
Nome civil: Helder Ignacio Salomao · 62 anos
Bananômetro
90/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 91% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 100%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 89%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 98%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 780 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 797 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.heldersalomao@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5679
- Gabinete
- Gabinete 679, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
100%
Esteve em 390 de 391 sessões
Votou nas votações
89%
Registrou voto em 1.001 de 1.126 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 48 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 780 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
877 discursos na tribuna e 2 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 12/02/2019 a 12/08/2026.
- 28/04/2026
O Deputado afirmou que fatores internacionais, incluindo conflitos e políticas do Presidente dos Estados Unidos, influenciaram o preço dos combustíveis em escala global, com impacto também no Brasil. Declarou que, no país, os efeitos teriam sido parcialmente contidos por medidas do Governo federal. Relacionou a elevação dos preços à privatização da BR Distribuidora e de refinarias, como a Landulpho Alves, e afirmou que ativos privatizados praticaram valores superiores aos da Petrobras. Também associou desafios econômicos e denúncias de fraude no INSS a gestões anteriores, apontando origem desses problemas no período do Governo passado.
Palavras-chave oficiais: Preço,Combustível,Petróleo,Guerra,Oriente Médio,Privatização,Petrobras Distribuidora S.A
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quem apoia Trump e quem apoia a guerra é a favor do aumento do preço dos combustíveis, porque a guerra e as medidas do Presidente norte-americano estão interferindo no preço dos combustíveis em todo o mundo, não só no Brasil. No Brasil, interferem um pouco menos, graças a ações e medidas do Presidente Lula. Quem foi a favor da privatização da BR Distribuidora, da privatização das refinarias, especialmente a Refinaria Landulpho Alves, na Bahia, também é a favor do aumento do preço dos combustíveis. Está provado que as refinarias privatizadas praticam um preço muito acima do preço praticado pela Petrobras. A gente sabe que essas situações que nós vivemos hoje têm a ver com os desmandos do Governo passado. Hoje o Governo Federal, o Governo Lula, tem menos controle sobre o preço dos combustíveis porque essa gente apoiou a privatização da BR Distribuidora e das refinarias e hoje apoia Trump e a guerra. A gente não pode esquecer que a fraude do INSS e outras fraudes que aconteceram neste País nasceram no Governo passado. - 23/04/2026
O Deputado manifestou apoio ao Projeto de Lei nº 580, de 2022, sobre a melhoria da gestão de resíduos sólidos. Defendeu a necessidade de enfrentar o descarte irregular em áreas urbanas e rurais e apontou falhas na destinação adequada. Ressaltou que a proposta autorizou Municípios a aperfeiçoarem seus planos de gestão, enfatizando a responsabilidade do poder público na oferta de infraestrutura. Afirmou ainda que a medida contribuiria para mudança de comportamento e fortalecimento da preservação ambiental. Por fim, indicou que grandes geradores de resíduos muitas vezes não eram responsabilizados, enquanto a população mais pobre arcou com os impactos.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Política Nacional de Resíduos Sólidos,Responsabilidade penal,Dano ambiental,descarte,Lixo,Via pública,Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos,Preservação ambiental
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Nós também achamos a iniciativa importante. Precisamos de iniciativas para cuidar melhor do meio ambiente, para definir com mais precisão e responsabilidade a destinação dos resíduos sólidos. Há muito descarte irregular. Há, efetivamente, nas regiões urbanas e rurais, um problema que precisa ser enfrentado. Não podemos esquecer que, ao aprovarmos esta matéria, nós estamos autorizando os Municípios a aperfeiçoarem os seus planos municipais de gestão de resíduos sólidos. Não podemos punir as pessoas simplesmente e não cobrar do poder público a infraestrutura para garantir essa destinação adequada dos resíduos sólidos. Acredito que a aprovação desta matéria colabora para que tenhamos um novo comportamento e uma nova atitude sobre a destinação dos resíduos sólidos, sobre a preservação ambiental. Neste caso específico, ainda há um problema muito grande a ser enfrentado, mas é importante destacar que, muitas vezes, quem descarta grandes quantidades de lixo de forma inadequada são aqueles que têm um poder econômico maior. Muitas vezes, quem paga a conta é a população mais pobre. - 23/04/2026
O Deputado defendeu a aplicação de multas previstas no Projeto de Lei nº 580, de 2022, que altera a Lei 12.305, de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a fim de dispor sobre penalidade para quem joga lixo em via ou qualquer tipo de logradouro. Ademais, sustentou que a prioridade da proposição deveria ser a mudança de atitudes por meio da educação ambiental, conforme preconiza a Encíclica Laudato si', do Papa Francisco. Por fim, ressaltou que essa transformação exige processo educativo contínuo, envolvendo família, escola e sociedade.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Política Nacional de Resíduos Sólidos,penalidade,Lixo,Via pública,Logradouro público,Multa,Educação ambiental,Laudato si',Papa
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A aplicação de sanções ou de multas para quem destina indevidamente o resíduo sólido deve existir, mas a prioridade deve ser a mudança de atitudes, e mudança de atitude não se consegue apenas ou tão somente com a aplicação de sanções e multas. É preciso investir em educação ambiental, que deve começar na família, na escola, na sociedade como um todo. Quando eu li a Encíclica Laudato si "Louvado sejas" , do Papa Francisco, que trata da questão ambiental, vi que ele fala muito sobre isso, sobre a necessidade de mudança de atitude. Isso tem a ver com um processo educacional permanente, para que as pessoas mudem seus comportamentos. - 23/04/2026
O Deputado alertou para o abandono da rodovia estadual ES-358, que liga a sede de Linhares (ES) à Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas. Informou ter recebido nota do Sindicato dos Petroleiros do Espírito Santo (Sindipetro/ES) sobre as más condições da estrada, cheia de buracos e com risco à vida da comunidade local, de estudantes e de mais de setecentos trabalhadores. Por fim, solicitou à Prefeitura a recuperação da via.
