
46 anos
Bananômetro
81/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 64% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 93%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 81%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 83%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 96%das 718 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 97%das 735 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
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- dep.julianacardoso@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5411
- Gabinete
- Gabinete 411, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
93%
Esteve em 365 de 391 sessões
Votou nas votações
81%
Registrou voto em 913 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 36 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
96%
Em 718 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
119 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 11/08/2026.
- 23/09/2025Breves Comunicações
A Deputada denunciou um crime ambiental em São Mateus, na Zona Leste de São Paulo (SP), criticando a gestão do Prefeito Ricardo Nunes por ampliar o aterro da Ecourbis e instalar um incinerador de lixo, o que implicaria a derrubada de 63 mil árvores, prejudicando a saúde, a biodiversidade e a qualidade de vida local. Alertou também para a desigualdade ambiental, o aumento da poluição e o retrocesso frente às soluções sustentáveis adotadas globalmente. Por fim, informou que realizaria, junto com Frente Contra a Ampliação do Aterro, uma audiência pública popular no dia 4 de outubro, com apoio de movimentos sociais e outros Parlamentares, para protestar contra o projeto.
Palavras-chave oficiais: Crime ambiental,São Paulo (SP),Prefeito,Incinerador,Lixo,Prejuízo,Saúde,Biodiversidade,desigualdade,Meio ambiente,Poluição,Frente parlamentar,Audiência pública,Movimento social,protesto
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Boa noite, Sras. e Srs. Deputados, público que assiste à sessão pela TV Câmara. Quero denunciar um crime ambiental na cidade de São Paulo. A população da região de São Mateus, na Zona Leste de São Paulo, está em alerta. Agora, na gestão do Prefeito Ricardo Nunes, do MDB, sabem o que eles querem fazer, senhoras e senhores? Eles querem ampliar o aterro da Ecourbis e instalar um incinerador de lixo na região. Isso vai custar a derrubada de 63 mil árvores, colocando em risco a saúde da população, a biodiversidade, a qualidade de vida de quem ainda tem o privilégio de viver com árvores no seu entorno. Infelizmente, essa ação do Prefeito vai causar uma desigualdade ambiental na nossa cidade, em especial na Zona Leste, em plena emergência climática, senhoras e senhores. Enquanto as cidades do mundo inteiro buscam soluções para reduzir os gases e proteger as florestas, a Prefeitura insiste em uma política atrasada e perigosa. Em vez de investir na coleta seletiva, na reciclagem, no reaproveitamento de resíduos, aposta em um projeto que amplia a poluição, libera gases tóxicos e adoece a população. O mais grave, Sr. Presidente, é que, na audiência pública, a Prefeitura informou que seriam derrubadas 10 mil árvores, mas agora, com muita articulação da comunidade, dos mandatos, descobriu-se que 63 mil árvores vão ser derrubadas no local. São seis vezes mais do que o previsto. Por iniciativa do nosso mandato e do conjunto da Frente Contra a Ampliação do Aterro, do Desmatamento e do Incinerador de Lixo, foi convocada uma audiência pública popular sim, senhores e senhoras, audiência pública popular , que acontecerá no sábado, dia 4 de outubro, a partir das 10 horas, em São Mateus. O ato também contará com o apoio, sem dúvida, dos movimentos sociais e populares, além de outros Parlamentares. Vamos às ruas contra essa tragédia ambiental. Sr. Presidente, eu peço que o meu pronunciamento seja registrado no programa A Voz do Brasil. Muitíssimo obrigada. - 23/09/2025Breves Comunicações
A Deputada saudou o Presidente Lula e os Parlamentares que defendem a democracia e manifestou indignação com a aprovação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei (PL) nº 2.162, de 2023, que concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política, ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta Lei, e dá outras providências. Afirmou que a proposição tenta apagar os crimes do ex-Presidente Jair Bolsonaro, condenado por tramar um golpe de Estado, atentar contra a Constituição e estimular ameaças de morte contra autoridades como o Presidente Lula, o Vice-Presidente Geraldo Alckmin e o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Ademais, destacou as manifestações nacionais de artistas, intelectuais e da sociedade civil contra a anistia. Ao final, assegurou que o povo brasileiro não esquecerá o 8 de janeiro de 2023 e defendeu que justiça não se negocia.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Parlamentar,Democracia,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,anistia,Ato antidemocrático,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Crime,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Ameaça,Autoridade pública,Manifestação pública,Atuação parlamentar
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Quero cumprimentar os Deputados, as Deputadas e o público que nos assiste pela TV Câmara. Venho saudar o nosso Presidente Lula, que promoveu desenvolvimento com dignidade para o povo brasileiro. Saúdo os Deputados e Deputadas que estão nessa trincheira em defesa da democracia. Companheiras e companheiros, vivemos uma vergonha histórica nesta Casa. A Câmara dos Deputados aprovou requerimento de urgência referente ao PL da Anistia, um projeto que tenta apagar os crimes de Jair Messias Bolsonaro e de sua quadrilha. Não podemos esquecer que Bolsonaro tramou um golpe de Estado, atentou contra a Constituição, estimulou ameaças de morte contra o Presidente Lula, contra o nosso Vice-Presidente Geraldo Alckmin e contra o Presidente do TSE naquela ocasião, Alexandre de Moraes. O bolsonarismo espalhou ódio, terror, destruição. Agora eles querem fingir que nada aconteceu? Anistiar os golpistas é anistiar o fascismo, é premiar quem tentou destruir o Brasil e a democracia, é mandar um recado favorável aos que se acham poderosos e pensam que podem tudo, enquanto o povo brasileiro paga a conta todos os dias. