissoras de rádio. Presidente, eu quero que conste a minha manifestação também no programa A Voz do Brasil, principalmente para me contrapor àquela excrescência que foi falada do outro lado da tribuna. - 05/03/2024
O Deputado contestou a interpretação de que a maioria das armas concedidas a indivíduos com antecedentes criminais contribui para o crime organizado, argumentando que apenas 0,5% dos titulares de Certificado de Registro para Colecionamento, Tiro Desportivo e Caça (CACs) tiveram antecedentes criminais. Desafiou seus colegas a apresentarem qualquer política pública com uma taxa de erro inferior a 0,5%, destacando que se houve falhas, estas foram cometidas pelos órgãos fiscalizadores e não pela política implementada pelo Governo Bolsonaro. Ele enfatizou a necessidade de basear argumentos em fatos concretos e rejeitou a ideia de que uma minoria represente a maioria do crime organizado.
Palavras-chave oficiais: CAC (Caçador, Atirador e Colecionador),Certificado de Registro de Arma de Fogo,Crime organizado,Antecedente criminal,Política pública,Governo federal,Ex-presidente da República,Contestação,Arma de fogo
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Deputado que me antecedeu fez um comentário cretino. E o comentário cretino deriva de duas coisas: ou burrice ou canalhice. Eu vou partir do princípio de que o meu colega não é um canalha, mas simplesmente desconhece absolutamente a matéria ao falar que o Relatório do TCU mostrou que a maioria das armas foram destinadas ao crime organizado porque criminosos tiveram acesso a armas, na monta de 5 mil. Pois muito bem, há 1 milhão de CACs no Brasil. Se 5 mil deles tinham antecedentes criminais e tiveram acesso a armas e não é algo relacionado a Governo A, B ou C, é uma questão de Estado , isso mostra que o sistema do Governo falhou em apenas 0,5%. Repito: a falha foi de 0,5%. Eu desafio ele e toda a sua patota a mostrar qualquer política pública que falhe em menos de 0,5%, seja saúde, seja educação... Escolha! Fique à vontade, colega Deputado. Que serviço o Estado presta que tem um índice de erro de 0,5%, de menos de 1%? Eu repito: essa falha é responsabilidade dos órgãos de fiscalização, porque os decretos que davam acesso razoável a armas de fogo tinham ainda uma das maiores burocracias do mundo. O solicitante tinha que provar antecedentes, residência fixa, ocupação lícita. Então, se houve falhas, elas foram cometidas pelos órgãos fiscalizadores, e não pela política implementada pelo Bolsonaro. Ora, Deputado, use a Internet, busque no Google, faça uma conta, faça uma regra de três. Dizer que menos de 0,5% é maioria do crime organizado é tremenda canalhice ou tremenda burrice. - 28/02/2024
O Deputado dirigiu-se aos sul-mato-grossenses para expressar sua renovação de esperança e seu compromisso com a política não partidária. Ele compartilhou seu desejo de um dia poder votar com orgulho em candidatos que verdadeiramente representem seus ideais e valores. Além disso, reiterou sua fidelidade ao ex-Presidente Bolsonaro e sua disposição em seguir suas diretrizes, mas destacou sua independência em relação a composições políticas locais, criticando o uso indevido de seu nome por um vereador sem seu consentimento. Afirmou sua determinação em garantir que o Mato Grosso do Sul e Campo Grande tenham candidatos do PL nas próximas eleições majoritárias.
