
Nome civil: Jorge Jose Santos Pereira Solla · 65 anos
Bananômetro
79/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 60% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 94%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 81%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 27%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 92%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 97%das 720 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 98%das 743 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Fale com Jorge Solla
Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.jorgesolla@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5393
- Gabinete
- Gabinete 393, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
94%
Esteve em 369 de 391 sessões
Votou nas votações
81%
Registrou voto em 914 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 11 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
97%
Em 720 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
646 discursos na tribuna e 2 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 12/02/2019 a 11/08/2026.
- 07/10/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a declaração de um colega sobre a destinação de 150 milhões de reais em emendas parlamentares a Minas Gerais, afirmando que o valor excede os limites legais e evidencia irregularidades. Ademais, condenou a Oposição por defender privilégios e proteger aliados envolvidos em crimes, destacando a manifestação popular contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3, de 2021, que dispõe sobre as prerrogativas parlamentares, e o Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que trata de anistia a golpistas. Além disso, celebrou o recuo da Oposição ao votar favoravelmente ao Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, que dispõe sobre a isenção tributária para quem ganha até cinco mil reais e tributa os mais ricos. Ao final, elogiou o Governo Lula por retomar políticas públicas para os mais pobres e celebrou a reindustrialização do País com a inauguração da fábrica da BYD em Camaçari (BA) e a retomada da indústria naval.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Emenda,Parlamentar,Minas Gerais,irregularidade Oposição política,Manifestação pública,Proposta de Emenda à Constituição,Prerrogativa constitucional,Parlamentar,Projeto de lei ordinária,anistia,Ato antidemocrático,Golpe de Estado (crime),Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Tributação,População rica Governo federal,Presidente da República,Política social,Pobre,Reindustrialização,Indústria naval,Fábrica,Camaçari (BA),Indústria automotiva
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu não queria nem entrar no mérito desse debate de emenda parlamentar, mas o Deputado que me antecedeu falou que entregou mais de 150 milhões de reais em emendas ao Estado de Minas Gerais. É um negócio... Ou ele é réu confesso, ou há alguma coisa muito errada, muito podre nesse reino. Sr. Presidente, se V.Exa. somar eu sei , verá que suas emendas individuais e de bancada não chegam nem à metade disso, provavelmente. E não é porque V.Exa. é do Espírito Santo, eu sou da Bahia, e Minas Gerais recebe mais, não. É porque há outros mecanismos não confessáveis que podem ter levado o réu confesso a levar 150 milhões de reais para o Estado dele. Nem no Pará, Deputado Airton, nem na Bahia, Deputado Joseildo, nem no Espírito Santo, Deputado Folletto, não temos 150 milhões de reais! No entanto, um bolsonarista vem aqui e diz com a boca cheia: "Levei 150 milhões de reais, levei 200 milhões de reais". É réu confesso, não há outra coisa. Eles estão desesperados, afinal estão num inferno astral. Eles tiveram que engolir a derrota escrachante no Senado da PEC da bandidagem. Eles a defenderam e votaram a favor dela, com seus bandidos de estimação, querendo protegê-los para não serem depois indiciados, julgados e condenados, como foi Bolsonaro e toda a sua quadrilha, toda a sua "familícia". Eles tiveram que votar covardemente a favor do imposto zero para quem ganha até 5 mil reais, pois todo esse tempo foram contra o imposto zero, porque queriam proteger os bilionários. Queriam deixar os bilionários fora do pagamento do imposto. Não tiveram a coragem, Deputado Joseildo, de dar um voto a favor dos bilionários, a favor dos super-ricos e contra o imposto zero para os mais pobres. Votaram de forma covarde, como são o tempo todo, neste Parlamento. Quando estão bem, têm maioria, defendem aqui os super-ricos, defendem a Faria Lima, defendem a bandidagem. Quando as ruas vão para cima, eles se acovardam. Acabou a PEC da bandidagem, acabou o PL da anistia para golpistas, acabou a proteção para o super-rico continuar sem pagar imposto. Acabou, mané! Essa é a realidade. O bolsonarismo não vai mais prosperar. O fascismo, a extrema direita está sendo desmascarada. A V.Exas., que sempre defenderam os super-ricos, que sempre foram contra levar orçamento para os pobres, informo que Lula, de novo, está levando orçamento para o pobre, levando mais dinheiro para educação, saúde e assistência social. O Programa Minha Casa, Minha Vida, que V.Exas. destruíram, voltou. O Programa Luz para Todos, que V.Exas. destruíram, voltou. Todas as políticas públicas que V.Exas. massacraram foram reconstruídas. Nós agora estamos dando outros saltos. Quero convidar todos. Na quinta-feira, Lula estará na Bahia inaugurando a BYD, em Camaçari. Ainda há mais: ele está trazendo de volta a indústria naval. Vai assinar um contrato da Petrobras com o Estaleiro Enseada, para a construção de seis barcos importantes, Deputado Bacelar. Lula voltou. A indústria naval voltou. O País voltou a construir e fazer o investimento necessário. O bolsonarismo não vai prosperar. A extrema direita está desesperada porque o orçamento voltou a ser aplicado em benefício da população brasileira, dos mais pobres, dos que mais precisam. Estamos gerando emprego, distribuindo renda. Estamos com o melhor salário da história dos últimos 50 anos. E Bolsonaro, daqui a pouco, estará na cadeia. E mais cúmplices, mais comparsas terão o mesmo destino. Valeu! Peço a Exa. que o meu discurso seja divulgado no programa A Voz do Brasil. - 01/10/2025Breves Comunicações
O Deputado destacou a votação histórica do Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, que altera a legislação do imposto sobre a renda para instituir a redução do imposto devido nas bases de cálculo mensal e anual e a tributação mínima para as pessoas físicas que auferem altas rendas, e dá outras providências. Criticou o congelamento da tabela tributária por seis anos, afirmando que milhões de brasileiros passaram a pagar imposto por falta de atualização. Ressaltou que a medida buscava corrigir injustiças do sistema tributário e promover justiça social, ao mesmo tempo em que defendeu a taxação de super-ricos, criticando a baixa alíquota sobre lucros e dividendos no Brasil em comparação a países europeus. Afirmou que a população acompanharia atentamente a votação e reforçou que a aprovação representaria um avanço na redução das desigualdades econômicas e tributárias no País.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM),Defesa
