
Nome civil: Helder Ignacio Salomao · 62 anos
Bananômetro
90/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 91% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 100%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 89%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 98%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 780 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 797 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.heldersalomao@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5679
- Gabinete
- Gabinete 679, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
100%
Esteve em 390 de 391 sessões
Votou nas votações
89%
Registrou voto em 1.001 de 1.126 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 48 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 780 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
877 discursos na tribuna e 2 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 12/02/2019 a 12/08/2026.
- 18/03/2026
O Deputado declarou apoio às considerações do Parlamentar Patrus Ananias e assinalou a necessidade de votar o fim da escala 6 por 1, com aceleração da tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221, de 2019, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Defendeu que trabalhadores tenham mais tempo para família, saúde e lazer, com melhora de qualidade de vida. Além disso, apontou que experiências internacionais indicaram maior satisfação, menor rotatividade e menos faltas, por conseguinte, aumento de produtividade para as empresas.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),tramitação,Qualidade de vida,Trabalhador
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado. O Deputado Osmar Terra vai falar por 20 minutos. Vou falar, rapidamente, por um minutinho. Presidente, eu quero aqui fazer coro às palavras do Deputado Patrus Ananias sobre a necessidade de nós votarmos o fim da escala 6 por 1. Estamos discutindo a PEC na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. É fundamental que a gente acelere esse processo. É preciso que os trabalhadores brasileiros tenham mais tempo com a família, mais qualidade de vida, mais tempo para o lazer, para cuidar da saúde. As experiências no mundo inteiro mostram que onde foi realizada os trabalhadores têm mais satisfação e há menos rotatividade, menos faltas no trabalho e mais produtividade para as empresas. - 18/03/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que o Governo Lula anunciou fiscalização para apurar abusos em postos de combustíveis que estão elevando, sem justificativa, os preços da gasolina e do óleo diesel. Ademais, assinalou que a Medida Provisória nº 1.340, de 2026, reduziu em 0,32% o preço do litro do óleo diesel, com retirada de PIS e COFINS do cálculo, e sustentou que essa redução deveria ter chegado ao consumidor final. Ainda, informou que a Polícia Federal está investigando possíveis fraudes e organização de cartéis que impactam o preço dos combustíveis. Além disso, declarou que refinarias privatizadas no Norte e no Nordeste, bem como a privatização da BR Distribuidora, contribuíram para a elevação dos preços, ao praticarem valores acima dos adotados pela Petrobras. Por fim, rejeitou a justificativa de que o aumento recente decorre da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã e manifestou expectativa de que a ANP e a Polícia Federal identifiquem os responsáveis por fraudes e pela elevação do preço dos combustíveis.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Medida provisória,fiscalização,Posto de combustível,Preço,Gasolina,Óleo diesel,Programa de Integração Social (PIS),Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins),redução Polícia federal,Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP),investigação,Fraude,Cartel,Preço,Combustível
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. O Governo Federal, o Governo do Presidente Lula anuncia fiscalização contra os abusos cometidos nos postos de combustíveis. Abusos esses que estão elevando o preço da gasolina, do óleo diesel, sem nenhuma justificativa. E é importante a gente falar sobre esse tema porque o Presidente Lula editou a Medida Provisória nº 1.340, de 2026, que reduziu em 32 centavos o preço do litro do óleo diesel, retirou do cálculos as alíquotas do PIS e da Cofins. Portanto, era para o combustível estar mais barato nos postos de combustíveis. O que acontece? Há, sim, uma investigação em curso. A Polícia Federal está fazendo a investigação para fiscalizar possíveis fraudes e organização de cartéis que sabotam o preço do combustível no Brasil. E é bom lembrar, até porque o Deputado que me antecedeu disse que nós precisamos de refinaria, que o Governo passado, o Governo do ex-Presidente Bolsonaro, privatizou refinarias no Norte e no Nordeste. Vou repetir: privatizou refinarias no Norte e no Nordeste, e essas refinarias praticam um preço de mercado, Deputado Patrus, acima do preço praticado pela Petrobras. Isso já está aprovado. E fez mais: o ex-Presidente privatizou a BR Distribuidora, que domina 30% do mercado e que também influencia na ampliação do preço do combustível no Brasil. Usam agora o argumento de que o aumento que aconteceu nos últimos dias se deve à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. Mentira! Estão tentando sabotar. E, por mais que o Governo do Presidente Lula tenha adotado medidas que deveriam ter chegado lá na ponta, o que acontece é que os cartéis funcionam. Nós esperamos que a fiscalização da ANP e da Polícia Federal identifique esses que estão sabotando, fraudando e elevando o preço do combustível. Nós não vamos permitir que isso continue acontecendo no Brasil. Muito obrigado. - 17/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2021, que altera a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, para permitir o enquadramento como Microempreendedor Individual (MEI) de pessoa com receita bruta anual igual ou inferior a R$ 130.000,00 (cento e trinta mil reais), bem como para permitir que o MEI contrate até 2 (dois) empregados.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,Base de apoio político,Governo,Voto favorável
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o Governo orienta "sim". Os empreendedores individuais devem ser valorizados. Sabemos que são os empreendedores que movimentam a economia do nosso País. Estamos falando de 15 milhões de empreendedores individuais. Mas é preciso deixar registrado que o Governo orienta "sim" à urgência e quer discutir o mérito com os demais partidos e com o Relator do projeto, porque nós queremos, nesta matéria, fazer justiça aos empreendedores individuais. Portanto, é preciso discutir um texto final que possa garantir os direitos dos empreendedores e elevar o teto... O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Todos já votaram? (Pausa.) Peço que conclua, Deputado. O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES) - Assim, Presidente, nós poderemos de fato olhar para estes empreendedores como aqueles que contribuem, de maneira decisiva, para gerar emprego e oportunidades e garantir o desenvolvimento econômico e social do nosso País. - 17/03/2026
O Deputado registrou a presença do Vereador Stéfano Andrade, do Partido Verde (PV), representante do Município de Serra (ES), localizado na região metropolitana da grande Vitória (ES). Destacou que o Vereador esteve em Brasília (DF) acompanhando debates sobre a Proposta de Emenda à Constituição nº 14, de 2021, que altera o art. 198 da Constituição Federal para estabelecer o Sistema de Proteção Social e Valorização dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias. Por fim, mencionou dados de pesquisas que indicariam amplo apoio popular à redução da jornada de trabalho, defendendo o fim da chamada escala 6 por 1, sem redução salarial e com carga horária semanal de 40 horas, como forma de atender à demanda da população brasileira.
