
Nome civil: Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima · 48 anos
Bananômetro
91/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 93% dos deputados · média do partido: 90
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 97%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 99%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 22%das 844 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 96%das 901 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.luizlima@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5504
- Gabinete
- Gabinete 504, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 389 de 391 sessões
Votou nas votações
97%
Registrou voto em 1.090 de 1.119 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 20 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
22%
Em 844 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
1.065 discursos na tribuna e 467 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 13/10/2026.
- 25/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul. Ademais, contestou discurso parlamentar que afirma que a Direita é contrária à democracia. Além disso, destacou reportagem da Folha de São Paulo que aponta o pagamento a magistrados pelos Tribunais de Justiça estaduais e do Distrito Federal de R$ 10,7 bilhões acima do teto remuneratório constitucional em 2025.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário Contestação,Discurso parlamentar,Direita política,Democracia Tribunal de Justiça estadual,Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT),Pagamento,Magistrado,Teto constitucional,Remuneração,Verba indenizatória,Reportagem
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, eu ouvi Deputados e colegas aqui dizerem que a Direita é contra a democracia. Eu vou ler matéria de ontem da Folha de S.Paulo, de 24 de março, do jornalista Arthur Guimarães de Oliveira: "Tribunais de Justiça dos estados e do Distrito Federal pagaram a magistrados pelo menos R$ 10,7 bilhões acima do teto remuneratório constitucional em 2025, de acordo com novo levantamento da Transparência Brasil em parceria com a República.org". Eu vou repetir: 10,7 bilhões de reais acima do teto constitucional. Foi por isso que eu falei, Deputado Dagoberto, que pode estar correto que precisem, sim, no Mato Grosso do Sul e no Amazonas, mas a esse custo? A gente não cuida do que tem e quer ter o que não tem. A nossa Justiça é ineficiente, é cara. Por isso, o Partido Novo orienta "não". - 25/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da votação do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, o NOVO, ainda no mesmo sentido, orienta "sim". Eu li o projeto do Deputado Dagoberto Nogueira. São seis varas em Mato Grosso do Sul Bonito, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Três Lagoas, Dourados e, no Amazonas, em Tefé e Humaitá. Mas eu vou seguir a mesma linha do que aconteceu nos Jogos Olímpicos e na Copa do Mundo aqui no Brasil: o Brasil quer ter o que não tem e não cuida do que tem. O nosso sistema judiciário é bem ineficaz. A gente espera até 10 anos, 20 anos, para a conclusão de um processo. O que pega também é a criação de 122 cargos comissionados, 164 cargos técnicos e dezesseis de juízes. O NOVO acredita que, com a estrutura que se tem, a gente está muito longe de ter eficiência, perto do tamanho do Judiciário brasileiro e da despesa. Então, esses dois passos atrás servem para a gente criar eficiência primeiro para depois criar novas estruturas. O Partido Novo orienta "sim". - 25/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, o Partido Novo orienta "sim". Pessoalmente, eu não duvido do Deputado Dagoberto Nogueira, do fato de que Mato Grosso do Sul realmente precise dessas varas federais, mas o que pega para nós do Partido Novo é a falta de eficiência e de critério do nosso sistema judiciário. Vemos o nosso sistema judiciário muito pouco eficiente, a começar pelo STF, que não tem dado bons exemplos nos últimos meses, nos últimos anos. Temos essa pulga atrás da orelha. Ficamos muito resistentes a que haja mais dezesseis juízes, 164 analistas e técnicos e 122 cargos comissionados nessas varas federais. O que nós queremos é eficiência, objetivo. Por isso, o Partido Novo orienta "sim". - 25/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. A orientação do NOVO é "sim", pela retirada. É óbvio que vivemos um momento de contenção de gastos no País. Lembrando, quem paga essa conta é o jardineiro, é o pedreiro, é o policial, é o médico. Hoje nós temos serviços públicos com escassez. A gente não tem mais investimentos em estradas; a gente não tem o básico na saúde nas grandes capitais e, menos ainda, nos Municípios pequenos. Portanto, isto aqui não é prioridade para o País: aumento permanente de despesa pública no Judiciário, que já é o mais caro do mundo; expansão estrutural do Judiciário sem contrapartidas de eficiência; ausência de alternativas tecnológicas organizacionais; e risco de efeito multiplicador precedente para novas expansões similares. Obrigado, Presidente Charles. - 25/03/2026entregue por escrito
O Deputado defendeu a prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), argumentando que a comissão é essencial para investigar possíveis fraudes e irregularidades que afetam aposentados e pensionistas. Destacou que há indícios de descontos indevidos e possíveis esquemas que estariam prejudicando diretamente pessoas vulneráveis, que dependem dos benefícios para sobreviver. Argumentou que encerrar a comissão neste momento significaria interromper investigações importantes e deixar de esclarecer os fatos. Além disso, afirmou que a continuidade da CPMI é necessária para aprofundar apurações, ouvir envolvidos, identificar responsáveis e propor medidas que evitem novas irregularidades. Por fim, fez um apelo aos Parlamentares para que priorizem o interesse público e garantam a continuidade das investigações, defendendo que a medida é uma obrigação moral com os trabalhadores e aposentados do País.
Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),prorrogação,investigação,Aposentado,Pensionista,Interesse público
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Subo hoje a esta tribuna para tratar de um tema que diz respeito diretamente à dignidade de milhões de brasileiros: a necessidade urgente da prorrogação da CPMI do INSS. Nós estamos falando de aposentados, pensionistas, trabalhadores que contribuíram a vida inteira, que confiaram no Estado brasileiro e que hoje dependem desse sistema para sobreviver. E o que estamos vendo? Denúncias graves, indícios de irregularidades, suspeitas de fraudes e descontos indevidos que atingem justamente quem mais precisa de proteção. Não estamos diante de um problema qualquer. Estamos diante de um possível esquema que pode estar corroendo silenciosamente a renda de brasileiros vulneráveis. E diante disso, a pergunta que fica é: vamos encerrar as investigações pela metade ou vamos cumprir o nosso dever até o fim? A CPMI do INSS não pode ser interrompida agora. Interromper essa comissão neste momento seria virar as costas para a verdade. Seria passar uma mensagem de conivência, de omissão, de falta de compromisso com aqueles que confiaram em nós. É preciso tempo para aprofundar as investigações. É preciso responsabilidade para ouvir todos os envolvidos. É preciso coragem para identificar culpados e propor mudanças que impeçam que isso continue acontecendo. A prorrogação da CPMI não é uma opção política. É uma obrigação moral com o povo brasileiro. Nós precisamos garantir transparência, responsabilização e, acima de tudo, justiça. Justiça com quem trabalhou a vida inteira e hoje não pode ser vítima de descaso, de fraude ou de má gestão. Defender a prorrogação dessa CPMI é defender o aposentado, é defender o trabalhador, é defender o Brasil. E aqui deixo claro: quem não quer investigar até o fim precisa explicar por quê. Quem tem pressa em encerrar essa comissão talvez não tenha a mesma pressa em proteger o cidadão brasileiro. Nós não podemos aceitar isso. Por isso, faço um apelo a esta Casa: que tenhamos a grandeza de colocar o interesse público acima de qualquer conveniência política. Que votemos pela prorrogação da CPMI do INSS e que possamos entregar ao Brasil respostas claras, responsáveis e à altura da confiança que a população depositou em nós. Muito obrigado. - 24/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei n 5.189, de 2019, que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas do Trânsito.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Partido Novo (NOVO)
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Lula da Fonte, o NOVO orienta "sim", mas com ressalvas, seguindo o mesmo raciocínio de que esse é um projeto de lei oportuno. Ele ajuda de certa forma, mas não ajuda a evitar, de fato, os acidentes. O NOVO vai orientar "sim". Eu mesmo, na minha família, perdi o meu avô, que era ainda muito novo, tinha 33 anos apenas, num acidente de automóvel na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro. Então, fica aqui também a homenagem do Partido Novo a todos os familiares que perderam seus entes queridos em acidentes de trânsito. Obrigado. - 24/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 3.675, de 3025, que institui o Dia Nacional do Concessionário de Veículos Automotores de Via Terrestre.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, Deputado Helder, vou concordar com V.Exa. e com o Deputado Kim. Deveria terminar, sim, ali na Comissão de Cultura, esse projeto, mas, já que ele foi pautado, o Partido Novo, em referência aos concessionários de automóvel, vai votar "sim". - 24/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da expressão "torcedores" contida no parágrafo único do art. 1º do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.069, de 2025, que cria o Cadastro Nacional de Equipes de Futebol e Entidades de Administração do Esporte que tenham sofrido punições decorrentes da prática de racismo (Lista Suja do Racismo no Futebol) durante a realização de partidas de futebol.