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, nós não aceitaremos isso. O PL da vergonha não passará sem resistência. Viu-se o que aconteceu no domingo em todo o Brasil. Ações importantes foram realizadas por artistas, intelectuais, comunidades, pessoas na rua, em que se clamou por justiça e pela derrubada da PEC da blindagem e da proposta de anistia. Pessoas foram às ruas e também foram às redes para verificar como votaram os Deputados e as Deputadas e denunciar os cúmplices do ataque à democracia. Eles estão aqui o tempo todo falando e pedindo perdão, e nós estamos falando o tempo todo de justiça. Justiça não se negocia, Sr. Presidente. O Brasil não esquecerá o dia 8 de Janeiro, não esquecerá os ataques golpistas que aconteceram com o intuito de matar a democracia. Por isso, afirmamos em claro e bom tom: "não" ao PL da Anistia! É hora de lutar, é hora de resistir, é hora de mostrar que o povo brasileiro não vai aceitar retrocessos. Quem faz essa denúncia não sou eu nesta tribuna, é o povo brasileiro, é a nossa Nação brasileira. Presidente, peço que, se for possível, este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigada. - 16/09/2025
A Deputada criticou a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021, em discussão, que, segundo ela, cria barreiras à atuação da Justiça. Afirmou que a proposta é inconstitucional e destacou que o povo brasileiro, que financia os salários dos Deputados, não possui os mesmos privilégios. Também apontou que Deputados investigados ou acusados de crimes, como Eduardo Bolsonaro, devem responder conforme a lei e a Constituição.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Deputado,Senador,Foro privilegiado,Imunidade parlamentar,Prerrogativa constitucional,Inconstitucionalidade Deputado federal licenciado,Supremo Tribunal Federal (STF),investigação,atuação,Responsabilidade
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. É vergonhoso que os Deputados se reúnam para alcançar maioria em uma votação para colocar uma barreira à Justiça. Esta é uma PEC inconstitucional. O povo brasileiro, que paga, com seus impostos, o salário de V.Exas., não tem na Justiça as prerrogativas que V.Exas. querem. Parlamentares que cometem crime de lesa-pátria, como o Deputado Eduardo Bolsonaro, e Deputados que estão sendo investigados pela Polícia Federal precisam enfrentar o disposto na lei e na Constituição, Presidente. Acho que V.Exas. estão errando. A sociedade brasileira está olhando para esta Casa, está olhando para V.Exas. e entende que V.Exas. estão criando aqui um muro para se defender. Enquanto grande parte do povo brasileiro rala, trabalha para conseguir dignidade, V.Exas. estão aqui sempre se protegendo, ignorando a realidade do povo brasileiro. Obrigada, Presidente. - 27/08/2025
A Deputada criticou a Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres de São Paulo pelo formato virtual e pela forma como o evento foi conduzido. Afirmou que, sob a coordenação da Secretária Valéria Bolsonaro e do Governador Tarcísio, a modalidade on-line impediu a participação efetiva das mulheres, em razão de problemas de organização, ausência de salas temáticas e silenciamento de vozes importantes, como a da Deputada Benedita da Silva. Destacou ainda que havia alertado previamente a Secretária de que o formato virtual não funcionaria, ressaltando que São Paulo é o Estado com o maior índice de feminicídio do País. Por fim, comunicou a moção de repúdio feita na Comissão da Mulher, a pedido das mulheres paulistas, e manifestou repúdio ao Governador e à Secretária pela forma como conduziram a Conferência.
Palavras-chave oficiais: Conferência,São Paulo (Estado),Mulher,Secretaria da Mulher,Governador,Feminicídio,Moção de repúdio,Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CMULHER),Ambiente virtual,Participação virtual
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu estou aqui para denunciar a Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres do meu Estado de São Paulo. Era uma conferência pensada para as mulheres. O que significa conferência? Conferir, ouvir, falar, colocar-se. Isso ocorreu em um Estado que tem o maior índice de feminicídio do nosso Brasil. Mas a Secretária Valéria Bolsonaro, junto ao Governador Tarcísio, transformou a conferência para a modalidade virtual. Só que foi uma confusão, Sr. Presidente, porque não tivemos direito à fala. Não foi organizado, silenciaram a Deputada Benedita da Silva, as mulheres. Esses 2 dias de conferência foram um caos. Não se conseguia pensar na discussão, não havia salas temáticas para que essas mulheres conseguissem discutir aquilo que elas escolheram. Portanto, nós fizemos agora uma moção de repúdio na Comissão da Mulher a pedido das mulheres do Estado de São Paulo, porque queremos participar da Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres em Brasília, que, ao contrário de como fez o Governador Tarcísio, vai haver, sim, conferência presencial, e as mulheres de todo o Brasil vão estar aqui presentes. Espero que a Secretária Valéria Bolsonaro tenha consciência do que aconteceu, porque nós fomos lá, Deputada Benedita. Nós a avisamos. Eu fiz uma reunião, disse que aquilo não iria dar certo. Inclusive, eu lhe disse que o movimento de mulheres lhe daria a possibilidade de fazer conferências, como vários movimentos de mulheres fazem conferências municipais, entre outras, mas ela não quis. Portanto, Sr. Presidente, repudio o formato do Governador Tarcísio e da Secretária Valéria Bolsonaro, por não terem feito a Conferência Estadual das Mulheres do Estado de São Paulo. Obrigada. - 17/07/2025
A Deputada criticou declarações do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a rua 25 de Março, importante polo comercial de São Paulo (SP). Destacou o papel econômico da região, que atrai compradores de diversos Estados e garante sustento a milhares de ambulantes. Relembrou sua atuação junto aos trabalhadores do local, desde quando foi Vereadora, e questionou a legitimidade de Trump em opinar sobre o tema. Anunciou presença no local no sábado como forma de defesa da economia popular e reafirmou que a 25 de Março é símbolo da resistência e da geração de renda no Brasil.
