Pular para o conteúdo
Detector de Bananada
Foto de Daiana Santos

Deputada · Câmara

Daiana Santos

PCdoB · RS

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Daiana Silva dos Santos · 44 anos

Baixar imagem para storyComparar com…

Bananômetro

Bananômetro: 79 de 100, Tá no Caminho0406080100

79/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 59% dos deputados · média do partido: 84

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 88%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 78%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 79%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 96%das 691 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 96%das 711 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

Fale com Daiana Santos

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.daianasantos@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5901
Gabinete
Gabinete 901, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

88%

Esteve em 343 de 391 sessões

Melhor que 18% dos deputadosMédia do partido: 96%

Votou nas votações

78%

Registrou voto em 883 de 1.128 votações nominais

Melhor que 39% dos deputadosMédia do partido: 89%

Iniciativas que viraram lei

0

de 25 projetos apresentados (0%)

3 avançaram · 20 em andamento · 2 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

96%

Em 691 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 87% dos deputadosMédia do partido: 96%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

94 discursos na tribuna · de 01/03/2023 a 02/09/2026.

  • 11/07/2024

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão da Proposta de Emenda à Constituição nº 9, de 2023, que impõe aos partidos políticos a obrigatoriedade da aplicação de recursos financeiros para as candidaturas de pessoas pretas e pardas; estabelece parâmetros e condições para regularização e refinanciamento de débitos de partidos políticos; e reforça a imunidade tributária dos partidos políticos conforme previsto na Constituição Federal.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Proposta de Emenda à Constituição,Maioria parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, falo pela Maioria. Nós debatemos a matéria e conseguimos uma inserção importante de reavaliação desta que não é uma anistia, e sim, em definitivo, uma das formas mais efetivas para o reinvestimento de recursos nas candidaturas tanto de mulheres — e lembro que as mulheres são maioria entre os votantes no Brasil —como dos negros e negras, o que também é fundamental, porque representam 56% da população brasileira. Esse investimento e essa responsabilidade são frutos de um ajuste possível dentro deste espaço, mas é algo significativo. Faço aqui este registro exaltando a bancada do PCdoB, lembrando que nós, que temos uma perspectiva real antirracista, vamos investir nessas candidaturas. O nosso partido teve um papel fundamental nessa questão. Então, registro novamente o nosso compromisso e a nossa intenção em avançar nesse tema.
  • 11/07/2024

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Proposta de Emenda à Constituição nº 9, de 2023, que impõe aos partidos políticos a obrigatoriedade da aplicação de recursos financeiros para as candidaturas de pessoas pretas e pardas; estabelece parâmetros e condições para regularização e refinanciamento de débitos de partidos políticos; e reforça a imunidade tributária dos partidos políticos conforme previsto na Constituição Federal.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Proposta de Emenda à Constituição,Maioria parlamentar,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Maioria orienta "não" a essa retirada, com a responsabilidade que nos cabe, com esse tema que é de relevância e de importância nacional para o desenvolvimento, inclusive, das ações desta própria Casa, pois o extrato que nós temos aqui não demonstra a totalidade nem representa aquilo que o nosso Brasil, múltiplo e diverso, tem a ofertar nessa construção das políticas. Então, para que possamos ampliar o debate, para que possamos garantir esse pleno desenvolvimento, nós orientamos "não", porque é mais do que passada a hora de construirmos essas possibilidades e aqui apresentarmos o extrato daquilo que foi feito de negociação e de articulações possíveis para um enfrentamento desta que é uma importante PEC, porque fala da política, mas fala do desenvolvimento das ações políticas em todos os territórios. Mais uma vez, registro que a Maioria orienta "não".
  • 11/07/2024

    A Deputada parabenizou o Deputado José Guimarães pela relatoria do Projeto de Lei nº 858, de 2024, que dispõe sobre a criação do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS) e altera a Medida Provisória nº 2.156-5, de 24 de agosto de 2001, para autorizar os agentes operadores do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) a renegociar os termos, prazos e demais condições financeiras das operações de crédito cujos riscos são suportados, parcial ou integralmente, pela União; destacando sua importância para o desenvolvimento do Brasil. Ela agradeceu pela sensibilidade na construção da defesa do projeto e enfatizou a necessidade de ações efetivas que beneficiem a população. Concluiu reafirmando sua disposição para trabalhar em conjunto, avançando com respeito e responsabilidade em prol do bem-estar dos brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Relator,Projeto de lei ordinária,Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS),Atuação parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Eu quero parabenizar o Deputado José Guimarães, falar da importância desse projeto, que é fundamental para nós, para esse desenvolvimento. Quero agradecer-lhe toda a sensibilidade na construção dessa defesa e dizer que este é um momento importante para que possamos unir as forças, fazer essa construção em conjunto, olhar para o Brasil e ter como parte prioritária, na centralidade do debate, esse desenvolvimento para a população como um todo. Isso faz com que nós tenhamos cada vez mais desejo de atuar nesta Casa, com a responsabilidade que nos cabe, olhando para a população e pensando em ações que sejam efetivas. Então, quero mais uma vez fazer esse agradecimento ao Deputado e dizer-lhe que pode contar com toda a nossa disposição e nossa força, para que nós, em conjunto, Deputada Carla, possamos cada vez mais avançar, com respeito e responsabilidade, porque é a população que ganha quando atuamos dessa forma. Obrigada, Presidente.
  • 11/07/2024

    A Deputada orientou a bancada na votação do Substitutivo oferecido à Proposta de Emenda à Constituição nº 44, de 2023, que adiciona o parágrafo 9ºB ao artigo 166 da Constituição Federal para permitir o emendamento em reserva, de 5% para o uso em catástrofes e emergências naturais.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Proposta de Emenda à Constituição,Maioria parlamentar,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, fico muito feliz por poder fazer esta orientação. Obviamente, o nosso voto é favorável, por conta da relevância que tem este tema. Esta Casa precisa investir cada vez mais na prevenção. Obviamente, esses fundos são necessários, são importantes, mas devemos também prevenir, tratar isso numa perspectiva da garantia, porque o nosso Estado está sofrendo muito com isso. Todo esse investimento e esse movimento de agora, feito por esta Casa, primeiramente prestigia o povo gaúcho. Isso é necessário. Mas, de fato, devemos ter a lucidez e a consciência de que as políticas executadas aqui precisam ser para a prevenção e precisam ser colocadas como centralidade. Não podemos permitir que aconteça em outros Estados da Federação o mesmo que aconteceu no Rio Grande do Sul. Tratar isso após o evento é, de fato, algo que acentua essa catástrofe. Então, que nós tenhamos a possibilidade de executar, cada vez mais neste Congresso, de forma responsável, ações como esta, para que possamos avançar coletivamente. Agora estamos prestigiando, mais uma vez digo isto, o povo do Rio Grande do Sul, que neste momento sofre muito. Registro nosso voto "sim" para esta PEC, a fim de que possamos avançar com investimentos para aquele Estado. Então, a Maioria orienta "sim".
  • 18/06/2024Breves Comunicações

