
46 anos
Bananômetro
81/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 64% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 93%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 81%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 83%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 96%das 718 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 97%das 735 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
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- Telefone
- (61) 3215-5411
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- Gabinete 411, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
93%
Esteve em 365 de 391 sessões
Votou nas votações
81%
Registrou voto em 913 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 36 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
96%
Em 718 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
119 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 11/08/2026.
- 28/04/2025
A Deputada declarou apoio à greve geral do funcionalismo público municipal da cidade de São Paulo (SP), classificando-a como resposta legítima aos ataques promovidos pela Gestão de Ricardo Nunes. Denunciou cortes em áreas como cultura, educação e saúde, acusando o Governo de mercantilizar direitos e promover a precarização dos serviços. Também defendeu que não há democracia sem servidores valorizados e criticou a criminalização das mobilizações. Por fim, mencionou a importância do Projeto de lei nº 363, de 2025, em apreciação; e da proposta da lei nacional da dança, rebatendo discursos que opõem investimentos culturais à educação e saúde.
Palavras-chave oficiais: São Paulo (SP),Servidor público,Greve,Governo,Contingenciamento,Precarização do trabalho,Crítica Projeto de lei ordinária,Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura Projeto de lei ordinária,Dança,Atividade profissional,regulamentação
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, quero manifestar aqui meu total e irrestrito apoio à greve geral do funcionalismo público da cidade de São Paulo. O que está em curso é um verdadeiro ataque ao serviço público, às trabalhadoras e aos trabalhadores que sustentam a nossa democracia e a política pública no dia a dia. Não é só uma luta por salário, senhoras e senhores, é uma luta contra o desmonte, contra o confisco de direitos, contra a precarização brutal promovida pelo Governo do Sr. Ricardo Nunes na cidade de São Paulo, que trata o povo como mercadoria, mercadoria na educação e na saúde. Para isso, corta verbas, verbas da cultura e de outras políticas, para deixar esses setores desvalorizados e vendê-los a preço de banana. Não há serviço público sem servidores valorizados. Não há democracia viva sem direitos garantidos. Nós não aceitaremos a criminalização da luta legítima dos que estão nas ruas defendendo aquilo que o povo quer: uma educação pública de qualidade, um direito do Estado. E tem que ser respeitada a sua gente. A greve é justa, a greve é necessária, a greve é uma resposta política à lógica perversa da destruição de direitos. Toda a minha solidariedade aos servidores e servidoras de São Paulo. Resistir é preciso, bem como viver e lutar. Muitíssimo obrigada, Presidente. Se possível, peço que meu pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Como eu ainda tenho 1 minuto e 14 segundos, já aproveito para falar da lei nacional da dança, que está sendo colocada aqui hoje, no Dia Nacional da Dança, principalmente neste momento em que falamos da Lei Aldir Blanc, que é importantíssima para que a gente possa ter garantia de direitos. A extrema direita diz que colocar recursos na cultura não é investir na educação. Ora, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, pelo amor de Deus! Vamos estudar um pouquinho, porque isso está na Constituição. Está previsto no Orçamento fazer a divisão. Se o recurso da área da saúde está lá e se o recurso da área da educação está lá, o recurso da área da cultura também pode estar lá. Pelo amor de Deus, vamos fazer um debate mais qualificado! Obrigada. - 02/04/2025Breves Comunicações
A Deputada criticou discursos em defesa de Jair Bolsonaro feitos por colegas Parlamentares, rebatendo a ideia de que o ex-Presidente estaria sendo injustamente perseguido. Disse que o próprio negacionismo em relação à vacina durante a pandemia da Covid-19 já seria motivo suficiente para responsabilizá-lo judicialmente, classificando tal conduta como "crime de lesa-pátria". Repudiou o pedido de anistia aos envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília (DF), que visavam um golpe de Estado com depredação de prédios públicos. Disse que a anistia solicitada agora é completamente diferente da que ocorreu em 1964, a qual envolvia vítimas da ditadura e não golpistas. Encerrando, afirmou que a Câmara deveria se concentrar em legislar para o povo, discutir projetos e o orçamento, em vez de tentar salvar Bolsonaro politicamente.
Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Perseguição política,Negacionismo,Vacina,Pandemia,Coronavírus,Crime contra a segurança nacional,anistia,Ato antidemocrático,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Golpe de Estado (1964),Ditadura,depredação,Patrimônio público,Vandalismo,Câmara dos Deputados,Pauta (processo legislativo)
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Boa noite ao público que nos acompanha pela TV Câmara. Boa noite, Deputados e Deputadas. Eu fico indignada com alguns discursos feitos desta tribuna por Deputados que alegam que o Sr. Jair Messias Bolsonaro não tem culpa no cartório. Aliás, eu sempre digo que só o fato de ele ter trabalhado para que a Covid-19 não fosse aplacada pela atuação ágil e necessária das vacinas por conta disso, muitas famílias morreram , isso já seria um crime de lesa-pátria. Só por isso, senhoras e senhores, ele já deveria ter sido preso. Nós ouvimos Deputados dizerem que ele não fez nada, que está sendo perseguido e que não merecem ser punidos mulheres e homens que vieram a Brasília depredar o patrimônio público, inclusive esta Casa legislativa, em uma caminhada que pretendia um golpe de Estado. Ditadura já houve neste Brasil. Infelizmente, quando este fato aconteceu, muitas pessoas foram presas e torturadas, morreram sem ter tido direito a justiça. Elas simplesmente estavam lutando para um Brasil que, naquele momento, já estava com muitos problemas, um Brasil em que faltava política pública, um Brasil pensado por coronéis na ditadura militar. A anistia de 1964 nada tem a ver com o que está sendo pedido agora. Agora nós temos a caminhada desacelerada para um golpe de Estado. Eu acho que os Srs. Deputados e as Sras. Deputadas poderiam pensar num Brasil onde nós temos que pensar em projetos de lei e no orçamento. Precisamos avançar. É isso que a classe trabalhadora, é isso que o povo brasileiro espera desta Casa. Querem obstruir para salvar uma única pessoa, que é Bolsonaro?! O que está sendo dito aqui não diz respeito às pessoas que estão presas. Se ele não estivesse no banco dos réus, esta Casa jamais estaria fazendo a defesa que esses senhores da extrema direita têm feito neste sentido. Sr. Presidente, peço a V.Exa. que meu discurso seja divulgado pelo programa A Voz do Brasil. Muito obrigada. - 12/03/2025
