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Foto de Luiz Lima

Deputado · Câmara

Luiz Lima

NOVO · RJ

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima · 48 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 91 de 100, Cara Bom0406080100

91/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 93% dos deputados · média do partido: 90

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 97%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 46%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 99%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 22%das 844 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 96%das 901 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.luizlima@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5504
Gabinete
Gabinete 504, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 389 de 391 sessões

Melhor que 91% dos deputadosMédia do partido: 96%

Votou nas votações

97%

Registrou voto em 1.090 de 1.119 votações nominais

Melhor que 98% dos deputadosMédia do partido: 90%

Iniciativas que viraram lei

0

de 20 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 15 em andamento · 3 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

22%

Em 844 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 3% dos deputadosMédia do partido: 19%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.065 discursos na tribuna e 467 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 13/10/2026.

  • 29/04/2026

    O Deputado destacou a rejeição pelo Senado Federal da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal como um fato de grande relevância política.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Supremo Tribunal Federal (STF),indicação,Senado Federal,Rejeição

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Trata-se do assunto mais importante do dia. Desde 1897, um Ministro indicado pelo Presidente não é barrado. Isso é vitória do Brasil! A SRA. PRESIDENTE (Laura Carneiro. Bloco/PSD - RJ) - V.Exa. pode respeitar, Deputado Luiz Lima, por favor? O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Chega! Chega! Chega desse escárnio, que é... (Desligamento do microfone.)
  • 29/04/2026Breves Comunicações

    O Deputado comentou a sabatina de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal, realizada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Mencionou a trajetória do indicado, destacando sua atuação à frente da Advocacia-Geral da União e vínculos com Governos anteriores. Também fez referência a indicações recentes para a Corte e ao modelo de escolha de Ministros, abordando a duração dos mandatos.

    Palavras-chave oficiais: Senado Federal,Sabatina,Supremo Tribunal Federal (STF),indicação,Advocacia-Geral da União (AGU),atuação Ministro do Supremo Tribunal Federal,indicação,Mandato

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. É uma honra ter a sessão presidida por V.Exa. Presidente Charles, eu estava acompanhando pela manhã, no Senado, na CCJ, a sabatina do então candidato a ocupar uma vaga no STF, o Sr. Jorge Messias, Ministro da Advocacia-Geral da União, um militante político muito ligado ao Lula, muito ligado à Dilma. Quem se lembra daquele pedido da Dilma para que ele levasse o termo de posse para o Lula no aeroporto, na ocasião do impeachment da Presidente Dilma? Então, é mais um militante. Parece que o critério do Presidente Lula é nomear o amigo do peito, o amigo do peito jovem. Tem que ser jovem, tem que ter 46 anos. Esse modelo, esse processo todo é completamente fracassado. A gente tem o Lula indicando o seu próprio advogado Zanin, tem o Lula indicando o ex-Ministro e Senador Flávio Dino, um militante político também, com foto com o Presidente Lula em 1988, em 1989, quando já era um militante político, e agora tem o Lula indicando o Jorge Messias. Se o Jorge Messias for aprovado hoje pelo Senado, ele vai ficar 29 anos no cargo. Vamos arredondar para 30 anos. Muitas pessoas que estão aqui, neste momento, no plenário, não estarão vivas daqui a 30 anos, nem o Presidente Lula. Dificilmente o Presidente Lula vai estar vivo daqui a 30 anos. A minha equipe de gabinete fez estas anotações: o Sr. Jorge Messias defende sistematicamente os atos do Governo Lula; defende a atuação em pauta de regulação das redes sociais — para quem não lembra, quando o Ministério Público Federal, há alguns anos, pediu até o fechamento da Jovem Pan, o Sr. Jorge Messias, à frente da Advocacia-Geral da União, deixou correr. Ele não disse nem sim nem não, mas deixou correr. Defende a judicialização recorrente de temas políticos; o alinhamento com decisões do STF. Ele tem histórico ligado ao PT e à militância jurídica e atuação em temas fiscais e econômicos. Isso é um retrocesso. Nada contra a pessoa. Eu não sei se o Jorge Messias é uma pessoa boa ou ruim, não sei. Eu só sei que pessoas boas podem ter ideias péssimas. E eu enquadraria o Sr. Jorge Messias, Deputado Zé Trovão. Ele bateu no peito com muito orgulho há pouco ao dar uma entrevista dizendo que foi ele o primeiro a pedir a prisão dos envolvidos no 8 de Janeiro. Eu estava aqui em maio de 2017, quando eu era Secretário de Esporte do Temer. Eu vi o maior quebra-quebra aqui na Esplanada dos Ministérios, muito mais violento do que o do dia 8 de janeiro. Até Rui Costa, Presidente do PCO, compartilha da minha visão. Foram quatro Ministérios incendiados, depredados, carros revirados. A gente não precisa de mais um militante político. Presidente, eu lhe peço mais 30 segundos e encerro. São 12 bilhões de reais, é o que diz a "rádio corredor", Deputado Zé Trovão, em emendas para os Senadores. Repito: 12 bilhões de reais. É o dobro do valor roubado dos aposentados. E o então Ministro da AGU — agora eu estou lembrando — não quis fazer nada com o Sindnapi e com a Contag. O Sindnapi tem como Vice-Presidente o irmão do Presidente Lula. É esse Ministro que a gente quer? É esse modelo, é esse processo, Senadores, que vocês vão aprovar? Obrigado, Presidente Charles.
  • 28/04/2026outros
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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Nesta sexta-feira celebramos o Dia do Trabalho. Uma data que, ao longo da história, foi capturada por discursos ideológicos, mas que, na sua essência, representa algo muito mais simples e muito mais nobre: o valor do trabalho como instrumento de dignidade, liberdade e construção de uma vida melhor. O trabalho não é opressão. O trabalho é libertação. O que oprime é o Estado pesado, burocrático, que sufoca quem quer empreender, que encarece a contratação, que transforma o empregador em inimigo e o empregado em refém de um sistema engessado. Hoje, no Brasil, infelizmente, ainda vivemos presos a um modelo ultrapassado. Um modelo que não dialoga com a realidade moderna, que não acompanha a dinâmica do mercado e que, muitas vezes, impede justamente aquilo que deveria promover: a geração de empregos. Fala-se muito em “proteger o trabalhador”, mas proteger de quê? De trabalhar? De produzir? De crescer? O Brasil precisa de mais liberdade econômica e menos intervenção. Precisa de menos ideologia e mais realidade. Valorizar o trabalho é valorizar quem acorda cedo, quem empreende, quem arrisca, quem gera emprego. É entender que não existe justiça social sem geração de riqueza — e não existe geração de riqueza sem trabalho. Neste Dia do Trabalho, que possamos resgatar o verdadeiro significado dessa data: não o da luta ideológica, mas o da valorização do esforço individual, da meritocracia e da liberdade. Porque um país forte não se constrói com discursos, se constrói com trabalho. Muito obrigado.
  • 28/04/2026

