Pular para o conteúdo
Detector de Bananada
Foto de Coronel Telhada

Deputado · Câmara

Coronel Telhada

PP · SP

Direitapor que esse rótulo?Fora de exercício

Nome civil: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada · 65 anos

Baixar imagem para storyComparar com…

Bananômetro

Bananômetro: 80 de 100, Cara Bom0406080100

80/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 62% dos deputados · média do partido: 73

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 97%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 87%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 67%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 29%das 288 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 48%das 339 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

97%

Esteve em 148 de 153 sessões

Melhor que 72% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

87%

Registrou voto em 373 de 429 votações nominais

Melhor que 67% dos deputadosMédia do partido: 77%

Iniciativas que viraram lei

0

de 18 projetos apresentados (0%)

1 avançaram · 12 em andamento · 5 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

29%

Em 288 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 14% dos deputadosMédia do partido: 69%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

51 discursos na tribuna · de 09/02/2023 a 04/06/2024.

  • 12/04/2023

    Anúncio de encaminhamento, ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, de Representação contra Deputado do PCdoB do Maranhão por assédio sexual praticado contra a Deputada Julia Zanatta. Expectativa quanto à retratação do Deputado perante a Parlamentar.

    Palavras-chave oficiais: Assédio sexual em lugar público,Deputada federal,Deputado federal,Repúdio,Representação contra deputado,Conselho de Ética e Decoro Parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL TELHADA (PP - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Hoje a minha palavra aqui é dirigida principalmente às Sras. Deputadas. Eu cumprimento os Srs. Deputados, mas me dirijo especialmente às Sras. Deputadas, às mulheres desta Casa, às mulheres do Brasil. Ontem ocorreu um fato lamentável em uma Comissão que não pode ficar impune. Isso foi publicado na folha Conexão Política, hoje, às 12h22min. Uma Deputada sofreu assédio sexual nesta Casa. Ela estava na Comissão, e um Deputado do PCdoB do Maranhão... Eu não vou citar o nome dele aqui porque sou ético. O pessoal da Esquerda não é ético, mas eu sou ético e não vou citar o nome dele. Cabe a esta Casa apurar esse fato, porque isso já está documentado, já está na rede social. Esse Deputado chegou por trás da Deputada, encostou nela e cheirou o pescoço dela. Eu não estou vendo as mulheres se manifestarem aqui, principalmente as mulheres de esquerda, que vivem apregoando por todos os lados o problema do assédio sexual. Isso é assédio sexual, sim! É o mesmo problema que as mulheres sofrem dentro dos ônibus, dentro dos trens, dentro dos metrôs, e sofrem aqui dentro desta Casa. Esse Deputado tem que ir para o Conselho de Ética e receber a devida punição. Na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, nós tivemos um problema semelhante e o Deputado foi punido, inclusive com voto meu e de outros Deputados. Aqui nesta Casa, eu espero que haja o mesmo decoro, porque é inadmissível o desrespeito à mulher. A Deputada Julia Zanatta tem todo o meu apoio público quando ela precisar. Estou sabendo que ela se encontra abalada com tal situação. É inadmissível uma atitude dessa vinda de qualquer homem, principalmente vinda de um Parlamentar, de um Deputado Federal, representante de um Estado tão importante como o Maranhão. Senhores, eu não sei se alguém já falou disso aqui, mas eu trago a público esse assunto. Espero que haja, sim, uma representação contra esse Deputado no Conselho de Ética. Se não for feita, eu o farei. É inadmissível, em pleno ano de 2023, nossas mulheres sofrerem assédio sexual, onde quer que seja. E aqui na Casa do Povo, na Câmara dos Deputados, aqui em Brasília, muito menos ainda admissível tal situação. Deputado, o senhor está fotografado, o senhor consta já na rede social. Eu espero que o senhor venha a se retratar urgentemente, mas já lhe aviso que, mesmo com a retratação, não haverá como não encaminhá-lo à Comissão de Ética. Sr. Presidente, solicito a V.Exa. que minhas palavras sejam divulgadas nos órgãos de divulgação desta Casa. Muito obrigado.
  • 12/04/2023Breves Comunicações

    Presença no plenário do chefe do escritório de representação da Polícia Militar do Estado de São Paulo, tenente-coronel Emerson Massera, acompanhado dos policiais Roque e De Paula.

