
Nome civil: Cristiane Lopes da Luz · 42 anos
Bananômetro
85/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 81% dos deputados · média do partido: 76
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 97%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 89%
Vota quando precisa?
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 65%
discursos na tribuna (percentil)
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- dep.cristianelopes@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5618
- Gabinete
- Gabinete 618, Anexo IV, 6º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
97%
Esteve em 381 de 391 sessões
Votou nas votações
89%
Registrou voto em 1.004 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 19 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
51%
Em 778 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
45 discursos na tribuna · de 09/02/2023 a 22/04/2026.
- 22/04/2026discussãoOrdem do Dia
A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 539, de 2024, que altera a Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, que institui o Código Brasileiro de Aeronáutica, para estabelecer hipóteses de autorização da realização de serviços aéreos de transporte doméstico por empresas sul-americanas na Amazônia Legal.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/PODE - RO. Sem revisão da oradora.) - Presidente e nobres colegas, é motivo de muita honra e de muita alegria hoje estar aqui presente e ser autora deste Projeto de Lei nº 539, de 2024, que faz uma reparação histórica ao povo da Região Norte, ao povo da Amazônia Legal deste País. Nós sabemos as dificuldades que enfrentamos com relação à logística na Região Norte, com relação à logística em todos os sentidos na Amazônia Legal, seja terrestre, seja aquaviária, também aérea, com altos preços nas passagens e as poucas ofertas de voo. E este projeto de lei vem fazer o resgate histórico dessa camada da sociedade que, muitas vezes, fica esquecida. Mas hoje, através da votação deste projeto de lei, haverá uma mudança no código aéreo brasileiro. Há 40 anos, desde sua existência, é a primeira vez que se permite uma alteração nesta legislação para que empresas estrangeiras possam realizar voos domésticos na Amazônia Legal. Começará pela Amazônia Legal, por nós, do Norte, amazônidas, que tanto precisamos dessa reparação que acontece na noite de hoje, para, quem sabe, no futuro, se estender também para outras regiões deste País. É uma mistura de emoção, Presidente; é uma mistura de sentimento de gratidão; é uma mistura de sensação de dever cumprido com o meu povo do Estado de Rondônia, com o povo do Norte, porque, principalmente durante a pandemia, muitos não tiveram a chance de sobreviver, pois naquele momento não havia voos suficientes e tinham que esperar até a madrugada por um único voo, para que pudessem sair para terem direito à vida. Então, em memória a essas pessoas que perderam seus entes queridos também na pandemia, por não conseguirem o direito ao acesso ao espaço aéreo para sair dos seus Estados, nós também estamos fazendo esta votação de hoje. Portanto, eu quero agradecer imensamente a todos os colegas que se mantiveram firmes. Quero agradecer ao nosso Presidente Hugo Motta pela defesa, por estar até este momento aqui também, junto comigo. Quero agradecer ao Relator, o Deputado Sidney Leite, que é do Amazonas, e a todos aqueles que convergiram para que a gente possa, se Deus quiser, logo mais, aprovar este projeto de lei. O meu muito obrigada ao Presidente. Obrigada a todos. Um forte abraço ao meu Estado de Rondônia e a todo o povo da Amazônia Legal que acompanha esta sessão neste momento. Muito obrigada. - 08/04/2026pela ordemOrdem do Dia
A Deputada destacou a importância da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 383, de 2017, que altera a Constituição Federal para garantir recursos mínimos para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Em seguida, relatou destinação de emendas parlamentares para estruturar o setor em Municípios de Rondônia, mencionando relato de gestora sobre a precariedade histórica da área. Além disso, reafirmou compromisso com a política pública, enfatizando a necessidade de garantir recursos para atender populações vulneráveis em áreas urbanas e rurais. Por fim, defendeu que o investimento permitiria ampliar o alcance e a qualidade dos serviços.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,garantia,Fonte de recursos,Sistema Único de Assistência Social (SUAS),Emenda,Assistência social,Rondônia,Recursos públicos
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu quero só falar da importância da aprovação desta PEC. Tenho destinado muitos recursos, através das nossas emendas parlamentares, para fortalecer a assistência social nos Municípios do Estado de Rondônia. Eu ouvi a fala da Secretária de um Município que, chorando, agradeceu pelo recurso que nós encaminhamos àquele Município, agradeceu por todos os móveis e veículos que foram adquiridos, para que a assistência pudesse chegar à ponta, aos que mais precisam dela. A fala dela chamou muito a minha atenção, porque ela disse que a Secretaria de Assistência Social só recebia o que sobrava das outras secretarias. Quando trocavam os móveis das outras secretarias, pegavam o móvel velho, o que não prestava mais, e mandavam para a assistência social. Eu disse a ela que, enquanto eu estiver como Deputada Federal, é pauta do meu mandato fortalecer a assistência social, porque eu sei o quanto a população precisa dela. Então, quero reafirmar meu compromisso com a assistência social do nosso País, com aqueles que, de fato, mais precisam dela, que estão nas zonas rurais ou nos becos, nas favelas, nos bairros menos favorecidos das cidades. Esse recurso é fundamental para que o atendimento possa chegar até essas pessoas. Muito obrigada, meu Presidente. - 08/04/2026pela ordemOrdem do Dia
A Deputada agradeceu a aprovação de requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 539, de 2024, que altera a Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, que institui o Código Brasileiro de Aeronáutica, para estabelecer hipóteses de autorização da realização de serviços aéreos de transporte doméstico por empresas sul-americanas na Amazônia Legal. Afirmou que a medida buscou enfrentar problemas de conectividade aérea na Região Norte, como a baixa oferta de voos e o alto custo das passagens, com impacto direto em estados como Rondônia. Destacou que a aprovação da urgência permitiria a tramitação mais rápida da proposta no Plenário da Câmara dos Deputados. Afirmou que a iniciativa visou melhorar a malha aérea regional.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Cabotagem aérea,Região Amazônica,Defesa
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu quero agradecer imensamente a aprovação por todos os colegas, agora há pouco, do requerimento de urgência para o meu projeto de lei que é tão importante para a Região Norte do País. O Projeto de Lei nº 539, de 2024, vai dar a possibilidade de abertura do espaço aéreo na Amazônia Legal, para que empresas sul-americanas possam atuar na nossa região. Todos sabemos o quanto nós sofremos com os poucos voos, com os preços absurdos das passagens. Então, é uma vitória muito grande a gente conseguir aprovar o requerimento para que o PL 539/2024, venha o mais rápido possível aqui para o plenário, para que a gente possa aprová-lo de fato e possa solucionar o problema da malha aérea no Estado de Rondônia e em toda a Região Norte do País. Muito obrigada a todos os colegas. Agora a gente segue firme para trazer para cá a aprovação de fato do PL 539/2024. Muito obrigada, Presidente. - 03/12/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
A Deputada registrou que havia cobrado do Governo Federal soluções para a crise leiteira em Rondônia e no País, causada pelo aumento da importação de leite em pó do Mercosul. Afirmou que o recurso apresentado pela CNA foi aceito e que o Ministério do Desenvolvimento decidiu retomar a investigação sobre possível dumping, medida que considerou essencial para proteger produtores nacionais. Destacou que o preço pago ao produtor rondoniense caiu para 1,65 real, provocando prejuízos ao setor, que reúne mais de 20 mil produtores no Estado. Reforçou a necessidade de suspender ou tarifar importações, além de ampliar fiscalização sanitária, subsídios, crédito e condições adequadas de financiamento para evitar a falência de produtores.
