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Detector de Bananada
Foto de Luiz Lima

Deputado · Câmara

Luiz Lima

NOVO · RJ

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima · 48 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 91 de 100, Cara Bom0406080100

91/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 93% dos deputados · média do partido: 90

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 97%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 46%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 99%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 22%das 844 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 96%das 901 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Fale com Luiz Lima

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.luizlima@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5504
Gabinete
Gabinete 504, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 389 de 391 sessões

Melhor que 91% dos deputadosMédia do partido: 96%

Votou nas votações

97%

Registrou voto em 1.090 de 1.119 votações nominais

Melhor que 98% dos deputadosMédia do partido: 90%

Iniciativas que viraram lei

0

de 20 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 15 em andamento · 3 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

22%

Em 844 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 3% dos deputadosMédia do partido: 19%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.065 discursos na tribuna e 467 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 13/10/2026.

  • 16/06/2026

    O Deputado saudou a presença, na Câmara dos Deputados, de Léo Síndico, pré-candidato a Deputado Federal pelo Partido Novo no Espírito Santo, e de Ney Flecha, pré-candidato a Deputado Estadual. Ademais, elogiou a atuação do Partido Novo em defesa do ex-Deputado Daniel Silveira, do Projeto de Lei da Anistia e dos ex-Deputados Alexandre Ramagem e Eduardo Bolsonaro. Além disso, apontou que a legenda representa de forma coerente o eleitorado brasileiro de Direita.

    Palavras-chave oficiais: Pré-candidato a cargo eletivo,Deputado federal,Deputado estadual,Partido Novo (NOVO),Espírito Santo (Estado),Câmara dos Deputados Partido Novo (NOVO),Ex-deputado federal,cassação,Perda de mandato parlamentar,Projeto de lei ordinária,anistia,Ato antidemocrático,Atuação parlamentar,Direita política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Estou recebendo, com muita honra, aqui o Léo Síndico, pré-candidato a Deputado Federal pelo Partido Novo no Estado do Espírito Santo, e o Ney Flecha, pré-candidato a Deputado Estadual também pelo Espírito Santo. Os dois aqui representam o Partido Novo, o único partido que foi 100% contra a prisão do Daniel Silveira, o único partido 100% a favor do PL da Anistia, o único partido que defendeu 100% o ex-Deputado Alexandre Ramagem em relação à sua sustação penal. Foi o único partido, Léo e Ney, que defendeu 100% o Eduardo Bolsonaro para que ele não fosse cassado na Comissão de Ética. Então, temos muito orgulho do NOVO. Se você é do Espírito Santo e quer realmente representantes de direita, venham com o nosso partido. Nós somos 100% coerentes com a vontade do eleitor brasileiro de direita. Obrigado Ney! Obrigado Léo!
  • 16/06/2026

    O Deputado afirmou que os indicadores econômicos do País mostraram juros de 14,5%, IPCA de 8,2%, dívida pública em 100% do PIB e salário mínimo entre os piores da América do Sul, além de a cesta básica superar metade do piso salarial. Atribuiu a veículos de imprensa e ao Estado de São Paulo os dados apresentados e concluiu que a situação econômica não permitiria resultados positivos no curto prazo.

    Palavras-chave oficiais: Política econômica,Governo federal,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, com todo o meu respeito ao Deputado Paulo Guedes, que é muito assíduo aqui e realmente representa quem vota nele, mas os números estão aqui — não sou eu que estou falando —, são do O Estado de S. Paulo, da Folha de S. Paulo, do jornal O Globo: juros de 14,5%. Está aqui: a reunião do Comitê de Política Monetária — Copom é hoje. Temos o pior salário mínimo da América do Sul! Só ganhamos da Venezuela. O custo da cesta básica supera a metade do salário mínimo! Eu não achei essas informações do nada, não seria irresponsável de trazê-las. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo — IPCA está 8,2%. Setenta por cento era a dívida do Produto Interno Bruto — PIB quando Lula assumiu. Hoje, é 100%! Não há como dar certo um País desse. Deputado Paulo, desculpe, mas não há como. Eu não tenho medo nenhum de afirmar que, ano que vem, conversamos.
  • 16/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado registrou que a crise econômica instalada no Brasil e citou indicadores como inflação elevada, juros altos, endividamento das famílias e aumento da dívida pública, além do impacto sobre o custo da cesta básica. Criticou a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que trata da redução da jornada de trabalho, afirmando que a medida afetou trabalhadores formais e informais, incluindo garçons que dependem de gorjetas e segmentos com alta informalidade. Também mencionou o fechamento de estabelecimentos comerciais, a automação em serviços e comparações com países da América Latina. Associou o cenário à carga tributária e defendeu mudanças na condução das políticas econômicas e trabalhistas no País.

