
Nome civil: Jorge Jose Santos Pereira Solla · 65 anos
Bananômetro
80/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 60% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 94%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 81%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 92%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 97%das 720 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 98%das 743 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.jorgesolla@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5393
- Gabinete
- Gabinete 393, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
94%
Esteve em 369 de 391 sessões
Votou nas votações
81%
Registrou voto em 914 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 10 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
97%
Em 720 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
646 discursos na tribuna e 2 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 12/02/2019 a 11/08/2026.
- 11/08/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que a eleição presidencial teria escolha fácil entre Lula e Bolsonaro, pois o Governo Lula teria reconstruído políticas públicas destruídas após 2016, com recordes de emprego, salário mínimo, controle da inflação, ampliação do Bolsa Família e do BPC, recuperação da saúde, reabertura da Fafen e novos investimentos na Bahia. Além disso, criticou o herdeiro político de Bolsonaro por supostos crimes e ataques ao País. Por fim, defendeu mais quatro anos de Lula.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Emprego,Salário mínimo,Inflação,Bolsa Família,Saúde,gestão,Eleição Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Filho,Lavagem de dinheiro,Imóvel,Banco Master,envolvimento
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. No próximo domingo, teremos a largada oficial da campanha eleitoral, e nunca foi tão fácil escolher um Presidente da República em nosso País como nesta eleição. De um lado, temos o Presidente Lula, que retornou em 2023 e encontrou este País destruído, arrasado pela "familícia Bolsonaro", em todas as áreas. Não tinham deixado em pé uma única política pública, uma única ação de Governo. Nada do Governo Federal tinha sobrevivido, nem tinha sido preservado o que havia em 2016, antes do golpe que tirou a Presidenta Dilma. Lula chegou, pegou essa terra arrasada e colocou o Brasil hoje num patamar ainda melhor do que era em 2016. Nós temos a mais baixa taxa de desemprego da história, o melhor valor do salário mínimo de toda a série histórica, a inflação controlada. Nós temos hoje números recordes de recursos aplicados no Bolsa Família, no Benefício de Prestação Continuada BPC para melhorar a vida das pessoas, quase dobrou a soma do BPC e do Bolsa Família, quase dobrou o orçamento executado comparando o de 2019 com o de 2020. Na saúde, tinham destruído até a frota do SAMU, Deputado Paulo Magalhães. Não havia sobrado uma ambulância com menos de 8 anos. Em 3 anos e meio, o Presidente Lula trocou toda a frota. Recursos não eram repassados. O Estado da Bahia não recebia um tostão para os hospitais que o Governador Rui Costa inaugurou. As policlínicas regionais passaram a ser financiadas. Voltamos a ter investimentos em novos campi universitários na Bahia. Criou-se o de Jequié e o de Nazaré. Reabriu-se a Fafen, a fábrica de fertilizantes, que, de forma criminosa, os bolsonaristas fecharam. Falam tanto em agronegócio, como é que pode haver agricultura sem fertilizantes? Vocês destruíram a indústria de fertilizantes deste País, entregaram os principais ativos da Petrobras. A volta do Presidente Lula criou oportunidade para o nosso País novamente sorrir, a população sair novamente do mapa da fome, e voltarmos a ter melhor cobertura vacinal. Portanto, não dá nem para pensar, Presidente, que a gente não tenha mais 4 anos com o Presidente Lula, que não tenha mais 4 anos de construção de melhores dias para nossa vida. Do outro lado, está o herdeiro da "familícia" Bolsonaro, que quer fazer igual ou pior ao que o pai fez, porque, inclusive, a folha corrida dele é um negócio fantástico: lavagem de dinheiro em loja de chocolate, rachadinha de dinheiro público da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, mansão comprada com dinheiro vivo em Brasília. É um crime atrás do outro. Recursos agora do Banco Master, a título de financiar um filme, vão parar nos Estados Unidos. Então, não há um candidato, até hoje, Presidente, que tenha a folha corrida de criminalidades em série, como é Bolsonaro. E, do outro lado, não há no Brasil uma liderança política com a trajetória do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já tirou o Brasil duas vezes do mapa da fome, que já recuperou, novamente, na credibilidade internacional do nosso País. Lula é a maior liderança política que o nosso Planeta tem hoje, o maior farol da democracia num cenário, inclusive, onde essa turma de bolsonaristas fica pedindo aos Estados Unidos para invadir o Brasil, pedindo a Trump para taxar o Brasil, para prejudicar a economia, para tentar ver se conturba a situação eleitoral aqui. É claro que não irão ganhar, porque o povo brasileiro, com certeza, reconhece a vitória do Presidente Lula e dará mais 4 anos. Peço que registre o meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil. Obrigado, Presidente. - 11/08/2026Breves Comunicações
O Deputado questionou a suposta blindagem de Flávio Bolsonaro e de ACM Neto em investigações sobre o roubo aos aposentados do INSS, o escândalo Master e operações ligadas à Reag Investimentos. Sustentou que as apurações teriam revelado vínculos com o PL, com a família Bolsonaro e com consultorias milionárias. Além disso, informou que o Governo Lula e a Polícia Federal teriam exposto o esquema e devolvido bilhões a aposentados. Por fim, cobrou que ambos fossem ouvidos e responsabilizados pela Polícia Federal e pela Justiça.