    A Deputada celebrou a vitória do movimento feminista contra o Projeto de Lei nº  1.904, de 2024, que dispõe sobre aborto. Criticou a falta de entendimento de algumas Deputadas sobre a necessidade de defender as pautas femininas e ressaltou que debater aborto é discutir saúde pública. Condenou o projeto por responsabilizar as vítimas de estupro e defendeu um debate sobre aborto legal e seguro, além de educação sexual e reprodutiva. Reiterou seu compromisso em lutar pela vida das mulheres.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Crime contra a vida,Aborto,Estupro,Gestante,Homicídio,Saúde pública,Educação sexual,Feminismo,Bancada Feminina

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Sem revisão da oradora.) - Vitória do movimento feminista. Isso é importante deixar registrado aqui. Não estou falando de bancada feminina, estou falando de movimento feminista. A luta das mulheres, essa demarcação que houve nesses últimos dias nas ruas, demonstra que nós, como maioria da população brasileira, estamos conectadas. E que bom que nós temos uma pauta que agora definitivamente nos movimenta e nos une, porque fala dos nossos corpos. Esta Casa tem 91 Deputadas, sendo que nem todas compreenderam a necessidade de defender as pautas das mulheres. E falo deste PL absurdo, essa coisa totalmente descabida e deslocada da realidade, que já teve manifestações tanto da OAB quanto do Conselho Nacional de Saúde. Sendo sanitarista compreendo que debater aborto é debater saúde pública. E fico extremamente feliz em ver que esta classe está debatendo de forma objetiva e responsável o que é de fato importante para as mulheres. Não existe possibilidade de permitir este absurdo. Isso é um escárnio diante da própria sociedade, que se levanta. E que bom que se levanta! É importante que esta Casa tenha mulheres engajadas, comprometidas, que lutem e saibam a importância de se posicionar. Eu tenho muito orgulho de ser uma mulher feminista e de estar nesta luta sabendo o lado de que preciso fazer a defesa. É um absurdo colocar a responsabilidade de um estupro, de uma violência... E vejam: esses que estão fazendo a defesa agora deste PL absurdo são os mesmos que acabam silenciando diante das violências que acontecem dentro desses espaços que os protegem; que criam relações absurdas e extremamente desfavoráveis aos corpos das mulheres; que penalizam e apontam como culpadas as vítimas. E estão absolutamente em silêncio, em completo silêncio, quando nós deveríamos estar unos, fazendo a defesa da retirada desse absurdo. E não é uma retirada momentânea, é retirar isso da pauta. Se querem debater o aborto, vamos debater o aborto legal e seguro, vamos falar de saúde pública, vamos falar de educação sexual e reprodutiva, que é algo que até então não é debatido, porque esses cerceadores da vida alheia não têm responsabilidade suficiente para colocar na pauta isso como uma centralidade. Sabemos bem quem sofre, sabemos bem quem morre, sabemos bem quem é penalizado. E é por isso que esta feminista, agora ocupando este espaço aqui no Congresso Nacional, luta e lutará contra essa barbárie. E o faço pela vida das mulheres. E como gritaram as ruas nesses últimos dias: "Nem presa, nem morta! É pela vida das mulheres!" Presidente, eu gostaria que esse pronunciamento fosse divulgado nos canais de comunicação desta Casa, para que as mulheres do Brasil, de forma ampla, pudessem ouvir que aqui há alguém que as defende e sabe muito bem a importância desta luta.
  • 12/06/2024

    A Deputada orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 1.099, de 2024, que cria o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher – CNVM.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Maioria, sem dúvida alguma, é a favor do projeto. Eu quero parabenizar a Deputada pela apresentação desse projeto. Esse óbvio precisa ser dito. Se temos que combater a violência, que seja dessa forma, por respeito à vida das mulheres, por nós mulheres, por todas as cidadãs que confiam e acreditam no trabalho sério e efetivo desta Casa. Além de parabenizar a Deputada, quero ainda dizer que nós estamos juntas nesse enfrentamento, para estruturar políticas que de fato impactem a vida dessa mulherada. Precisamos ter avanços não só através desse cadastro, mas por meio da consciência e da participação feminina em todos os espaços. Nós vemos avanços nessas políticas a partir do momento em que as mulheres se colocam à disposição para construir algo de forma responsável. Espero que esse cadastro sirva de exemplo, que essas políticas causem impacto e que definitivamente nós tenhamos um ganho na construção, na defesa pela vida, pelo direito dessa mulherada. Parabéns, Deputada! Conte conosco. O nosso voto, mais uma vez registrado, é "sim".
  • 11/06/2024Breves Comunicações

    A Deputada criticou colegas por usarem o Plenário para espalhar informações falsas sobre a tragédia climática no Rio Grande do Sul. Elogiou o Ministro Paulo Pimenta por seus esclarecimentos e ações no Estado e afirmou que, em vez de fazerem críticas sem fundamento, os Deputados deveriam apoiar os esforços do Governo para ajudar as vítimas. Enfatizou a importância do compromisso com a verdade e condenou o uso do Plenário para fins políticos e desrespeitosos.

