
66 anos
Bananômetro
90/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 91% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 98%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 88%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 76%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 84%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 27%das 782 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 94%das 644 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- Telefone
- (61) 3215-5872
- Gabinete
- Gabinete 872, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
98%
Esteve em 382 de 391 sessões
Votou nas votações
88%
Registrou voto em 995 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 36 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
27%
Em 782 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
591 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 14/10/2025.
- 29/10/2024Breves Comunicações
O Deputado celebrou o crescimento expressivo do Partido Liberal no Rio Grande do Sul, desde que assumiu a liderança do partido, em 2016. Agradeceu aos líderes do partido, incluindo Valdemar Costa Neto e Michelle Bolsonaro, destacando o fortalecimento do PL, que agora conta com 37 Prefeitos, 47 Vice-Prefeitos e 409 Vereadores, em 220 Municípios gaúchos. Ressaltou que esse avanço representa um crescimento de até 381% em relação a 2020, tornando o PL o terceiro maior partido em número de votos no Estado.
Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Sul,Partido Liberal (PL),Protagonismo político,Eleição municipal,Resultado eleitoral
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, como Presidente do Partido Liberal no Rio Grande do Sul, eu quero agradecer ao Presidente Valdemar Costa Neto, ao Presidente Bolsonaro, à Presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, aos nossos Deputados Federais do Rio Grande do Sul, aos Deputados Estaduais do Partido Liberal. Desde 2016, quando fui expulso do PDT, aqui neste plenário, por ter votado a favor do impeachment da Dilma, eu assumi, por delegação do Presidente Valdemar Costa Neto, o Partido Liberal do Rio Grande do Sul, que tinha 17 Vereadores, nenhum Prefeito e nenhum Vice-Prefeito. Em 2020, nós elegemos 10 Prefeitos, 14 Vice-Prefeitos e 85 Vereadores. Agora, em 2024, o PL é o partido que mais cresceu no Rio Grande do Sul. Nós crescemos 270% em número de Prefeitos, fizemos 37 Prefeitos. Crescemos 235% em número de Vice-Prefeitos, fizemos 47 Vice-Prefeitos. E crescemos 381% em número de Vereadores e Vereadoras, fizemos 409 Vereadores, tínhamos 85. Somos o quarto partido em número de Prefeitos do Rio Grande do Sul e o terceiro em número de votos o primeiro é o PP, o segundo é o MDB, o terceiro é o PDT, o quarto é o PL. Em número de habitantes, onde nós ganhamos eleições, nós temos 1 milhão e 508 mil gaúchos, representamos 13,4% dos gaúchos. Na realidade, nas dez maiores cidades onde o PL venceu as eleições, nós estamos no terceiro maior colégio eleitoral do Rio Grande do Sul, que é Canoas; depois, em São Leopoldo, Alvorada, Santa Cruz do Sul, Santana do Livramento, Santo Ângelo, Esteio, Vacaria, Itaqui e Três Passos. Isso representa 13% dos eleitores. Estamos em 220 cidades, com 409 Vereadores. E em 55 Municípios não tivemos Prefeito e Vice-Prefeito, mas os apoiamos. Portanto, estamos em 275 cidades. Quero parabenizar o PL Mulher do Rio Grande do Sul, na pessoa da Adriane, que é Presidente, as quatro Prefeitas, as duas Vice-Prefeitas e as 85 Vereadores do PL. Então, muito obrigado à base partidária, aos Deputados Federais do PL do nosso Estado, aos Deputados Estaduais. Eu sempre digo que ninguém ganha uma eleição sozinho. E nós ganhamos uma eleição. E a lição que tivemos é que o diálogo, a participação e a inclusão foram fundamentais nessa eleição. O eleitor não quis as pontas, nem a extrema direita, nem a extrema esquerda. O eleitor quis candidatos de centro, de direita. Obrigado, Presidente. - 12/08/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou o Governo Lula, acusando-o de manipular dados e pesquisas para promover uma imagem positiva do País. Questionou os números apresentados sobre a redução da pobreza e afirmou que, na realidade, o Brasil enfrenta sérios problemas, como o desemprego crescente, a crise nas estatais e a saída de investidores. O Parlamentar também criticou os gastos excessivos da primeira-dama e o desempenho do Presidente Lula em suas viagens internacionais.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Despesa pública,excesso,manipulação,Dados científicos,Pobreza,Desemprego,Empresa estatal,Crise,Investimento,Fuga de capital
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, eu fico ouvindo os discursos que vêm da tribuna do outro lado e começo a pensar que vivo em outro País. O Brasil de que eles estão falando do lado de lá é um Brasil imaginário. Aliás, eu queria saber qual é a receita, a pesquisa que mostra que eles tiraram o povo da pobreza. Qual é? Não fizeram nada. O que aconteceu afinal? Até fico pensando que eles são especialistas em comprar números. Não há outro jeito; não fizeram nada de diferente. Aí dizem que tiraram 30 milhões da miséria. As empresa brasileiras estão afundando; o investidor foi embora do Brasil; e nós do Rio Grande do Sul estamos numa enchente. Que País é este? Já quebraram o País. As estatais afundaram; logo em seguida vai aparecer a lama das estatais. Os Correios, que estavam dando lucro, agora estão sob sigilo de Estado. A PETROBRAS afundou; valia cinco vezes mais no Governo Bolsonaro do que vale hoje, fora o prejuízo. Mas que País é este, em que a primeira-dama viaja para a Europa, para as Olimpíadas, e gasta 300 mil reais? Já pensaram se fosse a Michelle Bolsonaro que fizesse isso? O que eles estariam dizendo ali da tribuna, muitas vezes sem educação? Eu estou discutindo política aqui. O Rio Grande do Sul afundou. Afundou com um Governador que fala bonito e governa mal. E o Brasil afundou com um Governo de lama, que, onde se mexer, vai cheirar mal. O desemprego afundou o País; mas os números deles são os melhores. Eu repito: acho que o Governo Lula é especialista em comprar pesquisa, especialista em comprar a mídia, especialista em comprar números. Eu queria saber, sobre esses números que eles estão apresentando, como eles tiraram a indústria brasileira do déficit e como tiraram a população da pobreza. Digam qual é a política? Só gastam! Gastança, mais gastança, mais gastança; este é o Governo da gastança. Se a primeira-dama gasta 300 mil reais para ir às Olimpíadas, imaginem quanto o Presidente gasta para viajar pelo mundo e falar um monte de asneira. Quando ele vai para fora do País, quer separar, quer ser o grande cara para as guerras. No mundo, ele é só fiasco! Este é o País do fiasco. Mas, logo, isso vai mudar. - 11/06/2024