Palavras-chave oficiais: Vereador,Serra (ES),Agente comunitário de saúde,Partido Verde (PV),Sistema de Proteção Social e Valorização dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias,Proposta de Emenda à Constituição Jornada de trabalho,redução,Opinião pública,Pesquisa de opinião,Carga horária,Escala de revezamento de trabalho
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, obrigado. Eu quero anunciar, aqui no plenário, a presença do Vereador Stéfano Andrade, do PV da Federação Brasil da Esperança, do Município de Serra, no Espírito Santo. Trata-se do maior Município do Estado do Espírito Santo, que fica localizado na região metropolitana da Grande Vitória. Ele está acompanhando a pauta da PEC dos agentes de saúde sobre a qual nós vamos discutir daqui a pouquinho na CCJ. Seja bem-vindo, Stéfano. Apoio o seu trabalho no Município de Serra. Desejo-lhe sucesso. As últimas pesquisas indicam, mais uma vez, Deputada Maria do Rosário, que mais de 70% dos brasileiros defendem o fim da escala 6 por 1, sem redução do salário e com redução da jornada de trabalho para 40 horas. É isso o que os brasileiros querem. - 04/03/2026
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. As ações do Governo do Presidente Lula, do Governo do Brasil, estão refletindo muito positivamente nos Estados. Quero citar o exemplo da geração de emprego em todo o Brasil. Neste primeiro mês de janeiro de 2026, nós tivemos 112 mil e 300 novos empregos. E o Espírito Santo iniciou, como todo o Brasil, com o emprego em alta. São mais 2.400 novos postos formais de trabalho no Espírito Santo. Isso é muito importante porque as famílias vivem aflitas quando um de seus membros ou até mais membros da família não têm emprego. Mas a geração de emprego cresce no Brasil, cresce no nosso querido Estado do Espírito Santo, cresce em todo o território nacional. - 03/03/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 4.254, de 2025, que reconhece a Poesia do Pajeú, expressão cultural da região do Pajeú, no Estado de Pernambuco, como manifestação da cultura nacional.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu não vou usar todo o tempo, mas quero, primeiro, parabenizar o autor da matéria, Deputado Túlio Gadêlha, e parabenizar o Deputado pernambucano Carlos Veras, que leu aqui o relatório. Parabéns. Nós precisamos aprender que a cultura é fundamental para a formação de um povo e, acima de tudo, a poesia é manifestação e expressão daquilo que é mais valioso para a população. Portanto, nós estamos hoje reconhecendo a poesia do Pajeú como expressão cultural da região do Pajeú, no Estado de Pernambuco, e também como manifestação da cultura nacional. É uma tradição que está enraizada no sertão de Pernambuco. Tem mais de um século de produção poética e tem uma importância cultural, histórica, simbólica e uma expressão popular que certamente unem comunidades, famílias em torno da poesia do Pajeú, o que é motivo de celebração nesta noite, nesta Casa, mas também motivo de muita celebração entre as pessoas no Estado do Pernambuco. Portanto, deixo minha homenagem à poesia do Pajeú. Parabéns, Deputado Carlos Veras, Deputado Túlio Gadelha, por trazerem para o Brasil o debate e a discussão que vão culminar com a votação do reconhecimento da poesia do Pajeú. - 03/03/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 3.879, de 2024, que altera a Lei nº 13.316, de 20 de julho de 2016, que dispõe sobre as carreiras dos servidores do Ministério Público da União e as carreiras dos servidores do Conselho Nacional do Ministério Público.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu já me pronunciei sobre esta matéria, quando nós discutimos a urgência. É fundamental dizer que isso já tem previsão orçamentária. É uma matéria que vai garantir a recomposição parcial das perdas salariais. Portanto, nós não estamos falando de ganho real e nem falando de recomposição total das perdas. Se há previsão orçamentária, se esta Casa já votou recentemente a recomposição das perdas dos salários do Poder Judiciário, Ministério Público e Poder Judiciário têm salários semelhantes, hoje há uma disparidade em função dessas perdas que foram acumuladas, e nós podemos agora resolver com a votação desta matéria. Eu fico vendo alguns discursos entusiasmados e, ao mesmo tempo, desesperados para falar que nós estamos aqui aprovando algum tipo de privilégio. Nós estamos falando de recomposição de perdas. Nós estamos falando de servidores públicos que pertencem a uma instituição que precisa exercer constitucionalmente a sua missão. E nós sabemos que o Ministério Público tem um papel importante a cumprir. Nas últimas décadas, houve, sim, exageros por parte de membros do Ministério Público, porque infelizmente, num ambiente de polarização política, há aquilo que nós chamamos de tentativa de desestabilizar o processo político, há uma judicialização da política, e isso não pode acontecer. Mas aqui nós estamos falando de valorização de carreiras importantes que prestam serviço e que garantem que a Constituição Brasileira e a legislação sejam cumpridas. É por isso que nós orientamos e defendemos a aprovação dessa matéria nesta noite. - 03/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 3.879, de 2024, que altera a Lei nº 13.316, de 20 de julho de 2016, que dispõe sobre as carreiras dos servidores do Ministério Público da União e as carreiras dos servidores do Conselho Nacional do Ministério Público.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a federação orienta "não". Queremos discutir a matéria. Nós já fizemos um debate sobre isso em relação ao Poder Judiciário. O que se propõe é uma recomposição para que haja uma realidade semelhante entre o Poder Judiciário e o Ministério Público. Outra coisa, nós não estamos falando de ganho real nesta matéria nem da recuperação integral, porque a recomposição integral do salário do período seria um percentual acima de 8%. Portanto, a nossa orientação é "não", e achamos que devemos votar esta matéria o mais rápido possível nesta Casa. - 03/03/2026
O Deputado afirmou que as denúncias mencionadas anteriormente sobre o uso de aeronave ligada a Daniel Vorcaro por aliados da oposição são graves e indicam contradições nas explicações apresentadas. Relatou que, enquanto surgem acusações envolvendo integrantes da oposição, o Governo do Presidente Lula estaria focado em políticas voltadas à população, como medidas relacionadas ao salário mínimo, à renda e à redução do Imposto de Renda.