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Hoje vai ser um dia histórico nesta Casa. Nós vivemos num País de imensas riquezas, mas também de profundas desigualdades, e a forma como o nosso sistema tributário está estruturado não apenas reflete essa injustiça, como, em geral, amplifica, agiganta o fosso econômico na nossa população. Portanto, é urgente que nós possamos colocar a justiça social e econômica no centro do debate sobre os impostos, sobre a tributação. Em primeiro lugar, precisamos urgentemente e tenho certeza de que iremos aprovar isso hoje zerar o Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais. É bom lembrar aqueles que não vão ter coragem de votar contra essa isenção e vão fazer um discurso bonitinho dizendo que essa tabela ficou 6 anos congelada. Quando a Presidenta Dilma foi deposta, no golpe de Estado de 2016, a isenção era para quem ganhasse até 1.903,98 reais. Vocês da extrema direita, a turma do fascista, a turma que apoiou o golpista, passaram 6 anos com o mesmo valor. Sabem o que representou isso? Dez milhões de brasileiros passaram a pagar Imposto de Renda por culpa de vocês, por culpa da Direita, nesses 6 anos assim que o Presidente Lula entrou, no primeiro ano, ele aumentou o limite para 2.640 reais. Nós, agora, estamos tirando dessa situação os 10 milhões de brasileiros que vocês levaram a pagar Imposto de Renda, além de muitos outros milhões de brasileiros que serão beneficiados com o imposto zero para quem ganha até 5 mil reais. Mas precisamos taxar os super-ricos. Não é possível que eles continuem tendo isenção. Só existem dois países no mundo que não cobram imposto sobre lucros e dividendos: o Brasil e a Estônia. Como nós vamos continuar com esse absurdo? E vejam que a proposta que vai ser apreciada hoje à noite é tímida. Será de no máximo 10% a alíquota para quem recebe mais de 100 mil reais por mês. Sabem qual é a alíquota nos países da Europa para essa última faixa de renda? Entre 43% e 50%. Portanto, nós precisamos, nesta noite, fazer justiça social, começar a reduzir o fosso tributário. Para isso, nós precisamos aprovar o imposto zero para quem ganha até 5 mil reais e também a redução de imposto para quem ganha entre 5 mil reais e 7.350 reais. E precisamos cobrar imposto dos super-ricos. Nós não podemos, Presidente, continuar passando a mão na cabeça dos bilionários neste País. Nós precisamos cobrar dos super-ricos, dos marajás, dos bilionários. E não vai ser a bancada que defende os super-ricos que vai impedir que a gente faça isso hoje. O povo foi às ruas, o povo vai vigiar, o povo vai acompanhar cada voto. Cuidem-se, porque esta noite os votos vão ser monitorados. O povo vai acompanhar cada voto a favor do imposto zero para quem ganha até 5 mil reais e do pagamento de imposto pelos super-ricos deste País. - 30/09/2025Breves Comunicações
O Deputado defendeu a aprovação do Projeto de Lei (PL) nº 1.087, de 2025, que altera a legislação do imposto sobre a renda para instituir a redução do imposto devido nas bases de cálculo mensal e anual e a tributação mínima para as pessoas físicas que auferem altas rendas. Recordou que o Presidente Lula assumiu o compromisso de “colocar o pobre no orçamento e o rico no Imposto de Renda”, destacando já terem sido ampliados investimentos em educação, saúde, Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Luz para Todos, salário mínimo, infraestrutura e saneamento. Ressaltou que a proposta prevê isenção para rendimentos de até R$ 5 mil, redução do imposto entre R$ 5.000 e R$ 7.350 e alíquota de 10% para bilionários. Ademais, criticou os Parlamentares contrários à taxação dos super-ricos e favoráveis ao fim das deduções de saúde e educação. Ao final, sustentou também a taxação das bets, como medida de combate ao crime organizado, e conclamou o Congresso a aprovar a proposição como resposta às manifestações das ruas.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Tributação,Aposta esportiva,Crime organizado,População rica,Presidente da República,Investimento,Política social,Programa social,Dedução tributária,Saúde,Educação,Congresso Nacional,Atuação parlamentar,Aprovação
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, amanhã, dia 1º de outubro, quarta-feira, poderemos ter aqui a grande votação do projeto que eu diria que tende a ser a mais importante decisão que esta Casa toma nesta legislatura. O Presidente Lula, no seu programa de Governo, assumiu o compromisso de colocar o pobre no Orçamento; e o rico, no Imposto de Renda. Colocar o pobre no Orçamento ele já está fazendo desde o primeiro dia de Governo. A gente coloca o pobre no Orçamento é aumentando os recursos para a educação pública; é investindo no Sistema Único de Saúde; é aumentando os aportes do Bolsa Família e das políticas de assistência social; é com o retorno do Minha Casa, Minha Vida, do Luz para Todos; é havendo a valorização do salário mínimo, a redução do desemprego, o investimento em infraestrutura com o PAC, o investimento em infraestrutura com saneamento, voltando a ter recursos públicos. Isso vem prosperando. A reconstrução nacional avançou a passos largos nesses menos de 3 anos do Governo do Presidente Lula. Agora, colocar o rico no Imposto de Renda, aí a briga é outra, a briga é mais difícil. Infelizmente, parece que a maioria deste Parlamento não representa o povo brasileiro, representa os super-ricos. Eu já ouvi, nos corredores desta Casa hoje, argumentos do tipo: Não, gente, não vamos cobrar dos pobres coitados bilionários 10%. Olhem que a proposta é tímida! Qualquer cidadão que tem um salário melhor neste País paga 27,5% de Imposto de Renda. A proposta aprovada na Comissão Especial a proposta que veio do Governo do Presidente Lula é de 10%. E estão dizendo: Não vamos onerar os bilionários em 10%. Vamos, em vez disso, acabar com as deduções de educação e saúde no Imposto de Renda". Gente, quem é onerado com 27,5% de salário é quem paga educação privada, paga saúde privada e tem a dedução. Esse cidadão da classe média vai ser duplamente penalizado: vai continuar pagando 27,5% e não vai ter a dedução. Vieram, Presidente, e apresentaram outra proposta: "Vamos deixar os super-ricos de fora, que é quem nós representamos aqui. Vamos taxar as bets". Tem que taxar as bets, sim, mas a taxação das bets não é para suprir os valores que os super-ricos devem. É para ajudar a organizar o combate ao crime organizado. É para botar no Fundo de Segurança Pública e Defesa Social. É para aumentar os aportes nas políticas públicas. Portanto, vamos aprovar o Imposto de Renda para os super-ricos, com a taxação de 10%, e vamos tirar do apagamento do Imposto de Renda milhões de brasileiros que ganham até 5 mil reais. Vamos reduzir o Imposto de Renda de quem paga e recebe entre 5.000 reais e 7.350 reais. Essa é a proposta mais importante que este Parlamento pode aprovar, indo ao encontro das manifestações das ruas, que defenderam que querem, sim a isenção do Imposto de Renda. Não querem anistia para golpista. Querem política pública... (Desligamento do microfone.) - 30/09/2025
O Deputado defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, que altera a legislação do imposto sobre a renda para instituir a redução do imposto devido nas bases de cálculo mensal e anual e a tributação mínima para as pessoas físicas que auferem altas rendas, prevendo isenção do imposto de renda para salários de até R$ 5 mil e redução para rendimentos entre R$ 5 mil e R$ 7.350,00. Alertou contra propostas de cortar deduções de saúde e educação ou criar novos tributos para evitar a taxação dos super-ricos. Por fim, ressaltou que o projeto é ainda tímido, mas representa avanço na justiça tributária, pedindo apoio massivo da Câmara.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Legislação Tributária Federal (pessoa física) (1995),redução,Imposto,Rendimento tributável,Tributação,Votação,Governo federal,Justiça tributária Saúde,Educação,Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF),Política fiscal
