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Detector de Bananada
Foto de Luiz Lima

Deputado · Câmara

Luiz Lima

NOVO · RJ

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima · 48 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 91 de 100, Cara Bom0406080100

91/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 93% dos deputados · média do partido: 90

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 97%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 99%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 22%das 844 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 96%das 901 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.luizlima@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5504
Gabinete
Gabinete 504, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 389 de 391 sessões

Melhor que 91% dos deputadosMédia do partido: 96%

Votou nas votações

97%

Registrou voto em 1.090 de 1.119 votações nominais

Melhor que 98% dos deputadosMédia do partido: 90%

Iniciativas que viraram lei

0

de 20 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 15 em andamento · 3 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

22%

Em 844 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 3% dos deputadosMédia do partido: 19%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.072 discursos na tribuna e 467 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 14/10/2026.

  • 16/12/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços - CG-IBS, dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos - ITCMD, e dá outras providências, aumentando impostos sobre produtos como refrigerantes, e afirmou que a tributação não reduziria o consumo, mas ampliaria a arrecadação e criaria dificuldades para empresas e empregos. Questionou a reforma tributária, mencionando a elevação do IVA e a centralização de recursos na União. Também disse que a votação de projetos recentes representou um voto de confiança ao Governo federal e citou preocupações com gastos públicos, renúncias fiscais e viagens oficiais. Relacionou o aumento de despesas ao impacto sobre juros e inflação.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,regulamentação,Reforma Tributária (2023),Refrigerante

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Alberto Fraga. É uma honra ter a sessão presidida por V.Exa. Presidente, eu ouvi há pouco um Deputado Federal representante do atual Governo brasileiro, ao subir à tribuna, pedir mais impostos para os produtos brasileiros. Ele citou como exemplo os refrigerantes, as bebidas açucaradas. Eu, particularmente, bebo muito pouco refrigerante e, é óbvio, como pai, sempre recomendei a minha filha que bebesse refrigerante o menos possível. É claro que, se é dosado, não faz mal à saúde; tudo em excesso faz mal. Mas não vamos cair no papo furado de que o Governo quer aumentar o imposto para fazer com que a pessoa não consuma refrigerante. O imposto sobre bebida alcoólica no Brasil é altíssimo. E quando a gente passa em frente aos bares, vê as pessoas bebendo até cair. Então, não é o aumento do imposto que vai limitar o consumo. Eles querem é arrecadar cada vez mais. Eles querem é criar dificuldades para as empresas, para a empregabilidade. Além disso, transformação econômica no Brasil quem faz é o empreendedorismo e a iniciativa privada, não é o IVA de mais de 27%. A Hungria é o país recordista em alíquota do IVA: 27%; é o país que mais cobra imposto. O Brasil vai ultrapassá-la. E é papo furado essa história de que querem simplificar a tributação. Tudo vai ficar com o Governo Federal. Municípios e Estados terão seus recursos sendo mandados para Brasília, e Brasília é o Governo Federal. Ontem, durante a votação do PLP, ficou claro que aquilo se tratou de um cheque em branco dado em confiança ao Governo petista. Porém, com todo o respeito ao Governo petista, que daqui a pouco vai fechar 20 anos governando o País neste século, o Partido Novo, e eu acredito que mais da metade desta Câmara dos Deputados, não tem confiança nenhuma no Governo do PT. O PT ontem rompeu o arcabouço fiscal com a votação, se eu não me engano, do Projeto de Lei Complementar nº 163, de 2025. Há recursos para a saúde — o Ministério da Saúde tem mais de 245 bilhões de reais —, e o Governo vem arrancar do Congresso mais não sei quantos bilhões de reais para programas sociais ligados à saúde. Enquanto isso, ele arromba os cofres públicos, concedendo isenções como as da Lei de Incentivo à Cultura, que ocasionaram renúncia fiscal que ultrapassou 10 bilhões de reais. Além disso, a gente vê uma farra em viagens. Cada comitiva brasileira tem cem pessoas, duzentas pessoas, trezentas pessoas, quando viajam para a Ásia! A gente vê a Janja gastando 3.600.000 reais por mês! Eu não sei como uma pessoa consegue gastar mais de 100 mil reais por dia. Se a pessoa fica acordada 16 horas por dia, significa que ela gasta 40 mil reais dormindo. Eu não sei como uma pessoa consegue gastar 40 mil reais dormindo, todo dia, 30 dias no mês! Então, quando a gente tem essas votações absurdas que aconteceram aqui, quando a gente vê apontamentos do Ministério da Fazenda, que é liderado por um senhor que é muito mais político do que economista, que cursou 2 meses de economia... Até minha filha, que faz economia, com 1 ano e meio de faculdade, em relação a princípios básicos da economia, liga para mim e diz: "Pai, isto aqui é verdade? Isso aqui é um absurdo!" Ela ontem mesmo ligou para mim e disse: "Pai, quando você cria uma regra que burla o arcabouço fiscal, você está colaborando para o aumento dos juros e da inflação". Você tem hoje um Banco Central que tem que manter a taxa de juros altíssima, justamente para proteger o próprio Governo, porque os gastos são excessivos. Presidente Alberto Fraga, eu finalizo fazendo um apelo, neste último minuto, para que a Prefeitura do Rio de Janeiro salve a Companhia Municipal de Limpeza Urbana — Comlurb. Trata-se da maior empresa municipal de limpeza, se eu não me engano, de todo o continente americano; da América Latina é, com certeza. Há reclamação dos funcionários sobre remanejamento de recursos dos funcionários para a festa de réveillon. Trata-se de uma empresa que nunca teve um grau de insatisfação tão grande como está tendo agora dos garis, pessoas simples, cariocas que deixam as nossas ruas limpas a muito custo, com muito esforço. Faço, então, este pedido à Prefeitura do Rio de Janeiro de que olhe para a Comlurb, uma das empresas municipais mais antigas em atividade na cidade do Rio de Janeiro, se não for a mais antiga. Obrigado, Presidente Alberto Fraga.
  • 16/12/2025entregue por escrito

    O Deputado defendeu a criação de um Código de Conduta para o Supremo Tribunal Federal como medida de fortalecimento institucional e proteção da credibilidade da Justiça. Afirmou que, apesar da relevância do STF para a República, a Corte não possuía normas públicas e objetivas de conduta, o que gerou insegurança e desgaste. Sustentou que a proposta não representou ataque à independência do Judiciário, mas iniciativa para assegurar transparência, ética e autocontenção. Argumentou que regras claras sobre conflitos de interesse, relações externas e exposição pública existiram em democracias consolidadas e contribuíram para a confiança social. Defendeu que o Parlamento abrisse o debate para preservar a harmonia entre os Poderes e a segurança jurídica.