Palavras-chave oficiais: Rodovia estadual,Linhares (ES),Sindicato,Trabalhador,Petróleo,Espírito Santo (Estado),Prefeitura
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero falar sobre uma situação que está acontecendo no Município de Linhares. Eu recebi uma nota do Sindicato dos Petroleiros do Espírito Santo Sindipetro/ES sobre a situação da rodovia estadual ES-358, que está em completo abandono. Essa estrada liga a sede do Município de Linhares à Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas. Ela serve à comunidade local, a estudantes que vão todos os dias para a escola e, principalmente, a mais de setecentos trabalhadores. Aqueles que usam essa estrada estão vivendo uma situação dramática, porque a estrada está cheia de buracos, o que coloca em risco a vida deles. Por isso, eu quero daqui, junto com o Sindipetro, solicitar à Prefeitura que providencie a recuperação dessa estrada. Não é possível que a comunidade continue tendo que usar a estrada da forma como está. A Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas exerce uma atividade importante da Petrobras naquela localidade e tem mais de setecentos trabalhadores. Ficam registrados o nosso alerta e o nosso pedido. - 23/04/2026
O Deputado denunciou que a cronologia dos fatos ligados ao Banco Master indicava envolvimento de aliados do ex-Presidente Bolsonaro. Apontou que o ex-Presidente indicou o Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, responsável por autorizar a operação do banco, sem intervenção posterior. Destacou que o Senador Ciro Nogueira apresentou emenda para beneficiar o Banco Master e que o empresário Daniel Vorcaro realizou a maior fraude bancária da história brasileira. Ressaltou também a doação de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, às campanhas eleitorais de 2022 do ex-Presidente Bolsonaro e do Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Por fim, responsabilizou o Governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha pelas operações fraudulentas do Banco de Brasília (BRB) com o Banco Master e afirmou que o Governo Lula determinou investigações sobre as fraudes.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,Investigação criminal,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Ex-,Presidente,Banco Central do Brasil (Bacen),Senador,Campanha eleitoral,Governador,Distrito Federal (Brasil),São Paulo (Estado),Doação,Banco de Brasília (BRB),Fraude,Governo federal,Presidente da República
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu agradeço. Veja bem, eu já fiz uma leitura aqui da cronologia dos fatos do Banco Master. O ex-Presidente indicou o Presidente do Banco Central Roberto Campos Neto, que foi quem autorizou o Banco Master a operar. Ele não interveio. Se ele tivesse sido reeleito, até hoje não haveria investigação. O Senador Ciro Nogueira apresentou a emenda no Senado para beneficiar o Banco Master. O Daniel Vorcaro foi o cara que fez a lambança e fez a maior fraude bancária da história brasileira. Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, doou 5 milhões de reais para o ex-Presidente e para o Governador de São Paulo, para as campanhas de 2022. Tarcísio de Freitas conduziu a privatização da EMAE e da Sabesp, entregando essas empresas de bandeja. Inclusive, as empresas fizeram negócios com o Banco Master. O Ibaneis Rocha, aqui do Distrito Federal, foi quem afundou o BRB, com operações fraudulentas com o Banco Master, e com o financiamento da mansão de 6 milhões de reais do Senador Flávio Bolsonaro. Quem é que está envolvido com o Banco Master? Tudo aqui mostra que felizmente o povo brasileiro foi inteligente e não permitiu isso se houvesse a reeleição, Deputada Erika, não haveria investigação. Inclusive, não haveria investigação no INSS. Vocês fizeram cara de paisagem no Governo passado e o Governo Lula mandou investigar a fraude. - 23/04/2026
O Deputado defendeu a responsabilização de envolvidos em irregularidades e voltou a citar investigações relacionadas ao Banco Master, apontando conexões políticas que, segundo ele, devem ser apuradas. Abordou o caso do INSS, afirmando que medidas recentes buscaram conter irregularidades e garantir a devolução de valores a aposentados. Também destacou ações do Governo voltadas à economia, como controle da inflação, geração de empregos e políticas tributárias. Por fim, mencionou ainda a atuação internacional do País e afirmou que propostas fiscais incluíram aumento de impostos sobre setores de maior renda, em contraposição a medidas que, segundo ele, afetariam populações de menor renda.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,Fraude,Senador,Partido Liberal (PL),envolvimento Governo federal,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Aposentado,devolução,Contribuinte de alta renda,Taxa,Justiça tributária,Emprego,Inflação,controle
