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Foto de Helder Salomão

Deputado · Câmara

Helder Salomão

PT · ES

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Helder Ignacio Salomao · 62 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 90 de 100, Cara Bom0406080100

90/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 91% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 100%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 89%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 98%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 98%das 780 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 99%das 797 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Fale com Helder Salomão

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E-mail
dep.heldersalomao@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5679
Gabinete
Gabinete 679, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

100%

Esteve em 390 de 391 sessões

Melhor que 92% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

89%

Registrou voto em 1.001 de 1.126 votações nominais

Melhor que 77% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 48 projetos apresentados (0%)

3 avançaram · 36 em andamento · 9 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

98%

Em 780 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 96% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

877 discursos na tribuna e 2 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 12/02/2019 a 12/08/2026.

  • 08/04/2026Breves Comunicações

    O Deputado assinalou que o aumento dos combustíveis teve origem na guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, que elevou o preço do petróleo. Relacionou o problema à privatização de refinarias e à dolarização dos preços no Governo anterior, que teriam causado rombo de quase 50 bilhões de reais. Afirmou que o Governo Lula alterou a política de preços da Petrobras para considerar custos internos, reforçou a recuperação da capacidade de refino e reduziu a dependência de derivados importados. Destacou ainda que o Governo promoveu parceria com Estados para evitar perdas de arrecadação e adotou ações para impedir repasses imediatos das altas internacionais ao consumidor, priorizando estabilidade para famílias, Estados e Municípios diante dos efeitos da guerra no Oriente Médio.

    Palavras-chave oficiais: Governo,Guerra,Estados Unidos,Israel,Irã,aumento,Preço,Combustível,Ex-presidente da República,Privatização,Refinaria,Dólar,Presidente da República,Petróleo Brasileiro (Petrobras),parceria,Governo federal,Governo estadual,Tributação,arrecadação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Hoje quero falar sobre a origem do aumento dos preços dos combustíveis no Brasil. A primeira coisa importante que devemos frisar é que uma das razões para a elevação do preço dos combustíveis no mundo e no Brasil é a absurda guerra promovida por Trump e Israel contra o Irã. Isso está provocando uma escala de aumento do preço do petróleo em todo o mundo. Nós precisamos de paz, não de guerra. A guerra é contra toda a humanidade. Só favorece os grandes líderes, como esse Presidente norte-americano, que não tem nenhuma responsabilidade com o planeta. Além da guerra, há outras razões. Umas delas, em especial, foi o que fez o Governo passado, o do ex-Presidente Bolsonaro e sua família: privatizaram as refinarias. Atuou para privatizar a BR Distribuidora e vinculou o preço dos combustíveis do Brasil ao dólar, dolarizou o preço dos combustíveis no Brasil. Isso fez com que nós ficássemos vulneráveis, sem controle de preços. Com essa dependência, quem pagou a conta no Brasil foram os consumidores e os Estados e Municípios, que tiveram um rombo bilionário de quase 50 bilhões de reais no Governo passado. Agora, a situação é diferente. O Governo brasileiro, o Governo do Presidente Lula tomou atitudes para segurar os preços na origem, tomou medidas para proteger o consumidor. E, em parceria com os Estados, está adotando medidas para que não haja no Brasil o impacto que está havendo em outras partes do mundo. Isto, sim, é preocupação com as famílias brasileiras! Enquanto o Governo passado privatizava refinarias em troca de joias daqueles que compraram as nossas refinarias, o atual Governo brasileiro atua para proteger as famílias, os consumidores. Em vez de impor sacrifício aos Estados, de impor um rombo aos Estados brasileiros, em parceria com os Estados o Governo adota medidas para manter o controle interno dos combustíveis e garantir que nós possamos atravessar este momento de dificuldade. Peço mais 30 segundos, Presidente. Isso é importante para que nós possamos atravessar este momento de dificuldade que vive o mundo com essa guerra absurda, com essa guerra que tem interesses econômicos e políticos e que desrespeita os direitos de todas as populações — porque nós também sofremos com os efeitos dessa guerra. Portanto, vamos seguir com o Presidente Lula protegendo os consumidores e as famílias brasileiras.
  • 07/04/2026Breves Comunicações

    O Deputado defendeu a comparação entre gestões recentes no Brasil, com foco em políticas públicas e indicadores sociais. Por outro lado, criticou o Governo anterior por decisões relacionadas ao salário mínimo, merenda escolar e programas habitacionais. Além disso, apontou o retorno do País ao Mapa da Fome e mencionou dificuldades enfrentadas durante a pandemia, incluindo questões ligadas à vacinação. Também abordou medidas econômicas adotadas no período eleitoral, como alterações fiscais e políticas de combustíveis. Em contrapartida, destacou ações do Governo Federal a partir de 2023, com ênfase na retomada de investimentos sociais, valorização da renda e propostas de justiça tributária.

