
Nome civil: Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima · 48 anos
Bananômetro
91/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 93% dos deputados · média do partido: 90
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 97%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 99%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 22%das 844 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 96%das 901 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.luizlima@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5504
- Gabinete
- Gabinete 504, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 389 de 391 sessões
Votou nas votações
97%
Registrou voto em 1.090 de 1.119 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 20 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
22%
Em 844 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
1.065 discursos na tribuna e 467 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 13/10/2026.
- 16/03/2026
O Deputado prestou homenagem ao Deputado Professor Paulo Fernando, destacando a convivência no Parlamento e lembrando momentos de diálogo e aprendizado. Mencionou sua atuação política e trajetória ao lado de Enéas Carneiro, além de recordar aspectos pessoais, como o interesse por esportes. Por fim, manifestou solidariedade à família, em nome do Partido Novo.
Palavras-chave oficiais: Homenagem póstuma,Ex-deputado federal,Regimento Interno da Câmara dos Deputados,Professor,Participação política,solidariedade,Partido Novo (NOVO)
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, quero concordar com o Deputado Sóstenes, com o professor Tarcísio, a vida é assim, ela é... Semana passada, o Professor Paulo estava aqui conosco. No sábado à noite, ele veio a falecer, de sábado para domingo. Então, é para a gente aqui, apesar das nossas divergências, às vezes a gente briga, mas tudo é muito passageiro. Eu me lembro do Professor aqui. Ele chegou num momento, eu acho que eu estava numa das Comissões, e ele falou: "Luiz Lima, eu posso fazer uma observação?" Eu falei: "Fique à vontade, Professor". Muitas vezes, ele me corrigiu. Então, eu quero levar um abraço para todos os familiares do Professor Paulo. Ele gostava de colecionar álbum de figurinha, botafoguense, fanático por todos os esportes. Em nome do Partido Novo, eu quero agradecer, Professor Paulo. O senhor foi um grande amigo, uma pessoa excelente, um Parlamentar maravilhoso, que trabalhou muito tempo com Enéas Carneiro. Então, vá com Deus, que Deus te receba. - 16/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 759, de 2026, que altera a redação do § 9º do artigo 26 da Lei n° 9.394 de 20 de dezembro de 1996, que estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Além disso, criticou a Esquerda por falar sobre misoginia, citando um episódio envolvendo a nova Presidente da Comissão das Mulheres que teria publicado um tweet chamando mulheres que discordavam dela de "imbeCIS" e dizendo "vocês podem continuar latindo". Classificou o ocorrido como "o maior caso de misoginia já registrado na Câmara dos Deputados", contrastando com o respeito histórico de Deputadas como Benedita da Silva, e informou que dois partidos já entraram com pedido de cassação dessa Deputada.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário Presidente,Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CMULHER),declaração,Twitter,Misoginia,Ofensa,Mulher,divergência,caráter político,Perda de mandato parlamentar,Deputada federal,Esquerda política
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, eu fico até surpreso ao ver a Esquerda falar sobre misoginia. Na quarta-feira, a nova Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher não teve paciência com as próprias mulheres que divergiam dela. Fez um tuíte chamando as mulheres biologicamente femininas do Brasil de "imbeCIS" o "cis" maiúsculo. E ainda disse: "Vocês podem continuar latindo", chamando as mulheres que não concordam com ela de cadelas. Eu nunca vi e eu vou citar agora, com todo respeito, uma Deputada de esquerda que sempre foi respeitosa com as mulheres, a Benedita da Silva uma Deputada de esquerda chamar outras mulheres que divergem delas de imbecis. Olhe, foi o maior caso de misoginia já registrado na Câmara dos Deputados. E é por isso que dois partidos já entraram com o pedido de cassação dessa Deputada. Foi um absurdo! Eu quero ver o Governo do PT defender esse absurdo aqui na tribuna. A Minoria orienta "não". - 16/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 759, de 2026, que altera a redação do § 9º do artigo 26 da Lei n° 9.394 de 20 de dezembro de 1996, que estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Partido Novo é contrário, porque entende que a gente pode sofrer, dentro das escolas, uma politização, frente à ideologia. Então, alguns pontos a gente precisa também avaliar aqui, temos uma dúvida aqui, outra dúvida ali, por isso, a gente faz a opção da orientação não. E gostaríamos até de pedir nominal. - 16/03/2026
O Deputado manifestou a concordância do Partido Novo ao Projeto de Lei nº 6.674, de 2025, que institui o Programa “Antes que Aconteça”, mas expressou desconfiança quanto à expressão "gênero", utilizada na proposição.