Palavras-chave oficiais: Mato Grosso do Sul,Apartidarismo,Eleições,lealdade,Ex-presidente da República,Eleição majoritária,Candidatura,Partido Liberal (PL)
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas que estão aqui conosco no adiantado da hora, pois já passa das 10 horas da noite. Como eu disse recentemente em um dos meus pronunciamentos, esta semana eu ocupo esta tribuna feliz, algo que não acontecia desde o final das eleições de 2022. Estou com a esperança renovada. E talvez por essa tristeza, por estar macambuzio, cabisbaixo, não tive oportunidade de falar diretamente com os meus irmãos sul-mato-grossenses. Hoje, eu quero falar para Campo Grande e para todo o Estado do Mato Grosso do Sul aquilo que eu deveria ter dito no meu primeiro dia. A tristeza e a angústia eram tão grandes, a vontade de lutar e tentar evitar um mal maior eram tão grandes que eu acabei esquecendo. Hoje, renovado pela esperança, com o coração mais leve, eu posso me dirigir a vocês, meus irmãos sul-mato-grossenses, da terra onde eu nasci e me criei. Eu faço política não partidária desde 2005. Eu organizo e participo de manifestações na rua desde 2007. E sempre ia às urnas com aquela sensação de votar no menos pior. Isso sempre deixava o meu coração muito triste. Eu e a minha esposa, muito participativa, falávamos: "Nossa, que dia haverá alguém em quem nos orgulharemos de votar?" E aí surgiu Bolsonaro, e eu me orgulhei de ter digitado 17, eu me orgulhei de ter digitado 22. Eu sonhava igualmente no dia em que o Mato Grosso do Sul teria candidatos a Vereador, a Prefeito e a Governador nos quais eu me orgulhasse de votar. Esse era o meu sonho. Sou muito grato ao meu Estado pelo meu trabalho, os meus 20 anos de advocacia, e por ter entregado a mim a confiança de um mandato eletivo. Sou muito grato por ter realizado muita coisa e por ter recebido muitas bênçãos de Deus em minha vida nesse Estado maravilhoso. Porém, eu confesso que nunca sonhei estar na política partidária, Sr. Presidente. Foi uma sucessão de acontecimentos que me trouxeram até aqui, como se Deus me guiasse pelas mãos. Eu confesso que tive muitos sonhos, mas, apesar de ter sido eleito como o Deputado mais votado, não cheguei a sonhar em ocupar este Parlamento, o que muito me honra, tenho orgulho disso. Não cheguei a sonhar em disputar majoritárias, não! Nunca sonhei com cargo algum, seja no Senado, seja na Prefeitura, seja no Governo. Agora, um sonho eu sempre tive: que algum dia o Mato Grosso do Sul e o Brasil teriam candidatos nos quais eu me orgulharia votar. Esse sonho eu nunca escondi de ninguém. E, quando fui eleito, eu disse aos meus pares: "Por muito tempo, foram colocadas palavras na boca de Bolsonaro. Eu não admitirei isso e farei de tudo para que isso não aconteça. E cumprirei aquilo que o Presidente determinar, fielmente". Lealdade é fazer aquilo que tem que ser feito, mesmo quando você não concorda ou não entende. Quando você concorda e entende, não é lealdade, é interesse. E deixei bem claro também a todos os que queriam fazer qualquer tipo de composição que o fizessem à vontade. Eu não atrapalharia ninguém. Contudo, que não usassem o meu nome indevidamente. E faço esta manifestação aqui, Presidente, porque hoje um Vereador da capital citou meu nome atribuindo apoio a uma pessoa. Esse Vereador não falou comigo. Ele tratou comigo na época da campanha, não andou comigo na campanha e agora cita meu nome de forma leviana. E isso eu não vou admitir! Então, para deixar bem clara a razão da minha manifestação neste momento, reitero mais uma vez a todos os campo-grandenses e aos sul-mato-grossenses do meu amado Mato Grosso do Sul: no que depender de mim, a não ser que exista uma ordem direta para que eu obedeça, Mato Grosso do Sul e Campo Grande terão, sim, candidatos do PL às majoritárias. Obrigado, Sr. Presidente. - 28/02/2024
O Deputado abordou a mudança de postura da Esquerda em relação às prerrogativas dos parlamentares e à manifestação do dia 25 de fevereiro na Avenida Paulista, destacando uma possível reavaliação estratégica frente à polarização.