A Deputada apresentou uma questão de ordem sobre a necessidade de providências diante da forma como Parlamentares da Oposição se dirigem ao Partido dos Trabalhadores, afirmando que esse tipo de ataque dificulta o diálogo no Congresso. Ao defender a ex-Presidente do PT, destacou que as divergências devem ocorrer no campo das ideias, sem desrespeito.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Debate,respeito,Oposição política,Partido dos Trabalhadores (PT)
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Para uma questão de ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu acho que existe um limite de diálogo no Congresso Nacional. Estamos falando sobre partidos, e a forma como esses Deputados se dirigem a nós do Partido dos Trabalhadores é muito ruim. Dessa maneira, fica muito difícil o diálogo neste Parlamento. Podemos divergir, senhoras e senhores, no âmbito das ideias, não há problema, mas, da forma como o Partido dos Trabalhadores e das trabalhadoras tem sido atacado, bem como a minha Presidenta... O SR. JOSÉ MEDEIROS (Bloco/PL - MT) - Presidente, essa questão de ordem não se baseou em artigo do Regimento. A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP) - Presidente, V.Exa. precisa colocar uma ordem nesta Casa. - 11/03/2025Breves Comunicações
A Deputada destacou os avanços do Governo Lula no combate à crise alimentar, ressaltando a isenção de impostos sobre produtos essenciais, como carne, café e açúcar. Também criticou o Governo anterior pela falta de gestão da CONAB e defendeu políticas públicas que garantam alimentação acessível. Ademais, comentou a possível redução de impostos pelo Governo de São Paulo e reforçou a importância da reforma agrária. Por fim, criticou declarações do ex-Presidente Bolsonaro sobre a soberania nacional e mencionou investigações contra ele.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Isenção tributária,Alimento,Imposto de Importação,Companhia Nacional de Abastecimento (Conab),Reforma agrária,Governo estadual,São Paulo (Estado) Ex-presidente da República,Soberania nacional,investigação
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Às vezes eu fico confusa, não sei se estou mesmo na Câmara dos Deputados ou se estou em uma igreja. É claro que vivemos num Estado laico, mas eu acho que aqui nós temos que debater a vida e a dignidade das pessoas. Por isso eu falo que a fé é de cada um e que nós temos os templos para isso. Aqui, hoje, estou me confundindo em função desses últimos discursos. Boa tarde a todos os Deputados e Deputadas e ao público que nos assiste pela TV Câmara. Eu quero dialogar sobre os avanços significativos que aconteceram na vida da população mais vulnerável do Brasil. Hoje, temos motivos para comemorar. O Presidente Lula trabalha com a crise instalada em relação aos alimentos. Sabemos muito bem que essa crise não começou de agora, mas com o desgoverno anterior, que não olhou para a CONAB, que não organizou essa questão, principalmente no que se refere às crises ambientais que existem Brasil afora. O Governo Lula zerou o Impostos de Importação sobre a carne, o café, o açúcar, o milho e outros alimentos essenciais, inclusive da cesta básica, que terão imposto zero, como foi aprovado pelo Congresso Nacional, quando da votação da reforma tributária. Isso significa comida mais barata na mesa do povo. É óbvio que os Estados precisam também enxergar isso. No Estado de São Paulo, depois de muita caminhada e mobilização para que o Governo Tarcísio também zerasse os impostos, ele anuncia que, talvez, a partir de amanhã, começará a fazer isso também. É dessa forma que vamos conseguir dialogar com a classe trabalhadora, para conseguir avançar em uma alimentação saudável. Isso tem que ser combinado, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, com várias articulações de política pública, desde a reforma agrária até a questão de enxergar como o alimento sai da colheita no campo e chega à mesa do trabalhador. Dessa forma, enxergando o Brasil do jeito que ele é, o Presidente Lula avançou, ao contrário do que fez o Presidente anterior, que, na semana passada, fez um discurso de entreguismo. Como já sabemos, mais uma vez ele disse que é preciso que a força de outros países, como a dos Estados Unidos, adentre o Brasil. Isso nós já sabemos, mas rapidamente ele vai ser preso por todos os crimes que praticou, não só pelo das joias, mas também pelo do golpe. Então, vamos dialogar sobre o Brasil de verdade, como o Presidente Lula tem feito. Presidente, eu só queria que V.Exa. autorizasse a divulgação do meu discurso no programa A Voz do Brasil. Obrigada. - 18/02/2025
A Deputada fez um apelo aos Parlamentares pela votação do Projeto de Lei nº 4.381, de 2023, que regulamenta procedimentos a serem adotados pelas delegacias de polícia e demais órgãos responsáveis para o atendimento de mulheres indígenas vítimas de violências, nas hipóteses de medidas protetivas de urgência previstas na Lei n.º 11.340/2006 e Decreto 11.431/2023. Destacou que o projeto já passou por diálogo com outras bancadas e que a votação poderia ocorrer rapidamente. Além disso, explicou que, no dia seguinte, não estaria presente devido a um seminário com a Ministra em seu Estado e ressaltou que este seria o primeiro projeto sob sua relatoria em dois anos e meio. Por fim pediu o apoio dos Deputados para que a matéria fosse votada sem atrasos, garantindo avanços na pauta.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,procedimento,Delegacia de polícia,Atendimento à vítima,Violência contra a mulher,Defesa
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, nobres Deputados e Deputadas, estou pedindo este minuto porque eu gostaria de fazer um apelo a V.Exas. em relação ao PL 4.381/23, que fala da violência contra as mulheres. Teremos mais um projeto depois que terminarmos este, que será rápido. O nosso também será muito rápido, porque inclusive tivemos um diálogo com o PL e fizemos um acordo. Por que eu estou pedindo e fazendo este apelo, Sras. Deputadas e Srs. Deputados? Amanhã eu não estarei aqui porque tenho um seminário grande com a Ministra no meu Estado. Este é o primeiro projeto, depois de 2 anos e meio, que eu relato. Se não faço isso amanhã, outra pessoa irá me substituir. Então, estou fazendo este apelo aos Srs. Deputados e às Sras. Deputadas, porque será muito rápida a votação desse projeto. Poderemos avançar, porque está tudo muito certinho e organizado para ser rápido. Se puderem me conceder isso, por favor, eu ficarei muito grata aos nobres Deputados e Deputadas. - 18/02/2025Breves Comunicações
A Deputada criticou a desinformação propagada na Câmara e defendeu o Governo Lula, ressaltando os desafios herdados da gestão Bolsonaro, como o desmonte de políticas públicas e a crise climática agravada por mudanças legislativas que favoreceram a especulação imobiliária e impactaram terras indígenas. Destacou avanços na valorização do salário mínimo e na reconstrução do País. Por fim, reforçou a necessidade de um debate baseado na verdade e no compromisso com a classe trabalhadora.
