
Nome civil: Helder Ignacio Salomao · 62 anos
Bananômetro
90/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 91% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 100%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 89%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 98%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 780 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 797 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.heldersalomao@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5679
- Gabinete
- Gabinete 679, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
100%
Esteve em 390 de 391 sessões
Votou nas votações
89%
Registrou voto em 1.001 de 1.126 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 48 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 780 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
877 discursos na tribuna e 2 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 12/02/2019 a 12/08/2026.
- 12/08/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 2.616, de 2024, que altera o art. 127 da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 – Lei de Execução Penal, para dispor sobre a perda dos dias remidos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Revogação,Remição da pena,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Federação Brasil da Esperança orienta "não". Presidente, a orientação da nossa federação é "não", porque nós queremos discutir mais profundamente essa matéria. Portanto, somos contra o requerimento de urgência e queremos ter um aprofundamento maior sobre a matéria que está em pauta. Achamos precipitado votar, nesse momento, o requerimento de urgência. - 07/07/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei Complementar nº 41, de 2026, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres e a destinação de recursos às ações de enfrentamento ao feminicídio e de garantia da vida de meninas e mulheres. Na oportunidade, parabenizou as autoras e a relatora da proposição. Além disso, afirmou que o aumento dos feminicídios exigia ações articuladas, como o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, e atribuiu esse cenário ao machismo estrutural, à misoginia e aos discursos de ódio. Por fim, rebateu críticas dirigidas ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mencionou declarações de adversários políticos sobre as mulheres e defendeu a aprovação da matéria para fortalecer o enfrentamento da violência política e da violência contra as mulheres.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,favorável,enfrentamento,Violência política contra a mulher,Violência contra a mulher Feminicídio,Machismo estrutural,Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio,Misoginia,Discurso de ódio,Mulher,Governo federal,Política de segurança pública
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Eu quero, inicialmente, parabenizar a Deputada Jack Rocha e as demais Parlamentares da bancada feminina que assinam essa importante proposta legislativa e também a Deputada Jandira Feghali pela relatoria do projeto de lei que cria o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres. Nós sabemos que os desafios são grandes. Não foi à toa que o Presidente Lula lançou o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, Deputado Patrus. Nós vivemos um tempo em que, infelizmente, os feminicídios têm aumentado no nosso País. Enquanto a violência, de maneira geral, reduz com as ações que têm sido adotadas, o feminicídio tem aumentado. E isso se deve a várias razões: à cultura machista, patriarcal, ao machismo estrutural e também a discursos de ódio, de intolerância, de misoginia. A gente ouve aqui Parlamentares da Oposição dizerem que o Presidente Lula não gosta das mulheres ou não respeita as mulheres. Como assim? Lembro do que disse o ex-Presidente, que disse que teve quatro filhos; e, na quinta tentativa, ele fraquejou porque não foi um homem, foi uma mulher. Quando você ouve isso de um líder, de um Presidente da República, o que seus liderados ou seus apoiadores vão compreender? Que a mulher deve ser submissa ao homem, que a mulher representa alguém que não tem condições de viver em igualdade numa sociedade. Quem não se lembra do que disse Paulo Figueiredo esses dias? Paulo Figueiredo, para quem não se lembra, é o apoiador número um, que vive nos Estados Unidos, do Senador Flávio Bolsonaro, filho de João Figueiredo, que já presidiu este País. Ele disse que as mulheres votam mal, Deputada Tabata, que as mulheres não sabem votar. Como assim? Como, no século XXI, nós ainda temos que ouvir alguém que apoia um candidato a Presidente da República dizer que as mulheres votam mal, Jandira Feghali, que as mulheres não sabem votar? Então, esse projeto precisa ser aprovado porque nós precisamos enfrentar com decisão a violência política contra a mulher. - 02/07/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para a apreciação do Projeto de Lei nº 2.898, de 2025, que altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre as infrações e sanções administrativas ao meio ambiente, estabelece o processo administrativo federal para apuração destas infrações, e dá outras providências, para estabelecer regime especial de sanções para pequenos produtores rurais que produzam para subsistência.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto contrário
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero orientar pelo Governo e, mais uma vez, ponderar algumas coisas que nos preocupam. A primeira é que pode haver uma boa intenção do proponente, mas veja que nós estamos criando uma exceção desnecessária repetindo , já que o Decreto nº 6.514 estabelece expressamente que o embargo não se aplica a atividades de subsistência. Então, nós já temos uma normativa que impede expressamente que o embargo se aplique às atividades de subsistência. Eu disse que, no caso da Amazônia, um módulo fiscal pode chegar a 100 hectares. Em Rondônia, que é o Estado do autor da matéria, a no máximo 60, ou seja, 400 hectares é considerado, neste caso, agricultor familiar. E não é incomum que, nessas áreas, com essas dimensões, aconteçam o desmatamento ilegal, a criação irregular de gado, a extração fraudulenta de madeira, e até em áreas como essas que abrigam o garimpo clandestino. Outro aspecto que a gente podia citar aqui. Vamos imaginar um pequeno agricultor. Infelizmente, em que pese a fiscalização que tem sido feita, ainda existe contrabando de agrotóxico, por exemplo. Se aprovada essa matéria e a fiscalização encontrar esses defensivos agrícolas, que são os agrotóxicos, adquiridos de maneira ilegal, clandestina, não vai poder aplicar uma sanção. Então, veja que nós estamos aqui abrindo uma porta para o desmatamento, para o retardamento das sanções, já que se concede um prazo. É para isso que eu quero chamar a atenção. O prazo concedido pelo projeto é de 24 meses, 2 anos, para que os proprietários adotem medida. Em 2 anos, novas ilicitudes podem ser cometidas. Em 2 anos, muita coisa acontece, e, na verdade, se flexibiliza uma legislação de maneira desnecessária, sob o pretexto de proteger o pequeno produtor. Mas o pequeno produtor, para subsistência, já está protegido pela lei, não precisa de uma nova lei. Esta lei cria um problema que abre esta porta para que se retarde a recuperação ambiental, se retardem por 2 anos as medidas que devem ser adotadas para a recuperação ambiental. É um perigo para quem defende o meio ambiente e para quem quer vida saudável, vida de qualidade, proteção da biodiversidade, proteção do ecossistema e uma vida em que se possa desfrutar das belezas e das propriedades que a natureza nos oferece. Esta proposta fragiliza e flexibiliza a legislação ambiental de tal forma que não protege os pequenos, pelo contrário, coloca em risco o meio ambiente e coloca em risco quem quer agir corretamente em relação à proteção ambiental. É "não". - 02/07/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 2.898, de 2025, que altera a Lei de Crimes Ambientais para criar um regime especial de sanções a pequenos produtores rurais que produzem para subsistência. Considerou desnecessária a exceção criada ao embargo, já prevista no Decreto nº 6.514, de 2008, e capaz de reduzir a efetividade das sanções ambientais. Além disso, alertou que a proposta poderia abrir precedente para flexibilização da legislação, favorecer desmatamento, atividades clandestinas e outras práticas ilegais, razão pela qual defendeu mais debate sobre a matéria.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL) Projeto de lei ordinária,exceção,sanção,Pequeno produtor rural,Crime ambiental