O Deputado criticou o Governo atual, destacando diversos episódios controversos, como o leilão de arroz que acabou em escândalo de corrupção, a Medida Provisória que aumentaria PIS/COFINS sobre exportações e a crítica à COP 30. Acusou, ainda, o Governo de ter promovido políticas de lockdown durante a pandemia de COVID-19 com base em supostas mentiras científicas. Além disso, defendeu o setor agropecuário brasileiro, criticando a narrativa negativa sobre o agronegócio e rejeitando a Agenda 2030 como uma imposição externa que não deveria ser aceita pelo Brasil. Por fim, defendeu a necessidade de segurança jurídica e respeito ao trabalho no País, comparando o atual cenário político com os eventos que levaram ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Leilão,Importação,Arroz,Corrupção,Medida provisória,aumento,Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins),Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) (30: 2025, Belém (PA)),Lockdown,Pandemia do Coronavírus,Agronegócio,Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável,Segurança jurídica,Esquerda política
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós estamos diante do Governo mais trapalhão da história do Brasil. Primeiro, faz leilão de arroz, sendo que não precisamos de arroz, e isso virou um escândalo. Aliás, os escândalos estão em todos os lugares estão nos Correios, estão na PETROBRAS, estão nessa COP 30, que para mim não deveria existir. Emitiu uma medida provisória para aumentar PIS e COFINS sobre as exportações, a chamada MP do Fim do Mundo. Diz-se que o Governo vai retirar essa Medida Provisória nº 1.227, de 2024. E agora cancelou o leilão do arroz, porque foi vergonhoso, foi exagerado o nível de corrupção que aconteceu nesse leilão. Infelizmente, é, de fato, um Governo trapalhão. E o pior de tudo eu sempre digo que pessoas inteligentes têm dúvidas, pessoas ignorantes têm certeza é que eles tinham certeza durante a COVID que as pessoas, pela ciência, deviam usar máscara, deviam se vacinar, deviam fazer lockdown. Quebraram a população, quebraram os negócios no Brasil. Hoje, tudo caiu por terra. Foi tudo uma mentira. Inclusive, a mesma pessoa que fez a ciência do lockdown, Anthony Fauci, disse que era para gerar medo na população. E, agora, estão fazendo a mesma coisa com o agro brasileiro. Quem criou o agro business no Brasil? EMBRAPA, em 1973, mostrando que a rede da agricultura era muito importante, seja o pequeno, seja o grande, seja todo o agricultor. No entanto, infelizmente, a Esquerda faz o seguinte: cria uma narrativa de que agro é aquele que polui, aquele que usa veneno, aquele que grila terra, aquele que desrespeita as pessoas. Agro é uma rede no Brasil que sustenta o mundo. E, agora, inventaram a Agenda 2030, essa agenda mentirosa que não devia existir no Brasil. Aliás, temos que dizer não à Agenda 2030. Essa agenda vem para eles dizerem o que nós temos que fazer. O Brasil preserva 40% de toda a sua natureza. Eles, Macron... Aliás, o que é bom para o Macron é ruim para o Brasil. Que bom que a Europa venceu a Direita! Esse é o caminho que vai acontecer em 2026 aqui no Brasil, porque não dá para viver numa insegurança jurídica. Hoje, eu ouvi na FPA, a CNI. Ouvimos a federação da indústria, do comércio do Brasil dizerem como é que o empresário no Brasil vai viver com uma insegurança jurídica dessas. Milhões de desempregos estão indo embora. Ninguém quer investir no Brasil. Nós não podemos mais viver nisso. Por isso, o caminho está sendo igual ao caminho que foi da Dilma. Eu, aqui, nesta tribuna, disse sim ao impeachment. Esse vai ser o caminho. Não à Agenda 2030 e não a este Governo, que dá prejuízo, que apodrece tudo onde bota a mão. Nós precisamos, sim, de um Governo que tenha segurança jurídica e respeite quem trabalha neste País. Muito obrigado. - 11/06/2024Breves Comunicações
O Deputado agradeceu a visita do Professor Marcio Patussi, pré-candidato a Prefeito de Passo Fundo (RS), e destacou seus esforços na arrecadação de mantimentos para os desabrigados da enchente no Rio Grande do Sul. Além disso, enalteceu o crescimento do Partido Liberal, que conta com mais de 200 candidatos a Prefeito e milhares de candidatos a Vereador. Por fim, reafirmou o compromisso do partido em representar o ex-Presidente Bolsonaro e a Direita, destacando a importância de combater as mentiras da Esquerda.
Palavras-chave oficiais: Pré-candidato,Prefeitura,Passo Fundo (RS),arrecadação,Alimento,Vítima,Enchente,Inundação,Rio Grande do Sul Partido Liberal (PL),crescimento,Candidatura,Vereador,Prefeito,Ex-presidente da República,Direita política,Esquerda política
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero agradecer a visita do Prof. Marcio Patussi, pré-candidato a Prefeito do Município de Passo Fundo, e quero também agradecer-lhe o trabalho que fez lá em Passo Fundo no sentido de arrecadar mantimentos para os desabrigados pela enchente no Rio Grande do Sul. O Prof. Marcio Patussi, com toda certeza, representa muito bem o nosso Partido Liberal no Município de Passo Fundo. O PL é o partido que mais cresceu no que diz respeito ao número de Vereadores: 222 Vereadores aderiram ao PL. Além disso, nós temos mais de 200 candidatos a Prefeito e mais de 3 mil candidatos a Vereador e Vereadora. Nós queremos representar sempre o nosso Presidente Bolsonaro, representar sempre a Direita, porque a Direita fala a verdade, e a Esquerda mente. E nós temos que denunciar as mentiras que estão sendo ditas todos os dias. - 05/06/2024
O Deputado criticou as narrativas da Esquerda e de alguns meios de comunicação sobre questões climáticas, comparando-as com as ações tomadas durante a pandemia de COVID-19. Ele argumentou que muitas das medidas adotadas na pandemia, como o uso de máscaras e o lockdown, foram ineficazes e baseadas em medo. Defendeu o agronegócio, afirmando que tanto pequenos quanto grandes agricultores utilizam agrotóxicos de forma responsável. Sugeriu que as narrativas atuais sobre mudanças climáticas também estão sendo usadas para causar medo e promover interesses específicos. Para resolver problemas como as enchentes no Rio Grande do Sul, ele propôs soluções práticas como a dragagem dos rios. Concluiu defendendo a liberdade de debate e a importância do agricultor na preservação da natureza e produção de alimentos.
