
Nome civil: Marcos Sborowski Pollon · 45 anos
Bananômetro
94/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 97% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 90%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 98%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 91%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 21%das 787 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 90%das 661 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.marcospollon@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5976
- Gabinete
- Gabinete 976, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 374 de 391 sessões
Votou nas votações
90%
Registrou voto em 1.018 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 216 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
21%
Em 787 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
210 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 16/06/2026.
- 17/06/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou decisões recentes do Supremo Tribunal Federal, referindo-se a elas como expressão de uma “ditadura do Judiciário”. Citou o caso de Gisele Alves Guedes de Moraes, mãe de sete filhos, condenada a mais de 14 anos de prisão sem a devida fundamentação legal. Questionou a ausência de imputações claras na sentença e afirmou que houve usurpação de competência. Declarou que a democracia foi comprometida e cobrou reação institucional, especialmente do Senado Federal. Comparou a situação atual a regimes autoritários. Também criticou o silêncio diante de casos de corrupção que têm sido ignorados.
Palavras-chave oficiais: Ativismo judicial,Supremo Tribunal Federal (STF),Condenação judicial,Golpe de Estado,Usurpação de competência,Poder Legislativo
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Acordem! Acordem! O mais assustador não é a certeza de que todos dormem, é a dúvida sobre o que nós vamos fazer quando nos levantarmos. Eu sempre pensei em quão corajosos foram os advogados e Parlamentares que se opuseram aos regimes ditatoriais. Quis Deus que nós fôssemos os Deputados e/ou advogados que se opõem a um regime ditatorial. Mas o que me ocorre e me angustia mais, Deputado Cabo Gilberto Silva, é que, por mais que gritemos, e nos desesperemos, e clamemos às pessoas que acordem, porque a democracia foi ceifada, há dúvida sobre o que nós vamos fazer depois de acordar. Os remédios que podem frear essa ditadura estão na Casa Alta, no tapete azul, no Senado Federal, que desceu do Olimpo hoje e veio à Casa Baixa mostrar toda a sua grandeza, que se apequena diante do Supremo Tribunal Federal. No primeiro ano do curso de Direito, eu li um livro chamado O processo, cujo personagem principal é processado, julgado e executado sem nem sequer saber por quê sem nem sequer saber por quê! Recentemente, o Supremo nos brindou com mais uma dose daquilo que previu Ruy Barbosa, a pior das ditaduras, a que não tem recurso, a ditadura do Judiciário, e condenou Gisele Alves Guedes de Moraes a mais de 14 anos de prisão, mãe de sete filhos, sem nem sequer especificar o fato. Eu caí na besteira, senhores, de ler a sentença. Eu, professor de Direito Constitucional, professor de Direito Processual, caí na besteira de ler a sentença. Ela não tem fato imputado. Fui analisar a competência e li o seguinte: "É o Supremo porque há pessoas com prerrogativa de função". "Pessoas". Não se indica uma que tenha tido contato com ela. Qual é a análise do fato, Sr. Presidente? Longe desta Casa, do gramado, Sr. Presidente, ela fez uma filmagem em que falava: "Olha lá o que está acontecendo! Olha lá!". Qual é a outra imputação a ela? Andou nos acampamentos. Cadê o crime? Há clara usurpação de competência. Quisera Gisele ter matado, traficado, sequestrado, e estaria cumprindo pena domiciliar, como todos os outros criminosos, ou estaria em liberdade, como todos os outros grandes criminosos. Bilhões foram roubados do Brasil, e o silêncio é ensurdecedor. - 28/05/2025
O Deputado registrou os 38 anos do Departamento de Operações de Fronteira do Mato Grosso do Sul, fundado como Grupo de Operações de Fronteira pelo Coronel Adib, e destacou sua atuação decisiva na segurança da região de fronteira com o Paraguai. Rendeu ainda homenagem à memória do Coronel e pediu por mais líderes com sua firmeza. Além disso, elogiou o Deputado Sóstenes Cavalcante por sua articulação contra propostas de desarmamento, classificando-o como defensor das liberdades individuais. Por fim, agradeceu ainda aos Deputados André Fernandes, Carlos Jordy, Cabo Gilberto Silva, Sargento Gonçalves e Sargento Fahur, além de sua equipe técnica, pelo apoio nas estratégias de obstrução parlamentar.
Palavras-chave oficiais: Departamento de Operações de Fronteira (DOF),Mato Grosso do Sul,Aniversário de fundação,Homenagem,Coronel do Exército,Segurança pública,Fronteira,Paraguai Deputado federal,Atuação parlamentar,contrário,Proposição legislativa,Desarmamento,Liberdade individual agradecimento,Deputado federal,Obstrução parlamentar
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Presidente, aproveitando a oportunidade, eu preciso registrar aqui os 38 anos do Departamento de Operações de Fronteira do meu Estado, que nasceu como Grupo de Operações de Fronteira GOF, do saudoso Coronel Adib. Nós que vivíamos na fronteira do Brasil com o Paraguai eu sou douradense tínhamos ali praticamente uma terra sem lei, onde era perigoso até transitar na rua. Quando se instaurou o GOF, você podia deixar o carro aberto, com a chave no contato, e a casa aberta, pois ninguém ousava entrar. O Coronel Adib era um homem muito persuasivo e tinha argumentos muito convincentes. Munido desses argumentos, ele convencia a criminalidade de que o crime não compensa. Oxalá Deus mande para o Mato Grosso do Sul e para o Brasil outros tantos como o Coronel Adib e outras corporações como o GOF, que tenham argumentos tão persuasivos quanto eles e possam convencer os criminosos de que, efetivamente, o crime não compensa! Por oportuno, Sr. Presidente, é fundamental que eu registre nesta ocasião o trabalho do meu Líder Sóstenes. Não fosse o trabalho do Deputado Sóstenes Cavalcante, todo o meu trabalho, desde a minha eleição até hoje, teria sido em vão. Hoje, Sóstenes crava um passo fundamental na luta contra o desarmamento. Sóstenes hoje fez um trabalho digno de um grande combatente pelas liberdades individuais. Ele vem a esta Casa neste momento, e hoje, com a força de articulação e a sensibilidade que só ele tem, constrói a possibilidade de respirarmos mais um dia em um país livre. Hoje, beirou estarmos desarmados, aos moldes da Venezuela. Preciso agradecer também ao Deputado André Fernandes, que se faz presente. Desde que o Presidente Arthur Lira retirou os meios de obstrução do Regimento, só nos resta o discurso para segurar o tempo e diminuir o quórum. Agradeço também a todos os demais valentes colegas que ficam aqui, como os Deputados Carlos Jordy, Cabo Gilberto Silva, Sargento Gonçalves, Sargento Fahur, que sempre, quando esta pauta vem à baila, ficam até o encerramento da sessão. Manifesto gratidão ao meu Líder e à equipe técnica, Nilo, Hugo e Garigham, que se fazem presentes. Podemos respirar mais um dia no que restou do que outrora chamamos de democracia. Obrigado, Presidente. - 28/05/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 2.922, de 2022, que altera a Lei nº 9.472, de 1997 para dispor sobre a obrigatoriedade de instalação, nos aparelhos de telefonia móvel homologados pela Agência Nacional de Telecomunicação (Anatel), de tecnologia que permita a sua localização em tempo real e o acionamento de autoridades competentes e familiares em caso de iminente ameaça de agressão (“botão de pânico”). Rejeitou o Projeto de Lei nº 4.149, de 2004, que aumenta a pena de reclusão para o crime de disparo de arma de fogo, quando for de uso restrito ou proibido. Também criticou a falta de efetividade de medidas como o 190, tornozeleiras eletrônicas e ordens judiciais. Ao final, mencionou a atuação de colegas que permanecem presentes até o encerramento das sessões.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário Projeto de lei ordinária,Aumento da pena,disparo,Arma de fogo