    O Deputado encaminhou a votação do Capítulo VIII da Subemenda ao Projeto de Lei nº 1.315, de 2026, que dispõe sobre as medidas relativas à realização da Copa do Mundo Feminina da Fédération Internationale de Football Association – FIFA 2027 na República Federativa do Brasil e sobre a concessão de prêmio às jogadoras da seleção brasileira do 1988 FIFA Women's Invitation Tournament.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Capítulo (texto legislativo),Subemenda,Projeto de lei ordinária,favorável

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente Cabo Gilberto Silva, o destaque do Partido Novo é relacionado exclusivamente à premiação que consta neste projeto. Não é nada contra as jogadoras de futebol do Brasil. Eu me lembro muito bem da Formiga, que jogou, em 1988, o primeiro mundial; em 1991, a primeira Copa do Mundo, transmitida pela TV Bandeirantes, com narração de Luciano do Valle. Mas eu gostaria de dizer que isso é muito estranho. Sabe como você pode fazer bem a um atleta brasileiro? Dando formação universitária a ele. Quando ele encerrar a carreira esportiva, poderá seguir uma profissão. Desde 1920, o Brasil ganha medalha nos Jogos Olímpicos. Em 1920, foi na Antuérpia, com o Guilherme Paraense; depois, em 1924, Paris; 1928, Amsterdã; 1932, Los Angeles; 1936, Berlim; 1948, Londres; 1952, Helsinque; 1956, Melbourne; 1960, Roma; 1964, Tóquio; 1968, Cidade do México; 1972, Munique; 1976, Montreal; 1980, Moscou; 1984, Los Angeles; 1988, Seul; 1992, Barcelona; 1996, Atlanta; 2000, Sydney; 2004, Atenas; 2008, Pequim; 2012, Londres; 2016, Rio de Janeiro; 2020, Tóquio; 2024, Paris. Em todas essas Olimpíadas houve brasileiro que ganhou medalha. Entre novecentos e mil brasileiros ganharam medalhas olímpicas. Foi dito aqui que, no esporte feminino, no futebol, ganha-se muito pouco. Eu acho que V.Exas. não conhecem a realidade do atletismo brasileiro, inclusive a de alguns medalhistas olímpicos brasileiros que hoje não têm dinheiro para pagar uma conta de água. Eu não falo o nome de quem eu ajudei. Eu não preciso falar quem foi que eu ajudei, não preciso fazer filme, mas eu ajudei muitos atletas do atletismo que, inclusive, ganharam medalhas olímpicas há 30 anos, 20 anos, nas mesmas Olimpíadas às quais eu fui: em 1996, em Atlanta; em 2000, em Sidney. Eu fui atleta olímpico da natação e não ganhei nem 1 centésimo do que a Marta ganhou jogando futebol. É claro que ela foi a melhor do mundo, e é meritório ela ganhar. Eu estou aqui porque tive oportunidade, porque os meus pais me possibilitaram fazer uma faculdade de educação física. Após o término da minha carreira, eu me tornei professor de educação física, graças a Deus, muito bem-sucedido, na Praia de Copacabana, através de uma assessoria esportiva e, depois, realizando o maior evento esportivo do Brasil de águas abertas e de esporte de praia, que é o Rei e Rainha do Mar. Então, teriam que pagar 500 mil reais a mais de mil atletas brasileiros que conquistaram medalhas olímpicas. Digo isso por justiça, por aquilo em que o Partido Novo e outros Deputados acreditam. A gente tem que ser certo. Imaginem o PT fazendo uma cerimônia para entregar cheques de 500 mil reais para jogadoras que eu adoro, para as quais eu torci para caramba! Isso é que nem pagar cachê para artista fazer propaganda na televisão. Isso não é legal. Isso não é certo. Isso não é justo. Isso não é bacana. Eu votaria a favor de um projeto que possibilitasse que todas essas brasileiras tivessem uma formação universitária, um curso profissionalizante. Isso, sim. Obrigado, Presidente Gilberto.
  • 28/04/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 4.820, de 2023, que institui pensão especial destinada ao portador da doença epidermólise bolhosa.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu gostaria só de parabenizar o Deputado Fred Costa. São 1.500 as pessoas afetadas no País, e não há uma acumulação com o BPC. Deputado Fred, aproveito a oportunidade para dizer que eu conheci V.Exa. em 2018 e fiz uma pergunta a V.Exa. em São Paulo, quando a gente se elegeu. Nunca mais esqueci isso. Eu perguntei: "Fred, por que sua prioridade é defender os animais? A gente não tem coisa mais importante no País?" E V.Exa. falou: "Luiz, se a gente esperar resolver tudo o que a gente tem que resolver para depois ajudar os animais, a gente não vai ajudar nunca os animais". Eu achei de uma sutileza e inteligência fantástica. Parabéns pela sua condução! Eu queria ver V.Exa. falando ainda mais na tribuna, porque acho que V.Exa. é um cara muito especial. Isto aqui é supermeritório. Então, é claro que nós vamos ser a favor. O impacto financeiro é praticamente nenhum, e a gente vai ter um impacto de 100% na vida dessas pessoas. Parabéns, Deputado Fred!
  • 28/04/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de redação nº 4, apresentada à Proposta de Emenda à Constituição nº 383, de 2017, que altera a Constituição Federal para garantir recursos mínimos para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de redação,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Novo (NOVO),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o Partido Novo orienta "sim", mas eu gostaria de lembrar aqui que somente países da América Latina têm esse engessamento. Os Estados Unidos gastam 17% do PIB com saúde; o Japão e a Suécia, 11%; e o Brasil, somente 3,8%. E, em 2025, gastou 0,8% do PIB com assistência social. Eu entendo de Governo petista. Essa votação, ao invés de ajudar, vai atrapalhar. A tendência é o PT se enrolar cada vez mais com o Orçamento. O partido já fez isso para se proteger, para não gastar mais de 1% do PIB com o Suas e não subir o seu gasto com saúde, que é muito baixo, 3,8% do PIB. Pessoal, a gente tem que estudar um pouquinho mais os outros países antes de fazer esse tipo de votação, que pode parecer um carinho, mas não é, não. É um teto, infelizmente.
  • 28/04/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação, em segundo turno, da Proposta de emenda à Constituição nº 383, de 2017, que altera a Constituição Federal para garantir recursos mínimos para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Proposta de Emenda à Constituição,Segundo turno,Partido Novo (NOVO),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, é claro que a assistência social é de fundamental importância. A Assessoria do Partido Novo traz aqui informação sobre os três países no mundo que mais investem em assistência social. São eles Japão, Estados Unidos e Suécia, baseados em políticas públicas e em consenso político, não em vinculação rígida, constitucional. O Brasil, votando desta maneira, vai contra o que há de melhor em assistência social, principalmente na Suécia. O investimento tem que ser variável. Com esta votação, tira-se a livre administração, o livre-arbítrio do Poder Executivo. Podemos gastar 4%, 5%, 0,7%, 0,8%, mas tornar isso obrigatório engessa o orçamento público. É "sim" à assistência social, é claro, mas com predisposição e organização. O Partido Novo orienta "não".
  • 28/04/2026

