
46 anos
Bananômetro
81/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 64% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 93%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 81%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 83%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 96%das 718 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 97%das 735 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
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- Telefone
- (61) 3215-5411
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- Gabinete 411, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
93%
Esteve em 365 de 391 sessões
Votou nas votações
81%
Registrou voto em 913 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 36 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
96%
Em 718 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
119 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 11/08/2026.
- 11/08/2026Breves Comunicações
A Deputada defendeu a votação imediata do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que criminalizou a misoginia, e cobrou da Presidência e do Colégio de Líderes a inclusão da proposta na pauta. Argumentou que a violência contra as mulheres começou com ódio, humilhação e desumanização, e afirmou que a urgência aprovada no Senado e na Câmara não poderia permanecer sem deliberação. Por fim, pediu proteção legal, dignidade e justiça para as mulheres.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Mulher,Injúria,Discriminação,Vítima,Crime,Pauta (processo legislativo),Votação
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente, boa tarde a todos e todas. Sr. Presidente e colegas Parlamentares, é pela vida das mulheres que eu subo nesta tribuna hoje. O PL 896, de 2023, que criminaliza a misoginia, já avançou. Foi aprovado pelo Senado e chegou a esta Casa. Passou pelo grupo de trabalho, no dia 1º de julho, no plenário da Câmara, foi aprovado o regime de urgência para sua votação. Eu pergunto: O que estamos esperando para votar, senhoras e senhores? Urgência não pode virar gaveta. Enquanto esse projeto aguarda, mulheres continuam sendo alvo de ódio, de ameaças, de humilhações e de violência simplesmente por serem mulheres. A misoginia não é uma palavra distante da realidade. Ela aparece quando uma mulher é atacada por ocupar um espaço de poder e decisão, quando é ameaçada por denunciar uma violência, quando é humilhada na Internet, quando o ódio contra as mulheres é tratado como piada, opinião ou liberdade de expressão. Nós sabemos que a violência não começa necessariamente em uma agressão física. Não é isso, senhoras e senhores? Muitas vezes, ela começa com a desumanização, com o ódio e com a ideia de que as mulheres valem menos. Por isso, esta Casa precisa fazer a sua parte. O Senado já deu a sua resposta: o regime de urgência já foi aprovado e o texto foi mais do que discutido. Aguardaremos quando começar essa votação. Eu, como Deputada Federal, como uma mulher que construiu sua trajetória na luta pelos direitos das mulheres, faço um apelo, mais uma cobrança ao nosso Presidente e ao nosso Colégio de Líderes: pautem o PL 896, de 2023; coloquem esse projeto em votação. Não podemos falar sobre o combate à violência contra as mulheres e, ao mesmo tempo, deixar parado um projeto tão importante que cria os instrumentos para enfrentar a misoginia. As mulheres, senhoras e senhores, estão cansadas de serem violentadas, estão cansadas de esperar. Nós precisamos de proteção em lei. Queremos dignidade, queremos justiça e queremos agora o Projeto de Lei da Misoginia. Porque enfrentar o ódio contra as mulheres também é proteger as vidas das nossas mulheres. É pela vida das mulheres, senhoras e senhores, é pelo direito de viver sem medo, é pela aprovação imediata do PL 896, de 2023. Gostaria que o meu discurso fosse divulgado no programa A Voz do Brasil. Muitíssimo obrigada, Presidente. - 07/07/2026Breves Comunicações
A Deputada denunciou irregularidades da Sabesp em comunidades de São Paulo (SP), apontando casos de famílias sem coleta de esgoto e com interrupções no abastecimento de água que receberam cobranças superiores a R$ 25 mil. Destacou, ainda, que moradores das favelas Linhas Corrente, na Vila Prudente, e de São Mateus, na Zona Leste, receberam contas de esgoto mesmo sem rede coletora instalada pela empresa. Também associou tais irregularidades à lógica do lucro decorrente da privatização do serviço e cobrou explicações da Sabesp, revisão dos casos e atuação dos órgãos de fiscalização. Por fim, reafirmou o compromisso de fiscalizar e defender o acesso universal à água e ao saneamento no Estado de São Paulo, além de cobrar a votação do projeto de fim da escala 6 por 1 no Senado antes do recesso.
Palavras-chave oficiais: São Paulo (SP),Abastecimento de água,Tarifa,Esgoto sanitário,coleta,ausência,Privatização,Crítica,Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp),esclarecimento Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Senado Federal,tramitação
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa tarde, Deputados, Deputadas e público que nos acompanha pela TV Câmara. Eu subo a esta tribuna hoje, Sr. Presidente, para denunciar uma situação inaceitável e escancarada do abandono de milhares de famílias paulistanas. Uma reportagem revelou que moradores do bairro da cidade de São Paulo estão sem coleta de esgoto e estão submetidos a cortes diários de abastecimento de água. E o pior: estão recebendo da Sabesp as contas que chegam a mais de 25 mil reais. Esta é uma realidade que revolta qualquer pessoa comprometida com a dignidade humana de trabalhador e trabalhadora. Como explicar que uma família fique dias enfrentando interrupções no abastecimento, sem saneamento adequado, e ainda seja tratada como se fosse responsável por uma dívida dessa magnitude, Sr. Deputado? Água e saneamento são direitos. E há outro absurdo, senhoras e senhores. As comunidades da favela Linhas Corrente, na Vila Prudente, e várias comunidades de São Mateus, na Zona Leste da cidade de São Paulo, estão recebendo contas de esgoto. Só que há um detalhe: não existe rede de coleta de esgoto da Sabesp nessas comunidades. Saneamento