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Voltamos à questão do botão. É engraçado como o Estado brasileiro finge que faz alguma coisa e nós fingimos que estamos trabalhando aqui. Vivemos num cenário de violência desenfreada. Está todo mundo à mercê disso. Aí se cria a abstração do que eles chamam de contrato social, que é a justificativa para nos extorquir com imposto. E o Estado brasileiro finge que faz alguma coisa. "O que eu vou fazer para te proteger, mulher? Vou te dar um botão para você apertar." Olhem que maravilha. É um baita negócio. "Aí eu te desarmo, tiro o teu direito à legitima defesa e não te deixo proteger tua família." No ano retrasado, um sujeito invadiu uma casa. O marido estava trabalhando, era caminhoneiro. O sujeito violentou as três filhas do casal, violentou a esposa. Ele matou as três filhas do casal, matou a esposa. Sinceramente, acham que, se houvesse lá um botão para apertar, o resultado teria sido diferente? Se essa mulher tivesse a porcaria de uma espingarda monotiro, uma daquelas de atirar em pombo na roça, esse marginal não teria entrado na casa dela. Mas, não, o nosso Estado, que caminha a passos largos rumo a uma ditadura, quer impor o desarmamento como bandeira ideológica, quer impor uma ditadura cruenta, com derramamento de sangue, atirando nas pessoas na rua. Para poder fazer isso, o que ele faz? Desarma todo mundo, como pretende o PL 4.149/2004, que mais uma vez foi pautado nesta Casa. Desde o primeiro dia deste ano legislativo, esse pesadelo vem nos rondando. Mais uma vez, consta na pauta esse absurdo. Olhem a ironia do destino. O Estado que desarma o cidadão que quer se defender é o mesmo que lhe entrega um botão para apertar e pedir socorro. Já não basta a ineficácia do 190, já não basta a ineficácia da tornozeleira eletrônica, já não basta a ineficácia da medida protetiva um monte de mulheres morrem ainda que tenham medida protetiva , agora vão fingir, de novo, que estão fazendo alguma coisa, criando um botão. Volto a dizer a quem nos acompanha que, desde o primeiro ano do mandato do Presidente Arthur Lira, não existe mais a obstrução regimental. O pessoal gosta de dizer isto pelo Youtube: "Ah, obstrui, obstrui!" Obstrução acontece aqui por maioria absoluta ou por um monte de gente falando. Então, quem pretende obstruir que venha e fale. Mais uma vez quero registrar a presença do Deputado Sargento Fahur, que fica até o final aqui, do Deputado Jordy, que fica até o final, da Deputada Soraya, do Deputado do NOVO que sempre fica até o final e do Deputado André, que fica até o final. - 28/05/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 2.922, de 2022, que altera a Lei nº 9.472, de 1997 para dispor sobre a obrigatoriedade de instalação, nos aparelhos de telefonia móvel homologados pela Agência Nacional de Telecomunicação (Anatel), de tecnologia que permita a sua localização em tempo real e o acionamento de autoridades competentes e familiares em caso de iminente ameaça de agressão (“botão de pânico”). Ademais, agradeceu a presença dos Deputados do Partido Liberal (PL) no plenário da Câmara dos Deputados em apoio à obstrução ao Projeto de Lei nº 4.149, de 2004, que trata do desarmamento e prevê o aumento da pena de reclusão para o crime de disparo de arma de fogo de uso restrito ou proibido.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável Deputado federal,Partido Liberal (PL),Obstrução parlamentar,Projeto de lei ordinária,Desarmamento
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Oposição orienta "sim", Sr. Presidente, justamente pelos mesmos motivos do Deputado Carlos Jordy. Quero aproveitar o tempo para agradecer a presença, nominalmente, ao Deputado Carlos Jordy, ao Deputado Marcon, ao Deputado Sargento Fahur, ao Deputado Professor Alcides, à Deputada Soraya Santos e a outros Deputados do PL que estão no plenário e não consigo visualizá-los agora. Depois da primeira gestão do Presidente Arthur Lira, não há mais o chamado kit obstrução, que é regimental. A obstrução é feita através das falas reiteradas dos Parlamentares. Para que possamos fazer obstrução, tem que ficar uma turma aqui. Quero, mais uma vez, agradecer ao Deputado Jordy, ao Deputado Marcon, ao Deputado Sargento Fahur e a outros que aqui permaneceram, porque é o jeito que temos de resistir contra o projeto que pode redundar na inauguração da ditadura cruenta do Brasil, através do desarmamento absoluto da população. Obrigado, Deputado. - 28/05/2025
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 2.922, de 2022, que altera a Lei nº 9.472, de 1997 para dispor sobre a obrigatoriedade de instalação, nos aparelhos de telefonia móvel homologados pela Agência Nacional de Telecomunicação (Anatel), de tecnologia que permita a sua localização em tempo real e o acionamento de autoridades competentes e familiares em caso de iminente ameaça de agressão (“botão de pânico”). Ademais, criticou o Governo Federal pela política de desarmamento e também questionou a resposta do Parlamento à violência contra a mulher, alegando que o botão do pânico é ineficaz como medida protetiva.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,favorável Governo federal,Desarmamento,Parlamento,Projeto de lei ordinária,Botão de pânico,Violência contra a mulher
