
Nome civil: Duda Salabert Rosa · 45 anos
Bananômetro
84/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 77% dos deputados · média do partido: 82
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 86%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 81%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 93%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 78%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 90%das 710 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 93%das 185 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
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- dep.dudasalabert@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5840
- Gabinete
- Gabinete 840, Anexo IV, 8º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
86%
Esteve em 335 de 391 sessões
Votou nas votações
81%
Registrou voto em 909 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
2
de 126 projetos apresentados (2%)
Alinhamento com o governo
90%
Em 710 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
93 discursos na tribuna · de 08/03/2023 a 26/05/2026.
- 09/12/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do inciso VI do art. 1º da Lei nº 13.178, de 2015, alterada pelo art. 2º do Substitutivo do Senado Federal apresentado ao Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015. Ademais, condenou os episódios de violência ocorridos no plenário da Câmara dos Deputados, declamando um poema de Gregório de Matos e apontando a falta de verdade, honra e vergonha na Casa.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Partido Democrático Trabalhista (PDT),Voto contrário Poesia,Atuação parlamentar,Plenário da Câmara dos Deputados,Violência
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. O PDT orienta "não". Os lamentáveis episódios que ocorreram nesta Casa hoje me lembraram de um poema que Gregório de Matos fez para descrever o Brasil do século XVII. É mais ou menos assim: Que mais falta nesta Casa?... Verdade. Que mais por sua desonra?... Honra. Falta mais que lhe ponha?... Vergonha. O demo a viver se exponha, Por mais que a fama a exalta, Numa Casa onde falta Verdade, honra, vergonha. O que falta nesta Casa é isto: verdade, honra e vergonha. O PDT orienta "não" e é contra qualquer votação que aconteça hoje devido à truculência ocorrida no plenário desta Casa. - 09/12/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do inciso V do Art. 1º da Lei 13.178, de 2015, alterada pelo Art. 2º do Substitutivo do Senado Federal apresentado ao Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 2015. Em seguida, defendeu o decoro parlamentar e condenou episódio de violência institucional e policial ocorrido no Plenário da Câmara dos Deputados.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Senado Federal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Democrático Trabalhista (PDT),Voto contrário Violência policial,Violência institucional,Plenário da Câmara dos Deputados,Decoro parlamentar
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - O PDT orienta "não", Presidente. E quero ratificar todo o repúdio do PDT ao que aconteceu hoje. Não podemos transformar o Parlamento em quartel. Não podemos transformar o Parlamento em delegacia. Não podemos transformar o Parlamento em espaço de intimidação policial. Hoje um Deputado do PDT foi covardemente violentado, e a violência contra ele não foi apenas institucional. O que víamos antes como violência silenciosa, simbólica, agrava-se nesta Casa e se transforma em violência policial. Isso é uma vergonha! Não há atmosfera para votar qualquer projeto hoje. Deve restar um minimo de dignidade a esta Casa. Peço que V.Exa. cancele a sessão de hoje. O PDT orienta "não" e reafirma "não" à sessão de hoje. - 05/11/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do Capítulo VI, "Das Atividades Reguladas", e do art. 19 do substitutivo do Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, que dispõe sobre a provisão de conteúdo audiovisual por demanda (CAvD) e dá outras providências. Além disso, registrou respeito ao Deputado André Figueiredo, destacando sua trajetória em defesa da pauta do audiovisual nacional e afirmando que ele foi vítima de injustiça na Câmara no ano anterior em razão de uma fake news que rotulou a proposta como PL da Globo. Por fim, citou Rui Barbosa — “justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada” — para sustentar que a deliberação atual do projeto de lei representa vitória com gostinho amargo, por não corresponder ao texto do Deputado e pelos efeitos pretéritos da desinformação.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Democrático Trabalhista (PDT),Voto favorável Elogio,Deputado federal,Partido Democrático Trabalhista (PDT),Relator,Projeto de lei ordinária,Indústria audiovisual,Plataforma de streaming,Conteúdo audiovisual,demanda,Defesa,Cultura (artes),Cinema,Televisão,Notícia falsa (fake news),Rede Globo de Televisão,Desinformação