    Palavras-chave oficiais: representação,Polícia militar,Saudação,São Paulo (Estado)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL TELHADA (PP - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Srs. Deputados, Sras. Deputadas, eu estou aqui somente para apresentar o chefe do escritório de representação da Polícia Militar de São Paulo, que nos presenteia com a sua visita hoje, o Coronel Massera, nosso amigo da Polícia Militar. Ele veio acompanhado do Sargento Roque e do Cabo de Paula. Eles representam a nossa querida e gloriosa Polícia Militar do Estado de São Paulo e se colocam à disposição de todos os Deputados, indistintamente de partido, não só para nos apoiar em nossos pleitos, mas também para esclarecer qualquer dúvida com relação às ações da Polícia Militar. Coronel Massera e equipe estão à disposição de todos. Seja bem-vindo, Massera e equipe. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 11/04/2023Breves Comunicações

    Massacre de crianças em creche no Município de Blumenau, Estado de Santa Catarina. Ataque de menor de 13 anos de idade contra alunos em escola no Município de Santa Tereza de Goiás, Estado de Goiás. Inconsistência da declaração do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, a respeito da vinculação de atentados a escolas ao armamento da população civil. Disseminação das ações do crime organizado no Governo Luiz Inácio Lula da Silva. Necessidade da presença de policiais nas escolas brasileiras. Incentivo do governo petista à criminalidade.

    Palavras-chave oficiais: Violência,Atentado,Escola,Luto,Creche,Blumenau (SC),Goiás,Crítica,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Audiência pública,Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO),Defesa,Policiamento,Legítima defesa,Arma de fogo,Armamento Crítica,Governo federal,Política de segurança pública,Organização criminosa,Região Nordeste

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL TELHADA (PP - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado. O Brasil está de luto. Nossas crianças não têm mais segurança nas escolas. A cada dia, novos atentados acontecem em vários Estados do Brasil. Dias atrás, houve o triste atentado em Blumenau, Santa Catarina, quando quatro crianças, entre 4 e 7 anos de idade, foram mortas a golpes de machadinha por um canalha, por um criminoso, por um covarde, que não teve a coragem de enfrentar a polícia e preferiu se entregar. Ele matou quatro crianças, crianças da idade dos meus netos, e cinco crianças foram feridas. Hoje, em Goiás, houve outro atentado, mais um atentado perpetrado por um menor de 13 anos de idade. E nós fomos obrigados a ouvir, na nossa Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, dizer que o problema dos atentados é o armamento, porque aumenta a violência. Eu não sei se ele se faz rogado, se ele é inocente ou se é mau-caráter. Por quê? O que acontece? Todos esses atentados estão sendo perpetrados com armas brancas, com facas, com machadinhas. No passado, eles foram perpetrados até com arco e flecha. Então, o problema não é o armamento, que a população quer usar para se defender, o problema é este Governo atual, que desestruturou a segurança da população, que valoriza o crime organizado. Em 100 dias de governo, sem picanha, sem nenhuma ação real, o que nós vimos no Governo Lula foi a arvoragem do crime organizado, foi o aumento do crime organizado, que, em todas as grandes capitais de Estados, tem deitado e rolado, tem feito absurdos, como os ataques na Região Nordeste. Isso tem sido um espelho para jovens que, alimentados na Internet por grupos fanáticos, estão promovendo esses absurdos. É necessário uma ação desta Casa no sentido de proteger as crianças. É necessário, Sras. e Srs. Deputados, que tomemos atitude para defender as crianças na escola. Precisamos de policiamento nas escolas. Precisamos fazer com que seja retomada a autoridade dos professores e dos pais, porque esses perderam a autoridade sobre seus filhos. O resultado disso é o que nós estamos vendo: crianças e jovens matando jovens, matando professoras, atacando pessoas inocentes. Isso não pode continuar. Esta Casa tem responsabilidade por essa ação. Infelizmente, esse é o resultado do Governo Lula, um governo que promove a alegria da criminalidade e procura desarmar o trabalhador, o cidadão de bem, que tem o direito à defesa. Infelizmente, é isto o que nós temos visto: um governo fraco, um governo que incentiva o crime, um governo que não valoriza quem realmente merece ser valorizado, que é o trabalhador, que é o cidadão de bem, que são os nossos policiais, homens e mulheres que diariamente se sacrificam pela população. Cem dias de vergonha para o Brasil, esse é o resultado do Governo Lula.
  • 30/03/2023Breves Comunicações

    Retorno do ex-Presidente Jair Bolsonaro ao Brasil. Contestação a pronunciamentos a respeito da Revolução de 31 de março de 1964. Repúdio à gestão do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Visita do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, sem escolta armada, a reduto de facções criminosas, no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro. Razão da recusa dos Deputados da Esquerda à assinatura do requerimento de criação da CPMI do crime organizado.

