
Nome civil: Filipe Barros Baptista de Toledo Ribeiro · 35 anos
Bananômetro
66/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 16% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 80%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 60%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 59%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 24%das 509 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 93%das 449 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Fale com Filipe Barros
Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.filipebarros@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5745
- Gabinete
- Gabinete 745, Anexo IV, 7º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
80%
Esteve em 313 de 391 sessões
Votou nas votações
60%
Registrou voto em 681 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 17 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
24%
Em 509 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
118 discursos na tribuna e 8 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 05/02/2019 a 30/04/2026.
- 20/02/2019
Encaminhamento da votação do requerimento de destaque para votação em separado do inciso V, constante do art. 5º da Lei nº 12.414, de 2011, na redação dada pelo art. 2º do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei Complementar nº 441-D, de 2017, sobre os cadastros positivos de crédito e a regulamentação da responsabilidade civil dos operadores. Apoio à proposta de reforma previdenciária apresentada pelo Governo Jair Bolsonaro. Críticas à atuação dos partidos oposicionistas.
Palavras-chave oficiais: ENCAMINHAMENTO DE VOTAÇÃO, REQUERIMENTO DE DESTAQUE DE VOTAÇÃO EM SEPARADO, DISPOSITIVO LEGAL, LEI, SUBSTITUTIVO, PLP 441/2017, PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR, REFORMA PREVIDENCIÁRIA, FAVORÁVEL. OPOSIÇÃO, CRÍTICA.
Ler a transcrição oficial
O SR. FILIPE BARROS (Bloco/PSL - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres colegas Deputados e Deputadas, povo brasileiro que assiste à sessão pela TV Câmara, confesso que às vezes cansa ouvir a ladainha dos partidos de oposição. Eles repetem, repetem, repetem os mesmos mantras de sempre. Aliás como disse o Palocci, o PT, na verdade, é uma religião em que se segue um líder sem pensar. É isso na verdade o que nós temos visto neste plenário. Confesso que esperava uma oposição mais responsável com a Nação. Se houve uma época neste País em que os banqueiros mais ganharam dinheiro foi nos últimos anos do Partido dos Trabalhadores, Sr. Presidente. Então, não possuem moral alguma para falar de lucro de banco, para falar de Cadastro Positivo. Hoje, aliás, o nosso Presidente Jair Messias Bolsonaro esteve nesta Casa protocolando a PEC que trata da nova Previdência. A nova Previdência vai solucionar as pontas dos problemas econômicos do nosso País. O que acontece hoje é que os mais pobres pagam a aposentadoria dos mais ricos, dos mais abastados, daqueles que são privilegiados. Mas me parece que a Oposição quer continuar pagando os custos das mais altas aposentadorias deste País. Ora, meus colegas Deputados, vamos fazer uma oposição, mas vamos fazer uma oposição responsável. Não é possível que continuemos dessa maneira. Aliás, hoje, meus colegas, Deputado Heitor Freire, Felipe Francischini, Alexandre Frota, o PSOL fez uma manifestação. Na hora em que o nosso Presidente chegou a esta Casa, todos estavam com laranjas nas mãos. Eu quero deixar uma pergunta, Sr. Presidente, neste plenário: onde o PSOL colheu essas laranjas? Será que foi no sítio de Lula, em Atibaia? Deve ter sido lá que colheram essas laranjas. Sr. Presidente, o PSL orienta o voto "sim", pela manutenção do texto, pela melhora econômica do nosso País. - 19/02/2019
Discussão do Projeto de Decreto Legislativo nº 3, de 2019, sobre a sustação da aplicação do Decreto nº 7.724, de 2012, acerca da delegação da competência de classificação de informações públicas nos graus de sigilo ultrassecreto ou secreto.
Palavras-chave oficiais: DISCUSSÃO, PDL 3/2019, PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO, REJEIÇÃO.