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu vou nessa mesma linha. Nós temos, na pauta prevista para amanhã, a votação do projeto do Imposto de Renda. Eu participei da Comissão Especial, onde conseguimos um consenso, o que foi muito importante. Esse projeto vai beneficiar milhões de brasileiros. Tenho certeza de que ele terá o apoio amplo e majoritário desta Casa. Eu estou preocupado, Presidente, porque estou ouvindo nos corredores: "Não, em vez de taxar os super-ricos, vamos acabar com as deduções de saúde e educação". Gente, as pessoas que têm um salário melhor, que pagam saúde privada e educação privada, e as abatem no Imposto de Renda, vão perder essas deduções? Por quê? Por que fazer isso para beneficiar os mais ricos, aqueles que têm maior receita na sociedade? Estão falando: "Vamos criar uma nova taxa, vamos criar um novo imposto, para não taxar os super-ricos." Por que, novamente, criar um novo imposto para isentar aqueles que não pagam? Gente, qualquer trabalhador que tem um salário um pouco melhor paga 27,5% de Imposto de Renda. Por que os que mais ganham não podem pagar 10%? O projeto é tímido. O projeto não é ousado, é tímido. O que a gente está propondo é que quem mais ganha, quem tem mais rendimento na sociedade brasileira, pague 10%. Não estamos nem propondo que ele pague o mesmo que os assalariados de faixa salarial mais alta, que pagam 27,5%. Então, eu quero pedir aos colegas apoio para que a gente, amanhã, dê aqui uma aprovação recorde a esse projeto, que vai beneficiar milhões de brasileiros e dar isenção de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais. Obrigado, Presidente. - 24/09/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei Complementar nº 163, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 2023, para excluir do cômputo dos limites de despesas primárias as despesas temporárias com educação pública e saúde de que trata o art. 6º da Lei nº 15.164, de 2025, e as despesas financiadas com recursos oriundos de empréstimos internacionais e suas respectivas contrapartidas, bem como excluir as referidas despesas com educação pública e saúde das metas fiscais, ressalvados os destaques.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei complementar,Maioria parlamentar,Voto favorável
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A maioria, Presidente, orienta a favor desse projeto importantíssimo. Primeiro, quero traduzir os termos que os bolsonaristas e a extrema direita usam. Por gastança, leia-se "investir em saúde e educação". Mais uma vez, eles são contra a gastança. Para eles, gastança é botar dinheiro nos serviços públicos de saúde e educação. Nós vamos continuar aumentando os recursos para saúde e educação, quer vocês queiram, quer vocês não queiram. E quero parabenizar o povo brasileiro, que, nesta semana, lavou a alma. Derrubaram no Senado a PEC da bandidagem. Bandido não vai poder mais se esconder aqui na Câmara. Nenhum Deputado está acima da lei. A bandidagem não vai mais ter a blindagem, a proteção do cargo de Parlamentar que queriam viabilizar. Derrubamos, enterramos a PEC da bandidagem. Aprovamos o Programa Agora tem Especialistas nesta Casa. Estamos aprovando agora mais recursos para saúde e educação. Vamos tirar dinheiro do pré-sal, que está trancado, abrir o cofre do fundo do pré-sal, no qual vocês passaram a corrente para não tirar dinheiro para saúde e educação. Vamos abrir, vamos colocar, vamos aprovar! Parabéns ao povo brasileiro, que foi para as ruas e destrancou o cofre do pré-sal para saúde e educação e derrotou a bandidagem que queria permear aqui! - 24/09/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da votação do Projeto de Lei Complementar nº 163, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para excluir do cômputo dos limites de despesas primárias as despesas temporárias com educação pública e saúde de que trata o art. 6º da Lei nº 15.164, de 14 de julho de 2025, e as despesas financiadas com recursos oriundos de empréstimos internacionais e suas respectivas contrapartidas, bem como excluir as referidas despesas com educação pública e saúde das metas fiscais, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário,Projeto de lei complementar
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Federação Brasil da Esperança orienta "não" ao adiamento da votação. Eu quero deixar bem claro o que estamos dizendo. Vocês sabem muito bem do que estamos falando. Estamos falando de recursos que estão parados no fundo do pré-sal, recursos que, por lei, seriam destinados à saúde, e não estão podendo ser utilizados por causa dos limites estabelecidos. O problema é que vocês não querem botar dinheiro na saúde nem na educação. Querem que esse dinheiro continue represado lá, para ficar fazendo caixa, para dar conforto ao pagamento dos juros e da dívida pública. É só isso. Não querem que o Brasil use recursos de empréstimo internacional para a saúde e para a educação. Querem que o dinheiro fique lá na conta, para fazer superávit, fazer caixa. Para vocês, só é vantagem botar dinheiro no bolso dos super-ricos. Para vocês, o pobre tinha que ficar fora do Orçamento. Com Lula, o pobre entra no Orçamento deste País. - 24/09/2025outros
O Deputado discutiu o Projeto de Lei Complementar nº 163, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para excluir do cômputo dos limites de despesas primárias as despesas temporárias com educação pública e saúde de que trata o art. 6º da Lei nº 15.164, de 14 de julho de 2025, e as despesas financiadas com recursos oriundos de empréstimos internacionais e suas respectivas contrapartidas, bem como excluir as referidas despesas com educação pública e saúde das metas fiscais, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,favorável
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero parabenizar o Deputado Isnaldo Bulhões Jr., porque, como autor do projeto, destrava uma questão que hoje é fundamental para o investimento em saúde e educação. Vou citar duas áreas. Uma, o Fundo Social do Pré-Sal. A legislação estabeleceu a destinação desses recursos, e nós precisamos usá-los, mas eles estão limitados não pela inexistência dos recursos financeiros, mas pela não autorização para utilizá-los com essa finalidade. Ao se estabelecer um valor como gasto temporário para cinco exercícios, nós poderemos incorporar, no ano que vem, 1,6 bilhão de reais, ampliando o espaço fiscal para a saúde e a educação. Ainda não é o ideal, nós estamos falando de apenas 5% dos recursos do fundo para saúde e educação, mas já vai ser um fôlego a mais, o que vai permitir a expansão das ações de saúde, como aprovamos aqui o Programa Agora tem Especialistas e outros serviços. Outra área é a de empréstimos internacionais. Isso chega a ser esquizofrênico. O Governo toma um empréstimo internacional para a saúde, e não pode executá-lo em função do limite estabelecido pelo arcabouço fiscal, pelo teto. Eu fui Secretário de Saúde de Estado, Deputado Patrus, e captei junto ao BID o maior empréstimo para a saúde em relação a outros Estados. Na época, foram 250 milhões de dólares. Isso permitiu que nós ampliássemos enormemente a rede hospitalar pública, a rede de policlínicas públicas, a rede de unidades básicas. Para que tomar um empréstimo para ampliar os investimentos em saúde, se a utilização desse empréstimo está limitada? É para dar lucro a quem emprestou o dinheiro. Só se for para isso! Infelizmente, essa é a lógica dessa turma. Quando se fala em tirar dinheiro para o pobre, tirar dinheiro para a educação e para a saúde, eles ficam desesperados, posicionam-se logo de forma contrária. Criam amarra atrás de outra para impedir que o dinheiro do Orçamento vá para o pobre, para impedir que o dinheiro do Orçamento vá para as políticas que fazem a diferença na vida da maioria da população. Mas, quando se trata de gastar dinheiro para pagar juros e dívida pública, quando se trata de botar dinheiro na mão dos super-ricos, aí essa galera gosta. Agora, taxar super-rico não pode. Não se pode taxar o super-rico, mas pode botar dinheiro no bolso do super-rico. Da mesma forma, pode taxar o pobre, mas não pode destinar dinheiro do Orçamento para as políticas que fazem a diferença na vida do pobre. O SR. PRESIDENTE (Carlos Veras. Bloco/PT - PE) - Peço que conclua, Deputado. O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA) - Só quero lembrar que o Presidente Lula assumiu o compromisso de botar o pobre no Orçamento e botar o rico no Imposto de Renda. Nós vamos continuar colocando o pobre no Orçamento a cada ano mais. Mesmo que a extrema direita não queira, mesmo que tente impedir, o povo brasileiro vai fazer como no último fim de semana: vai às ruas tanto para combater a bandidagem como para cobrar mais orçamento, mais recursos para as políticas públicas do País. Obrigado, Presidente. - 24/09/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento que solicita a retirada da Ordem do Dia do Projeto de lei complementar nº 163, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para excluir do cômputo dos limites de despesas primárias as despesas temporárias com educação pública e saúde de que trata o art. 6º da Lei nº 15.164, de 14 de julho de 2025, e as despesas financiadas com recursos oriundos de empréstimos internacionais e suas respectivas contrapartidas, bem como excluir as referidas despesas com educação pública e saúde das metas fiscais, e dá outras providências. Além disso, destacou que, para o Governo Lula, era essencial preservar recursos extraordinários para saúde e educação. Citou o programa Pé-de-Meia, criado para apoiar financeiramente estudantes e reduzir riscos de envolvimento com o crime organizado.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,Partido dos Trabalhadores (PT),Voto contrário Governo federal,Recursos orçamentários,Saúde,Educação,Programa Pé-de-Meia
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O PT, Presidente, orienta "não" à retirada de pauta. O interessante é que, para essa turma da extrema direita, dos fascistas e bolsonaristas, só não pode limitar o gasto do Governo com juros e com pagamento de dívida que é o dinheiro que volta para os super-ricos, que volta para aqueles que financiam a campanha de vocês. Para nós e para o Governo do Presidente Lula, deixar de fora do limite esses recursos extraordinários para a saúde e para a educação é fundamental. Criamos o Pé-de-Meia para botar dinheiro no bolso dos estudantes, tirar os estudantes do risco de serem cooptados pelo crime organizado, pelo tráfico. Votamos e aprovamos agora o Mais Especialistas, para aumentar o acesso a exames, consultas e tratamento. Precisamos que este recurso seja incorporado. Se não aprovarmos este projeto, vai ser menos recurso para a saúde, menos para a educação, e mais para os super-ricos. - 24/09/2025outros
O Deputado criticou os que se opõem a programas cruciais para a população, como o Programa Agora Tem Especialistas, proposto pela Medida Provisória nº 1.301, de 2025. Defendeu o Sistema Único de Saúde (SUS) como a política pública mais relevante do País, destacando sua atuação na pandemia e os êxitos em vacinação e transplantes. Ademais, ressaltou a prioridade do Governo em expandir a atenção especializada, assinalando que a extrema direita focava na defesa de Bolsonaro e na oposição à tributação de super-ricos.
Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Programa Agora Tem Especialistas,Política pública,Política de saúde,Oposição política Extrema direita,proteção,Ex-presidente da República,Contribuinte de alta renda,Tributação,contrário Sistema Único de Saúde (SUS),Política de saúde
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Esta turma, mais uma vez, é o NOVO mais velho que existe na face da Terra. É até contra essências fundamentais de um programa que será importante para a população brasileira, para reduzir filas, para ampliar a capacidade de atender nossa população. O Sistema Único de Saúde, Presidente Hugo Motta, é a política pública mais importante que nós colocamos na Constituição brasileira. O SUS fez com que o Brasil seja o único país com mais de 100 milhões de habitantes a ter um sistema público universal. Já pensou o que seria da população brasileira enfrentar a pandemia, sem o SUS e com o pior Presidente da República que este País já teve? Já pensou o que seria da população enfrentar a pandemia sem o SUS e com aquela turma que estava no Ministério da Saúde, mandando tomar cloroquina, impedindo aquisição de vacinas? Felizmente, o SUS voltou com o Presidente Lula. Nós podemos novamente nos orgulhar de ter o maior programa de vacinação pública do mundo. Nós podemos novamente nos orgulhar de ter o maior programa público de transplantes do mundo. Nós podemos nos orgulhar de ter o maior programa de atenção pré-hospitalar pública, que é o Samu, no mundo inteiro. Nós podemos nos orgulhar de ter uma atenção básica que chega a cada canto deste País, a cada Município, na zona rural, na periferia dos grandes centros urbanos. Nós ampliamos muito o acesso da população brasileira à atenção básica. Nós precisamos fazer agora outro movimento para aumentar esse acesso de forma ampliada na atenção especializada, ambulatorial e hospitalar, para diagnóstico, para tratamento, para reabilitação. Esse movimento é prioridade do Presidente Lula. É prioridade do nosso Governo. É prioridade da nossa população. Só não é prioridade da extrema direita fascista, que continua apenas a falar com seu umbigo, que continua apenas preocupada com duas pautas. Só existem duas pautas para essa turma: de um lado, salvar o pescoço de Bolsonaro e dos seus asseclas; e, de outro lado, evitar que os super-ricos paguem Imposto de Renda. Se não garantirem essas duas pautas, eles não querem votar mais nada aqui. São contra o SUS, são contra a educação pública, são contra todas as propostas importantes. A população brasileira não quer anistia para os golpistas. A população brasileira quer que os super-ricos sejam tributados, sim, no Imposto de Renda e que sejam isentados os que ganham até 5 mil reais. Viva o SUS! Viva o povo brasileiro! - 24/09/2025outros
O Deputado encaminhou a votação da Emenda de Comissão nº 108 apresentada à Medida Provisória nº 1.301, de 2025, que institui o Programa Agora Tem Especialistas, dispõe sobre o Grupo Hospitalar Conceição S.A., altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, a Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994, a Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, a Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, a Lei nº 12.871, de 22 de outubro de 2013, e a Lei nº 13.958, de 18 de dezembro de 2019.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Emenda constitucional,Medida provisória
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Presidente, parece que passou uma carreta por cima dos bolsonaristas. Eles estão tão desnorteados que apresentam um destaque e nem conseguem defendê-lo. É indefensável ser contra um programa como esse. É impossível falar contra um programa que vai reduzir filas, que vai ampliar acesso, que vai fazer diagnóstico precoce, que vai salvar vidas. O problema é que essa turma da extrema direita nunca se preocupou em salvar vidas. Não se preocuparam em salvar vidas na pandemia, foram contra a vacina. Graças a eles, pelo menos 200 mil, 300 mil brasileiros não estão mais conosco, Deputado Bohn Gass. Quem, na pandemia, na maior crise sanitária do planeta, não defendeu a vida, não vai ser agora que irá fazê-lo. Estão preocupados com a vida do clã Bolsonaro, estão preocupados com a vida da familícia, da quadrilha que se apossou do Estado brasileiro e perdeu. Estão fora. Felizmente, a bandidagem não vai prosperar. - 24/09/2025outros
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de preferência para apreciação da Emenda Aglutinativa º 1 à Medida Provisória nº 1.301, de 2025, que institui o Programa Agora Tem Especialistas, dispõe sobre o Grupo Hospitalar Conceição S.A., altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, a Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994, a Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, a Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, a Lei nº 12.871, de 22 de outubro de 2013, e a Lei nº 13.958, de 18 de dezembro de 2019.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de preferência,Emenda aglutinativa,Medida provisória,favorável
