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Detector de Bananada
Foto de Heloísa Helena

Deputada · Câmara

Heloísa Helena

REDE · RJ

Centro-esquerdapor que esse rótulo?Fora de exercício

Nome civil: Heloísa Helena Lima de Moraes Carvalho · 64 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 85 de 100, Cara Bom0406080100

85/100

Cara Bom

período curto: nota baseada em 114 votações

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 80% dos deputados · média do partido: 77

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 89%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 82%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 89%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 72%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 89%das 76 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 98%das 87 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

Redes oficiais de Heloísa Helena

Fora de exercício: o gabinete não atende mais. Restam as redes informadas à Câmara.

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

89%

Esteve em 48 de 54 sessões

Melhor que 23% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

82%

Registrou voto em 94 de 114 votações nominais

Melhor que 53% dos deputadosMédia do partido: 84%

Iniciativas que viraram lei

0

de 72 projetos apresentados (0%)

9 avançaram · 53 em andamento · 10 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

89%

Em 76 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 76% dos deputadosMédia do partido: 93%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

62 discursos na tribuna · de 16/12/2025 a 10/06/2026.

  • 23/04/2026

    A Deputada defendeu a instalação de Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para apurar denúncias envolvendo o Banco Master. Criticou a atuação de diferentes grupos políticos, ao afirmar que houve tentativa de acobertamento de irregularidades no caso. Também argumentou que a investigação deveria ocorrer com transparência, sem sigilo, para garantir acesso da população às informações. Ademais, mencionou possíveis impactos sobre aposentados e pensionistas em diversos Estados e sustentou que a apuração deveria atingir todos os envolvidos, independentemente de posição política.

    Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Banco Master,transparência,investigação,irregularidade,Aposentado,Pensionista

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, mais uma vez, eu vou repetir algo que no nosso velho Sertão sempre se diz: "Quem for podre que se quebre". Há uma coisa meio enfadonha aqui, que é quando os dois lados do Plenário acobertam o que seus idolatras fizeram ou viabilizam outra coisa. Mais uma vez, vou pedir — V.Exa. já assinou, é claro, o Deputado Janones e vários outros — que completemos as assinaturas que são necessárias para a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, que eu e a Deputada Fernanda Melchionna iniciamos. Nossa intenção é mostrar os fatos ao povo brasileiro, sem segredo de justiça, sem divulgação do que interessa para um ou para outro lado; é arrancar o véu da hipocrisia em torno do banditismo político do Banco Master. Se há gente do Supremo, se há gente da Esquerda, da Direita, do Centrão ou de qualquer lugar, do Governo Federal passado, do Governo Federal presente, é de fundamental importância que a gente investigue. Trata-se de uma instituição financeira que, além de lavar dinheiro sujo do narcotráfico, viabilizou um impacto gigantesco contra pensionistas e aposentados do Rio de Janeiro — 250 mil deles —, fora mais dezenove outros Estados da Federação e vários Municípios. Não é possível que esta Casa não tenha vergonha na cara e não instale a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito. Quem for podre que se quebre. O povo brasileiro tem o direito de saber, porque é quem sempre paga a conta do banditismo político, do rombo que a bandidagem política deixa. O povo pobre não vai ter escola em horário integral, não vai ter acesso com resolutividade do SUS, não vai ter segurança pública, não vai ter dignidade aos salários e outras coisas mais, sabem por quê? Porque sempre se está tampando o rombo do banditismo político. Eu espero que consigamos instalar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, para que possamos mostrar ao povo brasileiro, inclusive ao vivo, quem é que está votando contra, quem é que está votando a favor, quem é que está aqui escondendo prova, quem é que está viabilizando o moralismo farisaico que condena no adversário, o que acoberta nos aliados. Obrigada, Presidente.
  • 23/04/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do Substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 580, de 2022, que altera a Lei 12.305, de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a fim de dispor sobre penalidade para quem joga lixo em via ou qualquer tipo de logradouro. Ademais, apelou pela reedição de projetos como o Gari Comunitário, para promover capacitação profissional, inserção produtiva e participação de moradores de comunidades vulneráveis na coleta de lixo, especialmente em territórios dominados pela violência do crime organizado e marcados por longas distâncias.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto favorável Projeto social,Gari,Comunidade,Favela,Educação e formação profissional,Habitante,Pessoa em situação de vulnerabilidade social,Integração social,coleta,Lixo,Violência,Criminalidade,Crime organizado,Periferia urbana

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, nós votamos favoravelmente ao projeto do Deputado Kim. Ao mesmo tempo, da mesma forma que a nossa Senadora Benedita, eu também faço um apelo. É lógico que, quando a gente faz uma lei, quando se estabelece uma legislação como essa que dá conta da vulnerabilidade ambiental, isso também significa a redução da vulnerabilidade socioeconômica. Mais uma vez, faço um apelo, especialmente para o Rio de Janeiro, mas não só o Rio, porque muitas periferias de outras cidades também têm territórios dominados. Este País não olha para suas crianças e jovens e os deixa sendo mão de obra escrava do crime organizado; não olha para os trabalhadores da segurança pública, porque não tem coragem de definir um piso nacional, como V.Exa. bem sabe. É muito importante a reedição de projetos como o Gari Comunitário. Existem territórios onde as empresas não podem subir para fazer a coleta, e também não é justo que, muitas vezes, mulheres em situação profundamente dramática sejam obrigadas a percorrer longas distâncias para levar o lixo. Então, é de fundamental importância — é mecanismo, inclusive, de capacitação profissional e de inserção produtiva — esses projetos. Então, nós, da Federação PSOL REDE, votamos favoravelmente ao Projeto do Deputado Kim. Mais uma vez, apelamos para a reedição de determinados programas que promovem inserção produtiva nas comunidades do Rio de Janeiro ou de qualquer lugar, para que as próprias pessoas da comunidade também ajudem na coleta de lixo, porque são territórios dominados pela violência e de longas distâncias. Obrigada.
  • 23/04/2026

