
Nome civil: Flávio Rodrigues Nogueira · 73 anos
Bananômetro
89/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 90% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 98%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 90%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 68%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 82%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 97%das 792 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 98%das 812 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.flavionogueira@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5811
- Gabinete
- Gabinete 811, Anexo IV, 8º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
98%
Esteve em 384 de 391 sessões
Votou nas votações
90%
Registrou voto em 1.017 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 19 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
97%
Em 792 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
175 discursos na tribuna e 2 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 13/02/2019 a 14/10/2026.
- 09/04/2024Breves Comunicações
O Deputado destacou a importância de o Brasil liderar a transição para fontes de energia renovável, como sol, água, vento e biomassa, em vez de depender de matrizes energéticas emissoras de carbono. Ressaltou o potencial do País, com vastos recursos naturais, para se tornar uma nação líder na redução das emissões de carbono. Enfatizou a necessidade de leis específicas para impulsionar essa transição e expressou confiança de que o Brasil pode contribuir positivamente para a sustentabilidade global.
Palavras-chave oficiais: Brasil,Fonte alternativa de energia,transição,Legislação,Recursos naturais
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, o Brasil não pode perder o protagonismo nessa transição da energia que vem das matrizes emissoras do gás carbônico, petróleo, carvão e gás mineral para matrizes energéticas renováveis, que nós temos muito no Brasil, como sol, água, vento e biomassa. Aliás, o Brasil já começou isso na frente, há muito tempo, e parece que se acomodou e passou a ser também um emissor de gás carbônico. O Brasil está no 14º lugar. É pouco ainda, mas estamos bem à frente por causa das hidrelétricas feitas no passado, que substituíram e podem substituir essas energias provenientes de matrizes energéticas, repito, emissoras de gás carbônico. Somos de um País gigante, onde temos florestas, um manancial muito grande de águas, vento no Nordeste, nas praias, nas caatingas e a incidência grande de sol. Temos como transformar a biomassa em energia, tudo isso renovável. Por isso é que o Governo brasileiro está tentando, estudando. E esta Casa tem a obrigação de fazer leis específicas para isso, a fim de nos tornarmos uma Nação que, de fato, não contribua com a emissão do gás carbônico. Eu acho que não devemos perder a esperança. Quem perde a esperança perde tudo. Este País é grandioso e tem um bom Governo. Com certeza, nós iremos contemplar o planeta global, no sentido de transformar a energia emissora de gás carbônico em energia renovável. Sr. Presidente, que esta minha fala seja noticiada no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 27/03/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou sua opinião sobre a visita do ex-Presidente Bolsonaro à Embaixada da Hungria, refutando a ideia de que tenha sido apenas uma visita de cortesia. Ele sugeriu que Bolsonaro poderia ter ido à embaixada para buscar asilo diplomático, especialmente considerando a apreensão de seu passaporte pelas autoridades brasileiras. Destacou que embaixadas são consideradas territórios do País ao qual pertencem e que oferecem proteção aos indivíduos dentro de suas instalações. Ele criticou a falta de clareza e transparência em relação aos motivos da visita de Bolsonaro à embaixada.
Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Embaixada estrangeira,Hungria,Asilo político,Fuga (direito penal)
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, um Deputado da Oposição há pouco fez um pronunciamento, daquele microfone, e disse que estão tirando muitas conclusões erradas, principalmente nós, sobre a ida de Bolsonaro à Embaixada da Ucrânia. Disseram: "Não foi nada demais, foi uma visita. Ele foi lá apenas conversar com o embaixador". Ora, pensam que todo mundo é idiota, que todos são iguais. A melhor suposição que se pode fazer sobre a ida de Bolsonaro à Embaixada da Ucrânia é de que foi pedir asilo diplomático. Tomaram o passaporte dele. O passaporte dele foi apreendido. Tomaram o passaporte por quê? Para ele não fugir. Mas existe a saída do asilo diplomático. O território de cada embaixada é território de outro país, e polícia nenhuma pode entrar. A Embaixada da Ucrânia é território da Ucrânia. E mais: ele pode ser transportado para o aeroporto com salvo-conduto. Existe esse documento diplomático. Ora, qual é o problema para Bolsonaro em assumir que ele é o chefe de tudo isso? Todo líder executa o seu papel de liderança, se é que esse é o líder. Não se pode esconder que houve uma intentona de golpe. Dizem: "Não, não houve, não tem líder". Não sabem nem explicar o que aquele pessoal acampado em frente ao Quartel do Exército fazia. O que querem fazer? Querem fazer o povo brasileiro, como se diz na Região Nordeste, de abestado. É cada enredo, é cada narrativa! Nem uma criança de 5 anos acredita nisso. Ora, ele foi ali conversar na calada da noite eita conversa comprida, gente! , noite adentro, e dormiu na Embaixada da Hungria. Só está faltando mesmo ele assumir, porque todo chefe de movimento assume o que faz. Pois era essa, Sr. Presidente, a minha fala de hoje. Gostaria que ela fosse divulgada no programa A Voz do Brasil e demais meios de comunicação da Casa. Muito obrigado. - 21/03/2024Breves Comunicações
O Deputado abordou a votação do projeto sobre as mudanças no ensino médio, destacando a importância de aumentar a carga horária e oferecer cursos técnicos para tornar a educação mais atrativa e reduzir a evasão escolar. Ele ressaltou que essas mudanças não serão suficientes para resolver o problema, pois o desemprego é um grande motivador da evasão. Defendeu a importância de associar a economia ao social, citando a necessidade de políticas que promovam a distribuição de renda e combatam a fome. Ele criticou a idolatria à economia financeira e enfatizou a importância de programas sociais.
