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Detector de Bananada
Foto de Daiana Santos

Deputada · Câmara

Daiana Santos

PCdoB · RS

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Daiana Silva dos Santos · 44 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 79 de 100, Tá no Caminho0406080100

79/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 59% dos deputados · média do partido: 84

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 88%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 78%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 79%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 96%das 691 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 96%das 711 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.daianasantos@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5901
Gabinete
Gabinete 901, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

88%

Esteve em 343 de 391 sessões

Melhor que 18% dos deputadosMédia do partido: 96%

Votou nas votações

78%

Registrou voto em 883 de 1.128 votações nominais

Melhor que 39% dos deputadosMédia do partido: 89%

Iniciativas que viraram lei

0

de 25 projetos apresentados (0%)

3 avançaram · 20 em andamento · 2 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

96%

Em 691 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 87% dos deputadosMédia do partido: 96%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

94 discursos na tribuna · de 01/03/2023 a 02/09/2026.

  • 02/09/2026

    A Deputada reafirmou compromisso com o povo brasileiro e com a classe trabalhadora, ao defender que a luta transformou a vida e que a mobilização política havia sido decisiva para a vitória da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que trata da redução da jornada de trabalho (fim da escala 6 por 1), na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania - CCJ do Senado. Além disso, ressaltou a necessidade de construir políticas com e para as pessoas, com alternativas reais para problemas concretos.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Aprovação,Senado Federal

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Vamos lá de novo. Estava aqui falando que é só a luta que muda a vida, é só a luta que transforma a vida. Eu tenho muito orgulho de atuar nesta Casa. Tenho muito orgulho de ter o compromisso que tenho com o povo brasileiro. Tenho muito orgulho de ter esse compromisso com a classe trabalhadora. Hoje, logo no início da manhã, a gente celebrou uma vitória importante, com o fim da escala 6 por 1 na CCJC do Senado. Porém, quero dizer que toda essa mobilização, toda essa movimentação está trazendo à tona essa relação direta da construção de uma política que precisa ser feita definitivamente com as pessoas e para as pessoas. Aqui nesta Casa, a gente tem um compromisso que é o compromisso de apresentar alternativas reais para problemas concretos — não é sempre o que acontece. Eu venho aqui reafirmar esse compromisso, além de exaltar nossos grandes feitos neste espaço. Quero dizer que me orgulho de ter apresentado o projeto que acabou se transformando nesse relatório. Esse compromisso que reafirmo com toda a energia que tenho para continuar transformando as realidades faz com que eu tenha orgulho de ser quem sou e siga firme na luta. Muito obrigada, Presidente.
  • 01/09/2026

    A Deputada saudou a presença, na Câmara dos Deputados, de representantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) do Rio Grande do Sul e destacou a mobilização da entidade pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221, de 2019, que extingue a escala 6 por 1 e reduz a jornada de trabalho. Além disso, reafirmou seu apoio à PEC em defesa da dignidade e dos direitos dos trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB),Rio Grande do Sul,Câmara dos Deputados,mobilização,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Direito do trabalho

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, quero fazer um registro importante. Eu estou aqui com as mulheres que representam a Central dos Trabalhadores do Brasil — CTB, todas vindas do Rio Grande do Sul. Elas estão aqui porque há uma importante pauta que nós estamos defendendo aqui nesta Casa, que é o fim da escala 6 por 1. Nós que temos um compromisso com a classe trabalhadora, nós que sabemos o valor do trabalho digno, mas também da dignidade garantida para esses trabalhadores e trabalhadoras, estamos nos mobilizando e movimentando para que essa pauta tenha um sucesso de vez — por favor, aproximem-se aqui para ser registrado. Essas mulheres que vêm da CTB, mulheres e homens comprometidos, dirigentes, sindicalistas, pessoas que são ativas e atuantes, sabem muito bem a importância de estarem aqui hoje fazendo essa defesa. Eu tenho muito orgulho de andar ao lado da Central dos Trabalhadores do Brasil. Quero dizer que eu reafirmo meu compromisso cotidianamente com o fim da escala 6 por 1, por dignidade, por respeito e por responsabilidade com a classe trabalhadora. Sejam sempre muito bem-vindas. Esta é a Casa do Povo e por isso eu... (Desligamento do microfone.)
  • 27/05/2026

    A Deputada celebrou o avanço da proposta de redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6 por 1, destacando o momento como histórico para a classe trabalhadora. Ressaltou a importância da luta sindical, da atuação de Parlamentares e movimentos sociais na defesa dos trabalhadores, especialmente das mulheres e mulheres negras submetidas a jornadas exaustivas. Ademais, afirmou que a Câmara demonstrou compromisso com pautas que impactam diretamente a vida da população e agradeceu ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo apoio histórico às causas trabalhistas e às políticas sociais. Também reforçou seu compromisso político com os trabalhadores e afirmou que o Brasil dá um passo importante em direção a melhores condições de vida e trabalho.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Mulher,Negros,Movimento sindical,Trabalhador,Política social,Presidente da República,melhoria,Qualidade de vida