Palavras-chave oficiais: Partido Novo (NOVO),favorável,Projeto de lei ordinária,Programa (administração),prevenção,Violência contra a mulher,Política pública,direitos,Expressão textual,Gênero
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu quero deixar registrado que o Partido Novo é favorável, mas a nossa Assessoria nos alerta que o projeto faz referência à expressão "gênero". Somente em relação a isso, a gente fica um pouquinho com a pulga atrás da orelha. - 16/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 2.564, de 2025, que altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório. Além disso, criticou o Governo pela falta de saneamento básico no País, alertando para o escoamento de esgoto diretamente no Complexo Lagunar de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro (RJ). Ademais, ressaltou que empreendimentos privados que constroem rede de esgoto muitas vezes enfrentam paralisações por questões genéricas, prejudicando o desenvolvimento e a geração de empregos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável Governo,Saneamento básico,Sistema de esgotamento sanitário,Rio de Janeiro (RJ),paralisação,Obra particular,Geração de emprego,Desenvolvimento econômico
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Partido Novo, Presidente Hugo Motta, orienta "sim". Até compreendo a preocupação do Deputado Tarcísio Motta, mas a gente vê muitas obras no Brasil de avanço, de oportunidade de emprego, e, ao mesmo tempo, a gente não vê preocupação do Governo com saneamento, pois 50% apenas das nossas residências têm tratamento de esgoto. No Rio de Janeiro, por exemplo, a gente tem invasões, infelizmente, pessoas habitando áreas que não deveriam. No Complexo Lagunar, por exemplo, de Jacarepaguá, ocorre remessa de esgoto direto na lagoa há anos. Enquanto isso, a gente tem um empreendimento, um hotel, por exemplo, que vai gerar quinhentos empregos, que constrói a rede de esgoto e tem a sua obra paralisada, por uma reclamação genérica, e não por um perigo iminente. Como o Brasil anda para trás, como o Brasil deixa de gerar emprego, como o Brasil não se preocupa com o que deveria, que é a coleta de esgoto, jogando esgoto direto no Complexo Lagunar, rios e mares! O NOVO é "sim". - 16/03/2026
O Deputado manifestou o voto favorável do Partido Novo ao requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 2.736, de 2019, que inclui na exigência para a transferência do veículo a certidão negativa dos crimes de estelionato e apropriação indébita, alegando que a proposição garante aos compradores a licitude da procedência do veículo.
Palavras-chave oficiais: Voto favorável,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,transferência,Veículo,Certidão negativa,Estelionato,Apropriação indébita,Partido Novo (NOVO),proteção,garantia,Comprador,legalidade,procedência
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hugo Motta. Este é um movimento positivo, principalmente para proteger os compradores de veículos, dando a eles a garantia de que os veículos têm procedência e problemas futuros não virão. Nós observamos acontecer muito, no Brasil, um tipo de transação em que, posteriormente, o real dono do veículo vem a reclamar uma compra não efetuada de alguém que roubou o veículo ou que fez uma transação ilegal. Portanto, o Partido Novo vota "sim". - 16/03/2026entregue por escrito
O Deputado registrou votos de pronta recuperação ao Presidente Jair Bolsonaro e assinalou que, desde o atentado sofrido em 2018, o Presidente convive com consequências físicas que exigem atenção constante, sem deixar de atuar na vida pública. Além disso, afirmou que Bolsonaro representa, para muitos brasileiros, símbolo de resistência, defesa da liberdade e firmeza de valores. Por fim, manifestou solidariedade, respeito e orações por sua recuperação.
Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Saúde,atuação,recuperação,solidariedade
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Subo hoje a esta tribuna para fazer um registro que acredito refletir o sentimento de milhões de brasileiros: desejar pronta recuperação ao presidente Jair Bolsonaro, que enfrenta novamente um momento delicado em sua saúde. Todos sabem que, desde o atentado brutal que sofreu durante a campanha presidencial de 2018, o presidente Bolsonaro convive com consequências físicas que exigem atenção constante. Mesmo assim, nunca deixou de seguir em frente, de lutar, de trabalhar e de se posicionar com coragem diante dos desafios do nosso país. O presidente Bolsonaro representa, para muitos brasileiros, um símbolo de resistência, de defesa da liberdade e de firmeza de valores. É uma liderança política que mobilizou milhões de pessoas e que continua sendo uma referência muito importante para o campo da direita no Brasil. Independentemente das divergências políticas que fazem parte da democracia é preciso reconhecer a dimensão humana desse momento. Quando alguém enfrenta um problema de saúde, o que se espera é solidariedade, respeito e votos sinceros de recuperação. Por isso, deixo aqui, desta tribuna, minhas orações e meus votos para que o presidente Bolsonaro se recupere plenamente, com saúde, força e serenidade, para seguir cumprindo o papel que tantos brasileiros esperam dele no debate público nacional. O Brasil precisa de líderes fortes, de convicção, e de pessoas que tenham coragem de defender aquilo em que acreditam. Que Deus abençoe o presidente Bolsonaro, que lhe dê saúde e uma rápida recuperação. Muito obrigado - 11/03/2026