Palavras-chave oficiais: Política pública,Crise climática,Terras indígenas,Estrutura fundiária,especulação,Salário mínimo,Direitos do trabalhador,Meio ambiente,Política ambiental,Governo federal,Desinformação
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa tarde a todos e todas, inclusive ao público que nos acompanha pela TV Câmara. É muito importante quando, neste espaço do Congresso Nacional Câmara Federal e Senado ,nós falamos sobre a vida das pessoas, sobre as legislações que afetam a vida das pessoas, sobre o Orçamento, também pensado em políticas públicas voltadas para a classe trabalhadora e para o povo brasileiro. Ocorre, senhoras e senhores, que muitas vezes, nesta tribuna, não se fala a verdade sobre os fatos. Isso aconteceu quando o Presidente Lula assumiu um Governo destruído pelo Sr. Bolsonaro e a sua trupe; quando pegamos um País completamente desorganizado e desestruturado. Um exemplo é o estoque regulador vazio. Se os senhores fossem aos armazéns onde esses estoques deveriam estar cheios, veriam que estavam vazios. Também se observa o mesmo com relação ao desemprego e ao fato de os senhores não assumirem que o salário mínimo pode subir, como o Presidente Lula, durante esses 2 anos, fez. Vocês destruíram a política pública voltada para a situação ambiental. Hoje, esta crise climática, senhoras e senhores, tem a mão, sim, das Presidências de Temer e de Bolsonaro e a ajuda de muitos Srs. Deputados e Sras. Deputadas que mexeram nas legislações e avançaram sobre as terras indígenas e, principalmente pensando na especulação imobiliária, acabaram mudando a legislação, para poder haver prédios em áreas de árvores e de rios. Hoje nós estamos vivendo as consequências desses atos e temos que correr, e correr muito rápido, para tentar amenizar a destruição do Governo Bolsonaro. Então, senhoras e senhores, quando V.Exas. vêm aqui para insultar o nosso Presidente Lula, quando os senhores vêm a esta tribuna para insultar os nossos Deputados, pensem bem, porque infelizmente os senhores ajudaram a construir uma política que não é voltada para a classe trabalhadora. Temos que lembrar também que, na calada da noite, esta Casa mudou a regra, e ficou-se, durante 2 anos do Governo Lula, com um indicado pelo Presidente Bolsonaro no cargo de Presidente do Banco Central. Falemos a verdade, não é, senhoras e senhores? Para finalizar, peço que meu discurso seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Obrigada. - 13/02/2025Breves Comunicações
A Deputada destacou o crescimento econômico e a redução do desemprego no Governo Lula, contrastando com o Governo Bolsonaro, que levou o Brasil de volta ao Mapa da Fome e causou alta inflação. Ressaltou que, enquanto em 2023 a inflação dos alimentos foi negativa (-0,52%), no Governo anterior chegou a 56,1%, com filas por ossos e o ex-Ministro da Economia, Paulo Guedes, propondo destinar restos de comida aos pobres. Enfatizou que, sob a gestão Lula, 24 milhões de brasileiros saíram do Mapa da Fome e a pobreza atingiu o menor nível desde 2012. Finalizou reafirmando o compromisso do Governo em combater a fome, gerar empregos e garantir dignidade ao povo.
Palavras-chave oficiais: Crescimento econômico,Geração de emprego,Desemprego,Governo federal,Política de emprego,comparação,Inflação,Alimento,Preço,Mapa da Fome,Pobreza,Desigualdade social,Ex-presidente da República,Ex-ministro de Estado,Ministro de Estado da Economia,Fome,População de baixa renda
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Presidente, Deputadas, Deputados e público que nos acompanha pela TV Câmara, bom dia. O Brasil vive um momento novo, e isso é muito claro. A economia voltou a crescer é isto mesmo: a economia começou a crescer , o desemprego caiu, e milhões de brasileiros estão recuperando a sua dignidade. No entanto, a extrema direita, que o tempo todo fica aqui na tribuna falando mentiras e propagando fake news nas redes, quer confundir a população e apagar da memória do povo anos de fome, de miséria e de impostos congelados pelo Governo Bolsonaro. A verdade é que, durante o Governo anterior, a inflação dos alimentos chegou a 56,1%. Escutem bem: chegou a 56,1% a inflação. No último ano do Governo Bolsonaro, foi de 13,2% a inflação dos alimentos, um dos mais altos da história recente do nosso País. E o resultado desse desgoverno foi a fila do osso, como vimos em imagens; a doação de pele de frango. O Brasil, infelizmente, havia voltado ao Mapa da Fome. Nós precisamos falar disso, lembrar e relembrar o Governo que levou o Brasil para o buraco. Ainda bem que eles não voltaram a governar este País. Todos que aqui defendem a anistia e a volta do inelegível compactuam com esse plano de Governo da fome. Agora, com o Lula, a realidade é outra. Os dados estão aqui, para nós comprovarmos isso. Em 2023, a inflação foi negativa, de menos 0,52%. Nos 2 primeiros anos, acumulamos apenas 8,22% de alta no preço dos alimentos. Isso significa que estamos retomando o controle da economia com muita dificuldade, nós sabemos , garantindo a comida na mesa do povo brasileiro e acabando com a miséria. Em apenas 2 anos do Governo Lula, 24 milhões de brasileiros saíram do Mapa da Fome, e a pobreza atingiu o menor patamar desde 2012. Só em 2023, 8,7 milhões de pessoas saíram da pobreza e 3 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza. E, quando nós olhamos números recentes, vemos os avanços do Presidente Lula. Não podemos esquecer o absurdo da proposta que foi colocada pelo Ministro Paulo Guedes, que sugeriu que restos de comida fossem destinados aos mais pobres. Isso mostra a total insensibilidade e o descaso do Governo que virou as costas para quem mais precisava dele. Hoje a realidade é diferente. Os pobres estão no Orçamento, inclusive nesta Casa, quando discutimos muitas proposições e a lei orçamentária. O Brasil avança. Vamos seguir nesse caminho, combatendo a fome, gerando emprego e garantindo que nunca mais brasileiros precisem revirar lixo em busca de comida. A verdade sempre vencerá a mentira. O Brasil seguirá reconstruindo a dignidade. Presidente, por favor, peço que o meu discurso seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Muitíssimo obrigada, Presidente. - 11/02/2025
A Deputada destacou os avanços do Governo Lula, ressaltando que este é um ano de "colheita" após a reorganização do País. Defendeu a regulamentação da reforma tributária, que isentará a cesta básica, aplicará sobretaxas em produtos como cigarro e bebidas, e oferecerá cashback para beneficiários do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Citou a proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil como um passo importante para justiça fiscal. Além disso, elogiou o Programa Pé-de-Meia, que incentiva jovens a permanecerem na escola. Por fim, criticou opositores que, "lambem as botas dos Estados Unidos", enquanto Lula prioriza a classe trabalhadora e a inclusão dos mais pobres no orçamento.