Palavras-chave oficiais: Fraude,Senador,Partido Liberal (PL),Candidato,Presidente da República,Corrupção,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Banco Master
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Benedita, nossa próxima Senadora do Estado do Rio de Janeiro. Eu queria começar com uma pergunta, gente, que todo mundo está fazendo aqui: Por que Flávio Bolsonaro segue intocável tanto no roubo aos aposentados do INSS quanto ao escândalo Master? Essa é uma pergunta que, na verdade, todo mundo sabe a resposta, porque o pai indicou os dois Ministros que o estão protegendo no Supremo Tribunal. Ao mesmo tempo, esses dois Ministros protegem Flávio Bolsonaro e tentam desesperadamente associar o PT a esses escândalos. Entretanto, quanto mais se cava, mais se encontra gente do PL ligado à roubalheira, à corrupção e a esses dois casos. Isso para não falar das rachadinhas históricas da família Bolsonaro na fábrica de chocolates, que lavava dinheiro, nos imóveis de mansões compradas com dinheiro vivo. A folha corrida de Flávio Bolsonaro é um negócio espetacular. A questão é que a tentativa de associar o Governo Lula ao roubo dos aposentados não conseguiram de forma nenhuma. À medida em que as investigações avançaram, ficou claro que a roubalheira foi começada no Governo Temer, a roubalheira subiu assustadoramente facilitada pelo Governo Bolsonaro. O Ministro Sergio Moro, quando estava na Justiça, ficou sabendo, fez vista grossa e autorizou continuar a roubalheira. Se não há investigação para essa turma, não há corrupção. Para eles, não investiga porque não aparece a corrupção e deixa roubar à vontade. Foi neste Governo do Presidente Lula que a Polícia Federal e que o Governo escancararam o roubo do INSS. Já foram devolvidos mais de 2,8 bilhões a 4,1 milhões de aposentados e pensionistas roubados por essa quadrilha, com ligações diretas com Flávio. A CPMI do INSS mostrou a relação do escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro com o Careca do INSS. Rogério Correia, da bancada nossa, apresentou um recaimento intimando para depor na CPI Flávio Bolsonaro. Sabe quem foi que blindou e não deixou Flávio Bolsonaro ser ouvido na CPMI? O Deputado Relator, o Presidente Alfredo Gaspar, aquele mesmo que é suspeito de estupro de adolescente e agora é o vice na chapa do PL. Até hoje Flávio Bolsonaro não foi ouvido pela Polícia Federal, não foi ouvido na roubalheira do INSS, não foi sequer ouvido na roubalheira do Master. Também no Master tentaram ligar Daniel Vorcaro e o PT ao Governo Lula; não conseguiram nada. E se não fosse a Intercept Brasil, que revelou o escândalo, Flávio Bolsonaro cobrando o dinheiro de Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre o pai. A quantia de 61 milhões de reais foi repassada e transferida para a conta de Flávio Bolsonaro e da "familícia". Ele tentou esconder, mas ficou evidente a roubalheira, o fundo Havengate, transferência para os Estados Unidos. Eduardo está lá e recebeu toda a bandalheira. Toda a roubalheira foi transferida. Isso não para em Flávio Bolsonaro. ACM Neto, cadê ACM Neto que não foi ouvido ainda, gente? ACM Neto foi contratada para prestar consultoria ao Banco Master e ao Reag Investimentos. Sabe quanto ele já recebeu? Foram pagos 3,6 milhões de reais a ACM Neto pelo Banco Master. Somando com a Reag, chega a 5,4 milhões de reais. Está comprovado! Por que ele foi prestar consultoria? Só se foi porque o patrimônio dele triplicou, quadruplicou, e ele tem que ensinar. Mas ele deveria ensinar ao povo brasileiro como consegue aumentar tanto o patrimônio como ele aumentou, inclusive estando desempregado, sem emprego. No período em que ele estava desempregado, prestou consultoria ao Banco Master e à Reag, por 5,4 milhões de reais. Não há um único relatório, resposta ou comprovação de que ele tenha produzido uma folha de papel e entregue para o Banco Master. É claro que foi corrupção, roubalheira! ACM Neto e seus comparsas estão assim: Senador Flávio Bolsonaro é ACM Neto; ACM Neto é Senador Flávio Bolsonaro. A "familícia" de Bolsonaro tem ligações diretas com a "família" dos Magalhães Neto, na Bahia. ACM Neto quer ser o herdeiro da corrupção, quer ser o herdeiro do Governo, e não consegue se afastar do Senador Flávio Bolsonaro, por mais que queira. Por isso, Presidenta Benedita, temos que cobrar! O Senador Flávio Bolsonaro e o ACM Neto têm que ser ouvidos pela Polícia Federal, têm que ser ouvidos pela Justiça e têm que ser responsabilizados pelos crimes, pela corrupção e pelos desvios de recursos, tanto da roubalheira do INSS quanto da roubalheira do Master e da Reag Investimentos. Chega de blindagem! Não podemos permitir que isso persista. Vamos continuar cobrando. Pelo menos, os dois devem ser ouvidos pela Polícia Federal. Caso contrário, isso é prova dessa blindagem. - 07/07/2026
O Deputado rebateu críticas dirigidas ao Governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que as obras da ponte entre Salvador (BA) e Itaparica (BA) estavam em execução, com o início das fundações, além de sustentar que o empreendimento seria a maior ponte sobre água da América Latina. Ademais, declarou que o Governo Federal promoveu a reconstrução da indústria naval, da construção civil pesada e de outros setores, ao mesmo tempo em que atribuiu ao Governo anterior prejuízos à economia, à saúde e à educação.