Palavras-chave oficiais: Ensino médio,alteração,Evasão escolar,Desemprego,Economia,Programa social,Distribuição de renda,Fome
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, ontem, neste plenário, foram votadas mudanças relativas ao ensino médio. Houve muitas discussões, discussões tensas, socos na mesa, exaltação de egos, mas, tudo bem, tudo por uma boa causa. Nós votamos mudanças de carga horária, fizemos votações para que o ensino médio seja mais atrativo aos jovens e para que, segundo a maioria, a evasão escolar diminua. Não há dúvida de que mudanças precisavam ser feitas, relacionadas principalmente a carga horária. É importante não só o aumento de carga horária, como também a qualificação desses jovens. O jovem precisa sair do ensino médio com o curso técnico é lógico que isso é optativo , para que possamos ter, sim, a garantia de que ele poderá entrar no mercado logo depois do término do seu curso, com vagas garantidas. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, a evasão escolar não vai acabar somente com essas mudanças. Há o desemprego, que é gritante. O desemprego, que foi aumentado ao longo do Governo passado, faz com que o jovem saia da escola para ajudar na renda da família, porque o pai e a mãe estão desempregados, embora a política social do atual Governo tenha diminuído bastante essas taxas e feito com que se possa prender o aluno na escola. É por isso que nós falamos sempre da importância que deve ter a associação da economia com o social. Lá no tempo ainda do Brasil colonial e depois do império, já se falava numa tal de economia política, de cujo grande baluarte e defensor era o Visconde Cairu, um dos grandes estudiosos do liberalismo na formação do Estado brasileiro. Já naquela época, o Visconde Cairu dizia que havia a necessidade, sim, de que a economia, o setor de produção e o setor de consumo estivessem associados, portanto, ao problema social, à distribuição da produção para os mais necessitados. É por isso que nós temos fome no Brasil, que é um dos maiores produtores de grãos, que alimenta vários países do mundo, os ricos, evidentemente, e ainda temos que trabalhar, fazer essa guerra contra a fome aqui no País, exatamente pela necessidade e também pela conjuntura de muitos que fazem essa economia em nosso País. Vivemos aqui idolatrando a economia financeira. O sistema financeiro especulativo nada mais é do que o capitalismo pária, pária porque é somente deles, é estritamente deles, sem, de maneira alguma, estar interessado no conjunto, no conserto da Nação. Somente essas mudanças na carga horária, nas matérias, nas disciplinas, temos certeza, não vão resolver o problema da evasão escolar. Por isso, o Presidente Lula se preocupa muito com a economia ligada ao social. Programas sociais têm que existir. O Banco Central, que é modelo para o mundo, não é modelo para o nosso País, porque é gritante a falta de conhecimento de que podemos caminhar juntos, com produção e assistência social àqueles que tanto necessitam neste País. Sr. Presidente, queria que este meu pronunciamento fosse, portanto, anunciado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 19/03/2024Breves Comunicações
O Deputado destacou a gravidade das tentativas de golpe e a falta de necessidade de uma minuta para caracterizá-las, citando exemplos históricos. Enfatizou a necessidade de punição para prevenir futuras rupturas institucionais, destacando que uma vez instalada a ditadura, não há Justiça para punir os responsáveis.
Palavras-chave oficiais: Golpe de Estado (crime),minuta,Ditadura,Democracia
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, a moda agora é falar, Deputado Florentino Neto, dessa minuta. A conversa é que não houve minuta, ou, então, que é uma minuta apócrifa, que ninguém assinou, por isso ninguém pode ser culpado ou condenado. Ora, as minutas ou textos que justificam o estado formal de uma ditadura são feitas após a conclusão do ato. O Ato Institucional nº 1, de 1964, foi feito depois que foi dado o golpe de Estado. Vejam o que ele diz: "A revolução vitoriosa se investe no exercício do Poder Constituinte. Este se manifesta (...) pela revolução". Aí diz: "(...) como Poder Constituinte, se legitima por si mesma. Ela destitui o governo anterior e tem a capacidade de constituir o novo governo". Essa é a chamada ruptura institucional, é o golpe. Não é preciso que haja minuta. Essa minuta pode vir depois, como aconteceu em 1964, quando as tropas do General Olímpio Morão Filho foram de Juiz de Fora para o Rio de Janeiro. Lá atrás, também houve um contragolpe, igual ao que fez o General Freire Gomes. O General Lott ameaçou prender o Presidente da República Carlos Luz, que teve de se refugiar. Por quê? Porque quis dar um golpe para impedir que Juscelino Kubitschek de Oliveira assumisse o Governo depois de eleições livres. Agora, o General Freire Gomes disse a Bolsonaro que o prenderia também, se ele praticasse um golpe para impedir a posse do Presidente Lula. Então, houve crime. Uma vez instalada a ditadura, não há mais Justiça para punir ninguém! A Justiça é o próprio poder constituinte. De quem? Da ditadura. Portanto, tendo ou não sido feita essa minuta, houve crime e tem que haver punção, não tem que haver anistia, senão isso vai ficar sempre se repetindo na história do Brasil. Sr. Presidente, agradecido, peço por favor que este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 12/03/2024
O Deputado corrigiu sua declaração anterior, esclarecendo que atualmente existem 600 campi de institutos federais no Brasil e que o Presidente autorizou mais 100, totalizando 700, com a meta de atingir mil até o final do mandato presidencial.
