
Nome civil: Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima · 48 anos
Bananômetro
91/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 93% dos deputados · média do partido: 90
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 97%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 46%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 99%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 22%das 844 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 96%das 901 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.luizlima@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5504
- Gabinete
- Gabinete 504, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 389 de 391 sessões
Votou nas votações
97%
Registrou voto em 1.090 de 1.119 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 20 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
22%
Em 844 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
1.065 discursos na tribuna e 467 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 13/10/2026.
- 19/05/2026
O Deputado prestou homenagem ao policial civil e piloto Felipe Monteiro, morto após mais de um ano de tratamento depois de ter sido atingido por um disparo durante uma operação policial no Rio de Janeiro. Relatou que o helicóptero utilizado na ação não possuía vidro blindado e destacou a atuação do agente na segurança pública. Também manifestou solidariedade à esposa e à sobrinha de Felipe Monteiro, cuja guarda era exercida pelo policial. Afirmou que o Rio de Janeiro enfrenta grave crise na segurança e defendeu maior atuação do Governo Federal no combate ao crime organizado para reverter a situação do Estado.
Palavras-chave oficiais: Policial civil,Rio de Janeiro (Estado),Homenagem,Crise,Segurança pública
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Vou fazer uma homenagem aos familiares e amigos do policial civil e piloto Felipe Monteiro, que lutou, lutou mesmo por 1 ano e 2 meses. Ele foi atingido por uma bala numa operação policial no Rio de Janeiro. O vidro do helicóptero não era blindado. Ele faleceu aos 46 anos, deixando uma sobrinha cuja guarda tinha e uma esposa a Keidna. Então, registro toda a minha solidariedade. Felipe, você é mais um servidor que lutou pela segurança do nosso País. O Rio de Janeiro, que foi Capital do Brasil durante 200 anos, está largado, está entregue. A gente sabe que a situação do Rio de Janeiro só vai se reverter com um governo federal firme que combata verdadeiramente o crime. Então, Felipe, meu amigo, vá com Deus. Que Deus o proteja e nos ilumine. Que a gente possa salvar o Rio de Janeiro. Obrigado, Presidente Charles. - 14/05/2026entregue por escrito
O Deputado defendeu o uso do esporte, especialmente as artes marciais e a defesa pessoal, como ferramenta de proteção e transformação social para mulheres e meninas. Destacou que destina emendas parlamentares a projetos sociais nessa área, argumentando que o treinamento físico vai além da técnica, desenvolvendo autoestima, disciplina e autoconfiança, atributos que contribuem para a prevenção da violência. Concluiu afirmando que defender a mulher exige ações concretas com investimento de recursos públicos, e não apenas discursos, reforçando o papel do esporte como instrumento de inclusão, autonomia e dignidade.
Palavras-chave oficiais: Esporte,Defesa pessoal,Arte marcial,Mulher,proteção,Violência contra a mulher,Emenda,Parlamentar,Projeto social
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Subo hoje a esta tribuna para falar de um tema extremamente importante: a proteção da mulher brasileira. Nós vivemos um tempo duro. Um tempo em que os números da violência contra a mulher assustam o país. Casos de feminicídio, agressões, abusos e violência doméstica se repetem diariamente. E diante dessa realidade, nós, homens públicos, não podemos apenas lamentar. Precisamos agir. Por isso, tenho muito orgulho de destinar emendas parlamentares para projetos sociais voltados à defesa pessoal, às artes marciais e às lutas para mulheres e meninas. O esporte transforma. As lutas transformam. Elas ensinam disciplina, coragem, autocontrole e, acima de tudo, confiança. Uma mulher treinada não carrega apenas técnica. Ela carrega postura, segurança e autoestima. Muitas vezes, o agressor escolhe justamente quem aparenta vulnerabilidade. E quando uma menina aprende defesa pessoal, ela aprende também a impor limites, a acreditar em si mesma e a não aceitar violência. Como atleta olímpico, eu vivi o poder transformador do esporte na minha própria vida. O tatame, a piscina, a quadra, o esporte social salvam vidas. E podem salvar também milhares de mulheres da insegurança e do medo. Esses projetos sociais não servem apenas para ensinar um golpe ou uma técnica. Eles criam ambiente de acolhimento, criam comunidade, afastam jovens da criminalidade e fortalecem famílias. Defender a mulher não é apenas fazer discurso bonito em rede social no Dia da Mulher. Defender a mulher é investir recursos públicos em ações concretas que deem autonomia, proteção e dignidade. E é isso que nós queremos fazer: usar o esporte como ferramenta de proteção, inclusão e transformação social. Porque uma mulher segura, confiante e forte ajuda a construir uma sociedade mais forte também. Muito obrigado. - 13/05/2026
O Deputado saudou o novo Líder do Partido Novo, Deputado Gilson Marques, desejando-lhe êxito na condução da bancada. Também agradeceu ao ex-Líder Marcel van Hattem, à Deputada Adriana Ventura, ao Deputado Ricardo Salles e à equipe de assessores legislativos pelo trabalho conjunto e pela colaboração nas pautas do partido.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Partido Novo (NOVO),Liderança partidária,agradecimento
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente, Deputado Hildo Rocha. Presidente Hildo Rocha, quero desejar boas-vindas ao novo Líder, o Deputado Gilson Marques, agradecer muito ao Deputado Marcel van Hattem, à Deputada Adriana Ventura, ao Deputado Ricardo Salles e a todo o nosso time de assessores legislativos. Para mim, tem sido uma honra. A cada início de semana eu aprendo mais um pouco com eles das diversas pautas de política pública. Não conhecemos tudo, não sabemos de tudo, mas, com o Partido Novo, tudo fica muito mais fácil. Deputado Gilson, que da competição que vamos enfrentar daqui a 3 meses saiamos vencedores. Obrigado. - 13/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 21, de 2026, que institui o Regime Especial de Tributação para Associações Desportivas (RETAD), para unificar a apuração de tributos federais incidentes sobre as receitas de associações civis desportivas sem fins lucrativos, e altera a Lei nº 14.193, de 6 de agosto de 2021. Ademais, criticou os Governos do Partido dos Trabalhadores (PT) por não inserirem esporte de qualidade nas escolas e universidades federais.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Partido Novo (NOVO),Voto favorável Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Política pública,Esporte,Política educacional,Universidade federal,Escola
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hildo Rocha. Presidente Hildo, muitos clubes de futebol têm modalidades olímpicas e paralímpicas, como Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo. O Relator do projeto, Deputado Doutor Luizinho, foi muito feliz quando apontou a necessidade dessas modalidades. A realidade da formação esportiva no Brasil é clubística. Em 20 anos de PT neste século, o Governo foi incapaz de inserir nas escolas e nas 63 universidades federais esporte de qualidade, como é executado nos clubes. O Grêmio Náutico União, o Corinthians, o Pinheiros, o Sport Club do Recife, os clubes aqui de Brasília é que formam os atletas olímpicos, eles é que fazem as equipes esportivas. Então, este projeto é muito oportuno, porque, vou repetir, no Brasil a base esportiva está nos clubes. Parabéns ao autor e ao Relator do projeto. O Partido Novo encaminha sim. - 13/05/2026
O Deputado registrou a visita de estudantes de Direito do Centro Universitário do Rio de Janeiro (RJ), do bairro de Campo Grande. Destacou a importância da presença dos alunos no Congresso Nacional e mencionou sua origem na mesma região do Rio de Janeiro (RJ). Afirmou que a atividade contribuiu para o entendimento sobre o equilíbrio entre os Poderes da República e o funcionamento do sistema institucional brasileiro. Também agradeceu a professores e coordenadores responsáveis pela visita e desejou sucesso aos estudantes na formação jurídica e futura atuação profissional no País.