Palavras-chave oficiais: Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Expressão textual,Orientação de bancada,Substitutivo,Partido Novo (NOVO),Voto contrário
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Deputado Charles, o direito penal já exige a individualização da pena. Eu tentei aqui trazer para vocês uma imagem: Maracanã, arquibancada tomada, 80 mil espectadores, torcedores, e um torcedor, ao fazer um ato racista, captado pela televisão, vai punir a equipe toda! Isso serve para o Bahia, da Deputada Alice Portugal. Isso serve para o Vitória, da Bahia. É um torcedor. E eu tenho certeza de que todo mundo que trabalha nos clubes entende o que estou falando. Esse torcedor não tem vínculo algum com o clube. Ele comprou um ingresso. Às vezes, ele nem é torcedor do próprio clube, mas cometeu um ato racista. Portanto, a gente precisa ficar atento a essa punição. Quando eu ouço a Deputada Heloísa Helena falar que tem que ser severa, por que não votam aqui pela castração química de estuprador? Isso, sim, tem que ter uma punição severa! Então, fica aqui registrado o voto "não" do NOVO. Seria uma injustiça contra o clube. - 24/03/2026
O Deputado encaminhou a votação da expressão "torcedores" contida no parágrafo único do art. 1º do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.069, de 2025, que cria o Cadastro Nacional de Equipes de Futebol e Entidades de Administração do Esporte que tenham sofrido punições decorrentes da prática de racismo (Lista Suja do Racismo no Futebol) durante a realização de partidas de futebol.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Expressão textual,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, o projeto da Deputada Alice Portugal é ótimo. A gente quer combater o racismo nos estádios, mas há um detalhe aqui que o Partido Novo destaca, quando se fala no parágrafo único: "serão inscritas no cadastro de que trata o caput entidades de prática esportiva que tenham sido condenadas por atos racistas praticados por seus torcedores, atletas, membros de comissão técnica ou dirigentes durante eventos esportivos". O Partido Novo quer que se exclua o termo "torcedor". Imagina a capacidade do Maracanã hoje. O Maracanã tem a capacidade de 80 mil espectadores, já teve muito mais. O recorde foi de 192 mil, no jogo Brasil e Uruguai, em 1950. Imagina que, entre os 80 mil, num jogo, por exemplo, do Flamengo contra uma equipe da Argentina, você tem um ato ali de racismo de uma pessoa, um torcedor, e a equipe toda vai ser punida. Não faz sentido! Se for um jogador de futebol da equipe, presidente do clube, um diretor, um coordenador, um técnico, mas um torcedor na arquibancada, entre 80 mil, entre 100 mil...! Basta um torcedor, com a Globo pegando uma imagem lá numa transmissão ao vivo, para punir uma equipe toda, que tem mais de 500 funcionários no clube, que sustenta milhares de pessoas. Essa equipe pode ser excluída por isso. Então, não há como você atribuir essa responsabilidade a uma instituição. Seria como aqui no Plenário, quando o Deputado Quaquá, do PT, deu um tapa no Deputado Messias, do PL. Imagina se o Deputado Quaquá der um tapa ou ter uma atitude de racismo, e o PT todo fosse punido. Não faz sentido! A gente já teria acabado com todos os partidos aqui se a gente fosse atribuir aos partidos essa responsabilidade. Nesse caso, ainda é pior, porque o Deputado é, sim, um membro do partido. O torcedor sequer é um membro oficial daquele time. Então, o destaque do Partido Novo é para retirar "torcedor". Obrigado. - 24/03/2026
O Deputado defendeu a supressão do § 5º do art. 10 da Lei nº 14.758, de 2023, incluído pelo art. 1º do Projeto de Lei nº 126, de 2025, que altera a Lei nº 14.758, de 2023, que institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer, para dispor sobre princípios e diretrizes para o desenvolvimento e regulação sanitária de novas tecnologias contra o câncer. Sustentou ainda que não devem ser priorizadas tecnologias nacionais em detrimento da redução do custo do tratamento oncológico. Ademais, argumentou que a compra do medicamento mais barato, nacional ou estrangeiro, permite atender mais pacientes, enquanto a opção por produtos mais caros reduz o acesso e pode comprometer vidas.