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, antes de iniciar a minha fala, eu gostaria de chamar aqui o Deputado Inácio Arruda, do meu partido, que é um dos grandes lutadores e que, muito antes inclusive da minha chegada aqui, já estava fazendo esse debate. É necessário que a gente tenha essa memória histórica, neste dia tão importante, tomada de emoção, pelo fato de estar participando ativamente desse processo com todos estes que principalmente se colocaram à disposição para, com coragem, fazer esses enfrentamentos. Hoje, Deputado Reginaldo, Deputada Erika, nós estamos entrando para a história, porque nos colocamos à disposição da classe trabalhadora, do povo brasileiro, daqueles e daquelas que esperam em nós a mudança, que confiam na nossa atuação, que confiam no nosso trabalho; desses que cedo da manhã já estão ocupando os ônibus, desses que não veem os filhos crescerem, dessas mulheres que têm as suas vidas consumidas por uma labuta exaustiva. E falo aqui principalmente do grande contingente de mulheres e mulheres negras. Trago isso como parte da minha defesa, porque essa é a política em que eu acredito, e é justamente para essa política que eu entrego toda a minha disposição. Quero saudar aqui todos do meu partido e todos os demais que se colocaram juntos, atuantes nesse momento. E também trago, de forma muito afetuosa, um abraço ao movimento sindical, a todos os sindicalistas que são atacados nesse mesmo espaço onde hoje nós damos esse grande passo. Existem aqui projetos que querem definitivamente acabar com esse movimento, porque sabem que são esses homens e mulheres que estão na defesa da classe trabalhadora. Para finalizar, e já passo a palavra para o meu camarada, eu quero dizer que o Brasil hoje ganha porque esta Casa demonstrou a responsabilidade que tem com a luta pelo povo. Eu, emocionada que estou, agradeço ao Presidente Lula pelo fato de ter se colocado sempre à frente desse processo, fazendo com que hoje nós pudéssemos aqui celebrar. Meu Ministro, tudo o que tem acontecido aqui é fruto desse que emerge da classe trabalhadora. E falo isso como uma figura que emerge desse espaço e que é fruto de todos os investimentos desse Presidente. Lula, eu quero dizer que você pode contar comigo, porque absolutamente tudo o que eu tenho surgiu desse espaço de investimento nas políticas. E a você eu sou grata e a todos os meus colegas. E, para finalizar, Presidente, eu peço 30 segundos e vou passar a palavra aqui para o Deputado Inácio, porque estou tomada por essa emoção de saber do compromisso que temos. E, hoje, avançamos, demonstramos que esta Casa não sobrevive só de ódio e de colocar um contra o outro, mas também de grandes investimentos na política que têm impacto na vida das pessoas. Avante classe trabalhadora! Um enorme abraço a todos que confiam e acreditam, porque aqui sempre dizem que somos inimigos do povo e generalizam. Eu quero falar que nós somos amigos da classe trabalhadora, amigos do povo brasileiro, e o nosso trabalho é todo para fazer com que, definitivamente, nós tenhamos um novo rumo para essa sociedade. Obrigada pela confiança, meus camaradas. Obrigada, meus amigos. E é dessa forma que sigo, reafirmando o compromisso que tenho, Deputado Alencar Santana. Finalizo, passando a palavra para o meu grande camarada Inácio. Estou tomada de orgulho, Inácio, por fazer parte deste momento.
  • 27/05/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação da Emenda Aglutinativa nº 1, apresentada à Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho. Em seguida, celebrou a aprovação da redução da jornada de trabalho para o modelo 5 por 2, conquista aguardada há 38 anos pelos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros. Por fim, classificou o momento como histórico para a Casa e como vitória do povo brasileiro.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda aglutinativa,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Comunista do Brasil (PC do B),Voto favorável,redução,Jornada de trabalho,Trabalhador,Direito do trabalho

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o PCdoB orienta favoravelmente. Sem dúvida alguma, com a responsabilidade que nós temos, com os enfrentamentos que fizemos, hoje é um dia memorável e histórico para os trabalhadores e as trabalhadoras que esperam que esta Casa, com muita responsabilidade, faça essas entregas. Nós sabemos o quão importante vai ser o impacto disso na vida de homens e mulheres que aguardam há 38 anos essa redução para a escala 5 por 2. Eu fico muito feliz por fazer parte dessa história, por ter colocado à disposição toda a minha luta, todo o meu desejo de transformação, em cada passo dado, em cada articulação, em cada debate, em cada momento em que nós estivemos com o movimento sindical, que está aqui ocupando as galerias, com os nossos parceiros e as nossas parceiras que nos acompanham pelas redes e que, agora, estão felizes. Este dia entrará para a história desta Casa e ficará na memória, com um grande líder, que é V.Exa., conduzindo esse processo. Aproveito para relatar que esta emenda aglutinativa — acho importante ressaltar — é parte do relatório e é um acordo com o Governo e com o Relator, para que não haja dúvida, para que aqueles que definitivamente foram derrotados não venham questionar este momento histórico. Vitória dos trabalhadores! Vitória das trabalhadoras! Vitória do povo brasileiro!
  • 26/05/2026

    A Deputada defendeu a própria conduta no processo de tramitação do Projeto de Lei nº 68, de 2025, que Altera a Lei nº 14.192, de 2021, que dispõe sobre a violência política de gênero, e a Lei nº 4.737, de 1965 (Código Eleitoral), para incluir medidas específicas de proteção e apoio a mulheres em espaços de poder que sofram violência política de gênero, esclarecendo que, ao surgir qualquer ruído em torno da matéria, retirou o projeto para tratativas adequadas e só deu sequência após a conclusão desse processo. Ressaltou o compromisso ético assumido com cerca de 90 mil eleitores gaúchos e afirmou que, em todos os momentos em que empenhou sua palavra, cumpriu o acordado.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Violência política de gênero,Atuação parlamentar,esclarecimento

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Primeiro de tudo, quero agradecer a todos os que votaram a urgência do PL 68 e aproveito para fazer um registro. Eu acho que, se alguém levanta algo referente à minha conduta dentro desta Casa, talvez não tenha conhecimento de toda a minha atuação e da minha pessoa. Eu tenho uma grande responsabilidade por aquilo que apresento, que debato e, principalmente, que trato, pois de onde venho palavra é lei. Por isso, eu gostaria de ressaltar que foi feito um acordo aqui no mês de março e, por esse acordo do mês de março, quando houve um ruído referente a este projeto, eu fiz questão de retirá-lo, para analisá-lo e encaminhá-lo. Assim que foi finalizado este processo, eu dei sequência. Eu tenho uma conduta totalmente de acordo com o que se espera de um Parlamentar, principalmente por ser eu uma Parlamentar no exercício do primeiro mandato. Eu tenho responsabilidade, tenho ética e trago em mim a responsabilidade do peso de quase noventa mil gaúchos e gaúchas que confiam no meu trabalho, que confiam no projeto de uma Deputada que se coloca à disposição. Todas as vezes que manifestei minha palavra, fiz questão de cumpri-la. Portanto, eu faço esta manifestação porque, quando alguém faz referência à minha conduta e diz que eu tratei esta questão de modo controverso em relação a como de fato se deu, eu registro meu compromisso e minha responsabilidade.
  • 20/05/2026Breves Comunicações

    A Deputada defendeu a Proposta de Emenda à Constituição que propõe o fim da escala 6x1, com jornada de 40 horas semanais, duas folgas e sem redução salarial, e criticou tentativas de condicionar essa conquista a contrapartidas como a redução do recolhimento do FGTS de 8% para 4% e a isenção temporária da Previdência Patronal para novas contratações. Além disso, apontou contradição dos grupos que não questionaram a reforma trabalhista, aprovada em 120 dias, mas agora resistem à ampliação de direitos. Por fim, reafirmou seu compromisso com os trabalhadores e declarou que dignidade não se negocia.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,manutenção,Salário,Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS),Contribuição previdenciária patronal,contradição,Reforma trabalhista,ampliação,direitos,Trabalhador