Palavras-chave oficiais: Reforma Tributária (2023),regulamentação,Cesta básica,Cigarro,Bebida,Cashback,Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico),Isenção tributária,Justiça social,Programa Pé de Meia,Jovem,Inclusão social,Governo federal Oposição política,Estados Unidos,Apoio político
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa noite a todos e a todas, Deputados e Deputadas, público que nos assiste pela TV Câmara. O Presidente Lula diz publicamente que este é um ano de colheita. Realizaram-se avanços e se organizou o Brasil para que pudéssemos caminhar e desenvolver a infraestrutura, desenvolver projetos voltados especialmente para a classe trabalhadora. Nesta Casa, senhoras e senhores, ainda precisamos avançar em projetos, por exemplo, de regulamentação da reforma tributária. Apesar de as medidas começarem a vigorar em 2027, o Governo Federal tem muito interesse de avançar nessa regulamentação, pois isso, sem dúvida nenhuma, senhoras e senhores, vai contribuir muito para o crescimento econômico em longo prazo. Aprovada após mais de 4 décadas de espera, a reforma corrige distorções históricas que havia neste Parlamento, substituindo os tributos por modelos de impostos sobre valores agregados. A cesta básica, por exemplo, ficará isenta, enquanto itens como cigarros e bebidas terão sobretaxa. O cashback, senhoras e senhores, beneficiará 73 milhões de brasileiros cadastrados no CADÚNICO. O Governo Lula sinaliza ainda avanço de medidas benéficas para o contribuinte, como a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até 5 mil reais. Esse item foi o mais aguardado, senhoras e senhores. Em janeiro, quando foi sancionada parte da regulação da reforma tributária, o Presidente destacou os benefícios a longo prazo para a economia: "Vamos garantir que o nosso País tenha um sistema tributário mais justo, moderno e transparente, onde quem ganha mais paga mais e quem ganha menos paga menos". Ele afirmou isso em público. Quero também parabenizar o Presidente Lula pelo Pé-de-Meia, um programa criado para que os nossos jovens entendam que o seu lugar é dentro da escola, na educação pública. É óbvio que têm que trabalhar. Muitas vezes, os nossos jovens, para ajudar em casa, tiram a educação da frente. Ao final de cada ano, a pessoa que estiver se valendo do Pé-de-Meia para estudar terá mil reais, para garantir o seu futuro. Enquanto muitos dos Deputados e das Deputadas ficam aqui lambendo as botas dos Estados Unidos, o Presidente Lula olha pelo povo brasileiro, pela classe trabalhadora. E é assim que vamos caminhando, entendendo que o pobre, sim, tem que estar no Orçamento do nosso Brasil. Presidente, gostaria que V.Exa. autorizasse a divulgação deste discurso em todas as redes de comunicação da nossa Casa e no programa A Voz do Brasil. Muitíssimo obrigada a todos e a todas. - 05/02/2025
A Deputada alertou sobre os alagamentos na região do Jardim Pantanal, na Zona Leste de São Paulo (SP), criticando a proposta de remoção das famílias feita pelo Prefeito Ricardo Nunes e o fechamento das comportas da Barragem da Penha por ordem do Governador Tarcísio de Freitas. Ademais, solicitou o apoio da Secretaria Nacional de Defesa Civil e do Ministro Waldez Góes para acompanhar a situação das famílias atingidas.
Palavras-chave oficiais: Alagamento,Inundação,São Paulo (SP),Prefeito,Governador,Secretaria Nacional de Defesa Civil,Ministro de Estado,Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional,Desastre ambiental
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Na cidade de São Paulo, na Zona Leste, a região do Jardim Pantanal, em Jardim Helena, está há 4 dias debaixo d'água, Presidente. Nós estamos acionando a Secretaria Nacional de Defesa Civil, que é integrada ao Ministério da Integração Nacional e do Desenvolvimento Regional, conduzido pelo Sr. Ministro Waldez Góes, para que acompanhe essa tragédia. Infelizmente, a cidade de São Paulo, apesar de ter recurso, não consegue tirar aquelas pessoas de debaixo d'água. Aliás, Sr. Presidente, o Sr. Governador manda fechar as comportas da região, para, infelizmente, colocar essas famílias debaixo d'água. Ainda por cima, o Prefeito Ricardo Nunes diz que vai remover as famílias daquele local. Não é preciso isso, Presidente. É preciso fazer investimento, para que essas pessoas tenham o direito de morar onde estão. Obrigada. - 05/02/2025Breves Comunicações
A Deputada criticou a negligência do Governo Estadual e dos Governos Municipais de São Paulo diante das tragédias climáticas, ressaltando a falta de planejamento e investimento em infraestrutura. Lembrou que as chuvas de verão causam tragédias anuais, agravadas pela ausência de contenções eficazes e pela vulnerabilidade da população mais pobre. Além disso, reprovou o Prefeito Ricardo Nunes pela derrubada de árvores e pela ampliação de lixões sem o devido cuidado ambiental. Ademais, alertou para os riscos do Governo do Presidente Donald Trump nos Estados Unidos, destacando sua posição contrária à proteção climática e aos direitos humanos. Adicionalmente, reforçou que o Presidente Lula tem atuado para garantir dignidade e alimento à população, elogiando medidas como a valorização do salário mínimo. Por fim, criticou a Oposição por insistir no impeachment em vez de apresentar propostas concretas para melhorar a vida da população.
Palavras-chave oficiais: Governador,São Paulo (Estado),Prefeito,São Paulo (SP),Mudança climática,Desastre ambiental,Chuva,Política ambiental Presidente da República,Estados Unidos,Direitos humanos,Mudança climática Presidente da República,Governo federal,Salário mínimo Oposição política,Atuação parlamentar,Impeachment
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa tarde a todos os Deputados, a todas as Deputadas, ao público que assiste à sessão pela TV Câmara. Nós estamos retomando os trabalhos nesta Casa. É nosso dever representar o povo e enfrentar os desafios neste terceiro ano da legislatura, que se desenha diante de nós. No Estado de São Paulo, onde fui eleita, a força da natureza escancarou, mais uma vez, a falta de atuação, a negligência e o despreparo tanto do Governo Estadual quanto de Governos Municipais diante de tragédias climáticas. Isso ocorre, também, em razão da atuação do Presidente anterior, que não fez o devido trabalho para enfrentar as crises climáticas que nós estamos vivendo. Vemos deslizamentos, quedas de árvores, enchentes. Em São Paulo, morreram 18 pessoas. Enquanto a crise climática avança, vemos, na cidade de São Paulo, o atual Prefeito, Ricardo Nunes, realizar a derrubada de árvores e, inclusive, ampliar lixão sem o cuidado necessário. O que estamos presenciando não é uma fatalidade; é, sim, resultado do descaso. E o Brasil inteiro sofre com isso. Em São Paulo, infelizmente, as chuvas de verão causam essas tragédias anualmente. As contenções de encostas e as contenções nas beiras de rios são ineficazes. A população mais vulnerável está sendo tratada como se fosse descartável. Quantas tragédias precisaremos ver para que o poder público compreenda que deve haver planejamento e investimento em infraestrutura, para preservar a vida das pessoas? Não é só em São Paulo que a situação está difícil e que os sinais dos tempos se fazem presentes. No início do mês, o mundo assistiu, com preocupação, à posse do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que se mostrou contrário à proteção climática em todo o mundo. Trump tomou posse com um discurso aterrorizante, que viola todos os direitos humanos, que ameaça pessoas que vivem naquele país, que ameaça pessoas que atuam pela proteção daqueles que mais precisam. O Brasil precisa estar atento. É ótimo que o Presidente Lula dê muitos recados. Enquanto isso, aqui, a Oposição, infelizmente, não tem pauta. Os senhores querem o impeachment. Será que os senhores não podem trabalhar pelo Brasil, com pautas que realmente vão fazer a diferença na vida do povo? Os senhores vêm aqui com esse discurso de que a alimentação está cara, de que a inflação cresceu. Vamos lembrar o que aconteceu na Presidência do Sr. Bolsonaro? A inflação foi lá em cima, e o povo comia osso. O Presidente Lula está buscando uma atuação rápida, para a população brasileira ter dignidade, ter alimento na mesa. Essa atuação se dá, inclusive, com relação ao salário mínimo, entre outros projetos. Então, por favor, vamos trabalhar pelo Brasil, mas vamos trabalhar de forma séria! Obrigada. - 18/12/2024Breves Comunicações
A Deputada fez um balanço de seu mandato, destacando sua luta em defesa dos direitos das mulheres, indígenas, negros, LGBTQI+, idosos e outros grupos marginalizados, apesar das ameaças de cassação. Criticou a extrema direita e os ruralistas que tentaram silenciar sua atuação. Enfatizou sua participação em diversos projetos de lei, como a valorização do parto humanizado, a gratuidade de fraldas geriátricas e a proteção das mulheres indígenas. Destacou, ainda, sua atuação como Relatora na Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres e a aprovação de projetos importantes para a sociedade, como o Projeto de Lei nº 2.975, de 2023. Reafirmou seu compromisso com os movimentos sociais e a luta pelo povo brasileiro, especialmente nas periferias.