    Palavras-chave oficiais: Crise econômica,Política econômica,Carga tributária Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Trabalho formal,Trabalho informal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. É uma honra ter esta sessão presidida pelo senhor. Presidente Charles, a crise não está batendo na porta do Brasil, não; a crise já está instalada. Hoje, metade do salário mínimo não paga o custo da cesta básica. E a gente vai em qualquer supermercado de qualquer uma das 27 capitais do nosso País. E aí eu concordo que não há país que sobreviva com: IPCA a 8,2%; juros a 14,5% — a reunião do Copom começa hoje e termina amanhã; é bem possível que essa taxa se mantenha; 82% dos brasileiros endividados; 52% dos brasileiros inadimplentes. Olha, e tem mais. Quando o Governo Lula começou, a dívida era 70% do PIB. Agora é 100%. Olha, o Brasil é o Banco Master do mundo. Vai quebrar. Na verdade, já quebrou; é insustentável. O brasileiro que vai ao supermercado hoje... Quantas vezes a gente vê uma pessoa na nossa frente ou do nosso lado descartando produtos? O poder aquisitivo despencou. Essa votação da redução da jornada de trabalho para 5 por 2 bate muito com o editorial do jornal O Estado de S. Paulo da semana passada e com o editorial da Rede Bandeirantes de Televisão: Não faz sentido proibir o brasileiro de trabalhar. Nós recebemos, na semana passada, aqui representantes dos garçons do Brasil. Eles serão impedidos de trabalhar 6 dias na semana, sendo que dois terços do seu salário vêm de gorjetas. Que covardia que estão fazendo com os brasileiros! Cerca de 50% dos trabalhadores, Deputado Sérgio Turra, brilhante Deputado Federal do Rio Grande do Sul, são informais — 50%. Nos Estados do Nordeste, houve 100% de adesão à redução... Redução, não, à proibição. Proíbem o brasileiro que quer trabalhar. Votaram aqui justamente os Estados com o maior número de informalidade. Você chega ao Rio de Janeiro, Deputado Turra, na Rua da Carioca — a Rua da Carioca, há 200 anos, há 100 anos, há 50 anos, era o maior centro comercial do Brasil, quando a Capital Federal era no Rio de Janeiro até 1960 — e vê todas as lojas vazias. A gente vai aqui ao aeroporto, na loja do McDonald's, e já vê robôs atendendo a gente. Vocês acham que vão resolver algum problema com essas ações? Eu não tive nenhum problema e não tenho nenhum problema em me tornar, de certa forma, impopular. Isso é uma responsabilidade que a maioria aqui não tem. Eles têm medo de eleição, mas estão cagando e andando — desculpem a expressão — para o futuro do nosso País. Podem me cobrar daqui 1 ano, 2 anos, para ver como este País vai estar. Temos o menor salário mínimo da América Latina; só ganhamos da Venezuela. O Paraguai está recebendo muitas empresas de braços abertos. O País que, entre os trinta do mundo que mais cobram tributo, devolve menos à sociedade é o Brasil do PT. Eu não tenho medo de ser impopular. Eu tenho medo é de faltar com a verdade com os brasileiros que não conseguem enxergar o que eu estou enxergando. Obrigado, Presidente Charles. Obrigado, Deputado Turra.
  • 10/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a condução da política fiscal do Governo Federal e manifestou preocupação com o aumento dos gastos públicos, afirmando que medidas em discussão no Congresso Nacional colocaram em risco o equilíbrio das contas do País. Além disso, relatou participação em encontro com representantes de diversos setores econômicos para debater a proposta de redução da jornada de trabalho, sustentando que a medida poderia gerar impactos negativos para trabalhadores remunerados por comissão, gorjetas e produtividade. Ademais, argumentou que pequenas empresas enfrentariam dificuldades para ampliar contratações e absorver os custos decorrentes da mudança. Ao concluir, associou a proposta ao aumento do custo de vida, citou a perda do poder de compra da população e apontou preocupações com a inflação e a renda dos trabalhadores brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Eleição,Despesa pública,Equilíbrio fiscal,Senado Federal,Impacto econômico,redução,Jornada de trabalho,Trabalhador,Poder aquisitivo,Salário mínimo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hildo. É uma honra ter esta sessão presidida pelo senhor. Presidente Hildo, não bastasse o editorial do jornal O Estado de S. Paulo de ontem, dia 9, com o seguinte título: “Lula quebra o Brasil para se reeleger”, à noite tivemos o editorial à noite, no telejornal da Band, no horário nobre da Band, indo na mesma linha, falando dos gastos públicos absurdos que ultrapassam 225 bilhões do teto de gastos, somente 1% dessa extrapolação de custos voltado para o combate ao crime organizado, e também falando no absurdo das votações que são postas aqui nesta Casa, ditas até no Senado, ontem, pelo Presidente Davi Alcolumbre, pautas que põem em risco os números e o equilíbrio fiscal do nosso País. Recebemos, há pouco, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, diversos setores trabalhistas, um debate com o Senador Portinho, com o Senador Rogerio Marinho, com o Deputado Gilson Marques, do Partido Novo de Santa Catarina, Deputado Marcel van Hattem, e eu estava presente também, vários setores preocupadíssimos com a aprovação da redução da jornada de trabalho. Temos diversos setores de trabalho: 50% das pessoas ativas são informais; 10% dos 50% no regime CLT trabalham numa escala maior do que 5 por 2, entre elas os garçons que nos procuraram. O garçom, dois terços da sua remuneração vem de gorjeta, o garçom vai ser proibido de trabalhar no sexto dia da semana. Então, esse papo de que o trabalhador vai ganhar a mesma coisa trabalhando menos é mentira. Garçom, comissionados, vendedores, pessoal que trabalha com venda de carro, corretor de automóveis, as pessoas que trabalham com comissão. Imagina os garçons! Imagina aqui na Vila Planalto, um pequeno restaurante com 10 funcionários vai ter que contratar mais três. Como é que vai contratar uma cozinheira para um dia extra? Eu estava conversando com a dona Marília. Olha, um absurdo o que foi aprovado aqui. O custo de vida vai aumentar, o trabalhador vai continuar com o mesmo salário... Olha o custo de vida que a gente tem aqui. Se a gente atravessar a rua e hoje almoçar num quiosque simples, a gente não vai pagar menos do que 25 reais, 30 reais numa refeição com arrozinho, com molho à campanha, com uma batatinha frita, com dois espetinhos de carne e coração. O poder aquisitivo do brasileiro está destruído, a inflação dos alimentos já passa de 50%. O salário mínimo a gente só ganha da Venezuela: 270 dólares. A gente perde para o Equador, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Argentina, Chile, Guiana Francesa, Guiana, Suriname. Presidente Hildo, obrigado pela oportunidade.
  • 09/06/2026outros
    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Sr. Presidente, O Brasil vive uma situação fiscal alarmante. Hoje, o déficit nominal do nosso país gira em torno de 9% do PIB. Para quem nos acompanha, isso significa algo simples: o governo gasta muito mais do que arrecada. E quando as contas não fecham, alguém paga a conta. Não existe mágica. O governo se endivida, emite títulos, toma dinheiro emprestado e paga juros cada vez maiores. O resultado é perverso: o Brasil se transformou em uma espécie de "banco master" do mundo. Para convencer investidores a aplicarem recursos aqui, somos obrigados a oferecer alguns dos juros mais altos do planeta. Enquanto países organizados atraem investimentos pela confiança, pela produtividade e pela segurança jurídica, o Brasil atrai capital pagando prêmios gigantescos para financiar a gastança do Estado. Hoje, boa parte desse déficit não vem nem de investimentos em infraestrutura, educação ou segurança. Vem do peso dos juros acumulados por anos de irresponsabilidade fiscal. É uma bola de neve. E quem paga essa conta? O trabalhador, o empresário, o aposentado, a dona de casa. Pagam através de juros altos no cartão de crédito, no financiamento da casa própria, no empréstimo para abrir um negócio e no encarecimento de toda a economia. Não existe desenvolvimento sustentável sem responsabilidade fiscal. Não existe justiça social baseada em dívida. Não existe prosperidade construída sobre déficits permanentes. O Brasil precisa parar de discutir como arrecadar mais e começar a discutir seriamente como gastar melhor e gastar menos. O caminho não é aumentar impostos. O caminho é controlar despesas, reduzir desperdícios e devolver credibilidade às contas públicas. Porque um país que vive eternamente no cheque especial não constrói futuro. Apenas empurra problemas para as próximas gerações. Muito obrigado
  • 09/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado defendeu a classificação de facções criminosas como organizações terroristas e contestou declarações do Diretor-Geral da Polícia Federal sobre o tema. Além disso, apresentou dados sobre violência no Rio de Janeiro e no Brasil para sustentar a gravidade da atuação do crime organizado, mencionando a presença de barricadas em Municípios da região metropolitana fluminense e o número de mortes violentas registradas nos últimos anos. Ao desenvolver sua argumentação, citou casos de turistas assassinados em comunidades do Estado do Rio de Janeiro e associou esses episódios à expansão do tráfico de drogas e das milícias. Ademais, questionou a política de enfrentamento ao crime adotada pelo Governo Federal. Ao concluir, relacionou o debate à atuação de organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho.