Palavras-chave oficiais: Leite,Rondônia,Dumping,Mercado Comum do Sul (Mercosul),Importação,Leite em pó
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, no mês passado, encaminhei um ofício ao Governo Federal e também cobrei, desta tribuna, uma solução para a crise leiteira que se instalou no meu Estado de Rondônia e em todo o País devido à importação de leite em pó do Uruguai, da Argentina e de outros países do Mercosul. As minhas cobranças e a dos demais Parlamentares, de outros Estados, bem como da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil CNA surtiram efeitos. Ontem o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços aceitou recurso protocolado pela CNA precisamos deixar isto bem registrado aqui e vai retomar a investigação sobre as práticas de dumping nas importações de leite em pó dos países do Mercosul, Presidente, ou seja, vai investigar a concorrência desleal no setor, o que afeta o preço do leite. Isso é um grande avanço e vai proteger a indústria nacional e os nossos produtores rurais, que tanto contribuem para o País. Para V.Exa. ter uma ideia, Presidente, o preço do litro de leite para o produtor em Rondônia caiu para 1 real e 65 centavos e vem caindo desde o mês de março, segundo informou Geovani Tomiazzi, produtor de leite e Vice-Prefeito da cidade de Alvorada D'Oeste. Nenhuma medida tinha sido tomada pelo Governo Federal para conter a crise do leite. Há dois caminhos para evitar a falência dos produtores do leite. O primeiro: cessar a importação; e o segundo: tarifar os produtos importados. Com essas ações teríamos um equilíbrio nos preços praticados no mercado, porque o custo da produção brasileira é bem maior do que o custo do leite produzido no Uruguai e na Argentina, e isso é muito desleal. O Brasil importa, aproximadamente, 6 milhões de litros de leite por dia do Mercosul. Rondônia, para V.Exas. terem uma ideia, possui mais de 20 mil produtores de leite, é o maior produtor de leite da Região Norte e o décimo maior produtor do País. O Estado produziu 541,2 milhões de litros de leite em 2024. A baixa valorização do litro de leite desestimula o setor e tem gerado enormes e graves prejuízos aos nossos produtores em todo o Estado de Rondônia. Eu reforço desta tribuna o pedido de apoio aos nossos nobres pares e colegas de todo o País. O Brasil precisa atuar na fiscalização sanitária nas fronteiras, subsidiar os pequenos produtores, para que eles possam investir em matrizes e melhoramento genético, precisa reduzir a carga tributária incidente sobre insumos, oferecer linhas de crédito de fácil acesso e ampliar os prazos e carências dos financiamentos rurais, como o Pronaf Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar. Era o que eu tinha a dizer neste dia. Peço que a minha fala seja divulgada pelos meios de comunicação desta Casa, em especial no programa A Voz do Brasil. Meu muito obrigada, Presidente. - 03/12/2025pela ordemBreves Comunicações
A Deputada pediu novamente a instalação da Comissão Especial responsável por analisar a Proposta de Emenda à Constituição nº 47, de 2023, que busca corrigir injustiças históricas com servidores que ajudaram a construir os Estados de Rondônia, Amapá e Roraima. Lembrou que a Proposta foi aprovada pelo Senado em 2023 e que, apesar de várias reuniões e do compromisso assumido pelo Presidente Hugo Motta, a Comissão ainda não foi instalada. Reforçou que os servidores da transposição desses Estados aguardam essa análise e renovou seu apelo pela implementação imediata da Comissão.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,transposição,Servidor público,Rondônia,Amapá,Roraima,Comissão especial,instalação,Defesa
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Presidente. Eu quero, mais uma vez, aproveitar esta oportunidade para pedir ao nosso Presidente Hugo Motta que instale a Comissão Especial para analisar a PEC 47, que vai reparar grandes injustiças com os nossos servidores, que fizeram história, que construíram o Estado de Rondônia, o Estado do Amapá, bem como o Estado de Roraima. Até este momento, essa Comissão Especial ainda não foi instalada. Então, faço este apelo para que nós possamos analisar a matéria. A PEC foi aprovada no Senado em 2023, e nós já estamos em 2025. Já fizemos várias reuniões com o nosso Presidente, ele nos garantiu a instalação dessa Comissão, e nós estamos aguardando e lutando pelos nossos servidores que trataram da criação do Estado de Rondônia e dos outros três Estados da Região Norte. Muito obrigada, Presidente. - 03/12/2025pela ordemBreves Comunicações
A Deputada destacou que, desde o início do mandato, tem direcionado emendas e recursos para ampliar a conectividade na Região Norte, especialmente em Rondônia. Enumerou os distritos que estão recebendo torres de telefonia móvel, abrangendo Municípios como Ariquemes (RO), Candeias do Jamari (RO), Rolim de Moura (RO), Theobroma (RO), Porto Velho (RO) e Nova Mamoré (RO). Agradeceu ao Ministério das Comunicações pelo apoio e ressaltou que a expansão da conectividade beneficia áreas essenciais, como segurança pública e saúde, reforçando sua contribuição por meio de emendas parlamentares.
Palavras-chave oficiais: Emenda,Recursos públicos,acesso,Internet,Comunicação,Rondônia,Região Norte,Torre de telecomunicação,Telefonia móvel,Ariquemes (RO),Candeias do Jamari (RO),Rolim de Moura (RO),Theobroma (RO),Porto Velho (RO),Nova Mamoré (RO),Ministério das Comunicações
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, desde o início do mandato, tenho destinado emendas parlamentares e recursos para que a gente possa ter mais conectividade na Região Norte, de maneira especial no meu Estado de Rondônia. Eu quero falar aqui das torres de telefonia móvel que estão sendo implantadas no Distrito de Bom Futuro, em Ariquemes; no Distrito de Triunfo, em Candeias do Jamari; no Distrito de Nova Estrela, em Rolim de Moura; no Distrito de Vila Palmares, em Theobroma; nos Distritos de União Bandeirante, Rio Pardo e Calama, em Porto Velho; nos Distritos de Nova Dimensão e Jacinópolis, em Nova Mamoré. Então, a gente está levando conectividade. Eu quero agradecer ao Ministério das Comunicações pelo trabalho e pelos recursos, que nós acreditamos e destinamos. O Ministro Frederico tem atuado para que haja recursos no Estado de Rondônia, dentro dos nossos distritos, nos lugares mais distantes, onde precisa, principalmente nas áreas da segurança pública e da saúde, e em tantas outras questões. Através de emenda parlamentar, estou podendo contribuir, levando conectividade. Muito obrigada, Presidente. - 03/12/2025pela ordemBreves Comunicações
A Deputada registrou o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência e destacou um projeto inovador desenvolvido em Rondônia, em parceria com o Instituto Federal de Rondônia, financiado por sua emenda de bancada. Destacou que o projeto PCD+ Mães Atípicas oferece atendimentos odontológicos e oftalmológicos, além de capacitação profissional para mães atípicas, contando com uma sala especializada para acolher as crianças durante as atividades. Por fim, afirmou que seu propósito é cuidar de quem cuida e expressou esperança de que a iniciativa se expanda para todo o Brasil.
Palavras-chave oficiais: Dia Nacional da Pessoa com Deficiência,Rondônia,Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO),Emenda de bancada estadual,Mãe atípica,Atendimento médico,Oftalmologia,Odontologia,Educação e formação profissional,Criança
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, quero nesta oportunidade registrar que hoje é o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. E aproveito para falar do trabalho grandioso, aliás, inovador, para todo o Brasil, que nós estamos fazendo no meu Estado de Rondônia, em parceria com o Instituto Federal de Rondônia Ifro. Eu destinei a minha emenda de bancada para várias ações, dentre elas o nosso Projeto PCD+ Mães Atípicas. Nós realizamos atendimentos odontológicos para todas as famílias atípicas; atendimentos oftalmológicos, com a entrega de óculos; capacitação profissional para as nossas mamães atípicas, com uma sala especializada, dentro do instituto, para cuidar dessas crianças, enquanto as mamães estão sendo capacitadas. Eu tenho me perguntado: quem cuida de quem cuida? Então, Deus me deu esta missão, fez este chamado para eu cuidar das mamães atípicas em todo o Estado de Rondônia. Esse projeto vai tomar conta do Brasil, se Deus quiser. Muito obrigada, Presidente. - 09/07/2025pela ordemBreves Comunicações
A Deputada solicitou que sua fala anterior, proferida no plenário, fosse divulgada no programa A Voz do Brasil.