Palavras-chave oficiais: Aluno universitário,Direito (ciência),Rio de Janeiro (RJ),Universidade privada,Saudação
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputada Jandira, do Rio de Janeiro, pela sua cordialidade. Presidente Hildo, eu gostaria de agradecer ao Centro Universitário do Rio de Janeiro, sediado no Bairro de Campo Grande. Alunos do curso de Direito estão visitando pela primeira vez o Congresso Nacional, trazidos pelo Prof. Rodrigo e pela Profa. Flâmer, coordenadores do curso. Digo que me dignifica muito receber aqui alunos de Campo Grande, bairro onde nasci, na Estrada do Moinho, no Rio de Janeiro. Fazemos de tudo neste campo político para que o Poder Judiciário seja um Poder de equilíbrio no Brasil e não de divisão. Graças a Deus, estes alunos têm esse entendimento a respeito do equilíbrio entre os Poderes no nosso País. Aos futuros advogados do nosso País muito sucesso! Muito obrigado, Profa. Flâmer, Prof. Rodrigo e Prof. Vítor. - 12/05/2026outros
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Subo hoje a esta tribuna para falar sobre uma data que passou no último domingo, mas cujo significado permanece vivo todos os dias: o Dia das Mães. Quero aqui prestar minha homenagem a todas as mães brasileiras. Mulheres fortes, guerreiras, resilientes, que muitas vezes carregam sobre os ombros o peso de uma família inteira sem jamais perder a capacidade de amar, acolher e proteger. Ser mãe no Brasil não é fácil. E nós precisamos reconhecer isso com honestidade. Em milhares, talvez milhões de lares brasileiros, o pai é ausente. E é a mulher quem segura as pontas. É ela quem acorda cedo, trabalha, educa, alimenta, protege, consola, orienta e ainda encontra forças para continuar mesmo diante das dificuldades. A mãe brasileira virou, muitas vezes, mãe e pai ao mesmo tempo. E isso precisa chamar a atenção desta Casa. Porque quando falamos em defesa da família, não podemos fazer isso apenas no discurso bonito. Precisamos olhar para a realidade concreta dessas mulheres que sustentam emocional e financeiramente seus lares. A mulher é o grande pilar da família brasileira. É a base afetiva, moral e emocional de muitos lares. Quando uma mãe está firme, a família resiste. Quando uma mãe é valorizada, os filhos têm mais oportunidades. Quando uma mãe recebe apoio, toda a sociedade melhora. E eu digo isso também como alguém que veio do esporte. O esporte me ensinou disciplina, superação e responsabilidade. Mas, por trás de quase todo atleta, existe uma mãe que acreditou quando ninguém acreditava, que incentivou, que abriu mão de si mesma para investir no sonho de um filho. Nós precisamos valorizar mais as mães do Brasil. Valorizar não apenas com homenagens em uma data comemorativa, mas com respeito, proteção, segurança, oportunidade e políticas públicas que realmente fortaleçam a família. Porque um país que abandona suas mães abandona o seu próprio futuro. Então fica aqui minha homenagem sincera a todas as mães brasileiras, especialmente aquelas que, silenciosamente, carregam o mundo nas costas todos os dias sem receber o reconhecimento que merecem. Muito obrigado. - 12/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei nº 488, de 2019, que determina a obrigatoriedade de imposição de penas restritivas de direitos aos condenados por crimes de pedofilia. Em seguida, ironizou o anúncio do plano de combate ao crime organizado pelo Governo Lula, questionando a credibilidade da iniciativa após 20 anos de Governos do Partido dos Trabalhadores (PT).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável Crime organizado,Política de segurança pública,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT)
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, ouvi o Líder do Governo aqui falando sobre o plano do Governo no combate ao crime organizado. Sargento Fahur, Sargento Gonçalves e Cabo Gilberto Silva, no vigésimo ano de Governo do PT neste século, ele fala que, a partir de hoje, ele vai combater o crime organizado! O Lula, nos Estados Unidos, fala: "Você pode cometer crime até domingo, mas na segunda-feira não pode mais! Quem cometeu cometeu, quem cometer agora que vai estar errado!" Olha, eu estou ansioso para ver o destaque do Partido Novo, porque hoje um menor de idade, com 17 anos e 11 meses, que estupra e mata, é liberado com 21 anos. Com o destaque do Partido Novo, com 17 anos e 11 meses, estuprou e matou, só vai sair com 30. Eles não querem! Plano de combate à criminalidade do PT, sendo que 90% dos presos vota no PT, você vai cair nessa, brasileiro? Eu só vou acreditar no dia em que 10% somente votarem no PT. O Partido Novo vota "sim". - 12/05/2026Breves Comunicações
O Deputado defendeu os Parlamentares eleitos com Jair Bolsonaro em 2018 e afirmou que nenhum dos nomes ligados ao antigo PSL esteve envolvido em denúncias relacionadas ao Banco Master ou ao escândalo do INSS. Criticou a atuação do Centrão e declarou que políticos envolvidos em irregularidades não pertenciam à Direita nem à Esquerda, mas a estruturas de poder consolidadas no Congresso. Também questionou a distribuição de emendas parlamentares e afirmou que votos de ocasião prevaleceram sobre votos de opinião. Criticou a influência política no STF, o modelo econômico adotado pelo Governo Federal e apontou desigualdades na representação política e econômica do País.