    Palavras-chave oficiais: comparação,Gestão administrativa,Presidente da República,Ex-presidente da República,Economia,Política social,Política pública,Salário mínimo,Mapa da Fome,Pandemia,Combustível

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Este é um ano em que nós vamos ter que exercer a capacidade de comparar o que aconteceu no Brasil nos últimos anos, em especial o que aconteceu no mandato do ex-Presidente que se encontra em prisão domiciliar, com o que sucedeu no Brasil a partir de 2023. O Governo passado vai ter, neste ano, que é um ano eleitoral, dificuldade de explicar à população brasileira — considere-se o que o Presidente Lula tem feito pelo Brasil e pelas famílias brasileiras — o congelamento do valor da merenda escolar durante todo o mandato anterior. Vai ter que explicar à população brasileira — agora há correção do salário mínimo acima da inflação — por que o salário mínimo foi reajustado em índice inferior ao da inflação no Governo anterior. Vai ter que explicar por que não construiu nenhuma casa. O Programa Casa Verde e Amarela não construiu nenhuma casa no Brasil. O Brasil, no Governo passado, voltou ao Mapa da Fome. O povo teve que entrar na fila do osso. Durante a pandemia, negou-se vacina à população. Inclusive, ainda hoje, é alto o índice de crianças não vacinadas porque pais foram levados a acreditar que a vacina faz mal para a criança. Meu Deus do céu, isso ainda é um problema entre nós devido à postura do Governo anterior. Durante ano eleitoral, o Governo anterior deu calote em relação aos precatórios, deu calote nos Governadores, de quase 50 bilhões de reais, relativo ao preço dos combustíveis. Torrou aproximadamente 200 bilhões de reais para tentar ganhar as eleições de 2022. Vendeu quatro refinarias e a BR Distribuidora, o que dificulta que hoje o Governo do Presidente Lula, o Governo Federal, o Governo do Brasil, tenha controle sobre o preço dos combustíveis. É isso que vamos comparar. O que o Governo anterior fez? Levou o País a uma situação de ingovernabilidade. O Presidente Lula retomou as políticas públicas e fez novamente todo o dever de casa para que o Brasil voltasse a crescer, e crescer distribuindo renda, garantindo a taxação dos super-ricos, a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até 5 mil reais. É isso que nós vamos discutir. São esses números que vamos comparar e vamos, de fato, mostrar que o Brasil voltou a investir nas famílias, no poder aquisitivo dos cidadãos e nas políticas públicas para melhorar a vida do nosso povo.
  • 26/03/2026

    O Deputado informou que seria realizada, no Palácio Anchieta, a solenidade de instalação da Unidade Mista de Pesquisa e Inovação da Embrapa, em parceria com IFES, UFES e Incaper. Relatou que a iniciativa resultou de uma demanda histórica da população capixaba e destacou que o projeto foi viabilizado com apoio do Governo do Presidente Lula. Informou que a medida representou avanço para a ciência, a pesquisa e a tecnologia voltadas à agricultura no Espírito Santo. Afirmou que a entrega simbolizou uma conquista para o povo brasileiro e capixaba, além de reconhecer o papel das instituições envolvidas na concretização da unidade.

    Palavras-chave oficiais: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa),Espírito Santo (Estado),Pesquisa agrícola

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, hoje, às 16h30min, no Palácio Anchieta, do Governo do Estado do Espírito Santo, será realizada a solenidade de instalação da Unidade Mista de Pesquisa e Inovação da Embrapa no Estado, em parceria com o Ifes — Instituto Federal do Espírito Santo, a Ufes — Universidade Federal do Espírito Santo e o Incaper — Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural. Essa é uma luta de muitos anos, uma luta dos capixabas. Esse sonho está sendo realizado agora graças à sensibilidade e ao compromisso do Governo do Presidente Lula. Essa é uma vitória do povo brasileiro, uma vitória do povo capixaba. Significa mais ciência, mais pesquisa, mais tecnologia para a agricultura capixaba. Parabéns ao Governo Federal e parabéns aos capixabas por essa conquista! Unidade Mista de Pesquisa e Inovação está sendo instalada no nosso Estado, o Espírito Santo. Muito obrigado.
  • 26/03/2026

    O Deputado afirmou que o Governo defende a valorização e o armamento das forças de segurança no combate ao crime organizado. Além disso, criticou o incentivo ao armamento da população, apontando que armas adquiridas legalmente têm chegado às mãos do crime organizado, o que contribui para o aumento da violência. Ademais, destacou que a atuação das forças de segurança deve observar os limites da legislação, condenando excessos e a violência policial.