Palavras-chave oficiais: Discurso parlamentar,Programa A Voz do Brasil,divulgação
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Deputado Cabo Gilberto Silva, vai ser uma honra ouvir a fala de V.Exa. em seguida. Presidente, quero apenas pedir que a minha fala anterior seja divulgada no programa A Voz do Brasil. Eu me esqueci de fazer o pedido naquele momento. Muito obrigada pela gentileza. - 09/07/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
A Deputada criticou a decisão da 6ª Turma do TRF1 que suspendeu, por 2 votos a 1, a licença prévia para a repavimentação da BR-319, concedida pelo Ibama. Classificou a medida como um retrocesso que prejudica cerca de 6 milhões de pessoas na Região Norte, isolando comunidades e comprometendo o desenvolvimento econômico e social. Acusou ONGs e órgãos ambientais de dificultarem a obra e afirmou que a bancada da região seguirá lutando pela repavimentação, considerada essencial para garantir o direito de ir e vir e reduzir desigualdades.
Palavras-chave oficiais: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),Rodovia federal,Pavimentação asfáltica,Tribunal Regional Federal (TRF),Decisão,Crítica
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Sem revisão da oradora.) - Presidente, nobres colegas, o motivo que me faz utilizar esta tribuna é para demonstrar, mais uma vez, minha indignação e minha tristeza por mais uma derrota para o povo da Região Norte. É lamentável que não se queira o desenvolvimento econômico das pessoas que moram ali. Hoje, nós fomos surpreendidos, Presidente, com uma decisão da 6ª Turma do TRF1, que, por 2 votos a 1 repito, 2 votos a 1! , suspendeu novamente a licença prévia emitida pelo Ibama para a repavimentação da BR-319. Quero lamentar que essa decisão, a opinião de dois juízes e meia dúzia de ambientalistas, venha a prejudicar uma população de cerca de 6 milhões de pessoas, as quais vivem praticamente isoladas por não disporem de uma rodovia, não terem a BR-319 pavimentada. Isso poderia ajudar o desenvolvimento econômico e, não só isso, a área social, com o atendimento à saúde, em benefício das pessoas que já vivem naquela região, à margem da rodovia. Mas não se quer a segurança das pessoas que moram ali. Eu já viajei por esse trecho da BR-319, mesmo em péssimas condições, assim como tantas outras pessoas, devido à necessidade que Manaus tem. Hoje, em Manaus, só se pode deslocar por água, e não por terra, porque não há uma rodovia, Presidente. Isso é lamentável, porque quem representa a população do País, quem é votado pelo povo somos nós. E nós precisamos ter o direito e a autonomia de defender o nosso povo, e não juízes que não conhecem a realidade da Região Amazônica, que não sabem o quanto as pessoas estão sofrendo por não terem acesso a uma melhor qualidade de vida, Presidente. É um absurdo que pessoas que não têm conhecimento daquela realidade queiram ali interferir. Antes, havia uma realidade, mas hoje a situação é totalmente diferente. O nosso povo precisa de acesso. Roraima e Manaus estão prejudicados pela falta da repavimentação da BR-319. Na última semana, a Ministra Marina Silva que reafirmou, mais uma vez, não representar a Região Norte disse que isso só dependia do Ministério dos Transportes, porque, da parte dela, a nossa BR-319 seria repavimentada. Ora, que mentira, Sra. Ministra! Que falácia, Sra. Ministra! Nós sabemos da importância que o Ibama e a senhora poderiam ter. Hoje, juízes vêm sendo utilizados para tomar o nosso lugar de legislar e, ao mesmo tempo, de executar. A repavimentação significa execução, infraestrutura, oferta de melhores condições para as pessoas, e isso não está acontecendo no Governo Federal. Então, eu quero deixar registrado aqui o meu repúdio, mais uma vez, pelo descaso, por tudo o que vem acontecendo no País. Pessoas precisam de ambulância. Durante a pandemia, em 2020, muitas pessoas morreram porque não havia transporte suficiente e como trafegar. Talvez, se tivéssemos a BR-319 já repavimentada, muitas pessoas teriam conseguido sobreviver à pandemia, porque o oxigênio teria chegado aos locais com maior velocidade. Isso, infelizmente, não aconteceu nas comunidades isoladas. As pessoas não podiam sair dali, não tinham condições, porque não havia acesso, não havia infraestrutura. Hoje, pessoas da região ainda vivem isoladas. Há distritos que não têm acesso a uma estrada de qualidade nem à Internet, para que se saiba exatamente o que se passa nesta Casa. Como Parlamentar, tenho levado, sim, dignidade a essas pessoas, como Internet de graça, através de emenda parlamentar. Infelizmente, parece que não querem que a Amazônia se desenvolva, não querem que o povo se desenvolva. Querem, sim, que outros países venham aqui e utilizem as nossas terras, os nossos biomas, as nossas florestas, para levar a riqueza lá para fora, enquanto o povo que nelas vive continua sofrendo, sem dignidade, sem acesso à saúde, sem acesso à assistência social, sem acesso à segurança, sem acesso a um dos principais direitos estabelecidos em nossa Constituição, Presidente, que é o direito de ir e vir. Hoje, o direito de ir e vir daquela população está sendo cerceado por pessoas que não conhecem a nossa realidade. Enquanto nós Deputados da Região Norte, da bancada do Norte, estivermos aqui, vamos continuar lutando para obter essa licença prévia para a repavimentação da BR-319. Quero falar em nome de todos os Estados que compõem essa região, de todas as pessoas que sofrem por falta de infraestrutura e de desenvolvimento. Elas poderiam estar em outra condição, Presidente, mas, infelizmente, essas condições não são dadas a essas pessoas. Tudo que nós pudermos fazer, nós iremos fazer. Encaminhei um ofício ao Ministério dos Transportes, dirigido ao Ministro Renan Filho, que, inclusive, já se mostrou favorável à repavimentação. Foi sugerida a criação de uma rodovia parque. Assim, ao mesmo tempo em que ela vai levar dignidade, garantir o direito de ir e vir, também vai ser utilizada pelo turismo, para que outras pessoas conheçam a região. As comunidades indígenas podem acompanhar o movimento e fiscalizar quem entra e quem sai naquele trecho. Não há problema nisso. Mas a repavimentação é necessária, o que já ficou mais do que comprovado. Hoje, sabemos o quanto Rondônia tem potencial, porque exporta e também contribui com o Amazonas, porque o Estado, hoje, não tem condições de exportar seus produtos. Então, nós estamos fazendo essa parte. Quando os produtos do Estado do Amazonas vão para Rondônia, através dos nossos rios, Rondônia contribui com o Amazonas, porque tem dificuldade de transporte. Tudo é mais caro. O diesel é mais caro para eles. Então, nós estamos aqui para defender o nosso povo, para continuar lutando pela repavimentação. Não são juízes nem poucas pessoas que querem mandar no País que vão mandar na nossa Amazônia. Sabemos que não está sendo fácil. Nós temos um Governo Federal que não pensa no desenvolvimento das pessoas. Pelo contrário, só quer aumentar impostos, só quer pesar o bolso do cidadão brasileiro, mas não quer dar condição real para que ele possa se desenvolver. Eu sei que a luta tem sido árdua, mas nós não vamos desistir, Presidente. Vamos continuar firmes aqui, utilizando esta tribuna, encaminhando ofícios, apresentando legislações, até conseguir um Brasil que seja nosso de fato e de direito. Hoje, o Brasil, infelizmente, está sendo vendido para ONGs, principalmente na Região Amazônica, sabemos muito bem disso. Não há interesse em que os brasileiros cresçam e se desenvolvam, mas, sim, as ONGs, que estão sendo utilizadas, principalmente pelo Ministério do Meio Ambiente. Essas ONGs entram com ação, como essa, para suspender a licença ambiental. Estava tudo certo para que ocorresse a repavimentação, e essas ONGs acabam sendo utilizadas para isso. Estamos indignados com mais esse fato contra a nossa Amazônia, contra a nossa Região Norte. Meu Presidente, agradeço a V.Exa. e a todos os nobres colegas a atenção. - 02/07/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
A Deputada criticou a condenação de William “Homem do Tempo” pelo STF a 14 anos de prisão e multa de R$ 30 milhões por envolvimento nos atos de 8 de janeiro. Informou que, William, jornalista e militar da reserva, estava em Brasília de férias e apenas registrava os acontecimentos como comunicador, sem participar de invasões ou depredações. Apontou contradições no relatório da Corte e denunciou violações à liberdade de expressão. Também destacou que o réu tem câncer e corre risco de morrer preso. Por fim, classificou a decisão como perseguição política e defendeu a libertação de outros condenados.