Palavras-chave oficiais: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Instituto Federal),Discurso parlamentar,esclarecimento
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, uso a palavra apenas para fazer uma correção. O que eu quis dizer no pronunciamento que fiz anteriormente foi que temos no Brasil 600 institutos federais, 600 campi, e hoje o Presidente autorizou a construção de mais cem. Portanto, serão 700. E o Presidente quer, até o final do seu Governo, construir um total de 1.000. Era essa a correção. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 12/03/2024Breves Comunicações
O Deputado destacou os avanços na educação promovidos pelo Presidente Lula, mencionando a criação dos institutos federais em 2008, que trouxeram uma nova perspectiva para a educação no Brasil. Ele ressaltou a importância dessas instituições, que oferecem formação em diversos níveis, desde a formação inicial continuada até a pós-graduação, contribuindo para a formação dos jovens brasileiros. Enfatizou que, enquanto alguns pedem mais prisões e aumento de penas, o investimento em educação é uma maneira eficaz de reduzir a criminalidade, proporcionando oportunidades de estudo e capacitação para as crianças e jovens. Ele elogiou a iniciativa do Presidente Lula de autorizar a implantação de mais 100 campi de institutos federais, expressando apoio à meta de construir mil campi. O Estado do Piauí foi mencionado como beneficiário dessas políticas, com três unidades de institutos federais. O Deputado agradeceu ao Ministro da Educação, Camilo Santana, e ao Presidente Lula por essas conquistas.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Investimento público,Educação,redução,Criminalidade,Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Instituto Federal),Piauí
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Sras. e Srs. Deputados, o Presidente Lula, de fato, é um Presidente de mente esclarecida. Não é, portanto, portador de uma mente atrasada. Em 2008, ele havia criado os primeiros institutos federais do Brasil, que deram certo, que deram uma nova imagem à educação neste País, uma imagem de ensino verticalizado, que começa com a formação inicial continuada; passa pelo nível técnico, pela licenciatura, pela graduação; e chega à pós-graduação. Assim o Brasil formou, em todos os Estados, essas unidades especiais, que vêm fazendo bem à formação do jovem no Brasil. Às vezes, nós vemos muitos pedirem a construção de prisões, o aumento de penas para os presos, para os delinquentes, como dizem, mas ninguém os vê dizer que é possível diminuir, como já estamos diminuindo, os índices de criminalidade no Brasil construindo institutos e escolas públicas em tempo integral, por exemplo, também numa ação do Governo Federal, para que as crianças e os jovens possam fazer um curso técnico ou uma graduação, um nível superior. É isso que o Presidente Lula está fazendo. O Brasil tem 600 campi de institutos federais. O Presidente Lula autorizou a implantação de mais 100 campi. Quer ele e queira Deus que nós possamos construir, como disse ele, mil campi de institutos federais! Nós já temos 600 campi. Construir mil campi é a meta do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O nosso Estado do Piauí, graças a Deus, foi agraciado com três unidades de institutos federais: nos Municípios de Esperantina, Barras e Altos, onde temos atuação política. Agradecemos muito ao Ministro da Educação, Camilo Santana, e ao nosso grande Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sr. Presidente, eu queria que este pronunciamento fosse registrado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 05/03/2024Breves Comunicações
O Deputado destacou as preocupações sobre o relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), revelando a concessão irresponsável de registros de armas, suspeitando de motivações antidemocráticas.
Palavras-chave oficiais: Tribunal de Contas da União (TCU),Relatório (documento administrativo),liberação,registro,Arma,Tentativa (crime),Ato antidemocrático
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, voltando ao assunto que o Deputado Helder Salomão iniciou, sobre o relatório do Tribunal de Contas da União, sobre essa licenciosidade para registros de armas aos tais caçadores, colecionadores e atiradores, isso é algo que deixa o País, assim, de boca aberta, tamanha a desfaçatez da liberação de tantas armas para essas atividades. Estavam armando a população civil, ao que parece para estarem, exatamente, ali presentes no dia em que de fato se concretizasse o tal golpe. Queriam transformar este País em um barril de pólvora, num caos, com a população toda armada e catequizada para que fosse implantada neste País uma ditadura civil-militar à custa do armamento da população civil. Vejam o que diz aqui: 2.690 é o número de pessoas que conseguiram renovar o registro de CACs, mesmo com mandados de prisão em aberto. Pessoas com prisão domiciliar poderiam conseguir armas, registrar armas. Isso é um absurdo, um absurdo mesmo, deliberado! Segundo o relatório do TCU, 22.493 CACs estão inscritos no CadÚnico, a base de dados do Governo Federal de pessoas de baixa renda. Há a suspeita de que são laranjas, pessoas que não têm condições de comprar uma arma, mas estavam lá registradas como compradores. Sra. Presidente, agradecendo a V.Exa., eu quero que o meu pronunciamento seja registrado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 22/02/2024Breves Comunicações
O Deputado abordou o depoimento do ex-Presidente da República à Polícia Federal, destacando que, embora ninguém considere isso positivo, é importante garantir responsabilização legal para evitar a banalização de golpes no País. Ele citou o exemplo de Juscelino Kubitschek para ilustrar como líderes políticos podem ser punidos após apoiar regimes autoritários. Enfatizou os danos sociais e econômicos das ditaduras passadas no Brasil e a necessidade de evitar que tais regimes se repitam.
Palavras-chave oficiais: Golpe de Estado (crime),Tentativa (crime),Ex-presidente da República,Depoimento,Polícia Federal (PF) Democracia,Autoritarismo,Ditadura militar,Crise socioeconômica,Golpe de Estado (1964),Golpe de Estado,Anistia política,Devido processo legal
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Hoje o ex-Presidente prestará depoimento à Polícia Federal. Ninguém, seja político, seja brasileiro, em sã consciência, acha isso bom. Ninguém quer ver o ex-Presidente sentado ali, na cadeira de réu, sendo inquirido pela Polícia Federal pelo que propôs fazer deste País: uma ditadura. De fato, essa é uma imagem muito ruim para a história, para a biografia de qualquer político, qualquer cidadão que preza por sua imagem. Queremos também dizer que a história nos adverte que não só o líder maior, o chefão, quando ganha esse intentado ou essa intentona, chegando lá, esquece aqueles que fizeram a tal revolução, porque sempre preferem a turma de chegada. Sempre é necessário haver a militância, sempre é necessário haver aqueles mais revoltados, os mais estridentes na fala, para que o processo possa chegar ao seu final. É o prelúdio que se diz de um golpe, é o caos, os grandes discursos falsos, narrativas que não dizem a verdade, para que se possa criar repito o caos e depois fazer a intentona, tentar o golpe. Mas não foi isso o que aconteceu, graças a Deus, aqui no Brasil. Eu quero lembrar, por exemplo, que Juscelino Kubitschek de Oliveira, ex-Presidente da República, construtor desta Capital, líder maior do PSD, conspirou contra a democracia em 1964, porque tinha um projeto político de voltar novamente a ser Presidente da República. Ora, o golpe triunfou e Juscelino, procurado pelos golpistas, já vitoriosos, chegou a votar no primeiro Presidente militar, em abril de 1964, aqui neste recinto. Ele, como Líder maior do PSD de então, fez com que quase toda a bancada de Senadores e Deputados votassem a favor da eleição indireta do Marechal Humberto de Alencar Castello Branco. E o que foi que houve com ele? Depois, o próprio Marechal Castello Branco cassou o seu mandato. Exilado, ficou lá sofrendo a angústia de não poder estar no seu País, exatamente pagando por aquilo que ele fez, a traição à Pátria. Então, todos devem ser punidos, não devem ser anistiados, porque, senão, perpetua-se, banaliza-se a instituição do golpe neste País. Revendo a história, nós podemos ver quantas tentativas de golpe umas sucessivas e outras não tivemos aqui nesse grande País, o Brasil. E, vejam bem, todas essas ditaduras trouxeram problemas cruciais na vida econômica, na vida social do brasileiro. Viúvas não sabiam onde seus maridos estavam, se estavam mortos ou vivos. E é isso que nós não queremos que volte mais ao Brasil. Por isso, é correto, deve-se legalmente, dentro do processo legal, ouvir todos aqueles que fizeram parte da intentona do golpe no dia 8 de janeiro do ano passado. Sr. Presidente, peço que essa minha oração seja divulgada no programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 21/02/2024Breves Comunicações
O Deputado relembrou o período sombrio da escravidão no Brasil, destacando a insensibilidade de usar o sofrimento como escudo político. Criticou a deturpação de declarações do Presidente Lula por autoridades israelenses, ressaltando a história de solidariedade brasileira durante o nazismo.
