
Nome civil: Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima · 48 anos
Bananômetro
91/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 93% dos deputados · média do partido: 90
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 97%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 99%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 22%das 844 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 96%das 901 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.luizlima@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5504
- Gabinete
- Gabinete 504, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 389 de 391 sessões
Votou nas votações
97%
Registrou voto em 1.090 de 1.119 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 20 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
22%
Em 844 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
1.072 discursos na tribuna e 467 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 14/10/2026.
- 10/12/2025outros
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Discurso encaminhado. - 10/12/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de encerramento da discussão e do encaminhamento do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Encaminhamento de votação,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, é tragicômica a situação da Esquerda brasileira. Existem Deputados Federais aqui que são filhos de anistiados que foram presos por sequestrar, por roubar banco. Eles ainda recebem uma indenização, até hoje, por causa disso. O atual Presidente do Brasil foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro por quatorze juízes em três instâncias, e ficou 1 ano e 7 meses preso. Ele ficou menos tempo preso do que uma pessoa que invade uma residência e rouba um bujão de gás. Esses brasileiros que foram injustiçados ainda serão indenizados pelo Estado brasileiro. Não existe no Código Penal condenação no futuro do pretérito. "Eu vou pensar", "pensaria", "planejaria", isso não existe. Um Presidente da República indicar o seu próprio advogado para se tornar Ministro do STF e lá permanecer durante 30 anos, isso é golpe. O Partido Novo vota "sim", pelos presos políticos. - 10/12/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento de discussão do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, há Deputado Federal aqui que não conseguiria participar nem de uma reunião de condomínio. Quem teme a votação teme a verdade. Deputados e Senadores foram eleitos para criar, revogar e alterar leis. Eu não sei por que, raios, eles sempre metem o Supremo Tribunal Federal no meio desta discussão. O STF não tem o direito de adicionar nada à Constituição brasileira. A Constituição de 1988 foi promulgada aqui, na Câmara dos Deputados. Eu vou repetir: nós aturamos comunistas na tribuna, nós aturamos pessoas socialistas faz parte da democracia. Agora, quem atenta contra uma simples votação não entende que a maioria é a democracia. Nós lamentamos os quatrocentos mortos e desaparecidos na ditadura militar, mas queremos lembrar que somente este ano, de 2025, 38 mil brasileiros foram assassinados pelo crime organizado. O voto do NOVO é "não". - 09/12/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas. Além disso, criticou a ausência de reação por parte da Esquerda diante de denúncias que envolvem membros do Governo. Citou reportagem do jornalista Fernando Rodrigues, do Poder 360, sobre a denúncia do recebimento de 25 milhões de reais e de uma mesada de 300 mil reais pelo filho do Presidente Lula, provenientes do Careca. Ainda, mencionou matéria da jornalista Malu Gaspar, publicada no O Globo, acerca do contrato de 129 milhões de reais entre o Banco Master e um escritório de advocacia ligado a um Ministro. Por fim, questionou a falta de indignação da Esquerda com o fato de o filho do Presidente residir na Espanha.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário Crítica,Esquerda política,Silêncio,Denúncia,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Reportagem,Filho,Espanha,Contrato,Escritório de advogados sócios,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Banco privado
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, eu gostaria que a Esquerda ficasse indignada com a denúncia do jornalista Fernando Rodrigues, do Poder 360, que já ganhou o Prêmio Jabuti e quatro Prêmios Esso, de que o filho do Presidente Lula recebeu 25 milhões de reais do Careca, de que ele recebe, segundo o jornalista Fernando Rodrigues, uma mesada de 300 mil reais por mês. Eu gostaria que a Esquerda ficasse indignada com a denúncia feita hoje pela jornalista Malu Gaspar, no jornal O Globo, de que o escritório de advocacia ligado a um Ministro tem com o Banco Master um contrato de 129 milhões de reais, com pagamentos mensais de 3,6 milhões de reais. Eu gostaria que a Esquerda, que tanto fala que o Brasil está bom, ficasse indignada de ver que o filho do Presidente mora na Espanha. Eu não sei o porquê disso. O Partido Novo, é claro, orienta "não" à retirada de pauta. Obrigado, Presidente. - 09/12/2025