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Presidente, encaminhamos "sim". Dessa emenda eu queria destacar um aspecto importante, que é o fortalecimento do Grupo Hospitalar Conceição, do Rio Grande do Sul, uma instituição que há muito tempo presta relevantes serviços ao Sistema Único de Saúde. É uma instituição, uma empresa pública, assim como é a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, que cuida da gestão de todos os hospitais universitários federais, das universidades. Essas duas instituições, duas empresas públicas, terão nesse programa um papel destacado. Elas irão ampliar o acesso a serviços de maior complexidade, irão ampliar o acesso a procedimentos de diagnóstico e tratamento essenciais, e o GHC, Deputados, deixará de ser exclusividade de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul, já ganhou no Rio de Janeiro o espaço, agora, com os hospitais do Ministério e vai ser uma instituição também relevante em outros Estados. Parabéns, Grupo Hospitalar Conceição! Parabéns, Ebserh! Votamos "sim". Esta emenda aglutinativa reforça o papel, a importância e as características da Ebserh e do GHC. - 24/09/2025outros
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de preferência de votação para Emenda Aglutinativa nº 1 relativa à Medida Provisória nº 1.301, de 2025, que institui o Programa Agora Tem Especialistas, dispõe sobre o Grupo Hospitalar Conceição S.A., altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, a Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994, a Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, a Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, a Lei nº 12.871, de 22 de outubro de 2013, e a Lei nº 13.958, de 18 de dezembro de 2019.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de preferência,Emenda aglutinativa,Medida provisória,favorável
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Sim. Estava aguardando a Deputada Ana Pimentel, Presidente. Se ela abriu mão, tudo bem. Esta é uma votação extremamente importante. Uma Comissão Mista se debruçou sobre o projeto. Quero inclusive agradecer ao nosso Senador Otto Alencar, que foi o Relator na Comissão Mista. O produto está muito interessante, e nós avançamos em pontos inovadores. Eu quero parabenizar o Governo do Presidente Lula, o Ministro Alexandre Padilha. Não posso fazer nada se a turma da extrema direita, do fascismo está aí esperneando. Na verdade, eles são contra tudo o que faz bem ao povo brasileiro. São contra a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais, são contra investir no Sistema Único de Saúde e aumentar o acesso à atenção especializada, são contra todas as políticas públicas que melhoram a vida das pessoas. Por isso, quando foram Governo, destruíram o SUS, destruíram todas as políticas públicas importantes para a nossa população e agora tentaram proteger a bandidagem. Perderam, manés, mais uma vez! O SR. JOSÉ MEDEIROS (Bloco/PL - MT) - Ninguém aqui quer proteger o PT, não. O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - O voto é "sim", Presidente. - 24/09/2025outros
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de adiamento da votação da Medida Provisória nº 1.301, de 2025, que institui o Programa Agora Tem Especialistas, dispõe sobre o Grupo Hospitalar Conceição S.A., altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, a Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994, a Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, a Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, a Lei nº 12.871, de 22 de outubro de 2013, e a Lei nº 13.958, de 18 de dezembro de 2019. Além disso, criticou a tentativa de adiamento da votação da matéria, associando-a a interesses políticos relacionados à proposta de anistia para envolvidos em atos golpistas (Projeto de Lei nº 2.162, de 2023). Ademais, rejeitou a PEC da bandidagem (Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021), que foi "enterrada” pelo Senado e, por fim, declarou confiança na reeleição do Presidente Lula e na diminuição da influência de setores políticos alinhados ao golpismo e ao fascismo.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de adiamento da votação,Medida provisória,contrário Projeto de lei ordinária,anistia,Ato antidemocrático,Golpe de Estado,Fascismo Proposta de Emenda à Constituição,Prerrogativa constitucional,blindagem,Senado Federal,Parlamentar Apoio político,Reeleição,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT)
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Presidente, mais uma vez, fica provado aqui quem defende os interesses da população brasileira e quem só está preocupado em passar esponja nos crimes que cometeu contra a democracia e contra a soberania do povo brasileiro. Este programa é uma prioridade nacional; é mais um patrimônio que nós vamos somar ao Sistema Único de Saúde. Ele, de forma inovadora, vai agregar praticamente 2 bilhões de reais, captados de créditos tributários de serviços que serão prestados ao Sistema Único de Saúde. É inovador em várias dimensões: vai ampliar o acesso da população aos serviços, vai qualificar serviços importantes em áreas estratégicas para diagnóstico, para tratamento, para reabilitação. Portanto, é um verdadeiro absurdo que alguém deste plenário tenha a ousadia de pedir para adiar esta votação. Eu sei que estão traumatizados porque hoje o Senado passou uma esponja e enterrou a PEC da bandidagem. Eu sei que estão traumatizados porque a chance de passar uma anistia para os golpistas cada dia é menor. Eu sei que estão traumatizados porque o povo brasileiro foi às ruas e disse "não" à bandidagem, disse "não" à anistia aos golpistas. Eu sei tudo isso, mas não é por isso que vocês vão prejudicar o Sistema Único de Saúde. Não é por isso que a turma bolsonarista vai prejudicar novamente a saúde da população brasileira. Eu pergunto a vocês: não basta o que seu ex-Presidente fez durante a pandemia, o genocídio que promoveu? Não basta o que o seu ex-Presidente e vocês fizeram ao cortar recursos do Sistema Único de Saúde, desmontando pela primeira vez o pacto federativo na gestão do Sistema Único de Saúde? Não basta apenas o que vocês fizeram? Vocês levaram 4 anos cuidando do Ministério da Saúde. Sabem quantos equipamentos de radioterapia vocês botaram na rede? Nenhum! Nenhum! Vocês cortaram financiamento para a construção de novas unidades básicas de saúde. Vocês cortaram recursos para os maiores prestadores filantrópicos do SUS. Vocês cortaram recursos para todos os novos hospitais e serviços públicos que foram abertos entre o golpe de Estado que tirou a Presidenta Dilma em 2016 e a volta do Presidente Lula. Portanto, é inconcebível, é irresponsável e, eu diria, até criminoso defender, em troca da anistia aos golpistas, que a gente não vote matérias como esta aqui nesta Casa. O povo brasileiro já foi às urnas dizendo que Lula tem que voltar e irá novamente ano que vem, dizendo que nós vamos novamente reeleger o Presidente Lula, dar tchau para o golpismo e para o fascismo e reduzir a presença aqui de Parlamentares que têm essa... - 24/09/2025Breves Comunicações