    Palavras-chave oficiais: Contestação,declaração,Diretor-Geral,Polícia Federal (PF),Organização terrorista,Organização criminosa,Tráfico de droga,Vítima,Homicídio,Segurança pública,Milícia,Violência urbana

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Deputado Otoni de Paula. Presidente Otoni, recentemente, o Diretor-Geral da Polícia Federal deu uma entrevista à Rede Globo de televisão, mais especificamente ao filho da Míriam Leitão. Ele disse que o Governo americano classificar as nossas organizações criminosas é um equívoco grosseiro. Presidente Otoni, eu faço a seguinte pergunta: quantas barricadas existem em Brasília? Nenhuma — nenhuma. Sabe quantas barricadas existem no Rio de Janeiro? São 13.604 barricadas, concentradas nas cidades de São João de Meriti, Duque de Caxias, São Gonçalo, Rio de Janeiro. Esse é um equívoco grosseiro. Eu vou trazer números aqui com os quais muitos brasileiros vão se espantar, mas vocês podem procurá-los na Internet, no Google. Doze mil cidadãos brasileiros foram mortos no Rio de Janeiro, nos últimos 3 anos, devido a mortes violentas ligadas, direta ou indiretamente, ao tráfico, à milícia, ao terror. Sabem quantos civis morreram na guerra da Ucrânia e da Rússia nos últimos 3 anos? Sete mil. São 12 mil mortos devido a mortes violentas no Rio de Janeiro, contra 7 mil mortos na guerra da Ucrânia. Sabem quantos brasileiros morreram nos últimos 3 anos devido a mortes violentas ligadas ao tráfico de drogas? Cento e trinta mil. Sabem quantas pessoas civis morreram na guerra entre Israel e Hamas nos últimos 3 anos? Cinquenta mil. Se isso não é terror, o que é terror? A negligência do Governo Federal em relação ao Rio de Janeiro... Aí, os Deputados vão falar aqui: "Ah, mas o Governo do Rio de Janeiro é PL!". Seja o que for, é um Estado semi-independente dentro da Nação brasileira. Lembro que, em 1995 — eu tinha 18 anos —, torcedores do Santos, quando foram assistir à final contra o Botafogo, no Maracanã, se perderam e foram assassinados na Vila do João. Isso aconteceu em 1995. Ano passado, um turista argentino, subindo o Cristo Redentor, se perdeu, entrou no Morro dos Prazeres, levou um tiro na cabeça. Ano passado, a Diely, turista de Jundiaí, se perdeu em Vargem Pequena, dentro de um Uber, entrou na comunidade do Fontela, em Vargem Pequena, e foi assassinada. Vejam, enquanto a gente não mudar o Governo que rege este País, a gente vai continuar tendo mais pesssoas sendo assassinadas dentro do Brasil do que em qualquer outra guerra. Eu peço mais 30 segundos, Presidente Otoni, e encerro. O Diretor-Geral da Polícia Federal disse, na entrevista, que essa classificação do Governo norte-americano não vai mudar a nossa política pública de enfrentamento ao crime organizado. Isso quer dizer que nada vai mudar. E na mesma entrevista ele diz que o terrorismo se deve à ideologia, à religião. Com mais de 90% dos presidiários votando no PT — estão registrados nas urnas do TSE, vocês podem pesquisar isso à vontade na Internet —, eu posso arriscar dizer... Eu não posso afirmar, mas, quando 90% dos presos votam num determinado partido, que gasta tanta energia em não classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, eu me pergunto: será que isso é uma iniciativa ou uma movimentação política criminosa no nosso País? Obrigado, Presidente Otoni.
  • 09/06/2026

    O Deputado homenageou o suboficial Marcelo do Judô e o Capitão Marques, ambos pré-candidatos pelo Partido Novo, e afirmou que o partido representava a direita comprometida com pátria, disciplina e responsabilidade. Além disso, criticou barricadas no Rio de Janeiro e defendeu a classificação do Comando Vermelho e do IPCC como movimentos terroristas, ao comparar a violência no Estado com a guerra da Ucrânia.