Palavras-chave oficiais: Prerrogativa legal,Esquerda política,reavaliação,Prerrogativa constitucional,Parlamentar,manifestação,São Paulo (SP),Apoio político,Ex-presidente da República
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Boa noite, Sr. Presidente. Confesso aos presentes e a V.Exa. que subi a esta tribuna com um espírito bem mais beligerante e tive meu coração aquebrantado quando vi o colega Parlamentar do lado de lá fazer um discurso defendendo as prerrogativas. Confesso, Presidente, que isso mexeu comigo. Desde que cheguei aqui, de cada dez pronunciamentos que faço, pelo menos nove são em defesa das prerrogativas, do devido processo legal, do Estado Democrático de Direito. Eu sou advogado, e um advogado sem prerrogativa não é nada. E nós vemos as prerrogativas dos advogados vilipendiadas, as prerrogativas dos Parlamentares vilipendiadas. Isso me chamou a atenção. Eu subi à tribuna para dizer o seguinte: a Esquerda usou uma tática muito óbvia nos anos que se passaram. As chamadas instituições perseguirão e combaterão a oposição, preservando apenas a chamada Direita permitida, e a militância se ocupará de outras coisas problema. Eles sempre acreditaram que havia um "gabinete do ódio", financiado por dinheiro, e que todo o apoio do Presidente Bolsonaro se dava por conta da máquina estatal, que eles sabem usar muito bem. Inclusive, eles estão muito preocupados com as Prefeituras, porque terão uma redução de máquinas municipais para fazer a sua base em 2026. Aí viram que o bolsonarismo, diferente do que é a práxis da Esquerda, não advém do dinheiro. Então, não existe um "gabinete do ódio", como verificamos que existe o da Esquerda, com a Choquei e suas adjacências. Não existem influenciadores pagos, como aquela gama toda que nós vimos. Não existe um "efeito Bolsonaro" advindo da máquina pública e do dinheiro público. Ele é espontâneo. Ele é um sentimento nacional. E o dia 25 deixou isso muito claro, com a maior manifestação que eu vi na minha vida olhem que eu participo de manifestações desde 2007! Isso colocou a Esquerda numa encruzilhada: "Ou continuamos com o mesmo perfil, deixando que as chamadas instituições destruam a Direita, autorizando só a Direita permitida, ou vamos colocar a mão na massa e partir para o enfrentamento da militância, o enfrentamento mais virulento e agressivo". Muito bem, Presidente. Eles vinham ignorando solenemente esses acontecimentos, fazendo de conta que, no dia 25, aquele fenômeno não havia acontecido. Só que, de repente, o mandatário da Presidência comenta o evento e, agora, nós vemos um posicionamento favorável às prerrogativas. Então, eu convido os colegas Parlamentares da Direita a acompanharem os próximos movimentos, nos próximos dias, da chamada Esquerda militante, do pessoal mais aguerrido, porque eles desenharão os próximos passos, nos próximos meses, até as eleições municipais. Será que eles optaram por uma pacificação, tendo em vista que a polarização tem nos favorecido reiteradamente? Aguardemos as cenas dos próximos capítulos. Presidente, eu peço que veicule o meu discurso no programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 27/02/2024
O Deputado expressou sua alegria e constatou a significativa participação popular na manifestação ocorrida da Avenida Paulista, destacando que nunca viu tanta gente, esperança e propósito na construção do Brasil. Agradeceu ao Presidente em exercício, Deputado Sóstenes Cavalcante, por participar da organização e ressaltou que ver o descontentamento nos olhares dos opositores é gratificante.