    Palavras-chave oficiais: Desastre ambiental,Enchente,Inundação,Mudança climática,Rio Grande do Sul,Notícia falsa (fake news),Governo federal

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, eu vou usar este microfone porque acredito que aqui temos um compromisso com a verdade. Eu venho do Estado do Rio Grande do Sul. Todo o Brasil tem acompanhado a tragédia climática pela qual nós estamos passando. Porém, alguns Deputados vêm a este Plenário, um lugar sagrado, usar deste que deveria ser um espaço de compromisso com a verdade, para levantar o falso. Hoje à tarde, perderam a grande oportunidade de acompanhar o Ministro Paulo Pimenta, que, na CCJ, prestou esclarecimentos importantes, ao falar de todos os investimentos que estão sendo feitos no Estado. Em vez de ficarem falando bobagens para colocarem nas redes sociais, eles deveriam utilizar deste espaço para nos auxiliar a levar mais recursos, a executar políticas, a fazer cadastros, para que as pessoas que ainda estão ocupando, como única opção, os abrigos e alojamentos pudessem retornar para suas casas. Façam isso! É um absurdo, um desrespeito para com nosso Estado, para com o povo que está sofrendo, fazer esse tipo de coisa, algo que não tem nenhum cabimento! Quem quer ajudar, quem quer auxiliar, de fato, deveria estar do lado dos Ministros, que estão indo todas as semanas, desde que começou essa tragédia em nosso Estado, deveria estar do lado Presidente Lula, que tem compromisso e está fazendo investimentos sérios e responsáveis. O que estão fazendo nesta Casa, ao utilizarem este Plenário como palanque, é uma vergonha. São falas rasas, falas baixas! Não estão comprometidos com a verdade, não utilizam o espaço que nós temos para garantir que o resto do Brasil saiba, de fato, que estamos passando por uma tragédia climática, e esta tragédia tem responsáveis, e os responsáveis se escondem nas mesmas siglas destes que agora estão atacando a população gaúcha. É este o registro que quero fazer, para que a verdade seja nosso compromisso nesta Casa. Muito obrigada.
  • 22/05/2024

    A Deputada agradeceu ao Plenário pela aprovação do Projeto de Lei nº 1.564, de 2024, em benefício do Rio Grande do Sul, destacando a união das bancadas. Expressou gratidão à bancada do Partido Comunista do Brasil (PC do B) pelo investimento de 9 milhões de reais no Estado. Além disso, mencionou a apresentação de um projeto para um programa emergencial de manutenção do emprego e da renda, ressaltando a necessidade de enfrentar a reconstrução do Estado. Ela saudou os colegas e agradeceu o compromisso da bancada do PC do B com o povo gaúcho.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,atenuação,Crise econômica,Setor de turismo,Setor cultural,Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação Proposição legislativa,manutenção,Emprego,Medida de emergência,Desastre ambiental,Enchente,Inundação,Rio Grande do Sul,Partido Comunista do Brasil (PC do B)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Em nome do povo gaúcho, também agradeço ao Plenário a aprovação deste projeto. Acho que foi muito importante o movimento desta Casa para a aprovação deste projeto com a união das bancadas. Também aproveito para, neste momento, agradecer à minha bancada, a bancada do PCdoB, que, de forma muito consciente, fez um investimento de 9 milhões de reais no meu Estado — acho que isso é importante —, como outras bancadas também o fizeram. Para além disso, nós apresentamos hoje um projeto que institui um programa emergencial de manutenção do emprego e da renda, principalmente para que possamos fazer um enfrentamento de forma objetiva deste momento tão duro no meu Estado. E, de fato, no que tange à reconstrução do Estado, Deputado Pompeo, será preciso tratar dessas questões de forma muito séria e responsável. Então, quero saudar todos os colegas e, principalmente, a bancada do PCdoB, que, com compromisso com o povo gaúcho e com esta Deputada que vos fala, teve hoje a sensibilidade de fazer esse investimento no meu Estado.
  • 21/05/2024

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 4.731, de 2023, que dispõe acerca da isenção de IPI para eletrodomésticos da chamada linha branca, concedida a usuários diretamente atingidos por desastres naturais ou eventos climáticos extremos.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto favorável,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A federação orienta "sim". E quero aproveitar este espaço, enquanto Deputada do Rio Grande do Sul, primeiro, para agradecer a apresentação deste projeto pela Deputada Gleisi Hoffmann e pela Deputada Maria do Rosário, a autora dele. Quero dizer que o nosso Estado passa por uma tragédia, algo ainda incomensurável, e que nós estamos alinhados a este Governo, que, de fato, tem uma implicação direta, uma preocupação direta com a população gaúcha, tanto que está lá com o Ministério Extraordinário. Neste momento, enquanto nós aqui debatemos essas questões fundamentais para a restituição da dignidade do nosso povo, e ainda são pequenos movimentos, Deputada Gleisi, perto da catástrofe que houve, mas são movimentos importantes e responsáveis para com a população gaúcha, eu me somo a esses Deputados que fazem esse enfrentamento e sabem que somente desta maneira, unidos num posicionamento que de fato demonstra a responsabilidade desta Casa, é que nós vamos avançar. O povo gaúcho clama, neste momento, por auxílio. E eu, como representante desse povo, que enfrenta uma das mais dolorosas tragédias, num momento tão extremo, Deputada Gleisi, venho aqui pedir que coloquemos, de fato, na centralidade dos debates as urgências que falam da retomada, da reconstrução e, principalmente, da nova forma de observar e reconstruir o Rio Grande do Sul. O novo povo necessita desse auxílio. Mais uma vez, agradeço à Deputada Gleisi Hoffmann e à Deputada Maria do Rosário. E digo que somos uma grande bancada dessa Federação Brasil da Esperança, que tem a responsabilidade, junto com o Governo, de fazer a defesa da população e de restituir a dignidade do povo gaúcho com propostas concretas. Mais do que falar, precisamos é de ação; e é a esses que eu me somo. Obrigada.
  • 09/04/2024Breves Comunicações

    A Deputada registrou a presença da Vereadora Abigail Pereira de Porto Alegre (RS) e destacou a importância da Cartilha da Vereadora lançada no Senado Federal para fortalecer a participação das mulheres na política. Ressaltou a necessidade de qualificar e ampliar os espaços políticos para as mulheres, especialmente em ano eleitoral, saudando a presença de Abigail e a iniciativa da cartilha como um passo relevante para promover políticas de gênero em todo o País.

