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Detector de Bananada
Foto de Gerlen Diniz

Deputado · Câmara

Gerlen Diniz

PP · AC

Direitapor que esse rótulo?Fora de exercício

Nome civil: Gehlen Diniz Andrade · 52 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 87 de 100, Cara Bom0406080100

87/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 84% dos deputados · média do partido: 73

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 87%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 76%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 50%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 55%das 400 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 68%das 452 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 197 de 198 sessões

Melhor que 92% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

87%

Registrou voto em 498 de 573 votações nominais

Melhor que 67% dos deputadosMédia do partido: 77%

Iniciativas que viraram lei

2

de 19 projetos apresentados (11%)

1 avançaram · 12 em andamento · 4 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

55%

Em 400 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 26% dos deputadosMédia do partido: 69%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

25 discursos na tribuna · de 09/02/2023 a 11/12/2024.

  • 11/12/2024Breves Comunicações

    O Deputado registrou a visita do inspetor Henzio, Superintendente da Polícia Rodoviária Federal no Estado do Acre, à Câmara dos Deputados. Destacou a trajetória de Henzio, que ingressou na PRF em 1999, e parabenizou o inspetor pelo cargo máximo alcançado na instituição. Enfatizou o reconhecimento da Polícia Rodoviária Federal como uma instituição de renome, com destaque para o bom trabalho realizado no Acre sob a liderança de Henzio. Também expressou satisfação pela visita do inspetor, destacando a importância da PRF para a segurança e a democracia no País.

    Palavras-chave oficiais: Inspetor,Polícia rodoviária federal,Superintendente,Acre,Câmara dos Deputados

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Excelência. Eu pedi este 1 minuto para fazer um registro. Nós estamos recebendo hoje aqui, na Câmara dos Deputados, o inspetor Henzio, que é o Superintendente da Polícia Rodoviária Federal no Estado do Acre. O Henzio ingressou na PRF em 1999 junto comigo, no concurso da turma de 1999. É um prazer recebê-lo aqui, inspetor. Hoje é superintendente, atingiu o cargo máximo no Estado. Veio fazer uma visita à Câmara, esta Casa tão importante para a democracia deste País. É uma honra para nós recebê-lo aqui. O senhor tem uma vida íntegra e está conduzindo muito bem a Polícia Rodoviária, que é uma instituição de renome, reconhecida por todos os brasileiros, e no Acre não é diferente. A instituição está em boas mãos sob o seu comando. Muito obrigado pela visita, inspetor. O senhor é muito bem-vindo a esta Casa.
  • 16/10/2024Breves Comunicações

    O Deputado destacou a presença de líderes do Acre, como José Adriano, Presidente da FIEAC, que assumirá como Deputado Federal em janeiro de 2025. Abordou a questão do caçador de subsistência, defendendo o aumento do limite de munição disponível para essas famílias e criticando a falta de resposta da Polícia Federal. Defendeu também os pequenos produtores rurais, que enfrentam dificuldades com a falta de apoio do Governo para recuperação do solo degradado e para a prática da agricultura. Por fim, agradeceu pela sua eleição como Prefeito de Sena Madureira (AC), destacando a confiança da população.

    Palavras-chave oficiais: Acre,Suplente de deputado,Deputado federal,Assunção Caçador para subsistência,Polícia Federal (PF),Munição,Arma de caça Produtor rural,Recuperação de área degradada,Governo federal,atuação Sena Madureira (AC),Prefeitura,Deputado federal,Eleição municipal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Excelência, pela deferência. Para mim, é uma honra estar aqui mais uma vez, na tribuna desta honrosa Casa Legislativa. Quero registrar a presença do José Adriano, Presidente da FIEAC — Federação das Indústrias do Estado do Acre, que é meu suplente e que vai assumir como Deputado Federal a partir do dia 1º de janeiro. Registro a presença do Bruno Rosella, empresário de Sena Madureira, e do suplente de Vereador Everton Pires Moreira, o Pelé. Senhores, estive aqui durante 2 anos. Para mim, foi uma honra enorme poder representar o povo do meu querido Estado do Acre. Apresentei vários projetos de lei, fiz várias reuniões, sempre visando ao benefício da população. Por exemplo, ainda hoje, estive na ABDI — Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, conversando com a Diretora Perpétua Almeida, que é ex-Parlamentar, do PCdoB. Apresentei a ela um pedido, e ela prontamente disse que vai me atender, que vai fazer os estudos necessários. Eu pedi que levassem uma indústria de beneficiamento de café para o Vale do Rio Purus. Já existe uma indústria desse porte no Vale do Juruá, para atender aos Municípios de Mâncio Lima, Cruzeiro do Sul e Rodrigues Alves. Eu fui fazer um pedido para o Vale do Rio Purus. Nós vamos incentivar o plantio do café, que está sendo consumido como nunca antes na história do nosso Brasil. Agora, a China está consumindo muito café, então os preços vão subir muito. E nós podemos ajudar a população incentivando a agricultura, para desenvolver a agricultura naquele Município. Daqui a pouco, há também outra reunião importante, Adriano. Eu vou até a Agência Nacional de Energia Elétrica, ANEEL, conversar com o Superintendente, para tratar a respeito de energia elétrica para os nossos irmãos que moram após a linha Cunha Gomes, ou seja, no Estado do Amazonas, mas tudo em suas vidas ocorre em Sena Madureira, no Estado do Acre. Infelizmente, a empresa concessionária de energia do Estado do Acre, a Energisa, não pode atendê-los, porque a concessionária que tem a licença para fazer esse atendimento é a Amazonas Energia. Porém, nós já fizemos tratativas entre as duas concessionárias, já estivemos no Ministério de Minas e Energia. Só está faltando uma autorização para que a Energisa Acre possa atender os nossos irmãos que moram no Amazonas com energia elétrica. Aliás, já foi feito um levantamento — são 180 famílias. Claro, este é o primeiro passo. Há mais famílias para serem atendidas. Neste primeiro momento, 180 famílias serão atendidas, com um custo de aproximadamente 9 milhões de reais, que serão bancados com recursos do Programa Luz para Todos. Então, houve muitas pautas, muitas defesas, por exemplo, a do caçador de subsistência. Mais de uma vez, eu vim aqui à tribuna dizer que o caçador de subsistência que mora no meio da floresta não tem fuzil, não tem metralhadora, não tem pistola. O que ele tem é uma espingarda velha, que serve a ele e a toda a sua família, e ele só pode adquirir, ainda, 50 munições por ano, o que é insuficiente. Já estive na sede da Polícia Federal tratando desse assunto. Tive a garantia da Direção da PF de que esse número seria elevado para 240. Pediram-me um prazo de 30 dias. Infelizmente, o prazo escoou, e até agora não tive uma resposta. Mas vamos voltar a tratar dessa pauta, porque centenas de famílias estão com necessidade, em razão da dificuldade para comprar munição no interior da Floresta Amazônica. Isso tem que ser combatido. Inclusive, peço o apoio de todos os Parlamentares, da Presidência, da Mesa Diretora desta Casa, porque é uma pauta importante. Nós estamos falando de pessoas de bem. Estamos falando de pessoas que trabalham de sol a sol, que coletam castanha, que cortam seringa, e que necessitam de munição para a sua caça de subsistência, senão, não vão sobreviver. Isso é mais um exemplo das pautas que nós defendemos aqui. Nós também fizemos a defesa dos produtores rurais. Muitas vezes, as pessoas não têm noção do que é um assentamento rural, do que o produtor rural faz, e imaginam que aquelas pessoas são inimigas da floresta, que querem acabar com a floresta. Isso não é verdade. Se um produtor rural desmata um hectare, dois hectares, ele o faz para plantar milho, feijão, mandioca, para plantar pasto, porque ele precisa da pecuária, precisa do gado. Se não, ele não tem renda, não sobrevive. Então, essas pessoas têm que ser vistas com outro olhar, com um olhar de que são pessoas que necessitam de apoio, de ajuda. É proibido queimar? Sim, mas o Estado tem que oferecer as condições para recuperar o solo, que já está degradado, e isso não acontece, infelizmente. Neste Brasil tão grande e tão rico, pessoas estão sofrendo por falta de apoio. E nós vamos continuar defendendo isso, agora, como Prefeito de Sena Madureira, no Estado do Acre. Tive a honra de ser eleito com 13.291 votos, 54% da população — é o terceiro Município —, contra a máquina pública municipal, que estava sendo comandada por uma pessoa, no mínimo, inconsequente. A população foi lá e escolheu o nome do Deputado Gerlen Diniz para ser o gestor daquela cidade, que fica no coração da floresta, pelos próximos 4 anos. Esta é uma grande honra. Agradeço a todos os colegas e à Mesa Diretora as palavras de elogio e, sobretudo, à população do meu querido Estado do Acre e da minha amada Sena Madureira. Um grande abraço e até a próxima oportunidade!
  • 28/08/2024Breves Comunicações