Palavras-chave oficiais: Mudança climática,Pandemia,Coronavírus,Esquerda política,Mídia,Agronegócio,Agrotóxico,Enchente,Inundação,Rio Grande do Sul,Dragagem hidroviária
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, as narrativas do PT, as narrativas da Esquerda, as narrativas de alguns grupos de comunicação pagos dizem as mesmas coisas agora, nessa questão climática, que diziam na pandemia de COVID. Na época da pandemia de COVID, eles diziam: "Use máscara". A CNN disse: "Estudo questiona o uso de máscaras contra a Covid-19 e provoca polêmica". A máscara não serviu para nada. A coluna Mundialista e vários jornais divulgaram: "A 'vacina que não deu certo': fabricante retira imunizante de circulação". Ela foi retirada porque causa miocardite, trombose, ataque cardíaco. Gazeta do Povo: "OMS agora é enfática em não recomendar máscaras generalizadas para doenças como a Covid". Sobre o lockdown... Aliás, quem mandou fazer o lockdown, que eles vinham aqui e enchiam a boca para dizer, foram os negacionistas da ciência. Pois é, o Anthony Fauci, aquele que disse que era para fazer distanciamento social nem aqui, nem na China, nem em qualquer lugar do mundo se isola vírus , disse lá no Congresso dos Estados Unidos que o distanciamento social era para gerar medo na cabeça da população, medo e mais medo. Iam para as praças, iam para as praias, dizer para as pessoas não irem para o mar porque iam morrer de COVID! Que desastre fizeram neste País! E foram os mesmos que fizeram o desastre na COVID. Falavam mal do Bolsonaro e agora estão aqui enchendo a boca dizendo que a ciência culpa o agronegócio. Há pouco, eu ouvi aqui falar dos agrotóxicos, como se o pequeno agricultor não os usasse. Agrotóxico é como remédio. O remédio também é veneno, dependendo da dose. O agrotóxico também é veneno, dependendo da dose. O pequeno agricultor, no Brasil inteiro, usa agrotóxico. Então, não me venha aqui se fazer de santinho. Mudanças climáticas ou guerra do clima? Primeiro, o boi era o culpado. O respiro do boi causava o problema do aquecimento global. Depois, foi o leite. Tudo narrativas e mais narrativas. E houve o problema da carne. Todos eles estão vinculados à indústria que vende trator elétrico, colheitadeira elétrica, carne sintética. Aliás, por que eles não comem carne sintética? Por que eles não bebem leite sintético? Porque alguém tem que produzir alimento. Será que vai haver um prato para a Esquerda e outro prato para a Direita? O agronegócio produz para a Direita, e os pequenos agricultores, para a Esquerda? O MST produz para a Esquerda? Não! O agricultor é o mesmo. O que essas narrativas têm em comum? No passado recente, falava-se em obrigatoriedade de vacinação. As pessoas não podiam ia a eventos sem estarem vacinadas, as pessoas tinham que usar aquela máscara terrível, vergonhosa, que não serviu para nada, as pessoas tinham que fechar o comércio era o lockdown. Agora se está provando que nada disso era verdade. Será que nessa questão do clima eles não estão fazendo a mesma coisa, ou seja, levando medo para a população, para colocar os seus interesses no meio disso? Que ciência é essa? Aliás, no Rio Grande do Sul, o problema é fácil de resolver. Em 1941, houve uma enchente como a deste ano. Em 1972, foi feita a drenagem do Rio Guaíba, do Rio Jacuí, do Rio Caí, do Rio Taquari, e não houve mais enchente. O Ministério Público do Rio Grande do Sul e a FEPAM Federação Estadual de Proteção Ambiental proibiram a retirada de areia de rios. Aí veio a enchente. Qualquer chuva faz a água do rio subir. O que é preciso fazer? A dragagem dos rios. É simples. Há 83 anos houve outra enchente como essa de agora. Haverá outras enchentes, mas não culpem o agricultor, não inventem narrativas. Se culparem o agricultor, nós ficaremos sem alimentos. A farsa do aquecimento global já foi para baixo e vai vir a farsa do clima. Eu quero ter liberdade para discutir nesta Casa. Eles vão ao outro microfone e dizem: "Esses negacionistas!". Vamos lá, vamos debater! Que cientistas V.Exas. ouviram, no caso da COVID? Foi esse cientista que mandou fechar tudo e agora está dizendo que o objetivo era gerar medo na população? A Esquerda gosta de causar medo nas pessoas e depois usar o medo delas para impor seus interesses. Viva o meio ambiente! Viva o agricultor! Ele é o ser humano que preserva a humanidade, porque é quem produz alimentos e riqueza e preserva a natureza. Mudanças climáticas haverá sempre, porque é da natureza, mas nós temos que investigar para saber se não há mudanças climáticas mecânicas, por interesses internacionais de organismos como a Organização Mundial da Saúde e a Organização das Nações Unidas. Eu desconfio que eles promovem essas catástrofes para gerar medo na população. Obrigado. - 05/06/2024
O Deputado homenageou os agricultores e empresários brasileiros no Dia Mundial do Meio Ambiente. Ademais, criticou a "guerra do clima" promovida pela Esquerda, pela indústria farmacêutica, pela indústria bélica e pela mídia, que responsabilizam os agricultores pelas mudanças climáticas. Ademais, defendeu a importância da produção de alimentos e da segurança alimentar, condenando a politica agrícola da França, o Presidente Emmanuel Macron e o Presidente Lula.