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Veja bem, de fato, nós precisamos punir quem pratica crime. Eu já apresentei aqui agora há pouco a cronologia dos fatos do "Bolso Master", porque tudo, tudo mostra o envolvimento deles, inclusive para que o Vorcaro fizesse essa lambança. Tudo, tudo, inclusive, a chegar ao Senador Flávio Bolsonaro. INSS: eles é que abriram a porteira. Nós fechamos a torneira. Estamos devolvendo o dinheiro que foi roubado dos aposentados. O que nós estamos fazendo é valorizando o real, baixando a inflação, gerando emprego, melhorando a vida das famílias brasileiras. Enquanto eles ficam vociferando, enquanto eles ficam gritando, tentando impor narrativas que não se sustentam, na primeira argumentação, na primeira checagem que a gente faz para realmente estabelecer como os fatos aconteceram, nós estamos trabalhando pelo Brasil. Lula é uma liderança internacional respeitada. O Brasil é respeitado e o Brasil segue fazendo justiça tributária. De fato, nós aumentamos imposto para os super ricos, para os offshores, e vocês querem tirar direito dos mais pobres. - 23/04/2026Breves Comunicações
O Deputado apresentou uma cronologia de fatos relacionados ao Banco Master, ao associar a autorização de funcionamento da instituição à gestão do Banco Central durante o Governo do ex-Presidente Jair Bolsonaro e à indicação de Roberto Campos Neto. Afirmou que investigações foram conduzidas na Gestão atual, mencionando Gabriel Galípolo. Também citou relações políticas e financeiras envolvendo Daniel Vorcaro, além de doações eleitorais e conexões com Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro. Por fim, mencionou operações envolvendo o BRB e decisões de agentes públicos, defendendo a apuração dos fatos e a responsabilização dos envolvidos.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),indicação,Banco Central do Brasil (Bacen),Proprietário,Doação eleitoral,Governador,Senador,Banco de Brasília (BRB),Prejuízo,Governo federal,atuação
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Presidente, acho que vale a pena, nesta manhã, trazer novamente a cronologia dos fatos sobre o Banco Master. Vale a pena mesmo, porque a extrema direita quer tentar, com suas narrativas falaciosas, imputar a outros aquilo que eles fizeram. Vamos aos fatos. O ex-Presidente Jair Bolsonaro foi quem indicou Roberto Campos Neto para a Presidência do Banco Central. É bom que se lembre disso. Roberto Campos Neto foi quem autorizou o Banco Master a operar no mercado. Não se pode esquecer disso. O ex-Presidente Jair Bolsonaro indicou Roberto Campos Neto, que é quem autorizou o Banco Master a fazer as operações no mercado financeiro. Outra fato que é importante lembrar: o ex-Presidente do Banco Central não interveio no Banco Master, deixou as falcatruas acontecerem. Quem interveio para que o Banco Master fosse investigado foi a atual gestão do Banco Central, de Gabriel Galípolo. Ciro Nogueira foi quem apresentou a emenda no Senado para beneficiar o Banco Master. Não nos esqueçamos disso. Vamos seguindo. Daniel Vorcaro, Presidente do Banco Master, é o cara que expandiu, porque teve autorização de Roberto Campos Neto. Ele agiu à revelia de maneira temerária, teve um patrimônio expandido em 1,2 bilhão de reais em 1 ano e a dívida dele cresceu 362%. Quem era Fabiano Zetel, cunhado de Vorcaro? Era aquele da igreja de Alagoinhas, em Minas Gerais, que doou 5 milhões de reais para as campanhas de Jair Bolsonaro e de Tarcísio de Freitas 3 milhões de reais para Jair Bolsonaro e 2 milhões de reais para Tarcísio de Freitas. Olhem o fio que vai ligando toda essa gente. Tarcísio de Freitas foi quem conduziu com mão de ferro a privatização da Empresa Metropolitana de Águas e Energia Emae e da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Sabesp. Ele entregou essas empresas de bandeja para o mercado financeiro. E é importante ressaltar que a Emae, por exemplo, fez negócios espúrios com o Banco Master. Nessa mesma linha surge Ibaneis, ex-Governador do Distrito Federal, que afundou o BRB em operações absurdas com o Banco Master. E não nos esqueçamos de que ele, inclusive, propôs a compra do Banco Master. E é sob a gestão de Ibaneis que o BRB financia a mansão de 6 milhões de reais adquirida pelo Senador Flávio Bolsonaro. Para concluir, Presidente, veja a ligação dessa gente: o BRB financia os 6 milhões de reais para a compra da mansão de Flávio Bolsonaro. Ele compra a mansão e a quita rapidamente. Aquele que é especialista em rachadinha, em homenagear miliciano, que abre loja de chocolate para lavar dinheiro, agora quer ser o Presidente do Brasil. É isso. Essa gente está suja igual pau de galinheiro. - 22/04/2026
O Deputado destacou a aprovação da admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, relatada pelo Deputado Paulo Azi. Classificou a medida como avanço histórico e defendeu continuidade da tramitação em Comissão Especial e no Plenário. Também criticou posicionamento do PL sobre a matéria, rebatendo acusações de caráter eleitoral. Sustentou que o Governo anterior promoveu as reformas trabalhista e previdenciária, que retiraram direitos e impactaram trabalhadores, além de ter congelado o valor do salário mínimo. Concluiu que houve cobrança por coerência no debate sobre políticas voltadas às famílias brasileiras.