básico, senhoras e senhores, é um direito garantido pela Constituição e condição indispensável para a saúde pública dessa região do Estado de São Paulo e de todo o Brasil e para a dignidade das pessoas. O que nós estamos vendo na cidade de São Paulo, senhoras e senhores, é uma lógica do lucro se sobrepondo ao interesse público. Enquanto comunidades convivem com torneiras secas, esgoto a céu aberto e serviços precários, mais uma vez as cobranças chegam em suas casas. Eu pergunto: como se enfrenta essa enorme dificuldade para sobreviver? Essa não é apenas uma discussão sobre tarifas, senhoras e senhores. É uma discussão sobre justiça social. É preciso que a Sabesp explique imediatamente essas cobranças, revise todos os casos denunciados e garanta atendimento digno às famílias atingidas. Também é fundamental que os órgãos de fiscalização e defesa do consumidor acompanhem essa situação e apurem as irregularidades. Nós alertamos, durante as privatizações, que colocar um serviço essencial sob a lógica prioritária do mercado poderia aprofundar desigualdades e ampliar injustiças. Eu, como Deputada Federal do Estado de São Paulo, vou assegurar a fiscalização, vou cobrar a transparência, vou defender o direito da população paulista ao acesso universal à água e ao saneamento, principalmente com a instalação de rede de esgoto. Por fim, Sr. Presidente, fazem 40 dias que o projeto 6 por 1 está parado no Senado. Chega! Acabou! Podemos colocar esse projeto para ser aprovado antes do recesso. O povo, as mulheres não aguentam mais só trabalhar. Pelo fim da escala 6 por 1! Presidente, eu peço que este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Obrigada. - 27/05/2026Breves Comunicações
A Deputada defendeu o fim da escala 6 por 1, atribuindo ao Presidente Lula o respeito ao processo legislativo ao aguardar a tramitação da matéria nas comissões da Casa. Criticou partidos que, após se oporem à medida, apresentaram proposta alternativa de escala 4 por 3 na véspera da votação, classificando a postura como demagogia. Também condenou a Reforma Trabalhista de 2017, aprovada no Governo Michel Temer, apontando que a medida resultou na precarização do trabalho, no avanço do trabalho intermitente e no enfraquecimento da proteção dos trabalhadores. Além disso, rebateu ameaças de corte de direitos e de redução do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), apresentadas como tentativa de obstruir a aprovação da proposta. Por fim, afirmou que a luta pelo fim da escala 6 por 1 é uma luta por dignidade, saúde mental e qualidade de vida da classe trabalhadora brasileira.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Qualidade de vida,Processo legislativo,tramitação,Oposição política,Demagogia,Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS),alteração,Crítica Reforma trabalhista,Governo,Movimento Democrático Brasileiro (MDB),Precarização do trabalho,Crítica
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Como o Presidente Lula é um Presidente que respeita esta Casa, ele estava aguardando toda a tramitação nesta Casa, nas Comissões, para que este Congresso pudesse resolver o fim da escala 6 por 1. Só que a gente tem partidos aqui muito demagógicos, que foram até o presente momento contra o fim da escala 6 por 1, e ontem, no dia em que foram foi derrotados, queridos Deputados, apresentaram a proposta de escala 4 por 3. Oh, meu Deus do céu, como vocês são o atraso da vida do povo brasileiro! Foi com o Governo golpista Michel Temer que se aprovou nesta Casa, em 2017, com 296 votos favoráveis, essa lei trabalhista. Naquele momento, disseram que estavam retirando os direitos para gerar emprego, para melhorar a economia, para modernizar a relação de trabalho. O que vimos, senhoras e senhores, até o momento, foi só o avanço da precarização, do trabalho intermitente; o aumento de jornadas exaustivas e o enfraquecimento da proteção da classe trabalhadora. Hoje, o povo trabalhador está se levantando, levantou a voz. Vocês deram um tiro no pé na hora em que assinaram um projeto de lei para, novamente, atrasar o fim da escala 6 por 1. Vocês são aqueles que querem que a jornada continue 6 por 1, que seja uma jornada longa, que os trabalhadores vivam de joelhos para setores do mercado. Nós, os trabalhadores, o povo brasileiro não vai admitir as ameaças e a chantagem que vocês fizeram. Já tentaram, inclusive, falar que vão cortar os direitos, que vão reduzir o fundo de garantia pela metade. Já tentaram empurrar a transição lenta para tirar uma mudança urgente para milhões de trabalhadoras e trabalhadores. Mas a verdade é simples: o povo não aguenta mais viver apenas trabalhando. E, claro, vocês que estavam aqui defendendo a escala 6 por 1 não pegam ônibus lotado, não é, Sras. e Srs. Deputados e Senadores? Vocês não fazem um trabalho, muitas vezes, por 6 dias seguidos, e chegam à sua casa sem tempo para descansar. Os trabalhadores sabem muito bem disso, porque enxergam muitos Deputados fazerem isso. A luta pelo fim da escala 6 por 1 é uma luta por dignidade, é uma luta por direito, é uma luta por saúde mental, por convivência familiar e qualidade de vida, porque o trabalhador não é máquina, senhoras e senhores. A classe trabalhadora brasileira merece mais do que sobreviver. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Obrigado, Deputada Juliana Cardoso, pelo seu pronunciamento. Enquanto a Deputada Jack Rocha se dirige à tribuna, vou dar 1 minuto à Deputada Enfermeira Rejane. A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP) - Presidente, eu só gostaria que o senhor, por favor, divulgasse no programa A Voz do Brasil o meu discurso. Para que a gente possa viver melhor, fim da escala 6 por 1; escala 5 por 2, 40 horas trabalhadas! Obrigada. - 06/05/2026Breves Comunicações
A Deputada defendeu a criminalização da misoginia e destacou o projeto Empodere-se, iniciativa de autodefesa feminina da cidade de Campinas (SP), como exemplo de resposta à violência cotidiana enfrentada pelas mulheres. Ressaltou, porém, que tais iniciativas não substituem a ação do Estado, cobrando avanços legislativos que vão além da Lei Maria da Penha e que enfrentem a violência de gênero pela raiz, de modo que nenhuma mulher precise viver com medo.
