
Nome civil: Leila Gomes de Barros Rêgo · 55 anos
Bananômetro
89/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 86% dos senadores · média do partido: 86
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 100%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 88%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 61%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 91%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 97%das 114 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 97%das 90 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
100%
Esteve em 403 de 403 sessões
Votou nas votações
88%
Registrou voto em 354 de 403 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
1
de 30 projetos apresentados (3%)
Alinhamento com o governo
97%
Em 114 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
Eleição de 2018
EleitoSenador · DF · concorreu pelo PSB
Arrecadou
R$ 3,1 mi
11 receitas
Gastou (contratado)
R$ 2,9 mi
pago: R$ 2,9 mi
Votos nominais
467.787
válidos, 1º turno
Custo por voto
R$ 6,19
gasto ÷ votos
Gasto 55% acima da mediana dos senadores eleitos em 2018. Entre 53 senadores eleitos em 2018 com contas no TSE, é o 10º maior gasto e o 8º maior custo por voto (mediana: R$ 1,62). Ver o ranking
De onde veio o dinheiro
- Fundo eleitoral (FEFC)R$ 3 mi (98%)
dinheiro público do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, repassado pelo partido
- Recursos própriosR$ 2,9 mil (0%)
dinheiro do próprio candidato
- Pessoas físicasR$ 2,6 mil (0%)
1 doador, 1 doação (sem nomes)
- Financiamento coletivoR$ 43,9 mil (1%)
vaquinhas virtuais autorizadas pelo TSE
Maiores categorias de despesa
- Despesas com pessoalR$ 965,7 mil (33%)
871 lançamentos
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 810 mil (28%)
4 lançamentos
- Serviços prestados por terceirosR$ 434,3 mil (15%)
14 lançamentos
- Publicidade por materiais impressosR$ 294,7 mil (10%)
76 lançamentos
- Doações financeiras a outros candidatos/partidosR$ 100 mil (3%)
10 lançamentos
- Publicidade por adesivosR$ 58,3 mil (2%)
17 lançamentos
- Combustíveis e lubrificantesR$ 56,4 mil (2%)
15 lançamentos
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 40 mil (1%)
2 lançamentos
- Outras categoriasR$ 135,5 mil (5%)
220 lançamentos
Maiores fornecedores
- Pessoas físicas (somadas)R$ 1 mi (35%)
- NOVA FILMES PRODUCOES EIRELIR$ 810 mil (28%)
- PAGANELLA ADVOGADOS ASSOCIADOSR$ 190 mil (7%)
- CONTEUDO COMUNICACAO E MARKETING - EIRELIR$ 150 mil (5%)
- GRAFICA E EDITORA PARANAIBA LTDAR$ 147 mil (5%)
- CORONARIO EDITORA GRAFICA LTDAR$ 132,6 mil (5%)
- Empresários individuais e MEI (somados)R$ 62,7 mil (2%)
- AUTO POSTO MILLENNIUM 2000 LTDAR$ 60 mil (2%)
Empresas pelo nome registrado na Receita Federal. Pessoas físicas (cabos eleitorais, por exemplo) e empresários individuais e MEI (cujo nome é o de uma pessoa) aparecem só somados.
Partidos que mais repassaram
- PSB — PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIROR$ 3 mi (98%)
Só partidos, comitês e empresas aparecem pelo nome; % sobre o total arrecadado.
Pessoas físicas: <1% do arrecadado por Leila Barros, de 1 doadores. Ninguém é identificado aqui.
Totais exatos: arrecadou R$ 3.067.994,03; gastou R$ 2.894.773,18 · arquivo do TSE gerado em 18/10/2026.
Como ler estes números
- Arrecadado = soma das receitas declaradas, incluindo doações em bens e serviços (estimáveis em dinheiro).
- Gasto = despesas contratadas declaradas (o que a campanha se comprometeu a pagar), incluindo repasses a outros candidatos ou ao partido, quando houver. Despesas pagas aparecem à parte quando o TSE publica.
- Fundo eleitoral (FEFC) e fundo partidário são dinheiro público repassado pelo partido. O FEFC existe desde 2018; doação de empresa é proibida desde 2015.
- Custo por voto = gasto ÷ votos nominais válidos que o candidato recebeu no último turno que disputou. Suplente de senador não recebe voto próprio.
- Doações de pessoas físicas aparecem só somadas (total e número de doadores), sem nomes. Fornecedores só aparecem pelo nome quando são empresas (CNPJ); empresários individuais e MEI, cujo nome é o de uma pessoa, ficam somados.
Fonte: TSE — Portal de Dados Abertos: prestação de contas de candidatos, candidaturas e votação por município e zona. Portal de Dados Abertos do TSE · Conferido em 19/10/2026 às 06:15. Eleições de 2014, 2018 e 2022. Como calculamos
Dados oficiais da Senado Federal. 1º voto registrado: 26/02/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.