Palavras-chave oficiais: Infraestrutura rodoviária,Ponte,Salvador (BA),Itaparica (BA),Empreendimento,América Latina,Indústria naval,Construção civil,Administração federal,Governo federal
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Às vezes, eu tento não responder, mas há situações tão absurdas! Há pessoas aqui que mentem, mentem, mentem e vão continuar mentindo, porque não há outra coisa para eles dizerem. Não foi pedra fundamental, não. O Presidente Lula foi lá acompanhar as primeiras estacas, os primeiros tubulões. A ponte vai sair, apesar de vocês não quererem. Ela vai sair e vai ser a maior ponte sobre água da América Latina. Nós estamos falando de um governo que não é o de vocês, que destruiu a indústria naval; é um governo que reconstruiu a indústria naval. Não é o governo de vocês, que destruiu a indústria da construção civil neste país; é um governo que está reconstruindo e recuperando a construção civil pesada neste País. Não é o governo de vocês, que foi um desastre em todas as áreas destruiu a economia, destruiu a saúde, destruiu a educação, com os piores orçamentos da história. Só resta uma coisa a vocês: continuar mentindo na terra paralela, na terra plana. - 17/06/2026
O Deputado analisou o artigo 2º do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.106, de 2023, que reconhece a Robótica como esporte de competição e de relevância educacional, e defendeu a manutenção do texto da proposta, argumentando que a oferta de robótica como atividade extracurricular e optativa já ocorria em institutos federais e escolas de tempo integral. Além disso, ressaltou a expansão das escolas de tempo integral, destacando a melhoria da estrutura educacional, a qualificação do corpo docente e iniciativas como o Programa Pé-de-Meia. Por fim, afirmou que disciplinas optativas e extracurriculares voltadas à robótica contribuiriam para a formação dos estudantes e para a qualificação em áreas tecnológicas estratégicas.
Palavras-chave oficiais: Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Robótica,Atividade extracurricular,Instituto federal,Educação em tempo integral,Corpo docente,Programa Pé-de-Meia,Disciplina optativa,Educação e formação profissional
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero só para chamar a atenção para o seguinte. O art. 2º diz "O Poder Executivo poderá incluir a robótica como matéria extracurricular e optativa em toda a rede de ensino público e privado no território nacional". Hoje nós já temos vários campi e institutos federais que têm robótica. Nós já temos em escolas de tempo integral disciplinas optativas e extracurriculares de robótica. Eu não vejo problema, muito pelo contrário. Inclusive, eu quero aproveitar para registrar a importância das escolas de tempo integral, que estamos tendo oportunidade de ampliar com o Presidente Lula. São escolas com boa estrutura, quadro docente qualificado, não só com disciplinas obrigatórias, mas também com disciplinas extracurriculares e optativas, como é o caso de robótica, com bolsa do programa bolsa do Pé-de-Meia para a manutenção desse estudante na escola. É uma oportunidade muito boa, para que o sistema educacional, especialmente a partir das escolas de ensino médio, possa também avançar na qualificação numa área de ponta como esta. Eu quero defender a manutenção do texto e registrar a importância dessas disciplinas optativas e extracurriculares em especial quando a gente está estimulando as escolas de tempo integral. - 17/06/2026
O Deputado rebateu questionamentos sobre a biotecnologia e a produção de fatores de coagulação relacionados ao Projeto de Lei nº 424, de 2015, que acrescenta o Inciso XXXII ao art. 24 da Lei nº 8.666, de 1993, e altera o art. 3º da Lei nº 10.972, de 2004, permitindo a dispensa de licitação para aquisição de hemoderivados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), afirmando que o texto tratava expressamente desses temas. Além disso, sustentou que a interpretação apresentada decorria da leitura da Constituição e da Lei do Sangue, e cobrou maior atenção ao conteúdo da proposta e à legislação pertinente.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Lei de Licitação (1993),Medicamento hemoderivado,Sistema Único de Saúde (SUS),Dispensa de licitação,Biotecnologia,Constituição Federal (1988),Lei do Sangue (2001)
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu já expliquei. O projeto está falando de biotecnologia, de produção, de fatores de coagulação, meu caro. Leia direito o texto. Informe-se. Leia a Constituição. Leia a Lei do Sangue, faça-me o favor. - 17/06/2026
O Deputado esclareceu que a Constituição e a Lei do Sangue proibiram a comercialização de sangue e seus componentes hemoderivados, reforçando a estrutura pública de produção desses insumos no País. Além disso, afirmou que a legislação consolidou a vedação à atuação de empresas privadas nesse setor. Argumentou ainda que o Projeto de Lei nº 424, de 2015, buscava evitar exigências que poderiam burocratizar a aquisição e a distribuição de hemoderivados por Estados e Municípios, com risco de desabastecimento na ponta do sistema de saúde. Ao concluir, defendeu o projeto como forma de garantir eficiência no fornecimento e proteção da capacidade de produção no âmbito do Sistema Único de Saúde.