Palavras-chave oficiais: Mulher,Indígena,População LGBT,Idoso,Mandato parlamentar,Atuação parlamentar,Parto humanizado,Fralda geriátrica,Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CMULHER),Projeto de lei ordinária
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidenta. Boa tarde a todos e a todas. Boa tarde, Deputados e Deputadas e público que nos acompanha pela TV Câmara e pelas redes sociais. Estes 3 minutos, eu quero usá-los para fazer um rápido balanço das ações do nosso mandato. A defesa deste mandato popular, que também foi ameaçado de cassação, mesmo diante de uma postura firme na defesa dos direitos do nosso povo indígena durante a votação do marco temporal no Plenário desta Casa, causou incômodo não só aos ruralistas, mas também à extrema direita bolsonarista, que teima em querer estar com o sangue do nosso povo nas mãos. Nós mulheres poderíamos ser muitos mais, mas, infelizmente, eu sou a única mulher da bancada do PT eleita pelo Estado de São Paulo. Nossa batalha e nossa luta não podem ser silenciadas, ainda que queiram avançar na cassação deste mandato! Agradecemos muito ao Movimento Elas Ficam, bem como a todos aqueles que nos ajudaram a gritar ao mundo essa atrocidade. No decorrer do meu mandato, apresentei projetos de lei e participei de debates no Plenário e nas Comissões da Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Caminhei para fortalecer o projeto da reconstrução do Brasil com nosso Presidente Lula, que resgatou as políticas públicas, a dignidade do povo brasileiro através dos programas sociais, do salário mínimo e de ações voltadas para a população mais pobre, especialmente as políticas públicas voltadas para as mulheres, os negros, os indígenas, a população LGBTQI+, os idosos, as crianças, os adolescentes, as PcDs e a juventude. Entre os temas relevantes de projetos de lei, destaco a valorização do parto humanizado, a gratuidade de fraldas geriátricas para idosos e pessoas com deficiências nas Unidades Básicas de Saúde, a responsabilidade compartilhada com filhos e filhas, a gratuidade do transporte coletivo no dia das eleições, a facilitação de denúncias de maus-tratos de animais e a contagem, principalmente no período da pandemia, do tempo de serviço dos servidores públicos. Conseguimos, Sra. Presidente, a aprovação do Projeto de Lei nº 2.975, de 2023, que insere na legislação a participação e a proteção das mulheres indígenas, o enfrentamento da violência e a promoção da saúde e o acesso à educação. Na área da assistência social, eu apresentei projeto que institui os serviços de convivência e de fortalecimento dos vínculos voltados, sobretudo, para os idosos. Como Relatora da Comissão de Defesa e dos Direitos das Mulheres, aprovei, com a companheira Deputada Jandira Feghali, projeto que concede licença da 3 dias consecutivos, ao mês, às mulheres com graves sintomas decorrentes do fluxo menstrual, como a endometriose. Demos andamento, igualmente, à relatoria do projeto que regulamenta a função dos agentes indígenas e o saneamento da saúde, na relação com a SESAI. Avançamos nos movimentos sociais, em bandeiras históricas da cidade de São Paulo, principalmente nas periferias, na luta contra o fechamento das oficinas culturais do Governo do Estado de São Paulo. Quero reafirmar minha gratidão a todos os que acompanharam meu mandato. Vamos caminhar na luta pelo povo brasileiro. Sem anistia! Muitíssimo obrigada, Presidenta. - 10/12/2024Breves Comunicações
A Deputada destacou o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, destacando que São Paulo lidera o ranking de feminicídios no Brasil. Também mencionou a campanha 21 Dias de Ativismo e o investimento do Governo Lula em políticas públicas para enfrentar a violência contra a mulher, com recursos destinados ao Ministério das Mulheres. Abordou a situação da fome e da pobreza no Brasil, mencionando os 20 milhões de brasileiros em extrema pobreza, e reforçou a luta pelos direitos humanos.
Palavras-chave oficiais: Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres,Homenagem,São Paulo (Estado),Feminicídio,Campanha Nacional 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres,Violência contra a mulher,Ministério das Mulheres,Governo federal,Política pública,Política de segurança pública Pobreza,Fome,Direitos humanos
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa tarde, Deputados e Deputadas, público que nos acompanha pela TV Câmara. Eu peço licença ao Sr. Presidente para destacar dois assuntos. Primeiro eu quero lembrar que ontem, dia 9 de dezembro, foi o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Essa data é muito importante, porque a cada 6 minutos uma mulher ou uma menina é violentada no nosso País. Essa epidemia de feminicídios, infelizmente, só aumenta. São Paulo, o meu Estado, está liderando, Presidente, o ranking de feminicídios no Brasil. Essa ação que temos anunciado a cada dia faz parte da campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher. A campanha começou no dia 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra as Mulheres, e tem seu ponto alto no dia 10 de dezembro, data da proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos. No Brasil, a campanha incluiu também o dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, pois as mulheres negras são ainda as mais violentadas. Sr. Presidente e demais membros do Congresso Nacional, quero aproveitar para informar que o Governo do Presidente Lula destinou 389 milhões de reais ao Ministério das Mulheres, da Ministra Aparecida Gonçalves, para políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher e investiu recursos nos equipamentos que atendem às vítimas de violência, incluindo a Casa da Mulher Brasileira. Às vezes, nós ficamos pensando para onde ir em caso de violência contra a mulher. Há o telefone 180, que está ativo como nunca. Denuncie no 180 quando souber que uma mulher está sendo vítima de violência. Isso não deve ser tolerado. Sr. Presidente, não posso deixar de lembrar que hoje é o dia em que celebramos a promulgação da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Por isso, eu vou reafirmar a minha luta e a de todos e de todas, todos os dias, para fortalecer o compromisso contra a violação de direitos, a começar pelo combate à omissão do Estado no que diz respeito à garantia das condições básicas de sobrevivência de milhares de famílias. No mundo, mais de 700 milhões de pessoas passam fome. No nosso País, ainda há 20 milhões de brasileiros e brasileiras sobrevivendo em situação de extrema pobreza, apesar dos esforços do Governo Lula para reverter esse quadro todos os dias. Precisamos continuar com a nossa luta coletiva para que os direitos humanos sejam respeitados, para que o marco civilizatório da nossa sociedade deixe de ser tão desigual. Por fim, quero dar um recado muito afetuoso, com bons desejos, boas energias e força ao nosso Presidente Lula. Hoje, Presidente, temos que retirar da pauta esses projetos absurdos, que são chamados de pauta da segurança, mas, na verdade, violam os direitos da população. - 04/12/2024Breves Comunicações
A Deputada expressou sua indignação com a escalada da violência policial no Estado de São Paulo, destacando um aumento de 78% nos casos em 2024. Criticou a postura do Governador Tarcísio de Freitas e do Secretário de Segurança, mencionando episódios graves, como o caso de um homem jogado de uma ponte e a morte de um jovem estudante de medicina com 11 tiros nas costas após furtar um sabão. Cobrou responsabilização justa para maus policiais e alertou que a omissão pode gerar consequências negativas em outros Estados. Afirmou que a polícia deve proteger e não atacar, e defendeu o direito de denunciar abusos em organismos nacionais e internacionais.