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o PDT orienta "sim", pela manutenção do texto. Sabemos que não é o texto ideal, mas o texto possível. Quero deixar todo o meu respeito ao Deputado André Figueiredo, que há anos tem lutado por esta pauta do audiovisual e foi vítima de uma injustiça nesta Casa, no ano passado, por conta de uma fake news. Dizia-se que este era o PL da Globo! Não foi aprovado o texto do Deputado André Figueiredo, que dedicou sua trajetória política em defesa da cultura no Brasil. Deputado André Figueiredo, trago uma frase de Rui Barbosa, que disse que justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada. Portanto, há uma vitória hoje no Congresso Nacional, mas com gostinho de derrota, porque houve uma fake news pretérita que impossibilitou a aprovação do texto de V.Exa. E não foi aprovado o texto ideal. Assim, esta é uma vitória, mas com gostinho amargo. - 05/11/2025
A Deputada orientou a bancada na votação da Emenda Aglutinativa nº 1, apresentada ao Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, que dispõe sobre a provisão de conteúdo audiovisual por demanda (CAvD) e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda aglutinativa,Projeto de lei ordinária,Partido Democrático Trabalhista (PDT),Voto favorável
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - O PDT orienta "sim". É um projeto extremamente importante. Não é o texto ideal, mas é o texto possível. Parabenizo o Relator pelo diálogo. É uma vitória do audiovisual. Obrigada, Presidente. - 05/11/2025
A Deputada discutiu o Projeto de Decreto Legislativo nº 934, de 2025, oriundo da Mensagem nº 209, de 2023, do Poder Executivo, que submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Acordo Regional sobre Acesso à Informação, Participação Pública e Acesso à Justiça em Assuntos Ambientais na América Latina e no Caribe (“Acordo de Escazú”), assinado em Nova York, em 27 de setembro de 2018.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de decreto legislativo,favorável,Mensagem do Poder Executivo
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Defender o Acordo de Escazú é defender quem defende a democracia, é defender quem defende as florestas, os rios, os ambientalistas. O Acordo de Escazú não é mais uma burocracia; é um marco civilizatório. Ele prevê maior transparência, maior participação popular nos espaços decisórios e, além disso, uma defesa mais ampla de quem defende o meio ambiente. Vale lembrar que o Brasil é um dos países em que mais matam defensores do meio ambiente. Isso é uma vergonha para o Brasil! Daí a importância e também a urgência de este Parlamento ratificar o Acordo de Escazú. Quem defende a soberania nacional é a favor do Acordo de Escazú, porque esse acordo prevê justamente maior participação popular nos espaços de decisão. A Constituição Brasileira é clara quando diz que todo o poder emana do povo. O Acordo de Escazú prevê justamente que haja maior conteúdo democrático nas decisões referentes a questões socioambientais. Eu tenho orgulho de integrar o partido que elegeu o primeiro indígena do Congresso Nacional, o nosso saudoso Juruna. Em respeito à memória de Juruna, em respeito à bancada do cocar que existe hoje neste Congresso, em respeito às comunidades tradicionais, em respeito a quem defende o meio ambiente, nós do PDT orientamos "sim" à ratificação do Acordo de Escazú. Só quem está na luta ambiental sabe como é importante nós ratificarmos esse acordo. É raro encontrar um ambientalista que não tenha sido processado ou perseguido por grandes corporações internacionais que cometem crimes ambientais. Eu mesma já sofri várias ameaças de morte das mineradoras ilegais de Minas Gerais. O Acordo de Escazú existe para nos defender, para trazer transparência. Então, quem é a favor de transparência é a favor do Acordo de Escazú. Muito obrigada, Presidente. - 05/11/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 2.947, de 2025, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para atribuir à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (Cipa) o dever de promover a educação climática voltada à prevenção e à resposta a desastres.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Democrático Trabalhista (PDT),Voto contrário