Palavras-chave oficiais: Corrupção,Oposição política,Denúncia,utilização,Avião,Empresário,Banqueiro,Banco Master,contradição,Governo federal,Presidente da República,Política pública,Economia,benefício,População
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o tema trazido pelo Deputado Ivan Valente é muito sério, porque mostra que, quanto mais a Oposição explica, mais se complica. Dez dias usando uma aeronave do Vorcaro! Isso mostra que eles entendem, sim, de tramoia e de coisa errada. Toda vez que levantam um tema, a gente, na sequência, descobre que eles estiveram envolvidos ou que estão envolvidos. Isso é muito sério. De fato, enquanto o Governo Lula cuida das famílias brasileiras, cuida do salário mínimo, cuida de zerar o Imposto de Renda, das políticas públicas, para garantir a melhora na renda do trabalhador, eles estão enrolados nas denúncias, se enrolando nas próprias pernas. É por isso que eles estão um pouco desesperados, porque estão vendo que o povo brasileiro nunca teve um Governo como o Governo do Presidente Lula, que cuida de quem mais precisa. E, se há uma coisa de que eles entendem, é de corrupção. É só olhar quem está sendo preso por corrupção no Brasil nos últimos anos. Eles vão ganhar de 7 a 1! - 02/03/2026
O Deputado encaminhou a votação da expressão "e a operações que financiem a parcela de projetos binacionais ou plurinacionais executada no Brasil.", contida no § 6° do art. 27 da Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012, constante no Projeto de Lei nº 6.139, de 2023, que estabelece o sistema brasileiro de apoio oficial ao crédito à exportação e altera a Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012; a Lei nº 9.818, de 23 de agosto de 1999; e a Lei nº 10.184, de 12 de fevereiro de 2001.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Expressão textual,Projeto de lei ordinária
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Vamos falar sério: nós estamos nos referindo aqui a um projeto que quer aumentar a competitividade do Brasil nas exportações. Vamos ler o § 6º do art. 6º: "§ 6º Incluem-se como operações de crédito ao comércio exterior as modalidades previstas em acordos internacionais (...)". Nós não estamos falando de operações de crédito de qualquer modalidade. Nós estamos falando de operações de crédito previstas em acordos internacionais, ou seja, em acordos de que o Brasil é signatário: "(...) de que a República Federativa do Brasil faça parte, bem como garantias a operações internas do setor de aviação civil(...)". O que o NOVO quer excluir é o seguinte trecho: "(...) e a operações que financiem a parcela de projetos binacionais ou plurinacionais executada no Brasil". Essa falácia de que os projetos serão executados fora do Brasil não se sustenta. Srs. Deputados, vamos ler o que está no § 6º! Nós estamos falando de operações que financiem a parcela de projetos binacionais ou plurinacionais executada no Brasil, ou seja, é para fortalecer a indústria nacional, é para fortalecer o desenvolvimento nacional, é para gerar emprego no Brasil. V.Exas. defendem sanções de outra nação contra a economia brasileira, e agora nós queremos votar um projeto que prevê que as operações de crédito devem obedecer às modalidades previstas em acordos internacionais e que as operações financiem projetos executados no Brasil. V.Exas. omitem que, no texto, está previsto que o financiamento deve ser para projetos executados no Brasil. Então, minha gente, aqui está quem defende o interesse nacional e quem é contra o interesse nacional. - 02/03/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 6.139, de 2023, que estabelece o sistema brasileiro de apoio oficial ao crédito à exportação e altera a Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012, a Lei nº 9.818, de 23 de agosto de 1999, e a Lei nº 10.184, de 12 de fevereiro de 2001. Na oportunidade, ressaltou o papel do Fundo Garantidor de Operações de Comércio Exterior no fortalecimento do sistema de financiamento às exportações. Por fim, argumentou que a iniciativa pode beneficiar a indústria, o comércio e o setor de serviços, com foco em atividades de maior intensidade tecnológica e ligadas à economia verde.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável,Fundo Garantidor de Operações (FGO),Comércio exterior,Economia verde
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - No debate desta matéria, fica mais uma vez claro quem é a favor dos interesses do Brasil e quem é contra, quem quer proteger o desenvolvimento nacional, quem quer fortalecer a posição do Brasil e quem quer fazer aqui discurso, criar narrativas que não ajudam em nada no desenvolvimento nacional. O que se pretende é criar e estabelecer o Sistema Brasileiro de Apoio Oficial ao Crédito à Exportação. O que se objetiva com esta matéria? Estender as garantias de exportação para o setor de serviços. É importante registrar, caros colegas Parlamentares, que o texto não guarda nenhuma relação com o tamanho da empresa nenhuma relação , até porque está garantido aqui tratamento diferenciado à micro e à pequena empresa, à luz do que garante o Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, sancionado pelo Presidente Lula no seu primeiro mandato, em dezembro de 2006. Há 20 anos, foi sancionado o marco legal da micro e da pequena empresa. Neste projeto nós não estamos falando de tamanho da empresa, nós estamos falando de extensão das garantias de exportação para o setor de serviços, inclusive garantindo tratamento diferenciado às micro e às pequenas empresas. É importante também assinalar que o que se pretende é alinhar os instrumentos brasileiros às melhores práticas internacionais, reforçando o papel do Fundo Garantidor de Operações de Comércio Exterior, ou seja, com esta proposta estamos aprimorando o financiamento das exportações, garantindo que os pequenos empreendedores tenham tratamento diferenciado, com foco em setores de alta intensidade tecnológica e também em economia verde. Por isso, pedimos aos Parlamentares que votemos a favor da matéria, em defesa da indústria nacional, do setor de serviços e de comércio, em defesa do povo brasileiro. - 02/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 6.139, de 2023, que estabelece o sistema brasileiro de apoio oficial ao crédito à exportação e altera a Lei nº 12.712, de 30 de agosto de 2012, a Lei nº 9.818, de 23 de agosto de 1999, e a Lei nº 10.184, de 12 de fevereiro de 2001. Aproveitou para criticar posições que apoiam medidas externas prejudiciais ao país e, ao mesmo tempo, se opõem a iniciativas voltadas ao fortalecimento da economia brasileira.