    Palavras-chave oficiais: Armamento,valorização,Profissional da segurança pública,Política de segurança pública,Arma de fogo,População,Crime organizado,Violência policial,Governo federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Para orientar pelo Governo, vou dizer o seguinte. Na verdade, é claro que as forças de segurança precisam ter equipamentos, armas, precisam de valorização, é óbvio, mas nós estamos falando de uma outra coisa: é que se prega o armamento da população, o que gera mais violência. Nós vimos o que aconteceu. Os dados mostram que muitas armas adquiridas legalmente caíram nas mãos do crime organizado. É sobre isso que nós estamos falando, sobre o não incentivo ao armamento da população. Agora, quem tem que ter arma, quem tem que combater o crime organizado, quem precisa ser valorizado são as forças de segurança. E é óbvio que também as forças de segurança têm que atender aquilo que diz a legislação, para não extrapolarem a sua função, como acontece às vezes. A violência policial também deve ser condenada — aliás, qualquer tipo de violência tem que ser condenada. Nós defendemos, sim, que as forças de segurança tenham armas para poderem combater o crime organizado, e nós defendemos isso.
  • 26/03/2026

    O Deputado discutiu a Medida Provisória nº 1.326, de 2025, que dispõe sobre o reajuste da remuneração das forças de segurança pública do Distrito Federal, da remuneração da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar dos ex-Territórios Federais e do antigo Distrito Federal e do valor do auxílio-moradia dos militares que especifica e sobre a extinção de cargos efetivos vagos.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Medida provisória,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu vou falar daqui mesmo. Eu só quero reforçar o que está na Constituição Federal. É obrigação do Governo Federal encaminhar esta matéria. O Governo Federal não pode negligenciar, tem que assumir o seu papel constitucional. A valorização, a estruturação, a organização das forças de segurança na Capital do Brasil é responsabilidade constitucional do Governo Federal. Portanto, o que nós estamos fazendo aqui é exatamente o que diz a Constituição Federal. Se nós não fizéssemos o que estamos fazendo, nós poderíamos, inclusive, Deputada Erika Kokay, ser questionados. Se há defasagem, se não há valorização, se nós precisamos adotar medidas no âmbito da Câmara dos Deputados e do Congresso e não o fizermos, nós estaremos deixando de cumprir um preceito constitucional. Por essa razão, nós temos que aprovar esta matéria. Afinal, muito se fala e se debate no Brasil inteiro sobre a necessidade de nós fortalecermos as forças de segurança e discutir, como nós fizemos no âmbito da PEC da Segurança Pública, efetivamente, qual é o papel da União, dos Estados, dos Municípios, dos entes federados, da população e da sociedade organizada. Segurança é responsabilidade de todos nós. No mais, quero lembrar, mais uma vez, o que já foi dito aqui, inclusive pelo Deputado Tadeu Veneri: cabe aos Estados, às Assembleias Legislativas e aos Governos Estaduais estabelecerem as diretrizes, as políticas, a estruturação, a organização, os salários e a valorização dos agentes de segurança em cada Estado. Isso cabe a cada Estado, às Assembleias Legislativas. Neste caso, não há nada diferente que nós possamos fazer. Aliás, esta é uma obrigação nossa, e nós estamos cumprindo a nossa obrigação constitucional de legislar sobre esta matéria, que é de competência da União. Muito obrigado.