O Deputado apresentou questão de ordem para defender que o episódio envolvendo Glauber Braga foi distinto de situações anteriores e configurou abuso. Citou o art. 17, §2º, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, afirmando que Glauber ocupou a cadeira da Presidência durante as Breves Comunicações, impediu discursos de outros Parlamentares e usou o espaço para atacar colegas, inclusive ignorando pedido de fala do próprio Deputado. Relatou que funcionários da Mesa ficaram constrangidos e que houve favorecimento a Deputados do PT e do PSOL. Argumentou que comportamentos semelhantes, se praticados por Parlamentares de Direita, teriam recebido punição muito mais severa, citando o caso de Daniel Silveira. Por fim, afirmou que Glauber deveria reconhecer seus erros e aceitar a punição, e reforçou que o Presidente Hugo Motta, concordando ou não com suas posições, merecia respeito.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Deputado federal,ocupação,Cadeira,Presidência da Câmara dos Deputados,abuso,Constrangimento,favorecimento,Partido dos Trabalhadores (PT),Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Presidente da Câmara dos Deputados,respeito
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o que aconteceu hoje foi totalmente diferente do episódio anterior. A questão de ordem está embasada no o art. 17, § 2º, que dispõe: "Para tomar parte em qualquer discussão, o Presidente transmitirá a presidência ao seu substituto e não a reassumirá enquanto se debater a matéria que se propôs discutir". O que isso significa? O Deputado Glauber chegou cedinho aqui, no período das Breves Comunicações, subiu... Os funcionários da Mesa ficaram constrangidos. Ele estava dando total preferência para os Deputados do PT e do PSOL discursarem na tribuna; usou a cadeira da Presidência para fazer um discurso individual, atacando os demais Deputados. Eu peço que esses vídeos sejam resgatados. Eu venho aqui em todas as Breves Comunicações. Pela primeira vez, eu fui impedido de falar. Eu me dirigi ao Presidente na ocasião, o Deputado Glauber Braga, e pedi um minuto. Ele sequer olhava no meu rosto. Aqui estava vazio; havia somente cinco Deputados. Eu queria fazer um discurso em homenagem ao Benício, que faleceu em Manaus em decorrência daquela injeção de adrenalina. Eu fui impedido. O que foi feito aqui hoje foi um abuso. Os Deputados Federais de esquerda sabem o que foi feito. E eu vou repetir: o Deputado Daniel Silveira ficou preso 4 anos porque discursou naquela tribuna, com uma opinião de divergência ao STF. Eu faço a seguinte pergunta: se o Daniel Silveira, além do discurso, tivesse subido na cadeira do Presidente e ofendido os demais Deputados, ele estaria preso há 3 anos. Eu não tenho dúvida disso! Vocês não têm parâmetro real; vocês não têm a capacidade de serem iguais, de serem justos. Mais uma vez, o Deputado Glauber sobe ali, como fez no Conselho de Ética. Aceite a punição; indique os seus erros. Quem aqui não errou? Peça desculpas, mas, não: continua afrontando os Deputados. Gostando ou não do Presidente Hugo Motta, ele deve ser respeitado. Obrigado, Presidente. - 09/12/2025
O Deputado manifestou pesar pela morte do menino Benício, em Manaus (AM), atribuída a um erro grave na administração de adrenalina. Relacionou o caso à proliferação de faculdades de medicina no País e destacou a importância da prova nacional de validação para novos médicos, tema do Projeto de Lei nº 2.294, de 2024, que institui o Exame Nacional de Proficiência em Medicina, recentemente aprovado no Senado. Por fim, fez críticas políticas ao Presidente Lula, mencionando que um de seus filhos teria se mudado para a Espanha e sugerindo que Lula o lançasse candidato à Presidência para enfrentar Flávio Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: Criança,Adrenalina injetável,Manaus (AM),Falecimento,Faculdade,Medicina,Médico,Senado Federal,Erro médico,Projeto de lei ordinária,Exame Nacional de Proficiência em Medicina (ENPM),Educação médica,Homenagem póstuma,Receita médica Presidente da República,Filho,Espanha,Candidato a cargo eletivo,Eleições
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente Benedita, houve um acontecimento muito triste em Manaus. Foi noticiado nos canais de televisão a morte do menino Benício em relação a uma prescrição médica mais do que equivocada de dose de adrenalina intravenosa e não por meio de nebulização. A gente tem visto muitas faculdades, muitas universidades de medicina abertas no Brasil. E foi aprovado na semana retrasada, no Senado Federal, a exigência de uma prova de validação do curso de medicina para obtenção do registro nos CRMs e melhor exercício da profissão. O meu abraço aos pais do menino Benício. Muito triste esse acontecimento em Manaus. Presidente Benedita, o Brasil está tão bom que o filho do Presidente Lula foi morar na Espanha. Eu faço um desafio: Presidente Lula, indique o Lulinha para ser candidato à Presidência da República para rivalizar com Flávio. Obrigado, Presidente. - 03/12/2025entregue por escrito
O Deputado aproveitou o Dia Internacional dos Direitos Humanos para afirmar que a data reforça a necessidade de avaliar a atuação do Estado na proteção da vida, da segurança e da liberdade dos cidadãos. Apontou o aumento da violência, a vulnerabilidade de crianças e famílias em áreas dominadas por facções e a sensação de impunidade, defendendo que a defesa dos direitos humanos deve priorizar o cidadão comum. Por fim, pediu que o Congresso reassumisse protagonismo, cobrou ação efetiva do Governo Federal e destacou que o País precisa de respostas concretas para garantir que direitos humanos representem, acima de tudo, proteção da vida.