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Subo a esta tribuna porque nós estamos enfrentando nesta Casa um debate extremamente necessário, pelo fim da escala 6 por 1. Eu tenho a felicidade de ter apresentado um projeto de lei, cuja tramitação o Presidente Lula colocou em urgência constitucional, que trata dessas 40 horas, das duas folgas e da manutenção do salário sem nenhuma redução. O debate que nós estamos fazendo é preciso tratar com muita honestidade. Nos últimos dias, a gente tem passado por inúmeras situações que chegam até a ser constrangedoras para nós enquanto Parlamentares, pois acabam generalizando esta Casa. Então, faço questão de colocar aqui uma posição, porque o que está sendo discutido não é apenas uma redução da jornada de trabalho. Está sendo feita uma tentativa de condicionar a melhoria da vida dos trabalhadores e das trabalhadoras a um pacote de concessões que descaracteriza por completo o projeto original. Estou falando de propostas que reduzem o recolhimento do FGTS, por exemplo, de 8% para 4%, e de isenção temporária de contribuições da previdência patronal. Para reconhecer um direito básico para quem trabalha, uma estrutura de proteção social para o trabalhador, nós estamos precisando negociar, e essa garantia de dignidade está sendo usada como moeda de troca. O mais curioso de tudo, meus colegas, é que, quando foi para retirar direitos e para reestruturar profundamente as relações de trabalho no Brasil, a reforma trabalhista entrou em vigor em 120 dias — escutem bem, apenas 120 dias. Esses que agora tensionam para que haja um prazo de 10 anos não questionaram prazo naquela época. Esses mesmos grupos não se levantaram em nenhum momento com tanta aversão contra aqueles 120 dias. É importante que se faça este registro. Não houve essa avalanche de questionamentos. Não houve nem sequer a questão relacionada ao período. Por quê? Por que agora, quando estamos falando em enfrentar jornadas exaustivas, em garantir condições mais humanas de trabalho para milhões de brasileiros e brasileiras, aparecem essas questões? Assim se constrói a lógica de que só é possível avançar se houver uma compensação. A gente assalariada, a gente que está à margem, a gente que definitivamente é engolida por uma jornada brutal e exaustiva, essa gente que de repente sustenta a economia, não é vista como tal. Tentam transformar a qualidade de vida em moeda de troca numa negociação. A escolha é política, e isso precisa ser registrado. A minha escolha eu faço questão de ressaltar aqui, e ela é bem objetiva: eu sigo defendendo os trabalhadores e as trabalhadoras. Dignidade não se negocia. Para que a gente saiba quem está de cada lado, posicionem-se, colegas, coloquem o dedo na hora de votar, mas não ataquem os trabalhadores do Brasil, não façam isso. Jornada 5 por 2 já! Sr. Presidente, eu gostaria que meu pronunciamento fosse incluído no programa A Voz do Brasil e que tivesse mais alcance nos meios de comunicação da Casa.
  • 05/05/2026

    A Deputada relatou visita realizada à Associação dos Trabalhadores da Unidade de Triagem do Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre (RS). Ressaltou a organização do espaço, que encaminha trabalhadores pela rede de saúde mental e promove reinserção social com dignidade, geração de emprego e renda. Além disso, nomeou os responsáveis pela gestão do local, a coordenadora Luciana e o psicólogo Alexandre, elogiando o trabalho de ambos. Encerrou defendendo a luta por saúde mental, qualidade de vida e um Sistema Único de Saúde (SUS) robusto, capaz de atender às necessidades da população, classificando o centro como um exemplo de que a saúde pública pode oferecer caminhos concretos de ressocialização com qualidade.

    Palavras-chave oficiais: Hospital psiquiátrico,Porto Alegre (RS),Saúde mental,Reinserção social,Geração de emprego,Sistema Único de Saúde (SUS),Saúde pública

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    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu quero fazer um registro aqui: num país como o Brasil, que é tão grande, a gente tem tantas iniciativas tão importantes, tão brilhantes, potentes, e, por vezes, a gente não as registra aqui nesta Casa. Eu tive a oportunidade de visitar ontem um centro, e até faço questão de ressaltar aqui o nome: a Associação dos Trabalhadores da Unidade de Triagem do Hospital Psiquiátrico São Pedro, que é um hospital psiquiátrico, localizado em Porto Alegre. Porém, o que me chamou muito a atenção foi a organização dessa estrutura. Lá, todos os trabalhadores são encaminhados pela rede da saúde mental, o que prova definitivamente que a gente consegue dar um outro tom para essas pessoas, que a saúde pública, definitivamente, tem opções e possibilidades de reinserção com qualidade, pensando na geração do emprego e renda, mas também pensando nessa ressocialização com dignidade. Eu fiquei muito feliz, e, se V.Exa. me permite, quero só registrar aqui os nomes desses que compõem a gestão desse espaço, que é a Luciana, brilhante, uma figura que coordena de forma muito, mas muito dedicada esse espaço, e o Alexandre, que é psicólogo lá. Quero registrar novamente o meu orgulho de chegar a um espaço com tamanha qualidade, um centro de triagem que faz muito mais do que reorganizar aquilo que é encaminhado: faz a reorganização de vidas. E é por isso que a gente tem que lutar por saúde mental, qualidade de vida e um SUS pleno, que dê conta das necessidades das pessoas. É isso. Obrigada, Deputado.
  • 28/04/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação da Emenda de redação nº 4, apresentada à Proposta de Emenda à Constituição nº 383, de 2017, que altera a Constituição Federal para garantir recursos mínimos para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de redação,Proposta de Emenda à Constituição,Maioria parlamentar,Voto favorável