Palavras-chave oficiais: Destaque de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer,Sistema Único de Saúde (SUS),Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer,Custo,Medicamento,Tratamento oncológico,Preço,Produto nacional,Produto importado,Política de saúde,Saúde pública
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, a explicação é fácil. Deputada Soraya, vamos considerar Rio das Ostras, vamos considerar Saquarema, vamos considerar Campos dos Goytacazes, Laje do Muriaé, Cachoeiras de Macacu, no Rio de Janeiro. O texto diz que o Governo deve dar preferência a produtos que tenham componentes fabricados ou desenvolvidos no Brasil. Resumidamente, no caso de tratamento de câncer, temos que comprar o remédio mais barato, venha ele do Japão, da China, dos Estados Unidos, da França, da África do Sul, da Namíbia, venha de onde vier. Vamos supor que o Município de Rio das Ostras tenha 1 milhão de reais para compra de medicamento contra câncer. Imaginemos que ele pode comprar vinte medicamentos vindos do exterior. Se o nacional for mais caro, vai comprar somente quinze, por exemplo. Cinco pessoas poderão morrer. Então, temos que parar com esse paradigma. O que é mais importante? Salvar a vida de uma pessoa ou salvar uma farmacêutica? É apenas isso. É algo de fácil compreensão. Obrigado, Presidente. - 24/03/2026
O Deputado afirmou que, apesar de divergências políticas, reconheceu a fala da Deputada Heloísa Helena sobre a precariedade no sistema de saúde. Criticou a atuação do Governo Federal diante de denúncias envolvendo o INSS e o chamado caso do Banco Master, citando a participação de figuras públicas e questionando a transparência. Também mencionou a falta de enfrentamento ao crime organizado e levantou suspeitas sobre possíveis conexões internacionais. Por fim, criticou promessas de campanha não cumpridas e manifestou indignação com a situação econômica e social do País.
Palavras-chave oficiais: Deputada federal,Discurso parlamentar,Saúde,precariedade,anuência Governo federal,Banco Master,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Política econômica,Crítica
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. É muito bom ouvir uma Deputada com quem eu divirjo em muitos pontos e sentir verdade no que ela diz. É impossível não se indignar num país onde um banqueiro tem a proteção de ex-membros do Governo Lula, como Guido Mantega, Henrique Meirelles e Ricardo Lewandowski, torra 200 milhões de reais numa festa na Europa. É inadmissível um país que não combata o Comando Vermelho e o PCC. É inadmissível que esse país não investigue o Cartel de los Soles, da Venezuela, apesar dos fortes indícios de interferência desse grupo no Brasil. É muito estranho talvez termos um Banco Master retornando dinheiro da Petrobras. E, enquanto isso aí eu concordo com a Deputada Heloísa Helena , a gente não tem o básico no nosso sistema de saúde. Tudo isso acontece por conivência, forte, do atual Governo do Brasil, que lava as mãos para a verdade, para a transparência, e só incentiva narrativa, mentira. E eu tive que ouvir aqui um Deputado falar em promessa de transporte coletivo gratuito. Prometeram picanha, prometeram avião, prometeram um monte de coisa, e não conseguem entregar nada. Está aqui a minha indignação. Obrigado, Presidente Charles. - 24/03/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou o Governo Luiz Inácio Lula da Silva, apontando aumento no custo de vida, com destaque para o preço dos combustíveis e a perda do poder de compra da população. Afirmou que promessas econômicas não teriam sido cumpridas e questionou programas sociais e propostas como transporte gratuito. Também mencionou investigações envolvendo o INSS e o Banco Master, citando nomes ligados a governos anteriores e defendendo a continuidade das apurações. Por fim, criticou ainda o Supremo Tribunal Federal, apontando suposta interferência no Congresso Nacional.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Combustível,Custo de vida,aumento,Programa social,Crítica Projeto de lei ordinária,Programa Nacional de Transporte Público Coletivo de Passageiros com Tarifa Zero (Programa Tarifa Zero),Transporte público,gratuidade Banco Master,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,investigação,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),continuidade Supremo Tribunal Federal (STF),Congresso Nacional,interferência,Crítica