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A federação orienta "não". Quem aplaudiu as sanções econômicas dos Estados Unidos contra o Brasil não pode, talvez, ter uma posição diferente do que esta que está sendo colocada aqui. Quem aplaude, quem impõe sacrifícios ao povo brasileiro, tem a oportunidade, aqui no plenário, agora, de apoiar o desenvolvimento nacional, fortalecer a posição da indústria nacional, e o que faz? Orienta a retirada de pauta. Nós queremos votar a matéria. É fundamental que o Brasil se associe àquilo que é praticado em várias partes do mundo. Nós não estamos inventando esse tipo de medida e de ação. Nós estamos nos alinhando àquelas práticas internacionais que ajudam a fortalecer o desenvolvimento de uma nação. Por isso, a orientação é "não", para discutirmos a matéria. - 02/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 5.764, de 2025, que altera a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, e a Lei nº 1.079, de 10 de abril de 1950, para assegurar a transparência ativa de gastos públicos e coibir a classificação indevida ou imoral de despesas sob alegação de sigilo.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a federação orienta "sim", mas quero fazer aqui algumas ponderações. Todos nós devemos defender a transparência. O controle parlamentar é fundamental no processo democrático. Agora, não pode haver substituição direta de função administrativa típica. Não podemos, com uma iniciativa de lei, ferir a separação de Poderes. De qualquer forma, queremos aprofundar o debate sobre o texto final que será votado aqui, porque, muitas vezes, com o objetivo de defender a transparência, criam-se mecanismos que extrapolam o que chamamos de controle parlamentar, tão necessário no processo democrático. A nossa orientação é "sim". - 02/03/2026
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós também vamos orientar "não" à urgência. Queremos discutir mais profundamente esta matéria, porque, além de tornar obrigatórias despesas com o Programa de Subvenção ao Prêmio de Seguro Rural, não estabelece limitações orçamentárias. Ou seja, para os pequenos, as limitações existem; para os grandes, não. É fundamental que saibamos efetivamente os impactos. Efetivamente, objetivamente, esses impactos não estão colocados no projeto. Queremos debater mais profundamente a matéria, até porque é fundamental defendermos o direito ao seguro rural. Mas, em vez de democratizarmos o seguro rural, estamos limitando-o para os pequenos e garantindo, sem que nenhuma limitação financeira seja dada, recurso àqueles que são os grandes interessados nesta matéria. - 02/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência apresentado ao Projeto de Lei nº 2.158, de 2023, que altera a Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973, que dispõe sobre o Controle Sanitário do Comércio de Drogas, Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos, e dá outras Providências, para dispor sobre a comercialização de medicamentos em farmácia ou drogaria instalada na área de venda de supermercados.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Base de apoio político,Governo,Voto favorável
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, há o entendimento do Ministério da Saúde e do Governo em votar favoravelmente à urgência desta matéria. Precisamos, no entanto, ter muita responsabilidade quanto a este tema, até porque sabemos que existe alto nível de automedicação no Brasil. Essas coisas precisam ser levadas muito a sério. Depois, precisamos ver detalhadamente o relatório que será apresentado, para conhecermos efetivamente as garantias que existem para que não aconteça venda de medicamentos sem critérios e limites. Sem a orientação de um farmacêutico responsável, sem orientação médica, medicamentos podem causar sérios problemas de saúde. Queremos dialogar depois sobre o relatório, mas agora a orientação é "sim". O SR. PRESIDENTE (Icaro de Valmir. PL - SE) - Deputado Helder Salomão, V.Exa. também vai orientar pelo PT? O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES) - Sim, Presidente, também vou orientar pela federação. A orientação segue o mesmo sentido da reflexão que acabei de fazer. Agora votamos a favor da urgência. Depois queremos aprofundar o debate sobre o mérito da matéria. - 26/02/2026
O Deputado criticou opositores por disseminarem acusações e narrativas que não se sustentam diante da melhoria dos indicadores do País, afirmando que a população está mais atenta ao cenário político. Também destacou que denúncias de corrupção devem ser apuradas, mencionando casos como o do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e “rachadinhas” como práticas associadas a grupos adversários. Além disso, anunciou a realização do evento “Governo do Brasil na Rua”, em Vitória (ES), com a presença do Ministro Guilherme Boulos, que participará de atividades como debates com trabalhadores, abertura de feira de serviços públicos e discussões sobre temas como jornada de trabalho e soberania popular, com o objetivo de aproximar o Governo da população.