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero orientar pela Federação Brasil da Esperança. Esse projeto de lei nos preocupa muito, porque, na verdade, abre uma exceção, a nosso ver, desnecessária, já que o Decreto 6.514, de 2008, estabelece expressamente que o embargo não se aplica às atividades de subsistência. Se isso já está previsto nesse decreto de 2008, por que criar essa exceção desnecessária, que, a nosso ver, pode criar problemas que reduzem a efetividade das sanções cuja finalidade é interromper imediatamente o dano ambiental. O projeto de lei prevê 24 meses para que os proprietários adotem medidas de recuperação ambiental. Nós estamos falando, Presidente, de uma postergação para que os proprietários adotem medidas de recuperação. Além disso, nós temos a caracterização na Amazônia, por exemplo, de um módulo fiscal que pode chegar a 100 hectares. Em Roraima, que é o Estado do autor, o máximo é 60 hectares. Dessa forma, um produtor com 400 hectares nesse caso é considerado agricultor familiar. Muitas dessas áreas estão sendo utilizadas para criação irregular de gado, extração fraudulenta de madeira e até mesmo garimpo clandestino. Nós estamos aqui abrindo uma porta perigosa para a flexibilização, para o desmatamento e para atividades associadas ao desmatamento ilegal. Por essas razões, nós vemos inoportunidade de votação desta matéria. Por isso, a Federação orienta o voto "não". Nós somos contra a urgência e consideramos que esta matéria precisa ser mais debatida. Mesmo que a intenção do autor não tenha sido essa, a verdade é que nós estamos abrindo um precedente perigoso que pode flexibilizar a legislação ambiental e permitir atividades clandestinas, atividades de desmatamento e até atividades que abrigam tipos de criminalidade com relacionamento fraudulento e muitas vezes devastador do meio ambiente. Por esta razão, nós orientamos o voto "não". - 01/07/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que o Brasil enfrentava grave problema com as apostas on-line e os jogos de azar, apontando endividamento, dependência psicológica, isolamento social e danos às famílias, sobretudo entre jovens, adolescentes e até crianças. Além disso, defendeu o Projeto de Lei nº 1.808, de 2026, apresentado pela bancada do PT para acabar com as bets no País e cobrou debate responsável sobre a regulação das redes sociais, sem confundir essa medida com restrição à liberdade de expressão, para coibir crimes no ambiente virtual.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,proibição,Apostas de Quota Fixa,Jogo online,endividamento,Dependência psíquica,Isolamento social,Família,Jovem,Adolescente,Criança,Partido dos Trabalhadores (PT),Liberdade de expressão,Crime cibernético
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Messias Donato, que preside esta sessão da Câmara dos Deputados. Nós precisamos enfrentar o problema gravíssimo que o Brasil vive com as apostas on-line, com os jogos de azar. As bets causam cada vez mais problemas para as famílias brasileiras. Eu sei que aqui temos o que podemos chamar de bancada das bets, aqueles que defendem a realização dessas apostas indiscriminadamente, sem nenhum controle. Todos nós sabemos que as bets têm provocado muitos problemas especialmente para a juventude, para os adolescentes, mas também para as famílias de maneira geral. Muitas pessoas estão vivendo o endividamento por causa das bets, a dependência psicológica e também o isolamento social. A Organização Mundial da Saúde classifica essa dependência ou o vício de jogos especialmente dos jogos on-line como ludopatia. É uma doença, é um problema de saúde mental que se agrava devido ao envolvimento cada vez maior de pessoas com as apostas on-line, com as bets. Portanto, nós queremos aqui fazer uma reflexão sobre a postura deste Parlamento. Nossa bancada apresentou um projeto de lei que põe fim às bets. E é hora de nós debatermos isso, porque falar aqui em defesa da juventude, em defesa da adolescência e até das crianças porque existem crianças que conseguem burlar aquilo que é estabelecido pelas plataformas e conseguem também se envolver nas apostas on-line e fazer o discurso de defesa da família, de defesa da juventude, de defesa das crianças, dos adolescentes e não enfrentar o problema das bets é efetivamente fazer de conta que existe um posicionamento de apoio àqueles que hoje estão sofrendo com a dependência psicológica, com o endividamento familiar, com o isolamento social, com a compulsão, com a perda de controle, com os danos financeiros e sociais, com mudança de humor, com problemas que estão levando a brigas familiares e até à morte. Temos muitos casos de morte por causa do envolvimento, da ludopatia, do vício, da dependência com os jogos de azar. Por isso, é preciso debater o tema com responsabilidade. Nossa bancada, mais uma vez, chama esta Casa ao debate ao apresentar o projeto que põe fim às bets no Brasil. Nós não podemos fazer de conta que nada está acontecendo. Há muita gente ganhando dinheiro, e esses mesmos que ganham muito dinheiro são os principais responsáveis pela destruição de famílias e de vidas, que estão sendo jogadas à própria sorte com endividamento, com problema social, com saúde mental cada vez mais agravada, com o envolvimento, com o vício e com a dependência. Portanto, é preciso que a gente enfrente esse tema, e não faça como alguns aqui que jogam a favor das apostas on-line e que querem que a Internet continue sendo terra de ninguém, terra sem lei e não querem avançar o debate sobre a necessidade da regulação das redes sociais, que hoje são utilizadas para o cometimento de crimes contra a sociedade. Nós não podemos aceitar o argumento de que regular rede social significa restringir liberdade de expressão. E também não podemos permitir que Parlamentares desta Casa usem o instituto da liberdade de expressão para cometer crimes. Se há leis para punir crimes na vida real, deve haver leis que punam crimes no ambiente virtual. Por isso, nós fazemos aqui este apelo, mais uma vez, a esta Casa. Muito obrigado. - 01/07/2026
O Deputado registrou a aprovação da redação final do Projeto de Lei nº 1.214, de 2019, que fixa a jornada de até 30 horas semanais para psicólogos e psicólogas em todo o País. Além disso, valorizou a mobilização do Conselho Federal, dos Conselhos Estaduais e dos sindicatos, e afirmou que a medida representava reconhecimento à importância crescente da psicologia para a saúde. Por fim, cobrou do Senado a aprovação da matéria.