Palavras-chave oficiais: Escravidão,Brasil,avaliação Presidente da República,declaração,Guerra,Israel,Hamas,Nazismo
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, durante quase 4 séculos o Brasil viveu um dos piores momentos de sua história: a escravidão. A travessia do Atlântico, nos navios negreiros, da África para o Brasil era um horror. Milhares de pessoas morriam asfixiadas no porão de navios. Amontoadas, ali faziam as suas necessidades fisiológicas; ali comiam, faziam suas refeições, se é que se pode chamar de refeição. Quando chegavam aos portos brasileiros, muitas delas já nem iam mais a leilão. Eu faço esse introito para lembrar que nenhuma nação tem o direito do monopólio sobre o sofrimento, a dor. Não podem usar isso como escudo para fazer uma defesa do seu Estado, para reclamar contra declarações de um Estado como o Brasil, cujo representante é um líder mundial, deturpando uma declaração que o Presidente Lula fez na Etiópia. Ora, este País, o Brasil, tem uma tradição: seus filhos lutaram contra o nazismo. Muitos embaixadores e diplomatas brasileiros cito dois, o Embaixador Souza Dantas e a diplomata Aracy Guimarães Rosa emitiram passaportes, entre aspas, "ilegalmente", em Paris e em Hamburgo, na Alemanha, para que os judeus viessem aqui para o Brasil, ficassem livres da tortura do nazismo e, como seres humanos, da perseguição. Nem com isso os dignatários do Estado de Israel respeitam o passado dos brasileiros, deturpando a palavra do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em desrespeito a Oswaldo Aranha, que criou, como Presidente da Assembleia Geral da ONU, o Estado de Israel. O Chanceler de Israel disse que Lula havia cuspido no povo judeu. Quem cuspiu foram eles, com as suas boçalidades, nas sepulturas de Oswaldo Aranha, de Souza Dantas e de Aracy Guimarães Rosa. Muito obrigado, Sr. Presidente. Peço que minha palavra seja publicada no programa A Voz do Brasil. - 12/12/2023Breves Comunicações
O Deputado abordou a preocupação internacional sobre as tensões entre Guiana e Venezuela. Destacou a história pacífica da América do Sul e a resolução diplomática das fronteiras brasileiras. Enfatizou a doutrina da neutralidade adotada pelo Brasil, respeitando a autodeterminação dos povos. Mencionou chanceleres que consolidaram essa política, como Afonso Arinos, Santiago Dantas e Vieira Araújo. Afirmou que a neutralidade busca imparcialidade, mas o Brasil prioriza o direito sobre a justiça.
Palavras-chave oficiais: Conflito,Guiana,Venezuela,Brasil,Diplomacia,Diplomata,Pacifismo,Princípio da autodeterminação dos povos,Neutralidade,imparcialidade
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, o Brasil, toda a América do Sul e o mundo veem apreensivos o problema de fronteiras entre a Guiana e a Venezuela. A América do Sul tem um passado muito pacífico. O último conflito, se podemos dizer assim, e muito rápido, ocorreu entre a Argentina e a Inglaterra, com o problema das Malvinas. Mas vem à tona outro conflito, que, repito, é esse da Guiana com a Venezuela. O Brasil, que é o maior país em área da América do Sul e um dos maiores em extensão territorial contínua do mundo, resolveu o seu problema de fronteiras há muito tempo, graças à diplomacia, que, primeiro, teve o cuidado de saber qual o tamanho do País que iria ser o Brasil. Alexandre de Gusmão e Duarte da Ponte Ribeiro tiveram importância nessa demarcação, o próprio José Bonifácio também e, concluindo essa parte de fronteiras, o grande Barão do Rio Branco, que é o Patrono da Diplomacia Brasileira. Lá pela década de 1970, três chanceleres, seguidos um do outro, embora com pouco tempo no Ministério das Relações Exteriores, a começar por Afonso Arinos, Santiago Dantas e Vieira Araújo, fizeram com que o Brasil passasse a ter sistematizada uma doutrina, a doutrina da neutralidade, a doutrina que respeita todas as decisões soberanas de cada povo, a autodeterminação desses povos. Criou-se, inclusive, um tipo de política externa chamada Política Externa Independente PEI, em que cada nação decide o seu destino. Cada nação consegue, portanto, ir em frente com o seu destino. E, por isso, o Brasil tem sido neutro. Quando o Presidente Lula opina sobre conflitos, ele está de acordo com a neutralidade, consolidada por esses chanceleres. O que é a neutralidade? A neutralidade é ter imparcialidade. Mas, quando da imparcialidade entre a justiça e o direito, ficamos com o direito, e é isso o que tem sido feito há muito tempo pela nossa diplomacia e pela política externa deste Governo. Sr. Presidente, quero, portanto, que V.Exa. autorize o registro no programa A Voz do Brasil de meu pronunciamento. Muito obrigado. - 05/12/2023Breves Comunicações
O Deputado homenageou a cidade de Anísio de Abreu, Piauí, pelo seu 61º aniversário de emancipação política, congratulando a população e o Prefeito Raimundo Nei Ribeiro.