    O Deputado abordou problemas enfrentados por produtores rurais em projetos de assentamento florestal e extrativista, onde estão sendo impedidos de acessar linhas de crédito devido a embargos que afetam toda a comunidade, mesmo que apenas um ou outro produtor esteja em situação irregular. Destacou o caso do Projeto de Assentamento Florestal Providência Capital, no Acre, onde cerca de 800 produtores estão sendo prejudicados por essa regra. Mencionou, também, a limitação de compra de munições para caçadores de subsistência que vivem na floresta, solicitando que o limite de 50 munições por ano seja ampliado para 240 por mês. Além disso, apelou para que o Exército permita a venda de insumos como pólvora e chumbo a esses caçadores, que dependem disso para sua subsistência.

    Palavras-chave oficiais: Produtor rural,Assentamento rural,Linha de crédito,Crédito rural,assentamento,Floresta,Acre,Extrativismo Caçador para subsistência,limitação,Compra,Munição,Exército Brasileiro,Venda,Insumo,Pólvora,Chumbo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Excelência. Sras. e Srs. Parlamentares, público que acompanha as transmissões da Câmara dos Deputados, eu venho aqui falar em nome de milhares de produtores rurais que, neste exato momento, estão impedidos de ter acesso a linhas de crédito dos bancos oficiais. Vou explicar o que acontece. Nos projetos de assentamentos florestal e extrativista, há um CAR geral, chamado CAR perimetral, que é da área toda, e há um CAR individual. CAR significa Cadastro Ambiental Rural. Até a última produção, esses produtores conseguiam empréstimo, se não houvesse, é claro, embargo ou multas. Porém, agora, com o novo Plano Safra, se um dos produtores tiver qualquer tipo de embargo, prejudica todos os demais. Estou falando aqui a respeito do Projeto de Assentamento Florestal Providência Capital, que fica no Rio Macauã, em Sena Madureira, no interior do Acre. Lá residem aproximadamente 800 produtores rurais. Todos esses produtores estão impedidos de fazer financiamento nas casas bancárias porque um ou outro tem embargo em sua propriedade. Que país é este, onde um paga pelo erro do outro? Se um tem embargo, não pode prejudicar o outro que não tem. Mas este é o Brasil, pessoal. Infelizmente, isso está acontecendo neste exato momento. Então, falo a esta Casa para que o problema seja resolvido. IBAMA, INCRA, todos esses órgãos do Governo Federal têm que facilitar e não dificultar a vida dessas pessoas. A situação pior, senhoras e senhores, é do caçador de subsistência, aquele senhorzinho que mora lá no meio da floresta, que é seringueiro, que é extrativista, que é coletor de castanha, que só pode comprar 50 munições por ano. Vejam só, o cidadão que mora no meio da floresta só pode adquirir 50 munições por ano, o que dá pouco mais de quatro cartuchos por mês. Ele não tem fuzil, ele não tem metralhadora, ele não tem pistola, não. O que ele tem é uma espingarda velha, que ele usa para caçar a fim de se alimentar. Ele não consegue comprar munição suficiente, porque o limite é de 50 munições por ano. Já estive na sede da Polícia Federal, onde fui muito bem atendido pelo Dr. Guilherme, Diretor do departamento que trata de armas e munições, que se comprometeu a editar, no prazo de 30 dias, uma instrução normativa, aumentando esse limite para 240 munições por mês. Vamos aguardar. Entretanto, o problema não se limita a isso, porque, além de não conseguir adquirir munição, o caçador de subsistência não consegue comprar insumos como pólvora, espoleta, chumbo, porque o Exército não permite, só permite a venda para quem tem máquina para fazer a recarga, que são os clubes de tiros, são aquelas pessoas que praticam tiro por esporte. Não é o caso. Os caçadores de subsistência precisam ter acesso a insumos e munição, e isso quanto antes. Estamos tentando uma reunião na sede do Exército para tratar a respeito deste tema. Muito obrigado. Até uma próxima oportunidade!
  • 02/07/2024Breves Comunicações

    O Deputado registrou a presença de Anildo Alves e Arthur Montenegro, policiais legislativos da Assembleia Legislativa do Acre, no plenário da Câmara dos Deputados. Vieram a Brasília (DF) para prestigiar o lançamento da Frente Parlamentar Mista para Defesa e Valorização das Polícias Institucionais. Destacou a importância de aproximar a população do plenário da Câmara, onde as decisões são tomadas.