Palavras-chave oficiais: Opinião pública,Política,Denúncia,Corrupção,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Rachadinha (crime),Notícia falsa (fake news),investigação Vitória (ES),Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República,Jornada de trabalho,Soberania popular,Evento,Evento político
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. De fato, há essa gritaria na tribuna porque eles estão vivendo um drama: com o Brasil melhorando a cada dia, eles vão perdendo o discurso. De corrupção, eles entendem. Basta olhar as prisões de personalidades políticas que aconteceram nos últimos tempos no Brasil, o esquema do INSS, as rachadinhas, como disse a Deputada Jandira Feghali, para a gente entender que isso vem da turma deles. Eles querem impor narrativas para confundir a opinião pública, mas as coisas estão chegando à população, que está cada vez mais atenta, que está acompanhando. Presidente, eu quero anunciar que amanhã, dia 27, sexta-feira, o Ministro Guilherme Boulos estará em Vitória para participar de uma edição do projeto Governo do Brasil na Rua. Vamos ter um dia inteiro de atividades em Vitória, no Espírito Santo. Vai haver um debate com os garis de manhã, às 8h30min. Depois, às 11h10min, haverá a abertura da Feira da Cidadania do Governo do Brasil, no Bairro Ilha das Caieiras. À tarde, nós teremos um debate com o Ministro sobre o fim da escala 6 por 1 e, às 16 horas, um debate sobre a soberania popular e a conjuntura. Nós convidamos o povo capixaba para participar do projeto Governo do Brasil na Rua, com a participação do Ministro Guilherme Boulos, dos movimentos sociais, de autoridades políticas. A gente quer aproximar o Governo da sociedade e a sociedade do Governo, com a prestação de serviços na Feira da Cidadania e com debates importantes para o nosso País. Muito obrigado. - 26/02/2026Breves Comunicações
O Deputado defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 8, de 2025, que dá nova redação ao inciso XIII, do artigo 7° da Constituição Federal para dispor sobre a redução da jornada de trabalho, a denominada PEC da escala 6x1, argumentando que a redução da jornada de trabalho é uma tendência mundial e pode trazer ganhos de produtividade, qualidade de vida e bem-estar para trabalhadores e empresas. Destacou a necessidade de um processo de transição responsável, considerando as diferenças entre os setores econômicos, e criticou tentativas de boicote ao debate. Também citou experiências internacionais e nacionais que indicam resultados positivos com a escala 5x2. Além disso, mencionou estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) segundo o qual o Bolsa Família não desestimula o trabalho, ao contrário da falta de creches, que afasta especialmente mulheres do mercado formal. Por fim, ressaltou ações do Governo Federal no Espírito Santo, como investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em creches, unidades de saúde e programas como o Mais Médicos Especialistas, destacando impactos em Municípios como Cariacica (ES) e Guarapari (ES).
Palavras-chave oficiais: alteração,Proposta de Emenda à Constituição,Constituição Federal (1988),Direitos sociais,redução,Jornada de trabalho,Trabalhador,Qualidade de vida Bolsa Família,Fundo Monetário Internacional (FMI),Mulher,Creche,comparação,informalidade,Mercado de trabalho Espírito Santo (Estado),Programa de Aceleração do Crescimento (PAC),Creche,Unidade de saúde,Programa Mais Médicos,Cariacica (ES),Guarapari (ES)
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero falar sobre a PEC que propõe o fim da escala 6 por 1. No atual estágio em que a sociedade se encontra, com evoluções tecnológicas, conquistas científicas, evoluções no mundo do trabalho, nós precisamos pensar em vida além do trabalho. Portanto, discutir e aprovar neste plenário o fim da escala 6 por 1 é urgente. Esta é uma tendência mundial. Este debate sobre o fim da escala 6 por 1 é um debate que ganha escala mundial e que já é motivo de muitos projetos-pilotos sendo implantados em todas as regiões do nosso planeta. Ocorrem experiências na Europa, nos Estados Unidos, na Ásia e também no Brasil. Eu estava lendo algumas matérias que abordam a questão da escala 6 por 1, e pouca gente sabe, porque os meios de comunicação ainda não estão divulgando, mas já há no Brasil várias empresas utilizando a escala 5 por 2, empresas que colocaram fim à escala 6 por 1. Como eu disse, é preciso pensar a vida além do trabalho. Nós precisamos pensar na qualidade de vida das famílias. E o mais interessante é que, em todos os cantos do planeta onde a experiência com a escala 5 por 2 foi implantada, houve ganhos para as empresas e houve ganhos para os trabalhadores. As empresas aumentam a produtividade, mesmo com a redução da jornada de trabalho. Isso aconteceu, por exemplo, numa experiência que foi feita no Reino Unido, com aproximadamente duzentas empresas. Após um período de testes da implantação da escala 5 por 2, foram constatados mais tempo com a família e mais satisfação dos trabalhadores, menos rotatividade e mais produtividade para as empresas. Então, é preciso observar o que acontece no mundo e no Brasil. E, eu volto a dizer, nós já temos várias empresas no Brasil adotando a escala 5 por 2. Eu não sou irresponsável para propor uma mudança brusca, sem que a gente faça um período de transição, estudos profundos. Não dá para tratar uma média, uma pequena e uma microempresa da mesma maneira como tratamos uma grande empresa, uma megaempresa. Elas têm realidades distintas que precisam ser