
Nome civil: Luiz Eduardo Carneiro da Silva de Souza Lima · 48 anos
Bananômetro
91/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 93% dos deputados · média do partido: 90
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 97%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 99%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 22%das 844 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 96%das 901 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- Telefone
- (61) 3215-5504
- Gabinete
- Gabinete 504, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 389 de 391 sessões
Votou nas votações
97%
Registrou voto em 1.090 de 1.119 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 20 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
22%
Em 844 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
1.072 discursos na tribuna e 467 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 14/10/2026.
- 04/03/2026
O Deputado parabenizou a Deputada Soraya Santos pelo Projeto de Lei nº 2.525, de 2024, de amparo às vítimas de estupro, mas assinalou que penas severas são necessárias para combater a violência. Além disso, citou o caso de uma jovem de 17 anos estuprada em Copacabana, Rio de Janeiro, por cinco rapazes, sendo o mentor um menor de idade. Dessa forma, manifestou insatisfação com a retirada da redução da maioridade penal da Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025, PEC da Segurança Pública, e defendeu que quem comete crime de adulto deve pagar como adulto.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,atuação,Autoridade,Estupro,Congratulação,Relatora,Aumento da pena,combate,Violência contra a mulher Estupro compartilhado,Rio de Janeiro (RJ),Menor de idade,retirada,redução,Maioridade penal,Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputada Delegada Katarina. Obrigado, Deputado Ribeiro Neto. Seja muito bem-vindo a esta Casa! Que Deus o abençoe sempre! Deputada Soraya Santos, parabéns pelo projeto! É um protocolo magnífico. Cria certamente oportunidades para essas vítimas serem bem amparadas, mas eu vou continuar insistindo: são penas severas que vão combater esse tipo de violência. Agora, neste último final de semana, uma jovem foi estuprada em Copacabana por cinco rapazes, sendo quatro maiores de idade. Uma jovem de 17 anos, em Copacabana, foi atraída para o apartamento, e houve esse estupro coletivo. Quem foi considerado o mentor do estupro? Um menor de 17 anos. E foi retirada a redução da maioridade penal da PEC da Segurança. Quem faz crime de adulto tem que pagar como adulto. Que isso fique registrado. Obrigado. - 04/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação, em segundo turno, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18, de 2025, que altera os art. 21, art. 22, art. 23, art. 24 e art. 144 da Constituição, para dispor sobre competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios relativas à segurança pública. Ademais, celebrou as emendas do Partido Novo, acolhidas pelo Relator Mendonça Filho da PEC da Segurança Pública e pelo Relator Derrite do Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que dispõe sobre o combate às organizações criminosas (PL Antifacção). Além disso, destacou a emenda acolhida que retira os direitos políticos dos presos provisórios, reduzindo os votos do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Presidente Lula. Ao final, apontou o envolvimento de autoridades do Governo Lula com o Banco Master.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Segundo turno,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Novo (NOVO),Voto favorável Emenda,Partido Novo (NOVO),Projeto de lei ordinária,Organização criminosa,Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,Direitos políticos,Preso provisório,Voto,Partido dos Trabalhadores (PT),Presidente da República,Relator Autoridade,Governo federal,Banco Master
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, o Partido Novo orienta "sim" e comemora a emenda aceita pelo Relator Derrite ao PL Antifacção, bem como a emenda aceita pelo Relator Mendonça Filho à PEC da Segurança Pública. A emenda que o Partido Novo apresentou tira os direitos políticos dos presos provisórios. São quase 300 mil votos a menos para o PT. Um Deputado da Oposição perguntou: "Luiz, como você sabe que quase 100% dos presos votaram no Lula?" Porque as urnas eletrônicas, nas seções que cabem aos presos, são específicas. Então, é só você olhar no boletim. Quase 100% dos presos votaram no Lula em 2022. Em relação aos Deputados que estão insistindo no Banco Master, é "Lula Master". O Ministro Ricardo Lewandowski, Ministro da Justiça, é consultor do banco; Henrique Meirelles, Presidente do Banco Central do Lula, é consultor do banco; Guido Mantega, Ministro da Fazenda do Lula, é consultor do banco. "Lula Master". - 04/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido à Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025, que altera os art. 21, art. 22, art. 23, art. 24 e art. 144 da Constituição, para dispor sobre competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios relativas à segurança pública.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo Motta, quando nós falamos da PEC da Segurança Pública, o que lembramos primeiro? Eu lembro o seguinte: 300 mil presos no Brasil, na totalidade, votaram em Lula, e as forças de segurança nacional, na totalidade, votaram em Bolsonaro. Que vitória! O Deputado Derrite, com o PL Antifacção, faz com que o PT perca, no mínimo, 300 mil votos. E as forças de segurança vão continuar votando certo. O Governo diz que é a favor da PEC da Segurança, enquanto perde 300 mil votos?! Não sou eu quem está falando isso, não. Basta entrar no Google e pesquisar, para ver o número de votos que Lula recebeu dos presos em 2022. Parabéns! Esta é uma das melhores votações aprovadas nesta Casa. O Partido Novo orienta "sim". - 03/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 4.254, de 2025, que reconhece a Poesia do Pajeú, expressão cultural da região do Pajeú, no Estado de Pernambuco, como manifestação da cultura nacional.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Partido Novo (NOVO)