Palavras-chave oficiais: Aprovação,admissibilidade,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),Comissão especial,Plenário da Câmara dos Deputados,Partido Liberal (PL),Reforma trabalhista,Reforma previdenciária,Direitos do trabalhador,Salário mínimo
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Também quero registrar a importância do que nós conseguimos aprovar hoje na Comissão de Constituição e Justiça. A PEC, aprovada com o relatório do Deputado Paulo Azi, foi muito importante, um passo histórico. Nós precisamos avançar agora com a Comissão Especial e, depois, com a apreciação em plenário. Eu só queria deixar um registro: muito me estranha o Líder do PL dizer que esta é uma medida eleitoreira, porque, quando eles tiveram a possibilidade de melhorar a vida dos trabalhadores, aprovaram reforma trabalhista e retiraram direitos; aprovaram reforma da Previdência e retiraram direitos; congelaram o salário mínimo sem ganho real durante 6 anos. Ou seja, quando eles puderam fazer algo pelas famílias brasileiras, viraram as costas para o povo e nada fizeram. E agora querem... (Desligamento do microfone.) - 22/04/2026Breves Comunicações
O Deputado destacou a aprovação, na Comissão de Constituição e Justiça, da admissibilidade da proposta que trata do fim da escala 6 por 1, classificando o momento como relevante para a pauta trabalhista. Afirmou ainda que a medida busca garantir melhores condições de vida, com mais tempo para descanso, convivência familiar e cuidados com a saúde. Ademais, relembrou debates históricos sobre direitos trabalhistas e citou resistências recorrentes a mudanças na jornada. Também mencionou experiências já adotadas no setor privado com redução de escala e apontou impactos em produtividade e bem-estar.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Aprovação,admissibilidade,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),melhoria,Qualidade de vida,Trabalhador,Repouso,Convivência familiar,Saúde,Direito do trabalho,Setor privado,experiência,Produtividade,Bem-estar
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas Parlamentares, hoje é um dia histórico aqui, na Câmara dos Deputados, pois foi aprovada na CCJ a admissibilidade da PEC do fim da escala 6 por 1. A aprovação da admissibilidade dessa PEC é, de fato, muito importante para a luta dos trabalhadores e das trabalhadoras em nosso País. Isso significa que nós estamos dando um passo decisivo para acabar com essa escala desumana, que tira dos trabalhadores e das trabalhadoras brasileiras o direito de descansar, de cuidar da saúde; que tira deles o direito ao lazer e, em especial, o direito de conviver com a família. Nós sabemos que há, nesta Casa, reações contrárias à proposta. Há aqueles que acham absurda a ideia de nós reduzirmos a jornada de trabalho. Eu quero lembrar que, em outros momentos da história, foi a mesma ladainha. Quando nós aprovamos o 13º Salário, as férias remuneradas, a redução da jornada de trabalho, na Constituinte de 1988, os direitos trabalhistas, a CLT, enfim, em todos os momentos, sempre vinha à tona a mesma história de que o Brasil não aguentaria, as empresas quebrariam e isso não seria suportado pela economia brasileira. A verdade é que essa gente não pensa na vida dos trabalhadores e não pensa na família dos trabalhadores e trabalhadoras, especialmente na jornada dura e muito maior das mulheres. Quem ainda tem alguma dúvida sobre isso pense naquele trabalhador ou naquela trabalhadora que sai de casa às 5 da manhã e fica dentro de um ônibus superlotado por 1 hora, 1 hora e meia, 2 horas para chegar ao local de trabalho. Você que está me ouvindo agora, que vive essa escala 6 por 1 desumana, sabe o que é viver neste quadro em que não se tem valorização e não se tem tempo para a família. Quando termina a jornada de trabalho, ao final do dia, é o mesmo trajeto para chegar até a casa: entra no ônibus, no transporte coletivo, fica 1 hora, 1 hora e meia, 2 horas. Quando chega a casa, já está extenuada, e ainda é necessário cuidar das tarefas domésticas, especialmente numa sociedade machista, em que, infelizmente, recai sobre as mulheres essa atividade, que deveria ser compartilhada por homens e mulheres. Portanto, o fim da escala 6 por 1 é efetivamente uma medida necessária para que haja mais humanidade no trabalho e para que as famílias possam conviver mais. Nós precisamos pensar na vida além do trabalho. A vida não é só trabalho. Nós precisamos atuar de alguma forma para garantir que os nossos trabalhadores tenham uma jornada de trabalho mais justa, sem redução dos salários, o que é fundamental. Aquilo que acontece no Brasil e no mundo vai se tornar realidade com a aprovação da PEC aqui nesta Casa, e nós esperamos, depois, a aprovação também no Senado Federal. Lá no meu Espírito Santo, nós já temos empresas praticando a escala 5 por 2. Inclusive uma rede de supermercados muito grande já iniciou em março a adoção da escala 5 por 2, e os resultados têm sido satisfatórios, porque o que acontece é que, com a redução da escala de trabalho, mantém-se e, muitas vezes, aumenta-se a produtividade, melhora-se a saúde mental e o bem-estar dos trabalhadores, reduz-se a rotatividade nas empresas, estimula-se a geração de empregos e contribui-se para reduzir a desigualdade de gênero no mundo do trabalho. Então, a redução da jornada de trabalho, conforme está provado, é boa especialmente para os trabalhadores, mas também para as empresas, que conseguem manter mais fidelidade, menos