    Palavras-chave oficiais: Saudação,Candidato a cargo eletivo,Partido Novo (NOVO),Direita política,Patriotismo,Disciplina,Segurança pública,Organização terrorista,Rio de Janeiro (Estado)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hildo Rocha. Presidente Hildo, é com muito orgulho — e a gente tem que registrar quando a gente recebe pessoas competentes, corajosas, disciplinadas — que anuncio o suboficial do Rio de Janeiro, Marcelo do Judô, pré-candidato a Deputado Estadual pelo Partido Novo no Rio de Janeiro, e o Capitão Marques, representando o Estado do Paraná, pré-candidato a Deputado Federal pelo Partido Novo no Paraná. É o Partido Novo vindo com nominatas cheias no Brasil inteiro! A verdadeira direita — é direita de verdade, é direita que preza pela Pátria, pela disciplina, pela responsabilidade —, com a contribuição do mais simples trabalhador brasileiro, que não tolera barricada no Rio de Janeiro, que classifica, sim, o Comando Vermelho e o PCC como movimentos terroristas. São 12 mil mortos nos últimos três anos civis no Rio de Janeiro, enquanto na guerra da Ucrânia tivemos 7 mil. É a força do bem, ao lado do Brasil, e com o Partido Novo! Obrigado, Capitão Marques; obrigado, suboficial Marcelo!
  • 09/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a situação fiscal do Brasil, apontando um déficit nominal de 9% do PIB e uma inflação (IPCA) de 7 pontos percentuais, que classificou como a mais alta do mundo. Leu trecho de editorial do jornal O Estado de S. Paulo, de 9 de junho de 2026, intitulado "Lula quebra o Brasil para se reeleger", que cita levantamento do economista Marcos Mendes segundo o qual o Governo Federal adotou 33 medidas fiscais expansionistas em 2026, totalizando R$ 215 bilhões em aumento de despesas ou redução de receitas — valor superior ao da chamada "PEC da gastança" de 2022. Também comparou a gestão fiscal atual às "pedaladas fiscais" do Governo Dilma Rousseff e ao episódio do Banespa no Governo Quércia, e encerrou classificando o Brasil como o "Banco Master do mundo", em referência à combinação de inflação elevada, juros altos e déficit fiscal crescente.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Dívida pública,Inflação,Jornal,Despesa pública,Crítica,Política fiscal,Ex-presidenta da República,gestão Proposta de Emenda à Constituição,Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT),Comitê de Transição de Governo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente Hildo Rocha, o Deputado Coronel Assis foi muito feliz no seu pronunciamento. O déficit nominal apontado hoje para o nosso País é de 9% do PIB. O que é isso? O Brasil gasta 9% a mais do que toda a riqueza que produz. Apesar de gerarmos muita riqueza em um país territorialmente imenso, com mais de 200 milhões de habitantes, o País está falindo. O IPCA é o mais alto do mundo. O México, que está em segundo lugar, está três pontos percentuais atrás da gente. O País bateu sete pontos. Sete pontos percentuais! Sobre a reunião do Copom, na semana que vem, não sabemos nem o que esperar. O Brasil se tornou o Banco Master do mundo, e não tem como dar certo. Vou ler o editorial que o Deputado Coronel Assis mencionou, do Estadão, de hoje, 9 de junho de 2026, 3 horas da manhã e 2 minutos. Lula quebra o Brasil para se reeleger Petista usa truques contábeis para esconder o aumento cavalar de despesas, lembrando as malfadadas pedaladas fiscais de Dilma. Mas a conta da dívida pública explosiva sempre chega. O editorial do Estadão lembra Orestes Quércia, que governou São Paulo de 1987 a 1991. 'Quebrei o Banespa, mas elegi meu sucessor'. Essa frase, atribuída ao ex-Governador de São Paulo, Orestes Quércia, resume uma forma de usar os instrumentos à disposição do Governo não para o bem comum, mas para proveito próprio. É amplamente sabido que o Governo de Luiz Inácio Lula da Silva vem patrocinando uma série de medidas para tentar levantar sua popularidade e ajudar em sua reeleição. Mas ninguém, até o momento, havia tido a paciência de somar todas as 'pequenas bondades eleitorais' que, tomadas uma a uma, parecem inofensivas. O economista Marcos Mendes fez isso. Segundo o economista, somente neste ano foram nada menos do que 33 medidas diferentes, somando a incrível marca de 215 bilhões de reais em aumento de despesas ou redução de receita. Em comparação, a malfadada PEC 126/2022, a chamada 'PEC da gastança', liberou 168 bilhões de reais gastos no ano seguinte por fora do teto dos gastos, o que já foi um escândalo. Pelo visto, o governo Lula perdeu a pouca vergonha que ainda tinha". É por isso que eu vou reforçar que o Brasil é o Banco Master do mundo: um IPCA de 7 pontos, juros altíssimos. E aí, a gente tem um déficit de 9% do PIB. É realmente de fechar o... (Desligamento do microfone.)
  • 03/06/2026Homenagem

    O Deputado discursou na sessão solene do Congresso Nacional destinada a celebrar os 112 anos do Comitê Olímpico do Brasil (COB). Resgatou marcos históricos do esporte olímpico brasileiro, desde a primeira participação em Antuérpia, em 1920, até conquistas recentes. Além disso, destacou o papel do COB como agente de política pública e fomentador do esporte nos Municípios. Prestou homenagem pessoal à Senadora Leila Barros e, em memória de seu pai, e convocou ex-atletas olímpicos a ingressarem na política, reforçando que a representatividade do esporte no Congresso fortalece as políticas públicas esportivas.