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Altineu Côrtes, o Partido Novo orienta "sim". Tivemos um pequeno duelo aqui no partido, mas por uma forte influência da minha mãe, que é pernambucana de Limoeiro, e da minha avó, que é de Salgadinho. Temos família também em Carpina. Mãe é mãe, não é? Minha mãe acabou de ver o vídeo e está emocionada. Parabéns ao Deputado Túlio Gadêlha e ao Deputado Carlos Veras pela relatoria! Como eu disse, Pernambuco está muito presente na minha vida. Minha mãe se mudou para o Rio de Janeiro aos 10 anos, mas carrega muito da história do Estado e da sua cultura. Ela é uma dançarina de frevo até hoje aos 81 anos, não para! Obrigado, Deputado Altineu Côrtes. Parabéns! - 03/03/2026
O Deputado informou que o Partido Novo era favorável ao Projeto de Lei nº 4.254, de 2025, que reconhece a Poesia do Pajeú, expressão cultural da região do Pajeú, no Estado de Pernambuco, como manifestação da cultura nacional. Além disso, parabenizou a relatoria do Deputado Carlos Veras e assinalou que o projeto representou homenagem à poesia do Pajeú. Homenageou familiares pernambucanos, com referência a Limoeiro, Salgadinho e Carpina, e enviou cumprimento aos pernambucanos. Por fim, relatou história familiar marcada pela ida da mãe ao Rio de Janeiro, pela morte do avô em acidente na Avenida Brasil e pela criação dos cinco sobrinhos em Santa Cruz.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,reconhecimento,Manifestação cultural,Poesia do Pajeú,Pernambuco,Autor (proposição legislativa),Relator,Elogio,Homenagem
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Altineu. A Deputada Heloísa Helena veio aqui até mim pensando que o NOVO ia orientar contra. Não, pelo contrário, o NOVO orienta a favor. Quero parabenizar a relatoria do Deputado Carlos Veras, uma bela homenagem à poesia do Pajeú. Aproveito para fazer uma homenagem à minha mãe, que é pernambucana de Limoeiro, à minha avó, que é de Salgadinho. Tenho família em Carpina. Um forte abraço a todos os pernambucanos. Minha mãe foi para o Rio de Janeiro passar férias com 10 anos de idade. Infelizmente, meu avô faleceu com 33 anos, num acidente de automóvel na Avenida Brasil, e minha mãe ficou no Rio de Janeiro, Deputada Heloísa, com mais cinco irmãos. Foram morar em Santa Cruz, foram criados pelo meu tio Severino, taxista, que liderou cinco sobrinhos. E os cinco sobrinhos permaneceram no Rio de Janeiro. Parabéns a Pernambuco! No elo Pernambuco e Rio de Janeiro, parabéns, Deputado Carlos Veras! - 03/03/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a posição do Governo brasileiro diante dos acontecimentos recentes envolvendo o Irã e a intervenção dos Estados Unidos, afirmando que o Brasil estaria adotando uma postura contrária aos que defendem a paz mundial. Condenou o regime iraniano, classificando-o como uma ditadura teocrática responsável por violações graves de direitos humanos, como perseguição a opositores, repressão a mulheres e execuções públicas. Também acusou o PT e o Governo de demonstrarem tolerância ou apoio ao regime iraniano e defendeu que o Brasil deveria se alinhar a países que promovem a paz e a democracia, criticando a postura diplomática adotada pelo Governo.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,posição,Guerra,Estados Unidos,Irã,Paz,Ditadura,violação,Direitos humanos,repressão,Mulher,Execução pública,Partido dos Trabalhadores (PT),Tolerância,Apoio político,Democracia,Relações diplomáticas
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Charles, foi com muita indignação que vimos, no fim de semana, o Governo brasileiro ir em direção contrária do que pede a paz mundial, a intervenção americana no Irã, um regime teocrático, uma ditadura teocrática desde 1979, que somente neste ano prendeu 300 mil iranianos e assassinou 100 mil iranianos que somente gritavam por liberdade. Os ataques do Irã aos Emirados Árabes, ao Kuwait, a Israel é um grito de não paz no Oriente Médio. E o Governo brasileiro encara como um ataque diplomático a queda desse regime. Eu gostaria de lembrar aqui que o Ayatollah Khamenei mandava estuprar meninas na prisão antes da execução, porque sua lei proibia executar virgens. Mesmo assim, o PT apoia esse regime. Khamenei enforcou homens gays em guindaste, em praças públicas. Quem assisti à série do Teerã, na Apple TV, sabe do que eu estou falando. E o PT apoia esse regime. Mahsa Amini foi morta aos 22 anos pela polícia da moral de Khamenei. O regime espanca mulheres até a morte por elas mostrarem o cabelo. Mesmo assim, o PT apoia o regime iraniano teocrático, a ditadura. Khamenei forneceu à Rússia milhares de drones usados para bombardear cidades e civis ucranianas. E, aqui no Brasil, o PT acha normal. Até Deputado que apoia o Governo ficou chorando, no fim de semana, em suas redes, pela morte de Khamenei. Khamenei atirou, enforcou e torturou milhares de iranianos cujo único crime foi exigir liberdade. E o PT, o desgoverno brasileiro apoia o regime iraniano. Khamenei financiou Assad na Síria enquanto ele usava armas químicas, gás sarin, em crianças sírias. E o PT apoia o regime iraniano. O mundo tem um ditador a menos hoje, um que tinha o sangue de milhões de pessoas nas mãos. Mesmo assim, algumas pessoas estão indignadas com isso. Pense no que isso lhe diz. Precisamos ter um Governo brasileiro alinhado com a paz. O único pensamento do PT é a perpetuação do seu poder. Eu respeito e sempre vou respeitar o livre pensamento, mas apoiar ditador, assassino, matador de mulheres, matador de crianças, executor de gays em praça pública, é demais. Que Deus nos livre do PT! - 25/02/2026
O Deputado registrou a despedida da assessora legislativa Lia, que encerrava seu ciclo de trabalho no Partido Novo. Afirmou que diversas intervenções e posicionamentos em plenário contaram com a orientação da assessora, cuja capacidade técnica e habilidade foram determinantes para o aprofundamento de temas legislativos.