Palavras-chave oficiais: Campinas (SP),Projeto (administração),Mulher,Defesa pessoal,Violência contra a mulher,Proposição legislativa,combate,ampliação
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Sras. Deputadas, Srs. Deputados e público que nos assiste pela TV Câmara, enquanto esta Casa ainda demora muito para avançar com propostas estruturais junto à Mesa, com o Presidente Hugo Motta , como, por exemplo, o projeto que criminaliza a misoginia, nós, mulheres, temos de ainda enfrentar, todos os dias, os discursos de ódio, a violência, o feminicídio, a agressão. Isso ocorre porque as mulheres cada vez mais se organizam para denunciar. Em pleno século XXI, a gente tem avançado muito no formato das denúncias, mas ainda é insuficiente se nós não tivermos legislações que também nos ajudem a organizar isso. Por isso, Presidente, eu quero ressaltar o trabalho importante da nossa companheira Amanda, que é da cidade de Campinas, São Paulo, o meu Estado. O projeto inclusive, eu vesti a camisa se chama Empodere-se e trata de autodefesa feminina. Senhoras e senhores, essa é uma iniciativa que não nasce por acaso, mas principalmente por conta da urgência e da necessidade de proteger a própria vida, por incrível que pareça. A gente vive, infelizmente, em uma sociedade que ainda ensina aos homens a não aceitarem, senhoras e senhores, o não de uma mulher. E, diante disso, as mulheres estão sendo obrigadas a aprender a se defender do assédio, da violência, do ódio e, muitas vezes, senhoras e senhores, até da morte. Isso é um trabalho potente, isso é um trabalho de resistência, de resiliência, mas que também retrata a dura realidade das mulheres. O fato é que não é correto que as mulheres precisem aprender a se defender. O correto seria que a gente não precisasse ter esse tipo de ação, se proteger o tempo todo de uma cidade, de um local, de um trabalho, para que a gente pudesse ir e vir, exercer o direito de ir e vir do formato que a gente quisesse, com a roupa que a gente quisesse. Por isso, eu quero afirmar que iniciativas como esta são fundamentais, que merecem, sim, o reconhecimento, inclusive desta Casa, desta tribuna, para poder dizer: mulheres, sim, existem projetos importantes, como o Empodere-se, para ajudar na autodefesa. Mas isso não substitui, de forma alguma, senhoras e senhores, a ação do Estado; não substitui o papel firme do Estado, firme do Executivo, de todos União, Estados e Municípios. Porém, a gente precisa enfrentar o problema pela raiz. Nós precisamos responsabilizar rapidamente a prática de violência. A gente já avançou bastante com a Lei Maria da Penha, com leis desta Casa no avanço da criminalização de violência contra as mulheres, mas ainda é pouco. A gente precisa avançar em leis que combatam a misoginia, que protejam a vida das mulheres e meninas, porque nenhuma mulher pode viver com medo. Nossas mães, nossas filhas, nossas irmãs, nossas avós, as mulheres não podem viver com medo. Se mexeu com uma, mexeu com todas. Criminaliza já a misoginia! Queria, Presidente, que este meu discurso fosse para o programa A Voz do Brasil. Muitíssimo obrigada. - 30/04/2026
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Para encaminhar. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares aqui presentes, público que nos assiste pela TV Câmara e que está atento, o povo está atento, a este Congresso Nacional. Dizer que o PT não teve voto? Desculpa, Deputado, mas nós só somos Presidente da República pela quarta vez na história do Brasil! Dizer que vocês não estão aqui passando pano para a pessoa do batom, aquela que negociou um ônibus? Queridos, vamos falar a verdade! Vamos falar que vocês estão querendo retirar a pena de Bolsonaro e dos milicos. É essa a verdade! A verdade é que vocês o tempo todo querem atacar a democracia. A verdade é que vocês o tempo todo não engolem, senhoras e senhores, que o PT, o Lula, faz a diferença na vida das pessoas, inclusive no Nordeste, que o senhor está citando aqui. E que Nordeste é este que o senhor conhece? Porque o que sabemos é que o atual Presidente é aquele que levou água, aquele que levou comida, aquele que elevou principalmente o salário mínimo em relação ao salário real para a vida das pessoas, é aquele que tirou o Brasil do Mapa da Fome, é aquele que está trabalhando para que as mulheres não sejam vítimas de violência ou feminicídio. E este projeto que vocês estão colocando aqui para poder salvar o Bolsonaro e os milicos é para bater diretamente na vida das mulheres. Nas mulheres que morrem pela violência, nas mulheres que estão sofrendo com o feminicídio, porque, infelizmente, este Brasil é o país que mais mata. Em vez de estarmos discutindo aqui o PL que criminaliza a misoginia, vocês estão querendo inocentar Bolsonaro, que articulou matar o Presidente Lula, matar o Vice-Presidente, matar o Ministro do STF. É isso que vocês estão querendo votar aqui. É uma vergonha! É uma vergonha ver 513 Deputados e 81 Senadores votarem pela anistia. É voto da anistia. Vocês querem colocar um nome técnico, dizer que estão aqui para poder melhorar tecnicamente o projeto, mas isso é mentira. É mentira. É mentira. Vocês, que estão me ouvindo, precisam entender isso. E a quem interessa essa votação? A quem interessa esse acordão? A quem interessa? A quem interessa o que ontem vocês fizeram no Senado, não aceitando a indicação do Ministro ao STF? Na história do País, em 132 anos, isso nunca aconteceu. É para dar que recado? Que recado? Para que vocês tentem voltar a presidir este Brasil? Para que vocês entreguem as nossas terras raras? É para que vocês entreguem o nosso petróleo, o nosso pré-sal? Vocês lambem, lambem, a bandeira dos Estados Unidos, e não honram, com seus Deputados e Senadores, o Brasil! Então, Sras. e Srs. Deputados, tomem consciência, porque aqui vocês não vão só dialogar com o Bolsonaro, dialogar com o milicos. Vocês vão colocar pessoas que dizem que nós o tempo todo estamos passando a mão na cabeça de bandidos. Nós aqui não estamos colocando isso em prática para poder diminuir a pena, como vocês estão colocando. Nós não estamos colocando isso em prática para colocar pessoas de alta periculosidade na rua, como vocês dizem. Senhoras e senhores, este Congresso precisa trabalhar em relação à escala 6x1, para que a classe trabalhadora possa ter esse direito. Vamos falar sobre a reforma trabalhista que os senhores fizeram para poder colocar nos ombros da classe trabalhadora, de verdade, aquilo que eles têm que tirar, o sangue. Nós queremos pautar a escala 6x2. Nós queremos pautar o crime da misoginia. Nós queremos avançar com o Brasil para todos, não com um Brasil que dialoga somente com as forças ou com aquilo que vocês querem de acordos que são colocados debaixo, como vocês acham, do tapete. Eu sinto dizer que a rua, amanhã, no dia 1º, vai demonstrar para vocês que basta! Nós queremos aqui aprovar esse direito, porque temos Parlamentares congressistas que estão favoráveis ao povo. Nós somos muito poucos dos 513, vocês têm razão. Nós somos 134, que vão se posicionar contra esse projeto, mas as ruas vão demonstrar que os 134 vão ficar, e nós vamos caminhar para poder fazer a grande transformação social que a gente precisa fazer neste Brasil com o Presidente Lula, vocês querendo ou não. Engulam! Obrigada, Presidente. - 28/04/2026
A Deputada relatou sua própria experiência com o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) em São Paulo (SP), destacando atividades como música, dança, teatro e cursos de internet. Defendeu o fortalecimento e o financiamento do SUAS para que ele alcance, um dia, a estrutura do Sistema Único de Saúde. Também afirmou que o sistema promove transformação social e declarou apoio ao Governo Lula nessa agenda, criticando partidos que declararam votar contra a Proposta de Emenda à Constituição nº 383, de 2017.