Palavras-chave oficiais: Dia Internacional dos Direitos Humanos,Direitos humanos,Vida,Direito à vida,Congresso Nacional,Governo federal,Política de segurança pública,Violência,Criança,Família,Organização criminosa,Impunidade,Pauta (processo legislativo)
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, senhoras e senhores deputados, Nesta semana, o mundo celebra o Dia Internacional dos Direitos Humanos, uma data que nos obriga a refletir sobre o compromisso do Estado brasileiro com aquilo que deveria ser a base de qualquer democracia: a vida, a liberdade, a segurança e a dignidade do cidadão. Infelizmente, este é um momento em que esses direitos parecem cada vez mais distantes da realidade de milhões de brasileiros. Enquanto a violência explode nas ruas; enquanto crianças são baleadas indo para a escola; enquanto famílias vivem sitiadas por facções criminosas; enquanto trabalhadores honestos têm suas vidas devoradas pela impunidade o que vemos é um governo federal silencioso, inerte, incapaz de oferecer uma resposta firme. Direitos Humanos não são discurso teórico: são o direito de ir e vir sem medo; o direito de estudar sem ouvir tiro; o direito de trabalhar sem ser extorquido; o direito de viver num país onde o criminoso não vale mais do que o cidadão honesto. E é exatamente isso que o Brasil tem perdido. Hoje, defender Direitos Humanos é defender o cidadão brasileiro esquecidos pelas políticas públicas, abandonado pela segurança pública federal, sufocado por uma máquina estatal lenta e desconectada da realidade. Por isso, neste 10 de dezembro, faço um apelo: Que este Parlamento reassuma o protagonismo. Que as instituições cumpram seu papel. Que o Governo Federal abandone a retórica e assuma responsabilidade. Que os Direitos Humanos voltem a significar proteção da vida, e não proteção de quem destrói vidas. O Brasil não aguenta mais discursos: precisa de ação, coragem e liderança. E esta Casa tem o dever de cobrá-las. Muito obrigado. - 02/12/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 72, de 2023, que altera o art. 155 da Constituição Federal para conceder imunidade do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) aos veículos que especifica.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Lula da Fonte, o Partido Novo parabeniza o Senador Cleitinho e o Relator Euclydes. O IPVA é um dos maiores absurdos do Brasil. Se a gente comparar, um carro que custa, nos Estados Unidos, 20 mil dólares tem uma taxa anual de 50 dólares, o que é equivalente a 250 reais; e um carro que custa, no Brasil, 100 mil reais tem, no Rio de Janeiro, 4% de IPVA, ou seja, 4 mil reais, mais a taxa de licenciamento de 200 reais. Então, isso quer dizer que o brasileiro, que ganha 250 dólares de salário mínimo, que é o menor salário mínimo da América do Sul, excluindo o da Venezuela, paga trinta vezes mais imposto do que o americano, que tem um salário mínimo de 4 mil dólares. Olha, o IPVA é um assalto e vai para a mesma caixa d'água, Cleitinho. O Partido Novo seria favorável à cobrança de uma taxa equivalente, justa, para que esses recursos fossem aplicados nas vias. Portanto, o Partido Novo vota "sim", a favor do projeto do Senador Cleitinho. - 02/12/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do art. 6º do Projeto de Lei de Conversão nº 11, de 2025, apresentado à Medida Provisória nº 1.308, de 2025, que dispõe sobre o licenciamento ambiental especial, visando à consecução eficiente e eficaz de atividades e empreendimentos estratégicos. Na oportunidade, citou a falta de ligação terrestre entre Porto Velho (RO) e Manaus (AM) como exemplo do atraso na infraestrutura nacional e comparou a situação brasileira com países como a Austrália, onde longas conexões rodoviárias atravessam regiões inóspitas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,Partido Novo (NOVO),Porto Velho (RO),Manaus (AM),Austrália,Infraestrutura rodoviária