Palavras-chave oficiais: Aprovação,Câmara dos Deputados,Projeto de lei ordinária,Jornada de trabalho,Profissão,Psicólogo,Conselho Federal de Psicologia (CFP),Movimento sindical,Senado Federal
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Agradeço, Deputado Messias Donato. Eu quero deixar registrado que hoje nós aprovamos a redação final do PL 1.214/2019, que estabelece uma jornada de trabalho de até 30 horas semanais para psicólogos e psicólogas em todo o Brasil. É importante a aprovação deste projeto de lei, que é uma luta de longa data de psicólogos e psicólogas. Eu tenho acompanhado o esforço e o empenho do Conselho Federal, dos Conselhos Estaduais, dos sindicatos, inclusive do Sindicato dos Psicólogos do Estado do Espírito Santo, e a aprovação desta matéria hoje, com a sua redação aprovada na Câmara dos Deputados, significa um passo importante para valorizar esses profissionais que cada vez têm mais importância na sociedade. Nós vivemos tempos em que a psicologia ganhou uma importância ainda maior para a saúde das pessoas. Valorizar e reconhecer a importância da psicologia e do trabalho dos psicólogos e psicólogas é fundamental. Então, quero aqui deixar registrado todo o nosso empenho e também o empenho das organizações dos psicólogos de todo o Brasil, que atuaram firmemente na Comissão para que isso fosse aprovado. E agora a bola está com o Senado, e nós vamos cobrar do Senado a aprovação desta matéria, para que a gente consolide, de vez, a jornada de trabalho de até 30 horas semanais para psicólogos e psicólogas em todo o Brasil. Muito obrigado. - 30/06/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que integrantes da família Bolsonaro adotaram posições contrárias aos interesses nacionais ao tratar de tarifas sobre produtos brasileiros e do Pix junto a autoridades dos Estados Unidos. Em seguida, ressaltou proposição encaminhada pelo Governo Federal, o Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2021, que altera a Lei Complementar nº 123, de 2006, para permitir o enquadramento como Microempreendedor Individual (MEI) de pessoa com receita bruta anual igual ou inferior a R$ 130.000,00 (cento e trinta mil reais), bem como para permitir que o MEI contrate até 2 (dois) empregados; argumentando que a medida fortaleceria o empreendedorismo, a geração de empregos e o desenvolvimento econômico.
Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Família,Pagamento Instantâneo (Pix),Estados Unidos,Tarifa,Crime contra a soberania nacional Projeto de lei complementar,alteração,Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (2006),limite,Receita bruta,Microempreendedor Individual (MEI),contratação,Empregado,Governo federal,Política econômica,Empreendedorismo,Geração de emprego,Desenvolvimento econômico,Comissão especial
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Deputado Otoni, a família Bolsonaro, a cada dia, revela para o Brasil mais uma das grandes contradições entre aquilo que falam e aquilo que fazem. Eu quero trazer aqui, mais uma vez, o que foi revelado na semana passada. Não é nada que a gente não soubesse. Mas o Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, respondeu a uma carta do Senador Flávio Bolsonaro afirmando que Trump vai manter as tarifas sobre produtos brasileiros e vai manter o ataque ao Pix. E Marco Rubio disse mais: disse que Senador Flávio Bolsonaro ofereceu-lhe o time da transição. Se ele fosse eleito vamos usar aqui o verbo no tempo certo, no pretérito imperfeito , se ele fosse eleito, ele colocaria à disposição dos Estados Unidos todo o seu time de transição. Mais uma vez, fica provado que o Senador Flávio Bolsonaro, o seu irmão, toda a família, e os seus aliados querem entregar os interesses do Brasil para os Estados Unidos. E ainda têm coragem de dizer que são patriotas. Ou eles não sabem o significado de "patriota", ou eles tentam enganar a população dizendo aquilo que não são. Há grandes contradições entre aquilo que falam e aquilo que fazem. Como podem ser patriotas indo até lá e pedindo que tarifas sejam impostas a produtos brasileiros? Como pode ser patriota alguém que vai lá dizer que o Pix, uma grande conquista do Brasil, tem que ser atacado? Como alguém pode ser patriota e dizer que, se fosse eleito Presidente, colocaria todo o seu time de transição à disposição dos Estados Unidos? O time de transição tem que estar a serviço do povo brasileiro e não dos interesses norte-americanos. É por isso que eles vão perder a eleição mais uma vez. Para encerrar, Sr. Presidente, quero ressaltar aqui a importância da iniciativa do Presidente Lula de encaminhar para esta Casa o projeto de lei que vai elevar o limite de faturamento do MEI, o microempreendedor individual, para 140 mil reais para 110 mil reais, em 2027, e 140 mil reais, em 2028. E também vai permitir a contratação de até dois funcionários. Isso vai atender a 13 milhões de brasileiros. Os microempreendedores individuais são fundamentais para o desenvolvimento regional, o desenvolvimento local, a geração de emprego, a geração de riqueza, o desenvolvimento sustentável. Então, é preciso que nós aprovemos, antes do recesso, o projeto de lei que eleva o limite de faturamento dos MEIs e permite a contratação de até dois funcionários. Assim, nós vamos apoiar quem precisa ser apoiado, que são os pequenos empreendedores brasileiros, os grandes geradores de emprego. Eu participo da Comissão Especial que discute aqui a tramitação do PLP nº 108. Amanhã teremos reunião, e também vamos discutir, nesta reunião, a iniciativa do Presidente Lula de, de fato, fazer justiça aos empreendedores individuais, corrigindo o limite de faturamento para 140 mil e permitindo a contratação de dois funcionários. - 09/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Decreto Legislativo nº 570, de 2026, que aprova o texto do Acordo de Livre Comércio entre o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e os Estados da Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), assinado no Rio de Janeiro, em 16 de setembro de 2025. Ademais, contestou a suposta vantagem do Senador Flávio Bolsonaro em pesquisa eleitoral, apontando a liderança do Presidente Lula nas intenções de voto. Além disso, destacou a divulgação de planilhas que apontam transações bancárias transferindo recursos destinados ao filme sobre o ex-Presidente Bolsonaro para instituto ligado ao ex-Deputado Federal Eduardo Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de decreto legislativo,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável Pesquisa eleitoral,Pré-candidato a cargo eletivo,Senador,Partido Liberal (PL),Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Eleições,Filme cinematográfico,Ex-presidente da República,Ex-deputado federal,Transação bancária