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - O PDT orienta "não" à retirada de pauta. Tudo o que fortalece a agenda climática fortalece a economia do País. Então, o agro responsável repito, o agro responsável é a favor desse projeto. Os empresários responsáveis são a favor desse projeto, porque quem é mais prejudicado com a crise climática, além da população marginalizada, é o setor produtivo. Essa crise climática afeta diretamente quem produz, quem alimenta. Por isso, fortalecer a agenda climática é fortalecer a economia brasileira e defender quem produz no Brasil. O PDT é contra a retirada de pauta por entender que esse projeto é fundamental para o setor do agro que produz de forma responsável no Brasil. - 05/11/2025
A Deputada orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 7, apresentada ao Projeto de Lei nº 347, de 2003, que tipifica como crime a comercialização de peixe ornamental e a venda, exportação, aquisição e guarda de espécimes da fauna silvestre quando praticado de forma permanente, em grande escala, em caráter nacional ou internacional, aumenta a pena quando houver tentativa de evitar o flagrante dentre outros.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Partido Democrático Trabalhista (PDT),Voto contrário
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o PDT orienta "não" a esta emenda. Hoje é um dia histórico para o Parlamento, porque estamos aprovando e aprovamos uma legislação inédita na América Latina em defesa dos animais silvestres e ampliando a pena para maus-tratos contra animais silvestres. E aí aparece a bancada do boi querendo legalizar a tortura contra animais silvestres! Quem vota "sim" nesta emenda está votando em liberar a tortura de animais silvestres. Está votando em deixar os animais sem água e em superlotação, em torturar animais. Então, esta votação é importante porque nós vamos saber quem é a favor da tortura de animais e quem é a favor da biodiversidade. Nós temos uma bancada do boi que coloca o lucro acima de qualquer coisa, inclusive da tortura contra animais. Por isso, o PDT orienta "não" a esta emenda. - 05/11/2025
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. O Brasil tem a maior biodiversidade do planeta, mas, infelizmente, é o epicentro do tráfico ilegal de animais silvestres. Para quem não sabe, essa é a terceira maior atividade criminosa do planeta, perdendo apenas para o tráfico de armas e de drogas. Estamos falando aqui de uma atividade criminosa que, além de ceifar parte da biodiversidade brasileira, é bilionária, bilionária. Então, o que nós estamos discutindo aqui neste PL é o futuro da biodiversidade brasileira. Esse projeto traz importantes inovações para a gente poder defender os animais silvestres e a biodiversidade nacional. Por exemplo, ele vai aumentar a pena para o tráfico de animais silvestres, aumentar a pena para quem cometer maus-tratos com equinos. Eu tive o orgulho de apresentar uma emenda, que o Deputado Fred Costa acolheu, a quem eu agradeço, para aumentar a pena a quem cometer maus-tratos contra equinos e também animais silvestres. Além disso, vai colocar o crime de tráfico de animais como algo grave na legislação brasileira. Isso é um avanço. Como eu digo sempre, a nossa consciência e a nossa legislação têm que avançar numa perspectiva do ecocentrismo, e não do antropocentrismo. Hoje, a nossa legislação reconhece apenas o ser humano como sujeito de direito. Nós queremos que animais, águas, serras, rios sejam também reconhecidos como sujeitos de direito. O ser humano não é o ser do universo; ele é parte do universo. O ecocentrismo é o caminho fundamental para combater a crise climática. A relação que nós temos com os animais impacta diretamente a nossa saúde. Por isso o PDT, que tem na sua linha o PDT Animal, orienta a favor desse projeto. Temos certeza de que hoje é um dia histórico para a defesa dos animais e para a perspectiva socioambiental brasileira e latino-americana. Muito obrigada, Presidente. - 05/11/2025
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Transfobia é crime no Brasil, e o Deputado que nos antecedeu nunca falou da roupa de ninguém e decide falar da roupa de uma travesti, o que mostra, além de transfobia, misoginia, porque tudo aquilo ligado à dimensão do feminino é visto como negativo por esse partido, que, como eu disse, é um bolsonarismo de sapatênis. E digo mais... Falo e vou continuar falando. E digo mais: antes do debate estético, há o debate ético, coisa que V.Exa. não sabe ao querer retirar do texto o termo "justiça climática". Para finalizar, Presidente, é rebaixar o Parlamento discutir roupa. Se nós formos discutir roupa, eu direi que acho breguíssimo esses Deputados todos usarem terno da mesma cor, mas nós não vamos entrar nesse debate, nós temos que debater a crise climática. Aliás, hoje completa 10 anos o maior crime ambiental visto no Brasil, que ocorreu em Mariana. Pelo fim da transfobia! Vamos levantar o nível do debate neste Parlamento, Presidente! - 05/11/2025