Palavras-chave oficiais: Dia Mundial do Meio Ambiente,Homenagem,Agricultor,Empresário,Mudança climática,Esquerda política,Indústria farmacêutica,Indústria bélica,Mídia,Política agrícola,França,Presidente da República,Brasil,Política ambiental
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, hoje, por iniciativa da ONU, é o Dia Mundial do Meio Ambiente. E há um pessoal que se diz seguidor de grandes cientistas e de renomados pensadores do mundo que diz de boca cheia, como fazia durante a pandemia da COVID-19, o seguinte: "Existem mudanças climáticas". Sim! Como não vai haver mudança climática? Para cada ser humano que nasce, há mudanças climáticas. Aliás, o mundo veio de uma eclosão, e essa eclosão acontece todo o tempo. Mudanças climáticas, não! Trata-se de guerra do clima. E isso interessa a quem? À indústria farmacêutica; à indústria bélica; à Esquerda, que está aqui; à imprensa, que está aqui. A esses interessa isso, bem como interessa achar culpados. Quem é o culpado? O ser humano, Deputado Gustavo Gayer; o agricultor, que levanta de madrugada, Deputado José Medeiros, para produzir comida para nós todos os dias nos alimentarmos. O agricultor é o culpado. Agora ele tem que produzir com baixa emissão de carbono! Por isso, neste dia, faço minha homenagem aos agricultores brasileiros, que estão fazendo aquilo que há de melhor para o meio ambiente: levar comida para as pessoas. Mas eles sempre falam mal do agricultor, porque é preciso preservar o Cerrado. O que o Cerrado produzia? Queimava, a terra era pobre, miserável, e nada se produzia ali. Agora, é uma terra que produz soja, milho, feijão, alimentação para o mundo. Aí vem o Macron, junto com o Lula, ditar normas, ditar regras, o que não faz lá. Faça lá primeiro e depois venha ditar regras aqui! Aliás, o Governador Mauro Mendes, do Mato Grosso, disse o seguinte: "Tudo que é bom para o Macron é ruim para o Brasil, porque a agricultura deles e eu morei na França é extremamente subsidiada, atrasada, e o Brasil tem uma agricultura tecnificada, para frente, e é um exemplo para o mundo todo". Registro esta minha homenagem neste dia porque esses esquerdistas da extrema esquerda vêm aqui cantar de galo, dizendo que o agricultor tem que parar de produzir, que o agricultor é o problema do mundo. O agricultor, Sr. Presidente, é a solução do mundo! Vamos continuar produzindo alimentos, e isso é a garantia da continuidade da humanidade. Do contrário, teríamos a natureza preservada, e o ser humano morrendo de fome. O que nós precisamos é continuar produzindo com segurança alimentar, porque isso, sim, é proteção ao meio ambiente. Viva o agricultor e o empresário que gera emprego! Esses, sim, têm que ser homenageados aqui, e não esses esquerdistas das ONGs e esses esquerdistas ambientalistas que ganham 70 mil reais, 80 mil reais para mentir para a população brasileira. Obrigado. - 05/06/2024Breves Comunicações
O Deputado destacou o Dia Mundial do Meio Ambiente, ressaltando a importância da liberdade. Defendeu a necessidade de desafiar as narrativas da esquerda e da mídia que culpam os agricultores pelas mudanças climáticas, citando uma enchente em Porto Alegre (RS), em 1941, como exemplo de eventos climáticos anteriores. Comparou essa situação com as narrativas da COVID-19, argumentando que muitas ideias foram vendidas sem embasamento sólido e acabaram se mostrando inadequadas, prevendo que o mesmo ocorrerá com as questões climáticas.
Palavras-chave oficiais: Dia Mundial do Meio Ambiente,Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,Agronegócio,Aquecimento global,Agricultor,culpabilização
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente. Neste dia, para mim, a palavra mais importante é liberdade. Nós precisamos ter liberdade para desmanchar as narrativas da Esquerda e de órgãos da mídia brasileira de querer culpar o agricultor pela questão das mudanças climáticas. Por favor! Em 1941, há 83 anos, houve uma enchente igual a essa em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Havia aquecimento global? Havia mudanças climáticas? Estão fazendo as mesmas narrativas que fizeram na COVID. Venderam a ideia da máscara, venderam a ideia da vacina, venderam a ideia do lockdown. O que deu? Tudo narrativa, e agora caiu tudo por terra. A mesma coisa vai acontecer na questão do clima. - 04/06/2024
O Deputado expressou indignação com a atual gestão federal, afirmando que o Brasil parece estar dividido em duas realidades distintas. Ele criticou o Governo Lula por, segundo ele, não ter realizado obras significativas reconhecidas pela população e acusou a administração de defender a corrupção e os criminosos. Destacou a alta mortalidade por dengue no país e alega que o Presidente Lula está se vingando dos setores agrícolas e empresariais que não o apoiaram, mencionando a importação de arroz que prejudica os produtores do Rio Grande do Sul.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Corrupção,Presidente da República,Saúde pública,Dengue,Mortalidade,Setor agrícola,Importação,Arroz,Produtor rural,Rio Grande do Sul,Prejuízo
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, pelo que ouço aqui neste plenário, parece que há dois brasis. Há pouco, eu ouvi um discurso de alguém que parece estar se referindo a outro lugar. Aqui no Brasil, o que nós estamos vendo é uma volta à cena do crime, à cena da corrupção, à cena da defesa do bandido. Segundo pesquisas apresentadas, 67% da população brasileira não sabe citar uma obra do Governo Lula. Repito: 67% da população brasileira não sabe citar uma obra. Além disso, a dengue está matando, e ninguém acha que é genocídio. O Brasil é o local onde morre mais gente por dengue. Nós estamos vivendo no país da vingança. O Presidente da República quer se vingar. Para isso, quer entregar ao MST os recursos da agricultura. Olhem só! Os agricultores são importantes. O agro é muito maior. Não basta simplesmente repassar recursos. Como o agro não apoiou o Lula, como os empresários não apoiaram o Lula, ele tem que se vingar. E o Rio Grande do Sul é a vítima! Com a compra de arroz importado, o Rio Grande do Sul é a vítima! O agricultor e o empresário não vão conseguir dar uma resposta. Chamem Paulo Guedes que ele resolve! Chamem Paulo Guedes que ele resolve! - 04/06/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou a abordagem do Governo em questões climáticas e comparou a situação com as medidas da pandemia de COVID-19, que ele considera terem sido ineficazes e prejudiciais. Argumentou que a ênfase no aquecimento global e na agricultura de baixo carbono prejudica os agricultores, especialmente no Rio Grande do Sul. Afirmou que a transição energética deveria ser uma prioridade para países como Europa e EUA, e defendeu o apoio aos agricultores e empresários brasileiros como essencial para a preservação do meio ambiente e a segurança alimentar.