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Obrigado, ínclito Relator, que nos cedeu o espaço aqui, para pedirmos o adiamento da discussão. Vamos resolver todos os problemas: basta desarmar todo mundo; deixar todo mundo à mercê dos bandidos, que estão com fuzil e com outros tipos de arma; colocar todos os CACs na cadeia; colocar todo mundo que tem arma legal na cadeia; e dar para você um botão que você poderá apertar quando estiver sendo agredido. Outro dia não faz 2 semanas , mataram uma mulher lá no meu Estado. No mês passado, mataram outra. Hoje, eu tomei conhecimento de que um monstro matou queimadas a ex-mulher e a filha, para não pagar pensão. E qual é a resposta que este Parlamento quer dar para as mulheres? Uma porcaria de um botão! Você desarma todo mundo e dá um botão no celular para a pessoa ligar: "Estado, venha cumprir o papel que você prometeu aqui antes de enfiar um monte de imposto em todo mundo e não servir para nada!" É isto o que se pretende: vão lhe dar um botão para você apertar, mas você morre, mesmo apertando o botão. Estado ineficiente, ineficaz! Mais uma vez, querem desarmar absolutamente todo mundo para nos deixar à mercê de bandidos, com um projeto apoiado pelo Governo, que protege marginal. É para isto que este Governo serve: proteger bandido! Na noite de hoje, poderemos ter um avanço irrevogável no desarmamento do nosso País. Isso é um absurdo! Isso é uma balbúrdia! No dia em que se vota a lei do botão, para proteger a mulher da violência, desarma-se toda a população tudo na mesma noite. Seria cômico se não fosse trágico, Sr. Presidente. É uma catástrofe o que está acontecendo. É um absurdo o que está acontecendo. Toda ditadura, Presidente, sem exceção, é precedida de um desarmamento antes de ingressar na sua fase cruenta. É assim que, na Venezuela, atiram nas pessoas na rua quando estão se manifestando. É assim que, em Cuba, atiram nas pessoas que se manifestam. Por quê? Porque está todo mundo indefeso, à mercê da criminalidade, à mercê dos bandidos. Hoje, no Brasil, não existe bandido maior do que o Estado. Nunca soou tão bem a expressão que diz que imposto é roubo. As únicas coisas que este Estado perdulário faz são: roubar, desarmar o cidadão e deixá-lo indefeso. Por isso, é importante amadurecer este tema, uma vez que é muito frágil a resposta estatal dada pelo Brasil a algo tão delicado e tão grave como a violência contra a mulher. Deveríamos tratar disso com seriedade. Deveríamos permitir que a mulher se defendesse através de meios aptos à legítima defesa, que ela se armasse. O que você prefere: um botão no celular ou uma pistola Glock na bolsa? A minha mulher prefere a Glock. - 28/05/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 2.922, de 2022, que altera a Lei nº 9.472, de 1997, para dispor sobre a obrigatoriedade de instalação, nos aparelhos de telefonia móvel homologados pela Agência Nacional de Telecomunicação (Anatel), de tecnologia que permita a sua localização em tempo real e o acionamento de autoridades competentes e familiares em caso de iminente ameaça de agressão (“botão de pânico”). Ademais, defendeu a obstrução parlamentar como forma de defesa da anistia aos participantes das manifestações de 8 de janeiro de 2023 e para evitar a votação de projeto de lei do desarmamento. Ao final, sustentou que não houve golpe de Estado por impossibilidade jurídica do objeto.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável Obstrução parlamentar,anistia,Ato antidemocrático,Golpe de Estado (crime),Crime impossível,Projeto de lei ordinária,Desarmamento
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria orienta pela retirada de pauta. Concordamos com o mérito e agradecemos ao Relator por ter sido sensível e ter feito todas as alterações solicitadas. No entanto, para mantermos o espírito de obstrução, defendendo a anistia às pessoas que estão enclausuradas nesse regime de exceção, e também para evitarmos o inconveniente projeto do desarmamento, que vai levar o Brasil a uma ditadura nos moldes da que existe na Venezuela, nós vamos orientar "sim", pela retirada de pauta. Nestes 30 segundos que me restam, Sr. Presidente, vou dar uma pequena aula de Direito Penal para os colegas que não ficam nem vermelhos quando mostram sua cara de pau. Estão dizendo que houve golpe. Isso seria o mesmo que dizer: "Vou atirar no colega utilizando como arma este copo de plástico: pá!" Não morreu ninguém, pois há impossibilidade jurídica do objeto. Esse é o exemplo mais idiota de Direito Penal I que ensinamos aos acadêmicos. Não houve golpe! Não houve... (Desligamento do microfone.) - 28/05/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 3.224, de 2024, que institui a Campanha Nacional de Utilização Consciente da Tecnologia Digital, que se destina a incentivar o uso ponderado e responsável de jogos eletrônicos, redes sociais, programas computacionais, softwares, e similares conectados à internet ou a outra rede de comunicações, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Parece um projeto singelo o que cria a Campanha Nacional de Utilização Consciente da Tecnologia Digital para promover o uso responsável de tecnologias como jogos eletrônicos e redes sociais, especialmente entre crianças e adolescentes. Ledo engano. O que chamam de campanha de conscientização nada mais é do que a utilização do dinheiro público para bombardear os cidadãos brasileiros, em especial os jovens, com doutrinação ideológica. Segundo os bastidores da já conhecida "Globolixo", eles estão proibidos de receber, em qualquer programa, qualquer convidado que seja contrário à censura ou, como estão dizendo, à regulamentação de redes. O que trazem aqui travestido de campanha de conscientização nada mais é do que a utilização de recursos públicos para defender o que já não fazem mais às escuras, mas à luz do dia, que é a sua saga inexpugnável de censura por meio do que chamam de regulamentação das redes sociais. Olavo de Carvalho já disse há anos, que, no dia em que se derem conta de que a informação descentralizada e distribuída é capaz de derrubar todo e qualquer regime totalitário, buscarão de todas as formas graças a Deus, sem sucesso nos calar nas redes sociais. O sistema teme a possibilidade de nós nos comunicarmos. Não há qualquer combate ao que chamam de fake news. Se o combate é verdadeiro, o maior remédio para fake news é, sim, a informação descentralizada e distribuída. Caminhamos, Srs. Deputados, a galope rumo a uma ditadura nos moldes da Venezuela. Todos os dias esta Casa se debruça sobre projetos e intenções que ora buscam censurar as pessoas e os brasileiros, ora pretendem nos desarmar. Nós estamos nos ombreando à Venezuela por meio de solavancos, de pretensões de impor a censura no nosso País ou, ainda pior, de desarmar absolutamente os cidadãos. Todos os dias, sem exceção, milhares de pessoas são assassinadas no Brasil, centenas de pessoas perdem a vida no Brasil, e a resposta desse desgoverno é desarmar o cidadão de bem. Muita atenção, Deputados e Deputadas, porque nesta noite esta Casa pode sepultar de uma vez por todas as liberdades do Brasil, desarmando absolutamente todos os brasileiros que têm armas registradas, regulares, o que é típico de uma ditadura cruenta, pois, antes do derramamento de sangue, vem o desarmamento. - 28/05/2025Breves Comunicações
O Deputado manifestou-se contrariamente ao Projeto de Lei nº 4.149, de 2004, que aumenta a pena de reclusão para o crime de disparo de arma de fogo, quando for de uso restrito ou proibido. Destacou que a proposição representa a imposição do desarmamento da população pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e que pretende criminalizar cidadãos com armas legalizadas. Criticou o Governo Lula por priorizar a desarticulação da legítima defesa em meio ao aumento da violência no País. Relatou uma série de assassinatos recentes ocorridos em diversas regiões e associou o desarmamento à preparação para regimes autoritários, como o da Venezuela. Por fim, condenou o Ministério da Justiça e Segurança Pública por ter recusado a excludente de ilicitude sugerida ao Relator da proposição, a qual evitaria a prisão de pessoas inocentes.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Reclusão,Crime,Disparo de arma de fogo,Aumento da pena,Desarmamento,Partido dos Trabalhadores (PT),Governo federal,Presidente da República,Legítima defesa,Violência,Política de segurança pública,Homicídio,Autoritarismo,Ministério da Justiça e Segurança Pública,Emenda,Excludente de ilicitude,Relator
