
Nome civil: Jorge Jose Santos Pereira Solla · 65 anos
Bananômetro
80/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 60% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 94%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 81%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 92%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 97%das 720 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 98%das 743 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.jorgesolla@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5393
- Gabinete
- Gabinete 393, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
94%
Esteve em 369 de 391 sessões
Votou nas votações
81%
Registrou voto em 914 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 10 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
97%
Em 720 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
646 discursos na tribuna e 2 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 12/02/2019 a 11/08/2026.
- 16/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de regime de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 2.994, de 2020, que altera a Lei nº 11.771, de 17 de setembro de 2008, para dispor sobre o turismo colaborativo. Além disso, criticou adversários políticos por viverem “na terra paralela” e propagarem mentiras sobre desemprego e salário mínimo. Sustentou que o Governo anterior teria destruído políticas públicas, elevado o desemprego e reduzido o valor do salário mínimo, enquanto o Governo Lula teria reconstruído o País e deixado a situação em 2026 melhor do que em 2016.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável Oposição política,atuação,Governo federal,Trabalho,Salário mínimo,Política econômica
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A federação orienta "sim", Presidente. É impressionante como existe uma turma que vive na Terra paralela. Eu não sei se é um desvaneio ou uma loucura, mas ela está precisando de cuidar da saúde mental. Essa turma que destruiu e levou o País à maior taxa de desemprego da história, ao menor valor do salário mínimo, vem aqui falar em desemprego e salário. Não existe um único indicador que mostre que vocês tenham conseguido preservar o que encontraram em 2016. A destruição foi em larga monta em todas as políticas públicas. Hoje, com o Presidente Lula, o País foi reconstruído. Estamos em 2026 muito melhor do que estávamos em 2016. Agora, vocês têm que fazer isto mesmo: contar mentiras é mentira, mentira, mentira! Mas a população brasileira vive aqui na Terra redonda, no globo terrestre, no Brasil. A Terra paralela de vocês não consegue convencer ninguém por mais que vocês venham aqui mentir. - 02/06/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou iniciativas que buscaram enfraquecer instrumentos e empresas públicas estratégicas, citando o PIX e os Correios. Afirmou que houve articulações contra o sistema de pagamentos instantâneos e contestou campanhas favoráveis à privatização dos Correios. Relatou que parte significativa do déficit divulgado da estatal esteve relacionada a passivos tributários, trabalhistas e precatórios acumulados. Defendeu a modernização do modelo de negócios da empresa, com ampliação de serviços logísticos e contratos com a administração pública. Também associou a gestão do Presidente Lula à preservação de empresas públicas, à retomada de investimentos industriais e à reabertura de unidades produtivas, destacando ações nos setores de fertilizantes e indústria naval.
Palavras-chave oficiais: Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Privatização,Empresa pública,contrário
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós estamos mais uma vez assistindo a algumas tentativas de ataque ao patrimônio nacional, uma delas por parte dos herdeiros da familícia Bolsonaro, nos Estados Unidos, tentando tentando não , conspirando contra o PIX, tentando destruir uma ferramenta que democratizou o acesso da população brasileira às finanças, ao mercado financeiro, que facilitou a iniciativa dos mais diversos setores, que democratizou o acesso ao sistema financeiro, que só prejudicou um único, que foram os interesses dos grandes grupos de cartões de crédito e cartões de débito, ou seja, os interesses da economia bancária financeira dos Estados Unidos e mais uma vez esse cidadão está lá tramando contra a Pátria. Aqui, para nossa surpresa, outros setores tentam tramar contra outros setores, outros segmentos do patrimônio público. Ontem, vocês devem ter visto, em todos os meios de comunicação, uma campanha orquestrada contra os Correios, mais uma vez, lutando para privatizar os Correios. Nós temos que demolir alguns argumentos. Primeiro, os Correios são o único braço do Governo Federal que está presente em todos os Municípios. Segundo, eles dizem: "prejuízo gigantesco", mas não falam que, da estimativa de prejuízo deste trimestre, mais de 60%, quase 70%, dizem respeito a débitos tributários, a débitos trabalhistas, a precatórios, ou seja, dos 3 bilhões de reais de prejuízo que eles alegam, que foi divulgado, nós temos praticamente 2,2 bilhões de reais relacionados a dívidas passadas, tributárias, trabalhistas e precatórios. Aí fazem um discurso contra os Correios e pela privatização. Eu acho até interessante, porque eu nunca vi empresário querer comprar massa falida; eu nunca vi empresário querer privatizar algo que não dá lucro. E eles vendem a ideia como se não houvesse alternativa para os Correios. Falam tanto no governo dos Estados Unidos... Sabe quanto foi o prejuízo dos Correios no mesmo período deste ano nos Estados Unidos? Foi de 1,25 bilhão de dólares. Isso significa que o prejuízo dos Correios dos Estados Unidos foi mais do que o dobro do prejuízo dos Correios no Brasil. Sabe por quê? É interessante comparar, nesse caso, os Estados Unidos e o Brasil no que diz respeito à situação dos Correios: dois países continentais, onde os Correios se obrigam a fazer a conexão nos pontos mais remotos com a mesma tarifa. É o mesmo valor que o cidadão americano paga para mandar uma correspondência entre Nova York e Washington ou para o interior do Alasca. Da mesma forma, no Brasil, você paga o mesmo valor para tramitar uma correspondência entre Salvador e São Paulo que paga para enviar de São Paulo para o interior da floresta amazônica. O grande problema é que mudou o modelo de negócio no mundo. Não são mais correspondências, cartas, boletos, telegramas que fazem modelagem do negócio hoje. Hoje é a logística do comércio, é a entrega de mercadorias e, obviamente, hoje, inclusive, nem essas empresas privadas que entregam mercadorias estão tendo lucros enormes, elas não chegam a todos os Municípios; elas ficam com o filé, entregam nas grandes cidades, e o osso, eles contratam os próprios Correios para entregar em Cocos, a mil quilômetros de Salvador, para entregar no Oiapoque, para entregar nos pontos mais remotos do País. Não tem alternativa que não passe pela mudança do modelo de negócio: os Correios assumirem a preponderância em nosso País do comércio da entrega de mercadorias. Isso já deu certo na França, na Itália... A França registrou no passado, Presidente, um lucro operacional de 2,5 bilhões de euros. Vou repetir: 2,5 bilhões de euros de lucro. A França que tem um território um pouco maior do que a Bahia ou igual a Bahia. Você imagina um território como o Brasil. Hoje, os Correios francês é uma gigantesca holding de entrega de encomendas nacionais e internacionais em um banco de varejo de grande porte. A mesma coisa aconteceu na Itália. Nós aprovamos neste Parlamento, em 2023, uma lei que deu aos Correios a prerrogativa de ter contratação direta por parte da administração pública federal direta e indireta. Se isso já tivesse acontecido, esse déficit atual não existiria, porque tirando a conta do passado, o déficit deste trimestre foi da ordem de 600 milhões de reais. Somente a contratação por parte