Palavras-chave oficiais: declaração,Presidente,Estados Unidos,Comércio ambulante,São Paulo (SP),Economia,ilegitimidade
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada. Presidente. Eu queria deixar um recado para o Trump aqui, que fala sobre a 25 de Março, que é um lugar onde há geração de economia. Quando eu fui Vereadora, trabalhei ali muito junto com ambulantes. As pessoas do Brasil saem dos seus Estados para fazerem compras lá. O que o Sr. Trump vem querer aqui, para poder falar sobre a 25 de Março? Sábado nós estaremos lá, para dizer assim: "Trump, tire a mão da 25 de Março, porque a 25 de Março é a economia brasileira!" Obrigada, Presidente. - 17/07/2025
A Deputada orientou a bancada na votação da Emenda nº 28 do Senado Federal, para fins de rejeição, apresentada ao Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre o licenciamento ambiental; regulamenta o inciso IV do § 1º do art. 225 da Constituição Federal; altera as Leis nºs 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e 9.985, de 18 de julho de 2000; revoga dispositivo da Lei nº 7.661, de 16 de maio de 1988; e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Obstrução parlamentar,Partido dos Trabalhadores (PT)
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o PT está em obstrução. Exatamente, conversando com o Sr. Relator, ele acabou de explicar o pulo do gato. Quando se fala de Mata Atlântica, quem cuida é o Ibama, é nacionalmente e é quem faz o controle, inclusive, de como que está a nossa questão ambiental. Então, V.Exa. acabou de explicar, e é exatamente o que nós estamos falando: o pulo do gato que está em cada Estado para poder fazer aquilo que V.Exas. querem, que é o lucro em cima de cada um desses empreendimentos. V.Exas. sabem que no plano diretor, por exemplo, de cada cidade, dependendo de qual é, principalmente quando vai para o interior ou para os litorais, estão fazendo uma grande especulação imobiliária. É, sim, o nosso federativo que cuida para tentar o equilíbrio, inclusive trabalhar para não termos essa crise ambiental e climática que estamos tendo. Portanto, Sr. Presidente, o PT está em obstrução. - 17/07/2025
A Deputada orientou a bancada na votação da Emenda nº 1 do Senado Federal, apresentada ao Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre o licenciamento ambiental, regulamenta o inciso IV do § 1º do art. 225 da Constituição Federal; altera as Leis nºs 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e 9.985, de 18 de julho de 2000; revoga dispositivo da Lei nº 7.661, de 16 de maio de 1988; e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Partido dos Trabalhadores (PT),Voto contrário
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu fico impressionada com a forma como, neste plenário, os senhores que estão favoráveis a este projeto mentem! O projeto de lei está escrito. Os senhores querem enganar quem? A sociedade está de olho neste projeto de lei. Os senhores colocam que o projeto está facilitando ou melhorando o licenciamento, mas isso é uma mentira. O Senado retira o Conama de sua resolução, inclusive quanto aos laudos técnicos, que evitam muitos desastres. Portanto, Sr. Presidente, senhoras e senhores, o Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, com muito orgulho, diz "não" a este projeto. - 17/07/2025
A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre o licenciamento ambiental, regulamenta o inciso IV do § 1º do art. 225 da Constituição Federal; altera as Leis nºs 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e 9.985, de 18 de julho de 2000; revoga dispositivo da Lei nº 7.661, de 16 de maio de 1988; e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - O que está em pauta aqui é um projeto de lei que ataca frontalmente o Brasil que queremos deixar para os que vêm depois de nós. Este PL da devastação é um cheque em branco, senhoras e senhores, aos que lucram com a destruição; é um atestado de abandono para quem depende da natureza para viver, ou seja, todos nós. Este projeto é uma aberração legislativa contra o meio ambiente e o nosso Brasil. Ele é travestido de modernização, mas, na verdade, desregulamenta o licenciamento ambiental; autoriza que empreendimentos com alto potencial de danos sejam licenciados automaticamente, por meio da chamada "Licença de Adesão e Compromisso". Basta preencher um formulário. Esse é o fim da vistoria, é o fim da consulta prévia, é o fim do estudo de impacto ambiental. Trata-se da institucionalização da autodeclaração, do faça você mesmo o seu licenciamento. Este projeto foi concebido para que as empresas se fiscalizem sozinhas. Eles querem liberar o desmatamento sem ouvir o meu povo indígena, sem ouvir os quilombolas. Eles querem transformar rios limpos em esgoto, florestas em cinza, futuro em pó. Este projeto enfraquece o Ibama, atropela as instituições, atropela o direito de consulta prévia garantida ao meu povo, aos povos tradicionais, e desmonta décadas de luta do movimento socioambiental. Eu pergunto aos Srs. Deputados e às Sras. Deputadas desta Casa: V.Exas. estão preparados para explicar a seus filhos e netos que ajudaram a devastar o nosso Brasil? V.Exas. estão prontos para que seus nomes entrem para a história como cúmplices do maior retrocesso ambiental da nossa geração? V.Exas. querem que o Brasil esteja acima do lucro obtido em cima da vida das pessoas? V.Exas. querem que a boiada passe por uma canetada, enquanto o povo segue desabrigado por enchentes, afetado pela seca, intoxicado por veneno. Nós defendemos um modelo de desenvolvimento com sustentabilidade ambiental, com escuta popular, com respeito à vida. O Brasil não precisa de mais retrocesso; precisa de políticas públicas que protejam a natureza e as pessoas. Por isso, o nosso voto é contra o PL da devastação. O futuro é possível em um país que não precisa de destruição. (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Conclua, Deputada. A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF) - Questão de ordem, Presidente. A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP) - Obrigada, Presidente. Este Plenário hoje está diante de uma escolha: os senhores vão ser favoráveis à destruição ou vão ser favoráveis à vida? Tenham coragem! Com toda a minha força, com todos os meus ancestrais, eu digo "não" a este projeto da devastação, "não" a um Brasil em cinzas e "sim" a um Brasil verde, vivo e justo para o nosso povo, que merece isso. Obrigada, Presidente. - 16/07/2025Breves Comunicações
A Deputada criticou a incoerência entre a realização da COP 30 no Brasil e a iminente votação do Projeto de Lei nº 2.159, de 2001, apelidado de “PL da Devastação”, que desmantela o licenciamento ambiental e ameaça os biomas nacionais em favor de interesses econômicos predatórios. Alertou para os impactos da flexibilização ambiental, como queimadas, grilagem, rios contaminados e tragédias climáticas. Além disso, denunciou o assassinato do jovem indígena Everton Lopes Rodrigues no Paraná, ressaltando o contexto de violência contra defensores da floresta. Ademais, defendeu a demarcação das terras indígenas como resposta à crise climática e afirmou que um futuro sustentável depende da preservação ambiental e da valorização de povos tradicionais. Por fim, rejeitou projetos que ameaçam o meio ambiente e reafirmou o compromisso com justiça climática, justiça social e soberania nacional.