O Deputado afirmou que o Partido Novo defendeu investigação ampla sobre o caso do Banco Master após reportagem publicada no Valor Econômico. Declarou que todos os envolvidos no esquema citado na denúncia deveriam responder à Justiça. Também citou estimativas da Polícia Federal sobre valores desviados da Petrobras e afirmou que recursos poderiam ter retornado ao País por meio de operações financeiras ligadas à instituição.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,Fraude,Partido Novo (NOVO),investigação,Polícia Federal (PF),Petróleo Brasileiro (Petrobras),Recursos financeiros,desvio,Operação financeira
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Otoni de Paula, assisti ao pronunciamento do Deputado que me antecedeu. O Partido Novo faz coro. Todos esses personagens envolvidos no esquema desvendado pela jornalista Adriana Mattos, do Valor Econômico, precisam ir para a cadeia. Por que o Deputado que me antecedeu esqueceu de mencionar o Ministro Ricardo Lewandowski, Ministro da Justiça do Lula e consultor do Banco Master; Guido Mantega, ex-Ministro da Fazenda do Lula e consultor do Banco Master; Henrique Meirelles, Presidente do Banco Central e consultor do Banco Master; Rui Costa, Ministro da Casa Civil e cabeça do esquema do Banco Master. Quem mais? O Senador Jaques Wagner, petista raiz, desde os anos 80, e o Governador da Bahia Jerônimo. Eu vou dizer mais: dinheiro da Petrobras 42 bilhões , segundo a Polícia Federal, que volta para o Brasil em operações sofisticadas financeiras do Banco Master, dirigidas pelo PT. Perda total! Que nos livremos desse mal! Obrigado, Presidente. - 11/03/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a ausência do Brasil em reunião internacional voltada ao combate ao crime organizado na América do Sul e defendeu que facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho sejam classificadas como organizações terroristas. Também criticou a gestão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mencionando questionamentos apresentados por integrantes do Tribunal de Contas da União sobre a atuação do Presidente do órgão, Márcio Pochmann. Por fim, afirmou que é necessário garantir a independência técnica das instituições responsáveis pela produção de dados que orientam políticas públicas e decisões econômicas no País.
Palavras-chave oficiais: Crime organizado,Organização terrorista,classificação,Defesa Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),Presidente,atuação,Crítica
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Otoni de Paula. Países da América do Sul que atravessam um período na sua economia melhor do que o Brasil eles possuem um salário mínimo melhor do que o do Brasil, lembrando que o Brasil tem o segundo pior salário mínimo da América do Sul, só ganhando da Venezuela se reuniram com os Estados Unidos, para combater organizações criminosas e terroristas nos países da América do Sul. Quem não estava presente? O Brasil, que reluta em não considerar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Quem ocupa território, dentro do Estado brasileiro, criando estados semi-independentes, são justamente essas facções. Essa ação é considerada uma ação terrorista, em que o cidadão não tem o direito de ir e vir, em que, na cidade do Rio de Janeiro, não é o Eduardo Paes que é o Prefeito do Complexo do Alemão, do Complexo da Maré, da Rocinha, da comunidade de Antares em Santa Cruz, do Morro do Dendê. Como pode a cidade que foi Capital do Brasil durante 200 anos ter mais de cinquenta prefeitos, ter mais de cinquenta estados semi-independentes, ter localidades onde nem sequer, na eleição de outubro, os candidatos podem, ou conseguem entrar em certos territórios? Isso não é terrorismo? É terrorismo! Eu acho que, para o PT, não é terrorismo, porque, nas urnas eletrônicas, dentro do sistema presidiário, onde aqueles presos estão aptos a votar, o PT tem 92% dos votos. Graças a Deus, aqui na PEC da Segurança e no PL Antifacção, conseguimos, através de uma emenda do Partido Novo, fazer com que o PT perdesse 296 mil votos na próxima eleição. Vou ao segundo assunto, Presidente Otoni de Paula. Ontem, o Ministério Público, junto ao Tribunal de Contas da União, pede o afastamento do Presidente do IBGE, o Sr. Márcio Pochmann. Márcio Pochmann, gaúcho, nascido em 1962, economista de formação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, filiou-se ao PT em 1980, com 18 anos. Ocupou os seguintes cargos: Secretário de Trabalho da Marta Suplicy, de 2001 a 2004; Presidente do Ipea, de 2007 a 2012, Governos Lula e Dilma; Presidente da Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, e do Instituto Lula; disputou a Prefeitura de Campinas em 2012 e em 2016, também disputou a eleição para Deputado Federal em 2018, não teve sucesso. A sua carreira não foi com a economia, foi dentro da política, usando a economia. E, hoje, ele se encontra no IBGE, onde servidores com 30, 40 anos criaram atrito com este Presidente, porque