    O Deputado contestou argumentos apresentados sobre a jornada de trabalho 6x1, afirmando que o principal fator de impacto na saúde mental do trabalhador estaria relacionado ao baixo valor do salário mínimo no Brasil, em comparação com outros países da América Latina. Em seguida, criticou a carga tributária incidente sobre empregados e empregadores, ao exemplificar custos elevados pagos ao Governo Federal. Além disso, levantou questionamentos sobre possíveis efeitos da proposta de redução da jornada, como restrições ao trabalho adicional de servidores públicos e à liberdade de escolha de trabalhadores. Por fim, defendeu maior debate sobre o tema e enfatizou a necessidade de avaliação dos impactos para diferentes setores.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Salário mínimo,Carga tributária,Obrigação trabalhista,Saúde mental,Trabalhador,Emprego,Economia,Debate

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, o Líder do Governo subiu à tribuna e falou que a escala 6 por 1 afeta a saúde mental do brasileiro. O que afeta realmente a saúde mental do brasileiro é ganhar o segundo pior salário mínimo da América Latina: 260 dólares. A gente perde para o Equador, para a Colômbia, para o Paraguai. O que afeta a saúde do trabalhador brasileiro é descontarem dele um imposto altíssimo. O empregador paga 6 mil reais de salário para o empregado, e isso custa 10 mil reais. O empregado paga mil reais de impostos. Nessa operação de 10 mil reais, quem mais lucra é o Governo. Temos muitas dúvidas. O servidor público que também trabalha na iniciativa privada vai ser proibido de trabalhar na iniciativa privada? O jovem de 25 anos, que quer trabalhar 6 dias na semana, vai ser proibido? Olha, por trás desse projeto há um verdadeiro absurdo. A gente tem que discutir muito para ser bom para todo mundo. Obrigado, Presidente Charles.
  • 28/04/2026

    O Deputado criticou declarações de Ministro do Supremo Tribunal Federal dirigidas ao ex-Governador Romeu Zema, classificando a manifestação como interferência política. Afirmou que qualquer cidadão brasileiro tem o direito de criticar representantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, defendendo a liberdade de expressão e o debate público. Além disso, ressaltou que o cenário político nacional comporta mudanças inesperadas e argumentou que candidaturas consideradas improváveis podem ganhar relevância eleitoral. Ao encerrar, voltou questionou a atuação pública de integrantes do STF e afirmou que manifestações fora dos autos judiciais comprometem a imagem institucional da Corte perante a sociedade.

    Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,declaração,Ex-governador,Minas Gerais,Pré-candidato,Presidência da República,Crítica,Liberdade de expressão,credibilidade,Supremo Tribunal Federal (STF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. Presidente Charles, em mais um ato político, um Ministro do STF desqualificou o ex-Governador Romeu Zema, do Estado de Minas Gerais, o segundo maior Estado do País, com o maior número de Municípios. Ele citou a frase: "Como pode um candidato sem voto dar uma opinião ou querer criticar alguém?" Presidente Charles, qualquer cidadão brasileiro — o pipoqueiro, o açougueiro, o jardineiro, a empregada doméstica, o professor — pode criticar qualquer membro do Executivo, do Legislativo ou do Judiciário do País, porque é ele que paga a conta. Essa frase pode ser um recado de Deus. Fatos inesperados acontecem no Brasil. Se pegarmos o histórico de 1989 para cá, veremos que todos os presidenciáveis foram inesperados. Respeitem! Eu, na natação, mesmo estando na raia 4, aprendi que quem está na raia 1 ou na raia 8 pode vencer a prova. Essa foi mais uma temeridade de quem deveria se manifestar somente nos autos, mas fez mais um ato político. Isso desqualifica ainda mais o nosso Supremo Tribunal Federal. Obrigado, Presidente Charles.
  • 28/04/2026

    O Deputado afirmou que críticas a autoridades eram historicamente comuns no Brasil e comparou esse cenário com a situação atual. Citou episódio envolvendo Ministro do Supremo Tribunal Federal e mencionou reação institucional a manifestações públicas. Também questionou decisões da Procuradoria-Geral da República e apontou que Parlamentares enfrentavam processos por declarações feitas na tribuna. Comparou o contexto atual com períodos da Era Vargas e afirmou haver restrições à liberdade de imprensa e de crítica. Registrou indignação e disse representar a insatisfação de parte da população.