A Deputada orientou a bancada na votação da expressão "contemplar os princípios da justiça climática", constante do § 3º, art. 5º da Lei nº 7.797, de 10 de julho de 1989, alterado pelo art. 2º substitutivo ao Projeto de Lei nº 2.809, de 2024, que altera a Lei nº 7.797, de 10 de julho de 1989, a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, e a Lei nº 12.187, de 29 de dezembro de 2009, para incluir a previsão de educação para reação a desastres climáticos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Democrático Trabalhista (PDT)
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - O PDT orienta "sim" à manutenção do texto. Que vergonha! O Partido Novo, que é um bolsonarismo de sapatênis, quer retirar do texto a expressão "justiça climática". Não há justiça social sem justiça climática. Nós orientamos "sim" à manutenção do texto e deixamos claramente nosso repúdio a este partido nanico chamado Partido Novo. - 05/11/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei nº 2.809, de 2024, que altera a Lei nº 7.797, de 10 de julho de 1989, a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, e a Lei nº 12.187, de 29 de dezembro de 2009, para incluir a previsão de educação para reação a desastres climáticos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Partido Democrático Trabalhista (PDT)
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. O PDT orienta "sim" a este projeto. Tenho muito orgulho de ser uma das autoras deste projeto, que prevê educação, educação, educação como forma de transformar a sociedade e colocar a educação no centro da gestão dos desastres climáticos. É muito simbólico aprovar este projeto hoje, quando se completam 10 anos do maior crime ambiental da história deste País, cometido pela Vale, em Minas Gerais, na cidade de Mariana, pelo qual até hoje pasmem! ninguém foi punido, ninguém foi punido! Essa é uma completa injustiça. Então, pelo que aconteceu em Mariana, pelo pedido de justiça climática, colocaremos a educação como elemento central no combate à crise climática e na gestão de desastres ambientais. O PDT orienta "sim", Presidente. - 01/10/2025Breves Comunicações
A Deputada defendeu a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, afirmando que a principal chaga do Brasil é a desigualdade social, onde 63% da riqueza está concentrada em 1% da população. Ressaltou que a educação, mesmo sendo essencial, não resolve o problema no curto prazo e que a tributação é a ferramenta mais eficaz de justiça social. Criticou o sistema atual, em que os mais pobres pagam proporcionalmente mais impostos que os ricos, e apontou que as isenções fiscais — cerca de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) — beneficiam sobretudo os super-ricos, funcionando como uma “bolsa bilionário”. Por fim, defendeu a tributação dos mais ricos para financiar saúde, educação, moradia e políticas públicas, e reafirmou voto favorável ao Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, que altera a legislação do imposto sobre a renda para instituir a redução do imposto devido nas bases de cálculo mensal e anual e a tributação mínima para as pessoas físicas que auferem altas rendas, como parte da luta contra a desigualdade entre “os dois Brasis”.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Legislação Tributária Federal (pessoa física) (1995),redução,Imposto,Rendimento tributável,Tributação,Governo federal,Justiça tributária,Voto favorável
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Presidente. Aí você me pergunta: por que é importante a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais? Eu respondo dizendo que o maior problema brasileiro é a desigualdade social. Há, no País, dois brasis, o Brasil do rico e o Brasil do pobre, o Brasil dos de cima e o Brasil dos de baixo. Para se ter ideia, 63% das riquezas brasileiras estão na mão de 1% da população. Aí você me pergunta: como resolver esse problema? Melhorando a educação? Não. Se a partir de hoje o Brasil oferecer a melhor educação pública do mundo, vai demorar décadas para superar o problema da desigualdade social. A maior ferramenta que nós temos para promover a justiça social é tributação, porque, hoje, quem ganha mais paga menos impostos, e quem ganha menos paga mais impostos, e isso é um absurdo. Daí a importância de tributar os super-ricos, para garantir mais dinheiro para saúde, educação, moradia e políticas públicas, e de zerar o Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil ou 7 mil reais. Para se ter ideia, as isenções fiscais hoje, no Brasil, representam cerca de 7% do PIB, e quem se beneficia com essas isenções são os super-ricos. É como se houvesse uma bolsa para bilionário no Brasil. Nós temos que acabar com esse privilégio e enfrentar o nosso maior problema, que é a desigualdade social. Isso é possível através da justiça tributária. Por isso, votaremos favoravelmente a essa proposta e continuaremos na luta para resolver esse problema de dois brasis, o Brasil dos pobres e o Brasil dos ricos. Muito obrigada, Presidente. - 25/09/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 358, de 2025, que dispõe sobre a transferência temporária da sede do Governo Federal para a cidade de Belém, no Estado do Pará, durante a realização da 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30), entre os dias 11 e 21 de novembro de 2025.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Base de apoio político,Governo,Voto favorável
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - O Governo orienta "sim" à aprovação deste projeto, que está alinhado com a agenda climática do Ministério do Meio Ambiente e também do Governo Lula. Ontem o Presidente fez um discurso histórico na ONU, um discurso que pautou, em sua centralidade, a importância da justiça climática, da justiça energética, da floresta em pé, do desmatamento zero. O Brasil precisa assumir novamente o protagonismo no enfrentamento da crise climática. E nós, ao transferirmos a Capital do Brasil para Belém, estaremos colocando a Amazônia, a Floresta Amazônica, com seus indígenas, população ribeirinha, quilombola, no epicentro do debate global sobre justiça climática. É mais uma entrega do Governo Lula justamente dizer que a Amazônia não é periferia, a Amazônia não é margem, a Amazônia é central para este Governo, que busca a justiça climática. O Governo orienta "sim". - 25/09/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 358, de 2025, que dispõe sobre a transferência temporária da sede do Governo Federal para a cidade de Belém, no Estado do Pará, durante a realização da 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30), entre os dias 11 e 21 de novembro de 2025.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Partido Democrático Trabalhista (PDT),Voto favorável
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - O PDT orienta "sim", Presidente. Novamente, quero parabenizar o Deputado José Priante pelo belíssimo relatório e por articular conosco a votação desse projeto. Fico feliz com o fato de a Esquerda, a Direita e o Centro se unirem em um debate climático, cada um fazendo o seu papel, fiscalizando e buscando construir nesta Casa consensos para que o Brasil seja, de fato, um representante sério no debate climático. Parabenizo o Deputado e o Presidente Hugo Motta por ter colocado essa pauta em votação. E quero dar um recado para o mundo: esta Casa está preocupada com a questão climática, cada um com a sua ferramenta política e ideológica. E há o consenso de todos de que não queremos que se repita, no Brasil e no mundo, o que aconteceu no Rio Grande do Sul e o que vem acontecendo no mundo. Não queremos tragédias climáticas e nenhuma morte a mais envolvendo questões climáticas. É isso que este Congresso está fazendo, que esta Câmara está fazendo. Muito obrigado. O PDT orienta "sim" ao projeto. - 25/09/2025
A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 358, de 2025, que dispõe sobre a transferência temporária da sede do Governo Federal para a cidade de Belém, no Estado do Pará, durante a realização da 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30), entre os dias 11 e 21 de novembro de 2025.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Sem revisão da oradora.) - Obrigada. Inicialmente, quero agradecer ao Presidente desta Casa, o Deputado Hugo Motta, pela sensibilidade, porque reconheceu esse tema como importante e abraçou a pauta, com o compromisso de colocá-la em votação para que esta Casa aprecie a matéria. Muito obrigada, Presidente Hugo Motta. Este projeto tem o objetivo de transferir a sede do Governo Federal para Belém durante a COP 30. Este projeto, de minha autoria, não é só um gesto simbólico, é um compromisso do Brasil com a agenda climática e o desenvolvimento sustentável. A Amazônia não é só um patrimônio do Brasil, é um patrimônio da humanidade. Então, transferir a capital para Belém é uma forma de colocar a Região Amazônica no centro das decisões políticas globais e também é um recado do Congresso Nacional para o Brasil e para o mundo. A Amazônia não é periferia. Belém não