dos Ministérios... Alguém já viu quanto é que o Ministério da Saúde gasta, Presidente, na logística de entrega de medicamentos, de vacinas, contratando empresa privada que eles contratam? Basta a Esplanada dos Ministérios contratar os Correios para viabilizar o saneamento do atual déficit existente e operacional. Cabe aos Correios assumir novos desafios na entrega de encomendas nacionais e internacionais e em entregas especiais é o caso da Hemobras, que coleta plasma e sangue no Brasil em todos os bancos de sangue e precisa de uma logística adequada , bem como assumir prerrogativas de novos modelos de negócio. Eu tenho certeza, Presidente, de que essa campanha que fizeram ontem não vai prosperar, porque os números por si só desmentem a realidade. Eles querem aproveitar, privatizar mais um grande negócio, como fizeram com a BR Distribuidora, como fizeram com o Gasoduto Nordeste, como estavam trabalhando para fazer nos Correios quando veio a vitória do Presidente Lula. E com a volta de Presidente Lula, voltamos a ter um país que defende o patrimônio público, defende a incorporação de tecnologia, defende os trabalhadores. Isso mudou! Graças à volta do Presidente Lula, os Correios saíram do processo de privatização, mas não se dão por vencidos. Sabem como essa turma é. Nós tivemos uma grande vitória no Parlamento na Câmara, aprovando a mudança da jornada da escala 6 por 1 e da jornada de 44 horas para 40 horas. No dia seguinte, conseguiram que quarenta Senadores assinassem uma PEC para desmontar o arcabouço dos direitos trabalhistas, a fim de criar outra forma de contratação por hora trabalhada, desmontando todos os direitos trabalhistas acumulados em muitos anos, em muitas décadas de luta. Isso não vai prosperar, porque eu tenho certeza de que o Senado irá aprovar as mudanças que nós fizemos na Câmara. Tenho certeza de que a Câmara, o Senado e, principalmente, a coordenação do Presidente Lula não permitirão que prospere nenhuma ideia de privatização dos Correios e de nenhum patrimônio público. Muito pelo contrário, o Presidente Lula recentemente esteve na Bahia e em Sergipe, entregando a retomada do funcionamento da Fafen e das fábricas de fertilizantes. Eles falam muito da importância do agro. Não existe agro sem fertilizante, Presidente. Eles fecharam as fábricas de fertilizantes nitrogenados no Brasil, e o Presidente Lula reabriu. Fecharam a indústria naval, e o Presidente Lula reabriu. Não prosperará a entrega do patrimônio com o Presidente Lula à frente deste Governo. Obrigado. - 02/06/2026Breves Comunicações
O Deputado acusou a família Bolsonaro de trair a soberania nacional ao articular medidas nos Estados Unidos que poderiam prejudicar a economia brasileira e setores estratégicos do País. Citou ataques ao Pix, à política de patentes, à autonomia farmacêutica, ao pré-sal, às terras raras e aos minerais críticos como exemplos de interesses estrangeiros que estariam sendo favorecidos. Além disso, relembrou a tentativa de golpe de Estado e criticou propostas de anistia a envolvidos em atos golpistas. Por fim, defendeu a união dos Parlamentares em defesa da soberania, da independência nacional e da proteção das riquezas brasileiras.
Palavras-chave oficiais: Senador,Pré-candidato,Presidência da República,Filho,Ex-presidente da República,Crime contra a segurança nacional,Soberania nacional,Estados Unidos,Prejuízo,Economia,Pagamento Instantâneo (Pix),Patente,autonomia,Indústria farmacêutica nacional,Camada pré-sal,Terras raras,Mineral crítico,interesse,País estrangeiro,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),anistia
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Presidente, mais uma vez, nós estamos assistindo ao absurdo da traição à Pátria por parte da "familícia" Bolsonaro. Mais uma vez, o Brasil corre o risco de prejuízos econômicos, sociais, não só com o aval, mas também com a primazia da movimentação do Senador Flávio e de Eduardo, o clã da família que forma a maior quadrilha que este País já teve. Eles tentaram dar um golpe de Estado, capitanearam a tentativa de assassinar o Presidente da República, o Vice, e tentaram destruir a democracia em nosso País. Mesmo com o comandante do estaleiro, com tornozeleira eletrônica, os filhos estão traindo o País. Presidente, se fosse o inverso, um cidadão americano que estivesse em outro país tramando contra a economia dos Estados Unidos e fomentando medidas contra o país, na melhor das hipóteses, pegaria prisão perpétua, porque traição lá é levada a sério. Traição lá corresponde a um dos crimes que menos chance tem de escapar do alvo da justiça e das forças de segurança. Eles querem atacar o Pix, uma ferramenta importantíssima, porque os cartões das empresas americanas de crédito e débito , que detinham o controle desse mercado no Brasil, perderam espaço. Eles querem impedir que o Brasil tenha autonomia em áreas estratégicas, como a farmacêutica e querem que as patentes sejam eternas e estão reclamando dos direitos do País de outorgar patentes com data definida. Eles querem ferir de morte a economia nacional. É bom lembrar que logo após o último golpe de Estado vitorioso, em 2016, quando tiraram a Presidenta Dilma, que nunca cometeu nenhum crime, o primeiro ato foi pegar a reserva de petróleo, a maior descoberta no século, o pré-sal, e entregá-la à soberania americana e aos seus aliados multinacionais do petróleo. Agora, eles estão de olho novamente na nossa economia. E, agora, explicitamente, com um candidato a Presidente que tem como única bandeira anistiar os golpistas e que vai aos Estados Unidos claramente dizer que o compromisso dele é entregar as terras raras, entregar os minerais críticos, entregar a segunda maior riqueza que este País descobriu neste século. Nós não podemos permitir isso, Presidente. Eu não acredito que os colegas Parlamentares possam ser coniventes com uma situação dessa natureza. Esse é o momento em que todos aqueles que prezam pela soberania nacional, que prezam por uma nação independente e soberana têm que estar juntos, têm que estar juntos para proteger o nosso País. Nós não vamos abrir mão da soberania, Presidente. Peço que registre no programa A Voz do Brasil o nosso clamor. Obrigado. - 27/05/2026
O Deputado discutiu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Proposta de Emenda à Constituição,favorável
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Esta, realmente, é uma noite muito importante. É muito interessante ouvirmos o Deputado que acabou de discursar falar em liberdade. A liberdade que vocês defendem é a liberdade de o trabalhador ser explorado, ser roubado, ser humilhado. A liberdade que vocês defendem é a de os grandes grupos econômicos acumularem cada vez mais lucro. A pauta que estamos discutindo hoje à noite não é mera pauta econômica. É uma pauta que trata de humanidade, trata de justiça social, trata de uma herança de mais de 1 século de esgotamento da classe trabalhadora. Os ganhos da automação, os ganhos da modernização já foram incorporados à produtividade, mas acabaram totalmente deslocados para aumentar o lucro dos grandes empresários. Vocês gostam de ver a classe trabalhadora ser explorada e esgotada. Vocês querem que um pai ou uma mãe de família dedique quase a totalidade de sua vida ao chão da fábrica, ao comércio, aos serviços, sem ter convívio familiar, sem ter tempo de lazer, sem poder cuidar da própria saúde. A violência que vocês defendem é uma violência silenciosa, que se repete todos os dias na vida de cada trabalhador que não é insumo no processo de produção, não é engrenagem, não é máquina. Dizer que essa proposta vai quebrar a economia é usar o mesmo argumento que a elite brasileira usou quando não queria abolir a escravidão. Diziam que isso quebraria o Brasil quando não queriam aprovar o salário mínimo, quando não queriam aprovar a CLT, quando não queriam aprovar as férias, quando não queriam aprovar o 13º salário. E tudo isso