Palavras-chave oficiais: Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança de Clima (COP),Licenciamento ambiental,Meio ambiente,Projeto de lei ordinária Homicídio,Indígena Demarcação de terra,Terras indígenas,Preservação ambiental,Justiça social,Justiça climática,Soberania nacional
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. Bom dia, Sras. Deputadas, Srs. Deputados e público que nos acompanha pela TV Câmara. Eu venho aqui falar sobre a realização da COP 30 no Brasil, neste ano. Ela é um marco fundamental, mas só será legítima se houver uma coerência entre o discurso internacional e a ação concreta. É inaceitável, senhoras e senhores, que, ao mesmo tempo que nos preparamos para sediar uma conferência global sobre o clima, esta Casa esteja prestes a votar o que chamamos, com toda razão, de PL da Devastação, que é o Projeto de Lei nº 2.159, de 2001. Esse projeto representa um retrocesso brutal. Ele praticamente acaba com o licenciamento ambiental, ignora o conhecimento técnico dos órgãos ambientais e abre a porteira para a distribuição dos nossos biomas. Tudo isso é para atender aos interesses, senhoras e senhores, do grande capital predador, que lucra com uma terra arrasada, com a morte do meu povo, o povo originário. Estamos falando de uma destruição automática e sem freio, com mais queimadas, mais grilagem e mais rios contaminados. A devastação não destrói apenas a floresta, senhoras e senhores, mas também vidas, inclusive a de V.Exas. Sem licenciamento ambiental, ficamos à mercê de escassez de água, de insegurança alimentar, de avanço de tragédias climáticas jamais vistas, como a que vocês viram no dia de hoje e as que já estamos vivenciamos, enchentes, queimadas e deslizamentos. Estamos diante de um momento decisivo para o futuro do planeta. E quem ousa defender a terra e defender a vida tem sido ameaçado e assassinado. No último fim de semana, Everton Lopes Rodrigues, jovem do povo avá-guarani, foi brutalmente assassinado, decapitado no Paraná. Ao lado do seu corpo, uma carta de ameaça explícita à comunidade indígena. E esta é a resposta que, infelizmente, recebem os verdadeiros guardiões das florestas: a morte, como aviso para parar de lutar. Senhoras e senhores, sinto dizer para quem quer ameaçar e matar: vocês não vão parar o nosso povo indígena. É preciso dizer com todas as letras: a luta pelo meio ambiente é a luta pela vida. A demarcação das terras indígenas não é apenas uma dívida histórica desta Casa, é também uma resposta concreta da crise climática. Sem povo indígena, sem comunidades tradicionais e sem agricultura familiar não existe um futuro sustentável. Isso é algo que ainda não dissemos com a força suficiente, ou os senhores não querem ouvir. O Brasil carrega responsabilidade histórica. Somos um país com a maior potência ambiental do mundo. Temos biodiversidade única, matriz energética renovável, saberes ancestrais, que podem nos colocar na liderança da transição ecológica, mas algo exige uma coragem, coragem política. Temos que enfrentar o lobby da destruição, que manda para esta Casa, há décadas, projetos de lei que acabam, por exemplo, com a relação ambiental, como esse projeto que está em pauta. Precisamos dizer também que a juventude, as mulheres, os povos indígenas, os quilombolas, os ribeirinhos, os trabalhadores do campo e da cidade não vão mais aceitar discursos vazios. Queremos ação, queremos políticas que unam soberania nacional, justiça social e justiça climática. Não adianta sediar a COP 30 se, ao mesmo tempo, aprovamos leis que rasgam o nosso presente e o nosso futuro. Eu termino dizendo: não contem conosco para passar a boiada, senhoras e senhores. Contem conosco, com a nossa bancada, com o nosso povo indígena, para defender a árvore, o rio, cada vida e cada floresta, porque a floresta não se negocia, o rio não se vende, o futuro do Brasil não está à venda. Sr. Presidente, gostaria que este pronunciamento fosse divulgado no programa A Voz do Brasil. Obrigada. - 15/07/2025Breves Comunicações
A Deputada celebrou os 35 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), destacando sua importância na transformação da visão do Estado e da sociedade sobre a infância e a juventude — de objeto de punição a sujeitos de direitos. Reforçou a necessidade de políticas públicas concretas, como o programa Pé-de-Meia, o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, o fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e a valorização dos conselhos tutelares. Defendeu a luta contra retrocessos e concluiu com a frase: “Nenhum direito a menos para nossas crianças! Viva o ECA!”.
Palavras-chave oficiais: Homenagem,Aniversário,Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) (1990),Infância,Juventude,Programa Pé-de-Meia,Sistema Único de Assistência Social (SUAS),Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (Compromisso),Conselho tutelar
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Sras. Deputadas e Srs. Deputados, público que nos acompanha pela TV Câmara, eu subo a esta tribuna hoje para lembrar e celebrar os 35 anos de uma das maiores conquistas sociais da nossa história recente, que é o Estatuto da Criança e do Adolescente ECA, uma lei que mudou o olhar do Estado e da sociedade sobre a infância e a juventude no Brasil. Antes do ECA, nossas crianças eram tratadas como um problema de polícia, como objeto de caridade ou de punição. Com o ECA, viraram sujeitos de direitos, com nome, história, identidade, sonhos. Por isso, defender o ECA no dia de hoje é garantir as políticas de verdade, é colocá-las no Orçamento, é ter prioridades. E o que nós temos feito, enquanto mandato, para conseguirmos avançar nessas políticas públicas junto com o Governo do Presidente Lula? Por exemplo, temos o Pé-de-Meia, programa que ajuda os estudantes a seguirem nas escolas com dignidade; temos o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, para garantir leitura e escrita na idade certa; temos o reforço de repasses do Sistema Único de Assistência Social SUAS e do Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte; e temos o diálogo permanente com os conselhos tutelares, que é quem cuida da infância na base. Cuidar das crianças não é só pensar em cuidar do futuro. O futuro se constrói no presente, com justiça social, com políticas públicas e principalmente com o olhar do Executivo e deste Legislativo para essas