rotatividade, menos atestados médicos e mais produtividade. É uma necessidade do tempo em que nós vivemos. Nós queremos avançar com essa proposta, que agora, depois de aprovada na CCJ, vai para a Comissão Especial. Na Comissão Especial, nós travaremos esse debate, votaremos e aprovaremos o fim da escala 6 por 1. Isso, sim, é defender as famílias brasileiras, os trabalhadores e as trabalhadoras. Para encerrar, Presidente, eu só quero lembrar que um dos maiores defensores da redução da escala 6 por 1 é o nosso Presidente Lula. É por isso que nós estamos conseguindo aprovar a matéria. O envio do projeto de lei em regime de urgência apressou a tramitação na CCJ. Eu tenho certeza de que nós aprovaremos o fim da escala 6 por 1 e faremos justiça aos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras. Muito obrigado. - 15/04/2026
O Deputado destacou iniciativas do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao mencionar o envio do Projeto de Lei nº 1.838, de 2026, em regime de urgência, sobre o fim da escala 6 por 1 e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução salarial. Em seguida, citou pesquisa que aponta apoio majoritário da população, especialmente entre jovens, à mudança. Também defendeu que a medida beneficia trabalhadores e empresas, ao melhorar qualidade de vida e produtividade, com destaque para mulheres em dupla jornada. Além disso, mencionou a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, sobre o tema, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e criticou o pedido de vista da Oposição. Por fim, reforçou o compromisso de votação das propostas no Congresso.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Projeto de lei ordinária,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Qualidade de vida,Produtividade,Mulher,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),Oposição política,Congresso Nacional
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Quero aproveitar este momento que nós estamos votando esta matéria, que visa fortalecer esse evento internacional que vai acontecer no Brasil, a Copa Fifa, a Copa do Mundo que será protagonizada pelas mulheres, e falar sobre algumas iniciativas do Governo do Presidente Lula adotadas nesta semana. A primeira delas eu já discuti hoje na CCJ e aqui no Plenário, mas é importante a gente ressaltar que uma pesquisa revela que 71% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala 6 por 1. O que chama mais atenção é que 82% dos jovens são favoráveis ao fim da escala 6 por 1. A população em geral, 71%, mas 82% dos jovens brasileiros querem o fim da escala 6 por 1. O Presidente Lula, numa medida que deve ser aprovada por esta Casa, apresenta, e nós entregamos hoje ao Presidente Hugo Motta, o projeto de lei em regime de urgência que vai acabar de uma vez por todas com a escala 6 por 1 no Brasil. Foi dito aqui hoje pelo Deputado Paulo Pimenta, Líder do Governo, que a última vez que nós reduzimos jornada de trabalho no Brasil foi na Constituição de 1988, quando reduzimos a jornada de trabalho de 48 para 44 horas. Agora está na hora, quase 40 anos depois, de nós reduzirmos a jornada de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução do salário. Já está provado no Brasil e fora do Brasil, onde as experiências foram e continuam sendo feitas, que é bom para as empresas e é muito bom para os trabalhadores e para suas famílias. É preciso que a gente pense na vida além do trabalho, especialmente nas mulheres que têm dupla ou tripla jornada, que chegam em casa e continuam a trabalhar e sem nenhum tipo de valorização, porque ficam na invisibilidade. Então, este é um projeto para o qual devemos dar toda atenção. Nós precisamos votar este projeto agora. Foi acertada a decisão do Presidente Lula de encaminhá-la em regime de urgência, porque isso nos obriga a apreciar a matéria em até 45 dias, sob pena de termos a pauta travada em virtude de uma exigência regimental de que nós discutamos e votemos esta matéria. Tem gente dizendo que uma coisa exclui a outra, porque nós temos uma PEC tramitando na Comissão de Constituição e Justiça, onde eu sou membro titular, mas a Oposição pediu vista. É uma previsão regimental, mas é lamentável, porque nós podíamos ter discutido e votado a PEC hoje na Comissão de Constituição e Justiça. O que o povo brasileiro quer, como eu disse, é a redução da jornada de trabalho. Portanto, a bancada da nossa Federação estará empenhada, junto com a Presidência da Casa, junto com as demais Lideranças e junto com as lideranças nacionais dos trabalhadores, que hoje fizeram uma grande manifestação em Brasília, em avançar, Presidente Hugo Motta, para votarmos, na próxima quarta-feira, na Comissão de Constituição e Justiça, como já foi anunciado por V.Exa., a PEC, que hoje foi relatada pelo Deputado Paulo Azi, com um relatório muito consistente e técnico. Vamos votar pela aprovação da PEC e também vamos votar aqui esta legislação encaminhada pelo Presidente Lula. As duas se complementam. E eu tenho certeza de que nós haveremos de dar uma resposta àquilo que espera a população brasileira. Foi como nós dissemos, Presidente Hugo Motta: o senhor será o Presidente que vai entrar para a história como aquele que presidiu a Câmara durante o período em que nós colocamos fim à escala 6 por 1. - 15/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei Complementar nº 55, de 2026, que estabelece condições para a concessão de isenção do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS para fatos geradores relacionados à organização ou à realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei complementar,Governo,Base de apoio político,Voto favorável