há fortes indícios apontando que os números, que são exclusivos do IBGE e direcionam as políticas públicas e as políticas econômicas, estão sofrendo alteração. Para começar, o mais gritante: quem recebe Bolsa Família não é considerado desempregado, e, certamente, o Brasil supera 30% do número de desempregados. Índices de vulnerabilidade alterados, do Governo Bolsonaro para cá, indicam uma melhora de qualidade de vida do brasileiro. Isso é mentira! Você dona de casa, você brasileiro, quando vocês vão ao supermercado, notam que a cada dia perdem poder aquisitivo. E isso é notado agora nas pesquisas, onde Flávio Bolsonaro já supera o Presidente Lula. Dói no bolso. A parte mais sensível do corpo humano, depois do coração e do pulmão, certamente é o bolso. Quem ganhava 5 mil reais, em 2010, hoje, tem que ganhar 12.400 reais para ter o mesmo poder aquisitivo. A gente está dizendo e eu vou repetir que você pode ter ideologia na vida, você pode ter ideologia no seu coração, ideologia aqui dentro, mas ideologia política dentro do IBGE, mascarando números a ponto de o Ministério Público e o Tribunal de Contas da União pedirem o afastamento... A gente tem escândalo no STF existe militância no STF , é Ministro conversando com mafioso. Eu acho pouco um pedido de impeachment perto de uma conduta dessas. E a gente tem, no IBGE, um militante político dirigindo os números do nosso País? Fica aqui registrada a minha indignação, Deputado Otoni de Paula, a indignação do Partido Novo e a indignação de todos os Deputados que prezam pelo bem e pelo equilíbrio democrático do nosso Brasil, pelo equilíbrio político. Obrigado, Presidente. - 10/03/2026outros
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Subo hoje a esta tribuna para tratar de um tema que não pode ser ignorado por esta Casa nem pela sociedade brasileira. Refiro-me ao novo pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, protocolado ontem pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema, em razão das graves revelações envolvendo sua possível relação com questões ligadas ao Banco Master. Não se trata aqui de disputa política menor. Estamos falando de um problema institucional sério, que precisa ser tratado com responsabilidade, transparência e respeito às instituições da República. Quando surgem dúvidas ou suspeitas envolvendo um membro da mais alta Corte do país, o caminho natural em uma democracia é apurar, esclarecer e dar respostas à sociedade. O Brasil não pode conviver com a sensação de que existem autoridades acima de qualquer questionamento. A democracia se fortalece quando as instituições funcionam e quando os mecanismos de controle previstos na Constituição são respeitados. O instituto do impeachment, previsto na lei, não é um ataque às instituições ao contrário, é um instrumento de preservação delas. Por isso, é importante reconhecer a atitude do governador Romeu Zema, que, exercendo seu direito de cidadão e homem público, decidiu levar essa questão ao Senado Federal, que é a Casa constitucionalmente responsável por analisar pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal. O que está em jogo não é uma pessoa apenas. O que está em jogo é a credibilidade das instituições brasileiras. O país precisa de serenidade, mas também precisa de coragem para enfrentar problemas quando eles surgem. Precisamos garantir que o Brasil seja um país onde a lei vale para todos, onde as instituições se respeitam mutuamente e onde não haja qualquer sombra de dúvida sobre a lisura de quem ocupa funções tão relevantes. Registro, portanto, desta tribuna, que atitudes como essa demonstram que ainda há homens públicos dispostos a agir quando percebem que algo precisa ser esclarecido. O Brasil precisa disso: de pessoas que não se omitam diante de questões institucionais graves. Que o Senado cumpra seu papel, que os fatos sejam analisados com rigor e que a verdade prevaleça. Porque, no final das contas, o que todos nós queremos é um Brasil mais justo, mais transparente e com instituições fortes. Muito obrigado - 10/03/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou supostas irregularidades envolvendo o Banco Master e defendeu a criação de uma CPMI para investigar o caso. Afirmou que denúncias sobre empréstimos consignados sem autorização e pagamentos milionários a escritórios de advocacia ligados a familiares de Ministros do STF levantam dúvidas sobre possíveis esquemas financeiros. Também relembrou investigações de corrupção relacionadas à Petrobras e sugeriu que operações financeiras complexas poderiam estar sendo usadas para movimentar valores desviados no passado. Por fim, defendeu que o Congresso deve aprofundar as investigações para garantir transparência e responsabilização.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,Fraude,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Família,Crédito consignado,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),investigação,Petróleo Brasileiro (Petrobras),Operação financeira