é periferia. A Amazônia e Belém são o centro do debate político. E é esse o recado que nós estamos dando. Um detalhe importante: esse projeto não vai trazer nenhum gasto público. É apenas uma decisão simbólica e burocrática de transferir provisoriamente a Capital do Brasil para Belém. Isso já aconteceu em 1992, como disse o nobre Relator, a quem parabenizo pela relatoria e pelo compromisso socioambiental ao ter assumido tão bem a Presidência da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e agora esta pauta climática. Em 1992, a Capital do Brasil foi transferida para o Rio de Janeiro, na ECO 92. Naquele momento, houve uma mudança no debate ambiental global. O que nós queremos agora é também uma mudança. Vamos combater o negacionismo climático e reafirmar o compromisso de floresta em pé, desmatamento zero, justiça climática com a participação da população ribeirinha, com a participação dos povos indígenas, com a participação da população amazônica. Isso é algo histórico. Então, peço o voto dos companheiros. Agradeço aqui especialmente ao Prof. Guilherme Tampieri, que construiu conosco esse projeto, que tenho certeza de que será aprovado. Viva Belém! Viva o açaí! Viva o tacacá! - 25/09/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 358, de 2025, que dispõe sobre a transferência temporária da sede do Governo Federal para a cidade de Belém, no Estado do Pará, durante a realização da 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30), entre os dias 11 e 21 de novembro de 2025.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto contrário
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - O Governo orienta "não" à retirada do projeto da pauta. O Governo Lula tem um compromisso com as questões climáticas. Lula fez um discurso fortíssimo na ONU em defesa das questões climáticas e da justiça ambiental. Portanto, o Governo orienta "não" à retirada deste projeto da pauta. É um projeto estratégico para o Governo, por entender que floresta em pé vai ser marca deste Governo. E a COP significa uma virada de chave. Independentemente do ponto de vista político ou ideológico, como disse há pouco o Deputado aqui, a questão ambiental é um debate climático. Situação e Oposição estarão em Belém discutindo modelos, paradigmas, metas para um Brasil justo. Não queremos que o que aconteceu no Rio Grande do Sul se replique em outros locais do Brasil e do mundo. Por isso, o Governo, compromissado com essa temática, orienta "não" à retirada do projeto da pauta. Muito obrigada, Presidente. - 25/09/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 358, de 2025, que dispõe sobre a transferência temporária da sede do Governo Federal para a cidade de Belém, no Estado do Pará, durante a realização da 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30), entre os dias 11 e 21 de novembro de 2025.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Democrático Trabalhista (PDT),Voto contrário
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. O PDT orienta "não" à retirada deste projeto da pauta, projeto que é importante. Quando aconteceu a Eco 92, a capital brasileira foi transferida para o Rio de Janeiro. Assim, o Rio de Janeiro foi colocado no centro do debate climático e ambiental global. Com este projeto, pretendemos fazer a mesma coisa, transferir a capital brasileira, agora para Belém, no período da COP. Isso não vai gerar nenhum gasto público. E é um gesto, um recado da política brasileira para colocar a Floresta Amazônica, a Região Amazônica como centro dos debates globais no que se refere à questão climática. Além disso, facilita a dimensão burocrática, porque o Presidente, os Ministros, os Deputados que estiverem na COP poderão despachar de Belém. Orientamos "não" à retirada deste projeto da pauta. Vamos aprovar hoje este projeto. - 24/09/2025Breves Comunicações
A Deputada denunciou o esquema de corrupção ambiental revelado em Minas Gerais, envolvendo a máfia da mineração, que agiu para retirar da pauta o Projeto de Lei nº 1.125, de 2022, de sua relatoria, que cria o Monumento Natural da Serra do Curral. Ressaltou que articulou a votação da proposta no Plenário, mas que esta foi retirada minutos depois por pressão criminosa. Criticou ainda a subordinação do Parlamento aos interesses das mineradoras e apelou para que a matéria seja pautada novamente, destacando seu valor ecológico, hídrico, ambiental e cultural. Ademais, sugeriu que parte dos quase 2 bilhões de reais bloqueados na Operação Rejeito da Polícia Federal seja destinada à recuperação de área devastada pela mineração ilegal. Ao final, condenou a posição contrária do Governador Romeu Zema à proposição.