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    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Maioria orienta "sim". Eu faço um registro importante: ressalto novamente, com meu histórico como educadora social de rua, que sei muito bem como isso tem impacto, como é importante o Estado que se responsabiliza e investe. É com muita alegria que hoje eu celebro essa vitória, que representa um avanço na justiça social e um impacto real no desenvolvimento da nossa sociedade. Países que tratam da sua população e cuidam da sua soberania investem nas pessoas. É o que fazemos hoje pelos trabalhadores e pelas trabalhadoras do Suas, mas, principalmente, pela dignidade do povo brasileiro. É uma grande vitória, que eu celebro com muita alegria, principalmente por fazer parte deste momento histórico. Viva o SUAS! Vivam os trabalhadores da assistência! Vivam todos os educadores e educadoras sociais! Vivam aqueles que acreditam e compartilham deste que é, definitivamente, o processo de ascensão da sociedade, do povo brasileiro!
  • 08/04/2026

    A Deputada destacou a importância da votação da  Proposta de Emenda à Constituição nº 383, de 2017, em discussão, e afirmou que a proposta representou avanço na consolidação do Sistema Único de Assistência Social como política pública estruturada. Ressaltou sua experiência como educadora social e reconheceu o trabalho de profissionais da rede de assistência, incluindo assistentes sociais e educadores. Também defendeu a necessidade de investimentos contínuos no setor e avaliou que a aprovação da matéria simboliza o reconhecimento institucional ao trabalho desenvolvido na área.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Sistema Único de Assistência Social (SUAS),Receita corrente líquida,Fonte de recursos,Aprovação

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    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidenta, primeiramente eu quero saudá-la. Seja muito bem-vinda novamente. É uma alegria tê-la aqui. Também quero saudar o Deputado que foi o proponente desta importante matéria que está sendo votada hoje nesta Casa. Eu falo não só como Deputada Federal, mas também como educadora social de rua que atuou por muito tempo na área de assistência social no Município de Porto Alegre. Eu quero aqui saudar as assistentes sociais e toda essa rede que é composta por educadores e educadoras que atuam de forma brilhante nessa área e que agora são homenageados por meio da proposta que está sendo votada aqui. Para que haja definitivamente avanço e mais respaldo na área do cuidado, é necessário investimento. A constitucionalização do Suas hoje nesta Casa é um grande avanço. Eu fico feliz e digo novamente que falo não só como Deputada, mas também como educadora social de rua. Para mim, é um orgulho fazer parte deste dia, em que esta matéria está sendo aprovada. Obrigada. Parabéns!
  • 08/04/2026

    A Deputada complementou manifestação da Deputada Meire Serafim, sobre a violência contra as mulheres, afirmando que cada caso de feminicídio representa uma falha do Estado. Ademais, destacou que o Rio Grande do Sul, no início do mês de abril, já contabilizava 27 mulheres vítimas de feminicídio, e sustentou que isso evidencia a ausência de ações efetivas de combate. Ressaltou que famílias têm sido desestruturadas e crianças têm ficado órfãs como consequências da incapacidade estatal e institucional, e defendeu maior compromisso de agentes políticos com políticas públicas capazes de enfrentar esse quadro. Por fim, declarou apoio às Deputadas da Bancada Feminina e às mulheres mobilizadas pelo tema e pediu atuação mais consciente em favor da vida das mulheres e da garantia de políticas efetivas.

    Palavras-chave oficiais: Discurso parlamentar,Deputada federal,Violência contra a mulher,Feminicídio,Crítica,inatividade,Negligência,Governo,combate Rio Grande do Sul,Abril,Feminicídio Apoio político,Bancada Feminina,combate,Feminicídio,Violência contra a mulher,Política pública,Atuação parlamentar

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    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu só quero fazer um complemento ao que disse a Deputada Meire Serafim. Cada vida de mulheres que se vai representa uma falha do Estado. Precisamos atuar em relação a esse tema. O Estado do Rio Grande do Sul, no início do mês de abril, já contabiliza 27 mulheres vítimas de feminicídio. Se isso não é ausência de ações que façam um combate real, eu não sei o que é. Nós, enquanto agentes políticos, precisamos estar cada vez mais incluídos em ações reais que venham a fazer um contraponto a esse absurdo. Não dá mais para ficarmos contabilizando mulheres que perdem a vida, famílias que ficam perdidas, crianças que ficam órfãs em decorrência de feminicídio, por conta de uma inadimplência nossa, de uma incapacidade nossa de atuar neste momento, que é um dos piores momentos para as mulheres. Estamos num espaço onde tratamos de políticas que precisam ser, de fato, impactantes. Eu me junto às Deputadas da Bancada Feminina e a todas as mulheres que fazem deste momento um momento real para avançarmos. É muito triste ver que os dados não estão andando pari passu com aquilo que fazemos aqui. Isso definitivamente tem a ver com a nossa atuação. Espero que possamos estar cada vez mais conscientes, atuando em prol da vida das mulheres, da garantia de políticas que sejam efetivas.
  • 08/04/2026

    A Deputada comemorou o Dia Mundial da Saúde e saudou a regulamentação da profissão de sanitarista, assinada pelo Presidente Lula, ao afirmar que a medida representa reconhecimento à atuação de profissionais ligados à reforma sanitária. Ademais, assinalou que o Sistema Único de Saúde (SUS) se consolidou como referência internacional e destacou a contribuição dos sanitaristas na construção de modelo público de saúde voltado ao acolhimento da população brasileira. Por fim, declarou orgulho pela própria trajetória na área, defendeu a valorização do SUS como modelo de sociedade e pediu responsabilidade da Câmara dos Deputados na realização de investimentos adequados para a sustentação das políticas públicas de saúde.

    Palavras-chave oficiais: Dia Mundial da Saúde,Comemoração,Homenagem Apoio político,Regulamentação profissional,Sanitarista,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Sistema Único de Saúde (SUS),Elogio,Política de saúde

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Venho a esta tribuna para dizer que ontem foi o Dia Mundial da Saúde. Eu, como sanitarista, muito orgulhosa de ocupar este espaço como Deputada Federal, venho saudar não só o Dia Mundial da Saúde, mas também a regulamentação da profissão de sanitarista. No dia 6 de abril, o decreto sobre o tema foi assinado pelo Presidente Lula. Esse é um importante reconhecimento, primeiro, aos que fizeram a reforma sanitária. Se temos hoje o Sistema Único de Saúde, que é modelo no mundo inteiro, isso se deve a essa reforma. Esses sanitaristas, que protagonizaram toda essa mobilização para construir esse importante espaço que hoje acolhe a população brasileira, agora estão sendo reconhecidos. Para mim, isso é um grande feito. Esse modelo não é só de saúde pública, esse é também um modelo de país. O SUS é um modelo de sociedade. Eu me orgulho muito de ser essa sanitarista que hoje vem aqui e reverencia essa regulamentação, sabendo por que luta e, principalmente, por quem luta. Viva a reforma sanitária. Vivam os sanitaristas. Viva o SUS, sistema único, público, igualitário, que trata da saúde pública como ela deve ser de fato tratada. Espero que nesta Casa possamos ter cada vez mais responsabilidade de fazer os investimentos devidos, porque política pública só se sustenta com investimento, mas com investimento correto, assertivo, e com muita consciência. É dessa forma que aqui eu continuo atuando. Viva o SUS! Vivam os sanitaristas!
  • 17/03/2026