  • 26/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de votação nominal do requerimento de retirada de pauta da Medida Provisória nº 1.326, de 2025, que dispõe sobre o reajuste da remuneração das forças de segurança pública do Distrito Federal, da remuneração da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar dos ex-Territórios Federais e do antigo Distrito Federal e do valor do auxílio-moradia dos militares que especifica e sobre a extinção de cargos efetivos vagos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de votação nominal,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Medida provisória,Governo,Base de apoio político,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Governo, Presidente, orienta "não", porque é papel do Governo Federal resolver esta questão. Se o Governo Federal não tomar iniciativa, estará negligenciando. Portanto, há uma especificidade, que foi aqui muito bem apresentada pela Deputada Erika Kokay, está na Constituição: é, sim, papel do Governo Federal financiar e organizar as forças de segurança no Distrito Federal. Votar esta matéria é fazer exatamente o que está previsto na nossa Constituição Federal. Por isso, nós queremos votar a matéria, para valorizar os profissionais da segurança pública, que precisam de fato ter as condições para garantir segurança à nossa população, e, neste caso, do Distrito Federal.
  • 25/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Base de apoio político,Governo,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria e o Governo, Presidente, orientam "sim". Já falamos aqui sobre a relevância desta matéria. Eu fico ouvindo alguns Parlamentares dizerem que o Estado tem que ser mínimo, tem que ser reduzido. A quem beneficia o Estado mínimo? Quem precisa de Estado é a população mais vulnerável. O Estado é fundamental na vida das pessoas que precisam de educação, de saúde, de acesso à Justiça; que precisam, efetivamente, de um poder que atue para a resolução de conflitos, para o enfrentamento do crime organizado, para a resolução de inúmeros problemas. Nós sabemos que esta matéria tem esse objetivo em regiões do nosso País, em dois Estados importantes. Portanto, nós orientamos "sim" e queremos votar logo para aprovar esta matéria.
  • 25/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da votação do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A federação orienta "não". Queremos votar logo essa matéria. Nós estamos falando de interiorização da Justiça Federal em dois Estados; estamos falando de ampliação de acesso à Justiça para enfrentamento de problemas reais existentes naqueles Estados. Por isso, nós orientamos "não". E vamos votar porque é uma matéria relevante e importante para o Brasil.
  • 25/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Maioria orienta "não". Queremos votar a matéria. Nós estamos falando de um projeto de lei que prevê a interiorização da Justiça Federal de primeiro grau em dois Estados que têm, efetivamente, elevada complexidade socioambiental e logística. Nós estamos falando de aproximar o acesso à Justiça dos cidadãos que precisam em regiões estratégicas do Brasil, onde há, efetivamente, conflitos fundiários, crime organizado. A ação da Justiça e o acesso facilitado dos cidadãos à Justiça com certeza vão contribuir para o enfrentamento de problemas complexos e graves naquelas regiões. Muito obrigado.
  • 24/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado relatou o feminicídio ocorrido em Vitória (ES), envolvendo a morte de uma agente de segurança pública. Lembrou que a vítima, Dayse Barbosa, que atuava como Comandante da Guarda Municipal, foi assassinada pelo ex-companheiro, um policial rodoviário federal, que em seguida tirou a própria vida. Destacou a gravidade do crime e associou o episódio a uma cultura de violência de gênero, marcada por machismo, misoginia e pela ideia de posse sobre as mulheres. Chamou atenção para o crescimento dos casos de feminicídio e criticou discursos que contribuem para a naturalização da violência contra mulheres. Por fim, defendeu ações mais firmes de enfrentamento, citando a importância de iniciativas como o Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, e fez um apelo para mobilização conjunta do poder público e da sociedade no combate à violência de gênero.