    Palavras-chave oficiais: Comemoração,retorno,Brasil,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Contestação,Discurso parlamentar,Esquerda política Defesa,Golpe de Estado (1964),Crítica,Comunismo,Cuba,Venezuela,Coreia do Norte Crítica,Governo federal,Esquerda política,Discurso de ódio,Armamento,Cidadão,Arma de fogo,Segurança pública,Tribunal de Contas da União (TCU),Auditoria,Exército,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Favela,Rio de Janeiro (RJ),Apoio político,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Organização criminosa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL TELHADA (PP - SP. Sem revisão do orador.) - Brasileiros, hoje, o Brasil acordou mais forte. Começamos o dia hoje recebendo o nosso sempre Presidente Jair Bolsonaro, que volta a trabalhar conosco, o que já está causando desespero na Esquerda. Basta vermos os discursos hoje. Todo mundo está preocupado, querendo fazer acusações que não caberiam a ele, mas ao Presidente Lula. A Esquerda é bem assim mesmo: acusa os outros do que ela faz. Ouvi há pouco Deputados falando sobre o 31 de março. Eu não sei se é ignorância ou realmente mau-caratismo ou simplicidade de alguns Deputados falarem que o 31 de março foi um golpe sangrento. Não houve derramamento de sangue. Golpe sangrento, Deputados, foi aquilo que aconteceu em Cuba, que V.Exas. apoiam; que aconteceu na Venezuela com Chaves, com Maduro, que V.Exas. apoiam; que acontece na Coreia do Norte, que V.Exas. apoiam; aquilo que aconteceu com Che Guevara, que V.Exas. da esquerda acham o máximo: um assassino de homossexuais. Então, a Esquerda não sabe o que fala. Ela aponta o dedo para nós, acusa-nos do que ela faz. É uma infelicidade, porque quem perde com isso é o Brasil. Não é porque eu não gosto do piloto do avião que eu quero que o avião caia. Mas é difícil termos um Presidente que não quer que esse avião decole: só trabalha contra o desenvolvimento do Brasil. Infelizmente, a realidade é que o nosso País vai de mal a pior. Nesses quase 3 meses de Governo, nós só vemos tiro no pé, só vemos desgraças acontecendo no nosso País. E a Esquerda, desesperada, porque não consegue votar um projeto aqui, fica levantando falsas acusações, apontando dedo, fazendo denúncias descabidas. Mas a realidade é uma só: nós estamos vivendo um momento em que o cidadão de bem, o trabalhador, aquele homem e aquela mulher que trabalha pelo bem do Brasil não é valorizado. Quem é valorizado? Justamente aquele que faz o errado. Prova disso é o ódio, o desespero que a esquerda tem ao ver o cidadão de bem armado, o cidadão exercer o seu direito de defesa. Eu estava olhando o jornal Poder360 do dia 29 de março, ontem. Vi a notícia de que o TCU aprovou naquela quarta-feira a solicitação do Congresso Nacional de abrir auditoria para fiscalizar o controle de armas e munições a cargo do Exército durante o Governo de Jair Bolsonaro. Para combater o crime organizado, eles não se apresentam. Aliás, não, vemos o Lula fazendo campanha em locais que nós nem podemos entrar porque tomamos tiro. Nós vemos o Ministro da Justiça entrando numa das piores favelas do Rio de Janeiro sem escolta. Então, por que tanto medo de o cidadão andar armado, de o trabalhador andar armado? Os senhores apoiam o bandido, é isso? Porque eu não vejo nenhuma ação dos senhores contra o crime organizado. Aliás, ontem nós abrimos a CPI contra o Crime Organizado. Não tinha assinatura de nenhum Deputado de esquerda na CPI do crime organizado. Por quê? Por que não? Não querem combater o crime organizado? As palavras falam por si só. As ações falam por si só. Nós estamos do lado do trabalhador, nós estamos do lado do direito de defesa e totalmente contra o crime organizado. Lugar de bandido é na cadeia, não é na política! Muito obrigado, Presidente.
  • 29/03/2023

    Desconexão entre as declarações do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, perante a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, e o aviso prévio do Diretor-Geral da Polícia Federal, Delegado Andrei Augusto Passos Rodrigues, a respeito dos ataques às sedes dos Poderes da República.