    A Deputada informou que debaterá em momento oportuno o Projeto de Lei nº 580, de 2022, que altera a Lei 12.305, de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a fim de dispor sobre penalidade para quem joga lixo em via ou qualquer tipo de logradouro. Ademais, defendeu a adoção de políticas públicas para a geração de emprego e renda em comunidades vulneráveis do Rio de Janeiro (RJ), especialmente nas favelas. Ressaltou ainda a necessidade de criação de mecanismos que permitam a contratação de moradores locais para atuar na coleta e na separação de lixo. Ao final, apontou que a medida contribuiria para a sustentabilidade ambiental, a dinamização da economia local e a redução da vulnerabilidade social.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Política Nacional de Resíduos Sólidos,penalidade,Lixo,Via pública,Logradouro público Política pública,Geração de emprego,Favela,Rio de Janeiro (RJ),Vulnerabilidade social,Vulnerabilidade econômica,contratação,Habitante,coleta,Lixo,separação,Sustentabilidade ambiental

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Não. Para garantir, Sr. Presidente, que o parecer chegue, e votemos uma questão importante na Casa, eu vou debater o projeto do Deputado Kim Kataguiri até o momento em que for lido o parecer, porque é um projeto muito importante. Aproveito para tratar de uma questão que dinamiza a economia local, gera emprego e gera renda em comunidades do Rio de Janeiro, as chamadas "favelas", áreas de vulnerabilidade econômica, social, ambiental. É muito importante quando os Governos, sejam os municipais, seja o Estadual, estabelecem linhas específicas de contratação de moradores locais para também ajudarem na coleta de lixo dessas comunidades. Por quê? Muitas vezes, Sr. Presidente, das áreas onde as pessoas moram fica muito difícil descer, porque é longa a distância, para jogarem o lixo lá embaixo. Não há contêiner, não há mecanismos de busca. As empresas de coleta de lixo, às vezes, não fazem a coleta. Então, no dia em que estamos debatendo o projeto do Deputado Kim Kataguiri, o qual é muito importante, é também essencial dizer que devem ser criados mecanismos objetivos para gerar emprego e gerar renda, para que os moradores em vulnerabilidade econômica e social, nas favelas, nessas comunidades do Rio de Janeiro — não é, Bené? —, também possam ser contratados para ajudar na coleta de lixo, na separação de lixo. Isso é muito importante. Às vezes, essas localidades são muito distantes. Nem sempre uma mãe de família pobre — às vezes, já com o corpo quebrado por tanto trabalho doméstico — consegue levar o lixo, porque a distância é muito grande. Muitas vezes, em comunidades, em territórios dominados pela violência, as empresas não conseguem subir para fazer a coleta do lixo. Então, é de fundamental importância que os moradores locais sejam pagos, sejam contratados com dignidade para também ajudarem na coleta de lixo, na separação do lixo. Esse mecanismo também dinamiza a economia local, gera emprego, gera renda, é importante para a redução da vulnerabilidade social e econômica dessas comunidades e é importante também para a sustentabilidade ambiental. Era só isso, Presidente.
  • 23/04/2026

    A Deputada defendeu a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para investigar o Banco Master, ao afirmar que o instrumento permitiria esclarecer responsabilidades e apurar eventuais irregularidades. Criticou disputas políticas entre diferentes grupos e afirmou que acusações devem ser tratadas com investigação formal. Também mencionou suspeitas envolvendo o banco e destacou que apurações devem alcançar possíveis envolvidos, independentemente de vínculo com governos anteriores ou atuais. Por fim, afirmou que a instalação da comissão seria um caminho para dar transparência aos fatos e responsabilizar quem tiver participação comprovada.

    Palavras-chave oficiais: Banco Master,Fraude,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),instalação,Defesa

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Deputado. É só para alertar sobre uma coisa muito simples. Embora eu seja Deputada pelas mãos corajosas do povo do Rio de Janeiro, existe um ditado no interior do Nordeste, no Sertão, que diz assim: "Quem for podre que se quebre". Quando há idolatria política, um grupo acusa o anterior, e o anterior acusa o atual, sabem como é que a gente resolve isso? Com uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Banco Master, porque aí se arranca o véu da hipocrisia, e quem for podre que se quebre. O Banco Master lavou dinheiro do narcotráfico. Se há envolvimento do Governo anterior ou do Governo atual, quem for podre que se quebre. Assim isso se resolve. Obrigada, Deputado.
  • 23/04/2026Breves Comunicações

    A Deputada abordou a importância estratégica das chamadas “terras raras” para a soberania nacional e alertou para a venda de áreas com esses minerais a empresas estrangeiras. Informou que apresentou representação a órgãos de controle e um projeto de lei para criar um regime de proteção de minerais estratégicos. Também destacou a complexidade da exploração e refino desses recursos e criticou a ausência de políticas consistentes sobre o tema em diferentes governos, ao defender maior atenção do Congresso Nacional à pauta.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Terras raras,Mineral estratégico,Direito minerário,Política,proteção Terras raras,Empresa estrangeira,comercialização,Tribunal de Contas da União (TCU),representação,exploração,complexidade,Soberania nacional,Defesa