Palavras-chave oficiais: Constituição Federal,Lei do Sangue (2001),proibição,comercialização,Sangue,Medicamento hemoderivado,Sistema Único de Saúde (SUS),Produção nacional,Projeto de lei ordinária,dispensa,Licitação,Aquisição
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - É para esclarecer a colega que a Constituição colega, estou usando a palavra para esclarecer-lhe a questão; a pessoa não quer ouvir, impressionante proíbe transformar em mercadoria sangue e seus componentes hemoderivados, mas a Constituição não se debruça detalhadamente ali, não remete à Lei do Sangue. A Lei do Sangue reitera essa proibição. Mas nós montamos, depois dela, toda uma estrutura de produção. Não pode empresa privada produzir hemoderivados. Mas, se criarmos essa exigência, vamos criar dificuldades para o processo de aquisição, vamos burocratizar o processo de distribuição. E pode acontecer sabe o quê, colega? Faltar o medicamento na ponta, e não porque ele não estará sendo produzido no SUS, mas porque a aquisição por Estados e Municípios pode ser dificultada. Por isso, a importância deste projeto. - 17/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da expressão "pública" constante após a palavra " instituição", no inciso XII do art.3º da Lei nº 10.972, de 2004, incluído pelo art. 2º da subemenda substitutiva apresentada ao Projeto de Lei nº 424, de 2015, que acrescenta o Inciso XXXII ao art. 24 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e altera o art. 3º da Lei nº 10.972, de 2 de dezembro de 2004, permitindo a dispensa de licitação para aquisição de hemoderivados pelo Sistema Único de Saúde - SUS.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Dispositivo legal,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria orienta "sim". Peço, inclusive, aos colegas que estão votando remotamente para acelerarem o passo da votação. O que é incrível é que um projeto desses ficou 10 anos parado nesta Casa. A passo de tartaruga, conseguimos aprová-lo na CSSF, depois na CFT. Felizmente, nós conseguimos aprovar aqui neste Plenário a urgência e levamos quase 2 meses para conseguir que o mérito entrasse em pauta. Esse projeto é muito importante. Ele é a pedra de toque de toda a política de sangue em nosso País. Repito para os colegas que querem transformar tudo em mercadoria: a Constituição Brasileira proíbe proíbe terminantemente; está escrito lá o comércio de sangue e componentes hemoderivados. Não podem ser mercadoria em nosso País e são entregues pelo Sistema Único de Saúde gratuitamente a toda a população. Então, não há como haver concorrência com o espaço privado. Há possibilidade de haver algum ente público, um Estado, como São Paulo repito , que pode querer investir no Butantan e montar uma planta de hemoderivados; mas privado a Constituição Brasileira não permite. Não voltará a ser mercadoria. E nós temos um sistema público que garante o acesso a esses medicamentos. - 17/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da expressão "pública" constante após a palavra "instituição", no inciso XII do art.3º da Lei nº 10.972, de 2004, incluído pelo art. 2º da subemenda substitutiva apresentada ao Projeto de Lei nº 424, de 2015, que acrescenta o Inciso XXXII ao art. 24 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e altera o art. 3º da Lei nº 10.972, de 2 de dezembro de 2004, permitindo a dispensa de licitação para aquisição de hemoderivados pelo Sistema Único de Saúde - SUS.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Dispositivo legal,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Orienta "sim", Presidente, aproveitando para registrar a importância que foi a Constituição de 88 ter criado o Sistema Único de Saúde e ter acabado com o comércio do sangue em nosso País. Nós não vamos aceitar retrocesso. Repito: sangue não será mercadoria novamente no Brasil. Nós não vamos permitir que isso aconteça. Não pode ter empresa privada fazendo o fracionamento do plasma, não pode ter empresa privada produzindo hemoderivados. E o SUS já entrega os fatores de coagulação para todos os pacientes que precisam no nosso País, e vamos continuar investindo para ampliar a capacidade do nosso sistema de saúde e fazer o melhor para a saúde do povo brasileiro. Felizmente, o Presidente Lula voltou. Estamos tendo novamente um orçamento melhorando, aumentando, com mais de 70% de aumento no orçamento dos recursos repassados para Estados e Municípios pelo Sistema Único de Saúde. Obrigado, Presidente. - 17/06/2026
O Deputado reiterou a defesa da Hemobrás e da vedação constitucional à comercialização de sangue e hemoderivados pela iniciativa privada, rebatendo críticas. Destacou que a o Projeto de Lei nº 424, de 2015, em debate, já prevê exceção para o caso de existência de duas empresas públicas, como eventual produção pelo Butantan. Por fim, exaltou os avanços do SUS na qualidade do sangue e na entrega gratuita de hemoderivados, e rejeitou qualquer tentativa de privatização do setor.
Palavras-chave oficiais: Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás),proibição,Constituição Federal,comercialização,Medicamento hemoderivado,Projeto de lei ordinária,dispensa,Licitação,Empresa pública Sistema Único de Saúde (SUS),atuação,Medicamento hemoderivado