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. Eu ia fazer outro discurso, mas fui inspirado a mudá-lo, em razão da fala do Deputado que me antecedeu, o querido amigo Deputado do PT. Mais uma vez, ouvimos promessas! O mesmo Presidente Lula, no início do mandato, disse que o brasileiro andaria de avião. Hoje o brasileiro não está conseguindo andar nem de bicicleta nem de moto. O motorista do Uber Táxi que, no Rio de Janeiro, eu tive a felicidade de contratar na segunda-feira para ir ao Aeroporto Santos Dumont disse: "Luiz, eu não aguento mais o preço da gasolina: 7 reais". E o Lula fala para o brasileiro andar a pé. É a mesma história nos 20 anos de Governo Lula petista no Brasil. Prometeram picanha, e o brasileiro não consegue comprar nem contrafilé. Agora prometem transporte grátis. Eu quero conversar com você brasileiro: você está feliz por receber um botijão de gás de graça? Você, que tem 30 anos, 40 anos, não tem condições de comprar gás. Olhem a que ponto a gente chegou! O nosso salário mínimo só supera o salário mínimo da Venezuela. A gente não está falando de esquerda e de direita, não. A gente está falando de ser competente ou incompetente. O Governo do PT é incompetente. Quando explode o escândalo do Banco Master, a gente vê que a espinha dorsal do PT está toda envolvida. O Guido Mantega, ex-Ministro da Fazenda, era consultor do Banco Master e estava ganhando de 1 milhão a 2 milhões de reais por mês para fazer o quê? O Henrique Meirelles, Presidente do Banco Central do Brasil no Governo Lula, estava recebendo 1 milhão ou 2 milhões de reais para fazer o quê? O Ricardo Lewandowski, quando eu tive a oportunidade de ficar de frente para ele numa Comissão, veio me ameaçar, dizendo que tinha limite a minha expressão, o meu falar. Quando eu perguntei se era verdade que o filho dele advogava para uma das instituições que lesavam os aposentados com o roubo do INSS, ele ficou extremamente nervoso. O Ricardo Lewandowski também é consultor do Banco Master. Por isso, eu parabenizo o Ministro André Mendonça por ter prorrogado a CPMI. Aí o Senador Davi Alcolumbre diz: "É interferência do STF". Não era interferência quando o STF influenciou esta Casa para prender o Daniel Silveira. Não é interferência do STF quando querem calar nossa imunidade parlamentar. Não é influência do STF quando as votações aqui não são respeitadas. Então, é contra tudo isso que o Partido Novo, um partido genuinamente de direita, que vota 100% contra esse desgoverno Lula, quer brigar "brigar" no bom sentido. O Partido Novo quer derrubar tudo isso que está acontecendo de mal no nosso País. Obrigado, Presidente Charles, pela oportunidade. - 24/03/2026entregue por escrito
O Deputado registrou o Dia Mundial da Água, destacando a importância do recurso e a necessidade de gestão eficiente. Apontou que, apesar da abundância hídrica no Brasil, persistem problemas de acesso à água tratada, falhas no abastecimento e perdas significativas na distribuição. Ademais, criticou a má gestão, defendeu investimentos em saneamento e infraestrutura e ressaltou a relação direta entre água, saúde pública e desenvolvimento. Também alertou para desperdícios elevados e para a necessidade de maior fiscalização e governança. Por fim, reforçou que o acesso à água constitui direito básico e deve ser assegurado com qualidade à população.
Palavras-chave oficiais: Dia Mundial da Água,Saneamento,Gestão pública,Desperdício de água,Saúde
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Subo hoje a esta tribuna para registrar uma data de enorme relevância: o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março. A água é, talvez, o recurso mais essencial à vida e, paradoxalmente, um dos mais negligenciados na gestão pública brasileira. O Brasil é um país privilegiado. Detém cerca de 12% da água doce do planeta. Mas essa abundância, Senhor Presidente, não pode servir de desculpa para a omissão, para o desperdício e, muito menos, para a má gestão. Hoje, milhões de brasileiros ainda não têm acesso à água tratada. Outros tantos convivem com a intermitência no abastecimento, com perdas gigantescas nas redes de distribuição e com contas que não refletem sequer o consumo real. No meu estado, o Rio de Janeiro, essa realidade é ainda mais evidente. Problemas de concessão, falhas de medição, cobranças distorcidas tudo isso recai sobre o cidadão, que paga caro por um serviço que deveria ser básico e eficiente. E aqui cabe um ponto fundamental: não existe política ambiental séria sem gestão responsável da água. Falar de preservação é importante, mas é preciso falar também de saneamento, de investimento em infraestrutura, de combate ao desperdício e, principalmente, de governança. Segundo dados do setor, quase 40% da água tratada no Brasil se perde antes de chegar à torneira do cidadão. Isso é inaceitável. Estamos literalmente deixando