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Federação do PT orienta favorável. É importante registrar que a Islândia, a Noruega, a Suíça, Liechtenstein são países que não compõem o bloco da União Europeia. Trata-se de países com alta renda, desenvolvimento humano elevado. Esse acordo é fundamental para que a gente possa fortalecer o Mercosul e o Brasil nesta relação comercial com esses países que compõem o que nós chamamos de Associação Europeia de Livre Comércio EFTA. Presidente, eu acho que o representante do PL está bastante equivocado. Eles conseguiram cancelar uma pesquisa real, em que Lula está dois dígitos na frente. Agora, aparecem com uma fake news aqui no plenário dizendo que eles estão dois dígitos na frente. Na verdade, Presidente, eles estão crescendo, sim. Na minha terra a gente diz que está crescendo igual a rabo de cavalo: para baixo. Hoje há mais uma prova cabal, agora, com as planilhas que foram divulgadas. Elas mostram que efetivamente as transações bancárias foram feitas, transferindo dinheiro do filme para um instituto ligado a Eduardo Bolsonaro. - 09/06/2026
O Deputado solicitou que o Projeto de Lei nº 2.920, de 2026, que altera a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, e a Lei nº 15.358, de 24 de março de 2026, para incluir expressamente no rol dos crimes hediondos as modalidades ultraviolentas de homicídio doloso, latrocínio, extorsão e extorsão mediante sequestro praticadas no contexto de organizações criminosas ultraviolentas, grupos paramilitares ou milícias privadas, fosse apensado ao Projeto de Lei nº 2.301, de 2026, que inclui no rol dos crimes hediondos as figuras agravadas de homicídio doloso, latrocínio e extorsão, praticadas por integrantes de organização criminosa ultra violenta, grupo paramilitar ou milícia privada, introduzidas pela Lei nº 15.358, de 24 de março de 2026, para tramitar conjuntamente e ser considerado na relatoria. Além disso, pediu que a proposta de sua bancada fosse apreciada junto ao texto principal.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Agravação penal,Agressor,Organização criminosa,Crime hediondo,tramitação,Apensação
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Só um adendo, nós votamos o requerimento agora do Projeto de Lei 2.301, nós queremos só fazer uma observação e uma solicitação a V.Exa.. Nós sugerimos apensar o Projeto de Lei 2.920, de 2026, que altera a Lei 8.072, de 1990, que trata dos crimes hediondos, para que ele seja considerado no momento agora do relatório que será apresentado. Nós estamos solicitando que o PL 2920/2026 seja apensado ao Projeto de Lei 2.301, de 2026, que trata dos crimes hediondos, antifacção, para que tramitem junto e haja a apreciação pelo Relator também do nosso Projeto de Lei 2.920 apresentado por um Parlamentar da nossa bancada. Muito obrigado. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Agradeço a V.Exa. Irei analisar a possibilidade de fazer o apensamento, só registrando que votamos esse requerimento de urgência, porque ele faz um ajuste importante ao projeto de lei antifacção, aprovado por esta Casa, já sancionado pelo Presidente da República, para que não possamos permitir que as novas tipificações criminais criadas nesse projeto de lei não venham a estar dentro do rol de crimes hediondos, conseguindo, caso fiquem fora, redução de penas para crimes que nós acabamos de tipificar. Então, é apenas um ajuste, foi uma sugestão do próprio Ministério Público. O Relator da matéria, o Deputado Derrite, nos trouxe. A ideia é fazermos a adequação legislativa para que não haja dúvida sobre o nosso interesse de combater de maneira muito firme o crime organizado em nosso País. O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES) - Nossa intenção, Presidente, é exatamente... O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Eu sei disso. O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES) - Fazer os ajustes para que a gente tenha uma lei que possa efetivamente significar o enfrentamento às facções criminosas, e o nosso projeto propõe exatamente esse ajuste do texto. Muito obrigado. - 09/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Decreto Legislativo nº 571, de 2026, que aprova o texto do Acordo de Livre Comércio entre o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e a República de Singapura, assinado no Rio de Janeiro, em 7 de dezembro de 2023.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de decreto legislativo,Voto favorável,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL)
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a federação orienta favoravelmente, orienta "sim". Trata-se de um acordo de livre comércio assinado em dezembro de 2023, no Rio de Janeiro, que será ratificado por esta Casa. Isso é importante, porque fortalece a nossa estratégia de ter o Mercosul cada vez mais fortalecido nas relações com outros continentes, com outros países. Para nós, é fundamental fortalecer a economia brasileira, fortalecer o Mercosul como um bloco econômico que precisa se abrir, se articular e realizar parcerias e acordos de livre comércio com outras nações do mundo. Então, é um PDL importante, um projeto de decreto legislativo que fortalece a estratégia do Brasil no cenário do comércio internacional. - 09/06/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Decreto Legislativo nº 571, de 2026, que aprova o texto do Acordo de Livre Comércio entre o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e a República de Singapura, assinado no Rio de Janeiro, em 7 de dezembro de 2023.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de decreto legislativo,favorável
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A nossa federação considera importante a aprovação desse projeto de decreto legislativo, porque se trata de um acordo de livre comércio entre o Mercado Comum do Sul, o Mercosul, e a República de Singapura. Esse acordo foi assinado no Rio de Janeiro, em 7 de dezembro de 2023. Isso é importante porque fortalece nossas relações comerciais, as relações do Mercosul com um país asiático, que nós sabemos que representa uma força econômica e comercial importante. Estabelecer um acordo de livre comércio com Singapura potencializa a nossa estratégia de fortalecimento do Mercosul e da economia brasileira no cenário internacional. Por isso, a nossa orientação é favorável a esta matéria. - 09/06/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que reportagens divulgadas pelo portal The Intercept Brasil teriam apresentado documentos, planilhas e registros financeiros que, segundo sua interpretação, comprovariam transferências de recursos associadas a Daniel Vorcaro e a um fundo ligado ao ex-Deputado Eduardo Bolsonaro. Além disso, sustentou que as informações divulgadas contradiriam negativas anteriormente apresentadas por integrantes da família Bolsonaro sobre a existência dessas operações. Também questionou a destinação dos recursos mencionados, especialmente aqueles relacionados à produção de um filme, e associou o caso a suspeitas de irregularidades financeiras. Por fim, criticou a atuação de aliados do ex-Presidente Jair Bolsonaro, acusando-os de tentar desviar a atenção da opinião pública das denúncias e defendendo a continuidade das investigações sobre os fatos mencionados.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,Reportagem,Portal (Internet),Fraude bancária,comprovação,Transferência de capital,Ex-deputado federal,Operação financeira,Corrupção,Filme cinematográfico,irregularidade,Ex-presidente da República,Opinião pública,investigação,Planilha de custos