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Colegas Parlamentares, hoje nós poderemos viver um dos capítulos mais tristes da história do Brasil desde seu descobrimento. E Eu costumo dizer que, de tudo o que a Esquerda, em especial o PT, rouba, dinheiro é o menos importante. São bilhões e bilhões de reais em escândalos que se acumulam. No entanto, eu reitero: o dinheiro é o menos importante. Valores abstratos, que não são percebidos no dia a dia, são solapados do brasileiro médio sem que ele nem sequer perceba. Roubam a decência, roubam a integridade, roubam a cultura, e agora caminham para roubar descaradamente nossa liberdade. Não bastassem os rompantes na censura, que vêm galopantes sobre este País, muitas vezes tentando utilizar esta Casa, pretendem, no dia de hoje, impor mais um triste capítulo do desarmamento, pois sabem que, assim como ocorre na Venezuela, toda ditadura cruenta, em que há derramamento de sangue, é precedida de desarmamento. Nós estamos mergulhados num cenário de violência descontrolada. Só neste mês de maio, em Brasília, um homem de 43 anos foi morto a tiros no dia 1º; no dia 3, um jovem de 22 anos foi assassinado na Zona Leste da capital paulista; no dia 5, um policial militar foi morto durante uma operação no Complexo do Alemão; no dia 7, uma mulher de 30 anos foi assassinada a tiros em Brotas; no dia 9, um homem de 28 anos foi assassinado a tiros num bar em Messejana; em Recife, no dia 11, um adolescente de 17 anos foi assassinado com tiro na cabeça. Basta abrir a Internet, e vemos centenas de casos de crimes bárbaros. E qual é a resposta do desgoverno Lula? Desarmar o cidadão de bem! Eu alerto hoje todos os meus colegas Parlamentares: nesta noite, pode ser votado aqui o capítulo mais triste da história do Brasil, que encaminha nosso País para o desarmamento absoluto da população. Pretende-se votar, desde o começo desta Legislatura, o Projeto de Lei nº 4.149 pasmem, senhores! , de 2004, das catacumbas do Estatuto do Desarmamento, antes até do referendo. Eu apelo a V.Exas. para que dialoguem com seus Líderes, falem com os outros Deputados. O PL 4.149, de autoria do PSDB de São Paulo, cujo Relator é o Deputado Max Lemos, está pairando sobre nossas cabeças desde o primeiro dia do exercício legislativo deste ano, e hoje pode vir a ser votado. A aprovação deste projeto de lei imporá a todo brasileiro de bem o desarmamento absoluto, jogando na cadeia qualquer pessoa que tenha uma arma regular. Sim, o objetivo é exclusivamente prender quem tem uma arma lícita, regular. A excludente sugerida ao Relator, para impedir a prisão de pessoas inocentes, foi recusada pelo Ministério da Justiça e pelo seu joguete que pilota aquele Ministério, o CEO do Instituto Igarapé. Muito obrigado. - 27/05/2025
O Deputado criticou o Projeto de Lei (PL) nº 4.149, de 2004, acusando-o de ter como objetivo central a criminalização e prisão de atiradores esportivos (CACs). Rejeitou a recusa do relator em excluir armas legalizadas das penalidades previstas e alertou para riscos de abuso de autoridade e insegurança jurídica, devido à possibilidade de mudanças arbitrárias nos calibres considerados proibidos. Denunciou ainda uma estratégia do Governo para promover o confisco de armas legalmente adquiridas e afirmou que o PL representa uma ameaça à democracia e às liberdades individuais. Por fim, conclamou partidos de Centro a se oporem à proposta.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,criminalização,CAC (Caçador, Atirador e Colecionador),Relatório (processo legislativo),Arma de fogo,Abuso de autoridade,Liberdade individual
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Infelizmente, mais uma vez, ocupo essa tribuna para tratar do PL 4.149/2004. Senhores, o projeto é de 2004, de antes do referendo, quando mais de 60% da população votou contra o desarmamento. Esse malfadado projeto de lei, com várias alterações depois, foi sacado do fundo do baú, das criptas desta Casa para exclusivamente prestem atenção, Srs. Deputados prender atirador esportivo. Prestem atenção, Srs. Deputados, porque amanhã, quando estiverem transitando nas ruas e os atiradores esportivos, seja nas igrejas, seja nos clubes, seja nas agremiações, interpelarem V.Exas., não digam: "Eu não sabia. Eu não fui avisado". Eu venho aqui, mais uma vez, alertar a todos que o PL 4.149 tem um único objetivo: prender CAC. Ele serve exclusivamente para isso. Foi buscado junto ao Relator um texto de consenso, que excluísse do aumento de penas aqueles que tivessem armas lícitas, regulares, registradas, e S.Exa. se recusou, Deputada Laura, a fazer essa exclusão. Nós buscamos, por todos os meios, compor um texto que não se prestasse exclusivamente a prender atirador esportivo, e o Relator, Deputado Fahur, recusou-se a fazer essa alteração. Percebam a nuance do objeto desse projeto de lei, que majora as penas para o que eles dizem ser abre aspas "calibres proibidos". No entanto, o que se esconde da população é que quem vai dizer o que é proibido ou não é Lula, em ato administrativo. Então, se ele disser hoje à noite que o calibre 9 milímetros é proibido, será. O conceito de calibre proibido mudou mais de quinze vezes ao longo dos 20 anos do malfadado Estatuto do Desarmamento. Reitero, essas leis se reduzem a prender o cidadão de bem, uma vez que o criminoso sempre tem a arma para um fim nefasto, para um fim pernicioso, diferentemente dos atiradores esportivos, que têm arma para o esporte. Eu peço, principalmente aos partidos de centro, como PP, PSD, União Brasil, Republicanos, MDB, Podemos e até o próprio PDT, que está aqui representado por Pompeo de Mattos, Deputado extremamente sensato, extremamente cordado, um dos autores da lei que reconhece o porte de arma para advogados, que coloquem a mão na consciência. A estratégia é levar a termo o confisco. Este desgoverno pretendia, desde o início, confiscar todos os equipamentos adquiridos durante o Governo Bolsonaro e fechar liminarmente os clubes e as lojas abertos durante o Governo Bolsonaro. Já não se escondem mais e dizem, à luz do dia abre aspas: "Queremos acabar com o CAC bolsonarista". É isso mesmo que V.Exas. ouviram. Eles carimbaram sobre o atirador esportivo a pecha de CAC bolsonarista. E querem nos destruir. Não obtiveram êxito no primeiro decreto, porque foram obstaculizados por esta Casa, que demonstrou, caso viesse um texto confiscando tudo, que o derrubaria. Mais uma vez, no novo decreto, não conseguiram impor o confisco. Então, utilizam-se de um ardil, de um meio artificioso, qual seja, construir a