    A Deputada denunciou o aumento dos casos de feminicídio no Rio Grande do Sul, informando o registro de 23 mulheres mortas em 75 dias e alertando para a recorrência dos crimes. Apontou insuficiência das ações adotadas e cobrou maior efetividade de políticas públicas, com ampliação de investimentos e fortalecimento da rede de proteção. Em seguida, destacou que a violência apresentava características de extrema brutalidade e criticou a falta de respostas concretas diante da gravidade do cenário. Também defendeu que o enfrentamento ao feminicídio deveria ser tratado como prioridade nacional, envolvendo toda a sociedade. Concluiu reafirmando a necessidade de ação imediata para conter a escalada da violência contra as mulheres.

    Palavras-chave oficiais: Feminicídio,Rio Grande do Sul,Violência contra a mulher,Denúncia,Política pública,Investimento,segurança

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    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu utilizo este minuto para fazer mais uma denúncia, mais uma vez, por 23 vítimas. Esse é o exato número de mulheres mortas, vítimas do feminicídio no Estado do Rio Grande do Sul somente neste ano. Já se passaram 75 dias deste ano. Isso significa que, a cada 3 dias, um pouco mais, uma mulher é morta. E a gente está vendo uma morosidade para tratar desse tema, no qual, definitivamente, precisamos avançar. Se nós temos um pacto, temos que avançar com ele; se nós temos uma rede fragmentada, é preciso avançar para fazer investimento. O que não dá é ficarmos olhando, dia após dia, esse dado aumentando e naturalizar isso. Isso faz com que nos sintamos impotentes, porque aquilo que precisa ser feito não está sendo feito; se estivesse, nós não estávamos contabilizando mais uma mulher morta. Trata-se de mortes violentíssimas, com requintes de barbárie, provando, de fato, um sentimento de ódio contra as mulheres. Então, com a responsabilidade que nos cabe, esta Casa precisa tratar dessa crescente da violência contra as mulheres. Eu sei que nós temos um pacto contra o feminicídio, uma iniciativa do Governo Federal. Eu sei que o Governo do Estado do Rio Grande do Sul acabou fazendo o envio de um valor. Mas isso não está sendo suficiente, porque as mulheres continuam morrendo. Eu faço esta denúncia com a responsabilidade que me cabe enquanto Parlamentar, mas, principalmente, enquanto mulher, porque nós não estamos seguras. Não adianta criar um ato no dia 8, não adianta abrir espaço para que a gente vote projetos aqui dentro, não adianta mobilizar as mulheres na rua, se nós não tivermos investimento necessário. Minha fala precisa ser em tom de denúncia, porque, enquanto nós estamos tentando tratar disso de outra forma, mais uma mulher cai, outra mulher cai. E, assim, a gente vai ficando, definitivamente, impotente diante dessa barbárie. Isso é uma epidemia que precisamos tratar. A responsabilidade é nossa. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Obrigada, Deputada. V.Exa. concluiu seu discurso? A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Eu concluí, mas estava inscrita quando foi feito o chamado. Eu estava na CCJ e não consegui fazer a fala. Agradeço ao Deputado Marcon por ter repassado 1 minuto. Inclusive, o meu conterrâneo sabe muito bem o que a gente está passando lá. Infelizmente, isso não é exclusividade do Estado do Rio Grande do Sul. É este o espaço de debate, é esta a Casa, é esta a atuação que a gente quer, concomitante ao que está sendo feito de investimento. Não adianta a gente ficar tratando isso como uma pauta de mulheres. Essa é uma pauta da sociedade brasileira. Eu agradeço o espaço porque preciso colocar isso em tom de denúncia. Mais do que nunca, é preciso colocar isso em tom de denúncia. Não dá mais para a gente ficar olhando, abrindo jornal, recebendo notícias dessa tragédia, dessa barbárie contra as mulheres. Feito o registro, agradeço o tempo.
  • 11/03/2026

    A Deputada agradeceu a aprovação unânime do Projeto de Lei nº 6.222, de 2025, que institui a Mobilização Nacional dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, realizado anualmente, entre 20 de novembro e 10 de dezembro, destinado a intensificar ações de prevenção, enfrentamento e superação das violências contra as mulheres, por meio de articulação nacional entre o poder público, os entes federativos, a sociedade civil e a iniciativa privada. Ademais, parabenizou a autora da proposição, Deputada Ana Paula, a Relatora Deputada Jack Rocha e as demais Parlamentares envolvidas na construção da proposta. Por fim, afirmou que a iniciativa manifesta o compromisso da Câmara dos Deputados com a defesa dos direitos das mulheres e com o enfrentamento das violências que as atingem.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Mobilização nacional,Campanha Nacional 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres,Autora (proposição legislativa),Relatora,Atuação parlamentar,Câmara dos Deputados,direitos,Mulher

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    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - É só para fazer um agradecimento aos colegas que votaram a matéria. Acho que, pela unanimidade, a gente já vê a relevância e a importância deste tema. Falar dos 21 dias do ativismo, falar de toda essa relação da interseccionalidade pensada e pautada para as mulheres é mais do que fundamental. Acho que esta Casa tem dado demonstrações suficientes da responsabilidade que nós temos. Eu quero parabenizar, em especial, a propositora desta proposta, a Deputada Ana Paula, a Deputada Jack Rocha e também todas as colegas. Eu acho que são dias em que a gente demonstra a nossa responsabilidade, a nossa organização, o nosso respeito com as pautas, mas, principalmente, o nosso compromisso com aquilo que é nosso, que é das mulheres. Obrigada a todos os que se somam a nós. E fica aqui o registro deste importante momento em que a gente trata de interseccionalidade, desses temas que de fato são parte da vida real, da vida concreta dessas mulheres, com respeito à responsabilidade, à seriedade que esta Casa deve ter sobre todos esses temas. Obrigada, Presidenta.
  • 11/03/2026

    A Deputada leu o parecer da Relatora Deputada Jack Rocha ao Projeto de Lei nº 6.222, de 2025, que institui a Mobilização Nacional dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, realizado anualmente, entre 20 de novembro e 10 de dezembro, destinado a intensificar ações de prevenção, enfrentamento e superação das violências contra as mulheres, por meio de articulação nacional entre o poder público, os entes federativos, a sociedade civil e a iniciativa privada.

