
Nome civil: Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima · 48 anos
Bananômetro
91/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 93% dos deputados · média do partido: 90
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 97%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 99%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 22%das 844 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 96%das 901 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Fale com Luiz Lima
Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.luizlima@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5504
- Gabinete
- Gabinete 504, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 389 de 391 sessões
Votou nas votações
97%
Registrou voto em 1.090 de 1.119 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 20 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
22%
Em 844 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
1.072 discursos na tribuna e 467 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 14/10/2026.
- 10/02/2026entregue por escrito
O Deputado comentou pesquisa eleitoral divulgada no dia e afirmou que o levantamento indicou o Senador Flávio Bolsonaro numericamente à frente do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em eventual primeiro turno. Avaliou que o resultado refletiu insatisfação popular com o Governo do PT, citando economia, custo de vida, impostos e credibilidade internacional. Declarou que o cenário revelou rejeição a práticas associadas a gestões anteriores e apontou que a direita manteve representação expressiva no País. Ponderou que pesquisas não definiram eleições, mas indicaram tendências do eleitorado, e defendeu que o campo político transformasse o sentimento captado em propostas e mobilização para o próximo pleito.
Palavras-chave oficiais: Pesquisa eleitoral,Disputa eleitoral,Primeiro turno,Senador
Ler a transcrição oficial
DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, A pesquisa eleitoral divulgada hoje traz um recado muito claro das ruas, do povo brasileiro, de quem sente no dia a dia o peso das escolhas erradas deste governo. Segundo o levantamento, o senador Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno. E isso não é um detalhe estatístico. Isso é sintoma político. É o reflexo direto da insatisfação crescente da população com o governo do PT, com a economia que não decola, com o custo de vida sufocando as famílias, com o aumento de impostos, com a insegurança jurídica, com a perda de credibilidade do Brasil e com um governo que parece mais preocupado em agradar aliados ideológicos do que em resolver os problemas reais do país. O povo está dizendo, mais uma vez, que não aguenta mais o PT. Que não aceita a volta das velhas práticas, do Estado inchado, do discurso fácil e da conta sempre jogada no colo de quem trabalha. Esse resultado mostra que a direita segue viva, forte e representativa. Mostra que há uma parcela majoritária da sociedade que quer ordem, responsabilidade fiscal, liberdade econômica e respeito ao cidadão. É importante dizer: pesquisa não decide eleição. Mas pesquisa revela sentimento. E o sentimento hoje é de cansaço, de frustração e de rejeição a esse projeto de poder que governa o Brasil olhando para o passado. Cabe a nós, da direita, transformar essa insatisfação em proposta, em mobilização e em esperança real de mudança. O povo já deu o recado. Agora é nossa responsabilidade estar à altura dele. Muito obrigado. - 09/02/2026
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência apresentado ao Projeto de Lei Complementar nº 14, de 2026, que dispõe sobre a redução de alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a indústria química e petroquímica, e altera a Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, e a Lei nº 10.865, de 30 de abril de 2004.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,contrário
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Presidente, nós do Partido Novo ouvimos pessoas ligadas diretamente à indústria petroquímica, e os nossos assessores legislativos chegaram à conclusão de que este projeto, com todo o respeito ao autor, ao Relator, não é urgência para a indústria petroquímica, é urgência somente para o grupo da Braskem. Este é um projeto direcionado a um grupo específico e a uma matéria-prima específica, o plástico. E esse grupo tem como sócias a Novonor, que é a face atual da antiga Odebrecht, com 50,1% das ações da Braskem, e a Petrobras, com 47%. Todos esses conglomerados empresariais que formam o grupo Braskem estão na Bahia, no Rio Grande do Sul e em São Paulo. É um centro petroquímico presente nesses três Estados. O que o grupo do Presidente Lula vai fazer em Brasília? Favorecer um grupo que sempre esteve com ele: a Odebrecht, pega na Lava-Jato. Este projeto vai reduzir imposto no Brasil somente para os amigos do Presidente e vai pôr mais distante ainda aquelas empresas menores que buscam fazer um serviço semelhante. Então, com todo o respeito, nos Estados Unidos, lobby não é crime, mas é crime quando é feito para beneficiar o governo. E, no nosso caso, este projeto beneficia o Governo atual especificamente. Isto aqui é um grande lobby, pessoal, assim como houve aqui um projeto do lobby do gás, na semana passada, do qual eu me envergonho. Este é o meu oitavo ano aqui, e eu nunca vi uma votação tão descarada como aquela para formar um cartel, já que o brasileiro estava recebendo o benefício do gás em sua conta e comprava o gás onde quisesse. E aqui passou aquele absurdo. Este aqui eu diria que não é medalha de ouro o do gás foi mais absurdo , este é medalha de prata, disputando na batida de mão com o projeto absurdo do gás. Daqui a alguns anos, a gente vai ver muita gente presa em razão desses dois projetos: o da semana passada e este aqui. Obrigado, Presidente Hugo Motta. - 03/02/2026
O Deputado criticou o discurso anterior do Deputado Ivan Valente e defendeu a posição dos Parlamentares que votaram contra o programa Gás do Povo. Afirmou que indicadores econômicos, como juros e salário mínimo, seriam negativos no Governo Lula e argumentou que a nova política do gás prejudicaria beneficiários ao substituir o pagamento em dinheiro do Auxílio Gás pela retirada do botijão em revendas credenciadas.