Palavras-chave oficiais: Homenagem,Aniversário de emancipação política,Anísio de Abreu (PI),Prefeito
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, apenas quero cumprimentar os habitantes e amigos da cidade de Anísio de Abreu, no sul do meu glorioso Estado do Piauí, que hoje completa 61 anos de emancipação política. Trata-se de uma cidade promissora, com uma boa gestão e muitas obras a inaugurar. Enfim, merece toda a nossa admiração, todo o nosso trabalho e, por conseguinte, nossos parabéns por mais uma efeméride. E, se Deus quiser será sempre uma cidade com progresso e que oferece saúde e educação a seu povo. Então, ao cumprimentar o Prefeito Raimundo Nei Ribeiro, cumprimento todos os amigas e as amigas de Anísio de Abreu, lá no sul do meu Estado do Piauí. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 28/11/2023Breves Comunicações
O Deputado defendeu a indicação do Ministro Flávio Dino para o Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Presidente Lula, contestando a Oposição. Destacou que diversos políticos já ocuparam cargos no STF, incluindo ex-Deputados e Senadores, citando o ex-Ministro Adauto Lúcio Cardoso. Criticou a indicação pelo ex-Presidente Bolsonaro de um Ministro "terrivelmente evangélico", censurando o uso da religião como critério para escolha ao cargo de Ministro do STF. Além disso, enalteceu a trajetória democrática do Ministro Flávio Dino, que já atuou como Deputado Federal, Governador e Senador. Por fim, rejeitou as narrativas da Oposição, exaltando a legitimidade democrática da escolha de Flávio Dino para o cargo de Ministro do STF.
Palavras-chave oficiais: indicação,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Presidente da República,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Supremo Tribunal Federal (STF),Oposição política,Político,Religião
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, é interessante a Oposição falar de ações do Governo Lula, de indicações a Ministro do Supremo Tribunal Federal, dizer que não pode um político ser indicado para o Supremo Tribunal Federal. Quantos Deputados e Senadores já não foram indicados, foram Ministros do Supremo Tribunal Federal? E aqui cito Adauto Lúcio Cardoso, grande liberal, que foi um grande Ministro do Supremo Tribunal Federal. Ele, inclusive, chegou até a se rebelar lá contra uma lei oriunda do Poder Executivo, se não me engano, do Presidente Médici, que estabelecia uma censura prévia à imprensa, que foi aprovada pelo colegiado. Por não aceitar aquele arbítrio, ele deixou lá a capa de Ministro no encosto da cadeira e nunca mais voltou. Ora, eu vi o Presidente Bolsonaro dizer que queria nomear um Ministro terrivelmente evangélico. Por que tem que ser terrivelmente evangélico? O Supremo não é igreja. O Supremo é, de fato, um lugar em que se vai discutir, julgar, sentenciar, inocentar, o que não tem nada a ver, de maneira alguma, com ser terrivelmente evangélico ou católico ou qualquer outra denominação de religião. Mas quem é Flávio Dino? Um democrata. Se um era terrivelmente evangélico, como disse aqui o meu amigo Deputado, ele é terrivelmente democrata. É um homem que vem das urnas, que foi Deputado Federal, que foi eleito e reeleito Governador e que, agora, numa consagração da sua vida política pública, foi eleito Senador da República. Que mal tem isso? É a democracia. É o povo que escolheu. O povo é soberano. Ora, é indecente ser político, é indecente ser Deputado Federal, é indecente ser Senador? Se pode ser Governador, por que não pode ser Ministro do Supremo Tribunal Federal? Parece, meus pares, que a Oposição está à procura de uma expiação, quer uma purgação pelo que fez no passado no Governo recente. O ato de 8 de janeiro não foi eles que fizeram, não. O ato de 8 de janeiro foi o Governo que fez, para impedir a posse do próprio Governo. Que coisa interessante! Rapaz, eu não posso nem dizer que gênero literário é esse. É tanta mentira que nós não podemos dizer nada desse tipo de narrativa que faz a Oposição. Eu até ia falar de outra coisa. Eu ia falar de uma energia que o Governo do meu Estado do Piauí está levando para lá, a energia do hidrogênio, da qual fiz tamanho discurso em que tive que revidar e dizer que o Presidente Lula fez correto. Para o Supremo Tribunal Federal, o Flávio Dino, que é até meu xará! Presidente, quero que meu discurso seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 22/11/2023Breves Comunicações
A Deputada exaltou a importância do mês da Consciência Negra, destacando as contínuas consequências da escravidão no Brasil, mesmo após sua abolição. Enfatizou que, apesar dos esforços legais, as disparidades raciais persistem, evidenciadas nas condições de trabalho desfavoráveis e no tratamento desigual diante do sistema de justiça, frequentemente mais severo com afrodescendentes. Ademais, ressaltou que mesmo entre negros há indícios de preconceito racial. Por fim, reconheceu os avanços sociais para os afrodescendentes durante os Governos do Presidente Lula, mas enfatizou que o racismo institucionalizado ainda é um obstáculo significativo ao acesso à saúde, à educação, a melhores condições de trabalho no Brasil.
Palavras-chave oficiais: Homenagem,Movimento negro,Mês,Escravidão,Racismo,Condições de trabalho,Governo federal,Presidente da República,Investigação criminal
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, este mês se caracteriza como o mês da Consciência Negra. E nada mais importante do que se fazer aqui, rapidamente, um retrospecto do que diziam as pessoas lá do século XIX, que já vaticinavam que a escravidão permaneceria por muito tempo como característica nacional do Brasil. Joaquim Nabuco, um dos maiores abolicionistas deste País, dizia isso depois da abolição dos escravos por lei, porque achava que, durante muito tempo, o Brasil não resolveria o problema crucial dessa raça que tanto sofreu, que foi humilhada, que foi escravizada, um tratamento que mostrava os horrores que foram feitos contra a raça negra, contra os africanos que vieram para cá e aqui deram a sua vida, obrigados pela economia deste País, pela grandeza deste País, que não reconhece nem esse trabalho escravo que foi feito durante anos no Brasil. Então, o que se vê neste País é exatamente isto: as piores condições de trabalho que podem existir e os piores ofícios estão nos lugares onde os descendentes de africanos estão trabalhando. Se há um crime e ali há duas pessoas suspeitas, o branco e o preto, com certeza o maior suspeito será o preto, exatamente pelo racismo, pela indiferença que muita gente para com os afrodescendentes. E, às vezes, isso acontece até entre negros. Um policial negro, repito, na suspeita contra um branco e um preto, aposta mais que o crime tenha sido praticado pelo afrodescendente. Então, Sras. e Srs. Deputados, eu quero fazer esse registro. Apesar de há séculos nós termos abolido a escravidão institucional neste País, ela ainda persiste. Há dificuldade no acesso à saúde, no acesso à educação, enfim, em tudo que é para o avanço social neste País. Isso ainda ocorre apesar de o Governo do Presidente Lula tanto os dois anteriores quanto o de agora ter avançado muito nessa questão social dos afrodescendentes. Sr. Presidente, quero que esta minha palavra seja divulgada no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 08/11/2023Breves Comunicações
O Deputado alertou sobre a desertificação acelerada no sul do Piauí, mencionando áreas similares em outros Estados. Destacou a responsabilidade do poder público na preservação, enfatizando a necessidade de ações imediatas no Ministério do Meio Ambiente e no IBAMA para enfrentar esse problema.