O Deputado parabenizou as manifestações populares contra a Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021, que altera os arts. 14, 27, 53, 102 e 105 da Constituição Federal, para dispor sobre as prerrogativas parlamentares, denominada “PEC da bandidagem", lembrando que o Senado a rejeitou por unanimidade após pressão das ruas. Em seguida, criticou a tentativa de atrelar a votação da isenção do Imposto de Renda ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política, e alertou que defensores da proposta planejam reduzir penas ou aprovar anistia “na calada da noite”. Por fim, acusou a direita de hipocrisia por defender penas severas para crimes menores enquanto busca aliviar punições de quem atentou contra a democracia em 8 de janeiro, afirmando que tais atos são crimes graves contra o Estado Democrático de Direito.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Prerrogativa constitucional,Imunidade parlamentar,Manifestação pública,Opinião pública,Senado Federal,Rejeição Projeto de lei ordinária,anistia,Isenção tributária,Pauta (processo legislativo),Direita política,Hipocrisia,Golpe de Estado (crime),Estado Democrático de Direito
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Primeiro, eu quero parabenizar o povo brasileiro, que foi às ruas, manifestou a sua posição extremamente indignada e contrária à PEC da bandidagem, que, infelizmente, a maior parte dos Parlamentares desta Câmara Federal aprovaram aqui em dois turnos. E o povo foi tão forte na sua manifestação que hoje o Senado enterrou a PEC da bandidagem por unanimidade dos membros na Comissão de Constituição e Justiça. Presidente, até aquele famoso ex-juiz ladrão, que queria dar um golpe na CCJ para fazer uma alteração para o projeto voltar para cá e a turma da bandidagem aprovar de novo, sem precisar ter o aval do Senado, recuou e teve que votar também contra a PEC da bandidagem. Mas nós queremos agora ir além, derrubar o PL da anistia aos golpistas, e eles já estão preparando o golpe. Querem atrelar a votação do Imposto de Renda à aprovação do PL da Anistia aos golpistas. Falam em dosimetria: "Não, não vai ser mais anistia, não, vão reduzir as penas". Mas já estão preparando a emenda para aprovar a redução das penas e depois, na calada da madrugada, votar a emenda para aprovar a anistia. Quanto à redução de pena, gente, não eram vocês que diziam que bandido bom é bandido morto? Agora, vocês não querem nem bandido preso? Vocês agora gostam de bandido solto. Quando o bandido é de vocês, tem que ficar solto; quando o bandido é pobre, o que roubou uma galinha para matar a fome do seu filho, ah, esse tem que ser preso! Deputado Joseildo Ramos, eles ficam aqui todo dia falando em aumentar pena, aumentar pena para ladrão de galinha, aumentar a pena para o cara que rouba um celular, aumentar a pena para o pobre coitado neste País. Agora, vocês querem diminuir a pena dos maiores bandidos deste País, porque os maiores bandidos são os que atentam contra o Estado de Direito, são os que atentam contra a democracia, aqueles que atacaram os prédios dos Três Poderes, aqueles que tentaram matar o Presidente da República eleito, aqueles que tentaram explodir um caminhão de combustível aqui em Brasília perto do aeroporto. Para esses bandidos, vocês acham que a pena tem que diminuir. Agora, para o ladrão de galinha, o batedor, o aviãozinho do tráfico, vocês continuam dizendo que a pena tem que ser aumentada. Felizmente, Bolsonaro não está nos Estados Unidos. Ele não é americano de verdade, apesar do quanto ele admira o país. Ocorre que lá traidor da pátria, quem vende informação para outro país, quem se utiliza de outra potência estrangeira para atacar a economia nacional, pega prisão perpétua, se não pegar pena de morte. Presidente, lá eles não vacilam com traidor, não. Eles não vacilam com quem comete crime de lesa-pátria. Nos Estados Unidos, traidor, quem faz espionagem, quem entrega informação secreta, quem utiliza de expedientes para atacar a economia nacional, vai para o paredão, vai para a pena de morte ou, na melhor das hipóteses, vai para a prisão perpétua. Peço, por favor, que sejam divulgados no programa A Voz do Brasil os parabéns ao povo brasileiro, que não permitiu, que derrubou, que enterrou a PEC da bandidagem, que predominou nesta Câmara. - 23/09/2025outros
O Deputado destacou a relevância do Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, que altera a legislação do Imposto de Renda. Explicou que a proposta prevê isenção para quem ganha até R$ 5 mil e redução da alíquota para rendas entre R$ 5 mil e R$ 7.350, enquanto pessoas com altas rendas passarão a pagar mais. Afirmou que a medida cumpre o compromisso de campanha do Presidente Lula de incluir os pobres no orçamento e os ricos na tributação. Também ressaltou que a mobilização popular foi determinante para pressionar o Congresso, barrar propostas como a “PEC da bandidagem” e o “PL da anistia”, e garantir a análise de pautas consideradas importantes para a população.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM),redução,Contribuinte de alta renda,Tributação,Defesa Proposição legislativa,Senador,Deputado,Imunidade parlamentar,Prerrogativa constitucional,Supremo Tribunal Federal (STF),Foro privilegiado,População,contrário Proposição legislativa,Manifestação pública,participação,anistia,População,contrário
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Todas as redes sociais hoje só falam de uma coisa: os bolsonaristas ficaram morrendo de medo de Trump "fazer o L". Só faltou isso, porque até climão rolou, química rolou. Arregão, frouxo não é só Bolsonaro, não; Trump também. Mas vamos tratar do que é importante para o povo brasileiro. Está na pauta, para receber emendas, o Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, uma das mais importantes matérias que nós vamos aprovar nesta legislatura, que "altera a legislação do imposto sobre a renda para instituir a redução do imposto devido nas bases de cálculo mensal e anual e a tributação mínima para as pessoas físicas que auferem altas rendas". Traduzindo: quem ganha até 5 mil reais não vai pagar mais Imposto de Renda e quem ganha entre 5 mil reais e 7.350 reais vai pagar menos Imposto de Renda. O Presidente Lula, na campanha eleitoral, assumiu o compromisso de colocar o pobre no Orçamento e colocar o rico no Imposto de Renda. O pobre no Orçamento a gente já vem colocando desde o início do Governo, quando voltaram o Minha Casa, Minha Vida e o Programa Luz para Todos; quando se valorizou o salário mínimo e destinou-se recurso para a saúde e a educação. Colocar o rico para pagar Imposto de Renda é o que é mais difícil neste País. Foi preciso o povo brasileiro ir neste domingo às ruas dizer "não" à PEC da bandidagem, dizer "não" à anistia e cobrar a isenção de Imposto de Renda para conseguirmos colocar essas matérias na pauta. Se não fossem as manifestações de domingo, vocês acham que elas estariam na pauta esta semana para receber emendas? Não estariam. Para termos uma pauta importante para o povo brasileiro, tem que haver movimentação nas ruas, tem que haver cobrança. Não temos maioria nesta Casa, infelizmente dos 513 Deputados, apenas 130 ou 140 fizeram campanha defendendo a eleição do Presidente Lula. A maioria apoiou o candidato da extrema direita , mas estamos virando o jogo. A turma foi para as ruas, pressionou, e não vai prosperar a PEC da bandidagem, não vai prosperar o PL da anistia e vai ser analisado e aprovado por esta Casa o projeto mais importante para o povo brasileiro, que o que trata da isenção do pagamento de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais e do pagamento de Imposto de Renda pelos super-ricos. Vão pagar Imposto de Renda aqueles que utilizam os seus benefícios, financiam bancada de Parlamentares para tirá-los do pagamento do Imposto de Renda. Desta vez, não vai rolar. Desta vez, o povo na rua vai cobrar isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil e pagamento do Imposto de Renda pelos super-ricos. Não vai prosperar a PEC da bandidagem e não vai passar o PL da anistia aos golpistas. Com certeza, esta Casa vai recuperar a credibilidade. Obrigado. - 23/09/2025outros