foi conquistado! Hoje, nesta noite, vamos conquistar também a redução da jornada de trabalho. Reduzir a jornada é humanizar as relações de trabalho, é gerar mais emprego, é estimular a economia. A tecnologia, senhores, não serve apenas para aumentar o lucro das grandes empresas, para aumentar o lucro dos grandes empresários. A tecnologia deve servir para emancipar o ser humano, não para escravizá-lo em jornadas abusivas. Nós colocamos, na Constituição de 1988, a jornada atual de 44 horas semanais. Passaram-se 38 anos. Quanto foi o ganho de produtividade no setor bancário, na agricultura com a mecanização, nas indústrias com a automação? Quem ficou com esse lucro da jornada? Quem ficou com o lucro do aumento da produtividade? Para o trabalhador, nada! Tudo para os patrões. Nós não podemos perder esta oportunidade de modernizar a legislação. É um processo civilizatório o que será aprovado aqui nesta noite. Mas, se até hoje não conseguimos aprovar, não é porque não houve tentativa dos partidos de esquerda, não é porque não houve tentativa do movimento sindical; é porque a extrema direita sempre se colocou contrariamente, sempre se posicionou contra. Vocês bolsonaristas, vocês da extrema direita gostam tanto de falar de família, de falar de valores, mas, em seu voto, defendem que pai e mãe de família sejam trancafiados no trabalho 6 dias por semana, sem tempo para criar seus filhos, sem tempo para descansar, sem tempo para viver, sem tempo para cuidar de sua saúde, sem tempo para voltar a estudar, sem tempo para se qualificar e poder ocupar postos de trabalho melhores, com maiores ganhos. Mas o tempo da submissão acabou. Onde vocês sempre ofereceram exploração, chicote e retirada de direitos, o Governo Lula, o PT e a Esquerda respondem com dignidade e justiça social, com a defesa da liberdade para o trabalhador, para a maioria da população. Vocês defendem a liberdade para explorar os trabalhadores. Por favor, vamos parar de mentira! As especificidades do trabalho dos profissionais em saúde, dos aeronautas e dos comerciários por exemplo, em shoppings e feiras livres vão ser tratadas em convenções coletivas, em legislações próprias. Não venham mais uma vez mentir para o povo brasileiro dizendo que vai crescer o desemprego ou que o trabalhador vai ser impedido de fazer acordos que ajustem sua jornada para atender ao seu processo de trabalho específico. E mais, gente, esta noite será de... (Desligamento do microfone.) - 27/05/2026
O Deputado celebrou o avanço da proposta de redução da jornada de trabalho sem redução salarial, classificando a medida como uma vitória dos trabalhadores e da base governista. Criticou partidos da oposição e setores da extrema direita por apoiarem propostas que, segundo ele, adiariam por até 10 anos a implementação da escala 5x2. Também atribuiu a articulação da pauta ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao PT e aos partidos de esquerda, destacando a defesa histórica dos direitos trabalhistas e criticando a concentração de renda e benefícios tributários concedidos aos mais ricos.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Defesa,Presidente da República,atuação,Extrema direita,implementação,adiamento,Renúncia fiscal,Crítica
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Hoje realmente é um dia de grande vitória. Vamos conquistar a redução da jornada de trabalho, sem redução de salário. E essa turma da extrema Direita, Presidente, vai amargar uma grande derrota. Assinaram uma proposta de emenda para postergar por 10 anos, 10 anos, para adiar para as calendas, a escala 5x2, e não conseguiram. Muitos, covardemente, pediram para retirar suas assinaturas, mas agora estão aí tentando se esconder com outras proposições. Essa é uma grande vitória dos trabalhadores! É uma grande vitória do Presidente Lula! É uma grande vitória do Partido dos Trabalhadores de toda a Esquerda no Brasil, que nunca arredaram o pé na defesa dos direitos dos trabalhadores, mesmo nos momentos mais difíceis, enfrentando a extrema Direita, enfrentando o fascismo, enfrentando o que há de pior. Eles querem continuar mantendo a concentração de renda, mantendo os bilionários imunes tributariamente, mas nós vamos conquistar essa vitória aqui, Presidente. Tenho certeza disso. Obrigado. - 27/05/2026Breves Comunicações
O Deputado defendeu a aprovação da Proposta da Emenda à Constituição nº 221, de 20219, que reduz a jornada de trabalho de 6x1 para 40 horas semanais sem redução de salários, apontando que a jornada vigente remonta à Constituição de 1988 e que os ganhos de produtividade gerados pela automação e mecanização beneficiaram apenas os detentores do capital. Argumentou que a medida traria ganhos para a saúde dos trabalhadores e para a economia, e traçou um paralelo histórico com outras conquistas trabalhistas, como o salário mínimo, as férias e o 13º salário, que também enfrentaram resistência. Manifestou insatisfação com tentativas de obstruir a votação e com uma emenda que visava retirar direitos dos trabalhadores. Por fim, conclamou os trabalhadores a reeleger o Presidente Lula e a ampliar a representação popular no Congresso Nacional.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Saúde,Trabalhador,Qualidade de vida,Direito do trabalho Presidente da República,Reeleição,Partido dos Trabalhadores (PT)
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Presidente, hoje realmente é um dia especial para esta Casa, para o Congresso brasileiro. Hoje, o Congresso, por meio da Câmara dos Deputados, vai dar o passo inicial para garantir um direito que há muito já deveria ter sido assegurado. Nós estamos falando da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salários. Nós estamos falando do fim da escala semanal de trabalho 6 por 1. Isso é um legado do século passado, Presidente. A Constituição de 1988 firmou essa jornada de trabalho. Nós estamos falando de 1988. Nós estamos falando de 38 anos atrás. Os processos de trabalho mudaram. A mecanização e a automação geraram ganho de produtividade. Mas quem ganhou com essa produtividade elevada? Apenas aqueles que concentraram renda. A agricultura foi mecanizada, e isso reduziu a necessidade de trabalhadores. Todos os setores da indústria, dos serviços, do comércio ganharam com os processos de automação, com a modernização. Mas esses ganhos, esses lucros, tiveram apenas uma única finalidade: concentrar renda. E esses que ganharam querem continuar ganhando sem dividir nenhuma migalha com os trabalhadores. Nós estamos falando em redução da jornada de trabalho sem redução de salários. Nós estamos falando de um dia a mais para o trabalhador ficar com sua família, cuidar da sua casa, cuidar da sua saúde. Ninguém ganha com trabalhadores esgotados fisicamente, sem descanso, perdendo a sua saúde. Isso aumenta o absenteísmo. Todos os estudos mostram que, ao contrário do que eles dizem, toda a sociedade vai ganhar com essa conquista dos trabalhadores. Disseram que o Brasil ia quebrar, quando o Brasil lutou para acabar com a escravidão; queriam mantê-la. Lutaram contra o salário mínimo. Mobilizaram-se para evitar a aprovação das férias remuneradas e do 13º salário. O Brasil não quebrou por essas razões. O Brasil quase quebrou várias vezes porque a elite buscou destruir a capacidade dos trabalhadores de ter algum ganho, porque os sugaram ao extremo. No Governo Fernando Henrique, o Brasil, mais de uma vez, chegou a quebrar economicamente. No Governo passado, o Governo Bolsonaro, atacaram até as reservas financeiras, que haviam sido acumuladas anteriormente, nos Governos Lula e Dilma. Não ficou uma política de pé no Governo das trevas, no Governo da destruição. Em pouco mais de 3 anos da volta do Presidente Lula ao poder, todas as políticas públicas foram reconstruídas, e reconstruídas em outro patamar. E é o que faremos também com as relações de trabalho e com a jornada de trabalho. O acordo que está sendo construído, eu