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Rapaz, ideia de jerico é querer transformar sangue em mercadoria. Isso é ideia de jerico, certo? Insisto, vocês querem transformar tudo em mercadoria. Querem que tudo vire negócio, que tudo vire lucro para os seus apaniguados, cúmplices, financiadores de campanhas. Tudo para vocês tem que ser transformado em lucro. Mas enquanto vocês não mudarem a Constituição brasileira... Tentaram, viu? Uma famosa PEC 10, que tentou burlar e tentou transformar novamente sangue em mercadoria neste País, não prosperou, não foi adiante e não irá, porque a população brasileira não vai permitir que sangue volte a ser mercadoria em nosso País. Os investimentos foram feitos desde o primeiro Governo do Presidente Lula, permitiram que hoje a gente tenha um sangue com controle de qualidade exemplar, dos melhores do mundo; permitiram que o SUS entregue gratuitamente fator de coagulação para os pacientes hemofílicos; permitiram que a gente tenha albumina, imunoglobulina. E eu quero chamar a atenção de vocês: vocês até querem desconhecer que o Brasil é uma federação. Não pode ter empresa privada trabalhando com hemoderivados a Constituição não permite, esqueçam! , mas é possível, sim, ter duas empresas públicas. O Brasil é uma federação. Se o Estado de São Paulo quiser investir no Butantan, Presidente, para montar uma fábrica de hemoderivados, ele pode, a lei permite. E se tiver a produção de hemoderivados no Butantan e na Hemobrás, essa lei já prevê que, neste caso, você não tem a compra direta com dispensa de licitação, no caso de ter duas empresas públicas. Então, repito: ideia de jerico é querer investir em empresa privada para transformar sangue em mercadoria; ideia de jerico é querer produzir hemoderivados em empresa privada em nosso País; ideia de jerico é querer destruir o patrimônio que o SUS acumulou nesses anos todos de qualidade do sangue, de controle do sangue, a nossa rede de captação, a nossa rede de hemocentros, o investimento na Hemobrás. Nós temos hoje em Pernambuco, a Hemobrás, que foi criada no primeiro Governo do Presidente Lula, pelo então Ministro Humberto Costa, hoje Senador de Pernambuco. A Hemobrás hoje tem duas plantas com a melhor tecnologia do mundo para fracionamento de plasma e para engenharia genética recombinante. E repito a vocês: querem mercadoria? Botem logo as canetinhas emagrecedoras no mercado, que vai dar um lucro enorme para vocês e para os seus financiadores de campanha, mas não queiram meter a mão no sangue do povo brasileiro, que isso o povo brasileiro não vai permitir. - 17/06/2026
O Deputado esclareceu ao Plenário que o Projeto de Lei nº 424, de 2015, em votação, visava preservar a produção nacional de hemoderivados e fatores de coagulação utilizados pelo Sistema Único de Saúde. Além disso, explicou que a instituição utilizava tecnologias de fracionamento de plasma e de engenharia genética para atender à demanda por fator VIII destinado ao tratamento da hemofilia. Argumentou que a exigência de licitação ampla poderia comprometer investimentos realizados para a incorporação tecnológica e a capacidade produtiva nacional. Ressaltou que o debate envolvia produtos estratégicos como albumina, mas não tratava de medicamentos para emagrecimento, imunoglobulina e fatores de coagulação cuja comercialização é vedada pela Constituição.
Palavras-chave oficiais: esclarecimento,Projeto de lei ordinária,Dispensa (administração pública),Licitação,Aquisição,Medicamento hemoderivado,Sistema Único de Saúde (SUS),Engenharia genética,Tecnologia,Produção nacional
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Veja só. É só para esclarecer, Presidente. É só para esclarecer, Presidente. Este projeto foi aprovado na Comissão de Seguridade Social, antes da separação de saúde, também na CFT. Este projeto deixa claro, inclusive na última parte: "caso seja a única instituição pública a produzir no Brasil". Existem duas tecnologias que a Hemobrás utiliza é importante que os colegas tomem conhecimento duas tecnologias. Uma é o fracionamento do plasma. Para o fator 8, que é usado em pacientes com hemofílicos, o fracionamento do plasma não é suficiente para a quantidade de fator 8 que o SUS precisa fornecer à população. Por isso, foi criada uma segunda planta de biotecnologia de engenharia genética, para, utilizando essa outra tecnologia, completar a necessidade do fator 8. O que não pode acontecer é obrigar um processo licitatório, em que qualquer empresa de outro País, a própria LFB, que é uma estatal francesa, pode querer concorrer e colocar os seus produtos aqui. Quando nós investimos muito para ter incorporação tecnológica, para ter capacidade de produção nacional... Temos hoje o sangue dos mais seguros do mundo, graças aos investimentos que o Ministério da Saúde fez a partir do Presidente Lula. Portanto, se estão preocupados com caneta emagrecedora, não se preocupem, não. Quem está preocupado com caneta emagrecedora, eu vou aplaudir se botarem logo o similar nacional no mercado privado. Não tem problema nenhum. Nós não estamos tratando aqui de caneta emagrecedora, nós estamos tratando aqui de albumina, não estamos tratando aqui de imunoglobulina, não estamos tratando de fator 8 e fator 9, fatores de coagulação. Então, essas são proibidas pela Constituição a comercialização. - 17/06/2026
O Deputado afirmou que a Constituição Federal veda a comercialização de sangue e hemoderivados, criticou a tentativa de tratar esse insumo como mercadoria e defendeu a Hemobrás como empresa pública essencial para produzir e distribuir medicamentos de forma gratuita. Além disso, explicou que a estatal foi criada no primeiro Governo Lula para evitar dependência externa e sustentou. Por fim, afirmou que o Projeto de Lei nº 424, de 2015, em debate, completa o circuito de compras públicas, sem espaço para iniciativa privada nesse setor.