    Palavras-chave oficiais: Policial legislativo,Assembleia Legislativa,Acre,Saudação

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    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado pela cortesia. Eu pedi esse tempo para registrar que estamos recebendo no plenário da Câmara dos Deputados dois colegas do Estado do Acre, Anildo Alves e Arthur Montenegro, policiais legislativos na Assembleia Legislativa do Estado do Acre. Eles vieram a Brasília para prestigiar o lançamento da Frente Parlamentar Mista para Defesa e Valorização das Polícias Institucionais. Meus amigos, sejam muito bem-vindos a esta Casa! É uma honra recebê-los aqui. Cada vez mais, nós temos que aproximar a população do plenário da Câmara dos Deputados, porque aqui é que as decisões são tomadas. Obrigado pela visita.
  • 19/06/2024Breves Comunicações

    O Deputado criticou a precariedade do atendimento ao público pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), especialmente em áreas remotas como o Acre, onde a maioria dos Municípios não possui atendimento presencial. Ademais, condenou o Governo Federal pela falta de ampliação do serviço, deixando muitos cidadãos sem acesso aos benefícios previdenciários, devido à dificuldade de uso do sistema digital, como na Floresta Amazônica. Ao final, enfatizou a necessidade urgente de melhorias no atendimento para trabalhadores rurais e residentes em regiões remotas, lamentando a falta de respeito com os cidadãos mais necessitados.

    Palavras-chave oficiais: Atendimento ao público,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Acre,Município,Atendimento presencial,Governo federal,Área remota,Floresta Amazônica,Trabalhador rural,Cidadão

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Eu pedi esse tempo para tratar do INSS, autarquia que tem um papel fundamental no nosso País, mas que, infelizmente, ultimamente tem deixado a desejar no atendimento àquelas pessoas que mais precisam. Estou aqui me referindo não aos servidores, porque os servidores já fazem aquilo que está ao seu alcance, mas, sim, à gestão, ao Governo Federal, àquelas pessoas que têm o poder de levar esse atendimento para mais servidores. Cito, por exemplo, o meu Estado do Acre, onde há 22 Municípios, e dos 22, apenas seis Municípios têm atendimento, sendo que desses seis, em regra, apenas um servidor atende, com exceção da capital e de Cruzeiro do Sul. Sena Madureira, por exemplo, hoje não tem um servidor atendendo às pessoas que precisam. Quando nós fazemos contato com a gestão, com a direção, com a Presidência, enviam-nos um documento dizendo que essas pessoas têm que ser atendidas pelo sistema, pelo telefone, acessando o Meu INSS. Acontece, Sr. Presidente, que eu estou me referindo a pessoas que moram no meio da Floresta Amazônica, pessoas que não têm sequer energia elétrica nas suas casas, que para chegar à zona urbana passam dias dentro de um barco, empurrando esse barco em um rio seco. Quando chegam à cidade, a agência do INSS está fechada. E vamos fazer o que com essas pessoas? Isso é uma falta de respeito do Governo Federal, da direção dessa autarquia, INSS, para com aqueles que mais precisam, trabalhadores rurais, senhoras e senhores que moram lá no meio, no centro da Floresta Amazônica. Está aqui a nossa reclamação. Obrigado.
  • 18/06/2024Breves Comunicações

    O Parlamentar registrou a presença de dois Deputados Estaduais do Acre, seu irmão, Gene Diniz, e Whendy Lima, além de amigos e empresários. Destacou a importância da Câmara dos Deputados como espaço para discutir o futuro do Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Deputado estadual,Acre,Câmara dos Deputados,Saudação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Presidente, agradeço o espaço cedido por V.Exa. Eu pedi este 1 minuto para fazer um registro. Estamos recebendo aqui na Câmara dos Deputados dois Parlamentares lá do meu Estado, o meu querido Acre, o Deputado Whendy Lima e o Deputado Gene Diniz, que é meu irmão, e também alguns amigos, o Alexandre, empresário, o George e o Aerton, que está aqui fazendo a filmagem conosco. Sejam muito bem-vindos à Câmara dos Deputados. Aqui a sociedade brasileira se reúne para discutir o futuro do nosso País. É um prazer tê-los aqui. É uma honra imensa receber amigos, receber Parlamentares Estaduais nesta Casa tão conceituada. Muito obrigado, Presidente.
  • 15/05/2024Breves Comunicações

    O Deputado destacou a urgência na aprovação do Projeto de Lei nº 2.382, de 2023, que beneficia vítimas de enchentes. Ele ressaltou que o projeto visa permitir que pessoas em Municípios atingidos por desastres naturais, como enchentes, alagamentos ou secas, e que tiveram estado de calamidade pública decretado, possam suspender o pagamento de suas dívidas junto às instituições financeiras por até 180 dias. Argumentou que essa medida é essencial para permitir que as pessoas afetadas tenham a oportunidade de recomeçar após perderem seus bens e enfrentarem dificuldades. Solicitou o apoio dos colegas para que o projeto seja pautado em regime de urgência e aprovado na Câmara dos Deputados.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,suspensão,Pagamento,Dívida,Município,Desastre ambiental,Pessoa física,Regime de urgência