Ler a transcrição oficial
O SR. FILIPE BARROS (Bloco/PSL - PR. Sem revisão do orador.) - Nobre Presidente, nobres colegas Deputados e Deputadas, povo brasileiro que assiste à TV Câmara, nós estamos aqui diante de uma situação que foi divulgada pela mídia e por parte dos Parlamentares desta Casa, uma fake news, porque esse decreto não busca aumentar o rol daqueles que podem declarar os documentos como secretos ou ultrassecretos. Pelo contrário, a Lei de Acesso à Informação já permite essa delegação, a Lei de Acesso à Informação votada por esta Casa em 2011. A Lei permite a delegação. Esse decreto está especificando, deixando claro, colocando no papel quem pode e quem não pode fazer a delegação. O decreto ora em debate não está ampliando o rol daqueles que podem declarar documentos como secretos e ultrassecretos. Ele está limitando, está dizendo quem pode declarar esses documentos como ultrassecretos. O decreto que se encontrava em vigência antes do Decreto nº 9.690, de 2019, que era o Decreto nº 7.724, de 2012, Srs. Parlamentares, este, sim, extrapolou os limites legais, porque proíbe a delegação. Ora, Srs. Parlamentares, todos aqui sabem da hierarquia das leis. A Lei de Acesso à Informação permite a delegação. A Lei de Acesso à Informação já faz essa permissão, e o Decreto nº 7.724, de 2012, proíbe a delegação. Se algo é ilegal, Srs. Parlamentares, por extrapolar os limites da lei, é o decreto passado, o Decreto nº 7.724, de 2012. Então, Sra. Presidente, Srs. Parlamentares, nós do PSL indicamos o voto contrário ao projeto de decreto legislativo por entendemos que, com esse decreto, o Poder Executivo limita aquelas pessoas que podem declarar os documentos ultrassecretos ou secretos, e não como tem sido divulgado por alguns Parlamentares, ou seja, que o decreto ampliou. Na verdade, é o contrário. Muito me causa estranheza, Sra. Presidente, que Parlamentares do Partido dos Trabalhadores e do PSOL e todos aqueles que apoiaram o Governo Dilma e o Governo Lula, que esses, sim, tenham feito as coisas às escuras, às escondidas. Eles deixaram secreto, por exemplo, o empréstimo de milhões e milhões e milhões de reais o BNDES, por 20 anos, 30 anos, 40 anos. Obrigado, Sra. Presidente. - 13/02/2019
Orientação de bancada na votação do requerimento de votação artigo por artigo da Medida Provisória nº 852, de 2018, sobre a transferência de imóveis do Fundo do Regime Geral de Previdência Social para a União; sobre a administração, a alienação e a gestão dos imóveis da extinta Rede Ferroviária Federal S.A. - RFFSA; sobre a gestão dos imóveis da União e sobre a extinção do Fundo Contingente da Extinta RFFSA.
Palavras-chave oficiais: ORIENTAÇÃO DE BANCADA, REQUERIMENTO DE VOTAÇÃO PARCELADA, VOTAÇÃO POR ARTIGO, MPV 852/2018, MEDIDA PROVISORIA, PARTIDO SOCIAL LIBERAL (PSL), VOTO CONTRARIO.
Ler a transcrição oficial
O SR. FILIPE BARROS (Bloco/PSL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é engraçado ver, nesta Casa, Parlamentares do PSOL e do PT, aqueles que idolatram o condenado Lula, até o presente momento preso, falando de laranjas, de desvio de dinheiro. Disso eles entendem muito! Mas eu tenho um recado para eles: não nos meçam - nós do PSL - com a régua de vocês! Nós fizemos a maior bancada feminina deste Congresso Nacional. Se há alguém que pode falar pelas mulheres é o PSL, não o PSOL. O PSL vota "não", Sr. Presidente. - 13/02/2019Pequeno Expediente
Razões do posicionamento do orador contrário ao acatamento, pelo Supremo Tribunal Federal, da ação de criminalização da homofobia apresentada pelo PPS. Apresentação, pelo Parlamentar em conjunto com a Deputada Bia Kicis, de requerimento de criação de Comissão Externa para acompanhamento das investigações em relação ao autor do atentado contra a vida do Presidente Jair Bolsonaro, Adelio Bispo de Oliveira.
Palavras-chave oficiais: SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF), AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE POR OMISSÃO, HOMOFOBIA, CRIMINALIZAÇÃO, LIBERDADE DE EXPRESSÃO, RELIGIÃO, PRINCÍPIO DO ESTADO LAICO, JUDICIALIZAÇÃO DA POLÍTICA, USURPAÇÃO DE COMPETÊNCIA, PODER LEGISLATIVO, PODER JUDICIÁRIO.