Palavras-chave oficiais: Deputada federal,experiência,Beneficiário,Sistema Único de Assistência Social (SUAS),São Paulo (SP),fortalecimento,comparação,Sistema Único de Saúde (SUS),Governo federal,Proposta de Emenda à Constituição
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada Presidente. Que alegria, nobres Deputados e Deputadas! Eu, que sou uma mulher que foi atendida pelo Suas e fazia o contraturno, Ministro, na região de Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo, tive a honra de fazer música, dança, teatro, inclusive cursos de Internet, naquele período em que ele estava iniciando, hoje eu estou aqui, feliz por ser Deputada Federal e poder votar favoravelmente a recursos, a financiamento, a justiça, para que o Suas um dia consiga chegar ao mesmo formato do Sistema Único de Saúde. Eu creio que um dia vamos conseguir entender, neste "Brasilzão", que o Suas não é só cesta básica, que o Suas é transformação social na vida de quem mais precisa. O Sistema Único de Assistência Social vai ser financiado pelo Governo do Presidente Lula. Neste Governo eu acredito, e não naquele a que o Partido Novo está votando contrariamente ou aquele a que o Partido Liberal está votando contrariamente ou aquele a que o Partido Missão está votando contrariamente. Então, entendam: Governos são governos que constroem a partir da assistência social. Muito obrigada, Presidente. - 28/04/2026
A Deputada fez um repúdio ao Deputado Gustavo Gayer, acusando-o de disseminar ódio e usar palavras desnecessárias contra o Presidente da República. Defendeu respeito e decoro no trato com autoridades, mesmo em meio a divergências políticas. Também lamentou a queda no nível dos debates no Plenário, dizendo sentir falta de discussões mais qualificadas sobre temas do País.
Palavras-chave oficiais: Repúdio,Deputado federal,Incitação ao ódio,Ofensa,Presidente da República,divergência,caráter político,respeito,Decoro parlamentar,Autoridade,Debate,Plenário,Discussão
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu vim fazer uma fala de repúdio ao Deputado Gustavo Gayer, porque ele faz um desserviço ao Brasil. Ele incita o ódio quando incentiva as pessoas a dirigirem palavras desnecessárias ao nosso Presidente da República. Não estou dizendo que ele precisa concordar com o projeto do Presidente Lula, que é um projeto para organizar o Brasil, para fazer a classe trabalhadora ter respeitados os seus direitos; mas ele precisa ter o mínimo de respeito e decoro, Presidente, para se referir a qualquer uma destas pessoas: Presidente da República, Ministros do STF, Deputados, Deputadas, Senadores. Eu tenho saudades, Presidente, de quando ouvíamos, neste plenário, debates de alta qualidade, debates em que se falava sobre as cidades. Em uma tribuna como esta, não pode haver desrespeito por parte de um Deputado. Ele foi eleito, mas está criminalizando a política. O que o Deputado tem feito é um desserviço. Muito obrigada, Presidente. - 15/04/2026Breves Comunicações
A Deputada criticou a política de segurança pública do Governo de São Paulo e apontou falhas na atuação policial, com destaque para mortes em intervenções. Citou o caso de uma mulher morta por policial militar e questionou a formação e o preparo dos agentes. Defendeu o uso de câmeras corporais como instrumento de proteção e transparência. Apresentou dados sobre aumento de mortes decorrentes de ações policiais em 2026 e o total registrado em 2025. Também mencionou redução prevista de recursos para capacitação na área de segurança. Por fim, afirmou que a população das periferias foi a mais afetada e cobrou revisão das políticas, com foco em investimento, controle e preservação de vidas.
Palavras-chave oficiais: Crise,Segurança pública,São Paulo (Estado),Operação policial,aumento,Violência
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa tarde a todos e todas, ao público que nos assiste na TV Câmara. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu subo nesta tribuna com uma indignação, aliás, um profundo senso de responsabilidade de denunciar a política de segurança pública do Governo Tarciso de Freitas, do meu Estado. Esse Governador diz que entende tanto de segurança pública! Será? Eu pergunto: segurança pública para quem? A segurança pública de Tarcísio em São Paulo é uma política que mata, é uma política que comete falhas o tempo todo, falhas letais. É uma política de abandono do povo de São Paulo, é uma política que condena à morte, sobretudo o povo da periferia. Recentemente, uma jovem policial militar de 21 anos infelizmente matou uma mulher, mãe de quatro filhos, com um tiro no peito. Por quê? Por causa de um retrovisor da viatura, uma ação sem preparo, que resultou em uma morte. E, sim, o Estado tem plena responsabilidade. Eu pergunto: que modelo de segurança é esse, senhoras e senhores? É um modelo que coloca PMs sem experiência nas ruas, armados e sob pressão, mas que não garante o básico: formação adequada, acompanhamento psicológico e, principalmente, o uso de câmeras corporais. Que burocracia é essa que permite uma arma na mão, mas não garante uma câmera no uniforme? A câmera protege o cidadão e protege também o policial. O que está em jogo aqui, senhoras e senhores, é a transparência, é o controle, é a responsabilidade, é o número que mostra que os casos não são isolados, não. Só nos dois primeiros meses de 2026, foram 130 as mortes em intervenção policial em São Paulo, um aumento de 41% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em 2025, foram 834 as pessoas mortas pela polícia, o maior número nos últimos 6 anos. Sabem por que isso acontece, senhoras e senhores? Acontece porque o Sr. Governador Tarcísio de Freitas desmonta a base de segurança pública. A proposta orçamentária de 2026 já previa uma redução, em relação a 2025, de 43% no investimento em capacitação e formação dos policiais militares. Os dados são consequência de um Governo que reduz o investimento de formação de policial, corta recursos de perícia, enfraquece o combate ao crime organizado e transfere para a ponta, para o policial e para a população, o peso da sua incompetência. Segurança pública não se faz com discurso, mas com planejamento, com investimento, com responsabilidade. Cada vida perdida tem nome, tem história, tem família. E hoje estamos falando de uma mãe que não vai mais voltar para casa. Os seus quatro filhos ficaram sem a mãe. Isso não pode ser tratado como estatística. Por isso, eu deixo aqui um chamado: Senhoras e senhores, é urgente retomar o controle, garantir formação de qualidade, ampliar o número das câmeras corporais e colocar a vida no centro da política da segurança. São Paulo não precisa de gestão que não proteja. Precisa de gente que ajude. Chega de violência! O povo de São Paulo merece viver sem medo e merece ficar vivo. Obrigada, Presidente. Peço, por favor, que este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. - 15/04/2026
A Deputada criticou o Governador Tarcísio de Freitas, ao acusá-lo de destinar terras públicas a grandes proprietários em São Paulo. Em seguida, destacou a ocupação da Procuradoria do Estado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Presidente Prudente (SP), como forma de pressionar pela destinação de terras devolutas à reforma agrária. Afirmou que há famílias aguardando há décadas por acesso à terra e classificou como grilagem a aprovação de projeto que concede áreas com descontos a latifundiários. Ao finalizar, defendeu o cumprimento da função social da terra, apoiou o MST e reiterou a reforma agrária como instrumento de combate à fome e promoção de dignidade.