escorrer pelo ralo um recurso que é vital e caro. Senhoras e Senhores, A água também é saúde pública. Onde falta saneamento, sobra doença. Onde falta água tratada, aumentam as internações, aumenta o sofrimento das famílias e cresce o custo para o Estado. Investir em água e saneamento não é gasto. É economia, é prevenção, é dignidade. E mais: é também desenvolvimento. Nenhum país cresce de forma sustentável sem garantir o básico à sua população. Por isso, neste Dia Mundial da Água, deixo aqui um chamado: Que possamos tratar esse tema com a seriedade que ele exige. Que avancemos nas políticas de saneamento, que cobremos eficiência das concessionárias, que fiscalizemos contratos e que coloquemos o cidadão no centro dessa discussão. Água não é privilégio. Água é direito. E direito básico não pode falhar. Muito obrigado - 18/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 4.675, de 2025, que altera a Lei nº 12.529, de 30 de novembro de 2011, dispõe sobre os processos de designação de agentes econômicos de relevância sistêmica em mercados digitais e de determinação de obrigações especiais a agentes econômicos de relevância sistêmica e cria a Superintendência de Mercados Digitais no âmbito do Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Ademais, repudiou a politização do Supremo Tribunal Federal (STF), que condenou três empresários de Santa Catarina a 14 anos de prisão em razão da transferência de quinhentos reais para o transporte de pessoas que vieram participar das manifestações de 8 de janeiro de 2023.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário Política,Supremo Tribunal Federal (STF),Condenação criminal,Empresário,Santa Catarina,Doação,Transporte,Ônibus,Manifestação pública,Ato antidemocrático
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o Partido Novo, como qualquer cidadão de bem, está com medo. O STF, extremamente politizado, condenou três empresários de Santa Catarina, Deputado Marcel, a 14 anos de prisão porque fizeram um Pix de 500 reais em relação aos ônibus do 8 de Janeiro que vieram de Santa Catarina. Eles nem estiveram aqui. E aí a gente vê um PL como este, que quer usar a Secretaria de Comunicação Social na formulação deste projeto, com viés ideológico, aumento relevante da intervenção estatal e da discriminação do Cade, com uma estrutura do Cade pouco independente e profissional, ausência de salvaguarda explícita, de proporcionalidade e de análise. Olhem, a gente está em ano de eleição. Aprovar este projeto, num Governo temerário, que já tem braço político até no STF, é um crime contra a democracia. O Partido Novo vota "não". - 18/03/2026
O Deputado manifestou insatisfação com a condenação de três empresários de Santa Catarina a 14 anos de prisão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Assinalou que a sentença decorreu de contribuições via PIX de R$ 500 para o transporte de manifestantes em janeiro. Questionou a proporcionalidade da pena e a capacidade de tal valor desestabilizar o País.
Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Condenação judicial,Empresário,Santa Catarina,Contribuição,participação,Ato antidemocrático,Transporte
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. Mais um acontecimento que a gente tem até dificuldade aqui de explicar. Foram condenados três empresários de Santa Catarina a 14 anos de prisão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, por terem contribuído com Pix para aqueles ônibus que vieram de Santa Catarina para o triste evento do dia 8 de janeiro em Brasília. E ninguém aqui está defendendo quebra-quebra, não. Eu vou repetir: Ministros do Supremo Tribunal Federal do Brasil condenaram o Sr. Rene Afonso Mahnke e o Sr. Alcides Hahn, ambos da cidade de Corupá, e o Sr. Vilamir Valmor Romanoski, da cidade de Brusque, a 14 anos de prisão, porque colaboraram com um Pix de 500 reais. Aí eu pergunto: 500 reais num Pix derruba uma República ou 129 milhões de reais? Obrigado, Presidente. - 18/03/2026entregue por escrito
O Deputado avaliou o fim da gestão de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda e classificou o período como negativo para a economia. Afirmou que houve descontrole das contas públicas, aumento da carga tributária e ausência de medidas para redução de gastos e privilégios. Informou que o cenário incluiu prejuízos em estatais e falta de direção na política econômica. Também atribuiu os resultados ao modelo adotado pelo Partido dos Trabalhadores. Ao final, declarou que não havia motivos para celebração e defendeu mudança de rumo, com foco em responsabilidade fiscal, equilíbrio das contas e crescimento econômico sustentável.
Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado da Fazenda,saída,Política econômica,Balanço,Crítica
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Hoje venho a esta tribuna para registrar o que, ao que tudo indica, será o último dia da gestão do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, à frente de uma das pastas mais importantes do país. E é preciso dizer com todas as letras: trata-se de um período profundamente negativo para o Brasil. O que vimos ao longo dessa gestão foi o completo descontrole das contas públicas. Um governo que perdeu a mão, que gasta mal, gasta muito e, incapaz de fazer o básico que é gerir com responsabilidade recorre ao caminho mais fácil e mais perverso: aumentar impostos. Foi um aumento generalizado da carga tributária, penalizando o trabalhador, penalizando o empreendedor, sufocando quem produz, quem gera emprego e quem sustenta esse país. Ao invés de cortar privilégios, ao invés de enxugar a máquina pública, o que se viu foi mais arrecadação em cima do povo brasileiro. E o resultado está aí. Estatais dando prejuízo, falta de controle, falta de gestão, falta de rumo. Um cenário que, infelizmente, não surpreende, porque reflete exatamente o padrão das administrações do Partido dos Trabalhadores ao longo dos últimos anos. É sempre a mesma lógica: gastança, aumento de impostos e, no final, quem paga a conta é o cidadão. O Brasil merece mais do que isso. O Brasil precisa de responsabilidade fiscal, de seriedade na condução da economia, de respeito com o dinheiro público. Por isso, fica aqui o nosso registro: não há o que comemorar neste ciclo que se encerra. Há, sim, muito a lamentar. Mas também fica a esperança. A esperança de que, ao final deste ano, o povo brasileiro possa escolher um novo caminho. Um caminho de equilíbrio, de responsabilidade, de crescimento sustentável e de respeito com quem trabalha e paga impostos neste país. Porque o Brasil tem jeito mas não com esse modelo que já se mostrou fracassado. Muito obrigado. - 17/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da subemenda substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 6, de 2024, que disciplina o processo de desmembramento simplificado de Municípios com o fim exclusivo de solucionar conflitos territoriais.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei complementar,Voto favorável,Partido Novo (NOVO)
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, isto é o que o NOVO deseja ao futuro do Brasil: dar liberdade aos Estados. Vai ficar sob responsabilidade da Assembleia Legislativa organizar o plebiscito, do TRE organizar a votação entre esses dois Municípios que estão ali num possível conflito, numa área urbana mais distante do Município a que ele pertence. Então, é perfeito: é levar aos Estados a responsabilidade e eximir a União, talvez, de uma responsabilidade da qual esteja muito distante. O Partido Novo vota "sim". - 17/03/2026Breves Comunicações
O Deputado comparou a postura de responsabilidade do ex-Prefeito do Rio de Janeiro (RJ), Cesar Maia, com a atuação do atual Governo Federal e criticou a condução econômica. Afirmou que houve aumento nos preços de combustíveis e alimentos em relação ao período do Governo anterior, citando valores de gasolina, diesel e itens básicos. Também apontou perda do poder aquisitivo e redução de investimentos em infraestrutura e serviços públicos. Por fim, questionou decisões políticas recentes e afirmou que há desconexão entre o discurso oficial e a realidade econômica percebida pela população.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),gestão,Combustível,Alimentação,Preço,comparação,Poder aquisitivo,Infraestrutura,Investimento,redução,Crítica
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Em fevereiro de 1996, caiu uma chuva no Rio de Janeiro que matou muita gente, principalmente na região de Jacarepaguá. E eu lembro que o então Prefeito Cesar Maia estava sobrevoando aquela área no helicóptero da Rede Globo, quando o repórter perguntou a ele: "Prefeito, de quem é a culpa?" Ele bateu no peito e falou: "A culpa é minha". Eu acho que ele foi até muito rigoroso com ele mesmo naquele momento, porque a culpa não era só dele, mas ele chamou para si a responsabilidade. Isso é o que não acontece hoje no Governo do PT. É o quinto mandato do PT, neste século XXI, na Presidência da República, e vimos um Deputado da Situação, que representa o Governo, subir à tribuna e dizer que o PT não tem nada a ver com os 9 reais do diesel na bomba de gasolina. Olha, uma coisa é ser