    Palavras-chave oficiais: Crise institucional,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Procurador-Geral da República

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles Fernandes, eu tenho um livro de caricaturas no meu gabinete, no Rio de Janeiro, dos anos de 1940, 1950 e 1960, quando os políticos eram ironizados por jornalistas em figuras de animais com orelhas do tamanho das de burro. As críticas eram muito fortes. Hoje, quando você faz uma crítica aos Ministros do STF, vê a reação de um Ministro, ao dar entrevista em muitos canais de televisão, "esquinqualhando" o sotaque mineiro, mais de 20 milhões de mineiros, e comparando, como se fosse ofensa ser homossexual, com chamar a pessoa de ladrão. O Ministro se desculpou. E a PGR já não deu prosseguimento à reclamação feita por milhares de brasileiros. Eu digo: nós temos Deputados que estão respondendo a processos — peço mais 30 segundos e termino — por falas na tribuna. Nem durante o Estado Novo, nem durante a segunda era Vargas, de 1951 a 1953 — tivemos a primeira era Vargas de 1930 a 1945 —, durante o período de Getúlio Vargas neste País, tivemos tão pouca liberdade de imprensa e de crítica aos Ministros do STF. Eu quero deixar aqui registrada toda a minha indignação e a de milhões de brasileiros. Obrigado, Presidente.
  • 28/04/2026Breves Comunicações

    O Deputado afirmou que o brasileiro enfrentou aumento do custo de vida e criticou o programa Desenrola 2. Classificou a proposta como medida eleitoral e disse que não resolveria o endividamento. Citou alta nos preços de alimentos, dificuldade de acesso ao crédito e crescimento de tributos. Também questionou a correção da tabela do Imposto de Renda, apontando perda de poder de compra. Mencionou o volume de empréstimos consignados e criticou a atuação do Governo em relação a apostas e crédito a aposentados. Ressaltou que o Desenrola Brasil aumentou o número de endividados no País.