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Otoni de Paula. Presidente Otoni, existem falas desta tribuna que a gente só vai entender daqui a 3 ou 4 anos. Há alguns anos, eu falei que Ministros estavam desfavorecendo o trabalhador brasileiro, aquele mais humilde. E não deu outra: o Banco Master envolvido em empréstimos consignados também, com mais de 300 mil empréstimos consignados sem autorização; e a esposa de um Ministro do STF recebendo 80 milhões de reais em 22 meses de prestação de serviços. Quem garante que esses consignados, sem autorização de aposentados, não fizeram o bolo para que o Banco Master viesse a pagar serviços de escritório de advocacia de um Ministro do Supremo Tribunal Federal? Aquela minha fala, que há 4 anos poderia ter parecido absurda, fica mais atual que nunca. Eu vou fazer outra fala agora: foram 42 bilhões de reais roubados no esquema Petrobras governo lulopetista , conforme valor estimado pela Polícia Federal. Apenas 10% foram recuperados pelo Brasil. Um banco, que era pequeno, hoje se torna um banco médio, patrocinador de esquemas complexos, com estrutura protegida por Deputados Federais, Senadores, membros do Judiciário, membros do Executivo brasileiro, alta cúpula petista, com Jaques Wagner, Rui Costa, Ricardo Lewandowski, Henrique Meirelles, Guido Mantega, todos do alto escalão de anos de Governo Lula. Será que não são operações sofisticadas que estão fazendo com que esses recursos voltem ao Brasil, vindos do exterior, recursos que foram do roubo da Petrobras? Presidente Otoni, não é normal gastar 200 milhões de reais numa festa, Não é normal pagar o que se pagou para essa estrutura gigante do Banco Master. A CPMI do Banco Master é imprescindível! Nada me tira da cabeça e ontem eu estava conversando com um amigo do Rio de Janeiro que é muito possível que o Banco Master, durante esse curto espaço de tempo, estamos falando de 3 ou 4 anos, tenha conseguido reverter todo esse recurso roubado aqui no Brasil, que foi emitido para o exterior, de 42 bilhões de reais, em operações financeiras sofisticadas. Deixo aqui o registro para que, nos próximos anos, quem sabe, possamos ter essa resposta. Eu espero que não seja tarde, porque precisamos dar um rumo a este País o mais rápido possível. Obrigado, Presidente Otoni. - 05/03/2026entregue por escrito
O Deputado abordou a relação entre os Poderes e assinalou o papel das Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) como instrumento constitucional de fiscalização e de garantia de atuação da minoria parlamentar. Além disso, mencionou artigo do professor Carlos Pereira, “Quem pode investigar quem?”, publicado em O Estado de S. Paulo, para refletir sobre limites da intervenção do Judiciário. Apontou preocupação com decisão do Ministro Flávio Dino que suspendeu ou cancelou deliberações de CPI e argumentou que o controle judicial, embora necessário para resguardar direitos, não deveria definir o alcance político das investigações. Por conseguinte, alertou para risco de veto preventivo ao trabalho do Congresso e defendeu a autonomia do Parlamento para fortalecer a democracia.
Palavras-chave oficiais: Poderes da União,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),atuação,Minoria parlamentar,Artigo de jornal,limite,Poder Judiciário,Poder Legislativo,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Deliberação,autonomia
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Subo hoje a esta tribuna para tratar de um tema que vai ao coração da democracia brasileira: a relação entre os Poderes da República e, especialmente, o papel das Comissões Parlamentares de Inquérito. Li recentemente um artigo do professor Carlos Pereira intitulado Quem pode investigar quem?, publicado no jornal O Estado de S. Paulo. O texto traz uma reflexão muito importante sobre o funcionamento das CPIs e os limites da atuação do Judiciário sobre instrumentos típicos do Poder Legislativo. Uma Comissão Parlamentar de Inquérito não é um capricho político. Ela é um instrumento constitucional de fiscalização, criado justamente para permitir que o Parlamento inclusive a minoria parlamentar investigue fatos de interesse público, muitas vezes ligados a possíveis irregularidades do próprio governo. A Constituição garante esse instrumento exatamente porque, em muitas ocasiões, a maioria política tende a evitar investigações inconvenientes. É por isso que a CPI é um instrumento fundamental de controle democrático. No entanto, assistimos hoje a mais um episódio que reacende um debate sensível sobre a separação entre os Poderes. O ministro Flávio Dino decidiu suspender ou cancelar deliberações tomadas por uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Ninguém aqui defende abusos. Ninguém defende violação de direitos. O Judiciário tem, sim, o papel de garantir que direitos fundamentais sejam respeitados. Mas precisamos refletir com responsabilidade: quando o controle judicial deixa de ser uma garantia e passa a interferir diretamente no curso de uma investigação parlamentar? Como alerta o próprio artigo, o problema surge quando o controle deixa de ser jurídico e passa a definir o alcance político da investigação. Se cada decisão investigativa de uma CPI puder ser bloqueada preventivamente, corre-se o risco de transformar o controle judicial em um verdadeiro veto antecipado ao trabalho do Parlamento. E isso enfraquece uma das funções mais importantes desta Casa: fiscalizar. CPIs não são tribunais. São instrumentos políticos de