O Deputado discutiu o Projeto de Decreto Legislativo nº 459, de 2022, que aprova o texto do Acordo de Cooperação Técnica entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República de Fiji, assinado em Brasília, em 1º de novembro de 2013. Além disso, elogiou o Presidente Lula pelo discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU. Afirmou que o Presidente projetou o País internacionalmente ao criticar sanções e intervenções unilaterais associadas ao governo Trump e a pressões de golpistas, fascistas e setores ligados ao ex-Presidente Bolsonaro. Sublinhou, ainda, como ponto mais forte, a denúncia de Lula contra o genocídio em Gaza, acusando Israel de promover chacinas e usar a fome como arma, com a cumplicidade de países desenvolvidos. Por fim, destacou que o posicionamento do Presidente reafirmou a liderança brasileira na defesa da democracia, da soberania e dos direitos humanos no cenário internacional.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de decreto legislativo Presidente da República,Discurso político,Assembleia geral,Organização das Nações Unidas (ONU),abertura,Diplomacia,sanção,Estados Unidos,Intervenção,Golpe de Estado,Fascismo,Ex-presidente da República,Denúncia,Genocídio,Israel,Faixa de Gaza,Democracia,Soberania nacional,Direitos humanos,Palestina
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, esse projeto trata de um acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República de Fiji no momento em que está sendo aberta a Assembleia Geral das Nações Unidas e o Presidente Lula, mais uma vez, mostra ao mundo o gigante estadista que é; no momento em que, mais uma vez, o mundo reconhece que ele é "o cara". Hoje, o Governo do Brasil se agigantou perante o mundo. O Presidente Lula bateu nas taxações trumpistas; nas retaliações descabidas para tentar livrar a cara dos golpistas, dos fascistas de Bolsonaro e toda a sua quadrilha , e nem sequer precisou dizer o nome de Trump, não precisou citar o nome da nação dos Estados Unidos. Transcrevo as palavras do Presidente Lula: "Atentados à soberania, sanções arbitrárias e intervenções unilaterais estão se tornando a regra" no cenário mundial, mas não irão prosperar. Depois de todas as denúncias contra a corja bolsonarista, contra as pressões ao Judiciário brasileiro, o Presidente Lula fez a denúncia mais importante do dia na ONU: ele confrontou a chacina do povo palestino, com todas as letras, com todas as palavras. Olhando na cara dos Chefes de Estado e das delegações dos diversos países na Assembleia Geral da ONU, Lula disse: "Mas nada, absolutamente nada, justifica o genocídio em Gaza". Gente, ele disse "genocídio", com todas as letras, com a ênfase necessária para denunciar o massacre que o Estado de Israel leva a cabo, usando a fome como arma, com a cumplicidade dos países ditos desenvolvidos com a carnificina em curso. Lula fez a denúncia mais forte, mais contundente que poderia ser feita na Assembleia Geral da ONU contra o que está acontecendo com o povo palestino, contra o que está acontecendo em Gaza. Começou denunciando os ataques ao Brasil, começou denunciando as pressões para livrar a cara dos golpistas fascistas e seguiu denunciando a maior chacina que o mundo está atravessando: a chacina contra o povo palestino, a chacina em Gaza, com a cumplicidade, a conivência e a participação, por que não dizer, de diversos países ditos do primeiro mundo. Mais uma vez, o Presidente Lula nos orgulha, marca o Brasil na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, marca o Brasil novamente como um gigante no cenário internacional, na defesa da democracia e das causas mais importantes... - 23/09/2025
O Deputado criticou os defensores da chamada “PEC da bandidagem”, afirmando que estavam envergonhados e ausentes do plenário. Destacou que as pautas prioritárias para a população deveriam ser a isenção do Imposto de Renda até cinco mil reais, a taxação dos super-ricos e a mudança da atual escala de trabalho, que classificou como escravagista. Ademais, rejeitou propostas de blindagem e anistia a golpistas, classificando-as como tentativas de proteger crimes contra a democracia. Finalizou citando o Senador Otto Alencar, que teria assegurado que a PEC não avançaria no Senado.
Palavras-chave oficiais: contrariedade,Proposta de Emenda à Constituição,blindagem,Imunidade material,Imunidade parlamentar,Projeto de lei ordinária,anistia,Golpe de Estado (crime),Manifestação pública Pauta (processo legislativo),Projeto de lei ordinária,isenção,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM),Jornada de trabalho,Tributação,Contribuinte de alta renda
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Os bolsonaristas e a turma da PEC da bandidagem estão tão envergonhados que nem estão aparecendo aqui no plenário. Há um ou outro gato pingado para tentar defender o indefensável. A pauta de que o povo precisa é a da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais; a pauta de que o povo precisa é a da taxação dos super-ricos; a pauta de que o povo precisa é a da mudança da escala de trabalho escravagista que temos até hoje; e não a da blindagem da roubalheira, da blindagem da bandidagem. E não adiantou eles se associarem àqueles que querem a anistia dos golpistas, que foram quem mais cometeu crime neste País contra a democracia e contra o nosso Estado de Direito, porque isso não vai prosperar. Deputado Rogério Correia, não se preocupe, porque o Senador Otto Alencar já disse que matou no peito e vai chutar a bola para longe, que isso não vai passar no Senado e que não existe essa história de voltar para a Câmara, não. Bandidagem não vai prosperar, Presidente! - 23/09/2025Breves Comunicações
O Deputado elogiou a atuação do Presidente Lula na Assembleia da ONU, destacando o reconhecimento internacional da importância do Brasil. Ressaltou a participação massiva da população nas ruas contra a Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021, que altera os arts. 14, 27, 53, 102 e 105 da Constituição Federal, para dispor sobre as prerrogativas parlamentares e dá outras providências, classificando-a como tentativa de blindagem de políticos envolvidos em crimes. Parabenizou os Senadores Otto Alencar e Jaques Wagner pelo compromisso em combater a aprovação da PEC no Senado. Concluiu afirmando que o povo reelegerá Lula e renovará o Congresso com Parlamentares comprometidos com a população.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,alteração,prerrogativa,Parlamentar,Crítica Presidente da República,Organização das Nações Unidas (ONU),Elogio,Política externa
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Primeiro, eu tenho, obviamente, que registrar a nossa satisfação com a gigantesca atuação do Presidente Lula hoje na Assembleia Geral da ONU, chegando ao ponto de desarmar o Presidente dos Estados Unidos de qualquer resposta que não fosse identificar e resgatar a importância do Brasil, reconhecendo que Lula realmente é o cara. Os bolsonaristas ficaram até com medo de o Trump fazer o L hoje lá na Assembleia Geral da ONU. Quero também parabenizar o povo brasileiro, que foi para as ruas nesse domingo uma multidão. Eu estava lá em Salvador. Centenas de milhares de pessoas no Brasil inteiro foram às ruas para dizer "não" à PEC da bandidagem PEC da bandidagem, repito. Os bolsonaristas que querem anistia para os golpistas, que querem livrar o pescoço daquele que cometeu o maior crime que já houve neste País, a tentativa de golpe de Estado, juntaram-se com aqueles que estão com medo de a Polícia Federal identificar os seus crimes de diversas naturezas, especialmente aqueles que têm utilizado recursos públicos de forma ilegal, de forma criminosa. Essa articulação conseguiu aprovar aqui uma blindagem para que a bandidagem só possa ser investigada se houver autorização da maioria da Casa, apurada em votação secreta, mas isso não