    Palavras-chave oficiais: Código de conduta,Supremo Tribunal Federal (STF),Poder Judiciário

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Parlamentares, Toda democracia madura exige limites claros. Limites ao poder, limites à atuação institucional e, sobretudo, limites de conduta. O Supremo Tribunal Federal é uma instituição essencial à República. Deve ser respeitado, preservado e fortalecido. Mas exatamente por isso — por seu enorme poder e influência — não pode estar acima de regras mínimas de transparência, ética e autocontenção. Hoje, o que se vê é uma lacuna grave: o STF não possui um Código de Conduta claro, objetivo e público, como existe para magistrados de instâncias inferiores, membros do Executivo, do Legislativo e até para servidores públicos. Isso gera insegurança, desconfiança e desgaste institucional. Não se trata de atacar o Supremo. Não se trata de interferir em sua independência. Trata-se de proteger a própria Corte e a credibilidade da Justiça brasileira. Um Código de Conduta serviria para estabelecer parâmetros claros sobre: relacionamento com partes interessadas e agentes econômicos; participação em eventos privados ou patrocinados; conflitos de interesse diretos ou indiretos; exposição pública incompatível com a sobriedade do cargo; e limites éticos na atuação fora dos autos. Nenhuma dessas regras é novidade. Elas existem nas grandes democracias do mundo. Cortes constitucionais fortes convivem com códigos rigorosos exatamente para evitar dúvidas, suspeitas e ruídos institucionais. Quando não há regra, tudo vira interpretação. Quando tudo vira interpretação, cresce a desconfiança. E quando a desconfiança se instala, quem perde é a democracia. O STF não pode ser apenas guardião da Constituição. Precisa também ser exemplo de conduta republicana. Defender um Código de Conduta para o Supremo é defender: a harmonia entre os Poderes; a segurança jurídica; e o respeito da sociedade às instituições. Transparência não enfraquece. Ética não constrange. Regra clara não limita a Justiça — legitima a Justiça. Por isso, este Parlamento tem o dever de abrir esse debate com coragem, responsabilidade e espírito republicano. Não contra o Supremo. Mas em favor do Supremo, da Constituição e do Brasil.
  • 16/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo do Senado Federal apresentado ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços - CG-IBS, dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos - ITCMD, e dá outras providências, com parecer pela rejeição, ressalvados os destaques. Ademais, condenou a deliberação de proposições legislativas que ampliam impostos, aumentam cargos no Governo, flexibilizam o arcabouço fiscal e destinam recursos públicos à TV Educativa. Ao final, recriminou o pagamento de R$ 100 mil à apresentadora do programa Sem Censura, apontando que o programa é utilizado para atacar o Presidente da Casa, Hugo Motta, e os demais Deputados Federais.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei complementar,Partido Novo (NOVO),Voto contrário Proposição legislativa,Votação,Política fiscal,Carga tributária,Recursos públicos,Fundação Centro Brasileiro de TV Educativa (FCBTVE),Remuneração,Apresentador de programas de televisão,Presidente da Câmara dos Deputados,Deputado federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o Partido Novo orienta "não". Eu queria dizer que hoje a gente teve votações para aumentar impostos; para aumentar cargos no Governo; para gerar um monte de facilidades; para sair do arcabouço fiscal — é para pagar a artista da TV Brasil que comanda o Sem Censura e ganha 100 mil reais para falar mal do Presidente desta Casa? Presidente Hugo Motta, sempre que estou aqui, eu me ponho no seu lugar. Muitas vezes, eu não concordo com o senhor — obviamente, pois eu não concordo nem com o meu pai —, mas eu sei dos seus desafios na Presidência desta Casa; eu sei como é difícil liderar a Câmara dos Deputados e fazer o certo, porque desagrada os dois lados. Cissa Guimarães, que lidera o Sem Censura, da nobre TV Brasil, e ganha 100 mil reais, fazer coro para derrubar o Presidente desta Casa é um desrespeito e uma covardia não só com o Presidente, mas com os 513 Deputados. Obrigado, Presidente.
  • 15/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo do Senado Federal oferecido ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD), e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei complementar,Partido Novo (NOVO),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o Partido Novo orienta "não". Como foi falado durante o processo de votação, nós vamos ficar com o maior IVA do mundo. Na melhor das hipóteses, vamos nos igualar à Hungria, com 27%. É um tiro no escuro, é ter muita confiança no Governo do PT, coisa que o Partido Novo, com todo o respeito, não tem. Muitos Municípios, muitos Estados estão temerosos. Para o contribuinte também não é bom, porque ele cessa a guerra fiscal entre os Estados. Guerra fiscal entre os Estados não é bom para o Estado, mas é muito bom para o contribuinte. Essas votações têm que ser muito claras e transparentes. A gente não pode fazer uma votação para especialistas. A gente tem que fazer uma votação para o mais simples brasileiro, porque isso vai recair em cima dele, impedindo o desenvolvimento do empreendedorismo e da iniciativa privada. O Partido Novo vota "não".
  • 15/12/2025