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, vai e volta vemos por aqui os grupos da idolatria política brigando. Presidente, eu gostaria de falar sobre um assunto que é essencial para qualquer país que se queira como nação soberana. Eu sempre digo que nenhum país pode ser considerado uma pátria se não tem justiça social. E nenhum país pode ser considerado uma nação, inclusive soberana, se tudo que é estratégico nela, como água, conhecimento, riquezas minerais no subsolo, não é conservado. Agora acontece, nacional e internacionalmente, um grande debate sobre as terras raras. Nós vimos, nesses dias, uma empresa de Goiás vender a uma empresa americana uma área muito importante de terras raras. É claro que talvez as pessoas não entendam muito bem o que significam essas terras raras. Na verdade, até os alunos de química, na tabela periódica, identificam com clareza os dezessete minerais extremamente importantes que as compõem. Eles são importantes para a produção da tecnologia do computador, do celular; do grande aparelho usado em uma unidade de saúde ou centro de transplante de média e alta complexidade; até de equipamentos fundamentais para garantir que o País tenha, inclusive, mecanismos de proteção nacional. A indústria bélica, para a proteção de um país, também precisa muito desses elementos. Nós, além da representação que fizemos ao Ministério Público Federal e ao Tribunal de Contas da União — são questões judiciais em que estamos tratando disso —, também apresentamos um projeto de lei sobre a criação de um regime de proteção dos minerais estratégicos. Portanto, aquele modelo que qualquer aluno na área de química identifica, em que se agrupam todos os elementos químicos fundamentais para as tecnologias modernas, para a transição energética, para questões estratégicas do País, é muito importante. Eu sei que são elementos difíceis de serem separados. O refino é muito complexo. Apenas alguns países, especialmente a China, há mais de 20 anos, têm trabalhado com isso. Porém, agora, os Estados Unidos e a Europa querem que o Brasil entregue suas terras raras. Infelizmente, todos os Governos nunca trataram do tema, que é de fundamental importância. Espero que, através do debate nesta Casa, realmente possamos tratar de assunto tão estratégico para o País. Nenhum país pode ser uma nação soberana se ela vende tudo que é estratégico, como entreguistas e vendilhões da pátria. Nesse aspecto, infelizmente, os Governos Federais sempre o fizeram. Obrigada, Presidente.
  • 22/04/2026

    A Deputada apelou ao Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e aos Líderes partidários para que fosse mantida a votação do Projeto de Lei nº 466, de 2015, que dispõe sobre a adoção de medidas que assegurem a circulação segura de animais silvestres no território nacional, com a redução de acidentes envolvendo pessoas e animais nas estradas, rodovias e ferrovias brasileiras. Ressaltou que a proposição tramitava desde 2015 e não causaria impacto financeiro às concessionárias, por prever a recomposição do equilíbrio econômico-financeiro contratual. Além disso, destacou a gravidade do problema para espécies como a onça-pintada no Pantanal, em razão de suas dificuldades reprodutivas.

    Palavras-chave oficiais: Votação,Projeto de lei ordinária,segurança,circulação,Animal silvestre,Estrada,Rodovia,Ferrovia,Acidente de trânsito,Educação ambiental,Pauta (processo legislativo),Concessionário (administração pública),Equilíbrio econômico-financeiro,Onça-pintada,Pantanal

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, eu faço um apelo a V.Exa. e aos Líderes da Casa no sentido de que a gente possa manter a votação do Projeto de Lei nº 466, de 2015. Talvez algumas pessoas não consigam entender a dimensão do atropelamento de muitos animais nas rodovias brasileiras. Esse projeto está na Casa desde 2015 e é algo que não vai impactar financeiramente as empresas, porque já prevê a recomposição do equilíbrio econômico-financeiro contratual nas concessões. Ele possibilita que determinados animais, especialmente os animais considerados do topo da cadeia, como é a questão da onça-pintada, no Pantanal, que tem problemas gravíssimos de reprodução... Elas ficam muito tempo com os filhotes. Então, ele trata de algo muito grave. Portanto, faço o apelo a V.Exa., Sr. Presidente, e aos Líderes, no sentido de que a gente possa manter a votação desse projeto hoje. Várias lideranças da causa animal estão muito preocupadas. Desde 2015, esse projeto tramita na Casa. O apelo que faço a V.Exa. é que o Projeto de Lei nº 466, de 2015, possa ser votado hoje.
  • 22/04/2026Breves Comunicações

    A Deputada destacou o debate sobre a revisão da jornada 6 por 1, ressaltando impactos na vida das mulheres, que acumulam trabalho remunerado e não remunerado. Defendeu o avanço de propostas relacionadas ao combate à misoginia e à garantia de financiamento para o SUAS, apontando a necessidade de resposta institucional a casos de violência contra mulheres. Também criticou a condução de políticas sobre terras raras, avaliando que faltava estratégia voltada à soberania nacional. Por último, informou a apresentação de representação a órgãos de controle para questionar a venda de ativos minerais e defendeu maior debate sobre o uso desses recursos.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Mulher,Trabalho remunerado,Trabalho não remunerado Projeto de lei ordinária,criminalização,Misoginia,Financiamento,Sistema Único de Assistência Social (SUAS),Violência contra a mulher Terras raras,Política,Soberania nacional,representação,questionamento,Venda,Bens minerais,Debate,utilização,Recursos minerais