Palavras-chave oficiais: Ativismo judicial,Supremo Tribunal Federal (STF),Crítica Direita política,Centrão,avaliação
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Presidente Charles, eu fiquei ouvindo aqui alguns Deputados atribuindo aí crimes, ou possíveis crimes, a Deputados ligados ao bolsonarismo. Eu queria fazer uma defesa. Em 2018, quando o Presidente Bolsonaro foi eleito, ele elegeu mais de 50 Deputados Federais pelo antigo PSL. Nenhum desses Deputados Federais eleitos, que não eram políticos, inclusive eu, nunca sonhei em ser Deputado Federal, nenhum desses Deputados se envolveram com crimes. Nenhum; nenhum. O que aconteceu? No final do primeiro mandato do Presidente Bolsonaro, ele foi para o PL. Mas o PL é um liquidificador. Muitos Deputados que eram de outros partidos vieram para o PL se dizendo bolsonaristas. Se vocês perceberem, todos os nomes envolvidos com o Banco Master e o escândalo do INSS são velhos políticos, que fazem parte de uma estrutura política construída e sacramentada pelo PT em 20 anos de Governo deste século. Eu vou reafirmar: quando se fala que o Senador Ciro Nogueira é bolsonarista, o Senador Ciro Nogueira é profissional. O Senador Ciro Nogueira é Lula, é Bolsonaro, é Ciro, é Brizola, é Fernando Henrique, é o raio que o parta! É tudo! É tudo. Assim, como 400 Deputados aqui nesta Casa são tudo. No Conselho de Ética, na semana passada, quem puniu os Deputados Marcel van Hattem, Zé Trovão e Marcos Pollon foram PP, Republicanos, PSD e União Brasil, que, somados aos quatro votos do PT e do PSOL, puniram os Deputados. São tudo! Olha isso aqui. Eu me orgulho muito de ter sido Presidente da Comissão do Esporte em 2023. Eu tive 60 milhões de reais de emenda de Comissão. Eu dividi os 60 milhões de reais por todos os participantes. Ano passado, a Comissão do Esporte teve 1 bilhão de reais. Sabe quanto eu ganhei? Zero. Eu não saio. Eu nem sabia quem era Vorcaro, não fazia ideia. O Vorcaro explodia aqui, patrocinava todo mundo, até cunhada de Deputado. Deputado Bohn Gass, parece que o Centrão é um líder do MST que manda uma hora a Esquerda invadir uma fazenda, outra hora a Direita invadir uma fazenda, e quem conquistar a fazenda primeiro, o Centrão vai. É isso. Todos têm que ir para cadeia. Todos que cometem crime neste País têm que ir para cadeia. De todos os Deputados Federais eleitos em 2018 com o Presidente Bolsonaro, Deputado Bohn Gass no Rio de Janeiro, foram doze eleitos , só quatro retornaram em 2022. Nenhum está envolvido com o Banco Master, com o INSS. Então, a gente tem que dividir este Plenário aqui entre quem tem voto de opinião, sendo de esquerda e de direita, e quem domina. Quem tem o poder aqui não é quem tem voto de opinião, é quem tem voto de ocasião, que explora fortemente a vulnerabilidade social do nosso País. Por exemplo, no Rio de Janeiro, a Deputada Benedita tem voto de opinião, o Deputado Luiz Lima aqui tem voto de opinião, o Deputado Carlos Jordy tem voto de opinião, o Deputado Glauber Braga tem voto de opinião. Só que 80% dos Deputados Federais do Rio de Janeiro não têm voto de opinião. Eles têm voto de ocasião e sabem trabalhar muito bem com os recursos que, infelizmente, o atual Governo Federal, que está no seu quinto mandato neste século, de forma irresponsável, distribui, através de emenda de Comissão, através de extraorçamentária. E dá nisso aqui. Os que estão envolvidos não pertencem à Direita nem à Esquerda, os que estão envolvidos pertencem ao nada. Esse nada toma conta há muitos anos aqui deste Plenário. Nem participam aqui de debates. Esta Casa aqui está vazia. São pouquíssimos os que vêm aqui e debatem. Mas são os que mandam, infelizmente. Hoje, quem manda no Congresso Nacional, com todo respeito, é um representante do Amapá, que tem menos habitantes do que São João de Meriti, no Rio de Janeiro, e um cidadão que nasceu na cidade de Patos, na Paraíba. Eles que mandam no Brasil. Esses dois pilares de poderes do Congresso Nacional mandam no Brasil. Olhem como a representatividade da força econômica e populacional é completamente equivocada nesta Casa. E o STF coroa com flores indicações políticas partidárias quando o Presidente indica o seu advogado; indica o Flávio Dino, que é militante político, desde jovenzinho tem foto com Lula; que quis indicar o Messias. E o Brasil, a quinta economia do mundo, tem um salário mínimo de 270 dólares, cinquenta milhões de brasileiros endividados e trinta milhões de brasileiros no Bolsa Família. Getúlio Vargas deixou uma herança, que foi o Lula, que acha que o Estado vai gerar riqueza. Quem gera riqueza é trabalho, e, agora, querem tirar o trabalho. Realmente, o Brasil só sobrevive porque ele é muito rico, territorialmente, tem uma natureza incrível, porque, se não fosse isso, a gente já havia virado uma Angola, Moçambique, Uganda e por aí vai. Obrigado, Presidente Charles. - 12/05/2026Breves Comunicações
O Deputado comentou a participação de quatro brasileiros em uma flotilha que partiu da Espanha em direção à Palestina. Afirmou que a ação teve caráter político em apoio ao Hamas e criticou setores da Esquerda brasileira por relativizarem atos atribuídos ao grupo. Comparou índices de homicídio do Brasil e de países do Oriente Médio, mencionou a atuação do tráfico no Complexo da Maré e questionou a mobilização de ativistas brasileiros em conflitos internacionais diante da violência no País. Também ressaltou que Israel libertou os brasileiros detidos após a ação da flotilha.