    Palavras-chave oficiais: Sessão solene,Congresso Nacional,Aniversário de fundação,Comitê Olímpico Brasileiro (COB)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Para discursar. Sem revisão do orador.) – Obrigado, Leila. Leila, primeiro, quero agradecer a presença do Baby, do Emanuel, da Iziane, do Deputado Saulo, do La Porta, da Ketleyn. Leila, eu não gostaria de perder esta oportunidade. Meu pai sempre me falou – meu pai faleceu em 2022 –, quando a gente tem a oportunidade de homenagear alguém... E eu vou homenagear você por estar aqui, há oito anos, comigo. Somos pouquíssimos atletas olímpicos que conseguem chegar aqui. Somos 4.218 atletas olímpicos desde Antuérpia, em 1920, quando a gente teve nossa primeira participação. Participamos de 24 Jogos Olímpicos, são 25 edições de lá para cá. E eu acho que não chegamos a... Deixe-me lembrar aqui: Leila, Romário, Danrlei, eu, Mauricio do Vôlei, Bernard Rajzman, que foi Deputado Estadual por dois mandatos, foi Secretário com status de Ministro no Governo Collor; são muito poucos, é muito raro um atleta olímpico chegar aqui, Virna. A SRA. PRESIDENTE (Leila Barros. Bloco/PDT - DF) – O João Derly. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) – O João Derly, do judô, exatamente, foi Deputado Federal, de 2014 a 2018, mas eu acho que não ultrapassam dez Deputados Federais. Eu acho que a gente ganha mais força de alguns anos para cá, com Bernard, em 1984, quando começa a ter um apelo mais midiático e o esporte tem um impacto maior na vida do brasileiro – hoje são 61 milhões de brasileiros que praticam atividade esportiva regularmente. Mas eu vou começar aqui com o meu discurso. Eu gostei muito de ouvir a Ketleyn, que falou muito com coração, se emocionou. Ela foi a primeira atleta brasileira a ganhar uma medalha individual. Tivemos a Jaqueline e Sandra, no vôlei de praia, em 1996, ganhando o ouro, e, desde 1932, a Maria Lenk, a primeira mulher, o Guilherme Paraense, conquistando, em 1920, na Antuérpia. Nós tivemos o Tetsuo Okamoto em Helsinque, em 1952. E, com tudo isso, eu estou falando de sonhos que essas pessoas viveram. Em 1960, o basquete conquista a sua primeira medalha, a medalha de bronze, muito relevante. Em 1980, tivemos o João do Pulo. Eu era muito pequenininho, eu lembro do João do Pulo, que a gente diz que foi o bicampeão olímpico de bronze, porque a gente teve uma controvérsia muito grande, não foi, La Porta? Em 1984, a gente tem a medalha de prata, a gente tem o ouro do Joaquim Cruz. Em 1988, a gente tem o Robson Caetano, a gente tem a medalha de ouro do Aurélio Miguel. Em 1992, a gente tem o ouro olímpico do vôlei, que foi bem marcante. O Rogério Sampaio, campeão olímpico. A prata do Gustavo Borges. Aí eu já vivi, em 1996, com a Virna: a Virna ganhando medalha junto com a seleção de basquete, a de vôlei e a de basquete feminino – um resultado maravilhoso. Em 1996, a Jacqueline e a Sandra ganham o primeiro ouro do esporte feminino no país. Em 2000, a gente teve também resultados; apesar de termos trazido medalha de ouro olímpica, a gente teve novamente a Virna conquistando medalha. O basquete, novamente. Tivemos a natação. O César Cielo, em 2008, foi o primeiro atleta nadador campeão olímpico. Em 2016, o futebol conquista a medalha de ouro pela primeira vez. Em 2020, a Ana Marcela se torna a primeira nadadora campeã olímpica; a Poliana tinha sido em 2016. A SRA. PRESIDENTE (Leila Barros. Bloco/PDT - DF) – Você esqueceu as medalhas do vôlei de praia. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) – O vôlei de... Ah, é, o Emanuel! A SRA. PRESIDENTE (Leila Barros. Bloco/PDT - DF) – É, tem o vôlei de praia. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) – É verdade, Emanuel. Em Atenas, em 2004, não foi, Emanuel? Foi em Atenas, junto com o Ricardo. São muitas medalhas, são muitos sonhos. Eu quero parabenizar o COB, porque o COB hoje é um agente de política pública e é um dos melhores agentes de política pública em termos de execução. Está cada vez melhor. Quando eu fui Secretário Nacional do Esporte, após o impeachment da Presidente Dilma, eu era um Secretário muito crítico às contas públicas e eu acho que esse ímpeto de querer fazer o bem e o certo foi o que me fez estar aqui, algo não planejado na minha vida. O COB melhorou muito nestes últimos anos, La Porta, parabéns. O COB hoje recebe recursos vindos da loteria esportiva, da lei de incentivo, de patrocinadores. A gente está falando de um universo pequeno – de pessoas que se tornam atletas olímpicos –, mas que desenvolve o sonho e a esperança nas pessoas, e isso o que a Ketleyn falou é importantíssimo. E o esporte olímpico brasileiro é responsável, Deputado Saulo, por incentivar políticas públicas esportivas nos municípios, é um grande fomentador. Então, eu só tenho a parabenizar o Comitê Olímpico Brasileiro. O esporte mudou muito nos últimos anos, não é? A gente estava falando da Maria Lenk, em 1932, em Los Angeles, quando ela foi de navio até Getúlio Vargas, na época. Getúlio ficou, na primeira era, de 1930 a 1945, e Getúlio foi levar a Maria Lenk até o navio. Aquela época era uma época de romantismo total do esporte. É claro que o romantismo existe hoje, mas hoje nós temos aspectos de mídia, aspectos de profissionalismo, financeiro, mas que não deixam de cativar o sonho das pessoas. Eu, por exemplo, hoje aos 48 anos, Bernard, eu sinto mais saudade, até, que da Olimpíada, o que é um presente... Eu sinto muita saudade de mim, criança, no Fluminense, nadando com meus pais na arquibancada – essa é a maior e principal lembrança que eu tenho. E eu acredito que esses 4.218 atletas, muitos já falecidos, obviamente, tiveram esse encanto pessoal e esse encanto que os seus familiares têm de dizer "O meu avô foi um atleta olímpico", "O meu pai foi um atleta olímpico". Então, eu carrego muito isso. E tem outro que eu gostaria – outro momento – de deixar reservado aqui. O meu pai faleceu em 2022 e ele disse o seguinte para mim: "Filho, você não sabe como eu fiquei feliz de você ir para os Jogos Olímpicos". Foi um sonho da família. Eu morava no Grajaú, no Rio, meus pais se mudaram para Laranjeiras para eu ser atleta do Fluminense, mas o meu pai, Leila, em 2018, quando eu me elegi Deputado Federal, falou assim: "Poxa, filho, sabia que eu me senti ainda mais feliz e especial por você ter sido escolhido e eleito, ter sido eleito pelo Rio de Janeiro?". Porque – você sabe, né, Leila? – a gente chega aqui... Nós, em alguns momentos, tivemos opiniões divergentes, mas você é uma pessoa muito carinhosa, amorosa, dedicada ao esporte, então, por isso eu queria te homenagear, por quanto você lutou pelo esporte. E temos empatia um pelo outro, assim como eu tenho pelo Emanuel também, tá, Emanuel? Vocês são pessoas importantíssimas. Meu pai disse o seguinte para mim: "Filho, eu fiquei mais emocionado por você ser eleito porque as pessoas saírem num domingo e votarem na gente é algo muito especial". As pessoas terem você como ídolo é muito especial, mas as pessoas acreditarem que a gente pode chegar aqui e fazer algo positivo é muito especial. Então, eu gostaria aqui, ao longo de 112 anos de Comitê Olímpico Brasileiro, Bernard, de pedir encarecidamente para aqueles atletas que são assim como nós, que tivemos a vontade de nos tornarmos políticos, que se tornem candidatos e se tornem políticos. O primeiro momento é muito desafiador, porque, quando a gente era atleta, era só pauta positiva, a gente só era amado, praticamente. Quando você entra para a política, você passa a ser amado e odiado, e nós temos que vencer essa barreira, porque, independentemente das nossas escolhas políticas, a gente carrega um sentimento de quanto o esporte é importante. Então, Formiga, muito obrigado pela sua presença. Estava falando aqui com a Formiga que eu a via muito na Bandeirantes, no Luciano do Valle, que foi um grande incentivador do futebol. Mas muito obrigado a todos, aos clubes – a razão e a célula esportiva nacional são os clubes. Queira Deus que daqui a alguns anos passe para as escolas, para o ensino básico e para o sistema universitário, mas a contribuição dos clubes, no Brasil, ainda é quase na sua totalidade. Então muito obrigado pela dedicação de todos vocês. Obrigado, pessoal. Muito obrigado. (Palmas.)
  • 02/06/2026

    O Deputado apresentou dados sobre o desempenho financeiro dos Correios em diferentes Governos e afirmou que a estatal registrou resultados positivos entre 2019 e 2021, com lucros que chegaram a R$ 3,7 bilhões. Destacou que, a partir de 2023, os balanços passaram a indicar prejuízos, citando perdas de R$ 597 milhões em 2023, R$ 2,6 bilhões em 2024 e R$ 8,5 bilhões em 2025. Também mencionou que, no primeiro trimestre do ano, o prejuízo alcançou R$ 3,1 bilhões. Relatou que o resultado representou impacto significativo para os cofres públicos e para os contribuintes, ao comparar o montante com uma média diária de perdas ao longo do período.