    O Deputado discutiu o Substitutivo do Senado Federal oferecido ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD), e dá outras providências. Na oportunidade criticou a política fiscal do Governo Federal.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,contrário,Política fiscal,Governo federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hugo Motta. É unânime na Frente Parlamentar pelo Livre Mercado — e estou aqui com o Gabriel, o Emanuel, o Fortunato, a Lia, do Partido Novo — que o que faz um país ter transformação econômica é o empreendedorismo e a atividade privada. Quando se fala em guerra fiscal entre os Estados, ela só não é boa para o Estado, mas é muito boa para o contribuinte. Todo este projeto, o PLP 108, tem uma promessa do Governo de se chegar a um IVA de 26% a 27%. O maior IVA do mundo é o da Hungria, com alíquota de 27%. E tudo indica que o Brasil vai passar a Hungria. O Brasil corre o risco de chegar a um IVA de 30%, o que vai nos levar a ter o maior IVA do mundo, num país que não entrega estrada, não entrega hospital, não entrega segurança pública, no qual a gente tem o Maranhão, Estado que foi governado pelo Ministro do Supremo Flávio Dino e que entrega saneamento básico a somente 12% das residência e água potável a somente 50% das residências. E é a maioria dos Deputados que representam o Nordeste, onde estão os Estados mais pobres do País, Deputados que se tornam os mais poderosos aqui, porque se perpetuam no poder, que fazem essas aberrações, fazem com que o Brasil não cresça, tornando mais fácil a permanência deles aqui. Então, o NOVO é contra o fato de o brasileiro pagar a quantidade de impostos que paga. Pagando menos impostos, a gente vai dar mais chances ao brasileiro de ter mais lazer, de crescer, de pagar um estudo melhor para os filhos. Eu vou repetir: isto aqui é uma aberração. O Partido Novo não atira no escuro, não atira no que nem ele nem ninguém aqui consegue ver. Ninguém foi à tribuna e respondeu ao brasileiro que está nos acompanhando, ao pagador de impostos, quanto ele vai pagar por este celular aqui, em porcentagem. (Exibe celular.) Por que este celular chega ao Brasil custando mil dólares, se, nos Estados Unidos, ele custa 400 dólares, e o poder aquisitivo do americano é muito maior? Por que se fala aqui em Imposto Seletivo para o refrigerante? O Deputado Capitão Alberto Neto foi muito feliz ao dizer que é o pobre que compra Tubaína, Fanta Uva, Fanta Laranja. Vai se tirar esse prazer do pobre, sabendo que esse imposto vai servir para financiar a sacanagem do Governo do PT, e não para financiar uma boa alimentação ou uma atividade ou política pública realmente eficaz? Vai cair tudo na mesma caixa d'água da corrupção. O Partido Novo é contra imposto.
  • 15/12/2025

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de retirada de pauta do Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços - CG-IBS, dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos - ITCMD, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei complementar,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente, fica muito claro que o texto que chega do Senado é melhor do que o texto que saiu daqui da Câmara. Mas o Partido Novo faz aqui uma observação, que realmente acende o sinal vermelho: os ganhos de padronização não compensam os riscos institucionais de centralização. O que isso quer dizer? Que a gente depende muito de ter confiança no Governo. Não fica tudo muito claro, porque a gente não sabe, na verdade, e o contribuinte passa a duvidar, que a simplificação passa a ser somente para o Governo. Então, quando um tributo de ISS, de ICMS, sai do Governo do Estado, sai do Município, vai direto para a União e tem que retornar para o Município ou para o Estado, eu acho que é um risco que só valeria a pena se realmente o contribuinte passasse a pagar muito menos imposto. A gente só pode discutir aqui redução de imposto quando ficar claro, quando o Governo nos disser assim: "Olha, a gente vai pagar 5% do valor deste celular aqui em impostos. Olha, quando for emitida uma notinha fiscal, a gente vai fazer como é feito nos Estados Unidos, onde vem escrito: 'Você comprou uma televisão de 4 mil reais e você está pagando — eu vou chutar aqui — 1.200 reais de imposto". Não é claro! Países ricos tributam mais a renda do que o consumo. Aqui no Brasil, o pobre vai ter o mesmo impacto que o rico tem quando compra um saco de arroz, e, ao mesmo tempo, o impacto no consumo dele é muito maior. Hoje, por um funcionário que ganha 10 mil reais, o empregador paga 19 mil reais, o Governo morde 9 mil reais, e o empregado que recebeu 10 mil reais paga 3.500 reais de imposto para o Governo, sobram-lhe 6.500 reais, só que, desses 6.500 reais, ele ainda paga metade em imposto. Então, nada é claro. O Partido Novo enxerga que imposto no Brasil é roubo. Até no caso do o IPVA, fugindo do assunto: por um carro de 100 mil reais, aqui no Brasil, pagam-se 4 mil reais de IPVA; nos Estados Unidos, por um carro de 20 mil dólares, pagam-se 250 reais. Então, isto aqui é um tiro no escuro! Ninguém vai falar no microfone da tribuna, mesmo o Relator, e vai ter peito para assinar que o contribuinte vai começar a pagar menos tantos por cento de imposto. O Partido Novo não atira no escuro. Por isso, o Partido Novo é a favor do requerimento de retirada de pauta. Obrigado, Presidente.
  • 15/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei Complementar nº 163, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para excluir do cômputo dos limites de despesas primárias as despesas temporárias com educação pública e saúde de que trata o art. 6º da Lei nº 15.164, de 14 de julho de 2025, e as despesas financiadas com recursos oriundos de empréstimos internacionais e suas respectivas contrapartidas, bem como excluir as referidas despesas com educação pública e saúde das metas fiscais, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei complementar,Voto contrário,Partido Novo (NOVO)

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o Partido Novo orienta "não" O Partido Novo concorda com o Deputado Claudio Cajado, que foi muito feliz ao falar que essas decisões do Congresso são pontinhos que colaboram com o aumento dos juros, da inflação. Só no ano de 2025, até outubro, o déficit das empresas estatais do Governo chegou a 8,3 bilhões de reais. O orçamento do Ministério da Saúde chega a 245 bilhões de reais. E o Governo vem a esta Cada pedir mais e mais recursos, para ter mais irresponsabilidade em direcionar mal o Orçamento. O Governo petista é definitivamente fim de linha para o nosso País. O Partido Novo torce para que ocorra uma mudança no ano seguinte. O Partido Novo orienta "não".
  • 15/12/2025