Palavras-chave oficiais: Mudança climática,Pandemia,Coronavírus,Aquecimento global,Agricultor,Economia de baixo carbono,Transição energética,Europa,Estados Unidos,Preservação ambiental,Segurança alimentar e nutricional,Enchente,Inundação,Rio Grande do Sul,Governo federal,Política ambiental
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, para chegar aqui e estar no meu oitavo mandato, precisei estudar, precisei me preparar, e uma das minhas especialidades foi em saúde pública e meio ambiente. O que nós estamos vendo hoje, com essa discussão sobre clima, é muito parecido com aquela discussão que tivemos aqui sobre a COVID. Todo mundo vinha aqui dizer que a solução era máscara, vacina e lockdown. Estive aqui dizendo que eu não concordava com muitas dessas coisas. Mas eu era o negacionista, eu era um daqueles que eram cortados das redes sociais. Hoje, o que nós sabemos? Que a máscara não serviu para nada, que a vacina tem um efeito colateral terrível e que o lockdown serviu para quebrar as pessoas. Isso tudo era aquilo que eu e o próprio Presidente Bolsonaro dizíamos. Agora estamos diante de uma outra discussão em que só se escuta um tal de INPE, o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos. Dizem, primeiro, que há aquecimento global. Aí fazem um teste, 70 graus positivos para cá, 70 graus negativos para lá, dizem que o nível do mar subiu 9 centímetros em 30 anos, e todo mundo tem que engolir. E a imprensa oficial fica divulgando isso o tempo todo. Agora é a agricultura de baixo carbono, e o agricultor é a vítima. Aliás, o agricultor gaúcho é vítima de um interventor federal que chegou lá no Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta. A agricultura gaúcha é vítima deste Governo Lula, irresponsável, que até agora não deu uma solução para o agricultor do Rio Grande do Sul, até agora não deu uma solução em relação ao emprego no caso das empresas que ficaram debaixo d'água! Só conversa! Muita palha e pouco fogo! Reunião, isso a Esquerda sabe muito fazer. Fazer reunião da reunião para marcar outra reunião. Mas eles querem discutir essas questões sobre aquecimento global. Botaram 1,3 bilhão de reais de Itaipu na COP 30 para discutir o quê? Transição energética. No Brasil, 83% da energia é limpa. Quem tem que discutir transição energética é a Europa, são os Estados Unidos, não é o Brasil! Nós precisamos sim nos levantar a favor de quem produz alimento, porque o alimento, sim, é preservação do meio ambiente. Se o ser humano ficar sem comida, não adianta existir árvore bonita, floresta bonita e Cerrado preservado, as pessoas vão morrer de fome. Por isso, amanhã, a minha homenagem ao meio ambiente é uma homenagem ao agricultor brasileiro, ao empresário brasileiro, que gera emprego, de que, infelizmente, a Esquerda não gosta. Gosta de pobre, para usar da pobreza todos os dias. Muito obrigado. - 24/04/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou gratidão pela presença dos Vereadores do Partido Liberal do Rio Grande do Sul, destacando nomes como Fabiane, Gildo Capellari, Delvandro e Jéferson Falcão Mello, este último sendo o primeiro Vereador de São Leopoldo (RS) a ingressar no partido. Saudou também o futuro Prefeito de São Leopoldo, o Delegado Heliomar. Enfatizou o crescimento do PL no Estado, com representação em 359 municípios, além de receber 222 Vereadores e mais de 200 candidatos a Prefeito. Afirmou que o Partido Liberal representa a verdadeira direita no Rio Grande do Sul e reconheceu o papel dos vereadores na defesa do Brasil e das comunidades locais durante a Marcha dos Vereadores.
Palavras-chave oficiais: Vereador,Rio Grande do Sul,Candidato a cargo eletivo,Prefeito,Saudação Partido Liberal (PL),crescimento,Município,Rio Grande do Sul,Direita política
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente Pompeo de Mattos, eu quero inicialmente agradecer a presença dos nossos Vereadores do Partido Liberal do Rio Grande do Sul a Vereadora Fabiane, do Município de David Canabarro; o Vereador Gildo Capellari, do Município de Nova Araçá; o Vereador Delvandro, do Município de Camargo; e o Vereador Jéferson Falcão Mello, do Município de São Leopoldo, o primeiro Vereador de São Leopoldo que entra para o Partido Liberal. Aproveito para mandar um abraço para o nosso Delegado Heliomar, futuro Prefeito de São Leopoldo. Hoje, nosso partido recebeu, com muito orgulho, e com a presença do Presidente Bolsonaro, o nosso Sérgio Turra. Isso é muito importante para nós. Nosso partido é o que mais cresce no Rio Grande do Sul. Estamos em 359 Municípios, e recebemos na janela 222 Vereadores, coincidentemente o mesmo número do próximo Senador da República. E temos mais de 200 candidatos a Prefeito. Então, não tenho dúvida nenhuma de que a verdadeira Direita que está sendo construída no Rio Grande do Sul é representada pelo Partido Liberal. A base são os nossos Vereadores, que estão aqui participando da Marcha dos Vereadores, lutando pelo Brasil, lutando pelas nossas comunidades. Muito obrigado. - 09/04/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou sua preocupação em relação à situação política atual no Brasil, destacando o que ele vê como censura e medo generalizado no ambiente político. Criticou o que percebe como uma postura hipócrita da extrema esquerda, que antes era crítica à censura, mas agora parece apoiá-la. Ele também mencionou a denúncia de Elon Musk sobre a interferência nas redes sociais durante as eleições, sugerindo que isso poderia invalidar os resultados eleitorais. Questionou a falta de reação do Senado e concluiu que o Brasil está enfrentando uma ditadura tirânica que sufoca a liberdade de expressão.