Palavras-chave oficiais: Brasília (DF),manifestação,Ato antidemocrático,Golpe de Estado,Militar da reserva,Supremo Tribunal Federal (STF),Condenação criminal,Crítica,Perseguição política,anistia,Defesa
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Presidente e nobres colegas, eu venho aqui, neste momento, falar mais uma vez do que já tem sido falado neste plenário, da maior perseguição política e jurídica que o nosso País vem enfrentando. Eu quero falar, de maneira específica, dos 30 milhões de indenização coletiva esse é o valor e dos 14 anos de prisão a que foi condenado, pelo STF, William "Homem do Tempo", pai da Maitê, marido da Naiane, repórter, jornalista. O motivo de William "Homem do Tempo", do meu Estado de Rondônia, ter sido condenado é que, no dia 8 de janeiro, ele estava aqui em Brasília, teve a infelicidade de estar de férias aqui em Brasília visitando a filha dele. E, quando ele viu as ações que ocorriam aqui, como repórter e jornalista, ele veio até aqui, filmou, gravou e mostrou o que estava acontecendo. Em nenhum momento, William "Homem do Tempo" invadiu e depredou. Neste instante, eu quero falar das contradições que há dentro do relatório do próprio Supremo Tribunal Federal. No relatório, está-se dizendo que William "Homem do Tempo" foi executor direto das invasões e que ele fez parte das depredações da sede dos três Poderes. Nesse mesmo relatório, Presidente, está escrito também olhe a contradição que ele apareceu nas imagens incitando a violência e celebrando as ações que estavam ocorrendo. Desde quando celebrar é crime neste País? Agora foi criada uma nova punição, por celebrar? Foi criada uma nova punição, contra a liberdade de expressão? Isso porque o que William "Homem do Tempo" fez foi simplesmente cumprir com o seu dever de repórter, de comunicador, de mostrar ao Brasil e ao mundo o que estava acontecendo. Presidente e Deputados, há um agravante ainda maior: William "Homem do Tempo" corre o risco de morrer na prisão. Ele tem 61 anos de idade e está com câncer, fazendo tratamento de câncer. Eu fui uma Deputada que entrei com uma ação no próprio Supremo pedindo que ele pudesse usar tornozeleira eletrônica e fazer seu tratamento de saúde. Mas agora William foi condenado a 14 anos de prisão. Que assistência ele terá, dentro da prisão, para fazer seu tratamento de câncer? Isso é uma injustiça que está acontecendo no nosso País, não só com William "Homem do Tempo", mas com muitos homens, mulheres, idosos e até crianças que naquele momento foram levados como presos e colocados dentro da mesma condição que foi colocado William, que estava de férias em Brasília. Então, eu não poderia deixar, Presidente, de vir aqui para lamentar lamentar a condenação de William e deixar toda a minha solidariedade, mais uma vez, à pequena Maitê e também à Naiane e a todos os familiares de William "Homem do Tempo", um homem que sempre contribuiu para o Estado de Rondônia. Ele é militar da reserva e estava atuando, trabalhando para vários sites de comunicação do Estado, mas acabou sendo arrolado e injustiçado. O Supremo Tribunal Federal o condenou nesta semana. Isso é um absurdo, é lamentável. Nós vamos continuar aqui lutando pelos presos políticos, pelos patriotas que continuam presos. Vamos estar aqui, mas eles farão parte da história do nosso Brasil, porque tudo isso será registrado e ficará registrado nos Anais desta Casa. Por isso, eu peço que se coloque meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil, para que todos saibam, para que o mundo saiba da gravidade das injustiças que vêm ocorrendo neste País. Deus abençoe a todos nós e nos proteja desse desgoverno que aí está e desse Supremo Tribunal Federal, que hoje está em conluio com o Governo Federal contra o cidadão brasileiro! Muito obrigada, Presidente. - 11/06/2025pela ordemOrdem do Dia
A Deputada registrou a presença da Vereadora Nice Condaque, do Município de Cacoal (RO), ressaltando a importância da cidade na cafeicultura, com cafés premiados internacionalmente, como o café Don Bento. Mencionou também e cumprimentou a empresária Karine, de Ministro Andreazza (RO), além do Prefeito Gilmar Tomaz, do Município de Governador Jorge Teixeira (RO), e dos Vereadores Léo do Gás (Presidente da Câmara Municipal), Dedé Almeida e Ismael.
Palavras-chave oficiais: Vereadora,Cacoal (RO),Cafeicultura,Empresário,Ministro Andreazza (RO),Prefeito,Governador Jorge Teixeira (RO)
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Presidente. Presidente, registro a presença, na Câmara dos Deputados, da Vereadora Nice Condaque, da cidade de Cacoal, no Estado de Rondônia. Rondônia, além de ser pujante no agronegócio, no gado de corte, no gado de leite, também é pujante no café, na cafeicultura. E Cacoal se destaca com cafés premiados internacionalmente, como o café Don Bento e tantos outros. Obrigada, Nice. É uma honra ter você aqui. Também registro a presença da Karine, que está com ela, e é empresária em Ministro Andreazza; e, do Município de Governador Jorge Teixeira, o Prefeito Gilmar Tomaz, o Vereador Léo do Gás, Presidente da Câmara Municipal, o Vereador Dedé Almeida e o Vereador Ismael. Obrigada, Presidente. - 20/05/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
A Deputada denunciou a notificação de cerca de 800 produtores rurais de Rondônia pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que determinou, via Diário Oficial, a retirada de rebanhos de áreas embargadas em 30 dias, sob pena de sanções como apreensão de gado e bloqueio de CPF. Destacou que os produtores não receberam notificações individuais, enfrentam dificuldades de acesso à informação e vivem em insegurança jurídica. Solicitou a prorrogação do prazo para defesa, a suspensão das sanções automáticas e propôs uma audiência pública na Comissão de Agricultura para discutir os impactos dos embargos ambientais na Amazônia. Criticou ainda o Governo Federal e a Ministra do Meio Ambiente por falta de investimentos na regularização fundiária e reafirmou seu compromisso com o agronegócio e a defesa do homem do campo.