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Lula da Fonte, o NOVO orienta "sim". Essa proposta dificultaria até um recapeamento ali de um trecho de estrada, por exemplo, no Rio de Janeiro, de Rio das Ostras para Campos, de Campos para Itaperuna. O que o Deputado Pauderney falou aqui, junto com o Deputado Capitão Alberto, é muito sério. A gente não tem ligação terrestre entre Rondônia e Manaus; de Porto Velho a Manaus não existe estrada. A gente está no ano de 2025. Se a gente for a qualquer país, Austrália, por exemplo, onde existem desertos na área central, da cidade de Adelaide, que fica no meio da Austrália, consegue-se ir a Perth, a Sidney, a Melbourne, ao sul. De lá, consegue-se ir a todos os cantos. Agora, no Brasil, no século XXI, não existir ligação entre Porto Velho e Manaus, isso é uma vergonha. - 02/12/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei de Conversão nº 11, de 2025, relacionado à Medida Provisória nº 1.308, de 2025, que dispõe sobre o licenciamento ambiental especial, visando à consecução eficiente e eficaz de atividades e empreendimentos estratégicos, nos termos que especifica.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,Voto favorável,Partido Novo (NOVO)
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Lula, o Partido Novo orienta "sim". O projeto vai facilitar o licenciamento de estradas, vai facilitar a dragagem de rios, vai facilitar o transporte hidroviário, vai baixar o custo desses transportes. A gente tem que ter um equilíbrio no nosso País. A gente não pode admitir que mais de 50% das residências hoje, no Brasil, não tenham esgoto, que as pessoas não tenham infraestrutura, vivam em condições sub-humanas, e a gente não crie facilidade para salvar esses brasileiros. Se essa enquete foi feita entre os brasileiros que não têm esgoto em casa, que têm uma situação de vulnerabilidade altíssima... Isso acontece até nos grandes centros, como Rio de Janeiro e São Paulo. A gente tem uma preocupação muito grande com o meio ambiente, mas a gente é leniente com o brasileiro que vive sem esgoto e sem água potável. No Maranhão, por exemplo, somente 12% das residências têm esgoto dentro de casa. O Partido Novo é "sim". - 02/12/2025
O Deputado criticou declaração do Prefeito do Rio de Janeiro (RJ), afirmando que ele se omitiu diante do avanço do crime organizado. Destacou que mais da metade do território da cidade, com 7 milhões de habitantes, estava sob controle de tráfico e milícia, gerando vulnerabilidade social crescente desde 2008. Além disso, afirmou que servidores públicos não deveriam ser silenciados ao defender a população. Atribuiu responsabilidade ao Presidente Lula pela crise na segurança pública do Rio e citou a Bahia como o Estado mais violento do País. Ao concluir, defendeu apoio urgente do Governo Federal com Forças Armadas, Polícia Federal e ações de inteligência para socorrer a população fluminense.
Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Rio de Janeiro (RJ),Prefeito,Crime organizado,Tráfico de droga,Vulnerabilidade social,Presidente da República,Governo federal,Forças Armadas,Polícia Federal (PF)
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Icaro de Valmir. Presidente Icaro, quero falar sobre uma declaração infeliz do Prefeito do Rio de Janeiro, que está no seu quarto mandato. Ele lava as mãos para o problema da segurança no Rio de Janeiro. A vulnerabilidade social no Rio de Janeiro aumenta desde 2008. Hoje, mais da metade do território do Município do Rio de Janeiro é ocupada pelo tráfico de drogas e por milícias. A gente está falando de uma cidade com 7 milhões de habitantes. O servidor público não pode ser silenciado. O servidor público tem que gritar socorro pela sua população. O Presidente Lula tem responsabilidade, sim, pelo caos da segurança pública no Rio de Janeiro, assim como tem responsabilidade pelo problema na Bahia, que é o Estado mais violento do Brasil. Enquanto o Governo Federal não socorrer o Rio de Janeiro com as Forças Armadas, com a Polícia Federal e a inteligência, a população do Rio de Janeiro vai continuar sofrendo. Obrigado. - 02/12/2025entregue por escrito
O Deputado celebrou o Dia Internacional do Voluntariado, agradecendo aos brasileiros que dedicam tempo e esforço para ajudar o próximo sem esperar retorno. Ademais, afirmou que o trabalho voluntário supre carências deixadas pelo Estado em áreas como educação, esporte, cultura, saneamento e assistência social, especialmente nas regiões mais abandonadas do País. Além disso, advertiu que o voluntariado não pode substituir responsabilidades constitucionais do Poder Público. Ao final, cobrou que o Governo Federal assuma suas obrigações e deixe de tratar a atuação voluntária como compensação para políticas públicas insuficientes, defendendo um País com solidariedade, presença efetiva do Estado e políticas mais eficientes.