ideia de que as armas de calibre proibido importam em penas gravíssimas. E, na calada da noite, o desgoverno alterará o decreto, transformando tudo aquilo que nós temos em calibres proibidos. Uma vez estando a competência de fiscalização sobre a Polícia Federal, adentrarão nossas casas. V.Exas. podem perguntar: mas eles vão prender 1 milhão de pessoas? É evidente que não. Isso não é preciso. Basta o show para amedrontar os demais. Invade-se a casa de algum Deputado que é CAC, por exemplo, o Deputado Sargento Fahur, eu, o Deputado Pedro Lupion ou ainda o Deputado Arthur Lira, que presidiu esta Casa. Basta pegar alguém com repercussão para usar de exemplo, jogá-lo na cadeia, para que os demais sucumbam e entreguem suas armas. É essa a armação do PL 4.149. É este, Deputado Cabo Gilberto, o intento do PL 4.149: exclusivamente prender CACs. Eu vejo na pauta "projeto que altera as penas" e não sei o quê. Não! Mudem o resumo. Nós da Oposição, da Minoria e do PL pedimos, pelo menos, que mudem o resumo e coloquem ali: "Projeto que visa prender CAC". Sabemos ser este o objetivo: prender o cidadão de bem, que tem arma regular. Apenas isso. V.Exa. pode imaginar, Deputado Sargento Fahur, de onde se está tirando uma coisa dessas. Há poucos meses, o calibre 22 semiautomático era tido como proibido, por conta de uma portaria da Polícia Federal. Não há o mínimo de segurança. E aí elevaremos as penas, tiraremos a possibilidade de fiança, para que, já no primeiro momento, a Polícia Federal comece a invadir casas e levar para a cadeia um sujeito simplesmente por ele ter um equipamento que hoje é lícito lícito! É essa a artimanha. É isso que se pretende com o PL 4.149. Eu estive reunido com a Polícia Militar, com a cúpula da segurança do Rio de Janeiro, que uma vez pensou na possibilidade de essa lei poder se impor sobre traficantes. Nessa reunião, junto com o Relator, foi dito: "Senhores, apenas isentem o CAC textualmente". Eles concordaram e, segundos depois, sob orientação do Governo, o Relator voltou atrás. Por quê? Porque o objetivo é um só: desarmar o cidadão que tem arma regular. E é isso que vão fazer com o PL 4.149. Ao que tudo indica, é possível que esse projeto de lei nefasto seja votado amanhã. Se votado, poderá ser um passo muito importante no caminho do confisco de todos os equipamentos adquiridos pelos brasileiros de bem. Absolutamente tudo será considerado calibre proibido, começando pelo 9 milímetros, passando pelos demais e, posteriormente, até o 380. Não se iludam: todo regime ditatorial passa por um desarmamento pleno; todo regime ditatorial desarma todas as suas vítimas para, depois, destruí-las. E é isso que o PL 4.149 quer fazer. Srs. Deputados, não permitam ser usados por um objetivo tão nefasto, tão torpe, tão vil, tão nojento, tão abjeto, que é desarmar o cidadão de bem do Brasil. A intenção, repito, do PL 4.149 é impor o desarmamento absoluto, o que não conseguiram no referendo, em 2005; o que não conseguiram com o Governo Lula e com o Governo Dilma; e o que não conseguiram agora. Mais uma vez, usa-se o subterfúgio de combater o crime, ludibriando os colegas desta Casa, para tentar esse intento. Prestem muita atenção: o art. 9º do que eles chamam de Estatuto do Desarmamento é textual, é claro em dizer que a competência para fiscalizar os CACs é do Exército Brasileiro. A Constituição, no mesmo sentido. E, por decreto, Lula destrói a lei e determina que essa fiscalização caberá à Polícia Federal. Essa alteração é inconstitucional, é ilegal, é imoral, é nojenta, uma vez que se vai instrumentalizar a Polícia Federal para desarmar o atirador esportivo. Repito: o art. 9º diz, textualmente, que essa competência é do Exército Brasileiro. Mas, simplesmente, isso é ignorado. Serão destinados 20 milhões de reais para que se crie um sistema onde ele não existe, que não goza do mesmo número de servidores para fazê-lo, que não goza da mesma capilaridade, exclusivamente para inviabilizar o tiro esportivo no Brasil. Sras. e Srs. Deputados, em especial, Líderes dos partidos de centro, do PSD, do PP, do UNIÃO, do Republicanos, entre outros, fiquem atentos, porque, amanhã, esta Casa pode marcar um capítulo irrevogável da história do País, inaugurando a "venezuelização" ininterrupta do Brasil. Por quê? Porque a Venezuela, antes de mergulhar no regime ditatorial, passou por um desarmamento absoluto, que foi patrocinado pelas ONGs brasileiras Sou da Paz, Viva Rio e Instituto Igarapé. Agora, querem fazer o mesmo no País, usando esta Casa como joguete para impor ao cidadão brasileiro o desarmamento absoluto. Não permitamos que o PL 4.149 seja votado. E, se votado, que nós o derrubemos no voto, pois esse pode ser o último suspiro de democracia que teremos no País. Sr. Presidente, peço a V.Exa. que divulgue a minha fala nos meios de comunicação desta Casa. - 20/05/2025
O Deputado fez um registro especial em homenagem à sua esposa, Naiane Pollon, presente na sessão, e reconheceu seu papel fundamental em sua trajetória política. Relatou que, apesar de ter recebido convites para ingressar na vida pública desde 2007, apenas em 2022 obteve sua autorização para disputar as eleições. Agradeceu ainda por ter recebido dela o primeiro voto e destacou sua atuação como Presidente do PL Mulher no Mato Grosso do Sul. Além disso, mencionou a influência de Michelle Bolsonaro nessa decisão. Por fim, celebrou sua eleição como Deputado Federal mais votado do Estado.
Palavras-chave oficiais: Homenagem,Esposa,Deputado federal,Partido Liberal (PL),Participação política,Eleição,Mulher,Mato Grosso do Sul,Primeira-dama
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Nesta ocasião eu quero fazer um registro muito especial e muito importante relativo à pessoa que é responsável por eu participar desta Casa: minha esposa, Naiane Pollon, que está aqui. Desde 2007, eu sou convidado a participar da vida pública e nunca alcei esses voos porque, falando em português claro, ela não deixava. Em 2022 fui agraciado com o primeiro voto, o voto dela, que concordou. Todos que a conhecem dizem que ela é muito mais simpática que eu, muito mais agradável que eu, muito mais popular que eu. Oxalá que a D. Michelle Bolsonaro consiga convencê-la a vir Deputada Federal para me substituir! Isso porque uma vez disse que não assumiria nenhuma responsabilidade política, e hoje nos agracia sendo a Presidente do PL Mulher Mato Grosso do Sul. Então, obrigado, D. Michelle, por ter feito praticamente um milagre. E obrigado, Naiane, por me ter permitido disputar o pleito de 2022 e ter me sagrado o Deputado Federal mais votado do meu Estado. Obrigado, Presidente. - 20/05/2025
O Deputado registrou a presença de três Vereadores do Município de Guia Lopes da Laguna (MS). Em seguida, destacou a origem do nome da cidade, em homenagem ao personagem histórico da Retirada da Laguna, durante a Guerra do Paraguai. Apresentou ainda o Vereador Marcus, advogado eleito pelo PL, com quem teve contato em um projeto social. Além disso, mencionou o Vereador Aryclenes, do MDB, e o Vereador Julio Cesar, do Republicanos, ambos em início de carreira e com trajetória ligada ao comércio local.