    Palavras-chave oficiais: Feminicídio,Vitória (ES),Agente de segurança,Profissional da segurança pública,Comandante,Guarda municipal,Policial rodoviário federal,Suicídio,Violência de gênero,Machismo,Misoginia,Violência contra a mulher,Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios,Poder público,mobilização

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Presidente, obrigado. Ontem de madrugada aconteceu, infelizmente, um crime bárbaro na cidade de Vitória, a capital do nosso Estado do Espírito Santo. Ocorreu mais um feminicídio, praticado por um policial rodoviário federal. O policial rodoviário federal, que é agente de segurança e deveria dar segurança aos homens e às mulheres, pratica no mês do Dia Internacional da Mulher um crime bárbaro, um feminicídio, contra Dayse Barbosa, também agente de segurança, Comandante da Guarda Municipal de Vitória. Ela foi brutalmente assassinada por um homem, o ex-namorado, que, logo após o assassinato, tirou a própria vida. Eu pergunto: até quando? No mês do Dia Internacional da Mulher, um policial rodoviário federal tira a vida da sua ex-namorada e depois atenta contra a sua própria vida! Deputada Heloísa Helena, ele deixou escrito: "Se não for minha, não será de mais ninguém". Vejam a concepção que está na cabeça de muitos homens, marcados por uma sociedade machista, patriarcal, misógina, homens que ainda acham que as mulheres são objetos! Até quando nós teremos que chorar pelas vítimas do feminicídio? Até quando as famílias vão sentir a dor causada por crimes brutais como este? Infelizmente, o feminicídio tem crescido — e tenho certeza do que vou dizer agora — porque muitos estimulam e difundem discursos de ódio, de intolerância, de misoginia, de machismo. E acham isso bonito! Da mesma forma, lá em São Paulo, alguém também ligado à segurança pública matou a própria esposa. Ele disse que era um macho alfa, que tratava a mulher como um macho alfa trata e que ela deveria ser obediente a ele. Até quando? Chega! Basta de violência contra a mulher! Basta de feminicídio! A maioria deles acontece dentro de casa, como o último feminicídio ocorrido no Espírito Santo, que tirou a vida da Comandante da Guarda Municipal de Vitória, que estava dormindo em sua casa. A casa foi invadida por um homem machista, que tirou a vida daquela mulher. Chega! Basta! É hora de nós reagirmos e não permitirmos mais a violência contra a mulher. Chega! Vamos fortalecer o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, lançado pelo Presidente Lula, envolvendo todos os entes da Federação, envolvendo os três Poderes, envolvendo a sociedade civil, para enfrentarmos a violência contra a mulher, que tira a vida de muitas no nosso País. Chega!
  • 24/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei n 5.189, de 2019, que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas do Trânsito.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Maioria parlamentar,Base de apoio político,Governo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu vou orientar pela federação e já oriento pela Maioria e pelo Governo também. Mais uma vez, quero parabenizar o Senador Fabiano Contarato por essa iniciativa, ele que atua na área do trânsito. Como eu disse anteriormente, foi delegado de trânsito durante muitos anos, conhece a realidade do trânsito no Brasil, tem várias matérias de sua iniciativa. Essa é mais uma matéria, neste caso, para fazer memória às vítimas de trânsito. Por isso, nós orientamos "sim".
  • 24/03/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei n 5.189, de 2019, que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas do Trânsito.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu não vou usar os 3 minutos, não. Eu já disse que concordo com a ideia de que esses projetos poderiam ser terminativos nas Comissões, mas eu quero aproveitar a oportunidade para falar sobre este projeto, de auditoria do Senador Fabiano Contarato, que cria o Dia Nacional em Memória das Vítimas do Trânsito, a ser comemorado no dia 7 de maio. Por que eu quero falar um pouquinho sobre este projeto? O Senador Contarato foi delegado de trânsito durante muitos anos e é um militante desta causa em defesa das vítimas do trânsito. Ele tem vários projetos que versam sobre a matéria do trânsito, porque atuou muitos anos na área e conhece isso de perto. E, aqui, ele homenageia e, ao mesmo tempo, cria o dia para que nós reflitamos sobre as vítimas do trânsito e sobre as violências praticadas no trânsito. Nós já tivemos muitos avanços no trânsito brasileiro, mas ainda existe muita gente praticando absurdos atrás de um volante e tirando vidas de pessoas inocentes. As vítimas do trânsito têm suas famílias, que sofrem imensamente, têm seus amigos, seus vizinhos, as pessoas com as quais conviviam. E, depois de serem vítimas de um acidente de trânsito, deixam a dor para essas famílias e pessoas, que convivem com o sofrimento durante anos. Então, eu quero aqui parabenizar o Senador Fabiano Contarato por este projeto. Mas eu quero só lembrar que este é apenas um dos projetos que ele apresentou sobre o trânsito, Deputado Patrus. Há muitos projetos que têm o objetivo de tornar o nosso trânsito mais humano, mais seguro, mais responsável. E os motoristas precisam colocar a mão na consciência, porque ainda há muitos absurdos sendo praticados pelos condutores no nosso País. E as pessoas, como eu disse, são vítimas de situações que poderiam ser evitadas se os condutores tivessem mais responsabilidade no trânsito. Parabéns ao Senador Fabiano Contarato por colocar este tema em discussão! Hoje, nós vamos aprovar este projeto criando o Dia Nacional em Memória das Vítimas do Trânsito.
  • 24/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 3.675, de 3025, que institui o Dia Nacional do Concessionário de Veículos Automotores de Via Terrestre.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Base de apoio político,Governo,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu oriento "sim". O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Vai orientar Governo e Maioria? O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES) - Isso. Oriento "sim", mas eu quero concordar com o Deputado Kim nesse aspecto. A gente não precisava votar esses projetos aqui no Plenário, podiam ser projetos terminativos nas Comissões. Mas, de qualquer forma, nós orientamos "sim".
  • 24/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da expressão "torcedores" contida no parágrafo único do art. 1º do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.069, de 2025, que cria o Cadastro Nacional de Equipes de Futebol e Entidades de Administração do Esporte que tenham sofrido punições decorrentes da prática de racismo (Lista Suja do Racismo no Futebol) durante a realização de partidas de futebol.