Palavras-chave oficiais: Censura,Extrema esquerda,Denúncia,Empresário,Twitter,Rede social,Eleições,Liberdade de expressão,Rede social digital
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Sem revisão do orador.) - "Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço." Estou completando 30 anos como Deputado, fui Presidente da Assembleia Legislativa do meu Estado, coordenei a bancada gaúcha por quase 9 anos, fiz faculdade, tenho seis especializações, mas confesso que nunca na minha vida eu imaginei passar o que nós estamos passando aqui. Se contássemos, ninguém acreditaria. Primeiro, durante a pandemia, começou a censura censura das redes sociais, censura dos médicos , com obrigatoriedade disso, obrigatoriedade daquilo. Inventaram e passaram um medo para todo mundo, e o medo chegou até esta tribuna. Há muita gente, muito Deputado, muito Senador, que não vai para a tribuna por medo, porque temos um STF que passa por cima de tudo. Armando Ribas, um pensador liberal cubano que morreu na Argentina porque teve que fugir de Cuba, disse: "O socialismo é forjado pela inveja, é administrado pela hipocrisia, gera preguiça e destrói a riqueza". Isso é o socialismo. O que nós escutamos da parte de lá... Eu jamais imaginaria que a extrema esquerda, do PT, do PSOL, viesse aqui defender censura. Que barbaridade! Eles nunca tiveram uma rede que fosse censurada, mas amanhã vão estar aqui brigando contra isso e aquilo, gritando "Fora!", porque são especialistas em ser desbocados. Eles são desbocados, não medem as palavras, não respeitam os outros. Aliás, eu fiquei ouvindo aqui a palavra "genocida" durante 4 anos, mas agora está morrendo um monte de gente de dengue, e ninguém é genocida. Meu Deus do céu, cadê o Senado Federal? Cadê o Senador Pacheco? Ser advogado no Brasil é a pior coisa que pode existir, porque aqui advogado não advoga pela Constituição, não advoga pelas leis, advoga pela cabeça de um juiz. Isso é ser advogado no Brasil. Aliás, advogado também tem medo no Brasil agora. Deputado tem medo, Senador tem medo. Quem tem medo? Quem tem o que perder. A Esquerda não tem nada a perder, por isso é que quebrava tudo, fazia algazarra, e nada acontecia. Agora, o que vai acontecer? Será que o Senado não vai reagir? Elon Musk faz denúncias horríveis, mas é quem delata que é considerado culpado. Agora estão julgando quem é Elon Musk, que nem é brasileiro. Ele disse que foram censuradas pessoas da Direita, foram censurados Deputados, foram censurados candidatos, foi censurada a eleição. Portanto, pode ser que aquela eleição não tenha valor nenhum. Que barbaridade! Será que a extrema esquerda não vai vir aqui reclamar da censura? Em outra época, o que eles estariam dizendo aqui? Já teriam quebrado todo este plenário, já teriam feito algazarra, gritando "Fora!". Cadê eles? Onde há liberdade de expressão? No Brasil, estamos diante de uma ditadura voraz, tirânica. - 19/12/2023
O Deputado defendeu a importância da agricultura brasileira e criticou o que considera uma narrativa falsa promovida pelo Observatório do Clima. Destacou que o Brasil é líder mundial no sequestro de carbono e contestou as alegações de que a agricultura seria responsável por 25% das emissões de CO2, afirmando que a soja brasileira, por si só, sequestra mais carbono do que todas as emissões combinadas da indústria, desmatamento e pecuária do país. Alertou contra propostas que penalizariam os agricultores e defendeu a contribuição positiva da agricultura para a segurança alimentar e a preservação do meio ambiente.
Palavras-chave oficiais: Agricultura,Sequestro de carbono,Preservação ambiental,Segurança alimentar e nutricional
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, eu nasci na roça, nasci na colônia. Desde que nasci, aprendi com meu pai que a agricultura é uma atividade essencial para a vida, porque sem comida ninguém vive, essa é uma coisa lógica. Mas parece que tem gente aqui que não pensa assim, vejam só. O Brasil é o país que mais sequestra carbono no mundo, tem uma segurança alimentar perfeita, praticamente 1 bilhão de pessoas se alimentam da nossa agricultura pujante, mas, pasmem, está se formando uma narrativa, uma farsa contra o Brasil e contra a agricultura, algo inusitado. Na COP 28 estiveram 1.337 maus brasileiros. Foram lá falar mal do Brasil, foram levar o pensamento desse grupo de pessoas que fala mal do Brasil, do chamado Observatório do Clima, um bando de oportunistas. Esse Observatório do Clima está mentindo para o Brasil. O Observatório do Clima era formado por 50 ONGs, e agora já tem mais de 100 ONGs. Aliás, uma das decisões da COP é que ninguém vai dar 1 pila, 1 centavo para que essas ONGs fiquem fazendo palestras pelo mundo, gastando dinheiro à toa e falando mal do Brasil. Olhem só, eles foram lá para dizer que fazem medição de emissões e que existe uma tal questão climática, aquecimento global. Mas quem deles sabe medir o aquecimento global nesse Observatório do Clima? Eles são ideológicos, contrários ao agricultor. É isso que eles são! O Observatório do Clima mentiu para o povo brasileiro quando disse que 25% das emissões de CO2 são causadas pela agricultura. É mentira! A agricultura representa 2,9 das emissões. Eu quero dar um dado dessa farsa que estão trazendo para cá e que muita gente está engolindo, um dado sobre essa narrativa mentirosa do Observatório do Clima de que existe aquecimento global. O Brasil é o país que mais contribui no mundo com sequestro de carbono. Só na produção de soja, que utiliza combustível fóssil no trator, na colheitadeira, o Brasil emite 4,386 milhões de toneladas de CO2. A agricultura não vai substituir o trator que utiliza combustível fóssil, porque isso custa muito caro. A agricultura não suporta isso! E não há necessidade de se fazer isso, sabem por quê? Porque a soja brasileira sequestra, vejam só, 22,8 milhões de toneladas de CO2. Observatório do Clima mentiroso! A agricultura responde somente por 2,9 das emissões. Acontece que, só com a soja, temos uma sobra de sequestro de carbono que representa o impacto de toda a emissão da indústria brasileira, de toda a emissão do desmatamento no Brasil, de toda a emissão da atividade agropecuária. A soja cobre tudo isso com o sequestro de carbono. Esse pessoal esquerdista, que gosta de falar mal do agronegócio, vá estudar, volte para a faculdade! Não vá na conversa desse Observatório do Clima, desse bando de gastadores do dinheiro que recebe dos países que realmente emitem CO2 e que por isso hoje pagam para o Brasil. O problema é que o dinheiro cai na mão das ONGs, que vão gastar no Amazonas, que vão viajar, vão aparecer para o mundo e falar mal do Brasil. Se somarmos a soja, o milho e o trigo, teremos uma sobra de sequestro de carbono que dá para sustentar toda a América Latina em emissão de CO2. E aí querem aprovar aqui um projeto que penaliza o agricultor, que quer fazer com que o agricultor substitua seus tratores e suas colheitadeiras e passe a usar biocombustível. Quem vai pagar essa conta? Estou afirmando que o que é sequestrado de carbono, só na produção de soja, representa tudo que a agricultura brasileira emite de CO2, tudo aquilo que a indústria brasileira emite de CO2, tudo que o desmatamento emite de CO2 e tudo aquilo que a pecuária emite de CO2. E tudo isso só com a soja. Pelo