Palavras-chave oficiais: Saudação,Vereador,Guia Lopes da Laguna (MS),Partido Liberal (PL),Movimento Democrático Brasileiro (MDB),Republicanos (partido político)
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero registrar a presença do meu amigo Vereador Marcus, do Município de Guia Lopes da Laguna. Guia Lopes foi o personagem histórico que fez a famosa Retirada da Laguna, trazendo de volta os soldados brasileiros da Guerra do Paraguai, próximo ao Rio Apa, em Bela Vista, salvando muitos patriotas que lá estiveram em batalha. Por isso a cidade se chama Guia Lopes da Laguna. Marcus é advogado, e eu o conheci num projeto social que cuidava de moças, garotas. De lá ele alçou seu primeiro voo à vida pública, sagrando-se Vereador pelo PL. Quero aproveitar, Presidente, e registrar também a presença do Vereador Aryclenes, do MDB, também no primeiro mandato. Ele trabalhava numa loja agropecuária de Guia Lopes da Laguna. Esse pessoal está trazendo novos ares para a política. E temos aqui também um amigo do Republicanos, o Vereador Julio Cesar, que trabalhava na mesma loja agropecuária que o Aryclenes. Eu acho que eu vou trabalhar nessa loja e vou virar Governador. Ô loja para dar sorte, hein? Deus o abençoe, Presidente. Obrigado. - 20/05/2025
O Deputado saudou a presença, na Câmara dos Deputados, do Prefeito Dr. Max, de Guia Lopes da Laguna (MS), destacando sua trajetória na iniciativa privada e sua formação como produtor e advogado. Enalteceu seu empenho para a compra de um novo caminhão de lixo para a cidade por meio de recursos de emenda parlamentar. Por fim, elogiou o Prefeito como representante dos valores da nova política.
Palavras-chave oficiais: Prefeito,Guia Lopes da Laguna (MS),Compra,Caminhão compactador de lixo,Emenda,Recursos públicos,Câmara dos Deputados
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero registrar aqui a presença do Prefeito do Município de Guia Lopes da Laguna, no Mato Grosso do Sul, um Município com uma representação histórica muito importante ligada à Guerra do Paraguai, e que, principalmente, registrar o orgulho que tenho de ver o Dr. Max como Prefeito. Max vem da iniciativa privada, é produtor, causídico, pessoa de altíssima formação, um erudito que, no momento em que poderia simplesmente estar desfrutando da vasta construção de toda a sua vida, sacrificou-se em prol do bem comum e cedeu seus preciosos anos sobre a Terra para construir o seu sonho de ver o Município de Guia Lopes da Laguna pujante e crescendo mais uma vez. Eis que, hoje, ele me dá a notícia de que, há 14 anos, foi adquirido o último caminhão de lixo para a cidade. Por meio de uma manobra extremamente inteligente, ele resolveu esse problema e, hoje, sai daqui com uma emenda para aquisição de um novo caminhão. Dr. Max, o senhor é um orgulho para nós e nos mostra, com toda a sua maturidade, os verdadeiros ares da nova política. Obrigado, Presidente. - 05/05/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 6.366, de 2019, que institui o Dia Nacional das Defensoras e Defensores de Direitos Humanos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Oposição orienta "sim", pela retirada de pauta, por dois motivos específicos. O primeiro é que a mera tramitação desse projeto de lei é ilegal. Dever-se-ia obedecer a um rito. A questão da ritualística, a questão do procedimento é característica basilar do Estado de Direito. O que diferencia uma ditadura do Estado de Direito é o respeito à lei. Nós temos um procedimento que determina a oitiva de toda a sociedade para que ele se mostre de interesse público. Este é o critério técnico para a necessidade da retirada de pauta. Existe um critério ainda mais forte, que brada aos corredores desta Casa, que é a questão da coerência. Como nós podemos votar a favor da criação de um dia do defensor e defensora de direitos humanos, sendo que nós estamos tendo direitos humanos desrespeitados neste País? Anistia já, Sr. Presidente! - 05/05/2025
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 6.366, de 2019, que institui o Dia Nacional das Defensoras e Defensores de Direitos Humanos. Ademais, defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 2.858, de 2022, que trata de anistia aos manifestantes participantes dos eventos de 8 de janeiro de 2023, alegando violações aos direitos humanos, ao devido processo legal, à ampla defesa, ao contraditório e afirmando a necessidade de individualização das condutas.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,favorável Projeto de lei ordinária,anistia,Ato antidemocrático,violação,Direitos humanos,Devido processo legal,Princípio da individualização da pena
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Realmente seria de extrema relevância tratarmos do Dia Nacional das Defensoras e Defensores de Direitos Humanos. No entanto, ao que parece, o presente projeto traveste a perspectiva de se utilizar um evento fatídico para, mais uma vez, politizar uma tragédia. Em verdade, Sr. Presidente, nós caminhamos num sentido avesso à vontade da maioria da população. Infelizmente, esta Casa tem cada vez mais se distanciado do que se propõe constitucionalmente a fazer. Temos temas, e, respeitosamente, invoco a necessidade urgente de este Parlamento se debruçar sobre a anistia. Pessoas estão segregadas do convívio social, presas e enjauladas sem qualquer resquício do que se entende por devido processo legal. Houve retirada da ampla defesa e ultraje ao contraditório. Os advogados nem sequer tiveram acesso ao conjunto probatório. E essas pessoas jazem presas como em masmorras. E se esse ultraje aos direitos humanos brada todos os dias, clamando por anistia neste País, como poderia este Parlamento debruçar-se sobre o reconhecimento do dia dos pseudodefensores nacionais dos direitos humanos? Ora, é verdade que todo e qualquer Parlamentar desta Casa, todo ser humano, na atribuição das suas faculdades mentais, é favorável à defesa dos direitos humanos por excelência. Mas que adianta tamanha hipocrisia em criarmos o entre aspas "Dia Nacional das Defensoras e Defensores de Direitos Humanos", sendo que os direitos humanos estão sendo desrespeitados sob os nossos olhos? É com muito respeito a V.Exa. que digo: é fundamental que nós tratemos desse tema e possamos entregar uma resposta plausível à sociedade, não pelos incidentes ocorridos. É importante que se respeitem, especificamente, a individualização das condutas, a ampla defesa e o devido processo legal, pois, sem o reconhecimento desses direitos, é extremamente jocoso se falar em direitos humanos. Por isso, nós somos pela retirada de pauta, Sr. Presidente. Obrigado. - 10/04/2025Breves Comunicações
O Deputado fez um apelo à Direita para que tenha mais unidade, firmeza ideológica e coerência, criticando a desorganização e a falta de identidade de pautas claras entre os conservadores. Elogiou a Esquerda por sua disciplina e consistência em defender temas centrais, como o desarmamento, ao contrário da Direita, que muitas vezes se divide ou cede em pautas fundamentais. Reforçou seu posicionamento contra o Estatuto do Desarmamento, acusando-o de prejudicar o cidadão comum, e defendeu mais integridade e clareza de discurso por parte dos Parlamentares conservadores.