diria a vocês, é até bastante cuidadoso, bastante tímido. Vamos iniciar reduzindo a jornada de trabalho semanal em 2 horas para, daqui a 1 ano, reduzi-la em mais 2 horas, completando a redução para 40 horas. Mas essa é uma conquista importante. E essa turma que está contra queria aproveitar este momento em que nós estamos trabalhando para reduzir a jornada de trabalho para tirar ainda mais direitos dos trabalhadores. Fizeram até uma emenda de forma covarde, mas retiraram dela as assinaturas quando viram a repercussão. Esta Casa vai aprovar essa redução de jornada não pela vontade da maioria dos Parlamentares que estão aqui, porque a maioria dos Parlamentares que estão aqui, Presidente, não representa os trabalhadores deste País, não representa a maioria da população; representa os interesses dos latifundiários, dos banqueiros, dos grandes empresários e dos bilionários, infelizmente. Mas vêm aí as eleições de 4 de outubro. Nós vamos reeleger o Presidente Lula e vamos fazer com que o Congresso Nacional não seja mais inimigo do povo e esteja do lado do povo brasileiro. Hoje, todas as conquistas alcançadas aqui são feitas na base da pressão, na base da luta, na base do corpo a corpo e da mobilização dos trabalhadores. Esses mesmos trabalhadores terão a capacidade de ir às urnas e mostrar o quanto o Presidente Lula transformou este País, o quanto nós reconstruímos, recuperamos e colocamos o Brasil de 2026 melhor até que o de 2016, quando eles deram o golpe que tirou do poder a Presidenta Dilma. Vamos hoje, nesta Casa, conquistar o fim da jornada 6 por 1, com a redução das horas trabalhadas, o que será um ganho para a saúde dos trabalhadores, um ganho para a economia, um ganho importante para toda a nossa Nação, para todo o nosso País. Essa jornada de hoje vai marcar a história, como marcamos no ano passado, ao aprovar a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até cinco salários mínimos. Essa foi mais uma lei aprovada no Governo do Presidente Lula, que hoje marcará outro golaço. Nós vamos aprovar essa matéria contra a vontade deles. Não adianta virem para cá com cara de pau e dizerem que querem escala 4 por 3 e jornada de 30 horas, ou de 36 horas, para tentar esconder, Presidente, o que fizeram todas essas semanas, tentando impedir que nós aprovássemos aqui a redução da jornada para 40 horas. Peço que se divulgue no programa A Voz do Brasil a grande conquista que teremos hoje. E quero alertar os trabalhadores para o fato de que teremos mais oportunidades de incorporar outros direitos, se a gente tiver a capacidade de manter a nossa democracia, que foi atacada, que foi vilipendiada por esses da extrema direita. Outros direitos serão conquistados, se continuarmos nessa batida, junto com o Presidente Lula, do lado do povo brasileiro. Obrigado, Presidente. Peço que se divulgue meu discurso no programa A Voz do Brasil. - 12/05/2026
O Deputado parabenizou o Presidente Lula pela assinatura da Medida Provisória nº 1.357, de 2026, que isenta a taxação de 20% sobre compras internacionais de até 50 dólares em plataformas digitais, conhecida como "taxa das blusinhas". Além disso, destacou outras iniciativas do Governo Federal, como o Imposto de Renda Zero para quem ganha até R$ 5 mil, a valorização do salário mínimo, a redução do desemprego e a proposta de redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem corte salarial. Por fim, contrastou o atual Governo com o anterior, apontando que as medidas atuais favorecem a população de menor renda.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Medida provisória,Taxa das Blusinhas (2024),Tributação,Remessa postal internacional,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM),Salário mínimo,Desemprego,redução,Jornada de trabalho,População de baixa renda
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Quero parabenizar o Presidente Lula, que hoje assinou a medida provisória que estabelece isenção da taxação, que era de 20%, das compras internacionais de até 50 dólares em plataformas comerciais on-line, taxação que ficou conhecida como "taxa das blusinhas". Esta é mais uma medida importante para a população de menor poder aquisitivo, assim como foi o Imposto de Renda zero para quem ganha até 5 mil reais, assim como é a recuperação do valor do salário mínimo temos hoje o salário mínimo com o maior valor real da história , assim como é o combate ao desemprego esta é a menor taxa de desemprego da história do nosso País , assim como são todas as medidas que o Presidente Lula tem tomado em favor da população que mais precisa. Teremos também uma importante vitória com a mudança da jornada de trabalho, com a revogação da jornada 6 por 1, com a redução de 44 horas para 40 horas, sem redução de salário. O conjunto de medidas que o Presidente Lula vem tomando está recuperando a economia, reduzindo as desigualdades e melhorando a vida da população que mais precisa. Este é o Governo do lado do povo brasileiro, ao contrário do anterior, que destruiu as políticas que beneficiavam a população que mais precisa do poder do Estado. Obrigado. - 12/05/2026
O Deputado contestou declarações da Deputada Julia Zanatta, afirmando que em nenhum momento contestou a autoria do Projeto de Lei nº 1.054, de 2019, tendo, ao contrário, elogiado a medida a ser sancionada. Além disso, criticou a interrupção de colegas durante o discurso e afirmou que o Governo atual retirou o País de um período de devastação, reconstruiu o Brasil e defende gestantes, mulheres, crianças e a população brasileira, diferentemente do Governo anterior.
Palavras-chave oficiais: Contestação,Pronunciamento parlamentar,Projeto de lei ordinária,Governo federal,Presidente da República,Mulher,Gestante,Criança,Proteção social
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Quero deixar muito claro que, em nenhum momento, desconheci a autoria do projeto. Não falei nada contra ele. Muito pelo contrário, eu elogiei a medida e fiz questão de ressaltar que esta é mais uma medida importante que o Presidente Lula irá sancionar no seu Governo... A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - Irá sancionar, mas hoje... O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA) - Por favor, eu ouvi a senhora. Perdoe-me. Eu ouvi a senhora. É deselegante a senhora interromper um colega. A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - Deselegante é não citar a mulher que relatou o projeto. O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA) - É deselegante a senhora interromper um colega, Deputada. Deputada, eu ouvi V.Exa. e a ouço sempre educadamente. Eu fiz questão de dizer que a medida é importante e que seria mais uma lei importante a ser sancionada. Infelizmente, vocês não conseguem ouvir sobre os atos deste Governo, que retirou o País das trevas, que acabou com a devastação, que reconstruiu o Brasil e que defende as gestantes, defende as mulheres, defende as crianças, defende a população brasileira. Este é um Governo que está do lado do povo brasileiro, diferentemente do Governo que vocês apoiaram, que estava do lado do crime. - 12/05/2026
O Deputado destacou a importância da aprovação do Projeto de Lei nº 1.054, de 2019, que regula a realização de testes de aptidão física por candidata gestante ou em fase puerperal em concurso público para provimento de cargos e empregos públicos da administração pública direta e indireta de todos os Poderes da União. Ressaltou que a nova lei seria sancionada pelo Presidente Lula e elencou diversas medidas do Governo Federal em defesa da maternidade, como a ampliação da licença-maternidade, a lei de enfrentamento ao parto prematuro, o cuidado com o luto parental e a perda gestacional, além de programas como a Rede Cegonha, a Rede Amamenta e o Bolsa Família. Por fim, rebateu críticas ao Governo, afirmando que o Presidente defende a família brasileira, ao contrário de opositores que buscam beneficiar seus próprios parentes.