    O Deputado discutiu o Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei Complementar nº 163, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para excluir do cômputo dos limites de despesas primárias as despesas temporárias com educação pública e saúde de que trata o art. 6º da Lei nº 15.164, de 14 de julho de 2025, e as despesas financiadas com recursos oriundos de empréstimos internacionais e suas respectivas contrapartidas, bem como excluir as referidas despesas com educação pública e saúde das metas fiscais, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,contrário,Substitutivo,Senado Federal

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, eu estava falando aqui com os assessores do NOVO e do PL a respeito de como eu estou empolgado hoje com o Zezé Di Camargo e o Luciano e como a gente tem que passar para o eleitor o que está acontecendo aqui em uma linguagem real. Este PLP 163/2025 traz um aditivo de irresponsabilidade em relação às contas públicas, porque cria mais uma exceção ao arcabouço fiscal. É mais ou menos assim, Deputado Sóstenes Cavalcante: o Governo é um marmanjo de 30 anos de idade, divorciado, que tem dois filhos e contas para pagar: educação, condomínio, aluguel, plano de saúde. Ele arruma uma namorada, e ela quer pegar um cruzeiro MSC. O salário dele é de 10 mil reais, mas ele contrai uma dívida de 3 mil reais. Como houve excesso de gastos, ele não tem dinheiro para comprar a comida e pagar a escola dos filhos devido ao sonho da namorada de pegar um cruzeiro MSC. É isso que acontece com o Governo brasileiro. Ele vai recorrer ao pai. Da mesma forma como o marmanjo não tem dinheiro, ele vai ligar para o papai de 50 anos e dizer: "Papai, eu estourei o orçamento aqui de casa". E o Congresso Nacional é o papai, o Congresso Nacional é o paizão desse desgoverno Lula, que tem recursos, sim, direcionados para saúde e educação. Só que o Lula prefere financiar as viagens da Janja; o Governo Lula prefere rasgar dinheiro com renúncia fiscal para a Lei Rouanet, que chega a 10 bilhões de reais. Ele faz um monte de absurdos. Ele estoura qualquer tipo de orçamento racional. Eu acho que o amigo que está em casa, o eleitor brasileiro, seja da Esquerda, seja da Direita, compreende isso. Quando a informação chega ao eleitor da Esquerda e ele começa a enxergar o orçamento nacional como se fosse o seu orçamento domiciliar, ele passa a entender o jogo. Eu vou repetir aqui: o Governo tem dinheiro para a saúde e para a educação. Só que aqui ele seca o racional para pagar a viagem do marmanjo irresponsável que prefere viajar num cruzeiro MSC com a namorada a pagar a educação dos filhos. É isso que está acontecendo. O Partido Novo, claro, é contra esse absurdo e orienta contrariamente a este projeto. Eu lamento muito por este Congresso Nacional estar referendando esse absurdo. Daqui a 10 anos ou 20 anos, quando o Brasil estiver mais atrás ainda do Paraguai, da Argentina, do Chile, a gente vai se lembrar dessas orientações. Os seus netos e os seus filhos vão sentir vergonha do voto de todos vocês. Obrigado, Presidente.
  • 15/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 163, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para excluir do cômputo dos limites de despesas primárias as despesas temporárias com educação pública e saúde de que trata o art. 6º da Lei nº 15.164, de 14 de julho de 2025, e as despesas financiadas com recursos oriundos de empréstimos internacionais e suas respectivas contrapartidas, bem como excluir as referidas despesas com educação pública e saúde das metas fiscais, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,Partido Novo (NOVO),Voto favorável

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, Deputado Hugo Motta, vemos a Janja gastando 3,6 milhões de reais por mês, e esse recurso sai de um orçamento que chupa o orçamento da saúde. O Governo brasileiro tem recursos, sim, para as despesas temporárias com saúde e educação, previstas no art. 6º da Lei nº 15.164, só que este é um governo que gasta com muita besteira, com gerador para a COP, que não deu em coisa nenhuma, é um governo que desmata a área, faz oba-oba, faz show, explode em lei de incentivo Rouanet. Aí falta dinheiro para a saúde. Recurso há! Estamos fazendo uma grande marmelada, estamos dando um cheque em branco para o desgoverno. É como se você, em casa, tivesse recurso para ir ao supermercado, mas preferisse ir ao show da Anitta. O Governo Lula é assim: ele prefere ir ao show a pagar o essencial. O voto do Partido Novo é "sim".
  • 15/12/2025