incompetente... O povo até aguenta o incompetente quando ele é sincero, honesto, verdadeiro, quando ele, como o Cesar Maia fez, bate no peito e diz: "A culpa é minha". Vejam: o quilo do contrafilé, no Governo Bolsonaro, em 31 de dezembro de 2022, era 35 reais; no Governo do PT, que diz que tirou o Brasil do Mapa da Fome, está a 60 reais. Cafezinho a 10 reais no dia 31 de dezembro de 22, no Governo Bolsonaro. O café no Governo Lula, esse desgoverno, 35 reais. O azeite de 15 reais, no Governo do Bolsonaro, foi para 40 reais. A gasolina de 4,22 reais já bate 7,90 reais nos postos do Rio. O diesel de 4 reais, no Rio de Janeiro, hoje, está nas bombas a 7 reais 30% a 40% de aumento dos combustíveis, do final do Governo Bolsonaro para cá. E mais de 100% de aumento nos alimentos. É o menor salário mínimo em dólar da América do Sul. A gente só vence a Venezuela. O poder aquisitivo do brasileiro despencou: quem ganhava 5 mil reais em 2010, precisa ganhar 12 mil e 400 reais hoje para ter o mesmo poder aquisitivo. A gente não tem mais dinheiro para a infraestrutura, a gente não tem reforma nas estradas, nos hospitais, nas escolas federais. Cada vez há menos repasse para os pequenos Municípios. A gente vive o pior momento da nossa história. Agora, subir ali na tribuna e botar a culpa no Trump, botar a culpa no Bolsonaro... Não esquecem o Bolsonaro, são incompetentes. O filme se repete. Até indivíduo do sexo masculino, hoje, preside a Comissão da Mulher e querem dizer para a gente que isso está tudo bem 90% das mulheres são contra no Brasil. É o partido que mente, mente, mente e foge da realidade o tempo todo. Obrigado, Presidente. - 17/03/2026
O Deputado comparou preços de combustíveis e alimentos entre os Governos de Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. Citou valores do diesel, gasolina, carne, café e azeite para sustentar que houve aumento no custo de vida. Afirmou que os preços atuais não correspondem ao discurso do Governo Federal e defendeu maior transparência nas informações econômicas. Também mencionou o cenário eleitoral e indicou que a população terá oportunidade de avaliar a situação econômica nas próximas eleições.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),gestão,Combustível,Alimentação,Preço,comparação,Custo de vida,aumento,Eleição
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Quando V.Exa. mencionou que o diesel, na Bahia, já está batendo 9,80 reais... O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Deputado, 9,24 reais ontem. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - O.k., 9,24 reais. É que no Rio de Janeiro está 6,80 reais. E quando Bolsonaro entrega o Governo, no dia 31 de dezembro, estava 4,22 reais. Olhe, é impressionante como o PT vive na propaganda do PT. O contrafilé, no Governo Bolsonaro, dia 31 de dezembro, estava 35 reais. Agora, no Governo Lula, o contrafilé está 60 reais. Cafezinho, no Governo Bolsonaro, 10 reais; agora, no Governo Lula, 35 reais. Azeite, 15,90 reais no Governo Bolsonaro; agora, 40 reais. Gasolina, 4,22 reais; a gasolina está 7,90 reais nos postos. Olhe, a gente tem que ser verdadeiro nos nossos discursos. Não adianta a gente estar vendo com os olhos, e o Governo estar falando outra coisa. A mentira prevaleceu infelizmente, e a gente tem a chance de resgatar a verdade em outubro deste ano. - 16/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 2.841, de 2024, que institui o Programa Nacional de Fomento às Escolas Resilientes e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o Partido Novo orienta "não", e eu gostaria de explicar o porquê. É claro que a ideia é muito fictícia para o quadro atual do Brasil. A gente não cuida do que tem, e quer ter o que não tem. A gente não tem português, matemática... Todos esses apontamentos que o Prof. Tarcísio fez na tribuna deveriam estar dentro da disciplina Geografia. No Rio de Janeiro, se você parar os alunos e perguntar: "Vitória é a capital de qual Estado?", 90% não saberão responder. Se você perguntar: "Maceió é a capital de qual Estado?", 90% não vão saber que é de Alagoas. Se perguntar: "Recife é a capital de qual Estado?", não vão saber dizer que é de Pernambuco. Se perguntar: "Palmas é a capital de qual Estado?", não vão saber que é de Tocantins. A cidade de Natal eles não vão saber dizer que é a capital do Rio Grande do Norte. Vou repetir: eu fui professor, já participei de aulas de educação física, já vivenciei o quadro crítico do ensino brasileiro. O Partido Novo vota "não".
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.