Palavras-chave oficiais: Assessor Legislativo,Mulher,Partido Novo (NOVO),Homenagem
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Hoje é o último dia de trabalho da Lia conosco. A Lia foi uma brilhante assessora legislativa do Partido Novo e acabou orientando também muitos Deputados de outros partidos. Em nome do Partido Novo e de Deputados de outros partidos aqui presentes, como o Deputado Eli Borges, eu quero agradecer muito os seus ensinamentos. Muitas das coisas que eu falei na hora certa aqui foram por sua orientação. Eu diria até que não tínhamos a competência e a habilidade suficientes para desenvolver certos assuntos, e conseguimos desenvolvê-los graças a você. Muito obrigado, Lia. Muito sucesso na sua vida! - 25/02/2026
O Deputado rebateu acusações feitas ao Banco Master e contestou a expressão “Bolsomaster”, afirmando que a instituição mantém vínculos com nomes ligados a governos do PT, como Ricardo Lewandowski, Henrique Meirelles e Guido Mantega. Citou, ainda, reportagem do Valor Econômico para sustentar que integrantes do atual Governo teriam relação com o banco. Também criticou a atuação do PT na CPMI do INSS, alegando resistência à quebra de sigilo e à convocação de investigados. Por fim, defendeu apuração ampla do caso e cobrou compromisso com a verdade nos debates parlamentares.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,ligação,Governo,Partido dos Trabalhadores (PT),Governo federal,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),incoerência,Quebra de sigilo,convocação,Investigado,Verdade dos fatos,Debate,Parlamentar
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, peço 2 minutos pelo NOVO e pela Minoria, por favor. Presidente, acho que eu estava de frente para o responsável pelo samba-enredo da Acadêmicos de Niterói. Olhe, não foi à toa que a Liesa rebaixou a Acadêmicos de Niterói. Quanta fantasia o Deputado chamar o Master de "Bolsomaster"! Consultores do Banco Master: Ricardo Lewandowski, Ministro da Justiça do Lula; Henrique Meirelles, ex-Presidente do Banco Central do Governo Lula; Guido Mantega, ex-Ministro da Fazenda do Governo Lula. Advogado do Banco Master: escritório da esposa de Alexandre de Moraes. Senador Jaques Wagner; Jerônimo Rodrigues, Governador da Bahia; Rui Costa, Ministro da Casa Civil do Governo Lula; todos foram citados no Valor Econômico do dia 21 de novembro. A jornalista Adriana Mattos detalha todo o esquema do Banco Master. Quando a gente chega aqui à Câmara dos Deputados, qualquer Deputado tem todo o direito de subir à tribuna e de criar fantasias, de criar discursos, de criar propaganda do PT e do mundo encantado do Lula. É um Brasil que não existe! Na CPMI, nenhum Deputado do PT quis quebrar o sigilo do Banco Master. Na CPMI do INSS, ninguém quis a convocação do Sr. Vorcaro. Na CPMI do INSS, quando a gente arrocha e pede a convocação do Lulinha, ninguém vota a favor. Quando a gente pede a convocação do Wolney Queiroz, Ministro da Previdência, ninguém assina para ele estar lá presente. Então, a gente exige o mínimo da verdade. No esporte, a gente enfrenta regras claras, mas aqui na Câmara dos Deputados, infelizmente, não. Obrigado. O SR. ELI BORGES (PL - TO) - Presidente, o PL... O SR. PRESIDENTE (Dr. Zacharias Calil. Bloco/UNIÃO - GO) - Como vota a Federação do PT, PCdoB e PV? (Pausa.) O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - O NOVO vota "não", e a Minoria vota "não". - 25/02/2026
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, prometo ser mais sucinto. A preocupação do NOVO é com a verdade, com o recurso público bem administrado e com eventos que a gente julga necessários como prioridade para o nosso País. A gente não pode admitir que 43 milhões de reais, 46 milhões de reais, sejam tratados como se fossem 46 centavos. Com 46 milhões de reais, é possível fazer uma rede de esgoto em uma pequena cidade do Rio de Janeiro, como Silva Jardim, Macuco, Areal, Trajano de Moraes, Cardoso Moreira, a pobre cidade do Estado que vive muitas dificuldades, como Cambuci, como Miracema. Olhem, população dessas cidades no Rio de Janeiro: o Governo Lula prefere gastar 43 milhões de reais que não serão 43 milhões de reais, podem multiplicar por cinco em um evento que vai durar menos de 1 mês, em uma capital bem distante do Rio de Janeiro, para falar sobre aves migratórias. O tema é importante; a gente gosta de animais, a gente se preocupa com isso. Mas eu quero saber o seguinte: é realmente do interesse do Secretário de Meio Ambiente, que firmou compromisso em Nairóbi, no Quênia, proteger de fato as aves, ou há mais interesse em um evento que vai se tornar político, às vésperas da eleição, no qual serão fechados contratos de prestação de serviços naquela cidade, a um custo que, infelizmente, este Governo não fiscaliza? A gente não sabe sequer se esses valores serão compatíveis com os serviços oferecidos. Vou lembrar aqui o que o Deputado Gilson Marques, de Santa Catarina, disse: a COP 30 era estimada em 250 milhões de reais; terminou ao custo de 757 milhões de reais. E a gente está fazendo um balanço desse evento que pode chegar a 1 bilhão de reais. Vou repetir: país que realmente está preocupado com o meio ambiente tem coleta de esgoto nas residências. No Brasil, 25 milhões de domicílios não têm rede de esgoto; é esgoto in natura nos rios, nos lagos e no nosso litoral. Isso é gostar do meio ambiente? Por que essa conferência sobre aves migratórias não foi para países como Noruega, Finlândia, Suécia e Dinamarca, onde há alguns dos maiores IDHs do mundo? Será que esses países dão prioridade a eventos ou dão prioridade a recursos públicos que são investidos diretamente na população? Olha, o Brasil é o País da lambada, dos eventos, dos impostos e da censura. - 25/02/2026
O Deputado discutiu a Mensagem nº 112, de 2026, que trata do Acordo sobre a 15ª Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres, assinado em Nairóbi, Quênia, em 21 de dezembro de 2025.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Mensagem do Poder Executivo,contrário