consideradas. Portanto, é preciso que a gente tenha responsabilidade com o debate desta matéria. Agora, o que não é razoável é ver alguns Líderes partidários fazendo reuniões com grandes empresários para trabalhar o boicote a essa proposta aqui, no Congresso Nacional, sem nenhum debate. Se é verdade que há muitos empresários que já entenderam a importância da responsabilidade social e ambiental e da garantia dos direitos, há muita gente atrasada que ainda pratica um capitalismo selvagem, que só pensa na exploração, no lucro, sem levar em conta as necessidades das famílias, das pessoas. Nós vivemos em um mundo que está tendo uma grande revolução tecnológica. O mundo do trabalho passa por profundas transformações, e nós precisamos considerar isso. Por essa razão, o debate sobre o fim da escala 6 por 1 é urgente, com responsabilidade, sim, mas sem titubear, porque, querendo ou não algumas pessoas, esta é uma tendência mundial. Esse projeto se discute tanto aqui como em outras partes do mundo. A Argentina deu um mau exemplo recentemente, aumentando a jornada de trabalho. O México a reduziu e outros países a estão reduzindo. Então, eu faço aqui um apelo para que nós possamos debater com responsabilidade para aprovar o fim da escala 6 por 1 no Brasil, garantindo um processo de transição, respeitando as diferenças que há entre as empresas, entre os segmentos econômicos, e garantindo aos trabalhadores e às famílias brasileiras uma carga horária que possa efetivamente ser mais condizente com o momento em que nós vivemos. Por fim, quero rapidamente nos minutos que me restam falar sobre um estudo do FMI que constatou que o Bolsa Família não retira ninguém do trabalho, mas a ausência de creche, sim. As mulheres sabem muito bem do que eu estou falando. Os homens também deveriam saber na mesma intensidade, mas, num mundo em que as mulheres ainda têm um papel na família e na casa muitas vezes orientado por uma visão patriarcal e machista, as mulheres sabem muito mais do que os homens sobre isso que eu estou dizendo. A ausência de creche pública para as famílias que não podem pagar por uma creche particular para os seus filhos com certeza retira as mulheres do mercado de trabalho. Esse estudo foi conduzido e patrocinado pelo Fundo Monetário Internacional, portanto, não foi feito por nenhuma entidade aqui do Brasil nem ligada a nenhum partido nós todos sabemos o papel que o FMI cumpre, o que muitas vezes é questionado. E ele conclui que o programa Bolsa Família, um programa de transferência de renda que garante a dignidade de milhões de famílias, não retira as pessoas do trabalho, mas a ausência de creche, sim, retira milhões de mulheres do mercado de trabalho formal, já que elas têm que cuidar dos filhos por não terem com quem deixá-los. Esse é outro debate importante que nós temos que fazer. Junto com o debate sobre a necessidade de termos mais creches, o Governo Federal, o Governo do Brasil, do Presidente Lula, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento PAC, está ampliando o número de vagas. Lá no Espírito Santo, vários Municípios estão recebendo novos equipamentos em saúde e, especialmente, em educação, equipamentos que vão oportunizar as famílias a colocarem os seus filhos nas creches, com a construção de novos centros de educação infantil. No meu Município de Cariacica, no Bairro Alzira Ramos, está sendo construído um centro de educação infantil com recursos do Governo do Brasil, do Presidente Lula. Isso é lá em Alzira Ramos! Além disso, em Padre Gabriel, uma unidade de saúde está sendo construída com recursos do PAC. Isso é lá no Bairro Padre Gabriel, da nossa Vereadora Açucena! No Bairro Operário, uma unidade de saúde também está sendo construída com recursos do PAC que nós articulamos aqui, em Brasília, junto com o Governo do Presidente Lula. Vejam que as ações voltadas para dar suporte às famílias estão relacionadas não só ao Bolsa Família, mas também à saúde, à educação, a todos os programas sociais, que dão dignidade às pessoas. Vou dar um último exemplo. Nós votamos o Agora Tem Especialistas aqui, neste plenário, no ano passado. Neste ano, a Carreta da Saúde da Mulher já esteve no Município de Cariacica e praticamente zerou as filas de exames ginecológicos, na especialidade ginecologia. Foram feitos quase 2 mil atendimentos no Município de Cariacica pela Carreta da Saúde da Mulher. Neste momento, a Carreta da Saúde da Mulher está em Guarapari, onde deve fazer mais 1.800 atendimentos. É assim que a gente cuida do povo brasileiro: cuidando de políticas sociais, que dão mais dignidade às nossas famílias. Presidente, peço que coloque no programa A Voz do Brasil e nos demais veículos de comunicação o meu pronunciamento. Muito obrigado. - 26/02/2026Breves Comunicações
O Deputado destacou a condenação dos irmãos Brazão pelo assassinato de Marielle Franco, afirmando que o resultado reforça a importância do respeito às diferenças na democracia e combate à violência política. Em seguida, também ressaltou conquistas para o Espírito Santo, como a autorização de curso de Medicina em São Mateus (ES) e o avanço para implantação em Alegre (ES), além da qualidade do curso da Universidade Federal do Espírito Santo, avaliado com nota máxima. Mencionou ainda a criação de um campus do Instituto Federal na localidade de Regência, em Linhares (ES), com foco na economia do mar, como ação voltada ao desenvolvimento regional após impactos ambientais. Por fim, associou essas iniciativas a políticas do Governo Federal nas áreas de educação, emprego e renda.