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o Governo orienta "sim". É importante estimularmos o futebol feminino e darmos protagonismo a esse esporte que cresce no Brasil e no mundo. O Brasil, inclusive, tem extraordinárias jogadoras de futebol feminino. A gente não pode esquecer da Marta, que já foi considerada a melhor do mundo inúmeras vezes, e de tantas outras Martas e Marias que são excepcionais jogadoras de futebol. Tenho certeza de que o Brasil vai fazer um evento que vai chamar a atenção do mundo. Isso atrai o turismo, isso gera emprego, isso valoriza o nosso País, isso é fundamental para o desenvolvimento da economia nacional. Por essa razão, o Governo orienta "sim". Com isso, os Municípios também poderão conceder isenção de ISS para as atividades voltadas para a Copa feminina. - 15/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei Complementar nº 55, de 2026, que estabelece condições para a concessão de isenção do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS para fatos geradores relacionados à organização ou à realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei complementar,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós somos favoráveis a esta matéria, uma iniciativa do Governo que estende aos Municípios a possibilidade de concederem isenção de Imposto Sobre Serviços aos prestadores de serviços relacionados à Copa do Mundo Feminina da Fifa 2027. Nós estamos falando de um evento importante que vai acontecer no nosso País, e já há, de fato, a isenção de tributos federais. O que a proposta que nós estamos votando autoriza é a concessão pelos Municípios. Então, nada mais do que justo, para que efetivamente nós tenhamos um evento que esteja à altura da importância do futebol feminino no Brasil e no mundo. Portanto, precisamos estimular, apoiar o evento, e esta é uma proposta que vai nesta direção. - 15/04/2026
O Deputado destacou a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo nº 330, de 2022, que susta norma editada no Governo anterior sobre a importação de cacau. Também afirmou que a medida busca proteger as lavouras nacionais, ao citar produções relevantes na Bahia, no Pará e em Linhares (ES). Apontou como objetivos evitar a entrada de pragas e doenças, preservar a qualidade da produção e garantir a produtividade do setor. Além disso, relacionou a proposta ao fortalecimento da economia, à geração de empregos e à valorização dos produtores. Por fim, reforçou a importância de assegurar a qualidade do cacau e do chocolate produzidos no País.
Palavras-chave oficiais: Projeto de decreto legislativo,sustação,Instrução normativa,Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (2001-2023),Cacau,Importação,Bahia,Pará (Estado),Linhares (ES),Praga biológica,Produtividade,Economia
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero também parabenizar o autor, o Relator da matéria. Esse PDL é importante porque, ao aprová-lo, nós estamos sustando os efeitos da instrução normativa editada no Governo passado, que autorizava e afrouxava as regras para a importação de cacau. O Brasil tem lavouras de cacau muito importantes. Falamos aqui da Bahia, do Pará, e o nosso Espírito Santo, o Município de Linhares, tem uma produção de cacau de altíssima qualidade. E essa proposta, esse PDL tem três objetivos centrais, Presidente. O primeiro é proteger as lavouras nacionais. O segundo é evitar novas epidemias, novas doenças, novas pragas, e o terceiro é manter a qualidade e a produtividade das lavouras de cacau. Isso fortalece a economia e, ao mesmo tempo, gera emprego, garante a qualidade do produto que é produzido no nosso País, do chocolate que nós produzimos, e, acima de tudo, valoriza as lavouras de cacau, aqueles que investem neste setor em vários Estados brasileiros. - 15/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 192, de 2026 que dispõe sobre o tempo máximo de espera para atendimento de crianças e adolescentes no âmbito da saúde. Na oportunidade, ressaltou a necessidade de ajustes no texto, especialmente em diálogo com o Ministério da Saúde, devido às implicações da medida. Em seguida, também registrou apoio ao Requerimento nº 1.347, de 2026, que requereu urgência ao Projeto de Lei nº 3.373, de 2025, que dispõe sobre a criação do Cadastro Nacional de Doenças Raras, estabelece regras para a dispensação de medicamentos; indicando voto favorável à urgência, mas igualmente defendendo a realização de ajustes antes da versão final.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,criação,Cadastro Nacional de Doenças Raras