Palavras-chave oficiais: manifestação,São Paulo (SP),Luta política,População
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, neste breve minuto, eu quero fazer uma constatação. Eu participo de um movimento de rua organizando manifestações contra a Esquerda desde 2007. Eu vi o impeachment brotar na época em que éramos chamados de malucos, de doidos, porque a rua não enchia. Passávamos os domingos em manifestações, enquanto a família estava descansando. Eu estive na Avenida Paulista diversas vezes e em vários lugares do Brasil e nunca vi tanta gente, eu nunca vi tanta esperança, eu nunca vi tanto propósito de construção do Brasil. Isso enche o nosso coração de alegria, Sr. Presidente. Obrigado por ter participado da organização. Chegar aqui hoje e ver o brilho se esvaindo no olhar dos opressores, o sorriso amarelo daqueles que ultrajam a nossa bandeira e pisam sobre o nome de Deus não tem preço. Isso, além de encher nosso coração de esperança, mostra que o Brasil é nosso, que o Brasil pertence ao nosso Senhor Jesus. Obrigado, Presidente. - 27/02/2024
O Deputado expressou sua felicidade ao ocupar a tribuna, destacando a esperança renovada após a manifestação em apoio ao ex-Presidente Jair Bolsonaro. Ele compartilhou a tristeza vivida após as eleições presidenciais de 2022, criticando um Governo sem propósito e com uma pauta de vingança. Enfatizou os danos causados ao segmento que defende, o tiro esportivo, resultando em desemprego e quebra de empresas. No entanto, após a manifestação, sentiu uma renovação de ânimo e esperança, destacando a resposta das ruas em defesa da Direita e do Brasil. Ele reiterou sua determinação em lutar pelo País e pela próxima geração, enfatizando a importância de estar do lado de Deus.
Palavras-chave oficiais: manifestação,Direita política,Governo federal,Tiro esportivo,Desemprego,Falência,Luta política,Ex-presidente da República,Apoio político
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu fico ainda mais feliz por estar nesta tribuna tendo a sessão presidida por V.Exa., Deputado Sóstenes Cavalcante, um dos organizadores da manifestação deste domingo. Confesso aos amigos que é a primeira vez que ocupo esta tribuna, com um sorriso no rosto, com a esperança renovada e verdadeiramente feliz, desde o final de 2022. Eu não fiquei alegre com a minha eleição, dada a tristeza de que fui acometido pelo resultado das eleições presidenciais, que foram avassaladoras para nós brasileiros conservadores. E, durante 1 ano, fomos massacrados, arrasados, vilipendiados, desgraçados por um Governo sem propósito, apenas com uma pauta de vingança. O segmento em que eu atuo, que eu defendo, que é a legitima defesa, o tiro esportivo, foi destruído, arrasado, desrespeitado de uma forma absurda e grotesca, sem qualquer justificativa, gerando centenas de milhares de desempregos. Há empresas quebradas de famílias que juntaram patrimônio a vida inteira e foram acossadas, avacalhadas, humilhadas. Há pais de família passando fome, com seus negócios lícitos que foram destruídos por questões vis e mentirosas. E pela primeira vez, Sr. Presidente, eu venho a esta Casa com o ânimo renovado, com o coração cheio de esperança. Eu ouvi, como todos os senhores ouviram, ecoar da Praça dos Três Poderes entre aspas: "Nós acabamos com o bolsonarismo." "Perdeu, mané." "A Direita tem que ser extirpada do Brasil". Pois a resposta veio das ruas. Homens, mulheres, crianças, pessoas da melhor idade, pessoas com necessidades especiais, todos os brasileiros de todos os cantos e de todos os lugares, gritando em alto e bom som que o Brasil pertence ao nosso Senhor Jesus Cristo, que o Brasil é nosso e que nós não desistiremos do país em hipótese alguma. Lutaremos até o fim, até o último suspiro, até o último raio de sol brilhar sobre os nossos olhos. Não sabemos o resultado da peleia, mas sabemos que caminhamos do lado certo dela, ao lado de Deus, de nosso Senhor Jesus Cristo. E, ainda que não consigamos nesta vida, será pelos nossos filhos, Deputado Cabo Gilberto Silva, e pelos filhos dos nossos filhos, pois não carregaremos para o nosso caixão a vergonha de não termos lutado. Deus abençoe o Brasil! - 21/02/2024
O Deputado expressou indignação em relação ao Hamas, acusando-os de atrocidades inimagináveis, como assassinar crianças e violentar mulheres. Criticou membros do Partido dos Trabalhadores por defenderem o Hamas, comparando suas ações ao Holocausto. Ele também atacou o líder do PT, acusando-o de equiparar Israel ao Holocausto e de ter admirado Adolf Hitler.