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    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Parlamentares, boa tarde a todos. Sr. Presidente, em maio de 2023, eu apresentei a esta Casa o Projeto de Lei nº 2.382, de 2023, em razão das cheias que aconteceram no meu Estado do Acre. Essas cheias atingiram vários Municípios, e eu me vi na obrigação de apresentar um projeto de lei que beneficiasse as pessoas atingidas, da mesma forma que serão beneficiadas, caso seja aprovado o projeto, as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Contudo, passado 1 ano, esse projeto tramitou em apenas uma Comissão. Hoje eu venho à tribuna desta Casa pedir o apoio dos Parlamentares, das Lideranças para que esse projeto entre em regime de urgência. Apresentei um requerimento pedindo que ele seja pautado em regime de urgência e aprovado aqui na Câmara dos Deputados. O projeto diz que as pessoas que residem em Municípios atingidos por enchentes, por alagamentos ou por grandes secas e nos quais tenha sido decretado Estado de calamidade pública poderão parar de pagar suas dívidas junto às instituições financeiras por até 180 dias. Ou seja, se a pessoa deve ao banco ou a uma casa de crédito, vai lá, pede a suspensão dos pagamentos e para de pagar. Isso é importante porque essas pessoas perderam eletrodomésticos, perderam casas, perderam tudo, e o Estado tem que olhar para elas e lhes dar uma oportunidade de recomeçar. Peço, desde já, o apoio de todos os senhores. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 27/09/2023Breves Comunicações

    O Deputado destacou a falta de fornecimento de energia elétrica em áreas críticas da Região Norte e especialmente no Acre. Denunciou a situação de pessoas que têm acesso à infraestrutura elétrica, mas são impedidas de consumir devido a restrições ambientais, pedindo a intervenção do ICMBio. Também mencionou a falta de energia na fronteira entre o Acre e o Amazonas, pedindo apoio dos Parlamentares para a resolução do problema.

    Palavras-chave oficiais: Falta,Energia elétrica,Acre,Amazonas,Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente Pompeo de Mattos. Agradeço-lhe a deferência. Neste momento, milhares e milhares de brasileiros, sobretudo na Região Norte e no meu querido Estado do Acre, não dispõem de um bem essencial, um bem que é um serviço público indispensável: o fornecimento de energia elétrica. Em pleno século XXI, discutimos aqui assuntos importantíssimos para nosso País, mas o básico está faltando no meu querido Estado do Acre, principalmente na região fronteiriça entre o Acre e o Amazonas, bem como nas reservas ambientais. Para que V.Exas. possam compreender melhor esse tema, neste momento, há pessoas que têm próximos a suas residências o posteamento e a fiação — até há casas ligadas à rede de energia elétrica ——, mas que não têm autorização para instalar o medidor e começar a consumir energia, porque se trata de uma reserva ambiental, então precisam da licença do ICMBio. Como que um instituto que deveria zelar pelo bem-estar daquelas pessoas que preservam o meio ambiente, que garantem a manutenção da floresta em pé, que garantem a fauna daquele meio ambiente, não permite que essas pessoas usufruam da energia elétrica? Isso é uma realidade dentro do nosso Estado, que eu presenciei na Reserva Chico Mendes. Da mesma forma, na fronteira Acre e Amazonas, onde é traçada uma linha imaginária, dividindo os dois Estados, os meus irmãos amazonenses — são amazonenses porque suas propriedades ficam além dessa linha imaginária, Linha Cunha Gomes — não dispõem de energia elétrica também porque a empresa concessionária de distribuição no meu Estado não pode fazer as ligações. Eu estive reunido com o Presidente da Energisa Acre, o Sr. Ricardo, que disse que tem a maior boa vontade, mas que é impedido. É preciso que a empresa do Amazonas intervenha e faça essas ligações, mas não as fazem. Inclusive, peço ajuda da bancada do Amazonas nessa pauta. No próximo mês, o Presidente da Energisa estará em Rio Branco. Vamos tentar também uma reunião com o Presidente da Amazonas Energia S.A., que é a concessionária do Amazonas, para que possamos entrar num consenso e para que essas pessoas possam ser atendidas. Há milhares e milhares de pessoas que não têm energia elétrica em suas residências. Muitas vezes, estão olhando para a fiação que está a 100 metros da sua casa, mas, por estarem após uma linha imaginária, são impedidos de ter esse bem essencial. Vejam só, trata-se de um bem essencial, de um direito dessas pessoas. Peço o apoio dos meus colegas Parlamentares para que possamos encampar essa batalha e possamos equacionar esse problema. Todos têm direito a esse bem, que é um bem essencial, um bem público indisponível, que é ter energia elétrica em suas residências. Presidente, agradeço a atenção. Peço a V.Exa. que faça a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação desta Casa, no programa A Voz do Brasil e nos demais meios de comunicação. Muito obrigado e até a próxima oportunidade.
  • 31/08/2023Breves Comunicações

    O Deputado apresentou projeto de lei que altera dispositivo da Lei Geral de Telecomunicações, para estabelecer a fruição por tempo indeterminado dos créditos de telefonia celular pré-paga. Enfatizou que a matéria, se aprovada pelo Parlamento e sancionada, beneficiará milhões de usuários. Também apresentou projeto de lei que estabelece piso salarial de 2.640 reais aos microscopistas, destacando a necessidade de valorizar a categoria. Por fim, manifestou expectativa de que as matérias sejam aprovadas pela Casa.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Telefonia móvel,Crédito,validade,Atuação parlamentar Projeto de lei ordinária,Piso salarial,Profissional de saúde,Especialidade médica,Atuação parlamentar

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    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Parlamentares, hoje o Brasil tem 251 milhões de aparelhos celulares ativos. Desses total, 43% são celulares pré-pagos, ou seja, terminais usados especialmente por pessoas de baixa renda. Ocorre o seguinte: as operadoras de telefonia celular estabelecem um prazo temporal, um horizonte temporal limitado para que as pessoas possam usufruir dos créditos adquiridos. Isso prejudica milhões e milhões de brasileiros. Apresentei hoje um projeto de lei que pretende alterar o art. 3º da Lei Geral de Telecomunicações, especialmente seu inciso XIII, para estabelecer a fruição por tempo indeterminado dos créditos de telefonia celular pré-paga. Caso esta Casa e o Senado aprovem a matéria, nós iremos beneficiar não um ou dois, mas milhões de usuários, que, infelizmente, gastam o seu recurso na compra de créditos para usar o celular, e, se deixam expirar o prazo, em regra de 30 dias, perdem o crédito não usado. Nós podemos mudar isso. Peço o apoio dos colegas para a aprovação desse projeto de lei. Apresentei também projeto de lei para estabelecer piso salarial de 2.640 reais para os microscopistas, profissionais especialmente preparados, e que, infelizmente, não têm essa garantia. Em muitas cidades do nosso País de mais de 5 mil Municípios, não há valorização desse serviço. Então, para valorizar esses profissionais, apresentei projeto de lei que estabelece piso salarial de 2.640 reais, ou de dois salários mínimos. É isso, Sr. Presidente. Agradeço aos colegas a atenção. Espero que os projetos tramitem adequadamente e sejam aprovados por esta Casa. Muito obrigado.
  • 08/08/2023Breves Comunicações

    Manifestação de boas-vindas ao Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Acre, Deputado Luiz Gonzaga, em visita à Câmara dos Deputados. Reunião do Parlamentar com membros da Casa para debate dos elevados preços de passagens e da baixa oferta de voos ao Estado.