    Palavras-chave oficiais: Porto Alegre (RS),Vereadora,Plenário,Saudação,Mulher,Participação política,Representatividade feminina

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Sem revisão da oradora.) - Ótimas referências temos no Rio Grande do Sul. Venho aqui para registrar a presença de mais uma dessas grandes referências do nosso Estado, a Abigail Pereira, que é Vereadora em Porto Alegre e hoje vem até esta Casa porque houve no Senado o lançamento da Cartilha da Vereadora, um importante instrumento para o fortalecimento de uma política que tem construção muito específica para nós mulheres que lutamos não somente por espaços, mas também pela qualificação desses espaços e pela garantia de sua ampliação. Hoje temos essa grata surpresa. Seja muito bem-vinda, Abigail! Quero também, Sr. Presidente, saudar a construção dessa cartilha, que é fundamental para o desenvolvimento das políticas de gênero em todo o País. Este é um ano eleitoral, e nós devemos estar atentas, porque por muito tempo esses 30% do 70/30 foram utilizados de forma totalmente arbitrária. Agora estamos em número maior nesta Casa, para garantir que a nossa voz ecoe e, principalmente, que tenhamos uma construção muito pensada e voltada, em todas as bases, para as mulheres. Essa cartilha precisa ser muito saudada, Abigail, assim como a sua presença aqui neste espaço, pois a política feita pelas mulheres tem um impacto. Nós já estamos aqui observando, no Brasil, os grandes feitos das mulheres. Obrigada, Presidente.
  • 26/03/2024Breves Comunicações

    A Deputada expressou consternação em relação ao acolhimento de um criminoso, referindo-se a um Deputado que ganhou tempo na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) para se articular. Ela considerou isso uma afronta à sociedade brasileira, especialmente às mulheres negras parlamentares. Destacou a importância da sessão em homenagem a Marielle Franco e Anderson. Criticou a proteção concedida a criminosos que se articulam nos bastidores da política, contrastando com a punição imposta a jovens negros. Concluiu afirmando que o poder deve ser usado para beneficiar a comunidade carente, não para proteger criminosos.

    Palavras-chave oficiais: Vereadora,Rio de Janeiro (RJ),Homicídio,Homenagem póstuma,Sessão solene,Motorista Política de segurança pública,População negra,Negros,Juventude,Mulher,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),Atuação parlamentar,Criminoso

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, eu venho a este espaço, de forma muito consternada e indignada ao mesmo tempo, para tratar de algo que hoje é manchete, aliás desde domingo é manchete, em todos os jornais, pois esta Casa mais uma vez protagoniza uma vergonha ao acolher um criminoso. Esse é um fio puxado através desse Sr. Deputado que agora, pela CCJ, ganha um tempo. Isso é uma afronta à sociedade brasileira. Isso é uma afronta ao povo brasileiro, principalmente uma afronta às mulheres negras Parlamentares neste espaço e em todo o País, pois demonstra como se organizam de forma a se proteger diante dos absurdos cometidos, diante das atrocidades que são liberadas, deliberadas e consentidas pelos seus e diante dos crimes cometidos que são protegidos também pelos seus. Neste dia nós tivemos aqui uma importante sessão pela manhã, um marco, na qual exaltamos a relevância na política e na história do nosso País da vida de Marielle Franco e do Anderson. Isso também me faz querer exaltar todos os trabalhadores que se somam a nós nos mandatos ao longo do tempo no Brasil. Mas nesse dia a nossa a CCJ dá mais 72 horas para que esses possam se articular e, com essa articulação, ganhar tempo para apresentar mais uma das suas mentiras. Eu quero aqui registrar que enquanto se debate no Brasil a punição para corpos negros, para jovens negros, principalmente homens negros que são punidos de forma totalmente arbitrária e que, por vezes, não têm nem sequer direito à defesa e à liberdade, porque perdem suas vidas na prisão, nós aqui temos um bom exemplo do que é a organização criminosa e esse pacto que se articula cada vez mais forte e latente para dar conta da proteção dos seus. Este espaço demonstra que o perfil da periculosidade não é um perfil negro, mas, sim, hoje se esconde atrás de ternos e gravatas, com seus colarinhos brancos, articulados e sustentados por siglas que os defendem. Pela memória viva de Marielle e de todos os defensores e defensoras de direitos humanos, não aceitaremos isso. Que isso fique registrado, porque nossas vidas, mas principalmente nossas habilidades e nossas articulações não vão ser submetidas a esse trato, ao pacto narcísico que aqui se dá cada vez mais latente. Sr. Presidente, peço que autorize a divulgação do meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil e pelos demais meios de comunicação desta Casa, pois é importante que o povo brasileiro saiba como esta Casa se articula para se proteger. Esses criminosos que circulam, de forma muito tranquila, por esses corredores precisam ser punidos. Nós não devemos tolerar tamanho absurdo, pois quando se coloca de forma natural isso também se põe em risco, como foi feito inúmeras vezes, a memória e a vida da Marielle, mas também todas nós Parlamentares que aqui atuamos, fazendo a defesa de direitos humanos, de território, da comunidade mais carente, mais necessitada das políticas públicas, que daqui deveriam estar saindo e não saem, porque aqui estão preocupados com essa organização para dar conta do poder. Não! Definitivamente não, vindo do povo brasileiro!
  • 21/02/2024Breves Comunicações

    A Deputada expressou sua preocupação com a questão da dengue em vários Estados do Brasil. Destacou também um caso de racismo ocorrido no Rio Grande do Sul envolvendo Everton da Silva, um motoboy agredido pela polícia. Ela enfatizou a importância de ações concretas para combater o racismo estrutural no país, destacando a necessidade de políticas antirracistas efetivas na educação, saúde, geração de emprego e renda. A Deputada ressaltou que o Brasil é um país majoritariamente negro e que é fundamental trabalhar para reduzir as desigualdades e promover o respeito e a igualdade para a população negra. Ela se comprometeu a lutar por medidas concretas de combate ao racismo e por ampliação das oportunidades para todos os brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Dengue,Saúde Racismo,Motoboy,Violência policial,Racismo estrutural,Rio Grande do Sul População negra,Racismo,Desigualdade social,Política pública