Palavras-chave oficiais: Governador,São Paulo (Estado),Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Reforma agrária,Terra devoluta,Grilagem,Função social da propriedade,Grande propriedade rural,Proprietário rural,Presidente Prudente (SP)
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu quero falar aqui sobre o meu Estado de São Paulo, sobre o Governador Tarcísio, que está entregando terra pública para o latifundiário, enquanto milhares de famílias seguem sem terra. O MST de Presidente Prudente, ocupa a Procuradoria do Estado para exigir que a lei seja cumprida e que as terras devolutas sejam destinadas à reforma agrária. Há famílias esperando por mais de 20 anos pelo seu pedaço de chão produtivo. E o que o Tarcísio faz? Aprova um projeto de lei, chamado de grilagem, e entrega milhares de hectares com descontos grandes descontos, Sr. Presidente para grandes proprietários. Isso é inaceitável. Terra pública tem que servir ao povo, não ao lucro de empresários. A Constituição é clara: terra tem que cumprir a função social. A reforma agrária é o caminho para combater a fome, gerar trabalho, garantir dignidade. Para finalizar, Presidente, toda solidariedade e apoio à luta das trabalhadoras e dos trabalhadores sem terra. Trata-se de uma luta justa, necessária, uma luta do povo brasileiro. Contem com o nosso mandato! Parabéns, MST! Reforma agrária já e chega de privilégio para latifundiário! Obrigada, Presidente. - 08/04/2026
A Deputada destacou a importância da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 383, de 2017, em discussão, e relatou preocupação diante de tentativas de retirada da pauta. Afirmou que a assistência social atua diretamente junto a diferentes grupos vulneráveis, como crianças, idosos, pessoas em situação de rua e pessoas com deficiência, contribuindo para a proteção e a redução de vulnerabilidades. Também apontou a necessidade de ampliar o conhecimento da população sobre o Sistema Único de Assistência Social e sua relevância como política pública.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Sistema Único de Assistência Social (SUAS),Receita corrente líquida,Fonte de recursos,Aprovação
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu confesso que, quando entraram aqui para pedir que fosse retirada da pauta esta proposta, quase morremos, porque esta proposição é extremamente importante para o Brasil. Volto a repetir: a assistência social dialoga com os mais vulneráveis e implanta política que ajuda que essa vulnerabilidade não se transforme em morte. A assistência social dialoga com a criança, com o adolescente, com o jovem, com o idoso, dialoga com a população de rua, dialoga com a mulher, com o deficiente. É esse tipo de assistência social que está presente na vida das pessoas. E vou dizer mais uma coisa: nem todo mundo conhece a palavra "Suas" como conhece o SUS. Se toda a população brasileira tivesse entendimento do que significa o Sistema Único de Assistência Social, pediria a incorporação dessa política pública real aos Executivos e aos Legislativos. Na capital de São Paulo, por exemplo, a gente luta por 3%, mas isso ainda não é possível. Porém, Presidente, agora, com esse 1%, as cidades e os Estados vão ter que fazer e garantir mais recursos para a assistência social. Parabéns a vocês que estão aqui e lutaram para este momento chegar! Muitíssimo obrigada, Presidente. - 08/04/2026
A Deputada criticou colegas que defendiam retirar de pauta a Proposta de Emenda à Constituição nº 383, de 2017, que altera a Constituição Federal para garantir recursos mínimos para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Afirmou que desconheciam a amplitude da política de assistência social, relatando experiência pessoal como beneficiária do SUAS. Além disso, alertou que a retirada da proposta representaria retrocesso, e pediu reflexão aos Parlamentares sobre a importância da política para a população vulnerável.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,garantia,Fonte de recursos,Sistema Único de Assistência Social (SUAS),Assistência social,Política pública,Atuação parlamentar,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu fico mais horrorizada com o fato de que muitos desses Deputados que querem retirar de pauta o projeto que obriga o investimento de 1% no Suas não têm ideia do que significa a política de assistência social. V.Exas. acham que a assistência social só tem relação com a cesta básica do Suas? Eu sou produto de uma política do Sistema Único de Assistência Social. Eu sou menina de Osem, onde eu fazia o contraturno. Eu era aquela que saía da escola e ia para o contraturno para poder ter aula de música, teatro, dança, e para organizar principalmente a educação do meu território. Eu sou produto daquela política que poderia fazer e fez a diferença no meu território e na minha região. Portanto, senhoras e senhores que estão aqui querendo tirar de pauta esse projeto tão importante para todo o Brasil, pensem! Os senhores estão retrocedendo numa política de assistência social. Obrigada. - 17/03/2026Breves Comunicações
A Deputada manifestou repúdio ao Projeto de Lei nº 1.013, de 2026, que propõe o fim do Conselho Nacional de Direitos Humanos. Classificou a medida como um retrocesso e uma ameaça ao Estado Democrático de Direito, destacando que o conselho é essencial para a fiscalização e promoção dos direitos humanos. Afirmou também que atuará, junto a outros mandatos e movimentos sociais, para barrar a proposta.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,extinção,Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH),Repúdio,retrocesso,Estado Democrático de Direito
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa tarde, Deputados e Deputadas, público que nos assiste na TV Câmara. É com uma profunda indignação e repúdio que nos apresentamos sobre o Projeto de Lei nº 10.013, de 2026, de autoria do Sr. Deputado Federal Capitão Augusto, para variar, do PL. O projeto pretende acabar com o Conselho Nacional de Direitos Humanos. Isso é um absurdo! Parlamentar propor a retirada pelo Ministério dos Direitos Humanos de um conselho tão importante é um grave retrocesso e um golpe que atenta o Estado Democrático de Direito aliás, muito parecido com aquilo que o partido de S.Exa. faz. A gente não pode permitir, senhoras e senhores, que esse absurdo sem tamanho avance nesta Casa. Essa medida contraria normas internacionais de que o Brasil é signatário, pois retira, senhoras e senhores, a independência e a autonomia daquele Conselho, e, pior, anula a participação do controle social na atuação desse órgão, que tem como principais atribuições fiscalizar e promover os direitos humanos do Brasil. Sabemos que Parlamentares de Extrema Direita, com seus delírios, exercem o seu autoritarismo e querem impor contra os direitos humanos, mas este mandato está na luta junto com outros mandatos, para impedir esse retrocesso, ao lado do movimento social, dos direitos humanos e do povo brasileiro. Por isso, senhoras e senhores, vamos repudiar esse Projeto de Lei nº 10.013, de 2026. Sr. Presidente, gostaria que o meu pronunciamento fosse inserido no programa A Voz do Brasil. Obrigada. - 11/03/2026