Palavras-chave oficiais: Hamas,Terrorismo,Israel,Violência,Criança,Mulher,Homicídio,Partido dos Trabalhadores (PT),comparação,Holocausto,Nazismo,Líder do partido
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, de todas as agruras e dificuldades que homens e mulheres que labutam e trabalham têm que sofrer, uma das mais duras é a distância da família, a distância dos filhos. Nós, que aqui trabalhamos, muitas vezes, passamos dias, semanas, fora de casa, mas, com as bênçãos de Deus, temos no final de semana a possibilidade de beijar o rosto de nossos filhos. E os filhos de Israel que foram assassinados por monstros que a Esquerda não tem vergonha na cara e vem defender nesta Casa? O Hamas entrou nas casas das pessoas, nos finais de semana, pegou bebês, Deputada Julia Zanatta e dirijo-me a V.Exa., que tem filho pequeno , colocou um bebê no forno e o assou na frente da mãe, para depois assassinar a mãe. Abriram o ventre de uma mulher para arrancar o seu bebê, jogá-lo ao chão e assassiná-lo. É isso que esses monstros defendem. Pior que isso, há atrocidades infinitas. Mulheres são violentadas reiteradas vezes, consecutivamente, até fraturar o seu quadril, até fraturar a sua pélvis. É um nível de violência jamais experimentado na história da humanidade, defendido pelo Partido dos Trabalhadores do Brasil, defendido descaradamente por um partido de déspotas, por um partido de monstros que defendem monstros. Nunca, nunca vimos tamanha violência. Talvez, talvez, na Alemanha, na época do Holocausto, quando crianças foram vítimas de experimentos científicos, quando crianças foram também assassinadas em câmaras de gás, em um processo industrial de massacre de pessoas. Talvez se assemelhe ao nível de crueldade e desgraça que esses terroristas praticam hoje, os quais o Partido dos Trabalhadores, do Brasil, tem a cara de pau de defender publicamente. Contudo, fica pior, Sr. Presidente, porque o líder maior desse partido, revivendo uma chaga histórica desse povo massacrado por esses terroristas, equipara-o ao seu maior algoz, a Hitler, numa verdadeira ode a esse monstro. Ataca o povo judeu, ataca os filhos de Israel que, uma vez defendidos por nós, são atacados por essas pessoas do Partido dos Trabalhadores, do Brasil. Na época do Holocausto, seus ancestrais foram assassinados pelo Partido Alemão dos Trabalhadores, da Alemanha nazista. Sim, repito, o nome do partido nazista é Partido Alemão dos Trabalhadores. Não é coincidência que o líder do Partido dos Trabalhadores, do Brasil, tenha dito em entrevista que admirava Adolf Hitler. Não é coincidência que o líder do Partido dos Trabalhadores, do Brasil, afirmou e comparou Israel ao Holocausto, porque foi o Partido Alemão dos Trabalhadores que realizou o Holocausto. Então, se há alguém no Brasil que entende de Holocausto é ele. - 21/02/2024Breves Comunicações
O Deputado fez uma comparação entre o Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil e o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, fazendo referência ao Holocausto. Ele criticou duramente o PT, acusando-o de aniquilar pessoas, roubar e destruir famílias e empregos.
Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),comparação,Partido político,Nazismo,Alemanha,Holocausto
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O SR. MARCOS POLLON (PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Infelizmente, é chocante como o Partido dos Trabalhadores aniquilou milhões de pessoas, assassinando em escala industrial milhões de pessoas inocentes. É absurdo como o Partido dos Trabalhadores roubou o patrimônio de famílias, desde joias pessoais até objetos que essas pessoas possuíam. É impressionante como o Partido dos Trabalhadores destruiu pessoas, empregos, residências, e caçou os seres humanos de forma absurda. Eu sei que V.Exas. estão pensando que é o Partido dos Trabalhadores do ex-condenado, mas eu me refiro ao Partido dos Trabalhadores Alemães, o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, o PT do Holocausto. Por isso, é comum o Holocausto fazer parte da agenda... (Desligamento do microfone.)
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.