Palavras-chave oficiais: Produtor rural,Rondônia,Notificação,Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),Diário Oficial,Segurança jurídica,Audiência pública,Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR),embargo,natureza ambiental,Amazônia Legal,Governo federal,Ministra de Estado,Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima,Falta,Investimento,Regularização fundiária,Agronegócio
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Obrigada, colegas. Eu venho a esta tribuna, Presidente, para trazer ao conhecimento de todo o nosso País algo lamentável que está acontecendo no meu Estado, Rondônia, e eu sei que acontece também no Estado do Pará e em alguns Municípios do Estado do Amazonas. No último dia 5 de maio, Presidente, por meio do Diário Oficial, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Ibama notificou oitocentos produtores rurais, especificamente na capital de Rondônia, Porto Velho, no Distrito de União Bandeirantes, e em outras regiões, entre elas, eu sei, Nova Mamoré. Produtores foram notificados por meio do Diário Oficial! São pessoas que dependem totalmente do campo, são homens e mulheres do campo, pessoas que dependem da terra para sobreviver e sustentar suas famílias. São pessoas que estão há muito tempo sobrevivendo ali da lavoura, da plantação e também da criação de gado, Presidente. O Ibama quer que, no prazo de 30 dias 30 dias! , essas famílias retirem todo o gado daquela área. Além de retirar todo o rebanho dali, o que o Ibama está querendo? Apreensão do rebanho, bloqueio de CPF, suspensão do crédito rural e várias outras sanções para essas oitocentas famílias. Dão um prazo de 30 dias, mas notificam as pessoas por meio do Diário Oficial. Ninguém recebeu notificação individual para se defender. Em uma região em que as pessoas, muitas vezes, são carentes até de Internet para poderem se comunicar, elas estão tendo que buscar apoio, ajuda jurídica, de alguma forma, para, nesse prazo pequeno, recorrer da decisão e não terem que simplesmente abandonar as suas terras, abandonar tudo aquilo em que eles investiram durante a vida inteira. A situação está tão difícil que há senhores e senhoras cujos familiares ainda nem lhes informaram o que está ocorrendo, com medo do que possa acontecer. As pessoas estão temerosas, estão abaladas psicologicamente, emocionalmente, sem saber o que fazer. Diante disso, Presidente, fiz uma sugestão ao Poder Executivo, para que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis prorrogue esse prazo. É o mínimo que ele deve fazer. Eu faço esse pedido aqui e peço o apoio dos colegas para que seja prorrogado o prazo de 90 dias fixado no Edital nº 20, de 2025, para que aquelas pessoas possam apresentar suas defesas em resposta a essa notificação. Peço também a suspensão imediata dos efeitos das sanções automáticas previstas, especialmente a apreensão de rebanho e o bloqueio de CPF. Presidente, estou fazendo um requerimento para que seja realizada uma audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, para que a gente possa debater todos os impactos dos embargos ambientais que esses produtores sofrem na Região Amazônica e, de maneira especial, em Rondônia. São entraves fundiários, são notificações administrativas que afetam os produtores da Amazônia Legal. E, de uma maneira bem específica, temos que debater essa última autuação que foi realizada pelo Ibama. O que nós precisamos é, de uma vez por todas, dar àquelas famílias o direito à ampla defesa e ao contraditório, para que elas possam fazer as suas defesas individuais. Além disso, nós precisamos trabalhar a regularização fundiária, que há muito tempo é anunciada no Brasil, mas não há um plano para efetivá-la. O Governo Federal, que tanto fala disso, não destina o recurso necessário para que haja a regularização fundiária, a fim de que haja segurança jurídica para o homem do campo, Presidente. Nós estamos aqui para defender essas oitocentas famílias que hoje sofrem e estão desesperadas, sem saber o que fazer, porque não sabem para onde irão levar o gado com o qual, há muito tempo, vêm trabalhando. Para onde o gado será levado? De que maneira? Como o Ibama obriga essas famílias a, dentro de 30 dias, retirar da área a sua produção? Eu pergunto: de que maneira o Ibama vai fazer isso? Qual é o interesse do Ibama em ir até essas propriedades e retirar de lá esse gado? Para onde esse gado vai ser levado? Como simplesmente se emite uma notificação, via Diário Oficial, colocando todos os produtores dentro de um mesmo processo, sendo que isso deveria ser individualizado? Isso tudo precisa ser revisto. Quero fazer um apelo ao Ibama, ao Ministério da Agricultura, a fim de que a gente reveja a situação dos produtores da Região Amazônica, principalmente dos que estão sofrendo neste momento. São absurdas as condições atuais. Eu sinto que o homem do campo, o produtor que abastece este País, principalmente o de Rondônia, vem sendo massacrado pelo Governo Federal. Estão querendo, cada vez mais, apertar o homem do campo, o produtor de Rondônia, para fazer com que ele saia de suas terras. E quem vai produzir? Quem vai alimentar este País? Quem vai fornecer carne para o Brasil? Rondônia é um dos maiores fornecedores e produtores de leite, de carne, de gado de corte. A gente precisa proteger quem hoje sustenta o nosso País. Eu tenho dito, Presidente, que Rondônia tem capacidade para alimentar o Brasil, e o Brasil tem capacidade para alimentar o mundo. O Governo Federal precisa entender a importância do campo e valorizar o produtor rural, aquele que tem calo nas mãos, que está trabalhando, e não quem fica na mídia, nas redes sociais ou neste plenário e não conhece a realidade do homem do campo, de quem produz, de quem trabalha. A gente precisa que este Governo olhe, de fato, para os produtores. Nós sentimos, cada vez mais, uma opressão. Estamos aqui para defender os nossos produtores rurais. Estou aqui com o meu colega Deputado Defensor Stélio Dener, que é de Roraima, e sabe exatamente do que eu estou falando. Eu tenho certeza de que o Estado de Roraima está passando pelos mesmos problemas por que passa Rondônia neste momento. Nós precisamos nos unir. Deputados da Região Norte, Deputados do Brasil, ajudem-nos a ajudar os nossos produtores rurais. Eles precisam de socorro neste momento. Há muito tempo, foi feita uma campanha em Rondônia, chamando pessoas de todos as regiões do País para irem trabalhar em cima daquelas terras. Hoje, o que estão querendo fazer? Em vez de legalizar, de regularizar a situação dessas pessoas, estão retirando delas as condições de viver ali. Hoje, elas estão sobrevivendo, são sobreviventes do campo. Essa é a realidade. Eu vou lutar por elas com todas as minhas forças. Tenho reunião agendada para amanhã, às 10 horas, com a Ministra e os técnicos do Ministério do Meio Ambiente. Convido o Deputado Defensor Stélio Dener para participar da reunião comigo. Convido ainda o Deputado Sidney Leite, representante da frente parlamentar da Região Norte, para estar conosco. Convido o Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária para estar conosco também nessa batalha em defesa do produtor rural, porque é ele que coloca o arroz e o feijão no prato de muitos Deputados que estão aqui e não são a favor do homem do campo. São eles que estão lá trabalhando, que acordam às 4 horas da manhã para tirar leite da vaca, para produzir, para plantar, para que nós possamos estar aqui de pé. Então, se nós não dermos condições para eles, o que vai acontecer com o nosso Brasil? Imaginem oitocentas famílias, oitocentos produtores com seu gado sendo retirado. Imaginem se simplesmente chegarem fiscais do Ibama e começarem a retirar esses produtores de cima das suas terras. O que vai acontecer? Para onde essas famílias irão? Essas famílias não dependem do Bolsa Família porque elas trabalham, e trabalham muito, para poder nos sustentar. Agora querem cada vez mais que os trabalhadores brasileiros dependam do Bolsa Família. É isso que estão querendo fazer aqui neste Brasil. Querem fazer com que os agricultores não