Palavras-chave oficiais: Corrupção,Política ambiental,Minas Gerais,Organização criminosa,Mineração,Projeto de lei ordinária,Monumento natural,Serra do Curral,Plenário da Câmara dos Deputados,Pauta (processo legislativo),Lobby,Atuação parlamentar,Operação policial,Polícia federal,Recuperação de área degradada,Governador
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Trago aqui uma denúncia importante. No ano passado, após uma complexa articulação, eu consegui que fosse pautada aqui neste Plenário a votação do projeto que cria o Monumento Natural da Serra do Curral, em Minas Gerais. Ora, pasmem, minutos depois, o projeto desaparece da pauta, sem justificativa, e, assim, não foi votado. Semana passada foi descoberto, então, o maior esquema de corrupção ambiental da história do País, e está em Minas Gerais. Os documentos revelaram que a máfia da mineração entrou em contato no ano passado com os Deputados desta Casa para retirar urgentemente de pauta o projeto que eu articulei para ser votado, para proteger a Serra do Curral. Isso é um ataque à democracia. Nós não podemos aceitar que o crime organizado paute o que vai ser votado ou o que não vai ser votado nesta Casa. Eu articulei e consegui colocar em votação o projeto que cria o Monumento Natural da Serra do Curral, e o crime organizado telefona para alguns Deputados daqui, e o projeto sai de pauta. O Parlamento não pode se rebaixar ao crime organizado. O Parlamento não pode se rebaixar à máfia das mineradoras. Então, faço aqui um apelo por reparação, mas também entendendo a crise climática que nós estamos vivendo. Apelo que esta Casa, agora que foi descoberto o esquema de corrupção, ponha novamente em pauta o projeto, do qual eu sou Relatora, que vai criar o Monumento Natural da Serra do Curral, que é um patrimônio ecológico, hídrico, ambiental e cultural de Minas Gerais e do Brasil. E digo mais: nesse esquema de corrupção, foram bloqueados quase 2 bilhões de reais da máfia da mineração. Sugiro que parte desses 2 bilhões seja utilizada para recuperar a área que foi criada e devastada na Serra do Curral, com a mineração ilegal, que eu tanto denunciei. Se 2 bilhões estão bloqueados, com 500 mil você resolve parcialmente o problema da Serra do Curral. Por que não o fazer? Para terminar, Presidente, faço um pedido a esta Casa: pautemos novamente a proteção da Serra do Curral, já que o atual Governador, Romeu Zema, é contra o tombamento da Serra do Curral, e os funcionários dele olhem que ironia! são ligados à máfia da mineração divulgada na Operação Rejeito, da Polícia Federal. Muito obrigada, Presidente. - 17/09/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para a apreciação do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política, ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta Lei, e dá outras providências. Além disso, afirmou que anistia significa esquecimento, mas ressaltou que o Brasil não pode esquecer a tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023. Citou atos como bomba no Aeroporto de Brasília, invasão à sede da Polícia Federal e planos de assassinato de autoridades. Defendeu que golpistas são inimigos permanentes da democracia e criticou a Oposição por travar pautas importantes em defesa de Jair Bolsonaro. Ademais, enfatizou que a anistia não pacificaria o País, mas celebraria a traição à democracia.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Democrático Trabalhista (PDT),Voto contrário,Democracia,Ex-presidente da República,Golpe de Estado (crime)