    Palavras-chave oficiais: Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Expressão textual,Orientação de bancada,Substitutivo,Maioria parlamentar,Base de apoio político,Governo,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria e o Governo orientam "sim" ao texto, Presidente, porque nós estamos falando de uma situação que tem se repetido no Brasil e no mundo com muita frequência: prática de racismo entre jogadores e entre torcida e jogadores. É pedagógico que os times punam e orientem as suas torcidas a não praticar racismo. Nós não podemos continuar convivendo com práticas racistas no Brasil e no mundo. Jogadores brasileiros, como o Vinicius Júnior, são frequentemente atacados pela torcida e até pelos próprios colegas. Combater o racismo significa que nós precisamos aperfeiçoar a nossa legislação e, mais do que isso, mudar atitudes. Se aliviamos para o torcedor, nós estamos dando um salvo-conduto para os torcedores continuarem a praticar o crime de racismo. Então, é sobre isso que nós estamos falando. O torcedor, ao ver o que a Câmara dos Deputados aprovou, Deputado Patrus Ananias, vai dizer: "Isso não nos diz respeito. Isso só diz respeito ao jogador, ao treinador, à equipe técnica. Eu posso continuar praticando o crime, porque o time não vai ser punido". Vamos colocar a mão na consciência. É a mesma coisa que um pai dizer: "O pai não pode praticar, mas o filho pode". O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Não é nada disso. O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES) - É a mesma coisa. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Se o filho praticar, prendem o pai. O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES) - O atleta não pode, mas o torcedor pode? O torcedor tem que aprender, o torcedor tem que passar por um processo de educação, nas escolas, no campo de futebol, na família, nas igrejas. Nós não podemos tolerar o racismo, nem do atleta, nem do torcedor. É isso.
  • 24/03/2026

    O Deputado argumentou contrariamente à supressão do § 5º do art. 10 da Lei nº 14.758, de 2023, incluído pelo art. 1º do Projeto de Lei nº 126, de 2025, que altera a Lei nº 14.758, de 2023, que institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer, para dispor sobre princípios e diretrizes para o desenvolvimento e regulação sanitária de novas tecnologias contra o câncer. Ressaltou que o dispositivo não obriga, mas apenas permite a priorização de tecnologias nacionais. Ademais, sustentou que o incentivo à tecnologia nacional deve ocorrer sempre que possível, sem afastar os critérios da Lei de Licitações, especialmente quanto ao preço. Além disso, destacou que a legislação admite outros parâmetros além do menor valor em determinados casos. Por fim, apelou pela retirada do destaque para preservar o texto da proposição.

    Palavras-chave oficiais: Destaque de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer,Sistema Único de Saúde (SUS),Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer,Produto nacional,Tecnologia,Política de saúde,Saúde pública,Menor preço,critério,Retirada de proposição,Lei de Licitações e Contratos Administrativos (2021)

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    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu queria dialogar com o Deputado Luiz Lima, concordando com as reflexões feitas aqui pela Deputada Soraya Santos. O § 5º diz o seguinte: "Nas aquisições de tecnologias contra o câncer realizadas com recursos públicos, poderão ser priorizadas (...)". Não há uma obrigação. A SRA. SORAYA SANTOS (PL - RJ) - É isso, é claro. O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES) - Não há uma obrigação. Agora, aqui para nós, todas as vezes em que pudermos prestigiar a tecnologia nacional, dar preferência à tecnologia nacional, temos que fazer isso. Nós temos que valorizar a tecnologia nacional. Isso não significa, Deputado Luiz Lima, que se pague um valor absurdo por um produto, até porque a Lei de Licitações não permite isso. No processo licitatório, também se precisa levar em conta, muitas vezes, em muitos certames, o menor preço. Há casos em que não é necessária a aquisição pelo menor preço, porque há outros critérios na Lei de Licitações. Eu queria fazer um apelo para que fosse retirado o destaque, porque não há nada mandamental nessa parte do texto. Não é algo mandamental, não é algo impositivo. Dentro do possível, damos prioridade a produtos nacionais relacionados às tecnologias de combate ao câncer.
  • 24/03/2026

    O Deputado defendeu o Projeto de Lei nº 126, de 2025, que altera a Lei nº 14.758, de 2023, que institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer, para dispor sobre princípios e diretrizes para o desenvolvimento e regulação sanitária de novas tecnologias contra o câncer. Destacou que a proposição remete à observância da Lei de Licitações, preservando a garantia de preferência e prestigiando a tecnologia nacional.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer,Sistema Único de Saúde (SUS),Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer,Lei de Licitações e Contratos Administrativos (2021),Preferência,Tecnologia,Produto nacional

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    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero só lembrar que o próprio texto diz que deve ser observada a Lei nº 14.133, de 1º de abril de 202, que é a Lei de Licitações. Então, está totalmente resguardada a garantia de preferência, observando-se a Lei de Licitações, prestigiando-se a tecnologia nacional.
  • 24/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 2.805, de 2025, que institui o Dia Nacional da Mulher Rural. Ademais, enalteceu as mulheres da agricultura familiar que organizam a Marcha das Margaridas em Brasília (DF).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto favorável Marcha das Margaridas,Agricultura familiar,Mulher,Movimento social,Brasília (DF)