A Deputada manifestou apoio ao Projeto de Lei nº 3.946, de 2021, que dispõe sobre o exercício da profissão de doula, e agradeceu a presença de representantes da categoria no Congresso Nacional do Brasil. Ressaltou que o projeto é resultado da mobilização dessas profissionais, que há anos acompanham debates no Legislativo em defesa de melhores condições de atendimento às gestantes. Destacou a importância do trabalho das doulas no acompanhamento das mulheres durante o parto, ressaltando o papel de acolhimento, apoio emocional e orientação no momento do nascimento. Mencionou também sua experiência pessoal com esse tipo de acompanhamento e recordou que, quando foi Vereadora na cidade de São Paulo (SP), participou da elaboração de iniciativas voltadas ao reconhecimento dessas profissionais. Por fim, afirmou que a regulamentação da atividade trará mais segurança para a atuação das doulas no sistema de saúde e contribuirá para ampliar o cuidado humanizado no parto em todo o país.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,regulamentação,Profissão,Doula,acompanhamento,Gestante,Parturiente,Puérpera,Trabalho de parto,Mulher,Gravidez,Saúde pública Vereadora,São Paulo (SP),Doula,Regulamentação profissional,Atuação parlamentar
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidenta. Eu quero primeiro agradecer a presença das nossas companheiras, queridas doulas, que andaram por este Congresso durante muito tempo para que este projeto pudesse chegar aqui. É um projeto que ajuda, que acolhe, que ama, que dá a vida de verdade para essa mulher que está no momento do parto, da chegada do seu filho. Quando fui Vereadora da capital de São Paulo, eu tive o prazer de ser também autora de diversos projetos junto com as doulas. E, quando a gente vê que chega ao Congresso Nacional esse mesmo processo para todo o Brasil, isso é muito importante. Eu tive meus partos com doulas, e faz total diferença. Na minha primeira filha, eu fiz, infelizmente, cesárea. No meu segundo, eu tive o processo de acompanhamento das doulas. E é isto: é acolhimento, é amor, é atendimento. Esta regulamentação traz a segurança necessária, Presidenta, para que essas profissionais estejam na rede junto com outras pessoas, principalmente com as mulheres. Obrigada. - 24/02/2026Breves Comunicações
A Deputada celebrou a revogação do Decreto nº 12.600, de 2025, que incluía trechos dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins em programas de concessão. Parabenizou povos indígenas, ribeirinhos e movimentos sociais pela mobilização e destacou a decisão do Governo Federal, sob liderança do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como respeito à Constituição e à Convenção nº 169 da OIT, que prevê consulta prévia às comunidades afetadas.
Palavras-chave oficiais: Rio Tocantins,Rio Madeira,Rio Tapajós,concessão,Decreto federal,Revogação,Governo federal,Congratulação
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Muito boa tarde a todos que nos assistem pela TV Câmara, aos Deputados e às Deputadas. Sr. Presidente, senhoras e senhores, eu quero começar parabenizando os meus parentes indígenas, os povos ribeirinhos e toda a população brasileira que se mobilizou para a revogação do Decreto nº 12.600, de 2025. Eu parabenizo também o nosso Governo, com a liderança do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pela decisão de revogar o decreto que incluía trechos do Rio Tapajós, do Rio Madeira e do Rio Tocantins nos programas de concessões. Essa decisão reflete maturidade democrática, além de demonstrar que o Governo escuta os povos indígenas, respeita a Constituição e honra a Convenção nº 169 da OIT, que garante consulta prévia, livre e informada aos povos interessados. O Governo corrigiu a rota. Isso é democracia. Mas é claro que os indígenas também ocuparam todos os espaços para se fazerem presentes e terem essa escuta. Essa mobilização também fez o Governo mudar a rota. O debate sobre os nossos rios não é apenas técnico. Ele está ligado também ao modelo de escoamento de mercadorias, especialmente da soja, de que o Brasil é o maior exportador mundial. É um setor que movimenta centenas de bilhões de reais por ano. Grandes empresas de comercialização e distribuição acumulam lucros bilionários com a exportação de grãos. Mas eu pergunto, senhoras e senhores: quem paga a conta ambiental dessa expansão? Quem sofre com as drenagens? Quem sofre com a pressão territorial e os impactos no modo de vida das comunidades tradicionais? Eu não sou contra a agricultura. Eu também acredito que o Brasil precisa produzir para gerar economia. Mas o agro tem necessidade de assumir uma responsabilidade proporcional ao poder econômico que concentra. Neste século, exigimos o desmatamento zero, a rastreabilidade nas cadeias produtivas, o respeito absoluto aos territórios indígenas e ribeirinhos, e, principalmente, senhoras e senhores, um compromisso climático real. Não é mais aceitável falar de desenvolvimento e ignorar quem vive na floresta e nos rios. Parabenizo o movimento e todos aqueles que entenderam que é preciso mudar a rota. Presidente, peço que o meu discurso seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Muitíssimo obrigada. - 16/12/2025Breves Comunicações
A Deputada defendeu o compromisso social de seu mandato, abordou o agravamento da exclusão social e da fome no Brasil e afirmou que, com a chegada do Presidente Lula, políticas públicas foram retomadas para retirar o País do Mapa da Fome, embora ainda persistam dificuldades. Destacou também a trajetória do Padre Júlio Lancellotti, ressaltando sua atuação histórica em favor da população em situação de rua, baseada no acolhimento e na defesa da dignidade humana, e afirmou que sua missão não se confunde com política partidária. Além disso, manifestou solidariedade ao sacerdote e criticou tentativas de silenciá-lo, inclusive medidas adotadas pela Igreja e ataques de setores da extrema direita. Por fim, anunciou mobilização para acompanhar e transmitir a missa do Padre Júlio como forma de apoio e resistência a qualquer tentativa de calá-lo.