    Palavras-chave oficiais: Documento,Delegado-Geral,Polícia federal,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Aviso,manifestação,Vandalismo,Edifício público

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL TELHADA (PP - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu ouvi atentamente o discurso do Deputado do PT que me antecedeu, que fala em fake news... O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA) - Sr. Presidente, essas intervenções não têm réplica! Esse espaço aqui não é para réplica. O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSC - SP) - Deputado Márcio Jerry... O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA) - Esse espaço aqui não é para réplica, Deputado Carlos Jordy. Estamos nas Breves Comunicações. O SR. CORONEL TELHADA (PP - SP) - Que falta de educação! (O Sr. Presidente faz soar as campainhas.) O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA) - Infringe... O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ) - Quem está fazendo réplica? O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA) - O senhor acabou de usar a tribuna. É falta de educação. O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ) - Não respeita a palavra do Deputado. O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA) - Eu usei a tribuna e não pode ter réplica daquilo sobre o que eu disse. O SR. CORONEL TELHADA (PP - SP) - Que falta de educação, Deputado! Eu não lhe interrompi. (Tumulto no plenário.) O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ) - O senhor acabou de usar a tribuna. O SR. CORONEL TELHADA (PP - SP) - Eu não lhe interrompi. Eu não lhe interrompi. (O Sr. Presidente faz soar as campainhas.) O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSC - SP) - Deputado Márcio Jerry, V.Exa. sabe da forma democrática com que temos agido nesta Casa. O Deputado Márcio Jerry realmente falou. Há outro Deputado na tribuna. Ele pediu mais 1 minuto. Deputado Márcio Jerry, V.Exa. também se quiser pedir mais 1 minuto, não tem problema. Esta Casa é o povo, não se trata de réplica. O Deputado Coronel Telhada está na tribuna, terminará o tempo dele. Depois eu vou passar a palavra ao Deputado Carlos Jordy, que está na tribunal Se V.Exa. também quiser 1 minuto, eu passo para V.Exa. Deputado Coronel Telhada, tem V.Exa. 1 minuto. O SR. CORONEL TELHADA (PP - SP) - O senhor vai me deixar falar? Se quiser mandar no Plenário, eu paro aqui. O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSC - SP) - Vamos ter calma. Todos irão falar. Fiquem tranquilos. O SR. CORONEL TELHADA (PP - SP) - Sr. Presidente, eu quero fazer um comentário: enquanto o PT tenta justificar a falta de decoro do Ministro Flávio Dino, eu quero aqui encaminhar um documento da Polícia Federal, encaminhado ao Sr. Flávio Dino, do dia 7 Deputado janeiro, assinado pelo Sr. Andrei Augusto Passos Rodrigues, Delegado Diretor-Geral da Polícia Federal, avisando que haveria problemas no dia 8 daquela semana. Mais uma prova de que o Ministro Flávio Dino ou está mal-intencionado ou realmente falta com a verdade, quando falou ontem na CCJ. Infelizmente não tem como justificar mentira. Mentira é mentira e ponto. Doa a quem doer, meu amigo.
  • 29/03/2023Breves Comunicações

    Prática de crime de responsabilidade pelo Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, consubstanciada em suas declarações à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Defesa de abertura da CPMI destinada à investigação de atos de vandalismo praticados contra as sedes dos Poderes da República.

    Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),declaração,ausência,Informação,Agência Brasileira de Inteligência (ABIN),manifestação,Vandalismo,Edifício público,Crime de responsabilidade,incompetência Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),manifestação,Vandalismo,Edifício público