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    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu oriento "sim". Nós precisamos reconhecer a importância das mulheres que atuam no campo no País, as quais assumem um protagonismo cada vez maior. As mulheres organizam-se em cooperativas, em associações. No Brasil há uma peculiaridade importante a ser destacada. As mulheres ligadas à agricultura familiar organizam a maior marcha da América Latina, que é a Marcha das Margaridas. Essa grande mobilização acontece em Brasília e traz pautas importantes para o fortalecimento da agricultura familiar. Por isso, expresso a nossa homenagem às mulheres que atuam na agricultura familiar brasileira — no campo, na área rural — e promovem o desenvolvimento dos territórios. Nós sabemos que eles são os responsáveis pela produção de alimento barato e de qualidade para todos nós. Então, deixo minha homenagem a todas as entidades, a todas as mulheres que se organizam em torno da Marcha das Margaridas e da agricultura familiar no Brasil, produzindo alimentos de qualidade. Vivam as mulheres camponesas! Vivam as mulheres da agricultura familiar! Vivam as mulheres rurais!
  • 19/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei nº 646, de 2025, que altera a Lei nº 12.340, de 2010, que dispõe obre as transferências de recursos da União aos órgãos e entidades dos Estados, Distrito Federal e Municípios para a execução de ações de prevenção em áreas de risco de desastres e de resposta e de recuperação em áreas atingidas por desastres e sobre o Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil; e dá outras providências, para prever a utilização do Fundo em programas de apoio a mitigação dos efeitos da seca, como a Operação Carro-Pipa. Na oportunidade, mencionou políticas públicas anteriores, como o Programa Cisternas, ressaltando seu impacto na ampliação do acesso à água potável e à segurança hídrica; e criticou a interrupção desse programa no Governo anterior.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável Programa Nacional de Apoio à Captação de Água de Chuva e outras Tecnologias Sociais de Acesso à Água (Programa Cisternas),Segurança hídrica,Governo federal

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    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero orientar favoravelmente. Esta é uma matéria meritória, importante. Nós precisamos encontrar medidas eficazes para combater a seca, especialmente naqueles Municípios e naquelas regiões onde é mais severa. Essa é uma medida importante. Portanto, vamos encaminhar favoravelmente. Mas é importante dizer que existem outras medidas meritórias que já vêm sendo adotadas no Brasil desde o início dos anos 2000, quando o Presidente Lula assumiu a Presidência da República. Cito o Programa Cisternas, que foi interrompido no Governo passado. É importante dizer que o Programa Cisternas, só em 2003, investiu 679 milhões de reais, visando à meta de entregar 221 mil cisternas. Quantas famílias foram beneficiadas? O que o Governo Bolsonaro fez? Interrompeu o Programa Cisternas. Eles aqui dizem que precisam de medida efetiva para ajudar os Municípios, os Estados, a população e as famílias, mas, quando governam, eles acabam com programas que são fundamentais para levar, efetivamente, água potável aos Municípios, às famílias, às pessoas. Pegaram carona na transposição do Rio São Francisco, participaram só do finalzinho, porque quem fez essa obra foram os Governos de Lula e Dilma. Então, vejam que essa gente, quando governa, vira as costas para o povo. O que nós estamos votando aqui é mais uma ação importante para garantir que a Operação Carro-Pipa leve água potável para as regiões que sofrem. Inclusive, Presidente, quero encerrar dizendo o seguinte: no meu Estado do Espírito Santo, nós temos problemas com a seca, sim. Sofrem com a seca especialmente o Semiárido nordestino, a Região Norte e Estados como Minas Gerais e Espírito Santo — alguns capixabas sofrem com a seca também, em especial nas regiões norte e noroeste. Vamos falar sério, quem criou o Programa Cisternas foi o Presidente Lula, e quem acabou com ele foi o Governo passado... (Desligamento do microfone.)
  • 19/03/2026

    O Deputado criticou a atuação de famílias com ligações suspeitas a milícias e afirmou que o Brasil deve reagir nas urnas, reeleger o Presidente Lula e enfrentar grupos com influência política. Denunciou a chamada máfia dos combustíveis, que eleva abusivamente os preços à população, agravando o impacto econômico no País. Associou o aumento dos combustíveis às privatizações das refinarias promovidas pelo ex-Presidente Bolsonaro e à venda da BR Distribuidora, ressaltando que essas medidas contribuíram para a escalada dos valores. Defendeu ainda a necessidade de medidas para controlar os preços e proteger os consumidores, vinculando o tema à responsabilidade do Estado e à regulação do setor energético.