    Palavras-chave oficiais: Setor aeroportuário,Passagem aérea,Assembleia Legislativa,Acre,Câmara dos Deputados,Presença

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Pedi este minuto a V.Exa. para fazer um registro. Hoje, a Câmara Federal recebe a visita do Deputado Estadual Luiz Gonzaga, que é Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Acre. Seja muito bem-vindo, Presidente, à Câmara! O Deputado veio a Brasília para se reunir com Parlamentares Federais e tratar de um tema que aflige os acrianos hoje, que é o problema com relação a voos. Temos poucos voos, poucas companhias fazem voos do Acre para o resto do País, e, principalmente, as passagens são caríssimas. Custa 3 mil, 4 mil ou 5 mil reais uma passagem do Acre a Brasília. Esse é um problema que nos afeta. Somos acrianos, vivemos no meio da Floresta Amazônica. Todos cobram a preservação do meio ambiente, mas poucos tentam retribuir aos acrianos pela preservação da floresta. Está feito o registro. Mais uma vez, Deputado Luiz Gonzaga, muito obrigado pela visita! É uma honra recebê-lo aqui na Câmara dos Deputados! Obrigado, Sr. Presidente.
  • 01/08/2023Breves Comunicações

    Repúdio à truculência e desrespeito de funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio, aos produtores rurais na Reserva Extrativista Chico Mendes e no Seringal São Salvador, Estado do Acre.

    Palavras-chave oficiais: Conflito fundiário,Reserva Extrativista Chico Mendes,Seringal,Acre,Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)

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    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, estou aqui para falar em nome de milhares de produtores rurais do Estado do Acre, os quais, infelizmente, sofrem com a truculência e o desrespeito por parte dos órgãos de fiscalização ambiental: IBAMA e ICMBio. E trago aqui dois casos concretos. O primeiro deles ocorreu na Reserva Extrativista Chico Mendes. Olhem o nome da reserva: Chico Mendes. Novecentos e setenta mil hectares de terra é o tamanho dela. Um morador dessa reserva, observando uma castanheira, que estava ao solo há 3 anos e foi tombada pelo vento, resolveu utilizar essa árvore para fazer um curral em sua propriedade. Vejam só, uma árvore morta — há um vídeo para provar isso, Sr. Presidente —, que ele cerrou para fazer um curral. O ICMBio chegou a essa propriedade, utilizou-se de uma motosserra e cortou o curral inteiro. Isso é um absurdo! É um pequeno produtor, um morador da reserva extrativista. Se está na reserva é porque tem licença, não é invasor. E isso aconteceu no Estado do Acre. Já representei ao Presidente do ICMBio, já representei ao Ministério Público Federal e estou trazendo à Câmara dos Deputados o assunto, para que os senhores tomem ciência do que acontece no interior do Acre, o que os órgãos ambientais fazem com aqueles moradores. O outro caso passou-se no Seringal São Salvador, que fica no Rio Purus, na divisa dos Municípios de Sena Madureira e Manoel Urbano. Lá não foi o ICMBio, pois não é reserva; lá foi o IBAMA. Ali há uma propriedade particular de 186 mil hectares — vejam o tamanho! — e pessoas moram nessa área. Porém, foi aprovado um projeto de manejo, e essas pessoas viviam lá há anos. Quando os servidores do IBAMA chegam de helicóptero, todos já correm para a mata, com medo. E aí, não encontrando ninguém em determinada residência, invadem essa residência, ou seja, ali não se aplica o art. 5º, inciso XI, da Constituição Federal, que diz ser a casa asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre. Isso não se aplica ali. O IBAMA invade a residência e passa a destruir os utensílios domésticos, a cortar as redes — porque nessas localidades as pessoas não têm cama, dormem em redes —, destruir os alimentos, quebrar caixas-d'água. Isso tudo, senhores, acontece à luz do dia. Já denunciei a situação à Superintendência local do IBAMA e pedi a instauração de processo administrativo disciplinar. Espero que isso não volte a acontecer. É preciso responder a isso judicialmente; é crime, é dano. Essas pessoas são servidores públicos federais. Não estou aqui criminalizando os órgãos, e sim os maus servidores, que se utilizam de suas prerrogativas para prejudicar pessoas de bem que estão tentando sobreviver no meio da floresta amazônica. É um absurdo! (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Para concluir, Deputado. O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Isso não pode continuar acontecendo, porque são pais de família, trabalhadores, pessoas que estão lutando pela sobrevivência. Não são bandidos, não são marginais, mas estão sendo tratados como se o fossem. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 20/06/2023Breves Comunicações

    Presença no plenário do Secretário de Estado do Governo do Acre, Alysson Bestene Lins.