Palavras-chave oficiais: Discurso parlamentar,Deputado federal,Crítica,Voto contrário,Auxílio Gás do Povo,Indicador econômico,Governo federal,Prejuízo,Beneficiário,Pagamento em dinheiro,retirada,Gás Liquefeito de Petróleo (GLP),Revenda
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Charles. Lembro ao Deputado Ivan Valente, que subiu à tribuna, que os maiores juros dos últimos 10 anos são do Governo Lula. O menor salário mínimo da América do Sul, e só ganhamos da Venezuela, é do Governo Lula. Alô, comunidade de Heliópolis, Capão Redondo! O Deputado subiu ali e disse que os 29 que votaram contra são inimigos do povo. Não! O Governo Lula tirou o seu auxílio-gás da conta. O que você recebia junto com o Bolsa Família o Governo Lula acabou. Você vai ter que retirar o seu gás numa revenda credenciada. Todos conhecem Heliópolis e Capão Redondo. São bairros gigantes. Você vai ter que andar 4, 5 quilômetros, às vezes, para comprar o gás, aliás, comprar não, pegar o seu gás com o vale, que o Governo quer que você pegue nesse ponto de revenda, em vez de comprar numa revenda pertinho da sua casa. - 03/02/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a condução do IBGE e questionou dados oficiais sobre emprego no Brasil, afirmando que o instituto estaria adotando narrativas políticas em detrimento dos fatos, especialmente ao divulgar índices baixos de desemprego. Mencionou a exoneração de uma servidora que teria denunciado suposto viés na gestão e argumentou que critérios estatísticos mascaram a realidade, citando o número de beneficiários do Bolsa Família como indicador de maior desemprego e pobreza. Por fim, criticou medidas do Governo relacionadas ao programa de gás e afirmou que o poder de compra dos brasileiros teria diminuído, defendendo que a realidade econômica do País seria mais negativa do que a apresentada pelos dados oficiais.
Palavras-chave oficiais: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),gestão,caráter político,Dados estatísticos,Desemprego,questionamento,Exoneração,Servidor público,Denúncia,Ideologia política,Bolsa Família,Auxílio Gás do Povo,Pobreza,Poder aquisitivo
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Presidente Charles, parece que o IBGE segue direitinho aquelas palavras que o Presidente Lula falou quando assumiu esse seu terceiro mandato, que as narrativas são mais importantes que os fatos. Semana passada, uma servidora há 40 anos no IBGE foi exonerada após denunciar a gestão do escolhido de Lula, o Sr. Márcio Pochmann. Essa senhora disse: "A condução do IBGE está sob viés autoritário, político e midiático." Uma servidora há 40 anos do IBGE. Os técnicos do Instituto, Ana Raquel, da Gerência de Sistematização de Conteúdos Internacionais e Leonardo Ferreira Martins, da Gerência de Editoração, assinaram uma carta representando sua opinião e de outros servidores. Olha, eu vi muitos Deputados e o que me fez descer do gabinete foi um Deputado que representa o PT do Paraná soltando fogos aqui, comemorando que o Brasil tem pleno emprego, que nunca tivemos um nível de desemprego tão baixo, de 5,1%, o que representa 5,6 milhões de brasileiros. Olha, essa estatística do IBGE está errada. O IBGE considera um brasileiro que trabalha 1 hora durante uma semana como empregado. O IBGE desconsidera que 18 milhões de famílias, o que representa 50 milhões de brasileiros, recebem o Bolsa Família. Ontem, foi aprovado o projeto em que infelizmente o Governo Lula tirou 140 reais, Deputado Luiz Philippe, do brasileiro para ele comprar o gás onde quiser, e criou revendedoras credenciadas, um grande cambalacho que está por vir. A gente vai identificar isso nos próximos anos em grandes revendedoras de gás; e eles comemoram dizendo que são 15 milhões de brasileiros favorecidos. São 15 milhões de miseráveis. Ano que vem, o Governo Lula vai comemorar. Serão 20 milhões de miseráveis. Deus permita que, nos próximos anos, ele não comemore o número de 40, 50 milhões de miseráveis. Mas que eu queria dizer aqui é como este País vai dar certo, se essa estatística do IBGE estiver errada? Com esses números do Bolsa Família, nós não temos 5% de desempregados, temos 30% de desempregados. No Estado do Maranhão, 1,255 milhão de pessoas recebem o Bolsa Família, enquanto 580 mil maranhenses têm emprego formal. No Piauí, 641 mil pessoas recebem Bolsa Família e 374 mil piauienses têm empregos formais. Olha, eu só vou dizer uma coisa: contra fatos não há argumentos. Não adianta a narrativa querer brigar com os fatos. Não é à toa que essa servidora aqui foi exonerada. Certamente ela se baseava nos fatos. Olha, que mais servidores corajosos como essa senhora se manifestem para o bem da população brasileira. A gente está passando por um momento em que a narrativa supera os fatos e, por isso, a gente tem que mostrar aqui a verdade. No Brasil não temos 5 milhões apenas de desempregados, não. O Deputado do Paraná subiu ali e falou que o poder aquisitivo do brasileiro estava subindo. Para quem ganhava 5 mil reais em 2010, precisa ganhar hoje 12.400 reais para ter o mesmo poder de compra. Olha, para quem queria combater fake news, o PT continua vivendo na propaganda do PT. Obrigado, Presidente Charles. - 03/02/2026
O Deputado comemorou a obtenção de mais de 280 assinaturas para a instalação da CPMI do Banco Master e questionou o que chamou de resistência do Governo à investigação. Citou vínculos de ex-Ministros e ex-autoridades do Governo Lula com o banco, incluindo Henrique Meirelles, Ricardo Lewandowski e Guido Mantega, e mencionou atuação de familiares e políticos próximos ao CEO do Banco Master. Classificou a situação como escândalo e defendeu a necessidade de investigação parlamentar. Também parabenizou os Deputados, inclusive do próprio Governo, e destacou o trabalho do Partido NOVO, mencionando a Deputada Adriana Ventura e o Deputado Marcel van Hattem, como agentes comprometidos com a transparência e a fiscalização.
Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Banco privado,Banco de Brasília (BRB),criação,Defesa
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Presidente Charles, estamos comemorando as mais de 280 assinaturas para a realização da CPMI do Banco Master. Por que o Governo tem medo da CPMI? Henrique Meirelles, ex-Presidente do Banco Central do Governo Lula, consultor do Banco Master; Ricardo Lewandowski, ex-Ministro da Justiça do Governo Lula, consultor do Banco Master; Guido Mantega, ex-Ministro da Fazenda do Governo Lula, consultor do Banco Master. Este é um infográfico do Valor Econômico, de 19 de novembro, da jornalista Adriana Mattos. (Exibe documento.) Alexandre de Moraes, cuja esposa tem escritório de advocacia, defendendo o Banco Master. Muitos dizem: "É imoral, mas não é ilegal". Quando a imoralidade faz parte de uma estrutura, ela pode, sim, se tornar ilegal. E vemos também políticos baianos: Jaques Wagner, Senador; Jerônimo Rodrigues; Rui Costa, amigos e próximos de Augusto Lima, CEO do Banco Master. Eu peço mais 30 segundos e encerro. Isto aqui é um escândalo! Se isto aqui fosse na época do Governo Bolsonaro, ia voar mandado de prisão como se uma menina panfletando na rua distribuísse panfleto. Isto aqui é um escândalo! É preciso, sim, ser instalada a CPMI. Dou parabéns aos Deputados, até do próprio Governo! Parabéns, Deputados que, eu sei, têm bom caráter e que querem passar o Brasil a limpo! Parabéns, Partido Novo, Deputada Adriana Ventura e Deputado Marcel! - 03/02/2026entregue por escrito
O Deputado afirmou que o início do ano legislativo ocorreu em um contexto decisivo e eleitoral, marcado por desafios na economia, na segurança pública, na saúde e nas condições de vida da população. Avaliou que o Congresso retomou os trabalhos diante de um cenário de inflação, carga tributária elevada e falta de oportunidades. Defendeu que o Parlamento não se subordinasse ao calendário eleitoral nem a interesses de poder, e que priorizasse trabalho e mudança na gestão pública. Mencionou a necessidade de reformar a forma de governar, de gastar recursos públicos e de tratar quem produz e trabalha. Também afirmou que o ano eleitoral representou oportunidade de prestação de contas, fortalecimento institucional e defesa do interesse público.
Palavras-chave oficiais: Eleição geral,Agenda legislativa,Disputa eleitoral,avaliação
Ler a transcrição oficial
DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Iniciamos hoje mais um ano legislativo. E não é um ano qualquer. É um ano decisivo, um ano eleitoral, um ano em que o Brasil será chamado a refletir, a escolher e, acima de tudo, a corrigir rumos. O Parlamento retoma seus trabalhos em um momento em que o país enfrenta desafios profundos: na economia, que não cresce como prometido; na segurança pública, que segue fora de controle; na saúde, que continua sobrecarregada; e na vida real do brasileiro, que sente no bolso o peso da inflação, dos impostos e da falta de oportunidades. É justamente por isso que este ano legislativo exige mais de nós. Exige coragem, responsabilidade e compromisso com quem nos elegeu. Não podemos permitir que este Congresso se torne refém do calendário eleitoral, nem que os interesses do poder se sobreponham às necessidades do povo. O Brasil não precisa de discursos vazios, de narrativas convenientes ou de disputas ideológicas estéreis. O Brasil precisa de trabalho, de seriedade e de mudança. Mudança na forma de governar. Mudança na forma de gastar o dinheiro público. Mudança na forma de tratar quem produz, quem empreende e quem trabalha. O povo brasileiro quer um Estado que funcione, não um Estado inchado. Quer liberdade, não tutela. Quer oportunidade, não dependência. E este Parlamento tem papel central nesse processo. É aqui que se decide se vamos seguir no caminho do atraso, do populismo fiscal e da insegurança jurídica, ou se teremos coragem de aprovar reformas, fortalecer instituições e devolver previsibilidade ao país. O ano eleitoral que se aproxima não deve ser visto como um problema, mas como uma oportunidade. Oportunidade para prestar contas. Oportunidade para mostrar quem trabalha de verdade. Oportunidade para que a sociedade avalie projetos, valores e resultados. Que este ano legislativo seja marcado pelo respeito às instituições, pelo diálogo firme, mas honesto, e pela defesa intransigente do interesse público. O Brasil precisa mudar. E essa mudança começa aqui, com cada voto, cada projeto, cada posicionamento assumido neste plenário. Que tenhamos a grandeza de estar à altura do momento histórico que o país vive. Muito obrigado. - 02/02/2026
O Deputado encaminhou a votação do Parágrafo 4º-A do artigo 2º-A da Lei 14.871, de 2024, alterada pelo artigo 8º do projeto de lei de conversão apresentado à Medida Provisória nº 1.313, de 2025, que modifica a denominação do Auxílio Gás dos Brasileiros para Auxílio Gás do Povo e criar nova modalidade de operacionalização do auxílio.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Medida provisória,favorável
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente Lula do bem, isso aqui é mais um jabuti. Não faz sentido ficarmos discutindo aqui se damos o dinheiro na mão do brasileiro para ele comprar o gás ou se criamos as revendas. Este assunto não tem nada a ver. Foi embutido aqui. Diz o seguinte: Art. 2º-A Sem prejuízo do disposto no art. 2º, o Poder Executivo Federal poderá, por meio de decreto, autorizar quotas diferenciadas de depreciação acelerada para navios-tanque novos empregados nas atividades de navegação de cabotagem de petróleo e seus derivados e de derivados de gás natural, e para embarcações de apoio marítimo, produzidos no Brasil, conforme índices mínimos de conteúdo local definidos por ato do Conselho Nacional de Política Energética CNPE, adquiridos a partir da data de publicação do referido decreto, destinados ao ativo imobilizado de pessoa jurídica e sujeitos a desgaste pelo uso, por causas naturais ou por obsolescência normal. Este assunto não tem nada a ver com tudo o que foi discutido aqui e agora. Portanto, o Partido Novo apoia o destaque do PL. "Não" ao texto, favorável ao destaque. - 02/02/2026
O Deputado criticou a Medida Provisória nº 1.313, de 2025, ao afirmar que o Partido Novo defendia que os recursos permanecessem diretamente no bolso do trabalhador e alertou para o risco de concentração das revendas de gás em poucos grupos, o que poderia gerar inflação mesmo com controle de preços pelo Governo. Argumentou ainda que a classe média, que não seria beneficiada pelo subsídio, acabaria pagando mais caro pelo gás e lamentou que, após décadas de políticas semelhantes, o País ainda encerrasse 2026 com milhões de brasileiros sem condições de arcar com esse custo básico.
Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Auxílio Gás do Povo,concentração,Revenda,Gás Liquefeito de Petróleo (GLP),Empresário,Inflação,Classe média,Prejuízo,Assistência social,Partido Novo (NOVO)
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Lula da Fonte, do bem. Presidente Lula, o Partido Novo quer que o dinheiro fique no bolso do trabalhador. Há outro ponto muito grave. Quando forem credenciadas essas revendas de gás no Brasil inteiro, a maioria delas ficará ligada somente a três grupos de revendas. Isso vai gerar inflação, mesmo com o Governo registrando o preço em tabela. No final das contas, a classe média, que não vai ser beneficiária do gás de graça, vai pagar mais caro ainda pelo gás. A gente está há 40 anos com esse mesmo discurso no País. A gente termina o ano de 2026, no século XXI, com 15 milhões de brasileiros sem terem condição de pagar por um gás. O Partido Novo quer garantir o dinheiro na conta do brasileiro, mas é triste que há 40 anos o País não... (Desligamento do microfone.) - 02/02/2026
O Deputado encaminhou a votação do artigo 7º-D da Lei 14.237, de 2021, alterada pelo art. 3º do Projeto de Lei de Conversão nº 12, de 2025, apresentado à Medida Provisória nº 1.313, de 2025, que altera a Lei nº 14.237, de 2021, para modificar a denominação do Auxílio Gás dos Brasileiros para Auxílio Gás do Povo, e criar modalidades de operacionalização do auxílio e instituir o Programa de Acesso ao Cozimento Limpo.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Lei,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,favorável
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o destaque é para retirar o art. 7º-D do texto: Art. 7º-D Os agentes econômicos autorizados pela ANP para a atividade de distribuição de GLP deverão firmar termo de compromisso com a União para garantir o acesso à modalidade de gratuidade nos Municípios: I - em que haja revendas varejistas de GLP autorizadas pela ANP ao exercício dessa atividade econômica. II - em que não haja revendas varejistas de GLP credenciadas à modalidade; e III - localizados em Estados nos quais essas distribuidoras detenham participação de mercado igual ou superior a 10% (dez por cento). O Governo Federal vai ter, embaixo das suas asinhas, as três grandes empresas de revenda de gás deste País, e isso é muito perigoso. Todo o controle de distribuição de gás para 15 milhões de brasileiros vai estar praticamente nas mãos de um pequeno grupo de empresários. Isso acontecerá em ano de eleição para o Governo brasileiro. Nós entendemos como funciona a política no nosso País, onde há um abismo democrático. Para quem gosta de falar muito em ataque à democracia, quero dizer que isto aqui é um ataque à democracia. A democracia seria deixar os 120 reais ou os 130 reais no bolso de cada brasileiro. Isso é democracia, e não dizer onde o brasileiro tem que comprar gás. Então, o destaque do Partido Novo... As empresas que detêm mais de 10% do mercado são obrigadas a se credenciar. Quer dizer que esse apontamento se refere exatamente ao que eu mencionei aqui. Todas as grandes empresas são três, que detêm cada uma mais de 20% do mercado ficarão debaixo das asinhas do Governo. Obrigado, Presidente Hugo Motta. - 02/02/2026
O Deputado encaminhou a votação do inciso III do artigo 1º-A da Lei nº 14.237, de 2021, alterada pelo artigo 3º do Projeto de Lei de Conversão nº 12, de 2025, que altera a Lei nº 14.237, de 2021, para modificar a denominação do Auxílio Gás dos Brasileiros para Auxílio Gás do Povo, e criar modalidades de operacionalização do auxílio e instituir o Programa de Acesso ao Cozimento Limpo.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Lei,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,favorável
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Vou encaminhar daqui mesmo, Presidente. Presidente, eu jamais imputei aqui a algum Deputado ser contra ou a favor do povo. Eu defendo a minha opinião. Quando um Deputado do Rio de Janeiro, mais especificamente da Tijuca, um bairro grande, tira o recurso do cidadão, tira o auxílio-gás da conta bancária do cidadão e obriga o morador do Borel, do Morro da Formiga, de Vila Isabel, do Andaraí a comprar o gás no mesmo ponto de revenda, longe da sua casa, para favorecer grupos predominantes de revenda de gás no Brasil, quem é contra o povo? É quem quer manter o dinheiro com o povo, para que ele escolha o que comprar, ou é aquele Deputado que quer obrigar o cidadão a comprar em um ponto de revenda que o Governo quer escolher, que ele negociou da maneira como quis, e sobre cuja negociação a gente não sabe por que cargas dágua surgiu, nem qual é o objetivo dela? Olhe, isso é uma indelicadeza, é uma falta de educação. Pior do que eu gritar aqui "mentira, mentira, mentira" é um Deputado subir à tribuna e covardemente Ele assistiu a toda a minha fala na tribuna. E eu defendi e o Partido Novo defende que os 110 reais, 130 reais, 140 reais fiquem no bolso do cidadão. É o cidadão que vai decidir onde comprar o gás. Olhem, Deputados, nós não temos mais 10 anos de idade, nem 15 anos de idade. É claro que há algo errado por trás dessa negociação com essas revendas credenciadas. Pelo amor de Deus! Essas revendas credenciadas vão ter uma janela de oportunidade. Em vez de botar 13 quilos no bujão, vão botar 10 quilos, vão botar 11 quilos. E, em relação ao pobre coitado que mora no Complexo da Maré, no Complexo do Alemão, eles vão dizer assim: "Ah, ele já está ganhando gás de graça! Bota só 5 quilos nesse bujão". Pessoal, olhem o monstro que a gente está criando! Deputado Ivan Valente, do PSOL, que tanto defende a população, estão tirando dinheiro da população. Isso é um crime! Estão tirando 110 reais, 120 reais do bolso do cidadão brasileiro para impedir que ele compre o gás onde quiser. Quem é contra o povo? Quem é contra o povo? Eu não vejo má índole em muitos Deputados aqui, que estão até olhando para mim e que, de repente, estão com medo de votar contra o Governo. Eu até entendo. Tem que ter medo mesmo deste Governo. Muita gente boa já deixou este País. Tem que ter medo mesmo. Eu faço um alerta ao povo brasileiro: está sendo votada hoje a MP 1.313, que está tirando cento e poucos reais da sua conta, dinheiro que permite a você comprar gás onde quiser. Obrigado, Presidente. - 02/02/2026
O Deputado encaminhou a votação do inciso II do artigo 1º-A da Lei nº 14.237/2021, alterada pelo artigo 3º do Projeto de Lei de Conversão 12/2025, apresentado à MPV 1.313/2025, com vistas à sua supressão, Apresentado à(ao) MPV 1313/2025, que "Altera a Lei nº 14.237, de 19 de novembro de 2021, para modificar a denominação do Auxílio Gás dos Brasileiros para Auxílio Gás do Povo e criar nova modalidade de operacionalização do auxílio".