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente Dr. Zacharias Calil, chega a ser cômico a gente ver um membro do PT subir à tribuna e dizer que se preocupa com o meio ambiente, quando 25 milhões de residências no Brasil não têm coleta de esgoto, quando 30% das residências não têm coleta de esgoto. Então, o esgoto é despejado in natura em rios, no nosso mar, em lagos, em lagunas. A gente está falando de um evento que contou com um compromisso do Secretário-Executivo do Ministério do Meio Ambiente, o Sr. João Paulo Capobianco, em Nairóbi, no Quênia. Ele se comprometeu a realizar um evento, na cidade de Campo Grande, acerca das aves migratórias todos nós gostamos da natureza, obviamente, queremos protegê-la , mas ao custo de 43 milhões de reais. A gente lembra que, inicialmente, o custo da COP 30, que aconteceu em Belém do Pará, estava cotado a 250 milhões de reais. O custo final da COP 30 foi de 757 milhões de reais, podendo chegar a 1 bilhão de reais, porque esses custos ainda estão sendo revisados. Eu vou repetir: um evento como a COP 30, que no início estava cotado a 250 milhões de reais, fica por 1 bilhão de reais. O Deputado Gilson Marques, do Partido Novo de Santa Catarina, foi muito feliz. Não é prioridade para o brasileiro realizar esse tipo de evento. O Brasil não tem prioridade nas suas ações de execução de política pública. Pode ser bom para Campo Grande? Não sei, mas vai ser muito bom para os organizadores, porque vai ser um investimento público, certamente com grande lucro privado. Esse evento podem anotar está orçado em 43 milhões de reais, mas certamente vai chegar perto dos 150 milhões, ou até dos 200 milhões de reais, se a gente seguir o raciocínio de que a COP 30 custou quatro vezes mais do que o previsto. Então, é claro que o Partido Novo tem responsabilidade com o dinheiro do mais simples brasileiro pipoqueiro, jardineiro, açougueiro , com o brasileiro de classe média. A classe média no Brasil está acabando. Ela financia todos esses absurdos. A classe média, antigamente, podia pagar um colégio particular, um curso de inglês e um curso de música para o seu filho, hoje não pode mais. A classe média está com seu poder aquisitivo destruído pela inflação e pelo aumento de impostos no Brasil. Então, isso aqui é uma pouca-vergonha, isso aqui é uma irresponsabilidade. É um país sem rumo, que está derrubando a sua Previdência, que está chegando ao colapso. No País em que o brasileiro não consegue comprar um gás, infelizmente, que custa 120 reais no Governo Bolsonaro, custava 89 reais , o Brasil oferece e dá uma festa para quem ele não pode dar, que são os estrangeiros que vão vir aqui ao Brasil. Isso é um desrespeito com o contribuinte, é um desrespeito com o brasileiro. Obrigado, Presidente Dr. Calil. - 25/02/2026
O Deputado discutiu a Mensagem nº 126, de 2026, que submete à consideração do Congresso Nacional as emendas ao texto do Acordo constitutivo da Organização Internacional do Açúcar (OIAçúcar), particularmente sobre os Artigos 1º, 23, 25, 32, 33 e 34, aprovadas na 59ª Sessão do Conselho Internacional do Açúcar, em Londres, em 26 de novembro de 2021.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Mensagem do Poder Executivo,contrário
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, o simples fato de o Partido Novo orientar contra é porque não acredita no PT. É semelhante ao que aconteceu na Comissão do Esporte nesta semana, onde a gente recebeu o Zico, o Presidente do Flamengo, o Presidente do Pinheiros, o Presidente do Grêmio. Todos esses presidentes nos pediram para derrubar o veto do Presidente Lula que aumentava a tributação de clubes esportivos. Eu falei o seguinte na reunião: "Eu recebo o Zico, recebo o Presidente do maior clube de futebol, e me pedem para derrubar um veto do Presidente Lula? Eu não preciso nem lê-lo. É claro que eu vou derrubá-lo!" V.Exas. acham que eu vou ficar com o Lula em vez de ficar com o Zico, em matéria de esporte? É a mesma coisa aqui. Existe uma organização internacional que cuida do açúcar, assim como a Opep cuida do petróleo. V.Exas. acham que eu vou acreditar que o PT está fazendo isso pelo bem do Brasil, quando inclui adoçante, bioenergia e biocombustível para formar um conglomerado que vai servir muito mais como política para abastecer os países aliados ao PT? V.Exas. acham que eu vou cair nessa? No Governo desse partido, o barril de petróleo está a 60 dólares e estava a 100 dólares no Governo Bolsonaro , mas o brasileiro paga mais caro a gasolina. Daqui a pouco, o brasileiro está pagando mais caro o açúcar. Então, eu não caio nessa historinha, nessa armadilha. Daqui a pouco, essa organização fortalecida pelo Brasil, que é o segundo maior produtor de açúcar, vai estar jorrando dinheiro na Venezuela, vai estar jorrando dinheiro no Irã, vai estar jorrando dinheiro na Coreia do Norte, vai estar jorrando dinheiro em países comunistas parceiros das maiores atrocidades no nosso País. A gente não cai nesse teatro, nessa novela. O Governo fala, fala; os tributos aumentam; o imposto da geladeira subiu para 46%; o Chevrolet Onix, que é fabricado no Brasil, custa 61 mil reais no Paraguai aqui custa 101 mil reais. Então, por favor, pessoal, não caiam nesse conto da carochinha, não, que a gente já está mais do que vacinado. O Partido Novo, claro, vota "não". - 25/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Decreto Legislativo nº 41, de 2026, que aprova o texto do Acordo Provisório de Comércio entre o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e seus Estados-Partes, de um lado, e a União Europeia (UE), de outro, assinado em Assunção, Paraguai, em 17 de janeiro de 2026. Ademais, criticou o aumento dos impostos no Brasil sobre 1.200 produtos, inclusive computadores usados para a educação. Além disso, elogiou o Governo argentino pela redução de tributos e de gastos públicos e condenou a política fiscal do Partido dos Trabalhadores (PT), destacando a queda do poder aquisitivo da classe média pela inflação.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de decreto legislativo,Partido Novo (NOVO),Voto favorável Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Política fiscal,Carga tributária,Imposto,Computador,Veículo,Argentina,Despesa pública,Inflação,Poder aquisitivo,Classe média,Política econômica
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hugo Motta. Eu quero parabenizar o Relator Marcos Pereira. O Partido Novo vota "sim". É importante essa comercialização entre o Mercosul e a Europa, mas o cidadão que está em casa, o brasileiro, está muito mais preocupado com o aumento dos impostos que a gente teve recentemente. Foram afetados 1.200 produtos, inclusive computadores usados para educação. O preço de um computador médio, no Brasil, passou de 5 mil reais, em dezembro, para mais de 8 mil reais. Um Chevrolet Ônix, fabricado no Brasil, é vendido no Paraguai a 61 mil reais e, no Brasil, a 101 mil reais. A gente tem que fazer como a Argentina está fazendo: reduzir tributos e reduzir gastos. O PT, ao contrário, só está aumentando impostos no País. A classe média vai acabar. A classe média está vendo seus rendimentos serem corroídos pela inflação e pela queda do poder de compra. O Partido Novo vota "sim". - 25/02/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a política econômica do Governo Federal, associando aumento de impostos e inflação à perda de poder de compra da população, especialmente da classe média. Citou exemplos de elevação de preços de produtos, como veículos e equipamentos tecnológicos, e apontou impactos sobre consumo e acesso a bens. Também questionou políticas sociais e medidas tributárias recentes, argumentando que poderiam ampliar a dependência de programas governamentais. Mencionou ainda propostas relacionadas à jornada de trabalho, avaliando possíveis efeitos sobre o mercado e a renda. Ao final, defendeu mudanças na condução econômica e afirmou que o cenário exige revisão de prioridades na gestão pública.