    Palavras-chave oficiais: Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Crise financeira

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Da Vitoria, contra fatos não existem argumentos. Em 2019, durante o Governo Bolsonaro, os Correios tiveram um lucro de 102 milhões de reais; em 2020, 1,53 bilhão de reais; em 2021, 3,7 bilhões de reais; em 2023, no primeiro ano do Governo Lula, 597 milhões de reais de prejuízo; em 2024, 2,6 bilhões de reais de prejuízo; em 2025, 8,5 bilhões de reais de prejuízo; e no primeiro trimestre deste ano, 3,1 bilhões de reais de prejuízo. Se reunissem num ginásio as duzentas pessoas mais irresponsáveis do Brasil, elas não conseguiriam dar um prejuízo de 3 bilhões em 90 dias. São 33 milhões em prejuízo por dia. Isso é um absurdo! Isso é um desrespeito com o recurso do contribuinte e do mais simples trabalhador. Obrigado, Presidente.
  • 02/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a tramitação da proposta de alteração da escala de trabalho 6 por 1, argumentando que a medida poderia gerar impactos sobre a informalidade, os preços e a oferta de empregos. Além disso, comparou indicadores econômicos do Brasil com os de outros países, como Paraguai e Estados Unidos, destacando diferenças em salários, carga tributária, custo de bens de consumo e combustíveis. Na continuidade, manifestou preocupação com a migração de empresas para países vizinhos em busca de condições mais favoráveis para os negócios. Por fim, apontou a queda de universidades federais brasileiras em rankings internacionais e defendeu mudanças nas políticas públicas voltadas à educação e ao desenvolvimento econômico, com o objetivo de ampliar a competitividade e as oportunidades para a população.

    Palavras-chave oficiais: Jornada de trabalho,informalidade,Geração de emprego,Mercado de trabalho,Indicador econômico,comparação,Brasil,Paraguai,Estados Unidos,Salário,Carga tributária,Bens de consumo,Combustível,Migração,Comércio exterior,Mercado internacional Universidade federal,ranking,Política pública,Política educacional,Desenvolvimento econômico,Competitividade internacional

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Da Vitoria. É uma honra ter a sessão presidida por V.Exa. Semana passada, tivemos uma votação muito emblemática aqui na Câmara dos Deputados que depois foi muito debatida nos programas de televisão. As pessoas se viram perplexas com a velocidade que o Presidente desta Casa deu a uma votação tão importante que era a alteração da escala 6 por 1. Existem diversas profissões no Brasil, diferentes. Os impactos são enormes. No centro do Rio de Janeiro, por exemplo, na Rua da Carioca, todo o comércio está fechado. A gente tem pontos no nosso País onde há mais placa de aluguel e venda do que de oferta de emprego ao cidadão. Será que essa medida vai diminuir a informalidade? Cinquenta por cento dos trabalhadores do nosso País são informais. Nos Estados do Maranhão, Ceará, Paraíba, o Estado do Presidente desta Casa, 54% dos trabalhadores são informais. Dos trabalhadores formais, 10% trabalham na escala 6 por 1. Será que essa medida vai aumentar o poder de compra ou vai diminuir, pelo aumento de preços, pela escassez de mão de obra especializada?! Eu trago um dado aqui: no Brasil, quando se cobra imposto, não se leva em conta o quão pouco o cidadão ganha. Salário mínimo no Brasil é R$1.621,00; no Paraguai, R$2.300,00. Nos Estados Unidos, um caixa de supermercado recebe entre 14 e 15 dólares a hora; e isso dá, no final do mês, 14 mil reais. Um Toyota Corolla, que é um carro meio global, que há no mundo inteiro, no Brasil custa 153 mil reais; no Paraguai, 110 mil reais. Quer dizer, no Paraguai o salário mínimo é maior, e o carro é mais barato. Nos Estados Unidos, 14 mil reais é o equivalente a nove vezes o salário mínimo do Brasil, e o carro é mais barato do que no Brasil. O iPhone 17, no Brasil, custa R$9.599,00. Nos Estados Unidos, em que o salário mínimo é nove vezes maior do que o salário mínimo brasileiro, o preço do iPhone é menos da metade: R$4.500,00. O litro da gasolina, nos Estados Unidos, é mais barato. Está em R$5,95; no Brasil, R$6,29, e, no Paraguai, é mais barato ainda. Quer dizer, o americano ganha nove vezes mais que o brasileiro e paga tudo mais barato. Olha, quando a gente tem uma votação irresponsável, como a da semana passada, sabe quem está comemorando? O Paraguai. O Paraguai está recebendo inúmeras empresas do Brasil, que vão dar emprego para os paraguaios ou, quem sabe, para os brasileiros que estão atravessando a Ponte da Amizade. Pela primeira vez na história do nosso País — estamos no ano de 2026 —, há mais brasileiros indo para o Paraguai do que vice-versa. Vamos discutir outro dado que foi divulgado na sexta-feira, já que este Governo bate no peito e fala que trabalha duramente para melhorar a educação do nosso País: 45 universidades federais caíram de posição no ranking mundial. A melhor universidade brasileira não é federal, é a USP, na posição 119ª. Entre as mil primeiras universidades do mundo, lembrando que o País é a décima economia, aliás, era, o Canadá o passou hoje, o Brasil é a décima primeira economia, o País, se eu não me engano, é o quinto maior em território, por volta também de quinto maior em número de população, a gente tem as nossas universidades federais em posições ridículas: 400º, 700º e 800º. Universidades federais de um país rico como o Brasil estão na posição 2.000ª, e só está caindo essa posição das nossas universidades brasileiras. Então, a gente tem uma votação que é jogada ao vento, politicamente, por políticos que têm uma educação formal acima da média brasileira, e a gente tem um futuro de profissionais no nosso País estudando em universidades que despencaram no ranking mundial. Ou mudamos o nosso País, ou vamos cada vez mais nos aproximar dos índices de insucesso de política como os dos países africanos — e isso não queremos. Só vencemos a Venezuela em relação ao salário mínimo, 270 dólares apenas, o que reflete esse absurdo. Obrigado, Presidente.
  • 28/05/2026entregue por escrito