Palavras-chave oficiais: Violência policial,São Paulo (Estado),Governador,Secretário de segurança,Cidadão,Ponte,Estudante,Furto,Arma de fogo,Homicídio,Política de segurança pública
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa tarde, Deputados, Deputadas e público que nos acompanha pela TV Câmara. Eu quero trazer a esta Casa um assunto muito urgente. Primeiro, eu quero expressar o meu repúdio, a minha indignação pela escalada da violência policial que tem acontecido no Estado de São Paulo. V.Exas. sabem que, em março, o Governador ironizou e menosprezou denúncias de letalidade e abusos cometidos por policiais militares feitas pela ONU? Pois bem, infelizmente, neste ano de 2024, que ainda nem acabou, a violência policial cresceu 78%, Sras. e Srs. Deputados 78% neste ano somente! Com esse tipo de postura, o Governador e seu Secretário de Segurança estão dando licença para matar com truculência as pessoas que são vítimas quando os policiais as encontram nas ruas. É horripilante a cena que nós acompanhamos nacionalmente de um homem sendo jogado de uma ponte. O policial simplesmente pegou essa pessoa e a jogou da ponte, como se nada houvesse ali. Foi uma situação horrorosa, uma monstruosidade tamanha! Parecia que ele tinha pegado um papel jogado no lixo, mas era uma pessoa. Há ainda o caso do Ryan, de 4 anos de idade, cujo pai também foi assassinado por policiais no mesmo ano. Esses policiais já mataram 84 pessoas na região do litoral. Portanto, senhoras e senhores, nós temos que dialogar sobre esse formato que o Estado de São Paulo tem adotado. Um jovem estudante de medicina, por exemplo, foi executado por policiais militares com 11 tiros nas costas, quando corria de um policial depois de furtar um sabão. Os maus policiais devem ser responsabilizados de modo justo. É isso o que toda a sociedade espera. A pena de morte não pode seguir sendo aplicada dessa forma, tanto pelo Governador Tarcísio quanto pelo seu Secretário de Segurança. A polícia existe para proteger a sociedade, e não para atacar as pessoas ou matá-las. Eu quero deixar registrado também que não têm sido poucos os casos gravíssimos de agressão de policiais a mulheres. O Sr. Governador precisa entender, de uma vez por todas, que o direito de denunciar em todos os órgãos competentes brasileiros e organismos internacionais é necessário diante da atitude desses policiais, que estão nos envergonhando, Sr. Presidente. Chega dessa ação, porque São Paulo é um Estado muito ativo! Se não houver punição rápida pelo Sr. Governador, isso pode ser repassado para outros Estados do Brasil. Muitíssimo obrigada, Presidente, por esta oportunidade. - 27/11/2024Breves Comunicações
A Deputada apresentou e saudou Cícero Justino, Presidente da Câmara Municipal de Pirassununga (SP), destacando sua atuação como Prefeito interino por 8 meses. Expressou satisfação em recebê-lo na Câmara dos Deputados, reforçando o compromisso de trabalhar em prol do Estado de São Paulo e da cidade.
Palavras-chave oficiais: Presidente,Câmara Municipal,Pirassununga (SP),Prefeito,interinidade,São Paulo (Estado)
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Estou passando aqui porque eu queria apresentar o Presidente da Câmara Municipal de Pirassununga, Estado de São Paulo, o Cícero Justino, que foi Prefeito da cidade durante um período de 8 meses, e fez muita diferença. Estamos muito felizes de recebê-lo nesta Casa tão grande. Sabemos que temos muito com que contribuir para o nosso Estado e a nossa cidade. Obrigada, Presidente. - 13/11/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 6.606, de 2019, que dispõe sobre a Política Nacional de Economia Solidária e os empreendimentos econômicos solidários, cria o Sistema Nacional de Economia Solidária e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidenta. Eu queria falar sobre esse projeto da economia solidária, construído por muitas mãos. Na verdade, foi no Governo do Presidente Lula que o projeto se efetivou. Há muito já se dialoga sobre isso nas cidades, depois entre os Estados, e então nacionalmente. Eu me lembro de que, já no período da transição de Governo, pensou-se em uma sala específica para a economia solidária. Hoje avançamos com o Plano Nacional de Economia Solidária, que incentiva as cooperativas, que incentiva a economia local a avançar. Vamos juntos construir essa política. Votamos "sim", para transformar, para avançar com a economia solidária. Muitíssimo obrigada. - 30/10/2024
A Deputada destacou a importância das recentes eleições municipais como uma expressão democrática, elogiando a confiabilidade das urnas eletrônicas e a da Justiça Eleitoral. Refletindo sobre sua experiência de campanha em São Paulo, ressaltou demandas populares urgentes, como melhorias no Sistema Único de Saúde (SUS), com foco na redução das filas e acesso rápido a especialistas, e a necessidade de maior valorização dos professores para fortalecer a educação. Também enfatizou que políticas culturais precisam alcançar mais as periferias, lamentando a exclusão de coletivos locais dos programas de fomento. Reafirmou o compromisso do PT com a transformação social e celebrou o aumento da participação feminina na política, destacando que o Partido tem crescido, apesar das críticas, com forte presença na defesa da classe trabalhadora e da democracia.