Palavras-chave oficiais: Barco,Espanha,Palestina,Brasileiro,protesto,Guerra,Oriente Médio,Israel
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente Charles, quatro brasileiros saíram do Brasil, foram às proximidades de Israel, numa flotilha, saindo da Espanha, para chegar à Palestina e fazer uma espécie de propaganda política pró-Hamas. Eu gostaria de dizer que os cidadãos palestinos, infelizmente, não são nem recebidos no Egito, na Síria, na Jordânia ou no Líbano, países que fazem fronteira com Israel. Esses países morrem de medo do Hamas. Ele morrem de medo de abrir suas fronteiras para oferecer ajuda aos palestinos e serem invadidos por membros do Hamas. São países emblemáticos do Oriente Médio. Quando esses brasileiros foram presos pelas forças de Israel, eu me lembrei da música de Guilherme Arantes Meu Mundo e Nada Mais, de 1976: Quando eu fui ferido, vi tudo mudar, das verdades que eu sabia . Como é que um brasileiro sai do Brasil, o Brasil do PT, com taxa de 21 homicídios por 100 mil habitantes, e vai para lá? A taxa da Rússia é de seis homicídios; a da Ucrânia, de cinco a seis homicídios; a de Israel, de três homicídios; a da Palestina, de quatro homicídios. Por que o Sr. Thiago e seus amigos foram para lá, essa turma que fala sempre sem anistia? Quer dizer, é o mundo. Quando a ideologia deles se sobrepõe à razão, eles são capazes de apoiar uma organização terrorista que mata pessoas, mas, aqui, dizem sem anistia para pessoas que participaram de um movimento. Até se pode imaginar que querem derrubar algum governo. O que é pior: você matar pessoas ou derrubar um governo? O que é pior: você matar pessoas ou pichar uma estátua? Por que o Sr. Thiago não pega uma flotilha, entra baía de Guanabara adentro, no Rio de Janeiro, e vai ao Complexo da Maré pedir para o tráfico parar de oprimir as pessoas? A taxa de homicídios na Maré certamente é maior do que a brasileira, que é 21 homicídios a cada 100 mil habitantes. Ali deve chegar a quarenta, cinquenta homicídios. Ela é 25 vezes maior do que a da Faixa de Gaza. Hoje, participei de uma cerimônia linda na Casa, em homenagem à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, fundada, em Salvador, em 1685. Naquela época, havia ali divergências seriíssimas. Só que as divergências que encontramos hoje são relativas a uma ideologia que faz sobrepor uma razão até humana. Israel já soltou esses quatro brasileiros. Enquanto Israel solta quatro brasileiros que vão apoiar movimento terrorista, como o Hamas pesadíssimo, que põe bebês no micro-ondas, que entram na casa dos israelenses e matam sem motivo, e não quero aqui enaltecer guerra , o nosso Supremo Tribunal Federal mantém presas pessoas que foram julgadas de forma coletiva, sem individualização de pena. É muito triste saber que mesmo países em guerra, como Israel, Palestina, Síria, Líbano, Jordânia e Egito, são mais brandos com o julgamento de seus opositores do que o Supremo Tribunal Federal brasileiro. Obrigado, Presidente Charles. - 12/05/2026
O Deputado criticou o plano do Governo do Partido dos Trabalhadores (PT) de combate às organizações criminosas e afirmou não acreditar na proposta enquanto a maioria dos presos aptos a votar apoiar o Presidente Lula.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Política de segurança pública,combate,Organização criminosa,Voto,Preso,Presidente da República,Eleições
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles Fernandes, fica muito difícil acreditar no Governo do PT, depois de cinco mandatos no século XXI, quando ele apresenta um plano de combate às organizações criminosas, se 90% dos presos aptos a votar, segundo o nosso Tribunal Superior Eleitoral, votam no Lula. Eu vou repetir: como é que você vai acreditar que o Governo tem uma ação que vai combater o crime, se 90% dos presos votam no Lula? Eu só vou acreditar quando 10% dos presos votarem no Lula! Aí o plano de combate ao crime organizado vai funcionar. Enquanto 90% dos traficantes, assassinos, sequestradores, bandidos em geral votarem no PT, sinto muito, não dá para acreditar neste plano que o Governo do PT, depois de 20 anos governando o Brasil neste século, tem para combater o crime organizado me desculpem! - 11/05/2026Breves Comunicações
O Deputado relatou sua agenda política no Rio de Janeiro ao lado do Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, pré-candidato à Presidência da República. Destacou a visita ao bairro de Campo Grande, onde comerciantes manifestaram preocupação com queda de renda, dificuldade para manter empregos e efeitos de eventual mudança na escala de trabalho, que elevaria custos, informalidade e desemprego. Além disso, criticou a perda do poder aquisitivo, citou reduflação (redução do peso de produtos mantendo o mesmo preço), inflação em itens essenciais e salário mínimo de 270 dólares, e associou a alta da Bolsa à expectativa de derrota do Presidente Lula em 2026. Encerrou parabenizando o pré-candidato ao Governo do Rio de Janeiro, André Marinho, e os pré-candidatos a Deputado Federal e Estadual pelo partido NOVO.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Governador,Pré-candidato a cargo eletivo,Presidente da República,Minas Gerais,Comerciante,redução,Jornada de trabalho,Inflação,Reduflação,Salário mínimo,Bolsa de valores,valorização Pré-candidato a cargo eletivo,Partido Novo (NOVO)
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Presidente Charles, eu tive o prazer de acompanhar o Governador Romeu Zema, pré-candidato à Presidência da República, no Rio de Janeiro. Estivemos nas cidades de Volta Redonda, Niterói. Mas o que me chamou muito a atenção, antes do lançamento de pré-candidatura de Deputados Estaduais e Federais e do Governador André Marinho no Rio de Janeiro, foi a visita que a gente fez a Campo Grande, o maior bairro do Brasil no Rio de Janeiro, com 410 mil habitantes. Essa reunião foi realizada na sexta-feira à noite na Associação Empresarial de Campo Grande. Veja o relato dos comerciantes do bairro de Campo Grande no Rio de Janeiro, que, eu vou repetir, é o maior bairro do Brasil, tem uma população maior do que duas capitais, Vitória e Palmas então, é um bairro-cidade: alarmados. Eles disseram a mim e ao pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema, Governador de Minas Gerais, que nunca atravessaram um momento tão sensível para manterem empregos e para manterem os preços compatíveis com a queda de rendimento do trabalhador brasileiro. Veja, o Calçadão de Campo Grande é um dos pontos mais emblemáticos do nosso País, do ponto de vista comercial e de emprego. E numa decisão agora que parte do Poder Executivo, sem discussão, da redução da jornada, de 6 para 1, para 5 para 2, da redução de trabalho, do aumento da necessidade de contratar funcionários, justamente vão estar, no lucro de pequenos e médios empresários, padarias, restaurantes, pequenos comércios, que têm cinco, seis funcionários, e vão ser forçados a contratar mais dois, mais três. A informalidade vai aumentar, o desemprego vai aumentar. Ou a gente trabalha em conjunto com quem produz emprego neste País, que são os pequenos e médios comerciantes, ou, ao invés de terem 50 trabalhadores... Cinquenta por cento dos trabalhadores hoje estão devendo. Veja o Desenrola 2.0, veja o Desenrola 1, que já estava em 15 milhões, passou para 30, e, depois para 50, 30 milhões no Bolsa Família. E o pré-candidato à Presidência da República Governador Romeu Zema é empresário de ponta de linha, transformou o que o seu pai deixou para ele, com poucas lojas, em 400 lojas no interior de Minas Gerais, com 5 mil funcionários. Então, a conversa ali é muito próxima. Infelizmente, hoje a gente tem Governadores, candidatos a Presidente, que nunca deram emprego, que nunca estiveram ali na ponta de lança do atendimento ao que o cidadão quer. O brasileiro quer ganhar bem. O brasileiro que sai daqui para trabalhar na Europa, nos Estados Unidos, no Canadá não quer ganhar 270 dólares de salário mínimo, que é o mais baixo da América do Sul. A gente só ganha da Venezuela. Exemplo que o brasileiro vai entender: a caixa de bombom