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Projeto de lei de conversão Medida provisória,Auxílio Gás do Povo,Gás Liquefeito de Petróleo (GLP),Família de baixa renda,gratuidade
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Pessoal, o problema desta Casa é que os Deputados ficam mais preocupados com a eleição do que propriamente com o futuro do País. Existem três grandes empresas que dominam o mercado nacional de gás: Ultragaz, Copagaz, junto com a Liquigás, e a Supergasbras. O que está acontecendo aqui? O Governo prefere tirar 3,5 bilhões de reais do bolso do cidadão brasileiro, que poderia comprar gás fora da rede dessas três empresas, porque para o Governo é muito bom, em ano de eleição, negociar 3,5 bilhões de reais com as três maiores revendedoras de gás do País. Ele se esquece de que é mais importante deixar o brasileiro com dinheiro e faz negociação com três empresas grandes, com as grandes empresas de gás e me desculpem se eu esqueci alguma aqui. E agora, penso com a cabeça do PT, que precisa de dinheiro para a eleição. (Desligamento do microfone.) São 3 minutos, por favor. Faltam dois. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - V.Exa. dispõe de mais 2 minutos. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Obrigado. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - É que se trata de encaminhamento, não é orientação. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Perdão! Quem é que vai conferir se o bujão de gás está com 13 quilos, ou com 10, ou com 9, ou com 8, ou com 5? Vamos imaginar que o Governo seja mal-intencionado. É muito difícil ele tomar de volta 20 reais, 10 reais, de um cidadão a quem ele entregou 100 reais. Mas um Governo mal-intencionado consegue fazer um grande acordo e ter de volta 15%, 20% de um recurso aportado nessa magnitude. Pessoal, não vamos ser ingênuos! Olhem o que vocês estão votando aqui! Olhem o monstro que vocês estão criando! Vocês estão criando revendas credenciadas, para retirar do cidadão o direito de comprar o gás de um revendedor pequeno. A margem de lucro das revendas é de 48%. Eu estou aqui há 7 anos. Eu sei que existe lobby nesta Casa. Eu sei que existe muito Deputado graúdo aqui que não fica bem-intencionado quando sobe à tribuna. Não estou acusando ninguém. Mas eu sempre vejo Deputados grandes e de grandes partidos, com influência nesta Casa, com muita amizade, que saem para jantar, que saem para fumar charuto à noite, em vez de acordar às 5 horas da manhã e fazer uma corrida, uma natação. Olha, é de cansar. E, mais ainda, é de cansar a gente ver só 29 Deputados ali, tentando tirar a do Governo a oportunidade de fazer isso que ele quer fazer: um grande esquema. Parabéns aos 29 Deputados que quiseram manter o dinheiro no bolso do cidadão, e não neste grande esquema de imensas revendedoras de gás no País. Obrigado. - 02/02/2026
O Deputado criticou o Projeto de Lei de Conversão nº 12, de 2025, em discussão, relacionado ao subsídio ao gás e afirmou que a medida retiraria 3 bilhões e 500 milhões de reais do bolso de trabalhadores para destinação a revendas credenciadas.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei de conversão,Auxílio Gás do Povo,Gás Liquefeito de Petróleo (GLP),Família de baixa renda,gratuidade,Revenda,Crítica Medida provisória,Auxílio Gás do Povo,Gás Liquefeito de Petróleo (GLP),Família de baixa renda,gratuidade
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, Deputado Hugo Motta, eu não vou me cansar de tentar explicar o óbvio: o Governo vai tirar 3 bilhões e 500 milhões do povo brasileiro, do bolso do mais simples trabalhador, e vai aplicar esses 3 bilhões e 500 milhões em revendas credenciadas. O Partido Novo quer que o recurso, que o dinheiro fique no bolso do trabalhador, para ele comprar o gás no ponto credenciado ou não. Eu pergunto: por que o interesse do Governo brasileiro em criar revendas credenciadas e destinar 3 bilhões e 500 milhões para revendas credenciadas? Nós sabemos: não vai haver controle desse gás. Esse gás pode sair, e na verdade ninguém ter ido lá para pegar. Eu repito: para o Rio de Janeiro isso não vai ser bom. Brasileiro carioca que está me vendo, vão tirar dinheiro do seu bolso e vão fazer você andar por 3 quilômetros, 5 quilômetros... (Desligamento do microfone.) - 02/02/2026
O Deputado encaminhou a votação do parecer da Comissão Mista da Medida Provisória nº 1.313, de 2025, que altera a Lei nº 14.237, de 19 de novembro de 2021, para modificar a denominação do Auxílio Gás dos Brasileiros para Auxílio Gás do Povo e criar nova modalidade de operacionalização do auxílio.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Parecer,Comissão mista,Medida provisória,contrário
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hugo Motta. Eu vou tentar humanizar meu discurso para a gente entender o que está acontecendo. O meu nome é Luiz Lima. A minha filha se chama Luiza Lima e tem 20 anos. A Luiza mora a 5 quilômetros da minha casa. Ela está passando necessidade, liga para mim e fala assim: "Pai, o gás aqui em casa acabou, e eu preciso cozinhar para os seus três netos. Você pode fazer para mim um Pix de 140 reais para eu comprar o gás?" Eu falo para a Luíza, ao telefone, assim: "Não, filha, eu não posso fazer o Pix para você, mesmo que a revenda do gás esteja em frente a sua casa. Eu só posso lhe dar o gás se você vier aqui em casa retirá-lo". Olhem que maldade o Governo está fazendo! Imaginem que o Luiz Lima é o Governo, e a Luiza, filha do Luiz, é o cidadão. O Governo quer que o cidadão vá aos pontos de revenda credenciados e transporte o gás para a sua casa, mesmo que a sua casa esteja distante. Lembro, ainda, que, para receber o gás, o cidadão vai ter que levar o botijão vazio até o ponto de revenda para trocá-lo por um cheio. Eu moro no Rio de Janeiro, uma cidade com 7 milhões de habitantes, com vulnerabilidade