Palavras-chave oficiais: Vereadora,Rio de Janeiro (RJ),Homicídio,Autor intelectual,Condenação,Violência política (crime) Espírito Santo (Estado),São Mateus (ES),Medicina,Curso (educação),Alegre (ES),Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes),Linhares (ES),Instituto federal,Desenvolvimento regional,Desastre ambiental,Governo federal,Gestão pública,Administração federal,Economia azul
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Nesta manhã de quinta-feira, quero falar sobre o julgamento desta semana, o que condenou os irmãos Brazão pelo assassinato da ex-Vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco. O tempo foi longo, a espera foi longa, mas enfim os mandantes do crime estão sendo punidos. Em vez de resolver as diferenças políticas com debate, com confronto de ideias, infelizmente eles utilizaram aquilo que é mais covarde, que é a violência contra quem tem pensamento político diferente. Numa democracia, nós precisamos aprender a conviver com as diferenças. Aliás, em todos os lugares é fundamental conviver com as diferenças e acima de tudo respeitá-las. Marielle Franco continua presente entre nós com o seu exemplo, com o seu legado. Foi fundamental que esse julgamento tenha sido concluído com a condenação daqueles que foram os mandantes desse brutal assassinato, desse brutal crime contra uma mulher que efetivamente demonstrou o seu compromisso com a cidadania, com a democracia, com os mais pobres, com aqueles que mais precisam. Por isso eu repito aqui o que muitos disseram esta semana: "Marielle, presente!". Quero também, Sr. Presidente, falar sobre duas conquistas importantes para o Espírito Santo, o meu Estado. Nós obtivemos a autorização, dada pelo Ministério da Educação, dada pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para a implantação do curso de Medicina em São Mateus, uma cidade importante, uma cidade-polo localizada no norte do Estado do Espírito Santo, bem próximo do Estado da Bahia. Hoje nós só temos curso de Medicina em instituição pública em Vitória, na nossa capital. A partir deste ano, São Mateus vai receber um curso de Medicina em uma instituição pública, o que vai transformar aquela região. Então, eu quero aqui parabenizar todos da nossa bancada que estiveram envolvidos nisso, parabenizar o Presidente Lula, o Ministro Camilo Santana por essa conquista importante para o Município de São Mateus e para o Estado do Espírito Santo, que vai ter um curso público de Medicina a partir deste ano. Tenho outra notícia muito importante. A autorização ainda não foi dada, mas todos os encaminhamentos estão sendo adotados, e já há o sinal verde para a implantação de um curso de Medicina em Alegre, no sul do Espírito Santo. Então, o Espírito Santo, que hoje tem curso de Medicina apenas em Vitória, na capital, terá, a partir deste ano, também em São Mateus, e nós esperamos que o processo de Alegre, no sul do Estado do Espírito Santo, próximo à região do Caparaó, na divisa com o Estado de Minas Gerais, muito próximo do Estado do Rio de Janeiro, possa também ter o seu curso de Medicina. Então, são duas conquistas importantes: curso público de Medicina em São Mateus, no norte do Estado do Espírito Santo, e em Alegre, no sul capixaba. Essas conquistas que só são possíveis graças à sensibilidade do Presidente Lula e do Ministro da Educação Camilo Santana, que decidiram que nós precisamos de bons cursos de Medicina em nosso País. E não posso deixar de destacar um feito importante: o curso de Medicina que é oferecido pela Universidade Federal do Espírito Santo, em Vitória, na nossa capital, recebeu nota 5, ou seja, é uma referência no ensino da Medicina no Brasil e no Estado do Espírito Santo. Então, parabéns aos profissionais, aos que atuam no curso de Medicina na Universidade Federal do Espírito Santo, no Município de Vitória, curso que recebeu nota 5, portanto, a nota máxima atribuída pelo MEC, o que atesta que nós temos um curso de Medicina de qualidade. Tenho mais uma notícia boa. Na visita do Ministro Camilo Santana ao meu Estado, agora em fevereiro, foi anunciado que nós teremos um novo campus do Instituto Federal do Espírito Santo, lá na localidade de Regência, em Linhares, uma localidade que foi duramente afetada pela lama tóxica que saiu de Minas Gerais, a partir do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, e chegou à foz do Rio Doce, na localidade de Regência, no Espírito Santo. Então, ficará como legado para atingidos e atingidas a implantação desse campus do Instituto Federal do Espírito Santo, na localidade de Regência, um campus que vai ter como principal atividade e característica a formação de estudantes em temas voltados para a economia do mar, para a economia azul, que gera possibilidades de desenvolvimento econômico sustentável e de geração de emprego, renda e oportunidades para a nossa juventude. Então, vejo que o nosso Espírito Santo e o nosso Brasil avançam com um Governo que olha para a educação pública e para toda a área social, para a geração de empregos, para efetivamente fazer justiça tributária, como nós fizemos com a redução de Imposto de Renda para quem ganha até 7.350 reais e isenção para aqueles que ganham até 5.000 reais. É o nosso Brasil avançando, e as famílias brasileiras tendo mais condições de viver com dignidade. Viva o povo brasileiro! Viva o povo capixaba! Vamos seguir juntos pelo Brasil e pelo Espírito Santo! - 25/02/2026
O Deputado registrou o lançamento da Campanha da Fraternidade de 2026, com foco no tema moradia, promovido pela Igreja Católica e por outras igrejas cristãs em todo o País. Na sequência, destacou a mobilização de arquidioceses e dioceses do Espírito Santo na realização do evento. Ademais, apontou que o debate sobre habitação exigia atenção diante dos desafios urbanos e do déficit habitacional nacional. Ressaltou também que o Programa Minha Casa, Minha Vida, conduzido pelo Governo Federal, representava um instrumento relevante para enfrentar o problema. Além disso, defendeu que o Parlamento discutisse medidas futuras para ampliar o acesso à moradia e reduzir a carência habitacional.