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Federação Brasil da Esperança orienta "sim". Contudo, nós queremos discutir melhor alguns ajustes ao texto. A proposta, Deputada Heloísa Helena, é extremamente meritória, justa, necessária, mas é preciso que a gente dialogue melhor com o Ministério da Saúde, porque a sua aprovação tem implicações. Orientamos "sim". Aproveito, Presidente, para deixar registrado que nós também aprovamos o Requerimento nº 1.347, de 2026, que trata sobre doenças raras, estabelece regras para dispensação de medicamentos e dá outras providências. Nós votamos favoravelmente e encaminhamos favoravelmente ao requerimento de urgência, mas também nessa matéria queremos discutir ajustes ao texto final. - 15/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 3838, de 2024, que institui exigências de compensação de pegada de carbono para produtos e serviços provenientes da União Europeia, com base na Cédula de Produto Rural Verde (CPR Verde), e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Federação vai orientar "sim". Contudo, nós insistimos em que a legislação ambiental precisa ser cumprida. Inclusive, isso é uma salvaguarda e um passaporte para a exportação dos produtos agrícolas brasileiros. De qualquer forma, a orientação da Federação é "sim" para a urgência, sem compromisso com o mérito, porque nós temos divergência com o texto que foi apresentado. - 15/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 1.248, de 2024, que altera a redação do § 4º no art. 5º da Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, para que seja considerado o custo amazônico em relação às matrículas da região amazônica.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a federação orienta "sim". Nós também consideramos fundamental a aprovação desta matéria considerado o custo amazônico em relação às matrículas da Região Amazônica. Por esta razão, a nossa orientação é "sim". E peço que esta matéria seja aprovada aqui no Plenário desta Casa. - 15/04/2026Breves Comunicações
O Deputado abordou a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho. Defendeu o fim da escala de trabalho 6 por 1, destacando que a proposta está em debate na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) e que houve pedido de vista por parte da oposição, adiando a votação. Também mencionou o envio pelo Governo do Presidente Lula, em regime de urgência, do Projeto de Lei nº 1.838, de 2026, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e legislações especiais correlatas, para dispor sobre a redução da duração normal do trabalho e sobre o descanso semanal remunerado dos trabalhadores que especifica. Por fim, afirmou que há amplo apoio popular à mudança, citando pesquisas que indicam maioria favorável, especialmente entre jovens, e argumentou que a redução da jornada pode trazer benefícios como maior produtividade, satisfação dos trabalhadores e diminuição de faltas, defendendo a continuidade da discussão e votação da proposta no Congresso.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,alteração,Constituição Federal (1988),Direitos sociais,redução,Jornada de trabalho,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),Pedido de vista,Oposição política Projeto de lei ordinária,alteração,Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) (1943),Regime de urgência,Qualidade de vida,Produtividade profissional
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu já me manifestei hoje na CCJ sobre a importância do fim da escala 6 por 1. Lá nós estamos apreciando a PEC que reduz a jornada de trabalho no Brasil. A Oposição pediu vista, não deixou que a gente discutisse e votasse a matéria hoje, em primeiro turno. Mas, após o feriado, nós voltaremos a discutir a PEC que acaba com a escala 6 por 1 no Brasil. Isso é muito importante. Em paralelo com essa PEC, nós tivemos a iniciativa do Presidente Lula de encaminhar para esta Casa um projeto de lei em regime de urgência. Portanto, ele terá que ser apreciado em até 45 dias, sob pena de travamento da pauta. Se, por um lado, Líderes partidários da Oposição disseram que vão mover o mundo para não deixar votar o fim da escala 6 por 1, por outro, nós precisamos discutir uma estratégia que hoje é o desejo do povo brasileiro. Eu vou dar aqui dois números importantes. O primeiro é a pesquisa com a população brasileira em geral: 71% querem o fim da escala 6 por 1. Agora, entre os jovens brasileiros atenção, Parlamentares! , 82%, Deputado Rogério, querem o fim da escala 6 por 1. Nós precisamos votar isso agora. Há muito Parlamentar que está preocupado em declarar o seu voto se a votação acontecer agora. É preciso que a gente seja bastante justo ao olhar para a história e para aquilo que acontece no mundo. O fim da escala 6 por 1 é uma coisa que não temos como evitar. Pode demorar um pouquinho aqui, um pouquinho ali, mas a escala 6 por 1 vai acabar em todo o mundo. Empresas brasileiras, empresas da União Europeia, empresas de todos os países já começam a experimentar uma escala menor de trabalho, uma jornada melhor de trabalho. E tem-se mostrado uma experiência exitosa, porque os trabalhadores e as trabalhadoras ficam mais satisfeitos, mais motivados, as faltas ao trabalho diminuem, o que é surpreendente. Por isso, eu só fico vendo aqui os defensores do atraso. Isso é bom para as empresas, porque elas garantem mais produtividade. Para fazer ouvir a voz do povo brasileiro, pelo fim da escala 6 por 1! - 15/04/2026
O Deputado registrou participação em coletiva com o Líder Pedro Uczai e representantes de petroleiros, na qual foi anunciada a criação de uma Frente Nacional pela reestatização da BR Distribuidora e de refinarias privatizadas no Governo anterior. Afirmou que estudos indicaram diferença entre os preços praticados pela Petrobras e os das refinarias privatizadas, apontando impacto no custo dos combustíveis para a população. Também atribuiu à mudança na política de preços ocorrida no Governo anterior a perda de controle estatal sobre o setor. Citou ainda a refinaria Landulpho Alves, na Bahia, como exemplo. Ao final, afirmou que, mesmo em contexto internacional adverso, o País registrou variação menor nos preços de combustíveis sob o atual Governo.