    Palavras-chave oficiais: Milícia,Combustível,Ex-presidente da República,aumento,Preço,Setor energético,Privatização

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    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Deputado Ivan Valente, o filho é mais miliciano do que o pai. Aquela família tem ligações perigosas com a milícia e quer voltar ao poder. O Brasil vai dar o troco mais uma vez nas urnas, vai reeleger o Presidente Lula. Eu quero, nestes 35 segundos que me restam, dizer que precisamos enfrentar a máfia dos combustíveis. A máfia dos combustíveis, a pretexto da guerra, aumenta abusivamente o preço dos combustíveis lá na ponta, prejudicando o cidadão brasileiro. Os combustíveis estão com o preço alto por causa também da privatização das refinarias feita pelo então Presidente Bolsonaro. Em seu Governo foi privatizada a BR Distribuidora. Nós vamos enfrentar a máfia dos combustíveis.
  • 19/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado alertou para o aumento da violência contra a mulher no Brasil, com registro de 1.518 feminicídios em 2025. Destacou que a maioria dos casos ocorreu dentro das residências e apontou a persistência de uma cultura machista como fator estrutural. Também mencionou o lançamento do pacto entre os Três Poderes para enfrentamento do feminicídio, conduzido pelo Luiz Inácio Lula da Silva, e defendeu a adesão de todas as esferas de Governo e da sociedade. Por fim, afirmou que o combate à violência exige mudança de atitudes, maior engajamento coletivo e responsabilização dos agressores, com participação ativa de homens nesse processo.

    Palavras-chave oficiais: Violência contra a mulher,aumento,Feminicídio,Machismo

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    O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Presidente, nobres colegas e todos aqueles que nos acompanham pela TV Câmara, nós temos dados sobre a violência contra a mulher que devem levar toda a sociedade brasileira e nós, que temos mandato parlamentar, a uma profunda reflexão. O Brasil atingiu o recorde de feminicídios em 2025. Foram 1.518 vítimas, de 12 a 82 anos, em casa, no ônibus, na rua e na TV. Mulheres continuam sofrendo violência em todas as idades e em todos os lugares. Esse número mostra que a cada 24 horas, doze mulheres são vítimas de violência no Brasil — a cada 24 horas. E os estudos indicam, os números mostram que o local mais perigoso para as mulheres é a própria residência. O cenário de 66,3% dos feminicídios é a própria residência. Vejam que nós estamos diante de um desafio imenso. O Presidente Lula, acertadamente, lançou o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, uma iniciativa que envolve a articulação entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, para combater a escalada de violência contra a mulher. Desde que eu entrei aqui, nós já aprovamos algumas legislações. Inclusive, a lei que tipifica o crime de feminicídio foi aprovada quando eu estava no meu primeiro mandato aqui. A cultura machista, patriarcal e autoritária, que predomina no nosso País, ainda é muito forte e tem provocado uma escalada de violência contra a mulher. Isso precisa ser enfrentado. Por isso, esse pacto lançado pelo Presidente Lula envolvendo os três Poderes, para fazer o enfrentamento duro e necessário ao feminicídio, à violência contra a mulher, precisa ser assumido por todos nós. Não podemos achar que o Estado, os Governos, o Poder Legislativo, o Poder Judiciário e a sociedade brasileira já tenham feito todos os esforços. É preciso que mais iniciativas como esta do pacto lançado pelo Presidente Lula sejam adotadas em todas as esferas de poder, em todos os entes da Federação, porque a violência contra a mulher é fruto de uma sociedade machista, patriarcal, autoritária, em que o homem ainda acha que ele é o dono e que a mulher é um objeto. Eu vi agora cedo uma reportagem falando do feminicídio praticado por um militar contra a sua companheira, que também era militar. Ele disse que tratava a sua companheira como um macho alfa, e o macho alfa trata a fêmea assim, e ela deve ser obediente. Vejam que linguajar! Vejam o que levou esse criminoso a fazer, tirando a vida da própria companheira, da própria esposa! Isso mostra que nós temos muito a superar. Mulheres e homens, a sociedade brasileira precisa enfrentar este tema da violência contra a mulher como uma responsabilidade de todos nós. Especialmente nós, que somos homens, temos que fazer uma reflexão profunda. A mulher não é objeto, a mulher não pode ser tratada como é tratada na sociedade brasileira. Estamos no mês do Dia Internacional da Mulher, e não podemos achar que esses números não nos dizem respeito. Esses números devem fazer com que todos nós possamos refletir, mudar posturas e atitudes e enfrentar a violência contra a mulher como uma responsabilidade que tem que ser especialmente de toda a sociedade brasileira, especialmente dos homens que praticam violência contra a mulher, por se acharem superiores, por acharem que a mulher deve continuar ocupando um lugar subalterno na sociedade. Viva a luta das mulheres! Precisamos nos somar a todos os movimentos que defendem os direitos da mulher e que enfrentam, de maneira decisiva, todo tipo de violência contra a mulher na sociedade brasileira. Presidente, peço que seja divulgado o meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 15/12/2015 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.