trabalhem para dependerem cada vez mais deste Governo que aí está, que quer fazer com que as pessoas sobrevivam de migalhas. Querem dar migalhas para o povo, porque, quanto menos a pessoa tiver, quanto menos destruída ela for, quanto menos educação de qualidade ela tiver, menos ela vai abrir os olhos para a realidade do que está acontecendo no nosso País. Eu fui eleita para representar o meu Estado de Rondônia, para representar o povo do agronegócio, a agricultura familiar, para valorizar esse povo, para investir neles. É por isso que eu não fico só em palavras. Destinei 4 milhões de reais para regularização fundiária no Estado de Rondônia, coisa que o Governo Federal não está fazendo, porque diz que não tem dinheiro para isso, mas tem dinheiro para viajar para cima e para baixo, tem dinheiro para gastar horrores, tem dinheiro para comprar móveis caros, tem dinheiro para viver no luxo. Mas se o trabalhador lá de Rondônia quiser terra regularizada, ele tem que depender de nós, Deputados Federais lá de Rondônia, da Região Norte, para poder aportar recursos, para poder regularizar. Quando vamos ao Ministério pedir ajuda, o que escutamos e é isso que os Prefeitos e os Vereadores do meu Estado estão ouvindo é: "Vá lá, procure seu Deputado Federal, peça para ele indicar emenda parlamentar para poder atender vocês". E cadê o dinheiro do Governo Federal? Cadê os recursos do Ministério? Cadê os programas voltados para o homem do campo? Cadê os programas para a agricultura familiar? Só ficar em discurso bonito ali é muito fácil, só ficar ali falando é muito fácil. Agora, ir lá, trabalhar, mandar recurso e reconhecer quem de fato produz, isso eu não estou vendo acontecer aqui. Estão preocupados com várias outras coisas, mas, de fato, ninguém está preocupado com quem está produzindo em cima das terras brasileiras. Então, precisamos levantar a nossa voz, erguer a nossa bandeira em favor do homem do campo, principalmente eu aqui, defendendo o Estado de Rondônia, porque eu sei o quanto nós somos fortes. Em Rondônia, em se plantando, tudo dá, desde soja, macaxeira, banana, tudo que estiver no prato de vocês, no comércio de todo o País. Podem ter certeza de que algum desses itens saiu de Rondônia. Para vocês terem uma ideia, até uva, que é do Sul, plantamos em Rondônia, e a nossa terra é produtiva para isso. Tenho investido com recursos parlamentares, com as nossas emendas parlamentares, que são do povo e precisam voltar para o povo, na compra de maquinários, de calcário, de adubo, de mudas. Estou fazendo tudo o que eu posso aqui dentro para poder valorizar quem produz, mas o Governo Federal precisa fazer a sua parte. Se o Ibama simplesmente deixar o povo trabalhar, eles já estão fazendo um favor. Se eles pararem de perturbar a vida dos nossos produtores rurais, eles já estão fazendo um favor. Agora, o que muito me envergonha é saber que a Ministra do Meio Ambiente, a Sra. Marina Silva, é do Acre, é da Região Norte. Uma mulher que deveria respeitar e valorizar o homem do Norte está nos envergonhando aqui no Brasil. Ela nos envergonha como Ministra do Meio Ambiente. É uma mulher deveria defender as suas raízes, as suas origens. Ela sabe o quanto o Estado dela precisa de ajuda para produzir, e era isso que ela deveria estar fazendo. Mas não, não querem fazer isso. Não querem valorizar o trabalhador, querem tirar o trabalhador... Colegas Deputados, coloquem-se no lugar de um senhor de 80 anos de idade que criou toda a sua família em cima de uma terra. Os netos dele estão lá, e ele acredita que os seus netos irão herdar aquela terra na qual trabalhou com muito esforço, com muito suor. Ele criou gado ali, um pequeno rebanho, e começou a investir naquelas terras. Mas, no final de 1970 e início da década de 80, eles receberam um convite para sair do Sul e ir para Rondônia para poder se apropriar de uma terra, a fim de plantar, produzir. Mas até hoje nunca foi feito um plano de verdade neste País para regularizar essas propriedades. Hoje eles vivem a chamada insegurança jurídica. Eles não sabem o que fazer porque a qualquer momento o Ibama pode chegar lá com seus fiscais, como está fazendo agora. E com que autonomia? Ele pode chegar lá e simplesmente retirar quem está trabalhando? Outra coisa é a área. Estamos vendo tudo isso. Nós já temos uma equipe jurídica preparada, porque aqui temos que fazer atuação política e atuação jurídica também. Nós sabemos que, em parte dessa terra, principalmente ali, há muitos erros. Simplesmente utilizaram um drone para sobrevoar as propriedades, identificaram essa área como terra embargada. Não foi um fiscal lá para verificar isso pessoalmente, in loco, simplesmente usaram um drone para sobrevoar a terra. Disseram que aquela terra é embargada, que ela apresenta problemas e fizeram uma notificação via Diário Oficial. Onde já se viu isso? Como o Seu Zé e a D. Maria, que estão lá preocupados em trabalhar nas suas terras, vão saber disso, se não por meio de nós Deputados Federais? Estamos nos informando e levamos a informação para o conhecimento deles. Então, eu quero aqui dizer que o agronegócio deste País tem uma defensora que se chama Cristiane Lopes, do Estado de Rondônia. Estou lá para defender o nosso povo da Amazônia também. E sei que há Deputados aqui que defendem os indígenas. Eu quero dizer para V.Exas. que há indígenas em Rondônia que produzem, que têm lá o seu gado, a sua terra e estão ao lado do povo de Rondônia também. Tenho dito, meu Presidente. Meu muito obrigada. Deus os abençoe! Deus salve o Brasil! - 22/04/2025pela ordemBreves Comunicações
A Deputada relatou sua participação em comitiva humanitária da Prefeitura de Porto Velho (RO), com apoio da Defensoria Pública e de órgãos de assistência social e saúde, para atender comunidades ribeirinhas afetadas pela cheia dos rios. Informou que a ação levou alimentos, água potável e hipoclorito de sódio ao Distrito de Calama, onde a Marinha do Brasil também prestou atendimentos médicos e distribuiu cestas básicas. Elogiou o trabalho da Prefeitura e do Governo de Rondônia, destacou a solidariedade da população e afirmou que fará uso de emendas parlamentares para ampliar investimentos em infraestrutura e qualidade de vida no Baixo Madeira.
Palavras-chave oficiais: Comunidade ribeirinha,Enchente,Inundação,Porto Velho (RO),Rio Madeira
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, na última semana, fiz parte da comitiva humanitária organizada pela Prefeitura de Porto Velho. Recebi o convite do Prefeito Léo Moraes, juntamente com a Defensoria Pública e demais órgãos, assistência social, assistência na área da saúde, para levar alimentos, água potável, hipoclorito de sódio. Aproveito para agradecer à Marinha do Brasil, que, no Distrito de Calama, ancorou um navio que está prestando atendimento na área da saúde e entregando cestas básicas, entre tantos outros. Eu gostaria de dizer que, graças a Deus, nossos rios estão baixando, mas nós continuamos a postos para atender e cuidar da nossa população ribeirinha, que tanto precisa de nós neste momento. Parabenizo a Prefeitura de Porto Velho e o Governo do Estado pelo trabalho que vêm realizando. Agradeço a toda a nossa população, que é sempre solidária ao nosso povo, ao povo de Rondônia. Eu gostaria de dizer que estou à disposição e que fiz uma avaliação de todas as necessidades, para que possamos melhorar, por meio das emendas parlamentares, a infraestrutura e a qualidade de vida do nosso povo do Baixo Madeira e do nosso povo ribeirinho. Muito obrigada. - 22/04/2025pela ordemBreves Comunicações
A Deputada lamentou a morte de sete pessoas, incluindo um bebê ainda no útero, e os 38 feridos em acidentes ocorridos na BR-364 durante o feriado. Cobrou a duplicação da rodovia, considerada urgente diante do número recorrente de vítimas. Destacou que já há uma empresa vencedora do leilão e afirmou que seguirá fiscalizando o processo para garantir a execução da obra dentro dos prazos. Também defendeu que o valor do pedágio seja acessível à população e reforçou a necessidade de investimentos em infraestrutura para Rondônia.