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, o grande debate de hoje corretamente na Casa é a revisão da jornada 6 por 1, uma luta muito grande que, desde 1917, depois no Estado Novo, com a aprovação da CLT, envolveu muitas batalhas, travadas inclusive aqui na Casa, pelo Deputado Inácio Arruda, pelo Deputado Reginaldo, pelo então Deputado e hoje Vereador Rick, do nosso Estado do Rio de Janeiro. Enfim, muitas lutas foram travadas. Todos nós sabemos o quanto isso impacta especialmente a vida das mulheres, que, além das 40 horas, ainda vivenciam mais 26 horas de trabalho exaustivo, repetitivo, não remunerado e não reconhecido socialmente como trabalho. Então, é algo muito importante. Já que estamos falando de mulheres, é fundamental que esta Casa tenha a coragem necessária de votar o segundo turno da vinculação da Receita Corrente Líquida para o Suas, e tenha também a coragem de votar o projeto relacionado à misoginia. Todos os dias há confusão, crimes e as mais diversas agressões contra mulheres. É inaceitável que, com tantos projetos tramitando na Casa — projetos da Deputada Sâmia e de várias outras Parlamentares relacionados à misoginia —, não haja avanço. Não é possível que as pessoas não despertem para um padrão civilizatório mais elevado, no qual essas práticas sejam punidas de forma exemplar e implacável pela legislação vigente. Não é possível que tenhamos de introduzir um clima de barbárie para responder com a mesma violência à violência que as mulheres sofrem hoje no Brasil. Além disso, Sr. Presidente, como brasileira, sinto-me profundamente ofendida com essa covardia — infelizmente, é uma covardia — de todos os Governos Federais em relação àquilo que é estratégico para o País: as chamadas terras raras, terras críticas, tudo aquilo que tem uma relação absolutamente direta com o desenvolvimento econômico e com a alta tecnologia, que vai desde a tecnologia educacional até os aparelhos na área da saúde e a indústria armamentista, tudo aquilo que é de fundamental importância. Para a tristeza do Brasil, estamos vivenciando um problema gravíssimo em Goiás, infelizmente em uma relação promíscua e inaceitável. Entrou-se em processo de venda uma empresa no Estado. Nós já acionamos o Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas da União. Há projetos tramitando na Casa — há um de minha autoria, outro do Deputado Rodrigo Rollemberg —, além de vários outros relacionados à questão das terras raras. Portanto, é de fundamental importância o Governo Federal. É muito triste dizer isto, mas é a realidade: todos os Governos Federais se posicionaram de forma acovardada em relação às terras raras. É inaceitável que minerais tão importantes para a alta tecnologia — para a produção na educação, na área da saúde e na indústria de defesa nacional — tenham sido negligenciados a ponto de, hoje, olharmos estarrecidos para a venda de uma empresa a outra empresa americana, no momento em que o mundo inteiro disputa os minerais estratégicos, conhecidos como terras raras, embora não sejam raras. Há grande produção, e o Brasil é de fundamental importância. Presidente, eu vou passar o documento para os Parlamentos que se interessarem. Nós da Rede Sustentabilidade, o Deputado André Janones, a Deputada Luizianne Lins e eu, apresentamos ao Ministério Público Federal e ao Tribunal de Contas da União uma ação judicial, uma representação para que essa venda seja suspensa e que a gente possa realmente viabilizar aquilo que é de interesse nacional. Infelizmente, o subsolo brasileiro, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, em São Paulo, na Bahia e em outros lugares, tem sido entregue a grandes corporações internacionais, jogando o Brasil, mais uma vez, simplesmente na exportação de matéria-prima. É inacreditável que ridicularizassem Enéas, que, além de ser um brilhante médico cardiologista, pensava na soberania nacional. Desde aquela época, ele era ridicularizado, infelizmente, num País sem inteligência, sem perspectiva de soberania nacional, porque ele a defendia com todas as forças, através dos componentes minerais estratégicos. É isso, Presidente. Parabéns a V.Exa. pelo aniversário!
  • 15/04/2026
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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Além de saudar o Senador Flávio Arns e o Deputado Capitão Augusto, que proferiu o parecer, eu quero aproveitar, Sr. Presidente, para deixar consolidada uma homenagem a um jovem gigante do circo, que é o ator Marcos Frota. Ele tem um projeto superinteressante de inclusão social para crianças e jovens de áreas em vulnerabilidade econômica e social. Então, é muito importante esta homenagem hoje. Também é sempre importante dizer, quando alguém quiser adjetivar um Parlamentar de canalha, que nunca o chame de palhaço, porque ele é um trabalhador do circo, alguém muito importante e que, às vezes, faz rir mesmo com o coração partido e a angústia da vida cotidiana.
  • 15/04/2026

    A Deputada encaminhou a votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 192, de 2026 que dispõe sobre o tempo máximo de espera para atendimento de crianças e adolescentes no âmbito da saúde.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, quero esclarecer às pessoas que esse projeto estabelece um tempo máximo de espera para procedimentos médicos, tanto no SUS como na saúde complementar e na saúde suplementar. Gostaríamos muito que não fosse necessário apresentar um projeto nesse sentido, mas ele é de fundamental importância, pois, na infância e na juventude, não se pode esperar. Eu sei que está sendo votado apenas o requerimento de urgência e que, no mérito, vamos debater o tema com mais detalhamento, mas nós não podemos deixar que crianças e jovens, muito especialmente, vivenciem situações dramáticas, compartilhadas pela Internet, em que famílias, o tempo todo, estão fazendo vaquinhas para ter acesso a procedimentos cirúrgicos, a leitos, a medicamentos. A gente precisa, realmente, garantir agilidade a esses procedimentos. Algumas vezes, uma meningite bacteriana pode significar que uma criança vá a óbito ou tenha os membros amputados. Então, nós não podemos aceitar que não seja implementado o tempo máximo de espera, tanto no SUS como na saúde complementar e na saúde suplementar. Portanto, agradeço a todos os Líderes que hoje, junto com o Presidente, decidiram colocar esse requerimento de urgência na pauta. Obrigada.
  • 15/04/2026Breves Comunicações

    A Deputada fez um apelo ao Governo Federal para que Ministérios atuem de forma coordenada na identificação e indenização de pessoas que, quando crianças ou adolescentes, foram afastadas de suas famílias devido à hanseníase. Destacou que, no passado, por desconhecimento sobre a doença, milhares foram separadas injustamente e encaminhadas a instituições, situação que hoje já é reconhecida por lei com direito à reparação. Por fim, ressaltou que a hanseníase tem tratamento e cura, mas ainda carrega estigmas, e defendeu a realização de mutirões para garantir que as vítimas tenham acesso às indenizações, além de reconhecer a atuação do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) na defesa dessa pauta.