investigação. Servem para levantar informações, revelar conexões, trazer à luz fatos que muitas vezes estavam escondidos da sociedade. Se houver abuso, que ele seja corrigido. Mas não podemos aceitar que o exercício da função fiscalizadora do Congresso seja progressivamente limitado por decisões que, na prática, acabam por restringir o alcance das investigações parlamentares. A separação de Poderes não existe para criar conflitos, mas para garantir equilíbrio. O Legislativo fiscaliza. O Executivo governa. O Judiciário protege a Constituição. Quando cada Poder respeita seus limites, a democracia se fortalece. Por isso, fica aqui o alerta desta tribuna: é preciso preservar o papel constitucional das CPIs e a autonomia do Parlamento brasileiro. Porque, no final das contas, não se trata apenas de uma comissão ou de uma investigação específica. Trata-se de proteger um dos instrumentos mais importantes de controle democrático que esta Casa possui. Muito obrigado. - 04/03/2026outros
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Ontem, dia 2 de março, celebramos o Dia Nacional do Turismo. E falar de turismo no Brasil é falar de desenvolvimento, de identidade nacional e de oportunidade para milhões de brasileiros. O turismo é uma das atividades econômicas que mais geram emprego e renda no mundo. Ele movimenta cadeias inteiras: hotelaria, restaurantes, transporte, comércio, cultura, eventos, esportes. Cada visitante que chega ao nosso país ativa uma engrenagem que beneficia desde o pequeno empreendedor até grandes redes de serviços. O Brasil é um país com uma vocação natural para o turismo. Temos uma diversidade incomparável: praias, serras, florestas, patrimônio histórico, gastronomia, festas populares, manifestações culturais únicas. Temos um povo acolhedor e uma cultura vibrante que encantam quem nos visita. E permitam-me falar com especial orgulho do meu estado, o Rio de Janeiro. A cidade do Rio de Janeiro é um verdadeiro cartão-postal do Brasil. Suas praias mundialmente conhecidas, seus monumentos naturais, seus pontos históricos e culturais fazem da capital fluminense um dos destinos mais desejados do planeta. O turismo na cidade gera milhares de empregos diretos e indiretos e é fundamental para a economia local. Mas o estado do Rio vai muito além da capital. Temos a Região Serrana, com seu charme histórico, clima agradável e forte vocação para o turismo de montanha. Temos destinos internacionais como Búzios e Angra dos Reis, com suas praias paradisíacas e belezas naturais incomparáveis. Temos também a Costa Verde, a Costa do Sol, o interior histórico e cultural que preserva tradições e movimenta economias locais. O turismo é uma ferramenta poderosa de desenvolvimento regional. Ele leva renda para pequenos municípios, fortalece o empreendedorismo, estimula a preservação do patrimônio histórico e ambiental e cria oportunidades para jovens e trabalhadores em diversas áreas. Mas para que o turismo alcance todo o seu potencial, é preciso responsabilidade e compromisso. Precisamos investir em infraestrutura, em segurança pública, em qualificação profissional e em promoção internacional. Precisamos cuidar das nossas cidades, preservar nosso meio ambiente e garantir que o visitante encontre organização, hospitalidade e qualidade. O Brasil tem tudo para estar entre os maiores destinos turísticos do mundo. O que precisamos é planejamento, estabilidade e visão de longo prazo. Neste Dia Nacional do Turismo, deixo aqui o meu reconhecimento a todos os profissionais do setor guias turísticos, trabalhadores da hotelaria, motoristas, comerciantes, empreendedores que fazem o turismo acontecer todos os dias. Valorizar o turismo é valorizar o emprego, a renda e o desenvolvimento do nosso país. Muito obrigado - 04/03/2026
O Deputado parabenizou a Deputada Soraya Santos pelo Projeto de Lei nº 2.525, de 2024, de amparo às vítimas de estupro, mas assinalou que penas severas são necessárias para combater a violência. Além disso, citou o caso de uma jovem de 17 anos estuprada em Copacabana, Rio de Janeiro, por cinco rapazes, sendo o mentor um menor de idade. Dessa forma, manifestou insatisfação com a retirada da redução da maioridade penal da Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025, PEC da Segurança Pública, e defendeu que quem comete crime de adulto deve pagar como adulto.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,atuação,Autoridade,Estupro,Congratulação,Relatora,Aumento da pena,combate,Violência contra a mulher Estupro compartilhado,Rio de Janeiro (RJ),Menor de idade,retirada,redução,Maioridade penal,Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputada Delegada Katarina. Obrigado, Deputado Ribeiro Neto. Seja muito bem-vindo a esta Casa! Que Deus o abençoe sempre! Deputada Soraya Santos, parabéns pelo projeto! É um protocolo magnífico. Cria certamente oportunidades para essas vítimas serem bem amparadas, mas eu vou continuar insistindo: são penas severas que vão combater esse tipo de violência. Agora, neste último final de semana, uma jovem foi estuprada em Copacabana por cinco rapazes, sendo quatro maiores de idade. Uma jovem de 17 anos, em Copacabana, foi atraída para o apartamento, e houve esse estupro coletivo. Quem foi considerado