    O Deputado criticou a proposta que prevê o fim da escala 6 pro 1, argumentando que a medida amplia a intervenção do Estado nas relações de trabalho e restringe a liberdade de negociação entre empregadores e empregados. Além disso, sustentou que a definição da jornada de trabalho deveria resultar de acordos entre as partes, sem imposições legais que, segundo ele, limitariam a autonomia individual. Afirmou que mudanças dessa natureza podem aumentar os custos para empresas, especialmente pequenos negócios, e gerar impactos sobre a contratação de trabalhadores, ampliando a informalidade e reduzindo oportunidades de emprego. Defendeu ainda que o debate deveria priorizar a modernização das relações trabalhistas, a redução de encargos e a simplificação tributária, em vez de novas restrições regulatórias. Por fim, reiterou a posição de que o desenvolvimento econômico deve estar associado à liberdade de empreender, contratar e trabalhar, com menor intervenção estatal nas relações produtivas.

    Palavras-chave oficiais: Vínculo empregatício,Desenvolvimento econômico,Empreendedorismo,Negociação individual de trabalho,Empregado,Empregador,Jornada de trabalho,Emprego,Geração de emprego,Mercado de trabalho,Pequena empresa,contratação,informalidade,Relações trabalhistas,Tributação

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Ontem, esta Casa aprovou mais uma proposta que, vendida como proteção ao trabalhador, na prática representa mais um passo no avanço do Estado sobre a liberdade individual, sobre a livre iniciativa e sobre a autonomia das relações entre patrão e empregado. O projeto que caminha para acabar com a escala 6x1 parte de uma lógica perigosa: a ideia de que Brasília sabe melhor do que o cidadão como ele deve organizar a própria vida. Como se o trabalhador brasileiro fosse incapaz de decidir, junto ao empregador, qual jornada faz sentido para sua realidade, para sua renda e para sua família. Nós precisamos parar de tratar o brasileiro como um incapaz tutelado pelo Estado. O discurso é bonito. Dizem que estão defendendo dignidade. Mas a pergunta que precisa ser feita é: dignidade para quem? Porque quando se aumenta o custo, quando se engessa a contratação, quem sofre primeiro é justamente o trabalhador mais humilde, o jovem em busca do primeiro emprego, o pequeno comerciante, o dono do restaurante, da padaria, da farmácia, da academia, que já vivem sufocados por impostos, burocracia e insegurança jurídica. O Brasil não gera empregos porque a nossa legislação trabalhista ainda carrega uma mentalidade ultrapassada, centralizadora, baseada na desconfiança contra quem empreende. E toda vez que o Estado endurece ainda mais as regras, o resultado é o mesmo: menos vagas, mais informalidade e menos oportunidades. Defender liberdade não é ser contra o trabalhador. Muito pelo contrário. É confiar que um adulto tem capacidade de escolher. Se alguém quer trabalhar numa escala 6x1 para ganhar mais, sustentar a família, pagar uma faculdade, crescer na vida, quem é o Estado para proibir? O que deveria estar sendo discutido aqui era a modernização das relações de trabalho, a redução de encargos, a simplificação tributária, o estímulo à contratação. Mas o caminho escolhido foi mais uma vez o do controle, da rigidez e do intervencionismo. O Partido Novo sempre alertou sobre isso: boas intenções não pagam folha salarial. Narrativa não gera emprego. E populismo trabalhista, no fim das contas, costuma produzir exatamente o oposto do que promete. Precisamos de um Brasil que premie quem trabalha, quem empreende e quem produz. Um Brasil de liberdade, não de tutela estatal. Muito obrigado.
  • 27/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de encerramento da discussão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Novo (NOVO),Voto contrário

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o Partido Novo orienta "não". Um projeto é bom quando atinge todas as classes de trabalho. É claro que, para muitas dessas classes, a escala 5 por 2 é positiva, mas eu sempre lembro os 10 milhões de trabalhadores comissionados do Brasil — aquelas pessoas que trabalham em shopping center vendendo roupa, vendendo televisão ou os corretores de imóveis. No mês de dezembro, quando multiplicam o seu salário por 5, 8, 10, esses profissionais vão ser impedidos de trabalhar 6 dias na semana. Um corretor de imóveis em São Paulo, quando ocorre o lançamento de um empreendimento, tem que ficar no estande de vendas para negociar, nesse momento ele traz mais recursos para a sua família. A proposta é boa, mas não é ótima. O NOVO quer o ótimo para o cidadão brasileiro e para todas as classes de trabalho. O NOVO orienta "não".
  • 27/05/2026

    O Deputado desafiou o líder do Governo, Deputado Reginaldo, a retornar ao Plenário em maio de 2027 para verificar os dados do IBGE sobre a taxa de informalidade no trabalho. Apontou que 37% dos trabalhadores brasileiros são informais, o que representa 38 milhões de pessoas sem carteira assinada, e criticou o Governo do PT por desconsiderar esse contingente. Por fim, manifestou a expectativa de que esse índice subirá até lá.

    Palavras-chave oficiais: Líder do governo,Dados,Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),Trabalho informal,Governo,Partido dos Trabalhadores (PT)

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, eu quero fazer aqui uma aposta com o Líder do Governo, o Deputado Reginaldo. Em maio de 2027, voltamos a este plenário e vemos taxa de trabalho informal no nosso País que será apresentada pelo IBGE. Hoje, 37% dos trabalhadores brasileiros são informais. O Governo do PT esquece que 38 milhões de brasileiros estão nas ruas, de segunda a domingo, trabalhando sem carteira assinada. São camelôs, pipoqueiros, jardineiros, pedreiros autônomos, pessoas que saem de ônibus da Baixada Fluminense e vão até o centro da cidade sem ter oportunidade de emprego. Em maio de 2027, vou voltar aqui e, tenho quase certeza — não torço a favor disto —, vou ver que a taxa de emprego informal no Brasil terá subido. Obrigado, Presidente Charles.
  • 27/05/2026

    O Deputado argumentou que a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho, não alcança os 38 milhões de trabalhadores informais, que representam 37% dos brasileiros. Além disso, apontou que a proposta prejudica os 10 milhões de trabalhadores comissionados, como vendedores e corretores de imóveis, que optam por jornadas mais longas em períodos de maior demanda, como o mês de dezembro.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Crítica