Palavras-chave oficiais: Desertificação,Piauí,Preservação ambiental
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, o que eu venho falar desta tribuna já foi falado por muitos outros Parlamentares ao longo até de décadas, e também já há estudos relacionados ao que está acontecendo no nosso Estado do Piauí. Há um processo de desertificação de uma região no sul do Estado do Piauí, mais precisamente na região de Gilbués, uma área de certa forma extensa, que corresponde a uma área maior do que a cidade de Nova Iorque. Portanto, é uma área extensa de um deserto criado ao longo do tempo, bastante acelerado, provocado por alterações climáticas, na verdade, mas também pela ação nociva do homem, com queimadas e desmatamentos irregulares. Essa região tem hoje, então, um deserto chamado Deserto de Gilbués. Esse fenômeno está acontecendo não só no Semiárido do Piauí, mas também na região de Irauçuba, no Ceará, de Cabrobó, em Pernambuco, e na região do Seridó, que abrange Municípios da Paraíba e de Pernambuco. Não faz sentido o poder público, há muito tempo, não ter cuidado disso. A desertificação está aumentando, trazendo problemas para essas regiões, trazendo problemas para a Caatinga, que é o único bioma genuinamente brasileiro, problemas, inclusive, de diminuição de água de subsolo, criando mais outro sofrimento ao homem nordestino, àqueles que vivem nessa região já tão sofrida. Como eu disse, e não quero alarmar mais ainda, esse processo de desertificação já ocorre em outros Estados, como no norte de Minas Gerais e em parte do Espírito Santo, e também está atingindo o bioma Cerrado, especialmente em Tocantins e em Mato Grosso. Eu quero, portanto, dizer que estou indo ao Ministério do Meio Ambiente tratar desse assunto, e também ao IBAMA, para que nós possamos encontrar uma solução. Há muitos trabalhos científicos sobre isso, mas o que nós não podemos, de maneira alguma, nós aqui do Governo Lula, é ficar sem tomar alguma providência. Sr. Presidente, eu quero, pois, que este meu pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado pela atenção. - 01/11/2023Breves Comunicações
O Deputado abordou a questão do envelhecimento da população no Brasil, destacando desafios como o aumento da demanda por emprego e serviços de saúde para a população idosa. Mencionou a falta de formação em geriatria nas escolas médicas, questionou a idade dos Ministros do Supremo Tribunal Federal e defendeu a criação de mais escolas de medicina com fiscalização da qualidade da formação. O Deputado elogiou a visão social do Presidente Lula, afirmando que o Governo deve cuidar dos mais necessitados e enfrentar o preconceito por idade (etarismo). O Parlamentar enfatizou a necessidade de políticas públicas que abordem o envelhecimento da população e garantam o bem-estar dos idosos no Brasil.
Palavras-chave oficiais: Etarismo,envelhecimento,População,Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),Governo federal,Política pública Geriatria,Medicina,Curso (educação) Ministro do Supremo Tribunal Federal,Idade,questionamento
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, trago hoje um assunto deveras importante e também preocupante: o envelhecimento da população no Brasil. O Censo Demográfico, publicado pelo IBGE, mostra que há uma desaceleração do crescimento populacional no Brasil, uma queda da taxa de natalidade e um aumento da longevidade. Bacana. Esse aumento da longevidade é muito bom, mostra que, de fato, nós estamos sendo colocados entre os mais modernos países do mundo. Entretanto, isso traz problemas para o Estado. Ao longo do tempo, pelos dados dos censos anteriores, o Estado viu que existe uma tendência à diminuição da população brasileira, e ele não cuidou disso, não preveniu. Aí, nós temos uma série de problemas de toda ordem, como o aumento de demandas de emprego, lazer, hospitais, saúde para a população da terceira idade, além da necessidade de adoção de medidas de combate ao etarismo, o preconceito por conta de idade, que já começa a existir neste País. Nós não entendemos como é que um Ministro do Supremo Tribunal Federal pode chegar até os 75 anos de idade decidindo os destinos da Nação e de muitas pessoas que procuram aquela Corte como recurso último de sua vida para resolver problemas jurídicos. Não achamos que o Brasil se preocupou em dar emprego para essas pessoas que chegam a ter mais de 60 anos de idade. Há Estados que têm uma grande população com mais de 100 anos. Nós estamos preocupados principalmente com a área da saúde. Nós não encontramos nas escolas médicas deste País a cadeira de geriatria. Apenas poucas faculdades estão ministrando essa especialização, que é muito importante para a população hoje do Brasil. Os problemas de transporte e infraestrutura são problemas sociais, que o Governo tem que atender. E nós temos certeza de que o Presidente Lula, com sua visão social, vai trazer, portanto, soluções para essas pessoas da terceira idade. Quando o Presidente da República disse que é difícil chegar ao déficit fiscal zero, acharam ruim, exatamente por isto, porque o Governo vai tratar dos pobres, vai tratar da velhice, vai tratar daqueles que de fato necessitam de apoio, e o mercado não aceita isso. Então, é necessário olharmos para isto, olharmos para a saúde do Brasil, para as escolas médicas que há neste País e que não estão resolvendo o problema do Mais Médicos, programa tão necessário para disponibilizar médicos nos rincões mais distantes deste País. É necessário haver mais escolas? Sim, mas é necessário também que exista uma fiscalização. Não se pode criar uma escola em qualquer esquina, como muitas escolas de Direito foram criadas, formando bacharéis sem emprego. Mais de 60% desses formandos não conseguem passar nas provas da OAB. Nós somos a favor de que haja mais escolas de medicina eu sou médico. Eu faço votos para que se criem mais escolas de medicina, mas que haja uma prova de proficiência a cada 2 anos, no segundo, no terceiro e no sexto ano, para não punir depois aquele que se forma, o doutor, o bacharel, e sim fazer sanções àquelas escolas que não são eficientes em formar um profissional da área da saúde. Sr. Presidente, agradeço-lhe e solicito que este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 25/10/2023Breves Comunicações
O Deputado Flávio Nogueira destacou a liberação de 811 milhões pela SUDENE para a continuação da Ferrovia Transnordestina, uma obra crucial para o Nordeste. A ferrovia, com 1.228 km de extensão, ligará Eliseu Martins (PI) ao Porto do Pecém (CE), impulsionando o desenvolvimento da região e facilitando o transporte de minério de ferro. Ressaltou a importância das ferrovias no desenvolvimento econômico e destacou o papel do Governo do Presidente Lula em revitalizar esse modal de transporte no Brasil.