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Presidente Deputado Hildo Rocha, demais Parlamentares que acompanham no Plenário Ulysses Guimarães a nossa sessão, mais informações valiosas desmentem a família Bolsonaro. The Intercept Brasil divulga recibos, documentos, planilhas que comprovam pagamentos de Vorcaro a fundo ligado a Eduardo Bolsonaro. Eles disseram o tempo inteiro, Deputado Alexandre: "Não tem comprovação. Isso é informação, para tentar nos incriminar, mas não existem provas". As provas apareceram. Há poucas horas, o perfil do The Intercept Brasil revelou e hoje à noite vai estar em todos os noticiários a planilha que comprova que 61 milhões de dólares foram repassados. Está aqui depósito por depósito, tudo registrado. Além disso, há uma outra informação que é valiosíssima. Na planilha, aparece a informação de que 2 milhões de dólares foram transferidos para um fundo ligado ao Deputado traidor da pátria, o ex-Deputado Eduardo Bolsonaro. Tudo aquilo que eles negaram agora aparece formalmente numa planilha, comprovando as transferências bancárias para a realização do filme. O problema é que um filme não custa esse valor absurdo. E, até agora, não comprovaram que o dinheiro foi efetivamente utilizado para a produção do filme. Mas existe agora a comprovação de que 2 milhões de dólares, mais de 10 milhões de reais foram transferidos para um fundo ligado ao ex-Deputado desta Casa Eduardo Bolsonaro. O rei está nu, as provas estão aqui. Não há mais o que dizer, as provas estão aqui. Estou lá na CCJ com matéria em pauta e os Parlamentares ligados à família Bolsonaro, ao ex-Presidente, agem como se nada estivesse acontecendo, fazem cara de paisagem, tentam ludibriar a opinião pública com uma reunião realizada nos Estados Unidos, primeiramente, para desviar a atenção do povo brasileiro desse grave esquema de corrupção liderado pelo filho do ex-Presidente, pretenso candidato a Presidente da República; em segundo lugar, para negociar o nosso Pix, que é um patrimônio nacional; em terceiro lugar, foi aos Estados Unidos, além de negociar o Pix, de tentar desviar a atenção da população, para tentar negociar as terras raras brasileiras. São traidores da Pátria! E o pior: estão envolvidos em esquemas de corrupção que não têm mais como serem negados. Nós estamos falando de planilhas que acabam de ser divulgadas, comprovando que 61 milhões de dólares foram transferidos, sim, para essa suposta produção do filme, e 2 milhões de dólares mais de 10 milhões de reais foram transferidos para um fundo ligado ao ex-Deputado Eduardo Bolsonaro. A casa está caindo e, daqui a pouco, essa gente vai pagar pelo que fez. - 09/06/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que a viagem de Eduardo Bolsonaro aos Estados Unidos teve como objetivo desviar o foco das denúncias envolvendo o Banco Master, e alegou que houve discussões relacionadas ao Pix, às tarifas comerciais e às reservas de minerais estratégicos do País. Também acusou adversários políticos de comprometerem a soberania nacional e defendeu que o Governo Lula promovia crescimento econômico e fortalecimento da posição brasileira no cenário internacional. Por fim, sustentou que a população brasileira daria respaldo à continuidade do atual projeto político nas próximas eleições.
Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,Senador,Partido Liberal (PL),Banco Master,Fraude,envolvimento,Comércio exterior,Tarifa,Mineral estratégico,negociação Presidente da República,Crescimento econômico,Soberania nacional,fortalecimento,População,Eleição
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. De Banco Master a extrema direita e a Oposição entendem muito, inclusive de toda a falcatrua que ocorreu e que agora está sendo desvendada. A população brasileira está conhecendo o envolvimento de vocês com a maior fraude bancária da história do nosso País, a do Banco Master, com a participação direta da família Bolsonaro, inclusive do candidato de vocês à Presidência da República, que, encurralado pelas denúncias, vai aos Estados Unidos com quatro objetivos muito óbvios para tentar enganar a população brasileira. O primeiro objetivo do filho do ex-Presidente, candidato a Presidente, foi desviar a atenção, para tentar chamar a atenção do povo brasileiro para outro problema, para a relação deles com Donald Trump. Mas o que vem depois disso é que mostra que essa gente é traidora da Pátria, vende o País na bacia das almas e compromete a nossa soberania. Ele foi para lá negociar o Pix, que é patrimônio do Brasil, uma criação dos técnicos do Banco Central. E fez isso porque o Pix incomoda sobremaneira as redes Visa, Mastercard, que estão perdendo espaço no meio comercial para o nosso Pix, que é fundamental para a economia e para o desenvolvimento do nosso País. Foram lá negociar o Pix! O Eduardo, inclusive, disse o seguinte: "Por que não colocar na mesa para discutir o Pix e o Zelle?". O Zelle é uma ferramenta que eles têm similar ao Pix. Foram lá também para, mais uma vez, taxar as nossas empresas. É só eles irem lá se reunir com Trump, que ele impõe novas tarifas ao nosso comércio. Essa gente é traidora da Pátria. E vão lá também para negociar as terras raras, os metais críticos. Vão lá para entregar o que a gente tem de melhor, entregar as nossas riquezas. Eles querem desviar a atenção do povo brasileiro, porque as pesquisas indicam que nós vamos reeleger o Presidente Lula para o seu quarto mandato. O Brasil cresce e se destaca no cenário internacional. E vocês ficam chupando o dedo, agarrados nesse cara que é do Master, nesse cara que é irmão daquele que está preso e é filho daquele que está em prisão domiciliar. Vocês estão colhendo aquilo que plantaram. E o povo brasileiro vai dar a resposta mais uma vez, pois, enquanto o Lula trabalha para as famílias brasileiras, vocês vão lá entregar o Brasil para outro país, os Estados Unidos. - 27/05/2026