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL TELHADA (PP - SP. Sem revisão do orador.) - Prezado povo de São Paulo e do nosso Brasil, retorno à tribuna nesta quarta-feira para comentar sobre o que houve ontem na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania — CCJ, na qual a presença do Ministro da Justiça, Flávio Dino, ocasionou alguns desgastes, com palavras rústicas, palavras indevidas, quebra do decoro parlamentar por um Deputado do PT, enfim, cenas lamentáveis para Parlamentares. Notamos que isso, infelizmente, é típico do atual Governo. Por exemplo, quando inquirido se teria sido avisado pela ABIN de que haveria problemas no dia 8 de janeiro, o Ministro da Justiça, Flávio Dino, foi categórico em afirmar — inclusive, consta que isso foi divulgado pela imprensa no mesmo dia — que não foi avisado, que era mentira, que não havia nada sobre isso. Eu não sei se o Flávio Dino mente ou se a ABIN mente, mas alguém está mentindo. Basta "dar um Google", como a juventude costuma dizer, e colocar "ABIN emitiu parecer". Vejam só o que aparece na CNN Brasil, em matéria do dia 9 de janeiro: "ABIN emitiu alertas diários sobre risco de vandalismo (...)". Em matéria da FolhaBV do dia 10 de janeiro, consta o seguinte: "ABIN emitiu alerta sobre possível invasão a prédios (...)" . Matéria da Tribuna do Norte do dia 10 de janeiro diz o seguinte: "ABIN emitiu alertas diários sobre risco de vandalismo (...)". Há matérias no Youtube, na CNN. Matéria da Revista Oeste de 11 de janeiro diz o seguinte: "ABIN alertou Governo Lula sobre manifestações". Matéria do UOL diz o seguinte: "ABIN avisou sobre risco na véspera de ataques em Brasília". Então, a situação, Sras. e Srs. Deputados, é muito grave. Se uma autoridade do nível do nosso Ministro da Justiça, responsável até pela segurança pública no Brasil, mente em uma Comissão, no meu entendimento, é um crime. É um crime de responsabilidade também, porque ele disse que não foi informado, que não houve documento e que esse documento não chegou às mãos dele. A pergunta que não quer calar, Sras. e Srs. Deputados e todo o Brasil: quem mente é o Ministro da Justiça, Flávio Dino, ou é a ABIN? Nos dois casos, a situação é gravíssima. Se o Ministro da Justiça está mentindo, ele comete um crime publicamente. Se a ABIN está mentindo, ela se desqualifica e perde toda sua credibilidade perante a Nação brasileira e perante principalmente esta Câmara dos Deputados. Essa é a situação atual do Brasil. Isso mostra o porquê do desespero da Esquerda em não deixar prosperar a CPMI do dia 8 de janeiro. O que há a esconder? Por que tanto medo? Por que não podemos averiguar? Por que não podemos investigar? Uma das primeiras atitudes que tomei quando cheguei aqui como Deputado Federal foi assinar a CPMI do dia 8 de janeiro. E faço questão de que essa CPMI prospere e que a verdade venha à tona, doa a quem doer. E nós sabemos a quem vai doer, quem está escondendo a verdade e quem não quer deixar que essa CPMI prospere. Deputados, vamos trabalhar firme. Vamos continuar combatendo e trazendo o melhor para o nosso Brasil. Verdade acima de tudo. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 27/03/2023Breves Comunicações

    Consideração como armação, pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do plano de assassinato do Senador Sergio Moro, seus familiares e outras autoridades. Prática de crime de responsabilidade pelo Presidente da República. Assassinato da Profa. Elisabete Tenreiro por aluno de 13 anos de idade, na Escola Estadual Thomazia Montoro, em São Paulo, Estado de São Paulo. Contrariedade ao desarmamento do cidadão de bem. Pedido à Presidência de determinação, ao Plenário, de observância de 1 minuto de silêncio em homenagem póstuma à docente.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,declaração,retaliação,Senador,Ex-juiz,Homicídio,Crime de responsabilidade São Paulo (SP),Escola classe,Menor de idade,Homicídio,Professora,Homenagem póstuma,Atentado