    Palavras-chave oficiais: Hanseníase,Identificação civil,Indenização,Criança,Adolescente,afastamento,Família,Direito ao reparo,Governo federal,Política pública,Reintegração

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, na verdade, eu queria hoje fazer um apelo a todos os Ministérios — e é muito importante isso — em relação a crianças e adolescentes que, décadas atrás, foram afastadas de suas famílias por causa da hanseníase. A hanseníase é uma doença que tem cura. Existe um protocolo de fármacos disponível no setor público. É uma morbidade que, ao longo da história, foi eivada dos mais diversos preconceitos. E, como décadas atrás não se sabia qual era a motivação, a forma de transmissão da doença, milhares de crianças e jovens foram afastados de suas famílias, colocadas em educandários, orfanatos, pela perspectiva de que eles podiam ser contaminados. E, na verdade, isso não era correto do ponto de vista científico. Um projeto de lei, que já foi aprovado aqui, possibilitou a indenização de crianças que foram afastadas de suas famílias em razão da hanseníase. O Morhan, um movimento que trata dessa questão ao longo da história, conseguiu viabilizar isso. É muito importante que seja feito um mutirão no aparelho de Estado, um mutirão dos Ministérios, para que as pessoas que foram vítimas de tantas atrocidades possam ser indenizadas pelo aparelho de Estado, como possibilita a lei. A hanseníase continua acontecendo no Brasil. São mais de 20 mil casos anualmente. Trata-se de uma doença que traz muitos preconceitos porque cria problemas gravíssimos em relação às extremidades, ao septo nasal, às mãos em garra, mas existe tratamento. Portanto, Presidente, é muito importante, na hora do Brasil, que isso seja configurado para que crianças que hoje são adultos, que foram afastadas de suas famílias em razão da hanseníase, possam ter acesso a essa indenização. A gente pede ao Governo que faça um grande mutirão para identificar essas crianças que foram arrastadas de suas famílias e aprisionadas para que elas tenham acesso às indenizações por causa da hanseníase. Eu quero parabenizar o Morhan que tem feito uma luta gigantesca. Obrigada, Presidente.
  • 09/04/2026Breves Comunicações

    A Deputada denunciou a corrupção na política, afirmando que o enriquecimento de agentes públicos decorre do banditismo político e que os prejuízos recaem sobre a população mais pobre. Ademais, relacionou problemas em áreas como educação, saúde e segurança pública diretamente ao desvio de recursos públicos. Além disso, apontou sua atuação na coleta de assinaturas para a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banco Master, apresentada em conjunto com a Deputada Fernanda Melchionna, com o objetivo de investigar lavagem de dinheiro e fraudes prejudicando aposentados e pensionistas. Por fim, cobrou apoio dos Parlamentares para a instalação da CPMI e defendeu que o povo conheça os responsáveis pelos fatos investigados.

    Palavras-chave oficiais: Corrupção,Política,enriquecimento,Agente público,Criminalidade,População de baixa renda,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Banco Master,Apoiamento,Lavagem de dinheiro,Fraude,Aposentado,Pensionista

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Sem revisão da oradora.) - Presidente, é fato, e a matemática comprova, que só se enriquece na política quem é ladrão. Qualquer personalidade política, pode ser de direita, de esquerda, do centrão, esteja aqui ou em qualquer lugar, se se enriqueceu na política, foi roubando os cofres públicos. E tem gente que diz assim: “Ah, Heloísa, você fala tanto de corrupção!” Bom, porque quem tampa o buraco do banditismo político sempre é a população pobre. Nunca foi diferente. São os banqueiros, o capital financeiro, os grandes empresários, os latifundiários, e, sempre, quem paga a conta do rombo da corrupção, sempre foi a população pobre. Quando você discute “ah, eu quero vagas em horário integral”, se não tiver dinheiro, foi porque a bandidagem política levou. “Ah, eu quero garantir agilidade e eficácia no SUS”, se não tiver dinheiro, é porque o banditismo político levou. Se, na segurança pública, temos problemas, se há uma fila de mão-de-obra escrava do maldito crime organizado e do narcotráfico, se os policiais vivem situações de miséria, se não resolvem o problema, é porque o banditismo político roubou o dinheiro. E por que eu estou falando esse negócio? Todos os dias, eu fico cobrando aqui as assinaturas para a CPMIdo Banco Master, que eu e a Fernanda Melchionna apresentamos, a CPMI que trata do lavador de dinheiro do narcotráfico e do propineiro que deu dinheiro para muita gente. Esteja onde estiver, não sou cúmplice dessa bandidagem! E eu trouxe o tema da corrupção, Presidente, porque eu estava, há pouco, em algum lugar, gravando um pronunciamento, e passou uma pessoa e disse assim: “E, aí, Heloísa, já recebeu a passagem para ir ver a Aurora Boreal?” Na hora, eu não entendi por que me estavam perguntando isso. Depois é que eu descobri que era por causa de um filho de Presidente. Mas, se o Presidente passado tem um filho ladrão ou o atual tem também, não me coloco nessa história. Ainda bem que nenhum propineiro, nenhum comprador de Parlamentar tem nem a ousadia de se aproximar de mim. Se se aproximar de mim, ou ele sai com o nariz quebrado, ou ele vai ter a mão quebrada também, por mim, que tenho essas velhas mãos de sertaneja durona. Presidente, eu quero, mais uma vez, apelar para que as pessoas tenham vergonha na cara e assinem a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que trata do Banco Master, um banco que lavou dinheiro do crime organizado, roubou mais de 250 mil aposentados e pensionistas do Rio de Janeiro em mais dezoito Estados da Federação. Aqui no Distrito Federal nem se fala: é uma roubalheira, uma fedentina gigantesca. Isso é o cúmulo! Mais uma vez, Sr. Presidente, como eu repito sempre, quem for podre que se quebre. Se a bandidagem está no Governo passado, se está no Palácio do Planalto atual, se está aqui no Congresso Nacional, no Centrão, na Direita ou em qualquer lugar, o único apelo que eu faço é no sentido de instalar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para que o povo brasileiro conheça os bandidos envolvidos no Banco Master.
  • 08/04/2026