Palavras-chave oficiais: Eleição municipal,Democracia,confiabilidade,Urna eletrônica,Justiça eleitoral,aumento,Representatividade feminina,Partido dos Trabalhadores (PT),Campanha eleitoral,São Paulo (SP),demanda,População,Sistema Único de Saúde (SUS),Saúde pública,Educação,Política cultural,Periferia urbana
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Boa noite, Deputados e Deputadas, público que nos assiste pela TV Câmara. Agradeço a gentileza à minha tão amiga Deputada Maria do Rosário, que disputou as eleições em sua cidade. Eu quero lhe oferecer todo o meu carinho e solidariedade, porque V.Exa. defende as bandeiras do povo, do PT, da vida digna, da política pública. Eu tenho muito orgulho de V.Exa., minha amiga muito! Eu estou aqui para apresentar algumas considerações sobre as eleições municipais, cujo segundo turno aconteceu no último domingo, dia 27 de outubro de 2024. Toda eleição produz vencedores e vencidos. Mas o maior trunfo é sempre da democracia eu digo que é a festa da democracia , sobretudo de quem tem compromisso com o Estado de Direito. Com isso, respeitamos a vontade soberana do povo, que se expressa nos pleitos. Não duvidamos da lisura das urnas eletrônicas e não suspeitamos da Justiça Eleitoral, apesar de muitos políticos e partidos assim o fazerem. As campanhas para a disputa eleitoral representam uma oportunidade de ouvirmos do povo suas angústias coletivas, suas esperanças, seu entendimento sobre o bem comum, para uma vida mais digna. Independentemente do resultado das urnas, eu vou abordar alguns aspectos óbvios, mas que devem ser ditos, para que avancemos. O que aponto agora é fruto das escutas que fiz nas caminhadas com a Vanilda, minha candidata a Vereadora na Capital de São Paulo. Não conseguimos chegar à vereança, mas andamos muito, no dia a dia, ouvindo as pessoas. São aspectos pontuais que afloram na cidade de São Paulo, mas que também servem para outras localidades do Brasil. O clamor popular aponta que temos que melhorar o atendimento no Sistema Único de Saúde, uma das maiores conquistas do povo brasileiro. Precisamos reduzir as filas de exames e consultas, além de garantir acesso mais rápido a médicos especialistas. A demora representa um risco de vida para as pessoas. Necessitamos, Sras. Deputadas, Srs. Deputados, repensar a previsão orçamentária de 2025, que entrará em pauta logo mais. O debate nesta Casa para aumentar os recursos de financiamento do SUS e do SUAS Sistema Único de Assistência Social precisa ser amplo. Na educação, para obtermos um salto qualitativo, precisamos urgentemente valorizar os professores. Devemos melhorar as condições de trabalho e a remuneração deles. Para isso, precisamos insistir, em paralelo aos programas que o Governo Lula já tem lançado, com a qualificação continuada de todos os educadores. Na cultura, em diálogo com os coletivos da cidade de São Paulo, sentimos como as políticas públicas da área estão distantes da periferia, mas não por desinteresse da periferia, e sim pela atuação dos Governos Municipal e Estadual. Os coletivos não se cansam de denunciar os inimigos da cultura, que estão marginalizando os programas de fomento, com a exclusão de entidades da periferia dos editais, por exemplo, da Lei Paulo Gustavo. Por fim, Presidenta, mais uma vez, destaco a nossa luta por mais mulheres política. Essa luta surtiu efeito na cidade de São Paulo, com votação muito expressiva da minha companheira Luna Zarattini, que recebeu mais de 100 mil votos, e da minha companheira de luta, de caminhada, parceira de trabalho, a Vanilda Anunciação, que não se elegeu, mas fez 26 mil votos, uma votação expressiva. Aos que proferem a derrota do PT, quero deixar só um lembrete: em 2020, elegemos menos Prefeitos do que agora. Lula, com uma frente ampla, venceu em 2022. Com as andanças pelo território, renovamos as crenças com o nosso PT como instrumento de luta e de transformação da classe trabalhadora e das mulheres. Quero só lembrar, senhoras e senhores, que o PL diminuiu suas cadeiras e o PT avançou. Então, precisamos falar. Isso é a democracia. Mas ficar julgando aqui o PT, até mesmo os dos nossos partidos, como o nosso Ministro, é entender que a nossa militância é aguerrida e podemos enfrentar isso. Estamos na luta, na rua, pela democracia, pela classe trabalhadora e pelo povo brasileiro. Muito obrigada, Presidenta. - 30/10/2024Breves Comunicações
A Deputada destacou o julgamento histórico, ocorrido no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, onde os acusados pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, enfrentaram o júri popular. Assinalou que Marielle foi uma figura emblemática na luta pelos direitos humanos, no combate ao racismo e à violência contra mulheres e pessoas LGBTQI+, e foi assassinada em um crime que marcou o País. Lembrou a importância da busca pela justiça e solidarizou-se com a família de Marielle, enfatizando que, mesmo após seis anos, a luta e o legado de Marielle continuam presentes.
Palavras-chave oficiais: Rio de Janeiro (RJ),Tribunal de Justiça,Ex-vereadora,Homicídio,Acusado,julgamento,Tribunal do júri
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa tarde, Deputados, Deputadas, público que assiste à sessão pela TV Câmara. Hoje, dia 30 de outubro de 2024, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, está ocorrendo um momento histórico, esperado por todo o povo brasileiro, em especial pelas mulheres. Há pouco mais de 6 anos e 7 meses, é esperado que se faça justiça por Marielle Franco e Anderson Gomes. Finalmente, serão julgados por júri popular Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, assassinos que, por motivos ainda não esclarecidos definitivamente, tiraram a vida da nossa Vereadora Marielle Franco, uma mulher negra, LGBT+, mãe e Vereadora eleita do Rio de Janeiro. Todos aqui sabem que Marielle estava se tornando uma referência de luta por direitos humanos, pelos direitos dos moradores das favelas, no combate ao racismo, no enfrentamento à violência contra a mulher, na resistência de garantir os direitos das pessoas LGBTQI+ e contra a corrupção a corrupção que permeia a cidade do Rio de Janeiro e os territórios dominados por milícias e facções criminosas. A morte de Marielle é um crime político. Ela foi vítima de violência política de gênero. Como disse Fernanda Chaves, assessora de Marielle Franco, hoje, durante sua fala no julgamento, "nunca mais existiu normalidade depois que isso aconteceu". De fato, o Brasil nunca mais foi o mesmo depois de Marielle e Anderson, assassinados brutalmente. São 6 longos anos buscando por justiça. E, agora, chegou o momento: o primeiro júri popular. Estamos de perto para ver a justiça ser feita. Marielle é gigante, assim como foi sua luta. Tiraram a vida de Marielle, tiraram Marielle de nós, mas é impossível calar todas as vozes que se manifestam no pedido de justiça. Marielle foi um acontecimento. Esta é a pergunta que fica, nobres Deputados e Deputadas: quem matou Marielle e qual foi a motivação? Meu abraço e toda a solidariedade à mãe de Marielle, D. Marinete, à filha dela, Luyara, à nossa Ministra Anielle Franco e a todos os familiares de Anderson. Muito obrigada a todos e todas pela atenção. Presidente, gostaria que o meu pronunciamento fosse publicado nos meios de comunicação da Câmara Federal. - 13/08/2024Breves Comunicações
A Deputada destacou a campanha Feminicídio Zero lançada pelo Ministério das Mulheres, em alinhamento com o Agosto Lilás, e celebrou os 18 anos da Lei Maria da Penha. Enfatizou a importância da campanha para combater a violência contra a mulher e elogiou a mobilização de times de futebol em apoio à causa. Relembrou, também, as melhorias trazidas pela Lei Maria da Penha, como medidas protetivas e monitoramento de agressores.