Palavras-chave oficiais: Aprovação,Projeto de lei ordinária,regulamentação,Concurso público,Mulher,Gestante,Puérpera,exame,Aptidão física,Governo federal,Política pública,Sanção presidencial,Maternidade,Parto prematuro,Licença à gestante,Aborto espontâneo,Rede Cegonha,Bolsa Família,Amamentação
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, felizmente, essa é mais uma lei importante que o Presidente Lula vai sancionar no seu Governo, um Governo que tomou medidas fundamentais em defesa da maternidade: ampliou a licença e salário-maternidade, estabeleceu uma lei para enfrentamento ao parto prematuro, viabilizou a ampliação do cuidado na assistência do luto parental e da perda gestacional, a proteção e defesa das mulheres que estudam com bolsa de estudo e pesquisa, a Rede Cegonha, a Rede Aline, o Bolsa Família e agora também essa medida relativa a concursos, que garante a possibilidade de a gestante ou puérpera que não tiver condições adequadas naquele momento fazê-lo posteriormente. Então, neste Governo do Presidente Lula, inúmeras medidas importantes em defesa real da gestante, da puérpera e da família foram tomadas, e não ficar apenas em um discurso porque eles não defendem a família. Eles defendem a família deles, que querem tirar da cadeia criminosos que atacaram a democracia. - 12/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva oferecida ao Projeto de Lei nº 488, de 2019, que determina a obrigatoriedade de imposição de penas restritivas de direitos aos condenados por crimes de pedofilia. Além disso, criticou o ex-Presidente Jair Bolsonaro e aliados da extrema direita por ações que favoreceram o crime organizado. Também citou homenagem concedida pelo Senador Flávio Bolsonaro a integrante do crime organizado e associou a ampliação do acesso a armas e a ausência de tributação sobre bets ao fortalecimento da criminalidade. Por fim, acusou adversários políticos de utilizarem o tema da segurança pública para fins eleitorais.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto favorável Segurança pública,Extrema direita,Ex-presidente da República,Crime organizado,Senador,Arma de fogo,Aposta esportiva,Eleição
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Governo orienta "sim", Presidente. É bom a gente lembrar: quem é que homenageou bandido do crime organizado? Flávio Bolsonaro. Quem é que deu uma comenda na Assembleia do Rio de Janeiro para premiar chefe do crime organizado? Flávio Bolsonaro. Quem é que, quando Presidente da República, inundou o Brasil de armas, favorecendo o crime organizado? Bolsonaro. Quem é que foi contra a taxação das bets e no seu Governo não permitiu taxar as bets? Bolsonaro. Quem é que mais contribuiu para fortalecer o crime organizado neste País? Bolsonaro, a extrema direita. Vocês só fazem usar o discurso da segurança pública e do crime para tentar dividendos eleitorais. É uma forma criminosa de favorecer o crime e prejudicar a população brasileira. Vocês têm bandido de estimação, aprovaram para tirar da cadeia. - 12/05/2026Breves Comunicações
O Deputado manifestou insatisfação com o que classificou como comportamento irresponsável de Parlamentares bolsonaristas diante da interdição de um lote de produtos da marca Ypê, determinada pela Anvisa, pela Vigilância Sanitária de São Paulo e pela Prefeitura de Amparo (SP), em razão de contaminação bacteriológica. Assinalou que, em vez de acatar a decisão técnica, integrantes do grupo político em questão teriam incentivado o uso dos produtos nas redes sociais, sob alegação de perseguição política. Também abordou denúncias da Polícia Federal contra o Senador Ciro Nogueira, a quem atribuiu o recebimento de mesada de 500 mil reais mensais por dois anos para defender interesses do Banco Master, bem como a compra de apartamento por 22 milhões de reais. Ademais, citou declarações do ex-Ministro Ricardo Salles sobre suposta venda de vaga no Senado por Eduardo Bolsonaro por 60 milhões de reais e a caracterização do PL como partido de bandido.
Palavras-chave oficiais: Amparo (SP),Indústria,Detergente,Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa),interdição,Deputado federal,Rede social,Perseguição política,Crítica Senador,Progressistas (PP),Banco Master,favorecimento,Polícia federal,Denúncia Deputado federal,declaração,Ex-deputado federal,Partido Liberal (PL),Senador,Pré-candidatura,negociação
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Os bolsonaristas, mais uma vez, de forma irresponsável, comprometem a saúde pública no Brasil, agora com um caso de detergente. Eu, como médico sanitarista, não posso me furtar a denunciar a irresponsabilidade dos bolsonaristas, que mais uma vez atacam a saúde pública. Primeiro, atacaram as vacinas contra a Covid, e o resultado a gente viu e não esqueceu: mais de 700 mil mortos na pandemia. O Brasil, que já erradicou doenças como sarampo e poliomielite, voltou a sofrer com o sarampo. Agora três órgãos do Governo Federal a Anvisa, a Vigilância Sanitária de São Paulo, de Tarcísio, e a Prefeitura de Amparo condenaram um lote inteiro de produtos da marca Ypê por contaminação bacteriológica. Contudo, Presidente, como os donos da Ypê financiaram a campanha do presidiário Jair Bolsonaro, o que os bolsonaristas fizeram? Correram para as redes para fazer acusações de perseguição política e estimular o uso desses produtos. O Diretor da Anvisa que interditou a fábrica digo para conhecimento de todos foi indicado por Bolsonaro. No Governo de São Paulo, o Governador é o Tarcísio. Há gente por aí bebendo detergente olhem que coisa absurda! , tomando banho com detergente, escovando os dentes com detergente. Esse é o nível do absurdo a que os políticos bolsonaristas estão levando as pessoas. Nada tem a ver com perseguição política, é uma decisão técnica para proteger a saúde e a vida da população. Contudo, vocês nunca se preocuparam com a saúde da população brasileira. Tudo isso é cortina de fumaça, porque os bolsonaristas estão nas cordas. O Presidente Lula está nas manchetes do mundo. Foi recebido com tapete vermelho por Trump na Casa Branca, coisa que o "Bananinha" nunca conseguiu. Nunca teve a oportunidade de ser ouvido. Eles agora têm muito a esconder sobre Ciro Nogueira, que foi pego com a boca na botija. Homem forte do Governo Bolsonaro, provável vice de Flávio "Bolsonarinho", Ciro Nogueira recebeu por 2 anos, segundo a Polícia Federal, mesada de 500 mil reais para defender os interesses do Banco Master e de Daniel Vorcaro. Comprou um apartamento por 22 milhões de reais com o dinheiro que recebeu, atuando em favor do banco. O que eles querem é mudar de assunto, Presidente, porque uma obra da Sabesp privatizada pelo bolsonarista Tarcísio de Freitas explodiu, matou uma pessoa em São Paulo, feriu outras três e interditou quarenta casas. Eles diziam: "Privatiza, que melhora!" Na prática, o que a gente está vendo é isto: "Privatiza, que mata!" O que eles querem é fugir da entrevista na qual o ex-Ministro que passou a boiada, Ricardo Salles, ele próprio acusou Eduardo Bolsonaro de vender vaga no Senado por 60 milhões de reais e disse que o PL seria um partido só de bandido. Quem falou? Vou repetir: Ricardo Salles, Ministro de Bolsonaro, o que disse que ia passar a boiada. Disse que Eduardo Bolsonaro vendeu a vaga no Senado, Deputada Benedita da Silva, por 60 milhões de reais. E disse que o PL é um partido de bandido é verdade, pela primeira vez eu concordo com o Ricardo Salles. Vamos cuidar da saúde da nossa população! Vamos denunciar o absurdo que os bolsonaristas estão fazendo, mais uma vez: estão atacando a saúde da população brasileira para esconder a corrupção, para esconder a bandidagem, para esconder os descalabros que foi o Governo Bolsonaro e que continua sendo o partido dos bolsonaristas. Peço que se registre no programa A Voz do Brasil a denúncia do que está sendo feito: atenta-se contra a saúde da população brasileira mais uma vez. Obrigado, Sr. Presidente. - 05/05/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou Parlamentares da Direita, acusando-os de hipocrisia ao defenderem pautas de endurecimento penal enquanto teriam aprovado medidas que beneficiariam criminosos. Afirmou também que a derrubada parcial do veto presidencial ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, o PL da dosimetria, poderia favorecer a soltura de milhares de condenados, incluindo autores de crimes graves, e classificou a proposta como uma tentativa de beneficiar politicamente o ex-Presidente Jair Bolsonaro e aliados envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Também acusou o grupo bolsonarista de agir contra a instalação de investigações sobre o caso do Banco Master, sugerindo que a votação teria servido como moeda de troca para barrar uma CPI.