    Palavras-chave oficiais: Secretário de Estado,Acre,Câmara dos Deputados,Saudação

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    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente, pela deferência. Eu pedi este 1 minuto para fazer um registro. Estou recebendo aqui, na Câmara dos Deputados, o Secretário de Estado Alysson Bestene, que é do meu partido, o Progressistas, pré-candidato a Prefeito de Rio Branco, Capital do Estado do Acre. Seja muito bem-vindo, Secretário Alysson! É uma honra para mim recebê-lo, tê-lo aqui ao meu lado. Você é um amigo que eu estimo bastante. Esta Casa está de portas abertas para você, para o nosso Estado do Acre, que, com muito carinho, tem dado sua colaboração através dos seus Parlamentares federais para o nosso grandioso Brasil. Muito obrigado pela visita. Está feito o registro. Presidente, mais uma vez, muito obrigado pelo carinho e pelo respeito.
  • 07/06/2023

    Assinatura de ordens de serviço para recuperação da BR-364, nos trechos Rio Branco a Riozinho do Andirá e Rio Liberdade a Feijó, no Estado do Acre. Necessidade de instalação, ao longo da rodovia, de balanças de controle de peso veicular.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Recursos financeiros,recuperação,Rodovia federal,Acre,representação,Ministério Público Federal (MPF),Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT),fiscalização,Peso,Veículo de carga

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    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. No último dia 30 de maio, o Governo Federal assinou duas ordens de serviço para a recuperação de dois trechos da BR-364 lá no Estado do Acre: o trecho que vai de Rio Branco até Riozinho do Andirá e o trecho do Rio Liberdade a um outro rio, próximo a Feijó. Ocorre o seguinte, Excelência: recuperação após recuperação, se não houver controle de peso, controle do excesso de peso dos veículos que trafegam na rodovia, rasga-se dinheiro público. Lembro-me de que, quando Deputado Estadual, aconteceu uma alocação de recursos para a recuperação da rodovia e eu trouxe esse tema à pauta. Eu oficiei ao DNIT e representei ao Ministério Público Federal com estas mesmas palavras: "Se o Governo Federal investe o recurso e não coloca balanças fixas para controlar o peso dos veículos, em 1 ano, 2 anos ou 3 anos, no máximo, acabou, deteriorou totalmente a rodovia". Dessa vez, eu reiterei uma representação ao Ministério Público Federal e um ofício ao DNIT solicitando que haja controle, que haja fiscalização, porque, infelizmente, carretas transportando brita, carretas transportando madeira, diuturnamente, não deixam que aquela rodovia tenha uma vida útil razoável, de pelo menos 5 anos ou 10 anos após essa recuperação. Esse é um problema constante que nós moradores da Região Norte enfrentamos — o Estado do Acre, especificamente. Hoje a BR-364 é considerada uma das piores rodovias do País. É uma vergonha! A população cobra diariamente. Nós estamos falando de taxistas, "toyoteiros", caminhoneiros, cidadãos comuns que utilizam a rodovia para ir até a Capital, por questão de saúde ou a negócios. Infelizmente, hoje nós não temos uma rodovia decente, uma rodovia com uma condição mínima de segurança. Apesar dos esforços da bancada federal anterior, não foram liberados recursos, em 4 anos, para a recuperação da rodovia. Agora estão sendo liberados. Espero que o Governo Federal cumpra a promessa de recuperar a rodovia, mas reitero: tem que recuperar a rodovia e controlar o peso dos veículos de carga que lá trafegam, senão é pegar dinheiro público e jogá-lo no lixo. Era o que eu tinha a dizer, Sr. Presidente. Agradeço a atenção de todos. Peço a V.Exa. que esta minha fala seja divulgada nos meios de comunicação desta Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado e até uma próxima oportunidade.
  • 01/06/2023

    Protesto contra a visita do Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ao Brasil, a convite do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lista de crimes praticados pelo ditador venezuelano. Posicionamento do orador contrário ao Projeto de Lei Complementar nº 93, de 2023, sobre a instituição do regime fiscal sustentável para garantia da estabilidade macroeconômica do País; e a criação de condições adequadas ao crescimento socioeconômico, nos termos do disposto no art. 6º da Emenda Constitucional nº 126, de 2022 (novo arcabouço fiscal); e à Medida Provisória nº 1.154, de 2023, acerca da organização básica dos órgãos da Presidência da República e dos Ministérios. Esvaziamento das Pastas dos Povos Indígenas e do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Repúdio ao Governo petista.

    Palavras-chave oficiais: Crítica,Governo federal,Política externa,Presidente da República,Venezuela,Ditadura,Crime,violação,Direitos humanos,Agente de segurança,Agressão,Mulher,Jornalista profissional Crítica,Aprovação,Projeto de lei complementar,Arcabouço fiscal,Despesa pública Voto contrário,Medida provisória,Organização administrativa,Ministério,Poder Executivo,Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima,Ministério dos Povos Indígenas,Repúdio,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT)

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    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente Cabo Gilberto Silva. É uma honra para mim estar, mais uma vez, nesta tribuna. Sr. Presidente, um breve relato dos crimes: estupro, tortura, assassinato, tráfico de entorpecentes, censura. Recompensa: 15 milhões de dólares. Estou me referindo ao atual Presidente da Venezuela. Veio ao nosso País a convite do Presidente Lula, que lhe estendeu tapete vermelho, bateu palmas para que ele dançasse. É uma vergonha para o povo brasileiro receber aqui, com as honras de Chefe de Estado, um cidadão acusado desses crimes. E o Presidente ainda diz o seguinte: "Olhem para esse homem. Vocês acham que ele é um homem mau?" Acredito sim, Presidente, que ele é um homem mau. O segurança eu tenho certeza de que é. O segurança meteu um soco nos peitos da jornalista Delis Ortiz, com a qual, inclusive, eu quero me solidarizar. Agora, imaginem, senhores, se isso tivesse acontecido no Governo anterior. Haveria nota de repúdio de A a Z. É um absurdo, um absurdo, a agressão! Aquele segurança que agrediu a jornalista está protegendo não um cidadão, mas sim um indivíduo em relação ao qual se paga recompensa de 15 milhões de dólares. Então, ele está todo o tempo tenso — não estou aqui defendendo o segurança, não. Ele é mau para caramba! Então, Presidente Lula, pare de envergonhar o País. Pare. Cada vez que V.Exa. abre a boca, envergonha o País; cada vez que V.Exa. recebe um ditador aqui, envergonha o País. Chega! Não foi para isso que foi eleito. Não votei em V.Exa., mas quero que o Governo dê certo, porque quem ganha com isso é a população. Infelizmente, no entanto, o Governo está no caminho do abismo. Votamos aqui, no caso do arcabouço fiscal, uma autorização para que o Presidente da República gaste nos próximos 4 anos mais de 500 bilhões de reais, além do que arrecadará nesse período. Isso é um absurdo. Isso é endividamento. Como vamos pagar essa dívida? Vamos pagar juros e mais juros. Sr. Presidente, mudo um pouco a pauta. Ontem votamos a Medida Provisória nº 1.154, que resultou em 37 Ministérios. É o maior cabide de emprego oficial da história deste País! São 37 Ministérios. Ainda esvaziaram a Pasta do Meio Ambiente e a dos Povos Indígenas, e jogam a culpa no Congresso Nacional. Quem as esvazia é o Governo. Se ele não quer dar poder à Ministra Marina Silva, não dê, mas não jogue em nós a responsabilidade, não. Votei contra e vou continuar votando contra este desgoverno do PT. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 01/06/2023Breves Comunicações

    Boas-vindas à Casa ao Vereador Charles Guimarães dos Santos, da Câmara Municipal de Feijó, Estado do Acre. Saudação à população feijoense, ao Prefeito Kiefer Cavalcante e ao Deputado Estadual Marcus Cavalcante. Convite aos Parlamentares de visita ao Festival do Açaí de Feijó, em agosto.