Palavras-chave oficiais: Campanha da Fraternidade,Habitação,Deficit habitacional,Igreja católica,Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV),Espírito Santo (Estado),Parlamento
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero registrar com alegria o que aconteceu no domingo em todo o Brasil: o lançamento da Campanha da Fraternidade de 2026, com o tema Fraternidade e Moradia. O lema é: Ele veio morar entre nós, que está em João, capítulo 1, versículo 14. A Igreja Católica e algumas igrejas cristãs, porque esta campanha também envolve outras igrejas irmãs, traz o tema da moradia, um tema fundamental a se discutir nas nossas cidades, juntamente com os desafios que nós vivemos em todo o Brasil. Inclusive, parabenizo a Arquidiocese de Vitória e a Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, de São Mateus e de Colatina, minha cidade natal, que também realizaram esse momento de lançamento da Campanha da Fraternidade. Nós precisamos discutir cada vez mais ações concretas para enfrentar o grande déficit habitacional que nós temos no País. O Programa Minha Casa, Minha Vida, do Presidente Lula e do Governo Federal, é um programa importante. Nós precisamos discutir neste Parlamento e nos próximos anos o que fazer para reduzir o déficit habitacional. Obrigado. - 03/02/2026Breves Comunicações
O Deputado contestou críticas ao Governo e afirmou que parte dos discursos na Casa ignorou indicadores sociais e econômicos recentes. Comparou o cenário com a gestão anterior, citando retorno ao Mapa da Fome, aumento da extrema pobreza, congelamento do salário mínimo e ausência de reajuste na merenda escolar. Defendeu que o Governo atual encerrou o terceiro ano com queda do desemprego e ampliou políticas públicas, mencionando programas de saúde, como Mais Médicos Especialistas e ações voltadas à saúde da mulher, além do Programa Pé-de-Meia na educação. Também citou recordes no Plano Safra da agricultura familiar, avanços na reforma tributária com alíquota zero para a cesta básica, igualdade salarial entre homens e mulheres, e os programas Luz do Povo e Gás do Povo. Também ressaltou a isenção e redução do Imposto de Renda para faixas de renda que incluíam a classe média. Por fim, apontou como prioridades para 2026, a tarifa zero no transporte coletivo, o fim da escala 6x1 e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.
Palavras-chave oficiais: Mapa da Fome,Extrema pobreza,Salário mínimo,Merenda escolar,Governo federal,Administração federal,Desemprego,Política pública,Política de saúde,Programa Mais Médicos,Programa Pé-de-Meia,Saúde,Educação,Plano Safra,Plano Safra da Agricultura Familiar,Reforma tributária,Cesta básica,Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica (Programa Luz para Todos),Auxílio Gás do Povo,Imposto de renda,Família de baixa renda,Classe média,Transporte coletivo,Programa Nacional de Transporte Público Coletivo de Passageiros com Tarifa Zero (Programa Tarifa Zero),Jornada de trabalho,Segurança pública,Pauta (processo legislativo),Poder Executivo Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho Medida provisória,Auxílio Gás do Povo Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu fico ouvindo alguns discursos aqui e, sinceramente, fico bastante preocupado, porque me parece que alguns Parlamentares vivem uma realidade paralela. Alguns Parlamentares que me antecederam disseram que este Governo está deixando o povo mais pobre. No Governo passado, o povo estava na fila do osso; o Brasil voltou para o Mapa da Fome; mais de 30 milhões de brasileiros foram colocados na extrema pobreza novamente; o salário mínimo ficou congelado por 6 anos; o valor da merenda escolar por aluno ficou 6 anos sem reajuste. Agora é o Governo atual que quer que o povo fique mais pobre? Este Governo encerra o terceiro ano com o menor desemprego da série histórica, com o Programa Mais Médicos Especialistas, que está levando atendimento para os Estados brasileiros e para os Municípios, com a carreta da saúde da mulher, zerando as filas de especialistas. Este Governo criou o Programa Pé-de-Meia, que beneficia milhões de jovens com a bolsa do ensino médio. O Plano Safra da Agricultura Familiar bate recordes de investimento. A reforma tributária que nós aprovamos aqui, a partir de agora, passa a ser um instrumento de justiça tributária. E nós não podemos esquecer que votamos, no âmbito da reforma tributária, a alíquota zero para os produtos da cesta básica, embora seja necessário registrar que alguns Parlamentares votaram contra a alíquota zero para a cesta básica. Nós votamos aqui nesta Casa a igualdade salarial entre homens e mulheres, que é um desafio enorme. Homens e mulheres cumprem as mesmas funções, e as mulheres recebem menos. Nós aprovamos também o programa Luz do Povo, que vai garantir energia elétrica de graça ou mais barata para 60 milhões de pessoas inscritas no CadÚnico. Ontem nós votamos a Medida Provisória do Gás do Povo, que vai garantir gás de graça para 15,5 milhões de famílias brasileiras. Este é o Governo que está valorizando as famílias. E estão dizendo que nós estamos criando problemas para a classe média? Este Governo mandou para cá, e nós aprovamos, a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais e redução de Imposto de Renda para quem ganha de 5 mil a 7.350 reais, o que atinge em cheio a classe média, que vai deixar de pagar imposto. Então, minha gente, nós iniciamos o último ano deste Governo comemorando, mas sabendo que ainda precisamos avançar. E vamos avançar, porque enquanto eles colocaram o Brasil de novo no Mapa da Fome, nós estamos reestruturando as políticas sociais e devolvendo a dignidade, a democracia e a soberania ao nosso povo. Algumas pautas serão prioritárias neste ano: tarifa zero no transporte coletivo, fim da escala 6 por 1 e a votação da PEC da Segurança. Elas são fundamentais para o nosso País. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 15/12/2015 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.