altíssima, com comunidades carentes, onde há morros, ladeiras. As pessoas vão ter que transportar o gás por uma distância incrível até sua casa. Não vai dar certo. E agora eu faço uma pergunta: se o filho do Presidente Lula ligasse para ele pedindo 140 reais no Pix para comprar gás, o Presidente Lula faria o Pix para a conta do seu filho ou falaria para o seu filho ir até a sua casa retirar o botijão de gás? Eu duvido que ele pediria ao filho para ir até a sua casa, a 5 quilômetros de distância, retirar o botijão de gás. Pessoal, queridos Deputados e Deputadas, vamos deixar o dinheiro na mão do povo! Não vamos tirar dele o dinheiro! Assim, ele compra o gás onde quer, pelo preço que lhe convém, com a facilidade que lhe convém. Não vamos transformar o que já é bom em uma coisa ruim. Esquecer o bom e útil é renegar o que já está dando certo. Obrigado, Presidente Hugo Motta. - 02/02/2026
O Deputado discutiu a Medida Provisória nº 1.313, de 2025, que altera a Lei nº 14.237, de 19 de novembro de 2021, para modificar a denominação do Auxílio Gás dos Brasileiros para Auxílio Gás do Povo e criar nova modalidade de operacionalização do auxílio.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Medida provisória,contrário
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, eu quero acreditar que a maioria dos Deputados não compreenderam a matéria que estão votando. Muitas das vezes, nem os Deputados do Governo entendem o que estão votando e imaginam que seja uma coisa diferente. O recurso do Auxílio Gás já é recebido por todo brasileiro. O Partido Novo quer que o brasileiro tenha o poder de compra na sua mão, o recurso na sua mão. Não vai dar certo! O próprio Deputado Ivan Valente, do PSOL, aqui falou que existem brasileiros que cozinham com lenha. Esse brasileiro, eu prefiro que fique com o recurso na própria mão. No Rio de Janeiro, serão criados pontos de revenda credenciados em que os brasileiros vão ter que se cadastrar. Imaginem o bairro de Santa Cruz, na cidade do Rio de Janeiro, com 500 mil habitantes! Isso talvez funcione numa cidade pequenininha, com 4 mil, 5 mil habitantes. O brasileiro não consegue transportar botijão de gás em ônibus não é permitido. O que vai acontecer? Aquele brasileiro que recebia a quantia para comprar o bujão de gás vai retirar o bujão de gás na revenda credenciada e não vai conseguir transportá-lo, ou, se estiver precisando de dinheiro, vai negociá-lo, talvez com a própria revenda, por 30% do valor, e estará feito um grande esquema sobre o qual a gente não vai ter controle. Cada revenda credenciada vai ter 4 mil, 10 mil brasileiros inscritos. Como o Governo vai ter controle se saíram de lá 2 mil, 4 mil bujões? Estamos praticamente criando um monopólio de revenda de gás, credenciado, com financiamento do Governo Federal, sem controle, o que aumenta o caos social. Nós já temos o Auxílio Gás! O Partido Novo não quer mudar o que está dando certo! É importante que o brasileiro que recebe seus 90 reais, 100 reais, 110 reais, 120 reais para comprar o gás possa escolher onde quer fazer a compra. Até nesse aspecto da vida do brasileiro o Governo Federal quer interferir: ele quer obrigar o pobre coitado que mora em Santa Cruz a comprar gás quase na divisa com o bairro de Campo Grande, no Rio de Janeiro, ou seja, a 8 quilômetros de distância da sua casa. É uma loucura o que está sendo proposto pelo Governo. Muitos Deputados do PL, do PT, do PSOL, do PSB estão votando nisso, e eu não estou acreditando, porque eles não estão trabalhando para o povo; estão trabalhando contra o povo. O Partido Novo é favorável a que o dinheiro esteja na mão do povo e ele escolha onde comprar. - 02/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Medida Provisória nº 1.313, de 2025, que altera a Lei nº 14.237, de 2021, para modificar a denominação do Auxílio Gás dos Brasileiros para Auxílio Gás do Povo e criar nova modalidade de operacionalização do auxílio.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Medida provisória,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, novamente o Partido Novo, reafirmando, vota "sim", pela retirada. É favorável ao brasileiro receber o Auxílio Gás da forma como ele já recebe. Só que o Governo quer criar revendas credenciadas para que o brasileiro, em vez de receber o dinheiro, vá a essas revendas credenciadas e retire um botijão. Pode aí estar sendo criado um esquemão muito pesado. Vai ter brasileiro do nosso Rio de Janeiro, Deputada Heloísa Helena, que mora em Santa Cruz, e que a revenda credenciada vai ficar longe da casa dele; ele só vai poder retirar lá. Além do mais, não pode transportar botijão de gás em ônibus. O Partido Novo não quer complicar o que já está dando certo. O brasileiro já recebe recurso para comprar gás. Pessoal, vamos prestar atenção! O que a gente está criando? A gente está criando uma janela de oportunidade para o Governo fazer esquemas, lamentavelmente, esquemas pesados. Obrigado, Presidente Hugo Motta. - 02/02/2026
O Deputado criticou a Medida Provisória nº 1.313, de 2025, que altera a Lei nº 14.237, de 2021, para modificar a denominação do Auxílio Gás dos Brasileiros para Auxílio Gás do Povo e criar nova modalidade de operacionalização do auxílio. Destacou que, embora o Partido Novo defenda políticas de apoio à população de baixa renda, a proposta altera de forma problemática o modelo de auxílio para aquisição de gás de cozinha. Argumentou que, ao definir pontos específicos de revenda escolhidos pelo Governo Lula, a proposição impõe dificuldades logísticas aos beneficiários e possibilita a formação de monopólio para a distribuição do produto. Além disso, questionou a capacidade do Governo de fiscalizar o programa e alertou para riscos de mau uso de recursos públicos. Ao final, declarou que o Partido Novo manterá posição vigilante para evitar irregularidades e prejuízos à população.
Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Auxílio Gás do Povo,População de baixa renda,Gás Liquefeito de Petróleo (GLP),Governo federal,Revenda,Monopólio,distribuição,fiscalização,Recursos públicos,Partido Novo (NOVO),irregularidade
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hugo Motta. Presidente Hugo Motta, é claro que o Partido Novo quer beneficiar quem precisa, assim como muitos Deputados aqui, mas eu quero explicar o que está acontecendo com a Medida Provisória 1313 o número já é bem sugestivo , de 2025. Hoje, o cidadão brasileiro recebe recurso para comprar o gás. Vamos imaginar uma cidade grande como o Rio de Janeiro, ou um bairro grande como Santa Cruz, no Rio de Janeiro, onde a revenda, que vai ser escolhida pelo Governo Federal, fica num determinado ponto, e o trabalhador, o beneficiário, vai ter que, nesse ponto de revenda, adquirir o seu botijão de gás. Olha, botijão de gás não entra em ônibus, botijão de gás não entra em Uber. Ele vai ter que transportar o gás de uma revendedora escolhida pelo Governo, e os nossos olhos já ficam desse tamanho, porque do PT a gente pode esperar tudo. Vamos imaginar, e a gente tem que imaginar como o PT age, que naquele ponto de revenda temos 10 mil pessoas cadastradas. Vamos imaginar que no primeiro mês só 1.500 pessoas adquiriram, pegaram o botijão de gás. Vai ter controle para saber se as 10 mil pessoas retiraram o botijão de gás? A gente sabe que o setor de botijão, hoje, perdeu muitas vendas. A gente sabe que o ganho desse setor é justamente na revenda. Aí, eu pergunto: o Governo está sendo favorável à população? Porque o programa já existe. Ele já recebe o recurso para comprar o gás, só que agora o Governo quer dizer onde ele tem que retirar o gás. É o Governo que vai escolher. Talvez seja feito um monopólio no Brasil, talvez vai ser um grupo só que vai dominar todos os pontos de distribuição de gás. Olha, a gente na vida tem que ser leal, e o Partido Novo é leal ao povo brasileiro, mas o partido não é ingênuo; o partido não vai dar mole para mais essa janela de falcatrua do Governo. Então, é por isso que a gente acende aqui um sinal vermelho, bem forte, que representa o PT, para a gente ficar aqui muito esperto com esse Projeto 1.313, para que o povo brasileiro não seja, mais uma vez, feito de otário. Obrigado, Presidente Hugo Motta. - 02/02/2026
O Deputado levantou questão de ordem para denunciar o uso indevido de recursos públicos para promoção pessoal do Presidente Lula. Citou reportagens do Estado de São Paulo e da Folha de S.Paulo sobre recomendação técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) para impedir o repasse de R$ 1 milhão, por meio da Embratur e do Ministério da Cultura, à escola de samba que homenagearia o Presidente no carnaval do Rio de Janeiro (RJ). Destacou ainda que a medida configura autopromoção com recursos públicos e declarou que o Partido Novo defenderá a inelegibilidade do Presidente Lula. Ao final, cobrou providências da Câmara dos Deputados e questionou a regularidade do repasse em ano eleitoral.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Recursos públicos,Homenagem,Promoção pessoal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Escola de samba,Rio de Janeiro (RJ),Reportagem,Tribunal de Contas da União (TCU),Carnaval,Partido Novo (NOVO),Inelegibilidade,Câmara dos Deputados,repasse,Ano eleitoral
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, questão de ordem. De acordo com o art. 37, § 1º da Constituição Federal: "A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos". Presidente Hugo Motta, a Câmara dos Deputados, como órgão fiscalizador externo, juntamente com o TCU, tem que tomar providências sérias. O Estado de São Paulo e Folha de S.Paulo publicaram: "Técnicos do TCU defendem barrar 1 milhão de reais para escola de samba que homenageará Lula no carnaval do Rio. Recomendação foi feita após representação de Parlamentares do NOVO; medida ainda será analisada pelo relator..." É muito grave o que está acontecendo: repasse de 1 milhão de reais ao Ministério da Cultura, via Embratur. A escola de samba Acadêmicos de Niterói vai abrir o carnaval especial, transmitido pela Rede Globo de Televisão, às 9 e meia da noite de domingo. Isso aqui é mau uso do recurso público. Há 75 anos não é feita uma homenagem ao Presidente da República. O último homenageado foi pela Vila Isabel e pela Portela e foi Getúlio Vargas, considerado um ditador pela Esquerda. As mesmas práticas ditatoriais estão sendo usadas pelo Governo Lula. Ver o Freixo com a camisa do Lula na Marquês de Sapucaí, no domingo, camisa comprada com recurso público; ver a neta do Presidente Lula com a camisa do Lula, na Marquês de Sapucaí, com recurso autorizado pelo Ministério da Cultura via Embratur, isso é um escárnio. O Partido Novo vai defender até o fim a inlegibilidade do Presidente Lula. Fernando Collor caiu por causa de uma Elba. O Presidente Lula vai cair por um erro crasso, que é uma transferência de recurso público para autopromoção. Isto aqui vai ser, midiaticamente, daqui a 15 dias, um escândalo no nosso País. Eu peço, Presidente Hugo Motta, toda a atenção de V.Exa. Eu estou fazendo uma questão de ordem, como Deputado Federal do Rio de Janeiro, um Estado que trabalha duro, sustenta a União e que não quer ver o uso do recurso público para financiar campanha política em ano leitoral. Presidente Hugo Motta, eu faço uma pergunta a V.Exa. V.Exa. acha... Presidente Hugo Motta, eu peço a sua atenção. Presidente Hugo Motta, eu peço a sua atenção. Presidente Hugo Motta, eu peço a sua atenção. V.Exa. acha normal o Governo Federal investir 1 milhão de reais em uma escola de samba que vai abrir o grupo especial para promover o Presidente Lula? Estava o Sr. Lindbergh, estava o Sr. Freixo com a camisa que, possivelmente, foi comprada com recurso público. O Partido Novo pede a inelegibilidade do Presidente... (Desligamento do microfone.) - 02/02/2026entregue por escrito
O Deputado afirmou que o Parlamento havia iniciado um novo ano legislativo em contexto eleitoral considerado decisivo para o País. Em seguida, avaliou que o Brasil enfrentava desafios na economia, na segurança pública, na saúde e nas condições de vida da população, com impacto da inflação, dos impostos e da falta de oportunidades. Salientou que o Congresso deveria atuar com responsabilidade e compromisso com os eleitores, sem subordinação ao calendário eleitoral. Ademais, defendeu mudanças na forma de governar, de gastar recursos públicos e de tratar quem produz e trabalha. Também destacou o papel do Legislativo na aprovação de reformas, no fortalecimento das instituições e na defesa do interesse público.
