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Detector de Bananada
Foto de Erika Kokay

Deputada · Câmara

Erika Kokay

PT · DF

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Érika Jucá Kokay · 69 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 97 de 100, Cara Bom0406080100

97/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Uma das maiores notas entre os deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 96%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 93%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 100%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 96%das 848 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 97%das 866 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.erikakokay@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5203
Gabinete
Gabinete 203, Anexo IV, 2º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 388 de 391 sessões

Melhor que 89% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

96%

Registrou voto em 1.080 de 1.126 votações nominais

Melhor que 97% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 68 projetos apresentados (0%)

12 avançaram · 47 em andamento · 9 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

96%

Em 848 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 86% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

3.351 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 02/09/2026.

  • 01/07/2026

    A Deputada discutiu a Medida Provisória nº 1.339, de 2026, que abre crédito extraordinário em favor do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, no valor de R$ 266.512.000,00, para os fins que especifica.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Medida provisória,favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Sem revisão da oradora.) - Esta medida provisória busca estabelecer um crédito que já foi utilizado, inclusive em 58%, para as pessoas e para os locais que foram atingidos pelos desastres ambientais em Minas Gerais. É a preocupação do Governo Lula com as pessoas. São milhares de pessoas que precisam ter condições de reerguer as suas vidas. É absolutamente fundamental que nós possamos aqui aprovar esta medida provisória para ter o conjunto dos recursos que já foram destinados utilizado para que as pessoas possam, a partir daí, reerguer as suas existências. Quando digo que é preocupação com as pessoas, é porque Lula sempre tem dito: "Administrar é cuidar das pessoas". É preciso cuidar das pessoas. Por isso, perseguiu a eliminação da fome neste Brasil e se emocionou sobremaneira quando o Brasil saiu de novo do Mapa da Fome. Por isso, fez o programa conhecido como Pé-de-Meia, e, a partir dele, houve uma redução gigantesca da evasão escolar no ensino médio. Ora, os dados do Censo Escolar apontam que houve redução de 34% da evasão em relação a 2023 e de 61,5% na comparação com 2022. Nós estamos fazendo com que o Brasil seja devolvido para o povo brasileiro. É diferente da postura de quem tenta articular ações contra o próprio Brasil e acha que os interesses estadunidenses são interesses mais valiosos do que os interesses do povo brasileiro. Esta é uma medida provisória que, penso, não terá qualquer tipo de oposição porque significa disponibilizar recursos para que nós possamos, enfim, enfrentar as mudanças climáticas, que eram negadas daquele negacionismo que atingiu de forma tão letal o Brasil durante a própria pandemia, mas o negacionismo da própria ciência, o negacionismo da própria realidade que nós vimos no Governo anterior. Aqui nós estamos dizendo que é preciso que as pessoas tenham condições para que possam enfrentar os desafios provocados pelas mudanças climáticas e possam enfrentar as catástrofes. Isso é o Governo de Luiz Inácio Lula da Silva que, com o Pé-de-Meia, como dissemos, atacou e está atacando a evasão escolar no ensino médio. É Lula, para poder fazer com que o povo brasileiro seja cuidado.
  • 01/07/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de lei nº 849, de 2025, que reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca, no Estado de Santa Catarina.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Base de apoio político,Governo,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o primeiro aspecto é que nós já temos um processo de regularização que está em curso, a partir do Governo, que vai discutir com a própria população e que vai preservar ou buscar preservar o meio ambiente. Nós estamos falando de uma área onde as baleias vão se reproduzir. Nós estamos falando de uma área chamada Baleia Franca. E é preciso que sejamos francos e sejamos honestos para dizer que este processo de regularização, respeitando os direitos dos moradores e moradoras, está em curso, mas ele não pode ser um processo que destrua a proteção ambiental, porque assim não se defende moradores e moradoras — não se defende destruindo o meio ambiente. Por isso, como o processo já está em curso, há um processo de regularização sendo desenvolvido, nós somos contra a urgência.
  • 01/07/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, e o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para dispor sobre crimes praticados em razão de misoginia.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto favorável,Base de apoio político,Governo

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - O Governo é a favor da urgência, em nome da Letícia, que foi assassinada com cem golpes de faca no Município de Barbacena, em nome de todas as mulheres — quatro mulheres por dia morrem neste País —, em nome da nossa história. Quem construiu a tipificação do crime de feminicídio foi o PT, à época, o Governo Dilma. Fomos nós que elaboramos a Lei Maria da Penha, que tiramos a violência contra a mulher da categoria de crime de menor potencial ofensivo. E fomos nós que votamos "sim" para o aumento de pena de estupradores e de quem assassina mulheres por serem mulheres. Por isso, nós estamos aqui para dizer que é preciso tipificar, sim, a misoginia, porque ela constrói a desumanização literal. É preciso, sim, tipificar a misoginia como crime, porque nós precisamos dizer que as vidas das mulheres importam. Aqueles que batem palmas para quem diz que as mulheres não sabem votar e que só votam bem as casadas, porque seguem os seus maridos, têm uma postura misógina. Nós somos contra a misoginia, contra a violência, contra as mulheres. Por isso, votamos "sim", pela vida das mulheres.
  • 30/06/2026

    A Deputada defendeu o Governo Lula e responsabilizou o governo anterior por um rombo de 795 bilhões de reais, além de apontar o calote nos precatórios e a redução do ICMS dos Estados como medidas eleitoreiras que geraram dívidas pagas pela gestão atual. Também resgatou imagens do período anterior, como a fila do osso e o uso de lenha e álcool para cozinhar, contrastando a inflação de 10,26% registrada naquele governo com os 4,72% do período atual. Por fim, afirmou que o Governo Lula abraça o povo brasileiro e, por isso, será reeleito.

    Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Dívida pública,Precatório,Pagamento,Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS),redução,Inflação,Pobreza,Gestão administrativa,Crítica,Presidente da República,Reeleição

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o Governo Bolsonaro deixou um rombo de 795 bilhões de reais, deixou, inclusive, uma dívida, porque deu um calote nos Estados em função da necessidade de utilizar qualquer instrumento para tentar ganhar as eleições. Em verdade, ele tirou o ICMS dos Estados para baratear o preço dos combustíveis, e Lula teve que pagar a dívida. Ele deu um tombo e um calote nos precatórios. O povo brasileiro se lembra bastante bem da fila do osso, se lembra muito das manchas no corpo e das feridas no corpo em função de cozinhar com lenha ou com álcool. O povo brasileiro lembra que Bolsonaro teve uma inflação que chegou a 10,26%. Agora nós estamos com uma inflação de 4,72%. Não me venham mentir. O Governo Lula é o Governo que abraça o povo brasileiro. Por isso, será reeleito.
  • 30/06/2026

    A Deputada defendeu a preservação do símbolo da Cruz Vermelha, destacando sua importância para identificar profissionais, veículos e estruturas da instituição em ações humanitárias. Ressaltou que a organização atua em mais de 190 países na defesa da vida, especialmente em situações de calamidade e conflitos, e afirmou que o projeto em debate alinhou a legislação brasileira a normas internacionais. Também criticou declarações sobre a criação de um grupo de transição com os Estados Unidos para definir a implementação de programa de governo no Brasil. Por fim, afirmou que a proposta comprometeria a soberania nacional e defendeu a atuação do País com base em princípios humanitários e na autonomia nacional.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Cruz Vermelha,Emblema,Crescente Vermelho,Cristal Vermelho,Defesa Brasil,Comitê de Transição de Governo,Estados Unidos,participação,Soberania nacional,comprometimento,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, preservar o símbolo da Cruz Vermelha é fundamental para identificar as pessoas que estão atuando pela Cruz Vermelha e também os objetos e os transportes. É uma instituição fundamental porque trabalha com o princípio humanitário de valorizar a própria vida e está presente em mais de 190 países, fazendo essa função. E, muitas vezes em momentos de calamidade, em momentos de guerra, a Cruz Vermelha atua sempre na defesa da vida. E aqui se busca internalizar o que já são preceitos internacionais que precisam ser reafirmados pela sua condição de ter relações inclusive com todos os países. Presidente, é muito triste para este País ver que há pessoas que têm esse nível de desrespeito com o próprio País, esse desrespeito de sugerir um grupo de transição com os Estados Unidos para definir a implementação de programa de governo no Brasil. A Cruz Vermelha trabalha na lógica de unificar o mundo em defesa da paz e da vida. Todos deveriam ter essa preocupação, mas alguns que aqui estão têm a preocupação de vender o Brasil, de entregar o Brasil, de ferir a nossa própria soberania. Era preciso que nós tivéssemos esse conceito humanitário e, ao mesmo tempo, essa disposição de atuar em defesa do conjunto dos países e não submeter o nosso Brasil a interesses estadunidenses.
  • 30/06/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Lei de Conversão nº 5, de 2026, relativo à Medida Provisória nº 1.341, de 2026, que dispõe sobre o prazo de isenção, redução ou suspensão de tributos previstos nos regimes aduaneiros especiais de drawback no caso de importação de cacau. Ademais, enalteceu o Governo Lula pelo Plano Safra, no valor de R$ 525 bilhões, e criticou o candidato da Oposição à Presidência da República por oferecer o Pagamento Instantâneo - Pix e as terras raras aos Estados Unidos, além de prometer um grupo de transição, em caso de vitória eleitoral.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,Maioria parlamentar,Voto favorável Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Plano Safra,Política agrícola,Crédito rural Candidato a cargo eletivo,Presidência da República,Oposição política,Política externa,Estados Unidos,Pagamento Instantâneo (Pix),Terras raras,transição,Eleições

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Hoje, pelo Plano Safra, vemos o compromisso do Governo Lula com os produtores rurais deste Brasil, porque são 525 bilhões de reais, como já foi dito pelo nosso Líder. E o que nós estamos tratando, nesta medida provisória, é de um prazo menor para o produto importado, para que o cacau importado se transforme em produto final e que possa ser exportado, para que não se façam estoques de até 2 anos. Importar, deixar estocado e utilizar em até 2 anos é algo que prejudica a produção nacional. Aliás, talvez eles não entendam o que é soberania. Em verdade, estão oferecendo o Pix e as terras-raras. Inclusive, ofereceram para os Estados Unidos um grupo de transição. O filho do condenado preso chegou a dizer: "Se eu ganhar a eleição, vamos fazer um grupo de transição com os Estados Unidos." Por isso, nós votamos "sim".
  • 30/06/2026

    A Deputada destacou que o Projeto de Resolução nº 34, de 2026, que institui, no âmbito da Câmara dos Deputados, a Comenda Padre Cícero Romão Batista de Desenvolvimento Regional, valoriza a cultura nacional, a diversidade, a força transformadora do povo brasileiro e os preceitos de preservação ambiental atribuídos ao Padre Cícero e à fé popular. Ao final, criticou a política ambiental do Governo Bolsonaro.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de resolução da Câmara dos Deputados,Comenda Padre Cícero Romão Batista de Desenvolvimento Regional,Preservação ambiental,Cultura popular,Política ambiental,Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, com esta proposição, nós estamos aqui valorizando a cultura deste País, como estamos valorizando também os preceitos de defesa ambiental do próprio padre Cícero. Padre Cícero teve os mandamentos de preservação ambiental àquela época, e estamos valorizando também a fé do povo brasileiro. Portanto, nós estamos territorializando, valorizando, como disse a Deputada Jandira Feghali, a cultura deste País, que é a cultura com a sua diversidade, com a sua beleza, com a sua força transformadora, inclusive sua força de resistência, como estamos também valorizando a fé e valorizando uma expressão ou um desenvolvimento de políticas ambientais tão desprezadas por parte dos que aqui estão — que, quando estiveram no Governo, no Governo do hoje preso e condenado Bolsonaro, fizeram do Ministério do Meio Ambiente uma política antiambiental.
  • 30/06/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 1.670, de 2026, que estabelece a idade máxima dos veículos que podem ser usados no serviço de táxi e prever linhas de financiamento para renovação de frota por instituições financeiras oficiais.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, nós vamos orientar "sim" à proposição. Este projeto fala da idade máxima do veículo. É bom que se tenha a noção de que são veículos que rodam bastante e que, portanto, têm uma alta quilometragem. É diferente de um veículo que é usado de forma esporádica. Ao mesmo tempo, há um financiamento para essa renovação da frota. Isso significa modernizar o serviço e, ao mesmo tempo, valorizar os taxistas. O projeto também trabalha com a transparência e a identificação, porque exige informações atualizadas dos motoristas. Portanto, nós estamos aqui votando a urgência com muita convicção de que essa proposição vai valorizar estes profissionais, que são profissionais que cumprem uma função pública, e vai possibilitar também a valorização dos consumidores e consumidoras, que vão andar em veículos mais novos e, portanto, mais seguros.
  • 30/06/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 5.239, de 2025, que dispõe sobre a viabilização da primeira consulta ginecológica a partir dos 10 anos de idade no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS, visando à promoção da saúde reprodutiva e preventiva de meninas. Ademais, enalteceu o Governo Lula por ampliar a vacinação contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) no SUS para a faixa etária de 9 a 19 anos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto favorável Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Política de saúde,Saúde pública,Vacinação,Sistema Único de Saúde (SUS),Papiloma Vírus Humano (HPV)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu falo pelo Governo. Nós vamos votar favoráveis à urgência, mas nós achamos que é fundamental que construamos uma política integral de atenção à saúde das meninas, das mulheres, da nossa população. E é bom lembrar que o Governo Lula, que cuida da saúde da população, ampliou a vacinação do Sistema Único de Saúde contra o HPV, que é um dos fatores determinantes para a construção de câncer de colo de útero, para crianças e adolescentes de 9 a 19 anos. É importante que nós não tenhamos políticas que sejam pontuais e fragmentadas. Por isso, queremos fazer essa discussão no mérito da proposição. Vamos fazer uma política integral de apoio à saúde das nossas crianças, das meninas e mulheres.
  • 30/06/2026