crianças. O ECA é um instrumento poderoso na mão do povo e de quem luta por ele. E não podemos permitir retrocessos de jeito nenhum. Nenhum direito a menos para nossas crianças! Eu gostaria de parabenizar todos os militantes, todas as pessoas que ajudaram a construir o Estatuto da Criança e do Adolescente e que persistem, nas suas regiões, nas suas cidades, nos seus Estados, para que isso aconteça. Finalizo aqui destacando o que estabelece o art. 4º do estatuto e dizendo que todos os filhos são filhos de todos. Viva o ECA! Vivam nossas crianças e adolescentes! Viva quem cuida deles com muito amor, com muita luta e com muito compromisso! Gostaria, Presidente, que divulgasse a minha fala nos meios de comunicação. Obrigada. - 09/07/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do parágrafo único do artigo 3º do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 769, de 2024, que dispõe sobre a criação de funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Supremo Tribunal Federal. Além disso, classificou como vergonhosa a postura de Deputados que apoiam a taxação de 50% sobre produtos brasileiros, imposta pelo governo norte-americano, e questionou a incoerência desses Parlamentares, que antes se diziam contrários à cobrança excessiva de impostos no Brasil. Acusou ainda o Deputado Eduardo Bolsonaro de cometer "crime de lesa-pátria" por suas ações no exterior, alegando que essas atitudes prejudicam o País.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Maioria parlamentar Deputado federal,incoerência,Estados Unidos,Tributação,Taxa,Produto nacional,Importação,Crime contra a segurança nacional
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a gente orienta o voto "sim" pela Maioria. É uma vergonha Deputados, que são pagos com recursos dos impostos brasileiros, virem aqui defender os Estados Unidos, virem aqui defender a taxação de 50% em cima do povo brasileiro. Vocês precisam se achar nesse processo. Em outra hora, vocês falaram sobre a relação dos impostos, dizendo que era para defender o povo; agora, vocês estão falando favoravelmente à taxação de 50% pelo Governo Trump? Vocês precisam se definir! É para taxar ou não é para taxar? Vocês vão ficar aqui defendendo o Governo Trump? É crime de lesa-pátria o que o Sr. Eduardo Bolsonaro está fazendo fora deste País. É crime de lesa-pátria... (Desligamento do microfone.) - 09/07/2025Breves Comunicações
A Deputada destacou a mobilização da classe trabalhadora em defesa da taxação dos super-ricos, enfatizando a necessidade de justiça fiscal no Brasil. Criticou a elevada carga tributária sobre quem ganha pouco e a isenção quase total para bilionários, banqueiros, grandes empresários e apostas on-line. Defendeu a isenção de impostos para quem recebe até R$ 5 mil e a cobrança justa para os mais ricos, ressaltando o esforço diário dos trabalhadores que enfrentam jornadas longas e dificuldades para garantir o sustento da família. Concluiu, convocando a população para as manifestações do dia 10 de julho e reafirmou o compromisso de estar ao lado do povo na luta contra privilégios e desigualdades.
Palavras-chave oficiais: mobilização,Trabalhador,Justiça tributária,Tributação,População rica,Isenção tributária,Banqueiro,Empresário,Aposta esportiva,convocação,População,Desigualdade social,combate
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Presidente, senhoras e senhores, público que assiste à sessão pela TV, hoje, a gente tem falar sobre um momento importante que vai acontecer no dia 10 de julho. Vamos dizer, em alto e bom som, para quem quiser ouvir: chega de injustiça! A classe trabalhadora sempre esteve em pé, mas agora ela está mobilizada, indignada, porque o Brasil de hoje, que ganha pouco, é o que mais paga imposto e é o que infelizmente sempre pagou. Enquanto isso, os senhores bilionários, os senhores banqueiros, os grandes empresários e as apostas on-line, as famosas bets, seguem lucrando bilhões e bilhões sem pagar quase nada de imposto. Então, nós estamos apoiando este Brasil que diz que precisamos taxar os super-ricos para isentar do imposto quem ganha até 5 mil por mês. Essa é uma proposta de justiça social, é uma proposta de justiça fiscal, é uma proposta para tirar o Brasil do atraso e colocar o povo de fato no orçamento. Estamos falando de quem vive de salário mínimo, estamos falando de quem vive com salário baixo, quem pega transporte público todos os dias, muito cedo, que trabalha, senhoras e senhores, 12 horas por dia e, mesmo assim, mal consegue pagar o seu aluguel e botar uma comida na mesa. Quem deve pagar mais são os que ganham mais. E quem sua a camisa todos os dias precisa pagar menos impostos. É inaceitável que os banqueiros e bilionários sigam acumulando fortuna, senhoras e senhores, enquanto o povo é esmagado por impostos abusivos. É inaceitável que boa parte deste Congresso Nacional fique se curvando o tempo todo aos interesses dessa pirâmide que ignora o sofrimento de quem está na base produzindo e principalmente de quem colocou V.Exas. aqui, nesta Câmara Federal. Por isso, senhoras e senhores, para terminar, eu repito: taxar os super-ricos é questão de justiça, é uma questão de dignidade, é uma questão de lado. E nós estamos do lado do povo, como sempre. Amanhã estaremos nas ruas. O Parlamento precisa ouvir o grito das periferias, das quebradas, das comunidades, das escolas, das fábricas, dos acampamentos e das ocupações. Basta de injustiça, senhoras e senhores! Basta de privilégios! A gente não aguenta mais pagar a conta sozinho. Esse povo não aguenta mais pagar a conta sozinho. Taxação dos bilionários, dos bancos e das bets já! Por um Brasil mais justo, mais igual e mais humano! Presidente, se V.Exa. puder colocar meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil, eu agradeço. Obrigada. - 01/07/2025
A Deputada destacou a persistente desigualdade social no Brasil, um dos países mais desiguais do mundo, apesar de sua posição econômica global. Ressaltou que o combate a essa realidade tornou-se prioridade no Governo do Presidente Lula, que busca avançar na taxação de bilionários, banqueiros e grandes fortunas (taxação BBB). Alertou que essa proposta enfrenta resistência no Plenário e conclamou os Parlamentares a assumirem a responsabilidade de aprovar medidas de justiça tributária, essenciais para reduzir privilégios fiscais e promover um Brasil mais justo e desenvolvido.