Palavras-chave oficiais: Homenagem,Dia Internacional do Voluntário para o Desenvolvimento Econômico e Social,Serviço voluntário,Responsabilidade,Poder público,Governo federal,Política pública,compensação,solidariedade
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, senhoras e senhores deputados, No dia 5 de dezembro, celebramos o Dia Internacional do Voluntariado, uma data que homenageia milhões de brasileiros que, de forma silenciosa, dedicam tempo, energia e talento para ajudar o próximo sem salário, sem holofote, sem buscar vantagem política. O voluntariado é a expressão mais pura do que significa ser cidadão: é enxergar a dor do outro e agir, mesmo quando o Estado falha. E, infelizmente, é justamente essa falha que torna o trabalho voluntário tão necessário. Quando vemos comunidades totalmente abandonadas; quando jovens vivem sem acesso a esporte, cultura ou educação de qualidade; quando famílias carecem até dos serviços básicos, fica evidente que o voluntário está chegando onde o governo não chega. Mas não podemos naturalizar isso. O voluntariado é um gesto nobre, mas ele não pode ser um substituto permanente da responsabilidade do poder público. O Brasil não pode depender da boa vontade da população para suprir faltas que são dever constitucional do Estado. Não é o voluntário que tem que garantir educação, segurança, saneamento ou assistência social. É o governo. Por isso, neste Dia Internacional do Voluntariado, eu deixo duas mensagens: A primeira é de agradecimento a todos que dedicam parte de suas vidas para transformar a realidade das pessoas, especialmente nas regiões mais esquecidas deste país. A segunda é de cobrança para que o Governo Federal assuma suas responsabilidades, saia da omissão e entenda que voluntário não existe para tapar buraco de política pública malfeita. Que esta data nos inspire a construir um país com mais solidariedade, sim, mas também com mais eficiência, presença do Estado e políticas públicas de verdade. Muito obrigado. - 27/11/2025
O Deputado, em nome do Partido Novo, posicionou-se contrário a alguns indicados para o Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional. Apontou que um dos indicados consta como réu em ação de improbidade administrativa do Ministério Público de São Paulo relacionada ao escândalo de desvios no Theatro Municipal, sendo acusado de ter vazado informações internas enquanto funcionário da Fundação Theatro Municipal para favorecer contratação do IBGC e de ter participado da elaboração do plano de trabalho da Organização Social, caracterizando suposto conluio. Assinalou ainda que constam jornalistas divergentes da concepção do Partido Novo para a política nacional.
Palavras-chave oficiais: Partido Novo (NOVO),contra,indicação,Conselho de Comunicação Social (CCS),Congresso Nacional,Réu,Ministério público estadual,São Paulo (Estado),Improbidade administrativa,Teatro,São Paulo (SP)
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) O Novo gostaria de se posicionar contra não a totalidade dessa chapa, mas a alguns indicados aqui para ocupar o Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional. Temos aqui pessoa que consta como ré em ação de improbidade administrativa do Ministério Público de São Paulo sobre o escândalo de desvios no Theatro Municipal de São Paulo. A peça do MP a acusa, como funcionária da Fundação Theatro Municipal, de ter vazado informações internas para favorecer a contratação do IBGC e de ter participado de elaboração do plano de trabalho da OS, caracterizando suposto conluio. Também tem jornalistas aqui divergentes do que a gente acredita para a política nacional. Então, o Partido Novo gostaria de se posicionar contrário. - 27/11/2025
O Deputado se manifestou a respeito do Projeto de Lei do Congresso Nacional nº 14, de 2025, afirmando que recursos do orçamento da Previdência estão sendo realocados para cobrir erros administrativos, enquanto o auxílio aos brasileiros não é tratado como prioridade pelo Governo Lula. Comparou a situação a uma família que, mesmo com recursos suficientes para necessidades básicas, recorre a terceiros para cobrir despesas próprias. Também afirmou que o Partido Novo defende a valorização do salário mínimo e o combate à vulnerabilidade social, ressaltando que a preocupação com o cidadão existe, mas é ignorada pelo Executivo ao pedir um crédito adicional ao Congresso.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Projeto de lei do Congresso Nacional,Crédito adicional,Ministério da Previdência Social,Partido Novo (NOVO),Salário mínimo,Vulnerabilidade social