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Sem revisão da oradora.) - Boa tarde, Presidente. Desde já, solicito que este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil e pelos demais canais de comunicação da Casa. Neste Brasil profundo em desigualdade, deveríamos estar debatendo questões centrais. Neste momento, nós estamos sendo acometidos pela dengue de forma muito complexa, em muitos Estados, não somente no Rio Grande do Sul, e precisamos usar este espaço nesta Casa para dar uma resposta à população. Na última semana, nós tivemos no Rio Grande do Sul — a minha companheira Deputada Fernanda Melchionna também vem do mesmo Estado que eu — um episódio lamentável, um caso de racismo por conta da polícia. Eu não quero aqui colocar isso de forma generalizada. Quero dizer que nós temos o compromisso, inclusive, de fazer com que essa polícia tenha uma avaliação das suas ações de forma muito assertiva, para que nós possamos ter, sim, uma resposta imediata para o caso do Everton da Silva, o motoboy que, quando estava trabalhando, foi atacado. Ele foi colocado num camburão, como se ele estivesse atacando o outro senhor. É um caso absurdo. Nós já nos movimentamos em relação a esse caso. Isso já está em trâmite tanto na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, na Comissão de Direitos Humanos, como também aqui nesta Casa, porque nós precisamos dar uma resposta. Como digo, este Brasil é negro, é um País de profundas desigualdades, e nós precisamos dar respostas objetivas. Essas respostas perpassam, objetivamente, pela construção de ações antirracistas reais na educação, na saúde, na redução das desigualdades, na geração de emprego e renda. É esse o compromisso que eu quero ter aqui, para que não aconteçam mais esses casos, porque o Everton é mais um entre as centenas de milhões de casos ditos como isolados, mas que todos os dias acontecem. Por acaso, esse foi filmado. Por acaso, esse foi registado. Dezenas de pessoas ficaram ao lado dele. Por isso, ganhou toda essa repercussão. Mas existem muitos outros nos becos, existem muitos outros no transporte público, existem muitos outros em todas as estruturas da cidade, que não são vistos. O nosso compromisso é justamente no sentido de fazer com que, em vez de lamentar ou prestar solidariedade, tenhamos ações efetivas para emancipar uma sociedade. No Brasil, em sua grande extensão, a população é majoritariamente negra. Enquanto nós não estivermos aptos a trabalhar nessa perspectiva de ampliação real de ações para reduzir a desigualdade, nós lamentaremos. E eu não farei parte disso, porque eu estou aqui para prestar um serviço para a redução da desigualdade, para a ampliação de oportunidade para esse povo que é negro e precisa ter respeito. Essa é uma memória escravocrata, essa é uma memória que ainda vem da colonização, que precisa ser trabalhada neste espaço como o principal ponto das políticas de redução do racismo, mas também de ampliação da consciência da nossa população. Eu me somo a muitos companheiros e companheiras que se colocam à disposição para fazer esse enfrentamento, porque entendem que não vai existir avanço enquanto nós estivermos debatendo as questões racializadas como questões identitárias. Este é um Brasil negro, é um Brasil indígena, é um Brasil plural. Precisamos dar respostas objetivas para essas situações. E, para isso, nós temos que ter a responsabilidade devida em cada um desses pontos. Eu me coloco à disposição novamente, porque não vou naturalizar casos como este, de violência e de violação grave contra o nosso povo. É pela população que eu luto. Com essa responsabilidade e com esse respeito foi que me coloquei à disposição para estar nesta Casa, por todo o movimento social, por toda a população brasileira, que precisa ter um retorno, não apenas de solidariedade, repito, mas de respeito e responsabilidade, sim, com ações efetivas de redução do racismo e de ampliação das possibilidades, para que a desigualdade não seja o tom daquilo que é passível para o nosso povo.
  • 18/12/2023Breves Comunicações

    A Deputada expressou solidariedade aos familiares de Ana Caroline Campelo, uma mulher lésbica brutalmente assassinada no Maranhão, comprometendo-se a articular ações junto ao Ministério dos Direitos Humanos para garantir uma resposta urgente e investigação apropriada. Destacou que o caso não é isolado, enfatizando a necessidade de debater a segurança das mulheres lésbicas e as relações machistas. Ela lamentou a impunidade associada ao preconceito arraigado, apontando a dificuldade de tipificar o "lesbocídio". A Parlamentar apelou por justiça e destacou a responsabilidade coletiva na luta contra a violência e o fundamentalismo, comprometendo-se a liderar esforços para buscar justiça para Ana Caroline e outras vítimas de violência motivada por preconceito LGBTQIA+.

    Palavras-chave oficiais: Falecimento,Mulher,Homossexual,Maranhão,Violência de gênero,Preconceito,Lgbtcídio,Homofobia