Palavras-chave oficiais: Desigualdade social,Política fiscal,Justiça tributária,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),População rica,Tributação
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente, por este 1 minuto. Eu quero falar, nesta tribuna hoje, sobre uma história de impacto na vida do povo. Não é de hoje que muitos brasileiros sonham com um país próspero, justo e, sobretudo, menos desigual. A desigualdade social é reconhecida como uma enorme chaga que persegue o nosso povo há séculos. É irrefutável que o Brasil, que é a décima maior economia do mundo, é um dos países mais desiguais do planeta. Ao longo dos anos, governantes, Parlamentares e líderes lutaram bravamente para introduzir mecanismos de manutenção dessa desigualdade, infelizmente. É no Governo do Presidente Lula que esse combate à desigualdade se torna uma obsessão. E nele surge uma batalha histórica para a taxação de bilionários, banqueiros e bets, a taxação BBB, o que infelizmente tem sido barrado por este Plenário. Portanto, Presidente, Deputados e Deputadas, nós não podemos fugir da nossa responsabilidade, neste momento, e dar um passo histórico para fortalecer a luta contra a desigualdade social. Somente com justiça tributária e sem privilégios fiscais, poderemos construir um Brasil mais forte, com desenvolvimento e com condições dignas para o povo. Taxação BBB já! Obrigada, Presidente. - 10/06/2025Breves Comunicações
A Deputada defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 14, de 2021, que altera o art. 198 da Constituição Federal para estabelecer o Sistema de Proteção Social e Valorização dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, a aposentadoria especial e exclusiva, e fixar a responsabilidade do gestor local do SUS pela regularidade do vínculo empregatício desses profissionais. Destacou o papel essencial desses profissionais no Sistema Único de Saúde, ressaltando as condições adversas em que atuam e a necessidade de reconhecimento previdenciário. Também incluiu na pauta os agentes indígenas de saúde e saneamento, cobrando a equiparação de direitos e visibilidade a esses trabalhadores historicamente negligenciados. Alertou para a urgência na designação de relatoria e instalação da Comissão Especial para avanço da proposta, classificando a medida como estratégica para garantir justiça social e valorização do trabalho na atenção básica à saúde. Reafirmou o compromisso com a aprovação da PEC e do projeto de lei voltado aos agentes indígenas, como forma de fortalecimento do SUS e de proteção à população.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Sistema de Proteção Social e Valorização dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias,Aprovação,Defesa
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa tarde a todos e a todas. O nosso mandato está a serviço do povo, como instrumento de mobilização e de defesa dos direitos da classe trabalhadora. É com esse compromisso que manifesto o meu apoio à Proposta de Emenda à Constituição nº 14, de 2021, que trata da aposentadoria especial dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias. Esses profissionais são peças fundamentais na estrutura do Sistema Único de Saúde SUS. Eles atuam diretamente nas comunidades, muitas vezes em condições precárias, e estão na linha de frente da promoção de saúde pública. Não podemos deixar de falar também a respeito dos agentes indígenas de saúde, que precisam ser enxergados como trabalhadores que possuem os mesmos direitos dos agentes comunitários de saúde. Quanto a esses trabalhadores e trabalhadoras que foram historicamente invisibilizados pelo Estado, a PEC 14/2021 representa o reconhecimento concreto da sua importância e a necessidade de garantir uma proteção previdenciária específica para quem dedica sua vida ao cuidado coletivo. Atualmente, aguardamos a designação de relatoria e a instalação da Comissão Especial. Essa é uma etapa que não pode ser adiada. É preciso celeridade. A tramitação da proposta é urgente e estratégica para corrigirmos uma injustiça histórica. Trata-se de justiça social e de valorização de um trabalho essencial. Reafirmo o meu compromisso de atuar ativamente para que seja aprovada essa PEC e também o projeto de lei sobre os agentes indígenas de saúde e os agentes indígenas de saneamento. Reconhecer esse direito a aposentadoria especial é reconhecer a centralidade do trabalho desses agentes, que garantem saúde e dignidade à população brasileira. Seguimos firmes nessa luta, porque fortalecer o SUS e valorizar os agentes de saúde, os agentes indígenas de saúde e os agentes indígenas de saneamento é proteger o nosso povo, é proteger a nossa vida. Presidente, eu queria que V.Exa., por favor, autorizasse a divulgação deste discurso no programa A Voz do Brasil. Obrigada. - 20/05/2025
A Deputada denunciou casos de violência policial em São Paulo. Informou que a Polícia Militar executou o jovem Natanael Venâncio, de 19 anos, dentro de casa, na Vila Andrade, Zona Sul da capital. Destacou que, no mesmo dia, outro homem foi espancado com chutes e cassetetes. Afirmou que esses casos refletem uma escalada na letalidade policial no Estado, que registrou aumento de 98% nas mortes por ações da PM em 2024. Cobrou investigação, justiça e uma resposta do Governo do Estado, além do fim da política de confronto, que atinge principalmente pessoas pretas e periféricas. Por fim, defendeu medidas para combater o racismo estrutural e garantir direitos humanos.
Palavras-chave oficiais: Violência policial,Polícia militar,São Paulo (Estado),Racismo estrutural,Homicídio
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Senhoras e senhores, a polícia do Governo do Estado de São Paulo está torturando e matando o nosso povo. No último domingo, Natanael Venâncio, de 19 anos, foi executado dentro da própria casa pela Polícia Militar, na Vila Andrade, na Zona Sul da cidade de São Paulo. Mais uma morte! Nesse mesmo domingo, outro homem foi espancado covardemente com chutes e cassetetes pela polícia. As imagens chocam. Isso não é abordagem policial, é tortura, é barbárie. Infelizmente, esses casos não são exceção, Sr. Presidente, têm sido recorrentes em um Estado no qual a polícia alveja as pessoas pretas e pobres. São Paulo tem a polícia mais letal do mundo, segundo um jornal inglês. Em 2024, as mortes por PMs aumentaram em 98% no Estado. Eu estou exigindo uma resposta urgente e espero que barbárie dessa natureza não continue a acontecer durante a condução das forças policiais. Quantas mães vão ter que enterrar os seus filhos, Sr. Governador? Quantas famílias ainda vão sofrer com essa guerra contra a nossa periferia? Quando isso vai acabar? A polícia está fazendo extermínio e violando direitos humanos. É a face perversa do racismo estrutural. Mais quantas vidas ainda vamos perder por causa da violência policial? O nosso mandato exige investigação, justiça e o fim dessa lógica de guerra contra o nosso povo. Obrigada, Sr. Presidente. - 20/05/2025Breves Comunicações
A Deputada falou sobre a situação da cracolândia em São Paulo (SP), criticando a abordagem atual que trata o problema como questão de segurança e urbanismo, mas que na prática resulta na dispersão dos dependentes químicos e pessoas vulneráveis pela cidade, sem oferecer moradia, emprego ou tratamento adequado. Denunciou a política higienista que tenta "esconder" essas pessoas, ignorando as necessidades reais de saúde mental, assistência psicossocial, moradia e trabalho. Afirmou que a cracolândia é um sintoma de um modelo social que prefere reprimir ao invés de cuidar, e comprometeu-se a cobrar dos Governos estadual e municipal ações que garantam dignidade, acolhimento e fortalecimento do SUS e das políticas sociais.
