
Nome civil: Luis Eduardo Grangeiro Girão · 54 anos
Bananômetro
92/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 92% dos senadores · média do partido: 92
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 100%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 81%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 91%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 100%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 46%das 126 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 100%das 111 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
100%
Esteve em 418 de 418 sessões
Votou nas votações
81%
Registrou voto em 340 de 418 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 88 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
46%
Em 126 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
Eleição de 2018
EleitoSenador · CE · concorreu pelo PROS
Arrecadou
R$ 3,4 mi
18 receitas
Gastou (contratado)
R$ 3,4 mi
pago: R$ 3,4 mi
Votos nominais
1.325.786
válidos, 1º turno
Custo por voto
R$ 2,56
gasto ÷ votos
Gasto 82% acima da mediana dos senadores eleitos em 2018. Entre 53 senadores eleitos em 2018 com contas no TSE, é o 3º maior gasto e o 21º maior custo por voto (mediana: R$ 1,62). Ver o ranking
De onde veio o dinheiro
- Fundo eleitoral (FEFC)R$ 200 mil (6%)
dinheiro público do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, repassado pelo partido
- Fundo partidárioR$ 4,3 mil (0%)
dinheiro público do fundo dos partidos
- Recursos própriosR$ 2,7 mi (80%)
dinheiro do próprio candidato
- Pessoas físicasR$ 476 mil (14%)
4 doadores, 7 doações (sem nomes)
Maiores categorias de despesa
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,4 mi (40%)
2 lançamentos
- Atividades de militância e mobilização de ruaR$ 499,1 mil (15%)
458 lançamentos
- Publicidade por materiais impressosR$ 412,5 mil (12%)
93 lançamentos
- Despesa com Impulsionamento de ConteúdosR$ 266,6 mil (8%)
17 lançamentos
- Serviços prestados por terceirosR$ 141 mil (4%)
5 lançamentos
- Despesas com pessoalR$ 125,5 mil (4%)
27 lançamentos
- Doações financeiras a outros candidatos/partidosR$ 120 mil (4%)
10 lançamentos
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 110 mil (3%)
1 lançamento
- Outras categoriasR$ 346 mil (10%)
150 lançamentos
Maiores fornecedores
- Pessoas físicas (somadas)R$ 700,2 mil (21%)
- AGENCIA DELANTERO BTL LTDAR$ 700 mil (21%)
- MAKE IMAGE LTDAR$ 675 mil (20%)
- LITTERE EDITORA LTDAR$ 355,1 mil (10%)
- ADYEN DO BRASIL INSTITUICAO DE PAGAMENTO LTDA.R$ 180 mil (5%)
- A S MEDEIROS BEZERRAR$ 110 mil (3%)
- AMPLA OPINIAO CONSULTORIA PESQUISA E PROJETOS LTDAR$ 92,5 mil (3%)
- GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA.R$ 76 mil (2%)
Empresas pelo nome registrado na Receita Federal. Pessoas físicas (cabos eleitorais, por exemplo) e empresários individuais e MEI (cujo nome é o de uma pessoa) aparecem só somados.
Partidos que mais repassaram
- PARTIDO REPUBLICANO DA ORDEM SOCIAL - PROSR$ 200 mil (6%)
Só partidos, comitês e empresas aparecem pelo nome; % sobre o total arrecadado.
Pessoas físicas: 14% do arrecadado por Eduardo Girão, de 4 doadores. Ninguém é identificado aqui.
Totais exatos: arrecadou R$ 3.400.340,00; gastou R$ 3.395.640,06 · arquivo do TSE gerado em 18/10/2026.
Como ler estes números
- Arrecadado = soma das receitas declaradas, incluindo doações em bens e serviços (estimáveis em dinheiro).
- Gasto = despesas contratadas declaradas (o que a campanha se comprometeu a pagar), incluindo repasses a outros candidatos ou ao partido, quando houver. Despesas pagas aparecem à parte quando o TSE publica.
- Fundo eleitoral (FEFC) e fundo partidário são dinheiro público repassado pelo partido. O FEFC existe desde 2018; doação de empresa é proibida desde 2015.
- Custo por voto = gasto ÷ votos nominais válidos que o candidato recebeu no último turno que disputou. Suplente de senador não recebe voto próprio.
- Doações de pessoas físicas aparecem só somadas (total e número de doadores), sem nomes. Fornecedores só aparecem pelo nome quando são empresas (CNPJ); empresários individuais e MEI, cujo nome é o de uma pessoa, ficam somados.
Fonte: TSE — Portal de Dados Abertos: prestação de contas de candidatos, candidaturas e votação por município e zona. Portal de Dados Abertos do TSE · Conferido em 19/10/2026 às 06:15. Eleições de 2014, 2018 e 2022. Como calculamos
Dados oficiais da Senado Federal. 1º voto registrado: 26/02/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.