Palavras-chave oficiais: Rodovia federal,Rondônia,precariedade
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a BR-364 sangra. O povo de Rondônia chora a morte de sete pessoas, sete vítimas fatais, entre elas um bebê ainda no ventre de sua mãe, além de outras 38 pessoas feridas nesse feriadão. Quero, como rondoniense e como Parlamentar, cobrar mais uma vez o que há muito tempo aguardamos: a duplicação da BR-364. Sabemos que já há uma empresa vencedora no leilão. Estarei acompanhando e fiscalizando esse processo enquanto eu estiver neste Parlamento, para que haja celeridade nessa obra e para que haja compromisso da empresa vencedora, a fim de cumprir todos os prazos, para que finalmente tenhamos a nossa BR-364 duplicada. Além disso, precisamos assegurar que o pedágio seja acessível, que caiba no bolso do cidadão rondoniense. Devemos pensar na melhor infraestrutura para o Estado de Rondônia, um Estado pujante, e nas vidas que são ceifadas praticamente todos os dias nessa rodovia. Obrigada, Presidente. - 09/04/2025pela ordemOrdem do Dia
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 127, de 2024, que altera a Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, que “dispõe sobre o Estatuto da Pessoa Idosa e dá outras providências”, para dispor sobre a criação de um programa de saúde mental voltado à população idosa de baixa renda. Além disso, registrou a presença de Gasodá Suruí e Elisama Cinta Larga, representantes dos povos indígenas de Rondônia, na Câmara dos Deputados. Ao encerrar, destacou o trabalho desenvolvido por ambos no incentivo ao desenvolvimento econômico sustentável das comunidades indígenas do Estado.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,União Brasil,Voto contrário Saudação,Representante,Indígenas,Rondônia,Desenvolvimento sustentável
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o União Brasil orienta "não". Aproveito a oportunidade, Presidente, para registrar a presença de Gasodá Suruí, Superintendente Estadual dos Povos Indígenas de Rondônia, e também de Elisama Cinta Larga, também de Rondônia, representando todos os povos indígenas do nosso Estado. Estão fazendo um trabalho brilhante, principalmente quanto ao desenvolvimento econômico sustentável dos povos indígenas de Rondônia. Registro a presença deles e os parabenizo pelo trabalho. Obrigada, Presidente. - 02/04/2025homenagemHomenagem
A Deputada discursou na sessão solene em homenagem ao Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo. Reafirmou seu compromisso com as famílias atípicas e destacou a criação da Frente Parlamentar de Cuidado das Mães de Crianças e Adolescentes com Deficiência, Autismo e Doenças Raras, além da aprovação da Semana Nacional da Maternidade Atípica. Citou o investimento de R$ 4,5 milhões no projeto PCD + Mães Atípicas, em parceria com o Instituto Federal de Rondônia — IFRO, e o repasse de R$ 360 mil à Associação de Pais e Amigos do Autista de Rondônia — AMA-RO. Também mencionou a aprovação de projetos em defesa das pessoas com doenças raras e pais e mães atípicos. Ao concluir, defendeu a ampliação de políticas públicas com base em dados e garantiu apoio às famílias em seu mandato.
Palavras-chave oficiais: Sessão solene,Homenagem,Dia Mundial de Conscientização do Autismo,inclusão,Mãe atípica,Semana Nacional da Maternidade Atípica,Frente parlamentar,Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO),Projeto de lei ordinária,Política pública,Recursos públicos,Rondônia
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Sem revisão da oradora.) - Nobre colega Presidente desta sessão tão importante realizada no Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, eu quero aqui parabenizá-la por todo o trabalho que vem desenvolvendo nesta Casa e também falar da importância desse dia da conscientização, da aceitação, da inclusão das pessoas neurodivergentes. Como Deputada Federal, eu abracei essa causa no nosso País e também, de maneira muito especial, no meu Estado de Rondônia. Temos trabalhado muito para incluir essas pessoas e construir ainda mais políticas públicas voltadas para os neurodivergentes, para os autistas, para as pessoas com deficiência, para as pessoas com doenças raras e, principalmente, Deputada Chris Tonietto, para as famílias atípicas, para as mamães atípicas, que também precisam de carinho e de cuidado. Por isso, criamos aqui, na Câmara Federal, a Frente Parlamentar de Cuidado das Mães de Crianças e Adolescentes com Deficiência, Autismo e Doenças Raras, e também aprovamos, com o seu voto, inclusive, a criação da Semana Nacional da Maternidade Atípica. Temos avançado muito. Somos pioneiras de um projeto, em parceria com o Instituto Federal de Rondônia IFRO, ao qual já destinamos 4 milhões e meio de reais, que visa desenvolver projetos na área de capacitação profissional para as mamães atípicas, na área de atendimento odontológico e oftalmológico, na área de pesquisa, porque não temos ainda dados suficientes em nosso País para trabalharmos políticas públicas, por exemplo, nas cidades. Quantas famílias atípicas nós temos? Ainda não sabemos. Por isso, precisamos ter esses dados, esses levantamentos, para trabalhar ainda mais e fortalecer as políticas públicas das famílias neurodivergentes. Já são 4 milhões e meio de reais para esse Projeto PCD + Mães Atípicas, que já foi apresentado aqui em Brasília como modelo e referência para outros Estados, para abrir caminho para que outros colegas Parlamentares possam destinar suas emendas aos institutos federais e construir esse projeto em seus Estados, com atendimento psicológico tanto para os filhos quanto para as mamães. Nesta semana, em comemoração ao Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, destinei mais 360 mil reais para Associação de Pais e Amigos do Autista de Rondônia AMA-RO, onde vamos ampliar, construir mais espaços para que elas consigam atender mais no Estado de Rondônia. Então, estou muito feliz. Hoje é dia de comemorar, de conscientizar e de dizer que, aqui em Brasília, as famílias atípicas têm uma Deputada Federal que se importa, que também é mãe, que tem sensibilidade para cuidar dessas famílias. Aprovamos aqui a Semana Nacional da Maternidade Atípica; aprovamos o PL 2.684/2023, que institui a Política de Atenção Integral à Saúde das Pessoas com Doenças Raras; aprovamos o PL 4.942/2023, que garante atendimento psicológico gratuito pelo SUS para mães e pais atípicos em todo o Brasil. E muito ainda vamos avançar. Quero dizer a todos os autistas, das mais variadas idades e profissões, e a todas as famílias atípicas que vocês podem contar com esta Deputada Federal. O gabinete 618 está de portas abertas para atender às famílias atípicas do nosso Brasil. Deus os abençoe! Conte sempre comigo, Deputada Chris Tonietto, Parlamentar que eu tanto admiro aqui nesta Casa, que faz um trabalho extraordinário, que é contra o aborto, assim como eu. Temos muitas pautas similares, assim como a das famílias atípicas do Brasil. Obrigada. Deus abençoe a todos! - 26/03/2025pela ordemBreves Comunicações
A Deputada informou ter oficiado o Ministério dos Transportes solicitando providências para, assim que o nível do rio baixar, realizar o alteamento da BR-425. Explicou que o objetivo é evitar que os Municípios de Guajará-Mirim (RO) e Nova Mamoré (RO) fiquem isolados durante as recorrentes cheias na Região Amazônica, em Rondônia.