Palavras-chave oficiais: São Paulo (SP),Política pública,afastamento,Dependente químico,Entorpecente,Crack,repressão,Política social,Sistema Único de Saúde (SUS)
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada. Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, público que nos acompanha pela TV Câmara, eu, que venho de São Paulo, preciso falar sobre a situação que o Estado de São Paulo está passando em relação à cracolândia. Coloca-se essa questão como um problema de segurança e também de urbanismo, aliás, trabalhando a relação do urbanismo junto com a segurança. Mas o que está em questão ali também é o essencial, é a relação entre os direitos humanos e a saúde pública. Nos últimos dias, temos visto nos noticiários que a cracolândia, que há décadas é um símbolo de abandono social e de falência de políticas públicas, amanheceu vazia. E se referem à palavra "vazia" no sentido de limpeza. Mas não podemos nos enganar: as pessoas não desapareceram, elas foram pulverizadas. É muito diferente! Os dependentes químicos e as pessoas em situação de vulnerabilidade foram espalhados em diversos pontos da cidade e do Estado, fruto de uma política higienista, fruto de uma política cruel que quer tirar os pobres da paisagem urbana e apagar as pessoas mais vulneráveis do centro da cidade de São Paulo, como se elas fossem um problema. Eu pergunto: onde estão essas pessoas agora, senhoras e senhores? Elas estão sem moradia, elas estão sem emprego, elas estão sem tratamento contínuo, sem uma rede real de assistência psicossocial. E o que nós estamos vendo? Infelizmente, a repetição de um ciclo perverso do poder público empurrando o que eles falam que é sujeira para debaixo dos tapetes, e depois fingem que limpou e que a casa está limpa. Olhem a situação que vivemos! Enquanto não houver um trabalho de saúde mental organizado, transversal, com outras políticas, como a política do cuidado, a política do trabalho, a política da moradia, a política da saúde mental, dos Centros de Atenção Psicossocial Caps e da atenção básica, trabalhando com a redução de danos, a cidade vai continuar, infelizmente, pulverizando novas cracolândias em outros lugares. Sr. Presidente, peço mais alguns minutinhos. A cracolândia não é um lugar. Ela não é um lugar, ela é um sintoma, é o reflexo de um modelo de sociedade que prefere encarcerar, internar à força, reprimir, em vez de cuidar, acolher e garantir direitos. O nosso mandato seguirá cobrando o Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura pelas posturas comprometidas com a vida. E tem que haver dignidade, escuta das comunidades e fortalecimento do SUS e da política de assistência social. Sr. Presidente, peço que V.Exa. divulgue meu discurso no programa A Voz do Brasil. Muito obrigada. - 07/05/2025
A Deputada apresentou o Projeto de Lei nº 2.168, de 2025, que propõe a criação do Programa Acompanhante da Pessoa Idosa no âmbito do Sistema Único de Saúde. Informou que o programa foi inspirado em iniciativa já existente na cidade de São Paulo e prevê o acompanhamento profissional de idosos em consultas médicas, atividades culturais e outras necessidades do dia a dia. Ressaltou que a proposta foi construída com base na experiência de profissionais de saúde e usuários, com o objetivo de promover um cuidado mais humanizado e integral à população idosa.
Palavras-chave oficiais: Programa Acompanhante da Pessoa Idosa (PAI),Sistema Único de Saúde (SUS),Idoso,cuidado,humanização,Atenção integral à saúde
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. É com muito orgulho que apresento, neste exato momento, o Projeto de Lei nº 2.168, de 2025, um projeto que fala sobre o Programa Acompanhante da Pessoa Idosa no âmbito do Sistema Único de Saúde. Sr. Presidente, esse é um projeto que existe na cidade de São Paulo, na capital, com o qual profissionais da saúde acompanham o idoso ao médico, acompanham o idoso simplesmente a alguma atividade de cultura. Esse projeto foi construído por profissionais que trabalham com idosos e por usuários. Então, fico feliz de apresentar a esta Casa hoje este projeto, que institui o Programa Acompanhante da Pessoa Idosa no âmbito do Sistema Único de Saúde. Obrigada, Sr. Presidente. - 07/05/2025Breves Comunicações
A Deputada destacou os avanços promovidos pelo Governo Lula nas terras ianomâmis, após o cenário de emergência humanitária deixado pelo Governo anterior. Citou melhorias na saúde, segurança e alimentação da população indígena, com quase 80% das crianças acompanhadas nutricionalmente e crescimento constante no atendimento. Ademais, afirmou que o combate ao garimpo ilegal permitiu a retomada da produção agrícola e o início da autonomia alimentar. Também elogiou o trabalho articulado de diversos Ministérios e órgãos federais e afirmou que proteger os povos indígenas é compromisso com a Constituição, com a humanidade e com o clima.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Ianomâmis,Saúde indígena,Segurança alimentar e nutricional,Garimpo ilegal,Produção agrícola,Administração pública,Ministério
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Sras. e Srs. Deputados, público que assiste à sessão pela TV Câmara, hoje eu venho a esta tribuna para falar, com muito orgulho, do meu Governo, o Governo do Presidente Lula. Eu quero falar sobre o povo ianomâmi, que hoje é visto pelo Governo deste Presidente, que dá a esse povo condições de viver com dignidade, saúde e segurança. Sabemos que é muito raro a mídia reconhecer os feitos do nosso Presidente, mas um bom jornalismo sempre trabalha para que prevaleça a verdade dos fatos. Foi com alegria e com o coração cheio de esperança que eu assisti ao programa Fantástico no último domingo. O programa mostrou que o Brasil passou por uma situação de emergência humanitária nas terras ianomâmis e que isso ficou no passado. A repórter Sônia Bridi, que fez a primeira denúncia sobre o estado crítico dos ianomâmis, voltou àquele território e encontrou uma realidade completamente diferente do descalabro deixado pelo Governo Bolsonaro, um Governo que envergonhou o nosso País e que, com muito descaso, abandonou o meu povo, os nossos povos originários. Em janeiro de 2024, quando se iniciou o Governo Lula, havia um cenário devastador, com crianças e adultos