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL TELHADA (PP - SP. Sem revisão do orador.) - Prezado povo brasileiro, subo a esta tribuna hoje indignado, revoltado. Não tenho termos para dizer da minha indignação. Veio-me até a palavra "enojado", mas, para nós que somos cristãos evangélicos, ter nojo de alguém não é uma coisa adequada. Então, estou revoltado, indignado com as palavras, com a atitude do Presidente Lula na semana passada. Ele começou dizendo que queria ferrar — era outra palavra — o Senador Moro. No dia seguinte, a Polícia Federal — parabéns à Polícia Federal! — prendeu vários criminosos que planejavam um atentado contra o Senador Moro, contra a esposa dele, que é nossa colega Deputada Federal, e contra outras autoridades. Para quem não sabe, eu sou uma dessas pessoas juradas de morte pelo PCC desde 2010, quando comandava a ROTA. Não bastasse a nossa indignação, o Presidente disse, em uma entrevista, que isso era armação do Senador Moro, deixando bem claro qual era a postura dele: contra o Senador e a favor daqueles que o estavam ameaçando. É uma atitude criminosa, uma atitude sem qualquer pingo de decência. No meu entendimento, o Presidente da República comete crime de responsabilidade. Em 2010, na porta de minha casa, recebi 11 tiros disparados por um criminoso do PCC. Eu sei o que é passar por isso. E quero me solidarizar com o Senador Moro, com a esposa e a família dele e com as demais autoridades que estão sendo ameaçadas. O Lula, mais uma vez, fala o que não deve, faz o que não deve e deve responder por isso, porque a atitude dele é criminosa. Queria dizer aos senhores também que hoje aconteceu um atentado gravíssimo em São Paulo numa escola. Um menor de idade, armado de uma faca, atacou alunos e professores e, infelizmente, vitimou a Profa. Elisabete Tenreiro. Isso aconteceu na Escola Estadual Thomazia Montoro. Esse indivíduo menor de idade estava armado com uma faca. Eu pergunto ao nosso Ministro da Justiça: e agora, Ministro Flávio Dino, o que vai fazer? Vamos proibir as facas no Brasil? Vamos proibir a venda de facas? É isso que nós vamos fazer? Fala-se tanto contra armamento, e esses crimes perpetrados como é que ficam? Se houvesse um indivíduo armado naquela escola, teria parado esse menino canalha, esse monstro mirim que praticou esse crime. Então, nós somos a favor da defesa e contra as atitudes deste Governo, que quer desarmar o cidadão de bem que quer se defender. Quero aproveitar para pedir 1 minuto de silêncio em favor dessa professora, dessa mulher que trabalhava na escola ganhando uma porcaria de um salário — porque os nossos professores são mal remunerados, apesar de o Governador de São Paulo ter dado um aumento agora. Essa homenagem é para a Profa. Elisabete Tenreiro, que foi morta hoje por um aluno a facadas quando trabalhava na Escola Estadual Thomazia Montoro. Sr. Presidente, queria que minhas palavras fossem lançadas no programa A Voz do Brasil e nos demais órgãos de divulgação desta Casa. Muito obrigado.
  • 01/03/2023Breves Comunicações

    Solicitação aos Deputados de apoio ao Projeto de Lei nº 651, de 2023, sobre a alteração de dispositivos do Código Penal, com vista à revisão da pena imposta aos crimes de furto, furto qualificado e de roubo praticados durante calamidade pública ou de emergência social.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Código Penal,alteração,Furto,Roubo,Calamidade pública Enchente,Inundação,São Sebastião (SP),Desastre ambiental

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, ontem eu estive aqui falando sobre o Litoral Norte, especificamente São Sebastião, devido às calamidades que lá aconteceram em decorrência do elevado volume de chuvas que atingiu a região. Volto a esta tribuna hoje para trazer a V.Exas. um pleito, uma solicitação. Eu estou dando entrada ao Projeto de Lei nº 651, de 2023, que propõe uma mudança no Código Penal, no sentido de reprimir crimes que estão ocorrendo durante a calamidade, como furtos e roubos. Criminosos e pessoas desqualificadas estão aproveitando a calamidade para cometer roubos no comércio e nas casas ou furtar estabelecimentos na região. Isso é inadmissível. Em tempo de normalidade, já é inadmissível; em tempo de calamidade, é muito pior. Então, a nossa proposta, através desse projeto de lei, é o aumento da pena prevista nos arts. 155 e 157, que dispõem sobre furto e roubo, no sentido de evitarmos que isso torne a acontecer. É inadmissível que esse povo já sofrido, que perdeu a casa, os bens, fique em situação ainda pior, sendo vítima de furto e roubo por parte de criminosos. O projeto propõe justamente a previsão, no art. 155, relativo a furto, da majoração da pena em dois terços quando o crime for praticado em tempo de calamidade pública. Também propõe inserir, no mesmo art. 155, um novo inciso no § 4º, relativo a furto qualificado, prevendo pena de reclusão de 2 anos a 8 anos e multa, com qualificadora se o crime for cometido em tempo de calamidade pública ou de emergência social. Propõe-se também incluir novo inciso no art. 157, que prevê pena de reclusão de 4 anos a 10 anos e multa, para impor o aumento de pena de um terço até a metade, se a subtração ocorrer em tempo de calamidade pública ou emergência social. Na justificativa do projeto, nós elencamos diversas ocorrências policiais que foram veiculadas pelos jornais de várias cidades do Estado de São Paulo, comentando a prática de roubos e furtos ocorridos na região durante essas calamidades. Portanto, venho à presença de V.Exas. solicitar apoio para esse projeto deslanchar, tramitar, tornando-se realidade colocarmos na cadeia quem deve ir para a cadeia. É inadmissível, em plena calamidade, pessoas sendo furtadas e roubadas por bandidos que tiram proveito em situação tão difícil quanto a que está ocorrendo no Litoral Norte. Muito obrigado, Presidente.
  • 28/02/2023Breves Comunicações