Palavras-chave oficiais: Parlamentar,Direita política,Hipocrisia,Aumento da pena,Pauta (processo legislativo),benefício,Criminoso,Derrubada de veto,Projeto de lei ordinária,Dosimetria da pena,favorecimento,Condenado,Ex-presidente da República,Ato antidemocrático,Janeiro,Brasília (DF),acordo,contra,instalação,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Banco Master
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu acho interessante essa turma que vem para cá. "Aumentar pena de bandido!" "Maioridade penal!" Essa turma é de uma hipocrisia sem tamanho. Reivindica a propriedade da pauta da segurança, Presidente Charles, mas na verdade só age a favor da bandidagem. Até o slogan desse pessoal mudou, não é mais "bandido bom é bandido morto", agora é "bandido bom é o bandido deles". Os bandidos deles são os bandidos bons. Inundaram o País com mais de 2 milhões de armas restritas às forças de segurança, ou seja, proibidas de serem comercializadas. Graças a eles, essas armas caíram, a maioria delas, na mão do crime organizado. Agora, derrubaram parcialmente um veto total do Presidente Lula. Graças ao que eles aprovaram no PL da bandidagem, mais de 200 mil condenados poderão ir para as ruas alguns condenados querem ir para as urnas, mas mais de 200 mil podem ir para as ruas. Para livrar apenas um bandido, o presidiário Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão, a extrema direita criou jurisprudência que pode levar à soltura de quem cometeu crimes violentos: pedófilos, estupradores, feminicidas, membros de facções e milicianos. Aliás, milicianos eles sempre apoiaram, e até premiaram. O que quer ser candidato a Presidente, o Bolsonarinho, premiou milicianos, assassinos. Cabia ao Congresso analisar um veto total, e não desmembrar a parte que interessava aos bolsonaristas. O que eles tentaram fazer? Agindo contra a Constituição e contra o Regimento, tentaram anistiar só os bandidos deles, deixando os outros de fora. Isso é rasgar a Constituição. Não existe esse ordenamento jurídico. Na prática, é uma anistia disfarçada, a anulação do golpe e dos condenados pelo golpe. O mais revelador, Presidente, é que a aprovação do PL da bandidagem foi moeda de troca para que o Senado não instalasse a CPI do Banco Master. Sabe por quê? Porque a maioria dos envolvidos no caso do Master é tudo bolsonarista. Quando começaram a surgir as conexões, encontraram 3 milhões de Vorcaro para a campanha de Bolsonaro, 2 milhões para a campanha de Tarcísio de Freitas... A extrema direita veio então com a operação abafa. Quem fez a doação? Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, pastor da Lagoinha. Com quem ele tem estreitas ligações? Todos, bolsonaristas. E, mais, o Master operava mais de 240 mil contratos de consignado naquele roubo aos aposentados do INSS, iniciado e trabalhado por quem? Pelo Governo Bolsonaro. Eles ficam se fazendo de desinformados. Ora, o Deputado Rodrigo Rollemberg fez um requerimento para CPI do Banco Master, e 305 não assinaram. Sabem quantos votaram para derrubar o veto de Lula e apoiar o PL da bandidagem? Foram 318. Basicamente, os que não assinaram a CPI do Master são os que aprovaram o PL da bandidagem. Agora, mais importante do que o palanque da CPI, que pode não acontecer, porque eles estão bloqueando, é que a Polícia Federal vai continuar investigando, vai continuar trabalhando. Vorcaro já está preso. Zettel já está preso. Botem as barbas de molho, porque a hora de vocês vai chegar com a delação dessa bandidagem que tomou conta do Banco Master, que tomou conta dos mandatos da extrema direita neste País, que entulharam o País de armas e que agora têm como slogan "bandido bom é o bandido nosso". Obrigado, Presidente. - 28/04/2026Breves Comunicações
O Deputado disse que, às vésperas do período eleitoral, Flávio Bolsonaro aparecia sem propostas e buscava apoio político pela imagem do pai. Afirmou também que o projeto do pré-candidato incluía anistiar envolvidos em ataques à democracia e cortar recursos do SUS, da educação e da Previdência. Citou ainda investigações sobre rachadinhas, movimentação de valores suspeitos, compra de imóvel em Brasília e ligações com milicianos. Por fim, defendeu o Governo Lula e criticou a gestão anterior, que associou ao desmonte de políticas públicas e à condução da pandemia.
Palavras-chave oficiais: Senador,Pré-candidato a cargo eletivo,Presidência da República,ausência,Plataforma política,utilização,Imagem,Pai,Ex-presidente da República,anistia,Preso,Janeiro,Tentativa (crime),Golpe de Estado,corte,recursos,Sistema Único de Saúde (SUS),Educação,Previdência social,Rachadinha (crime),Milícia,Governo,Presidente da República
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Nós estamos nos aproximando do período eleitoral, e os candidatos têm vários estilos. Um, o tal do Flávio Bolsonaro, quer ser Presidente da República utilizando a referência do pai; Flávio é famoso pelas "rachadinhas", pela famosa loja de chocolates e pela mansão aqui em Brasília. Quando falam com ele sobre programa de governo, ele escorrega mais do que peixe ensaboado, tergiversa e rodeia. Presidente, V.Exa. se lembra do Rolando Lero, personagem de Chico Anysio que ficava enrolando, não tinha projetos e improvisava para enganar? É o que Flávio Bolsonaro faz. Sabe por que ele faz isso? Porque o projeto dele para a Presidência é, em primeiro lugar, anistiar os maiores criminosos que este País já teve: o pai dele e a quadrilha, que tentaram destruir o Estado de Direito e a democracia em nosso País. Este é o primeiro ponto do plano de governo dele. Em segundo lugar, ele só fala aos empresários dos quais quer conquistar apoio, só para a turma do andar de cima, o que significa cortar os recursos das maiores e principais políticas públicas. Flávio Bolsonaro está propondo cortar recursos do SUS e os recursos da educação. Quer fazer o que o pai dele fez, mas agora com mais maldade, com mais intensidade: quer cortar os benefícios da Previdência Social, aposentadorias, BPC, todas as áreas. Ele não consegue se desvincular do nome do pai, apesar de querer esconder o passado. O passado o condena. Foi ele que modernizou a corrupção na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, com o esquema de rachadinhas, por meio do qual se apropriava de parte dos salários de assessores. Segundo o Coaf, o esquema movimentou pelo menos 1,2 milhão de reais, que ele lavava na loja de chocolates. Segundo o Ministério Público do Rio, o dinheiro era usado para comprar imóveis, mesmo com renda incompatível com a atividade parlamentar. Todas as investigações foram enterradas quando o pai aparelhou a Polícia Federal e disse que não ia permitir que fizessem aquilo com a família dele. Estão lembrados daquela famosa reunião da quadrilha do crime chamada de "Ministério Bolsonaro"? Entre os imóveis, destacam-se 6 milhões de reais em dinheiro vivo utilizados na compra de uma mansão em Brasília. Para além das transações suspeitas, Flávio Bolsonaro tem estreitas ligações com o crime organizado, com a barra mais pesada, com milicianos e matadores de aluguel, como o ex-PM Adriano da Nóbrega, a quem ele homenageou e foi empregado dele, junto com a mãe e a esposa. Por isso, eles querem tocar o terror. Nós não podemos permitir a volta ao passado, a volta do Governo das trevas, que destruiu o Orçamento público, que zombou da morte de 700 mil brasileiros durante a pandemia e atacou todas as políticas públicas que fazem diferença na vida das pessoas. Com a volta do Presidente Lula, nós teremos novamente o Governo do lado do povo brasileiro. Isso nós vamos continuar preservando. Presidente Charles Fernandes, peço que autorize a divulgação do meu pronunciamento pelo programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 28/04/2026
O Deputado registrou a visita de Vereadores de Brejões, na Bahia, ao Congresso da União dos Vereadores do Brasil, destacando a atuação do grupo em defesa do Sistema Único de Saúde. Ressaltou o trabalho de representantes municipais voltado ao fortalecimento das políticas públicas de saúde e anunciou a destinação de micro-ônibus para transporte sanitário no Município, por meio de programa federal. Também mencionou investimentos estaduais na ampliação da rede pública de atendimento, como policlínicas regionais. Por fim, reafirmou compromisso com o fortalecimento da assistência à saúde em Brejões e reconheceu a atuação das lideranças locais na área.