    Palavras-chave oficiais: Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes (Desenrola Brasil),endividamento,Custo de vida,Poder aquisitivo,perda,Política econômica,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, na semana do trabalhador brasileiro, nunca o trabalhador brasileiro esteve tão, tão enrolado. O brasileiro está enrolado demais. E o desgoverno do PT quer lançar o Programa Desenrola 2.0. É mais uma manobra eleitoral, mais uma manobra que não vai solucionar o problema. O custo de vida do brasileiro só sobe. A gente vai ao supermercado e vê que, em poucos dias, o preço da carne aumentou 35%. A promessa de campanha de picanha e de cervejinha fica cada vez mais distante. O atual Governo diz que o brasileiro que ganha até 5 mil reais não vai pagar Imposto de Renda. Nada mais ele fez do que uma correção da tabela do Imposto de Renda, o que não era feito há muitos anos. O brasileiro que ganhava 5 mil reais em 2010, no finzinho do desgoverno Lula 2, hoje precisa ganhar 12.400 reais para ter o mesmo poder de compra. É crédito caro, é situação de risco o tempo todo para o empregador, são impostos e mais impostos, tributos e mais tributos, empresas fechando e o custo de vida do brasileiro aumentando a todo momento. É o Governo que autoriza bets. Foi o Governo Lula que enviou para a Câmara dos Deputados o projeto das bets e agora quer tirá-lo. Tudo isso gera endividamento da população. A gente tem 750 bilhões de reais de consignados no País. Eu vou repetir: hoje o nosso sistema financeiro tem 750 bilhões de reais de empréstimos consignados. São feitos telefonemas para o aposentado que ganha 1.800 reais, 2 mil reais. Tudo isso é autorizado pelo Governo. E o pior: todos os dados são passados para essas financeiras através do próprio INSS. Então, esse Desenrola 2.0 é mais um fracasso. Eles estão repetindo a receita do Desenrola Brasil, que não deu certo. Após o Desenrola 1, o número dos brasileiros endividados cresceu de 1% para 1,5%, quer dizer, se a gente tinha 30 milhões de brasileiros devendo, hoje temos 45 milhões de brasileiros com dívidas e não as conseguem pagar. Está noticiado aqui que a medida deve ser anunciada pelo Governo até o dia 1º de maio, o Desenrola 2.0. Fica aqui o meu repúdio a esse Governo. Quando a gente viaja para os Estados Unidos, para qualquer país da Europa, a gente vê que houve inflação nesses países. Mas aqui no Brasil o custo de vida aumentou demais! A gente tem um carro fabricado aqui no Brasil pela GM, que é vendido, aqui no Brasil, por 130 mil reais e, no Paraguai, por 80 mil reais. Então, é mais um fracasso desse desgoverno o Desenrola 2.0. Obrigado, Presidente Charles.
  • 22/04/2026outros
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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Subo a esta tribuna para fazer um registro simples, mas necessário: reconhecer a coragem do governador Romeu Zema. Em um momento em que muitos se calam, em que poucos têm a disposição de enfrentar estruturas consolidadas de poder, Zema escolheu não se omitir. Escolheu questionar, cobrar e se posicionar diante de decisões do Supremo Tribunal Federal que, muitas vezes, parecem se colocar acima de qualquer contestação. Não se trata de atacar instituições — trata-se de defender o equilíbrio entre os Poderes. Numa democracia sólida, ninguém é intocável. Autoridade não é sinônimo de ausência de limites. É disso que o Brasil precisa: homens públicos que não abaixem a cabeça, que tenham firmeza de caráter e compromisso com o país. Fica aqui o meu reconhecimento ao governador Romeu Zema pela postura, pela coragem e pela disposição de fazer o que muitos evitam. Muito obrigado.
  • 16/04/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação das Emendas do Senado Federal ao Projeto de lei nº 5.391, de 2020, que altera a Lei nº 11.671, de 8 de maio de 2008, para incluir em estabelecimentos penais federais de segurança máxima o preso, provisório ou condenado, pela prática do crime de homicídio qualificado previsto no inciso VII do § 2º do art. 121 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), e a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal), para dispor sobre a aplicação do regime disciplinar diferenciado, na forma que especifica.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Silvio Antonio, os números apresentados pelo Deputado Tarcísio Motta, do PSOL, são ótimos. Eu acredito nele, mas ele não tem um pensamento pragmático. Há impunidade, sim, no Brasil. Eu me lembro de quando foram instaladas as UPPs no Rio de Janeiro. Eu não acho que o Governo Cláudio Castro é de direita. Aquilo ali é uma colcha de retalhos. Quem votou no Bacellar, inclusive, foi o PSOL. O PSOL elegeu o Presidente da Alerj que foi preso. Foi uma decisão unânime. Eu estou no NOVO. O NOVO não elegeu o Bacellar. No Brasil, não existe extrema direita. Se existisse extrema direita, a gente estava no poder até hoje. Foi uma direita muito light. O que existe é uma extrema esquerda, que aparelha o STF, que aparelha o Tribunal de Contas da União, elegendo um político do PT. É impunidade. As UPPs, quando foram instaladas no Rio de Janeiro, as mães dos criminosos os entregavam para os policiais com medo de serem presos. Há impunidade. Eu vou repetir aqui. As pessoas mais educadas... O nosso nível escolar aqui no Congresso é altíssimo, e é onde se cometem muitos crimes, bem como no Judiciário e no Executivo. Por quê? Há impunidade. Então, o Partido Novo é favorável a esse projeto maravilhoso de homicídios qualificados contra policiais, dificultando a comunicação desses policiais, o trânsito. É um projeto excelente do Deputado Carlos Jordy, com relatoria da Deputada Bia Kicis. Oriento "sim".