o mentor do estupro? Um menor de 17 anos. E foi retirada a redução da maioridade penal da PEC da Segurança. Quem faz crime de adulto tem que pagar como adulto. Que isso fique registrado. Obrigado. - 04/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação, em segundo turno, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18, de 2025, que altera os art. 21, art. 22, art. 23, art. 24 e art. 144 da Constituição, para dispor sobre competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios relativas à segurança pública. Ademais, celebrou as emendas do Partido Novo, acolhidas pelo Relator Mendonça Filho da PEC da Segurança Pública e pelo Relator Derrite do Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que dispõe sobre o combate às organizações criminosas (PL Antifacção). Além disso, destacou a emenda acolhida que retira os direitos políticos dos presos provisórios, reduzindo os votos do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Presidente Lula. Ao final, apontou o envolvimento de autoridades do Governo Lula com o Banco Master.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Segundo turno,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Novo (NOVO),Voto favorável Emenda,Partido Novo (NOVO),Projeto de lei ordinária,Organização criminosa,Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,Direitos políticos,Preso provisório,Voto,Partido dos Trabalhadores (PT),Presidente da República,Relator Autoridade,Governo federal,Banco Master
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o Partido Novo orienta "sim" e comemora a emenda aceita pelo Relator Derrite ao PL Antifacção, bem como a emenda aceita pelo Relator Mendonça Filho à PEC da Segurança Pública. A emenda que o Partido Novo apresentou tira os direitos políticos dos presos provisórios. São quase 300 mil votos a menos para o PT. Um Deputado da Oposição perguntou: "Luiz, como você sabe que quase 100% dos presos votaram no Lula?" Porque as urnas eletrônicas, nas seções que cabem aos presos, são específicas. Então, é só você olhar no boletim. Quase 100% dos presos votaram no Lula em 2022. Em relação aos Deputados que estão insistindo no Banco Master, é "Lula Master". O Ministro Ricardo Lewandowski, Ministro da Justiça, é consultor do banco; Henrique Meirelles, Presidente do Banco Central do Lula, é consultor do banco; Guido Mantega, Ministro da Fazenda do Lula, é consultor do banco. "Lula Master". - 04/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido à Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025, que altera os art. 21, art. 22, art. 23, art. 24 e art. 144 da Constituição, para dispor sobre competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios relativas à segurança pública.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, quando nós falamos da PEC da Segurança Pública, o que lembramos primeiro? Eu lembro o seguinte: 300 mil presos no Brasil, na totalidade, votaram em Lula, e as forças de segurança nacional, na totalidade, votaram em Bolsonaro. Que vitória! O Deputado Derrite, com o PL Antifacção, faz com que o PT perca, no mínimo, 300 mil votos. E as forças de segurança vão continuar votando certo. O Governo diz que é a favor da PEC da Segurança, enquanto perde 300 mil votos?! Não sou eu quem está falando isso, não. Basta entrar no Google e pesquisar, para ver o número de votos que Lula recebeu dos presos em 2022. Parabéns! Esta é uma das melhores votações aprovadas nesta Casa. O Partido Novo orienta "sim". - 03/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 4.254, de 2025, que reconhece a Poesia do Pajeú, expressão cultural da região do Pajeú, no Estado de Pernambuco, como manifestação da cultura nacional.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Partido Novo (NOVO)
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Altineu Côrtes, o Partido Novo orienta "sim". Tivemos um pequeno duelo aqui no partido, mas por uma forte influência da minha mãe, que é pernambucana de Limoeiro, e da minha avó, que é de Salgadinho. Temos família também em Carpina. Mãe é mãe, não é? Minha mãe acabou de ver o vídeo e está emocionada. Parabéns ao Deputado Túlio Gadêlha e ao Deputado Carlos Veras pela relatoria! Como eu disse, Pernambuco está muito presente na minha vida. Minha mãe se mudou para o Rio de Janeiro aos 10 anos, mas carrega muito da história do Estado e da sua cultura. Ela é uma dançarina de frevo até hoje aos 81 anos, não para! Obrigado, Deputado Altineu Côrtes. Parabéns! - 03/03/2026
O Deputado informou que o Partido Novo era favorável ao Projeto de Lei nº 4.254, de 2025, que reconhece a Poesia do Pajeú, expressão cultural da região do Pajeú, no Estado de Pernambuco, como manifestação da cultura nacional. Além disso, parabenizou a relatoria do Deputado Carlos Veras e assinalou que o projeto representou homenagem à poesia do Pajeú. Homenageou familiares pernambucanos, com referência a Limoeiro, Salgadinho e Carpina, e enviou cumprimento aos pernambucanos. Por fim, relatou história familiar marcada pela ida da mãe ao Rio de Janeiro, pela morte do avô em acidente na Avenida Brasil e pela criação dos cinco sobrinhos em Santa Cruz.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,reconhecimento,Manifestação cultural,Poesia do Pajeú,Pernambuco,Autor (proposição legislativa),Relator,Elogio,Homenagem