Palavras-chave oficiais: Direita política,Falta,organização,incoerência,Conservadorismo,Pauta (processo legislativo),caráter político,comparação,Esquerda política,Disciplina,Desarmamento,Estatuto do Desarmamento (2003),Discurso político
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. De antemão, peço a V.Exa. que o meu pronunciamento seja divulgado pelo programa A Voz do Brasil e pelos meios de comunicação desta Casa. Começo a minha exposição pedindo desculpas pela estrutura vernacular do meu discurso, uma vez que, na maioria das vezes, tenho dirigido os meus pronunciamentos à Direita, aos conservadores, e venho mais uma vez fazer isso aqui. No entanto, os meus pronunciamentos têm tido pouca eficácia, por conta, especialmente, do vocabulário que eu tenho utilizado. Então, buscarei fazê-los da forma mais simples e acessível possível, sempre preservando as palavras mais eficazes, mas sem utilizar palavras de baixo calão. Vamos lá! Ontem, a Esquerda, mais uma vez, deu uma aula. Se nós da Direita tivéssemos um pingo de humildade; se descêssemos do salto alto lembram-se da Seleção Brasileira, que, quando entrava em campo de salto alto, tomava uma surra? ; se víssemos o que eles fizeram ontem em volta do Deputado Glauber Braga; se tivéssemos esse mínimo de unidade, protegendo-nos e ajudando-nos uns aos outros, estaríamos muito melhores. Isso também ocorreria se nós tivéssemos 10% da identidade de pauta que eles têm. Eles sabem o que defendem. Nem todo mundo ali defende a mesma coisa, só que eles têm um núcleo duro de pautas, algo que eu não entendo por que a Direita não tem. Mais uma vez, eu venho falar sobre desarmamento. Todo esquerdista é alguma coisa e desarmamentista, sem exceção. Eles são a favor do Deputado Glauber e são desarmamentistas. Eles são a favor da festa popular nas comunidades e são desarmamentistas. Enfim, independentemente da outra pauta escolhida, o desarmamento é o cerne. Eu afirmo a vocês que, se colocarmos em votação aqui algo para revogar o Estatuto do Desarmamento, eles vão fazer, com certeza, o que fizeram ontem: vão encher isto aqui de gente, vão se unir, vão quebrar o pau. Enquanto isso, a gente não consegue nem entender que não é compatível ser de direita e ser desarmamentista. Por isso, está havendo aquela patacoada. Eu vou dar outro exemplo. A Deputada Erika Kokay, na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família, apresentou um projeto para proibir menor de idade de praticar tiro esportivo. Por 3 semanas, essa mulher, sozinha, me deu uma canseira lascada, uma canseira sem fim. A mulher não desistia. A mulher não quebrava. A mulher não parava. Ela travava a Comissão inteira. Para derrubar o trem, deu trabalho! Já a gente vai deixando o barco correr solto. Nós temos desarmamentistas andando entre nós, presidindo Comissão, costurando pelas nossas costas para arrebentar com todo mundo, fingindo que é a favor, mas jogando com o Governo. A Esquerda não faz isso. As pautas que são o cerne do que eles defendem, eles não negociam. Vejam se qualquer um da Esquerda negocia pauta de ideologia de gênero em troca de cargo! Vejam se eles negociam pauta de desarmamento em troca de cargo! Vejam se eles negociam qualquer pauta estrutural e ideológica da Esquerda em troca de qualquer outra coisa! O pessoal da Esquerda lança chapa pura, aperta o botão, arranca o pino da dinamite e não está nem aí! Isso é que construiu o bloco de identidade ideológica deles. Presidente, eu costumo dizer que, na política, ou você tem muito dinheiro, ou você tem discurso. Se você quer construir uma base de votos ideológicos, você não pode pensar em dinheiro, você tem que pensar em integridade e coerência no discurso. Mesmo com todos os defeitos que eles têm, mesmo com todas as loucuras que eles têm eu discordo absurdamente de absolutamente tudo que eles defendem, mas uma coisa eu tenho que reconhecer , a gente precisa começar a ter humildade para reconhecer que eles têm coerência no discurso. Você nunca vai ver, por exemplo, o Deputado Chico Alencar subir à tribuna para defender o armamento civil. Você nunca vai ver a Deputada Fernanda Melchionna subir à tribuna para atacar a ideologia de gênero. Eles são coerentes nos discursos. Já a gente da Direita parece uma mala de doido. O cara finge que está a favor e vende todo mundo. O cara finge que está a favor e vota contra. Assim, a gente começa a levar bolada nas costas o tempo todo. Mais uma vez, agora de uma maneira mais acessível acho que deu para entender o que eu quis falar aqui , eu quero dizer que nós precisamos ter a humildade de entender que existem algumas estruturas e algumas pautas que são inegociáveis! Inegociável significa sem negociação. Passou da hora de a Direita entender que a porcaria do Estatuto do Desarmamento não foi feita para desarmar bandido, foi feita exclusivamente para desarmar e controlar o cidadão. Obrigado, Presidente. Tenha um excelente dia de trabalho. - 09/04/2025
O Deputado alertou o Plenário sobre o risco de aprovação do Projeto de lei nº 4.149, de 2004, que, segundo ele, visa criminalizar CACs e proprietários de armas legalmente registradas. Pediu atenção das assessorias legislativas para que informem os Deputados sobre os impactos da proposta. Também ressaltou que mais de 1,5 milhão de cidadãos cumpridores da lei podem ser prejudicados, classificando o projeto como injusto, ilegal e imoral. Criticou o que chamou de tentativa de confisco por parte do Governo Federal e afirmou que o Parlamento já havia barrado medida semelhante anteriormente.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Arma de fogo,Disparo de arma de fogo,Reclusão,aumento,contrário
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Mais uma vez reitero aos nobres Parlamentares desta Casa que, desde a primeira semana desta legislatura, nós estamos na iminência de votar um projeto de lei feito exclusivamente para prender CACs, para prender pessoas com armas devidamente registradas. Trata-se do Projeto de Lei nº 4.149, de 2004. Reitero o meu pedido às assessorias legislativas: alertem os seus Parlamentares a respeito do que vai ser votado nesta Casa, porque, posteriormente, aqueles que votarem favoravelmente serão cobrados por mais de 1 milhão e meio de pessoas cumpridoras da lei, que serão jogadas à margem da lei por algo completamente injusto, ilegal, imoral e abjeto. Vão tentar impor o confisco que já foi tentado no primeiro ano do desgoverno Lula, e que foi impedido por esta Casa. Obrigado, Presidente. - 08/04/2025
O Deputado alertou as Assessorias Legislativas de partidos como PSD, PP, PL, União Brasil, Republicanos, MDB e PSDB sobre o Projeto de Lei nº 4.149, de 2004, que visaria criminalizar os CAÇ (Caçadores, Atiradores e Colecionadores). Afirmou que o projeto não se limita a armas de calibre proibido, como alegado por alguns, mas que poderá transformar 1,5 milhão de brasileiros, que cumprem a lei, em criminosos de alta periculosidade. Pediu que os Parlamentares se atentem para essa questão antes de votar a proposta.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,aumento,Pena,Disparo de arma de fogo,uso restrito,criminalização,CAC (Caçador, Atirador e Colecionador),Assessoria parlamentar,Partido político,Votação
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Venho a esta tribuna hoje fazer um alerta, especialmente prestem muita atenção para as Assessorias Legislativas do PSD, do PP, do PL, do União Brasil e do Republicanos, como também do MDB, do PSDB, daqueles que se posicionam mais ao centro. Prestem muita atenção: os Parlamentares de seus partidos e por que não dizer também nossos, já que estamos todos nesta Casa estão sendo levados a erro, estão sendo enganados. O Projeto de Lei nº 4.149, de 2024, é um projeto que serve exclusivamente para prender CAC. Ele não tem aplicação nenhuma para o crime, é somente para prender CAC. Alertem seus Deputados, porque, nos próximos dias, eles poderão votar para colocar 1 milhão e meio de brasileiros de bem, que cumprem a lei, no rol de criminosos de alta periculosidade. A narrativa de que o projeto se restringe a armas de calibre proibido é falsa. Isso não existe. Esse quesito mudou nos últimos 20 anos mais de quinze vezes e foi alterado por decreto no Executivo. Então, Excelências, saibam que, se votarem isso, estarão colocando como criminosos mais de 1 milhão e meio de brasileiros cumpridores da lei. Obrigado, Presidente. - 12/03/2025
O Deputado registrou a presença do Vereador Thiago Neves, da cidade de Panorama (SP), destacando sua ligação com a região, onde passou parte da infância. Mencionou sua origem em cidades próximas, como Dracena (SP), Junqueirópolis (SP), Panorama e Tupi Paulista (SP), além de Brasilândia (MS). Além disso, enviou um abraço aos moradores de Panorama.