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela Liderança. Sem revisão do orador.) Obrigado, Presidente Davi Alcolumbre. O Partido Novo quer deixar bem claro aqui que, é claro, ele luta contra a vulnerabilidade social no Brasil, ele quer ver o salário mínimo, se Deus quiser, algum dia, neste país, ultrapassando os US$1 mil, mas esses R$34 bilhões o Governo Lula já tem dentro do orçamento dele. É o próprio Governo Lula que não encara essa ajuda aos brasileiros como prioridade. Então, o que ele faz? Ele pega esses 34 bilhões para cobrir erros de gestão do próprio Governo e pede mais R$34 bilhões a esta Casa. É como você ganhar R$1,5 mil, você ter R$500 para fazer supermercado, e você não encara essa necessidade de supermercado como prioridade. Aí, você liga para o seu sogro ou para a sua sogra, pedindo R$500 do seu sogro ou da sua sogra para cobrir uma irresponsabilidade sua. Eu ouvi tanto o Deputado Túlio como a Deputada Erika falando aqui os dois , e eles passam como se a gente não se preocupasse com o brasileiro. Quem não se preocupa é o Governo Lula. Eu vou repetir: esses R$34 bilhões já estão dentro do orçamento do Ministério da Previdência já estão lá , só que eles querem direcionar esse recurso para outra finalidade, pedindo um extra de R$34 bilhões para aqui, para o Congresso Nacional. É uma irresponsabilidade, é uma má gestão. Obrigado, Presidente Davi Alcolumbre. (Pausa.) - 27/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei do Congresso Nacional nº 14, de 2025, que abre ao Orçamento da Seguridade Social da União, em favor dos Ministérios da Previdência Social e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, crédito suplementar no valor de R$ 42.228.328.634,00, para reforço de dotações constantes da Lei Orçamentária vigente, e dá outras providências. Ademais, comparou o salário mínimo brasileiro ao de países da América do Sul e destacou que o Brasil possui o menor valor da região. Além disso, ressaltou que há 94 milhões de cidadãos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais e criticou a dependência de assistencialismo. Ao final, condenou a entrega de recursos ao Governo Federal fora do escopo permitido pela regra de ouro, afirmando que a liberação de US$34 bilhões em ano eleitoral configura uso político dos valores.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei do Congresso Nacional,Partido Novo (NOVO),Voto contrário Política salarial,Salário mínimo,Brasil,América Latina,Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico),Governo federal,Recursos públicos,Regra de ouro,Eleições
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Para orientar a bancada. Sem revisão do orador.) Presidente Davi Alcolumbre, o Partido Novo vota "não", contraditando o Líder do Governo no Congresso, que esteve na tribuna. Gostaria de lembrar que o salário mínimo hoje no Brasil é o menor da América do Sul: é de US$244; na Colômbia, de US$323; no Chile, US$504; no Equador, US$470; no Uruguai, US$505; no Paraguai, US$360. O Brasil hoje tem um salário mínimo inferior ao do Paraguai, e perde em US$100. São 94 milhões de brasileiros no CadÚnico, dependendo de assistencialismo. É um país que comemora entrega de bujão de gás, quando o cidadão não tem dinheiro para comprar um bujão de gás. Os Estados Unidos dão ré no foguete, o Brasil comemora entrega de bujão de gás. São US$34 bilhões fora do escopo aqui, infringindo a regra de ouro. A gente não pode entregar US$34 bilhões para o Governo num ano de eleição para fazer politicagem. Obrigado, Presidente. - 27/11/2025
O Deputado encaminhou a votação do Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) nº 31, de 2025, que altera o Anexo V da Lei nº 15.121, de 10 de abril de 2025, que estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2025 e incorpora as mudanças da Nota Técnica nº 61, referentes ao Poder Executivo, especialmente sobre o quadro em extinção dos ex-Territórios e as forças de segurança pública do Distrito Federal.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Projeto de lei do Congresso Nacional,contrário
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Para encaminhar. Sem revisão do orador.) O 31 nós somos contra. Deixe-me ler aqui o parecer do Partido Novo. Conclusão: sugerimos posicionamento contrário, pois trata-se da criação e provimento de mais cargos públicos, aumentando o gasto obrigatório, no momento em que o país necessita da redução de gastos, dada a atual situação fiscal do país, com carga tributária e dívida pública elevadas. Obrigado, Presidente Davi Alcolumbre. - 27/11/2025
O Deputado criticou a ADPF 1.201, ajuizada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), destacando que a decisão do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, impõe intervenção indevida no Governo de São Paulo, ao determinar prazo de 30 dias para apresentar plano de recomposição de quadros de pesquisadores ambientais. Além disso, condenou os prejuízos causados pela ADPF 635 à segurança pública do Estado do Rio de Janeiro e criticou o Governo de Flávio Dino no Maranhão, mencionando indicadores de pobreza, baixa renda e deficiência de saneamento. Ademais, apelou ao Presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, para que assegurasse o equilíbrio entre os Poderes. Por fim, recriminou a atuação do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, em relação às fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e rejeitou sua indicação ao STF.