Palavras-chave oficiais: Ministério dos Transportes,solicitação,providências,Rodovia,levantamento,Guajará-Mirim (RO),Nova Mamoré (RO),Enchente,Região Amazônica,Rondônia
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, quero deixar registrado que hoje oficiei o Ministério dos Transportes para, assim que o rio baixar, tomar providências e realizar o alteamento da BR-425, de modo que os Municípios de Guajará-Mirim e Nova Mamoré não fiquem isolados com as novas cheias na Região Amazônica, em Rondônia, como vimos sofrendo. Mais uma vez, quero fazer este apelo ao Governo Federal, ao Ministro Renan Filho. Infelizmente, todos os anos nós sofremos com as cheias. O alteamento da rodovia será a solução para que estes Municípios não fiquem isolados. Estou indo de volta para meu Estado, Rondônia, que tanto amo. Deus o abençoe, Presidente! Muito obrigada. - 26/03/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
A Deputada fez um apelo urgente ao Governo Federal diante da cheia dos rios Madeira e Mamoré, que já afeta mais de 110 comunidades ribeirinhas em Rondônia e pode isolar o Estado do Acre. Destacou os riscos enfrentados por cidades como Porto Velho (RO) e Guajará-Mirim (RO), que já decretou estado de emergência, e pediu apoio imediato com água potável, alimentos e assistência às famílias desabrigadas. Além disso, criticou a falta de infraestrutura nas rodovias BR-364 e BR-319 e cobrou ações efetivas do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,assistência,População,Vítima,Enchente,Rio Madeira,Rio Mamoré,Rondônia,Acre,Comunidade ribeirinha,Porto Velho (RO),Guajará-Mirim (RO),Estado de emergência,Infraestrutura,Rodovia,Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Sem revisão da oradora.) - Presidente e nobres colegas, eu quero neste momento chamar a atenção desta Casa, de uma maneira muito especial, para a Região Norte do nosso País, para o Estado de Rondônia, para a cidade de Guajará-Mirim, para a capital Porto Velho, e também para o Estado do Acre, que corre o risco de ficar isolado com a situação que acontece neste momento devido à cheia do nosso Rio Madeira, que já está 16 metros acima do nível normal. Também nós temos o Rio Mamoré, que, por conta da sua cheia, já atinge 110 regiões ribeirinhas. Comunidades estão sendo atingidas por conta da cheia do rio. Em Porto Velho, nós temos as comunidades de Ressaca, Maravilha I, Maravilha II, Vila Nova, Calama, Distrito de São Carlos. Corremos o risco de que Guajará-Mirim fique isolada e também o Acre. Na data de hoje, o Prefeito de Porto Velho decretou estado de emergência, para que possamos buscar soluções com o Governo Federal. Hoje também oficiei ao nosso Ministro Waldez Góes, Ministro de Estado da Integração e do Desenvolvimento Regional, para que esse Ministério possa dar suporte a essas comunidades, a essas famílias que neste momento ficam desabrigadas. Elas precisam de água potável, precisam de cestas básicas, precisam de roupas, precisam de atenção tanto do Município quanto do Governo do Estado e também do Governo Federal. Por isso, é o meu papel, enquanto Deputada Federal, cobrar ações desse Governo Federal que aí está para ajudar essas famílias de Guajará-Mirim e de Porto Velho. Falo aqui em nome dos meus colegas, falo em nome também do Acre, que vai precisar de atenção neste momento, Presidente. Então, eu quero fazer este apelo ao Governo Federal, para que possa viabilizar e fazer todos os esforços para que possamos atender a todas essas famílias ali, que tanto sofrem. Em 2014, foi registrada a maior cheia do Rio Madeira no Estado de Rondônia, e nós sabemos as consequências que tivemos. Nós já temos uma grande dificuldade na BR-364 para o deslocamento de todos os caminhões que levam soja, que levam gado. Sabemos da importância da agricultura. Temos dificuldade com a BR-319, que ainda não foi repavimentada na Região Norte, e não podemos ficar isolados dessa maneira também por conta da cheia dos nossos rios. Então, faço um apelo a esta Casa e peço atenção ao Governo Federal. O ofício já foi encaminhado ao Ministério do Desenvolvimento Regional. Muito obrigada, Presidente. Obrigada a todos os nobres colegas. Peço, Presidente, por favor, que meu pronunciamento fique registrado nos Anais desta Casa e no programa A Voz do Brasil. - 26/02/2025pela ordemBreves Comunicações
A Deputada manifestou preocupação com a condução da licitação para a duplicação da BR-364 pelo Governo Federal. Destacou que, dos 700 quilômetros entre Porto Velho (RO) e Vilhena (RO), apenas 113 quilômetros serão duplicados nesta fase, além da previsão de cobrança imediata de pedágio. Criticou os altos valores que poderão ser cobrados, impactando os custos de transporte e os preços de produtos essenciais. Em conjunto com a bancada federal, solicitou ao Ministro Renan Filho a suspensão da licitação para ampliar o debate com Prefeitos, Vereadores e produtores rurais.
Palavras-chave oficiais: suspensão,Licitação,duplicação,Rodovia federal,Rondônia,Pedágio,Ministro de Estado,Ministério dos Transportes,Concessão (administração pública)
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, nobres colegas que ainda estão na sessão, a minha vinda a esta tribuna, assim como fizeram os colegas da bancada federal de Rondônia que me antecederam, é para demonstrar preocupação com a forma como o Governo Federal está querendo conduzir a duplicação da BR-364. Essa extensa rodovia é a espinha dorsal do abastecimento e do transporte de grãos de Rondônia e de Mato Grosso. Nós sabemos da sua importância. Nós sabemos que, há muitos anos, é necessária a duplicação dessa rodovia, na qual, infelizmente, muitas vidas foram ceifadas. Porém, o que nos preocupa é a forma como o Governo Federal está estabelecendo essa licitação, que não foi muito discutida. São 700 quilômetros de Porto Velho até Vilhena, mas o Governo Federal quer duplicar, neste momento, apenas 113 quilômetros da rodovia olhem o 13 aí no meio! Além disso, o Governo Federal já quer cobrar pedágio da população desde o início. Deveria, primeiro, dar infraestrutura, condições, qualidade e, depois, cobrar pedágio. Não é dessa forma que está acontecendo. E o pedágio é caro, diga-se de passagem. Para que tenham ideia, uma carreta bitrem poderá pagar até 2 mil reais por semana de pedágio. Por mês, são quase 20 mil reais de pedágio. Sabem quem vai pagar essa conta? É o senhor, é a senhora, é a D. Maria, porque vai aumentar o preço do arroz, do feijão, do ovo, que já está caro, do café, que já está caro, da gasolina. Tudo vai aumentar, porque esse custo vai ter que sair do bolso de alguém. E de onde vai sair? Vai sair do bolso dos consumidores. Em razão dessa preocupação, fiz uma indicação ao Ministro Renan Filho, junto com toda a nossa bancada federal, para adiar ou suspender essa licitação por enquanto, para que possamos discutir ainda mais esse tema, falar sobre o preço desses pedágios, ouvir Vereadores, ouvir Prefeitos, ouvir a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Rondônia APROSOJA Rondônia, que é muito importante para a produção no nosso Estado. Os nossos produtores estão muito preocupados com o valor altíssimo desse pedágio. Sr. Presidente, quero fazer esse apelo ao Ministro Renan Filho e quero que isso fique registrado no programa A Voz do Brasil, para que todos saibam que nós da Região Norte, principalmente de Rondônia, estamos preocupados com a forma como está acontecendo esse leilão para a duplicação da BR-364. Quero ressaltar a preocupação dos Vereadores e dos Prefeitos que estiveram em nosso gabinete nos cobrando a respeito desse assunto. Representantes do comércio e produtores rurais também têm nos procurado para manifestar sua preocupação com a forma como está sendo conduzida a duplicação da BR-364. Peço que meu pronunciamento seja registrado no programa A Voz do Brasil, Presidente. Obrigada. - 18/02/2025pela ordemOrdem do Dia
A Deputada destacou a importância da construção de um hospital universitário em Porto Velho (RO). Mencionou sua reunião com a reitora da Universidade Federal de Rondônia, Marília, e sua equipe para dar continuidade às tratativas sobre o projeto, que já foram discutidas no MEC no ano passado. Ressaltou que o hospital será essencial para a formação de profissionais de medicina e para desafogar o Hospital João Paulo II, que atualmente atende não apenas a população de Rondônia, mas também pacientes do Amazonas, indígenas e até estrangeiros da Bolívia.
Palavras-chave oficiais: Hospital universitário,Porto Velho (RO),Reunião,Reitor,Ministério da Educação,formação,Medicina,atendimento,População,Rondônia,Amazonas,Indígenas,Estrangeiro,Bolívia
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A SRA. CRISTIANE LOPES (Bloco/UNIÃO - RO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, nobres pares, eu quero falar aqui da visita importante hoje, em meu gabinete, da Reitora da Universidade Federal de Rondônia, a Sra. Marília, juntamente com toda a equipe da universidade, para tratarmos, mais uma vez, da construção de um hospital universitário na nossa Capital do Estado de Rondônia, Porto Velho. No ano passado, nós já tivemos diversas reuniões no MEC, fazendo tratativas a respeito desse assunto. E eu fico muito feliz em dar continuidade a isso, em abraçar essa causa, sabendo da sua importância para a formação dos profissionais de medicina no Estado de Rondônia e também sabendo, já que Porto Velho ainda não tem um hospital municipal, o quanto será relevante o hospital universitário para atender toda a população da capital e desafogar o nosso Hospital João Paulo II. O Hospital João Paulo II é superlotado por conta da demanda, por atender todo o Estado de Rondônia, o Amazonas, a população indígena e até mesmo a população da Bolívia, estrangeira, que acaba sendo ali atendida. Então, o hospital universitário de Porto Velho se faz necessário para atender todas essas demandas, para uma formação e uma capacitação profissional ainda melhores e para atender a nossa população. Obrigada.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 21/12/2023. Como calculamos: metodologia.