    Repúdio aos pronunciamentos da Esquerda com relação à PETROBRAS. Críticas à Primeira-Dama do Brasil, Rosângela Lula da Silva, pela postura adotada diante do desastre provocado por enchentes no litoral paulista. Elogio ao Governador do Estado de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas, pelas ações em prol da população atingida pela tragédia natural. Insuficiência dos recursos destinados à região pelo Governo Luiz Inácio Lula da Silva. Pedido à Presidência de determinação, ao Plenário, de observância de 1 minuto de silêncio em homenagem póstuma às vítimas de enchentes.

    Palavras-chave oficiais: Pronunciamento parlamentar,Esquerda política,Petróleo Brasileiro (Petrobras) Primeira-dama,comportamento,Carnaval,Desastre ambiental,Inundação,Enchente,São Paulo (Estado),Vítima,Homenagem póstuma

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, fui Vereador por 2 anos e Deputado Estadual por 8 anos em São Paulo. Confesso que estou acostumado a ouvir a Esquerda mentir — é normal —, mas fiquei surpreendido nesta Casa, porque alguns Deputados da Esquerda exageram aqui. Mentem muito! Muito! Em todos os sentidos. Vieram dizer agora que estão preocupados com a PETROBRAS. Arrebentaram, arrombaram a PETROBRAS e agora estão preocupados com ela. É incrível isso. São verdadeiros discípulos de Joseph Goebbels: uma mentira dita mil vezes acaba se tornando uma verdade. É incrível isso, mas é a realidade que nós vemos aqui. Mas vamos falar de outra coisa. Eu queria falar sobre o problema, a desgraça que houve no Litoral Norte de São Paulo. Enquanto a Primeira-Dama Janja curtia e pulava o carnaval, lá em São Paulo, nosso Governador Tarcísio de Freitas e nossa Primeira-Dama, Cristiane Freitas, estavam atentos e trabalhando pelo bem da cidade de São Sebastião. Estavam no local, apoiando, fiscalizando e ajudando toda aquela população. E nós estivemos lá também, eu e meu filho, o Deputado Estadual Capitão Telhada, vários assessores e colaboradores. Conseguimos arrecadar 12 toneladas de cesta básica, água, leite, equipamentos, materiais de limpeza, roupas e descemos para apoiar aquela população. Deixamos esse material na Congregação Cristã no Brasil, na Central de São Sebastião, e ele será divulgado e distribuído entre toda a população da região. Mas, infelizmente, já há 65 mortos, vítimas do desabamento pelo excesso de chuva na região. Desses 65 mortos, 57 pessoas foram identificadas. São 21 homens, 17 mulheres e, infelizmente, 19 crianças. É muito triste isso. Há 1.090 desalojados, e 1.172 pessoas estão desabrigadas. Enquanto isso, nosso Presidente Lula — nosso não, deles — diz que vai mandar 2 milhões de reais. O que ele faz com 2 milhões de reais lá? Não dão nem para limpar a rua. As pessoas, na Internet, meteram o pau, ele já voltou atrás e disse que vai mudar e mandar um pouquinho mais — vamos ver se ele cumpre o que prometeu. Mas a realidade é essa, muito triste. O Governo Federal não se apresentou na missão, mas o Governo Estadual está atento e trabalhando. Quero mandar os parabéns a todos que trabalharam diretamente nessa missão: bombeiros militares, policiais militares, policiais civis, guardas metropolitanos de várias cidades, pessoal das Forças Armadas — Exército, Marinha, Aeronáutica —, pessoal da defesa civil municipal e estadual, agentes de trânsito, Polícia Técnico-Científica. Enfim, são muitas pessoas, muitos cidadãos que estão ajudando e doando. Então, quero parabenizar todos que têm trabalhado nesse sentido e pedir a Deus que ajude aquela população. Sr. Presidente, para encerrar, eu queria, ao final da minha fala, solicitar a V.Exa. 1 minuto de silêncio em memória dessas 65 vítimas que faleceram nesse triste acidente. Pediria também que, por gentileza, a minha fala constasse dos meios de divulgação da Casa.
  • 09/02/2023