amor de Deus, não digam bobagem! Não venham falar bobagem! Não digam que a agricultura é responsável por 25% da emissão de CO2. Isso é um suicídio! Isso é a matança da nossa galinha dos ovos de ouro. E o que é que o mundo quer? Quer que essa farsa seja verdade. Sabem para quê? Para vender trator elétrico, para vender máquina elétrica, para promover a quebradeira total da agricultura brasileira. O agricultor não precisa substituir o combustível fóssil. Aliás, foram lá na COP 28 e queriam participar da OPEP! Vejam a contradição desse pessoal do PT! São contraditórios e são contra a agricultura brasileira! O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSD - SP) - Peço a V.Exa. que conclua, Deputado, por favor. O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS) - Pasmem! Eu vou encerrar defendendo a agricultura. A agricultura não tem partido! Agricultura é segurança alimentar e agricultura é sequestro de carbono, agricultura é a segurança da preservação do meio ambiente, esta é a realidade. Não vamos entrar nessa farsa que o Observatório do Clima está criando contra o Brasil! - 15/12/2023
O Deputado orientou a bancada na votação, em segundo turno, do inciso II, do parágrafo 6º, do art. 153, constante no art. 1º da Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2019, que altera o Sistema Tributário Nacional.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Proposta de Emenda à Constituição,Segundo turno,Minoria parlamentar
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria orienta "não". Mais uma vez, nós chegamos à conclusão de que esta reforma tributária não tem como dar certo, porque mistura política orçamentária com reforma tributária, com política tributária. Imagine um incentivo para a FIAT de 5 bilhões de reais na reforma tributária, numa PEC, na Constituição brasileira! Agora mais imposto sobre armas, sendo que o cidadão precisa se defender. A Minoria orienta o voto "não". - 15/12/2023
O Deputado orientou a bancada na votação, em segundo turno, da expressão "extração", contida no inciso VIII do art. 153, e, por consequência, o inciso VIII do parágrafo 6º do art. 153, contidos no art. 1º da Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2019, que altera o Sistema Tributário Nacional.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Dispositivo legal,Proposta de Emenda à Constituição,Segundo turno,Minoria parlamentar
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria, Sr. Presidente, orienta "não" justamente porque esse Imposto Seletivo vai significar 5,5 bilhões de reais que quem vai pagar será aquele que usa o gás de cozinha, o diesel, a gasolina, os taxistas, os caminhoneiros, a dona de casa. Todos esses vão pagar esses 5,5 bilhões de reais, que é o que significa esse imposto. É importante que se diga nesta Casa que oito Frentes Parlamentares apoiam esse destaque oito Frentes Parlamentares desta Casa! e encaminharam pedido para que, através do nosso Líder Altineu, nós colocássemos novamente o destaque. Espero que consigamos vencer, porque ele é muito importante para o Brasil. Então, nós votamos "não". - 15/12/2023
O Deputado orientou a bancada na votação, em segundo turno, da Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2019, que altera o Sistema Tributário Nacional.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Proposta de Emenda à Constituição,Segundo turno,Minoria parlamentar,Voto contrário
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria, Sr. Presidente, orienta "não", porque não tem como dar certo. Essa reforma tributária vem carregada de interesses. O que vai acontecer é a mesma coisa que hoje já acontece no sistema tributário brasileiro. É uma reforma que favorece setores. Por exemplo, votamos aqui e eu votei contra o incentivo fiscal para a FIAT. Imaginem se alguma empresa no Nordeste vai se instalar recebendo 5 bilhões de reais de incentivo para uma única empresa trilionária. Não tem como dar certo essa reforma. Essa reforma vem carregada de acordos, de acertos, que nós vamos conhecer com o passar do tempo. Votamos "não" com convicção. "Não"! - 15/12/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de dispensa do interstício de 5 sessões para apreciação do segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2019, que altera o Sistema Tributário Nacional.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Proposta de Emenda à Constituição,Minoria parlamentar,liberação,Bancada parlamentar,Requerimento de quebra de interstício
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria libera, porém, Presidente, mais uma vez, eu sei que esse é o choro de quem está em menor proporção aqui dentro, mas é um choro justo, é o choro de um projeto dessa natureza ser votado na sexta-feira, pelo Infoleg, sem respeitar nenhum debate, nenhum aprofundamento, para que pudéssemos melhorá-lo. Eu repito: esta noite de sexta-feira é mais um dia triste. Estamos construindo um monstrengo, que colocou 5 bilhões de reais para uma só empresa do Nordeste, que não terá vantagem nenhuma com essa empresa. É mais uma fake news de que iria favorecer a Região Nordeste. Mentira! É só... (Desligamento do microfone.) - 15/12/2023
O Deputado criticou duramente a aprovação da reforma tributária, destacando prejuízos para o Sul do Brasil. Argumentou que a medida prejudicou as montadoras da região e criticou a falta de debate sobre a reforma administrativa. Também mencionou a nomeação de Flávio Dino para ministro do Supremo Tribunal Federal, acusando-o de mentiras e destacando a suposta hipocrisia da esquerda. Lamentou a situação econômica do país, citando empresas fechando e brasileiros indo morar em Portugal.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Reforma tributária,Aprovação,Crítica,Desigualdade regional Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,indicação,Ministro do Supremo Tribunal Federal Crise econômica,Migração,Portugal
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, este é o Brasil da injustiça. Acompanhamos neste Plenário mais uma injustiça contra o Sul do Brasil. Mais uma vez as nossas montadoras foram prejudicadas. O Rio Grande do Sul precisa de apoio tanto quanto os demais Estados do Brasil, ainda mais porque vem de três enchentes, de três catástrofes. E agora mais esta ainda: 5 bilhões de reais somente para uma empresa. Eu sempre digo que não somos contra o Nordeste, mas estamos aqui como uma representação. É nossa obrigação defender o Sul e o Rio Grande do Sul. Toda a discussão da reforma tributária é preparada para atender aos interesses do Governo Lula e da Esquerda brasileira. Tudo foi preparado para isso, com votação numa sexta-feira à tarde, tudo rapidinho, enquanto a grande maioria dos Deputados está em casa e nem sequer sabe o que está votando. Às vezes, nós que estamos aqui sentados não sabemos, porque tudo chega na última hora, tudo é feito na última hora, para que as coisas sejam aprovadas de acordo com alguns "iluminados", entre aspas. Infelizmente, podemos estar aprovando o maior monstro que este País já teve, em nome de uma reforma. É bom reformar, mas por que não se fala em reforma administrativa? Há pessoas no meu Rio Grande do Sul ganhando 400 mil reais por mês, 500 mil reais por mês. Nós votamos o teto dos salários, para que ninguém ganhasse mais do que os