    Palavras-chave oficiais: Parecer (proposição legislativa),Projeto de lei ordinária,Mobilização nacional,Campanha Nacional 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres,Aprovação,Substitutivo

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    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Para proferir parecer. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidenta. Quero deixar o registro de que farei a leitura do relatório da Deputada Jack Rocha, que está em missão oficial para representar o Brasil no encontro de mulheres na ONU. É fundamental também a gente ver os avanços desta Casa, uma vez que há uma delegação nesse encontro, no qual a Deputada Jandira Feghali também se encontra. Isso reafirma o nosso compromisso com a pauta das mulheres e também a nossa referência em âmbito internacional. Eu peço licença, Presidenta, para ir direto ao voto da Relatora Jack Rocha. A Relatora manifesta o voto favorável à aprovação da matéria na forma de substitutivo apresentado na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher que promove o aprimoramento significativo da proposta original, com destaque para a ampliação do escopo temático ao incluir expressivamente o enfrentamento ao racismo como título dos objetivos da Mobilização Nacional, reconhecendo a interseccionalidade das violências que atingem as mulheres. A definição é de que a Mobilização adotará, anualmente, tema específico, definido em regulamentação federal, destinado a orientar as prioridades e assegurar a atualidade e a permanência das ações. Haverá o estabelecimento de coordenação nacional no âmbito da política federal para as mulheres, com a finalidade de promover integração das ações e diálogo com os entes federativos e a sociedade civil. Há previsão de adesão voluntária dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios para compor o caráter interfederativo da iniciativa, detalhadas as finalidades da Mobilização, como promover reflexão social qualificada, difundir informações sobre os canais de denúncia, afirmar valores democráticos, e dar visibilidade a práticas tão relevantes. Os princípios observados pela Mobilização Nacional incluem a centralidade das mulheres; a responsabilidade compartilhada; a consideração de fatores sociais e raciais; a participação social qualificada; e a prevenção da revitimização. A Mobilização incidirá, dentre outras, nas seguintes dimensões: formação e capacitação; cultura e práticas sociais; ações em territórios; ambiente digital; articulação institucional; e mobilização social. O texto prevê a incorporação expressa de marcos simbólicos relevantes: Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro; Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, 25 de novembro; Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, 6 de dezembro; Dia Internacional dos Direitos Humanos, 10 de dezembro. Prevê também a inclusão desses últimos no calendário nacional de datas comemorativas. O parecer conclui pela constitucionalidade, juridicidade e adequada técnica legislativa da proposição, uma vez que a matéria se insere na competência legislativa da União para edição de norma nacional voltada à promoção de direitos fundamentais e na competência parlamentar, que é legítima, nos termos do art. 61 da Constituição. O conteúdo do projeto está em plena harmonia com o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana, com a defesa da igualdade entre homens e mulheres, com o ideário de construção de uma sociedade livre e solidária, com o dever estatal de coibir a violência no âmbito das relações familiares. Ressalte-se, ainda, que o projeto não implica em aumento de despesa pública, por se tratar de norma de caráter programático e autorizativo a ser implementada dentro das disponibilidades orçamentárias existentes, razão pela qual a Relatora recomenda a sua aprovação na forma do substitutivo apresentado. Os marcos simbólicos integrados ao período, especialmente o Dia Nacional da Consciência Negra, o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher e o Dia Internacional dos Direitos Humanos, reforçam o acerto da proposta, pois conectam a Mobilização Nacional a referências históricas normativas de grande relevância para a defesa dos direitos humanos e para o combate simultâneo ao sexismo e ao racismo. "II.4. Conclusão do voto Ante o exposto, na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, vota-se pela aprovação do Projeto de Lei nº 6.222, de 2025, na forma do substitutivo anexo. Na Comissão de Finanças e Tributação, somos pela não implicação em aumento da despesa ou diminuição da receita pública, de maneira que não cabe pronunciamento quanto à adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 6.222, de 2025, e do substitutivo da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Na CCJC, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do Projeto de Lei nº 6.222, de 2025, e do substitutivo da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher." Este é o voto da Relatora, Presidenta. Aproveito para fazer um registro importante sobre este projeto, que é muito assertivo e que tem algo que eu acho fundamental — isso é sempre questionado —, a não implicação em aumento de despesas. O projeto nos dá a capacidade de compreender as responsabilidades interfederativas compartilhadas. Obrigada, Deputada.
  • 11/03/2026

    A Deputada defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 3.946, de 2021, que dispõe sobre o exercício da profissão de doula.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Doula,regulamentação,Exercício profissional

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    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidenta, peço 1 minuto, e não mais que isso, só para fazer um registro. Definitivamente hoje é um dia muito importante. Esta Casa demonstra a responsabilidade que tem com o cuidado das mulheres e das crianças. Neste mês, em especial, quando a gente está debatendo aqui, neste plenário, as pautas das mulheres, acho que se faz fundamental registrar o esforço coletivo para que esta pauta avance com aqueles que têm consciência e sabem da necessidade do cuidado. Isso representa definitivamente que nós estamos tratando dos temas que precisam ser tratados com a responsabilidade que devemos. Eu falo isso não só com o orgulho que tenho em ser a Deputada Federal que está aqui presenciando, vivenciando e também auxiliando neste momento, mas também como a sanitarista que compreende que a relação direta do cuidado e a saúde pública é definitivamente tratada num contexto muito mais amplo. Então, parabéns às doulas! Parabéns por essa manifestação que tomou força e ganhou espaço, fazendo com que hoje nós estejamos aqui votando e, sem dúvida alguma, aprovando e encaminhando este projeto! Parabéns a todas as doulas! Parabéns a nós mulheres desta Casa por este avanço!
  • 25/11/2025Breves Comunicações