da Garoto acabou de reduzir seu peso de 250 gramas para 220 gramas. A Coca-Cola está tirando das prateleiras a embalagem de 2 litros para 1 litro e 250 mililitros. Isso se chama reduflação, quando o consumidor paga a mesma coisa por uma menor quantidade. Agora eu pergunto: se nem a Nestlé nem a Coca-Cola, que são dois colossos empresariais mundiais, estão aguentando o Brasil, como é que uma padaria, uma lanchonete, um comércio pequeno vai aguentar? Olha, isso é "cara-crachá". E alguém vai falar comigo: "Deputado Luiz, mas a Bolsa está batendo todos os recordes". A Bolsa está batendo recorde porque a Bolsa é futuro, já está vislumbrando lá na frente. As pesquisas estão falando que o Presidente Lula vai ser derrotado na eleição. Isso é fato público e notório. A Bolsa está sendo positiva porque tem uma visão futura, uma visão de esperança. Olha, 270 dólares de salário mínimo, com poder aquisitivo lá embaixo, a picanha nunca teve um aumento tão alto. Inflação nos transportes. Você, que pega um ônibus de casa, que trabalha com automóvel, que vai e volta de automóvel para sua casa, olha quanto está gastando. Olha a escola do seu filho, olha o plano de saúde que você não está mais conseguindo pagar. O poder aquisitivo do brasileiro corroeu. Foi uma grande oportunidade estar com o Governador Zema, pré-candidato à Presidência da República, no Rio de Janeiro, ouvindo tudo isso. E como é bom pessoalmente. Parabéns ao nosso pré-candidato ao Governo do Rio de Janeiro, o André Marinho, que é raro, tem o apoio do Governador Romeu Zema, tem o apoio do Senador Flávio Bolsonaro para lutar contra o soldado do Lula no Rio de Janeiro, que é o Sr. Prefeito Eduardo Paes. Boa sorte aos pré-candidatos a Deputado Federal e Estadual! Pela primeira vez, o NOVO vem com nominata completa. Obrigado, Presidente. - 06/05/2026
O Deputado registrou a presença do Vereador Rodolfinho, do Município de Mendes (RJ), no plenário da Câmara dos Deputados durante as comemorações pelos 200 anos da Casa. Além disso, destacou a atuação do Parlamentar municipal em projetos de iluminação pública e em campanhas de incentivo ao cadastramento de medula óssea. Por fim, elogiou o trabalho desenvolvido no primeiro mandato do Vereador e citou ações voltadas ao esporte e ao atendimento da população local.
Palavras-chave oficiais: Saudação,Vereador,Mendes (RJ),Iluminação pública,Doação de medula óssea,Esporte,Aniversário,Câmara dos Deputados
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Pompeo. Estamos recebendo no Plenário da Câmara dos Deputados, no dia da comemoração do bicentenário da Casa, o Vereador Rodolfinho, do Município de Mendes. Para quem não conhece Mendes, a cidade fica ao lado de Vassouras, onde foi filmada a novela Roque Santeiro. Aliás, ontem eu vi o ator Lima Duarte na televisão, com 95 anos. O Vereador Rodolfinho tem feito um ótimo trabalho na iluminação pública na cidade de Mendes, no bairro de Santa Rita até Ponte do Rocha, onde as pessoas caminham com frequência. Destaco também a campanha maravilhosa que o Vereador Rodolfinho faz em prol do cadastramento de medula óssea em toda a região de Mendes. Vereador Rodolfinho, parabéns pelo primeiro mandato e pelo trabalho também com esporte! Eu fico muito feliz por termos Vereadores, que são o braço de atendimento ao cidadão, tão trabalhadores e disciplinados como o Vereador. Parabéns! Deputado Pompeo de Mattos, muito obrigado. - 06/05/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que o Estado do Rio de Janeiro enfrenta uma crise estrutural na política e criticou práticas assistencialistas e acordos políticos em processos eleitorais. Além disso, mencionou a eleição unânime do presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar, e declarou que o Estado vinha sendo administrado de forma mais eficiente pelo Judiciário após decisões do desembargador responsável pelo Governo estadual interino. Ademais, destacou os 200 anos da Câmara dos Deputados e relembrou o período em que o Rio de Janeiro foi sede do Parlamento e Capital Federal. Ao finalizar, criticou a atuação de partidos de Direita no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados durante a votação envolvendo os Deputados Zé Trovão, Marcos Pollon e Marcel van Hattem.
Palavras-chave oficiais: Rio de Janeiro (Estado),Crise,Assembleia Legislativa,Clientelismo político,Desembargador,Governo estadual,interinidade Aniversário,Câmara dos Deputados,Rio de Janeiro (RJ),Ex-capital federal Conselho de Ética e Decoro Parlamentar,Suspensão (penalidade),Deputado federal,Partido político,Direita política,Democracia,Eleição
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - É verdade, Presidente Pompeo. A minha mãe gosta muito de V.Exa., muito. Presidente Pompeo, é uma honra ter a sessão presidida por V.Exa. Presidente Pompeu, pegando aqui a linha de discurso do Deputado que me antecedeu, do Rio de Janeiro, faço o registro de que no Rio de Janeiro hoje há um problema estrutural sério. O Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro Alerj, o Sr. Bacellar, teve voto dos 70 Deputados Estaduais, do PSOL ao PL, foi unanimidade. Dizem que toda unanimidade é burra, e eu acredito nisso. Eu acredito que, se você não tiver uma contestação, se você não tiver uma divergência honesta, você não evolui em nada na vida. O Rio de Janeiro hoje está sendo muito melhor governado por um membro do Judiciário olhe, é triste falar, porque a gente vive um embate com o Judiciário , um desembargador, que está fazendo o feijão com arroz, está fazendo o simples. A política assistencialista no Estado do Rio de Janeiro é muito dolorosa. É cada vez mais difícil uma pessoa se eleger, seja para Deputado Federal, Estadual ou Vereador, nos 92 Municípios do Rio, sem o troca-troca, sem o "toma lá, dá cá". A gente vê Deputados Federais serem eleitos com votação de 80%, 90%, de comunidades carentes, onde o Prefeito não é o Sr. Eduardo Paes nem o Sr. Cavaliere, não é o Prefeito da capital do Rio. A cidade do Rio tem quarenta, cinquenta Prefeitos. A exploração da vulnerabilidade social está acabando com a democracia no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro. Esta Casa, a Câmara dos Deputados, que comemora hoje 200 anos, teve 135 anos da sua vida no Rio de Janeiro, desde 1826. O Rio de Janeiro foi a Capital Federal de 1763 a 1960. Foram 197 anos da Capital Federal no Rio de Janeiro, e então se transferiu o poder para Brasília. E aí nós sonhamos. Hoje eu vi aqui discursarem muitas pessoas que, eu vou ser muito sincero, deveriam ser proibidas de entrar novamente nesta Câmara dos Deputados, eu vou repetir, deveriam ser proibidas. Se ontem alguns Deputados, por muito pouquinho, foram suspensos, imaginem os Deputados que fizeram parte desta Casa, foram presos e estão novamente aqui fazendo discurso, como se fossem paladinos da justiça. Ontem os Deputados Zé Trovão, Marcos Pollon e Marcel van Hattem receberam apenas quatro votos favoráveis, e quinze votos contrários. Desses quinze, quatro foram do PT e do PSOL, e os outros onze vieram do PP, do PSD, do Republicanos e do União Brasil, partidos que se dizem de direita, partidos que dizem estar conosco, partidos que pleiteiam uma candidatura a Vice-Presidente do candidato Flávio Bolsonaro. População brasileira, abra o olho! Esses partidos são muito mais profissionais do que vocês imaginam. Obrigado, Presidente Pompeo. - 06/05/2026entregue por escrito
O Deputado criticou a decisão do Ministro Gilmar Mendes de trancar o processo contra Carlos Arthur Nuzman no caso sobre a escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016. Afirmou que o episódio expôs falhas na legislação brasileira para combater corrupção privada em entidades esportivas e relembrou projeto apresentado em 2019 para tipificar esse tipo de crime. informou que escândalos envolvendo entidades esportivas nacionais e internacionais comprometeram a credibilidade do esporte e afastaram investidores e patrocinadores. Defendeu modernização da legislação, fortalecimento da transparência e mecanismos de responsabilização em clubes, federações e confederações esportivas.