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 163, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para excluir do cômputo dos limites de despesas primárias as despesas temporárias com educação pública e saúde de que trata o art. 6º da Lei nº 15.164, de 14 de julho de 2025, e as despesas financiadas com recursos oriundos de empréstimos internacionais e suas respectivas contrapartidas, bem como excluir as referidas despesas com educação pública e saúde das metas fiscais, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hugo Motta. Eu vou direto aqui à justificativa do Partido Novo em relação ao PLP 163, de 2025. Ele enfraquece o novo arcabouço fiscal ao criar exceções que reduzem sua credibilidade, abrem espaço para maquiagem fiscal e incentivam um maior endividamento público. Apesar de trazer recursos adicionais para a saúde e educação, a proposta compromete a disciplina orçamentária e gera insegurança macroeconômica. Esta assessoria jurídica faz manifestação contrária e pede a retirada de pauta, pois ela cria mais uma exceção no novo arcabouço fiscal, enfraquecendo a credibilidade da regra fiscal e estimulando outras áreas a pleitearam o mesmo tratamento. Obrigado, Presidente Hugo Motta.
  • 15/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Art. 3º apresentado ao Projeto de Lei nº 4.278, de 2025, que dispõe sobre a composição e criação de cargos do Tribunal Regional Federal da 5° Região.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado. Presidente Hugo Motta, o NOVO vota "não" ao texto e quer suprimir o art. 3º, segundo o qual "são acrescidos ao quadro de pessoal do Tribunal Regional Federal da 5ª Região os cargos de provimento efetivo, em comissão e as funções comissionadas constantes dos anexos". Presidente Hugo Motta, antes da votação, V.Exa. citou só três desembargadores federais. Se ficasse aí, tudo bem. O destaque do Partido Novo é para que 114 cargos que vêm a reboque de três cargos de desembargadores federais não sejam criados. Eu vou repetir: é o trem da fantasia, é o carrossel petista da alegria, com mais 114 cargos. Isso é manchete hoje nos jornais do Brasil inteiro. o Governo infla, infla, infla o Estado, para que fique mais pesado e ele consiga mais votos. O destaque do NOVO é para que se mantenham apenas três cargos de desembargadores e que a gente economize 114 cargos que constam da carreta furacão do PT.
  • 15/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 4.278, de 2025, que dispõe sobre a composição e criação de cargos do Tribunal Regional Federal da 5° Região. Além disso, citou a decisão do Prefeito Abilio Brunini, de Cuiabá (MT), de suspender ornamentações para direcionar recursos à educação básica. Informou que a economia permitiria investimentos em escolas, material didático e mobiliário, beneficiando crianças do ensino inicial.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário Despesa pública,Prefeito,Cuiabá (MT),Investimento público,Educação

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, é claro que o Partido Novo orienta o voto "não". Com o pouco que a gente economiza neste País, a gente traz o que a sociedade espera. O Prefeito Abilio Brunini, de Cuiabá, não vai fazer ornamentação nas ruas de Cuiabá. O resultado são 40 milhões de reais em investimento nas escolas para as crianças pequenininhas do ensino básico. Ele vai comprar material didático, mobília. Se a gente não tem respeito com o mais simples cidadão, com o pipoqueiro, com o vendedor de cachorro-quente, com o jardineiro, com o açougueiro, com pessoas simples, como o peão de obra... Todo mundo paga imposto quando compra um saco de arroz. E é este o recurso que ele vai financiar: 21 milhões de reais. O Partido Novo vai, inclusive, entrar com destaque para diminuir esse impacto. O voto do Partido Novo é "não".
  • 15/12/2025

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 4.278, de 2025, que dispõe sobre a composição e criação de cargos do Tribunal Regional Federal da 5° Região. Além disso, fez uma análise negativa do cenário social brasileiro, citando salário mínimo baixo, concentração de renda, encolhimento da classe média e dependência de programas sociais. Também manifestou solidariedade a Rebeca Ramagem, esposa do Deputado Delegado Ramagem, ao criticar bloqueio de contas bancárias sem imputação formal. Ademais, questionou decisões do Judiciário, criticou o debate público envolvendo artistas e imprensa e comparou salários mínimos no Brasil e em países da América do Sul.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário Governo federal,Economia,Política social Poder Judiciário,Abuso de autoridade,Bloqueio de bens Debate,Artista,Imprensa

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hugo Motta. Presidente Hugo Motta, fica registrada aqui, sim, a indignação do Partido Novo do Rio de Janeiro e do Brasil. A gente não pode ter uma despesa de contas públicas indo à estratosfera, com um salário mínimo sendo o menor da América do Sul, de 260 dólares. A gente não está falando aqui apenas de três cargos de desembargador federal, não. A gente está falando de 57 cargos de técnicos e analistas judiciários, de dezesseis cargos em comissão, de 41 funções comissionadas, de uma despesa de 21.844.000 reais. O brasileiro está ganhando muito pouco. São mais de 50 milhões de brasileiros beneficiários do Programa Bolsa Família, são somente 33 milhões de brasileiros com carteira assinada. Olhem, quem paga imposto no Brasil... A classe média está sumindo. Hoje 5 mil reais não são praticamente nada, o salário mínimo virou 5 mil reais. O poder aquisitivo do brasileiro está lá no chão. Mas, Presidente Hugo Motta, eu quero prestar solidariedade à Rebeca Ramagem, esposa do Deputado Delegado Ramagem, que teve suas contas bancárias bloqueadas. Ela não é ré. Ela não é investigada. Ela não tem nada a ver com a situação. Ao fazer isso, o Judiciário passa o recado de que, se ele não consegue alcançar a pessoa que ele quer alcançar, ele vai alcançar outros que estão em volta dela, por exemplo, os familiares. Isso pode acontecer com artistas, com jornalistas, conosco. É um verdadeiro absurdo, por exemplo, o SBT dar voz às pessoas que não lutam pela liberdade! Daí a gente vê o Zezé Di Camargo se pronunciar e ter cem vezes mais comentários do que o Caetano Veloso, do que o Chico Buarque, que furtava carro em Itanhaém, São Paulo — ele deu entrevista sobre isso. A classe artística brasileira menospreza o sertanejo, que defende Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, Estados que estão dando certo. O filho do Seu Francisco, que ajudava o pai na lavoura colhendo verduras, é ridicularizado por uma elite cultural no Brasil que menospreza a raiz do brasileiro. É por isso que o Zezé Di Camargo ganhou 500 mil seguidores, e a Patrícia Abravanel perdeu 1 milhão de seguidores. Olhe, a gente vai retomar o comando deste País. O Chile fez o certo, assim como todos os demais países da América do Sul que são de direita. O salário mínimo no Equador é 450 dólares; no Chile, é 400 dólares. E o salário mínimo no Brasil é 260 dólares. Estamos a caminho do abismo, mas a gente pode parar este trem. Obrigado, Presidente.
  • 15/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada da Ordem do Dia do Projeto de lei nº 4.278, de 2025, que dispõe sobre a composição e criação de cargos do Tribunal Regional Federal da 5° Região.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, esta é mais uma votação absurda, e que vai gerar um impacto de 21 milhões de reais. Eu pergunto em que esta medida vai ajudar a destravar a economia brasileira. Em que essa medida vai contribuir para o avanço da sociedade? Trata-se de um TRF localizado em Recife, mais precisamente. Repito: o poder aquisitivo do brasileiro está caindo. A gente gasta 300 reais só de passar na frente do supermercado! O almoço de um casal custa 200 reais. Um prato feito custa hoje 45 reais. Para um cidadão ganhar 10 mil reais, seu patrão tem uma despesa de 19 mil reais. Esse cidadão paga ao Governo 3.500 reais, então lhe sobram 6.500 reais. E ele paga 50% em impostos! Essas pessoas é que vão financiar esse absurdo! Para o Partido Novo, é claro o absurdo que estão fazendo com o País, uma irresponsabilidade! O Partido Novo orienta "sim", pela retirada.
  • 15/12/2025