    A Deputada celebrou os 10 anos da Marcha das Mulheres Negras, que tomou a Esplanada, em Brasília (DF), como símbolo de luta por reparação, dignidade e justiça para as mulheres negras. Destacou a relevância de ocupar espaços de poder e saudou o relatório apresentado pelo Deputado Orlando Silva à Proposta de Emenda à Constituição nº 27, de 2024, que altera a Constituição Federal para acrescentar o Capítulo IX - Da Promoção Da Igualdade Racial, que institui o Fundo Nacional de Reparação Econômica e de Promoção da Igualdade Racial (FNREPIR) com o objetivo de promover a igualdade de oportunidades e a inclusão social dos brasileiros pretos e pardos; reforçando que políticas públicas só existem com orçamento. Por fim, registrou eventos importantes no Rio Grande do Sul, como o Festival Tem Preta no Sul, dedicado à cultura, educação e arte negra, e a celebração dos 50 anos do grupo Afro-Sul Odomodê, exaltando a memória de Dona Iara e a produção negra na Região Sul.

    Palavras-chave oficiais: Mulher,População negra,Negros,Manifestação pública,Brasília (DF),Homenagem,Cultura afro-brasileira Cultura afro-brasileira,Rio Grande do Sul,Negros,Região Sul,Aniversário de fundação,Instituição cultural Relatório (processo legislativo),Fundo Nacional de Reparação Econômica e de Promoção da Igualdade Racial (FNREPIR),Igualdade racial,Inclusão social,Proposta de Emenda à Constituição

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    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Sem revisão da oradora.) - Presidente, venho a esta tribuna hoje muito feliz com um sentimento de pertencimento por conta, Deputada Benedita da Silva, dessa marcha linda, que, depois de 10 anos, toma a Esplanada dos Ministérios e coloca a cara do povo, ou melhor, a cara das mulheres negras, que são a base da pirâmide deste País. Pensando nesse contexto social, é fundamental que elas ocupem esses espaços. Elas vêm, como forma de luta e mobilização, de todos os Estados do nosso Brasil, para falar sobre reparação, falar sobre dignidade, falar sobre justiça, falar sobre avanço. E é isso que nós aqui queremos defender constantemente. Essa é uma marcha que simboliza a transformação real dessas vidas. Que bom que hoje nós estamos aqui, enquanto bancada negra, no mesmo dia em que o Deputado Orlando Silva apresenta o relatório! E quero parabenizá-lo e saudá-lo por isso. Quero ainda dizer que é muito importante e muito salutar para a nossa população que esse tema avance, pois nós estamos falando de um fundo de reparação. Política só se faz com orçamento, com investimento. E é essa a transformação que nós queremos. Ocupo estes 2 minutos que ainda tenho, para, além dessa brilhante marcha, desse importante movimento, desse importante momento, falar do nosso Estado do Rio Grande do Sul, onde, nesse final de semana, nós tivemos dois grandes eventos. O Festival Tem Preta no Sul tratou de cultura, arte, educação e pertencimento de uma população negra. Saudosamente, aqui, eu falo também em nome de Oliveira Silveira, que dá esse importante legado para o Brasil com o feriado do dia 20 de novembro. Nós rememoramos o pertencimento desse povo preto com esse evento, Deputada Benedita, que foi lindo. Ocupamos os espaços públicos mostrando que temos arte, cultura, produção, educação. Muita coisa está sendo produzida pelo povo preto que hoje vem em forma desse festival, mas que está todos os dias na luta. E isso é fundamental de a gente trazer como parte dessa construção de uma sociedade que sabe por que precisa, constantemente, mobilizar-se. Também estivemos, nesse final de semana — e quero trazer aqui a memória da nossa querida Iara, do Afro-Sul Odomode —, na celebração dos 50 anos desse importante grupo de dança afro-gaúcha. A Dona Iara revive ainda em nossa memória essa importante liderança, com essa raiz afro-gaúcha da dança. Foi um espetáculo lindo, que mobilizou toda a sociedade gaúcha, em especial Porto Alegre, trazendo à tona esse nosso sentimento de uma evidência negra num espaço onde, por vezes, inclusive, somos questionados. Tem preto no Sul. Tem cultura preta no Sul. Tem arte preta no Sul. Tem resistência preta no Sul. E, com muito orgulho, eu venho desse Sul para trazer a força dessas mulheres e homens negros que estão atuantes e seguem conscientes da luta. Presidente, eu gostaria que o meu pronunciamento fosse divulgado pelo programa A Voz do Brasil, pois é necessário que evidenciemos que este Sul produz — e produz muito — cultura e arte e é assim que queremos seguir, com o respeito e a responsabilidade que nos cabem dentro desta Casa, trazendo cada vez mais este que é o nosso principal ponto: trazer a cultura e a arte, mas trazer o povo preto para o centro do debate. Obrigada.
  • 25/11/2025

    A Deputada registrou que Erechim, no Rio Grande do Sul, decretou estado de emergência após uma intensa chuva de granizo que deixou grande parte da cidade danificada. Destacou que a população local precisaria de apoio e afirmou disposição para colaborar com o Município e a Prefeitura. Também chamou atenção para a necessidade de ampliar o debate sobre mudanças climáticas, apontando que eventos extremos já afetavam diversas regiões do Estado, que enfrentaram seca, enchentes e novos prejuízos causados pelo granizo. Reforçou que esses impactos exigiam respostas mais consistentes das autoridades.

    Palavras-chave oficiais: Erechim (RS),Chuva,Granizo,Desastre ambiental

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    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu quero utilizar este 1 minuto para fazer um registro: o Município de Erechim, no Estado do Rio Grande do Sul, onde atua a Vereadora Sandra Picoli, uma grande parceira e camarada minha, acaba de decretar estado de emergência por conta de uma forte chuva — inclusive de granizo — que fez com que a cidade ficasse, em grande parte, destruída. Faço este registro por dois motivos. Primeiro, manifesto toda a nossa disposição de auxiliar esse Município, essa Prefeitura, esse povo que merece toda a nossa atenção, o nosso respeito e o nosso cuidado. Também ressalto a relevância de a gente debater sobre as mudanças climáticas, que são realidade e estão afetando principalmente os Municípios do nosso Estado do Rio Grande do Sul, que tem sofrido com as secas, com as enchentes e, agora, com essas chuvas de granizo, que têm colocado o nosso povo a toda sorte. Esse é o nosso registro.
  • 15/10/2025

    A Deputada destacou a importância do Dia do Professor e a necessidade de valorização da categoria, com atenção à estruturação salarial e ao reconhecimento profissional. Além disso, citou um episódio violento e lamentável ocorrido na Câmara de Vereadores de Porto Alegre (RS), destacando dois manifestantes, Erick Dênil e Giovani Culau, que foram agredidos pela polícia. Ainda, criticou o ambiente político hostil, que impede o debate democrático, e afirmou que a violência não pode ser relativizada nem usada como instrumento político. Por fim, prestou solidariedade à população de Porto Alegre e expressou a expectativa de que haja justiça quanto ao ocorrido.