Palavras-chave oficiais: Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Decisão judicial,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Intervenção,Governo estadual,São Paulo (Estado),Pesquisador,Meio ambiente,Servidor público,Segurança pública,Rio de Janeiro (Estado),Ex-governador,Maranhão,Pobreza Presidente do Congresso Nacional,Atuação parlamentar,Princípio da harmonia entre os Poderes indicação,Advogado-Geral da União,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) Presidente Davi Alcolumbre, pelo fato de termos nascido no mesmo ano, em 1977, eu me sinto muito próximo do senhor e eu vou lhe fazer um pedido. Foi ajuizada pelo Psol a ADPF 1.201 e coube ao Ministro Flávio Dino tomar mais uma decisão que intervém no governo dos estados. Foi aqui declarado pelo Ministro Flávio Dino: ele determina que o Governo Tarcísio de Freitas, de São Paulo, deve, em no máximo 30 dias úteis, apresentar um plano para recompor quadros de pesquisadores do estado vinculados ao meio ambiente. Eu lembro muito a ADPF 635, que foi ajuizada pelo PSB e que prejudicou muito a segurança do Rio de Janeiro. Eu gostaria de dizer aqui que a Constituição Federal, em relação às competências do Supremo Tribunal Federal, diz: "Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe: I - processar e julgar, originariamente". O Supremo Tribunal Federal está querendo governar até os estados. E, partindo do Ministro Flávio Dino, não tem coerência nenhuma! Das dez cidades mais pobres do Brasil, dez estão no Maranhão. Após oito anos de Governo do Ministro Flávio Dino, ele entregou o Maranhão com a menor renda mensal do Brasil. No Maranhão, somente 12% das residências têm coleta de esgoto, somente 50% das residências possuem água potável. E, agora, o Ministro Flávio Dino quer governar o Estado de São Paulo! Olhem, parece piada atender a ADPF do Psol! Presidente Davi, como eu falei, o senhor é de 1977 e tem 48 anos. Presidente, a população brasileira deposita no senhor: que o equilíbrio entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário seja equiparado. Faço um pedido para o senhor, Sr. Davi Alcolumbre daqui a 40 anos, a gente não vai mais estar aqui : vamos equilibrar os Poderes. A gente já tem anos aí de ministros que se perpetuam no poder. O Ministro Jorge Messias aqui, ó, também... Eu vou citar o que saiu aqui em O Estado de S. Paulo semana passada: "AGU foi alertada sobre INSS e Messias ignorou caso do sindicato de irmão de Lula". Fiscalização apontou Sindnapi, que tem como Vice-Presidente o irmão do Presidente Lula, um ano antes da Operação Sem Desconto. O Ministro da AGU ficou inerte, não fez nenhum movimento! E cabe ao Ministro da AGU comunicar ao Presidente da República. Presidente Davi Alcolumbre, não permita mais uma indicação política! Trinta anos o Sr. Jorge Messias vai ficar à frente do Supremo Tribunal Federal. Eu e o senhor vamos estar com 78 anos! Imagine, Davi, você no Amapá, com seus netinhos, com você ligando a televisão ou não mais a televisão, mas o celular , e o Jorge Messias, em 2055, ainda vai estar no STF! Faço um pedido para o senhor em nome de 17 milhões de cidadãos fluminenses e 7 milhões de cariocas: não permita isso! Eu deposito toda a esperança no senhor, que, com certeza, pode corrigir o rumo do nosso país. Muito obrigado. - 27/11/2025
O Deputado afirmou que um Parlamentar de Minas Gerais demonstrou incômodo com a projeção política do Governador Romeu Zema, citando pesquisa que apontava vantagem do gestor mineiro sobre o Presidente Lula no Estado. Relacionou esse cenário ao peso eleitoral de Minas Gerais nas eleições presidenciais, destacando que vitórias nacionais dependiam do desempenho no Estado. Declarou que o Parlamentar mineiro utilizou espaços como a CPMI do INSS e o Plenário para atacar o Governador. Caracterizou essas críticas como resultado da disputa política em torno das eleições e do fortalecimento de Zema no cenário nacional.