    O Deputado afirmou que o Partido Novo votou contra a reforma tributária em debate na Câmara dos Deputados. Avaliou que, apesar de o texto ter chegado ao Plenário em condições melhores do que saiu, a simplificação proposta beneficiou o Governo Federal, concentrando controle sobre arrecadação e gestão dos tributos. Também argumentou que o risco institucional dessa concentração não compensou eventuais promessas de simplificação e alertou que, na prática, o pagador de impostos não teria redução real de encargos.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,Reforma Tributária (2023),regulamentação,Imposto sobre Bens e Serviços (IBS),Partido Novo (NOVO),contrário,Governo federal,Arrecadação tributária,controle,Crítica

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente Hildo Rocha, espero que hoje votemos a reforma tributária — ou nem tanto, porque, como eu já vou adiantar, o Partido Novo é contra. Apesar de o texto ter chegado à Câmara dos Deputados melhor do que saiu, simplifica-se apenas para o Governo. O pagador de impostos, os Municípios e os Estados entram no balaio do Governo Federal, que traz para si todo o controle. Esse risco de controle, na nossa opinião, não vale a pena, porque o que a gente está observando é que, para o pagador de impostos, apesar de aparentemente ser simplificado, no bolso do pagador de impostos não vai ser simplificado, não. O que a gente observa é que o risco dos impostos — estes que eram para ser simplificados e diminuídos — será aumentado. Obrigado, Presidente Hildo Rocha.
  • 15/12/2025entregue por escrito

    O Deputado defendeu as artes marciais como instrumento de formação humana, proteção pessoal e transformação social, ressaltando que o treinamento promove disciplina, respeito, autocontrole e equilíbrio emocional. Destacou os benefícios para crianças e adolescentes, como construção de caráter e afastamento da criminalidade, para mulheres, como meio de defesa pessoal e empoderamento, e para jovens em situação de vulnerabilidade, como experiência de pertencimento e mérito. Ademais, afirmou acreditar no esporte como política pública e declarou que destina emendas parlamentares a projetos de artes marciais voltados a públicos vulneráveis. Ao final, sustentou que investir no esporte é medida preventiva mais eficaz que ações repressivas.

    Palavras-chave oficiais: Arte marcial,Criança,Adolescente,Mulher,Jovem,Vulnerabilidade social,Esporte,Política pública,Emenda,Parlamentar,Deputado federal,Recursos públicos,Atuação parlamentar

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Quero tratar hoje de um tema que vai muito além do esporte. Falo das artes marciais como instrumento de formação humana, proteção pessoal e transformação social. O treinamento de lutas — como judô, jiu-jitsu, karatê, taekwondo, boxe e tantas outras modalidades — ensina disciplina, respeito, autocontrole, postura e responsabilidade. Não é sobre violência. É justamente o contrário: é sobre controle da força, consciência do corpo e equilíbrio emocional. Para crianças e adolescentes, as artes marciais ajudam a construir caráter, foco, resiliência e limites claros. Tirar um jovem do ócio, da rua e da influência do crime é oferecer a ele um tatame, um professor e um código de valores. Para mulheres, o treinamento de defesa pessoal representa autonomia, segurança e confiança. Em um país onde a violência contra a mulher ainda é uma realidade dura, ensinar técnicas de defesa, reação e prevenção é também uma forma concreta de proteção e empoderamento. Para jovens em situação de vulnerabilidade, as artes marciais são muitas vezes a primeira experiência de pertencimento, de reconhecimento e de mérito. O respeito se conquista pelo esforço, pela disciplina e pela evolução pessoal — não pela força bruta. Falo isso com convicção pessoal. Como deputado federal, acredito no esporte como política pública. E por isso faço questão de indicar emendas parlamentares para projetos de treinamento de artes marciais, especialmente aqueles voltados para crianças, adolescentes, mulheres e comunidades carentes. Investir em artes marciais é investir em prevenção, em segurança, em educação e em cidadania. É muito mais barato — e muito mais justo — formar do que remediar, educar do que punir, orientar do que abandonar. O Estado não pode estar ausente onde o crime tenta se fazer presente. E o esporte, especialmente as artes marciais, é uma das ferramentas mais eficazes que temos para ocupar esse espaço com valores positivos. Finalizo reafirmando meu compromisso: continuarei destinando recursos, apoiando projetos sérios e defendendo o esporte como instrumento de transformação social.
  • 11/12/2025Breves Comunicações

    O Deputado relatou que teve o direito de fala cerceado quando o Deputado Glauber Braga assumiu a Mesa e impediu Parlamentares de se manifestarem nas comunicações regimentais, o que considerou a maior agressão sofrida na Câmara. Defendeu o pedido de cassação apresentado pelo Partido Novo como medida pedagógica, argumentou que há tratamento desigual entre Direita e Esquerda e criticou a atuação do Judiciário e supostas pressões do Governo sobre votos no Plenário.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Plenário,obstrução,Crítica Conselho de Ética e Decoro Parlamentar,Perda de mandato parlamentar,Deputado federal,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Defesa