Palavras-chave oficiais: Feminicídio,combate,Violência contra a mulher,Agosto Lilás,Ministério das Mulheres,Lei Maria da Penha (2006),Time esportivo,Futebol,Medida protetiva
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Boa tarde, Presidente, Deputados e Deputadas, nessa volta do recesso a esta Casa tão importante, onde dialogamos sobre as leis e o orçamento. Hoje, senhoras e senhores, eu quero falar com as pessoas que estão nos acompanhando pela TV Câmara e pelas redes sociais, com aqueles que nos acompanham diariamente. Estamos no mês de agosto, no Agosto Lilás, que marca o lançamento da campanha Feminicídio Zero, lançada pelo Ministério das Mulheres, do Governo do Presidente Lula, para o enfrentamento da crescente violência que ainda acontece sobre os corpos das mulheres. Coincidentemente, no mês de agosto deste ano de 2024, a Lei Maria da Penha completa 18 anos. Primeiramente, eu quero dialogar com você mulher que me assiste sobre a campanha do Feminicídio Zero. Sabemos que a violência contra a mulher pode começar silenciosa, mas pode tomar um caminho perigoso. E nós podemos ajudá-la, a perceber, enfrentar e interromper a violência, antes que seja tarde. Por isso, essa campanha é tão importante e precisa ser amplamente divulgada, a fim de que tenha efeito rápido sobre aquela mulher que esteja passando por uma situação de violência. Para isso, basta ligar para o número 180, tanto para se informar sobre essa campanha, como também para denunciar a situação de violência ocorrida. Eu quero também parabenizar os times de futebol Vasco, Flamengo, Fluminense e Palmeiras, que, articulados com o Ministério das Mulheres, entraram em campo com uma faixa com os seguintes dizeres: "Feminicídio Zero Nenhuma violência contra a mulher será tolerada". Esse é o slogan da campanha. Um vídeo institucional também foi mostrado no intervalo das partidas. É uma mobilização permanente e é uma luta. Quero também relembrar a importância da Lei Maria da Penha, que, em 2024, completa 18 anos. V.Exas. sabiam que antes de essa lei existir, a violência contra as mulheres era tratada como um crime de menor potencial ofensivo? Muitas mulheres foram agredidas e assassinadas em razão da pouca importância dada a esses fatos, resultando, infelizmente, em impunidade. Às vezes, os homens recebiam penas leves, como o pagamento de uma cesta básica ou multas, suavizando o ato de violência, sob o argumento da legítima defesa da honra dos homens um completo e vergonhoso absurdo! A Lei Maria da Penha, sem dúvida, trouxe inovações, como: a medida protetiva de urgência para vítimas de violência doméstica e familiar; o afastamento do agressor do lar e do local de convivência; o distanciamento da vítima; o monitoramento, por tornozeleira eletrônica; a acusação de violência doméstica; a suspensão do porte de armas do agressor, entre outros. Viva a Lei Maria da Penha! Viva a Lei nº 11.340! "Feminicídio Zero Nenhuma violência contra a mulher será tolerada!" Basta! Sr. Presidente, peço que autorize a divulgação do meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil. Muito obrigada. - 05/06/2024Breves Comunicações
A Deputada denunciou o crescente desrespeito no tratamento entre os Parlamentares, observando que as discussões estão ultrapassando os limites do debate democrático. Relatou incidente no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, onde foi insultada, chamada de "ratazana". Além disso, lamentou os ataques pessoais sofridos pela Deputada Sâmia Bomfim. Adicionalmente, repudiou as agressões físicas ocorridas durante sessão na Comissão de Direitos Humanos, resultando no mal-estar e hospitalização da Deputada Luiza Erundina. Por fim, apelou à Presidência da Câmara dos Deputados e à Mesa Diretora por medidas urgentes para restaurar o respeito e a ordem no Congresso.
Palavras-chave oficiais: Ofensa,desrespeito,Atuação parlamentar,Deputada federal,Debate,Processo legislativo,Conselho de Ética e Decoro Parlamentar,Violência física,Agressão,Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM),Internação hospitalar,Presidente da Câmara dos Deputados,Mesa Diretora da Câmara dos Deputados
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidenta Jack Rocha. Nestes meus 3 minutos eu vou fazer uma reflexão com esta Câmara Federal. Eu acho que nós estamos vivendo num País democrático. Não é isso? Aqui as opiniões, principalmente neste espaço da Câmara dos Deputados e do Congresso Nacional, se pontuam nos debates sobre projetos de lei, projetos ideológicos, debates das propostas pelas quais cada um de nos foi eleito. Mas, Presidenta, este Parlamento a cada dia tem trilhado um caminho desrespeitoso, que passa da linha do debate democrático. Hoje, eu estava acompanhando a Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Casa e presenciei uma situação absurda. Um Deputado desta Casa e nem vale ficar mencionando o seu nome o tempo todo pedia, de forma desrespeitosa, que as pessoas se sentassem, Deputada Sâmia Bomfim. Ele pediu que eu me sentasse e me chamou de ratazana. Perguntou de qual esgoto eu havia saído. Ontem, a Deputada Sâmia sofreu um dos maiores ataques pessoais que já aconteceram nesta Câmara. Por que os senhores estão levando este Congresso Nacional a tais absurdos? Sem argumentos, atacam pessoalmente cada uma de nós! Hoje, Sras. e Srs. Deputados, na Comissão de Direitos Humanos, a mesma barbárie aconteceu, só que agora com socos. Aquilo fez com que a nossa Deputada Luiza Erundina passasse mal. Neste exato momento, ela está hospitalizada. Quem dessas pessoas que ficam estimulando o ódio vai se responsabilizar, caso aconteça alguma coisa com a nossa Deputada? Senhoras e senhores, qual é o discurso de V.Exas.? Presidente Arthur Lira, não há mais condição de caminharmos com esse tipo de desrespeito! Não há condição, Mesa Diretora, de continuarmos com qualquer atuação nesta Casa com esse nível de desrespeito. Por favor, peço que sejam tomadas providências com urgência, pois, da forma que está, o Congresso não vai terminar bem. Obrigada. - 04/06/2024
A Deputada encaminhou a votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 4.553, de 2023, que institui o Selo de Engenharia ou Arquitetura Solidária, destinado às empresas ou profissionais de engenharia, arquitetura ou ramo da construção civil que executarem projetos para atendimento de comunidades carentes, mutuários e proprietários de imóveis.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Esse projeto é muito importante. Quando falamos sobre a construção de casas, já nos vem à cabeça grandes arquitetos, grandes construtoras, aquilo que sempre vai servir a uma parte da sociedade. E temos profissionais que estão nas comunidades que mais precisam de arquitetos e engenheiros, ajudando-as a caminhar. São comunidades que têm muita dificuldade de ter acesso a esse tipo de direito. Deputado Túlio, eu ando muito em movimentos de moradia e, acima de tudo, em lugares onde ninguém quer trabalhar, nas beiras dos córregos, lugares para onde vão pessoas que saem do seu aluguel ou que não têm onde morar. Elas acabam chegando a esses espaços para pelo menos ter um pouquinho de dignidade. E sabemos que isso também serve para as comunidades tradicionais como a minha, dos povos originários. Temos clareza de que essas comunidades podem se beneficiar muito desses profissionais, arquitetos, engenheiros e todos aqueles que possam lhes dar sustentabilidade. Nas novas grandes construtoras, pouco se vê o cuidado ambiental, pouco se encontram profissionais que visem não somente o lucro, mas também aquilo que podemos usufruir da nossa natureza junto com as pessoas na comunidade. Não é preciso remover as pessoas. É possível, com profissionais que enxerguem a dor dessas pessoas, definir um caminho para reorganizar a vida delas naquele local. Isso é possível. Parabéns por esse projeto! Parabéns por esse selo, que vai incentivar esses profissionais que muitas vezes ficam esquecidos ou relutam para entrar nesse espaço de grandes especulações imobiliárias. Eles merecem esse selo. Muitíssimo obrigada, Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.