    A Deputada defendeu a votação em primeiro turno e a manutenção da inscrição dos oradores para debater a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 383, de 2017, que altera a Constituição Federal para garantir recursos mínimos para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Ademais, parabenizou o Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, por pautar a matéria e o Relator, Deputado André Figueiredo.

    Palavras-chave oficiais: Votação,Primeiro turno,Proposta de Emenda à Constituição,Financiamento,Sistema Único de Assistência Social (SUAS),Recursos orçamentários,Inscrição de oradores,Debate,Presidente da Câmara dos Deputados,Relator,Deputado federal,Atuação parlamentar

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, todos nós gostaríamos de falar, porque esta PEC tem a ver com as nossas histórias de vida, com as nossas lutas. Reconhecemos o empenho de V.Exa., do Relator, do autor. Então, faça o seguinte: se quiser, vote a matéria em primeiro turno, mas preserve as nossas inscrições, para que a gente possa debater o tema. Se V.Exas. quiserem, votem a matéria em primeiro turno, mas garantam a nossa fala, porque não é isso que vai definir o voto. Eu sei disso. Votem em primeiro turno e preservem as nossas inscrições, para que a gente possa falar sobre a matéria também. Sei que isso vai contra a ordem lógica formal, mas é importante preservar as inscrições, para que a gente possa discutir uma matéria tão preciosa para as nossas vidas e para o povo brasileiro. Há 100 milhões de pessoas no Brasil que podem ser impactadas diretamente com essa medida. V.Exa. está de parabéns por ter trazido a matéria para votação. Está de parabéns também o Deputado André Figueiredo, que honra a tradição de Brizola e Darcy... (Desligamento do microfone.)
  • 08/04/2026Comissão Geral

    A Deputada discursou na Comissão Geral sobre feminicídio, defendendo a participação ativa das mulheres na política e destacou a importância de ocuparem espaços de decisão. Também afirmou que o ambiente político ainda apresenta práticas de machismo e preconceito em diferentes campos ideológicos.

    Palavras-chave oficiais: Comissão geral,Feminicídio,Política,Representatividade feminina,Representatividade política

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ) - Quero abraçar a todas e saudar, de uma forma muito especial, as minhas chefas do Elo Mulheres, da Rede de Sustentabilidade, que são a Mari, a Cris e a Bruninha. Quero saudar a Talita, guerreira, maravilhosa, e a Iyá. Saúdo as Deputadas que estão aqui presentes e todas as representações dos movimentos sociais. Vejam, a única coisa que eu poderia dizer em tão pouco tempo para as mulheres que nos acompanham, Deputada Lídice, é que participem da política. A política é um horror! É um horror! É um horror porque os esgotos do machismo exalam a fedentina em todos os perfis ideológicos. Em todo lugar, há isso também. Em todos os lugares, há o preconceito maldito de todas as formas. Então, para as jovens, digo para se lembrarem da velha durona sertaneja que está aqui — velha, durona, sertaneja, dos cabelos brancos, que representam as cinzas das fogueiras onde sempre fomos queimadas, resistimos e renascemos, não é, Iyá? Renascemos com a leveza da borboleta ou com a dureza do búfalo, quando necessário for. Participem das instâncias de decisão política, participem dos espaços de poder, porque é aqui que tudo se define, e a gente não pode dar aos grandes e poderosos a perspectiva de que são eles que vão conduzir o nosso destino, a nossa vida. Escola integral; saúde de qualidade; dinamização da economia local; geração de emprego e renda; qualificação profissional; as mais diversas formas de violência que nos matam em vida; as mais diversas formas de violência, nas quais a nossa anatomia está preservada e a nossa dignidade está esmagada. É de fundamental importância que participem das instâncias de decisão política, participem dos espaços de poder, não entreguem a ninguém nem a ousadia de pensar que podem definir os nossos destinos! Mulheres maravilhosas, guerreiras, meu abraço! Sejam fortalezas das suas casas. Deputada Lídice, é preciso uma sociedade ter muita baixeza moral e um padrão civilizatório abjeto para banalizar o feminicídio, a violência contra a maioria de uma população, as mulheres, que pariu das suas entranhas o outro pedaço da população; que, ao longo da existência humana, sempre cuidou das feridas do corpo e da alma! É o fim do mundo! Então, vamos mudar esse modelo civilizatório, quebrar essa engrenagem e construir uma nova sociedade, rica de pão, paz e felicidade para todos, independentemente do nome que a ela a gente dê. Um cheiro grande para vocês! Vamos firmes, como sempre!
  • 26/03/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de votação nominal do requerimento de retirada de pauta da Medida Provisória nº 1.326, de 2025, que dispõe sobre o reajuste da remuneração das forças de segurança pública do Distrito Federal, da remuneração da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar dos ex-Territórios Federais e do antigo Distrito Federal e do valor do auxílio-moradia dos militares que especifica e sobre a extinção de cargos efetivos vagos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de votação nominal,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Medida provisória,Federação PSOL REDE,Voto contrário