Palavras-chave oficiais: Constituição Federal (1988),proibição,Projeto de lei ordinária,comercialização,Medicamento hemoderivado,Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás),Empresa pública,criação,Governo,Aquisição
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu vou perdoar o Deputado que me antecedeu porque eu acho que ele não teve a oportunidade de se debruçar sobre o assunto. O § 4º do art. 199 da Constituição Federal veda qualquer tipo de comercialização do sangue, seus componentes e hemoderivados. Veda! O que o Parlamentar quer é rasgar a Constituição brasileira. Se temos algo neste País que é proibido à iniciativa privada, é sangue. Eu sou do tempo, Presidente, quando eu era estudante de Medicina, em que o pobre, o cidadão que passava fome, vendia o sangue por um prato de comida. Felizmente, hoje nós vivemos num país em que o pobre, como foi chamado aqui pelo colega que me antecedeu, recebe todos os medicamentos hemoderivados de graça. Quem tem hemofilia, quem precisa de fatores de coagulação, qualquer paciente que precisa de albumina, de imunoglobulina humana, recebe de graça. Por isso, no primeiro Governo do Presidente Lula, foi criada a Hemobrás, para que o nosso sangue, que não pode ser vendido, não seja mercadoria. O problema é que essa turma quer transformar tudo em mercadoria, até a vida das pessoas, até o sangue. Mas, para transformar o sangue em mercadoria, vocês vão ter que mudar a Constituição. Tenham coragem e apresentem uma PEC aqui dizendo que vocês querem rasgar o art. 199, porque vocês querem que o sangue volte a ser mercadoria neste País. Se fizerem isso, é coerente haver licitação para a venda de hemoderivados. Por que a Hemobrás foi criada no primeiro Governo do Presidente Lula? Como é que funcionava antes? A gente tinha que mandar o plasma para a França. Uma estatal francesa o transformava em medicamento e o mandava de volta para cá. Nós gastávamos divisas fora do Brasil. Hoje, Deputado Clodoaldo, a Hemobrás, que ficou funcionando à base de respirador no governo passado, no Governo Bolsonaro, está no seu Estado, em Pernambuco. Ela nos orgulha. Tem duas plantas em funcionamento, uma de hemoderivados e uma de engenharia genética. A licitação não deve ser exigida, porque a única empresa neste País que pode preparar e entregar hemoderivados é uma empresa pública chamada Hemobrás. Essa lei completa o circuito da Hemobrás, garantindo que qualquer Estado, qualquer Município, qualquer unidade da Federação possa comprar diretamente na única empresa pública. Neste ramo, não pode haver empresa privada por determinação constitucional. Peço aos colegas que leiam a Constituição antes de virem se pronunciar neste plenário. - 16/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo do Projeto de Lei nº 4.913, 2025, que torna obrigatória a emissão de atestado médico para acompanhante responsável legal de crianças menores de 12 (doze) anos, pelo período em que for recomendado o repouso da criança e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Olha que coisa mais absurda: "Direito para o trabalhador é gastança","Direito para o trabalhador tem que ser banido". Esquecem até que estamos falando de mulheres. Grande parte das famílias brasileiras são mães solos, são mulheres que cuidam dos seus filhos sem terem inclusive um parceiro para contribuir nessa jornada difícil. Mas essa turma... são os mesmos que foram contra aprovar na Câmara a mudança da jornada de trabalho de 44 para 40 horas. Depois, de forma envergonhada e covarde, tiveram que votar "sim" porque o povo brasileiro pressionou. São os mesmos que querem impedir que uma mãe possa acompanhar o filho num momento de sofrimento, no momento em que ele mais precisa do cuidado, no momento em que ela tem que levar, tem que cuidar. Mais do que nunca, o cuidado com as crianças é essencial para a recuperação. Eles só pensam no lucro. Quando eles falam aqui "setor produtivo", falam dos grandes empresários, dos multimilionários, dos bilionários. - 16/06/2026
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 4.471, de 2020, que dispõe sobre a propriedade de meteorito que atinge o solo brasileiro.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. É importante destacar que a aprovação desse requerimento de urgência para apreciação do PL 4.471 é extremamente necessária, porque precisamos que o Brasil tenha um marco legal claro, transparente, cristalino, preciso sobre a propriedade, sobre o registro, sobre a preservação e sobre a destinação científica dos meteoritos que atingem o território nacional, ou seja, todo meteorito que cai no território nacional é propriedade deste território. Lembro que, em 2020, um meteorito de cerca de 40 quilos caiu na terra do nobre Deputado Carlos Veras, em Pernambuco, no Município de Santa Filomena, despertando interesse científico, econômico e turístico. E a ausência de regras claras fragiliza a pesquisa, cria possibilidades de retirada desse patrimônio do território nacional, dificulta o registro adequado desses materiais e pode favorecer a dispersão sem esse controle. Portanto, a gente defende a aprovação da urgência para que a Câmara possa deliberar sobre o mérito do projeto e contribuir para o fortalecimento da ciência brasileira. Dia 30 de junho é o Dia Internacional do Asteroide. Portanto, é importante que a gente aproveite este mês para aprovar a urgência e entrar no mérito. E é bom lembrar que essa turma quer tirar as terras raras daqui do Brasil e entregar para os seus comandantes americanos. Essa turma quer ganhar a Presidência para anistiar os golpistas e para roubar as terras raras do Brasil para entregar para Tio Sam. E a gente sabe das riquezas que podem ter um meteorito desse. Pode haver meteorito de qualquer natureza, tanto de minérios que hoje são utilizados na indústria de ponta quanto de minérios mais tradicionais, como ouro e outros. Então, o que cair no território nacional é do território brasileiro. Não abrimos mão da nossa soberania, nem do pré-sal, nem das terras raras, nem dos meteoritos que, porventura, venham cair no território brasileiro. Essa turma, sabujo de Tio Sam, não vai prosperar, não vai levar as nossas terras raras, os minerais críticos, não vai levar o pré-sal. É bom lembrar, Presidente, o que fizeram depois que derrubaram a Presidenta Dilma. O Brasil não pode esquecer isso. Vocês estão lembrados qual foi a primeira medida que o Congresso aprovou depois que deram o golpe e tiraram a Presidenta Dilma? A mudança do marco de exploração do pré-sal para entregar às empresas multinacionais. - 16/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 573, de 2024, que autoriza a destinação de recursos oriundos de sites, redes sociais e plataformas digitais de entes públicos aos Fundos de Cultura.
Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a federação orienta "sim" e parabeniza a autoria desse projeto porque estamos vivendo um tempo em que essas redes sociais se tornaram uma grande fonte de recursos. Existem Deputados, Presidente, que se elegeram fazendo cenas em redes sociais, cenas de agressões, destilando ódio. Alguns conseguiram vir para a Câmara e usam este Parlamento não para discutir projetos, mas para gerar mais imagens para redes sociais, para monetizar redes, para ganhar dinheiro. Mas o Governo não pode ganhar dinheiro utilizando essas redes sociais... É uma sacada muito boa essa. As redes governamentais poderão ser monetizadas, e esse dinheiro vai para o Fundo de Cultura, esse dinheiro vai permitir e apoiar iniciativas importantes da arte e da cultura em nosso País. Esse dinheiro tem que ficar, sim, atrelado, com o foco, para ser usado na cultura brasileira. - 16/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 5.500, de 2019, que altera o art. 113 do Decreto Lei 2.848, de 7 de dezembro de 2019 para impedir a prescrição da pena de condenado que foge do presídio.
Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto favorável,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL)
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero esclarecer que nós orientamos a favor do projeto. Eu quero elogiar esta iniciativa e constatar que a extrema direita está rachando, porque a turma que cuida dos bandidos de estimação foragidos já está preocupada porque Ramagem, Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro não vão poder mais ficar lá fora esperando a prescrição acontecer. Então, parabéns! Eu sei que V.Exa. não tem nenhum interesse na volta de Eduardo Bolsonaro, nem de Carla Zambelli, nem de Ramagem. V.Exa. não é dessa turma que está preocupada com esses bandidos de estimação que fugiram do País. Nós estamos preocupados em garantir o cumprimento da lei. Por isso, a gente acha importante esta iniciativa. É um absurdo que uma pessoa como Ramagem fuja do Brasil. Eduardo Bolsonaro foge do Brasil, fica lá gastando o dinheiro que roubou do Master e, depois, espera o prazo de prescrição e volta, como se nada tivesse acontecido. Então, votamos a favor da urgência e parabenizamos a iniciativa. - 16/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 1.157, de 2026, que altera a Lei nº 7.716, de 8 de janeiro de 1989, para instituir mecanismos de proteção e assistência integral à vítima de crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, com foco no atendimento especializado e na não revitimização. Além disso, criticou a extrema-direita por tentar criar subterfúgios para enfraquecer a legislação contra racismo, homofobia e violência contra a mulher, além de relativizar ataques aos Poderes quando praticados por aliados políticos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável Extrema direita,atuação,contra,fortalecimento,Legislação,Antirracismo,Homofobia,Violência contra a mulher,Poderes da União
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Orienta "sim". É impressionante como essa turma da extrema direita ainda tenta, de todas as formas, criar subterfúgios para impedir que a nossa legislação seja firme contra o racismo, contra a homofobia, contra a violência contra a mulher, contra todos os ataques de direitos. Eles sempre defenderam que fosse permissiva a nossa legislação, porque, para eles, bandido bom é o bandido deles. Depredar os prédios dos Três Poderes, tentar matar o Presidente da República, se isso é feito pelo Presidente deles, pelo líder da extrema direita, pelo fascista que ocupou por 4 anos o Governo deste País, pode, passam a mão na cabeça, diminuem a pena. Agora, quando o crime é contra a população mais pobre, mais sofrida, quando o crime é de racismo, de injúria racial, de homofobia, de violência contra a mulher, eles ficam preocupados com o endurecimento da legislação, ficam preocupados com a legislação ter mais cuidado em coibir essas medidas. Infelizmente, se essa turma tivesse o direito, a escravidão nunca teria acabado, Presidente, e nunca teríamos a legislação que temos hoje. - 16/06/2026
O Deputado afirmou que o suposto candidato à Presidência mencionado anteriormente em discurso parlamentar teria apresentado apenas duas pautas: anistiar o pai e demais envolvidos na tentativa de golpe de Estado e entregar riquezas brasileiras, especialmente terras raras, ao governo americano. Além disso, associou o grupo a ataques às instituições, à tentativa de prejudicar a economia nacional e à destruição de empregos, concluindo que esse programa explicaria a perda de apoio político.
Palavras-chave oficiais: Pré-candidato a cargo eletivo,Presidência da República,Plataforma política,anistia,Pai,Ex-presidente da República,Preso,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),entrega,Terras raras,Governo estrangeiro,Estados Unidos,Prejuízo,Economia,Emprego,perda,Apoio político
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, usarei 1 minuto, porque o povo brasileiro não pode passar sem uma resposta. O suposto candidato a Presidente da República só tem uma única pauta no programa que anunciou. Aliás, ele tem duas pautas no seu programa. A primeira é anistiar o pai e todos aqueles que participaram do golpe de Estado, que tentaram matar o Presidente eleito Lula, o Vice-Presidente e o Ministro do Supremo, que tentaram explodir um caminhão-tanque no Aeroporto de Brasília, que invadiram a Sede dos Três Poderes, que depredaram o prédio dos Três Poderes. Essa é a primeira pauta do programa dele. A segunda pauta é entregar as riquezas brasileiras, especialmente as terras-raras, ao Governo dos Estados Unidos, para quem o pai dele batia continência. Ele está lá, usufruindo do dinheiro roubado pelo Banco Master e repassado para ele, onde tentou prejudicar a economia brasileira, tentou destruir empregos, tentou atacar o Governo através da destruição da economia brasileira. Só há essas duas pautas no programa. Por isso, ele está caindo nas pesquisas. - 16/06/2026
O Deputado criticou o uso de recursos públicos para beneficiar devedores do agronegócio, afirmando que setores que se opõem à aplicação do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) na conectividade de escolas e unidades de saúde e ao uso do Fundo Social do pré-sal em saúde e educação aceitam utilizar esses fundos para pagar dívidas de grandes devedores. Afirmou também que esses grupos se beneficiam de isenções, juros subsidiados e benesses do Estado, enquanto a população paga juros elevados. Acusou ainda parte do agronegócio de tomar empréstimos, não pagar financiamentos e depois buscar anistia no Congresso com apoio de Deputados financiados pelo setor.