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. A PEC do fim da escala 6 por 1 não atinge 38 milhões de trabalhadores. Segundo o IBGE, esse é o número de trabalhadores informais, que não têm carteira assinada. Eles representam 37% dos trabalhadores brasileiros. E há outra classe que é prejudicada. O projeto seria bom se ajudasse um percentual de trabalhadores equivalente ao percentual que está sendo ajudado com o fim da escala 6 por 1. Entretanto, este projeto prejudica os comissionados, que são 10 milhões de brasileiros. Refiro-me ao vendedor de shopping, que na época de Natal, no mês de dezembro, quer trabalhar 7 dias na semana; ao corretor de imóveis no lançamento de um empreendimento imobiliário na grande cidade; ao vendedor de automóveis. O Brasil vai proibir os 10 milhões de trabalhadores comissionados a trabalhar, a levar conforto e riqueza para casa. Eu peço mais 30 segundos para encerrar, Presidente Charles. (Desligamento do microfone.)
  • 26/05/2026outros
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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Subo hoje a esta tribuna para fazer um alerta importante ao Brasil. Está em debate nesta Casa uma proposta apoiada pelo governo federal que pretende acabar com a escala 6x1, impondo uma jornada padronizada de 5x2 e reduzindo a carga semanal de trabalho de 44 para 40 horas sem redução salarial. E eu quero deixar claro: ninguém aqui é contra melhorar a qualidade de vida do trabalhador. Ninguém é contra descanso, convívio familiar ou dignidade. O que nós somos contra é o Estado achar que pode decidir, de Brasília, como milhões de brasileiros devem organizar a própria vida. O problema dessa proposta é simples: ela troca liberdade por imposição. O trabalhador brasileiro não é criança. Muitas vezes ele quer trabalhar mais para ganhar mais, para pagar as contas, sustentar os filhos, realizar sonhos. E o pequeno empresário, o comerciante, o dono do restaurante, da padaria, da farmácia, muitas vezes precisa dessa flexibilidade para manter seu negócio funcionando. O governo vende essa proposta como avanço social. Mas quem conhece a realidade sabe que o impacto pode ser aumento do desemprego, fechamento de pequenos negócios, informalidade e encarecimento de serviços. Especialmente em setores como comércio, turismo, bares, restaurantes e serviços essenciais. Nós precisamos defender o direito do trabalhador descansar. Mas também precisamos defender o direito do trabalhador trabalhar. A relação entre patrão e empregado deve ser construída com liberdade, negociação e responsabilidade, e não com mais uma canetada ideológica do Estado. É curioso ver um governo que fala tanto em diversidade querer impor um único modelo de jornada para todo o Brasil. O Brasil é complexo. O Brasil é diferente. O que funciona para um escritório em Brasília não necessariamente funciona para uma padaria em Copacabana, um supermercado no interior ou um pequeno comércio no Nordeste. Defendo sim modernização trabalhista. Defendo sim melhores condições. Mas através da liberdade contratual, de acordos coletivos, de incentivos econômicos e de geração de empregos — não através da proibição. Porque no final das contas, o trabalhador precisa de oportunidade. E não de um governo dizendo quantos dias ele pode ou não pode trabalhar. Muito obrigado.
  • 26/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei (PL) nº 5.868, de 2025, que dispõe sobre os direitos de pessoas com diabetes mellitus tipo 1 e sobre ações voltadas à promoção de sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Apontou preocupação com o artigo 4º, inciso 1º, que trata da adaptação de jornadas de trabalho para acompanhamento de dependentes em tratamento, pois a medida pode gerar efeito contrário, desestimulando a contratação de pessoas nessa situação.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Partido Novo (NOVO),Artigo (texto legislativo),Jornada de trabalho,Acompanhante de paciente

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Gilberto Nascimento. Presidente Gilberto, o Partido Novo vota "sim". Essa é uma medida humana, necessária, justa. A única preocupação do Partido Novo, que foi apontada aqui pela assessoria legislativa do partido, é quanto ao art. 4, inciso I, cuja intenção é boa, mas pode ter um efeito reverso. Art. 4º ...................................................... I – adaptação da jornada de trabalho, quando necessária ao acompanhamento do tratamento do dependente, mediante ajuste de horários, intervalos ou saídas, observadas as regras de compensação de jornada e demais normas trabalhistas aplicáveis, inclusive acordos e convenções coletivas de trabalho; A nossa única preocupação é causar o efeito contrário, o de não contratação das pessoas que têm dependentes nesses casos. A única preocupação é essa, mas o projeto é justo e humano, como eu falei, e vai abraçar os 600 mil brasileiros que convivem com o diabetes tipo 1. O Partido Novo vota "sim".
  • 26/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva apresentada ao Projeto de Lei nº 1.384, de 2011, que dispõe sobre critérios complementares para a execução da política de estoques públicos vinculados ao programa de garantia dos preços mínimos e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Gilberto Nascimento, apenas quero para registrar o voto contrário do Partido Novo a este projeto, que abre margem a controle artificial de preço. E isso é uma preocupação nossa. A gente não acredita neste modelo. É claro que o projeto tem alguns pontos positivos — há dois, três pontos positivos aqui e 6 negativos. O Partido Novo orienta contrariamente, "não".
  • 26/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 1.384, de 2011, que dispõe sobre critérios complementares para a execução da política de estoques públicos vinculados ao programa de garantia dos preços mínimos e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles, eu queria orientar o NOVO, rapidamente, para deixar registrado que votamos "sim", pela retirada. Esse projeto gera alto risco de captura política: incentivo à dependência estatal; ampliação contínua de programas de intermediação pública; redução de incentivos ao desenvolvimento de soluções privadas de comercialização, armazenagem e distribuição. Portanto, registro o voto "sim" do Partido Novo, pela retirada de pauta.
  • 26/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 780, de 2023, que denomina Ponte Heitor Miranda dos Santos o trecho brasileiro da ponte sobre o Rio Paraguai, entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta, na divisa da República Federativa do Brasil com a República do Paraguai.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Partido Novo (NOVO)

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles Fernandes, o NOVO orienta "sim". O início da construção dessa ponte foi no dia 22 de janeiro de 2022, durante o Governo Bolsonaro. Infelizmente, assim que ela for inaugurada, teremos, pela primeira vez na história, mais brasileiros saindo do Brasil para irem morar no Paraguai do que paraguaios vindo morar no Brasil. Eu vou repetir: o início da construção dessa ponte foi uma iniciativa do Governo Bolsonaro, em 22 de janeiro de 2022. O Partido Novo orienta "sim".

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.