O Deputado celebrou a votação do fim da escala 6 por 1 como uma vitória histórica para trabalhadores, famílias, mulheres e crianças, destacando os benefícios para a qualidade de vida, a saúde e o convívio familiar. Também criticou a postura da extrema direita, apontando contradição entre a defesa anterior de uma transição de dez anos e jornadas de até 52 horas semanais e a oposição à proposta. Por fim, conclamou a Casa a votar a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, e encerrar a escala 6x por 1.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Defesa,Oposição política,contradição
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. É importante nós destacarmos que hoje é um dia histórico para o nosso País. O fim da escala 6 por 1, enfim, será votado aqui no plenário. Será uma grande vitória dos trabalhadores e das trabalhadoras brasileiras. Será uma grande vitória das famílias, das mulheres, das crianças, porque é uma vitória que vai proporcionar mais qualidade de vida, mais saúde, mais tempo com a família, para o lazer, para cuidar da vida comunitária. O que a extrema direita tenta fazer neste momento não é sério, não pode ser sério, gente. Quem até ontem defendia uma transição de 10 anos, até ontem defendia a possibilidade de 52 horas semanais, não é sério. O sério mesmo é a gente votar a PEC e acabar com a escala 6 por 1. Viva os trabalhadores! - 26/05/2026Breves Comunicações
O Deputado lamentou o pedido de vista do Deputado Maurício Marcon, do PL do Rio Grande do Sul, que adiou a votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, sobre o fim da escala 6 por 1 de trabalho, na respectiva Comissão Especial. Em seguida, explicou que o relatório prevê transição inicial para 42 horas semanais e, após 12 meses, para 40 horas. Também rebateu argumentos contrários à medida, citando estudos da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que associam excesso de trabalho ao adoecimento e à queda de produtividade. Por fim, manifestou expectativa de que a votação ocorresse na sessão seguinte, garantindo mais qualidade de vida aos trabalhadores brasileiros.
Palavras-chave oficiais: tramitação,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Comissão especial,transição,Organização Internacional do Trabalho (OIT),Produtividade,Qualidade de vida
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Presidente, caros colegas, ontem à noite, na Comissão Especial, nós esperávamos votar a PEC para termos o fim da escala 6 por 1. Infelizmente, depois de uma leitura exaustiva, de um relatório longo apresentado pelo Deputado Leo Prates, o Deputado Mauricio Marcon, do PL do Rio Grande do Sul, pediu vista. Depois de todo o esforço que nós fizemos, de toda a mobilização, é lamentável que tenhamos, na noite de ontem, mais uma vez, uma tentativa de impedir a votação da PEC que garante o fim da escala 6 por 1. O relatório apresentado prevê que, nos próximos 60 dias, entrará em vigor a jornada de 42 horas semanais e, depois de mais 12 meses, a de 40 horas. É importante lembrar que, mesmo tendo um período de transição, o fim da escala 6 por 1 fica valendo a partir deste ano. As empresas terão que se adequar para que o trabalhador e a trabalhadora brasileiros tenham 2 dias de descanso. É fundamental falarmos isso porque ouvimos aqui os mesmos discursos que foram ouvidos, quando se implantou 13º salário, um terço de férias, salário mínimo, férias remuneradas. É sempre a mesma história de que nós teremos uma quebradeira na economia. Não se leva em conta aquilo que a OIT já aponta em seus estudos: o excesso de trabalho está associado a maior risco de adoecimento e queda de produtividade. Isso é estudo da OIT. Há outro argumento econômico importante: trabalhar um número maior de horas não significa produzir mais. Isso porque muitas vezes, Deputado Patrus Ananias, o trabalhador está insatisfeito, está cansado, está vivendo uma jornada excessiva, extenuante e não consegue produzir. Portanto, todas as experiências feitas no Brasil e no mundo mostram que isso é bom para o trabalhador, é bom para a família e, em especial é importante dizer , é bom para as empresas, que passam a ter mais produtividade, empregados mais motivados, que faltam menos ao trabalho, que estão motivados para produzir mais. É uma mudança necessária. Tenho certeza que vamos votar a PEC, Presidente, nesta semana, aqui na Casa. Não a votamos hoje por causa do pedido de vista feito ontem, mas amanhã teremos uma sessão cedo. E espero que, amanhã à noite, nós tenhamos a votação da PEC e, assim, teremos um dia histórico para trabalhadoras e trabalhadores brasileiros, garantindo-lhes mais qualidade de vida, mais tempo com a família, com o fim da escala 6 por 1. - 19/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Recurso nº 5, de 2024, que recorre contra apreciação conclusiva das Comissões sobre o Projeto de Lei nº 364 de 2019, que dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa dos Campos de Altitude associados ou abrangidos pelo bioma Mata Atlântica.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Recurso (proposição legislativa),Apreciação conclusiva,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Governo,Base de apoio político,Voto favorável
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, Maioria e Governo. Sob a perspectiva ambiental, Presidente, o texto é alvo de críticas, porque ele reduz o nível de proteção dos campos de altitude, ao ampliar as possibilidades de regularização dos usos em áreas ambientais sensíveis. O texto é muito complicado. Nós discutimos esse texto profundamente na CCJ. O debate foi longo. Eu quero ainda destacar, no tempo que tenho, que o texto apresentado admite a regularização ambiental ao alcance de fatos anteriores à edição da lei, ou seja, embora o objetivo declarado seja dar segurança jurídica, há o argumento que isso pode estimular processos de consolidação de ocupações ambientalmente problemáticas. Por isso, a orientação da Maioria e do Governo é "sim". Nós não queremos a votação desse texto porque ele vai trazer prejuízos ambientais irreparáveis. - 19/05/2026Breves Comunicações
O Deputado parabenizou a Câmara dos Deputados pela corrida de rua em comemoração aos 200 anos da Casa e saudou os participantes da 27ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, com destaque para os gestores do Espírito Santo. Além disso, apontou contradições nas declarações do Senador Flávio Bolsonaro sobre o áudio que revelou contato com o banqueiro Daniel Vorcaro, assinalando que o valor de R$ 134 milhões solicitado configuraria forte indício de corrupção, comparável ao caso do Senador Ciro Nogueira. Por fim, afirmou que a população brasileira estaria percebendo o que classificou como o caráter corrupto do Senador e de sua família.