Palavras-chave oficiais: Exclusão social,Mapa da Fome,Presidente da República,Política pública,Padre,Igreja católica,atuação,População em situação de rua,Acolhimento humanitário,solidariedade,Silêncio,retaliação,Extrema direita,mobilização,transmissão,Missa
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Sras. e Srs. Deputados, público que nos acompanha pela TV Câmara, eu subo a esta tribuna hoje movida pelo compromisso público e pela responsabilidade social que orientam o nosso mandato e a nossa atuação política. Sabemos que o Brasil passou por um profundo desgaste social, entrou no Mapa da Fome, entrou no mapa da exclusão. Vimos o abandono de milhares de pessoas que vivem nas ruas. Chega o Presidente Lula e tira essas pessoas do Mapa da Fome, articula e organiza políticas públicas para o nosso Brasil. Entretanto, é verdade que ainda existem muitos brasileiros e muitas brasileiras que passam por situações difíceis, que passam fome. Quero falar aqui sobre uma pessoa importantíssima para a cidade de São Paulo, para o Estado e para o Brasil: o nosso Padre Júlio Lancellotti, que construiu, ao longo de mais de 4 décadas, uma trajetória marcada pela escuta, pelo cuidado e pela presença constante junto dos mais pobres. Sua atuação nunca foi de divisão. Sua atuação sempre foi de acolhimento. Ao fazer o que era preciso, ele nunca atuou como se estivesse acolhendo alguém de qualquer forma. Em sua atuação, ele sempre teve compromisso com a dignidade humana. Quando um sacerdote dedica sua vida a servir a quem mais precisa, não está fazendo política partidária; está cumprindo uma missão social, ética e humanitária, que dialoga com valores fundamentais da nossa Constituição: o respeito à dignidade das pessoas e o combate às desigualdades. Manifesto aqui toda a minha solidariedade ao Padre Júlio Lancellotti e, sobretudo, a milhares de pessoas em situação de rua que encontram em sua ação um gesto de cuidado, um prato de comida, uma palavra de esperança e um amparo que, muitas vezes, o Estado ainda não consegue oferecer plenamente. A Igreja, infelizmente, fez um gesto para calar o nosso querido Padre Júlio Lancellotti, tirando-o das redes sociais, não transmitindo sua missa, que é acompanhada pelas pessoas em todo o Brasil por ter um clamor social. Padre Júlio nos representa. Fechar as lentes não fará com que ele se cale. Tentam tirá-lo do seu local de trabalho. Uma direita extremista, que o tempo todo intensifica o ódio, intensifica a morte, quer tirar o Padre Júlio do seu local. No próximo domingo, a partir das 10 horas, nós estaremos presentes na missa do Padre Júlio para prestar a nossa solidariedade. Todos nós, com os nossos celulares, vamos transmitir a missa simultaneamente, para que todos possam entender que não calarão o Padre Júlio e não calarão tudo aquilo que ele representa. Obrigada. - 03/12/2025
A Deputada afirmou que o Estado de São Paulo registrava um dos períodos mais graves de feminicídios e criticou o Governador Tarcísio de Freitas pelo corte de 54% no orçamento da Secretaria de Políticas para as Mulheres. Declarou que a redução comprometeria serviços de prevenção e proteção, caracterizando o gesto como violência institucional. Questionou como seria possível enfrentar assassinatos de mulheres diante do esvaziamento das políticas públicas voltadas ao tema. Alertou para o impacto do desmonte de estruturas de apoio e pediu que o Governo estadual adotasse medidas efetivas para garantir a vida e a segurança das mulheres.
Palavras-chave oficiais: Feminicídio,aumento,Violência contra a mulher
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Presidente. Quero registrar que o Governador Tarcísio de Freitas não faz uma política para mulheres. A nossa capital e o nosso Estado estão vivendo o maior número de feminicídios dos últimos anos, enquanto mães, filhas, trabalhadoras estão sendo assassinadas simplesmente por serem mulheres. O Governador Tarcísio anunciou com muita frieza o corte de 54% no orçamento da Secretaria de Políticas para a Mulher, de 54%, Deputada Benedita da Silva, no Estado em que mais se matam mulheres no nosso País. Isso não é incompetência, isso não é descaso, isso é violência institucional, é o Estado dizendo que a vida das mulheres não importa. Eu quero perguntar às senhoras e aos senhores, nos 15 segundos que me restam, o seguinte: quem governa para mulheres reduz metade do orçamento das políticas que deveriam protegê-las? Como vamos combater o feminicídio fechando portas, desmontando serviços e acabando com as políticas de prevenção? Governador Tarcísio, tome vergonha e faça uma política correta para a vida das mulheres! Obrigada. - 27/11/2025
A Deputada encaminhou a votação dos itens do Veto Parcial nº 29, de 2025, aposto ao Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre o licenciamento ambiental. Na oportunidade, relacionou os efeitos do texto a impactos sobre populações atingidas por secas, enchentes e insegurança alimentar, e apontou contradição entre a votação e iniciativas do Governo Federal, como a criação da primeira universidade indígena e a homologação de terras durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), em Belém (PA). Ao encerrar, associou o atual debate ambiental a disputas políticas mais amplas, como projetos de anistia e a condução de gestões anteriores, reforçando que sua bancada votou contra o que classificou como um retrocesso socioambiental.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Veto parcial,Veto presidencial,Projeto de lei ordinária,Licenciamento ambiental,favorável Universidade indígena,Terras indígenas,Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) (30: 2025, Belém (PA)),Governo federal,Política ambiental,Segurança alimentar e nutricional,Seca,Enchente,Desastre ambiental anistia,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime)
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Para encaminhar. Sem revisão da oradora.) Obrigada, Presidente. Que vergonha, senhoras e senhores, que vergonha! Após o término de uma COP, neste nosso Brasil, onde se deu um show de organização e principalmente de articulação, os senhores votam o projeto logo após, para poderem colocar, mais uma vez, o lucro acima da vida das pessoas. Só que, pasmem, senhoras e senhores: esse lucro, o dinheiro que vocês tanto querem, vai ter uma hora em que a natureza vai cobrar de vocês de uma forma muito mais intensa. Porém, o nosso povo indígena, as pessoas que estão na seca, as pessoas que estão na enchente, as pessoas que precisam de alimento, de água, que precisam ter essa natureza em pé, a Mata Atlântica em pé, vão ser as primeiras a sofrer com a consequência. O que os senhores colocam aqui é uma atuação para dar o cheque em branco para as construtoras, para as instituições, aqueles que lucram e que querem muito dinheiro e passar por cima, principalmente, do meu povo indígena. Olhe o que vocês colocam aqui, que a Funai, que o Incra, que o Iphan, que o ICMBio, não terão tanto acesso para que consigam controlar a devastação da nossa mata. O que vocês colocam aqui é, mais uma vez, um tiro no peito ou na cabeça da população indígena, porque o controle que a Funai vai poder fazer, se é que vai, dependendo ainda do que está escrito, é só nas terras que são homologadas. E a gente sabe que o marco temporal foi um outro projeto que os senhores colocaram aqui, em cima da cabeça do nosso povo, para poder tirar o processo de homologação das terras indígenas. Então, é sempre um jeitinho, é sempre um formato ruim para poder dizer, em boas palavras, como muitos discursos estão sendo colocados aqui: "Porque nós somos do agro, porque nós defendemos, porque eu lucro, porque isso, porque aquilo". É mentira que é para poder ajudar uma grande sociedade. Não é verdade, senhoras e senhores. Então, eu fico aqui perplexa, eu fico aqui com vergonha, mas, ao mesmo tempo, sabendo do lado em que estou, que é um lado que votou contrário a esse tipo de projeto de lei de devastação da Mata Atlântica. O que os senhores falam aqui o tempo todo, que querem ajudar o Brasil que Brasil é esse que vocês ajudam? É um Brasil que mata? É um Brasil em que os ianomâmis passaram fome e morreram, quando os senhores abriram a porta para que pudesse entrar a mineração. Este Brasil que vocês colocam é um Brasil que tem cara da morte. É um Brasil que os senhores colocam aqui nas legislações que não dá a oportunidade necessária. E olhem que interessante, senhoras e senhores. Hoje de manhã, o Presidente Lula acabou de assinar um projeto sobre universidades federais, e vai ter uma universidade federal indígena, que vai poder trabalhar com todo aquele conhecimento do nosso povo. Foi um Governo que homologou terras no período da COP. Foi um Governo que está sempre presente onde necessário com os nossos ministérios. E os senhores, mais uma vez, vêm com um projeto de devastação, e já, já querem novamente colocar um projeto de anistia para tentar salvar o bando de ladrões e, inclusive, foi o que o Senhor ex-Presidente da República Bolsonaro fez com o povo brasileiro. Vergonha, vergonha, vergonha! - 25/11/2025Breves Comunicações
A Deputada celebrou o trânsito em julgado da condenação do ex-Presidente Bolsonaro, ressaltando que ele passa a cumprir 27 anos de prisão e que também foram presos militares como o General Augusto Heleno, o ex-Ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira e o Almirante Almir Garnier, condenados pela tentativa de golpe. Ademais, destacou que as instituições permaneceram firmes e preservaram a democracia.