Ler a transcrição oficial
O SR. FILIPE BARROS (Bloco/PSL - PR. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, Sras. e Srs. Deputados que se encontram no plenário, população brasileira que assiste à TV Câmara, uma boa-tarde. Hoje, Sra. Presidente, o STF inicia o julgamento da ADO da homofobia, proposta pelo PPS. Ontem, nós da bancada evangélica tivemos audiência com o Ministro Dias Toffoli, e eu gostaria de usar parte do meu tempo rapidamente para tecer alguns comentários sobre essa questão. Ninguém é favorável, Sra. Presidente, a que homossexuais sejam agredidos na rua. Ninguém em sã consciência defende isso, Deputada Bia Kicis. Aliás, isso já é punido na forma da lei, e todos nós aqui, favoráveis ou contrários a essa ADO, defendemos que quem cometa isso vá para a cadeia e cumpra sua pena lá. O que essa ADO almeja, o que essa ADO pretende, na verdade, é a criminalização da liberdade religiosa, é a instauração no Brasil do crime de opinião, porque, se ela for julgada procedente pelo STF, pastores e padres, que defendem condutas morais advindas da Bíblia, certamente irão para a cadeia. Portanto, o que se pretende com essa ADO é justamente a instauração de um crime de opinião no nosso País. Essa ação fere o princípio da laicidade do Estado, que está na nossa Constituição Federal, porque, se for julgada procedente, irá instaurar uma moralidade própria do Estado brasileiro, o que obviamente fere o princípio da laicidade. Sra. Presidente, há também uma coisa que nós desta legislatura devemos, na minha opinião, fazer nesta Casa que é acabar com o ativismo judicial. Os foros competentes para legislar são esta Casa e o Senado Federal. Se o Ministro quer legislar, que tire a toga, dispute, ganhe as eleições e venha aqui conosco legislar. O STF não é o foro competente, não é a instituição competente para legislar. Eu espero que o STF julgue improcedente essa ação e permita que nós, representantes da população, tenhamos o nosso direito de legislar sobre as mais variadas matérias. Mudando de assunto, Sra. Presidente, faz mais de 5 meses, quase 6 meses, que o nosso Presidente Jair Messias Bolsonaro sofreu um atentado. Na verdade, não foi um atentado ao nosso Presidente Jair Messias Bolsonaro, foi um atentado à democracia, um atentado ao Brasil, um atentado à população brasileira, que, em sua maciça maioria, escolheu colocar na Presidência da República Jair Messias Bolsonaro. Faz 6 meses que esse crime, essa tentativa de homicídio não tem um resultado. Faz 6 meses aproximadamente que nós não sabemos quem mandou matar Bolsonaro. Sra. Presidente, eu e a Deputada Bia Kicis protocolamos nesta Casa o pedido de abertura de uma Comissão Especial para que possamos acompanhar as investigações em relação ao Adélio, para que possamos saber de fato quem está por trás da tentativa de assassinato do nosso Presidente Jair Messias Bolsonaro. É isso o que nós queremos saber. Quem está por trás do Adélio? Quem está bancando os advogados caríssimos que ele tem? O Adélio visitou esta Casa três vezes, Srs. Parlamentares. O Deputado Alexandre Frota me lembrou isso. Adélio esteve aqui nesta Casa. Nós queremos saber o que ele veio fazer aqui. Quem está por trás de Adélio? Quem tem bancado os advogados de Adélio? Ou seja, quem mandou matar o nosso Presidente Jair Messias Bolsonaro? Para a tristeza desses que mandaram matá-lo, ele está muito bem, graças a Deus, e esta semana deve chegar a Brasília para continuar construindo um novo Brasil. Muito obrigado, Sra. Presidente. - 06/02/2019
Tentativa de autopromoção pelo Deputado Alessandro Molon, demonstrada no pedido de convocação do Ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez.
Palavras-chave oficiais: RICARDO VÉLEZ RODRÍGUEZ, MINISTRO DE ESTADO, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, CONVOCAÇÃO, ALESSANDRO MOLON, DEPUTADO FEDERAL, ORADOR, CRÍTICA.