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente Erika Kokay, Deputado Helder Salomão e Antônio, assessor do Partido Novo, presentes aqui, meus cumprimentos. Deputada Erika, V.Exa. é do Partido dos Trabalhadores, e o Deputado Helder também. V.Exas., na Presidência da sessão, nunca me impediram de falar. Pelo contrário, os dois sempre foram muito corteses comigo. Porém, na terça-feira, quando o Deputado Glauber Braga, do Rio de Janeiro, tomou de assalto a Mesa, ele impediu vários Deputados de falar, de subir a esta tribuna para falar nas Breves Comunicações por 3 minutos, ou de fazer uso do microfone que fica situado no meio do plenário, para falar por 1 minuto. Essa foi a maior agressão que eu sofri aqui dentro da Câmara dos Deputados. Eu olhava para o Deputado e pedia a palavra por 1 minuto, mas ele nem sequer olhava para mim. Deputado Helder, ele agiu diferentemente de V.Exa., que se senta ali e dá a palavra para todo mundo. O Deputado Helder Salomão é do PT do Espírito Santo. A Deputada Erika Kokay, do PT de Brasília; é mais aguerrida, mas jamais impediu ninguém de falar aqui. Essa foi a maior agressão feita por um Deputado aqui dentro. Mais forte do que um tapa na cara, mais forte do que um chute no bumbum é cercear um Parlamentar no seu direito de expressar a sua opinião. Naquele momento, eu nem ia falar nada da postura do Deputado Glauber, eu ia fazer um discurso em relação ao Benício, um menininho de 7 anos que faleceu por erro médico em Manaus. Na terça-feira, tivemos aqui esse episódio lamentável e gravíssimo. Na quarta-feira, ontem, dia 10 de dezembro, tivemos em pauta a proposta de cassação do Deputado, o que terminou com outra punição. Eu gostaria de dizer aqui que é muito difícil ser justo com uma pessoa que é injusta conosco. É muito duro lutar contra alguém que tem uma força desproporcional em relação à sua, alguém que não tem a mesma força que você. Eu gostaria de lembrar que o Deputado Glauber Braga votou a favor da prisão do Deputado Daniel Silveira no ano de 2021. O Deputado Daniel ficou preso por 4 anos. O Deputado Glauber Braga foi contra a cassação da então Deputada Flordelis, que assassinou o marido. Olhem, é muita incoerência! É muita incoerência! Eu fico imaginando se eu tivesse expulsado um militante partidário, jovem, a pontapés do Congresso Nacional. O que teria acontecido comigo? No mesmo dia, eu estaria no Jornal Nacional. No mesmo dia, a família do rapaz agredido estaria dando entrevista, pedindo indenização e me crucificando. No mesmo dia, o próprio PSOL estaria pedindo a minha cassação e a minha prisão até na ONU. Então, são essas diferentes perspectivas de respeito, de tolerância, que existem nesta Casa. Quando o Presidente Bolsonaro sofreu um atentado, por meio de uma facada dada por um militante de partido, nenhum Deputado, nem do próprio PSOL, subiu a esta tribuna para pedir desculpas. Muitos Deputados que votaram pela prisão do Daniel Silveira se arrependeram e pediram desculpas. Não houve, em nenhum momento, pedido de desculpas do Deputado Glauber. Eu mesmo já errei aqui. O Deputado Helder Salomão, no ano de 2023, quando eu fiz um discurso forte aqui, veio a mim e disse: "Luiz, se retrate". Pensei bem, fechei os olhos, fiz uma avaliação e pedi desculpas. Essa posição de enfrentamento não vai levar este Congresso Nacional a nenhum lugar. Então, o Partido Novo entrou, sim, com o pedido de cassação do Deputado Glauber Braga. Não foi pedido de prisão, não, como fizeram com o Deputado Daniel. Perder o mandato é um medida que está anos-luz de distância de uma medida que leve você a ser preso. Os políticos se apegam tanto ao mandato que perdê-lo seria como perder a vida. Perder mandato tem que acontecer, sim, nesta Casa, para servir de exemplo para os dois lados, tanto para Deputado da Direita quanto para Deputado da Esquerda, se agir de forma incorreta, se bater no amigo, se tiver uma atitude errada. Parece que essas pessoas não sabem fazer nada na vida. Se eu perder o meu mandato, eu vou ser professor de educação física. Está tudo bem. Fico 4 anos na geladeira. É isto que me dói: os Deputados não se importam. A gente já não tem mais aqui o Deputado Ramagem, a Deputada Carla Zambelli, o Deputado Eduardo Bolsonaro, porque eles foram impedidos de estar aqui pelo Judiciário brasileiro. Eles não foram cassados por esta Casa. Então, nós da Direita temos adversários além dos políticos que estão dentro desta Casa, o que seria natural ter como adversários. Ou seja, esse é um jogo injusto, porque um cartão amarelo para eles é um cartão vermelho para nós. O Judiciário é a favor deles e contra nós. O atual Governo é a favor deles e contra nós. Essa é uma briga muito injusta. Ontem, gravações foram divulgadas pela imprensa brasileira, dando conta de que, possivelmente, houve ligações do Governo para Deputados, principalmente do Centrão, pressionando-os a mudar os seus votos. Isso é gravíssimo e está sendo divulgado pela imprensa brasileira. Isso é muito grave. Mais grave ainda foi o que aconteceu, vou repetir, na terça-feira, quando o Deputado Glauber subiu à Mesa e escolheu os Deputados que ele ia permitir fazerem uso da palavra. Essa foi a coisa mais grave. Está registrado. Há notas taquigráficas. Os Deputados pediam a palavra, e ele nem sequer olhava. Isso é muito grave. Isso é muito grave. E sei que há Deputados da Esquerda que não compartilham com esse pensamento. Obrigado, Presidente Erika Kokay. Obrigado, Deputado Helder Salomão.
  • 11/12/2025entregue por escrito

    O Deputado afirmou que o Brasil viveu um momento decisivo e defendeu a união das forças de direita como condição para derrotar o PT nas eleições de 2026. Avaliou que divisões internas, vaidades e projetos pessoais fragilizaram o campo político que se opõe ao Governo e favoreceram a permanência do PT no poder. Também destacou que a união não significou unanimidade, mas maturidade política e compromisso com um projeto nacional voltado ao desenvolvimento e à liberdade.