desnutridos, com altos índices de malária, um completo abandono do Estado. Hoje, graças à articulação do Governo Federal e dos órgãos institucionais, o povo ianomâmi vive outro tempo: o acompanhamento nutricional chega a quase 80% das crianças no território; o atendimento cresce de forma constante desde o ano passado. O combate ao garimpo ilegal permitiu que a caça voltasse, as roças florescessem e a produção de alimentos macaxeira, banana, milho se tornasse uma realidade. A vida está se refazendo. Em breve, famílias vão deixar de depender de cestas básicas, porque a autonomia alimentar está no caminho. Com ela, vem a dignidade. Ressalto aqui o empenho de todos os Ministros; da ex-Ministra da Saúde Nísia Trindade; do Ministro Alexandre Padilha; da Secretaria de Saúde Indígena Sesai; do Ministério da Saúde; do Ministério dos Povos Indígenas; da Funai; do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania; da Subcomissão Especial que acompanha a crise ianomâmi, no âmbito da Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais. Essa experiência nos ensina algo valioso: preservar os povos indígenas e a sua terra não é apenas um dever constitucional, é também um compromisso com o futuro da humanidade e com o enfrentamento da crise climática. Presidente, eu gostaria que o meu pronunciamento fosse divulgado no programa A Voz do Brasil. Muitíssimo obrigada. - 06/05/2025Breves Comunicações
A Deputada celebrou a decisão do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar que determinou a suspensão cautelar do Parlamentar responsável por ofensas sexistas e misóginas à Ministra Gleisi Hoffmann, Deputada licenciada e ex-Presidente do Partido dos Trabalhadores (PT). Ressaltou a importância do momento como um marco no combate à violência contra as mulheres no Parlamento, destacando que divergências políticas não justificam ataques pessoais. Além disso, manifestou preocupação com o processo de cassação do Deputado Glauber, vítima de ofensas pessoais e contra sua mãe, e defendeu a revisão dessa sanção. Por fim, sustentou punições justas e reafirmou que a democracia exige respeito entre Parlamentares.
Palavras-chave oficiais: Decisão,Conselho de Ética e Decoro Parlamentar,Suspensão cautelar,Deputado federal,Ofensa,Sexismo,Misoginia,Ministra de Estado,Partido dos Trabalhadores (PT),Violência contra a mulher,Parlamento,Perda de mandato parlamentar,Processo legislativo
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa tarde, Deputados e Deputadas, público que nos acompanha pela TV Câmara. Eu acho que o Conselho de Ética teve hoje um dia histórico e importante, em que decidiu sobre a suspensão cautelar do Deputado que proferiu ofensas à Deputada Gleisi Hoffmann, hoje Ministra e que foi Presidente do meu partido, o Partido das Trabalhadoras e dos Trabalhadores. É importante, senhoras e senhores, que prestemos bastante atenção o que aconteceu, porque, neste século, as mulheres não vão mais aceitar caladas nenhum tipo de violência. Esta Casa e a Mesa Diretora fizeram um trabalho muitíssimo importante, ao passar para o Conselho de Ética essa representação com o formato claro, criminoso e indecoroso da fala do Sr. Deputado Gilvan da Federal. Ele usou palavras sexistas, machistas, misóginas, falando sobre amante e prostituta, numa Casa onde nós deveríamos ter total respeito aos Deputados e às Deputadas. Aqui, a gente pode divergir das ideias dos diferentes partidos, mas hoje a gente passa por um processo muitíssimo importante, no qual alguns Deputados, principalmente aqueles que são da extrema direita, acham que podem desrespeitar as pessoas. Eu sinto muito que o Deputado Glauber, que foi ofendido com ofensas pessoais e ofensas a sua mãe, enfrente um processo de cassação do seu mandato. Essa medida que foi aplicada ao Deputado Glauber precisa ser revista. Nós estamos falando sobre violência, sobre intimidação, e isso não pode acontecer. O Deputado Glauber estava defendendo ali a sua integridade e a integridade de sua mãe. Portanto, senhoras e senhores, vamos pensar muito sobre esse processo do Deputado Glauber, porque ele está vindo para este Plenário. Vamos confrontá-lo com o processo do Deputado que ofendeu a nossa companheira Deputada Gleisi Hoffmann, para estabelecermos uma punição correta. A suspensão tem o tempo máximo de 6 meses, mas o Relator desse último processo colocou 3 meses. Portanto, vamos juntos pensar que, nesta democracia em que vivemos, nós podemos ter pensamentos, mas não podemos ofender nesta Casa os nobres Deputados e Deputadas. Muitíssimo obrigada, Presidente. - 28/04/2025
A Deputada encaminhou a votação do § 7º do art. 6º da Lei nº 14.399, de 2022, alterado pelo art. 4º do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 363, de 2025, que altera a Lei nº 14.399, de 2022, que institui a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura. Na oportunidade, criticou as fake news do Partido Liberal (PL).
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,contrário Notícia falsa (fake news),Partido Liberal (PL)
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A SRA. JULIANA CARDOSO (Bloco/PT - SP. Sem revisão da oradora.) - Isso não é verdade, Presidente. Esse é o estilo desse partido. Ele sempre vem aqui e coloca fake news. Leia, por favor, o projeto de lei, Sr. Deputado. O § 8º do art. 6º diz: "A partir de 2027, somente receberão os recursos previstos nesta Lei os entes federativos que dispuserem de fundo de cultura, conforme regulamento". Se o senhor não sabe fazer interpretação de texto, eu lhe digo: o dispositivo de transição entre o § 7º e o § 8º se complementam, Sr. Deputado. Por favor, parem de ficar falando mentira nessa tribuna. Esta Lei Aldir Blanc é aquela que tem mais organização, trava, regulamentação, que é o contrário do que V.Exas. fazem. Quando o PL vem, faz qualquer projeto de lei para poder conseguir ganhar algum benefício. Essa lei não, senhoras e senhores. São mais de 5 mil cidades que receberam o recurso. São mais de 5 mil cidades que passaram por todas as tratativas. Isso mostra a organização desta legislação. Portanto, senhores, nós somos favoráveis ao texto original e contrários a este tipo de atuação desse partido, que só faz fake news. Obrigada.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.