Palavras-chave oficiais: Rio de Janeiro (RJ),Sede,Jogos Olímpicos,Decisão judicial,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Crítica
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, mais uma vez o Brasil assiste a um capítulo triste da história do esporte nacional. A notícia de que o ministro Gilmar Mendes decidiu trancar o processo envolvendo o ex-presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, no caso relacionado à compra de votos para a escolha do Rio como sede das Olimpíadas de 2016, reacende um debate fundamental: a ausência, no Brasil, de mecanismos eficazes para combater a corrupção privada no esporte e nas entidades privadas que movimentam bilhões de reais. E eu lembro desta tribuna que, ainda em 2019, apresentei um Projeto de Lei justamente para tipificar o crime de corrupção privada no ordenamento jurídico brasileiro. Um projeto inspirado em legislações modernas do mundo desenvolvido, porque não é aceitável que dirigentes de entidades privadas, clubes, federações ou confederações movimentem recursos gigantescos, influenciem decisões públicas e privadas, e ainda existam brechas legais que dificultem a responsabilização penal. O Brasil avançou no combate à corrupção pública, mas continua atrasado no enfrentamento da corrupção privada. E o esporte infelizmente virou um ambiente extremamente vulnerável a isso. Basta olhar os escândalos que marcaram o COB, a FIFA, federações internacionais e tantas outras entidades ao redor do mundo. O caso envolvendo a escolha do Rio para sediar os Jogos Olímpicos abalou a imagem do esporte brasileiro perante o mundo. Houve investigação da Polícia Federal, do Ministério Público, denúncias gravíssimas envolvendo compra de votos, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Independentemente do mérito jurídico da decisão do STF, fica evidente como o Brasil ainda possui lacunas legais enormes quando o assunto é corrupção dentro de entidades privadas. E infelizmente o meu projeto, apresentado em 2019, não avançou nesta Casa. Talvez porque muita gente ainda ache que corrupção privada é um problema menor. Não é. Corrupção privada destrói a concorrência, prejudica investidores, afasta patrocinadores sérios, corrói a credibilidade das instituições e destrói a confiança da população. No esporte, pior ainda: destrói sonhos, destrói carreiras e mancha a imagem do país. O Brasil precisa decidir se quer continuar sendo o país da impunidade seletiva e das brechas eternas ou se quer modernizar sua legislação para proteger verdadeiramente a ética nas relações privadas. O esporte brasileiro merece transparência, governança e responsabilidade. E o povo brasileiro merece respeito - 05/05/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou declaração do Presidente Lula sobre endividamento e associou o Programa Desenrola 2.0 ao aumento de devedores no País. Além disso, apontou crescimento do número de brasileiros endividados e questionou a proposta de redução da jornada de trabalho. Também atribuiu dificuldades econômicas à baixa remuneração e à elevada carga tributária, comparando o Brasil a outros países e destacando impactos de impostos sobre consumo e emprego.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,declaração,Programa Extraordinário de Reequilíbrio Financeiro das Famílias (Novo Desenrola Brasil),endividamento,aumento Governo federal,Carga tributária,Consumo,Emprego,Prejuízo Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Crítica
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente Gabriel, é uma honra ter a sessão presidida por V.Exa. Obrigado pela oportunidade. Deixo aqui, nos breves 30 segundos que antecedem o meu discurso, o pedido para que a gente possa rever esse modelo de inscrição, para que realmente os primeiros inscritos tenham a previsibilidade do momento de fala, sem punir aqueles que falarão na semana seguinte. A gente não sabe muito bem a hora que vai falar. Presidente Gabriel, o Presidente Lula ontem disse: "O povo brasileiro tem que comemorar a capacidade de se endividar". Quem não acredita, procure; vocês vão ver que eu estou falando a verdade. Ele falou exatamente assim: "O povo brasileiro tem que comemorar a capacidade de se endividar", no lançamento do Programa Desenrola 2.0, que usa o próprio FGTS do trabalhador para perdoar a própria dívida. Quer dizer, o trabalhador vai se enrolar cada vez mais. No primeiro Desenrola, no seu início, em 2023, nós tínhamos 30 milhões de brasileiros no mercado de trabalho devendo. Após o programa, esse número aumentou para 45 milhões. Então, nós temos hoje de 45 milhões a 50 milhões de brasileiros que trabalham devendo, temos mais 20 milhões de brasileiros que recebem Bolsa Família. A nossa economia está em colapso. E o "papai" Lula vibra com os brasileiros endividados porque ele lança um programa eleitoreiro, às vésperas da eleição. O Governo, sem ter o que apresentar, agora apresenta a diminuição da carga de trabalho de 6 por 1, para 5 por 2 , com a nossa economia em colapso. Eu faço uma pergunta ao Presidente Lula: como fará um estabelecimento comercial com oito funcionários? Já está difícil manter o emprego desses oito. Vai ter que contratar mais dois, arrecadando a mesma coisa? A culpa não é de 6 dias de trabalho, de 7 dias, de 5 dias, de 4 dias, a culpa principal é que o salário mínimo no País é o segundo pior da América do Sul: 270 dólares. A gente só supera a Venezuela. É por isto que o trabalhador brasileiro está indo trabalhar no Paraguai, porque lá ele ganha mais, e o custo de vida é menor. O custo para o empregador é altíssimo. O imposto pago pelo empregado está aqui. Olhem os dez países que menos trabalham por ano para pagar impostos: Maldivas, zero hora; Emirados Árabes, 12 horas; Bahrein, 36 horas; Catar, 36 horas; Luxemburgo, 59 horas. Dos dez países que mais têm que trabalhar para pagar impostos, segundo o Banco Mundial, em primeiro está o Brasil, 2.600 horas. Quer dizer que o brasileiro trabalha janeiro, fevereiro, março, abril e parte de maio para pagar imposto. É o dobro do segundo colocado, que é a Bolívia, com 1.080 horas. Depois aparecem: Vietnã, 941 horas; Nigéria, 938 horas; Venezuela, 864 horas. Ainda sobre impostos, sobre os medicamentos, foram 36% de imposto; luz, 45%. Se você tem uma conta de luz de 100 reais, 45 reais são impostos. Na conta de telefone, 47%; no preço do açúcar, 40%; no preço do biscoito, 38%; no preço do sabonete e do xampu, 52%; no papel higiênico... Você sabe quanto paga de imposto quando você senta ali no troninho? Paga 40%. O Governo Lula cobra 40% de imposto de você... (Risos.) Eu estou segurando, Deputado Otoni. O Deputado Otoni de Paula falou aqui, mas é isso mesmo que você de casa pensou. Vaso sanitário, Deputado Otoni, 44% de imposto. Se formos aos dados do Censo, vemos que 3.500.000 brasileiros não têm banheiro em casa. É mais do que a população das capitais Vitória, Rio Branco, Boa Vista, Macapá, Porto Velho, Florianópolis e Aracaju. E a culpa é do empregador! Quando paga um salário de 10 mil reais para um funcionário, o empregador tem que gastar 17%, e o empregado paga 7% de imposto. Nessa operação de 17%, o Governo fica com 10%. Olhem, o PT faliu o Brasil em cinco mandatos neste século. - 05/05/2026