Palavras-chave oficiais: Governador,Minas Gerais,Elogio
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) Obrigado. Presidente Davi Alcolumbre, eu estava lendo aqui uma outra matéria. Eu ouvi um Deputado do PT, de Minas Gerais, que parece que tem a fixação no Romeu Zema, o único presidenciável que derrota Lula em Minas Gerais. Pesquisa da Paraná Pesquisas: 49 a 37. E a gente sabe que para se eleger Presidente do Brasil, desde Fernando Collor, tem que vencer a eleição em Minas Gerais. Então, eles já estão... O Deputado de Minas Gerais, bem incomodado com um trator que vai passar por cima do atual Presidente Lula em Minas Gerais, fica aqui o tempo todo é na CPMI do INSS, é aqui, no Plenário atacando o Governador Zema. - 27/11/2025
O Deputado afirmou que o Partido Novo atuou com posição independente na votação dos vetos e rejeitou o Projeto de Lei do Congresso Nacional nº 14, de 2025, que abre ao Orçamento da Seguridade Social da União, em favor dos Ministérios da Previdência Social e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, crédito suplementar no valor de R$ 42.228.328.634,00, para reforço de dotações constantes da Lei Orçamentária vigente, e dá outras providências, e o Projeto de Lei do Congresso Nacional nº 31 de 2025, que altera o Anexo V da Lei nº 15.121, de 10 de abril de 2025, que estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2025. Criticou o crédito suplementar de R$34 bilhões para a Previdência, argumentando que a medida não respeitou a regra de ouro e abriria espaço para uso político dos recursos. Também citou a criação de 8,6 mil cargos prevista no PLN 31. Mencionou a votação sobre os salários do TCU, na qual o partido orientou voto contrário, e relacionou o tema ao debate sobre supersalários no serviço público. Alertou partidos da oposição sobre impactos fiscais e riscos associados à aprovação do PLN 14.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei do Congresso Nacional,Projeto de lei orçamentária,Votação,Partido Novo (NOVO)
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela Liderança. Sem revisão do orador.) Obrigado, Presidente Davi Alcolumbre. Presidente Davi Alcolumbre, o Partido Novo tem uma cédula de vetos independente, nós não participamos aqui do acordo. E eu queria citar aqui os PLNs a que o Partido Novo é contrário: o PLN 31, de 2025, alterações de LOA 2025; e, principalmente, o PLN 14, de 2025, de crédito suplementar, no valor de R$34 bilhões para o Ministério da Previdência Social, não respeitando a regra de ouro. É uma gestão ineficiente do Governo Lula e vamos aqui abrir uma janela de oportunidade para o PT fazer propaganda política com R$34 bilhões, quebrando a regra de ouro. Ontem tivemos uma votação muito emblemática, o Partido Novo foi o único a orientar "não" ao aumento dos salários dos funcionários do Tribunal de Contas da União, dos servidores, em que as gratificações dobram e os salários dos servidores superam o teto constitucional. Aí eu cheguei ontem em casa, à noite, liguei na CNN, na Rede Globo de televisão, na Jovem Pan, coincidentemente, o Brasil ontem foi declarado o campeão mundial de pagamentos de supersalários no setor público. E este Governo do PT ontem aprovou romper o teto constitucional em relação aos servidores do Tribunal de Contas da União. Então, tanto o PLN 14 como o PLN 31.... Mas eu dou destaque aqui para o PLN 14, que vai passar batido, está aqui, quietinho. O Governo do PT impõe aqui R$34 bilhões ao pagador de impostos, ao autônomo que está na rua, ao brasileiro que ganhava R$5 mil em 2010 e precisa ganhar hoje R$12,4 mil para ter o mesmo padrão de vida. É a classe média brasileira sustentando os 94 milhões de brasileiros que dependem aqui de apoio social assistencialista do Governo. Mas eu faço um alerta aqui. Atenção, assessoria dos partidos PP, PL, Republicanos, todos os partidos de oposição, atenção ao PLN 14: vocês estão dando um cheque em branco ao "lulopetismo" para usar R$34 bilhões em ano de eleição. O PLN 31 cria também 8,6 mil cargos. Então, é um PLN que cria cargos, 8,6 mil cargos. O PT adora explodir os cofres do Estado com o pipoqueiro, com o jardineiro, com o açougueiro, com o enfermeiro, com o policial pagando. Isso aqui ó, propaganda política para o PT. Eu vou repetir: PLN 14 autoriza o Governo a dar um cheque em branco, que não respeita a regra de ouro, em R$34 bilhões. Obrigado, Presidente Davi Alcolumbre. - 26/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada da Ordem do Dia do Projeto de lei nº 2.829, de 2025, que altera dispositivos da Lei nº 10.356, de 27 de dezembro de 2001, que dispõe sobre o Quadro de Pessoal e o Plano de Carreira do Tribunal de Contas da União e dá outras providências. Revoga expressamente a Lei 11.854/2008.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o NOVO orienta "sim". O NOVO não é contra o Tribunal de Contas da União pelo contrário , mas o NOVO é a favor do pagador de impostos. Hoje, quase 100 milhões de brasileiros são assistidos por programas assistencialistas. Os 33 milhões de trabalhadores autônomos é que vão pagar esta conta: aumento potencial da despesa de pessoal, mecanismo de burla ao teto constitucional, criação de indenização extrateto, aumento da gratificação em até 100%, ausência no texto legal de limites explícitos e automáticos vinculados a percentuais máximos de gratificação ou indenização. Isso reforça a dinâmica corporativa nesta Casa. Nós esquecemos que o brasileiro que ganhava 5 mil reais em 2010 hoje tem que ganhar 12.400 reais para manter o seu padrão de vida. Isso está ficando muito caro para o contribuinte. O voto do Partido Novo é "sim".
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.