Ministros do Supremo, mas todos os penduricalhos são aprovados aqui. Eu lembro que, quando era Deputado Estadual, nós aprovamos os subsídios do Judiciário, para tirar todos os penduricalhos, que agora foram incorporados aos salários, como se fossem esses servidores cidadãos de outra classe. Infelizmente, este Parlamento deixa muito a desejar para a sociedade. Esta semana, nós fomos vilipendiados nas redes sociais porque o Senado Federal aprovou algo inusitado: a indicação do Ministro que mentiu, que negou informações, que fez chacota. Disse, na sabatina, que era hétero e católico e, em seguida, disse que ia mudar de roupa, mas que era muito difícil tirar a roupa da vingança. Disse que não era comunista, mas, em todo o tempo da sua vida, sempre foi comunista, seguidor de Lenin, que matou mais de 200 mil pessoas. O sistema comunista no mundo matou milhões de pessoas. Hoje é o exemplo que ele segue. Aliás, a ex-Deputada Manuela não mora na Venezuela. Ela foi morar em Nova York. Os comunistas gostam de morar em Dubai e fazer comunismo no Hamas, contra Israel. Toda Esquerda sempre tem o mesmo discurso: "Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". Esse é o discurso, essa é ação, porque as promessas de picanha, de emprego, de melhora na renda, é tudo balela, é tudo falácia. Na verdade, quando eles chegam ao Poder, o que eles fazem? Eles ficam bem, podem viajar, podem ficar nos melhores hotéis, e o povo que se lasque, porque essa é a ação diária desse pessoal. Agora, estão dizendo que os resultados econômicos estão sendo os melhores do mundo, mas isso não é o que está nas ruas. O que está nas ruas é País parado. As empresas estão fechando, Deputado Marcel van Hattem. Empresários sem nenhum incentivo estão querendo fechar seus negócios. Só não vendem porque não tem para quem vender, porque ninguém quer comprar nada neste País. Aliás, Portugal está recebendo todos os dias aviões e aviões de brasileiros que estão indo morar em Portugal. Se se fizer uma pesquisa no Brasil hoje, a metade deste País gostaria de sair daqui e morar em outro país, primeiro pela insegurança, porque a Esquerda incentiva os bandidos. "Os bandidos são coitadinhos. Pobres deles! Não podem ficar na cadeia, têm que ter dignidade. O problema são os policiais truculentos". Aliás, esses dias, em Santa Maria, três irmãos foram assaltados. Um deles foi baleado, outro foi esfaqueado e outro conseguiu bater nos assaltantes. Pois, pasmem! O que estava com um irmão esfaqueado e o outro baleado foi preso, está sendo julgado e pode ser condenado, porque bateu de forma desproporcional no bandido. Essa é a justiça que se instalou no Brasil com esse Governo que adora bandido, que adora visitar aqueles que formam o crime organizado onde sequer se poderia entrar se não fosse com um aparato de segurança. Infelizmente, esse é o Brasil que está se apresentando no desgoverno Lula. Aliás, são 39 Ministérios. E 1.337 pessoas foram a Dubai para mentir, para mentir que os índios são mal cuidados no Brasil. Eles são os maiores latifundiários do Brasil. Ainda bem que nós derrubamos aqui o veto do marco temporal. Nós conseguimos derrubar também o veto da questão da desoneração. Nós tivemos algumas vitórias neste Plenário, mas eu quero que a população brasileira saiba... Acompanhe o voto do seu Deputado, porque, depois, você vai poder cobrar! Nós estamos na direita liberal e somos bolsonaristas com muito orgulho, apesar da perseguição diária que nós sofremos. Mas nós vamos continuar a luta, porque somos corajosos e sabemos... (Desligamento do microfone.) - 15/12/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do § 3º do art. 19 do texto apresentado pelo Relator, apresentado a Proposta de Emenda à Constituição nº 293, de 2004, que altera o Sistema Tributário Nacional. Expressou sua frustração com a disputa regional que persiste na discussão sobre a reforma tributária. Ressaltou a importância de superar as divisões entre as regiões do país e mencionou as dificuldades enfrentadas pelo Rio Grande do Sul, destacando a pobreza e o desemprego na região sul do estado.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Proposta de Emenda à Constituição,Minoria parlamentar,liberação Desigualdade regional,Reforma tributária,Desemprego,Rio Grande do Sul
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria, Sr. Presidente, orienta a liberação. Porém, eu quero, mais uma vez, aqui registrar que o meu voto será "não", justamente porque imaginei que essa reforma tributária terminaria com essa disputa, que acontece inclusive aqui dentro. A briga está aqui dentro. Parece que nós somos de países diferentes. Parece que o Sul não tem problema. É como discutir importância de hospital, se o hospital é importante ou não, se é mais importante um hospital para o Nordeste ou é mais importante um hospital para o Sul, se é mais importante emprego no Sul ou é mais importante emprego no Nordeste. A reforma tributária não pode continuar sendo essa disputa de Estados. O Rio Grande do Sul perdeu inúmeras indústrias para o Nordeste, foram todas para lá. O Rio Grande do Sul continua com seus desempregados. Nós temos o sul do Estado, um sul que tem miséria, que tem fome. Então, nós não podemos continuar com essa disputa aqui. Nós votamos "não". - 15/12/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do Destaque nº 20, para votação em separado do inciso II do § 1º do Art. 19 do texto do relator à Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2019, que altera o Sistema Tributário Nacional.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Destaque para votação em separado,Dispositivo legal,Proposta de Emenda à Constituição,Minoria parlamentar
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, essa guerra que está acontecendo aqui no plenário sobre a questão de montadoras é a mesma guerra que existe entre os Governadores. Ou se dá incentivo para todo mundo, ou se tira o incentivo de todo mundo. É muito injusto que nós lá no Sul não possamos ter montadoras, sendo que os incentivos fiscais estão em outros Estados. Essa é a questão. Nós queremos incentivos para todo o Brasil e que haja igualdade de tratamento. É isso. Por isso, nós temos que votar "não" a este destaque. - 15/12/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do Destaque nº 20, para votação em separado do inciso II do § 1º do Art. 19 do texto do relator à Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2019, que altera o Sistema Tributário Nacional.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Destaque para votação em separado,Dispositivo legal,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Liberal (PL),liberação
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O SR. GIOVANI CHERINI (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o PL libera. Porém, eu tenho aqui permanentemente uma discussão, até porque eu sou do Sul. Infelizmente, os incentivos fiscais são sempre aprovados para o Nordeste, para o Norte, para o Centro-Oeste, e o Sul é esquecido. E, mais uma vez, na questão das montadoras, isso está acontecendo. Pedi ao Relator mais esclarecimento, mas, infelizmente, pelo que estou entendendo até aqui, o Sul está fora desses incentivos fiscais até 2032. O PL libera. E eu vou votar contra.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.