O Deputado afirmou que reagiu a declarações de um Parlamentar religioso que defendeu aproximação do Brasil com o Irã. Citou números sobre execuções no Irã e criticou essa posição durante o debate. Também declarou que o Presidente Lula não teria emitido manifestação oficial sobre a morte de quatro brasileiros assassinados pelo Hamas em 7 de outubro de 2023, mencionando os nomes das vítimas. Comparou diferentes respostas do Governo federal a episódios internacionais envolvendo cidadãos brasileiros e questionou a coerência dessas manifestações públicas. Tratou de política externa, direitos humanos e posicionamentos do Executivo em casos internacionais recentes.
Palavras-chave oficiais: Política externa,Irã
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, eu vivi para ouvir um padre brasileiro pedir ao Governo que se associe ao Irã. Somente este ano, o Irã executou 42 mil cidadãos iranianos desarmados em manifestos. O Presidente Lula, segundo o padre, assinou um manifesto em relação ao brasileiro Thiago Ávila, que foi detido em Israel. Eu quero, então, lembrar os quatro brasileiros mortos pelo Hamas no dia 7 de outubro: a Bruna, carioca; o Ranani, gaúcho; a Karla, carioca; e o Michel Nisembaum, brasileiro-israelense. Quando eles foram mortos, o Presidente Lula não emitiu nenhum documento intitulado manifesto. Vou repetir: os quatro brasileiros que foram assassinados pelo Hamas no dia 7 de outubro de 2023, se não me engano, não receberam nenhum manifesto do Presidente Lula. - 05/05/2026entregue por escrito
O Deputado saudou a realização da Copa do Mundo de Futebol Feminino no Brasil como reconhecimento internacional do esporte nacional e oportunidade de valorizar atletas e inspirar meninas em todo o País. Também alertou para a responsabilidade que acompanha a honra de sediar o evento, recordando lições de obras superfaturadas e legados não concretizados na Copa do Mundo FIFA de 2014 e nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Por fim, defendeu que cada investimento seja transparente e eficiente, e que o evento deixe legado real: incentivo ao esporte de base, fortalecimento do futebol feminino e geração de emprego e renda com respeito ao dinheiro público.
Palavras-chave oficiais: Copa do Mundo Feminina,Esporte nacional,valorização,Jogador de futebol,Mulher,Brasil,Sede
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Hoje eu subo a esta tribuna para tratar de um tema que deve encher o coração de todos os brasileiros de orgulho: a realização, em nosso país, da Copa do Mundo de Futebol Feminino. Receber um evento dessa magnitude é uma honra imensa. É o reconhecimento internacional da força do nosso esporte, da nossa cultura e, sobretudo, do crescimento e da valorização do futebol feminino no Brasil. Não estamos falando apenas de futebol. Estamos falando de oportunidade. Oportunidade de inspirar meninas em todo o país, de mostrar que o esporte é caminho de disciplina, de superação e de transformação social. Estamos falando de dar visibilidade às nossas atletas, que por tanto tempo foram deixadas à margem, mas que hoje mostram talento, garra e orgulho de vestir a camisa do Brasil. Mas, Senhor Presidente, junto com a honra vem a responsabilidade. E é justamente aqui que nós precisamos ser firmes, vigilantes e comprometidos com o interesse público. O Brasil já sediou grandes eventos, como a Copa do Mundo FIFA de 2014 e os Jogos Olímpicos Rio 2016. Eventos que também foram marcados por grande expectativa, mas que deixaram lições importantes algumas delas duras. Obras superfaturadas, equipamentos subutilizados, promessas de legado que, em muitos casos, não se concretizaram. Nós não podemos repetir esses erros. Cada real investido precisa ser justificado. Cada obra precisa ter utilidade permanente. Cada decisão precisa ser guiada pela transparência, pela eficiência e pelo respeito ao contribuinte brasileiro. Não podemos aceitar estádios que se tornem elefantes brancos. Não podemos aceitar contratos obscuros. Não podemos aceitar que, mais uma vez, o povo brasileiro pague a conta sem receber o retorno prometido. Ao contrário, temos a obrigação de fazer diferente. A Copa do Mundo Feminina precisa deixar um legado real: incentivo ao esporte de base, fortalecimento das categorias femininas, melhoria das estruturas esportivas que sirvam à população depois do evento, geração de emprego e renda com responsabilidade. E mais: precisa ser um marco de gestão eficiente, mostrando que o Brasil é capaz de realizar grandes eventos com seriedade, planejamento e respeito ao dinheiro público. Senhoras e Senhores, O orgulho de sediar um evento dessa dimensão só será completo se vier acompanhado de responsabilidade. Não basta receber o mundo de braços abertos é preciso mostrar que aprendemos com o passado e que estamos preparados para fazer melhor. Que essa Copa seja, sim, um símbolo de orgulho nacional. Mas que seja também um exemplo de boa gestão, de compromisso com o futuro e de respeito com cada cidadão brasileiro. Muito obrigado. - 04/05/2026entregue por escrito
O Deputado destacou o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa como momento de reflexão sobre o papel da comunicação na democracia. Afirmou que a imprensa livre é essencial para garantir fiscalização, limitar o poder e assegurar o funcionamento das instituições. Em seguida, criticou o ambiente de pressão sobre jornalistas e veículos, ao apontar tentativas de deslegitimar opiniões divergentes. Defendeu que a liberdade de imprensa deve abranger críticas e posições contrárias, sem distinção. Também alertou para riscos à democracia diante de restrições à expressão. Por fim, reforçou que cabe aos representantes garantir transparência e preservar o direito da sociedade à informação e ao questionamento.