Palavras-chave oficiais: Vereador,Brejões (BA),Congresso,Atuação parlamentar,Sistema Único de Saúde (SUS),Política pública,Saúde pública,Micro-ônibus,Investimento,Policlínica
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero registrar a visita aqui dos nossos companheiros e companheiras Vereadores do Município de Brejões, na Bahia, que estão no congresso da União dos Vereadores do Brasil UVB. Deputado Charles, esta aqui é a bancada da saúde da Câmara de Vereadores de Brejões: a Audilene, o Romilson, o Diquinha. É a turma que constrói o Sistema Único de Saúde, que luta em defesa do SUS, um patrimônio tão importante nas nossas políticas públicas. O Romilson, o Diquinha e a Audilene estão, no dia a dia, buscando fortalecer as políticas públicas, especialmente na saúde. Quero mandar um abraço para o nosso Prefeito Rick, turma. E quero assumir aqui o compromisso de fortalecimento, ainda mais com o apoio do Governador Jerônimo e do Presidente Lula. Agora nós conseguimos algo importante. O Município vai receber um micro-ônibus para tratamento fora do domicílio. Quero agradecer ao Presidente Lula, ao Ministro Padilha. Em breve, o micro-ônibus está chegando. Dentro do PAC da Saúde, é uma entrega importante para fortalecer o transporte sanitário. E, obviamente, ressalto os investimentos que o Governador vem fazendo na ampliação da rede pública de saúde em todo o Estado da Bahia, especialmente com a policlínica regional. Isso tem contribuído em muito para que o nosso sistema de saúde possa responder cada vez mais à necessidade de população. Eu só tenho a agradecer à Audilene, ao Romilson e ao Diquinha pelo trabalho que fazem pela saúde da população de Brejões. Obrigado, Presidente Charles. - 14/04/2026
O Deputado criticou a atuação de opositores em relação ao preço dos combustíveis e associou o cenário atual à privatização de ativos do setor energético ocorrida em anos anteriores. Citou a venda da BR Distribuidora e de refinarias como fatores que teriam reduzido a capacidade de intervenção do Estado na formação de preços. Informou que a bancada do PT pretendia protocolar proposta para reestatizar a BR Distribuidora, com o objetivo de retomar o controle estatal sobre a distribuição de combustíveis. Também anunciou a realização de evento em Brasília (DF) para apresentar a iniciativa.
Palavras-chave oficiais: Privatização,Petrobras Distribuidora S.A,Preço,Combustível
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. É muito interessante a gente ouvir bolsonaristas falarem de preço de combustível. Vocês entregaram na bacia das almas, a maior privataria que já houve neste País, a BR Distribuidora, três refinarias, numa roubalheira, numa corrupção; candiaram o tempo todo. E agora, num momento como este, quando o cenário internacional está adverso, o Brasil perde a ferramenta de controlar a distribuição e o preço dos combustíveis. Por isso, nós vamos reverter a privataria, a roubalheira que os bolsonaristas fizeram, Presidente Charles Fernandes. Nós vamos reestatizar a BR Distribuidora. Nós vamos reestatizar as refinarias. Amanhã, haverá um grande evento em Brasília, quando a bancada do PT vai protocolar um projeto para reestatizar a BR Distribuidora, que vocês roubaram e entregaram à iniciativa privada. Nós vamos retomá-la, entregá-la novamente ao povo brasileiro e garantir o seu controle por parte do Estado brasileiro. Obrigado, Presidente. - 08/04/2026
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 1.123, de 2025, que altera a Lei nº 8.080, de 1990, para determinar a aceitação, pelas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), de exames realizados em serviços privados.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Presidente, esse projeto, com o discurso de contribuir para evitar a duplicidade de exames e para agilizar os procedimentos, comete um erro grave de quem não conhece a realidade do Sistema Único de Saúde e nunca viveu dentro da rede pública, nunca se defrontou com os dilemas que nós enfrentamos no dia a dia na rede SUS. Primeiro, não existe nenhuma barreira para que exames feitos na rede privada sejam utilizados pelo SUS. Isso não existe. O diagnóstico de vocês é equivocado. O que existem são critérios que permitem ou não a utilização dos exames. Isso se dá em função da capacidade daqueles procedimentos de traduzirem a qualidade necessária, do ponto de vista do diagnóstico; da autonomia das equipes de saúde de aceitarem ou não esses exames; e de a qualidade dos exames ser confiável ou não para os hospitais e atender ou não aos requisitos necessários à realização dos procedimentos. Esse é o primeiro aspecto. Segundo aspecto: este projeto vai oficializar problemas graves como o fato de, muitas vezes, um paciente passar na frente de uma fila existente, passar na frente de uma lista de espera porque tem condição de pagar os procedimentos diagnósticos e, com isso, atropelar centenas de milhares de pacientes que não têm a mesma capacidade de comprar serviços na iniciativa privada. Terceiro aspecto: este projeto legaliza algo que hoje, eu diria, não pode ser chamado de ilegal, mas é antiético. Existem profissionais que recebem um paciente na unidade pública e o levam à iniciativa privada, para, depois, só recebê-lo de volta se o estabelecimento da iniciativa privada que o médico indicou tiver realizado esses procedimentos. Presidente, eu faço um apelo aqui... (Pausa.) Já que o Presidente não quer ouvir, faço um apelo aos colegas Parlamentares: não permitam a aprovação da urgência deste projeto! Este projeto precisa ser debatido com os secretários estaduais, com os secretários municipais, com o Conselho Nacional de Saúde, com as entidades que prestam serviços aos SUS. A urgência deste projeto não pode ser aprovada nesta Casa no atropelo, mesmo que hoje não apreciemos o mérito da proposição. Meu apelo, Presidente, é que o projeto vá para a Comissão de Saúde. Este projeto precisa ser debatido na Comissão de Saúde, precisa ser objeto de audiências públicas. Precisa ser ouvida a sociedade civil... (Desligamento do microfone.) - 08/04/2026Breves Comunicações
O Deputado associou a crise internacional à guerra promovida pelo Presidente Donald Trump contra o Irã, com apoio de Bolsonaro e da extrema direita brasileira, e afirmou que esse cenário tem gerado impactos econômicos no Brasil. Assinalou que o Governo do Presidente Lula tem adotado medidas para mitigar o aumento dos combustíveis, com custo estimado em 10 bilhões de reais por mês durante 2 meses, e comparou esse montante aos valores de venda da Refinaria Landulpho Alves e da BR Distribuidora durante o Governo Bolsonaro. Ainda, sustentou que a elevação dos preços dos combustíveis não decorre do diesel vendido pela Petrobras, mas do aumento das margens de distribuidoras e revendedoras, e criticou a privatização da Refinaria Landulpho Alves e da BR Distribuidora. Por fim, defendeu a reestatização da distribuidora e da refinaria, informou a existência de uma PEC para assegurar essa medida e pediu apoio para coleta de assinaturas.