    A Deputada destacou a importância de políticas públicas que assegurem a qualidade de vida e o desenvolvimento da Região Nordeste. Ademais, relacionou a superação da fome às ações do Governo Lula, como a transposição do Rio São Francisco. Por fim, manifestou apoio à aprovação do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 2.525, de 2023, que institui a Política de Convivência com a Seca Nordestina.

    Palavras-chave oficiais: Política pública,Qualidade de vida,Região Nordeste,desenvolvimento,Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Transposição de Águas do Rio São Francisco,Fome,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Política de Convivência com a Seca Nordestina

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, é muito importante que nós tenhamos políticas que proporcionem qualidade de vida e desenvolvimento na Região Nordeste. O livro de Graciliano Vidas Secas, que marcou a nossa história, fala de uma realidade do Nordeste que está sendo superada pelo Governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Ele acabou com a fome. Lula sempre diz que a gente tem que aprender a conviver com a dignidade das pessoas. A transposição do Rio São Francisco e tantas outras políticas públicas foram implementadas no Nordeste, no Brasil, para que a fome não provoque uma realidade que o Brasil está deixando para trás com o Governo Lula e que nós vamos ver retratada na nossa literatura. Por isso, nós somos favoráveis a esta urgência.
  • 30/06/2026

    A Deputada defendeu a aprovação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 5.695, de 2023, que tipifica penalmente a alteração de fotos, vídeos e som com o uso de sistema de inteligência artificial para praticar violência contra a mulher. Destacou que já existe lei sancionada sobre a matéria e que o Governo Lula tem adotado medidas como o Pacto de Enfrentamento do Feminicídio. Por fim, sustentou que o combate à violência contra as mulheres passa pela criminalização da misoginia.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Tipificação de conduta,Inteligência artificial,Violência contra a mulher,Fotografia,Vídeo,Som,Lei federal,Governo federal,Presidente da República,Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio,criminalização,Misoginia

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, obviamente, esse projeto já tem lei sancionada pelo Presidente Lula, que tem muito compromisso de defender os direitos das mulheres e tem feito, inclusive, esforços com a construção do pacto de enfrentamento do feminicídio. Já existe um projeto nessa perspectiva. Nós achamos que podemos votar a urgência, porque sempre é bom fazermos a discussão acerca do enfrentamento da violência contra a mulher, mas enfrentar a violência contra as mulheres, Presidente, é criminalizar a misoginia, que é o ódio que se carrega contra as mulheres e que, em verdade, vai deixando as suas marcas e vai fazendo um processo de desumanização simbólica que vai se expressar nas desumanizações literais. Portanto, nós queremos votar a urgência, porque é urgente que este Brasil se posicione contra a misoginia, pela vida das mulheres.
  • 17/06/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Decreto Legislativo nº 717, de 2024, que Susta o art. 2º do Decreto nº 1.775, de 8 de janeiro de 1996, que “dispõe sobre o procedimento administrativo de demarcação das terras indígenas e dá outras providências”, o Decreto nº 12.289, de 4 de dezembro de 2024, que “homologa a demarcação administrativa da terra indígena Toldo Imbu, localizada no Município de Abelardo Luz, Estado de Santa Catarina”, e o Decreto nº 12.290, de 4 de dezembro de 2024, que “homologa a demarcação administrativa da terra indígena Morro dos Cavalos, localizada no Município de Palhoça, Estado de Santa Catarina”.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de decreto legislativo,Base de apoio político,Governo,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a demarcação dos territórios indígenas é um ato administrativo concreto do Poder Executivo, respaldado pela Constituição. Para esses que acham que podem açoitar a Constituição a seu bel-prazer, é bom lembrar que a Constituição diz que são reconhecidos aos indígenas os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam. E há um procedimento que foi cumprido com laudos, sob toda a sorte de aspectos. Portanto, o que está se buscando aqui é roubar os territórios indígenas, é dizer que os povos originários não têm direito à própria terra. E querem sustar um decreto de 1996, que esteve em vigor durante todo esse tempo e tem condicionantes e prerrogativas que foram todas efetivadas. Não são apenas de dois territórios indígenas que querem romper a demarcação. Aliás, sobre este território indígena, eu fiz parte da CPI do Incra e da Funai e vi como foi construído o processo de demarcação: absolutamente com o rigor da própria lei. Mas não é só isso. Querem impedir a demarcação de territórios indígenas e querem continuar um genocídio. Aliás, de genocídio eles entendem bem. E aqui me dizem: "Vocês não podem argumentar sobre um território que é de Santa Catarina". E eu digo: aqui, Deputado, está se falando da Constituição, e é V.Exa. que não poderia usar o seu bottom parlamentar para desconsiderar o juramento que foi feito nesta Casa, de respeitar a Constituição brasileira. Querem impedir a demarcação de territórios indígenas, ferindo a Constituição brasileira. Por isso, o Governo se posiciona contra a urgência.
  • 16/06/2026Breves Comunicações