    Palavras-chave oficiais: Homenagem,Dia do Professor,valorização,Salário,Educação,Educador Crítica,Violência policial,manifestação,Câmara Municipal,Porto Alegre (RS),Crise política,Democracia

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    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu gostaria de ocupar este espaço hoje para falar do Dia do Professor, da valorização desses profissionais que são tão importantes, da estruturação dos salários, tema que devemos debater cada vez mais aqui para a valorização deles. No entanto, hoje infelizmente aconteceu na Câmara de Vereadores de Porto Alegre um episódio lamentável, triste demais. Lá, onde dizem que é a Casa do Povo, ocorreu um processo muito duro de violência. Faço este registro principalmente em nome dos meus dois camaradas, o Erick Dênil e o Giovani Culau, que foram agredidos, atacados pela polícia, de uma forma absurda. Se é a Casa do Povo, deve ser garantido o direito à manifestação. Não se pode relativizar esse nível de violência que vem sendo instalado, em forma de política, naquele espaço. A Câmara de Vereadores, infelizmente, não tem tido a oportunidade de fazer debates políticos, porque esse absurdo, essa covardia, essa forma totalmente retrógrada, que se apresenta como oportunidade política, tem se instalado nesse lugar. Eu faço aqui este registro, porque uma cidade como Porto Alegre, a capital do Rio Grande do Sul, não merece passar por isso. As pessoas que utilizam aquele espaço para tratar com violência e com truculência trabalhadores, movimentos sociais e inclusive os Vereadores, como aqui citei, devem ser punidas. Isso não pode ser relativizado, isso não pode ficar assim. Deixo aqui a minha solidariedade a todo o povo porto-alegrense e também o meu desejo de que se faça justiça em relação a esse caso, que foi absurdo.
  • 15/10/2025

    A Deputada relatou sua participação em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos, que abordou a violência do Estado contra jovens, com depoimentos de mães do Rio de Janeiro cujos filhos foram mortos. Além disso, criticou a fala de um Parlamentar que exaltou a violência policial, defendeu o uso de fuzis e sugeriu premiar agentes que atirassem para matar. Reprovou tais declarações, afirmando que ferem os princípios de dignidade, segurança e direitos do povo. Por fim, declarou considerar inaceitável que esse tipo de discurso seja proferido na Câmara dos Deputados, reforçando que o coletivo parlamentar deve zelar pela responsabilidade institucional.

    Palavras-chave oficiais: Audiência pública,Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM),Violência,Homicídio,Jovem,Rio de Janeiro (Estado),Segurança pública Crítica,Deputado federal,Discurso parlamentar,Câmara dos Deputados,Violência policial

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    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, na verdade eu quero fazer o registro aqui de duas coisas. A primeira é que eu saí há pouco de uma audiência pública da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial que estava tratando justamente das vítimas da violência do Estado. Mães vieram do Rio de Janeiro para tratar dessa violência que ceifou a vida dos seus filhos. A segunda é que eu chego a esse Plenário e me deparo com o Deputado exaltando a violência, falando que investiu em fuzis, falando que premiaria, de fato, o policial que atirasse na cabeça para matar. Isso é um absurdo! Esta Casa não pode aceitar esse tipo de fala que, de fato, vai totalmente contra aquilo que a gente tem lutado, por direito, dignidade e segurança para o nosso povo. É uma aberração ter que ouvir isso dentro do Plenário da Câmara dos Deputados e das Deputadas. Eu faço esse registro porque essa é uma responsabilidade que nós, Deputados e Deputadas, devemos ter. Isso é uma vergonha para esta Casa e mancha o nosso espaço de trabalho.
  • 07/10/2025

    A Deputada saudou as Parlamentares latino-americanas presentes, destacando a importância da união das mulheres na luta ambiental e climática. Elogiou o trabalho conjunto com o Deputado Ivan Valente e a Deputada Célia Xakriabá, ressaltando que discutir meio ambiente e clima é também falar de vida e de futuro para os povos da América Latina. Enfatizou também o protagonismo feminino nessa mobilização rumo à COP30 e a necessidade de repensar as ações em todos os territórios com foco na sustentabilidade.

    Palavras-chave oficiais: Parlamentar estrangeiro,América Latina,Mulher,Meio ambiente,Mudança climática,Deputado federal,Deputada federal,mobilização,Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) (30: 2025, Belém (PA)),sustentabilidade,Representatividade feminina

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    A SRA. DAIANA SANTOS (Bloco/PCdoB - RS. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Muito rapidamente, Presidente, eu venho aqui para saudar essas duas brilhantes Parlamentares que fazem com que hoje a gente tenha uma luta travada de forma unificada. Deputado Ivan Valente, também quero saudar V.Exa. e a Deputada Célia Xakriabá. Falar de meio ambiente, de clima, mas, principalmente, de mulheres em luta na América Latina é o novo normal nesta sociedade em que nós temos travado tantas lutas, lutas necessárias, que dialogam com a vida real do nosso povo e que têm reflexo na construção deste futuro que nós estamos construindo cotidianamente com todas as ações dentro desta Casa e dos Parlamentos ao longo da América Latina. Faço esta saudação dizendo que vocês são muito bem-vindas e que abrilhantam este espaço e trazem ainda mais força de luta para nós mulheres aqui. Falo também já vendo a nossa matriarca Benedita da Silva. Nós temos a responsabilidade e o compromisso de uma construção que tem foco, sabe por que luta e por quem luta. Esta é uma grande mobilização rumo à COP 30, mas nós precisamos repensar todas as ações em todos os territórios com esta prioridade. Então, quero fazer esta saudação e mais uma vez dizer que as mulheres da América Latina hoje demonstram a sua força e a sua luta e principalmente o compromisso com o futuro.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.