Palavras-chave oficiais: Guerra,Oriente Médio,Combustível,Refinaria,aumento,Preço,Óleo diesel,Gasolina,Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Subsídio Crítica,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Privatização,Refinaria de petróleo,aumento,Preço,Petrobras Distribuidora S.A Parque Estadual do Cantão (PEC),Coleta de assinatura,Reestatização,Refinaria de petróleo,Petrobras Distribuidora S.A
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Charles. Primeiro, quero saudar os dois Parlamentares que me antecederam e trouxeram a temática sobre a qual quero me debruçar. Essa crise internacional, que é a guerra trumpista contra o Irã, com o apoio de Bolsonaro e da extrema direita brasileira, está levando a uma crise grave no mundo. No entanto, o Governo do Presidente Lula tem buscado medidas para mitigar o impacto no aumento do preço dos combustíveis. As medidas tomadas, que são importantes e necessárias, vão representar um impacto de cerca de 10 bilhões de reais ao mês. Vou repetir, Presidente Charles: 10 bilhões de reais ao mês! Elas estão previstas para 2 meses. Mas essa crise não vai se encerrar em 2 meses. Mesmo que a guerra seja suspensa, a destruição, o dano vai repercutir mais para frente. Sabem quanto representam 10 bilhões de reais por mês? Sabem por quanto foi vendida a Refinaria Landulpho Alves, na Bahia? Por 10 bilhões de reais. Nós estamos, portanto, tendo que gastar uma refinaria por mês com essas medidas. Em 2 meses, Deputado Zé Vitor, parceiro da saúde, serão 20 bilhões de reais. Sabem por quanto foi entregue a BR Distribuidora? Por 20 bilhões de reais. Em 2 meses, o Governo do Presidente Lula vai ter que gastar o equivalente ao que o Governo Bolsonaro ganhou ao entregar a BR Distribuidora com a marca Petrobras, com a marca BR. O negócio é tão criminoso que o impacto do aumento não é porque o preço do diesel aumentou na refinaria da Petrobras. O diesel aumentou 11% na Petrobras. O que aumentou foi o lucro das distribuidoras e das revendedoras: 61,3%. Foi um aumento de 61,3%, repito, Deputado Padre João, enquanto o diesel aumentou na Petrobras apenas 11%. Mas a refinaria que foi privatizada não seguiu os índices das refinarias que continuam na Petrobras. Enquanto as refinarias da Petrobras estão entregando o diesel a 3 reais e 65 centavos, a Acelen, na Bahia, que foi vendida a um fundo árabe dizem até que houve joia no meio do negócio , está entregando a 6 reais e 20 centavos, quase o dobro do preço. Então, não há saída para essa crise. Por mais medidas mitigadoras, por mais que o Governo subsidie, por mais que se tire o imposto, não há saída para essa crise que não seja reestatizar a BR Distribuidora e reestatizar a Refinaria Landulpho Alves. Esse é o apelo que faço a todos os nossos colegas deste Parlamento. Essa é a medida que o Brasil precisa tomar, independentemente de quem está na base do Governo, independentemente de quem está na Oposição. Nós não podemos permitir que o caos se instaure no País em função da crise internacional. Para isso, nós temos que devolver a BR Distribuidora ao controle público, nós temos que devolver a Refinaria Landulpho Alves à gestão da Petrobras. Nós temos uma PEC para que isso seja assegurado. Estamos colhendo assinaturas para que possamos protocolá-la, a fim de retomar o controle público da BR Distribuidora e das refinarias, as quais foram entregues pelo Governo Bolsonaro a preços vis repito, a preços vis! Aproveita-se disso o grupo privado que comprou a BR Distribuidora. O cidadão que abastece acha que está colocando gasolina da Petrobras. Não! A marca Petrobras foi vendida junto, entregue. Nós temos que retomar essas refinarias privatizadas e a BR Distribuidora, para enfrentar este momento de crise, inclusive internacional, causado por Trump. Peço, Deputado Charles Fernandes, que se transmita, pelo programa A Voz do Brasil, o nosso apelo, para que a gente possa retomar a gestão pública da Petrobras, da BR Distribuidora e da Refinaria Landulpho Alves. Muito obrigado. - 07/04/2026
O Deputado registrou a comemoração da emancipação do Município de Dom Basílio, na Bahia, destacando ações nas áreas de saúde e infraestrutura realizadas em parceria com a gestão local. Mencionou lideranças municipais e ressaltou a colaboração entre o Prefeito, o Governo estadual e o Governo Federal. Também parabenizou o Município de Caetité (BA) pelo aniversário, citando representantes locais. Afirmou que o País vivia um período de retomada de políticas públicas, com iniciativas voltadas à habitação, energia e geração de emprego, e associou essas ações à atuação do Governo Federal, destacando impactos na melhoria das condições de vida da população.
Palavras-chave oficiais: Dom Basílio (BA),Aniversário de emancipação política,Homenagem Caetité (BA),Aniversário de emancipação política,Homenagem
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Quero parabenizar a população do Município de Dom Basílio, que está comemorando sua emancipação. Agradeço pela acolhida, sempre que estivemos presentes nos diversos projetos que a gente vem trabalhando na área de saúde e infraestrutura. Quero abraçar o Prefeito Fernando, o ex-Prefeito Roberval, o Secretário Valmor, o Vereador Louro e toda a equipe que faz a gestão municipal tão próspera em Dom Basílio. Destaco a parceria do Prefeito Fernando com o nosso Governador Jerônimo e o Presidente Lula, que tem sido muito importante para melhorar a vida. Queremos nos somar e parabenizar o Município de Caetité, que também completou aniversário, o Prefeito Valtécio, a Secretária Municipal de Saúde Nancy, nosso Presidente do PT Rosival em seu nome, saúdo toda a turma do PT de Caetité. Presidente, é muito bom estar aqui comemorando o País novamente ao lado do Presidente Lula, melhorando a vida da população, com a economia pujante, com as políticas públicas recuperadas, com a capacidade de melhorar a vida das pessoas em todas as áreas. Voltou o Minha Casa, Minha Vida, o Luz Para Todos, a geração de emprego e renda. E, agora, o Governo enfrenta as agruras dessa guerra que o Trump e os bolsonaristas estão levando no... (Desligamento do microfone.) - 17/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para tramitação do Projeto de Lei nº 1.922, de 2022, que altera a Lei n.º 11.445, de 5 de janeiro de 2007 (Lei de Saneamento Básico), para garantir o acesso à água potável e ao esgotamento sanitário como direitos humanos, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto favorável
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. O Governo orienta "sim". Esse é um projeto muito importante para a população brasileira prestar atenção na principal diferença entre a extrema direita e aqueles que defendem o povo brasileiro. A extrema direita quer se apropriar do Estado brasileiro para transformar tudo em mercadoria, tudo em negócio, para a sua turma ficar mais bilionária ainda. E quem defende o povo brasileiro, como o nosso Governo, o Governo do Presidente Lula, quer fazer com que os direitos sejam assegurados. Água não é mercadoria. Água é direito. Saneamento, como política pública, não é mercadoria, é direito. Vocês privatizaram em São Paulo e querem privatizar no Brasil inteiro para entregar para seus asseclas, para seus comparsas, aquela turma do Master que financiou as campanhas do jatinho de vocês. Quer transformar, essa turma, tudo em mercadoria, tudo em negócio, mas o povo brasileiro não vai deixar, e o Presidente Lula voltou para garantir direitos. - 17/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para tramitação do Projeto de Lei nº 1.922, de 2022, que altera a Lei n.º 11.445, de 5 de janeiro de 2007 (Lei de Saneamento Básico), para garantir o acesso à água potável e ao esgotamento sanitário como direitos humanos, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a federação orienta "sim". A que ponto nós chegamos? Questão de gênero... O SR. ELI BORGES (PL - TO) - Presidente, eu tenho uma informação boa aqui. O SR. JORGE SOLLA (Bloco/PT - BA) - Questão de gênero, Presidente, provavelmente porque chamam a água e não há água, porque chamam o saneamento, e não há saneamento. Nós estamos falando de direitos, Presidente. Nós estamos falando de acesso à água, ao saneamento e à política pública. Essa mesma turma que destruiu os investimentos públicos quer voltar a destruir. E ficam inventando questão de gênero num projeto que fundamentalmente garante o acesso à água e ao saneamento, Deputado Joseildo, como direito da pessoa humana, como direito essencial, como direito que o Estado brasileiro tem obrigação de assegurar. Vamos parar de paranoia, vamos parar de Terra plana, vamos parar de fazer discurso antivacina, vamos parar de inventar cabelo em ovo. Vocês não têm a capacidade de enfrentar o direito da população brasileira a ter novamente...
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 15/12/2015 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.