Palavras-chave oficiais: Política econômica,Inflação,Poder aquisitivo,Política social,Política fiscal,Jornada de trabalho,Mercado,Renda,Gestão pública,Administração federal,Governo federal,Classe média
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Presidente Charles, uma Deputada aqui, conterrânea de V.Exa., da Bahia, falava do chocolate. Olhe, no Governo Lula, na próxima Páscoa, pela primeira vez, a gente vai ter ovos de Páscoa expostos nas lojas em que estará escrito: sabor chocolate. O ovo de Páscoa não vai ser mais de chocolate, ele vai ser sabor chocolate. É o que eu estava conversando aqui com o Deputado Ricardo Salles: a classe média no Brasil está acabando. Enquanto a Acadêmicos de Niterói desfilava não bastavam os 9 milhões de reais que a escola de samba recebeu da Prefeitura do Rio, da Prefeitura de Niterói, do Governo do Rio de Janeiro, do Governo Federal, via Embratur/Freixo , naquele momento, enquanto o Lula sambava e a Janja sambava, com toda a sua equipe de políticos, Deputados Federais, Deputados Estaduais, Ministros, o Governo Lula aumentava o imposto de 1.200 produtos. Olhe que absurdo! Um carro Onix, da Chevrolet, fabricado no Brasil, custa, no Paraguai, 61 mil reais; aqui, no Brasil, custa 101 mil reais. Presidente Charles, a classe média vai acabar por quê? Porque vai ser corroída pelos impostos e pela inflação. O brasileiro que ganhava 5 mil reais em 2010, hoje tem que ganhar 12.400 reais para ter o mesmo poder de compra. No País, quase 50% da população recebem Bolsa Família, e o atual Governo vibra porque cria programas de bolsa para entregar até gás. A gente está falando de impostos em relação à tecnologia aplicada na educação. Um computador médio hoje, Deputado Ricardo Salles, custa 8 mil reais, em vez dos 5 mil reais que custava há 3 meses, em dezembro. Como a gente vai cobrar imposto de uma ferramenta que serve de educação até para os nossos programas aqui, através de emendas para compra de computador para as escolas? Nós temos que ter uma despesa hoje de 60% a mais na destinação para os Municípios para comprar material de tecnologia que vai implementar a educação para o brasileiro. Olhe, este é um Governo temerário, irresponsável, que prometeu picanha e, agora, está prometendo menos trabalho para receber a mesma coisa. É mentira! A gente tem 33% de autônomos neste Brasil, que sustentam o País e que vão ter que trabalhar por 7 dias. A gente tem comissionados, a gente tem funcionários públicos que prestam serviço também a empresas privadas e vão ser impedidos. É uma temeridade o que está acontecendo, e cabe a nós corrigir o rumo deste País. Obrigado, Presidente Charles. - 25/02/2026
O Deputado declarou voto contrário à proposta de substituição da escala 6x1 pela jornada 5x2 com 40 horas semanais. Questionou como empresas manteriam a mesma arrecadação com aumento no número de funcionários e levantou dúvidas sobre efeitos para trabalhadores com remuneração variável, como comissionados e profissionais autônomos. Também mencionou possíveis reflexos para servidores que acumulam atividades no setor privado e pediu cautela na análise da proposta.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,contrário
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. O Deputado Alfredinho, que me antecedeu, defendeu, de forma muito carinhosa, a posição dele e perguntou quem teria coragem de votar contra. Respondo: eu, Luiz Lima, do Partido Novo do Rio de Janeiro. É só ir a um restaurante da Vila Planalto e tentar entender como vai ser essa mágica. Com a mesma arrecadação, passar de oito funcionários, caso do restaurante da Dona Giovana, para treze funcionários? Como contratar mais cinco empregados, com a mesma receita? Ou serão cinco novos empregos ou serão oito novos desempregados. E as pessoas que trabalham com comissão, nas lojas, que ganham o seu salário, mas ganham muito mais em comissão? E o pedreiro, que ganha pelo metro construído ou pelo vaso sanitário que instala? E o funcionário público que tenha emprego também no setor privado? Ele vai ser cerceado de trabalhar? Ficam aqui esses questionamentos. Não é tão simples quanto parece. Não caiam mais nesse canto da sereia. - 25/02/2026entregue por escrito
O Deputado apontou que pesquisas eleitorais recentes refletem um sentimento de insatisfação da população com a situação do país. Argumentou que o eleitor estaria percebendo problemas na economia, na segurança pública e na condução do Governo, o que se traduz em desgaste político. Afirmou que nomes como Romeu Zema, Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro aparecem competitivos não apenas por força eleitoral, mas como expressão desse descontentamento e da busca por alternativas. Além disso, destacou que há demanda por gestão técnica, responsabilidade fiscal, segurança e menos influência ideológica. Por fim, conclui que o cenário indica um desejo de mudança de rumo no país, com maior valorização de resultados concretos, e interpretou as pesquisas como um sinal de que a sociedade está avaliando criticamente o atual Governo.