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Altineu. A Deputada Heloísa Helena veio aqui até mim pensando que o NOVO ia orientar contra. Não, pelo contrário, o NOVO orienta a favor. Quero parabenizar a relatoria do Deputado Carlos Veras, uma bela homenagem à poesia do Pajeú. Aproveito para fazer uma homenagem à minha mãe, que é pernambucana de Limoeiro, à minha avó, que é de Salgadinho. Tenho família em Carpina. Um forte abraço a todos os pernambucanos. Minha mãe foi para o Rio de Janeiro passar férias com 10 anos de idade. Infelizmente, meu avô faleceu com 33 anos, num acidente de automóvel na Avenida Brasil, e minha mãe ficou no Rio de Janeiro, Deputada Heloísa, com mais cinco irmãos. Foram morar em Santa Cruz, foram criados pelo meu tio Severino, taxista, que liderou cinco sobrinhos. E os cinco sobrinhos permaneceram no Rio de Janeiro. Parabéns a Pernambuco! No elo Pernambuco e Rio de Janeiro, parabéns, Deputado Carlos Veras! - 03/03/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a posição do Governo brasileiro diante dos acontecimentos recentes envolvendo o Irã e a intervenção dos Estados Unidos, afirmando que o Brasil estaria adotando uma postura contrária aos que defendem a paz mundial. Condenou o regime iraniano, classificando-o como uma ditadura teocrática responsável por violações graves de direitos humanos, como perseguição a opositores, repressão a mulheres e execuções públicas. Também acusou o PT e o Governo de demonstrarem tolerância ou apoio ao regime iraniano e defendeu que o Brasil deveria se alinhar a países que promovem a paz e a democracia, criticando a postura diplomática adotada pelo Governo.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,posição,Guerra,Estados Unidos,Irã,Paz,Ditadura,violação,Direitos humanos,repressão,Mulher,Execução pública,Partido dos Trabalhadores (PT),Tolerância,Apoio político,Democracia,Relações diplomáticas
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Charles, foi com muita indignação que vimos, no fim de semana, o Governo brasileiro ir em direção contrária do que pede a paz mundial, a intervenção americana no Irã, um regime teocrático, uma ditadura teocrática desde 1979, que somente neste ano prendeu 300 mil iranianos e assassinou 100 mil iranianos que somente gritavam por liberdade. Os ataques do Irã aos Emirados Árabes, ao Kuwait, a Israel é um grito de não paz no Oriente Médio. E o Governo brasileiro encara como um ataque diplomático a queda desse regime. Eu gostaria de lembrar aqui que o Ayatollah Khamenei mandava estuprar meninas na prisão antes da execução, porque sua lei proibia executar virgens. Mesmo assim, o PT apoia esse regime. Khamenei enforcou homens gays em guindaste, em praças públicas. Quem assisti à série do Teerã, na Apple TV, sabe do que eu estou falando. E o PT apoia esse regime. Mahsa Amini foi morta aos 22 anos pela polícia da moral de Khamenei. O regime espanca mulheres até a morte por elas mostrarem o cabelo. Mesmo assim, o PT apoia o regime iraniano teocrático, a ditadura. Khamenei forneceu à Rússia milhares de drones usados para bombardear cidades e civis ucranianas. E, aqui no Brasil, o PT acha normal. Até Deputado que apoia o Governo ficou chorando, no fim de semana, em suas redes, pela morte de Khamenei. Khamenei atirou, enforcou e torturou milhares de iranianos cujo único crime foi exigir liberdade. E o PT, o desgoverno brasileiro apoia o regime iraniano. Khamenei financiou Assad na Síria enquanto ele usava armas químicas, gás sarin, em crianças sírias. E o PT apoia o regime iraniano. O mundo tem um ditador a menos hoje, um que tinha o sangue de milhões de pessoas nas mãos. Mesmo assim, algumas pessoas estão indignadas com isso. Pense no que isso lhe diz. Precisamos ter um Governo brasileiro alinhado com a paz. O único pensamento do PT é a perpetuação do seu poder. Eu respeito e sempre vou respeitar o livre pensamento, mas apoiar ditador, assassino, matador de mulheres, matador de crianças, executor de gays em praça pública, é demais. Que Deus nos livre do PT! - 25/02/2026
O Deputado registrou a despedida da assessora legislativa Lia, que encerrava seu ciclo de trabalho no Partido Novo. Afirmou que diversas intervenções e posicionamentos em plenário contaram com a orientação da assessora, cuja capacidade técnica e habilidade foram determinantes para o aprofundamento de temas legislativos.
Palavras-chave oficiais: Assessor Legislativo,Mulher,Partido Novo (NOVO),Homenagem
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Hoje é o último dia de trabalho da Lia conosco. A Lia foi uma brilhante assessora legislativa do Partido Novo e acabou orientando também muitos Deputados de outros partidos. Em nome do Partido Novo e de Deputados de outros partidos aqui presentes, como o Deputado Eli Borges, eu quero agradecer muito os seus ensinamentos. Muitas das coisas que eu falei na hora certa aqui foram por sua orientação. Eu diria até que não tínhamos a competência e a habilidade suficientes para desenvolver certos assuntos, e conseguimos desenvolvê-los graças a você. Muito obrigado, Lia. Muito sucesso na sua vida!
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.