    Palavras-chave oficiais: Eleição,Partido dos Trabalhadores (PT),permanência,Direita política,unidade,vitória

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, senhoras e senhores deputados, brasileiras e brasileiros, O Brasil vive um daqueles momentos decisivos da nossa história. Momentos em que cada força política precisa escolher se vai servir ao país ou servir ao próprio ego. E eu digo isso olhando especialmente para o campo da direita — o campo que acredita na liberdade, na responsabilidade, no mérito, no empreendedorismo e na ordem. Se quisermos derrotar o PT em 2026, não há espaço para vaidades, divisões artificiais, disputas internas ou projetos pessoais. Não há espaço para quem prefere ter razão sozinho a construir vitória junto. O Brasil está cansado de polarizações vazias, cansado da estagnação econômica, cansado do aparelhamento do Estado, cansado de ver a máquina pública servir ao partido — e não ao povo. A verdade é simples: se a direita não estiver unida, o PT estará. E quando o PT está unido e a direita dividida, o resultado não é só uma eleição perdida — é um país que fica para trás. 2026 será a eleição mais importante desde 1994. E o Brasil precisa de um projeto alternativo, sólido, responsável e competitivo. Não basta apenas criticar o que está aí. É preciso oferecer um caminho. É preciso oferecer esperança. E esse caminho só será viável se caminharmos juntos — liberais, conservadores, cristãos, direita democrática, movimento empresarial, movimento de segurança pública, movimento pró-família, juventude empreendedora. Todos. A união da direita não é um gesto político. É um dever histórico. É olhar para além das diferenças e perceber o que nos une: — A defesa da liberdade de expressão. — O respeito às instituições, mas sem tolerar abusos. — A responsabilidade fiscal como base para o crescimento. — A segurança pública como prioridade nacional. — O Estado que serve ao cidadão, não o contrário. — E a convicção de que o Brasil não pode ser refém de um projeto de poder que já fracassou tantas vezes. União não significa unanimidade. Significa maturidade. Significa entender que nenhum de nós, sozinho, vence o PT. Mas todos nós juntos, com responsabilidade, com estratégia, com generosidade política, podemos recolocar o Brasil no rumo do desenvolvimento e da liberdade. O adversário é outro. O foco é outro. A missão é maior do que qualquer disputa interna. Por isso, deixo aqui um chamado: Que cada liderança da direita, em todo o país, pense no Brasil antes de pensar em si. Que cada pré-candidato pense no povo antes de pensar no próprio projeto. Que cada partido pense na vitória da agenda que defendemos — e não na vitória pessoal de seus quadros. Porque quando a direita se une, o Brasil vence. Muito obrigado.
  • 10/12/2025

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Projeto de resolução da Câmara dos Deputados

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    O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o Partido Novo orienta "sim". Uma das coisas que foi mais marcante na minha passagem aqui na Câmara dos Deputados foi quando, em 2021, este Plenário, diretamente, sem cassar o mandato do Daniel, votou pela manutenção de sua prisão. Daniel ficou preso durante 4 anos. Eu já perguntei aqui várias vezes, neste microfone, para os Deputados do PSOL e do PT se eles achavam justa a condenação do Daniel. Todos eles balançavam a cabeça dizendo que a achavam justa. Então, a gente não tem um princípio de igualdade em relação à punição. Eu tenho certeza que, se eu tivesse chutado um militante do PSOL, eles pediriam a minha prisão até para a ONU. É por isso que o Partido Novo orienta "sim". Não se trata de um problema pessoal. É um problema equivalente ao que eles desejam para a gente.
  • 10/12/2025entregue por escrito
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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Antes de qualquer coisa, eu acredito profundamente no poder do esporte como ferramenta de transformação social. O esporte forma caráter, impõe disciplina, ensina respeito, vence preconceitos, abre portas e cria pertencimento. O esporte socializa, integra, educa — e muitas vezes faz isso onde o Estado não chega, onde a escola não funciona como deveria, onde a família está fragilizada, e onde a violência tenta recrutar mais rápido do que o governo acolhe. Quando uma criança entra em um tatame, em uma pista, em uma quadra ou em uma piscina, ela aprende algo que nenhum discurso político consegue ensinar: que o esforço individual importa, mas é o coletivo que vence; que há regras; que existe mérito; que existe limite; que existe respeito; que existe consequência. O esporte ensina que cair faz parte — e que levantar é obrigatório. Senhores deputados, o esporte é a mais democrática política pública que existe. Ele não pergunta onde a pessoa nasceu, quanto ela tem na conta bancária ou em quem ela votou. Ele não diferencia o que muitos ainda tentam separar: elite e periferia, centro e comunidade. E eu falo disso com convicção porque temos no Brasil exemplos extraordinários: projetos sociais que transformaram campeões; atletas que saíram de realidades duríssimas e se tornaram referência mundial; jovens que encontraram no esporte a única fronteira entre o sonho e o tráfico, entre a esperança e o abandono. Mas para que o esporte cumpra esse papel, é preciso política pública consistente, financiamento contínuo, governança, e parceria com quem está no território — ONGs, professores, treinadores, líderes comunitários que dedicam a vida para mudar realidades. Nós precisamos, neste Parlamento, tratar o esporte como investimento, e não como gasto. Quando um jovem vai para o esporte, ele não vai para o crime, reduz violência, reduz evasão escolar, melhora autoestima, saúde física e mental, amplia oportunidades de trabalho. Cada real investido em esporte retorna múltiplas vezes em benefícios sociais e econômicos — essa é a métrica da transformação. Portanto, deixo aqui meu comprometimento: defender o esporte como política de Estado — perene, previsível e responsável. Porque o esporte salva vidas. Porque o esporte educa. Porque o esporte transforma. E porque — repetindo a convicção que abre esta fala — o esporte forma caráter, disciplina, abre portas e cria pertencimento. Muito obrigado.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.