Palavras-chave oficiais: Panorama (SP),Vereador,Plenário,Saudação
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero só 30 segundos para registrar a presença do nosso amigo Vereador Thiago Neves, da cidade de Panorama, cidade onde eu passei boa parte da minha infância. Sou ali da região de Dracena, Junqueirópolis, Panorama e Tupi Paulista. É tudo meio vizinho e do ladinho do meu Estado de Mato Grosso do Sul, de Brasilândia. Agradeço a presença, a visita do meu amigo Thiago Neves. Quero mandar um abraço para todos os meus amigos e irmãos de Panorama. Aproveito que a sessão está sendo filmada e pergunto para vocês: ele não é a cara do Enéas? É um Enéas que defende o Bolsonaro! Está aí um sujeito que tem futuro na política. Deus abençoe todos! Obrigado, Presidente. - 12/03/2025
O Deputado afirmou que foi chamado de radical por se posicionar contra um projeto de lei que classificou como desarmamentista. Mencionou ter utilizado as redes sociais para alertar sobre os riscos da proposta e destacou que é acordado diariamente com notícias de crimes violentos. Também relatou um caso de invasão domiciliar em que uma mulher e sua filha de 11 anos foram violentadas e argumentou que a vítima não teve como se defender por não possuir uma arma. Por fim, declarou que continuará a defender o direito à legítima defesa, criticando a ineficiência do Estado na segurança pública e a tentativa de restringir o acesso da população a meios de proteção.
Palavras-chave oficiais: Proposição legislativa,Desarmamento,contrário,Arma,Proteção pessoal,Defesa,Segurança pública,Governo,atuação
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Nos últimos dias, ou até nas últimas semanas, fui chamado de radical por vários colegas por ter me posicionado fortemente contra um projeto de lei flagrantemente desarmamentista. Acionei as redes sociais, divulguei os perigos desse PL, mostrei os problemas estruturais da proposta e me chamaram de radical. Eu sempre fui muito razoável e muito contido no meu posicionamento e na minha conduta, mas o que não sabem é que todas as manhãs eu sou acordado com notícias de crimes bárbaros. Hoje de manhã vi no Instagram uma notícia de um homem simples que teve sua casa simples invadida. Sua mulher foi violentada por dois marginais. Sua filha de 11 anos, autista, foi violentada na frente dos irmãos e do pai uma criança de 11 anos! Por quê, Sr. Presidente? Porque esse homem não tinha como exercer a defesa da sua casa, não tinha uma arma para impor a esses malditos marginais o destino devido. Para defender esses pobres que não têm condição de se defender, sim, eu serei radical em todas as situações, porque o Estado é ineficiente para fazer isso e quer tirar do povo a possibilidade de fazê-lo. - 12/03/2025
O Deputado discutiu a Medida provisória nº 1.275, de 2024, que abre crédito extraordinário, em favor da Defensoria Pública da União e dos Ministérios do Planejamento e Orçamento, e da Integração e do Desenvolvimento Regional, no valor de R$ 118.206.027,00, para os fins que especifica. Além disso, cobrou maiores compromissos do Governo Federal no auxílio ao Rio Grande do Sul, afirmando que as ações até o momento foram tímidas e focadas em publicidade. Criticou a liberação de recursos abaixo do prometido e destacou que a maior ajuda veio da solidariedade de outros brasileiros.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Medida provisória Governo federal,Auxílio financeiro,Recursos orçamentários,Rio Grande do Sul
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O SR. MARCOS POLLON (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Mais uma vez, reitero o que falei na outra ocasião: todos os esforços concentrados para ajudar os nossos irmãos do Rio Grande do Sul são válidos; mas, como disse o Deputado Marcel van Hattem agora mesmo, chega a ser jocoso, chega a ser uma piada isso. Dentro do que foi prometido, eles falaram que iam mandar mais de meio bilhão de reais. Não foi, Deputado Marcel? E simplesmente despejam esmolas, jogam esmolas, criam alegorias e materiais publicitários, fazem visitas, é helicóptero descendo, é sujeito segurando tijolo. Ajudaram efetivamente de uma maneira muito tímida. É evidente que toda ajuda é importante, toda ajuda é necessária, mas até agora a maior ajuda que o povo rio-grandense recebeu, terra de onde vem a minha família, lá dos lados de Santa Rosa, foi a de outros brasileiros, que se juntaram no momento mais difícil para abraçar os nossos irmãos do Rio Grande do Sul. A única coisa que recebemos, infelizmente, do desgoverno federal foram peças publicitárias. Precisamos de mais empenho, precisamos de mais recursos e, principalmente, de mais empatia para tratar dos nossos amigos gaúchos. Agora eu vou discordar do Deputado Marcel van Hattem viu, Deputado Marcel? porque ele criticou muito a atuação do Governo Federal em relação ao Rio Grande do Sul. Houve algo que o Governo Federal fez que foi muito bom: tirou o Montanha do Rio Grande do Sul. Primeiro, colocou o Montanha para trabalhar no Rio Grande do Sul; depois, tirou. E o fato de tê-lo tirado já é bom, pois ele deixa de atrapalhar bastante, ajudando assim efetivamente os gaúchos. É preciso, sim, mandar mais recursos, ter mais empatia, mais cuidado. Acredito que uma das medidas que seria extremamente relevante para a reconstrução do Estado seria zerar toda a tributação federal do Estado até que ele se reconstrua totalmente. Podendo construir no Estado do Rio Grande do Sul em um clima onde não exista a tributação, nós teríamos ali um Estado muito mais convidativo para o transporte, para levar empresas e atividades econômicas para lá, uma vez que a carga tributária no Brasil é insuportável. Vejam como é que foi feito na Zona Franca de Manaus. O Estado do Rio Grande do Sul poderia ser muito bem um ponto onde, até o período da reconstrução, houvesse uma isenção total dos impostos aplicados no Estado rio-grandense. Obrigado, Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.