    A Deputada destacou iniciativas do Governo Federal voltadas ao combate à endometriose, à promoção da saúde das mulheres e ao fortalecimento da política de dignidade menstrual, com ênfase na ampliação do acesso a diagnósticos e atendimento especializado. Além disso, relembrou a derrubada do veto presidencial ao Projeto de Lei nº 4.968, de 2019, que institui o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual e assegurou a distribuição de absorventes para mulheres e meninas em situação de vulnerabilidade. Ressaltou também a importância da retomada do Programa Farmácia Popular. Em seguida, criticou ações e posicionamentos atribuídos ao ex-Presidente Jair Bolsonaro e a aliados políticos, especialmente em relação à soberania nacional e às instituições democráticas. Por fim, defendeu a atuação internacional do Presidente Lula, reafirmou a importância da soberania brasileira e manifestou apoio à preservação de instrumentos nacionais considerados estratégicos para o País, como o Pagamento Instantâneo (Pix).

    Palavras-chave oficiais: Endometriose,Dignidade menstrual,Mulher,Projeto de lei ordinária,Programa de Fornecimento de Absorventes Higiênicos (PFAH),Veto presidencial,Derrubada de veto Programa Farmácia Popular do Brasil Ex-presidenta da República,Soberania nacional,Governo federal,Pagamento Instantâneo (Pix),Política externa,Política econômica

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    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Sem revisão da oradora.) - Nós tivemos o lançamento de uma série de iniciativas do Governo Federal de combate à endometriose em defesa da saúde das mulheres, em defesa da dignidade menstrual, para que nós tenhamos condições de investir em diagnósticos mais rápidos e ter o devido atendimento. Quando nós aprovamos o projeto da dignidade menstrual, eu lembro muito que ele foi vetado pelo Governo Bolsonaro. O Jair Bolsonaro, hoje condenado e preso, vetou essa proposição. Nós derrubamos o veto para assegurar que não tenhamos meninas que perdem pelo menos uma semana de aula por mês porque não têm dignidade menstrual. Mas o condenado e preso hoje, Jair Bolsonaro, recorreu ao Poder Judiciário para impedir o fornecimento de absorventes para mulheres e meninas no nosso Brasil. Vejam que nós temos hoje essa dignidade menstrual assegurada com o fornecimento de absorventes. A Farmácia Popular voltou, assim como a dignidade neste País, a dignidade tão dilacerada por um governo que batia continências e ainda bate para a bandeira estadunidense, o Governo de Jair Bolsonaro. Aqui se critica o que Lula faz nas viagens internacionais, mas eu lembro muito de Jair Bolsonaro, hoje condenado e preso, em pé, em Nova York, num local escuro, comendo pizza, expulso do ato para o qual ele foi — ou deveria ir — representando o Brasil. E hoje nós temos o Presidente Lula tentando, mais uma vez, eliminar um tarifário — ou um "tariflávio", melhor dizendo — que penaliza o conjunto do Brasil. Lembro que, quando classificaram determinadas associações ou entidades como organizações terroristas, referindo-se ao crime organizado no País, na verdade não queriam combater o crime organizado. Digo isso porque, se quisessem, teriam efetivado ações concretas de combate quando estiveram no Governo. Mas isso aconteceu porque aquele que hoje também foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal foi a outro país buscar apoio internacional para garantir a impunidade do pai, para constranger o Poder Judiciário, a fim de impedir que fossem reconhecidos seus crimes contra o País e contra a democracia. E ele declarou naquela ocasião: "Isso não é o fim; é apenas o começo". E, em seguida, veio o chamado "tariflávio", atingindo o conjunto do Brasil. Hoje, o Presidente Lula está no G7 tentando desconstruir aquilo que representava um golpe contra a Nação. Atacar a soberania nacional é atacar a soberania popular, a soberania energética e tantas outras formas de soberania que integram a própria soberania nacional — soberania que não se negocia. Como disse Lula: "Soberania não se negocia". Não se negocia soberania. Não se negocia democracia. Este Brasil não pode se submeter àqueles que querem arrancar os frutos da nossa própria inteligência. Eles querem acabar com o PIX. Como alguém pretende acabar com o PIX?! E é bom que a gente diga e repita: o PIX é nosso, e o Brasil é soberano.
  • 16/06/2026Breves Comunicações

    A Deputada saudou o retorno do Deputado Glauber Braga às atividades parlamentares após o término de uma suspensão que classificou como injusta, ressaltando a atuação do parlamentar na defesa da democracia e dos direitos. Além disso, homenageou a participação da Deputada Heloísa Helena e destacou o compromisso da parlamentar com causas sociais. Em seguida, defendeu a investigação do Banco Master, mencionando supostas relações da instituição com agentes políticos ligados ao bolsonarismo e a destinação de recursos a campanhas eleitorais. Por fim, afirmou que o Governo Lula tem atuado no combate à corrupção, citou ações relacionadas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e ao Banco Master e sustentou a necessidade de aprofundar as investigações para apurar eventuais irregularidades e responsabilidades.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Mandato parlamentar,retorno,Suspensão disciplinar,Atuação parlamentar,Democracia Deputada federal,Direitos sociais,Plataforma política,Atuação parlamentar Banco Master,Fraude bancária,investigação,Campanha eleitoral,Ex-presidente da República,Agente político,recursos,Corrupção,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Governo federal