Palavras-chave oficiais: Bicentenário da Câmara dos Deputados,Corrida,Comemoração Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios,Prefeito,Gestor,Espírito Santo (Estado),Saudação contradição,declaração,Senador,Contato pessoal,Banqueiro,Banco Master,Corrupção,Financiamento,Filme
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Presidente, caros colegas Parlamentares, primeiramente eu quero parabenizar a Câmara dos Deputados pela realização da corrida de rua, no último domingo, em comemoração aos 200 anos da Casa, da qual fiz questão de participar. Acho até que tem que se baixar uma resolução para que todos os Parlamentares e todas as Parlamentares participem da corrida, que é importante para a saúde e também para celebrar os 200 anos da Câmara dos Deputados. Quero saudar todos os que participam da XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. É preciso que a gente compreenda a importância dos Municípios na Federação brasileira. Os Municípios são os grandes prestadores de serviço. Então, meu reconhecimento a todos os gestores municipais que conduzem as administrações com ética, com transparência, levando serviços de qualidade à população brasileira em cada Município, em cada cidade, em especial os gestores públicos, os Prefeitos, as Prefeitas, os Vereadores, Secretários Municipais lá do Estado do Espírito Santo. Quero também, Sr. Presidente, aproveitar este momento para lembrar que existe uma frase muito dita: a de que uma mentira puxa a outra, uma mentira puxa a outra. Assim que vazou o áudio, semana passada, do Senador Flávio Bolsonaro ao banqueiro Daniel Vorcaro, o Senador Flávio Bolsonaro disse que não tinha nenhum envolvimento, que não sabia de nada, até zombou do jornalista que fez a pergunta. Enfim, de lá para cá, a cada momento, vem uma nova mentira. É aquela história: uma mentira puxa a outra. E eles vão emendando uma mentira na outra para tentar justificar o injustificável. Alguém vai acreditar que o Senador Flávio Bolsonaro foi até São Paulo, à residência do Daniel Vorcaro, visitá-lo para falar sobre o financiamento do filme? Cento e trinta e quatro milhões é um valor superior a dezenas e centenas de filmes que foram premiados internacionalmente, inclusive filmes nacionais. Portanto, esse pedido revela que há um forte indício de corrupção, de pedido de propina, como aconteceu no caso do Senador Ciro Nogueira. Na verdade, o Senador Flávio Bolsonaro é filho da mentira, como é a sua família; é filho das trevas, é o filho mais corrupto do ex-Presidente. O povo brasileiro já está descobrindo a face corrupta do Senador Flávio Bolsonaro e da sua família, que tenta jogar para os outros aquilo que eles praticam todos os dias. É aquela história, repito, uma mentira puxa a outra conta uma mentira, depois tem que contar outra para tentar justificar a mentira que foi contada. O povo brasileiro está de olho, as pesquisas estão mostrando. Muito obrigado. - 13/05/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que novas revelações sobre o Banco Master reforçam suspeitas de fraude bancária e levantam indícios que justificam investigação aprofundada sobre o financiamento de um filme sobre o ex-Presidente Jair Bolsonaro. Comparou os valores atribuídos ao projeto com orçamentos de produções brasileiras de grande destaque, argumentando que o montante solicitado pelo Senador Flávio Bolsonaro seria desproporcional e levantaria questionamentos sobre sua destinação. Destacou ainda mensagens trocadas entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro como indício de proximidade que, em sua avaliação, exige esclarecimentos públicos. Por fim, defendeu a instalação imediata da CPI e da CPMI do Banco Master, cobrando atuação independente da Polícia Federal e afirmando que eventuais irregularidades devem ser apuradas “doa a quem doer”, além de criticar tentativas de interferência política em investigações envolvendo a família Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,Fraude bancária,investigação,irregularidade,Financiamento,Filme,Ex-presidente da República,Senador,Mensagem,proximidade,esclarecimento,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Polícia Federal (PF),autonomia
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas Parlamentares, hoje é um dia que ficará marcado na nossa história. Tenho certeza disso. Tudo aquilo que a gente vem falando se confirma com mais esse fato divulgado sobre a grande fraude bancária envolvendo o Banco Master. Eu quero fazer aqui apenas algumas observações que considero importantes. Quanto custa a produção de cada filme brasileiro? Vamos pegar alguns filmes. Ainda estou aqui, um filme premiado, mundialmente conhecido, um grande sucesso de bilheteria, custou 45 milhões de reais. O agente secreto, outro filme premiado, mundialmente celebrado, custou 28 milhões de reais. O filme Lula, o filho do Brasil custou 17 milhões de reais. E o filme Dark horse, sobre o ex-Presidente Jair Bolsonaro? O valor de 134 milhões de reais foi pedido pelo Senador Flávio Bolsonaro. Há ou não indício de lavagem de dinheiro nesse caso? Certamente, os 61 milhões de reais que já foram pagos não foram usados todos no filme. E o pedido foi de 134 milhões de reais. Que filme é esse? Sobre quem é esse filme? "Ah, mas não há dinheiro da Rouanet". Se houvesse, existiria critério, porque a Lei Rouanet estabelece critérios. Agora, acham normal que Senador da República, pré-candidato à Presidência da República, se relacione com o dono do banco, com o Presidente do Banco Master? Olhem só o que eles conversavam. Olhem a intimidade dos dois. No dia 15 de novembro, Daniel Vorcaro diz: "Fala, irmão. Estava no trânsito". Responde o Senador Flávio Bolsonaro: "Fala, mermão" essa linguagem, "mermão", é de miliciano , "pode atender?" Diz Vorcaro: "Fala, irmãozão, estou na igreja, já te chamo". E o Senador diz o seguinte: "Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz!" Que luz é essa? São 134 milhões de reais. Minha gente, estamos diante de um fato gravíssimo na República brasileira, gravíssimo, um fato que precisa ser investigado. Nós queremos sim a instalação da CPMI do Banco Master. Nós queremos que o Presidente Davi Alcolumbre instale essa Comissão. Nós queremos que o Presidente Hugo Motta instale aqui a CPI. Agora, eles fizeram um grande acordão para derrubar o Messias, para aprovar a dosimetria e, acima de tudo, para enterrar a CPMI do Banco Master. Eu aqui ouvi que ocorre uso do Estado para proteger aliados. Se alguém usou o Estado para proteger aliados, foi o ex-Presidente, que disse: "Se chegarem à minha família e aos meus filhos, se quiserem me ferrar" uso outra expressão , "eu troco mesmo". E trocou o delegado, os investigadores. Nós queremos que a Polícia Federal tenha autonomia para investigar, doa a quem doer. Quem tiver que responder pelos crimes que cometeu nessa situação e em qualquer outra vai ter que responder. Que a Polícia Federal continue atuando com independência! Aqui para nós, quem trata alguém de "mermão", irmão, quem diz "me arranja um aí que eu estou com os boletos atrasados, estou com parcelas atrasadas, eu só preciso de pouco, de 134 milhões"... É brincadeira. O povo brasileiro está de olho e vai dar o troco nas urnas. Obrigado. - 13/05/2026