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, primeiro eu quero deixar claro que eu concordo inteiramente com todas as vezes que a Deputada Adriana reclama do rito, até porque nem na página da Câmara está disponível o que nós vamos votar. Só tem uma motivação que me faz ser contra a retirada. É que, como diz o art. 21 da Constituição, os trabalhadores de segurança pública aqui do Distrito Federal têm uma norma diferenciada. Então, por isso tem que ser votado hoje, porque se não for votado até o dia 7, por ser ano eleitoral, eles não vão poder ter o reajuste. Portanto, V.Exa. é testemunha de que eu sempre digo: nenhum Governo, nem o Governo passado, nem o Governo atual respeita os trabalhadores da segurança pública. É uma esculhambação! É pobre matando pobre, e as hienas rindo das carcaças dos dois lados. Então, eu sou contra a retirada exclusivamente para não prejudicar os trabalhadores da segurança pública aqui do Distrito Federal. Eu espero que este Congresso tenha vergonha, Deputado Alberto Fraga. Sei que é uma luta de V.Exa., é uma luta minha. Há 18 anos eu estava fora daqui, fui chegando e perguntando logo a V.Exa. sobre o piso nacional da segurança pública. Nem o Governo passado, nem o Governo atual fez nada; essas hienas que gostam de ver policial matando pobre e pobre matando policial! Eu não estou entre eles. Então, eu só sou contra a retirada para não prejudicar os trabalhadores da segurança pública aqui do Distrito Federal, como manda a Constituição e como manda a legislação.
  • 25/03/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul. Ademais, cobrou do Governo Federal a convocação dos auditores fiscais e dos médicos peritos concursados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a fim de reduzir as filas de espera, especialmente no Estado do Rio de Janeiro.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto favorável Governo federal,Perito médico previdenciário,Concurso público,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Rio de Janeiro (Estado),Lista de espera,Candidato aprovado

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, a Federação PSOL REDE vota "sim". Nós entendemos que existem problemas nas instituições, existe banditismo político em todos os lugares, mas é inaceitável a generalização perversa e desonesta intelectualmente. Portanto, nós votamos favoravelmente ao projeto. É importante que exista a ampliação do aparelho de Estado, que o Judiciário seja acessível à população, e não apenas aos grandes e poderosos, que podem pagar grandes advogados. Mas, Sr. Presidente, eu não vou esquecer-me de cobrar, mais uma vez, que o Governo, por favor, chame os médicos peritos do INSS e os auditores fiscais. É um esculhambação uma coisa dessa no Brasil: há 3 milhões de pessoas numa fila do INSS, e abriram apenas duas vagas para o Rio de Janeiro, um Estado extremamente problemático nas periferias, com alta vulnerabilidade, na Baixada e no Estado todo. Há pelo menos sete médicos — que não são meus amigos nem os conheço — que estão como peritos, e o Governo não chama os concursados. Portanto, mais uma vez, Sr. Presidente... (Desligamento do microfone.)
  • 25/03/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da votação do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul. Ademais, apelou ao Governo Federal para empossar os médicos-peritos concursados a fim de reduzir a fila do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) bem como os auditores-fiscais do trabalho.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto contrário Governo federal,Posse,Perito médico previdenciário,Concurso público,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Auditor fiscal do trabalho,Candidato aprovado

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, a Federação PSOL REDE vota "não" ao adiamento da votação. Compreendo que existe muito desperdício em todos os Poderes, há uma esculhambação gigantesca, mas eu acho que a presença do aparelho de Estado é de fundamental importância, a ampliação do aparelho de Estado, especialmente em áreas de maior distância dos centros urbanos, é muito importante. E eu aproveito para, mais uma vez, apelar ao Governo que chame os médicos peritos concursados, porque só um país desmoralizado aceita 3 milhões de pessoas numa fila do INSS. E são os pobres. Ao mesmo tempo, faço um apelo para que os auditores fiscais do trabalho sejam chamados, porque eles são essenciais na selvageria do mundo do trabalho. Obrigada, Presidente. A federação vota "não".
  • 25/03/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul. Além disso, fez apelo ao Governo para a convocação de concursados já aprovados, com destaque para médicos peritos do INSS e auditores fiscais do trabalho, diante de uma fila de cerca de 3 milhões de pessoas.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto contrário Governo,convocação,Candidato aprovado,Concurso público,Perito médico previdenciário,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Auditor fiscal do trabalho

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Votamos "não" ao requerimento, porque entendemos que o projeto é muito importante. Tenho obrigação de manifestar solidariedade a V.Exa. e ao Deputado Kim Kataguiri, que corretamente fez o repúdio necessário em relação ao requerimento. Sr. Presidente, ao tempo em que digo que o projeto é importante, ao tempo em que é importante a presença do aparelho de Estado, eu faço um apelo ao Governo para que os concursados, que já foram aprovados, no caso dos médicos peritos do INSS, em que há uma fila desmoralizante de 3 milhões de pessoas no Brasil, e no caso dos auditores fiscais do trabalho, que são essenciais, sobretudo para combater as condições indignas de trabalho, possam ser chamados. É correto que se abram novas vagas — tomara que o concurso seja limpo e entrem pessoas sérias, porque isso é muito importante —, mas chamem os concursados. Há no INSS uma fila indigna de 3 milhões pessoas.
  • 24/03/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação da expressão "torcedores" contida no parágrafo único do art. 1º do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.069, de 2025, que cria o Cadastro Nacional de Equipes de Futebol e Entidades de Administração do Esporte que tenham sofrido punições decorrentes da prática de racismo (Lista Suja do Racismo no Futebol) durante a realização de partidas de futebol.