Palavras-chave oficiais: Pesquisa eleitoral,Eleitor,Governo federal
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, As pesquisas eleitorais divulgadas nos últimos dias mostram algo que vai muito além de números. Elas revelam um sentimento. Revelam um Brasil cansado. Um Brasil que percebe que o país não está no rumo certo. Quando vemos nomes como o governador Romeu Zema, o senador Flávio Bolsonaro e Tarcísio, competitivos, o que está sendo medido não é apenas intenção de voto é a insatisfação popular. O povo brasileiro está sentindo no bolso. Está sentindo na segurança pública. Está sentindo na falta de previsibilidade econômica. Está sentindo na ausência de prioridades claras. O Brasil hoje vive uma realidade de: Crescimento abaixo do esperado; Violência fora de controle em muitos estados; Desconfiança institucional; Um governo que prioriza narrativa ideológica em vez de gestão eficiente. As pesquisas refletem isso. Refletem que há uma parcela crescente da população que quer gestão técnica, responsabilidade fiscal, firmeza na segurança pública e respeito ao contribuinte. Romeu Zema representa eficiência administrativa. Tarcísio representa capacidade técnica e entrega de resultados. Flávio Bolsonaro representa um campo político que dialoga com valores conservadores de milhões de brasileiros. O que essas pesquisas mostram é que há alternativa. Que há esperança. Que há lideranças preparadas. E mais importante: mostram que o eleitor está atento. Está avaliando. Está comparando. Não se trata de antecipar eleição. Trata-se de reconhecer um sinal claro: o Brasil quer mudança de rumo. Quer menos discurso e mais resultado. Quer menos ideologia e mais segurança. Quer menos improviso e mais responsabilidade. Se hoje candidatos da direita aparecem competitivos, isso não é obra do acaso. É reflexo direto da frustração com a condução do país. E a democracia é isso: é o povo avaliando governos. Se o governo está bem, lidera com folga. Se não está, a sociedade reage. E o Brasil está reagindo. Muito obrigado. - 24/02/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou discursos de partidos de Esquerda sobre violência contra crianças e mulheres, afirmando que, apesar de se posicionarem contra abusadores, esses mesmos grupos rejeitaram projetos de lei para aumentar penas para estupradores. Enumerou justificativas apresentadas por partidos como PSOL e PT contra o aumento de penalidades e questionou a coerência entre retórica e ação legislativa. Além disso, mencionou comentários sobre propostas que fariam brasileiros “trabalhar menos e ganhar o mesmo” e relatou conversa com uma comerciante sobre queda no consumo e aumento de impostos sobre bebidas. Por fim, defendeu liberdade econômica, redução de tributos e melhoria da renda do trabalhador, ressaltando que o salário mínimo brasileiro estava entre os mais baixos da região, em torno de US$ 250 por mês, atrás de países como Chile e Equador.
Palavras-chave oficiais: atuação,Esquerda política,Violência contra a criança e o adolescente,Política econômica,Projeto de lei ordinária,Aumento da pena,Estupro de vulnerável,Proposição legislativa,Jornada de trabalho,Consumo
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles Fernandes. Na política, não existe coincidência; existe troca de energia. Eu acho que foi por isso que eu vim em seguida da Deputada que me antecedeu aqui na tribuna. Eu concordo com o discurso da Deputada, pois, muitas vezes, o nosso Judiciário é negligente e acaba facilitando a violência contra crianças e mulheres. Entretanto, há uma incoerência enorme quando um Deputado de esquerda sobe à tribuna para falar de estupradores, mas vota contra projetos de lei apresentados para aumentar a pena contra estupradores. Eu salvei três das principais justificativas de partidos como o PSOL e o PT: dizem que são contra o aumento de pena para estupradores porque aumento de pena não reduz necessariamente o crime; dizem que o sistema prisional já está superlotado; e dizem que o foco deve ser a prevenção. Vocês veem como o discurso não é compatível com a realidade e com a preocupação que, de fato, eles manifestam aqui? Por coincidência, a mesma Deputada está liderando a discussão acerca de um projeto de lei que faz o que o Presidente Lula fez nas eleições de 2022, quando prometeu picanha para os brasileiros. Agora o PT eles são muito inteligentes, são verdadeiros artistas vai vender a ideia de que o brasileiro vai trabalhar menos e ganhar a mesma coisa. Presidente Charles, há pouco, eu estava em um restaurante na Vila Planalto. Eu conversava com a dona do restaurante, que tem oito funcionários, quando ela me falou: "Luiz, os brasileiros estão comendo menos". O que isso quer dizer? O pratinho está mais leve; é menor o recurso gasto no restaurante. O imposto sobre o refrigerante aumentou para 46%; sobre a cerveja, 40%. Quem compra uma geladeira paga 46% de imposto. Se essa proposta que visa ao aumento de empregos no Brasil for apresentada dessa maneira, tudo indica não sou eu que estou falando, não; são estudos em relação ao comércio brasileiro que a Dona Giovana, dona desse restaurante, em vez de empregar oito funcionários, vai ter que contratar mais quatro pessoas, com a mesma renda, com a mesma despesa. Não fecha a conta. Em vez de termos quatro novos empregos, teremos oito novos desempregados. Nós do Partido Novo somos a favor da liberdade econômica, da diminuição de impostos, do aumento do salário mínimo, que hoje é o mais baixo da América do Sul. A gente só ganha da Venezuela. O salário mínimo no Brasil, Deputado José Medeiros, equivale a 267 dólares. No Equador, já está em 450 dólares; na Bolívia, 350 dólares; no Chile, 500 dólares! Primeiro, deveríamos discutir redução de impostos para o trabalhador e para o empregador; menos tributos sobre os produtos; menos inflação sobre os alimentos; e, depois, discutir carga de trabalho. A Previdência do nosso País vai ruir em novembro de 2026. A gente tem que avançar nessas pautas. Obrigado, Presidente. - 24/02/2026