Palavras-chave oficiais: Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust),recursos,utilização,Educação,Saúde,Fundo Social (FS),Camada pré-sal,benefício,Devedor contumaz,Agronegócio,Isenção tributária,Juros subsidiados,Congresso Nacional,Deputado federal,Financiamento eleitoral
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, 1 minuto. É importante esclarecer que, para usar o Fust para investir na conectividade de escolas públicas e de unidades públicas de saúde, não pode. Para usar o Fundo Social dos recursos que vieram do pré-sal para investir na saúde e na educação, para as quais esse fundo foi criado, não pode. Eles brigam contra usar o recurso do Fundo Social para a saúde e a educação; não pode. Agora, para pagar dívida de devedores contumazes do agronegócio, pode. Aí o dinheiro do pré-sal pode, qualquer fonte pode. Essa turma se locupleta com as benesses do Estado brasileiro, locupleta-se com as isenções, com juros subsidiados lá embaixo, enquanto todo o povo brasileiro paga juros lá em cima, e vem para cá ainda ser contra utilizar o Fust para investir na conectividade das escolas públicas e dos postos de saúde. Foram sempre contra usar o Fundo Social para a saúde e a educação, e agora aqui está a prova disso. Só pode usar o recurso dos fundos públicos para duas coisas: ou fazer superávit, fazer caixa para ajudar a pagar a dívida pública e os juros exorbitantes com os quais eles lucram, ou então para pagar a dívida dos seus apaniguados ou dos cúmplices daqueles devedores contumazes do agronegócio que tomam empréstimos, usam o dinheiro que ganham e não pagam o financiamento, deixam a dívida rolar para depois chegar aqui, com a maioria dos Deputados que eles financiam, e aprovar a anistia. - 16/06/2026
O Deputado afirmou que o Fust ficou paralisado durante o Governo Bolsonaro e passou a ser aplicado após Decreto do Presidente Lula, com recursos voltados à conexão de escolas e postos de saúde, para melhorar a rede pública. Além disso, criticou a defesa da privatização dos serviços públicos e celebrou a condenação de Eduardo Bolsonaro e de Ramagem, que classificou como foragidos e envolvidos em crimes contra a Justiça brasileira.
Palavras-chave oficiais: Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust),paralisação,Governo,Ex-presidente da República,Decreto presidencial,Recursos públicos Condenação,Ex-deputado federal,Coação
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Primeiro, eu quero registrar que o Fust ficou parado nos 4 anos do Governo Bolsonaro, sem mover uma palha. Graças ao decreto do Presidente Lula, ele passou a ser utilizado. E o problema é que essa turma não gosta de ver investimento em infraestrutura para a maioria da população. Os recursos estão sendo utilizados para a conexão de escolas, para a conexão de postos de saúde, para fazer com que a rede pública funcione melhor. E, quando a rede funciona melhor, essa turma estrila, detesta, esperneia. Eles gostam é que o serviço público funcione mal. Eles querem privatizar tudo, para dar lucro aos seus apaniguados, aos seus cúmplices, aos seus comparsas do crime organizado. Felizmente, hoje o Brasil está comemorando a condenação de Eduardo "Bananinha" Bolsonaro, que fugiu do País, que foi lá para receber lavagem de dinheiro do crime. Vorcaro e o Banco Master forjaram a história de um filme escandalosamente caro para transferir a fortuna que eles estavam roubando do País. Eduardo está morando em uma casa cujo aluguel é 30 mil reais, está vivendo das benesses da fortuna que o pai dele roubou. Inclusive, aquelas joias até hoje não foram explicadas. A dilapidação do patrimônio público que eles fizeram foi um negócio escandaloso. Até hoje ele tem dinheiro para receber de Vorcaro. Está lá, não vai poder voltar. Não queria voltar porque ia usufruir das benesses e agora não vai poder voltar. Ele e o Ramagem são foragidos da polícia, são condenados por crimes contra a Justiça brasileira, e contra isso não adianta espernear. Condenados, criminosos contra a Justiça do País. - 16/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 1.361 de 2025, que torna permanentes os incentivos à indústria de reciclagem. Além disso, comemorou a condenação de Eduardo Bolsonaro pelo STF por coação no curso do processo. Criticou também a atuação do grupo político, que teria pressionado o Supremo, incentivado medidas repressivas contra Ministro da Corte e estimulado taxação de exportações brasileiras, com prejuízo à economia, ao emprego e ao País.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável Supremo Tribunal Federal (STF),Condenação,Ex-deputado federal,Processo judicial,Coação
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Federação orienta "sim". É importante essa medida que visa estimular de forma permanente as ações de reciclagem. Quero aproveitar, Presidente, para comemorar o dia de hoje. Hoje é um dia importante para a Justiça brasileira, o dia em que o STF condenou o Eduardo Bananinha Bolsonaro por coerção no curso do processo. A sorte dele é que ele não é um cidadão americano, porque, se ele fosse condenado por traição lá, ele ia pegar cadeira elétrica ou ia pegar prisão perpétua. Aqui, não. Aqui a pena vai ser mais branda porque os criminosos de estimação dessa turma, felizmente para eles, não são americanos Eles traíram mais uma vez o Brasil, eles pressionaram o Supremo Tribunal, eles fomentaram medidas repressivas ao Ministro da Suprema Corte, eles fomentaram a taxação dos produtos exportados do Brasil para prejudicar a economia nacional, para prejudicar a geração de empregos, para atacar o povo brasileiro. Estamos em comemoração da prisão e da condenação.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 15/12/2015 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.