    Palavras-chave oficiais: Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Expressão textual,Orientação de bancada,Substitutivo,Federação PSOL REDE,Voto contrário

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, eu sou contra a retirada por uma questão muito simples. Primeiro, qualquer pessoa que acompanha essas situações vê que, às vezes, é justamente um torcedor que influencia vários outros para fazerem isso. Nós não podemos aceitar isso. Quanto mais punição, menos possibilidade de fazer. É uma tristeza dizer isso. Nós vamos fazer o quê? Se cometerem um crime de pedofilia, a avó vai matar quem fez? Se cometerem um feminicídio, o pai vai matar quem fez? Se falarem palavras duras em relação ao racismo, vamos quebrar os dentes de quem fez? Sr. Presidente, a gente já vive em uma sociedade maldita onde existe uma hierarquia perversa entre brancos, pretos, ricos, pobres, homens, mulheres, heterossexuais, homossexuais. Então, se não se quer implementar a dureza da violência, tem que se fazer a punição — infelizmente, quanto mais dura, melhor.
  • 24/03/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 2.805, de 2025, que institui o Dia Nacional da Mulher Rural.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto favorável

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, em nome da Federação PSOL REDE, nós queremos também dar o nosso voto a favor. É medida muito importante, porque talvez as pessoas não consigam entender qual é o papel de uma mulher na área rural. Em todos os lugares ele é extremamente difícil, porque as mulheres vivenciam um trabalho repetitivo, exaustivo, não remunerado e não reconhecido socialmente como trabalho. Eu não sou filha de uma grande produtora rural. Eu sou filha de uma mãe simples, que passou a infância, infelizmente, na roça, em situação extremamente dramática e difícil. Estou entre aquelas que também, na infância, vivenciaram esses dias de dor e sofrimento... (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Obrigado, Deputada. Para orientar a MISSÃO, Deputado Kim Kataguiri. A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ) - Presidente, peço só mais 30 segundos. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Pois não, Deputada. A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ) - Eu queria apenas dizer, ao parabenizar a autora e a Relatora, que nós da Federação PSOL REDE votamos a favor do projeto. Entendemos que ele é muito importante. É uma forma de também elogiar as grandes mulheres que estão no campo, muitas vezes, em situação de muita dor e sofrimento, especialmente na agricultura familiar, na pequena produção, como trabalhadoras no campo. Então, quero parabenizar as mulheres que são parte dessa vivência, às vezes, dolorosa e dramática, mas muito importante.
  • 24/03/2026

    A Deputada criticou generalizações políticas que associam ideologias à corrupção, defendendo que acusações sejam feitas de forma individualizada, e fez um apelo para apoio à criação de uma CPMI que investigue irregularidades, inclusive envolvendo o Banco Master, afirmando que não tem compromisso com irregularidades em nenhum campo político ou institucional e que todos os responsáveis devem ser investigados e responsabilizados.

    Palavras-chave oficiais: Ideologia política,Acusação,Corrupção,individualização,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),investigação,Banco Master

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    A SRA. HELOÍSA HELENA (Bloco/REDE - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, como eu sou vegana, tenho muita dificuldade de fazer comparação com animal, mas quero citar uma frase antiga que diz assim: "Não dê pérolas aos porcos, porque eles não sabem o que fazer com elas". Eu sempre espero que o povo brasileiro, inclusive o povo carioca, que me acolheu com muita coragem, ao votar, ao buscar o interesse público, pense muito sobre isso. Por que eu estou dizendo isso, Presidente? Eu não tenho o mau costume de fazer generalização, porque toda generalização é desonesta intelectualmente e é perversa. Eu sou uma velha sertaneja durona e sou da Esquerda. Todas as vezes que alguém atribui à Esquerda, de forma genérica, o banditismo político, eu acho que a pessoa deve dizer o nome do bandido, porque eu não faço isso com nenhum setor ideológico. Então, mais uma vez, eu vou fazer um apelo aqui, para que todos os Deputados nos ajudem na criação da CPMI que eu e a Deputada Fernanda Melchionna estamos propondo. Nós não temos nenhum compromisso com a canalhice política, seja no Governo Federal passado, seja no Governo Federal atual; na Direita, na Esquerda, no Centrão; no Supremo, no sistema financeiro, onde quer que seja. Para mim, quem for podre que se quebre! Mais uma vez, estou fazendo um apelo para quem ainda não assinou a nossa Comissão Parlamentar do Inquérito. Eu não estou apresentando um requerimento de CPI para trocá-la por nenhum outro projeto de proteção de bandidagem. Repito: se o Banco Master, lavador de dinheiro do narcotráfico, tiver tentáculos aqui no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto passado ou no presente, no Supremo, em outras instituições e bancos também diretamente envolvidos, onde quer que seja, quem for podre que se quebre! Eu não faço nenhuma generalização, pois toda generalização é perversa e desonesta intelectualmente, mas eu não posso botar um balde de água sanitária na boca de quem faz generalização. Portanto, eu faço um apelo: quem quiser tratar de pessoas vinculadas à bandidagem diga o nome da pessoa, não faça uma generalização do cunho ideológico, senão vão ficando feias as coisas aqui, e a nossa reação também vai ficando feia e muito dura, como a gente gosta de fazer. Obrigada, Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2025 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.