O Deputado criticou o Governo Lula, ao afirmar que sua atuação se resume a “censura e imposto”. Relatou ainda debate realizado na Comissão do Esporte com a presença do Presidente do Clube de Regatas do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), do ex-jogador Zico, de atletas olímpicos e de representantes do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Ademais, sustentou que o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pretende ampliar a tributação sobre clubes esportivos, o que prejudicará entidades formadoras do esporte nacional. Por fim, destacou o aumento de tributos sobre produtos como refrigerantes, geladeiras e celulares, argumentando que a política fiscal encarece iniciativas voltadas ao esporte, à saúde e à educação.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Ministro de Estado da Fazenda,Censura,Política fiscal,Tributação,Carga tributária,Audiência pública (processo legislativo),Comissão do Esporte (Cespo),Entidade desportiva,Imposto
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Duas palavras resumem o Governo Lula: censura e imposto. E essa segunda palavra teve forte presença hoje na Comissão do Esporte, onde a gente recebeu o Bap, Presidente do Flamengo, o Zico, vários atletas olímpicos, o Comitê Olímpico Brasileiro, o Comitê Paralímpico Brasileiro. Olhe, o "Taxad", o Fernando Haddad, quer taxar agora os clubes, que são células formadoras do esporte no nosso País. Nem os clubes vão escapar do excesso de imposto desse Governo, que já elevou o imposto do refrigerante para 46%, da geladeira para 40%, do celular para 70%. Quer dizer, até para promover o esporte, para promover saúde e educação, neste País, com o Governo do PT, está cada vez mais caro. Obrigado, Presidente Charles. - 24/02/2026entregue por escrito
O Deputado lembrou e homenageou o dia 24 de fevereiro como marco da conquista do voto feminino no País e assinalou que, em 24 de fevereiro de 1932, o Código Eleitoral do Governo Getúlio Vargas reconheceu às mulheres o direito de votar e serem votadas. Atribuiu a conquista à mobilização e à resistência de mulheres pioneiras, como Bertha Lutz. Além disso observou que a mudança fora recente e ainda exigia avanços. Por fim, defendeu que celebrar a data significara reforçar compromisso com democracia inclusiva, enfrentar sub-representação feminina e ampliar oportunidades de liderança.
Palavras-chave oficiais: Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil,Mulher,Representatividade feminina,Direito a voto,Participação política,Homenagem
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Demais presentes, Hoje subo a esta tribuna para lembrar e homenagear uma data de enorme relevância para a história do nosso país: o dia 24 de fevereiro, marco da conquista do voto feminino no Brasil. Foi em 24 de fevereiro de 1932, por meio do Código Eleitoral instituído durante o governo de Getúlio Vargas, que as mulheres brasileiras conquistaram oficialmente o direito de votar e serem votadas. Um direito que hoje parece natural, mas que foi resultado de décadas de mobilização, coragem e resistência. Não foi uma concessão simples. Foi fruto da luta incansável de mulheres pioneiras, como Bertha Lutz, que enfrentaram preconceitos, barreiras sociais e políticas para afirmar algo básico: mulheres são cidadãs e, como tais, devem participar das decisões do país. Há apenas 89 anos menos de um século as mulheres passaram a ter reconhecido o direito de exercer plenamente sua cidadania nas urnas. Isso nos mostra o quanto essa conquista é recente e o quanto ainda precisamos avançar. Celebrar o voto feminino não é apenas olhar para o passado; é reafirmar nosso compromisso com o presente e o futuro. É reconhecer que a democracia se fortalece quando é inclusiva, quando garante voz e participação a todas e todos. É também refletir sobre os desafios que ainda persistem: a sub-representação feminina na política, a desigualdade de oportunidades e a necessidade de ampliar espaços de liderança para as mulheres. Esta data nos convida à gratidão pelas que vieram antes de nós, mas também à responsabilidade de continuar promovendo igualdade, respeito e participação. Que possamos, nesta Casa Legislativa, honrar essa história não apenas com palavras, mas com ações concretas que ampliem direitos e fortaleçam a presença feminina na política e na sociedade. Que o 24 de fevereiro seja sempre lembrado como símbolo de coragem, justiça e democracia. Muito obrigado. - 11/02/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou o desfile da escola Acadêmicos de Niterói no Grupo Especial do Rio de Janeiro, apontando uso de recursos públicos para promoção eleitoral em ano de eleição. Mencionou repasses que somariam R$ 8 milhões, incluindo verbas municipais e da Embratur, e citou recomendação da Advocacia-Geral da União para que ministros não participassem do evento. Leu trecho do artigo 37 da Constituição, que trata dos princípios da administração pública, e questionou a presença de referências ao número 13 no samba-enredo. Informou que o Partido Novo acionou o Tribunal de Contas da União e outras instâncias para apuração do caso e defendeu a anulação do desfile caso constatada irregularidade.