    Palavras-chave oficiais: Saudação,Vereador,Feijó (AC),Prefeito,Deputado estadual,Festa,Açaí,convite

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    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu pedi este minuto para fazer o registro de que nós estamos recebendo aqui na Câmara dos Deputados o Vereador Charles, do Município de Feijó, no Estado do Acre. Eu já fui Vereador e sei a importância que têm os Vereadores, por isso tenho o maior respeito por todos os Vereadores do nosso País, porque é o Vereador que tem contato diariamente com a população, é ele que recebe as demandas populares todos os dias. Vereador Charles, seja muito bem-vindo à Câmara dos Deputados! Aproveito para mandar um grande abraço a todos os feijoenses, ao Prefeito Kiefer, ao Deputado Estadual Marcus, a toda a população de Feijó, que é a Capital do Açaí. Inclusive, convido todos os colegas Parlamentares para nos fazerem uma visita no Festival do Açaí, no próximo mês de agosto. Muito obrigado pela oportunidade, Sr. Presidente.
  • 16/05/2023Breves Comunicações

    Manifestação de boas-vindas ao Deputado Estadual do Acre, Pablo Bregense, ao empresário Bruno Rosella e ao pecuarista Everton Moreira, em visita à Câmara dos Deputados.

    Palavras-chave oficiais: Deputado estadual,Empresário,Pecuarista,Saudação,Acre

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    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Agradeço a gentileza de V.Exa. e dos colegas também. Pedi este 1 minuto para fazer um registro. Estamos recebendo aqui na Câmara dos Deputados a visita do Deputado Estadual do Acre Pablo Bregense, que é meu amigo; do empresário Bruno Rosella, também meu amigo; e do pecuarista Everton Moreira. Sejam muito bem-vindos à Câmara dos Deputados, à Casa do Povo! Como Deputado Estadual do Acre, para mim é uma honra recebê-los e poder trazê-los aqui para conhecerem este Parlamento, onde já foram discutidos tantos temas importantes para o nosso País. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 04/05/2023Breves Comunicações

    Anúncio de reunião dos Parlamentares da Região Norte para debate de ações prejudiciais aos pequenos produtores rurais, adotadas pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima em conjunto com o IBAMA.

    Palavras-chave oficiais: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),Prejuízo,Produtor rural,Acre,Agronegócio,Desmatamento

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    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Bom dia, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares. Na próxima quarta-feira, dia 10 de maio, às 17 horas, haverá uma grande reunião no Congresso Nacional com todos os Parlamentares da Região Norte. Estão sendo convidados todos os Senadores e todos os Deputados Federais para tratarmos de um tema de suma importância. Recentemente, ações do Ministério do Meio Ambiente e do IBAMA resultaram em apreensão de animais, embargo de propriedades. Isso tem causado muita preocupação, sobretudo nos pequenos produtores. Já aconteceu uma reunião na sede do Ministério. Desta feita, será realizada uma nova reunião, com todos os Parlamentares da Região Norte aqui na Câmara dos Deputados, que irá tratar a respeito desse tema, o qual considero muito importante, pois, segundo informações do próprio Ministério, 1,5% dos produtores rurais são responsáveis por mais de 60% de todo o desmanche que acontece na Região Norte. Então, não se pode colocar sobre os pequenos uma responsabilidade que não é deles. E essas pessoas, neste momento, estão muito aflitas, porque, se é embargada uma propriedade, se o produtor não pode utilizá-la, o que ele vai fazer com os animais? Ele é obrigado a vendê-los para os frigoríficos, que infelizmente vão pagar um preço abaixo do de mercado, porque, neste momento, há muitas pessoas tentando vender os animais. Esse é um grave problema que o nosso País enfrenta. Oito por cento da população está desempregada, a população ativa, que busca emprego. E aqui estamos tratando de pessoas que estão trabalhando, tirando o seu sustento da terra. Nós temos que corrigir isso. Acredito que, na mencionada reunião, vamos conseguir sensibilizar esses órgãos do Governo, para que seja dado um prazo, para que seja encontrada uma alternativa, porque não podemos punir a população. Se determinado Governo tem para esse setor uma política que incentiva a produção, que incentiva o desmatamento, por exemplo, e, em seguida, vem outro Governo com uma política diametralmente oposta, não se pode punir a população. As pessoas acreditam no Governo. Hoje, quem está na Presidência é o Presidente Lula, que tem determinada política. Amanhã, teremos um novo Governo. Se a política desse novo Governo for totalmente diferente, não poderemos punir a população que acreditou no Governo anterior. É isso que está acontecendo. Nós tínhamos um Governo que incentivava a produção, incentivava o agronegócio, e agora os órgãos do Governo atual estão punindo essas pessoas que acreditaram, que investiram, que colocaram as suas economias na terra, que desmataram, muitos deles com licença, é claro. Na Região Norte, pode-se desmatar apenas 20% da propriedade. Se há uma área de terra de mil hectares, por exemplo, pode-se desmatar legalmente 200 hectares. E, para se conseguir a licença, é extremamente difícil. Eu vejo que muitas pessoas se declaram a favor do meio ambiente, que defendem a natureza. Eu também não defendo o desmatamento desenfreado, mas é muito fácil defender isso às custas dos outros, às custas de pessoas que estão vivendo no meio da Floresta Amazônica. Obrigado.
  • 30/03/2023Breves Comunicações

    Necessidade de liberação, pelo Governo Federal, de maiores recursos ao Estado do Acre para enfrentamento das enchentes. Indignação com as críticas ao agronegócio brasileiro, por parte do Presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos - ApexBrasil, Jorge Viana. Gestão desastrosa do então Governador do Estado do Acre, Jorge Viana.