Palavras-chave oficiais: Transporte de carga
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, a SUDENE, um órgão importante, embora meio desativado, na semana passada liberou cerca de 811 milhões para a continuação da famosa obra, de muita importância para o Nordeste, a Ferrovia Transnordestina. Essa ferrovia, quando pronta, será importante para o nosso Estado para o escoamento do minério de ferro. Ela liga a cidade de Eliseu Martins, no Piauí, ao Porto do Pecém, no Ceará, passando por Salgueiro, em Pernambuco. Não resta dúvida de que os recursos vão acelerar o andamento dessa obra que irá impulsionar o desenvolvimento do Nordeste, além de transportar e ajudar muito na economia do nosso Sertão, do Semiárido. Ela tem 1.228 quilômetros de extensão e vai permitir a carga gerada com a exploração do minério de ferro o Piauí tem um potencial muito grande de jazidas de ferro , facilitando o transporte desse minério e gerando riqueza para o nosso Estado. É uma obra importante do PAC não só para o Estado do Piauí, mas também para outros Estados, como o Estado do Ceará e o Estado de Pernambuco. Os estudos revelam que a construção da Ferrovia Transnordestina vai promover um aumento de 7 bilhões de reais no PIB da região. E o projeto já vem gerando milhares de empregos na fase de construção. Nós falamos em ferrovia, mas houve uma época em que destruíram todas as ferrovias do Brasil, que serviam de transporte de carga e também de passageiros. Havia até um governante que dizia "governar é abrir estradas", que levou até o apelido de estradeiro e fez com que se desmontasse a grande malha ferroviária que havia no nosso País. Aí construíram várias estradas, abriram estradas de norte a sul, desmontando, portanto, esses trilhos. Agora, no Governo do Presidente Lula, nós estamos novamente fazendo com que o Brasil possa ter esse importante modal de transporte que existe em todos os países desenvolvidos. Nos Estados Unidos, as grandes cargas são feitas nos comboios de trem de carga, que transportam de um lado para outro a grandeza da pujança daquele país. E é isso que nós queremos fazer no nosso querido Brasil. Sr. Presidente, quero que o meu pronunciamento seja noticiado pelos órgãos de imprensa da Casa. Muito obrigado. - 24/10/2023Breves Comunicações
O Deputado informou que a Comissão de Educação e Cultura do Senado Federal aprovou, em caráter terminativo, projeto de lei de sua autoria que declara as obras do poeta, compositor, cineasta e jornalista piauiense Torquato Neto como patrimônio cultural imaterial do Brasil. Ele ressaltou a grandeza das obras de Torquato Neto e a importância da aprovação da propositura.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Poeta,Piauí,Obra literária,Patrimônio cultural,Comissão,Senado Federal,Aprovação
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Sras. e Srs. Deputados, em caráter terminativo, projeto de lei de minha autoria foi aprovado hoje na Comissão de Educação e Cultura do Senado Federal, tendo como Relator o brilhante Senador Marcelo Castro. Trata-se, portanto, de projeto que declara as obras do poeta, compositor, cineasta e jornalista piauiense Torquato Neto patrimônio cultural imaterial do Brasil. Caberá, portanto, ao poder público federal, por meio de seus órgãos específicos, cooperar com o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional IPHAN na preservação e utilização de obras de Torquato Neto. Como disse um conterrâneo do Piauí, Torquato Neto foi um importante poeta, escritor, jornalista, cineasta, que tem um acervo cultural muito grande. Algumas obras ou ações são inéditas. Ele foi um artista, um poeta perseguido pela ditadura de 1964 a 1985. Teve de se exilar para Paris e, de lá, mandava, portanto, as suas obras, muitas delas censuradas. As ditaduras não torturam só fisicamente, mas também psicologicamente. Esse jovem escritor, com 28 anos, perdeu a sua vida em virtude de depressão. Isso é o que fazem os regimes fortes. Não interessa, de maneira alguma aqui de minha parte, que tipo de ditadura seja, o importante é que nós possamos viver nos regimes democráticos. Torquato Neto foi jornalista de um dos jornais mais importante de sua época aliás, fundado em 1901 , o Correio da Manhã. Esse jornal abrigava os maiores intelectuais da época, e quase toda a intelectualidade brasileira tinha aquele jornal, bastião, fundado no início do século passado por uma família tradicional de jornalismo, a família de Edmundo e de Paulo Bittencourt. Posteriormente, com Niomar Bittencourt. A própria ditadura fechou esse jornal, que inclusive passou incólume pela ditadura de Vargas. Entretanto, o novo regime cometeu esse crime e fechou um dos mais importantes órgãos da imprensa deste País. Lá, Torquato Neto tinha a sua trincheira. Sr. Presidente, obrigado pela atenção. Peço a V.Exa. que o meu pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 17/10/2023Breves Comunicações
O Deputado abordou a complexidade da guerra no Oriente Médio, ressaltando que o conflito vai além de questões político-partidárias e envolve aspectos étnicos e religiosos. Expressou preocupação com a escalada de violência, especialmente se outros grupos e países, como Líbano e Irã, entrarem no conflito. O Parlamentar também mencionou que o Brasil está atuando na repatriação de brasileiros afetados pela guerra, elogiando o trabalho do Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, e da FAB nesse esforço.