Palavras-chave oficiais: Carnaval,Escola de samba,Rio de Janeiro (RJ),Homenagem,Presidente da República,Ano eleitoral,Crítica
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O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Otoni de Paula. Presidente, eu sou o primeiro dos três? Que pena. Mas vamos lá. Presidente Otoni, o que a gente vai ver na abertura do Grupo Especial do Rio de Janeiro é uma afronta à Constituição brasileira! Nós somos cariocas. Meus pais sempre me presenteavam com um CD das escolas de samba. Eu sinto saudade de sambas como os da Mocidade Independente, de 1992, que dizia assim: "Sonhar não custa nada, o meu sonho é tão real. Mergulhei nessa magia, era tudo o que eu queria para esse carnaval". Ou então os da Mocidade, de 1995: "A mão que faz a bomba faz o samba, e Deus, Deus faz gente bamba. A bomba que explode nesse carnaval é a Mocidade levantando o seu astral". Tem manga rosa, de 1998, da Mangueira: "Tem manga rosa, eu vou provar, cheiro e magia bailam no ar". Mas, em ano eleitoral, a Advocacia-Geral da União recomenda que Ministros não participem do desfile da Acadêmicos de Niterói. Foram gastos 1 milhão de reais, mais 5 milhões de reais da Prefeitura de Niterói, mais 2 milhões de reais da Prefeitura do Rio para fazer propaganda política antecipada! O Partido Novo não brinca em serviço. O Partido Novo foi eleito para justificar a confiança dos eleitores e seguir a Constituição. Olha o samba aí! O Tribunal de Contas da União fala assim: "Mas não está fazendo propaganda política". Olha o trecho do samba da Acadêmicos de Niterói: "Por ironia, 13 noites, 13 dias, me guiou Santa Luzia, São José alumiou (...)" Camisas foram confeccionadas com o Presidente Lula, Lindbergh, outros, Freixo, que é o Presidente da Embratur, que repassou o recurso para a Liesa. Olha, eu vou ler a Constituição Brasileira. Charles de Gaulle já falava que este País não é sério. Dispõe a Constituição no art. 37, no seu § 1º: A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência a administração pública direta e indireta de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, eficiência e também ao seguinte: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998) § 1º A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos (...). Olha o treze! Treze, treze, na Globo, ao vivo, no domingo, nove e meia da noite! Isso aqui é um escárnio, tanto que a AGU recomenda aos Ministros não participarem, tanto que o núcleo do Presidente Lula falou: "Que barbeiragem! Era para a escola homenagear o Presidente em ano fora da eleição, mas não com dinheiro público". Olha, se a gente viver num país sério, a gente terá esse desfile anulado. Obrigado, Presidente. - 11/02/2026entregue por escrito
O Deputado celebrou a aprovação do Projeto de Lei nº 6.133, de 2025, que cria a Universidade Federal do Esporte (UFEsporte), em Brasília (DF). Destacou que a instituição deve integrar ensino, pesquisa e extensão, fortalecer a ciência aplicada ao esporte, qualificar profissionais de educação física, promover inclusão social e contribuir para a saúde pública, esporte escolar e de alto rendimento. Ressaltou ainda a possibilidade de abertura de campi em outras unidades da Federação, defendendo a descentralização do conhecimento. Ademais, enfatizou a necessidade de integração com o Comitê Olímpico, confederações, escolas públicas, projetos sociais e Forças Armadas. Ao final, alertou que a efetividade da universidade dependerá de orçamento adequado, gestão eficiente e governança transparente, para que não se torne estrutura ineficaz.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Universidade Federal do Esporte (UFEsporte),Brasília (DF),Profissional de Educação Física,Inclusão social,Saúde pública,Campus avançado,Estado (ente federado),integração,Comitê Olímpico Brasileiro (COB),Forças Armadas,Orçamento,transparência,Governança
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO LUIZ LIMA (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Ontem esta Casa aprovou o Projeto de Lei nº 6.133/25, que cria a Universidade Federal do Esporte a UFEsporte, aqui em Brasília. E eu subo a esta tribuna não apenas como parlamentar, mas como alguém que viveu o esporte na pele, na piscina, nas competições, nas vitórias e nas derrotas. Sei exatamente o que significa investir em ciência do esporte. O Brasil sempre foi potência de talento. O que muitas vezes nos faltou foi estrutura, método, pesquisa, tecnologia e integração entre ensino, pesquisa e extensão. Essa nova universidade nasce com essa missão: colocar o esporte brasileiro no mesmo patamar das grandes nações esportivas do mundo, não apenas no desempenho, mas na produção de conhecimento. A UFEsporte não é só sobre medalhas. É sobre saúde pública. É sobre prevenção de doenças. É sobre formação de professores de educação física mais qualificados. É sobre inclusão social através do esporte. É sobre ciência aplicada ao alto rendimento e também ao esporte escolar e comunitário. O projeto permite, inclusive, a abertura futura de campi em outras unidades da Federação. Isso é fundamental. O esporte não é só Brasília. O esporte está nas praias do Rio, nas periferias de São Paulo, no interior de Minas, no Norte e no Nordeste deste país. Precisamos descentralizar conhecimento. Outro ponto importante é o respeito ao princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Isso garante que não teremos apenas uma instituição burocrática, mas um centro vivo de produção científica, inovação tecnológica e impacto social. Além disso, a possibilidade de formas alternativas de ingresso e estratégias específicas de atendimento amplia o acesso e fortalece a inclusão, respeitando as políticas de cotas. O esporte é, por natureza, uma ferramenta de oportunidade. Essa universidade precisa refletir isso. Mas eu também faço um alerta. Criar uma universidade é o primeiro passo. O desafio real começa agora: orçamento adequado, gestão eficiente, governança transparente e compromisso com resultados. Não podemos permitir que vire mais uma estrutura inchada, distante da realidade dos atletas, dos técnicos e dos professores. O Brasil precisa de uma política de Estado para o esporte, baseada em evidência científica. Precisamos integrar a UFEsporte ao Comitê Olímpico, às confederações, às escolas públicas, aos projetos sociais, às Forças Armadas, aos centros de reabilitação. O esporte transforma vidas. Eu sou prova disso. Milhares de jovens são prova disso. Que essa universidade não seja apenas um prédio em Brasília, mas um motor de transformação nacional. Se for bem estruturada, a UFEsporte pode marcar uma nova era para o esporte brasileiro. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.