Palavras-chave oficiais: Sessão legislativa ordinária,Eleições,Economia,Segurança pública,Saúde,Congresso Nacional,Interesse público
Ler a transcrição oficial
DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Iniciamos hoje mais um ano legislativo. E não é um ano qualquer. É um ano decisivo, um ano eleitoral, um ano em que o Brasil será chamado a refletir, a escolher e, acima de tudo, a corrigir rumos. O Parlamento retoma seus trabalhos em um momento em que o país enfrenta desafios profundos: na economia, que não cresce como prometido; na segurança pública, que segue fora de controle; na saúde, que continua sobrecarregada; e na vida real do brasileiro, que sente no bolso o peso da inflação, dos impostos e da falta de oportunidades. É justamente por isso que este ano legislativo exige mais de nós. Exige coragem, responsabilidade e compromisso com quem nos elegeu. Não podemos permitir que este Congresso se torne refém do calendário eleitoral, nem que os interesses do poder se sobreponham às necessidades do povo. O Brasil não precisa de discursos vazios, de narrativas convenientes ou de disputas ideológicas estéreis. O Brasil precisa de trabalho, de seriedade e de mudança. Mudança na forma de governar. Mudança na forma de gastar o dinheiro público. Mudança na forma de tratar quem produz, quem empreende e quem trabalha. O povo brasileiro quer um Estado que funcione, não um Estado inchado. Quer liberdade, não tutela. Quer oportunidade, não dependência. E este Parlamento tem papel central nesse processo. É aqui que se decide se vamos seguir no caminho do atraso, do populismo fiscal e da insegurança jurídica, ou se teremos coragem de aprovar reformas, fortalecer instituições e devolver previsibilidade ao país. O ano eleitoral que se aproxima não deve ser visto como um problema, mas como uma oportunidade. Oportunidade para prestar contas. Oportunidade para mostrar quem trabalha de verdade. Oportunidade para que a sociedade avalie projetos, valores e resultados. Que este ano legislativo seja marcado pelo respeito às instituições, pelo diálogo firme, mas honesto, e pela defesa intransigente do interesse público. O Brasil precisa mudar. E essa mudança começa aqui, com cada voto, cada projeto, cada posicionamento assumido neste plenário. Que tenhamos a grandeza de estar à altura do momento histórico que o país vive. Muito obrigado. - 16/12/2025
O Deputado fez uma reflexão sobre as Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) no futebol brasileiro, afirmando que, apesar do aumento expressivo de recursos financeiros, salários mais altos e estádios modernos após a adoção desse modelo, o nível técnico do futebol nacional caiu e os resultados esportivos não melhoraram. Além disso, lembrou que, nas décadas de 1980 e 1990, mesmo com gestões controversas e menos dinheiro, o Brasil conquistou Copas do Mundo, enquanto hoje os melhores jogadores são vendidos muito jovens para a Europa, perdem vínculo com o futebol nacional e contribuem para uma frustração recorrente do torcedor brasileiro em Copas desde 2002.
Palavras-chave oficiais: Futebol,Mercantilismo,Torcedor,Sociedade anônima do futebol (SAF),Copa do Mundo
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Eu acho que V.Exa. vai gostar da reflexão. Eu vivi a minha vida inteira nadando no Fluminense, no Vasco, nadei no Flamengo também. Depois da criação das SAFs, o futebol brasileiro nunca teve tanto dinheiro, os jogadores nunca ganharam tanto dinheiro. Temos estádios, mas a gente não ganhou mais nada. O nível técnico está lá embaixo. É um contrassenso. O Brasil é uma história à parte. Nos anos 80 e nos anos 90, com bicheiro no futebol, com Eurico Miranda, e o Brasil era campeão do mundo em 1994 e em 2002. Então, a gente tem que tomar muito cuidado com as SAFs, porque vira extremamente negócio. A gente tem os melhores jogadores sendo vendidos para a Europa hoje, com 16, 17 e 18 anos, que passam a não ter identificação nenhuma com o futebol brasileiro. Esta é apenas uma reflexão, porque para o torcedor brasileiro, quando chega a Copa do Mundo, é uma decepção desde 2002. E já se vão 24 anos. Obrigado, Presidente Hugo Motta. - 16/12/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do inciso II do § 14 no art. 22 da Lei Complementar nº 214, de 16 de janeiro de 2025, alterada pelo art. 174 do Substitutivo do Senado, apresentado ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços - CG-IBS, dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos - ITCMD, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Substitutivo,Senado Federal,Dispositivo legal,Projeto de lei complementar,Orientação de bancada,Partido Novo (NOVO)
Ler a transcrição oficial
O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o Partido Novo orienta "sim". Mais credibilidade para Fernando Rodrigues, do Poder360 e do Metrópoles. Agora, às 18h37min, confirmado pelo Metrópoles: "Lulinha foi com Careca do INSS para Portugal na 1ª classe, mostram documentos da PF". Agora, no jornal Metrópoles: "A Polícia Federal (PF) tem em mãos a documentação que comprova uma das viagens de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, com o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha", conforme o depoimento do ex-funcionário do Careca do INSS. Eu estou na CPMI do INSS. Digo para quem vem acompanhando: é o maior escândalo deste Governo que vai se confirmando. O Careca teria dado uma mesada de 300 mil reais para o filho do Presidente da República, mais luvas no valor de 25 milhões de reais. Documentos que já estão com a Polícia Federal indicam até a poltrona em que se sentaram o Sr. Lulinha e o Careca do INSS. Obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.