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Sem revisão da oradora.) - Boa noite, nobre Presidente e colegas Parlamentares que nos acompanham. Desde já, solicito que esta fala seja incluída no programa A Voz do Brasil e nos demais canais de comunicação desta Casa. Eu subo a esta tribuna hoje para falar de um movimento que, para mim, é muito importante e muito sensível. Esse movimento fala, inclusive, de quem eu sou e da política que eu proponho cotidianamente. Eu venho aqui hoje para registrar o meu apoio e a minha solidariedade aos familiares da jovem Ana Caroline Campelo, de 21 anos, uma mulher lésbica e nordestina que foi assassinada de forma brutal na cidade de Maranhãozinho, no interior do Estado do Maranhão. Durante todo o fim de semana, eu recebi inúmeras solicitações, inúmeros chamados de mulheres LBTs que sentiram como se sua própria vida tivesse sido tirada. É justamente esse o sentimento que nós temos diante dessa grande violência e dessa forma brutal como a Ana Caroline foi assassinada. Quero dizer que, para além da solidariedade, eu já articulei com o Ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida; com a Secretária Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat; e com as demais entidades que acompanham e investigam esse caso brutal no Maranhão, para que este lesbocídio não passe sem uma resposta para a sociedade brasileira. Eu, como membra e Vice-Presidenta da Comissão de Direitos Humanos desta Casa, mas principalmente como a primeira mulher lésbica que assumidamente ocupa este espaço, tenho a responsabilidade redobrada de dar um retorno para a sociedade. Por isso, eu quero dizer que vou acompanhar esse caso de perto. O mais importante é que haja uma resposta urgente e que essa escalada brutal de violência contra as mulheres LBTs, contra as mulheres lésbicas e contra toda a comunidade LGBT+ não passe impune. Nós sabemos bem que esse não é um caso isolado. Falta um debate responsável e objetivo sobre a segurança desses corpos e também sobre relações misóginas, machistas e muito racistas. O próprio preconceito, que é enraizado nessas relações, faz com que a impunidade tenha muito o que dizer, para além de tudo aquilo que nós já debatemos. Isso dificulta, de forma muito objetiva, a tipificação do lesbocídio. Além disso, aumenta a impunidade e as dificuldades que as mulheres lésbicas enfrentam e sofrem todos os dias no Brasil. Eu quero registrar que muitos movimentos no Brasil inteiro já estão fazendo a construção de atos por justiça, principalmente para que possamos ter o direito e a liberdade de viver e existir conforme somos. O nosso grande clamor é pela vida, pelo direito de sermos quem somos, pelo direito de amar. A partir do momento em que tiram, de forma brutal, a vida de uma mulher lésbica, como fizeram com a Ana, também estão tirando de nós a possibilidade de avançar. Isso nos mata um pouco também. Quando isso acontece, toda a nossa sociedade é ferida. Eu registro que esta Casa vai fazer esse importante movimento, com o acompanhamento desta Deputada, para fazer justiça à Ana Caroline, para fazer justiça a todos esses corpos de todas essas pessoas que, todos os dias, no Brasil, perdem a vida porque escolheram enfrentar essa sociedade retrógrada, que tem não só um retrocesso no comportamento, mas também uma postura violenta. Assim foi tirada a vida da Ana: de forma violenta e brutal. Por respeito à família dela, eu não falarei aqui a forma como ela foi assassinada. Isso implica uma responsabilidade ainda maior nas nossas ações contra essa que é uma das formas mais abjetas de retirada da vida e da possibilidade de avanço de uma sociedade implicada na transformação real. Sr. Presidente, neste espaço, como Deputada Federal, estou representando uma parte significativa da sociedade que quer respeito, que quer exercer o direito à vida. Que este caso da Ana Caroline não fique impune, como tantos outros! Nós atuaremos, de forma enfática e direta, para que haja uma resposta, para que se faça justiça à Ana Caroline e, principalmente, para que essa violência não aconteça mais e não seja naturalizada num Brasil de violências profundas e de desigualdades contra essa população que — nós bem sabemos — é marginalizada e que, dentro desta Casa, não recebe o apoio e a atenção devida por conta de um fundamentalismo, que ainda gera violência contra os nossos corpos. Justiça à Ana Caroline! A luta segue, minhas companheiras! Obrigada.
  • 13/12/2023Breves Comunicações

    A Deputada falou sobre duas importantes conferências que estão ocorrendo em Brasília: a Conferência Nacional de Saúde Mental e a Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Ela destacou a importância da luta antimanicomial na busca por dignidade e saúde mental para a população. A Deputada também mencionou a assinatura do Plano Ruas Visíveis pelo Presidente Lula, um movimento que envolve vários Ministérios e busca garantir direitos e visibilidade para a população em situação de rua, especialmente as pessoas negras. Ela elogiou a conscientização do Brasil em priorizar políticas públicas concretas para melhorar a vida da população e exaltou o trabalho realizado nas conferências que fortalecem a luta em prol dessas questões importantes.

    Palavras-chave oficiais: Conferência Nacional de Saúde Mental - Intersetorial,Saúde mental,Brasília (DF) Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional,Brasília (DF) População em situação de rua,Governo federal

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Sem revisão da oradora.) - Grata por essa linda apresentação, Presidente. Eu quero utilizar este espaço para falar desta semana feliz aqui em Brasília, onde estão acontecendo duas importantes conferências. Uma delas é a Conferência Nacional de Saúde Mental. É essa luta por dignidade e principalmente por saúde mental que nos une. E aqui já deixo registrada a importância da luta antimanicomial para o nosso povo. Também está acontecendo a Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, e o CONSEA, depois dessa retomada tão importante, faz um excelente trabalho e lota o Centro de Convenções Ulysses Guimarães com o povo de todo o Brasil. E aqui eu estou com uma representante, uma grande parceira e colega, a Stella, que vem do Rio Grande do Sul para essa conferência. Ela é uma grande lutadora e está há muitos anos nessa trincheira. Iniciamos a segunda-feira com o Presidente Lula assinando um importante pacote, que fala justamente do Plano Ruas Visíveis. Este é um dos movimentos mais importantes, em que 12 Ministérios se somam para fazer um trabalho, numa perspectiva de garantia de direito, de amplitude para uma população que até então não era visibilizada. Falo isso agora como Deputada, mas, anteriormente, Stella, como uma mulher que por muito tempo atuou na rua, uma educadora social de rua, que olha para essa população, para essa comunidade, que, sim, tem cor. E nós precisamos falar que em sua grande maioria são pessoas negras invisibilizadas. Isso nos coloca agora um horizonte, uma possibilidade real de fazer um trabalho dignificando, falando de educação, saúde, geração de emprego e renda, mas principalmente de moradia e segurança alimentar. Esse é o movimento de um Brasil que retorna lúcido, consciente e priorizando a sua população com políticas públicas concretas. Eu quero exaltar esses movimentos que nesta semana fazem com que Brasília ganhe e avance rumo a 2024 ainda mais potente, ainda mais forte, ainda mais consciente e com a nossa luta sendo exaltada. Obrigada.
  • 12/12/2023Breves Comunicações

    A Deputada registrou a visita do Prefeito Genes e do Vice-Prefeito Alberto de Paim Filho, no Rio Grande do Sul, que solicitaram apoio para a criação de um espaço de cuidado para a população idosa da região. Destacou o compromisso da Casa com a responsabilidade política em relação aos idosos, ressaltando a importância de cuidar daqueles que contribuíram para a sociedade. A presença dos representantes municipais simboliza esse compromisso e a valorização da memória e do passado.