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    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu começo saudando o retorno do Deputado Glauber Braga e lembro muito das suas palavras, de que queriam que Glauber se arrependesse do que não cabe um arrependimento. E Glauber dizia: “Não vão cassar o meu mandato na existência dele e não vão cassar a minha voz”. Essa suspensão absolutamente injusta, mas uma suspensão que teve o seu término e agora nós temos Glauber de volta. Nós temos uma voz em defesa dos direitos, da democracia, uma voz corajosa, uma voz teimosa. Penso que, nesses seis meses, sentimos muita falta do Glauber, mas também ficamos muito homenageados com a presença da Deputada Heloísa Helena, que tem muita ternura pelo povo, muita ternura pelo povo e muita fervura, como ela mesma diz, quando se trata das injustiças que marcam de forma tão profunda este Brasil. Por isso, Glauber, muito bom ter você de volta. E digo que é um clamor de todas as pessoas, de todos os cantos deste País, que têm a convicção de que a justiça precisa ser absolutamente aprofundada. E digo isso porque é fundamental. Lembro que a Deputada Heloísa Helena teve a iniciativa de fazer uma CPI, junto com a Deputada Fernanda, para investigar o Banco Master. Nós precisamos que o Banco Master seja investigado, porque as suas relações são como tentáculos que estão, em grande medida, na lógica bolsonarista ou nos bolsonaristas. Aliás, é muito engraçado ver as pessoas falando aqui de forma genérica, mas ninguém responde. Foram 140 milhões para um filme! Ele disse: "Meu irmão, estou com você em todos os momentos". Essas relações e tentáculos que asfixiam a liberdade, a democracia e a ética foram construídos na relação do Sr. Vorcaro com os bolsonaristas. Aliás, pagaram uma mesada ao senador Ciro Nogueira. Ele, que foi ministro de Bolsonaro e fez o que fez em Brasília, atua como um aliado tão fiel que deixa uma sucessora igualmente fiel àqueles que saquearam o Distrito Federal e o Brasil. É bom lembrar que foi no Governo Bolsonaro que o Banco Central possibilitou que o Banco Master tivesse estrutura para fazer o que fez. Presidente, gostaria de pontuar que nós queremos, sim, que tudo seja investigado, até porque o Governo Lula é o que mais tem combatido a corrupção, enfrentou a máfia do INSS e enfrenta essa máfia do Banco Master e todos os seus tentáculos, que incluem o Governador do NOVO, que também recebeu recursos do Sr. Vorcaro. Portanto, não sejam cínicos! Vamos à investigação para que nós possamos desbaratar um esquema que forneceu jatinhos para Parlamentar trabalhar na campanha eleitoral, forneceu recursos para Jair Bolsonaro na campanha, recursos para o Sr. Tarcísio, recursos para o Governador Zema. Nós vamos vendo que quem de fato tem que responder à Nação são esses da extrema direita, que querem entregar o País e se locupletam com a corrupção.
  • 09/06/2026

    A Deputada defendeu os resultados econômicos e sociais do Governo Lula, destacando a redução do desemprego, a saída de milhões de famílias do Bolsa Família por aumento de renda e a retirada do Brasil do mapa da fome. Criticou adversários políticos e associou integrantes da família Bolsonaro às controvérsias envolvendo o Banco Master e a críticas ao Pix. Também afirmou que o Governo Federal atuou no combate a irregularidades no INSS e defendeu a condução da pandemia, a política agrícola e os investimentos destinados ao Rio Grande do Sul após as enchentes.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Desemprego,redução,Bolsa Família,Mapa da Fome,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,combate,Política agrícola,Rio Grande do Sul,Enchente,Investimento Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Família,Banco Master,Fraude,envolvimento