vai prosperar. Deputado Charles Fernandes, temos que parabenizar o Senador Otto Alencar, que matou esse problema no peito e disse: "Aqui não passa". Ele já indicou um Relator que não vai ser conivente com isso e vai matar a PEC da bandidagem ainda na CCJ do Senado. Tenho muito orgulho de termos um Senador com esse caráter, com essa competência e com esse compromisso, junto com o Senador Jaques Wagner, Líder do Governo, que também já está atuando no Senado para derrubar a bandidagem que prosperou nesta Câmara. Aqueles que estão com lágrimas de crocodilo, dizendo-se arrependidos, vão ter a oportunidade de se redimir aqui na Câmara, porque nós ainda não votamos o mérito do projeto da anistia aos golpistas. Então, para quem é contra a bandidagem, para quem se arrependeu de ter dado o seu voto a favor daquela PEC, fica o convite: quando vier para a pauta de votação o projeto de anistia aos golpistas, conto com o voto dos arrependidos. Vamos mostrar que existe arrependimento na prática, e não só no discurso. Quem se arrependeu de votar com os bandidos, quem se arrependeu de votar com a bandidagem, com o crime organizado, com a milícia, faça o favor de vir aqui e votar contra a anistia aos golpistas e contra a anistia àqueles que prosperaram no Governo passado, a milícia e o crime organizado; contra o ataque ao INSS e à aposentadoria dos brasileiros. Concluo, Deputado Charles, chamando a atenção para o fato de que, no ano que vem, haverá eleição. O povo brasileiro vai reeleger o Presidente Lula, mas vai saber identificar quem foi que votou com a bandidagem, quem foi que votou com a milícia, quem foi que votou com o que há de pior neste País. Nós vamos reeleger o Presidente Lula e vamos entregar a Lula um Congresso muito melhor do que este, com mais Parlamentares com compromisso com o povo brasileiro. Peço que este discurso seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 16/09/2025Breves Comunicações
O Deputado destacou como inédito o julgamento de militares envolvidos em tentativa de golpe contra a democracia brasileira, lembrando os ataques de 8 de janeiro e outras ações que visaram autoridades e prédios dos Três Poderes. Afirmou que não há espaço para anistia aos golpistas nem para a chamada PEC da blindagem, que, segundo ele, busca impedir a responsabilização de Parlamentares por crimes cometidos durante o mandato. Também alertou para o risco de milicianos se beneficiarem dessa proposta e defendeu que o Congresso reforce seu papel de guardião do Estado de Direito. Por fim, citou políticas do Governo Lula, como a retirada do País do mapa da fome e a proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até cinco mil reais, apresentando-as como pautas prioritárias.
Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Militar,Golpe de Estado,julgamento,Defesa,anistia,contrário Deputado,Senador,Imunidade parlamentar,Prerrogativa de poder,Proposição legislativa,contrário Governo federal,Proposição legislativa,Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM),redução,Mapa da Fome
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Gente, semana passada nós vimos um fato inédito: "sextou" na quinta-feira. O povo brasileiro foi às ruas comemorar, na quinta-feira à noite, a resistência contra o golpe de Estado comemorar! Depois de nove golpes de Estado, pela primeira vez, Deputado Bacelar, o sistema judicial do nosso País julgou golpistas, julgou militares que atentaram contra a democracia, contra o Estado Democrático de Direito. Não foi pouca coisa o que eles fizeram. Eles tentaram matar um Presidente eleito, um Vice-Presidente eleito, um Ministro do Supremo Tribunal Federal; tentaram explodir um caminhão-tanque, às vésperas do Natal, aqui em Brasília; tentaram destruir e tomar posse dos prédios dos três Poderes não tomaram posse deles, mas depredaram os prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo. Não foi pouca coisa o que eles fizeram. Felizmente, essa turma fez algo que está mais para uma "operação tabajara" e não conseguiu o seu intento. Não conseguiu o seu intento porque, dos comandantes das Forças Armadas, apenas um se propôs a seguir com a tentativa de golpe. Não conseguiu o seu intento porque, naquela ocasião, a posição internacional não era favorável a um golpe de Estado em nosso País. Agora vão querer falar em quê? Em anistia para os golpistas, como já aconteceu anteriormente, quando nem julgados foram? Essa proposta não vai prosperar, assim como não vai prosperar a PEC da Blindagem que querem aprovar hoje aqui, na Câmara de Deputados, para garantir que nenhum Parlamentar seja investigado e condenado ou culpado por crimes que cometa durante o exercício do seu mandato. Isso não tem o menor cabimento. O povo brasileiro tem que ficar atento. O povo brasileiro não vai aceitar que o Congresso dê anistia aos golpistas, o povo brasileiro não irá aceitar que o Congresso blinde os Parlamentares que possam cometer crimes. Se já havia o interesse da milícia em ocupar cadeiras no Congresso, imagine agora, Presidente, como vai ser grande o interesse dos milicianos em se sentarem nessas cadeiras para se blindarem por seus crimes, para impedir que sejam julgados. Nós precisamos tomar medidas urgentes para garantir a capacidade do Parlamento brasileiro de ser defensor da democracia, de ser defensor do Estado Democrático de Direito, de ser defensor das políticas públicas mais importantes, que fazem a diferença na vida das pessoas. Já conseguimos pela segunda vez tirar o Brasil do Mapa da Fome, já conseguimos impedir a destruição do Estado Democrático de Direito, já conseguimos impedir o golpe e vamos continuar nesta defesa importante para a nossa população. Felizmente, o Presidente Lula voltou, e voltaram as políticas públicas que melhoram, que fazem a diferença na vida das pessoas. Vamos aprovar o fim do pagamento do Imposto de Renda por quem ganha até 5 mil reais, vamos colocar o rico no Imposto de Renda pela primeira vez na história deste País! Isso é pauta importante, e não a aprovação da anistia para os golpistas, para os criminosos do 8 de Janeiro, para os criminosos que atentaram contra o Estado Democrático de Direito. Peço que seja divulgado no programa A Voz do Brasil o nosso pronunciamento. Obrigado, Presidente. - 10/09/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.312, de 2025, que autoriza a criação da Fundação CAIXA. Ademais, destacou que as privatizações sempre foram fontes de corrupção. Ao final, elogiou a orientação de bancada favorável à proposição do União Brasil e do Progressistas (PP).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável Privatização,Corrupção União Brasil,Progressistas (PP),Orientação de bancada,favorável,Projeto de lei ordinária,Fundação da Caixa Econômica Federal (Fundação CAIXA)
Ler a transcrição oficial
O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Maioria orienta a favor da matéria. Nós estamos falando de uma instituição que tem 164 anos. A Caixa Econômica Federal sobreviveu à ditadura militar, sobreviveu a nove golpes de Estado neste País, sobreviveu ao tempo das trevas do Governo da extrema direita fascista bolsonarista, e está se renovando, se reconstruindo e se ampliando. E não temos a Fundação Banco do Brasil? O Banco do Brasil não é 100% público. Ele é uma empresa de capital misto, uma sociedade mista. O problema de corrupção sempre campeou em todas as "privatarias" que vocês fizeram. Sempre foram fontes inesgotáveis de corrupção neste País as "privatarias". Felizmente, o União Brasil e o PP estão resolvendo voltar com isso aqui. Disseram que iam sair do Governo, que iam fazer oposição, mas estão aí, defendendo a Caixa Econômica, o que é muito bom. Parabéns ao União Brasil! Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 15/12/2015 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.