    Palavras-chave oficiais: Paim Filho (RS),Prefeito,Vice-prefeito,Idoso,Política pública,envelhecimento

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente, pela concessão da palavra. Uso este minuto para fazer um registro importante. Nesta tarde, nossa Casa recebe o Prefeito Genes e o Vice-Prefeito Alberto, do Município de Paim Filho, no interior do Estado do Rio Grande do Sul. Eles vêm aqui fazer uma justa solicitação de algo que já deve ser pensado nas nossas organizações quanto à responsabilidade política: justamente o fato de que a população está envelhecendo. Assim como eles em Paim Filho, nós, no Ministério dos Direitos Humanos, também temos pensado e pautado nesta Pasta as pessoas idosas. Esta Casa tem um compromisso com estas pessoas. Os dois vêm aqui fazer esta solicitação para que nós, com a responsabilidade que nos cabe, possamos nos somar à construção de um espaço de cuidado para a população idosa não somente de Paim Filho, mas também de toda a região. Este é um símbolo que fica da responsabilidade que nós temos, como políticos e políticas, e, principalmente, da responsabilidade que temos ao pensar naqueles e naquelas que construíram nossas cidades e nossa sociedade, que hoje necessitam de cuidados mais específicos. Portanto, eu faço o registo da presença do Prefeito Genes e do Vice-Prefeito Alberto, ao tempo em que lembro que nosso compromisso se ressalta por conta de algo fundamental, a exaltação do passado. Quem tem memória tem cuidado e olha para o futuro com muito mais responsabilidade. Sejam bem-vindos!
  • 23/11/2023

    A Deputada orientou a bancada na votação da expressão "período do ano em que o Congresso Nacional analisará as políticas públicas do governo federal a fim de fiscalizar a implementação, consolidação e expansão de políticas públicas sociais em caráter nacional" contida do artigo 2º, do Projeto de Lei nº 4.035, de 2023, que institui Agosto como mês de combate às desigualdades.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, eu quero dizer que é importante ressaltar quem está aqui até esta hora, tratando, de forma séria, este debate, que é muito importante, porque, definitivamente, esse kit obstrução, pela forma como foi apresentado, é totalmente antidemocrático, é totalmente contra o que nós prezamos o tempo todo. Já é mais de 1 hora da manhã, e nós estamos aqui construindo a defesa e criando, sempre, este lastro mais amplo para um debate dentro do espectro político. Nossa divergência deve ser política, e deve tratada com respeito. No entanto, foi conduzida, de forma absurda, esta que é uma das importantes movimentações que buscam discutir a redução das desigualdades. Nós precisamos elucidar, ponto a ponto, por que isso foi feito. Projetos importantes, assim como o do dia 20 de novembro, deixaram de passar nesta Casa por conta disso; deixaram de ser votados hoje, numa semana tão simbólica, tão significativa e tão importante, por conta dessa obstrução, por conta desta forma covarde que aconteceu durante toda esta sessão, por conta dos absurdos que foram ditos contra o povo negro, contra toda uma organização histórica, que simboliza, nesta Casa, a vitória da memória, da justiça e da verdade do povo negro. Presidente, esta é uma questão importante, porque está dentro do espectro conduzido pela lógica, principalmente, desta semana, que fala de algo muito relevante para nós. Logo, eu preciso deixar registado que isso é totalmente diferente do que vem sendo debatido ao longo desta noite, uma noite que adentra a madrugada, sem fundamento algum. Para finalizar, nós votamos "sim".
  • 01/11/2023

    A Deputada expressou sua emoção ao integrar a bancada negra da Casa, rememorando suas origens na pioneira bancada negra de Porto Alegre. Destacou a importância de moldar ações que transformarão o panorama do Brasil, representando um investimento real na maioria da população. Ressaltou a felicidade de participar dessa movimentação que reorganizará as prioridades nacionais, deixando claro que o País não será o mesmo. Saudou a Deputada Talíria Petrone e todos os envolvidos na aprovação do projeto de resolução que cria a bancada negra, reafirmando o compromisso de construir coletivamente muitos movimentos significativos.

    Palavras-chave oficiais: Bancada Negra,População negra,Política pública,prioridade,Investimento público,Coletividade,Marco histórico,Câmara dos Deputados,Porto Alegre (RS),Projeto de resolução da Câmara dos Deputados

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Neste momento histórico, registro a minha emoção por fazer parte desta bancada negra. Eu vim da primeira bancada negra, que foi instituída em Porto Alegre. É com imensa alegria que compartilho deste momento, pensando e pautando definitivamente as ações que vão mudar o cenário do Brasil. Este é o investimento real na maioria da população. Este é um momento histórico para esta Casa, que agora se pinta de gente e traz aqui as pautas reais do concreto, da vida real da população negra, que se vê representada. Estou muito feliz por fazer parte deste momento histórico, desta movimentação que, obviamente, vai reorganizar e reestabilizar as prioridades neste País, que definitivamente não será mais o mesmo a partir do momento em que nós chegamos aqui e construímos, de forma muito sensível, objetiva e direta, as políticas que dialogam com a vida real da população brasileira. Com muita alegria, vou saudar aqui a minha companheira Talíria e todos aqueles e aquelas que se envolveram diretamente para que hoje, neste exato momento, no dia 1º de novembro, nós estejamos celebrando este feito histórico. Que fique registrado nesta Casa que este é o primeiro de muitos grandes movimentos que nós iremos construir coletivamente.
  • 31/10/2023

    A Deputada criticou o uso de linguagem ofensiva, defendendo o respeito aos estudantes e instituições representativas. Ressaltou a importância de um debate democrático respeitoso e responsável, e destacou que a Casa merece um nível de discussão mais elevado, sem ataques ou comportamentos inadequados.

    Palavras-chave oficiais: Decoro parlamentar,Pronunciamento parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu gostaria, por respeito aos estudantes brasileiros e às instituições que aqui representam os estudantes, que fosse retirado esse palavreado de muito baixo calão, que é um absurdo, um desrespeito, uma afronta a toda essa organização que se soma a nós nesse importante projeto, principalmente porque esta Casa tem que dar o retorno respeitoso. Não podemos admitir que sejam tratados desta forma. Ter uma opinião diversa acho que é tranquilo, o problema é se colocar dessa forma desrespeitosa para opinar. O processo democrático é válido, mas temos que ter o mínimo de bom senso, respeito e responsabilidade com o espaço que nós ocupamos. E esta Casa merece bem mais. Um debate num nível que seja compreendido em todas as instâncias não necessita desse tipo de comportamento e ataque aos estudantes.
  • 05/09/2023Breves Comunicações

    A Deputada abordou as devastadoras chuvas que afetam o Rio Grande do Sul, resultando em cinco mortes. Destacou que o Vale do Taquari foi uma das regiões mais atingidas e mencionou os esforços conjuntos dos governos estadual e federal para resgatar as pessoas isoladas devido à falta de luz e comunicação. No Dia da Amazônia, chamou a atenção para a emergência climática e relacionou as chuvas intensas à necessidade de debater a preservação ambiental. Expressou solidariedade às vítimas e pediu ação imediata. Também enfatizou o compromisso da bancada gaúcha em auxiliar na reconstrução do estado e lamentou as vidas perdidas.