O Deputado discutiu o Projeto de lei nº 5.878, de 2025, que cria a Rota Turística Religiosa do Cariri – Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha e Santana do Cariri. Além disso, criticou o Senador Flávio Bolsonaro, apontando suposto envolvimento em escândalo de corrupção relacionado ao Banco Master, e questionou a relação entre o Senador e o presidente da instituição financeira, citando áudios que indicariam pedido de recursos superiores a 140 milhões de reais para pagamento de faturas e financiamento de filme.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável Senador,Partido Liberal (PL),Banco Master,Proprietário,envolvimento,Filme,Financiamento,Crítica
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero fazer a defesa do Projeto de Lei nº 5.878, de 2025, que institui a Rota Turística Religiosa do Cariri, abrangendo os Municípios de Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha e Santana do Cariri, no Estado do Ceará. O objetivo é promover e consolidar o turismo religioso na região como vetor de valorização cultural, fortalecimento da identidade regional e desenvolvimento econômico sustentável. Criar uma rota como esta é incentivar o turismo, que é um vetor de desenvolvimento econômico e social sustentável, importante em qualquer região do mundo. Afinal, o componente religioso é sempre muito importante para a atração de turistas. Conciliar o turismo religioso com o desenvolvimento econômico sustentável é também fundamental, com a geração de emprego, renda e oportunidades. É de se louvar uma iniciativa como esta. Portanto, nós queremos manifestar nossa posição favorável ao projeto e também lembrar que o próprio texto fala de outros referenciais turísticos emblemáticos naquela região, no Estado do Ceará. Por isso, nosso posicionamento é favorável ao projeto. Sr. Presidente, aproveito para lembrar que caiu mais uma bomba na seara do bolsonarismo no Brasil, que mostra que essa gente cada vez mais tem ligação com escândalos de corrupção. Quando a gente diz que o Senador Flávio Bolsonaro é o filho mais corrupto do ex-Presidente, é por razões como essas que nós estamos vendo hoje. Será que é normal um Senador da República tratar um Presidente de uma instituição financeira que promoveu a maior fraude bancária na história brasileira, como ele fez, chamando de "mermão", "meu irmão", "irmãozão", dizendo que os boletos estão atrasados, que tem faturas para pagar e pedir mais de 140 milhões de reais para financiar um filme e pagar contas atrasadas? Será que isso não é de estarrecer de vez a população brasileira? E mais, ele diz no áudio, Daniel, você, abre aspas, "você me deu liberdade para te cobrar". Como assim? Um Senador da República teve o aval do Presidente do Banco Master, do BolsoMaster, para cobrar dinheiro para pagar fatura? A casa está caindo. Por isso, vocês, como diria a minha gente lá onde eu nasci, vocês estão mais sujos do que pau de galinheiro. - 07/05/2026Breves Comunicações
O Deputado tratou de nova etapa da Operação Compliance Zero, com mandados de busca e apreensão contra o Senador Ciro Nogueira, e destacou suspeitas de atuação em favor do empresário Daniel Vorcaro em troca de vantagens econômicas indevidas. Ademais, relacionou as acusações à emenda apresentada pelo Senador para elevar a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), afirmando que o caso expõe o temor de aliados do ex-Presidente Bolsonaro em relação às investigações e à criação de Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre o Banco Master. Por fim, ressaltou a autonomia da Polícia Federal no Governo Lula e o início do esquema de corrupção do Master no Governo Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: Operação policial,Polícia Federal (PF),Mandado de busca e apreensão,Senador,Empresário,Banco Master,Emenda individual,Fundo Garantidor de Crédito (FGC),Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Corrupção,autonomia,Governo federal,Presidente da República,Governo
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Presidente, caros colegas Parlamentares e população brasileira que nos acompanha pela TV Câmara, ocorre mais uma etapa da Operação Compliance Zero, e, desta vez, com dez mandados de busca e apreensão. Entre eles, está o do Senador Ciro Nogueira, aquele envolvido até o último fio de cabelo nessa operação da cronologia do "Bolso Master". A Polícia Federal aponta a identificação de suposta conduta do Senador em favor do banqueiro, em troca do recebimento de vantagens econômicas indevidas. A denúncia é muito grave e precisa ser apurada com profundidade, em detalhes, porque nós não podemos nos esquecer de que o Senador Ciro Nogueira foi aquele que apresentou emenda no Senado Federal para elevar o valor do Fundo Garantidor e cobrir as ações do Banco Master, que todos nós sabemos ter sido o maior crime bancário da história brasileira. Esse fato deve mostrar, mais uma vez, que quem está com medo das investigações relacionadas ao esquema fraudulento do Banco Master é essa gente que tenta aqui fazer acordos para que não andem as investigações, para que não haja uma CPMI que investigue o esquema do Banco Master. Mas a verdade é que as coisas estão aparecendo, a Polícia Federal está investigando. No Governo passado, o ex-Presidente trocava delegados, não permitia que a Polícia Federal tivesse autonomia para investigar. No Governo do Presidente Lula, a Polícia Federal tem autonomia, como deve ser. A Polícia Federal não pertence a um governo. A Polícia Federal não é de um Presidente da República, não é de um grupo político. A Polícia Federal tem que ter autonomia para investigar, seja quem for. Nós sabemos que eles estão com medo das investigações, porque, nesta denúncia, o Senador Ciro Nogueira é acusado de receber frequentemente vantagens, como pagamentos mensais. Nós estamos falando de mesada, pessoal! A acusação que se faz na investigação da Polícia Federal é de que o Senador Ciro Nogueira recebia mesada de Vorcaro, do Banco Master. Isso é gravíssimo! Isso mostra que o ex-Presidente e sua turma estão envolvidos nesse grande esquema de corrupção, que começou no Governo passado e agora está sendo desbaratado pela Polícia Federal.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 15/12/2015 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.