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Presidente. Anistia, segundo sua etimologia, significa esquecimento. E uma coisa que não podemos esquecer é que, no dia 8 de janeiro de 2023, houve uma tentativa de golpe no Brasil. Não podemos esquecer que os golpistas colocaram uma bomba no Aeroporto de Brasília, que os golpistas invadiram a sede da Polícia Federal, que os golpistas planejaram assassinar o Presidente, o Vice-Presidente e também um Ministro. Não podemos esquecer que golpistas são inimigos da democracia. Não podemos anistiá-los. A história brasileira mostra que isto é uma verdade: uma vez golpistas, sempre golpistas. Vamos lembrar a história do Brasil, negacionistas. Tentou-se um golpe contra Juscelino. Em seguida, Juscelino anistia o líder golpista. Logo após, esse líder tenta, de novo, um golpe contra Juscelino. Uma vez golpistas, sempre golpistas! Se a urgência deste projeto for aprovada hoje, isso não será somente uma vitória do golpismo, será também uma prova de que a Câmara dos Deputados se ajoelhou diante do golpismo e do crime tentado no dia 8 de janeiro, e não só naquele dia. O que se vê hoje é mais uma tentativa de golpe, é a continuidade da tentativa de golpe. Reconheçam a derrota de vocês. Perderam nas urnas e estão travando o Brasil. Nenhuma proposta séria para este País é votada porque a Oposição insiste em colocar em pauta a anistia, insiste em colocar Bolsonaro acima da história do Brasil, insiste em colocar Bolsonaro acima da justiça social. A anistia não vai pacificar o Brasil, porque o que pacifica o País é justiça social. E é impossível impossível! alcançar justiça social, senão dentro da democracia. Falam em pacificação, como se fôssemos violentos. Quem está promovendo violência são vocês, com discurso de ódio, com plano para matar Presidente, com tentativa de destruição desta Casa! (Palmas.) Vocês são violentos! E a violência maior que estão fazendo é não deixar que sejam votados projetos importantes, como o do fim da escala 6 por 1, projetos fundamentais para a sociedade. Como meninos birrentos, insistem em querer salvar Bolsonaro e outros golpistas. Estou aqui para orientar a bancada do PDT. O PDT orienta "não" à anistia de golpistas. (Palmas.) Se Brizola estivesse vivo, ele também seria contra anistia para golpistas. Com este projeto se quer beneficiar filhotes da ditadura, salvar filhotes da ditadura. Essa anistia não vai propiciar pacificação, ela vai celebrar traição, vai celebrar traidores. Agradeço ao Líder do PDT, o Deputado Mário Heringer, que me concedeu gentilmente este espaço de fala para que eu pudesse orientar pelo nosso partido. Eu reforço que tanto o Deputado Mário Heringer quanto os demais Deputados da bancada do PDT são favoráveis à democracia. Logo, são contra essa anistia. O PDT e a bancada do PDT, orientados pelo Líder Mário Heringer, são contra o PL da Anistia. Concluo, Presidente, citando um verso de Cecília Meireles, sobre Judas: "Pelos caminhos do mundo, nenhum destino se perde: há os grandes sonhos dos homens, e a surda força dos vermes". Aqui há sonhos de muita gente que ainda acredita na democracia. Mas, infelizmente, existe a força dos vermes, filhotes da ditadura, que querem impedir que o Brasil cresça. O PDT orienta "não"! Muito obrigado. - 17/09/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Medida Provisória n º 1.300, de 2025, que trata da Tarifa Social de Energia Elétrica, da liberdade de escolha dos consumidores e da divisão de custos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Medida provisória,Partido Democrático Trabalhista (PDT),Voto contrário
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A SRA. DUDA SALABERT (PDT - MG. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. O PDT orienta "não" à retirada de pauta. Até que enfim esta Casa vai votar um projeto em defesa do povo, um projeto que busca justiça energética, cria uma tarifa social para beneficiar os mais vulneráveis. Deixemos de lado esse debate para privilegiar quem já é privilegiado. Por isso, votamos "não" à retirada de pauta. Temos que aprovar esta medida provisória, que é de fato algo benéfico para a população brasileira. Obrigada, Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.