    Palavras-chave oficiais: Chuva,Rio Grande do Sul,Desastre ambiental,Inundação,Falecimento,Mato Castelhano (RS),Passo Fundo (RS),Estrela (RS),Ibiraiaras (RS),Agricultura,plantio,Política ambiental,Dia da Revolução Farroupilha,reconstrução,Bancada parlamentar,Atuação parlamentar,solidariedade Dia da Amazônia,Mudança climática,Preservação ambiental

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, peço, de antemão, a divulgação deste pronunciamento nos canais de comunicação desta Casa. De forma muito consternada, venho a esta tribuna fazer o relato das fortes chuvas que estão atingindo o Estado do Rio Grande do Sul. Até agora, são cinco mortos, cinco vidas que perdemos no Estado, por conta desta que é uma tragédia, mais uma catástrofe decorrente das fortes chuvas. O Vale do Taquari é uma das regiões mais atingidas no nosso Estado. As mortes aconteceram nas cidades de Mato Castelhano, Passo Fundo, Estrela e Ibiraiaras. Nós já temos barcos e helicópteros, toda uma organização, tanto do Governo do Estado, como do Governo Federal, para dar conta do resgate de centenas de gaúchos que estão isolados. Com a falta de luz, não temos comunicação. Neste momento tão duro para nosso Estado, faço este registro, porque hoje, Dia da Amazônia, precisamos trazer à tona uma pauta ambiental importantíssima: a emergência climática. Nós precisamos atrelar este que não é um fato isolado, relacionado às fortes chuvas, à construção do debate sobre as emergências climáticas. Nosso Estado sofreu, nos últimos meses, em apenas um mês, três ciclones. Nós temos tido chuvas fortíssimas, que, ao longo dos meses, têm feito com que agricultores percam lavouras. Agora, o principal de tudo é que temos pessoas atingidas, pessoas que estão sem suas casas. Nós temos centenas de milhares, cerca de 2,5 milhões de gaúchos, fora de suas casas, sem terem como voltar. Por isso, registro minha solidariedade diante da dor de muitos. Este é um momento muito triste para nosso Estado. O pior de tudo é justamente a perda de vidas. Aqui fica o apelo para que possamos, não apenas nesta Casa, mas também nos demais espaços, principalmente no nosso Rio Grande do Sul, fazer um debate sobre esta que é uma das piores tragédias que vem assolando, de forma muito dura, nosso Estado ao longo deste ano. Precisamos debater sobre emergência climática, meio ambiente e preservação, para que tenhamos um período mais ameno, ante toda a dor que presenciamos. A tragédia que nos assola não é a primeira neste ano. Fica, portanto, o registro da minha solidariedade às famílias; minha solidariedade ao meu povo gaúcho e nosso compromisso de auxílio à reconstrução do nosso glorioso Estado, que, no próximo dia 20 de setembro, celebraria mais uma Revolução Farroupilha. Todo o Estado, sem dúvida alguma, estará unido, trabalhando para que possamos novamente levar paz e tranquilidade à casa desses gaúchos e gaúchas que agora sofrem por causa destas fortes chuvas. Minha solidariedade e toda a nossa disposição. Vejo aqui nosso coordenador da bancada gaúcha, o Deputado Carlos Gomes. Tenho certeza de que esta não será uma ação isolada. A bancada gaúcha se coloca à disposição para trabalhar, e trabalhar firme, para que os gaúchos e as gaúchas tenham o mínimo reconstruído e sua dignidade restabelecida. Até agora, repito, seis perderam a vida, lamentavelmente, Deputado. Nós não podemos, infelizmente, trazer essas vidas de volta, mas fica o registro do nosso empenho, da nossa dedicação e do nosso trabalho para reconstruirmos algo que seja em prol de todos e de todas. Um enorme abraço ao nosso povo gaúcho! Força a todos e a todas!
  • 31/08/2023Breves Comunicações

    A Deputada anunciou a realização de audiência pública no Bairro da Restinga, em Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, para debater sobre a implantação, na zona sul da capital, do campus da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB. A oradora confirmou sua presença no debate e convidou a população da região para participar da luta pela garantia, por meio da educação, de um polo de desenvolvimento socioeconômico.

    Palavras-chave oficiais: Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab),Restinga,Porto Alegre (RS),Deputada federal,Atuação parlamentar,Negros,Audiência pública,ampliação,Campus universitário

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Sem revisão da oradora.) - Bom dia, Presidente e colegas que nos acompanham. Eu venho hoje a esta tribuna fazer um convite muito especial. Na próxima segunda-feira, dia 4 de setembro, a UNILAB — Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira fará uma audiência. Na verdade, a comunidade da Restinga fará uma importante audiência, para que possamos ampliar este polo da universidade no Rio Grande do Sul. A Restinga é um território negro, localizado na Zona Sul de Porto Alegre. Toda a mobilização e movimentação pela defesa da educação e da ampliação das possibilidades para aquela população na Zona Sul de Porto Alegre iniciaram-se através da nossa organização pela mandata. Portanto, na próxima segunda-feira, estaremos lá, acompanhados da comunidade, para realizar esta audiência pública. Eu vou passar o endereço porque quero que todo mundo se some a esta iniciativa, Presidente. Será às 19 horas, na Paróquia Nossa Senhora da Misericórdia. Este é um chamado, uma convocação importante, para que possamos utilizar deste espaço para ampliar o campus, fazer esta movimentação numa construção com a comunidade, pensando no desenvolvimento social e, principalmente, no desenvolvimento econômico por meio da educação, que é um processo legítimo, um processo que abre portas. Estaremos lá na segunda-feira, a partir das 19 horas. Fica este chamado a todo o povo gaúcho, principalmente o povo de Porto Alegre e da Zona Sul da capital, que, sem dúvida alguma, constrói a mudança a partir do momento em que prioriza a educação. Fica o convite para, na segunda-feira, às 19 horas, na paróquia, podermos garantir mais este polo de desenvolvimento social e econômico, por meio da educação na UNILAB em Porto Alegre. Um abraço!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.