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    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Nós temos mais de 5 milhões de famílias que saíram do Bolsa Família, e saíram do Bolsa Família porque adquiriram renda. Nós estamos vivenciando o menor desemprego da história deste Brasil. O Brasil mais uma vez saiu do mapa da fome. O Brasil tem um Presidente que passou fome e que sabe a dor e a delícia de ser brasileiro, um Presidente que ama este Brasil, diferente de outros, diferente deste "tariflávio", diferente destes que vão tentar vender as riquezas do Brasil. Como é possível aplaudir um Parlamentar cassado por esta Câmara que está nos Estados Unidos, morando em uma mansão cujo aluguel, dizem, custa 30 mil reais? Pelo que tudo indica, esta mansão está sendo custeada por um filme que saiu do bolso do Sr. Vorcaro. Como é possível admitir que esse filho do ex-Presidente condenado e preso — condenado e preso! — diga que é preciso colocar o Pix para negociação? Eles já atacaram o Pix antes. Nós temos um Parlamentar aqui que costumava andar nos jatinhos de Vorcaro para fazer campanha para Jair Bolsonaro, porque as relações do Sr. Vorcaro, do Banco Master, são muito próximas com a família do ex-Presidente da República condenado e preso — condenado e preso! —, aquele mesmo que assassinou milhares de pessoas aqui neste Brasil, aquele mesmo que carrega mais de 700 mil mortes, que dizia que a vacina precisava ser condenada e que nunca respondeu a denúncia de que estava se cobrando por cada vacina neste Brasil. Esta família que está hoje tentando golpear mais uma vez este Brasil tem um representante que disse que era preciso negociar o Pix. O ataque que o Parlamentar fez ao Pix foi um ataque contra a economia nacional. A tentativa de se estabelecer que o Pix não poderia servir ao crime organizado foi atacada atacando o próprio Pix. Agora eles querem negociar, falando de um sistema estadunidense que em verdade não tem a velocidade do Pix e, ao mesmo tempo, é um sistema dos bancos estadunidenses. Queriam negociar o Pix. Aliás, o Sr. Tariflávio também quer negociar as terras-raras, chegou a falar isto: "Ora, nós temos as terras-raras de que vocês precisam, Estados Unidos". Foi dito isso. Esses são os fatos que eles açoitam todos os dias, açoitam todos os dias. Vêm aqui falar de corrupção. Sabe quem enfrentou a corrupção no INSS? O Governo Lula. Sabe quem enfrentou a corrupção no Banco Master? O Governo Lula. É preciso que a gente avive a memória. Nós vimos, o Brasil inteiro viu um vídeo em que o Seu Jair Bolsonaro, condenado e preso — condenado e preso —, dizia: "Se eu não consigo mudar o Superintendente da Polícia Federal, eu mudo o chefe dele. Se eu não conseguir mudar o chefe dele, eu mudo o chefe do chefe." Isso foi dito, isso foi dito. E dizia: "A Polícia Federal não vai investigar os meus amigos e a minha família". Aqui se diz que havia suspeitas ou denúncias de que se manipulava ou tentava manipular a Polícia Federal, que orgulha o povo brasileiro. Tentava-se manipular pelo Sr. Jair Bolsonaro, condenado e preso, pai do Sr.Tariflávio. Eu lembro quando houve a caracterização das organizações criminosas como terroristas, que em verdade não é para combater organização criminosa. Diga-me: qual foi a ação do Governo Bolsonaro, hoje condenado e preso, de combate ao crime organizado? Nenhuma. Aliás, os presídios federais onde estão os representantes do crime organizado foram construídos por Lula e Dilma, foram construídos por outros Governos. Nada foi feito para combater o crime organizado durante a gestão do condenado e preso Jair Bolsonaro. Nada foi feito. Nada foi feito. Nada foi feito pela saúde, nada foi feito pelo povo brasileiro. Fala-se aqui de inflação. Nós estamos com a inflação controlada, mas nos anos do Governo do condenado e preso Jair Bolsonaro a inflação era de mais de 10%, dois dígitos de inflação. Tínhamos a fila do osso, a fila do osso, com as pessoas carregando as marcas doídas na pele, com a comida sendo feita com lenha e com álcool. É isso que vocês querem de volta para o Brasil? É isso? É se ajoelhar para os interesses estadunidenses? Lembro que um Secretário dos Estados Unidos disse que o Brasil não era um país amigo. Sabe por que o Brasil não é um país amigo? Ele disse que os países amigos eram aqueles que defendiam os interesses não da pátria destes países, mas os interesses estadunidenses. Ele concluiu a sua fala dizendo que os Estados Unidos voltariam a dominar o mundo. Vocês se ajoelham para os Estados Unidos e rompem a soberania nacional. Quando houve o primeiro tarifaço, vocês estenderam a bandeira estadunidense nesta Casa, afrontando a Bandeira Nacional. E me vêm aqui dizer que é preciso que isso volte? Que falta de amor que vocês têm pelo Brasil! Aqui vocês deveriam respeitar as pessoas que choram a morte dos seus entes queridos em função da Covid. Deveriam respeitar. Vocês lembram? "Isso é uma gripezinha". Vocês se lembram da chacota que foi feita com o povo que sofria por insuficiência respiratória? Não dá para esquecer. Não dá para esquecer as pessoas com carrinhos de supermercados tentando negociar tubos de oxigênio para salvar os seus entes queridos. E, ali, o Governo Bolsonaro derramando cloroquina, fazendo falas contra as vacinas, mandando o povo sair e se infectar com a Covid. Respeitem as pessoas que choram! Choram porque todos nós, todas nós perdemos alguém que a gente ama neste processo. Respeitem a dor deste povo, a dor de quem perdeu os seus entes queridos, porque quem parte sempre é o amor de alguém. Por isso, em amor a este País, o povo brasileiro reage e bate palmas para Lula quando ele diz que soberania e democracia a gente não negocia. Ataques contra o Pix nós já tivemos neste País, mas o Pix é do povo brasileiro, é do Brasil. Este Pix nos orgulha, a cada brasileiro e a cada brasileira. Ele significa a força que este Brasil tem. Aí me vêm aqui falar que o Governo Lula está de costas para o agro? Sabem quanto foi o Plano Safra? Foram 516 bilhões de reais do Governo Federal para o agro. Sabem quanto o Governo Lula destinou para o Rio Grande do Sul quando estava sendo vítima desse negacionismo climático, que caracteriza o negacionismo que é estrutural, porque nega a própria realidade e acha que pode substituir a realidade por invenções ou por ficções? Mais de 90 bilhões de reais! Aí me vêm aqui dizer que o Governo Lula não apoia o agro nem a agricultura familiar? Mas 45% do PAA estão vindo da agricultura familiar! Uma das primeiras ações do Governo Lula foi aumentar o valor do Plano Nacional de Alimentação Escolar. Nós temos o Brasil de volta, e esses que não gostam do Brasil, que acham que o Brasil tem que se rastejar para os interesses estadunidenses, que acham que é normal e natural circular em jatinhos para fazer campanha para Jair Bolsonaro no segundo turno — jatinhos de criminosos —, estes não amam o Brasil, nem amam o seu povo. Amar o povo brasileiro é amar um povo sem fome, é fazer com que nós tenhamos este Brasil vivenciando a sua grandeza. O Brasil não é dos Estados Unidos, não é de Trump, a quem vocês pedem, a quem se rastejam, para que possa interferir neste Brasil. O Brasil é dos brasileiros e das brasileiras, e o Pix é do povo brasileiro!
  • 03/06/2026

    A Deputada rebateu críticas da oposição e associou Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro às tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos, sustentando que suas articulações internacionais contribuíram para medidas que ameaçam interesses brasileiros. Afirmou que o Governo Lula tem atuado no combate ao crime organizado, à corrupção e na defesa de políticas públicas nacionais. Também criticou o ex-Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e a atual Governadora Celina Leão, cobrando explicações sobre a situação fiscal do DF e sobre operações envolvendo o BRB. Por fim, acrescentou que a ampliação de renúncias fiscais e a falta de transparência agravaram problemas financeiros que poderiam comprometer investimentos em habitação, saúde, educação e assistência à população do Distrito Federal.

    Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,Comércio exterior,Tarifa,Organização criminosa,classificação,Senador,Ex-deputada federal,Partido Liberal (PL),vinculação,Crítica,Governo federal,Crime organizado,combate Banco Master,Fraude,Banco de Brasília (BRB),Prejuízo,Distrito Federal (Brasil),Governadora,Ex-governador,Crise fiscal,esclarecimento