  • 16/04/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Requerimento de adiamento da discussão das Emendas do Senado Federal ao Projeto de lei nº 5.391, de 2020, que altera a Lei nº 11.671, de 8 de maio de 2008, para incluir em estabelecimentos penais federais de segurança máxima o preso, provisório ou condenado, pela prática do crime de homicídio qualificado previsto no inciso VII do § 2º do art. 121 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), e a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal), para dispor sobre a aplicação do regime disciplinar diferenciado, na forma que especifica.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Silvio Antonio, muitas pessoas inocentes morrem no Brasil por causa dessa falta de pragmatismo do atual Governo e de partidos como o PSOL e o PT. Todo criminoso calcula o risco e a recompensa. Inúmeros questionários já foram feitos em presídios no Brasil, em países da Europa, nos Estados Unidos. Se a punição for muito severa, as decisões desse criminoso são influenciadas. Falam em construir mais presídios. É claro que, no atual momento, isso é necessário, mas, com penas muito rigorosas, no futuro, os presídios vão ficar esvaziados e, quem sabe, os presídios construídos vão virar escolas. Vamos vir para o mundo real! O que falta neste País? Muitas pessoas dizem que falta educação: "Com educação, o criminoso não vai cometer crime". Aqui no Congresso Nacional, o nível educacional é muito maior do que na média da população brasileira, e são cometidos inúmeros crimes, assim como no Judiciário, no Executivo. É a impunidade que mata brasileiros inocentes! O Deputado Jordy vem com um projeto excelente, no qual o Partido Novo não vê nenhum ponto negativo, para manter criminosos autores de homicídio qualificado em presídios federais isolados, mas o PT e o PSOL orientam contra. É uma piada! O Partido Novo orienta "não".
  • 16/04/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta das Emendas do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 5.391, de 2020, que altera a Lei nº 11.671, de 2008, para incluir em estabelecimentos penais federais de segurança máxima o preso, provisório ou condenado, pela prática do crime de homicídio qualificado previsto no inciso VII do § 2º do art. 121 do Decreto-Lei nº 2.848, de 1940 (Código Penal), e a Lei nº 7.210, de 1984 (Lei de Execução Penal), para dispor sobre a aplicação do regime disciplinar diferenciado, na forma que especifica.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Silvio, o Partido Novo vota "não" à retirada da matéria, obviamente. Lembro ao PT e ao PSOL que se trata de indivíduos condenados por homicídio qualificado, por motivo torpe, por motivo fútil, com crueldade, traição ou emboscada, para garantir outro crime; indivíduos condenados a 30 anos de prisão. O Partido Novo, na nossa fichinha, traz pontos positivos e pontos negativos. É muito raro um projeto não ter nenhum ponto negativo. Há o fato de haver videoconferência, para impedir o deslocamento dessas pessoas altamente perigosas, que não somam nada ao nosso País. Eu rezo todos os dias para que pessoas desse tipo sejam levadas o mais rápido para Papai do Céu, ou para o inferno. Eu rezo para que, na metade do caminho, elas melhorem. É absurda a orientação do PT e do PSOL. Obviamente, o Partido Novo vota "não".
  • 16/04/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de votação nominal do requerimento de retirada de pauta das Emendas do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 5.391, de 2020, que altera a Lei nº 11.671, de 2008, para incluir em estabelecimentos penais federais de segurança máxima o preso, provisório ou condenado, pela prática do crime de homicídio qualificado previsto no inciso VII do § 2º do art. 121 do Decreto-Lei nº 2.848, de 1940 (Código Penal), e a Lei nº 7.210, de 1984 (Lei de Execução Penal), para dispor sobre a aplicação do regime disciplinar diferenciado, na forma que especifica.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de votação nominal,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Silvio, é difícil entender por que o PT e o PSOL sempre votam contra quando a gente cria dificuldades para criminosos. Este caso envolve assassinos, pessoas que cometeram crimes gravíssimos e que estão em prisão de segurança máxima, para evitar o percurso para uma audiência, para fazê-la por teleconferência. Está aqui: ampliação do uso de videoconferência para todos os presos em estabelecimentos penais federais, para aumento da segurança, redução de custos operacionais, fortalecimento do sistema penitenciário federal no enfrentamento ao crime organizado, correção e uniformização terminológica da legislação, conferindo maior técnica jurídica. Cara, como um partido, em sã consciência, vai ser contra um projeto que foi aprimorado no Senado e retorna para esta Casa? O Partido Novo orienta "não" à retirada.
  • 16/04/2026