Palavras-chave oficiais: Dia da Liberdade de Imprensa,Democracia,transparência,Liberdade de expressão,Autoritarismo,Jornalista,fiscalização
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Nesta semana, celebramos o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, uma data que deveria servir não apenas para homenagens, mas principalmente para reflexão. Liberdade de imprensa não é um slogan bonito. É um dos pilares de qualquer democracia que se pretenda séria. Sem imprensa livre, não há fiscalização. Sem fiscalização, não há limite ao poder. E sem limite ao poder, o que se instala é o arbítrio. Mas é preciso dizer com clareza: não existe liberdade de imprensa seletiva. Não existe liberdade só para quem pensa igual. Liberdade de imprensa de verdade é aquela que protege, inclusive e principalmente a crítica, a divergência, a opinião incômoda. O que temos visto no Brasil, infelizmente, é um ambiente cada vez mais hostil à liberdade de expressão. Jornalistas sendo pressionados, veículos sendo intimidados e uma tentativa constante de rotular opiniões divergentes como desinformação, quando, na verdade, muitas vezes são apenas opiniões contrárias ao poder de plantão. E aqui faço um alerta: quando se começa a relativizar a liberdade de imprensa, o próximo passo é relativizar a própria democracia. A história mostra e mostra com clareza que todo regime autoritário começa assim: primeiro controlando a narrativa, depois controlando quem pode falar. Defender a liberdade de imprensa não é defender excessos. É defender o direito de questionar, de investigar e de criticar. É defender o cidadão de um Estado que, sem controle, tende sempre a avançar sobre as liberdades individuais. Por isso, neste Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, o que precisamos reafirmar é simples: nenhum poder está acima da crítica. Nenhuma autoridade está acima do questionamento. O Brasil precisa de mais liberdade, não de menos. Precisa de mais transparência, não de mais controle. E nós, como representantes do povo, temos o dever de garantir que a voz da sociedade nunca seja silenciada. Muito obrigado - 29/04/2026outros
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Subo hoje a esta tribuna para falar de um movimento que começa a ganhar força no Brasil: o crescimento consistente da candidatura de Romeu Zema. E não é por acaso. Não é marketing vazio. Não é discurso bonito sem lastro. É resultado. É entrega. É gestão séria. Minas Gerais, que há poucos anos enfrentava um cenário de completo descontrole fiscal, hoje apresenta equilíbrio nas contas, responsabilidade com o dinheiro público e respeito ao contribuinte. Um estado que saiu do caos para um caminho de previsibilidade, sem populismo, sem privilégios, sem aparelhamento. Isso tem nome: gestão técnica, coragem política e compromisso com quem paga a conta o cidadão. E é justamente isso que o Brasil precisa. O que vemos hoje no cenário nacional é um país que voltou a trilhar o caminho do descontrole, do aumento da máquina pública, da irresponsabilidade fiscal e de escolhas ideológicas que penalizam diretamente a população, especialmente os mais pobres. Por isso, é natural que surjam lideranças que representem uma alternativa real. E Romeu Zema se apresenta como alguém que já fez e não apenas promete fazer. Alguém que provou, na prática, que é possível governar com seriedade, com eficiência e sem os vícios da velha política. E mais importante: alguém que está alinhado, sim, com outros nomes da direita brasileira, como o senador Flávio Bolsonaro, dentro de uma mesma trincheira. Uma trincheira que defende valores claros: liberdade econômica, responsabilidade fiscal, menos Estado e mais eficiência, respeito ao cidadão e combate firme a um modelo de poder que há anos se sustenta em práticas que já conhecemos muito bem. Não se trata de vaidade pessoal. Não se trata de disputa interna. Trata-se de um objetivo maior: oferecer ao Brasil um caminho diferente daquele que hoje está colocado. O Brasil precisa de gestão. Precisa de coragem. Precisa de gente que já mostrou capacidade de transformar. E é por isso que o crescimento de Romeu Zema não deve ser visto apenas como um fenômeno eleitoral mas como um sinal claro de que a sociedade brasileira está buscando alternativas sérias, responsáveis e comprometidas com o futuro do país. Muito obrigado - 29/04/2026
O Deputado celebrou a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Senado, classificando o momento como histórico, o primeiro desde o Governo Floriano Peixoto, em 1894. Atribuiu o resultado não apenas à pessoa indicada, mas a um problema estrutural no processo de indicação, criticando o Presidente Lula por ter prometido em campanha não indicar amigos ao STF e, na prática, ter indicado seu advogado Zanin, o ex-aliado Flávio Dino e Jorge Messias, a quem chamou de "Bessias", referindo-se ao seu histórico de proximidade com o Partido dos Trabalhadores (PT). Por fim, parabenizou os Senadores e destacou a contribuição dos editoriais dos jornais Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Rejeição,Senado Federal,Presidente da República,indicação,Supremo Tribunal Federal (STF),Partido dos Trabalhadores (PT),Jornal
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Laura Carneiro. Primeiro, peço desculpas pela minha empolgação, quando cheguei aqui, após a votação no Senado acerca do indicado ao STF. Presidente Laura, eu quero agradecer a cada um dos meus eleitores, no Rio de Janeiro, que me deu o privilégio de estar vivendo um momento histórico. Desde o Governo Floriano Peixoto, em 1894, um indicado pelo Presidente da República ao cargo de Ministro no STF não era barrado. Isso faz mais de 130 anos. Acontecer isso é mais raro do que a passagem do cometa Halley. Isso reflete erro no processo. O problema não está na pessoa, mas no processo. Quando o Presidente Lula estava em campanha, ele disse: "Não vou indicar amigo ao STF". No entanto, indicou Zanin, seu advogado; e indicou Flávio Dino, que tem foto abraçado com o Presidente quando ainda era adolescente; e agora indicou Jorge "Bessias", que levou o seu termo de posse na época da então Presidente Dilma. A gente precisa refazer todo o processo. Parabéns aos Senadores! Parabéns aos editoriais dos jornais Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo, que colaboraram para isso! Obrigado, Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.