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    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Nós tivemos uma cronologia, descrita pelo Deputado Tadeu Veneri, que faz com que nós estejamos aqui desconstruindo um discurso que querem inventar, de que o Sr. "Tariflávio" não tem nada a ver com o "tarifaço" que ameaça o Brasil. Da mesma forma, o primeiro "tarifaço" foi aplaudido por Eduardo Bolsonaro. Aqui, representantes da Extrema Direita, esses, que de forma absolutamente inconteste seguem Jair Bolsonaro, abriram a bandeira dos Estados Unidos. Abriram a bandeira dos Estados Unidos. Isso é violência vicária: para atingir Lula, atingem o povo brasileiro — o povo brasileiro. E aqui alguns dizem: “Mas o Sr. Tariflavio não tem nada a ver com isso, até mandou uma cartinha.” Mas, vejam, a que estava se referindo o Sr. Eduardo Bolsonaro, quando foi decretada a condição de organizações terroristas para o crime para as duas instituições do crime organizado? O objetivo deles não era enfrentar o crime organizado, porque não fizeram isso quando eles estavam no Governo. Eles se aliaram de forma tão profunda com as milícias, que acabaram perdendo a sua própria identidade. A identidade ficou mesclada com a identidade de milicianos. Tanto é que a família do Sr. Adriano Nóbrega esteve no gabinete do Sr. Senador Flávio Bolsonaro, ou melhor dizendo, Tariflavio Bolsonaro. Portanto, nada fizeram para combater o crime organizado. Quem está organizando o Estado, inclusive com a PEC da Segurança, que propõe essa relação do Governo Federal com os Estados, para que nós possamos enfrentar o crime organizado, quem está asfixiando o crime organizado através da contenção da sua alimentação financeira, é o Governo Lula. O Governo Lula foi o Governo que mais combateu a corrupção: desbaratou a máfia do INSS, desbaratou a máfia do Banco Master. Aliás, eles não respondem por que o NOVO é tão contra o Estado, tão contra o Estado., mas não dizem que ele é contra o Estado que serve aos pobres. E acha que o mercado tem uma inteligência autônoma, que o mercado vai reger as nossas vidas. O mercado se move pelo lucro, e nós precisamos de um Estado que enfrente os problemas nacionais. Mas eles não responderam por que o Sr. Zema recebeu, do Sr. Henrique Vorcaro, 1 milhão e pouco antes das eleições para o Governo de Minas Gerais. E por que, nesse mesmo ano, em 2022, o Sr. Zema aumentou, expandiu o crédito consignado, que favorece um dos produtos do Banco Master, o Credcesta. Isso eles não falam! Esse Estado é que eles querem, subserviente aos bancos falidos, como que aconteceu aqui no Distrito Federal. No Distrito Federal, houve um assalto ao Banco de Brasília. E o Banco de Brasília faz parte da minha história, porque fui Presidenta do Sindicato e, durante muitos anos, nós conseguimos mantê-lo como o Banco de Brasília, impedir a privatização dele e impedir que fosse esfacelado. Mas, agora, me vem o Sr. Governador Ibaneis e a Sra. Vice-Governadora Celina Leão e provocam esse rombo no Banco de Brasília. E a Governadora, que está há mais de 60 dias no Governo, não fez nenhum ato para que os recursos roubados pudessem ser devolvidos para o povo do Distrito Federal. Ao contrário, faz um programa de ajuste fiscal. E eu fico pensando, esse ajuste fiscal que se está querendo fazer é para lesar o povo do Distrito Federal por um rombo que foi feito por criminosos que deveriam estar sendo investigados. E deveria haver uma postura do Governo do Distrito Federal para enfrentar, para ir atrás do dinheiro roubado, para devolver o dinheiro roubado para o povo do Distrito Federal, mas não há uma ação neste sentido. E nós temos, talvez, a Polícia Civil mais habilitada e mais capacitada de todo o Brasil. Aliás, nós não temos conhecimento das auditorias que foram feitas pelo banco, como ninguém tem conhecimento também do balanço do próprio banco. Nós precisamos, sim, preservar o BRB. Eu não tenho dúvidas acerca disso. Temos que preservar o BRB, com certeza, mas isso não pode ser feito passando o pano em quem roubou o BRB nem penalizando o povo do Distrito Federal. Portanto, nós estamos vivenciando um processo. E a gente exige do Governo do Distrito Federal, primeiro, explicações sobre esta história de a Governadora dizer que era apenas Vice-Governadora e que não sabia o que estava acontecendo... Olhem, o que está sendo dito hoje pelo próprio Governo do Distrito Federal é que foi um tsunami que passou aqui neste Governo, que há um rombo nas contas do GDF. Há um rombo nas contas e diz a própria Secretaria de Fazenda que ele acontece há 2 anos — há 2 anos!. E o que fez o Governo do Ibaneis e da Celina nestes 2 anos? Diminuiu a alíquota do imposto, não do imposto que atinge a população pobre da nossa cidade, mas do imposto de quem está negociando imóveis. Diminuíram as alíquotas do Governo do Distrito Federal e agora eles dizem que, há 2 anos, há um rombo de alguns bilhões no Distrito Federal. E o que foi feito efetivamente para se conter a isenção, a renúncia fiscal? Porque, em 2019, nós tínhamos uma renúncia fiscal aqui no DF de 1,9 bilhão e, para o próximo ano, será de 10,4 bilhões. Por que se preserva esta renúncia, que, obviamente, tem que ser analisada caso a caso para ver se ela se traduz em emprego, em desenvolvimento ou não? São 10,4 bilhões que estão sendo alvos de renúncia fiscal no Distrito Federal. Com este rombo por volta de 12,2 bilhões, ou talvez mais, este valor daria para construir 134 mil casas no Distrito Federal, zerar o déficit habitacional, zerar o déficit de creche, zerar o déficit de unidades básicas de saúde, de Centros de Atenção Psicossocial de saúde, de educação em tempo integral. Aliás, é bom lembrar que o Distrito Federal é a unidade da Federação que tem a menor cobertura proporcional ao número de habitantes em educação em tempo integral. São projetos do Governo Federal que o Governo local não implementa, porque este Governo que aí está não se abraça nem olha no olho do povo aqui do DF. Por fim, Presidente, a Vice-Governadora dizer que nada sabia do que acontecia aqui no Governo do Distrito Federal nos leva a uma pergunta: ou é profunda incompetência ou é cumplicidade com o roubo que foi feito... (Desligamento do microfone.)
  • 03/06/2026

    A Deputada sustentou que o Presidente em exercício estava prolongando a votação mesmo após o quórum qualificado ter sido alcançado. Ademais, criticou o uso do tempo para favorecer posições pessoais ou partidárias. Além disso, defendeu o papel do Estado em áreas como Sistema Único de Saúde (SUS), Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e proteção ambiental. Por fim, criticou o Partido Novo por defender a atuação estatal para salvar bancos, mas não para atender os pobres, e cobrou explicações sobre a doação do pai do Sr. Vorcaro, empresário do Banco Master, na eleição para o Governo de Minas Gerais.