Palavras-chave oficiais: Organização terrorista,Agressão,Israel,Guerra,Palestina,Oriente Médio,Faixa de Gaza,Política externa
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, novamente venho à tribuna para falar da guerra no Oriente Médio, uma guerra de difícil solução, uma guerra em que pode até haver um cessar-fogo agora, podemos assim dizer, mas com uma paz não duradoura, enquanto não forem resolvidos os problemas de demarcação dos territórios judeu e palestino. Trata-se de uma situação antiga. As dificuldades decorrem não de problemas político-partidários, mas, sim, de problemas de ordem étnica e religiosa. Para termos uma ideia, aquela região é o nascedouro de três religiões monoteístas: o cristianismo, o judaísmo e o islamismo. Cada uma delas reivindica as áreas por elas consideradas sagradas. Daí a dificuldade de chegarem a um acordo. É preciso muita compreensão dos organismos internacionais para tentarem fazer o possível para que os dois contendores tenham seus Estados demarcados. Não há como não reconhecer a invasão, pelo Estado de Israel, a regiões palestinas na Faixa de Gaza. É por isso que há revoltas, como a revolta do Hamas. Agora o medo é que outras organizações paramilitares, como o Hezbollah, também entrem nesta guerra. Se o Líbano e o Irã entrarem nesta guerra, vai aumentar essa carnificina, a matança e o sequestro de crianças, de civis. Isso não pode acontecer! Nós vivemos momentos de civilidade, a civilidade moderna. Não é fácil, repito, acabar de uma vez por todas com essa desordem moral e ética que existe no Oriente Médio. O Brasil está fazendo sua parte. O Governo brasileiro está conseguindo repatriar os brasileiros que lá se encontram, nesta situação de guerra. O Governo Federal já repatriou mais de mil brasileiros. Aí está a brilhante atuação do Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, bem como da FAB, que, em momentos de guerra, está repatriando os brasileiros desta que hoje é a zona de grande aflição no ambiente internacional. Sr. Presidente, peço a V.Exa. que este pronunciamento seja noticiado pelo programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 10/10/2023
O Deputado retificou declaração dada sobre religiões no Oriente Médio em discurso anterior.
Palavras-chave oficiais: correção,Discurso parlamentar,Taquigrafia,Religião,Islamismo,Cristianismo,Judaísmo,Oriente Médio
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero apenas fazer um reparo. Parece-me que durante a minha fala, há pouco, eu disse que, no Oriente Médio, as três religiões troncos de um só Deus, monoteístas, seriam o islamismo, o cristianismo e o budismo. Não é budismo, mas judaísmo. Peço, então, à Taquigrafia para fazer esse reparo. Muito obrigado. - 10/10/2023Breves Comunicações
O Deputado fez uma reflexão sobre o conflito entre Israel e Palestina, desvinculando-o de questões ideológicas contemporâneas e situando-o em um contexto histórico e religioso que remonta à Antiguidade. Lembrou a contribuição de Oswaldo Aranha, diplomata brasileiro, na criação do Estado de Israel em 1948, e questionou por que um Estado palestino não foi também estabelecido naquela época, situação que intensificou a beligerância na região. O Parlamentar fez um apelo aos organismos internacionais para agir em busca da paz no Oriente Médio. Em outro ponto, criticou a comparação do conflito com eventos políticos do Brasil, especificamente o 8 de janeiro, que, na sua opinião, não tem similaridade com a questão Israel-Palestina.
Palavras-chave oficiais: Israel,Palestina,Ex-,Presidente,Assembleia geral,Organização das Nações Unidas (ONU),criação,Estado (nação),Defesa,Paz,Oriente Médio,Contestação,Discurso parlamentar,Ideologia política Tentativa (crime),Golpe de Estado,Ato antidemocrático,Crítica,Oposição política
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O SR. FLÁVIO NOGUEIRA (Bloco/PT - PI. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Sras. e Srs. Deputados, nós estamos passando, aliás, o mundo inteiro está passando pela situação que envolve a Palestina e o Estado de Israel. À primeira vista, pensamos que se trata de um problema ideológico, de esquerda e de direita. Longe disso, aquele problema é um problema secular, não tem nada a ver com esquerda, com direita. É um problema que ocorre mesmo antes de Cristo. É Canaã, é Israel. São os templos da Babilônia que foram destruídos, o cativeiro do Egito. Enfim, é um problema que a sociedade civilizada atual não resolveu. O nosso Oswaldo Aranha, que tem a minha admiração, foi um dos líderes da Revolução de 1930, líder civil, um grande diplomata, um grande intelectual, erudito, foi Presidente da Assembleia das Nações Unidas, em 1948, quando se criou o Estado de Israel. E aí aumentou o conflito. Ali havia dois povos, várias etnias, várias religiões. Ali está o tronco de três religiões: o cristianismo, o judaísmo, o islamismo. Não há nada de esquerda e de direita, não. E nós não conseguimos estabelecer a paz naquela região. Então Oswaldo Aranha, naquela época, como Presidente da Assembleia Geral da ONU, cria o Estado de Israel. Por que não criou o Estado da Palestina? Criou-se um problema maior. Desde que foi criado o Estado de Israel, começou essa beligerância que não tem, portanto, fim. Quem é humano sabe que isso é uma carnificina. Nós não podemos aceitar o que está acontecendo. Está na hora de os organismos internacionais se estruturarem, visando essa paz tão necessária ali, neste momento que vive hoje o Oriente Médio. Outra coisa. Eu ouvi aqui um Deputado da Oposição, por quem eu tenho respeito e até é meu amigo, comparar essa situação ao 8 de janeiro. Gente, o 8 de janeiro foi um ato selvagem, que queria derrubar o sistema democrático deste País! Não havia nada ligado a religião ou a etnia, era o Estado Democrático instalado, com os três Poderes. E um grupo, evidentemente não toda a Oposição, queria dar um golpe de Estado para que fosse saciada a sua fome de poder. Presidente, peço a V.Exa. que meu pronunciamento seja divulgado no programa A voz do Brasil. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 15/12/2015 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.