Ler a transcrição oficial
O SR. FILIPE BARROS (Bloco/PSL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Sr. Presidente, Srs. e Sras. Deputadas. Eu vi e li na imprensa mais cedo, Delegado Éder Mauro, que o Deputado Alessandro Molon protocolou - ou está em vias de protocolar - uma convocação do nosso Ministro da Educação, o Professor Ricardo Vélez Rodríguez. Se isso for aprovado nesta Casa, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, todos nós seremos vítimas e seremos usados no projeto de autopromoção pessoal do Deputado Alessandro Molon, porque o Molon não está minimamente preocupado com a declaração dada pelo Ministro de Educação, Deputada Professora Dayane. É a oposição por oposição. É a oposição irresponsável. É a tentativa de autopromoção. Se ele estivesse preocupado com a educação brasileira, Sr. Presidente, ele estaria tentando encontrar soluções para as heranças malditas que deixou na educação do nosso País o Partido dos Trabalhadores, partido do qual ele fez parte por muito tempo: ele estaria preocupado com as péssimas colocações em que o Brasil se encontra nos rankings internacionais; com os 50% de analfabetos funcionais que saem das universidades brasileiras; com a evasão escolar; com as crianças que não têm professores em sala de aula. Se o Deputado Alessandro Molon estivesse preocupado com a educação brasileira, ele estaria preocupado com os professores que estão em depressão e que apanham em sala de aula; com as crianças cujo professor não tem nem sequer um giz para poder ministrar a matéria. Deputado Alessandro Molon, V.Exa. já conseguiu o que queria: os 15 minutos de fama, sua entrevista na Rede Globo, sua entrevista na UOL, sair no O Antagonista. Agora eu peço a V.Exa., Deputado Alessandro Molon, em nome das crianças deste País, em nome dos adolescentes desta Nação: deixe o Governo trabalhar; deixe o nosso Ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, trabalhar. Esse é o nosso pedido. Não vamos convocá-lo neste momento, Sr. Presidente. Essa é uma tentativa de autopromoção do Deputado que está encabeçando essa convocação do nosso Ministro Ricardo Vélez - que, inclusive, já se colocou à disposição desta Casa para, através da Comissão de Educação, estar aqui voluntariamente. Não é necessária a convocação. Muito obrigado. - 05/02/2019
Agradecimento aos eleitores do Estado do Paraná pela eleição do orador. Contrariedade ao posicionamento do Vice-Presidente da República favorável à prática do aborto. Votos de plena recuperação da saúde ao Presidente Jair Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: FILIPE BARROS, DEPUTADO FEDERAL, ORADOR, ELEIÇÃO, PARANÁ, AGRADECIMENTO, PLATAFORMA POLÍTICA. ABORTO, HAMILTON MOURÃO, VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA. SAÚDE, JAIR MESSIAS BOLSONARO, PRESIDENTE DA REPÚBLICA.
Ler a transcrição oficial
O SR. FILIPE BARROS (Bloco/PSL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, agradeço a sua complacência. Utilizo este primeiro momento em que faço uso da tribuna para agradecer os mais de 75 mil paranaenses que depositaram em mim o seu voto, a sua confiança. Quero agradecer também de igual maneira à minha família e, acima de tudo, a Deus, por estar aqui representando a população do Paraná. Sra. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, aproveito para deixar registrado nesta Casa que nutro e tenho um enorme respeito pelo nosso Vice-Presidente - homem que conheci na minha cidade de Londrina, quando lá esteve durante a campanha presidencial -, mas não posso deixar de me posicionar a respeito de suas recentes declarações sobre o aborto. Povo brasileiro, nem o Executivo, nem o Judiciário, através do STF, são as instituições competentes para legislar sobre o aborto e legalizá-lo. A Casa competente é este Congresso Nacional. Enquanto eu, os Deputados e a bancada do PSL estivermos aqui, o aborto não será legalizado.(Palmas.) Aproveito também, Sra. Presidente, para desejar melhoras ao nosso Presidente Jair Messias Bolsonaro - eleito democraticamente pelo povo brasileiro -, que, convém registrar, é contrário ao aborto. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.