    Palavras-chave oficiais: Presidente,Votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Quórum qualificado,parcialidade Sistema Único de Saúde (SUS),Sistema Único de Assistência Social (SUAS),Política ambiental,Estado brasileiro Partido Novo (NOVO),Doação,Banco Master,Eleição,Governo estadual,Minas Gerais,População rica,Pobre

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    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o Deputado falou que é preciso aguardar os que estão aqui no Congresso. Nós temos aqui por volta de dez Parlamentares apenas, ou um pouco mais que isso. Então, esses dez Parlamentares que estão aqui no Congresso, ou quinze, ou vinte, esses já votaram. Nós precisamos de um quórum de 257 votos, o que já foi atingido há algum tempo. Então, quem está ocupando a Presidência não pode se utilizar do tempo para poder fazer valer as suas posições pessoais ou as suas posições partidárias. E, por fim, Presidente, eu gostaria de apenas dizer sobre o Estado. Ah, o SUS é Estado. O SUS é Estado. O SUAS é Estado. Ah, proteger o meio ambiente é função do Estado, mas há alguns, como o Partido Novo, que acham que o Estado só tem que servir para salvar bancos, para salvar bancos falidos. Aliás, é muito bom lembrar — e nós queremos explicações — como é que nós tivemos, na véspera do processo eleitoral, uma doação do pai do Sr. Vorcaro para o NOVO na eleição do Governo de Minas Gerais. Nesse dinheiro aí o Estado pode atuar, porque isso é recurso público, recurso público desviado. Eles não querem o Estado para os pobres, só querem o Estado para os ricos.
  • 03/06/2026

    A Deputada reclamou que o Presidente em exercício estava agindo de modo parcial ao postergar a votação a fim de alcançar quórum qualificado para a aprovação do requerimento de urgência.

    Palavras-chave oficiais: reclamação,Presidente,parcialidade,Processo legislativo,Votação,Quórum qualificado,Aprovação,Requerimento de urgência

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    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu quero me expressar dizendo, primeiro, que nós temos aqui uma votação que está há mais de meia hora para acontecer, e um Plenário esvaziado. E a Mesa, V.Exa. simplesmente diz: "Não, nós estamos esperando porque queremos votar a urgência". Foi o que V.Exa. falou. Quando V.Exa. diz que temos 440 votantes, mas que nós precisamos de quórum qualificado para aprovar a urgência e, por isso, vamos esperar mais, V.Exa. está emitindo uma posição parcial. Está dizendo que está esperando termos mais votantes para não haver o risco de não aprovarmos a própria urgência. Foi V.Exa. que falou; não sou eu que estou falando. Então, V.Exa. confessou que está num processo de postergação da votação para poder haver condições para aprovarmos a urgência. Nós estamos há por volta de 40 minutos aguardando essa votação. O SR. CABO GILBERTO SILVA (PL - PB) - Para contraditar, Sr. Presidente. O SR. PRESIDENTE (Silvio Antonio. PL - MA) - Deixe-me só respondê-la primeiro. Esta Presidência está aguardando o quórum qualificado. Quem decide que aprova é o voto dos Srs. e Sras. Deputadas. Então, o resultado da votação é que define, não a Presidência. Essa é a minha resposta a V.Exa. A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o quórum qualificado são 257 votos. Nós já alcançamos isso há algum tempo. V.Exa. está agindo para aprovar a urgência.
  • 03/06/2026

    A Deputada afirmou ter sido contrária ao Projeto de Lei nº 957, de 2024, que trata da responsabilidade da exploração da lavra mineral, e informou que apresentou voto em separado na comissão, por considerar que não havia consenso. Além disso, declarou que não apoiaria medida que destruísse o meio ambiente ou enfraquecesse o Estado na fiscalização de territórios cedidos ao garimpo. Por fim, defendeu a soberania nacional, a permanência dos minerais críticos no Brasil e a prioridade do interesse do País sobre pressões externas.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,exploração,Lavra mineral,contrário

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    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, pedi a palavra apenas para que não restasse dúvidas que nós fomos contrários a esta proposição e que apresentamos um voto em separado na Comissão. Tenta-se construir aqui um consenso que não existe. Nós nunca vamos colocar a nossa digital em uma proposição que destrói o meio ambiente. Nós nunca vamos colocar a nossa digital em uma proposição que enfraquece o poder do Estado, para assegurarmos que não haja violação da própria legislação nos territórios que foram cedidos — alguns até com a declaração de serem destinados para os garimpos. Nós temos responsabilidade com a Nação. Se outros não têm essa responsabilidade, que defendem o tarifaço, ou que batem palmas para os interesses estadunidenses em detrimento do interesse nacional, não é o nosso caso. Nós defendemos a soberania. Nós defendemos que os minerais críticos fiquem com o Brasil. Nós defendemos o Brasil.
  • 03/06/2026

    A Deputada criticou o Projeto de Lei nº 957, de 2024, que trata da responsabilidade da exploração da lavra mineral e afirmou que a proposta permitiria a ampliação do garimpo sem regras adequadas de controle. Citou a situação vivida no território ianomâmi como exemplo dos impactos associados à atividade garimpeira sem fiscalização. Informou que a medida representaria riscos ao meio ambiente, à soberania nacional e à vida humana. Declarou que o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério do Planejamento, a Casa Civil e setores representados pelo Ibram manifestaram posição contrária à proposição. Sustentou que o texto não assegurava proteção ambiental nem garantias suficientes para a preservação dos interesses nacionais.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,exploração,Lavra mineral,contrário

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    A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Este projeto é para legalizar o garimpo e fazê-lo sem regras, sem regras. Nós, do Brasil inteiro, vimos o desastre que houve no território ianomâmi pela ação sem regras do próprio garimpo. Nós temos uma posição absolutamente nítida, que é a posição do Ministério do Meio Ambiente, porque não dá para ficar todo o tempo passando a boiada e deixando as marcas dos cascos das boiadas na nossa soberania e no nosso meio ambiente, porque ele é fundamental para a própria soberania. E nós temos também a posição do Ministério do Planejamento, da Casa Civil, do Governo contra esta proposição. O Instituto Brasileiro, o Ibram, também é contrário a esta proposição. Não dá para liberar, como se está propondo, o garimpo sem regras, sem respeito ao meio ambiente, sem respeito à nossa soberania, sem respeito à vida humana.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.