    O Deputado defendeu a necessidade de maior regulação das apostas online, com regras mais rígidas, e recriminou o Governo do Partido dos Trabalhadores (PT) por contradição ao criticar as bets após ter articulado sua aprovação. Ademais, condenou a declaração do Presidente Lula sobre o caso envolvendo o ex-Deputado Federal Alexandre Ramagem, apontando falhas institucionais na segurança pública, em especial da Polícia Federal. Além disso, afirmou haver desarticulação entre os Poderes e despreparo do Presidente da República.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Aposta esportiva,regulação Presidente da República,declaração,Ex-deputado federal,Política de segurança pública,Multa de trânsito,Polícia Federal (PF),Governo federal

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Silvio. Eu, de certa maneira, concordo que a atividade das bets precisa ser devidamente regulada com regras mais rígidas, mas o Líder do Governo subiu à tribuna para criticá-las, embora tenha sido o próprio Governo que se articulou para aprovar as bets. Então, é um contrassenso. Foi o próprio Governo do PT que fez uma grande articulação para aprová-las. Presidente Silvio, ontem, o Presidente Lula teve uma participação equivocadíssima em uma entrevista sobre o caso Ramagem, em que ele afirmou que não foi apenas uma multa de trânsito, que o Ramagem foi condenado, mostrando toda a falta de articulação das instituições de segurança do País. É um despreparo! O Presidente Lula é um reflexo da falta de educação, da falta de articulação institucional, da falta de moral. E essa declaração do Presidente Lula foi veiculada pelos órgãos de comunicação do Governo, mostrando um total despreparo da própria Polícia Federal. A gente terminou o dia com a imagem das filhinhas pequenininhas do Ramagem e da sua esposa recebendo-o em casa. A gente tem um Brasil totalmente desarticulado, com os Poderes em desequilíbrio e um Presidente sem rumo. Obrigado.
  • 16/04/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de Redação adotada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania no Projeto de Lei nº 2.234, de 2023, que altera a redação de dispositivos do artigo 4° da Lei n° 10.201, de 14 de fevereiro de 2001, que instituiu o Fundo Nacional de Segurança Pública - FNSP.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de redação,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Silvio, o Partido Novo é contrário porque existem aqui pontos que tiram a autonomia financeira de Estados e Municípios. O projeto cria uma vinculação obrigatória de receita ao determinar que 5% das multas de trânsito sejam transferidos para o fundo nacional; amplia a centralização de recursos e diretrizes na esfera federal em matéria tradicionalmente executada por entes subnacionais, o que pode gerar distorções federativas e perda de flexibilidade na aplicação local das receitas; e condiciona o acesso a recursos do fundo à criação e manutenção de estrutura administrativa específica e carreira de agente de trânsito, interferindo na autonomia administrativa dos entes federados. Cito sempre o exemplo do Estado de São Paulo. Eu gosto de usar muito a Rodovia dos Bandeirantes e a Dom Pedro I, que são rodovias estaduais. Essa autonomia dos Estados é muito importante, até para compararmos as boas e as más políticas públicas.
  • 15/04/2026outros
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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Hoje eu subo a esta tribuna para falar de esperança — esperança de que o Brasil pode, sim, trilhar um caminho diferente, mais responsável, mais eficiente, mais respeitoso com o dinheiro do cidadão. E quando falamos desse caminho, é impossível não olhar para o que foi feito em Minas Gerais sob a liderança do governador Romeu Zema. Minas era um estado quebrado. Um estado sufocado por dívidas, desorganização administrativa, falta de credibilidade e incapaz de honrar compromissos básicos. E o que vimos ao longo desses anos foi uma verdadeira reconstrução — feita com seriedade, com técnica e, principalmente, com respeito ao contribuinte. Romeu