    Palavras-chave oficiais: Inundação,Enchente,Município,Acre,Abrigo provisório,Rio Branco (AC),Governo federal,atuação Presidente,Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil),Visita oficial,China,Crítica,Agronegócio,Produção agrícola,Ministro de Estado,Ministério da Agricultura e Pecuária,Defesa,declaração,Desenvolvimento sustentável

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    O SR. GERLEN DINIZ (PP - AC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, eu ocupo a tribuna inicialmente para pedir socorro, para pedir ajuda para o meu Estado, o Acre, que enfrenta uma grande cheia. Infelizmente, até o momento, o Governo Federal ajudou muito pouco. Para os senhores terem uma ideia, somente em Rio Branco, 48 mil pessoas foram atingidas pelas enchentes. E as enchentes também atingiram Sena Madureira, Assis Brasil, Brasileia, ou seja, vários Municípios. Atualmente, em Rio Branco, 3.551 pessoas estão em abrigos. E toda a ajuda que o Governo Federal deu, até este momento, foi apenas 1,4 milhão de reais para a Prefeitura de Rio Branco. É muito pouco! O Governo Federal precisa olhar mais para aquele Estado pobre, carente, que necessita muito de auxílio. Mudando a pauta, senhoras e senhores, quero dizer que eu estava ouvindo há pouco o Líder do PSOL, que disse a seguinte frase: "Demonizar empresas públicas só no Brasil". Mas há outras coisas que também só acontecem no Brasil. Por exemplo, o Presidente da ApexBrasil, uma agência de promoção de exportações e investimentos, vai à China, que é o nosso principal comprador, e critica o setor que mais exporta no Brasil. A China é responsável por comprar 30% de tudo aquilo que nós produzimos. E aí o Presidente da ApexBrasil vai lá e critica o agronegócio, o nosso setor que mais exporta. Ao fazer isso, ele não está prejudicando os empresários, as pessoas que movimentam esse setor; está prejudicando milhares e milhares de brasileiros que dependem desse setor. Isso é um absurdo! Esse senhor tinha, no mínimo, que pedir desculpas ao povo brasileiro, já que ele não vai pedir demissão do cargo. E, para piorar, Sr. Presidente, hoje o Ministro da Agricultura e Pecuária, o Sr. Carlos Fávaro, defendeu o Sr. Jorge Viana, dizendo que o posicionamento dele foi favorável à produção sustentável. Vejam só: produção sustentável! Ele governou o Acre por 20 anos, foi Governador por duas vezes, foi Senador e, quando saiu do poder, os servidores públicos ficaram sem receber salário, o 13º salário. Depois desses 20 anos, no Estado do Acre, mais da metade da população recebe Bolsa Família. Esse é o desenvolvimento sustentável defendido por esse senhor que atualmente é o Presidente da ApexBrasil? Isso é um absurdo, senhores! Esse cidadão não tem condições de representar o nosso País no exterior. Ele vai falar muitas outras bobagens no futuro, podem esperar. Eu o conheço. Convivi com essas pessoas. Fui da oposição por quatro anos na Assembleia Legislativa do Estado do Acre. Sei o que fizeram naquele Estado. A criminalidade explodiu. O Acre ganhou as manchetes nacionais, não só em razão da miséria que implantaram no Estado, mas também em razão da criminalidade. Muito obrigado.
  • 14/03/2023Breves Comunicações

    Necessidade de identificação dos mandantes do assassinato da Vereadora Marielle Franco, do Rio de Janeiro, e do Prefeito Municipal de Santo André, Celso Daniel.

    Palavras-chave oficiais: Vereadora,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Rio de Janeiro (RJ),Homicídio,investigação,Autor intelectual Prefeito,Partido dos Trabalhadores (PT),Santo André (SP),Homicídio,investigação,Autor intelectual

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    O SR. GERLEN DINIZ (PP - AC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Eu quero fazer coro com os colegas Parlamentares que perguntam quem mandou matar Marielle. Nós precisamos saber, o Brasil precisa saber, esta Casa precisa saber. Foi um crime de mando, e os mandantes têm que ser punidos. Mas eu quero fazer outra pergunta também: quem mandou matar Celso Daniel? Eu tenho em minhas mãos uma reportagem da revista Veja do dia 6 de julho de 2022 que diz o seguinte: De mais a mais, o que se pode extrair da reunião de dados neste apuratório é a suspeita de que, após o assassinato do ex-prefeito Celso Daniel, o empresário Ronan Maria Pinto, com base em informações que deteria acerca das circunstâncias da morte dele, teria extorquido os outros supostos envolvidos (ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, José Dirceu de Oliveira e Silva, Gilberto Carvalho e Klinger de Oliveira Sousa), de maneira que estes teriam efetuado o pagamento do valor de aproximadamente 6 milhões de reais em troca de seu silêncio, o que viabilizou de sua parte a compra da empresa jornalística "Diário do Grande ABC", diz o relatório do MPSP. Então, quem mandou matar Celso Daniel?
  • 08/03/2023Breves Comunicações

    Visita, à Câmaras dos Deputados, de causídico e dos Deputados Estaduais Whendy Lima, Gehlen Diniz  e Marcus Cavalcante, do Estado do Acre. Encontro da bancada federal acriana com o Governador Gladson Cameli e o seu secretariado.

    Palavras-chave oficiais: delegação,Deputado estadual,Reunião,Bancada parlamentar,Governador,Acre

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    O SR. GERLEN DINIZ (Bloco/PP - AC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sra. Presidente, pelo minuto concedido. Pedi esse espaço para fazer o registro da presença de três Deputados Estaduais que estão nos visitando hoje: o Deputado Whendy Lima, o Deputado Gene Diniz e o Deputado Marcus Cavalcante. Também nos visita um amigo, o advogado Dr. Márcio, lá do Estado do Acre. Sejam muito bem-vindos à Câmara dos Deputados! Hoje, os Deputados acrianos da bancada federal recebem a visita do Governador Gladson Cameli e de todo o secretariado. Está feito o registro. Muito obrigado e até uma próxima oportunidade.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.