    Presença no plenário do Deputado Estadual de São Paulo, Capitão Telhada.

    Palavras-chave oficiais: Deputado estadual,São Paulo (Estado),Presença,Câmara dos Deputados,Saudação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente, Srs. Deputados. Quero aqui, por gentileza, dar ciência a todas as Sras. Deputadas e aos Srs. Deputados da presença do Capitão Telhada, Deputado Estadual eleito por São Paulo, meu filho, uma pessoa que batalha por todos os nossos princípios também, a quem eu saúdo aqui e apresento aos demais Deputados. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 09/02/2023

    Assunção pelo orador dos mandatos de Vereador e Deputado Estadual de São Paulo. Agradecimento ao eleitorado paulista e familiares pela assunção do cargo de Deputado Federal. Compromisso de atuação pelo direito de defesa dos cidadãos e contra a ideologia de gênero. Incoerência do discurso da Esquerda a respeito de ataques à democracia e da disseminação de ódio e intolerância pela Direita. Apoio do orador às demandas da população do Estado de São Paulo.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Eleição,agradecimento,Ideologia de gênero,São Paulo (Estado) Esquerda política,atuação,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sras. e Srs. Deputados, esta é a minha primeira intervenção aqui na tribuna da Câmara dos Deputados. Sou o Coronel Telhada, eleito por São Paulo. Sou oficial da Polícia Militar. Sou Coronel da PM e policial militar há 44 anos. Após a minha aposentadoria, por 2 anos, fui Vereador em São Paulo e também, por dois mandatos, fui Deputado Estadual em São Paulo. Assumo essa função, essa responsabilidade, após a saída do Deputado Bruno Lima, que assumiu uma função em São Paulo. Assumi na data de ontem. Quero agradecer a Deus a oportunidade, à minha família toda, em nome da minha esposa, e, principalmente, aos quase 70 mil votos que os eleitores de São Paulo confiaram à minha pessoa. Quero dizer a todos que contem com o meu trabalho e com a minha disponibilidade. Sou pela família, sou conservador, sou cristão. Sou pelo direito de defesa do cidadão. Sou contra a ideologia de gênero, e hoje o Deputado Coronel Chrisóstomo já trouxe o absurdo que nós vemos nesta Casa e em outros lugares. Contem comigo para essa batalha! Tenho certeza de que todos os projetos e todas as ações que forem de interesse não só do povo de São Paulo, mas também de todo o Brasil, terão o meu total apoio. Agora, não posso também deixar de citar algo aqui. Mudando da Assembleia Legislativa de São Paulo para esta Casa, há sempre um impacto, uma mudança. Fico pasmo, muitas vezes, e eu não sei se é cara de pau ou se é, sei lá... Não vou nem citar o que é. Há alguns Deputados da esquerda que vêm falar em ataque à democracia, falar em intolerância, falar em ódio, como se a direita fosse responsável por isso. Nós sabemos muito bem quem é o pai dessas crianças. Nós trabalhamos pelo cidadão de bem. Nós queremos o bem do Brasil. Nós queremos o direito de defesa. Nós queremos nossas crianças protegidas. Tenham certeza de que essa será minha batalha. Ao povo de São Paulo, quero dizer o seguinte: continuem contando comigo! Não mudou nada. Continuo nas missões e à disposição de todos. Estou à total disposição para poder trabalhar não só pelo meu Estado de São Paulo, mas por todo o Brasil, para que nós possamos fazer um Brasil melhor. Para finalizar, não posso deixar de dizer a todos que, como policial militar, para mim, bandido é bandido, e lugar de bandido não é no serviço público, em qualquer função. Muito obrigado, Sr. Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.