Palavras-chave oficiais: Reestatização,Petrobras Distribuidora S.A,Combustível,Política de preços,Refinaria,Petróleo
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero deixar registrado que nós acabamos de participar agora de uma coletiva com o nosso líder Pedro Uczai, com a participação de lideranças dos petroleiros. Nós estamos apresentando um movimento que vai se chamar uma Frente Nacional pela Reestatização da BR Distribuidora e também das refinarias, que foram privatizadas no Governo passado. Todos os dados mostram que o preço que é praticado pela Petrobras é bem mais baixo do que o preço que é praticado pelas refinarias que foram privatizadas. Há um prejuízo real ao povo brasileiro. O que o Governo anterior fez, o Governo do ex-Presidente Bolsonaro, foi tirar o poder do Governo de controlar o preço dos combustíveis. Por isso, discutir a reestatização da BR Distribuidora, discutir a reestatização das refinarias, inclusive de uma que fica na Bahia, a Landulpho Alves, é fundamental para que o Governo brasileiro tenha efetivamente um controle sobre o preço dos combustíveis. E é bom lembrar que mesmo diante dos efeitos da guerra absurda, o Brasil ainda é um dos países que menos aumentou o preço do combustível. Isso mostra a seriedade do Governo do Presidente Lula. - 15/04/2026
O Deputado destacou o envio de projeto de lei pelo Governo Federal para reduzir a jornada de trabalho e extinguir a escala 6 por 1, mencionando o início do debate na Comissão de Constituição e Justiça. Afirmou que houve pedido de vista por parte da oposição e associou a medida a uma tentativa de adiar a votação. Também defendeu a apreciação da proposta no prazo regimental e a adoção da escala 5 por 2, ao citar impactos sobre qualidade de vida, produtividade e geração de empregos.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Jornada de trabalho,redução Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, vou falar rapidamente, porque vou receber dois Prefeitos. Eu quero saudar o Presidente Lula e agradecer-lhe pela iniciativa de ter enviado o projeto de lei que reduz a jornada de trabalho no Brasil. Hoje na reunião da CCJ, nós tivemos o início deste debate. A Oposição pediu vista do projeto, o que é regimental. Sabemos que se trata de uma manobra para tentar empurrar o debate e a votação dessa matéria para depois do processo eleitoral, como anunciaram os Líderes partidários da Oposição. Nós queremos votar agora a redução da jornada de trabalho, o fim da escala 6 por 1, e queremos ver o voto de cada um. Por isso, se não avançar a PEC, vai ter que ser apreciado, em 45 dias, o projeto de lei do Presidente Lula, para se pôr fim à escala 6 por 1. Com uma escala 5 por 2, nós teremos trabalhadores mais motivados, com mais tempo para a família, e mais produtivos. Isso é bom para o trabalhador, é bom para as empresas, é bom para a geração de emprego, é bom para o povo brasileiro, é bom para o Brasil. Parabéns, Presidente Lula! - 15/04/2026
O Deputado celebrou a realização da Festa da Penha, no Estado do Espírito Santo (ES), destacando-a como uma das maiores manifestações religiosas do País. Ressaltou a participação de cerca de 1,2 milhão de pessoas na Romaria das Famílias. Ademais, parabenizou os freis franciscanos, a Arquidiocese de Vitória e autoridades religiosas presentes, como o Bispo Dom Ângelo e o Bispo Auxiliar Dom Andherson, além de outros bispos, pela condução do evento e pela promoção de reflexão e compromisso com a defesa da vida.
Palavras-chave oficiais: Festa da Penha,Espírito Santo (Estado),Homenagem,Festa religiosa,Bispo,Igreja católica,Defesa,Direito à vida
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O SR. HELDER SALOMÃO (Bloco/PT - ES. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero deixar registrado nos Anais da Casa que, no último fim de semana, concluindo na segunda-feira, com um feriado no Estado do Espírito Santo, nós tivemos mais uma edição da Festa da Penha. Esta é a terceira maior festa mariana do Brasil, uma grande manifestação de fé e de religiosidade do povo capixaba. Só a Romaria dos Homens, hoje conhecida como Romaria das Famílias, reuniu 1 milhão e 200 mil pessoas no sábado à noite, debaixo de forte chuva. Isso mostra que a nossa população está cada vez mais buscando, por meio da Festa da Penha, congregar e se reunir em torno da padroeira do Estado do Espírito Santo. Parabenizo os freis franciscanos do convento, em especial, Presidente, parabenizo a Arquidiocese de Vitória, o nosso Bispo Dom Ângelo e o Bispo Auxiliar Dom Andherson. Parabenizo também os bispos da Diocese de São Mateus, Dom Paulo; da Diocese de Colatina, Dom Lauro; da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, Dom Luiz, que estiveram presentes na missa de encerramento. Foi um momento de forte de reflexão, de fé e de profecia, para que a gente assuma os compromissos de defender a vida.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 15/12/2015 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.