Palavras-chave oficiais: Condenação criminal transitada em julgado,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Prisão,General de exército,Ex-ministro de Estado,Ministério da Defesa,Almirante,Democracia,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime)
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa tarde, Brasil. Boa tarde, Deputados e Deputadas. O dia de hoje, 25 de novembro, vai ficar marcado na história do Brasil. O processo de Bolsonaro finalmente transitou em julgado. Agora ele pode cumprir os 27 anos de prisão que a Justiça determinou. Além disso, houve a prisão de quem ajudou a montar esse golpe sim, senhoras e senhores, foi um golpe de Estado o que os senhores tentaram fazer no Brasil! Foram presos o General Augusto Heleno, ex-Ministro do GSI; o Paulo Sérgio Nogueira, ex-Ministro da Defesa; e o Almir Garnier, ex-Comandante da Marinha. Essas pessoas colocaram o País em risco, atacaram a democracia, tentaram fazer o Brasil voltar a um passado de autoritarismo, algo que a gente não quer que aconteça novamente. Hoje, a gente viu o quanto a democracia é importante, o quanto as instituições estão firmes. A democracia está intacta porque quem tentou o golpe foi responsabilizado. O dia de hoje, senhoras e senhores, traz alívio, traz a sensação de que o Brasil pode seguir em frente, sem medo, porque a Constituição está intacta e vale para todo mundo. Seguimos atentos. Seguimos na luta. Senhoras e senhores, este grito estava preso na garganta há muito tempo: Bolsonaro está na cadeia! Obrigada. Por favor, peço que coloquem o meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil. - 07/10/2025
A Deputada manifestou apoio à Proposta de Emenda à Constituição nº 14, de 2021, que garante valorização aos Agentes Comunitários de Saúde e aos Agentes de Combate às Endemias. Elogiou a mobilização das categorias no Congresso e afirmou que a aprovação da PEC representou uma vitória democrática construída com o diálogo entre diferentes partidos e o reconhecimento do trabalho essencial desempenhado na saúde pública.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Agente de combate às endemias,Agente comunitário de saúde,Aposentadoria especial,Sistema Único de Saúde (SUS),Vínculo empregatício,Defesa
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidenta. Eu estou aqui, com muito carinho, anunciando o meu voto "sim" à PEC 14. Eu sou irmã de uma agente de saúde da família e sei muito bem as dificuldades que ela enfrentava, debaixo de chuva, de sol, muitas vezes sofria violências, porque as pessoas não entendiam que não era naquele momento que se tinha uma resposta e que se precisava passar pela Unidade Básica de Saúde. Vocês, que andaram aqui durante muito tempo desde quando eu cheguei a esta Casa, eu vejo tanto os coletes verdes quanto os coletes amarelos andando por todo este Congresso , hoje chegaram à Câmara para ver a gente votar "sim" à valorização dos agentes de saúde e agentes de combate às endemias. Parabéns pelo trabalho de vocês! Parabéns por terem conquistado cada um dos votos que vocês conquistaram dos Deputados de todos os partidos! É assim que a gente faz a democracia. Muito bem! Parabéns a todos e todas! Obrigada, Presidenta. - 01/10/2025Breves Comunicações
A Deputada denunciou o descaso do Governo Tarcísio de Freitas com os profissionais de saúde do Estado de São Paulo, condenando o descumprimento do pagamento da bonificação de resultados e da revisão do auxílio-alimentação, acordados em mesa de negociação. Ademais, informou que, diante do não pagamento e da ausência de resposta, o SindSaúde estava organizando uma greve de 48 horas. Ao final, reforçou seu apoio à categoria, ressaltando que a luta por melhores condições de trabalho é também uma defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e do direito ao atendimento digno da população.
Palavras-chave oficiais: Governador,São Paulo (Estado),Profissional de saúde,descumprimento,negociação,Pagamento,Bonificação,resultado,Auxílio-alimentação,Greve,Sindicato,Condições de trabalho,Sistema Único de Saúde (SUS)
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Boa tarde, Deputados e Deputadas, público que nos assiste pela TV Câmara. Sr. Presidente, quero denunciar o descaso do Governo Tarcísio de Freitas com os trabalhadores e as trabalhadoras da saúde de São Paulo. Senhoras e senhores, esses profissionais, que arriscaram a própria vida para salvar milhares de paulistas durante a pandemia, agora estão sofrendo um calote. Isso mesmo, um calote do Governo do Estado. Não me assusta saber que o Governo Tarcísio, que está junto com Bolsonaro, dá calote em trabalhadores. Foi assumido, na mesa de negociação, o compromisso de pagamento da bonificação por resultados e de apresentação do novo valor do auxílio-alimentação, mas isso não se cumpriu. No quinto dia útil de setembro, nada foi pago e, até agora, nenhuma resposta apresentada. Por isso, diante desse desrespeito à categoria, o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde está organizando a retomada da greve de 48 horas a partir do dia 1º de outubro. Quero dizer, com todas as letras, que a culpa dessa paralisação é do Governo Tarcísio Freitas, que não trata com respeito compromisso feito com os profissionais de saúde em nosso Estado e não prioriza a saúde. O nosso mandato está do lado das trabalhadoras e dos trabalhadores da saúde. Estamos do lado do sindicato, dos movimentos e dos Parlamentares que se somam a essa luta justa, Sr. Presidente. Defender esses profissionais é defender também o Sistema Único de Saúde e o direito da população paulista a um atendimento digno. Eu deixo um recado a este Plenário: não há saúde pública de qualidade sem trabalhadores valorizados. Se o Sr. Governador não respeita quem cuida do povo, será denunciado em cada espaço do Estado de São Paulo e responsabilizado pela justa greve da categoria. Presidente, eu gostaria, por favor, que o meu discurso fosse divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigada por esta oportunidade.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.