Zema mostrou que é possível governar sem privilégios. Mostrou que é possível montar uma equipe baseada em competência, e não em apadrinhamento político. Mostrou que dá para equilibrar as contas públicas sem recorrer ao aumento irresponsável de impostos, mas sim com gestão, com corte de desperdícios e com foco em resultados. Isso não é discurso. Isso é prática. Minas Gerais voltou a pagar seus servidores em dia. Voltou a atrair investimentos. Voltou a gerar confiança. E isso não aconteceu por acaso — aconteceu porque houve coragem para enfrentar velhos vícios da política brasileira. E é exatamente por isso que cresce, de forma legítima, a possibilidade de uma candidatura de Romeu Zema à Presidência da República. O Brasil hoje precisa de gestão. Precisa de alguém que entenda que o dinheiro público não pertence ao governo — pertence ao povo. Precisa de alguém que tenha compromisso com eficiência, com transparência e com resultados concretos. O que foi feito em Minas pode, sim, servir de referência para o Brasil. Um país não pode continuar sendo administrado com improviso, populismo e irresponsabilidade fiscal. Não há futuro possível sem equilíbrio nas contas, sem segurança jurídica e sem um ambiente favorável para quem quer trabalhar, empreender e produzir. A experiência de Minas Gerais mostra que existe um caminho alternativo — um caminho baseado em gestão, mérito e responsabilidade. E é esse tipo de liderança que muitos brasileiros começam a buscar. Não se trata de um nome apenas. Trata-se de um modelo de gestão. Um modelo que respeita o cidadão, que valoriza o esforço de quem trabalha e que entende que o Estado deve servir à população — e não o contrário. Que o Brasil possa olhar com atenção para exemplos que deram certo. Que possamos aprender com experiências bem-sucedidas e, acima de tudo, ter coragem de mudar o rumo do nosso país. Muito obrigado
  • 15/04/2026

    O Deputado informou que, junto a integrantes da CPMI do INSS, participou de agenda no STF para entrega do relatório final da comissão aos Ministros André Mendonça e Luiz Fux. Relatou que o documento, com cerca de 4.400 páginas, reuniu conclusões de investigações realizadas ao longo de 40 sessões. Informou também que o relatório apontou 216 indiciamentos, envolvendo operadores financeiros, entidades sindicais, servidores públicos e outras pessoas citadas no contexto das apurações. Afirmou que o material foi encaminhado para integração a inquéritos em andamento na Polícia Federal. Por fim, destacou que os Ministros consideraram a continuidade das investigações e destacou o encerramento dos trabalhos da CPMI.

    Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Relatório final,entrega,Supremo Tribunal Federal (STF)

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Presidente, eu acabo de chegar do STF, juntamente com parte dos Deputados integrantes da CPMI do INSS, inclusive o Presidente Carlos Viana, o Relator Alfredo Gaspar, o Deputado Sargento Fahur, aqui também presente na Câmara dos Deputados. Foi entregue o relatório, com 4.400 páginas, para o Ministro André Mendonça e o Ministro Luiz Fux. Esses Ministros entenderam que a CPMI deveria continuar. Foram 216 indiciados, com operadores financeiros, sindicatos fantasmas, servidores públicos corruptos que aceitavam propina e fizeram parte do esquema. O problema foi que a CPMI chegou à sala do Presidente da República, chegou ao seu filho, chegou ao irmão do Presidente da República, uma estrutura que, entre os indiciados, estão Deputados Federais, Senadores, Presidentes de partido. Todo esse relatório vai ser juntado ao inquérito do Ministro André Mendonça, que já o está encaminhando para os delegados da Polícia Federal no nosso País. Dezenas de pessoas serão presas ainda este ano e dezenas de pessoas serão presas ainda em 2027. É muita informação, fruto de quarenta sessões que tivemos na CPMI do INSS e que foi, assim, extremamente satisfatória. Quero agradecer muito ao meu partido, o Partido Novo, pela indicação. Obrigado, Presidente Charles.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.